#reprise Jesus e Saúde Mental | nº 01 • Pensamento como força criadora
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado » Episódio 01 • Pensamento como força criadora • REPRISE #JesusESaúdeMental #LeonardoMachado #Espiritismo #SaúdeEmocional #EquilíbrioInterior #Autoconhecimento #PsicologiaEspírita #Evangelho #Espiritualidade #BemEstar #ReflexãoDiária #EspiritismoPLAY *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
เ >> Ora direis ouvir estrelas. Por certo, perdeste o senso. Eu vos direi, no entanto, que para ouvi-las muitas vezes desperto e abro a janela pálido de espanto. E conversamos largo tempo enquanto a Via Láctea com o palho aberto senti-la. E quando vem o sol, ainda saudoso e pranto, eu as procuro pelo seu deserto. Direis agora três loucado amigo que conversas com elas? Que sentido tem o que dizem quando estão contigo? E eu vos direi: "Amai, porque só quem ama pode ter ouvido capaz de ouvir e de entender as estrelas. A Via LC de Olavo Bilac é um convite para mim mesmo que quero compartilhar com vocês. Um convite à transcendência. Um convite à transcendência dentro dessa imanência que é a vida. A vida humana nos convida muitas vezes a umaidade. Essa vida que nos está conectada à matéria, segundo a visão espírita, às vezes também faz com que a materialidade do dia a dia também desfoque a nossa atenção, desfoque o nosso olhar, desfoque a nossa percepção, achando que o que está acontecendo aqui agora vai ser para uma eternidade ou achando que hoje é a eternidade. Quando na realidade nós temos todo um futuro de possibilidades construídos no hoje, mas possibilidades ainda que hão de vir. Então, é preciso o transcurso do tempo para que essa possibilidade se torne uma realidade. Nesse sentido, nós temos dentro de nós algum potencial que estar para se tornar, mas que já o é hoje. E esse potencial simboliza especialmente o que eu gostaria de trazer como a força do pensamento. O nosso pensamento talvez seja a característica dessa vida ou dessa perspectiva humana que mais nos coloca numa transcendência, porque a partir do pensamento nós podemos transcender as realidades. De certo modo, a poesia nos fala disso quando fala assim: "Olha, além da nossa do nosso dia a dia, todos nós temos um céu noturno. Todos nós temos a o convite da Via Láctea, o convite do universo, traduzido para nós como a contemplação do universo, a partir da contemplação do céu, contemplarmos não só a escuridão,
um céu noturno. Todos nós temos a o convite da Via Láctea, o convite do universo, traduzido para nós como a contemplação do universo, a partir da contemplação do céu, contemplarmos não só a escuridão, mas também o brilho que as estrelas nos fazem, apesar da escuridão. Então, todos com o nosso com o pensamento temos a possibilidade de transcender, mas a poesia de lavo bil. Não é apenas o pensamento na racionalidade, não é apenas o pensamento que a faz a razão, raciocina, pensa de forma matemática, apenas cognitiva, digamos assim. é o pensamento que precisa estar aliado algum sentimento. E aí ele coloca: "Para que você possa entender as estrelas, a mensagem das estrelas, é preciso que você ame, porque só quem ama pode ter o ouvido capaz de ouvir e de entender as estrelas". Lembro-me muito a passagem de Jesus quando em alguns momentos ele fala: "Eles escutam, mas não ouvem". Ou seja, a mensagem está passando pelos órgãos do sentido, mas não está penetrando a percepção mais profunda. Para podermos entender essa percepção mais profunda da transcendência, até poética e romântica que a poesia nos traz, ele simboliza aí o amor. O amor como sendo o sentimento que transcende o nosso pensamento para uma realidade mais prazerosa, uma realidade diferente da realidade que nós estamos acostumados de tantas angústias, de tantas dores. Por isso que nessa temporada que se inicia, em queremos nos debruçar sobre como o evangelho de Jesus é importante, é fundamental para nossa saúde mental, a gente queria começar com a força do pensamento, a força criadora do pensamento, porque nós temos a a a sabedoria de que o pensamento também tem uma força destrutiva, porque afinal de contas toda grande guerra, todo grande planejamento negativo passou antes pelo planejamento, né? Ou seja, toda grande execução negativa passou pelo planejamento, especialmente aquelas mais astutas do plano de dominação, os tiranos para dominar ou tentarem dominar o mundo, eles passaram por um planejamento de guerra.
