T3:E1 • Plenitude • Sofrimento

Mansão do Caminho 24/01/2025 (há 1 ano) 59:43 1,129 visualizações

No primeiro episódio desta série de estudos, Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Arismar Léon analisam o primeiro capítulo da obra "Plenitude", no qual Joanna de Ângelis se ocupa da questão do sofrimento, tema central deste livro. Nesta primeira etapa, os estudiosos atendem à provocação que a mentora traz no sentido de ampliar a nossa visão sobre a filosofia pessimista, em que ela critica o fato de que sempre tendemos a ver o mundo pela ótica mais negativa. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #Plenitude #Sofrimento

Transcrição

meus amigos bem-vindo a mais um encontro do estudo da série psicológica Joana De Angeles e neste momento estamos começando mais um livro p o terceiro livro Plenitude com muita alegria no coração aqui junto com Guadalupe e arimar para dar início a mais uma obra Ante da benfeitora Então hoje estamos estamos estudando o capítulo um também passando um pouquinho pela introdução do livro Plenitude um livro que eh Joana vai se ocupar diretamente da questão do sofrimento então o sofrimento é o tema central dessa obra né onde ela vai passear para por referências importantes né como a própria noção que o do budismo que é uma filosofia que se ocupa diretamente Também com esse tema eh colaborando com aquilo que Kardec vai eh também trazer e a contribuição dela a partir do entendimento profundo que a benfeitora tem trazendo então a visão espírita desse tema né Eh ampliando a visão budista Cristã dessa realidade que é uma realidade presente em todos nós né Não só na questão humana né mas também a dor como um elemento arquetípico da realidade que envolve a dinâmica da vida a gente vê assim os animaizinhos também né que sofre tem dor né e que não tem Karma mas que estão ali também pagando um preço da sua existência então de uma certa maneira realmente a questão do sofrimento é um tema instigante básico fundamental né E E aonde ela vai realmente provocar nós leitores a começar a refletir ampliando assim a nossa visão até para sair dessa perspectiva que ela critica né No início da obra na introdução que essa visão eh negativa né dessa filosofia mais pessimista aonde tende a ver o mundo apenas como sofrimento ou ver o sofrimento de uma ótica negativa Então eu queria dar a boas-vindas a todos que nos assistem e a Guadalupe e orismar provocando eles aqui que estão debatendo com a gente esse capítulo como é que eles vem essa proposta da Joana diante como é que vocês percebem a ideia de se livro chamado Plenitude Primeiro as senhoras viu gadal tá bem Obrigada pela gentileza eh é um livro muito belo como né como

es vem essa proposta da Joana diante como é que vocês percebem a ideia de se livro chamado Plenitude Primeiro as senhoras viu gadal tá bem Obrigada pela gentileza eh é um livro muito belo como né como todos como Gelson também já pontuou e e ela nos traz com essa novamente essa questão eh do conhece a ti mesmo a questão de que a como se vive o sofrimento e e a busca da plenitude passa por esse autoconhecimento e ela traz já já no início que o sofrimento ele parte essa vivência do sofrimento do desconhecimento de si mesmo e nos chama a esse trabalho interno então eh a partir daí e questões que a gente vai nos Capítulos depois ir elaborando maior melhor né Eh ela tem essa nos põe muito à vista essa questão da permanência e da impermanência do que que é permanente e do que que é impermanente nos convida a revisitar esses valores a ver como é que nós estamos vivendo e e se de fato nós estamos colocando o nosso próprio valor a nossa energia no que é adequado né e não naqueles valores impermanentes que trazem também esse sofrimento e ela daí já começa falando um pouco disso em outras palavras quando Traz essa essa crítica A forma como eh no mundo pós-moderno às vezes eh se entende isso e depois e algo que também gostaria de já introduzir eh que ela Traz Ela traz questão do espírito e matéria e e a questão do apego né que vai permear toda a obra dela e o quanto é importante a gente entender o que que isso significa do ponto de vista vivencial porque eh Senão nós acabamos ficando nessa vivência eh materialista e de posse não necessariamente da posse de um objeto enquanto eh material carro uma casa mas eh do objeto como até as pessoas Então acho de extrema importância esse livro para que a gente entenda a e se coloque de novo né como espíritos Imortais pra gente pra gente eh eh olhar a todo momento e se perceber nesse lugar onde nós somos espíritos e devemos colocar o nosso valor naquilo que é adequado sem eh deixar de viver no mundo não negando o mundo a terra né é e eu eu acho dentro que a a guardalupe

eber nesse lugar onde nós somos espíritos e devemos colocar o nosso valor naquilo que é adequado sem eh deixar de viver no mundo não negando o mundo a terra né é e eu eu acho dentro que a a guardalupe tá colocando eu vou adentrar continuar o as colocações mas partindo de de alguns diálogos que eu tenho com amigos não espíritas e eles chegam para mim com a liberdade que a gente tem alguns amigos de infância falam Olha seu espiritismo é muito estranho primeiro que vocês falam de morte o tempo todo e segundo que vocês procuram sofrimento demais como se sofrer fosse um elemento importante como se sofrer fosse a salvação né E aí eh eu eu eu sempre conversando com eles tento dar essa imagem que a doutrina espírita nos traz como a Guadalupe colocou de uma ampliação do mundo natural que nós estamos inseridos e que nós espíritos viajores estamos seridos né porque o espiritismo ele nos traz uma conotação teleológica à vida a vida ela passa a ter um significado e um significado profundo né Nós estamos fadados e essa única Fatalidade a nossa felicidade e essa Fatalidade para acontecer ela requer a uma série de dinâmicas que ocorrem por diversas vidas no processo reencarnatório em que dentro dessa dinâmica o sofrimento ele é fundamental para que possamos alcançar essa essa felicidade essa Plenitude essa paz e então Eh o espiritismo ele vem juntamente com a essa obra tão bela eu acho uma das mais belas da coleção porque ela nos dá a capacidade de ressignificarmos o sofrimento dentro dessa estrutura que o espiritismo das vidas sucessivas da evolução nos traz e da Felicidade como a a uma uma fatalidade ele ela vai essa obra vai nos dar vai nos capacitar a olhar o sofrimento não no sentido de entendê-lo para escaparmos dele mas ressignificá-lo adotando como uma ferramenta pedagógica da Alma uma maneira de eh entendermos que a vida oferece e o seu Criador recursos pedagógicos autoc corretivos que permitem porque fomos criados simples ignorantes né permitem que n Nossas escolhas no processo do

