Para Viver o Evangelho | Episódio 195 • Revisitando "Lázaro Redivivo"

Mansão do Caminho 06/01/2026 (há 3 meses) 1:02:20 1,239 visualizações

Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa oferece reflexões profundas sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, contribuindo para uma vivência mais consciente e amorosa do Evangelho no cotidiano. Dando continuidade ao estudo de obras fundamentais da literatura espírita, o programa inicia agora a análise do livro "Lázaro Redivivo", ditado pelo espírito Irmão X (Humberto de Campos) e psicografado por Chico Xavier. A cada episódio, um capítulo da obra é estudado com profundidade, resgatando lições valiosas de Jesus que permanecem vivas e atuais, convidando-nos à renovação interior e ao serviço no bem. Com uma abordagem clara, fraterna e fiel à tradição doutrinária, Para Viver o Evangelho é um espaço de aprendizado, inspiração e compromisso com os valores do Cristo. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar todos os episódios! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro das novidades e conteúdos edificantes! 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #EvangelhoNoLar #ChicoXavier #IrmaoX #HumbertoDeCampos #LazaroRedivivo #DoutrinaEspirita #MansaodoCaminho #EstudoEspirita #EvangelhoSegundoOEspiritismo #EspiritismoHoje #EspiritismoComJesus #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Caros internautas, boa noite. Sejam todos muito bem-vindos ao nosso programa Para Viver o Evangelho. Vocês não se enganaram? Sim, é o nosso programa. Nós só estamos com a vinheta nova, aproveitando as vibrações de uma nova oportunidade, de um novo ciclo, para que nós possamos recepcionar todos vocês. Hoje nós temos, como já foi anunciado, a possibilidade de nos despedir da obra Lázaro Rede Vivo. Tanto que hoje o nosso programa se intitula Revisitando Lázaro Regivo, como apresenta Marcel Mariano aí para nós. Então vamos nos despedir a partir de uma troca de perguntas e vocês podem, fiquem muito à vontade, colocar no chat perguntas, impressões, comentários que vocês desejam partilhar conosco nessa noite. Antes de irmos exatamente para esse momento de revisitar e nos despedir da obra Lázaro Regivo, gostaríamos de lembrar a todos vocês que nós vamos retomar as nossas atividades presenciais na sede central da Federação Espírita do Estado da Bahia na próxima segunda-feira, dia 12 de janeiro. Então, estaremos presencialmente com os nossos irmãos que queiram lá estar e com vocês, internautas que não estão em Salvador. Continuaremos também no modo híbrido a nos encontrar e a trocar impressões sobre o evangelho. No dia 12 também terá início o nosso programa de verão, que já é uma proposta de alguns anos que vem acontecendo na federação, onde se escolhe um tema para que nós então consigamos iniciar essa retomada e fazendo conexões com os bons espíritos e retomando também as nossas atividades no campo espiritual. O tema do programa de verão do ano de 2026 é ser e existir, o olhar multidimensional. É importante dizer que esse é o tema geral do programa de verão, que terá a sua ocorrência em três segundas-feiras, então as três próximas segundas-feiras do mês de janeiro. Só que em cada segunda-feira este tema maior será detalhado em outras temáticas. Na próxima segunda, o tema a ser trabalhado vai ser Aprimorando o autocuidado. Sempre às 18 horas, das 18 às 19:30. E se você se sentiu atraído e interessado

maior será detalhado em outras temáticas. Na próxima segunda, o tema a ser trabalhado vai ser Aprimorando o autocuidado. Sempre às 18 horas, das 18 às 19:30. E se você se sentiu atraído e interessado por essa temática, compareça, é inteiramente presencial e aberto para qualquer pessoa que se identifique com a proposta. Então, se você se sentiu tocado, convidado, se a temática aprimorando o autocuidado acabou mexendo com você, esteja conosco então na próxima segunda-feira às 18 horas na sede central da FEB, no nosso programa de verão. E como eu já tinha dito para vocês, vamos então começar as nossas trocas e a nossa despedida da obra Lázaro Rede Vivo. E eu vou iniciar com uma pergunta. E essa pergunta, ela está localizada ou foi extraída do capítulo 5 intitulado Doce Nome. Nesse capítulo Doce Nome, o irmão X afirmou que a humanidade não será integralmente feliz enquanto o amor fraternal não estabelecer o seu império no mundo. Assim sendo, nós vamos perguntar ao nosso amigo Marcel. Marcel, antes do mundo, como é que nós podemos estabelecer este império? É o império da fraternidade em nós mesmos. Muito boa noite, caros amigos internautas que nos acompanham o nosso programa inteiramente online esta noite. Esse livro Lázaro Red Vivo foi um grande desafio para todos nós, porque irmão X Humberto de Campos Veras construiu e ditou 50 crônicas e crônicas com assuntos e temáticas as mais variadas. Então, o doce nome é o nome de irmão, que é hoje nas rodas assim de jovens, meu brother, meu brother. Pois é, meu irmão, essa expressão fraterna, porque quando nós pronunciamos o Pai Nosso, Pai nosso que estais nos céus, eu estou iniciando a prece que Jesus nos ensinou. Ao dizer: "Pai nosso, eu estou afirmando explicitamente que a humanidade inteira é constituída de minha família, porque somos oriundos de um mesmo pai criador, que é Deus." Portanto, esse doce nome a ser resgatado é o nome de irmão, com o qual vamos admitir a presença em torno de nós de pessoas que pensam como pensamos e

mos oriundos de um mesmo pai criador, que é Deus." Portanto, esse doce nome a ser resgatado é o nome de irmão, com o qual vamos admitir a presença em torno de nós de pessoas que pensam como pensamos e muitas pensam absolutamente diferente de nós. E nem por isso nós vamos lançar anátema, vamos criar combates, vamos levantar cavalos de Troia contra estas pessoas, porque elas pensam, elas têm direito de pensar diferente de nós e nós temos o dever de manter uma convivência pacífica com todas estas pessoas, sendo que a expressão doce irmão ou doce, o doce nome, o irmão ou irmã demonstra que nós temos um vínculo espiritual que a nossa grande família é a família constituída de todos os espíritos criados por Deus, os que ainda vão ser criados na maternidade divina e vão atingir o período hominal num tempo que não podemos prever. Se nós já atingimos, é hora de nós alçarmos esse nome em uma condição das mais nobres possíveis, nos permitindo a convivência na grande família universal no rumo para a integração com Deus. Muito bem. E em busca dessa integração, nós vamos lembrar do capítulo oito intitulado Conquista e Liberdade. Nesse capítulo, irmão X vai nos lembrar que raros são os espíritos encarnados voltados para a conquista de si mesmos. E assim prosseguindo, quando retornam ao mundo espiritual, o desespero pode-lhes tomar conta diante da realidade que não esperavam encontrar. Assim sendo, Naddia, como viver de modo a não nos escravizar pelas paixões abundantes e deixar de alimentar aquilo que o autor denominou de mania de conquistar ao inverso? >> Boa noite a todos. Estamos aqui muito felizes de estarmos juntos novamente. Jamile, veja primeiro a questão da conquista de si mesmo. A palavra conquista ela é usada geralmente em relação ao exterior, que é a a inversão que irmão traz. Então, a gente busca conquistar coisas externas. conquistar no sentido de trazer para a nossa posse. Então, a gente busca trazer pessoas para a nossa posse, sejam pessoas dos nossos afetos, sejam pessoas que nós queremos