execução negativa passou pelo planejamento, especialmente aquelas mais astutas do plano de dominação, os tiranos para dominar ou tentarem dominar o mundo, eles passaram por um planejamento de guerra. Escreveram como Adolf Hitler, né? eh a minha luta dentro de um período pós-guerra. Então, todo grande tirano para poder tentar executar a na ação as suas ambições, fez uso do pensamento, mas o pensamento como uma força destrutiva, como a força que destrói, como uma força que domina o outro. A ideia é que o evangelho de Jesus e a vida de Jesus, o seu ensinamento é uma um exemplo vivo do pensamento planejando algo criador. Porque se a gente pensa com a visão espírita de que nós temos uma um ordenamento divino, nós temos uma providência divina, é porque nós temos então uma inteligência orquenadura, uma inteligência que simboliza essa força do pensamento, que é uma força do pensamento maior, né? o pensamento do criador, o pensamento da divindade que organiza, que cria. Então, a aparente destruição que existe na nossa vida, que vem a traduzida pela dor, pela tragédia, pela doença, essa aparente destruição, é uma destruição para uma construção maior. Então, no final das contas, quando nós estamos atrelando o amor ao pensamento, nós estamos cocriando, estamos criando com a divindade uma outra realidade. E aí estamos conectando o entendimento na fala de Olavo Bilac com as estrelas, entendendo a mensagem das estrelas e entendendo a mensagem transcendente do dia a dia, entendendo que a aquela aparente destruição não é uma destruição para dominação externa, como os tiranos fizeram e fazem. é uma destruição para uma dominação interna, para um crescimento interior. Porque o que mais podemos fazer, o máximo que podemos fazer é domar, entre aspas, as nossas feras. Não dá para domar as feras do outro, muito menos para dominar o outro eternamente. Conseguimos dominar o outro eternamente a partir da influência, quando essa influência faz com que o outro também ame, aja, faça no bem. É isso que Jesus nos faz. Ele tem
dominar o outro eternamente. Conseguimos dominar o outro eternamente a partir da influência, quando essa influência faz com que o outro também ame, aja, faça no bem. É isso que Jesus nos faz. Ele tem uma força em nossas vidas dominadora, mas não é uma força dominadora tirânica, porque ele tem paciência conosco ao longo desses milênios. Ele tem paciência com a nossa intimidade ainda perturbada e ele nos enche de empolgação, de esperança para podermos nós a nosso turno fazermos diferente. Então essa temporada irá toda dedicada para dizer a seguinte mensagem: temos a psiquiatria, temos a psicologia, temos a sociologia, temos várias possibilidades de ajuda, mas não podemos, nós que somos espiritistas, nós que somos cristãos, esquecermos da mensagem curadora, da mensagem curativa. da mensagem divina que Jesus nos trouxe. Isso começa pela possibilidade de nós conectarmos a nossa emoção, a capacidade de amar com o raciocínio, a capacidade do pensamento de transcender e aí olhar poeticamente, romanticamente, sonhando com dias melhores. Aquela mulher fazia isso. Ela tinha hemorragia, fazia cerca de 12 anos, como Lucas pelo menos anota na sua, no seu evangelho. E naquele dia ela teve contato com Jesus. Essa mensagem não tá apenas em Lucas. A passagem da mulher com a hemorragia se encontra em Lucas, capítulo 8, versículos 40 a 47. Mateus, versículo eh capítulo 9, né, versículos 18 a 22 e em Marcos, capítulo 5, versículos 21 a 34. Então, naquele dia, Jesus estava indo ali na casa de Jairo, que era uma pessoa de alto de alto cargo na sinagoga, eh, e que tinha pedido, né, uma ajuda para que Jesus visitasse eh a sua casa e por causa de para tentar fazer uma cura em algum familiar. E naquele dia, então, essa mulher que hemorragia vai ao encontro de Jesus. Mas eu vou ler então a passagem e depois quero fazer algumas considerações. E aconteceu que quando voltou Jesus, a multidão o recebeu porque todos o estavam esperando. E eis que chegou um homem de nome Jairo, que era príncipe da