maneira de eh entendermos que a vida oferece e o seu Criador recursos pedagógicos autoc corretivos que permitem porque fomos criados simples ignorantes né permitem que n Nossas escolhas no processo do livre arbítrio nós tenhamos um processo de autocorreção em direção a essa finalidade maior da plenitude e da Felicidade nós vamos ter oportunidade de de falarmos um pouquinho mais sobre isso tudo mas eu é um resumo Como eu vejo a importância desse livro não é ressignificar o sofrimento para escaparmos do sofrimento é ressignificar o sofrimento Para vivermos com o sofrimento de uma forma vamos dizer harmônica em harmonia com a natural é interessante tudo isso porque justamente no início do capítulo ela vai trazer a questão da dor primeiro e não é por acaso porque é uma diferença né entre dor e sofrimento né e o a dor e depois ela vai na em outras obras dela trazer também a questão do medo o a dor e o medo como dois fatores arquetípicos duas engrenagens fundamentais no despertar da nossa consciência né com elementos que vão mobilizar As forças internas né e e e de uma maneira despertar consciência nesse espírito que tá fazendo sua caminhada evolutiva então e ela diz então que que que que o movimento do homem né do indivíduo Vem vindo numa batalha para se eximir da dor então a dor desacomoda a dor provoca tooca inteligência a dor mexe com a nossa sensibilidade a dor faz a gente pensar no nosso limite a dor faz com a gente seja desafiado a uma série de coisas então a dor assim como o medo né aqui a gente tá focando e em a a dor em si ela é realmente um elemento eh fundamental no processo desse despertar e da mobilização dos recursos anímicos eh eh que a alma tem para poder de al umaa maneira eh criar o ser existencial né então eu diria que a dor é um chamado existencial né e a benfeitora Deixa claro isso né só que eh nessa primeira fase da humanidade é uma fase onde o homem é muito concreto muito literal e muito assustado com a vida ainda pouco reflexivo pouco profundo e

a benfeitora Deixa claro isso né só que eh nessa primeira fase da humanidade é uma fase onde o homem é muito concreto muito literal e muito assustado com a vida ainda pouco reflexivo pouco profundo e então ele quer fugir da dor O que é controlar a dor e aí começa todo esse processo que é a questão do sofrimento né então a dor é a experiência daquilo que causa algum tipo de imposição de limitação constrangimento e sofrimento mas o sofrimento é a subjetividade de como a gente vive a dor e aí eh a Joana faz essa diferença né de que esse sofrimento depende então da sensibilidade de cada um né Isso é isso que o Oris tá falando então de uma certa maneira a gente vai compreendendo né a realidade a nossa forma de compreender a dor e de sofrer e de entender o sofrimento vai ganhando um outro Matiz né um Matiz muito mais eh eh elevado com toda a riqueza e sutileza que envolve essa grande questão que permeia a nossa vida né então tem essa essa essa diferença né entre E aí tem uma segunda questão que ela coloca que eu não sei se querem trazer alguma coisa em cima disso que é que que a dor não é punição daí então né a gente tem de ver a dor como punição como castigo e ela diz assim a dor porém não é uma punição antes revela-se um excelente mecanismo da vida a serviço da própria vida Então isso é uma questão bem importante porque essa visão de punição de castigo é uma construção subjetiva Nossa de como a gente entende e elabora a dor né E aí vai criando fantasias e e mecanismo em nome dessa subjetivação da dor que é a forma de sofrimento e até se a gente traz pro corpo físico para fazer uma analogia e e não só uma analogia porque essas questões muitas vezes passam realmente pelo corpo físico o quanto a dor é proteção e a gente não percebe eh se tem É muito raro se ter essa doença da insensibilidade à dor da da analgesia congênita é muito muito raro mas quando se tem São pessoas que que não conseguem atingir uma idade eh muito longeva né é justamente porque elas eh não não tem

da insensibilidade à dor da da analgesia congênita é muito muito raro mas quando se tem São pessoas que que não conseguem atingir uma idade eh muito longeva né é justamente porque elas eh não não tem não sabem o que tá acontecendo com o corpo delas elas não têm aquele mecanismo que avisa Olha tu vai te queimar eh até a questão da temperatura elas não sentem frio não sentem calor Então como essa analogia com essa com essa doença que apesar de Rara né Ela traz muito a questão aqui da dor para nós o quanto a dor protege o quanto a gente através da dor não só vai criando os calos e se lapidando e e se reconhecendo e aprendendo a enfrentar as questões que a vida nos traz cada um no seu tempo mas o quanto ela ela ela não cerceia a nossa liberdade eh como a gente sente na verdade ela nos protege de de equívocos maiores então sempre a vida eh eh está em favor do amor está em favor da evolução está em favor dessa busca da plenitude que é o que o livro nos traz e e a gente tem esses olhos eh do Ego e e materialista esquecendo da nossa imortalidade e vê a dor como né o gesson tá trazendo como a gente tá trazendo aqui como como punição como castigo na na nossa inconsciência da da perfeição Divina que até a dor tá a nosso favor então isso eu acho muito muito bonito né como é que a gente não percebe o que que seria de nós se nós saíssemos aqui tá vindo uma onda de calor no no Rio Grande do Sul e E se nós saíssemos as criancinhas sem sentir esse calor elas desidratar ou em ondas maiores né Eh então a a própria essas questões pequenas que a gente não percebe a própria temperatura externa nós estamos ali mas estamos sendo protegidos por mecanismos instintivos que que estão em nosso favor como é que a gente não se queima aí quem for né É só concluindo aqui essa essa analogia mas essa eh essas pessoas que não sentem dor elas eh mordem mordem língua perdem pedaços do corpo é algo realmente porque não sentem né não sentem e e o quanto o sentir é é uma dádiva a aí a questão passa por isso que a gente tá trazendo

