T3:E15 • Plenitude • Libertação do Sofrimento
Neste último episódio da terceira temporada, Gelson Roberto, Daniel Campos e Marluce Renz comentam o que mais chama a atenção no capítulo final da obra intitulada Plenitude, em que a mentora Joanna de Ângelis introduz a paciência como uma das chaves para a superação do sofrimento. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #Plenitude #Sofrimento #libertação
alô amigos é com muita alegria que estamos aqui para nos ocuparmos do último capítulo do livro plenitude o Capítulo 14 libertação do sofrimento desse livro maravilhoso que nos trouxe um percurso sobre as questões Profundas da alma humana em relação as origens e os caminhos para para superar o sofrimento e justamente nesse desse último capítulo vamos falar sobre a libertação do sofrimento antes de mais nada Estamos dando um alô a todo o público e também a marlu e ao Daniel que estão conosco para poder refletir sobre seu último capítulo bem-vindos marl bem-vindo Daniel e a gente pode começar a comentar né o capítulo curto mas muito precioso que chama atenção em relação a esse último capítulo eh é uma boa Olá amigos é uma alegria tá aqui pra gente finalizar né esse esse livro realmente de uma profundidade que demanda da gente um um olhar mais cuidadoso e eu Gelson gostaria de chamar atenção Para citação que a Joana De Angeles faz antes do capítulo eh eu fui olhar o livro revisar né e a Joana ao longo desse de alguns Capítulos ela vai citando ela cita Buda ela cita Jung ela faz citações do Evangelho Segundo o Espiritismo do Livro dos Médiuns do Livro dos Espíritos e aqui ela traz uma passagem que tá numa carta na epístola de Tiago onde ela eh chama atenção paraa questão né do sofrimento da Paciência né quando Tiago então escrevendo pros cristãos ele ele vai dizer irmãos tomai como exemplo no sofrimento e na paciência os profetas que falaram em nome do senhor e aí mais adiante ele vai falar então sobre Jó a paciência de Jó e aqui então ela vai introduzindo a partir dessa desses Versículos eh esse fechamento né que ela vai vai chamar da libertação do sofrimento Capítulo 14 né como é que a gente vai poder eh fazer essa ação de nos liberarmos disso e e eu chamo atenção aqui porque ela traz a questão da Paciência né da paciência que a gente vai ter que ter para entender esses processos e e me recordei assim brevemente a A História do Jó né né que o que marca a História do Jó realmente é a paciência que ele
cia né da paciência que a gente vai ter que ter para entender esses processos e e me recordei assim brevemente a A História do Jó né né que o que marca a História do Jó realmente é a paciência que ele tem né e o joros representa muito bem porque ele pergunta várias vezes mas por que que isso tá acontecendo comigo senhor né então isso me chamou muita atenção assim essa esse cuidado dela de colocar isso antes do Capítulo 14 né E que a gente vai então e aprofundando Olá amigos que tem acompanhado o nosso estudo é uma alegria estar aqui com vocês no encerramento dessa obra ah a Marlos trouxe né Essa a necessidade desse do do treino né do desenvolvimento dessa virtude para enfrentamento do sofrimento né que é a paciência ah certamente todos nós vamos enfrentar né algum desafio existencial Ah que vai nos exigir né A a refecer essa energia né que que vai se caracterizar para nós ah como um sofrimento a Joana coloca aqui pulando um pouco lá para final do capítulo né que o sofrimento é um movimento energético né ela vai ela vai trazer essa essa entendimento né esse funcionamento dessa energia espiritual que de alguma forma pela o nosso livre arbítrio desorganizado ou pela nossa inconsciência das leis né que regem a psique vai levar o indivíduo a experimentar esse sofrimento mas a à medida que o indivíduo ganha nível de consciência a relação com esse sofrimento Ah fica totalmente modificada ah podendo gerar fatores psicológicos de desenvolvimento né paraa consciência e paraa relação ego self de uma maneira que pode guindar o indivíduo na direção do seu desenvolvimento espiritual ela ela coloca aqui né que o o amor é a é a é a melhor forma né de a a refecer e redirecionar essa energia ah colocando ela nos rumos certos novamente para para que o indivíduo possa lentamente promover a a cura né a cura de si mesmo E à medida que o indivíduo compreende essa essa realidade como uma lei universal ele vai se posicionar ética e moralmente para fazer com que essa energia aconteça principalmente no
a cura de si mesmo E à medida que o indivíduo compreende essa essa realidade como uma lei universal ele vai se posicionar ética e moralmente para fazer com que essa energia aconteça principalmente no momento que o sofrimento ocorre né para que a gente não Desc ela ela coloca isso lá no no início da obra né gerando o sofrimento do sofrimento a nossa a nossa incapacidade né de de filtrar a o sofrimento pode nos gerar mais sofrimento em razão da Revolta da irresignação né da da falta de reflexão a respeito da própria mensagem que o sofrimento nos traz por o processo evolutivo né então à medida que interagimos com essa energia ela nos diz que pode nos proporcionar um grande sentido existencial e ao mesmo tempo um desenvolvimento espiritual Cao essa consciência temha essa capacidade reflexiva de filtrar essa dúvida né bem eh essas duas