T3:E7 • Plenitude • Motivos de Sofrimentos

Mansão do Caminho 24/01/2025 (há 1 ano) 52:36 254 visualizações

Neste episódio, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Arismar Léon trabalham o capítulo sete, da obra Plenitude, de Joanna de Ângelis, no qual a mentora versa sobre as causas do sofrimento. Intitulado "Motivos de Sofrimentos", neste capítulo, a autora espiritual se ocupa, principalmente, do anseio do homem pelo prazer, trazendo o distúrbio da ansiedade como um dos fatores geradores de tormentos; convidando, assim, o indivíduo para reorganizar o próprio caminho da sua existência atual. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #Plenitude #MotivosdeSofrimentos

Transcrição

alô amigos bem-vindos há mais um encontro da série psicológica Joana De Angeles Esse estudo que Visa aprofundar e compreender a proposta da benfeitora em relação às contribuições da psicologia do espiritismo em busca do autoconhecimento Em Busca das transformações que nós estamos aqui na terra justamente para realizar e nesse dia de hoje estaremos trabalhando o Capítulo 7 os motivos do de Sofrimentos e temos como colaboradores hoje a Cláudia e o arismar estão trabalhando conosco Então esse capítulo provocativo importante da qual ela vai se ocupar justamente das causas e que geram o nosso sofrimento né e é interessante já trazendo assim para provocar Cláudia nesse debate né que ela justamente fala dessa busca né Desse Anseio do homem pelo prazer né o Jung vai dizer que Tod todo indivíduo tem necessidade de buscar um sentido na vida não existe alguém que não não busca o sentido né E esse sentido ele se pode ser buscado de maneira equivocado ou não né vai dizer em outras palavras em algum outro Em outro momento da obra dele que a gente não pode viver sem Deus ou seja tem algo que é escolhido como aquilo de maior valor em nossa nossa vida algo que a gente vai devotar o nosso interesse devotar Nossa energia e de aluma maneira a gente vai ter um altar para cultivar Então esse Deus só que se a gente não pode existir sem um Deus a gente pode escolher os deuses que a gente quer que regem a nossa vida quando o homem não tem ainda uma consciência espiritual não tá trabalhado né esses esse essa busca de significado ou desse valor especial que é a projeção do self nosso em algum lugar se vá justamente através dessa desse Anseio pelo prazer né Por uma satisfação imediata primária e que vai cansando em vez de dar sentido que vai atormentando em vez de alimentar a alma que vai aprisionando o Espírito Em vez de libertar e despertar Novos Valores E aí tudo isso a Joana vai dizer que vai gerar Então os diversos Sofrimentos inerente à nossa vida né Eh então eh como é que vocês vê essa

nando o Espírito Em vez de libertar e despertar Novos Valores E aí tudo isso a Joana vai dizer que vai gerar Então os diversos Sofrimentos inerente à nossa vida né Eh então eh como é que vocês vê essa proposta da benfeitora o que que tocou vocês aqui no capítulo V começar a falar então sobre essa questão importante aí dos motivos de Sofrimento Olá amigos sempre um prazer estarmos juntos a cada encontro essa questão que a benfeitora nos coloca já de imediato no início do capítulo né E ela Traz esse distúrbio da ansiedade e nós temos visto isso muito grandemente nos dias de hoje não é a ansiedade caminhando junto com o medo né Essa ameaça futura de algo que pode acontecer né e a a benfeitora já nos coloca de início essa questão da ansiedade gerando medo e como Gelson nos trouxe agora né e ele perpassou pelas escolhas né pelas escolhas que o indivíduo pode ter nessa busca desenfrear né gozo eh da as coisas das necessidades fúteis né das necessidades sem valor voláteis eh eh em detrimento das necessidades reais que nós precisamos buscar como ele mesmo disse nesse Santuário interior né onde Deus nos habita e onde muitas vezes o homem se desconecta desse Deus interior gerando então esses eh desejos fúteis voláteis né esse consumo de energia brutal e se desconectando cada vez mais se amedrontando eh ansiando em controlar o momento próximo que não é controlado né então a benfeitora já nos traz isso né esse ego dominador Como ela mesma nos coloca aqui no texto né esse ego dominador onde tem Sensações que aprisionam o homem essas escolhas então assim é um capítulo muito importante porque mais uma vez ela Nos alerta e ela nos convoca para que nós possamos eh rearrumar de nosso caminho na existência atual é é interessante essas colocações da da Cláudia do Gelson porque logo no primeiro parágrafo do capítulo a benfeitora vai vincular o prazer à sensação n ao sentidos a sensação agora é interessante a escolha que nós fazemos como seres humanos da experienciação das Sensações uma atrás