tem dor elas eh mordem mordem língua perdem pedaços do corpo é algo realmente porque não sentem né não sentem e e o quanto o sentir é é uma dádiva a aí a questão passa por isso que a gente tá trazendo aqui de como é que a gente vai experienciar né Essa dor e daí Sim a gente vai entender eh a partir da da da elaboração disso o sofrimento que que ajuda né e não vamos ficar naquele sofrimento de lamentação e e que só eh nos atrasa Apesar de que uma hora ou outra nós né chegaremos a ao nosso destino mas olha eu acho assim eh sim Esse aspecto né então a gente seguindo Guadalupe Podemos dizer que a dor é traz uma mensagem de que algo alguma coisa está errada né então a dor física por exemplo é um exemplo bem bem bem claro disso né eu Enquanto você falava lembrava aqui do paciente com pé diabético né que perde a sua sensibilidade eh do da planta do pé e vai lesar seu pé por falta de irrigação né sangu Realmente a dor ela é um aviso de que algo está errado mas eu fico imaginando a mente daqueles que ainda não despertar para a imortalidade da Alma que vive esse paradigma materialista né do homem essa esse ser que vive do do beça ao túmulo como é que ele vê o sofrimento porque se a gente for restringir a uma vida só o sofrimento passa a ser algo natural como a a a nós sabemos né Joana a benfeitora ressalta muito bem isso na introdução como fazendo parte da nossa vivência uma algo inevitável não podemos escapar né como nós já ressaltamos também mas Vamos tentar nos colocar na posição desses irmãozinhos que não conseguem enxergar imortalidade Hoje eu tava lendo sobre alguns títulos né não espíritas e uma revista latinoamericana de Psicologia fundamental coloca que a dor física indica sempre um desequilíbrio como a a a gual tá colocando alguma coisa que não vai bem e é muito indicado tomar medidas para combatê-la para eliminar sua causa o sofrimento a pessoa que continua no artigo o sofrimento não é absolutamente sinal de desequilíbrio Não há nada de anormal nele ele faz entre aspas normalmente

para combatê-la para eliminar sua causa o sofrimento a pessoa que continua no artigo o sofrimento não é absolutamente sinal de desequilíbrio Não há nada de anormal nele ele faz entre aspas normalmente parte de nossa existência Olha que coisa interessante Porque nessa visão materialista nessa visão sem uma finalidade da vida o sofrimento passa a ser algo que nós devemos simplesmente refutar esconder escamotear extinguir porque ele não passa a ter finalidade alguma Então o que o autor Nesse artigo tá de cima embaixo coloca falou ó meu amigo o sofrimento é inevitável você vai passar por ele então tente lidar bem com ele e simples assim não tem outra outra Não tem escapatória agora para nós que somos espíritas e nós vamos adentrar a já adentrando o primeiro Capítulo Gelson vai nos conduzindo aí mas que não temos Essa visão do imediatismo né que o imediatismo ela coloca como impecílio a termos Essa visão mais Ampla do sofrimento então nós que vivemos a realidade do Espírito a dor ela passa a ser na realidade um convite como nós vamos ver né Então nesse sentido ela é um convite de pararmos e olharmos para nós mesmos ela vai nos obrigar a isso o indivíduo que sofre o indivíduo que está no sofrimento ele é obrigado ele é convidado a olhar para si próprio é é isso interessante né arismar que realmente sofrer ser afetado né que quando agora falou que a gente não sente dor tu não é afetado pela situação mas isso te põe em perigo então o sofrimento é é a experiência de como tu vive eh estar a ser afetado por uma situação né x ou y e aí a a Joana vai colocar em cima dessa questão já que o sofrimento ele é inerente né E não tem como ser evitado já que a gente tá numa relação de afetamento né a gente afeta a vida e e e é afetado por ela de uma certa maneira né então a vida vai nos afetar e dentro desse mundo de afetamento de sermos mobilizados pelo outro pela natureza pelas circunstâncias vai ter coisas agradáveis e desagradáveis a gente vai ter que aprender a lidar com isso esse sofrimento