gem e depois quero fazer algumas considerações. E aconteceu que quando voltou Jesus, a multidão o recebeu porque todos o estavam esperando. E eis que chegou um homem de nome Jairo, que era príncipe da sinagoga, e prostrando-se aos pés de Jesus, rogava-lhe que entrasse em sua casa. Por quê? Porque Jairo tinha uma filha única que tinha mais ou menos 12 anos, que estava à morte, perto de morrer. E indo ele, apertava-o à multidão. Então, quando Jesus foi, né, a caminho da casa de Jairo, era a multidão que foi ao encontro de Jesus, porque todos estavam ambicionando a mesma coisa, obter uma cura, obter, né, um contato para ter especialmente benefícios cura curadores, né, como aquela mulher também, aquela mulher que tinha um fluxo de sangue e já fazia 12 anos. E a nota Lucas, que também era médico, né? E havia gastado todo, né, com os médicos todos os seus haveres e por nenhum pudera ser curada. Então essa mulher fazia 12 anos, tinha um fluxo de sangue. A gente entende que esse fluxo fluxo de sangue era um fluxo eh como se fosse uma menstruação prolongada, né? Eu como médico fico pensando que ela tinha alguma patologia eh dentro da ginecologia, né, que a gente pode pensar um umaomatose uterina, algo do tipo. Mas eu como médico sei que alguém como eh essa mulher que sangrasse de forma continuada há 12 anos, certamente era um fluxo eh intenso, mas não era uma hemorragia gigantesca, né? porque senão ela teria desencarnado antes com choque hipovolêmico. Mas quem tem um fluxo sanguíneo continuado, vai perdendo sangue, eh, ao longo do tempo, 12 anos, está com anemia, não é possível, né? Porque você tem a perda de sangue continuada e vai ter uma anemia. E um dos uma dos sintomas, né, uma das consequências da anemia é gerar o quê? uma astia, uma fraqueza, uma falta de energia que vai gerar também uma falta de ânimo. Às vezes até uma anemia eh pode parecer um quadro depressivo, né? Lembro de uma colega médica que ela tava sem energia, cansada e ela, por ser da área psi, ela pensava assim: "Poxa,
ma falta de ânimo. Às vezes até uma anemia eh pode parecer um quadro depressivo, né? Lembro de uma colega médica que ela tava sem energia, cansada e ela, por ser da área psi, ela pensava assim: "Poxa, eh, eu acho que eu tô com depressão". E quando eu foi ver, era uma anemia, né? por causa de um sangramento oculto intestinal, eh, que era por causa de algum câncer, que também outra possibilidade dessa mulher, né, poder ser um sangramento eh oculto intestinal ou um sangramento intestinal pequeno por alguma causa de um câncer. Enfim, quando ela foi ver, não era a depressão, era um quadro anêmico de uma doença crônica. Então, de qualquer forma, dá uma falta de energia, uma falta de ânimo. E essa mulher teve que enfrentar a multidão, porque estavam várias pessoas nesse nessa trajetória quando enquanto Jesus ia paraa casa de Jairo, né, a multidão se a cotuelava para chegar perto de Jesus. Então essa é a primeira ponderação que me chama atenção. Essa mulher sai eh de casa, né? Vai ao encontro da multidão e pelo que a gente entende dessa passagem, ela consegue tocar Jesus. Então veja, ela tem que ter disposição para para se levantar, né? disposição para sair de casa, disposição para enfrentar a multidão e disposição de conseguir enfrentar a multidão e tocar em Jesus, porque tava todo mundo querendo tocar em Jesus. Então, alguma força muito intensa estava animando o ser dessa mulher, né, que a fez procurar uma força curadora que ela sabia porque as pessoas já sabiam, né? Tanto que o Jairo vai pedir ajuda de Jesus para ver se conseguia curar a sua filha. Então ele, né, na era da um alto cargo da sinagoga. Naquele momento, eh, ainda não havia, né, eh uma aceitação completa em relação a Jesus por parte eh dos judeus em si. E mas ele foi, né, à vontade, né, de contrar uma transcendência curativa. Então, vamos lá. Chegando por detrás dele, tocou-lhe na orla do seu vestido e logo que tocou, estancou o fluxo do seu sangue. E aí disse Jesus: "Quem me tocou?" E todos negaram, aqueles que
