Para Viver o Evangelho | Episódio 192 • Estudo da obra “Lázaro Redivivo” (Cap. 47)
Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa oferece reflexões profundas sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, contribuindo para uma vivência mais consciente e amorosa do Evangelho no cotidiano. Dando continuidade ao estudo de obras fundamentais da literatura espírita, o programa inicia agora a análise do livro "Lázaro Redivivo", ditado pelo espírito Irmão X (Humberto de Campos) e psicografado por Chico Xavier. A cada episódio, um capítulo da obra é estudado com profundidade, resgatando lições valiosas de Jesus que permanecem vivas e atuais, convidando-nos à renovação interior e ao serviço no bem. Com uma abordagem clara, fraterna e fiel à tradição doutrinária, Para Viver o Evangelho é um espaço de aprendizado, inspiração e compromisso com os valores do Cristo. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar todos os episódios! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro das novidades e conteúdos edificantes! 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #EvangelhoNoLar #ChicoXavier #IrmaoX #HumbertoDeCampos #LazaroRedivivo #DoutrinaEspirita #MansaodoCaminho #EstudoEspirita #EvangelhoSegundoOEspiritismo #EspiritismoHoje #EspiritismoComJesus #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Boa noite a todos que estão conosco. Vamos dar início a mais um para Viver o Evangelho e dessa vez com as boas-vindas dadas pelo nosso querido Marcel Mariano. Boa noite, Marcel, >> meus amigos internautas que nos acompanham na noite de hoje com a atividade inteiramente online. Nossos cumprimentos, nossas saudiais, nossas saudáveis saudações a todos que estão nos acompanhando. Nós temos alguns avisos que vão culminar com este final de ano. Já estamos hoje em 15 mais 16 dias e 2025 é folhinha retirada da parede. Então nós vamos para o novo ano. Estamos fechando também o livro Lázaro Red Vivo e logo logo nas os primeiros nas primeiras segundas-feiras de janeiro, deveremos estar penetrando pelos caminhos de Jesus ao lado de Amélia Rodrigues. Você ainda não tem programação para esse ano? Eu arranjo para você, não se preocupe não. Na próxima sexta-feira desta semana temos um encontro no Parque da Cidade aqui em Salvador com o movimento Você e a Paz. Teremos a participação de dois músicos extraordinários na atualidade, Carlinhos Brau e Nando Cordel, que é o autor, compositor do jingle ou da música símbolo do movimento Você e a Paz. fundado por Divaldo Pereira Franco e Amigos no ano de 1998 e tornado lei municipal do anos depois, no ano 2000. Então, estaremos nos reunindo num evento interreligioso, sem qualquer conotação política para divulgar a cultura da paz. Começa às 14 horas da próxima sexta-feira, dia 19, daqui a 4 dias, porque esta semana. Bom, se você puder ir, tem outro evento, dia 25, 10 horas da manhã, no prédio da Federação Espírita do Estado da Bahia. Esta veneranda senhora estará completando 110 anos de fundação. Portanto, a federação elaborada por José Petitinga como União Espírita Baiana em 1915 no Natal, está completando 110 anos e às 10 horas da manhã. Aquela tradicional palestra realizada por Divaldo Pereira Franco até 2023 estará sendo realizada mais uma vez no salão oficial, no salão solene da Federação Espírita do Estado da Bahia na sua sede administrativa
icional palestra realizada por Divaldo Pereira Franco até 2023 estará sendo realizada mais uma vez no salão oficial, no salão solene da Federação Espírita do Estado da Bahia na sua sede administrativa perto de Guatemi. Mas se você quiser ficar pro dia 31, tem programação também. 10 horas da manhã, um encontro com Rute Brasil Mesquita, o encontro com a paz. fecha o ano paando porque a palavra paz se tornou saiu de questão de substantivo e tornou-se agora um verbo. Pode ser conjugado. Então vá conjugar dia 31 de dezembro às 9 horas lá no prédio da federação com a a incansável psicóloga especialista em TVP terapia de vivências passadas e nossa irmã no ideal espírita Rute Brasil Mesquita. Para você que tá já antevendo que o livro Lázaro Red Vivo de Irmão X está encerrando suas páginas. São 50 capítulos. Hoje enfrentaremos o capítulo 47. Nós indicamos que o próximo livro é pelos Caminhos de Jesus de Amélia Rodrigues. Você ainda não tem esse livro? Resolvi o seu problema e olhe que não é uma solução Tabajara. pode se dirigir à livraria da federação. Temos 19 exemplares aguardando você adquirir. Qualquer edição deste livro que já está em várias edições com novas capas pode ser acompanhado, porque o conteúdo é sempre aquele aquarela, que Amélia Rodrigues não escreve. Amélia Rodriguez pinta o evangelho com a beleza tal que quem lê suas páginas mergulha na policromia daqueles dias que viveu Jesus. Muito bem. Hoje nós começamos então com Nádia Matos, é a primeira a comentar. Logo depois a jovem Jamile Lima fará os as abordagens necessárias. Uma boa noite a todos que nos ouvem através da internet, tanto neste momento ao vivo, emitindo suas vibrações para nós de imediato, como também mais adiante em outros momentos que as pessoas tiverem oportunidade. Agradecemos a presença e como Marcel disse, estamos aí nos últimos capítulos dessa obra de Irmão X. E hoje a gente, no capítulo 47, o título é Parábola moderna. E nesse capítulo ele faz uma paráfrase, né? ele cria uma parábola, ele cria uma história