ro desse mundo de afetamento de sermos mobilizados pelo outro pela natureza pelas circunstâncias vai ter coisas agradáveis e desagradáveis a gente vai ter que aprender a lidar com isso esse sofrimento eh a joa vai colocar enquanto daí não o estado de ser afetado mas a resposta psicológica que a gente tem daí sim começa a virar um problema porque o coloca daí se a pessoa não tem uma visão eh espiritual da realidade onde não tem a crença da imortalidade e a realidade é apenas uma vida pautada nessa dimensão física a questão do sentido se perde e isso já torna a compreensão da realidade muito mais limitada e E aí as coisas como nos afetam começa a ter uma dimensão mais incompreensível eh de outra maneira além de da questão do significado tem a questão que Jona coloca que que que eu citei antes da sensibilidade o nível de consciência de cada um né então Eh cada espírito tem uma certa consciência cada um tem uma certa sensibilidade de viver como as coisas afeta então a gente pode dizer que vai ter cada vai ter um estilo de Sofrimento assim como a gente tem um estilo de adoecimento né E que alguns F você pela fobia pela pela pela histeria psicológicos são fala de formas de adoecer forma de adoecer então tem formas e estilo de sofrimento e aí Joana vai ser muito categórica que ela falar que esse processo degenerativo ou de aflição né Eh eh tá tá ligado a à própria dimensão do Espírito você já diz que que o espírito é responsável seja consciente ou não para por essa dinâmica ligado ao sofrimento e aí ela vai trazer uma uma uma proposta né uma afirmação bombástica dizer então o sofrimento portanto pode e deve ser considerado uma doença da Alma qual é a diferença disso com essa informação da Psicologia fundamental quando o arismar coloca que o sofrimento é normal né se a dor é mal fala de algo que tá em desequilíbrio que é um alarme que tá suando que alguma coisa vai mal e o sofrimento já não é qual é a diferença então entre essa dimensão da existência da vida onde o sofrimento é

la de algo que tá em desequilíbrio que é um alarme que tá suando que alguma coisa vai mal e o sofrimento já não é qual é a diferença então entre essa dimensão da existência da vida onde o sofrimento é inerente à nossa condição e essa ideia de Sofrimento que a que a que a benfeitora coloca onde o o sofrimento pode el Diz ela pode pode e deve ser considerado uma doença da Alma então a gente vê aí que quando ela começa a trazer o sofrimento como uma doença da Alma O que tá em jogo realmente é a postura existencial né de como a gente sofre se se a vida não tem significado se de compreender a realidade Você não tem como entender e assimilar aquela experiência de uma maneira favorável então eu vou ter uma postura eh limitada Uma postura mais difícil que faz com que eu tenha um sofrimento talvez exagerado então A grande questão que a gente se pergunta não é se eu tô sofrendo ou não mas como eu tô sofrendo e ent sofrimento então quando eu disse ai meu Deus por que Deus me coloca isso no caminho porque é tão difícil e terrível viver essa situação mas será que a situação é difícil e terrível ou é R difícil porque eu me falta habilidade me falta recurso me falta compreensão né naquilo que que ol colocava da questão do significado que tá por trás de cada experiência Então nesse momento começa então surgir realmente que a o sofrimento é uma opção existencial né então a cada um vai sofrer de maneira diferente cada um vai vai ter um estilo de sofrimento e uma forma de lidar com a vida vida que é inerente a a esse jeito de ser afetado pela existência e a resposta em relação a isso né E aí que começa todas as complicações inerente à experiência emocional do sofrimento e Anes passar para você Guadalupe Olha ela coloca Gelson uma ela faz uma colocação muito interessante com tudo isso que você tá colocando que ela diz fugir escamotear anestesiar o sofrimento são MT ineficazes mecanismos de alienação que postergam a realidade postergar a realidade porque realmente o indivíduo não tá tendo essa noção da

o que ela diz fugir escamotear anestesiar o sofrimento são MT ineficazes mecanismos de alienação que postergam a realidade postergar a realidade porque realmente o indivíduo não tá tendo essa noção da realidade né somando-se Sempre com a sobrecarga das complicações decorrentes do tempo perdido pelo contrário uma atitude corajosa de examiná-lo e enfrentá-lo representa valioso recurso de com efeito terapêutico propiciador da de paz então eu acho muito importante associado a essa fala sua gson é de entendermos que o sofrimento é portanto esse elemento que nos convida a ao autoexame simal eu tava tava ouvindo fazer essa colocação de que da nossa postura frente ao ao sofrimento e lembrando de pontuar que claro que o que a gente sente como sofrimento são justamente aquelas aquelas lutas como a Joana também traz luta como algo positivo justamente aquilo que é difícil para nós enfrentarmos né porque vem da da Necessidade que a gente tem de evoluir mas eh eu entendo que também faz parte é justamente essa eh humildade esse comprometimento com o processo encarnatório reencarnatório de começar então assumindo olhando para isso e e não colocando a culpa no mundo ou na doença mas percebendo Tá difícil eu tô vendo que eu tô sem recursos mas o pai me diz que eu posso Deus tá me sustentando nisso eu tenho a mensagem da imortalidade e de que tudo vem em meu favor então o que que posso fazer né Sempre existe algo que se possa fazer e e claro que que as lutas que vão ser difíceis para mim vão ser fáceis para outros e assim por diante porque é o que a gente precisa e então Eh essa questão que ela Traz logo a seguir da da resignação dinâmica que Acho interessante a gente também abordar um pouco eh me vem muito ao encontro do que a gente tá falando né então eu eu vou aceitar esse problema mas sempre com uma atitude corajosa comprometida eh mas sempre existe uma saída né quando a gente se eh Se entrega a a questão de que somos espíritos Imortais a gente perde aquela Fatalidade de uma vida eh