curativa. Então, vamos lá. Chegando por detrás dele, tocou-lhe na orla do seu vestido e logo que tocou, estancou o fluxo do seu sangue. E aí disse Jesus: "Quem me tocou?" E todos negaram, aqueles que estavam próximos. E disse Pedro que os estavam com ele: "Mestre, a multidão te aperta e te oprime. E você nos pergunta: "Quem me tocou?" É interessante, né, Pedro? Eh, e é interessantíssimo ver como Pedro muda a sua característica. Uma pessoa que era mais impulsível, você vê aí essa resposta, um tanto quanto impulsível, mas Senhor, tá todo mundo tocando no Senhor, como é que a gente vai saber quem tocou? Ele não tá falando dessa forma, mas a passagem eh nos mostra essa esse ímpeto, né, essa impetuosidade, né, que Pedro tem. E depois ele muda completamente no sentido de ser uma pessoa com temperança, que consegue intermediar conflitos para que os conflitos não aconteçam. E disse Jesus: "Alguém me tocou". Veja que a frase muda: "Quem me tocou?" E ele agora especifica: "Olha, alguém me tocou". E complementa o por ele tá dizendo isso. Porque eh eu sentir sair de mim uma virtude. Se a gente pudesse traduzir com a mensagem espírita, a gente poderia pensar assim: "Saiu de mim uma virtude". O que é uma virtude? Uma força, uma potência, né? Quando eu sou um homem que é tem uma virtude da coragem moral, a virtude da amorosidade, ele tem uma potência criadora. A virtude é uma força que cria algo de bom. Não existe virtude destrutiva que não cria algo de bom. Ela pode ter uma aparente destruição de uma realidade que está ruim para uma construção. Por exemplo, a virtude de Mahatmagand da coragem moral de sair, né, de uma realidade ruim para o seu povo. Então ele vem a ver uma força que destrói, mas aí tem a que tem a desobediência civil, mas uma força que destrói não com os patamares humanos. Não é uma destruição eh da materialidade como a guerra. é uma destruição que destrói as leis para construir nova lei. Então ele fala a desobediência civil com a não violência, com uma rinça. Então a
. Não é uma destruição eh da materialidade como a guerra. é uma destruição que destrói as leis para construir nova lei. Então ele fala a desobediência civil com a não violência, com uma rinça. Então a gente vê a virtude. Às vezes a força criadora da virtude precisa destruir uma realidade. É aí a simbologia da força criadora divina, que às vezes coloca em nossas vidas algo que modifica aquela realidade. No primeiro momento com uma dor, com uma aparente destruição de algo que a gente estava acostumado. Mas nem sempre aquilo que a gente tava acostumado era o melhor para nós. Não era o melhor para nossa vida, nem sempre. E aí vem o complemento, o a complemento da não violência. é uma construção diferente. Então, uma virtude é algo criador, é algo que cria pro bem. Então, esse algo que cria com o bem, pro bem, a gente pode entender, né, um conjunto energético, saiu de mim uma energia vitalizadora. Então ele olhou, viu a mulher que não podia se ocultar, aproximou-se e prostrando-se ante a ele. Quer dizer, então a mulher na realidade, né? A mulher que não podia se ocultar ao escutar aquela pergunta, tava meio tremendo, talvez com medo ou emocionada, né? Porque fazia 12 anos. Ela conseguiu perceber a cura naquele momento. Então, se prostrou diante dele e declarou diante de todo o povo a causa, né? Porque lhe havia tocado. E como ela havia ficado curada, então ela fala assim: "Mas, Senhor, eu lhe toquei, você me curou". Então disse-lhe Jesus: "Tem bom ânimo". E é interessante o ânimo, né? Eu tava falando da falta de energia, falta de ânimo que acontece no quadro anêmico, que às vezes pode confundir um quadro depressivo, um quadro depressivo eh secundário a uma anemia, digamos assim, e fala assim: "Tende bom ânimo, minha filha, a tua fé te salvou. Vai em paz." A paz, então como sendo essa arrima, essa força criadora que cria uma nova realidade. Mas quando eu vejo essa passagem dessa mulher, eu sempre me lembro de uma outra passagem. Se o pensamento da mulher, a força fez com que ela saísse da cama, mesmo sem
