T7:E23 • Autodescobrimento • Viciações mentais (parte 2)
No episódio 23 da sétima temporada da série "Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis", Gelson Roberto, Marluce Renz e Adriana Lopes continuam o estudo do capítulo 9 da obra "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", de Joanna de Ângelis. Nesta segunda parte de "Viciações mentais", os itens "Pânico" e "Medo da morte" são analisados, com foco nos efeitos que essas emoções desestabilizadoras podem ter na mente e no comportamento humano. O episódio aprofunda como superar esses sentimentos, propondo caminhos para libertar-se dessas viciações mentais e alcançar um estado de equilíbrio e autoconhecimento. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #viciaçõesmentais #pânico #medodamorte
bem-vindo amigos a esse encontro do estudo da série psicológica Joana De Angeles um abraço a todos que nos acompanham hoje aqui com a Adriana e Marluce para dar continuidade ao nosso estudo da série psicológica Capítulo n viciações mentais hoje em especial a gente vai trabalhar a questão do Pânico e do medo da morte ou seja o tema do medo e o quanto ele implica na nossa Harmonia espiritual e psicológica um tema muito importante já que o medo é um dos sentimentos que mais se apresentam né a emoção do medo e toda as implicações que que envolve essa dinâmica né guria até porque o medo a gente sabe que é uma condição inerente a todos nós né é um um sentimento Universal já que eh como emoção primária então ou seja de uma certa maneira inato no ser humano ele tá a serviço da da proteção e da perpetuação da espécie Então tá lá no nosso DNA faz parte do nosso vestir tem uma abrangência grande né desde a decisão de lutar ou fugir nos momentos de estress e onde a gente tá sentindo ameaçado né eh e e e as implicações disso né porque eh de uma certa maneira eh ele mobiliza uma série de respostas fisiológicas eh paraa gente preparar para um ataque uma situação x ou Y então Eh acaba tendo cortisol adrenalina elementos que acabam de uma certa maneira podendo levar a um estress ou esgotamento físico e mesmo mental então a gente tá com como uma com esse medo né E aí a Joana vai começar depois se ocupar aqui no no subitem da do Pânico e do medo da morte Então vamos pensar um pouquinho né maruo quer trazer começar trazendo alguma coisa em relação a a esse movimento aqui que ajuda propõe sim eu achei bastante interessante né porque ela ela ela aqui nesse item Pânico ela como que nos traz eh como é que o medo é construído entre aspas né até chegar ao ponto dele se tornar uma patologia eu achei muito interessante porque aqui ela vai dizer que o medo em si que era isso que tu estavas falando né ele não é não é negativo né não se mostra o problema é quando ele é muito irracional que ela
achei muito interessante porque aqui ela vai dizer que o medo em si que era isso que tu estavas falando né ele não é não é negativo né não se mostra o problema é quando ele é muito irracional que ela diz aí ele vai desequilibrar então tem todo e ela vai trazer assim que eh tem um aspecto Positivo né do Medo no sentido de ser protetivo e tal mas existe toda uma construção né que faz com que isso tenha muitos desdobramentos na forma como a gente é educado o que a gente recebe né quando é criança e aqui eh muitos talvez da nossa geração foram educados mesmo assim né Ó se tu não fizer tal coisa vai acontecer uma coisa ruim né então e até que ela então vai trazer quando chega na sua forma já patológica né que aí vem como Pânico transtorno do pânico então eu acho importantíssimo assim a gente poder entender esses mecanismos como isso funciona até pra gente poder porque tem um fator aqui né que é onde a gente pode interferir né que é como a gente vai se liberar disso e como a gente pode evitar também né Porque daí a questão da educação aqui eu achei muito importante quando ela traz assim os aspectos ali que influenciam e vão ficar no nosso psiquismo E aí lá na idade adulta isso pode ressurgir e E aí ter aquela predisposição né para ter um transtorno do pano uhum vem Adriana é é interessante nós observarmos que a Joana já se ocupou desse tema em outros momentos em especial quando ela trabalha no conflitos existência ela vai falar um pouco do medo mas aqui ela vai enfocar especificamente quando ele já é uma viciação mental né Ou seja quando ele já é um transtorno quando ele já se transformou numa psicopatologia né e e e se a gente olhar pela mitologia eh Pan seria uma imagem né mitológica de um Deus grego eh que simboliza esse demônio da noite né Essa coisa do Pânico noturno do Pesadelo a questão do estupro da masturbação que vai aparecendo dessa forma subliminar que o medo como ela coloca aqui no início é algo natural é algo da nossa essência é um dos primeiras emoções que a gente tem
questão do estupro da masturbação que vai aparecendo dessa forma subliminar que o medo como ela coloca aqui no início é algo natural é algo da nossa essência é um dos primeiras emoções que a gente tem enquanto ser né é o medo já ainda no Reino no Reino Animal ainda o animal tem medo né então ele vai desenvolvendo essa emoção de forma natural mas aqui nesse capítulo especificamente ela vai abordar com essa questão de uma viciação mental construída né E que ela começa a falar aqui da da importância da da da educação deficiente porque muitas vezes os pais começam né Olha se você não fizer tal coisa né eu vou parar de amar você então começa com aquela chantagem e a criança começa começa a inconscientemente por ela ter Aquela fase de literalização que o pai e a mãe querem ela vai deixar de ser amada ou ali quando fala né o bicho papão Vem comer você a criança ainda tá na fase do concreto e ela realmente vai achar que vai ter um bicho muito estranho que vai vir comer a criança né E aí ele vai est desenvolvendo do que seria um transtorno que é a questão do Pânico que é quando esse medo deixa de ter uma frequência uma uma intensidade uma duração dentro do que é esperado como um padrão de normalidade e começa a ser algo super né intenso numa intensidade grande numa duração prolongada Uhum é eu acho interessante né estão juntando eh essa questão eh da da dinâmica do medo como um processo natural e de como eles vão tomando né um caráter cada vez maior né E e ess essa dimensão arquetípica né que que a Adriana coloca relacionando assim a Pan né o pan que ele eh que gera Pânico né Pânico é a manifestação de Pan né justamente né Ele é um Deus que se torna violento ao sol do meio-dia né que de uma certa maneira é um momento que parece que não que a gente não tem sombra porque o sol do meio-dia tá embaixo dos nossos pés então parece a olha para tudo que é lado e não vê a sombra né então e as pessoas que que de uma certa maneira vivem eh essa dimensão do Pânico né Elas acabam vivendo esse esse medo