empre com uma atitude corajosa comprometida eh mas sempre existe uma saída né quando a gente se eh Se entrega a a questão de que somos espíritos Imortais a gente perde aquela Fatalidade de uma vida eh de um corpo físico então eu posso me sentir fragilizado eu posso entender que é difícil mas sempre existe uma saída então enfrentar é o início né e e enfrentar com coragem eh com resignação dinâmica mas não colocar no mundo algo que eu preciso fazer né então acho que isso isso também é é importante né sim por isso que ela vai colocar né Guadalupe que que na medida que o ser humano evolui né dier que o sofrimento é é maior nas áreas moral e emocional não físico porque justamente é quando a gente tem mais consciência das coisas porque uma pessoa as pessoas mais embrutecida jo di na faixa mais primitiva da evolução eh o a o desgaste natural né do corpo da Morte né Eh não não não tem uma dimensão tão profunda assim e acabam não tendo assim um uma uma um reflexo maior na vida das pessoas né porque faz parte da natureza mas na medida que a gente vai eh transitando né Por uma faixa mais mais eh eh mais elevada a nossa complexidade humana aumenta né o nosso questionamento o nosso pulsar enquanto um ser pensante que deseja que tem medo que que que que se que tem apego que começa a botar valor nas coisas então toda essa complexidade que vem junto dentro dessa dimensão moral e emocional torna justamente mais complexo cada vez mais essas questões todas Aonde a dimensão do sofrimento vai começar a tomar essa eh essa proporção mais profunda e e e provocadora do ponto de vista do que ele mobiliza em cada um de nós e por isso que ela vai também trazer assim que é que é a sensibilidade emocional que filtra a dor e a existência então nós temos um filtro né esse filtro é justamente o sentimento é Nossa Sentimento emocional então de uma de certa maneira todo o processo desse afetamento pela vida Envolve o quê uma resposta que que e essa resposta é resultado de uma uma interpretação de uma compreensão que eu

nto emocional então de uma de certa maneira todo o processo desse afetamento pela vida Envolve o quê uma resposta que que e essa resposta é resultado de uma uma interpretação de uma compreensão que eu tenho em relação ao ao próprio processo tanto externo e interno aquilo que como é que eu me percebo e como é que eu vejo a vida e aí filtrados por essa sensibilidade emotiva afetiva eu vou então de uma de certa maneira transitar melhor ou pior diante da da das realidades que a vida impõe seja elas essas duras difíceis desafiadoras eh eh penosas eh dolorosas agudas e que e aí Que você estão trazendo essa questão importante né que que frente a tudo isso J fala de três posturas né de três aspectos básicos né eh atitude S sofrimento que é essa questão que o arismar colocou que é fugir né escamotear negar e evitar e com uma forma de querer controlar e paralisar a vida né Eh e a e a última que a que a que a que a guardalupe colocou que é resignação a dinâmica né que é é tu poder estar resignado mas não acomodado aceitar mas não uma pessoa derrotista né é uma aceitação ativa de enfrentamento de eh reconhecer a responsabilidade e a tua capacidade que contrapõe tanto a essa fuga que é a primeira postura que ela coloca e contrapõe também a segundo aspecto que ela coloca aqui que é a revolta né as reações de Ira de violência eh rebeldia né ao sofrimento onde a pessoa acha que não merece o ou por não compreender ou não acreditar nela ela se ela se volta contra tudo e a todos culpando E aí vem aquela mágoa aquela rebeldia aquela revolta que também não ajuda nada e e e ajuda fala que isso acaba sendo eh eh um movimento que vai gerar mais desarmonia ainda né e e e e afetar outras áreas eh provocando uma série de distúrbios e maior sofrimento consequentemente também e você falando J me fez lembrar do livro O céu e inferno céu e inferno quando eh Kardec apresenta a narrativa dos Espíritos que desencarnam espíritos medianos felizes e sofredores e ali que o que nos interessa no o sofrimento sofredores

ivro O céu e inferno céu e inferno quando eh Kardec apresenta a narrativa dos Espíritos que desencarnam espíritos medianos felizes e sofredores e ali que o que nos interessa no o sofrimento sofredores há um denominador comum para o sofrimento no caso aí o sofrimento moral né nós já sabemos que é o maior é o mais significativo que é o não comprimento de uma aceitação de uma lei natural de uma lei moral que é a lei de servir porque Joana vai nos conduzir já lá depois dessa dessa colocação de dessa resignação ativa ela vai nos direcionando dizendo que aonde há o amor não há sofrimento e Se nós formos imaginar E já conversamos eu eu particularmente já falei já fui já fiz essa essa afirmação em para trás né nos nossos encontros e aonde há amor não há egoísmo portanto Só existe sofrimento aonde há egoísmo quando a alma resolve servir a si própria ela sofre ela está em desequilíbrio com a lei natural o céu e inferno traz isso a única moeda que tem valor no plano espiritual é o servir incondicionalmente servir ao próximo servir ao meio servir a natureza servir ao planeta de uma forma Incondicional E aí a gente cai nesta questão da da da resignação ativa dinâmica né que ela coloca de entendermos o sofrimento não como ah tudo bem é algo inevitável mesmo eu vou ficar parado aqui e vou deixar a coisa acontecer deixar a vida me levar Não a resignação Ativa é um processo de exame do sofrimento de examinarmos o sofrimento de enfrentá-lo examinando-o mas sem julgamento e isso inevitavelmente é o convite a autoanálise a reflexão então entender o sofrimento é entender que o sofrimento não é fora Ele tá em mim ele está nessa capacidade de eu enxergar o que eu estou vivenciando essa perturbação desagradável e e e me convidar Por que que essa perturbação é desagradável e agora dentro dessa afirmativa que eu tô fazendo ela é desagradável porque eu estou me servindo eu estou servindo ao meu egoísmo ao Meu Reino quando eu sirvo ao Meu Reino eu sofro e quando eu estou preso no meu egoísmo