dora que cria uma nova realidade. Mas quando eu vejo essa passagem dessa mulher, eu sempre me lembro de uma outra passagem. Se o pensamento da mulher, a força fez com que ela saísse da cama, mesmo sem ânimo, tivesse esperança de encontrar Jesus, de conseguir vencer a multidão, tocar-lhe as vestes e obter uma cura, um resultado, eu fico pensando nessa outra jovem que pedi na época a perpinção para poder contar a história que havia há muito tempo sendo dominada pelo pessimismo, o pessimismo de que ela era azarada, né, de que ela era pior, que ela era inferior. Isso e esse pessimismo a longo prazo foi criando nela um quadro depressivo de depressão. Mas um dos motivos que levavam ela a pensar que ela era azarada era porque ela tentava engravidar há muito tempo e desde que havia se casado, já fazia ali quase uma década, ela tentava e não conseguia. E talvez por causa desse tempo, quase uma década, eu lembro dessas duas mulheres. Mas essa acabou sendo dominada pelo pessimismo, acabou sendo dominada pela ideia de que ela tinha azar. E era tão forte a ideia de que ela tinha azar, que não importavam as coisas boas que aconteciam na vida dela, que ela achava que ia dar, ia dar algo de ruim, né, no futuro. Mas apesar dessa situação, ela buscou, né, várias ajudas, inclusive eh em centos espíritas, inclusive em ajudas mais curativas. Em determinado dia, ela foi fazer um exame de gravidez, como ela já fazia há algum tempo. E esse exame de gravidez veu positivo e ela ficou completamente espantada. Por quê? Porque todos os exames que ela havia, que ela fazia, dava o resultado negativo. Então, quando ela viu o resultado do exame positivo, primeiro ela achou que tava com erro o laboratório, aí coletou de novo, deu positivo de novo. Então ela ficou: "Não, mas não é possível. Eu não posso ter sorte, né, na visão dela de estar grávida, porque eu já tento há tanto tempo e me disseram que eu não conseguiria, né? Não, não pode ser. deve ser. E aí poisou, né, as possibilidades de teste de gravidez, eh,
é, na visão dela de estar grávida, porque eu já tento há tanto tempo e me disseram que eu não conseguiria, né? Não, não pode ser. deve ser. E aí poisou, né, as possibilidades de teste de gravidez, eh, e não ser gravidez, teste positivo, mas sem ser gravidez, e encontrou que era possível ser uma mola, uma doença, né, que acontece uma doença ginecológica que pode dar esse teste positivo, ela não deve ser uma mola. E aí agordou o tempo e fez uma ultrassonografia para poder comprovar se era ou se não era. E na ultrassonografia deu lá a gravidez era era de fato, né? não era uma doença, ela estava grávida. o teste do BHCG estava correto, porque é curioso, ao longo desse da investigação do por ela não conseguia engravidar, não conseguia ter filhos, tanto o marido quanto ela fizeram vários exames, eh, e encontrou-se que o um dos problemas, né, o na verdade o problema principal era porque ela tinha uma má formação, né, do da trompa uterina, a chamada trompa de falópio, eh, em que uma era fechada, gente, é uma atreviada e uma outra tinha uma má formação e era por isso que não aconteciam eh era um dos principais motivos não conseguir acontecer a gravidez. E aí até foi surgido na época a fertilização em vitro, mas por ser um procedimento caro, ela não tinha condições financeiras, enfim, ela não acabou não tentando esses meios e acabou tentando o meio mais natural. Então, quando ela fez eh a ultrassom e deu