parágrafo do capítulo a benfeitora vai vincular o prazer à sensação n ao sentidos a sensação agora é interessante a escolha que nós fazemos como seres humanos da experienciação das Sensações uma atrás da outra eu acho que é ante entendermos a evolução do princípio inteligente em outros reinos que nós passamos para entendermos porque optamos por isso se já imaginaram qualquer ser vivo que não discrimine o seu interior do que tá lá fora ele não conseguiria sobreviver ele não conseguiria se adaptar a este meio e ele teve nós tivemos que desenvolver especializar nas sensações para sobrevivermos e reproduzirmos agora no nosso processo na nossa caminhada como princípio inteligente chega a um ponto que nós temos o desenvolvimento da consciência de nós mesmos e esse desenvolvimento da consciência de nós mesmos faz com que passamos a ter o livre arbítrio e esse crescimento então que nós temos ele inevitavelmente vai nos levar novas emoções e sentimentos e aí perpetuando o que nós já fizemos lá atrás as nossas escolhas por vivenciarmos as Sensações como o princípio de necessidades básicas para nossa sobrevivência e reprodução nós como a Cláudia citou vamos cair nesse desuso dos recursos energéticos direcionando um aquilo que o ego então ele ele direciona para lá para fora pro mundo exterior essa consciência no seu livre arbítrio suas escolhas e vai viver aquilo que é temporário aquilo que é temporal uma experiencia sões de sensações uma atrás da outra né vivenciando então esse ciclo desse desgaste como a Cláudia colocou que vai nos levar à frustração e da frustração ao sofrimento mas é importante ressaltarmos essa questão de Por que chegamos aqui por a opção da experienciação da Sensações e isso nos trazendo um prazer e e dentro disso né Que que tu tá trazendo nismar e que a Cláudia colocou realmente há todo uma dinâmica de de onde o nós vamos construindo recurso e capacidade e vamos podendo avaliar Entre esses valores verdadeiros né que que realmente sustentam nossa alma e a

dia colocou realmente há todo uma dinâmica de de onde o nós vamos construindo recurso e capacidade e vamos podendo avaliar Entre esses valores verdadeiros né que que realmente sustentam nossa alma e a subjetividade desse indivíduo que a gente vai subjetiv a vida os nossos impulsos instintos eles vão sendo subjetivados e a gente vai agregando necessidades né E aí a Joana vai falar justamente desses valores reais e desses valores outros que a gente vai atribuindo significado an gente onde a gente coloca significado naquilo que não não não tem capacidade de reter e e nos dá de volta né aquilo que a gente anseia então a gente põe em coisas pequenas o que é grande em coisas que são eh são transitórias o que é eterno em coisas que são ilusórias O que é realmente verdadeiro né e tudo isso de uma certa maneira vai criando esse jogo de desgaste de confusão de de ilusão e de tormento emocional e um dos pontos que ela coloca aqui é a questão do corpo né que a gente acaba de certa maneira eh vendo a necessidade do corpo não a serviço do espírito né mas colocando os interesses do Espírito à necessidade do corpo pelas Sensações do corpo que Justamente a gente vai subjetivar e vai eh buscar nessas Sensações eh apelos e gratificações eh que tentam nos preencher E aí eu vejo que é uma uma confusão entre carne e corpo né porque toda vez que tu vê o corpo como objeto como sensação tu não tá no corpo tu tá na carne né Eh então eh uma questão é o corpo que é muito maior do que a carne porque o corpo envolve o corpo da da da percepção do do sentido afeto o corpo enquanto o corpo Sutil o corpo relacional o corpo que conta uma história o corpo que é detetor então de de um lugar simbólico né quando a gente reduz ao corpo a esses anios passageiros as Sensações primárias a gente tá na carne né e o tem um um um autor que é o James num livro chamado uma busca interior em psicologia religião que tem um capítulo sobre a Ânima sobre o nosso interior onde justamente ele fala dessa dessa dificuldade de gente compreender a o o

o James num livro chamado uma busca interior em psicologia religião que tem um capítulo sobre a Ânima sobre o nosso interior onde justamente ele fala dessa dessa dificuldade de gente compreender a o o corpo além da Carne né porque a gente vê o corpo como esse essa busca da de um da cultura muscular dos apelos sexuais como um objeto aos interesses do da identidade do Ego né do Prazer do Ego e da identidade de poder do Ego um corpo perfeito um corpo bonito como se esse corpo refletisse o ego né E a minha verdadeira identidade né E e aí eh a gente realmente confunde essa diferença entre CPO e carne naquela frase de de Paulo que diz mesmo que a carne envelheça o corpo se glorifica né E esse corpo é o corpo de Glória o corpo pel espiritual que vai se iluminando na medida que a carne vai envelhecendo a gente vai adquirindo experiências que nós vamos adquirindo na conquista do espírito né então Eh de uma certa maneira a carne fica como uma uma ilusão e uma projeção nesse ego como comp secreta do ego da qual o ego se perde n nesse jogo da Carne né E e aí produzindo sexo mental egoísmo sexual pornografia e eh excesso de cultura do corpo enquanto modelo que que a carne pode pode desempenhar como músculo beleza etc né E aí a gente começa a ver essa inversão dos dos valores em relação ao corpo aonde Como diz a benfeitora aqui no início Capítulo a o corpo acaba sendo esse lugar das Sensações e que que aprisionam daí o ego não que a gente tem que ficar numa relação ascética também né ela ela não é diz assim não eu tenho que negar o prazer ou negar o corpo ou ou diminuir a a importância da realidade da vida na existência corporal mas uma outra uma coisa é é negar isso né não é fugir da vida nem negar a necessidade do corpo é realmente colocar no corpo um excesso de apelo onde o corpo fica escravo dessa literalização da Carne né e não do corpo enquanto um lugar da alma a um lugar de expressão do espírito é e ela vai dizendo aqui nesse espaço mesmo que você disse nesse parágrafo né