questões que se colocar Coloca são interessante que nesse caminho de recuperar né saúde que não não é só física mas a da alma por esse processo que é o amor e que passa pela paciência né eu me lembrei justamente desse do arquétipo de Jó que mal Lu colocava que esse arquétipo de Jó é o termo que o edger usa justamente para o encontro do self né da grande personalidade com o ego que a pequena personalidade e o quanto muitas vezes eh esse sofrimento que a vida nos impõe muitas vezes é fruto justamente do desse enc do resultado da ferida que o ego sofre né que nós sofremos diante do confronto da nossa essência espiritual a nos chamar a nossa consciência para aquilo que a gente não está reconhecendo enquanto caminhada reencarnatória enquanto minhada espiritual então de uma certa maneira o arqué Jó realmente representa isso a vida impõe algo no caso de Jó né o o demônio terça Jó eh de uma certa maneira com a permissão de Deus né para ver se J é fiel ele eh não blasfema mas ele questiona né ele questiona dessa maneira o por O porquê do sofrimento mas n exercício de questionar ele se mantém comprometido com a vida e fiel a Deus suportando a adversidade e na medida que
mas ele questiona né ele questiona dessa maneira o por O porquê do sofrimento mas n exercício de questionar ele se mantém comprometido com a vida e fiel a Deus suportando a adversidade e na medida que ele vá vá dialogando com essa questão com paciência ele vai se transformando a partir disso e no final da do livro de Joy ele é recompensado né então eu vejo nessa nessa citação de Joana que nesse processo de buscar a causa do sofrimento que ela coloca aqui né que é a questão todos nós queremos superar o sofrimento nos Sofrimentos Mas tem uma questão importante que é a atitude frente sentimento e ela vai se referir aqui que cada um de nós tem uma sensibilidade própria diante do sofrimento eh e do jovens Exatamente isso a gente poder eh refletir na medida que nem sempre a gente consegue ter o controle sobre a vida e os fatores de sofrimento mas como diz o Jung não importa apenas que sofrimento temos Mas quem tem o sofrimento e aí isso implica a atitude Nossa diante das dificuldades limitações e imposições da dor na nossa caminhada E aí se encontra de um lado Justamente a paciência que requer tempo para elaborar tempo para refletir tempo para compreender e o resgate né Desse encontro amoroso conosco mesmo para que no movimento da vida a gente vai encontrando Então esse processo de harmonização das nossas energias em sintonia com eh o eixo né do nossa caminhada espiritual que é o eixo eg self que é ouvir né as questões que abarcam a nossa essência espiritual naquilo que rege a nossa a caminhada nosso mito pessoal interessante gels que justamente separei uma frasezinha que o edinger que tá referindo né que ele quando ele ele fala do Jó ele diz assim que é no início Jó é um homem Próspero estimado e feliz e corresponde ao ego seguro e ele se vê tirado disso tudo que dava segurança né então ah a eu achei muito interessante essa essa relação que ele faz né de que o sofrimento também nos tira de um lugar né de uma fantasia de que tudo sempre vai ficar bem de que a gente não vai
ça né então ah a eu achei muito interessante essa essa relação que ele faz né de que o sofrimento também nos tira de um lugar né de uma fantasia de que tudo sempre vai ficar bem de que a gente não vai passar por eh por dific que afinal a gente já entende que somos espíritos imortais não né E aí quando Jó então começa a passar por tudo isso ele pergunta né Por que que ele deveria passar pela miséria e aí o Edir diz a resposta que emerge do livro de joia seguinte para que Ele pudesse ver a Deus né então é essa trajetória que Joana menciona inclusive aqui no capítulo né ela faz menção a individuação mais ali no finalzinho né a individuação e a marcha na direção do luminoso eh constituíram lhe valiosos mecanismos terapêuticos para os problemas dos pacientes que o buscavam ela se referindo ao Yung né ao método do Yung Então esse encontrar Deus né se a gente relacionar com esse processo de individuação que ela começa a mencionar aqui nesse capítulo que é esse encontro conosco mesmo que é esse encontro do Ego né com essa Instância maior que é o Deus em nós né que o Yung vai denominado self e isso passa por essa via do sofrimento então o sofrimento como uma forma da gente compreender essas leis que já estão dentro da gente é um pensamento complexo né é interessante que se acreditava naquele período né do Judaísmo que um homem justo a Deus ele era recompensado em vida né ou seja como a vida de Jó ele tinha uma família Próspera ele era Fer tinha vários filhos tinha um bom rebanho tinha servidores e de uma certa maneira a questionamento que a não só eh os homens em Pecado sofrem o homem justo ele também pode sofrer e será que essa Justiça Ela implica numa única vida apenas e e e e de uma certa maneira como então a gente entender muitas vezes o sofrimento dentro de uma lógica que parece que não cabe numa visão de uma Encarnação apenas né E isso que acontece com jó jó é homem justo e essa relação né que se a pessoa é justa e tem fé ela vai ser agraciada por Deus então Como Jó