conquistar coisas externas. conquistar no sentido de trazer para a nossa posse. Então, a gente busca trazer pessoas para a nossa posse, sejam pessoas dos nossos afetos, sejam pessoas que nós queremos eh utilizar de alguma forma para obter aquilo que desejamos, isso aí profissionalmente, socialmente, né? Enfim, também buscamos conquistar bens, poços, propriedades. Esse olhar voltado para fora, ele é indicativo da nossa inferioridade na escala evolutiva. Por quê? Porque nós não temos consciência da nossa realidade como espíritos imortais. Nós nos colocamos como seres transitórios materiais que precisam de poder, precisam de satisfação imediata dos desejos que precisam do que é do que está visível e ao alcance da mão. Então, essa a conquista de si mesmo se trata de nós voltarmos eh a atenção para nós próprios, não materialmente apenas, mas como espírito. Então, o que nós precisamos possuir é a capacidade de autodeterminação, é a vivência das leis morais. Então, a lei de liberdade, por exemplo, que tem a ver com o título desse capítulo, liberdade sempre nós pensamos como liberdade de alguma coisa. Ah, eu quero estar livre desse problema. Eu quero estar livre dessa situação difícil, eu quero estar livre de alguém andando em mim. Na verdade, liberdade como lei moral é a liberdade para viver quem nós realmente somos. é a liberdade para nos integrarmos na nossa natureza espiritual como ela foi criada por Deus dentro das leis divinas. A gente não pensa em liberdade para por isso ficamos conquistando fora. A medida que nós conquistarmos a nós mesmos, nós vamos ter a possibilidade de fazer as mudanças necessárias para o processo evolutivo. Você não muda os outros, mas a gente vive continuamente tentando mudar os outros. A gente tenta mudar marido, tenta mudar esposa, tenta mudar filho, tenta mudar amigo, tenta mudar inimigo, tenta mudar subordinado, tenta mudar chefe, tenta mudar tudo fora. Quando na verdade isso está nas mãos dessas outras pessoas, o que nós podemos é mudar a nós mesmos. E essa mudança é

a mudar inimigo, tenta mudar subordinado, tenta mudar chefe, tenta mudar tudo fora. Quando na verdade isso está nas mãos dessas outras pessoas, o que nós podemos é mudar a nós mesmos. E essa mudança é uma mudança exatamente para se libertar das paixões que nós achamos difícil, reclamamos: "Ô, meu Deus, é tão, é quase impossível". Na verdade, eh, o Kardec pergunta aos espíritos se é muito difícil a pessoa vencer as imperfeições morais, vencer as paixões, vencer os íos, os espíritos que não é difícil, não, é até muito fácil. Mas qual é o impedimento? do impedimento é que a gente gosta das paixões, a gente não quer mudar. Na maioria das vezes, nós estamos divididos. Marcel gosta de fazer uma brincadeira dizendo que a tentação é algo do qual a gente corre pedindo a Deus que ela nos alcance, né? Mais ou menos isso. Eu não lembro bem da frase, mas é isso. Então, a gente quer se livrar das paixões, a gente quer se livrar dos víos, mas não hoje, não totalmente, não nessa situação, não tanto assim. Então isso é por falta de autoconhecimento e falta de conquista de nós mesmos, porque as paixões elas são decorrentes da imperfeição. Eu gosto de dar um exemplo que é como se fosse assim. Se você pegar uma criança de 5 anos e disser a ela que um dia na vida dela mais para frente ela não vai ter brinquedo nenhum, ela não vai ter bola, ela não vai ter carrinho, não vai ter boneca, aquelas coisas que crianças gostam. Se ela tivesse a capacidade de de fazer esse diálogo, ela ficaria desesperada, porque é tudo que importa para ela. Você vai dizer: "Não, você vai ter carro, você vai ter um responsabilidade com uma família, você vai dirigir isso e aquilo." Ele vai olhar e vai dizer: "Meu Deus, que pesadelo. Eu queria, eu quero, isso que eu gosto". Então, o espírito imperfeito, ele está preso às paixões inferiores, a tudo que é material, porque ele não se identifica como algo mais, ele não se pensa como algo mais. E não se pensando, ele não sabe o prazer que é você estar livre das paixões, você viver o amor, você viver a

e é material, porque ele não se identifica como algo mais, ele não se pensa como algo mais. E não se pensando, ele não sabe o prazer que é você estar livre das paixões, você viver o amor, você viver a construção do bem, a conexão com Deus. E aqui a gente tem uma colocação de Isabel, onde ela revive esse retorno de Lázaro. Só que ela diz que ao invés dele encontrar aceitação, ele enfrentou hostilidade por parte da sociedade. E aí ela traz a ideia de que parece que a fé das pessoas é frágil, que a gente não acredita na possibilidade de superação do ser humano. Dialogando então com Isabel, Pedro, e aí eu vou transferir a pergunta que Pedro traz, que é bem importante para Marcel. Ele concorda com o que a nossa irmã colocou e relembra um dos textos de Lázaro Rede Vivo, em que um comediante se transforma num comentarista sério no mundo espiritual e por conta disso ele recebe algumas críticas. E aí ele pergunta: "Por que acontece essa tendência em negar a mudança de alguém que anteriormente se envolveu em problemas? Que dificuldade é essa que nós temos de validar ou de aceitar que o outro sim pode mudar, já que a evolução é uma lei que nos rege. Marcel é contigo para comentar essa pergunta de Pedro. A primeira questão a ser analisada é que toda a ideia nova, quando ela chega, ela deve passar por três etapas. Segundo um pesquisador europeu, um ilustre pensador e filósofo, no primeiro estágio de uma ideia nova, ela é ignorada. Ignore a ideia nova, porque você já está vivendo num hábito, numa rotina que não admite uma ideia nova. Então, ignore no segundo momento, porque a ideia nova chegou para ficar, aí ela tem que ser combatida. Ou seja, quem se render a ideia nova, você isola, você combate, você mata, você destrói ou você cala. No terceiro momento, a ideia nova que chegou para modificar a ideia velha, ela triunfa e as pessoas aderem. Quanto tempo isso demora? pode demorar dias, meses, anos e até séculos. Há um tempo longo, porque é preciso que toda uma geração desapareça e uma nova