a afirmativa que eu tô fazendo ela é desagradável porque eu estou me servindo eu estou servindo ao meu egoísmo ao Meu Reino quando eu sirvo ao Meu Reino eu sofro e quando eu estou preso no meu egoísmo eu não vejo perspectivas né não dou chance para mim né porque eu tô fechado numa única opção E aí aquilo que me frustra eh me incomoda e eu não vejo porque eu tô fechado em mim que a vida tá me convidando a outras coisas e por eu não me abrir né eu acabo não encontrando possibilidade novas de felicidade de alegria Ném E aí eu fico nesse sofrimento eh por tá fechado né Por tá surdo por tá inconsciente por não querer participar da vida né porque a vida pede realmente essa abertura pede ess doar-se né E e aí Claro tô cavocando um sofrimento maior né tanto é que ela vai dizer que justamente o sofrimento é um desafio para buscar o equilíbrio mental e moral diante da da dos Desafios que a vida coloca né e e uma das questões que ela coloca justamente é essa o autoconhecimento conhecimento se conhecer ela fala dos dos dos elementos práticos né a meditação a oração né mas que todo esse processo de de oração meditação já é fruto de um processo de autoconhecimento né que tá iluminando a consciência e ajudando ela a buscar esse recurso Então esse esse esse autoconhecimento que vai daí nos eh eh abrir as portas justamente para o amor o amor como convite a a a a superação do sofrimento não é que depois tu não tenha dor né os espíritos de luz sofrem né sofrem por amor eh não é que não tenha dor não é que não tenha limitações não é que não tenha dificuldades mas a forma de encarar a vida é totalmente diferente e por isso que Jesus falou assim que com ele o julgo é leve né quer dizer ele não tá dizendo eu vou tirar de ti o teu julgo o peso das tuas costas eu vou eu vou tirar de ti o fardo que tu carrega não mas comigo esse fardo que tu carrega vai ser o mesmo mas por que o que parece ele vai ficar mais leve e não é porque eu mudei o tamanho do fardo é porque eu te dei capacidade de lidar com a vida de de

mas comigo esse fardo que tu carrega vai ser o mesmo mas por que o que parece ele vai ficar mais leve e não é porque eu mudei o tamanho do fardo é porque eu te dei capacidade de lidar com a vida de de maneira diferentes e isso que é a genialidade aí da da proposta do Jesus e desse caminhada dessa caminhada evolutiva que os espíritos e também a benfeitora nos traz né ela Traz essa questão que que vocês estão pontuando do aprender a servir aprender a perdoar e aprender a amar né em um outro momento e e isso Acho interessante porque eh quando a gente estuda agora aqui sobre o sofrimento e todo esse livro Aprender amar se torna bem importante porque no patamar evolutivo que nós estamos a gente confunde o que é o amor e acaba a partir daí eh nos eh se conectando com o egoísmo né Principalmente Nas questões assim posso citar aqui familiares o que que é o amor a um filho amor a uma mãe a um pai né e e como isso tá ligado a questões de apego e de falta de entendimento dentro do que é o a plenitude do amor então aprender a a quando a gente aprende a amar a gente aprende a perdoar a gente aprende a servir e a gente aprende realmente aquela máxima de de Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo eh como a nós mesmos na questão do autoamor de também voltarmos para nós então só essa frasezinha da Joana aprender a servir perdoar e aprender a amar também nos nos conecta muito com com o livro plenitude e e um outro comentário que eu queria fazer antes de passar para vocês que a gente né já já passou essa parte aqui ela nos chama atenção a a importância da vigilância da oração em relação aos processos obsessivos porque também quando a gente mal entende o que tá acontecendo o que a vida tá nos apresentando e se conecta como um sofrimento sem sentido eh a a abertura para energias desencarnadas se conectarem com isso E e exacerbar essa esse desequilíbrio momentâneo mas importante nosso também é muito importante então a oração ela é primordial aí como sempre porque quando a gente estiver assim se sentindo sem

isso E e exacerbar essa esse desequilíbrio momentâneo mas importante nosso também é muito importante então a oração ela é primordial aí como sempre porque quando a gente estiver assim se sentindo sem forças ou mais eh colocando no mundo a culpa ou sentindo ou vítimas ou al gooses enfim né Cada um dentro daas violências a ação ela tem esse grande imenso poder de nos puxar pro nosso cé Então a gente tem que pedir também né mas pedir com com a alma não não pedir Como aquela criança que que precisa do feijão e arroz mas que é a bala né pedi e obterei então a a oração ela como sempre ela é essencial nessas situações de Sofrimento que que vão ser como como eu acho interessante a gente pontuar apresentar mais difíceis para cada um de nós né mas mais difícil é justamente porque a gente precisa e pode é interessante que ela vai colocar né Justamente que dentro desse processo a dor acaba sendo importante o sofrimento e amor são dois mecanismos da evolução né por isso quando um falta um tem o outro se falta o amor tem a dor tem a dor a dor é a primeira experiência eh cognitivo e sensível da gente enquanto o amor não se tornar um uma realidade em nós né então isso vários autores espirituais vão falar sobre isso né Eh dentro da da da dos livros que a gente tem na codificação e mesmo Kardec e demais obras da da espíritas né da importância da D como uma função fundamental de Equilíbrio na economia da vida né então certa maneira a dor ela baliza ela ela ela ela funciona como esse jogo de equilibração de provocação né que a gente precisa porque a gente não compreende eh né e e a eh e a questão da da da da da compreensão vem vem pelo quê pelo aquilo que o alava colocando não vem pelo amor né então de uma maneira a dor a a ela é anulada pela própria dor ou seja né não é fugindo da dor is falar é o enfrentamento Então em vez de querer ter medo da dor tu vai enfrentar dor encarando a dor né então a própria dor vai ser o mecanismo de enfrentamento é uma é uma dinâmica ass parece que contraditória mas não é contraditória é