e parece que não cabe numa visão de uma Encarnação apenas né E isso que acontece com jó jó é homem justo e essa relação né que se a pessoa é justa e tem fé ela vai ser agraciada por Deus então Como Jó um homem justo né tement a Deus eh recebe todo aquele sofrimento e é isso que questiona né O Livro de Jó que mesmo o homem justo pode sofrer e que de uma certa maneira esse sofrimento é uma forma também de elaborar e encontrar Deus Como Tu falá comentaste aqui agora a pouco né então de certa maneira eh eu vejo que a ca das limitações e dificuldades da vida eh tem Tem essa questão do da subjetividade do bem e mal sofrer do evangelho seja isso que a j coloca da sensibilidade de cada um né que conforme a profundidade emocional ela diz né se eu tenho profundidade emocional se eu tenho maturidade se eu tenho uma capacidade de de uma visão mais alargada da vida a minha atitude diante da dificuldade vai ser diferente daquela pessoa que tá no imediatismo que sente revoltada dentro da vida se achando justo e não entendendo porque ele sofre né não se achando que Deus eh que ela não merecia esse sofrimento muita gente pensa nisso né E na verdade esse sofrimento se impõe seja por Karma do passado seja pela própria questão da vida que envolve desafios e dificuldades eu acho muito interessante essa análise que ela faz no livro inteiro né mas em especial nesse capítulo que a gente tá estudando que ela ela Ela traz que muitas vezes né como J está falando o homem moderno e até mesmo homem da antiguidade homem medieval que via o sofrimento como uma punição Divina né experimentava isso como algo sem muito sentido né mais um capricho de Deus e o homem moderno vê esse sofrimento como são dos seus momentos de prazer né Prazeres no sentido no sentido mais horizontal da vida o que leva esse mesmo indivíduo a experimentar ess um sofrimento totalmente sem sentido como j falou não como um processo de elaboração não como um processo de a eh a Como Ela traz aqui né aformoseamento do caráter né seja de
ivíduo a experimentar ess um sofrimento totalmente sem sentido como j falou não como um processo de elaboração não como um processo de a eh a Como Ela traz aqui né aformoseamento do caráter né seja de natureza física ou psicológica à medida que o indivíduo ganha né em em espiritualidade na na ampliação da sua consciência ou ela Traz essa ressignificação da experiência do sofrimento né não como uma eh algo necessariamente que que interrompe meus momentos de prazer o que vai paralisar a minha marcha nesse no nível de uma consciência Mais egóica mais imediatista mas como algo de uma oportunidade também de se fazer um mergulho profundo e a partir daquele momento ganhar um um nível de consciência uma realidade espirit ual Ah bem diferente né do do período pré antes do sofrimento e após né essa experiência de Sofrimento ela coloca aqui né que as enfermidades de larga duração a forboi se o cará e dão-lhes maior cota de amor aos sentimentos né mas numa numa experiência a qual o indivíduo realmente procura reflexionar Qual é a mensagem né que aquele aquele sofrimento O que é que aquela experiência afetiva ou até mesmo física tá trazendo pro indivíduo para que ele possa burilar esse caráter na direção de uma consciência mais lúcida né Isso muda totalmente a o processo socio histórico de entendimento do sofrimento ao longo dos séculos né e a própria relação com Deus é algo tão profundo né e tão a é significativo paraa alma porque o sofrimento ele ganha uma conotação de transformação né e não necessariamente uma punição mas um atrito com a vida que vai levar o indivíduo a nível de consciência mais elevado eh dentro disso gente ela propõe algumas alguns caminhos né para superar o sofrio e ela fala que Jung oferecia três caminhos né dois como métodos e mais uma outra terceira opção que é a religiosidade Então ela ela fala do dos sonhos e fala da Imaginação como é que você entende essa proposta de Jung que a prefeitura cita aqui que duas formas eh possíveis de superação de elaboração do sofrimento
ade Então ela ela fala do dos sonhos e fala da Imaginação como é que você entende essa proposta de Jung que a prefeitura cita aqui que duas formas eh possíveis de superação de elaboração do sofrimento seja os sonhos e a imaginação eu achei muito interessante a Joana Trazer isso né porque num num olhar assim quem não tá um pouquinho familiarizado como o Jung percebe a psique né pode achar um certo estranhamento né sonhos e imaginação eh o Jung então ele tinha ele propunha uma visão simbólica da realidade né então ele dizia que uma das questões que nos adoeciam é que a gente tem uma forma muito literal de ver as coisas uma forma muito unilateral e e e precisava ocorrer Então esse diálogo que ele vai falar entre o Consciente e o inconsciente entre o ego e o self e uma das formas de se estabelecer esse diálogo então é estabelecer uma relação né com essa vida simbólica que vem pelos sonhos que vem pela imaginação né então abrir espaço para para para esse para esse diálogo pro Jung era era fundamental né e e nesse sentido assim ele propõe Então essa visão simbólica eu fiquei pensando num num exemplo assim simples pro pessoal de casa entender né a gente entende o que que é um olhar mais literal o que que é um olhar simbólico né Por exemplo o nosso corpo é uma expressão da nossa psique né então eu tenho um sofrimento no corpo eu tenho uma dor eu tenho alguma coisa né Eh uma visão literal É bom lá vou lá tomo um remédio e termino com a minha dor né E numa visão assim que eu procuro ampliar eu vou tentar entender Qual é o sentido disso Qual é o simbolismo disso a serviço do que que isso está vindo né então os nossos sonhos eles trazem né eh não sei se são mensagens como sei como é que a gente poderia dizer isso né mas eles trazem notícias lá do nosso mundo inconsciente e a gente precisa começar a estabelecer um diálogo com isso né então é essa visão eh Ampla né que permeia a forma como Jung entendia eh o ser humano eu vejo dessa forma assim é realmente né marlu Essa questão