aixo dos nossos pés então parece a olha para tudo que é lado e não vê a sombra né então e as pessoas que que de uma certa maneira vivem eh essa dimensão do Pânico né Elas acabam vivendo esse esse medo nesse nível arquetípico ou seja numa intensidade de uma dimensão que vai muito além dessa dessa condição natural né do qual o medo foi criado justamente de autoproteção de de de poder realmente de autopreservação ligado ali da natureza né se a gente não tivesse medo a gente não teria esse cuidado conosco mesmo a gente ia se cortar a gente nos colocar em situaç de risco e assim por diante né mas não é desse medo então que a gente tá falando falando desse distúrbio como foi colocado até agora aqui né onde o representa então eh tanto eh processos internos de de condições que a gente traz né a Joana vai falar de aspectos eh fisiológicos né ou seja ligados à genética né vai falar de de aspectos educacionais e claro que aí também tem processo que envolve as características de cada espírito né E vai falar também também dos processos obsessivos né então de uma certa maneira né o pânico ele abrange fatores vários fatores né mas um ponto que eu que eu gostaria de chamar atenção aqui é justamente essa carga afetiva que a marl citava né dessa de uma educação com medo né uma educação com medo né Eh sustentado no medo seja por ameaça seja por um jogo um tipo de eh atitude eh deliberar dos Pais de jogar de querer controlar a criança não pelo esclarecimento não pela clareza mas sim eh impedindo ela através do medo de poder eh expressar o que ela é o que ela sente né então a gente vê assim muito muito por trás dessa dessa dinâmica que esse arquétipo né do do Pan o pânico começa a ser construído né através dessa relação mas também tem dendro da educação a própria natureza dos Pais né às vezes pais também muito fóbicos eh fracos emocionalmente né que não dão segurança pro filho que não reconhece que não consegue dar suporte pais que também tem um certo tipo de eh de distanciamento emocional
pais também muito fóbicos eh fracos emocionalmente né que não dão segurança pro filho que não reconhece que não consegue dar suporte pais que também tem um certo tipo de eh de distanciamento emocional né onde a criança não é reconhecida né ou de temperamentos muito violentos Onde tem um ambiente que que eu não me sinto protegido onde eu me sinto castrado então de uma certa maneira o arquétipo do pai que é o símbolo da segurança né da firmeza da proteção de uma certa maneira vai eh não sendo integrado e se torna ameaçador se torna figura desse Pan dessas forças que eu não consigo lhe dar e que dentro do processo do Espírito vai gerando uma outra imagem de fragilidade vai despenalizado gente fica despenalizado do ponto de vista do nossos recursos se a gente vai sendo tomado pelo medo Então na verdade que que eu quero dizer com isso que o o medo aumenta o medo criando mais espaço de fragilidade não sei como é que vocês leram Essa parte aí que a j coloca como é que você percebem isso é não acho que é bem isso json porque ela diz ali né que a criança às vezes ela é incapaz de digerir aquilo que ela recebe e agora tu tava falando eu tava pensando assim né que o medo ele é bastante complexo porque ele passa pela fragilidade dos Pais né pais que TM medo né então eh vão vão querer evitar que a criança seja exposta às vezes não deixam nem dormir na casa do amiguinho tem muitas fantasias em relação a coisas tão simples né Isso se mistura por exemplo Quem mora em cidades grandes tem o medo porque ela fala ali dos fatores psicossociais tem a questão da violência urbana Então tem um medo que é real né é real tem a violência mas tem um outro medo que por trás que eu acho que ela tá enfatizando aqui que essa e inabilidade do adulto né de lidar com a criança então quando ele não sabe o que fazer ele diz ó se tu não fizer tal coisa vai acontecer uma coisa ruim aí vai vai fazendo esse tipo de eh isso que tava falando ali né do bicho papão na minha época era o homem do saco que vai te
que fazer ele diz ó se tu não fizer tal coisa vai acontecer uma coisa ruim aí vai vai fazendo esse tipo de eh isso que tava falando ali né do bicho papão na minha época era o homem do saco que vai te pegar né quando a gente era criança né tinha essas essas figuras assim né E essa incapacidade do adulto de às vezes não saber lidar com aquela situação e aí vem pela ameaça e isso vai gerando ali a Joana vai falar né que vai perturbando a afetividade Então vai gerando na criança eh um um uma questão assim que vai afetar a autoestima dela E aí lá no adulto a gente vai ver assim né Eh adultos às vezes com grandes potencialidades mas com muito medo de enfrentar as coisas né E aí aquilo tá ali mas aí um determinado momento acontece alguma coisa E aí aquilo vem até como um distúrbio do P Pânico que daí seria aquele medo e que vem já com uma carga de ansiedade assim muito grande né então eu acho que é muito sério isso que ela tá colocando porque eh a gente acaba eh condicionando né como ela diz ali né o amor a uma série de coisas né e a pessoa então acha que para ela ser amada ela tem que se comportar de determinada maneira e não exatamente como ela é então ali já tem uma questão séria né na autoestima dela né Isso vai essa lente vai fazer com que ela veja o mundo um lugar muito assustador E aí né Marluci isso vai desencadear né então começando com esse comportamento da criança que ela precisa ter determinados comportamentos para ser amada então eu achei muito interessante aqui quando ela vai falar desses fatores psicossociais da questão da liberação sexual que aí essa esse adulto que agora adulto que teve esses pais inseguros esses pais imaturos com toda essa base de cobrança e que ele tinha que ser perfeito senão dentro dele ele não seria Amado aí chega numa sociedade com esse comportamento sexual com toda essa liberação sexual e aí ele vai crescendo de tal forma esse medo que quando ele vai tá numa relação sexual ele vai ter esse medo do em relação ao desempenho dele diante da sexualidade né então
