T3:E4 • Plenitude • Cessação do Sofrimento
Neste quarto episódio dos estudos da série psicológica, Gelson Roberto, Marluce Renz e Arismar Léon dão continuidade à análise do livro Plenitude, da autora espiritual Joanna de Ângelis. Neste quarto capítulo da obra, que sucede as origens do sofrimento, a equipe do Núcleo de Estudos Psicológicos da AME Brasil se debruça, dessa vez, sobre a sua cessação, abordando, principalmente, o papel e o aprendizado que o sofrimento nos traz. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #Plenitude #CessaçãodoSofrimento
meus irmãos bem-vindos que Jesus nos abençoe nesse momento Onde nós estamos mais uma vez aqui reunidos estudando essa obra maravilhosa que é a série psicológica da Joana De Angeles em especial o livro Plenitude hoje o capítulo quatro cessação dos Sofrimentos e é interessante né que esse assunto vem depois das origens do sofrimento Hoje estamos com a marlu arismar nos acompanhando nesse estudo e é interessante que ela eh começa o capítulo com uma citação do Jung né que eu queria e pensar com marlu e arismar a partir dessa provocação dela trazido pela citação do do Jung aonde ela então coloca né que homem eh tem de lutar com o problema do sofrimento is é uma frase do Jung e ele diz que enquanto oriental quer se livrar do sofrimento né Tá expulsando o sofrimento de si ocidental procura suprimi-lo através de remédios e aí o yug completa né mas o sofrimento precisa ser superado e o único meio de superá-lo é é suportando E aprendemos isso somente com ele o Cristo crucificado então é essa essa colocação do Jung que a Ben feitura nos traz para abrir o capítulo eu acho que é muito significativa e justamente essa imagem da crucificação que dentro da psicologia hungi tá associado ao processo da tensão dos opostos né o Jung vai trabalhar que a vida em todo seu movimento é uma tentativa de diálogo entre forças polares do inconsciente da consciência e de tudo que se atravessa dentro dessa dinâmica que é a vida onde é movimentado por processos que são contraditórios em nós um lado da gente quer fazer o bem e outro lado ainda é egoísta e que ainda repete padrões do passado um lado tem Lucidez o outro lado a por impulso então a vida de uma certa maneira envolve-se embate de tensões e a ideia do Cristo crucificado que Joana traz aqui no início do capítulo é uma imagem interessante que muitas vezes em muitos momentos de Sofrimento em nossas vida a gente tá tá justamente suspenso nessas polaridades por isso crucificado nos dois extremos da Cruz né dois L da Cruz que representam os opostos e nós suspenso na dor de dessas
frimento em nossas vida a gente tá tá justamente suspenso nessas polaridades por isso crucificado nos dois extremos da Cruz né dois L da Cruz que representam os opostos e nós suspenso na dor de dessas forças que nos atravessam e nesse momento diz o Jung a saída não tá nem no inconsciente e nem no EGO mas no self no self leia-se na no espírito Imortal naquilo que é essencial enquanto nossa natureza eh enquanto a dimensão mais profunda da nossa realidade que é a realidade espiritual então e essa emergência do self que vai trazer o a resolução ou a integração se faz justamente nessa ideia de gente poder suportar o momento suportar aquela realidade vivenciar com inteireza com dignidade e poder Então a partir desse processo que a gente vai sendo cozinhado pela própria vida Construir possibilidades novas de saída né E aí começar então um processo que é justamente a proposta do Capítulo 4 que é a cessação do sofrimento e aí diz a a Joana né Eh propõe ela que para que realmente o sofrimento Seja Curado seja superado né Eh a gente tem que buscar as suas causas né enquanto a gente não entender qual é a causa do sofrimento dificilmente a gente vai superar E então eu começo trazendo essa questão paraos nossos amigos marlu e arismar pra gente começar debater esse capítulo tão interessante da benfeitora pode seguir marl eu achei bem interessante fácil a gente compreender né porque o Jung não tá fazendo apologia aqui do sofrimento mas esse suportar e sabe que eh olhando pensando sobre essa frase eu me lembrei que ele num num segundo momento ali ele diz como é que eh eh como é que a gente deveria entender essa ideia da imitação do Cristo Será que seria no sentido de copiar a vida dele ou no sentido mais profundo de viver a nossa vida de uma forma eh original como como Cristo viveu né na na sua totalidade E aí ele diz uma frase que eu acho que que casa muito bem com isso que a Joana começa ele vai dizer não é fácil viver uma vida que tenha por modelo de Cristo mas é incomparavelmente mais difícil viver a
aí ele diz uma frase que eu acho que que casa muito bem com isso que a Joana começa ele vai dizer não é fácil viver uma vida que tenha por modelo de Cristo mas é incomparavelmente mais difícil viver a sua e fazendo essa questão que Cristo nos nos exemplifica de viver a vida na sua totalidade né Eh aceitando todos os processos e Isso inclui o sofrimento esses esses opostos aí que que que o tava nos explicando e que a gente não a vida para viver a vida na sua totalidade a gente não pode abrir mão né de algum aspecto dela e às vezes a gente de uma forma muito infantil A partir dessa visão mais egóica a gente tem essa fantasia de que pra gente ser feliz não vai ter sofrimento não vai ter dores né então eu eu achei muito profundo a Joana De Angeles começar com com essa visão assim do Jung que também é uma visão bastante profunda mesmo dentro da Psicologia né Eh eu acho que gson a colocação de Jung ela é muito oportuna eh no sentido quando nós direcionamos a o entendimento do sofrimento como a lei natural o sofrimento ele é inevitável a condição humana como nós já vimos nos Capítulos precedentes então na nossa condição de quando quando fomos criados simples e ignorantes você tem que fazer escolhas é o uso do livre arbítrio ao fazer a o uso do livre arbítrio Você vai cometer equívocos Isso é inevitável não tem como a alma não cometer equívocos e equívocos que vão contra as leis Morais equívocos que vão contra as leis naturais e daí então o sofrimento é inevitável ele vai fazer parte da condição humana agora o entendimento da condição humana é que é importante nesse processo Porque a partir do momento que nós vivemos a realidade da materialidade exclusiva sem a presença da vida futura esse sofrimento ele passa a ser algo que precisamos realmente dear se eu e vocês que estão nos acompanhando aqui acreditam que nós vamos viver do berço ao túmulo é bem razoável evitar e corrermos do sofrimento agora se nós entendermos o mecanismo do sofrimento como nós já pontuamos nos nos três primeiros