e precisa começar a estabelecer um diálogo com isso né então é essa visão eh Ampla né que permeia a forma como Jung entendia eh o ser humano eu vejo dessa forma assim é realmente né marlu Essa questão imaginação e do sonho é um caminho fundamental para esse processo de superar o sofrimento como é que tu entende isso Daniel que tá colocando e essa proposta dos sonhos e da Imaginação Ah o sonho né num conceito mais sintético né Vamos imaginar assim é como o selfie vê o ego né então o sonho é uma oportunidade né que nós temos de nos relacionar com a tendências da psique né ou com processos psíquicos que a ela inclusive cita isso aqui a da Necessidade dessa desse relacionamento ético Moral com esses conteúdos internos o sonho né apresenta o indivíduo pro próprio indivíduo né energeticamente então a a partir disso A partir dessa realidade do sonho o indivíduo vai ter que se posicionar ética e moralmente an an da sua realidade talvez até evitando Sofrimentos né para que ele não atue a partir da de uma realidade sombria e desadaptada s sonho uma oportunidade de corrigir alguns aspectos da Alma ah Ou seja a sombra se apresenta para indivíduo no sonho e ele vai precisar adotar um posicionamento de uma consciência egóica para se relacionar com aquele material e tentar de alguma forma Minimizar né e ganhar em liberdade desses processos automáticos para que ele não caia em sofrimento ou caso o sofrimento esteja acontecendo ele consiga equalizar essa energia a partir dessa realidade do sonho mas existe um outro aspecto talvez também que eu acho que o cita né E que ele também é bem próximo da da realidade Espírita que a gente tem nó nós vemos né no evangelho uma orientação de Allan Kardec nos fala assim né a que devemos orar pelos nossos defeitos paraa cura dos nossos defeitos ou das nossas falhas Morais das nossas más inclinações né e mediante esses processos energéticos de sintonia né esses processos energéticos de de contato com essa espiritualidade superior muitas vezes no sonho ocorrem
has Morais das nossas más inclinações né e mediante esses processos energéticos de sintonia né esses processos energéticos de de contato com essa espiritualidade superior muitas vezes no sonho ocorrem os processos de cura o que o Yung chama dos do do processo del concedente né quando Deus concedeu quando esse self concede essa transformação então muitas vezes no sonho nós fazemos catarses o processos transformadores que nos liberam de mágoas ah nos liberam de ressentimentos e a partir desse sonho né Nós podemos realizar verdadeiras curas e Minimizar também ah eh Sofrimentos que nos advém desse desses sentimentos a desadaptados ou desconectados de uma realidade mais ah afetiva mais eh sensível né Eu entendo a questão do sonho nessa Ótica aí bem então estão levantando alguns pontos que eu acho bem importante a marú fala a questão do Diálogo né o diálogo com o nosso mundo interno e a questão do símbolo como um elemento elaboração dos processos internos porque o símbolo ele acaba criando essa síntese né esse esse movimento que o que o Daniel tá falando desse fluxo da libido da energia entre inconsciente e consciente então o símbolo já é uma elaboração já tem um processo aut curador né e o Daniel disse então que esse material do sonho da Imaginação também é e a fala da nossa do nosso self né ou seja daquilo que é mais essencial e verdadeiro dentro de nós nos comprometendo né Eh eticamente e moralmente com esse material bem então a gente vê a partir dessas colocações de vocês né que eh nesse método de trabalho ungi ano tem aquilo que eles cham de objetivação da nossa realidade né porque essa essa imaginação que Joan cita não é uma imaginação de um devaneio do Ego Ah eu vou Fasar isso aquilo a imaginação é um processo criativo da Alma Ou seja é deixar a minha alma falar então quando eu tenho um sofrimento que eu não compreendo né e a a proposta é se voltar para dentro de nós porque todas as respostas estão dentro de nós e e esse se voltar para nós eu vou deixar que esse meu mundo interno se personifique