r a ideia velha, ela triunfa e as pessoas aderem. Quanto tempo isso demora? pode demorar dias, meses, anos e até séculos. Há um tempo longo, porque é preciso que toda uma geração desapareça e uma nova geração surja embuída daquela ideia nova. Então, aquela ideia antiga vai desaparecendo. Ainda hoje nós temos pessoas politeístas na terra. Ô, mas acredita em vários deuses. Vá pra Índia. Na ís vai encontrar milhões de pessoas adorando do rato até o elefante. Eles acreditam piamente. Na África existe uma tribo onde as mulheres colocam assim que nascem um cordão preso no pescoço e elas só tiram esse cordão ou essa corrente do pescoço com a morte. E esse cordão é disputado, porque a mulher que tem aquele cordão, ela é representativa dentro da tribo. Os homens a desejam e ela só pode tirar quando morre. Então ela passa a vida inteira com um cordão, uma espécie de corda amarrada ao pescoço que a distingue demais. Para nós outros, de algumas culturas, isso seria um verdadeiro absurdo pelo incômodo ter qualquer coisa lhe aprisionando, especialmente a área da respiração, o pescoço, onde qualquer estrangulamento ali dificulta, mas é cultura local. Então, por isso mesmo, Humberto de Campos, eh, irmão X, investe nesse livro ao mostrar que quando Lázaro foi ressurrecto do túmulo, isso tá no prefácio. Olha o prefácio, a beleza desse prefácio. Lázaro agora tá vivo. Ele sente saudades do convívio dos amigos no na sinagoga. Então, ele vai para a sinagoga de Jerusalém, já que Betânia destava apenas 6 km de Jerusalém. Quando ele entra lá, o que é que ele recebe? Pedradas, jogam nele muletas, bengalas, paus e pedras, porque infame, filho de Satanás, quem já morreu não pode vir. Eles não estavam acostumados, eles não aceitavam a ideia de uma pessoa morta ou aparentemente morta voltar à vida. Aí Lázaro é agredido. E aí os doutores da lei os o esam pelo pescoço, né, aprendendo a túnica. Mas ele dá uma resposta. Fariseus, o homem que me deu a vida tem suficiente poder para vos dar a morte. Todo mundo soltou ele na hora. Ou

utores da lei os o esam pelo pescoço, né, aprendendo a túnica. Mas ele dá uma resposta. Fariseus, o homem que me deu a vida tem suficiente poder para vos dar a morte. Todo mundo soltou ele na hora. Ou seja, ele gerou um impacto, uma onda de medo. Olha, esse que me deu a vida pode vos dar a morte. Mas não é que ontem eu já estava analisando o livro de segunda-feira que vem. Tô fazendo aqui para provocar vocês. Pelos caminhos de Jesus. Eis que Jesus hospedado na casa de Simão Pedro. Uma noite chegam os doutores da lei para falar exatamente da ressurreição de Lázaro. Mas senhor, ele tava morto e pela nossa cultura os mortos não voltam. Como é que o senhor trouxe ele da vida? Jesus olha pros doutores e diz: "Ol, se ele tivesse morto, ninguém podia trazê-lo de volta à vida". Olha que frase forte de Jesus. É como se ele dissesse: "Aquele que morre nem Deus pode trazer a vida". O que é verdade. Quando uma folha de uma árvore morre, nem Deus que criou a árvore, todas as coisas pode fazer aquela folha voltar a viver. é que Deus usa outro mecanismo. Ele derruba a árvore pela lei de atração. Aí ele derruba a folha, a árvore cai no chão, apodrece, seus elementos se dissolvem no chão e vira húmus. O húmus tem nitrato, tem azoto, tem nitrogênio, tem cálcio. A própria árvore absorve aqueles elementos da folha que morreu, reincorpora a sua seiva e nasce uma nova folha. Ou seja, até folha reencarna. Ela vai nascer novinha, verdinha de novo. Mas daquele jeito que ela morreu, nem Deus faz ela voltar a ser verde. Do jeito que a gente tá pensando. Ela volta a ser verde numa nova folhinha que vai nascer lá no galho da árvore. É a bondade, é mistério de Deus. Então, por isso mesmo, a ideia nova sempre encontra uma resistência. Ainda temos pessoas na Terra profundamente resistentes ao pensamento espírita. a reencarnação, a mediunidade, o intercâmbio com o mundo espiritual, tudo isso. Mas para quem é crítico das das crônicas de Humberto de Campos, que asseveram isso, inclusive o narrador cômico é ele mesmo, ele foi

ão, a mediunidade, o intercâmbio com o mundo espiritual, tudo isso. Mas para quem é crítico das das crônicas de Humberto de Campos, que asseveram isso, inclusive o narrador cômico é ele mesmo, ele foi muito satírico na Terra, muito irônico. Ele tinha crônicas muito dolorosas. Só pra gente saber, Humberto de Campos, em vida, ele preparou um livro só de sátira sobre personalidades do Rio de Janeiro da época. Ele pediu aos três filhos para publicar esse livro depois da morte dele. O livro nunca foi publicado. Acho que ele voltou do além e pediu aos três filhos: "Não façam mais isso de jeito nenhum. Vocês vão atormentar o pai de vocês no além". E esse livro nunca foi publicado, eram sátira dele a determinadas figuras da cultura carioca do seu tempo. Então ele também modificou. A melhor informação é quem for vai descobrir como esse mundo espiritual é um admirável mundo novo. Isso mesmo, Marcel. João comenta aqui, ou melhor, ele faz uma pergunta. Porque a insistência em dizer autor, irmão X, quando sabemos que, na verdade, Humberto de Campos teve que utilizar esse pseudônimo devido a direitos autorais reivindicados pela família. Lá no iniciozinho do estudo desse livro, João, Marcel eh fez uma explicação nesse sentido. Você pode retomar esses momentos anteriores e não é necessariamente uma insistência. Nesse aparece como irmão X, mas não sei se você esteve conosco na época do Boa Nova. E aí nós nos remetíamos ao ator como Humberto de Campos. Mas a questão é que todos nós sabemos que trata-se de um só e mesmo espírito e que eles também não trazem uma preocupação quando mais elevados com o nome, muito mais com a mensagem, mas sabemos dessa identidade, desse espírito que hoje nos ilumina as reflexões, tá bom? E vou deixar aqui paraa Nádia na sequência dessas reflexões, Naddia, que Marcelo também foi desenvolvendo, Isabel segue trazendo a opinião dela, na verdade é uma dúvida sobre se há uma resistência coletiva à evolução espiritual ou se isso reflete uma falta de compreensão sobre a