do aqui acreditam que nós vamos viver do berço ao túmulo é bem razoável evitar e corrermos do sofrimento agora se nós entendermos o mecanismo do sofrimento como nós já pontuamos nos nos três primeiros Capítulos né as causas do sofrimento o sofrimento em si quando nós entendemos o mecanismo esse chamamento do self que na realidade é o sofrimento não é que nós estamos buscando o sofrimento mas entendendo o sofrimento como o ato de respirar ele é inevitável ele é natural ao processo humano Agora se entendermos a alma na sua caminhada na sua caminhada evolutiva na sua perfectibilidade na sua perfeição como um determinismo né e vermos que nós vamos dar termos etapas para chegarmos nesse dentro desse processo da plenitude nós vamos entender que o sofrimento ele não tem que ser es tipado ele não tem que ser eliminado ele tem que ser suportado e como é que nós vamos suportar o sofrimento entendendo a condição humana na sua na sua eternidade na sua imortalidade E aí entra o espiritismo né trazendo a questão toda inclusive no capítulo C do dos Espíritos da vida Futura do sofrimento as causas do sofrimento né as reais causas do sofrimento levando em consideração a vida futura a condição do ser imortal é o o Jong vai dizer nismar que a neurose é o sofrimento sem sentido quando o sofrimento ele não tem sentido e a gente é autoinfligido por nós porque as pessoas neuróticas só sof demasiadamente né sofre por fantasias sofre poros seus Caprichos sofre por seu infantilismo então de uma certa maneira tem esse sofrimento neurótico né que é criado por nós que podia ser evitado então eh a proposta da da junguiana não é tirar a dor o sofrimento enquanto dor mas apaziguar esse sofrimento que é fruto da incompreensão da Alma né que é Ger por nós mesmos pela nossa rebeldia pelo nosso egoísmo pela nossa teimosia E aí de uma certa maneira a a benfeitora vai dizer Exatamente isso né que sem uma compreensão da finalidade a existência humana nós não temos como lidar com o sofrimento Porque então de
nossa teimosia E aí de uma certa maneira a a benfeitora vai dizer Exatamente isso né que sem uma compreensão da finalidade a existência humana nós não temos como lidar com o sofrimento Porque então de uma certa maneira é qual é o significado disso na minha vida se isso tem significado bem então há um sentido aí e se tem um sentido eu posso me relacionar de maneira mais profunda E proveitosa então qualquer dor Se ela encontra um significado e um sentido em minha vida ela é proveitosa pro Espírito agora se essa dor não tem significado tem sentido Então é porque é algo que eu tô me impondo gratuitamente né porque ignorância por teimosia e eu posso evitar na medida que eu mudar minha atitude e evitar aquele sofrimento Então acho duas coisas interessant que a que a juna coloca no capítulo aqui já que o sofrimento é realmente algo inerente a nós porque a dor é uma experiência essencial no processo evolutivo do espírito né E a dor ela é um Despertar de consciência e a aí diz que aí vem entra o que a juna coloca né que a dor tem duas finalidades importantes enquanto movimento gerador de sofrimento na vida da gente uma é a educação do pensamento que ela coloca e outra é justamente a disciplina da vontade né Eh que vai vai eh nos nos confrontar com nossos hábitos né e e gerar digamos assim desafios de mudanças em relação a nós então por isso que ela vai dizer que muitas vezes em alguns casos né o sofrimento é a melhor terapia para aquele espírito em favor do Progresso espiritual dele e isso me lembra uma história que Divaldo eh contou numa das conferências dele de um senhor que tava muito doente e que ele ficou muito sensibilizado com esse com com a Glória desse desse Senhor porque ele tinha duas filhas e tava impossibilitado de trabalhar E isso gerou todo um desconforto eh familiar e ele foi na casa do do do desse senhor para poder dar um pass orar por ele e nesse momento aparece Bezerra de Menezes e diz Confia meu irmão né Vamos confiar e eh naquela naquele afã de ajudar de
iar e ele foi na casa do do do desse senhor para poder dar um pass orar por ele e nesse momento aparece Bezerra de Menezes e diz Confia meu irmão né Vamos confiar e eh naquela naquele afã de ajudar de curar né de dar o apoio espiritual eh Divaldo foi pedindo né a cura por aquele indivíduo foi diariamente lá levando o conforto passe e a pessoa foi melhorando e foi esclarecendo a família e aí eh em se curando da daquela enfermidade ele se empolgou de começar a frequentar casa Espírita A primeira semana foi maravilhoso segunda semana com tempo ele foi perdendo a motivação eh se desinteressando-se Aldo não teve mais notícia dele né ele desapareceu da cena e passou-se um tempo eh Divaldo tava na casa de uma outra pessoa eh e aí ele viu um jornal na mesa de centro da sala com uma manchete eh e aí ele reconheceu na foto daquela daquela informação a aquele aquele Senhor e foi ler então que que o que se referia aquela e o jornal noticiava a morte então de da esposa dele que ele tinha matado a esposa e agora tava presa aí Divaldo então começou a querer ler o o caso e aí contava relatava ali a história que ele tinha se envolvido numa relação extraconjugal houve conflito com a esposa e num acesso de descontrole emocional ele acabou então assassinando a a a companheira e aí Nessa hora diz o Bezerra entra o Bezerra de Menezes e disse assim viu meu filho enquanto eh porque div ficou muito muito sensibilizado pel aquelas meninas duas meninas pequenas ainda dependentes né do pai e da mãe então o falou assim viu meu filho enquanto ele tava doente as crianças tinham pai e mãe eora agora depois que ele ficou ficou bom a né a história foi por esse caminho agora as crianças não tem nem pai nem mãe então nem sempre o sofrimento é algo só de uma eh punição expiatória o sofrimento é a a a vida que nos abraça e nos contém contra nós mesmos né e Evita o mal maior na nossa caminhada e por isso que a benfeitora vai colocar justamente né que muitas vezes esse sofrimento si mesmo é melhor terapia para o progresso humano