fica escravo dessa literalização da Carne né e não do corpo enquanto um lugar da alma a um lugar de expressão do espírito é e ela vai dizendo aqui nesse espaço mesmo que você disse nesse parágrafo né que a vida mental vai modelando né é modeladora da física Então ela traz a importante a importância do pensamento e da conexão com esse Deus interior né e a conexão com as reais necessidades do Espírito para que vá modelando a a a a a vida física o estar no mundo sem sem sem pertencer a este mundo né estar de passagem ela vai nos trazendo essa importância para que não haja essa desagregação e ela cita as neuroses e as psicoses né como o reflexo dessa desagregação eh desse interior dessa vida interior com o chamamento do mundo e a colocação da pessoa né como ela se coloca no mundo como a personalidade dela vai se exercitar e vai experimentar-se nesse mundo e aí eu trouxe para vocês e uma coisa assim só para ressaltar a importância do corpo porque no livro roteiro de Emanuel na psicografia de Chico ele nos fala do Santuário Sublime e a benfeitora usa essa expressão Santuário né que é uma realização paciente da sabedoria divina no milênios então ele vai tecendo aqui e a gente não precisa trazer toda toda a delicadeza do corpo físico né e todo o seu maquinário toda a sua vida microscópica como Emanuel nos coloca né quase mensurável mas eu queria trazer as palavras que eu acho que são tão fortes para que a gente registra a importância desse corpo que você disse Gelson o mais Sublime dos santuários e uma das super maravilhas da obra divina super Maravilhas né a gente tem a sétima oitava maravilha Essa é a super Maravilha das obras da obra divina da cabeça aos pés sentimos a glória do idealizador Então olha olha a delicadeza e a profundidade que ele nos traz e e e mais um trechinho Depois diz que a de um coro na terra é como preciosa oportunidade de aperfeiçoamento espiritual o maior de todos os dons que o nosso planeta pode nos oferecer então toda essa maravilha que tá à disposição

is diz que a de um coro na terra é como preciosa oportunidade de aperfeiçoamento espiritual o maior de todos os dons que o nosso planeta pode nos oferecer então toda essa maravilha que tá à disposição Nossa esse corpo constituído né pela graça e por esse Executor Divino como ele é vilipendiado né como vocês eram maltratado subjugado né a serviço de algo que perde-se né e mais para frente a benfeitora vai dizer né dessa questão do perder né a gente ainda vai chegar mais lá na frente e eu não quero antecipar mas dessa impermanência que é a vida né que é uma das falas de buda em permanência e quanto sofrimento nos é é causado justamente por essa permanência né que alguns se se fixa e o interessante né Cláudia é como a alma como o espírito viajou eterno né ele vai transicionar na sua visão na sua relação com esse corpo que é o elemento sensório do prazer que é transitório para esse corpo que é o santuário né corpo que é a ferramenta para a experienciação desenvolvimento da moralidade da ética da espiritualidade da Inteligência então é muito interessante porque a a sabedoria A misericórdia divina vai fazer com que essa alma na sua viagem ao utilizar o seu corpo como elemento sensório buscando aquilo que é transitório ela se defronta com a situação de frustração e inevitavelmente a frustração que leva ao sofrimento então aí nós voltamos ao sofrimento como um mecanismo uma ferramenta do despertar da consciência essa consciência que tá Adormecida se desperta para realidades maiores da vida esse ego que deu as costas ao seu self e foi pro mundo lá fora Ele é redirecionado a olhar para si mesmo para dentro de si pra sua sombra pro selfie então é muito interessante todo esse processo criado pela misericórdia divina porque quando nós falamos e a gente a gente vai abordar isso um pouquinho paraa frente do vazio existencial tão comum no nosso mundo pós-moderno segundo Sigmund balman né no nosso mundo contemporâneo segundo historiadores né nós falamos do vazio existencial como uma coisa super