o também foi desenvolvendo, Isabel segue trazendo a opinião dela, na verdade é uma dúvida sobre se há uma resistência coletiva à evolução espiritual ou se isso reflete uma falta de compreensão sobre a natureza humana. ou se não for uma falta de compreensão sobre a natureza humana, se isso seria uma desconexão emocional, uma dificuldade em entender o outro. Então, a partir desse capítulo, ela trouxe essa reflexão com essas duas possibilidades. Estamos de fato desconectados e com dificuldade de entender o outro ou falta compreensão sobre a natureza humana? Olha só, Isabel, eh é uma eh a sua reflexão, ela me traz várias ideias, então é uma reflexão assim um pouco difícil de trabalhar de uma forma resumida, eu vou tentar. Eh, você fala, você começa falando da resistência à evolução. A mudança, ela requer que a gente se desloque, que a gente mude não só as ações, porque mudar as ações é relativamente fácil, mas sobretudo, principalmente quando a gente tá falando em termos de evolução espiritual, se trata de mudar a visão da realidade, que é função do nosso nível de consciência. Vamos pensar um pouco historicamente, por exemplo, que no século 15, 16, aí você teve a renascença, você teve as grandes navegações e os povos europeus buscavam, né, eh, especiarias, riquezas, ouro, etc, etc, para a manutenção do seu do seu modo de vida. Repare que eles chegavam às diversas eh áreas da América, eles chegavam às índias, eles chegavam à África com a visão que eles tinham, que era a sua forma de perceber o mundo naquele momento. Eh, do ponto de vista espiritual, isso é função do nível evolutivo. Então, esses esses indivíduos, eles não teriam como eh encontrar os outros povos com uma visão que hoje nós temos, que é assim, são seres iguais a nós, com os mesmos direitos. A ideia de direitos iguais não passava pela cabeça. Você tinha o rei que era o dono das terras, era o dono de tudo e tinha estudo de vários níveis, né? Eu tô usando esse exemplo para dizer que ele não é uma exceção, ele é a

ais não passava pela cabeça. Você tinha o rei que era o dono das terras, era o dono de tudo e tinha estudo de vários níveis, né? Eu tô usando esse exemplo para dizer que ele não é uma exceção, ele é a regra. Quando nós precisamos mudar, quando nós precisamos eh nos transformarmos, perceber de formas diferentes, nós resistimos porque dá trabalho, por causa daquilo que a questão anterior ela ela vai trazer as paixões. A gente gosta do jeito que as coisas estão, a gente gosta do imediatismo. E fazer mudança, fazer progressão, crescimento espiritual é algo que nos exige esforço, porque exige que nós renunciemos a uma satisfação que tá posta, que é fácil, que é automática, porque já evoluímos para chegar até aqui. A gente não pode pensar em termos de bem e mal. Tem um texto de Kardecas e o bem e o mal que ele vai mostrar que o mal não tem existência própria, que ele é ausência do bem e que no processo evolutivo, o que hoje a gente considera um bem e acha ótimo, amanhã quando a gente evoluir mais, a gente vai ser, vai entender que precisa superar. Então lá lá adiante isso vai se tornar um mal. Por quê? porque vai estar impedindo que nós avancemos, que nós possamos evoluir mais. Aí, nesse caso, a resistência é que é muito mais fácil ficar com o que a gente já tá acostumado. É muito mais fácil seguir no automático. Isso nesse nível que nós estamos, espíritos superiores, eles não têm essa dificuldade porque eles já entendem a lei de Deus, eles já se harmonizam, eles já buscam fazer o bem, eles já têm a consciência num outro nível. Para espíritos do nosso nível, a evolução, o progresso cansa, dá trabalho, aborrece, desiste. Por quê? Porque estamos apegados ao modo como estabelecemos as coisas hoje. A parte da pergunta que fala sobre as pessoas, compreender as pessoas, não compreender as pessoas, eu acho que você tá talvez citando um tipo de situação onde a gente precisa evoluir. Acredito que seja isso. Essa parte não ficou muito clara para mim. Se você puder explicar, Jem, fica mais fácil.

s, eu acho que você tá talvez citando um tipo de situação onde a gente precisa evoluir. Acredito que seja isso. Essa parte não ficou muito clara para mim. Se você puder explicar, Jem, fica mais fácil. A segunda parte, a primeira, ela faz essa sinalização se é falta de compreensão sobre a natureza humana e a segunda ou é apenas desconexão emocional ou dificuldade de entender o outro. É, mas aí como ela faz uma pergunta sobre evolução, não é sobre o outro, é sempre sobre a gente. É por isso que, né, assim, eh, não é a natureza humana, é, nós somos espíritos, fomos criados simples e ignorantes e estamos aprendendo e avançando. Necessariamente hoje nós sabemos menos do que saberemos amanhã do ponto de vista espiritual. E antes nós eh e amanhã nós vamos saber mais do que sabemos hoje. Essa é a lei de evolução. Mas amanhã não é amanhã, dia 6 de janeiro, não. Amanhã quando a gente conseguir fazer o esforço, fazer o movimento e chegar onde é necessário. Então o tempo é dado pela pessoa. Não dá pra gente ter ideia da evolução dos outros eh no sentido espiritual. Por quê? Porque nós não temos como sondar o seu íntimo. Nós vemos as ações. Há pessoas que fazem ações meritórias, que dão dinheiro paraa caridade, que criam fundações para salvar povos, pessoas e que, no entanto, fazem isso porque gostariam de ser celebradas, gostariam de ser reconhecidas na história, gostariam de ganhar prêmios, né, vultosos. a gente não tem como saber qual é o interior da pessoa, tá? Enquanto há pessoas que fazem muito menos do que isso, mas fazem de coração, fazem por bondade. Então essa parte aí em relação aos outros, eu penso que se a gente continua na linha do início da questão, a gente vai deixar para que a própria pessoa resolva. É importante no conquistando a si mesmo, que a gente falou antes, que possamos sondar a nossa consciência, reconhecer a lei de Deus presente nela e seguir adiante. >> Obrigada, Nádia. Agora a gente vai relembrar o capítulo 15, resposta do além. Não poucas vezes na obra Lázaro Rede Vivo, a gente teve