tém contra nós mesmos né e Evita o mal maior na nossa caminhada e por isso que a benfeitora vai colocar justamente né que muitas vezes esse sofrimento si mesmo é melhor terapia para o progresso humano porque quando o indivíduo sofre El ele se compromete menos né Ele é obrigado a a ter que se ocupar daquela dor de enfrentar aquela situação ele vai ter que refletir ele vai ter que de umaa maneira eh aprender a lidar com aqueles desafios e então quando a pessoa melhora muitas vezes Como diz no nordeste a pessoa fica embestado né em vez de melhorar piora porque o uinho começa a nascer as garrinhas né e a pessoa começa a querer eh se ocupar da vida a partir da sua onipotência da sua do seu egoísmo e quando o sofrimento ele tava lá né castigado pela vida mas macerando a alma em favor da sua educação a aqui no centro-oeste viu o pessoal as mães quando tá educando assim o filho que tá muito né Muito eh bom arteiro né fazendo suas artes el falou vou cortar suas asinhas tá vou cortar suas asinhas o sofrimento é esse esse esse remédio né Eh é é é essa ferramenta educativa que que Deus nos traz para exatamente podar nossas asas enquanto não sabemos voar corretamente porque isso é muito interessante né Eh nós estamos fadados a voos altos voos de águia voos demorados não voos rasteiros curtos e a alma o espírito Imortal para se preparar para esses voos longos altos ela precisa de um preparo ela precisa se fortalecer então eu acho assim sabe Marlus eu tô pegando aqui S vez porque a gente geralmente Segue uma uma ordem mas assim foi inevitável a questão de cortar as asinhas porque é exatamente eh o que Deus faz conosco dentro dessa analogia bem colocada pelo Gelson né agora então eu acho que a gente já tem um bom caminho para começar a entender Como cessar o sofrimento entender que ele é inevitável e entender que ele vem de nós mesmos né não tem outra fonte do sofrimento a não ser eu mesmo eh eu acho que uma grande questão desse capítulo que me tocou muito é a questão da da consciência de entender as causas
ue ele vem de nós mesmos né não tem outra fonte do sofrimento a não ser eu mesmo eh eu acho que uma grande questão desse capítulo que me tocou muito é a questão da da consciência de entender as causas eu achei muito interessante essa essa historinha ali hindu que ela conta né que quando tu tem uma seta envenenada tu primeiro precisa arrancar essa seta né e quantas vezes eu fiquei pensando a gente quer lidar com o sofrimento o Y não adianta suprimir ou ou ou reprimir a gente fica tomando paliativos a gente não quer olhar a as grandes questões nossas Então nós vamos ficar presos em máguas Em ressentimentos a gente tenta amenizar isso indo um monte para casa e espita rezando bastante né O que ajuda é claro mas enquanto a gente não for realmente retirar essa seta envenenada como ela usa essa essa analogia desse ditado hindu a gente não vai tá na causa do sofrimento Então acho que a questão eh porque também eu fiquei pensando nas situações em que às vezes nós eh como espíritas podemos ter essa ideia né ah eu suporto uma relação complicada porque esse é o meu caro só que se eu não consciência do sentido do significado porque eu tô ali é muito difícil eu chegar na desse sofrimento e chegar nessa cessação porque ela fala que a gente precisa ir paraas causas né então me chama muita atenção essa questão da consciência que Joan deangeles traz da gente buscar essa comade nós uma só dessa compreensão egóica né que essa compreensão a partir do do espírito né do self que a gente precisa Então partir dessa experiência ter uma compreensão maior né a partir do self porque a a Joana vai trazer quando ela vai falar da vontade o gel começou a trazer a questão da vontade a vontade vem do nosso espírito né vem do self essa vontade que a gente precisa movimentar porque assim eu acho muito bem colocado que você contou marl de entendermos que o sofrimento não tá lá fora porque muitos do que possam est assistindo agora aqui eu vão assistir eles vão Talvez pensar Poxa mas não tá lá fora não não está lá fora
ocê contou marl de entendermos que o sofrimento não tá lá fora porque muitos do que possam est assistindo agora aqui eu vão assistir eles vão Talvez pensar Poxa mas não tá lá fora não não está lá fora nenhum incidente ele é na realidade um sofrimento porque a reação sua a sua vivência a as circunstâncias da vida os fatos acontecimentos é que vão realmente ditar o seu sofrimento é a a ação eh a sua livre escolha perante as circunstâncias e os fatos é que vão realmente dear o sofrimento daí eu acho muito importante esse entendimento uma visão teleológica da vida de uma finalidade né de estarmos vivendo aqui num grande Educandário né porque enquanto o ser humano não tem para si essa vivência de que ele está num Grande educ ário da alma do espírito que a terra como gels a benfeitora colocou no capítulo que tem como função toda a a todas as circunstâncias que nos chegam de reeducarmos e de nos fortalecer Então essa é a função do planeta agora como isso ocorre em decorrência das nossas escolhas na vida atual e na vida pretérita como já discutimos