a frente do vazio existencial tão comum no nosso mundo pós-moderno segundo Sigmund balman né no nosso mundo contemporâneo segundo historiadores né nós falamos do vazio existencial como uma coisa super negativa Mas se nós prestarmos atenção no todo o processo maior que tem por trás disso o vazio existencial Só existe porque a alma já cansou da frustra ela já cansou de buscar aquilo que é temporário então é muito natural nós entendermos nesse processo do caminhar do Espírito enquanto um grupo enquanto a humanidade que o caminho do despertar ele passa inevitavelmente pelo caminho do vazio existencial como uma apresentação dessa frustração e da busa como você colocou daquilo o Colocou também daquilo que é temporário daquilo que é transitório da nossa impermanência mas assim que eu estava pensando n está trazendo essa questão de desse mecanismo perfeito de Deus né que Justamente a frustração a insatisfação é aosta da vida equívoco né a gente projetou os nossos anseios nossos desejos no lugar errado né na nossa na nossa vontade de ser preenchido né E aí vem a vida e diz olha isso não alimenta a tua alma isso não preenche a a tua necessidade tu botou no lugar errado tu botou no fez um caminho equivocado e isso então não vai dar em nada vai dar assim frustração e insatisfação então aí vem esse sofrimento que vai dizer Olha tem alguma coisa errada aí né onde eu tô botando energia não não tá sendo realmente suficiente para dar sentido na minha vida para para poder realmente sustentar a minha caminhada só que aí tem um outro ponto né alm é o segundo ponto que se a frustração e a inação é necessária para justamente e trazer uma consciência do Nossa ignorância da nossa ilusão a ainda recusa da gente né pelo orgulho pelo egoísmo pela dificuldade de crer de da maturidade aí daí a gente não gosta da frustração né a gente fica daí mais revoltado com Deus a insatisfação nos dá nos deixa mais Rebeldes ou infantilmente insist insistindo naquele posição mas eu quero eu quero ali e a vida não dá então

frustração né a gente fica daí mais revoltado com Deus a insatisfação nos dá nos deixa mais Rebeldes ou infantilmente insist insistindo naquele posição mas eu quero eu quero ali e a vida não dá então a gente é teimoso a gente é orgulhoso e aí tem um outro outro problema de Sofrimento que a gente já viu aqui nos estudos anteriores que é o sofrimento pelo sofrimento né a gente acaba né Eh de uma maneira eh insistindo e se deparando com aquele funcionamento nosso que acaba não conseguindo fazer uma leitura adequada da vida e eh se querendo ser melhor ou mais conhecedor das lei de vias de Deus né né teimosamente insistindo na nossa burrice achando que a gente vai ser feliz por ali né E aí a gente vai quebrando mais as perninhas ainda só que isso leva muito tempo eh para despertar a gente fica insistindo nisso E aí Joana nos coloca né da importância que de uma certa maneira para romper com tudo isso é a necessidade de busca da realidade do self né do eu então quando el chega no self e chega no self é realmente sair desse ego ligado ao apego ao desejo do Ego ao que é transitório O que é eh eh da nossa identidade mais superficial e chegar na Essência das coisas na Essência Nossa e na Essência das coisas né E aí ela fala da importância de uma análise profunda e interna das necessidades legítimas da vida né E aí é um confronto entre o ego com as nossas ilusões com as nossas insistências de uma de uma consciência limitada e esse essa busca do self que é chegar a o espírito mortal a ver que a nossa realidade é outra que o sentido da nossa vida se baseia num num outro projeto o que que nos move é um outro significado e poder realmente fazer uma pelo self e acho que isso é o grande desafio nosso mesmo aqueles que TM o conhecimento da religiosidade espiritismo né porque eh como a gente é teimoso e mesmo conhecendo a a vida espiritual a gente esquece muito facilment disso E aí precisa se suportar suportar se a si mesmo nesse encontro que você disse né dessa dessa corrida desenfreada para o

oso e mesmo conhecendo a a vida espiritual a gente esquece muito facilment disso E aí precisa se suportar suportar se a si mesmo nesse encontro que você disse né dessa dessa corrida desenfreada para o nada né onde se não se chega a lugar nenhum e é preciso então suportar esse encontro né suportar essa frustração e perceber perdi perdi né me perdi de mim mesmo perdi eh perdi a partida até agora entre aspas né E então agora eu vou refazer isso vou ter vou ter coragem que é uma das coisas que a benfeitora nos ensina né coragem de enfrentarmos a nós mesmos a nossa sombra as nossas dificuldades fragilidades então ter essa coragem de olhar para si e diz eu preciso mudar né e a psicologia usa o termo da ressignificação né onde a gente começa a ressignificar a nossa vida né aqui e e vamos limpando o joio do trigo como na parábola né Isso serve isso não serve isso serviu até agora OK mas agora não serve mais então Vamos separar e vamos eh eh reconfigurando essa rota que é uma expressão que eu gosto muito né onde a gente configura a rota certa os ponteiros né Eh eh aprum passo né para que a gente possa fazer melhores escolhas e a benfeitora vai dizendo aqui do estado de espírito né porque ela diz primeiro é necessário adquirir um estado de espírito de paz para passar por tudo sem ater-se a nada né e buscar não a chama que ilumina de fora para dentro que é uma metáfora bonita que ela usa né mas aquela chama de dentro que vai iluminar tudo fora e não vai criar sombra a a chama de Fora para dentro cria sombra não clareia não Luara né a sombra de a a luz de dentro para fora ela nos traz essa metáfora E aí ela vai falar da libertação e qual é a verdadeira libertação né ocorre quando o homem se esvazia dessa ambição instalando a abnegação ou seja o desprendimento altruísmo que ela falou no capítulo anterior né superando esses desejos que nós já falamos também aqui uma outra oportunidade né desses desejos desenfreados pelo nada não eu tava Enquanto vocês falando aqui pensando nas