ue eu não compreendo né e a a proposta é se voltar para dentro de nós porque todas as respostas estão dentro de nós e e esse se voltar para nós eu vou deixar que esse meu mundo interno se personifique então objetivar é eh trazer para consciência Eh esses elementos da qual gera angústia ansiedade eu não sei como lidar então quando eu consigo nomear Quando consigo dar forma Quando consigo deixar que o inconsciente se manifesta através de uma imagem seja na imaginação ou do sonho Esse aspecto tá ganhando uma forma um reconhecimento né e na medida que algo em mim é reconhecido começa o processo da cura porque envolve acolher envolve compreender e envolve essa resposta ética que o Daniel colocou então Eh por isso que que que essa metodologia de trabalho é tão importante para Yung e da qual a benfeitora aqui sublinha né do trabalho com imaginação n que é um trabalho desse diálogo como a falou né E aí naturalmente vem esse outro aspecto que Daniel também trou que é o terceiro aspecto que é o apoio religioso Então esse processo por si só já é um exercício de comunhão comigo naquilo que é de mais essencial e também Divino e também buscar também esse apoio espiritual eh através dos recursos que as religiões também pode nos oferecer em especial o que é a doutrina espírita né que o espiritismo pode me oferecer enquanto suporte de um ap afetivo da minha comunidade religiosa enquanto exercício de apaziguamento em função das meditações que são promovidas na casa Espírita da leitura do do trabalho das palestras e também desse eflúvio energético que eu busco lá através do compartilhar das bênçãos espirituais eh que os nossos queridos benfeitores nos trazem através do passe através do envolvimento espiritual que abre Minas portas também espirituais para a intuição favorecendo assim né esse processo de cura Então realmente são elementos muito preciosos gente poder aproveitar esse momento de encontro conosco meso Gelson eh com relação à imaginação teve um outro encontro que você usou uma
processo de cura Então realmente são elementos muito preciosos gente poder aproveitar esse momento de encontro conosco meso Gelson eh com relação à imaginação teve um outro encontro que você usou uma imagem muito bonita pra gente entender esse diálogo e eu vou pedir permissão Porque isso me ajudou a entender isso né Eh eh o Jung vai vai vai dizer assim que nós temos muitas vozes dentro de nós nós temos muitas pessoas dentro de nós né E A grande questão é botar esse povo todo para conversar e aí tu traz uma imagem de uma reunião de condomínio né que a gente tem que botar tá todo mundo na mesa e e e dar voz para essas pessoas né então por exemplo um exemplo simples assim né eu tenho medo de fazer determinada coisa né Qual é a Marluce que tá com medo né então e eh objetivar isso achar dar um nome para isso ah é a marlu que quer fazer sempre as coisas certas né então a gente quando a gente personifica a gente fala assim né a gente pode se relacionar com isso E aí isso vai acontecer aquilo que Jung vai dizer né que é da voz pro consciente mas pro inconsciente também porque é nesse diálogo né que o sentido vai aparecendo porque pro Yung tudo tem um sentido né essa busca do significado e quando a gente estabelece esse diálogo com esses personagens que nos habitam a gente enriquece a forma com que a gente olha a realidade daí a gente sai de uma forma mais literal mais pobre né mais concreta e amplia a a forma de ver então isso tudo isso vai dando significado paraa nossa existência né Então essa perspectiva simbólica faz com que a nossa vida se encha de de outras oportunidades né um exemplo outro muito simples assim eu H vamos supor Estamos numa viagem programamos fazer aquela coisa determinado dia e aquilo não deu certo se eu ficar preso no literal eu posso estragar a minha viagem porque a coisa não aconteceu como eu queria mas se eu entrar numa perspectiva simbólica eu posso pensar Puxa vida o que será que a vida tá querendo me mostrar com isso né então eu amplio a forma de ver eu
ue a coisa não aconteceu como eu queria mas se eu entrar numa perspectiva simbólica eu posso pensar Puxa vida o que será que a vida tá querendo me mostrar com isso né então eu amplio a forma de ver eu saio de uma posição assim dogmática só um jeito e eu passo ver as coisas de outra forma né E isso realmente traz sentido e significado Então isso é um exercício porque eh quando o yunk dizia pros pacientes assim Anota os teus sonhos O que que significa a gente Anotar os sonhos né gente a gente cria um espaço psíquico para essa outra Instância né da nossa vida interna que também precisa de um lugarzinho mesmo que a gente não interprete o sonho que a gente não compreenda o sonho então começa a gente começa a dar valor também para essa vida eterna e o que é interessante marlu que a partir do momento que a gente abre essa oportunidade de se relacionar né com o inconsciente através dos sonhos da imaginação da experiência religiosa profunda a Joana coloca a uma imagem de homem espiritual né de indivíduo né melhor falando a espiritual em desenvolvimento é extremamente ativo né ativo no seu sentido de buscar o próprio processo evolutivo e começar a a a pairar cima dos automatismos da Alma Ah no sentido mais existencialista no sentido de que o h o indivíduo pode construir a sua própria realidade a partir desse mesmo sofrimento que se lhe apresenta se ele ah eh se abre para essa experiência simbólica e energética e a partir desse sofrimento dentro do sintoma ele puxar esse fio de saída desse labirint então apresenta-se um ego ativo ah consciente né é um ego que não é um ego subjulgar a mercê das forças divinas mas é um ego que interage com as forças divinas Ah que que habitam o próprio indivíduo e com esse Deus né lá fora e de uma maneira ah responsável né ético moralmente em razão a sombra Que el que apresenta mas com a Ampla Gama de possibilidades talvez não só de ter a paciência de saber esperar com que essa energia siga o seu curso mas não esse saber esperar da estagnação é um esperar dinâmico né é um