nos Capítulos principalmente no capítulo anterior no capítulo três é que vai nos dizer que tipo de sofrimento nós estamos passando se uma prova se uma expiação né se decorrência das nossas emoções perturbadas né como ela coloca no capítulo três agora o entendimento disso significa o quê para cessarmos esse sofrimento que eu ao pensar o meu ego que vai paraa vida que vai a paraa vivência do aqui e do Agora eu tenho que entender que eu tô sempre me atualizando eu atualizo o meu futuro sempre no presente porque tem pessoas gente que que vive o passado o o ego dele tá preso no passado e outros estão presos no futuro e ele não vive o presente o entendimento que eu me atualizo agora no constante agora é super importante pra alma se libertar nesse sentido do entendimento do sofrimento não se libertar Porque nós não vamos nós vamos suportá-lo né aprender a conviver com El Então esse entendimento que o meu futuro está constantemente sendo atualizado
tido do entendimento do sofrimento não se libertar Porque nós não vamos nós vamos suportá-lo né aprender a conviver com El Então esse entendimento que o meu futuro está constantemente sendo atualizado pelo meu livre arbítrio nesse instante é de fundamental importância para alma porque aí para mim ter um melhor livre arbítrio eu ten preciso ter o quê eu preciso saber pensar melhor sem usar meu pensamento de uma forma mais adequada meu livre arbítrio fica comprometido sem um pensamento adequado a minha consciência ela ela não vai ser responsável sem uma disciplina Eu também não consigo ter um pensamento adequado e uma consciência responsável Então são elementos importantes pra gente pensar nesse capítulo de como operarmos na raiz do sofrimento e Justamente nmar eu acho que o sofrimento tem esse papel de justamente ajudar a pensar né porque eh eh se o sofrimento sensibiliza nossa alma desacomoda né provoca desafia exige é porque nós somos seres capazes de refletir e trabalhar e esse desafio no sentido não só de superar o desafio mas superar nós mesmos né então eu acho muito triste quando a Maru falou assim né citou Ah eu vou ficar num relacionamento porque é um karma do passado então Eh Porque a vida é mais do que um Karma né o passado a gente não pode mudar e realmente na expiação nós somos chamado a a a pagar aquele débito do passado né mas é tão pouco dizer assim puxa né eu me lembro de uma mãe e uma filha que se odiavam né e eram espíritas e elas diziam assim ah não eu quero vou suportar ela porque eu não quero mais mais conviver com ela quer me livrar logo dessa carga da minha vida e se Deus quiser na próxima encarnação eu não preciso mais me confrontar com ela e uma des ISO da outra né então é como se eh Se que aquele desafio da relação fosse apenas para apaziguar e e e e e conciliar um passado lá de de de de de hostilidade de de questões de conflito eh entre elas e elas não viam que que que essa oportunidade ali mais do que apenas uma expiação era uma oportunidade
e e e conciliar um passado lá de de de de de hostilidade de de questões de conflito eh entre elas e elas não viam que que que essa oportunidade ali mais do que apenas uma expiação era uma oportunidade de aprender a amar né de poder criar uma capacidade de na tolerância no no perdão no convívio reconhecer que elas são irmãs hum parte dessa família espiritual mas elas não enxergavam isso mesmo com sendo espírita porque ficavam reduzido indo a um sofrimento do Ego que quer se livrar do sofrimento Ah eu quero me livrar dessa história então já que a Karma eu vou suportar o que eu tenho para suportar E aí depois eu escapo dessa história e na verdade a vida é muito mais do que isso né gente e aí que entra tudo isso que que tu tá trazendo na arism a importância né da gente poder realmente trazer pra consciência né de maneira mais lúcida a nossa própria realidade né e começar a pensar nas causas e nos Desafios que que a vida nos coloca como aqueles elementos necessários que vão tocar justamente do ponto de vista psicológico espiritual nos pontos fundamentais da qual eu tenho que trabalhar em mim mesmo né Então aí a gente vê que realmente o sofrimento é um campo de educação da mente como a benfeitora falou da disciplina da vontade né né Eh nesse sentido de que é esse é o primeiro passo para es chpar o sofrimento porque eu vejo aí através desses movimentos que me atravessam a minha possibilidade de me confrontar comigo mesmo porque como tu falou nmar eh o sofrimento tá gerado por nós Então na verdade eu acima de tudo é um confronto comigo mesmoo eu não posso fugir de mim mesmo como diz o Jung ninguém pode fodir de si mesmo então a gente tem que encarar né Não adianta vamos encarar a realidade e vamos olhar porque ela reflete a minha vida interna e com isso eu tenho oportunidade de aprender e superar mim mesmo é é que aí entra essa questão achei muito bonita ela dizer essa frase né educar a mando vontade constitui o passo inicial para estirpar as causas da aflies infundindo responsabilidades atuais geradoras por
ue aí entra essa questão achei muito bonita ela dizer essa frase né educar a mando vontade constitui o passo inicial para estirpar as causas da aflies infundindo responsabilidades atuais geradoras por sua vez de novos resultados saudáveis aquilo que o arismar tava colocando mas isso implica então a gente tomar responsabilidade pela pela nossa vida né que depois ela vai trabalhar a questão do Perdão do aut Perdão isso implica sempre a gente se respons e isso é relação com a vida essa relação mãe e filha que tu estavas falando se eu acho que eu não tenho responsabilidade nenhuma que é só resolver aquela questão suportar aqueles anos ali tá tudo certo eu não tô tomando a responsabilidade e vivendo a vida na sua integralidade como Jung falava né então isso é por isso que exige exige vai nos deixando lidar com sofrio tando maduros é mas não é nem suportar n que suportar exige envolvimento exige o preço existe sorver