alou no capítulo anterior né superando esses desejos que nós já falamos também aqui uma outra oportunidade né desses desejos desenfreados pelo nada não eu tava Enquanto vocês falando aqui pensando nas estratagemas né nas armadilhas que nós caímos muitos de nós muitos de nós Porque nós desviamos esses desejos Ok da do sensório e nós refinamos isso muitas vezes nós refinamos o desejo na busca do conhecimento desenfreado na busca de uma religiosidade principalmente a religiosidade extrínseca para fora na busca de Deus de uma forma absolutamente simplesmente eh lá fora então a mente ela vai usando recursos para criar distrações que aparentemente estão vinculadas a um crescimento do ser da alma e que não estão são novas distrações né por isso que Jesus vai nos dar o conselho de conhecermos a nós mesmos e que aí está a verdade a verdade vos libertará a verdade nos liberta quando nós conhecemos a nós mesmos como a Cláudia tava falando que é o caminho da Liberdade caminho da Liberdade só tem um que é o caminho da Auto iluminação do autoconhecimento né e est esse processo é um processo que nós precisamos conhecer dessas estratagemas dessas armadilhas que nós fazemos porque muitos de nós ou vamos passar por essas armadilhas de eh transcendermos o nosso desejo no sentido de de uma busca que nada mais é que uma distração também a distração do Ego para fora continua para fora do mesmo jeito buscando aquilo que é transitório agora com mais requinte os enganos que a gente cria Ném porque Uma Mente engenhosa Uma Mente que tem recurso intelectual não quer dizer Uma Mente com consciência espiritual com valores espirituais né muitas vezes o homem com recurso mas sem consciência espiritual ele acaba sendo muitas vezes até um um perigo né porque quando a inteligência é usada de maneira fria e desumana se torna um um um instrumento perigosíssimo né do mal então eh o quanto a gente pode nos enganar e atend num discurso religioso criar subterfúgio achando que a gente tá eh né perto de Deus ou Em Busca da Verdade mas

um instrumento perigosíssimo né do mal então eh o quanto a gente pode nos enganar e atend num discurso religioso criar subterfúgio achando que a gente tá eh né perto de Deus ou Em Busca da Verdade mas na verdade mas tá nesse jogo do Ego né como tu falou bot projetado fora de nós querendo fazer os espíritos de escravos da gente vai na casa Espírita não para se educar não para conseguir romper o nosso vé eh e se conhecer mas sim a buscar e o o que os esp para nos para nos dar é bem-estar é saúde é é harmonia no lar como Se Tudo dependesse dos espíritos e não de nós né E aí a gente acaba querendo escravizar os benfeitores aos nossos Caprichos emocionais né E e aí distorcemos a proposta de uma busca espiritual então eh a gente tem que ter muito tá muito atento a isso que a gente cai nessas armadilhas que a gente eh mesmo coloca né né a gente cria a armadilha e depois cai nela né então isso é uma questão bem importante e uma das coisas que que a benfeitora coloca aqui no no meu livro na página 83 é porque que o ato de querer acaba sendo negativo que o querer é força que move o espírito né mas tem que ser educado né então esse querer aprisiona de Joan De Angeles quando ele tá ligado a ao apego né E esse apego é justamente eh eh tem duas questões aí do do que me parece do apego né uma é quando a gente projeta fora da gente projeta que é transitório porque a Jana vai falar justamente isso que a Cláudia comentou antes né que que a posse eh e e a pedra das coisas externas vão gerar frustrações né e e e vão perdurar quanto mais eu eu eu projeto isso fora de mim né No que é transitório mais sofrimento eu carrego então isso ela vai falar desse mecanismo né porque de uma certa maneira no apego tem tem dois mecanismos um é tu projetar eh coisas essenciais no que no que no no que não é essencial no que é transitório né E outra naquilo que tu quer controlar pelo apego como algo fundamental tu se torna escravo a isso porque tu hiper valoriza tu coloca aquilo como centro da tua vida mais