os aí nos últimos capítulos dessa obra de Irmão X. E hoje a gente, no capítulo 47, o título é Parábola moderna. E nesse capítulo ele faz uma paráfrase, né? ele cria uma parábola, ele cria uma história baseada na parábola do bom samaritano. E a partir daí ele vai fazer associações, vai buscar fazer associações com relação ao momento atual que nós vivemos. A primeira reflexão é retomarmos eh na intenção do autor a parábola original de Jesus, a parábola do bom samaritano, que é muito rica, muito interessante, cheia de nuances. Eh, as parábolas elas têm uma característica que é elas servem para vários tipos de pessoas eh em vários estágios do desenvolvimento humano e também do desenvolvimento espiritual. Se uma criança ouve uma parábola, normalmente para ela aquilo é uma história e ela gosta, ela ache interessante, ela grava porque é uma história, é vívido. Se uma pessoa mais velha vai ouvir a mesma parábola, a criança depois que cresce, ela vai descobrir aspectos que ela não percebeu antes a partir do seu conhecimento, dos seus estudos, da sua cultura e da sua própria vivência. E é interessante que ao longo da vida nós podemos atribuir significados vários às parábolas, né? Eh, é uma forma preciosa de ensino comum no Oriente que Jesus usava muito. A mesma coisa em termos de evolução. O espírito mais primitivo, mais ligado ao material, ele vai ver a superfície da parábola. à medida que ele for se aprofundando no conhecimento da dimensão espiritual, no próprio conhecimento como espírito imortal, ele vai também ser capaz de eh perceber nuances e aplicações que não percebia. Então isso tudo para dizer que a parábola moderna que irmão X coloca, ela vai eh enriquecer a nossa reflexão sobre a temática do próximo, a temática do serviço, a temática das da nossa atuação enquanto espíritas. Ele vai dizer, eh, em algumas, em alguns momentos, os personagens da parábola dizem: "Não, isso não é espiritismo". E é uma frase que toca numa questão complexa. Por quê? Porque o espiritismo
píritas. Ele vai dizer, eh, em algumas, em alguns momentos, os personagens da parábola dizem: "Não, isso não é espiritismo". E é uma frase que toca numa questão complexa. Por quê? Porque o espiritismo ele é uma doutrina profunda. Na introdução de O livro dos Espíritos, Kardec vai dizer que o Espiritismo não pode ser compreendido por uma mensagem, por uma palestra, por uma leitura rápida. Ele precisa ser estudado, mas não é estudou e pronto, agora eu já estudei, como muita gente faz. Tá, eu fiz o curso básico, aí eu fiz o ESD e agora não. Eh, Kardec diz que a gente estuda a vida toda porque tem nuances, tem profundidades e tem a própria experiência da vida que vai sendo associada e nós precisamos vincular com o conhecimento espírita. Então, eh quando se diz isso, não é espiritismo, tá se dizendo muita coisa. Pode-se estar falando de um ponto de preconceito, só é espiritismo se tiver a forma que eu tô acostumada. Pode se estar falando de um ponto de desconhecimento. A a doutrina, a codificação não é muito estudada. Mais ou menos assim, o livro dos espíritos, o livro, o evangelho segundo do Espiritismo, o livro dos médiuns, os outros dois, a Gênese e o céu e inferno, que tá fazendo 160 anos esse ano. É menos a revista espírita, onde Kardec desenvolvia, estudava muitas coisas, praticamente a gente não conhece agora que tá, estamos noveno para estudar mais. A gente lê o espiritismo a partir dos nossos conhecimentos prévios e é muito comum que estejamos inclinados a adaptar nossas convicções e as nossas experiências à proposta da doutrina. Quando, na verdade, a ideia é que a gente possa compreender esse ensinamento novo, né? A doutrina espírita ela é inusitada, ela não é uma religião a mais igual às outras, não porque seja melhor nem pior, porque tem uma outra estrutura, não só por ser a fé raciocinada, mas pela proposta de conexão, de convivência com os espíritos. O espiritismo, ele não considera que o mundo espiritual é algo inalcançável para nós encarnados, mas também não considera que ele deva ser
as pela proposta de conexão, de convivência com os espíritos. O espiritismo, ele não considera que o mundo espiritual é algo inalcançável para nós encarnados, mas também não considera que ele deva ser abordado eh sem cuidado, sem atenção, sem experiência e sem conhecimento, porque desde sempre os seres humanos tiveram contato com o mundo espiritual, usaram fórmulas mágicas, rituais, uma série de elementos para acessar essa realidade. E, no entanto, eh, a partir desse conjunto de coisas, você não acessa senão aquilo que já tá de certa forma expectativa. Ao estudar as as revelações dos espíritos, ao analisar, ao propor o método espírita, ao codificar a doutrina, Kardec nos mostra que é preciso ter uma postura de autorresponsabilidade. Sou eu que preciso compreender a doutrina. Sou eu que preciso me conectar com a espiritualidade maior. Sou eu que preciso trazer essa doutrina para minha vida, me transformar e transformar o meu entorno? Então a pergunta isso, a a colocação, isso não é espiritismo que vai aparecer várias vezes na parábola, ela pode sair da nossa boca e muitas vezes ela não vai ter, nós mesmos não saberemos fundamentar porque nos falta essa esse olhar de cuidado com o conhecimento espírita. E um cuidado indispensável, Nadia. De fato, esse capítulo que o irmão X nos apresenta fez com que eu lembrasse do evangelho da instrução dos espíritos quando fala dos últimos, que serão os primeiros e que nós nos consideramos dessa forma até mesmo pelo que a literatura nos apresenta. E aí nós somos listados como esses últimos, porque viemos depois do de Moisés, dos demais profetas, dos filósofos. Então, eis que chegamos, até porque o espiritismo é apresentado como a terceira revelação, como consolador prometido por Jesus. E a questão quando a gente vê a afirmativa, isso não é espiritismo, o que é que é? Então, algumas orientações que o Evangelho nos apresenta fala muito do nosso campo moral e das oportunidades que nos são chegadas e que talvez nós não aproveitemos da forma devida ou