é querer se livrar né eu tô ali eu tô aguentando para me livrar não suportar no sentido de poder realmente macerar minha alma né E curtir a minha natureza para Que ela possa ser realmente eh eh estirpar os venenos que eu trago do passado que Joana coloca né desse lixo mental que a gente tem e que que tá preso nos remorço na culpa nos ressentimentos e que não são trabalhados porque Justamente eu não encaro de frente de maneira inteira aquela realidade que a vida me coloca uma uma uma colocação que suportar pois não pois não mar não mas só uma parte que a gente pode entender o suportar Como aguentar tem que aguentar mas um aguentar né e um suportar e de dar o suporte de de de eh é Sutil essa diferença mas eu não sei se isso passa para vocês também que a gente pode pensar suportar porque senão você vai para sofrimento pelo do sofrimento que é uma um tipo de sofrimento que ela coloca em dois capítulos atrás esse aguentar OK tá aqui inevitável é o sofrimento do sofrimento né você tá sofrendo pelo sofrimento agora tem uma colocação muito bela feita no livro O Profeta de C bran
oloca em dois capítulos atrás esse aguentar OK tá aqui inevitável é o sofrimento do sofrimento né você tá sofrendo pelo sofrimento agora tem uma colocação muito bela feita no livro O Profeta de C bran que ele diz assim muita da vossa é escolhida por vós é a poção amarga com a qual o médico dentro de vós cura o vosso interior doente por isso confiai no médico e bebei o seu remédio em silêncio e tranquilidade eu acho belíssima essa passagem de cal Gibran no livro profeta porque ele vem nos trazer nos remeter novamente a esse esse convite do nosso self a esse convite do espírito do ser espiritual do ser Divino nós temos dentro de nós mesmo né mesmos essa consciência ampliada que é o self e a consciência Divina implantada lá ele é que permite essa consciência que nós temos implantada da divindade é que permite usarmos o remédio adequado e que não não conseguimos fugir daí encararmos esse sofrimento primeiro nessa primeira etapa eu sou responsável pelo sofrimento não não há outra causa meu livre arbítrio minha consciência ela é a causa do meu sofrimento como é que eu me deparo com as circunstâncias como é que eu passo por elas esse sofrimento existe mesmo ele é uma fantasia que eu crio ele pode tá lá e eu tá passando por ele e não ter um significado que eu dou a ele ou ele vai ter sempre o mesmo significado então e como é que eu cesso isso eu tô me atualizando sempre o meu futuro tá sempre atualizado agora então não tem como fazer isso nem no passado que já passou e nem no futuro que tá na frente é agora Então essa é outra questão e aí me remete a uma questão eh eh dentro do do do do Livro dos Espíritos que é a 886 que eu acho muito interessante lincos com a figura de Jesus e de como realmente cortarmos na raiz do sofrimento porque quando os amigos espirituais nos dizem que fora da caridade não há salvação eu pensei bom então a causa do sofrimento pode ser o sofrimento como nós já chegamos a conclusão e analisamos Pode ser evitado então dentro da prática da caridade E aí
fora da caridade não há salvação eu pensei bom então a causa do sofrimento pode ser o sofrimento como nós já chegamos a conclusão e analisamos Pode ser evitado então dentro da prática da caridade E aí na questão 886 Kardec de uma forma muito inteligente pergunta aos amigos espirituais Qual o verdadeiro da palavra caridade como a entendia Jesus porque se Jesus é o nosso modelo e guia né nosso mestre então e fora da caridade não H salvação como é que Jesus entende a caridade E aí aquela resposta que muitos de vocês já conhecem benevolência para com todos indulgência para as imperfeições dos outros e perdão das ofensas então benevolência indulgência E perdão das ofensas agora como é que eu vou ter essas três características essas três virtudes se eu não as pratico comigo mesmo você consegue perdoar alguém se você não se perdoa você não sabe o que que é perdoar se você não tem indulgência para com você você consegue ser indulgente com alguém porque eu acho essa questão super importante de trazermos agora essa questão do autoperdão essa questão de realmente trabalho o autoperdão entendermos que no processo do erro acerto erro acerto não vamos errar a última vez Vamos errar várias vezes mas já num grau de consciência em que nós conseguimos trabalhar o nosso futuro dentro de uma de uma perspectiva de aprendizado melhora de uma consciência maior mais Ampla né então o aut perdão Ele é super importante nesse processo a a a a benfeitora ela é incansável né arismar na obra toda dela de e vários momentos da série psicológica ela vai falar da importância do autoamor e do aut perdão que a culpa né E O Desamor eles são realmente fatores desagregador do Espírito tanto é que psicologicamente falando né a culpa e o medo são a a os elementos que mais geram porta para a loucura então a importância do autoperdão para ser se libertar dessa culpa Prision adora porque aqui ela vai colocar né Justamente a questão da culpa como sendo uma forma de paralisia do espírito né porque na porque vai dizer