sencial no que é transitório né E outra naquilo que tu quer controlar pelo apego como algo fundamental tu se torna escravo a isso porque tu hiper valoriza tu coloca aquilo como centro da tua vida mais importante até do que você então o apego não só ele confunde a gente no no sentido que a gente se envolve e e e valoriza eh aspectos que são transitórios mas também a gente o apego faz inverter essa lógica né porque a gente tá lá querendo aquilo e aquilo nos possui daí depois e a gente fica escravizado naquilo que antes a gente considera como um bem para nós né então quando qu tu vê aquilo se torna o nosso Deus né a é o Deus do Poder O Deus do dinheiro O Deus do sexo né aquilo que ree a minha vida quando vê eu não sei viver sem isso né E aí eu tenho que aprender a viver sem isso aquilo que a Cláudia falou se esvaziar e e e é um momento de de de de de dor porque a tá tão aquele tá tão incrustrado no EGO né porque e é tão nós né que aquilo tirar aquilo da gente é como tirar um pedaço do nosso ser gera sofrimento a gente vai morrer né E essa morte é necessária porque é a morte do Ego é a morte da ilusão e ela é dolorosa mesmo quanto mais a gente vê nas relações eh tóxicas doentias de de de codependência né quando a pessoa nos abandona a gente depositou toda a vida naquela pessoa e todo sentido da nossa vida era aquela pessoa Toda energia daquela pessoa quando ela sai da nossa vida que o que que fica não fica nada né e a sensação que a gente vai morrer sem aquela pessoa né porque a gente botou tanta energia no outro né que a gente não sabe viver sem o outro e isso que acontece com a gente quando a gente acaba eh realmente eh confundindo a nossa identidade né e tornando e a o objeto extensão da nossa vida eu sou o carro que eu que eu tenho eu sou a a o status social ou profissional da profissão que eu atuo e assim por diante e vamos aí nos perder esse domínio dos jogos de de de de de de aparências né e e e dependentes Daí vamos fragilizando sem perceber eh nesse vazio interno inflados que nem um balão mas

assim por diante e vamos aí nos perder esse domínio dos jogos de de de de de de aparências né e e e dependentes Daí vamos fragilizando sem perceber eh nesse vazio interno inflados que nem um balão mas vazio por dentro né E e aí quando esse esse balão estora não sobra nada né E aí vem o Ero E aí é que vem o momento da crise mas tão necessária pro nosso crescimento né esse momento da derrocada do Ego né quando ele se vê sem nada né um deserto vazio e a imagem do deserto agora me vem que é importante que ao mesmo tempo que é uma Solitude Total mas é é a oportunidade dele olhar para ele né de fato realmente sem se perder nesses atavismos ela vai dizer aqui né desses condicionamentos né E também é um dos Sofrimentos que Buda nos traz além daquele que você disse do sofrimento pelo sofrimento né e da impermanência é esse o sofrimento pelos condicionamentos né então é como você fala é apegar-se a um carro a uma vida um status familiar é um status social profissional são os Apegos né os Apegos a essas situações que tornam uma personalidade falsa né constróem uma personalidade falsa mas poderosa né E aí é difícil realmente essa sensação de morte absoluta né e e e a benfeitora nos traz essa questão da preocupação não é Gelson quando você vem falando né E a preocupação é a preocupação né preocupar-se de algo que que tá ligado à ansiedade que ela nos coloca lá no início do capítulo né gerando medo de perder aquilo que não tem valor né porque se tivesse eh se fosse o valor do Espírito n a gente sabe que não perde né mas os valores fúteis vulgares ou até mesmo a própria vida que ela vai trazer pra gente né toda a certeza que nós temos ao nascer ao reencarnar é que a gente vai desencarnar Então essa preocupação e esse condicionamento que tu tá falando né Cláudia tem a ver com uma verdade que a gente internaliza né porque essa verdade então internalizou e se transformou em em comportamento então o comportamento pelo condicionamento é uma verdade falsa que a gente assimilou uma verdade pela educação também ah eu

porque essa verdade então internalizou e se transformou em em comportamento então o comportamento pelo condicionamento é uma verdade falsa que a gente assimilou uma verdade pela educação também ah eu sou a minha cor de pele eu sou esse esse essa essa visão machista de uma uma família que tem pouco compreensão da da realidade da igualdade social e assim por diante então vai se condicionando e criando padrões de comportamento por crenças né verdades que na verdade são ignorâncias que a gente assimilou como sendo aquilo que é determinado pelo mundo e e que foi aceito por nós sem um questionamento sem uma avaliação sem uma reflexão profunda é a gente pode às vezes ficar preso achando que os objetos do desejo são coisas materiais somente não são o poder a fama as ideologias as palavras tudo isso todos esses símbolos às vezes eles são objetos do desejo e que a alma se prende a eles né é importante a gente ressaltar isso mas eu queria voltar a essa colocação desse vazio que ocorre após essa fase desse então ir pro deserto e ele ele se dá conta dessa necessidade de da busca da daquilo que é atemporal da realidade da verdade de olhar para si mesmo né E essa desilusão que machuca e eu acho muito bonito e interessante o como a a benfeitora faz essa transição já pro final do capítulo colocando a figura de Jesus que quase sempre ela assim o faz né Porque Jesus não tinha absolutamente como ela disse aqui uma pedra para reenc mostar sua cabeça mas ele vai nos ensinar eh na nos seus atos como realmente eh passarmos a ter algo viu Cláudia possamos levar paraa eternidade e é muito curioso porque o exemplo de Jesus é só servir e aí hoje enquanto eu tava lendo o Capítulo e revendo o capítulo eu tava pensando a gente faz muito em ciência experimentos mentais tá pessoal experimento Mental é você bolar coisas na sua cabeça que são experimentos eu passei a fazer um experimento mental que é o seguinte faz de conta que você foi dormir hoje e acordou amanhã com um Forte Desejo de servir o