o, o que é que é? Então, algumas orientações que o Evangelho nos apresenta fala muito do nosso campo moral e das oportunidades que nos são chegadas e que talvez nós não aproveitemos da forma devida ou esperada ou até mesmo que nos comprometemos a estarmos mais vigilantes quando elas então aparecem. Então, quando a gente vai ler ou aprofundar o que a ideia dos últimos serão os primeiros, querem nos dizer, a gente tem lá a ideia de que devemos ser aqueles espíritas que não fazem mau uso do tempo. E não fazer mau uso do tempo significa que nós precisamos dispor a realização do trabalho. Não só a realização do trabalho na casa espírita, por exemplo, ou no próprio movimento, mas é uma disponibilidade e uma vontade de fazermos melhor tudo aquilo que já temos uma espécie de história no passado e que fomos convidados a voltar. É no meio do trabalho, é no meio familiar, é na nossa relação com a sociedade. Tudo isso nos leva a essa reflexão do que é mesmo espiritismo e, acima de tudo, o que é ser espírita. Essa é a convocação que nos é trazida. Eu achei interessante que a personagem, ela fazia uma espécie de observação rápida e superficial e já conseguia afirmar isso não é espiritismo. Não tinha uma certa ideia mais depurada, um pouquinho mais demorada para que então se pudesse chegar a alguma conclusão. apressadamente. Isso não é espiritismo. E me deu uma certa curiosidade de saber se a personagem diz que isso não é aquilo que ele fazia, embora isso não seja apresentado, eu sou aquele que diz não e não se coloca na condição de quem pode partilhar. Se eu tenho um tesouro, eu vou enterrar ou eu posso partilhar com o outro ou me aproximar daquelas realidades. Depois a gente tem a aquela ideia de que o trabalho, uma vez desperdiçado, nós só vamos consegui-lo depois desse preparo que a gente vai precisar apresentar. O evangelho vai dizer que quando este servo que teve a oportunidade de trabalhar, foi apresentado, ele não aceita. Aí sim, esse Senhor, que aí a gente vai entender
que a gente vai precisar apresentar. O evangelho vai dizer que quando este servo que teve a oportunidade de trabalhar, foi apresentado, ele não aceita. Aí sim, esse Senhor, que aí a gente vai entender como Deus, vai lhe ofertar em um outro momento essa possibilidade, vai lhe dizer: "Quando você estiver pronto, eu vou então lhe conceder uma nova oportunidade." E aí os espíritos, eh, um espírito protetor vai nos explicar em um evangelho que essa nova oportunidade virá em uma outra vida. E aí a gente vai entender a ideia que está aí aparecendo nessa observação da reencarnação, porque a gente fica achando que aquela ideia, você vai chegar agora e vai receber o mesmo salário dos que vieram antes. pela reencarnação, a gente entende que os últimos que estão recebendo o salário são os primeiros que começaram a trazer as ideias, a plantar, que agora voltam como últimos, porque vão voltar a cultivar, dar continuidade ou simplesmente já se despiram da preguiça anterior e agora vão trabalhar nesta seara. Então, por isso essa ideia de que o salário será o mesmo, porque a gente já foi chamado, mas só se permitiu ser escolhido um tanto quanto mais recentemente. Então, estar nessa condição do último ou do espírita, o que veio depois dessa caminhada histórica nos traz uma responsabilidade muito maior diante de algumas negativas que nós podemos estar ofertando diante das oportunidades que Deus nos concede para o trabalho, para a amorosidade e para o crescimento espiritual. Então, estejamos atentos. Inegável reconhecer que em todas as culturas da Terra, estas desenvolveram algum princípio de filosofia. E a filosofia como produtora dos amantes do conhecimento possuíam coãs, histórias, crônicas, parábolas, textos ou frases que nos remetem a grandes vultos da história. Quando apreciamos figuras como Heráclito, Sófocles, o próprio pai da filosofia Sócrates para o ocidente, as figuras de Confúcio, nós vamos encontrar de que todos esses vultos célebres da história, especialmente quando desfilaram na
Heráclito, Sófocles, o próprio pai da filosofia Sócrates para o ocidente, as figuras de Confúcio, nós vamos encontrar de que todos esses vultos célebres da história, especialmente quando desfilaram na religião, no conhecimento, deixaram frases que hoje reclamam uma interpretação. E o curioso também é de que cada pessoa se acerca dessas frases com a capacidade de fazer uma interpretação que lhe é própria. Tanto quanto encontramos pessoas que não têm interpretação de nada. Você pode apresentar a frase que quiser, o conceito que quiser, a história. A pessoa no primeiro momento não atina, não percebe o que está embutido naquela colocação. E nisso o brasileiro tem muitas frases de efeito. Nós temos muitas frases no Brasil e conceitos assim ligeiros que quem vem de fora não entende muito o que que a gente está querendo dizer. No momento temos uma frase muito corriqueira: "Quem canta seus males espanta". Será verdade que o fato de utilizar-me da música, eu sou capaz de expulsar os males da alma? Porque se eu pegar a vírgula, a vírgula que tá nessa frase e coloca ela lá no final, mas dá um sentido tão terrível, vamos ao primeiro sentido. Quem canta, vírgula, seus males espanta. Maravilhoso. Pegue a vírgula e jogue lá pro final da frase. Quem canta seus males, vírgula, espanta, bota todo mundo para correr. Não fica um. Porque quem vive só falando de seus males, de suas mazelas, de suas desgraças pessoais, ninguém consegue conviver com a pessoa tóxica, uma pessoa pessimista, uma pessoa depressiva, nesse sentido de permanentemente está contando que lhe rebaixa na vida. Nós procuramos fugir dessas pessoas porque elas têm um auto, puxar para baixo. E nós precisamos e sentimos necessidade de conviver quem nos eleve. Por isso mesmo, Jesus, que era um extraordinário comunicador, ele sabia que uma das preciosas ferramentas de utilidade no seu tempo era conversar com as pessoas. E ele tinha a raríssima habilidade de conversar, fazendo com que a pessoa fizesse descobertas por si mesmas, por si mesma. Porque