gravidez, ela então ficou pensando: "Poxa, vai ser uma gravidez ectópica fora do local, né?" Por quê? Porque ela ficou pensando, né? Nesse período, nesse nesse meio tempo entre o teste de gravidez e a ultrassom, o resultado da ultrassom, a médica vê falar, ela ficou pensando o quê? Ela ficou pensando que tá tudo bem, se for gravidez, que bom, mas eu tenho azar. Então, apesar da gravidez, vai acontecer algum problema, vai ser uma gravidez ectópica, porque a minha médica falou que a chance de uma gravidez natural ser fora do útero, né, chamada ectópica, ser, por exemplo, uma gravidez
z, vai acontecer algum problema, vai ser uma gravidez ectópica, porque a minha médica falou que a chance de uma gravidez natural ser fora do útero, né, chamada ectópica, ser, por exemplo, uma gravidez tubária, né, que não consegue ir a a pra frente até a o parto, né? Então vai acontecer isso porque eu sou azarada. Então nada mais azarado do que conseguir uma gravidez e ser uma gravidez ectópica. Mas a ultração disse o contrário. A ultração mostrou que era tópica. Você pode imaginar que essa mulher ficou feliz, que ela ficou tranquila, né? Mas não, ela continuou pessimista, né? Por mais que ela ficasse agradecida a Deus, grata a Deus, né? ela não conseguia eh dominar ali o pensamento pessimista dela. E aí vinha, apesar dessa gravidez, né, desse quase milagre e de fato uma situação quase milagrosa, né? Eu acompanhei toda a situação e e realmente não imaginava que ia acontecer uma gravidez natural. Ela conseguiu engravidar e aí a gente foi vendo os pensamentos que começavam a surgir. Bem, eu estou grávida, foi pela via natural. A gravidez está dentro do dos parâmetros, né? Está uma gravidez tópica, mas eu tenho azar. Então, infelizmente vai acontecer algum problema, né, na formação desse bebê ou então vai acontecer um abortamento espontâneo, porque eu vi, ela via tudo na internet, né? Eu vi na internet que os primeiros meses são muito fáceis de acontecerem abortamentos espontâneos. vai acontecer algum problema, mas já passou primeiro, segundo, terceiro, quarto mês, passou o período de abortamentos espontâneos, mas eh mais que acontece com mais facilidade e ela continuava grávida. E o bebê fazia todas as ultrações, né, todas as ultrassonografias obstéticas e tudo normal, ele totalmente bem formado, etc. Então, não tem nenhuma má formação, né? Bem, o termo às vezes são termos médicos, né? Uma formação bem formado, são termos médicos, tá? Então ele eh ela ia vivendo, ia vivendo e você pode imaginar que ela ficou tranquila também, não. O pensamento pessimista dela pensava assim, bem, vai acontecer algum
formado, são termos médicos, tá? Então ele eh ela ia vivendo, ia vivendo e você pode imaginar que ela ficou tranquila também, não. O pensamento pessimista dela pensava assim, bem, vai acontecer algum abortamento ao longo do período ou vai acontecer uma um parto prematuro ou um parto muito problemático e o meu filho vai vir a desencarnar porque eu sou azarada, eu não mereço a felicidade. Nada disso aconteceu. O filho nasceu, eu o peguei nos braços também, não foi que fiz o parto, mas depois ela levou pr para eu poder conhecer e ela conseguiu ser a mãe que ela tanto desejava a longo prazo. Mas o que me chama atenção é que, apesar dos fatos da vida, ela, o pessimismo nela era tão forte que apesar das conquistas, ela ficava pensando: "Mas amanhã vai dar problema, depois de amanhã vai dar problema, em algum momento vai dar problema". Então, duas mulheres bem diferentes, né, em termos do da força do pensamento. E a gente às vezes pensa que, olha, mas é porque a mulher hemorragia era esperançosa porque ela se curou, mas esquece de que ela tinha uma força esperançosa que a levou para cura. E esquece que Jesus falou: "Vai, a tua fé te curou". Então a gente fica pensando bem, se eu tivesse todas as graças, né? todas as coisas boas da vida, aí eu