z de querer ter medo da dor tu vai enfrentar dor encarando a dor né então a própria dor vai ser o mecanismo de enfrentamento é uma é uma dinâmica ass parece que contraditória mas não é contraditória é um processo que que que é da própria dinâmica da vida né E aí na medida que tu vai através da dor eh despertando Sua sensibilidade um caminho de ascensão humana né tu vai eh percebendo outras outro caminho em nome da Felicidade essa Plenitude que é justamente a O altruísmo que é o capítulo se vai trabalhar renúncia a doação e assim por diante E aí tu vai encontrando novos cursos que é justamente o o amor e por isso que o o arism foi tão enfático eh reforçando a proposta da benfeitora ao que aonde tem um não tem o outra ela é di interdependentes o amor e sofrimento são Mecan de evolução Quando um se afasta o outro se apresenta né então de uma certa maneira a gente pode pensar se quando não há o amor a dor é a solu né gente infelizmente né A dor acaba sendo o elemento que que que nos aguarda para que a gente possa começar a olhar melhor para nós mesmos né E lembrei agora de Joana decusa né na fogueira eh quem é que não olha aquilo como um sofrimento né mas eh olha o sentido e né nós de nós com nossos olhos físicos né mas olha o sentido da aquilo tudo e e a a certeza do que estava acontecendo com ela como um exemplo para nós para que a gente consiga entender né um pouco dessa dinâmica essa questão de dar sentido a dor né de examiná-lo achar um sentido me faz lembrar uma uma biografia de Nelson Mandela em que ele na prisão ele passou 27 anos na prisão ele reflete sobre essa situação ação e ele coloca o seguinte se o sofrimento que estou enfrentando é parte de um plano superior como devo me comportar como devo falar agir e pensar caso Este Lugar a prisão seja algo Divino então é lindo isso porque esse senhor ele passou 27 anos numa prisão eh numa situação de isolamento de grande sofrimento e conseguiu nessa alta nesse alto exame examinar a situação e entender que na vivência que nós temos aqui como

senhor ele passou 27 anos numa prisão eh numa situação de isolamento de grande sofrimento e conseguiu nessa alta nesse alto exame examinar a situação e entender que na vivência que nós temos aqui como criancinhas espirituais nós temos que ter a mão Divina a nos guiar a nos conduzir com mecanismos de até de de autoproteção mesmo de autoajuste né de levarmos à frente esse essa esse propósito do amor é é interessante esse zer do do do Mandela né que a dor realmente obriga o espírito a dobrar-se sobre si mesmo e vai preparando o caminho para as Profundas introspecções e penetrações da Alma né para que a gente possa ir despertando os potenciais latentes desse amor ainda não não não desenvolvido então a gente pode dizer que que é que é que a dor multiplica todas as potencialidades do ser humano mas se eu sou eh fechado pelo meu egoísmo pelo meu orgulho eu encontro o quê ou fuga ou revolta que é justamente os caminhos que que tentam evitar a dor ou controlar ou ou ou não querer compreender a dor mas que acabam impedindo Justamente esse grande choque que nos obriga a sentir os caminhos de libertação né com uma força de valorização e criação dos potenciais anímicos que a gente traz aí que ém o despertar desse amor né então na medida que cada golpe da vida vai lapidando a nossa alma cada golpe vai nos ferindo vai vai despertando né Eh eh alguma coisa no iGo do nosso eu do nosso espírito vai sendo libertado né Parece que vai mutilando a vida e a nós mesmo mas na verdade ela tá rompendo o casulo né da nossa limitação e vai vai nascer né vai crescer e vai se levar essas potências que estão ali adormecido no espírito eh trazendo novos horizontes paraa nossa vida né A a impressão que eu tive ao ler o livro e relendo agora né o convite sofrer conscientemente é esse o convite que Joana nos traz e deixarmos de sofrer inconscientemente porque sofrer nós vamos sofrer agora sofrer conscientemente é um alívio muito grande é realmente o fardo ficar leve é termos leveza no nosso fardo né eu ia comentar que nós temos ao

inconscientemente porque sofrer nós vamos sofrer agora sofrer conscientemente é um alívio muito grande é realmente o fardo ficar leve é termos leveza no nosso fardo né eu ia comentar que nós temos ao reencarnar a tendência a repetir padrões e e justamente quando vem essas questões que a gente chama de dor de sofrimento e é justamente essa chance de de quebrar com esses padrões que que é o que a gente quer né Eh E então é de novo não olhar como como uma chance como uma oportunidade de de sair dessa tendência a repetir erros de reencarnações passadas é uma uma inconsciência eh da qual Nós não precisamos mais eh compactuar né A foi se a gente sabe que que nós já estamos moralmente enfim poderíamos estar mais adiante mas tudo bem a gente tá onde tá e vamos começar daqui mas é é é hora já de entender que é essa chance justamente da gente romper com esses padrões às vezes seculares milenares né ou enfim cada são poucos que vão despertar de outra forma e vão ter essa Lucidez então é mais esse presente que a vida nos nos traz eh de uma forma né uma tentativa assim de de trazer uma analogia de uma forma cirúrgica né tentar nos colocar n outro lugar né nos fazer dar dar um pulo né Sai Sai daí que tu pode outra coisa e a gente às vezes fica eh passeando né Mesmo que o passeando seja com com essa neurose com esse sofrimento sem sentido é é é porque sofrer inconscientemente é se vitimizar né E se vitimizar é uma postura automática que já carregamos e que precisamos crescer precisamos agora desse sofrimento consciente né Desse mecanismo desse desse convite né que a vida nos faz do autoaprimoramento de de irmos em direção ao Polo do amor exatamente pelo despertado que o sofrimento nos traz eu acho isso importante essa mensagem é eu acho que que a revolta e essa visão da dor como punição se dá justamente porque como a gente tá no mundo de novas expiações a dor e a dor expiação mas expiação não quer dizer castigo né então a gente tem essa tendência ah eu tô sendo castigado a expiação é por eu não compreender ainda