toda essa liberação sexual e aí ele vai crescendo de tal forma esse medo que quando ele vai tá numa relação sexual ele vai ter esse medo do em relação ao desempenho dele diante da sexualidade né então diante da masculinidade ou na feminilidade que proporcionam esses conflitos psicológicos de insegurança ela vai dizer né que se refire eh eh eh eh propiciam conflitos psicológicos de insegurança a que se reflitam na área correspondente com prejuízos mais sérios Então veja eh esse medo começa E aí quando vai chegando diante de uma cobrança de de uma fantasia que ele tem que ter um desempenho x ou Y aí ele pode ir caindo nessa questão de um medo tão grande tão exacerbado que ele vai a um ponto de um surto e aqui ela vai tá dizendo que esse medo quando canalizado ele poderia se tornar imprudência porque é exatamente isso a criança que também não tem medo de nada ela se expõe a riscos desne né ela atravessa a rua sem ver ela pega a bicicleta sai correndo a toda né o patins o patinete enfim e aí eles vão crescendo daqui a pouco eles estão com uma moto um carro e aí a gente vê onde termina então eu preciso ter uma série certa quantidade de medo para que haja um instinto ali de prudência né para que esse medo me me contenha e eu tenha um né um um comportamento adequado mas também e ele não pode ser tão exacerbado a ponto dele crescer e se tornar eh ter essas questões que ela fala de chegar num corpo trazendo uma Disritmia uma sudorese uma sufocação um colapso periférico E aí ela Traz essa algidez generalizada algidez é esse esfriamento das extremidades né a mão fica gelada com uma sensação de colapso E se nós pegarmos esse comportamento é importante porque se a gente lembrar o que que se o que que ele representa nessa nesse desenvolvimento da escala evolutiva lá no comportamento animal quando o animal ele ia se expor a uma briga eh junto com outro animal Outro bicho ou da mesma espécie ou de outra espécie ele tinha esse comportamento de esfriar as extremidades para que se algo
nimal quando o animal ele ia se expor a uma briga eh junto com outro animal Outro bicho ou da mesma espécie ou de outra espécie ele tinha esse comportamento de esfriar as extremidades para que se algo acontecesse na pata ele não morresse por por sangramento então é uma forma do próprio organismo se preparar para esse mecanismo de luta e fuga de forma biológica né fisiologicamente o corpo se prepara pro ataque Então veja então esse adulto diante de uma fantasiosa e relação sexual que ele acha que ele precisa ter determinado desempenho ele também pode ter todos esses sintomas como se ele tivesse sendo exposto a uma luta e que isso pudesse Faltando um Pedaço dele ele não morre por sangramento Então olha como isso é chega no corpo de uma forma muito exacerbada né com uma sensação mesmo de quase morte né como a Joana coloca aqui é é um sofrento muito grande né os sintomas de de pânico envolve justamente toda a sensação ou de morte ção que vai vai vai enlouquecer né AD tem tudo esses essa lista de sintomas para caracterizar A A A C de pânico né que é palpitação né soros tremores Abalo sensações de falta de ar sufocamento aixia dor desconforto txo né pessoa acha que vai ter problema cardíaco náusea dor abdominal tontura Vertigem desmaio esses calafrios que tu falou né essa perda de parestesia também né pode também ficar anestesiado não s sofrio a extremidade mais anestesiada né medo de perder o controle de enlouquecer e o medo de de morrer né só de despersonalizar né de perder então Eh isso lembra uma frase do Franklin rusev né que quando ele assumiu a primeira vez na com o presidente dos Estados Unidos né e e era um grande desafio devia ser naquela época né ele tem uma a frase que ele falou que a única coisa que temos a temer é o próprio medo é o medo do medo né então eu acho que o pânico começa a se estorar tamanho que eu tenho medo do medo ou seja o medo vai criando essa condição né onde a coragem a força a firmeza vão se desprendendo da da minha condição por isso que tem a ver
ânico começa a se estorar tamanho que eu tenho medo do medo ou seja o medo vai criando essa condição né onde a coragem a força a firmeza vão se desprendendo da da minha condição por isso que tem a ver questão do empenho que é que a Joana coloca aqui né que que que a pessoa não consegue se acreditar desempenhar suas funções e não é só na sexualidade ISO tudo não porque o mundo é ameaçador parece ameaçador porque eu me vejo muito muito fragilizada muito pequena então como eu falei né ela fala assim uma palavra que Acho interessante né a deformação desse processo de educação pelo medo então eu vou ficando com uma alma deformada incapaz de me me me me me me sentir em condições de viver minha potência né de né E aí quando eu falava que o p eh eh no Sol do Meio dia ele é mais violento porque parece que não tem sombra uma das coisas que pode acontecer também nessa dinâmica né é o medo dos impulso né como as coisas não ficaram Claras não são naturais para mim então as minhas necessidades seja elas instintivas sexuais né né porque pã é metade homem e metade bode né então ele tem essa natureza que representa a natureza animal né então muitas vezes esse Pânico também pode estar sentindo ou eh por um um medo da sexualidade por um medo dos seus impulsos eu interpreto o que vem de mim de maneira negativa isso é muito comum tanto no pânico como nos transtornos obsess compulsivos né então parece que eu não posso ter sombra né A vida tem que ser sempre segura adequada protegida porque se alguma coisa sai do controle da ordem estabelecida eu desestabilizou porque alguma força pode emergir aí esteja ela do mundo projetada no mundo esteja em relação aos impulsos que me que possam também de mim mesmo né E aí isso vai desestabilizar o ego que vai sentir não podendo dar conta disso que eu vou morrer que vou perder o controle e aí a sensação realmente é muito intensa e gera muito sofrimento psíquico é eu acho que isso tem a ver já que ela tá dizendo ali né que eh em Face das ameaças o ser permanece tímido