as ferramentas de utilidade no seu tempo era conversar com as pessoas. E ele tinha a raríssima habilidade de conversar, fazendo com que a pessoa fizesse descobertas por si mesmas, por si mesma. Porque quando a gente fica refém de um mestre é uma questão muito preocupante, porque todas as vezes que eu for defrontado por desafios do caminho, tenho que recorrer ao mestre, ao guru, ao avatar. Só que chega o momento que a vida tira o mestre de minha estrada e me impõe a caminhada solitária. Agora eu tenho que fazer valer o conhecimento herdado do mestre para decifrar os enigmas da estrada. Quando Sófocles escreveria a célebre, o célebre drama de Laio, Jocasta e Édipo, né, esse drama mitológico, ele coloca que em algum momento Édipo na estrada foi desafiado pela esfinge e a esfinge propõe a ele: "Decifra-me ou te devoro?" Porque estava no contexto da mitologia de que a esfinge era um monstro mitológico que ficava no meio da estrada de alguns peregrinos. Era um leão devorador. Olha a esfinge egípcia tem uma cara de gente, mas o corpo é de leão. Ali tomando conta das três esfinge de Kelps, de Kefren e de Micherinos. Então ela propunha charada. Ou eu decifrava a charada, ou a esfinge me devorava. Épo intrigas, os conflitos humanos. Havia viajado muito e aprendido muito, reunindo sagacidade e peculiaridade em decifrar os enigmas da existência humana. decifrou e a esfinge cometeu suicídio, atirou-se ao mar e se destruiu, mas antes vaticinou o destino trágico que estava destinado a Édipo, assassinar o próprio pai Laio e casar-se com a mãe Jocasta, se fazendo ainda pai de outros dois filhos que viriam por aquela mulher numa relação incestuosa. Mas isso é mitologia. Jesus se valia dos recursos que tinha a época, o diálogo, para levar os indivíduos a pensar. Então, seja por isso que ele propõe numa parábola depois de uma pergunta, mas Senhor, o que que eu devo fazer para ganhar a vida eterna? Como se a vida eterna fosse um prêmio. Nenhuma coincidência aqui com a Megacena da Virada. Descartem essa possibilidade,
de uma pergunta, mas Senhor, o que que eu devo fazer para ganhar a vida eterna? Como se a vida eterna fosse um prêmio. Nenhuma coincidência aqui com a Megacena da Virada. Descartem essa possibilidade, né? Mas muita gente gostaria de que o ganho da vida eterna fosse um estalar de dedos. Quem sabe se eu fizer alguma coisa, acender um palito de fósforo na escuridão, se eu disser uma frase que abra portas e todos nós estamos acostumado com o abra cadabra. O abracadabra da tradição popular abre a porta de cavernas misteriosas, porque dentro dela tem um tesouro. Nós já conhecemos aquela história daquela mulher, né, que com filho pequeno entrou numa caverna e o que viu? Tesouros, joias, gemas preciosas. colocou o menino no chão e encheu a roupa de joias e saiu da caverna. Lá fora deu-se conta de que seu maior tesouro, que era criança, tinha ficado na caverna que fechou, cerrou suas portas para a CEP. O que tinha não ia lhe preencher a falta do filho esquecido dentro da caverna cheio de ouro até o menino morrer de fome e de abandono pela própria mãe avarenta. Portanto, dentro dessa historinha tão curta tem um ensinamento moral. Alguém então propõe a Jesus: "Será que esse mestre será capaz de me dizer um amuleto, uma saída, uma expressão salvadora? onde eu vou encontrar uma chave que abre a porta. E ele tinha propondo que o indivíduo obedecesse os mandamentos da lei antiga, amar a Deus sobre todas as coisas e cumprir todos os mandamentos, honrar pai e mãe. Só que o indivíduo tinha uma resposta também muito boa. Tudo isso eu já faço desde criança. Eu queria algo mais. Bom, a gente vai aguardar para ver se as meninas que vão me suceder tem esse algo mais das parábolas, onde a gente possa ganhar a vida eterna. Eita, prêmio bom. Desculpe, algum dia eu estava dizendo, nós chegaremos lá porque iremos aprendendo, desenvolvendo todo o nosso potencial espiritual, nos harmonizando cada vez mais com a lei divina e chegaremos a estar com Deus, como Jesus disse, né? Eu e o Pai somos um. Agora, o
e iremos aprendendo, desenvolvendo todo o nosso potencial espiritual, nos harmonizando cada vez mais com a lei divina e chegaremos a estar com Deus, como Jesus disse, né? Eu e o Pai somos um. Agora, o caminho, ele é o caminho que a gente fizer. Existe toda uma, principalmente um conjunto de escolhas. Observem que nesta parábola moderna que irmão X nos traz, tal como lá na parábola do bom samaritano, nós vamos ver que as pessoas se aproximam de Jesus, que aí por analogia se aproximam do alto, se aproximam da busca espiritual, às vezes com uma certa eh dúvida, digamos, horas é uma coisa, horas Outra coisa, por exemplo, às vezes nós perguntamos, a pergunta que Marcel fez, às vezes a gente faz essa pergunta, qual o melhor caminho de coração. Porque queremos fazer o melhor caminho, porque queremos encontrar o melhor caminho. Às vezes fazemos essa pergunta por outros motivos. E é o que nós vimos lá na parábola. E aqui, pessoas habituadas ao estudo da espiritualidade, não eram ali eh trabalhadores comuns, donas de casa, comerciantes, pessoas que lidam com questões do terra a terra. Não, eles eram doutores da lei, eram estudiosos, eram fariseus, eh, irmão chi vai dizer intelectualizados, mas eram seres que estavam habituados a pensar sobre coisas mais amplas do que o banal, o óbvio. E no entanto, a pergunta que é feita, ela não é necessariamente feita para adquirir conhecimento. Ela não é feita para encontrar um caminho de melhora, ela é feita para embaraçar o outro. Então, na parábola do Bom Samaritano, eh, os fariseus vêm perguntar a Jesus e Jesus percebe que o que eles queriam é mais uma longa rodada de discussões, como eles acostumavam fazer, cujo objetivo discussões podem ser muito interessantes. Às vezes a pessoa discute, vai aprofundando, não tô entendendo até aprender. Mas às vezes a gente discute para despistar, para não ver eh confrontado o nosso ponto de vista, para não ouvir uma percepção que seja diferente da nossa ou que nos dê trabalho ou que nos desloque conforto. Então, os fariseus algumas