ência, reconhecer a lei de Deus presente nela e seguir adiante. >> Obrigada, Nádia. Agora a gente vai relembrar o capítulo 15, resposta do além. Não poucas vezes na obra Lázaro Rede Vivo, a gente teve abordagem sobre relações familiares, educação dos filhos. E aí a gente viu nesse capítulo, Marcelo, uma carta que foi encaminhada ao denominado mundo dos mortos por uma mãe aflita com os problemas domésticos que ela enfrenta. O que você destaca como central neste capítulo, observando que não foi só nesse que as questões familiares e especialmente a educação dos filhos apareceu para nós? O mundo espiritual está cheio de pedidos das criaturas humanas em relação à solução dos seus próprios problemas terrestres. Não é de hoje. Em todos os tempos se ergueram na terra templos, oratórios, santuários, onde as criaturas humanas buscaram os pitons, as pitonisas, os auríspices, os profetas, as feiticeiras, os chamãs atrás de solução para seus conflitos pessoais. Então aí no caso nós temos uma mãe terrestre se dirigindo a Humberto de Campos, que foi pai, solicitando a ele que dê uma dica de como educar os filhos. O livro é da década de 40. Então, as regras passadas naquele período incluía geralmente um psicólogo que ficava pendurado atrás da porta. Todo mundo já sabe a qual psicólogo estou me referindo. Era um psicólogo que quando aparecia, que saía de trás da porta, resolvia todos os problemas. Se gerou, se produziu uma geração traumatizada e isso varia de pessoa para pessoa. Alguns dizem que o cinta, palmatória, o ajoelhar-se no milho não os traumatizou. Outros disseram que cresceram traumatizados por aquele tipo de educação. Qual é o modelo atual? Nós temos um modelo agora com restrição de direitos. Você quer educar um filho, diga a ele: "Se você não fizer tal coisa, eu lhe tiro o celular por dois dias". Ele pensa em suicídio. Porque ficar fora da internet, ficar das redes sociais é de matar qualquer um. Adulto não aguenta, imagine criança e adolescente. Nós temos hoje crianças já

ular por dois dias". Ele pensa em suicídio. Porque ficar fora da internet, ficar das redes sociais é de matar qualquer um. Adulto não aguenta, imagine criança e adolescente. Nós temos hoje crianças já com celulares na mão que os pais dão e eles levam pra escola potentes aparelhos. Então, desde ser líder é um outro tipo de educação. Então, se no passado nós tínhamos o não, agora talvez haja uma discussão, há uma um diálogo, uma polêmica de que o não traumatiza. Bom, então nós vamos ter uma geração que recebe sim para tudo. Então, Humberto de Campos, com a sua verve, né, com seu expertise, desenvolve um texto em que ele leva aquela mãe, mas por extensão todas as mães e os pais, a uma reflexão profunda de que nossos espírit nossos filhos não são nossos filhos. antes de tudo, são filhos de Deus e Deus os empresta temporariamente a nós outros para a capilaridade da consanguinidade, de modo que a gente transfira para esses espíritos recém-chegados à matéria o nosso conteúdo, a nossa educação. E a educação é intramuros, ela está dentro do lar. A escola instrui, o laruca. Então, será dentro do lar, pela manifestação do pensamento, das atitudes, dos comportamentos que pai e mãe vão forjar nos filhos o respeito à pátria, o respeito ao idoso, o respeito ao seu próprio corpo e ao corpo alheio, de modo de que ele cresça íntegro, como homem ou como uma mulher de bem e se constitua em valoroso cidadão a edificar uma sociedade melhor para todos. Obrigada, Marcel. Vamos aqui na sequência com Naddia. Nadia, por favor, comente para nós a passagem que se encontra no capítulo 17, Lição em Jerusalém. A passagem é, essa foi uma das últimas lições dele entre as criaturas, dandoos a conhecer que é muito fácil cantar hosanas a Deus, mas muito difícil cumprir-lhe a divina vontade com o sacrifício de nós mesmos. OK, Janile, essa colocação sobre a facilidade de cantar osanas e a dificuldade de cumprir a vontade de Deus, ela está relacionada com o que eu já falei anteriormente, está relacionada com o nível de

. OK, Janile, essa colocação sobre a facilidade de cantar osanas e a dificuldade de cumprir a vontade de Deus, ela está relacionada com o que eu já falei anteriormente, está relacionada com o nível de consciência que nós temos. Então, o espírito de terceira ordem, que é a maioria no planeta Terra, ele vive para si. O interesse pessoal é a sua prioridade. Ele funciona como alguém que parte do princípio de que é ele que tem que cuidar de si mesmo, é ele que tem que cuidar dos seus interesses, é ele que tem que garantir a as suas necessidades, porque ninguém mais vai fazer isso. Ao contrário, os outros são sempre impecífílios, os outros são sempre dificultadores dessa satisfação pessoal. é o interesse pessoal que é a prioridade. A tal ponto que o espírito imperfeito ele vai achar, se você diz isso a e a mente da gente muitas vezes ressoa dessa maneira, você diz essa que é uma resposta que os espíritos deram quando Kardec pergunta abstraindo as paixões, os vícios, essas questões concretas, qual é a característica principal do espírito imperfeito, que é o espírito de terceira ordem, os espíritos respondem o interesse pessoal. Aí automaticamente a gente pensa: "Ah, mas então quer dizer que eu não posso cuidar de mim? Ah, então quer dizer que eu não posso eh eh ter a menor satisfação? dizer que eu não posso obter aquilo que eu desejo porque essa é uma, digamos assim, é uma resposta e é um pensamento que expressa o que foi dito. O foco principal é o interesse pessoal, porque se você trabalha para o bem coletivo, você faz parte do coletivo. Quando tivermos um planeta de harmonia, de paz, de amor, de fraternidade, vai ser bom para todos os habitantes. Não vai ser bom para alguns, porque se é bom para alguns, então não tem fraternidade, não tem, não tem todo esse processo. Estamos ainda vivendo no egoísmo, no interesse pessoal, mas a mente, a consciência do espírito imperfeito, ela não percebe isso. Apesar disso, existe uma lei moral que é a lei de adoração. Todos os seres criados buscam Deus

o egoísmo, no interesse pessoal, mas a mente, a consciência do espírito imperfeito, ela não percebe isso. Apesar disso, existe uma lei moral que é a lei de adoração. Todos os seres criados buscam Deus consciente ou inconscientemente, eh, atribuindo qualquer nome, atribuindo qualquer coisa, mas a gente sempre se volta para Deus. Então, é fácil cantar hosanas porque no momento em que louvamos a Deus, nós estamos em conexão com aquela vibração elevada que o contato com Deus nos dá. A gente se sente bem, se sente ótimo, eleva a vibração. Porém, quando se trata de fazer a vontade de Deus, o que é fazer a vontade de Deus? Porque muitas vezes a gente pensa em Deus como uma pessoa que tem vontades e caprichos. Marcel falou no início, Deus não vai reverter a morte física porque faz parte das suas próprias leis. Eh, assim, não é um um indivíduo, não é uma pessoa como nós que muda de ideia, que tem pensamentos, um dia quer uma coisa, outro dia quer outra, tem interesses variados. Deus é a inteligência suprima que criou todas as coisas, toda a realidade que a gente vive. Então, as suas leis são perfeitas. Para que que ele vai mudar? Qual o incômodo que ele tem com a morte? Nenhum. Ele sabe que no plano físico, como Marcelo descreveu, morte é transformação. E no nível espiritual, morte é transição para outro nível. Então, não há motivo para isso. Só que o espírito imperfeito, ele não entende. Então, ele não consegue nem compreender a lei de Deus. Na verdade, ele tem uma vaga intuição de Deus, não compreende a lei de Deus. sempre acha que a lei de Deus tá atrapalhando o que ele quer. Sempre tem uma briga com Deus, sempre tem uma rebeldia. Significando isso, que o que é chamado no livro de autosacrifício é aquilo que eu me referia antes. Você renuncia a uma coisa pequena para você ter uma coisa grande. Veja, a gente é tão apegado ao imediato que eu eu vou trazer um exemplo de saúde. você descobre que tem um problema, digamos como diabetes, você precisa renunciar ao prazer de determinados alimentos, ao prazer de do