perder o controle e aí a sensação realmente é muito intensa e gera muito sofrimento psíquico é eu acho que isso tem a ver já que ela tá dizendo ali né que eh em Face das ameaças o ser permanece tímido procurando fazer-se bonzinho não pela excelência das virtudes mas por mecanismo de sobrevivência afetiva Nossa isso aqui a gente percebe né num adulto assim aquele aquele adulto assim que passou a vida inteira tentando agradar né fazendo tudo perfeito se eu fizer tudo certo né eu vou ser amado e vou ser aceito só que daí acontece isso que tu tava dizendo né já só uma desconexão muito grande de si do seu mundo interno né E aí aquilo vai exercendo uma pressão interna tamanha né que às vezes quando a pessoa tem que ir para um enfrentamento simples como por exemplo ir paraa Universidade né dar um passo maior na vida aquilo é entendido como uma coisa extremamente ameaçadora né então se em casa naquele ambiente familiar conseguiu controlar isso quando tem que ir pro mundo a coisa começa a a tomar outra proporção Mas é interessante sabe que um pensamento que me ocorreu agora ouvindo vocês é que eu não sei se vocês repararam né mas o que tem de filmes de terror né de medo de pânico esses dias me chamou atenção assim tipo em cinco canais três eram sobre isso né daí eu fiquei pensando nesse momento também que a gente vive né e e e por que que atrairia tanto as pessoas também né Ficar naquele estado tenso porque um filme de terror é uma coisa que tu fica tensa ali né tu provoca aquela sensa ações de ser assaltado de ser né então eu achei interessante isso assim eh enfim e é importante a gente ver Esse aspecto né marlu dessa questão de agrad nessa tentativa de ser bonzinho o quanto que isso vai fragilizando esse Ego e aqui ela fala a pessoa é e deve ser amada assim como é né e e todo esse des empenho deve ser direcionado pro crescimento interior e não para essa capacidade tentativa de agradar o outro né Porque conforme ele vai tentando agradar o outro ele vai se perdendo no caminho ele vai se despersonalizado e
ionado pro crescimento interior e não para essa capacidade tentativa de agradar o outro né Porque conforme ele vai tentando agradar o outro ele vai se perdendo no caminho ele vai se despersonalizado e ele vai assumindo aquela postura que ele acredita que daquela forma ele é amado Então veja por trás desse Pânico e O interessante é que eu vejo no consultório as pessoas falando né que ele tem o é isso que o Gus falou o pânico de ter o pânico né o medo de ter a crise de novo porque essa essa crise ela vai deixar uma marca minica tão forte né de um registro fisiológico tão grande do que é a crise dessa sensação de quase morte que que vai lesando mesmo né uma psique fragilizada e ela vai tá trazendo agora alguns fatores né que a gente precisa ver que além dessa questão que foi falada ali da criança dessas pressões externas tem o fator genético né vai ter essa disfunção fisiológica que já é uma pré que é um predeterminante para isso né Eh vai determinar no sexo feminino porque tem essa questão hormonal né então a mulher quando tá lá numa TPM ela vai liberar alguns hormônios e isso pode ser um facilitador para isso né então a gente não pode desconsiderar que esse espírito está no mundo encarnado Portanto ele tem um corpo e esse corpo tem hormônios ele tem é uma carga genética ele tem toda uma fisiologia que pode ser afetada com esse sentimento e ainda ela vai falar que olha que interessante né que há uma menor incidência na gravidez ou seja então ali estabilizam essa parte hormonal E aí diminui os quadros né Eu acho até que é um cuidado da própria espiritualidade né de Cuidar dessa criança que tá ali porque se nós pensarmos numa crise de pânico num momento da gestação a a própria descarga hormonal pode levar um aborto né desencadear ali um um processo de abortamento espontâneo desse corpo então eu vejo também né claro que tem todo um cuidado da própria espiritualidade mas também o equilíbrio hormonal então aqui a gente começa a perceber quanto é grande essa questão do corpo né A
corpo então eu vejo também né claro que tem todo um cuidado da própria espiritualidade mas também o equilíbrio hormonal então aqui a gente começa a perceber quanto é grande essa questão do corpo né A fisiolog do corpo at atuando numa psicopatologia e esse espírito que vive essa psicopatologia então não tem como separar uma coisa do outro sempre tem uma coisa atuando sobre a outra de forma complementar é e o balmon ele coloca né o sociólogo polonês já desencarnado ele coloca que que um dos grandes sintomas da atualidade é o medo nossa socied ade né atual ela encena o o medo contracena e alimenta né de uma certa maneira o medo então a gente vi num sociedade de insegura insegura em todos os aspectos Ecológico eh e segurança eh na nas nos grandes centros urbanos a insegurança de um do futuro da Guerra enfim o medo ele espraia de todas as maneiras então de uma certa maneira há uma atmosfera espiritual né psíquica que os espíritos aproveitam também de uma certa forma né para provocar né nas pessoas que são mais sensíveis né porque é uma é uma combinação como D colocou né de um lado eh então pessoas que TM uma fragilidade egóica né que desolve muitas vezes essa Persona essa imagem adequada ou de bonzinho ou mais tímido introvertido ou mesmo pode até tentar fazer uma formação reativa de de uma AP frente segurança né de de uma certa determinação mas no fundo há um grande medo da ação um grande medo de se posicionar de enfrentar né então a pessoa acaba seja em relação às fantasias que surjam do desse mundo que se apresenta seja daquilo que eu comentava das questões internas por isso que é comum também ter crise de pânico quando há momento de transição fase de transição na vida de uma nova etapa que exige realmente um um abdic de padrões antigos para padrões novos e desafios também desconhecidos né então isso pode ser também um motivador para uma crise de pânico né e depois que a pessoa tem parece que ela realmente perde né a capacidade de confiar nela tem que ter com ela esse ego Eh que que foi