ta mas com a Ampla Gama de possibilidades talvez não só de ter a paciência de saber esperar com que essa energia siga o seu curso mas não esse saber esperar da estagnação é um esperar dinâmico né é um esperar que busca até mesmo H um processo contra a Natura um processo contra a natureza que vai às vezes até mesmo acelerar esse movimento da energia né e gerar profundo sentido para indivíduo e a e um movimento de vida carregado né Eh de amor na direção de uma evolução espiritual muito mais rica né que o sofrimento pode trazer eu acho muito a interessante essa visão dela do sofrimento nesse sentido é muito importante tudo isso que estão colocando eh que leva ao encontro do da experiência luminosa que ela coloca aqui no capítulo né no num dos últimos parágrafos que a individuação e a marcha na direção do luminoso conj o valioso mecanismo terapêutico então de uma certa maneira essa experiência Luminosa é a experiência do do reencantamento com a vida né o luminoso é a experiência emocional comunhão com de essa religião não é uma religião eh da da ordem da idade da pessoa que vai lá buscar eh apenas a gratificação dentro da sua inconsciência como vítima do mundo que quer um apoio sem uma transformação de consciência então a individuação requer essa inteireza do indivíduo requer essa responsabilidade de cada um de nós Aonde a religiosidade a religião além do religar dessa dessa comunhão com o divino quer di quer também dizer o religere né Tem duas noções de religião religar que é o resgate né dessa conexão com o Divino com o Cosmo essa religação com com Deus e o religere que quer dizer uma atitude cuidadosa para com a vida então não há religiosidade sem esse compromisso com a experiência Luminosa que impli Esse reconhecimento de valor que que o Daniel tava colocando esse valor de alma né então na medida que tudo se torna sagrado onde a PR divina se manifesta em todas as coisas e tem um valor de alma o sentido para minha existência eu racr realizo a vida a vida torna Sagrada e a
lma né então na medida que tudo se torna sagrado onde a PR divina se manifesta em todas as coisas e tem um valor de alma o sentido para minha existência eu racr realizo a vida a vida torna Sagrada e a minha atitude tem uma atitude não só de gratidão não só de reconhecimento Mas é uma atitude de cuidado para comigo e para com a vida essa Aude cuidadosa que me compromete como agente não só transformador de mim mesmo mas como cooperador também eh como alguém que vai colaborar com toda a dinâmica que envolve a minha vida o planeta e o universo dessa relação onde a lei do amor nos convoca para a cooperação onde estamos todos nós interrelacionados e de uma certa maneira o que me afeta afeta o mundo e o que afeta o mundo também vai me afetar e nesse compromisso né amoroso eu vou justamente eh fazer essa promoção moral porque a religião que não promove o indivíduo moralmente tem alguma coisa errada ou naquela religião ou na atitude da pessoa que não tá sabendo usar então o os recursos que a religião pode oferecer eh incrível né o Jung colocar essa questão da da da da sacralidade da nossa existência né e dessa busca de sentido eu achei uma uma frase muito interessante né o Jung dizia que a pergunta decisiva pro ser humano era essa tens o infinito como referência Esse é o critério da tua vida quando alguém entende sente que tá conectado ao ilimitado nessa vida modificam-se os seus seus desejos e as suas atitudes no final das contas só valemos algo por causa do Essencial e quando não se tem isso a vida foi desperdiçado n então Eh que que que profundo isso né o sentido da nossa existência e e quanto sofrimento a gente tem porque não consegue entender isso né né a gente fica preso daí em valores né em em padrões eh coletivos que a gente vai herdando que são padrões da nossa sociedade nesse momento né sofro porque não alcanço aquilo que se diz que é um sucesso dando né um exemplo eh e e não percebo o sentido da minha vida né E aí sim a gente não não não não não sacraliza a vida né E aí vai gerando
sofro porque não alcanço aquilo que se diz que é um sucesso dando né um exemplo eh e e não percebo o sentido da minha vida né E aí sim a gente não não não não não sacraliza a vida né E aí vai gerando cada vez mais mecanismos de defesa para dar conta desse sofrimento e vai cada vez eh sofrendo mais né porque não consegue aprofundar né então aqui a gente tá falando de profundidade isso demanda Sim essa conexão com essa Instância religiosa esses momentos de oração de reflexão de dar espaço na nossa vida para esse mundo interior né então isso é é muito sério a gente tá vivendo muito isso hoje né da da falta de sacralidade das coisas mesmo e essa essa experiência né da do de de ter essa conexão com Deus a partir da dessa própria essa experiência do atrito né com a dor né ou o próprio mestre né fez essa eleição né para trazer a mensagem do Evangelho Ele Escolheu né essa ess no seu nível de consciência mais elevado descer at Até nós trazer fazer-se luz do do mundo né entrar em contato conosco Ah com essa sombra né profunda que que estagiária humana na terra e que devolveu né para para o mestre a o madeiro né a cruz como uma AB reação a proposta dele de auto iluminação Ah mostra a necessidade do os níveis