tão apegado ao imediato que eu eu vou trazer um exemplo de saúde. você descobre que tem um problema, digamos como diabetes, você precisa renunciar ao prazer de determinados alimentos, ao prazer de do sedentarismo, por exemplo, né, para obter saudável, para funcionar bem, para seu organismo funcionar bem, não ficar sobrecarregado, porque já existe ali uma doença. Mas quantos de nós não conseguimos fazer essa renúncia? Repare, é você renunciar um prazer agora para você ter uma vida mais longa, uma vida mais saudável, você não ter problemas piores, etc, etc, etc. Mas ali a pessoa tá tão voltada pro imediato, ah, eu não resisto. Repare, a mesma coisa acontece no campo moral. Então, é difícil seguir as leis de Deus porque isso implica autotransformação, isso implica uso da vontade para renunciar ao que agora é agradável, sabendo que existe algo muito maior, uma felicidade mais plena mais paraa frente. Mas não precisamos renunciar à conexão com Deus. É um prazer, porque nós somos criaturas de Deus, somos filhos de Deus e buscamos-lo e sempre temos prazer na sua presença. Acho que é isso. >> Maravilha, NJO. Obrigada. Eu vou voltar aqui só para sinalizar que Isabel eh eh respondeu que compreendeu que você trouxe para ela, Nica, ela vai continuar se trabalhando e agradece pela resposta. Todos nós, né, Isabel, precisamos continuar nos trabalhar. A gente é quem lhe agradece. Vi também um comentário, comentário e pergunta de Maurício, que acabou sendo respondido por Nádia e também por Marcel. Ele fez uma observação que ainda no nosso nível é mais fácil criticar os outros do que aceitar que a evolução espiritual é possível para quem infringiu a lei divina ou delinquiram, como ele aqui escreve. E vou trazer para Marcel e Mércia, não se preocupe que eu já registrei a sua pergunta e junto com a Daniela, mas vou trazer Marcel para que você responda a João, João Paulo. Ele diz que o capítulo seis foi o que ele mais gostou. Lembra da árvore, dos frutos e de quanto as nossas ações podem ter feito de longo

as vou trazer Marcel para que você responda a João, João Paulo. Ele diz que o capítulo seis foi o que ele mais gostou. Lembra da árvore, dos frutos e de quanto as nossas ações podem ter feito de longo prazo sobre os outros, mesmo que nos arrependamos de nossas escolhas? E aí ele pergunta: Como lidar com as consequências de algo que não pode ser desfeito? >> João Paulo é ter paciência, porque diz um ditado, parece que é da do Rotary, né? Senhor, dai-me coragem para mudar aquilo tem que ser mudado. Dai-me entendimento para compreender aquilo que não pode ser mudado. E dai-me compreendão, compreensão para entender uma coisa, diferenciar uma coisa de outra. Olha que pensamento notável. Ou seja, o Rotar estabeleceu esse pensamento no sentido de que há coisas que eu não posso alterar. Então eu me curvo a elas por serem a vontade divina. Então a vontade divina se manifesta também na destruição, no caos. Porque para reconstruir sob o novo patamar, a divindade precisa destruir conforme a matéria está num estado para reorganizá-la em outro. Se o ovo não morresse, não tinha ave. Se a semente não morresse na cova, a gente não teria a árvore. Então, alguém tem que morrer, alguém tem que ceder para que uma outra coisa suja num outro patamar. Então, o ovo tem que desaparecer para libertar a ave que está encerrada dentro dela, tá? Ent, tá como germem. Então, consequentemente, as leis de Deus se manifestam absolutamente perfeitas e não podem ser alteradas nem por Deus, nem Deus pode modificar as suas leis, porque leis perfeitas, elas já fecharam o circuito nelas mesmas, elas não admitem PEC, né? Projeto de emenda constitucional. Não dá. Deus não admite esse tipo de artifício legislativo. Senhor, dá para fazer um jeitinho nessa? Não, Deus não tem jeitinho. Quem tem jeitinho é as constituições humanas, é as leis humanas que surgem no período, depois você derroga, volta a estabelecê-las de novo. Encontra-se leis absurdas alguns lugares, outras leis comuns. A leis que f o Brasil tem mais

ções humanas, é as leis humanas que surgem no período, depois você derroga, volta a estabelecê-las de novo. Encontra-se leis absurdas alguns lugares, outras leis comuns. A leis que f o Brasil tem mais de 2.300.000 leis. municipais, estaduais e federais de Cabral até aqui. É de se perguntar, mas o país que tem 2 milhões300.000 leis, por que é que está em alguns setores uma baderna? Porque lei é que nem vacina. Umas pegam e outras não pegam. Umas imunizam e outras não imunizam. Não adianta ter leis se o indivíduo não as obedece. Só que as leis divinas não estão em textos. não estão invadmecum. As leis divinas estão esculpidas na consciência da criatura humana. Então, quando eu estou num nível muito atrasado, eu só percebo essas leis sobre quatro ângulos: comer, beber, dormir e procriar. Isso me é suficiente. A lei não exige mais nada de mim. Eu faço essas coisas para me manter. À medida que o senso da vida moral se desenvolve, eu começo a perceber que existe um muro e meu muro, minha casa vai até esse muro. Do outro muro para lá é a casa do vizinho. O que que eu posso fazer no terreno do vizinho? Só o que o vizinho me autorizar. Então é um outro terreno. Eu passo a ter cuidado não invadir a seara alheia. Aí surge o discernimento, a pudicícia, o critério, o discernimento, que são valores que exornam os espíritos que estão em despertamento. A medida que crescemos, que evoluímos, aí outras bênçãos nos aureulam, de modo a compreendermos como a lei é justa, equilibrada e Deus faz sempre o melhor por nós, mesmo que a gente não entenda. Obrigada, Marcel. Nadia, a gente tem um diálogo bem interessante aqui no nosso chat que começa comece sinalizando que ela adorou o capítulo 35. E ela explica que adorou porque foi um capítulo que a ajudou a ver os políticos com outros olhos. Segundo ela, ampliou a visão sobre amar os inimigos neste casos que pensam diferente. Aí ela traz duas reflexões. Por que essa dificuldade em amar os opressores especificamente? E a segunda, quando Jesus se retirou,