então isso pode ser também um motivador para uma crise de pânico né e depois que a pessoa tem parece que ela realmente perde né a capacidade de confiar nela tem que ter com ela esse ego Eh que que foi fragilizado é depositado em alguém eu tenho que ter alguém comigo alguém sair comigo porque eu eu eu eu não consigo acreditar que eu posso me manter tranquilo né então eu vou realmente abdicando do da minha potência da minha capacidade E aí na medida que eu me vejo incapaz que eu me sinto fragilizado e não acredito em mim daí Claro que o sintoma de pânico vai vai se acirrar né vai aumentar e vai ser mais frequente porque realmente eu tô identificado daí com aquela com aquela condição E aí realmente é muito é muito difícil a pessoa conseguir por ela mesmo né Eh elaborar e enfrentar né porque ela já tá de uma certa forma numa alta imagem Desprovida do recurso eu tava pensando n daí tem eu acho que são duas coisas assim né Eh Às vezes a gente tem momentos difíceis na vida a gente diz Nossa eu entrei em Pânico né Acontece uma situação muito grandiosa que eu não tava preparada né então acho que aí quando a gente diz ah eu entrei em Pânico né às vezes que a gente quer dizer eu tava com muito medo e não sabia o que fazer né daí precisa alguém que às vezes diga não calma respira vamos achar uma solução outra poisa é quando se torna uma patologia o transtorno do pânico né que daí tem toda uma série de critérios que né um dos critérios é ter mais de um ataque de pânico né que é exatamente isso que a Joana tá descrevendo aqui que daí a pessoa tem essa sensação seguida de toda essa sintomatologia Inclusive tem um um uma pesquisa aqui no Instituto Coração aqui de de Porto Alegre quantas pessoas que chegam lá achando que tão tendo um infarto e elas estão tendo uma crise de pânico um ataque de pânico né e mas se confunde tão forte que ela tem a sensação de morte né então Eh o fato da gente ter tido às vezes situações na vida da gente que eu fiquei em Pânico eu não sabia o que fazer não caracteriza o
e mas se confunde tão forte que ela tem a sensação de morte né então Eh o fato da gente ter tido às vezes situações na vida da gente que eu fiquei em Pânico eu não sabia o que fazer não caracteriza o transtorno do pânico né que daí é uma patologia que tem uma série de critérios ali e que claro a gente percebe que tá cada vez mais frequente né Eh principalmente assim a gente percebe depois da pandemia né como essa questão do medo que tava muito eh Evidente né da gente ter que o medo da contaminação a gente tem que ficar isolado aquilo para algumas pessoas né com já com algumas predisposições um psiquismo mais fragilizado né Eh exerceu Talvez um um um efeito bem importante né então a gente não sei percebo assim que hoje parece ser mais comum né esse transtorno e assim como essa problemática vai atingir várias esferas né a parte fisiológica a parte psicológica a via do tratamento também tem que passar por essas três vias né A Joana que coloca no texto que tem que passar por por essa terapia psiquiátrica né para est trabalhando toda essa questão bioquímica para equilibrar né Essa questão lógica vai perpassar por essa questão psicológica para ser perceber em que quadro que tá Qual é a temática que desencadeia qual é o tema ou seja qual complexo que tá ativado nesse processo todo e aí mais para frente ela vai falar do tratamento espiritual porque ela coloca no texto que muitas vezes tem essa questão obsessiva também então às vezes né a inconscientemente a pessoa vai sentindo a presença de um obsessor que ali está Então para que eu possa tratar o o indivíduo como um ser eh triúno que tenha essa Trindade Espírita que é o o espírito pel espírito né e o e o corpo físico eu preciso nesse transtorno especificamente trabalhar as três áreas então espiritualmente um tratamento espiritual que a casa Espírita muitas vezes que a água fluidificado o passe né Eh uma reforma moral e íntima para est compreendendo essas questões também como um ser transpessoal que ele é a questão psicológica para entender o mundo
uitas vezes que a água fluidificado o passe né Eh uma reforma moral e íntima para est compreendendo essas questões também como um ser transpessoal que ele é a questão psicológica para entender o mundo interno para entender essas questões que envolvem a o transtorno até isso a fantasia que vem por que que ele tem que agradar Em que momento que ele precisa mudar que comportamento que tem que tá sendo trabalhado e finalmente o o psiquiátrico para trabalhar já essa questão fisiológica que como transtorno já tá somatizado no seu corpo né É porque realmente a gente vai sendo condicionado né Adriana como a Mar falou a gente acaba traumatizado né porque o medo sequestra a consciência eu perco a objetividade perco a minha capacidade de discernir de reconhecer de poder avaliar e poder me perceber capaz né então porque eu tô interpretando algo como horrível e qualquer objeto acaba em si pode ser horrível então além de interpretar coisa horrível eu interpreto também pela minha experiência dolorosa que eu não tenho recurso de enfrentamento Então eu fico com medo de ter novos novos pânicos E aí eu essa esse sequestro da consciência se torna automatizado qualquer coisa eu fico no sobressalto eu fico de uma certa eh esperando e aí eu fico um ser naturalmente ansioso porque o pânico é um tipo de crise de ansiedade nesse nível mais elevado né mas eh eh as Pesquisas mostram que dentro dessa dinâmica todo né Eh além da pessoa já ter uma predisposição seja ela emocional espiritual ou ou física né Há fatores de de situação que acontece na vida da gente né e e e alguns autores colocam de eventos e circunstâncias que não aconteceram na última hora apesar do fator ser alguma coisa que gerou Aquela ansiedade né mas diz que existe um fio invisível de fatores que aconteceram entre 6 a 18 meses antes e que não foram digeridos não foram elaborados e ficaram l no nosso inconsciente eh provocando rupturas fragilizando e aumentando pouco a pouco a minha a minha ansiedade e eu não consigo ligar lidar