de consciência mais elevados que esse sofrimento passa a ser uma escolha né ele passa a ser uma uma uma relação ah eh de uma expressão de um amor profundo né ela vai colocar aí como essa visão né que ela que ela traz né do sofrimento ã e que os níveis de consciência né mais de sono Ah vão a Gerar o conceito né o conceito da das religiões ancestrais ah de um Sofrimento Eterno né o sof aquela percepção psicológica né quando a gente tá dormindo de que é um sofrimento que nunca vai acabar né E ela coloca que é o sofrimento por natureza ele é transitório mas que a criatura enquanto dorme para essa realidade não tem uma relação ativa através do sonho da imaginação da experiência religiosa ela cria uma percepção e de eternidade dessa dor como um processo de estagnação sem transformação imediata A partir dessa
tem uma relação ativa através do sonho da imaginação da experiência religiosa ela cria uma percepção e de eternidade dessa dor como um processo de estagnação sem transformação imediata A partir dessa experiência né a partir do sintoma seja ele físico seja ele psicológico né O que vai ah eh distorcer a experiência da Consciência em relação ao sofrimento Tirando esse caráter transitório da dor como um processo de transformação dando uma característica Infernal Ah e e eterna né paraas dores que nos acometem né então o nível de consciência que filtra a dor de maneira ativa ele e sempre caminha na direção desse processo de transformação até que Alcancemos nessa expressão Mais Sublime né da dor como escolha né como foi no caso de Jesus né uma dor que que é uma eleição não é para resgatar não é para espiar mas uma dor de Entrega Total de si mesmo paraa evolução de outros indivíduos Daniel me lembra que no último eh capítulo do livro de Jó né no final diz Deus deu tudo em dobro ao A Jó né então no final ele foi recompensado né E aí ele conta que daí Ele viveu 140 anos ele teve muitos filhos então achei bonita essa essa metáfora né de que o sofrimento então ele ele não é eterno como tu tá dizendo ali né ele tem né na medida que há maturidade a gente consegue perceber o sentido daí né E aí vem a recompensa né que é o Encontro com Deus e isso eh eh nos leva a a o sentido a compreender né aquela a frase de Joana aqui no capítulo 14 que ela falou o sofrimento está muito relacionado com o processo espiritual ISO que estão falando eh eh sustenta né essa afirmação da benfeitora essa relação do sofrimento com o processo espiritual comform A maturidade espiritual conforme a compreensão que nós temos conforme Essa visão da realidade né vai nos dando maior ou menor recurso para lidar com as dificuldades de sofrimento e aí a ela fala da da contribuição do espiritismo em isso né dois dois elementos muito importantes que cita aqui que um é a visão da imortalidade né que essa visão realmente
dificuldades de sofrimento e aí a ela fala da da contribuição do espiritismo em isso né dois dois elementos muito importantes que cita aqui que um é a visão da imortalidade né que essa visão realmente rompe o vé eh da inconsciência dos hes e nos dá uma uma dimensão mais profunda da existência naquilo que é essencial mesmo aquilo que é verdadeiro e aquilo que não é transitório e é e outro ponto que ela traz que é de grande importância na compreensão do sofrimento e superação do mesmo é a ideia da reencarnação então na M gente vai compreendendo a lei de causa efeito na medida que a gente vai compreendendo que essa essa realidade é transitória e que de uma certa maneira é o exercício dessa dimensão mais profunda que é o espírito desse espírito que é imortal e que a vida nos env então do que é transitório e imediatista nós vamos poder ter mais recurso de lidar com a nossa realidade porque muito do sofrimento não tá muitas vezes pela dificuldade ou não que a vida nos oferece por uma doença por uma situação limite da atitude interna de cada um de nós como a gente ven trazendo ao longo do estudo né desse livro maravilhoso Plenitude né o quanto a nossa atitude a lente que a gente Us US para ver a vida ela nos compromete para poder perceber Essa realidade de um jeito mais favorável ou menos favorável então A grande questão que eu trago aqui eh no final do livro é qual é a lente que permeia a nossa relação com o mundo seha lente é Cor de Rosa eu vou enxergar o mundo de como se fos cor de rosa se a minha lente for verde o mundo mundo vai se apresentar de maneira Verde então a resposta e a forma como o mundo se apresenta depende muito dessa desse nível de compreensão de maturidade psicológica espiritual de cada um de nós eh e também eu fiquei pensando Gelson nisso é por isso que a gente tem que ter muito cuidado eh para não julgar né o a a experiência que cada um tá tendo porque se se o sofrimento tem a ver com o nosso processo espiritual o que para mim pode ser uma coisa muito difícil