l é você bolar coisas na sua cabeça que são experimentos eu passei a fazer um experimento mental que é o seguinte faz de conta que você foi dormir hoje e acordou amanhã com um Forte Desejo de servir o próximo não se pergunte porquê e que você descubra com isso que isso te dá uma hip satisfação e que você servir o próximo mas isso aconteceu porque você passou a ter essa doença servic mas isso Começou a contaminar todo mundo ao seu redor eu pergunto que que seria do mundo então eu acho Cláudia que o processo que nós estamos passando de irmos pro deserto é o processo da desilusão é o processo de descobrirmos que há algo muito acima daa sensorial que nós não descobrimos ainda que a satisfação permanente a sensação gostosa permanente de servir é o que dona Laura falou para André Luiz lá no nosso lado o primeiro livro de André luí sirva incondicionalmente a única moeda de troca que você tem aqui é o serviço ao próximo e é o exemplo de Jesus eu vejo essas almas que servem incondicionalmente e não vou citar aqui mas muitas públicas o prazer que eles têm servir Isso deve ser muito bom isso deve ser ótimo maravilhoso e eu acho que dentro desse experimento mental que eu fiz eu só tenho agora que decidir para lá e servir porque me parece que realmente é o caminho porque vicia é é criar O condicionamento né é isso é uma na verdade é é um é um é um estado de saber né de Sabedoria de conhecimento né E de de de experiência desse amor né de pertencimento de comunhão amorosa que a gente chega lá Chegará um dia né e a gente vê que ser vida e é a possibilidade de poder viver esse amor em todos os seus níveis e manifestações né Eh mas nesse momento que a gente vive a gente vê ainda um ego muito querendo segurança né ess quer se autoafirmar muito inseguro ainda muito não confiando eh em si na vida em Deus então ele quer se autoafirmar através de mecanismos ilusórios que ele vai criando uma forma de buscar isso que a j fala dessa paz a gente ania por paz porque a paz é um estado de Harmonia de

a em Deus então ele quer se autoafirmar através de mecanismos ilusórios que ele vai criando uma forma de buscar isso que a j fala dessa paz a gente ania por paz porque a paz é um estado de Harmonia de Equilíbrio né que envolve essa esse estado de integração de de relação adequada né dentro e fora de nós e essa paz é conseguida justamente quando a gente vai adquirindo uma sintonia com a verdade Divina onde a nossa verdade individual é igual à verdade Universal que as leis naturais que regem a nossa existência né E só que o homem Ele busca essa paz no eu acho que ter o controle é ter a segurança né na segurança que envolve Como diz a Joana aqui a tranquilidade dos recursos materiais Então eu acho que tendo a tranquilidade de um bom eh de um bom recurso econômico de uma boa carteira de de de possibilidades de fama ou mesmo uma um plano de saúde eu tô garantido né claro que isso pode me dar uma certa segurança mas segurança não é igual a paz e não é igual a uma firmeza espiritual né então e aí de novo né gente coloca as coisas fora de nós né nesse de querer controlar de querer ter segurança de querer ter poder como forma de assegurar Nossa identidade egóica né e afirmar A nossa condição no mundo E aí na naquela proposta do Cristo como é que a gente vai se achar se não se perder de nós mesmos né E se perder é abrir mão justamente do nosso orgulho e do nosso egoísmo né E daí entra de novo a coisa de servir né Abrir nosso coração para dizer qual é a vontade do pai né que a minha vontade seja a vontade do pai mas como é difícil chegar a esse lugar ainda né a gente tá ainda Jesus veio mais de 2000 anos né e a gente tá ainda né incomodado porque eh né os povos ainda né cada país achando que pode ser melhor do que o outro querendo espaço territorial né a gente não se vê ainda como família a gente não vê o irmão como irmão a gente compete a gente disputa a gente engana a gente quer ser melhor do que o outro e aí a gente fica nesse jogo né de competição de interesses eh criando né necessidades