ia do autoperdão para ser se libertar dessa culpa Prision adora porque aqui ela vai colocar né Justamente a questão da culpa como sendo uma forma de paralisia do espírito né porque na porque vai dizer que a vida é Joana ela é muito otimista né os benfeitores Gerais querem que a gente olhe pra frente né não fica preso no passado que a gente promova o melhor de nós o bem independente do que a gente foi no passado então ela vai dizer que que a vida são as incessantes oportunidades que surgem pela frente e jamais os insucessos que ocorreram no passado né então o convite da vida é sempre para a resolução a vida é amorosa né então a vida nos perdoa Na na medida que que a gente tem uma nova Encarnação Deus é esse amor que perdoa né então eh a vida ela é regeneradora por Excelência E para isso nós temos que muita abrir mão desse jogo de culpa ou culpando a gente ou culpando o outro que infelicita gerando de uma certa maneira perturbações emocionais diz diz a benfeitora né porque a culpa é uma é uma forma infantil de não querer se responsabilizar porque enquanto eu fico fico me culpando eu não assumo o meu compromisso de ir em frente e de pagar o preço pela vida né E aí o aut perdão diz a benfeitora é realmente esse momento né de amadurecimento moral ela vai dizer assim né aonde nesse amadurecimento vai ter uma visão mais clara da tua responsabilidade e poder Dea maneira te oportunizar assim né e o movimento de superação de de de construção no Exercício dessa responsabilidade que tu tava trazendo antes né rmar é não porque o indivíduo Gelson preso na culpa ele não ele não canaliza as suas energias pro reparo Ele não anda ele patina nesse processo perturbador e ele não consegue ir para a fase essencial eh que é dos equívocos né da da Alma que é o reparo né a culpa prende a culpa paralisa né É mas acho que isso tem a ver com essa essa visão assim infantil que assim emocional que a gente tem ainda eu fiquei pensando por que que é tão difícil Às vezes o autoperdão porque que a gente fica refém do passado e como a
a ver com essa essa visão assim infantil que assim emocional que a gente tem ainda eu fiquei pensando por que que é tão difícil Às vezes o autoperdão porque que a gente fica refém do passado e como a gente fica refém né de máguas a gente pisou na bola errou como é difícil e eu fiquei pensando isso tem a ver também com essa visão às vezes de uma auto exigência muito grande que nós temos né de que a gente não pode errar de que a gente não vai fracassar a gente sobre essa Ótica eh de que o erro algo que não faz parte do caminho mas é algo uma anomalia do caminho quando o erro faz parte do nosso aprendizado então eh eu acho que aí e aí demandaria de nós o aut perdão eh virtudes né como ter essa humildade essa resignação entender o nosso o nosso tamanho mesmo e que a gente tá aqui para isso mesmo né então não é uma carta brca o aut perdão dizer vamos passar por cima de tudo que a gente fez e fazer de conta que não aconteceu e começar de novo não não tem a ver com autocomiseração também eu ficar com pena de mim né ao contrário tem a ver com tomar responsabilidade entendo eu agir equivocadamente daquela maneira o que que eu não entendia naquela época que hoje eu entendo e com isso né tá dizendo se responsabilizar e passar aceitar as oportunidades que a vida naturalmente vai me dando para mim reparar aquilo aí os Sofrimentos que vem também eu já começo a encarar de outra forma eu fico eu desenvolvo em minha compaixão e aí sim eu posso olhar pro outro e ser muito mais indulgente e benevolente com o outro porque eu fiz também essa autoanálise puxa a marl de 20 anos atrás Nossa ela não sabia nada do que Talvez hoje ela começa a aprender né então é justo eu exigir dela o que eu tô exigindo hoje né então não é passar a mão mas eu acho que essa questão da da responsabilidade E aí sim né gson é é sair desse lugar de vítima e e e e brincar de gente grande né Então tá erramos como é que a gente precisa de muita coragem para isso hein a alma precisa de muita coragem é é até porque
sim né gson é é sair desse lugar de vítima e e e e brincar de gente grande né Então tá erramos como é que a gente precisa de muita coragem para isso hein a alma precisa de muita coragem é é até porque isso que estão estão estão falando que a benfeitora coloca né não basta o arrependimento por is simples tem que ver a reparação ou seja eh o nós somos realmente responsáveis pelos nossos atos né temos que dar conta deles em algum momento seja nessa vida seja daqui a 10 encarnações mas em algum momento tu vai ter que reparar então Eh ação reparadora ela é sempre eh um passo importante depois do arrependimento então O arrependimento eh nos libera para que a gente possa dizer puxa derrubei esse copo aqui no chão Cabe a mim então juntar recolher os cacos para alguém não não se cortar e assumir que eu fiz ol me equivoquei não não prestei atenção vou estar mais Atento e assim por diante né então mas então O arrependimento eh ele é um um caminho para esse movimento de compromisso e não da culpa que paralisa e por ISO que a culpa realmente diz a Joana ela é examente danosa né porque ela não soluciona o mal praticado né E aí ela vai realmente impedindo esse esse movimento que a vida é movimento n energia sem que circular né E a culpa paralisa e vai de uma maneira gerando né Campos de conflito porque abre margem para obsessão abre margem paraas questões que eu que eu tenho mal resolvido como autoestima baixa como vitimização e assim por diante e eu vou usando a culpa de maneira inconsciente sem se dar conta eh com uma forma de egoísmo né parece que eu tô me me assumindo como pequeno como devedor mas na verdade eu tô usando a culpa para valorizar o meu drama ter atenção do mundo ter deuma maneira o cuidado do mundo sem assumir a minha capacidade de poder realmente reverter aquele quadro do passado e fazer alguma coisa por mim e pelo pelos outros né então muitas vezes a culpa é um jogo de egoísmo que a gente faz de ficar cerceando nós mesmos de uma maneira regressiva infantil E aí uma recusa de