a gente tá no mundo de novas expiações a dor e a dor expiação mas expiação não quer dizer castigo né então a gente tem essa tendência ah eu tô sendo castigado a expiação é por eu não compreender ainda a realidade né e e a de teimosa a vida então me me me me devolve né Eh isso tudo e eu tenho que dar conta né de uma maneira mais limitada porque eu ainda tô fechado nesse egoísmo que a gente falava antes Então na verdade a é a dor expiação mas não é a dor castigo né é dor ignorância né Gelson é dor dor ignorança a dor do egoísmo a dor da inconsciência a dor da da da dessa infantilidade que se revolta achando que Deus eh tá errado né Eh então é esse conceito da dor prejuízo e da dor mal como mal né até a gente poder evoluir e e poder entender a dor como Redenção a dor trabalho a dor utilidade a dor alegria a dor enquanto bem enquanto paixão enquanto amor também né Porque daí a gente não vai mais fugir da dor mas a gente vai poder revestir essa dor de novos sentidos aonde essa experiência negativa e limitada que não é mais a dor não tá Prada a dor e eu vi que era minha né que o problema não é a dor e na medida que que eu vejo que o problema do sofrimento não é a dor mas sou eu então eu posso conviver com a dor né e Posso até pagar um preço Em Nome do Amor né Eh de enfrentar ignorância dos homens Como Jesus enfrentou né de ser eh eh eh excluído rejeitado e morto né Eh e viver essa dor por nós né e com o seu amor então eu não tenho mais medo da dor e o problema daí não não não é mais da dor né eu começo a entender que o problema da dor é justamente eu mesmo né e acho que esse é o grande desafio aí que que a gente tem como você est colocando como colocou né a gente poder realmente ver a dor como esse grande eh eh eh trabalho da vida né como parte dessa desse desse processo natural que é justa também de um caminho de despertamento né então a dor é um despertar é um é um jogar em favor de de gerar consciência de romper padrões antigos de criar novos caminhos e isso dói com um novo parto né a a

mbém de um caminho de despertamento né então a dor é um despertar é um é um jogar em favor de de gerar consciência de romper padrões antigos de criar novos caminhos e isso dói com um novo parto né a a Joana falou que tomar consciência é um parto doloroso né então a gente tem que parir novas possibilidades de nós mesmos e a dor do parto é uma dor eu não essa Encarnação Ela não é uma experiência possível para mim né do ponto de vista físico né mas tem esses partos psicológicos né E ela a gente vê que mesmo sendo doloroso ela é uma dor que se paga o preço né válida né importante e necessária pra nossa vida então justment Eh o parto da consciência o parto do do do Despertar de nós mesmos né então eh a dor é uma grande ferramenta para gerar muitas vezes esse caminho de abertura e de posturas novas da nossa caminhada evolutiva E e essa é e é vida né dor quando se faz essa essa eh conexão com parto é é vida então é de novo é é energia boa circulando é é vida né E isso acho importante né vida é luz enfim o sofrimento também é o selfie chamando o é Falou vem vem aqui meu amigo aqui está a Deus em mim Deus dentro de mim venha venha aqui é é um convite do self é um convite do ser espiritual para que a gente possa realmente despertar como o Gelson colocou eu acho tão bonita essa questão do do exemplo de Jesus né no Calvário esse sofrer esse sofrer resignado de Jesus que foi sempre um exemplo em tudo todas as palavras suas ações né esse sofrer passar eh em direção ao golgota com essa essa atitude ativa de levar sua cruz em direção à transcendência acho muito belo isso é com certeza exemplo é tem um dito popular que diz me eh digas com quem andas que eu direi quem sois né então a gente pode dizer também parafraseando esse dito popular né diz com como como sofrer que eu direi queem Sis também né a nossa forma de sofrer eh reflete quem a gente é né então quanto mais elevado quanto mais o espírito é é é cheio de recurso eh a a forma de de de de de Sofrimento eh muda né muito bem então a gente vê aí nesse

rma de sofrer eh reflete quem a gente é né então quanto mais elevado quanto mais o espírito é é é cheio de recurso eh a a forma de de de de de Sofrimento eh muda né muito bem então a gente vê aí nesse primeiro capítulo do livro plenitude o quanto de Manancial que a benfeitora nos oferece né O livro é um é um convite belíssimo paraa gente poder compreender melhor esses mecanismos não só compreender mas buscar caminhos para Superação do sofrimento né Para entender como aproveitar a nossa vida e lidar com a questão do sofrimento não sei se vocês querem trazer as últimas palavras último comentário em relação ao nosso encontro tá a palavra tá aí então para você gente poder finalizar o nosso encontro de hoje Guadalupe alguma coisa não é não não tenho nada a a acrescentar n além do que do que já falei assim só o convite para que quem não leu o capítulo Leia quem leu Releia porque a gente vai a partir daí introjetando e vivendo o que ela tá falando porque esse é o convite da da mentora né Viver viver o espiritismo não só falar sobre ele não fugir do sofrimento né sofrimento é um convite Divino é isso que eu queria dizer muito bem então que a gente possa realmente encarar né encarar essa vida com tudo o que ela nos pede e nos coloca sabendo que aí tem o Amor e a sabedoria de Deus né E se e se a gente não não se a gente tá incomodado é que tem alguma coisa que tá faltando em nós não é porque Deus foi injusto ou porque a vida ela errou conosco vamos trazer para nós vamos assumir essa responsabilidade e vamos usar do nosso recurso para compreender o que que tá aí sendo provocado que nos falta o que que é nos pedido pra gente poder dar esse salto aí e avançar na nossa caminhada evolutiva abraço até o próximo encontro

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