despistar, para não ver eh confrontado o nosso ponto de vista, para não ouvir uma percepção que seja diferente da nossa ou que nos dê trabalho ou que nos desloque conforto. Então, os fariseus algumas vezes eles fizeram isso e na parábola do bom samaritano também e aqui nessa também. Então, quando a pergunta, a primeira pergunta que Jesus faz exatamente para talvez filtrar essa intenção é qual o que é que diz a lei? Amarás ao Senhor teu Deus de toda a tua força, de todo o teu entendimento, de toda a tua compreensão, etc. E ao teu próximo como a ti mesmo. Essa é a síntese da lei dos profetas. Aí Jesus diz: "Faz isso e viverás". O que é que ele tá dizendo? Não tem um caminho novo. O caminho é esse. O caminho é o caminho que está traçado pelas leis de Deus, pela lei do progresso. Todos os espíritos chegarão à condição de espírito puro. A gente tem em nós a lei de Deus escrita na consciência e vamos fazendo se quisermos. O caminho é esse. Aí ele resolve pegar uma vírgulazinha, como esse exemplo da da frase que Marcelo deu e ele diz: "Quem é meu próximo?" Por quê? Porque ele quer discutir a letra. Não é que ele não saiba quem é o próximo. Eh, é que ele quer fazer uma discussão teórica ao invés de ir para aquilo que representa eh, digamos assim, a essência da mensagem. Então, se amar ao próximo como a si mesmo, você pode chamar de próximo quem tiver perto de você. Você pode chamar de próximo todo mundo que for seu parente. Você pode chamar de próximo todo mundo que for um ser humano. Você pode chamar de próximo todos os seres criados por Deus. Você vai, mas exercite amar ao próximo que você já identifica. Mas ao invés de fazer esse trabalho, é mais fácil ficar fazendo a discussão teórica sem proveito, porque existe a discussão teórica com proveito, a análise dos fatos, a compreensão para fazer o processo de crescimento. Acabei de dizer, Kardec diz, é importante estudar continuamente a doutrina espírita, mas o processo teórico sem proveito, ele é para disfaçar, é para não me incomodar,
fazer o processo de crescimento. Acabei de dizer, Kardec diz, é importante estudar continuamente a doutrina espírita, mas o processo teórico sem proveito, ele é para disfaçar, é para não me incomodar, é para eu não ter que fazer nada. No fim das contas, eu vou dizer: "É, esse mestre tem a teoria tal, mas não tem a teoria qual, mas não tem a teoria outra e eu fico onde eu estou." Vamos ver se a gente, cada um de nós sabe quem é o nosso próximo. Cada um de nós é capaz de se dedicar o exercício de amor ao próximo. Em vez de discutir se você tá amando o próximo certo, ame todos os próximos que lhe aparecerem pela frente. A partir daí, a gente vai crescendo e vai crescendo, talvez sem nem perceber esse crescimento. Às vezes os outros que anunciam, não é, NJA? como você está diferente, percebi tal coisa aí que a gente para para pensar e nota que realmente algumas coisas modificaram para melhor. É interessante no capítulo que nós estamos compartilhando com vocês é que a sutileza com que irmão X vai de um certo modo nos representando. Claro que isso não vai ter uma aplicabilidade ou uma generalização, mas vale a pena observar como em tão poucas páginas há uma profundidade a partir dos exemplos. Primeiro, e de novo ele trazendo o termo até pela época em que o livro foi escrito, enfim, mas ele denomina a usa a denominação como Kardec e inicialmente o espiritista. Ele usa esse termo que eu acho bem bonito, porque fala ali dos primórdios, de como deveríamos, né, nos intitular, mas sem preocupações com rótulos ou como os nomes ficaram que isso não é o central, é interessante ele ele ir demarcando que é o espiritista ou espírita convencido quanto a sobrevivência da alma, mas não convertido ainda ao evangelho de Jesus. Isso, ao mesmo tempo que é profundo, é incômodo, porque como o espírita vai ser o não convertido ainda ao evangelho. Então, essa espécie de reflexão que pode passar ao largo faz com que a gente eh tenha uma atenção redobrada para o que ele vai trazendo depois. Primeiro que isso realmente