e fazer alguma coisa por mim e pelo pelos outros né então muitas vezes a culpa é um jogo de egoísmo que a gente faz de ficar cerceando nós mesmos de uma maneira regressiva infantil E aí uma recusa de crescer né de amadurecer psicologicamente e espiritualmente e é muito interessante Gelson porque eh a a benfeitora vai colocando para frente dentro essa questão do amor como realmente o elemento que vai na raiz e extirpa o sofrimento né nesse sentido não de ser inevitável sofrimento mas de vivenciarmos o sofrimento como vivenciamos como uma algo penoso como algo que seja realmente eh a ser extirpado então ela coloca o amor como a causa e se a gente for parar e raciocinarmos um pouquinho aonde é que tá o oposto da amor do amor porque eu como não sou psicólogo mas tô no meio de vocês que são psicólogos nós né gente nós ficamos estudando os apóstolos né branco e o preto e tal o frio e o calor Então qual que é o posto do amor para mim entender o amor e vivenciar o amor eu tenho que passar gente pelo egoísmo o egoísmo é o inverso do amor sem o egoísmo eu não entendo o amor não é que eu tenho que passar mas é quase inevitável e aí vem um mecanismo muito belo da div que é de nos trazer pelo sofrimento do Polo do egoísmo que eu serviro a mim mesmo servir ao Meu Ego servir ao Meu Reino que é pequenininho que é fraco que é frágil e ir pro outro Polo de vivência que é o amor que é exatamente a vivência do querer mas não do meu querer é do querer do Criador Senhor o que queres que eu eu eu não vivo mais por mim mesmo eu vivo por ti e do criador é servir a todos né então se a gente olha a natureza o sol não tá preocupado em brilhar pro pro ignorante pro pobre pro rico pro malfeitor pro benfeitor ele brilha para todos então é essa a natureza da divindade essa a natureza natureza de servir todo mundo então é muito interessante entendermos que a vivência desses dois polos o amor que liberta do sofrimento nesse sentido da vivência do ser em direção a uma completude a uma relação com a vida como
undo então é muito interessante entendermos que a vivência desses dois polos o amor que liberta do sofrimento nesse sentido da vivência do ser em direção a uma completude a uma relação com a vida como um todo com a a natureza o sistema com o planeta com os animais e aquele indivíduo que se serve porque o indivíduo que se serve ele Obrigatoriamente dentro do egoísmo ele vai ter que viver dentro da temporalidade da impermanência das coisas que causa frustração que causa o vazio que causa as perturbações que é o desejo nós já discutimos isso no capítulo anterior né mas é só para lembrar que o indivíduo que vivencia o egoísmo vivencia todas essas causas do do sofrimento né ele vai vivenciar também uma outra coloca aqui uma outra passagem que eu acho importante uma outra questão que eu acho importante que é a falta de fé o egoísta ele não consegue ter fé não egoísta ele não tem fé porque o reino dele é pequeno e lá no capítulo 5 só para terminar para prar para vocês eu acho muito curioso Curiosa uma colocação de Santo Agostinho com respeito ao sofrimento e qual é o remédio de Sofrimento que ele coloca essa questão da fé é a fé o remédio certo do sofrimento ela mostra sempre os horizontes do infinito diante dos quais se apagam os poucos dias sombrios do presente e é muito interessante Então nós entendermos a fé como esse grande remédio e que me me remete a um pensamento de um Rabino Newton B que coloca a fé não é a capacidade de esperar por aquilo que gostaríamos que acontecesse mas a capacidade de integração daquilo que está além do nosso querer é a quase impossível tarefa de encontrar alegria na concretização daquilo que deve ser é um nível de entrega que não se alcança pela reflexão Mas pela constante ar de saber Honrar e Celebrar as perdas e os ganhos da vida ou seja a fé como entrega Incondicional ao criador eu acho muito bela essa passagem é e a gente volta no amor nismar porque a fé é confiança no amor de Deus e por isso que a Joana vai colocar Justamente que o amor é o elemento antídoto né pro
criador eu acho muito bela essa passagem é e a gente volta no amor nismar porque a fé é confiança no amor de Deus e por isso que a Joana vai colocar Justamente que o amor é o elemento antídoto né pro sofrimento gente viu isso no na semana passada no capítulo 3 e viu isso no capítulo 1 também né quando ela vai justamente colocar que eh que que o que o amor e o sofrimento são mecanismo da evolução né A dor e e e o amor onde falta um entra o outro né então Eh de uma certa maneira el ela vai dizer que que que o sofrimento é o distanciamento do amor né então na medida que o amor começa a fazer parte da sua vida o sofrimento começa a ser eh trabalhar não que a dor vai vai ser vai vai ser evitado mas o sofrimento vai ser superado né pela compreensão pela capacidade de amar e se doar e assim por diante né Então realmente o amor se opõe aí ao sofrimento e junto com a com o sofrimento né com a dor né E se opondo aí o amor a partir do egoísmo que tu trouxe que a Ben feitura vai trazer isso também né na semana passada a gente se ocupou do tema do egoísmo é realmente também a questão do Poder né então o sofrimento e o poder é uma tentativa enlouquecida de fazer valer aquilo que a gente não acredita eh que o amor possa valer então na medida que eu não acredito em mim eu não não me vejo capaz de amar e de ser amado Eu uso o poder então o poder Ele veio junto como sombra desse egoísmo né gerador de sofrimento Ela traz que o amor traz Lucidez né eu achei tão bonito ela dizer isso né O Amor traz Lucidez E ela diz que com amor a gente pensa antes de tomar as decisões e as decisões que a gente toma tem que considerar daí a ética e os anseios do coração e é essa Lucidez do amor que vai levada daí ao perdão ao aut perdão Então muda toda a perspectiva né com com o amor realmente eh muda a nossa forma de olhar a vida né A gente passa daí eu fiquei pensando nessa eh quando tava pensando sobre isso nessa dualidade assim da designação da gente aceitada a as coisas a partir do coração que é diferente de eu aceitar pela