pliou a visão sobre amar os inimigos neste casos que pensam diferente. Aí ela traz duas reflexões. Por que essa dificuldade em amar os opressores especificamente? E a segunda, quando Jesus se retirou, foi também em respeito ao livre arbítrio da multidão. Eu vou voltar essas duas questões de Mécia para poder também relembrar, mas é interessante colocar que logo depois Daniela também disse pra Mércia que gostou muito do capítulo 35 porque ela não tinha considerado que um político poderia estar em expiação ou prova. Quando ela começou a pensar sobre isso, ela disse que sentiu a indignação diminuir. Aí ela se refere ao afastamento de Jesus, que a fez eh de Jesus para o monte. E ela lembrou da parábola dos convidados para a grande ceia, que recusaram convite por interesses pessoais. A Imércia responde então a Daniela, olhe que o quanto esse capítulo 35 mobilizou. E ela diz: "Eu comecei a fazer o exercício de tentar enxergar o ser humano além do papel social que ele exerce, separar a função do espírito imortal". E Mécia diz que então entendeu que o o espírito está vivendo experiências evolutivas dele, mas que muitas vezes ela esquece. Eu acho que muita gente também esquece m imerso, né? nas questões do dia a dia, mas as duas questões do diálogo, vou voltar, é porque temos uma dificuldade em amar os opressores especificamente, ou identificamos em nós a dificuldade em amar os opressores e se quando Jesus se retirou foi também em respeito ao livre arbítrio da multidão? Então, a segunda pergunta eu já não sei dizer porque o se retirou aconteceu várias vezes, então eu acredito que ele tinha vários motivos. Eu não saberia dizer de um modo mais específico, mas mas posso dizer que Jesus como espírito puro, ele sempre respeitava a todos. Respeitou inclusive o momento da humanidade quando na cruz ele disse: "Pai, perdoai eles, eles não sabem o que fazem". ele conseguia perceber que essas pessoas estavam maltratando ele, agredindo ele, agredindo uns aos outros por um motivo muito simples, era a

ele disse: "Pai, perdoai eles, eles não sabem o que fazem". ele conseguia perceber que essas pessoas estavam maltratando ele, agredindo ele, agredindo uns aos outros por um motivo muito simples, era a ignorância espiritual, era o nível de consciência que era muito eh primário ainda, que isso nos remete para a primeira pergunta, né, que é a eh ela pergunta por como foi a formulação. Bote aí, Jamil. >> Porque é difícil amar os opressores. >> Ah, sim. É difícil amar os opressores por causa do interesse pessoal. A gente só ama quem faz o que a gente quer. Simples assim. Qual é o filho que a gente adora? Um filho que obedece, que tem um um caminho na vida como a gente acha ótimo, que não faz coisas esquisitas, que não vive se batendo, batendo cabeça, errando o tempo todo. Qual é o parceiro de vida, companheiro, marido, esposa que a gente ama? Aquele que nos agrada, que faz, olhe, ele faz, ele vive na casa como a gente acha, ele tem um projeto de vida como a gente acha. Isso é em tudo. Isso é a característica central. Agora, se a gente tem dificuldade de amar os entes querido, que a gente já gosta, né, porque eles nos desagradam, fica difícil, a gente se aborrece, a gente ofende, a gente briga. Calcule quem já faz coisas que nos agridem, nos violam nossos planos, nossos direitos, etc. Então é muito difícil eh amar o inimigo é a proposta central do Cristo. Mais os e é uma coisa inusitada. Eu não lembro de outra outra filosofia, outra concepção. É possível que exista, né? Porque a minha cultura não abrange outras outras culturas. Mas Jesus vai dizer: "Ouvistes o que foi dito aos antigos, né? Amai os que vos amam. Eu, porém, vos digo: "Amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam". Ele tava propondo que a gente se deslocasse do interesse pessoal. Amar o inimigo significa que não é sobre o que ele fez, é sobre o fato de que ele é um filho de Deus como eu. Ele é meu irmão, ele tá em jornada evolutiva e ele contrariar o que eu quero, o que eu

al. Amar o inimigo significa que não é sobre o que ele fez, é sobre o fato de que ele é um filho de Deus como eu. Ele é meu irmão, ele tá em jornada evolutiva e ele contrariar o que eu quero, o que eu desejo o que me agrada, não o torne indigno de ser amado. Certo? Isso é um avanço extraordinário. É por isso que a gente tem tanta dificuldade. É um avanço espiritual enorme pra gente conseguir amar o inimigo, que é mantê-lo na dignidade de filho de Deus, na dignidade de espírito imortal em evolução, assim como eu. Mesmo ele tendo me odiado, me destruído, me desprezado, me ofendido, me magoado, tudo isso, eu consegui sair do pessoal e e me conectar com a lei divina, que é como diz no evangelho, porque Deus faz o sol brilhar sobre justos e injustos, faz a chuva cair sobre justos e injustos. Quer dizer, todos têm o amor de Deus e a oportunidade de evoluir, em fazer o que resolveram. Então eu acredito que seja isso. >> Muito bem, como o tempo passa rápido, nós vamos fazer mais duas perguntas e eu vou pedir então a Marcel que ajuje a Naara em sua pergunta ou reflexão. Ela diz, Marcel, que é importante essa questão do julgamento versus analisar problemas práticos da vida social, mas sem ser omissa. E ela diz que ainda não aprendeu a lidar com isso e precisa de ajuda. Como é que ela pode separar uma coisa da outra? Aí ela dá um exemplo. Tem uma medida certa ou existe uma medida certa e ela diz que parece um automatismo, que basta que ela leia um projeto de lei esdrúxulo que ela já sente algo subir por dentro dela. Então, Marcel, de que modo você pode contribuir com Naara? Existe uma medida certa. >> A medida será sempre do equilíbrio e do bom senso. A tarefa de fazer julgamentos na sociedade invariavelmente é atribuída aos magistrados. Aquela pessoa que faz concurso público atinge a magistratura. E mas nesse juízo, essa juíza, quando julga, ele julga em cima de fatos. Ele examina fatos, ele pede, ele faz acariações, ele junta documentos e ele tem que chegar a uma sentença que tenha