nvertido ainda ao evangelho. Então, essa espécie de reflexão que pode passar ao largo faz com que a gente eh tenha uma atenção redobrada para o que ele vai trazendo depois. Primeiro que isso realmente lembra a parábola do bom samaritano, porque esperava-se do sacerdote do levita uma outra postura em relação à aquele homem que estava ali machucado depois do que passou. E é justamente o samaritano que não era bem quisto nem bem visto. As pessoas que vinham de Samaria não eram, digamos que bem referendadas. E é justamente esta figura que é colocada como aquela que entendeu o que é caridade, o que é amor ao próximo, o que é respeito. Aí aqui ele vai dizendo então que esse espiritista que vai passando, ele se aproxima de um grupo de pessoas que, embora fossem pessoas boas, elas não se expressavam, digamos que com a linguagem correta, com adequação, concordância verbal, nominal e tudo que a gente possa imaginar. Então, quando ele olha para essas pessoas, ao invés de lhes conferir uma palavra de incentivo, um consolo ou qualquer coisa, ele volta e diz: "Eu não posso cooperar com essas pessoas porque isso não é espiritismo". E justamente quem passa e ajuda é o materialista, contudo de bom coração. Então a gente pode dizer: "Nossa, então se o espiritista que sabe da sobrevivência da alma não está convertido ao evangelho, vale mais para o reino dos céus o materialista de bom coração, porque ele tá praticando muito mais o evangelho ou pratica o evangelho e o espiritista ainda não conseguiu fazer, ainda tá no campo do, digamos, do verbalismo, da repetição do conhecimento, mas não da vivência. Não que o conhecimento não seja importante. Kardec já nos elucida isso. O espírita, ele só crê porque antes compreendeu. Mas a não prática e o esvaziamento dos princípios do evangelho e trazer isso pro nosso dia a dia descaracteriza esse espiritista. Então ele passa, mas o materialista cumpre a função, não questiona com a religião das pessoas, que importância elas teriam pro status ou pra sua vida, mas compartilha
descaracteriza esse espiritista. Então ele passa, mas o materialista cumpre a função, não questiona com a religião das pessoas, que importância elas teriam pro status ou pra sua vida, mas compartilha aquilo que ele tem com essas pessoas. E eu achei mais interessante ainda, Nadia e Marcel devem ter visto e todos vocês que leram o capítulo, que ele vai dizendo: "Seguia o mencionado adepto." Ele coloca adepto entre aspas, adepto do espiritismo, estrada fora, quando então ele foi defrontado por um quadro doloroso, que é uma mulher que tinha sinais de sífres, ela acaba então caindo, tá adoecida, tem duas outras mulheres lhe ajudando. Mas eis que o espírita olha para essa mulher e não se atreve a socorrê-la. Primeiro ele faz uma avaliação de onde ela está, eh, de uma casa um tanto quanto suspeita ou uma casa onde a luxúria prevalecia. Ele diz: "Não, espiritismo não vai se envolver com isso. Isso não é espírita e passa adiante, não socorre". Mas eis então que passa um homem e aí esse homem com características de caridade. E olha o que é que irmão X vai dizer. Esse homem era um ateu. Então ele ouve o clamor das mulheres e acaba ajudando sem fazer nenhum juízo de valor daquela casa em que as mulheres estavam então diante. Então, vejamos quão profunda é essa reflexão. O espírita que sabe da sobrevivência da alma, mas não vive o evangelho. E o materialista de bom coração e o ateu que pratica caridade estão sendo aqui colocados de uma forma eu considero sutil, porque ele só vai descrevendo para que nós reflitamos. É mesmo o simples fato de nos afirmarmos espíritas que nos coloca na condição de verdadeiros eh digamos que pessoas, verdadeiros vivenciadores do evangelho. Foi isso mesmo que Cristo trouxe. O próprio Kardec apresenta isso pra gente o céu e inferno. Não é o espiritismo que salva as pessoas, mas a escolha que elas fazem por viver de modo cristão, vivendo os ensinamentos do Cristo. Por isso achei para compartilhar eh a palavra com o Marcel. Interessante o que uma internauta colocou aqui pra gente, salvo
que elas fazem por viver de modo cristão, vivendo os ensinamentos do Cristo. Por isso achei para compartilhar eh a palavra com o Marcel. Interessante o que uma internauta colocou aqui pra gente, salvo engano, foi o Biraci, quando ela pergunta se a doutrina espírita é privilégio para poucos. O que eu posso compartilhar com você, o Biraci, não é nem a doutrina espírita, mas são os valores espirituais. Não que eles sejam ou espiritismo ou outras filosofias, porque nós comungamos dessa filosofia espiritualista, mas tem outros saberes que compõem a sabedoria universal, que falam dos valores universais, da questão de fraternidade, mas o nível evolutivo pode fazer com que a gente não esteja tão atento às questões que nos mobilizam para a felicidade, para uma prática que seja voltada em colaboração, preocupa ocupação com o outro. Então, nos analisemos. Esse capítulo é um convite aos espíritas a observarem suas próprias atitudes, se de fato estão coerentes com a vivência do evangelho. >> Essa é a principal qualidade de irmão X, Humberto de Campos. Ele consegue atualizar uma crônica, uma parábola do passado por dia de hoje, o cenário Rio de Janeiro, mas pode ser sua cidade. Lá o indivíduo, os dois indivíduos separados por uma certa distância, o espírita na frente e o ateu atrás. E eu na mesma direção, descendo de Madureira para Gávia. Você quer situar aqui em Salvador? Tudo bem. Você saiu de Praz do Flamengo para Alto do Cabrito. Não, senhor não gostou. Tá bom. A Maralina direto para eh Canabrava. Não importa. O que se está colocando numa parábola é aquela também do bom samaritano. E um homem descia de Jerusalém para Jericó. O que é que isso significa? Vamos traduzir. Jerusalém era a cidade religiosa, a cidade dos profetas. A sociedade, a cidade do templo de Salomão. Jericó era a cidade dos ladrões, era a cidade dos comerciantes desonestos, dos prevaricadores, dos emprestadores do dinheiro agiotas, dos mercadores falsos. Ou seja, quem tava caminhando de Jerusalém para Jericó tava em caminhada