s e que não foram digeridos não foram elaborados e ficaram l no nosso inconsciente eh provocando rupturas fragilizando e aumentando pouco a pouco a minha a minha ansiedade e eu não consigo ligar lidar então há uma distorção também de tempo né Então tudo isso tá tá tá tá ligado a esses fatores que que envolvem a dinâmica do Pânico né mas também tem o medo da morte que a gente não falou ainda né que a gente tem que também ocupar o nosso tempo com com esse até né que é um outro medo bem comum né Apesar mesmo as pessoas sendo espíritas religiosas né tendo crenças que que compõe a compreensão de uma realidade pós corpo físico esse medo da morte também é muito presente na na fantasia das pessoas né gente é e aqui eu também me lembrei da questão da educação né Gente do que tá no nosso nosso psiquismo tem uma senhora que é muito amiga minha ela tem 92 anos ela é muito católica assim devota mas ela tem um medo de morrer né porque ela tem medo do purgatório né então on dia eu perguntei para ela qual era o maior medo né ela a gente saia do purgatório né daí eu fiquei pensando nessa questão do medo dessa ideia que a gente tem né de céu inferno e que mesmo que a gente já tenha o esclarecimento assim né da né da realidade espiritual que a vida continua que é só uma passagem né como se a gente mudasse de cidade eh eu acho que tem coisas muito Profundas ainda no nosso inconsciente né que que traz toda essa fantasia assim né então mas eu gostei gostei muito dela começar dizendo né que o medo da morte resulta do instinto da conservação que trabalha em favor da manutenção da vida então a gente tem que ter medo para poder querer ficar aqui também né Então nesse sentido eh só que o problema é quando se extrapola né E aí aquilo fica eh quase como uma constante né daí a gente vê aquelas pessoas também que dá qualquer coisinha tem uma dor de cabeça uma dor de barriga e já acha que vai morrer e aí aquilo gera uma série de fantasias né Acho que tem muito da da nossa educação e do que a gente traz o
ém que dá qualquer coisinha tem uma dor de cabeça uma dor de barriga e já acha que vai morrer e aí aquilo gera uma série de fantasias né Acho que tem muito da da nossa educação e do que a gente traz o nosso inconsciente profundo também e também não só isso né Lu eh a gente vê aqui eu tenho dois livros né do Felipe arrier que ele trabalha né a história da morte no ocidente onde ele vai falar dessa construção histórica do do porquê do medo da morte e aqui o homem diante da Morte que é um tratado né um livro aqui do quase quase 900 páginas que ele vai colocando e o que eu achei muito interessante é que a Joana acompanha to toda essa linha de pensamento do Felipe arrier que dá a impressão que ela leu o livro né ou ela soprou lá para que o livro fosse escrito porque ela vai falar né dessas questões eh o arier coloca que a princípio a a a morte era ele ele dá o título de morte Domada que era assim as pessoas não tinham medo da morte no início eles esperavam a morte de uma forma muito leve né de uma forma muito muito bonita e ela até cita né A Joana cita aqui num num num no livro vida feliz ela fala que Francisco aguardava com tranquilidade a morte como alguém que capinava o Jardim né então eh a princípio não havia esse medo e que essa construção histórica foi acontecendo num determinado tempo e e da história é graças a essas questões que ela coloca né Eh eh do desconhecimento da imortalidade das informações fragmentárias as lendas e das Fantasias os mistérios e da ignorância que ia sendo construída eh que foi fazendo toda essa construção onde a gente vê que depois que a morta a morte ela é eh a rier coloca como a medicalização da Morte onde a morte precisa ser levada para um hospital para uma instituição para que se morra longe Então as crianças não vem ninguém morrendo eles simplesmente some esse avô vai pro hospital desaparece vira estrelinha né E aí como é que fica a fantasia na cabeça dessa criança a relação da da morte da terminalidade no início não as pessoas morriam em casa as
some esse avô vai pro hospital desaparece vira estrelinha né E aí como é que fica a fantasia na cabeça dessa criança a relação da da morte da terminalidade no início não as pessoas morriam em casa as Crianças acompanhavam o processo era comum a pessoa chamava os funcionários que trabalhavam na casa ó a partir daqui você vai fazer a limpeza assim assim como se fosse assim ó eu tô indo ali na feira e já volto né Então essa naturalidade histórica foi sendo desconstruída e o medo da morte foi sendo construído e a Joana vai fazendo essa esse arremate aqui no texto né se velava em casa né gente no interior aqui do Rio Grande do Sul eu me lembro de ser criança e e se velava corpos em casa é verdade agora é interessante né porque de uma certa forma né E esse medo em especial da Morte né claro tem a questão do apego aó essa confusão da gente realmente colocar vida no que é transitório né e o apego é a base de todo o sofrimento então o me o medo da morte pode tá ligado a a a esses Apegos excessivo vou ter que abandonar o meu corpo apego à família né gente sabe quanto o apego gera sofrimento que mais eh mobiliza depois que a gente desencarna questões de conflito e desestabiliza a alma né e em função disso a saudade o apego entre outras coisas então esse apego à matéria para mim é um elemento que de uma certa maneira tá tá ligado a a esse medo da morte mas eu acho que como as pessoas tem Claro esse medo que ela fala infantil né dos atavismos religiosos que vão impregnando a gente de fantasi de Pecado né como a a paciente da Marluce né o pong artor essas coisas todas mas eu acho que tem uma questão inconsciente aí né que é que é o próprio medo inconsciente ou dizendo de outra maneira o medo da tua consciência porque a morte é digamos assim eh o momento do encontro né é um momento de que eu rompo a ilusão né dessa vida falseada por um personagem que eu fui né e eu realmente me deparo com a minha Essência com a minha realidade ou seja né então acho que no fundo as pessoas evitam a pensar na
mpo a ilusão né dessa vida falseada por um personagem que eu fui né e eu realmente me deparo com a minha Essência com a minha realidade ou seja né então acho que no fundo as pessoas evitam a pensar na morte ou Tero a morte porque no fundo não é o a não é a questão do inferno ou do purgatório que é é o purgatório Interno tem medo da sua consciência né E aí a gente vai eu acho empurrando pro final da vida e aumentando ainda a carga né a o tributo desses medo porque tem gente que tem medo da vida e uma vida não vivida vai também gerar medo da morte tem gente que tem medo do amor e eu eu posso abdicar de viver por medo de amar e isso vai me vai vai vai me vai tá me esperando no meu desencarne então eu acho que esse medo a mor morte também pode ser o acúmulo de várias questões mal resolvidas deixadas de lado reprimidas esquecidas ou disfarçadas que eu sei que em algum momento eu não vou poder evitar de me confrontar né e acho que fica uma