seria otimista. Ou eu estou pessimista porque isso aconteceu desgraça. Olha, às vezes pode acontecer coisas boas. Eu tô falando aqui dois processos, né, meio milagrosos assim paraa medicina convencional. Os médicos haviam, entre aspas, falhado com a mulher com hemorragia, segundo o Lucas conta. A medicina também não havia conseguido eh proporcionar uma gravidez eh pelas vias naturais para essa segunda mulher, mas a primeira mantinha a esperança, a outra, apesar da fé, não tinha essa esperança, não tinha esse otimismo, mostrando que fé, otimismo, esperança são forças que tem uma similaridade, mas não são forças iguais. A fé faz com que eu tenha uma conexão com o divino. E muitas pessoas têm uma sensação de fé, mas são pessoas que, apesar da fé,
sperança são forças que tem uma similaridade, mas não são forças iguais. A fé faz com que eu tenha uma conexão com o divino. E muitas pessoas têm uma sensação de fé, mas são pessoas que, apesar da fé, apesar da conexão com o divino, elas são pessimistas, né? Não tem uma esperança. E a pur serem pessimistas, às vezes não fazem nada. É uma fé inoperante. Quando eu tenho fé junto com esperança, eu faço alguma coisa, porque a esperança me coloca numa ação. Mas às vezes eu posso ser uma fé, posso fazer algo de bom, inclusive pros outros, para mim, mas ser uma pessoa pessimista, sempre reclamona, sempre achando que tudo tá errado. Sabe por quê? Porque o pessimismo, às vezes a pessoa tem um otimismo para com Deus, né? uma vculação com o espiritual, um otimismo para com Jesus, para com os benfeitores, mas um pessimismo com os outros em relação às pessoas como todo, em relação à vida, ao futuro, à cultura, ao país, enfim, são instâncias diferentes. Então, é interessante que a fé possa mobilizar em nós ações esperançosas, atitudes que nos tire daquele local na da cama e nos faça ir até o encontro eh de uma de uma nova realidade. Assim como é importante que a fé possa também modificar a nossa percepção para com os outros, para que a gente possa criar de fato um aimsa, uma não violência. Porque a fé que cria uma ação destrutiva, uma ação violenta, é uma fé que precisa ser atualizada com esperança, uma fé que precisa ser atualizada com otimismo. Então, essas três forças fazem com que o nosso pensamento transcenda. E essa transcendência faz com que a imanência da nossa matéria se modifique. Vai dizer Leon Denê em um problema do ser, do destino e da dor. A alma humana percorre seu caminho cercada de uma atmosfera brilhante ou turva povoada pelas criações do seu próprio pensamento. vai dizer Allan Kardec em o Evangelho Segundo o Espiritismo, quando ele vai falar sobre eh a prece, né, sobre a oração, ele vai dizer: "Olha, a forma nada vale, o pensamento é tudo". Então, é importante
i dizer Allan Kardec em o Evangelho Segundo o Espiritismo, quando ele vai falar sobre eh a prece, né, sobre a oração, ele vai dizer: "Olha, a forma nada vale, o pensamento é tudo". Então, é importante a gente perceber, né, que não quer dizer que as formalidades precisam ser destruídas, não é isso? Mas acima de tudo, a gente precisa ficar na força criadora também da intencionalidade, a esperança, o otimismo, a fé, para que a gente possa criar novas realidades no mundo e realidades também na nossa vida. novas realidades externas, mas também novas realidades internas para que a gente possa modificar a nossa psicosfera e não só querer modificar o outro. A gente possa dominar mais ou menos a nossa atmosfera espiritual e não necessariamente a psicosfera do outro. Fazer primeiro uma modificação interna, porque quando eu me modifico internamente, isso modifica o outro. Veja que essa mulher, ela não foi ali pregar, ela não foi ali ensinar para os outros, ela foi tentar tocar as vestes de Jesus e se curar, tentar aliviar a própria dor. Mas ao fazer essa situação, ao se modificar, ela acabou modificando você e a mim, porque