m que ter muito cuidado eh para não julgar né o a a experiência que cada um tá tendo porque se se o sofrimento tem a ver com o nosso processo espiritual o que para mim pode ser uma coisa muito difícil traumática pro outro pode não ser porque isso tem a ver também daí com a experiência daquele espírito né por isso que ela menciona ali que uns vão suportar muito uma dor física outros não vão suportar outros vão suportar com mais envergadura uma dor moral Então se a gente trouxer essa lente né da da da reencarnação de que cada um de nós tá passando por um processo evolutivo único né então não nos cabe julgar o outro né Porque a gente tá nós estamos cada um vivendo as experiências que são necessárias pro nosso espírito né E realmente quando a gente já consegue acolher no nosso coração eh essa possibilidade de que somos espíritos Imortais eh realmente fica muito mais fácil de lidar com o sofrimento né porque se a lente com que eu vejo o mundo é só a partir do meu nascimento aqui e eu não veja S fica muito difícil mesmo de entender eh o que aparentemente são injustiças né então mas também devemos entender que cada espírito tá no seu tempo né de na sua necessidade evolutiva né temos aí então dois fatores que a Joana coloca como fundamentais né para fechar esse livro aqui que ela que um é o o autoconhecimento e o outro é a compreensão espiritual o autoconhecimento através desses dois métodos que ela referiu do Jung que a imaginação e o sonho como esse processo de diálogo de percepção de se abrir pro nosso mundo interno nesse movimento de autodescoberta e desvelando as várias partes do nosso ser reconhecendo as questões emocionais e espirituais que estão ali envolvidas na nossa forma de sofrer de lidar com a vida e o segundo a compreensão espiritual essa compreensão da realidade Imortal da Alma da reencarnação das leis naturais que regem a nossa vida e na medida que compreende espiritualmente essa realidade a gente vai ter muito mais capacidade de uma análise profunda criteriosa e proveitosas em favor da
ão das leis naturais que regem a nossa vida e na medida que compreende espiritualmente essa realidade a gente vai ter muito mais capacidade de uma análise profunda criteriosa e proveitosas em favor da nossa evolução Então são dois elementos aqui que realmente eh Joana nos nos oferece que essa religiosidade essa religião seja o caminho de uma nova consciência o caminho da nossa compreensão que o pai é de amor né E que se há sofrimento é porque há recurso dentro de nós para superar as dificuldades a inteligência a respostas eh espirituais que vão sendo despertadas lapidando também a minha alma para que eu possa cada vez mais encontrar assim como argila no fogo sendo temperado pela vida e encontrando a minha resiliência a minha força a minha capacidade de resistência e superação de dessa realidade transitória é e eu acho que não podemos esquecer né assim como ela diz que a gente deve procurar assistência médica diante do sofrimento físico a assistência né das ciências psíquicas a gente tem conforme a Joana diz o maior psicoterapeuta sempre conosco né que é Jesus Então acho que isso é uma coisa que a gente não deve eh esquecer e se lembrar sempre né Muito bem gente e e finalizando o capítulo o Daniel já fez um um comentário uma menção no final do capítulo sobre essa esse essa recuperação do equilíbrio energético né mas não esquecer que o nosso destino É A iluminação é a Plenitude que o pai nos reserva né Essa saúde integral ou seja isso é justamente o nosso destino Nossa a individuação como o me coloca a Plenitude dessa integralidade do nosso ser na compreensão e na na capacidade de chegar em algum momento como eh Disse Jesus né eu o pai somos um só né e chegar nesse estado de bem-aventurança de alegria e de comunhão permanente com a mente e com amor divino que nos atravessa a cada momento mas que a gente ainda não consegue assimilar e viver a partir de nós mesmos alguém quer finalizar o alguma questão do que fica para vocês algum elemento a mais que vocês gostaria de trazer para fecharmos então o
ente ainda não consegue assimilar e viver a partir de nós mesmos alguém quer finalizar o alguma questão do que fica para vocês algum elemento a mais que vocês gostaria de trazer para fecharmos então o capítulo o estudo do livro Ah eu acho que a no num numa síntese né a respeito da questão do sofrimento a Joana nos mostra que quando o sofrimento nos bate à porta é uma oportunidade de reflexion armos a vida né a nossa vida e a partir dessa dessa realidade que se nos apresenta que vai nos exigir os esforços da alma é uma oportunidade recuperarmos né a a saúde moral né que algum momento foi perdida em termos reencarnatório Mas acima de tudo de gerar a transformação né que necessitamos ah para gerar uma conexão como Gelson nos trouxe né e fazer uma nova consciência né a fazer tornar o sofrimento uma oportunidade de descobrir a si mesmo e de tornar-se a si mesmo Enquanto ser Divino né ela coloca aqui eu acho que talvez por isso né Daniel que num livro que ela fala do sofrimento em todos os capítulos ela denominou Plenitude né Que bonito isso né o livro dedicado a entender ela denominou Plenitude é bem né Chama Plenitude então de uma certa maneira o caminho do sofrimento também é o caminho paraar ação e chegar à nossa Plenitude então finalizamos assim eh o Capítulo e o livro né a gente vai começar com o volume qu da série psicológica que é momentos de saúde de consciência Então já vão preparando a leitura de mais um livro da psicológica livros que nos Encantam livros que nos ajudam essa caminhada na busca da nossaa plenitude do autoconhecimento da nossa transformação interna um grande abraço a todos Obrigado Marluce Obrigado Daniel por esse momento
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