es, era a cidade dos comerciantes desonestos, dos prevaricadores, dos emprestadores do dinheiro agiotas, dos mercadores falsos. Ou seja, quem tava caminhando de Jerusalém para Jericó tava em caminhada decrescente, tava caindo porque tava saindo de uma grande metrópo uma cidade pior. Então, veja que a parábola tem um sentido. Depois vai se observar de que um homem, nome do homem não se sabe. RG e CPF do homem que foi atacado nunca se parou para examinar a documentação dele. Só diz que o homem foi atacado por ladrões. Bateram, roubaram tudo dele, deixaram quase semimorto. Aí vai desfilar na frente daquele homem ferido um sacerdote, um levita. Depois é que passa o samaritano. Jesus embute na parábola alguma coisa que desperte ao dizer: "Olhe, não se preocupe se quem lhe atende tem dinheiro, não tem dinheiro, tem conhecimento, não tem conhecimento, vende A, B, C ou D, se lhe der assistência é bom". Então, nessa parábola de irmão X, fica evidente, fica explícito, escancarado isso. Mas vale um Mateu, que cumpre os deveres de cidadania do que um religioso de carteirinha, sustentando o clima da hipocrisia. Ele é religioso na instituição, mas o o desafio de muitos religiosos tá lá fora, fora das paredes da instituição. Porque é muito bom ser religioso dentro de uma casa. Todo mundo ali é igual. Abraçamos a mesma doutrina, a gente se abraça. Eita, beijinho, meu irmão, minha irmã, beijinho para cá, beijinho para lá. a gente se tolera, a gente se aceita, porque estamos mais ou menos no mesmo patamar de doutrina, uns mais, outros menos. Agora, quando eu saio lá fora, você encontra o ateu e junto do ateu, o atoa porque tem outro modelo, tem o ateu e o atoa. O que tá deriva, não há não é adepto de coisa alguma. Você tem o religioso hipócrita, você tem o cínico, você tem o fingido, você tem o que se vale de um recurso de conhecimento para oferir uma vantagem monetária. É isso mesmo que você tá pensando. Nós estamos vivendo a época do estelionato religioso, alguém que se vale da religião para eh
e vale de um recurso de conhecimento para oferir uma vantagem monetária. É isso mesmo que você tá pensando. Nós estamos vivendo a época do estelionato religioso, alguém que se vale da religião para eh conseguir oferir vantagens próprias. Aí por isso que tanta gente tá com medo de religiosos à minha porta, porque eu não sei se são ovelhas ou se são lobos disfaçados de ovelha. Então, o irmão X traz a parábola e evidencia isso, a necessidade de viver a mensagem. Ora, para viver uma mensagem, seja ela qual for, é de fundamental, imprescindível importância que eu conheça a mensagem. Será que eu conheço a mensagem que eu abracei? Ah, você é católico. Estude a vida dos santos. Estude as bases de como surgiu o catolicismo no século sexto depois de Cristo. A construção do papado, os grandes vultos que pontuaram a igreja e ainda hoje são entidades venerandas. Você se tornou evangélico destro daquela rama? Estude quem foi que deu origem ao ramo do conhecimento evangélico que hoje você adota. Igual princípio vale para nós os espíritas. Quem adotar o espiritismo não pode fugir de conhecer-lhe as bases, de conhecer-lhe as treliças, que hoje a gente chamava antigamente de alicerce. Quais são os alicerces da doutrina? Os seus fundamentos. Foi Kardec que estabeleceu, ouvindo os espíritos, e de das leis de Deus estabeleceu os fundamentos. E o principal está na 10ª lei da terceira parte do livro dos espíritos, a lei de amor, de justiça e de caridade. O resto são adornos, são estruturas que se agregam a esta base e fomentam a construção de um edifício extraordinário, um edifício sólido, cuja argumentação eh desafia o tempo. Tem muita gente que tá solidamente, firmemente entrincheirado na força do argumento. Quem não tem isso prefere o argumento da força, com o qual tentam dobrar o outro, tentam fazer lavagem cerebral na cabeça do outro. O espiritismo, exatamente, é uma doutrina que é uma água suave, vai limando, lapidando a pedra bruta, até que um dia penetra os seus escaninhos e consegue
am fazer lavagem cerebral na cabeça do outro. O espiritismo, exatamente, é uma doutrina que é uma água suave, vai limando, lapidando a pedra bruta, até que um dia penetra os seus escaninhos e consegue fazer com que o indivíduo pense, raciocine. É preciso que eu cogite, eu mesmo chegue às minhas conclusões. E se elas forem rasteiras, começa assim. Hoje é uma uma visão rasteira da vida. Amanhã eu acrescento uma pedrinha, um tijolo, vou mantando um paredão, vou aliceçando a maneira de colocar, levar, elevar-me os meus andimes e vou compreendendo como é natural no momento que temos uma doutrina sem alegoria, sem véus, descoordinando a imortalidade e a escancar diante de mim, é natural que depois de milhares de anos de fantasias teológicas, eu tenha um grande impacto na alma para entender que a vida eterna já está dentro de mim, porque eu sou imortal. Só saber que ninguém pode me matar. E se lhe derem um tiro, tiram-me o corpo físico. Mas eu não sou a embalagem, eu não sou a caixinha tetraparque. Adoro o suco. Pois é, eu não sou a embalagem, eu sou espírito imortal. É uma coisa que nós dizemos sempre, mas vou retomar isso que Marcel falou mais um pouquinho antes pra gente ver que esse capítulo ele, essa história, essa parábola que o irmão X cria, ela vai nos fazer refletir sobre a nossa posição, a nossa vivência das leis divinas, do evangelho, do ensino de Jesus, dado doutrina espírita em três contextos. Ele traz as atividades espíritas, ele traz as críticas socias sociais, que é a a o que Jamile falou, porque ele não entrou, porque ele viu que ali era um prostíbulo e ele e as mulheres eram prostitutas e ele não queria que ninguém visse que ele estava ali. Podiam pensar o quê? Que ele foi lá e pediram ajuda para levar a mulher para dentro. Ele ia levar quando ele saísse sem as mulheres, né, que ia deixar lá dentro, ele ia sair. O povo dizia: "Pai, aí tá vendo espírita e fica no bordel, tal, tal, tal" tal. Então ele preservou a imagem dele eh bem bem diferente, bem antagico a isso que Marcel disse.