é A gente passa daí eu fiquei pensando nessa eh quando tava pensando sobre isso nessa dualidade assim da designação da gente aceitada a as coisas a partir do coração que é diferente de eu aceitar pela obediência tá eu fico aqui então aceitando esse Karma entre aspas né E tá bom cumprir não eu não tô resindo nada não Tô aceitando aquilo com o coração mases com a Lucidez do amor né eu achei muito muito lindo isso que ela faz e uma outra questão que ela coloca também que é tão que é bela né Marluce esses mecanismos que a gente se ocupa né queer quer fugir escamotear anestesiar o sofrimento né ela fala que isso tudo é ineficaz naquela proposta da fase inicial que tu tem que enfrentar o sofrimento né suportar e poder realmente dar conta e não querer né se anestesiar gerando mais alienação ainda do indivíduo e a gente vai postergando daí esse trabalho de Despertar de consciência de enfrentamento da realidade e também dessa sensibilidade amorosa que só a vida através de uma atitude aberta desse coração que sabe acolher e e e vivenciar pode encontrar que é justamente é esse caminho do amor né então ela vai dizer muitas vezes isso que o a nesse caminho do amor eh parte também pelo processo de se conhecer né então que o autoconhecimento é condição fundamental des benfeitor do Espírito Imortal né e e que vai gerando compreensão e essa compreensão vai nos dar Justamente a a ideia que existe uma lógica que sustenta a vida que sustenta a minha vida a natureza o universo que justamente É a lógica do amor onde tudo tem sentido e que Tudo concorre nesse mundo de relação que a lei do amor impõe num jogo né de cooperação de fraternidade e de abertura então para reconhecer que o pai nos cuida e que tudo que ele traz para nós é para prover nós de possibilidades novas em favor da nossa caminhada evolutiva e quando gente começa a compreender isso né E aí vem a gratidão que ela vai trabalhar muito bem no volume 16 né vai começar todo esse movimento de uma alma que desperta né que é o nascimento do self da nossa
o gente começa a compreender isso né E aí vem a gratidão que ela vai trabalhar muito bem no volume 16 né vai começar todo esse movimento de uma alma que desperta né que é o nascimento do self da nossa realidade essencial Não mais do Ego do apego do egoísmo que foi colocado aqui hoje né que fica atrelado de literal nesse no seu umbigo fechado em si mesmo perdendo as possibilidades ricas e maravilhosas que a vida tem nos D mesmo nos momentos de dor de de extremos momentos de limitações onde a alma pode se encontrar e se reconhecer e se descobrir e encontrar também esse amor que tá em tudo né que tá em tudo efetivamente e e e esse amor que permeia a alma tá olhando para fora nas suas fugas nas suas distrações e o sofrimento vai fazer o convite de ele inverter essa essa visão para dentro de si né Gelson e Marlúcia porque o indivíduo que no sofrimento é o convite Divino na inversão desse olhar o olhar da Alma que tá para fora paraa temporalidade para aquilo que é superficial para aquilo que é temporal ele inverte o olhar e passa a olhar o centro de si ele passa a olhar para si próprio nesse processo do autoconhecimento no trabalho do auto amor porque para chegar no amor ao próximo a Deus eu tenho que me amar se eu não faço esse trabalho do autoconhecimento do auto amor eu não tenho essa Tríade do amor a Deus e do amor ao próximo então essa figura do sofrimento como essa ferramenta pedagógica que nos desperta o autoconhecimento e o auto amor o auto perdão o auto amor ou tudo que foi colocado é o trabalho do desenvolvimento da divindade dentro de mim em essência do amor que eu tenho que nem sei que existe aí que está em mim que a divindade que está em mim dentro de mim esse amor que eu ainda não não não trabalho não exercito né E esse sofrimento então possibilita como uma ferramenta maravilhosa o convite a esse olhar para dentro esse médico né que o Calil debran falou muito bonita essa analogia é a poesia como um todo é linda né esses essa parte do médico é o médico é e a E
menta maravilhosa o convite a esse olhar para dentro esse médico né que o Calil debran falou muito bonita essa analogia é a poesia como um todo é linda né esses essa parte do médico é o médico é e a E aonde é que tá o remédio é interessante isso porque se o médico sou eu o remédio está na minha na consciência Divina é ali que está o remédio amargo né mas é lá que está na minha consciência é é a lei da nossa consciência né que nos depara com aquilo que da qual a gente tem que dar testemunho né E que ree e sustenta a vida como um todo né e muitas vezes ela tem que vir justamente pela dor né então Eh mas com com essa proposta né do capítulo aqui do autoperdão que que que nos faz reconhecer que todos nós ainda estamos nessa condição de pequeneza espiritual né se eu sou pequeno e quero a compreensão do compreensão do outro e posso me aceitar me perdoar eu também tenho que compreender e aceitar pequenez do outro que não sabe ainda me me responder de maneira adequada então a tolerância aí né a tolerância Entre todos né o a o movimento de ver de culpar de cobrar poder cerar né E poder aceitar é fundamental nesse caminho também de transformar esse mundo sofrido e difícil no mundo de bem-aventurança né Isso depende só de nós muito bem gente estamos já esgotando aqui o nossos eh nosso tempo de estudo mas fica aqui o convite né que a gente possa né trazer para perto de nós né Essa consciência eh que somos capazes que a a a libertação do sofrimento não tá fora de nós mas tá dentro de nós e que nós temos recursos para isso então é é uma questão de posicionamento também interno que envolve esse autoamor ess autoestima eu posso eu consigo eu quero né E poder realmente fazer valer os potenciais da nossa alma que estão dentro de cada um à espera desse reconhecimento que então a gente possa fazer essa opção pelo amor né E mesmo que a dor ainda nos acompanhe Mas pelo mesmo tá como a feitora nos coloca luar isado pelo amor que que a Branda né que renova que que suaviza que de umaa maneira então atenua a os
pelo amor né E mesmo que a dor ainda nos acompanhe Mas pelo mesmo tá como a feitora nos coloca luar isado pelo amor que que a Branda né que renova que que suaviza que de umaa maneira então atenua a os percalços e os desafios que a vida ainda tem para nos colocar em função do nosso passado então agradeço a marlu arismar e até o próximo encontro um grande abraço a todos h
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