chamou atenção pelo menos de três evangelistas, né? Então, chamou a atenção de Lucas, chamou a atenção de Mateus, eh, e chamou atenção de Marcos nas histórias, digamos diretamente que Lucas e que Marcos escutavam dos, eh, dos discípulos, porque eles não tiveram contato direto com Jesus. E eles tiveram chamado atenção para anotar essa história. E Mateus deve ter chamado atenção no contato direto. Ou seja, essa mulher vivendo a vida dela nos ajuda até hoje com a sua história. E é assim, por exemplo, que mudar a realidade interna com que nós mudemos a realidade externa. Porque a nossa história modificada vai inspirando os outros também. E a nossa mudança interna vai mudando também os outros. Mas tudo isso com a força do nosso pensamento, a força criadora conectada ao amor, conectada a ação, modificando a nossa psicosfera. Numa fala espiritista, Deus cria o universo a partir da
os outros. Mas tudo isso com a força do nosso pensamento, a força criadora conectada ao amor, conectada a ação, modificando a nossa psicosfera. Numa fala espiritista, Deus cria o universo a partir da argamassa, como eu coloco, do fluido cósmico ou fluido universal. Esse fluido, ele se diferencia em alguns outros como uma energia vital que nos faz vincularnos à matéria e manter essa materialidade viva. Então essa energia vital nos vincula, né, permeia a nossa psicosfera e de certa forma o nosso pensamento vai criando realidades. Esse pensamento que vai criando realidades, vai nos mostrando, né, um o que Allan Kardec colocou muito de forma muito e interessante, muito curiosa, a fotografia do pensamento. Todos nós fotografamos o nosso pensamento dia a dia. Essa fotografia é uma uma espécie de aura que a gente vai criando, uma espécie de psicosfera que a gente vai criando. E aí um pensamento ou outro não significa que vai traduzir o que eu sou, o que você é, ou que vai mudar num pensamento só a realidade toda. Mas a constância do pensar, a frequência do nosso pensamento, né, o que nós estamos alimentando diariamente, é que vai modificando a nossa realidade externa e modificando a nossa realidade interna. Por isso que a gente não pode ficar culpado por causa de um pensamento só. dois, mas pela constância, pelo que eu faço com eles. Os pensamentos vão e voltam, mas o que eu faço com eles é que precisa ser aprendido para que eu possa me conectar à realidade transcendente da vida e modificar a minha existência. Quando eu faço isso, eu tenho a possibilidade às vezes, de não conseguir uma cura pro meu corpo, pro para essa indumentária, mas uma cura pro meu eu, porque eu não me revolto mais. E se eu consigo não me revoltar, eu estou me curando internamente, espiritualmente para o futuro. Porque espíritos revoltados que nós éramos, conseguirmos nos curar da revolta é a primeira grande cura e a principal, uma das principais, nos curarmos da rebeldia, a aceitação dos fatos para
o futuro. Porque espíritos revoltados que nós éramos, conseguirmos nos curar da revolta é a primeira grande cura e a principal, uma das principais, nos curarmos da rebeldia, a aceitação dos fatos para podermos com sangramento, sem sangramento, com as benéces da saúde física ou não, irmos transcendendo o nosso caminhar. E a partir daí vamos entendendo a proposta poética da Lavobile. Ora direis ouvir estrelas. Por certo perdeste o senso. Eu vos direi no entanto, que para ouvi-las muitas vezes desperto e abro a janela pálido de espanto. E conversamos largo tempo, enquanto havia lá como palho aberto senti-la. E quando vem o sol ainda saudoso e pranto, eu as procuro pelo seu deserto. Direis agora, três loucado amigo, que conversas com elas? Que sentido tem o que dizem quando estão contigo? E nós diremos: Amai, porque só quem ama pode ter ouvido capaz de ouvir e de entender a transcendência das estrelas. Muita paz. Até a próxima.
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