e não vê o irmão como irmão a gente compete a gente disputa a gente engana a gente quer ser melhor do que o outro e aí a gente fica nesse jogo né de competição de interesses eh criando né necessidades e gerando sofrimento para nós e pro mundo essa criação da Paz Gelson eu fiquei pensando né que é é esse bloqueio interior né como nós já falamos aqui vocês trouxeram dessa dessa necessidade vazia né de de ter como você disse de ter e de cercar de de bens e de segurança né Isso me fez pensar na insegurança interior né E nesse muro que se cria entre eh o o eh eh o muro que se cria eh eh bloqueando esta Essência Divina que nos oferece a segurança real verdadeira né aquela que não se perde Então nesse Bloqueio com esse muro que nós mesmos criamos dentro de nós e nos de todo esse aparato né material e até dessas distrações que o arismar trouxe né da vida como se a gente tivesse no caminho certo e e continuando perdidos esse muro precisa ser rompido né e fiquei pensando então na coragem desculpe a coragem já tinha dito na confiança na fé na fé de alcançar fim esta este Santuário interior né nessa entrega né nessa derrocada do Ego onde ele precisa entregar-se onde ele se como eu disse aquela imagem perdi né e agora eu preciso me entregar e confiar né no pai confiar neste caminho que eu posso fazer para dentro de mim destruindo derrubando esses tijolos deste muro que me cerceou de mim mesmo e aí eu lembro daquela passagem de Pedro né No barco naquela Tormenta toda e Jesus sobre as águas e Pedro ainda sem fé não confiando no pai né no eh desculpe e no mestre e diz mestre se tu és mesmo senhor deixe que eu caminhe até você né E aí Jesus diz venha e ele vai mas quando ele percebe o vento ele se distrai do caminho e começa a afundar né e Jesus Só corre ele puxa ele pela mão e diz homem de pouca fé então nós precisamos ter fé e confiar que apesar de qualquer coisa dessas Nossas escolhas desse atavismo desses condicionamentos que trazemos ao longo de de vidas e vidas a gente pode quebrar

pouca fé então nós precisamos ter fé e confiar que apesar de qualquer coisa dessas Nossas escolhas desse atavismo desses condicionamentos que trazemos ao longo de de vidas e vidas a gente pode quebrar esses tijolinhos internos e e alcançar esse Santuário Divino para que a gente possa então enfim experimentar essa paz né que não é a paz do mundo é quando a gente se apequena o amor né Deus cresce dentro de nós o amor cresce dentro de nós mas eu tenho que me apequenar senão não dou espaço para amor eu não tenho como dar espaço ao amor se eu estou me servindo servindo ao meu reino e curioso Enquanto vocês falavam eu pensando né aquele que serve a si próprio ele se serve de coisas temporárias então ele lá sempre com coisas que são mortas não há vida para o eu que serve a si próprio olha que coisa Olha que sofrimento né com certeza só no amor a vida só no amor eu sirvo a vida é por isso que Joana ela insiste em todos os capítulos do livro no amor né o amor como a superação do sofrimento então a gente vê assim que cada capítulo que ela vai trazendo e no final ela vai trazendo assim algum aspecto do amor como sendo esse eh esse processo fundamental né de seja pela meditação seja pela compreensão da presença Divina seja P uma ura né e uma confiança em nós e na vida seja um um sair de si né de várias maneiras esse amor vai se apresentando né como o nosso grande Libertador né e e e o caminho da nossa transformação tão necessária e como a gente não acredita ainda no amor como é difícil a gente não não confia que Deus possa nos amar ou a gente não não acredita que é merecedor do amor até a gente pode acreditar que Deus ama mas será que eu sou merecedor Por que a gente não não confia no amor não consegue acreditar que a gente pode amar e ser amado ainda né Eh eh a gente fala tanto em amor Tem tantas canções a gente movimenta tantas coisas Em Nome do Amor e a gente não sabe ainda o que que significa amar né ainda é uma coisa tão obscura e a gente fica nesse jogo de cegos guiando cegos né comoas falou

ções a gente movimenta tantas coisas Em Nome do Amor e a gente não sabe ainda o que que significa amar né ainda é uma coisa tão obscura e a gente fica nesse jogo de cegos guiando cegos né comoas falou nesse nesse nesse mundo a gente tá preso e Cego de distante de nós mesmos né Isso é nosso então esforço de romper as vendas dos nossos olhos e enxergar verdadeiramente a luz né essa luz que habita dentro de nós que tá em cada manção da vida no amor daa do pai que nos apresenta cada experiência como um convite para crescer para aprender para evoluir muito bem gente estamos chegando ao final do nosso encontro algumas palavras finais querem deixar Cláudia Elismar eu fico com essa última frase da benfeitora né que diz que a meta da reencarnação é lograr a vitória sobre si mesmo essa é a meta né Uhum a meta um alerta n o alerta que ela traz né Uhum é o aviso é a recomendação é a repetição de tantas coisas que ela nos fala pacientemente traduzindo a mensagem de Cristo para nós e que o amor né ela coloca o amor o amor é que vai levar vai nos levar a superar o sofrimento eu acho isso muito importante porque nós nunca vamos conseguir definir racionalmente o amor nós vamos conseguir vivenciar o amor quando deixarmos de servir a nós mesmos né nós passamos a vivenciar o amor de servir a todos aqueles que nos cercam a tudo que nos cerca e aí o sofrimento deixará de ser o que é para nós nesse instante né de ser essa perturbação muito bem o O amor é a própria razão Ném é a razão né

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