coisa muito assim muito grande né O que que me espera do outro lado de lá realmente faz todo sentido né porque quando a gente vê assim alguém que recebe um diagnóstico muito complicado né e e se vê diante né da possibilidade de morrer né então é uma situação limite onde tu coloca em cheque tudo o que tu tá vivendo né como que tu tá vivendo Claro dependendo né da da condição da pessoa mas em geral provoca um uma reflexão muito grande né O que que eu fiz da minha vida até aqui né e muitas vezes é a partir desse confronto né porque acho que a morte te coloca assim um limite ali né Ah então tá então tu tem seis meses né E aí ela ela ela delimita a coisa então e ali parece que ela meio que te empurra para esse encontro né então não é incomum a gente vê pessoas que tiveram que passar por situações extremas assim fazer grandes transformações né que elas puderam daí relativizar as coisas né repensar né e e o a gente escuta isso na clínica né nossa como essa doença me fez eu pensar diferente me fez eu valorizar outras coisas né então e e me lembrei também do
m daí relativizar as coisas né repensar né e e o a gente escuta isso na clínica né nossa como essa doença me fez eu pensar diferente me fez eu valorizar outras coisas né então e e me lembrei também do Jung né que o Jung dizia que eh a nossa psique o corpo morre Mas a nossa psique né ele ele estuda os sonhos né AD Tu escreve muito sobre isso né os sonhos não consideram a morte do corpo né então a vida continuaria ali né mas eu acho que realmente é eh pode ter muito a ver com esse medo de viver mesmo né J que por isso que a gente fica ali preso daí né Então veja né Marluce você coloca né que numa numa numa psique saudável a pessoa faz uma alta transformação e ela coloca aqui que às vezes tá no texto né às vezes se torna tão grave o medo da morte que portadores de transtornos psicológicas matam-se para não aguardarem a morte em terrível atitude para paradoxal Então veja é tão grande esse medo da morte que em paradoxo eles se atiram à morte mais rápido possível então muitas vezes diante de um diagnóstico se essa pessoa já tem um ego todo fragilizado e não consegue dar conta disso e não consegue assimilar né E esse medo do que vai acontecer além ele se atira de cabeça então é um paradoxo porque o próprio medo da morte leva ele se atirar à própria morte Então ela coloca aqui Exatamente Essa é a questão do problema de uma personalidade né de uma de um transtorno psicológico então por isso que é muito complexa né um quadro de um transtorno psicológico É e tem uma outra questão aí que depende do transtorno psicológico Adriana que é justamente essa sensação de desamparo ainda da nossa infantilidade psicológica espiritual né a gente não a a gente pode até acreditar que Deus ama eh e que Deus nos ama mas talvez a gente não acredita que pode ser que a gente mereça esse amor divino então de uma certa maneira tem tem tem as pessoas e aí a Jona coloca aqui né eh vão perdendo essa conexão com a essencialidade da vida né o sentido essa essa essa essa compreensão que ela fala aqui da vida como um todo né então eu
tem tem as pessoas e aí a Jona coloca aqui né eh vão perdendo essa conexão com a essencialidade da vida né o sentido essa essa essa essa compreensão que ela fala aqui da vida como um todo né então eu vou me me me abandonando eh num lugar de de desamparo de e aí vou perdendo otimismo alegria a a vislumbrar possibilidade de Nova esquecendo que a vida sempre é regeneradora sempre nos convida para algo a para mudança para o crescimento né e eu vou ficando na verdade num campo muito negativo e pessimista como se a perspectiva da vida fosse realmente a morte como eh uma visão desoladora Da da da da realidade né então parece que tô indo cada vez mais para uma realidade que é realmente assustadora né ou de perda total né se eu se eu vou perdendo eu não tenho nem a crença né da da de da realidade espiritual Então ela fala da importância aqui né de de poder em etapas em etapas né e ir abrindo a a a a a tua percepção né e e e e reconhecendo essa dimensão do espírito da vida né e e e e começar a recuperar de uma certa maneira né esse essa vida por inteiro como se esse próprio processo de ser atravessado Mesmo Diante do sofrimento da dificuldade mas numa vida sentida vivida fosse uma forma de superação e exorciza do medo que tá lá presente dentro de mim então Eh me parece que que o que que frente ao medo realmente é coragem frente a desesperança é assumir a nossa vida por inteiro é apostar nela porque não tem o que perderé Independente de cristar ou não a gente vai morrer Então já já que eu vou morrer não tenho o que perder então que eu posso aproveitar cada minuto da minha existência e viver bem né viver o presente viver inteiramente aquilo que é me dado a viver da melhor maneira possível por isso né que não basta a gente acreditar assim ah que a gente é espírito Imortal né que se não espírito não teria medo da morte tem né Eu acho que ess esse envolvimento com a vida eu me lembrei de dois filmes maravilhosos que um é o Antes de Partir que os dois se encontram no hospital né
se não espírito não teria medo da morte tem né Eu acho que ess esse envolvimento com a vida eu me lembrei de dois filmes maravilhosos que um é o Antes de Partir que os dois se encontram no hospital né e descobrem que eles têm uma doença terminal E aí tem um que tem muito dinheiro né E aí ele dis Então vamos ver o que que a gente gostaria de fazer né então é muito interessante assim a a a forma né de como que a gente quer viver a vida né só que precisou chegar naquele ponto final e o outro é o Highlander O Guerreiro Imortal que foi um filme dos anos 80 eu acho né que ele era Imortal E aí as pessoas que ele amava né ele via ali morrer e ele não morria né então eu acho um uma história belíssima assim de falando que a morte também traz o tempo das coisas né as coisas têm um tempo né e elas precisam ser transformadas ali né o problema né é que a gente tá vivendo num momento em que o homem quer a imortalidade quase né então é bem isso que tava dizendo né Adri hoje a morte ficou eh muito separada assim ela não ficou mais uma coisa natural que faz parte do processo né mas eh a gente acaba se distanciando muito disso né e acaba gerando uma série de fantasias realmente né E aí ela começa a concluir o texto com essa parte belíssima né que é necessário enfrentar esse medo da morte com equilíbrio né E esse conceito da sobrevivência da Morte né quando eu começo a acreditar que realmente eh a a vida ela existe né não ninguém morre aí o medo da morte desaparece né esse medo então Eh que possa inspirar eh transforma-se em emulação Ou seja é um estímulo que impulsiona o ser para enfrentar a morte ou seja ele vai adquirir uma atitude psicológica saudável risco rico de motivações quando ocorrer naturalmente ou seja aqui ela faz um parênteses para que a gente não devo antecipar a morte né então naturalmente quando isso ocorre no momento certo no momento adequado ela sendo enfrentada com equilíbrio ela vai ser algo E aí ela termina né o vício arraigado o medo do fim ou seja o medo da morte é um vício que tá ali preso