gistratura. E mas nesse juízo, essa juíza, quando julga, ele julga em cima de fatos. Ele examina fatos, ele pede, ele faz acariações, ele junta documentos e ele tem que chegar a uma sentença que tenha equilíbrio em cima dos fatos que foram trazidos a sua apreciação. Mas de modo geral, nós temos na Terra 8 bilhões e meio de juízes. Porque a gente julga a política, a gente julga a economia, os religiosos. Eu julgo que sei e julgo até o que não sei. Eu julgo fake news, a informação equivocada. Durante a Covid, isso foi uma loucura. Cada um tem um juízo de valor. Você fica curado com isso, você fica curado com aquilo. A pessoa nunca nem lei bula de remédio, mas recomendava os outros que tomassem isso ou aquilo. É como se fosse, é um farmacêutico indicando para as pessoas qualquer panaceia para aquela doença que matou 30 milhões de pessoas na Terra. No Brasil, 1 milhão de brasileiros foram embora pela COVID. Então, nós temos que ter bom senso, porque foi Jesus, o sublime psicoterapeuta, que nos recomendou: "Não julgueis para não ser julgados". Ele durante toda a vida não fez julgamento de ninguém. Mas olha, esse mas aí é terrível. Jesus não se exentou de analisar situações. Então, eu devo ter opinião sobre tudo que eu conheça. Se alguém pedir uma opinião sobre futebol, que às vezes não domina, eu vou dizer: "Não sei, não sei qual o melhor time do campeonato brasileiro." Eu não tenho opinião porque eu não lido com esse esse tema, então prefiro me calar. Então, não dou opinião sobre aquele assunto que não domino, mas de modo geral, tudo aquilo que nos afeta como a política, a economia e a religião, nós devemos ter uma opinião que deve ser sempre uma opinião equilibrada, ver vários ângulos, ver o ângulo até de quem nos ataca, ver o ângulo de quem nos defende. Kardec recomendava que a gente lesse tudo, inclusive livros de pessoas que eram contrárias ao espiritismo. Eu conheci em minha vida muita gente que se tornou espírita graças ao padre Oscar Gonzales Quevedo, arqueimigo do Espiritismo durante a vida

usive livros de pessoas que eram contrárias ao espiritismo. Eu conheci em minha vida muita gente que se tornou espírita graças ao padre Oscar Gonzales Quevedo, arqueimigo do Espiritismo durante a vida toda. Mas ele pregou tanto contra os médiuns espiritismo que teve gente que me contou, eu assisti uma palestra dele, mas foi tão agressiva que eu saí da palestra e fui conhecer o espiritismo, me tornei espírita. Então esse homem transformou algumas pessoas para se tornar espírita. Então, Oscar Quer deve ter transformado algumas pessoas, jogou essas pessoas no próprio espiritismo. Ele foi e o tiro saiu pela culatra, o feitiço virou contra o feiticeiro. Então, a gente deve ter equilíbrio em examinar todos os assuntos, tendo opinião ponderada, sobretudo quando não souber, o melhor é um boa dose de silêncio. >> Verdade, Marcel. Bom, vamos finalizar com Naja e com uma pergunta do nosso querido Antônio Grave, já antecipadamente agradecendo as outras perguntas que surgiram, mas que pelo horário a gente não vai conseguir responder, mas essa de Antônio é bem direta. E ele diz assim, Nia, nos dois últimos capítulos, o irmão X fala aos vivos e a seguir aos mortos. Ou seja, qualquer que seja a dimensão em que estejamos, ajamos com propósito evolutivo. Seria isso mesmo? >> Sim, eu acho, Antônio, que seria sim. Eh, uma coisa que a doutrina espírita traz para o mundo é a ideia de que a separação entre encarnados e desencarnados, ela é muito menos drástica do que a gente aprendeu ao longo dos séculos. As pessoas dizem: "Ah, nunca se sabe o que acontece depois da morte". É só ouvir o que os espíritos dizem que a gente vai saber o que aconteceu, pelo menos com aqueles espíritos, que é uma variedade de percepção. Então, eh, sim, é importante que a gente tome consciência da vida no mundo físico. A doutrina espírita, ela não rejeita, ela não desqualifica a vida material, ela não diz que a vida material é ruim, é horrível, não é necessário. Tem uma parte do livro dos espíritos que diz assim: "O princípio

espírita, ela não rejeita, ela não desqualifica a vida material, ela não diz que a vida material é ruim, é horrível, não é necessário. Tem uma parte do livro dos espíritos que diz assim: "O princípio espiritual intelectualiza a matéria". Intelectualiza. E é uma palavra que não é usada no sentido de livros, de teorias, obviamente, mas de que este princípio espiritual ele traz a presença divina para a matéria, mesmo no nível mineral. Então, a doutrina espírita ela vê como uma integração os elementos gerais do do universo, matéria e espírita. Mas eles não ficam separados, eles estão integrados. Então a gente necessita estar encarnado. Então vamos respeitar o mundo físico, vamos valorizar as experiências materiais, mesmo que sejam superficiais, mesmo que sejam banais. Vamos fazer isso com a consciência do do processo evolutivo e vamos compreender que estamos o tempo todo ligados ao mundo espiritual. Durante a emancipação da alma. Sempre que a gente dorme, a gente acessa ao mundo espiritual, a gente tem contato com espíritos. Hum. Quando a gente tá acordado, a gente é inspirado, é intuído, existe o intercâmbio contínuo. Então, sim, eu acho que isso eh justifica um pouco como que eh Irmão X terminou o livro e dirigindo aos vivos, que seria é o nome que se usa para quem está encarnado, e aos mortos, que é o nome que se usa para quem está desencarnado. >> Maravilha. Obrigada, Naddia e Marcel. Muito obrigada aos nossos internautas pela participação, pela mobilização no chat, que fez com que o nosso programa pudesse também nos ajudar a reviver esta obra Lázaro Rede Vivo. E aqui cabe também nesse momento, além dos agradecimentos a todos vocês, também aos trabalhadores do nosso sistema espírita de comunicação social. falo da sua liderança, Paulo de Tarso, mas agradeço especialmente aos nossos irmãos que nos colocaram no ar nesses dias em que tivemos exclusivamente online. Então, agradecemos a Ariel, a Luí e a Igor e a por aqui estarmos. Lembro a todos vocês que nós temos uma programação de verão

que nos colocaram no ar nesses dias em que tivemos exclusivamente online. Então, agradecemos a Ariel, a Luí e a Igor e a por aqui estarmos. Lembro a todos vocês que nós temos uma programação de verão que vai começar na próxima segunda-feira, lembrando que é exclusivamente presencial às 18 horas. com o tema geral, que estaremos com ele em todo o mês de janeiro, que é ser e existir o olhar multidimensional. E na segunda-feira, dia 12, esse tema vai se desdobrar com aprimorando o autocuidado. Se você quer aprimorar o autocuidado, esteja conosco. O espaço é aberto para qualquer pessoa que tem interesse. Traga os amigos, convide as pessoas, mobilize os centros espíritas e estejam conosco na próxima segunda-feira. E vocês que estão sempre conosco aqui no programa Para Viver o Evangelho, lembramos que vamos iniciar o livro de Amélia Rodriguez pelos caminhos de Jesus. Estaremos aqui na TV FEB, também pela TV Mansão do Caminho, passeando por essas páginas que Amélia Rodrigues nos trouxe. E finalizo dizendo que aqui nós nos reunimos com um único objetivo. Objetivo esse já conhecido e trazido pelo querido idealizador desse programa, o nosso mestre André Luiz Peixinho. Aqui estamos exclusivamente para viver o evangelho. Até segunda.

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