ocorre no momento certo no momento adequado ela sendo enfrentada com equilíbrio ela vai ser algo E aí ela termina né o vício arraigado o medo do fim ou seja o medo da morte é um vício que tá ali preso vida pós vida tavic m historicamente construído esse eh eh e esse eh vencido esse essa vi mental vai se transformar numa esperança de um novo início então o que que isso quer dizer que nós precisamos ter um tempo para falar em morte falar em morte é dar qualidade pra vida eu me lembro quando eu comecei os meus as as minhas pesquisas sobre morte né Essa questão pelo viés da Psicologia eh que eu ia nas nas eh livrarias comprar e e livros sobre morte sobre essas questões aqui e e as meninas que me conheciam já dizia lá vem a Urubuzinho buscando coisas de morte veja como causavam desconforto só o fato de eu ir procurar livros que falasse no tema né E aí eu fiquei muito feliz quando a internet começou a vender livro porque aí eu não precisava passar pelo constrangimento de ser chamada né aquela que que que é urubu que fica rodeando a morte então pensar na morte é dar uma qualidade paraa vida e a A Joana tem no livro vida feliz esse momento que ela estimula que a gente crie no nosso tempo um momento para meditar sobre a possibilidade de uma morte física Sim tudo aquilo que fisicamente nasce vai morrer mas o espírito ele não morre né então é importante que a gente possa ter esse espaço esse esse momento de pensar nessa questão para não ser um vício né para ser uma coisa natural ela ela até sugere né uma imaginação ativa né se imaginar lá no lugar do do que tá tu vai num velório se imaginar no lugar daquela pessoa no caixão né para tu poder realmente eh ser provocado né por essa por essas possibilidades que são reais né que basta est Vivo pra gente poder tá com com a de poder desencarnar né então a gente tá vendo aqui que o o maior medo o maior perigo do Medo não é o do medo que nos protege seja do da violência de um animal né mas o perigo do próprio medo como o rus falou né porque de uma certa maneira o
vendo aqui que o o maior medo o maior perigo do Medo não é o do medo que nos protege seja do da violência de um animal né mas o perigo do próprio medo como o rus falou né porque de uma certa maneira o que tá por trás desses medos aí seja do Pânico da Morte são de fantasias né fantasias que são nutridas seja elas com com as com as flores e que vão criando crenças e lados né de de de de de de algo perigoso que me que me gera toda essa ansiedade e esses receios seja no Pânico seja na morte e aí eu tem um autor que eu acho bem interessante né que é eh no livrinho que o Divaldo psicografou eh temas da da vida e da Morte né que que nesse livrinho né eh ele Ele é fininho Mas ele é muito profundo é muito consistente né e o o Manuel filão de Miranda né ele comenta Então nesse livro que o medo eh impede a responsabilidade há uma uma relação de oposição entre medo e responsabilidade né então ele vai dizer que o medo torna o homem responsável fraco e pusilânime né porque eh o medo F que a gente vai recuando na razão direta de em que a disposição de atuar de enfrentar vai vai se perdendo né então Eh de uma certa maneira quanto mais meno mais medo mais incapacidade de eu assumir a minha vida e mais fragilizado eu fico então é eh gente tem que ter muito cuidado né gente de não brincar de ter medo porque fesse brincar de ter medo ele realmente nos assola né Como olhar pro Abismo né O Abismo nos atrai né então de uma certa maneira eh a gente de uma certa forma vai eh se perdendo nesse medo né E aí a gente perde não só a consciência que a gente é um espírito mas a consciência que a gente é filho de Deus capaz com recurso né com poder interno criativo inteligente e que de uma certa maneira a Tudo passa mas não nós não passamos né então é impressionante como a gente vai vivendo crenças e e criando fantasias que acabam mesmo impedindo nós de viver plenamente e aproveitar as oportunidades que a vida tem para nos oferecer Então e o medo é é uma porta paraa loucura né porque os espíritos vão agir Justamente na culpa e
mesmo impedindo nós de viver plenamente e aproveitar as oportunidades que a vida tem para nos oferecer Então e o medo é é uma porta paraa loucura né porque os espíritos vão agir Justamente na culpa e no medo ão os dois elementos que mais fragilizam que mais desestabilizam o espírito gerando né processos de conflitos e de loucura é o medo e a culpa Então são duas coisas que a gente tem que estar muito atento para não deixar que elas nos arrebem e nos leva processo desestruturo é muito difícil eh conseguir retornar muito bem então não tem jeito né então vamos assumir a então não tem jeito né gente vamos assumir a responsabilidade e viver essa vida então né daí quando chegar a nossa hora a gente viveu né é muito bem mais alguma coisa Adriana que tu quer colocar não então é um tema realmente muito instigante a Joana vai eh vai vai em algum outro momento trabalhar nesse essa temática Possivelmente a gente vai voltar né e eh então Eh fica o convite para todos né paraa gente começar então estudar no próximo encontro o capítulo 10 né Eh Ou seja eh o título é conteúdos perturbadores e a gente vai começar trabalhando dois itens iniciais capítulo que é a raiva e o ressentimento né em especial os dois né E então fica esse convite e até então nosso pró próximo encontro nossa gratidão a todos que nos acompanham e que a luz divina possa nos sustentar nessa caminhada cada vez mais sem medo um abraço a todos
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