xar lá dentro, ele ia sair. O povo dizia: "Pai, aí tá vendo espírita e fica no bordel, tal, tal, tal" tal. Então ele preservou a imagem dele eh bem bem diferente, bem antagico a isso que Marcel disse. Ninguém pode me matar porque eu sou espírita. Ah, mas se lhe der antido, tira o corpo. Se se trouxerem uma calúnia para minha vida, é super doloroso. Mas o que vai tirar é a minha imagem pública. Não muda quem eu sou, não afeta a pessoa que eu sou. A minha consciência, que é onde tá registrada a lei de Deus, sabe que eu tava ajudando a levar a mulher lá para dentro. Mas ele, apesar da informação, apesar da denominação que se atribui, ele vai vivenciar, ele vai eh experimentar a situação a partir de preservar o mais externo, que é a imagem dele. E a outra, a terceira, eh, terceira situação é diante dos que sofrem, que fazer com o sofrimento ao nosso redor? Acho que tudo isso eh remete para mim nesses minutos, remete para uma questão que é assim: Eu acredito que ser espírita é só eu dizer que sou espírita? Porque a doutrina espírita ela não é uma religião comum, ela é uma doutrina com um aspecto religioso, científico, filosófico. Kardec foi muito cuidadoso. Ele dizia: "A doutrina espírita não tem chefe". Não tem uma estrutura hierárquica, não é assim, não tem os ungidos, aquele ali, pá, pá, pá. Mas a cabeça da gente funciona tão frequentemente como sendo algo hierárquico. A gente tem séculos e séculos de vivências religiosas tradicionais que na falta de eh um sacerdote, a gente bota o médium no lugar ou bota o expositor no lugar ou bota o o atendente fraterno no lugar, né? Na falta de alguém que me diga o que está certo, que está errado, eu vou perguntar a médiuns, eu mando perguntar a espíritos. Eu não vou fazer aquilo que Kardec propôs, que é ter o trabalho de refletir, de ler, de consultar a minha consciência, porque as situações elas são diversas. A a aquilo que o outro percebe, aquilo que eu percebo, isso varia. O que eu preciso, que a doutrina espírita propõe assim, você não
onsultar a minha consciência, porque as situações elas são diversas. A a aquilo que o outro percebe, aquilo que eu percebo, isso varia. O que eu preciso, que a doutrina espírita propõe assim, você não pergunta, não vai, você pode conversar com as pessoas, ouvir a opinião de pessoas que você confia, mas não tem alguém que vai dizer isso. É certo ou é errado? O que que o espiritismo acha disso? O povo adora essa pergunta. Tudo que surge, se aparecer um disco voador agora, apare aqui em Salvador, eu tô em Salvador, né? Se apareceu um disco voador aqui em Salvador, o povo vai dizer: "E o que espiritismo diz?" Gente, o espiritismo não disse nada, não tinha disco voador no tempo, pelo menos não tá mencionado na codificação. A gente tem que pensar, a gente tem que refletir. Ah, mas e a inteligência artificial? Vamos refletir, vamos refletir sobre as leis morais, vamos refletir sobre a lei de Deus, sobre a consciência, sobre o livre arbítrio, sobre o código penal da vida futura, sobre tudo que a doutrina nos traz. Vamos experimentar, vamos perguntar aos espíritos, vamos refletir, vamos sentar juntos, mas a gente está habituado a ser passivo no processo espiritual. A gente tem alguém que diz: "Ó, isso é pecado. Não faça que você vai pro inferno. Ó, isso tá certo. Faça que você vai pro céu. Tem que fazer desse jeito. A gente tá habituado a isso. E as leis de Deus, elas são leis morais. Elas tecem a realidade, elas tecem o universo, elas tecem o o a vivência da gente e elas estão na nossa consciência. Não é que a gente não tem a resposta. A pessoa disse: "Mas como eu vou saber? Consulte a sua consciência. A, se você achar que aquilo é certo, se você sã consciência, se você honestamente achar que aquilo é certo, vai e faz. Ah, mas eu posso me enganar. A consciência não se engana. A não ser que a gente queira enganar a consciência, mas é claro que eu vou errar, porque doutrina espírita ela não trabalha com uma lógica de julgamento. Não é assim. Você tem que acertar, senão você tá
não ser que a gente queira enganar a consciência, mas é claro que eu vou errar, porque doutrina espírita ela não trabalha com uma lógica de julgamento. Não é assim. Você tem que acertar, senão você tá perdido. Ah, tem pessoas que diz assim: "Vai perder a encarnação, vai perder encarnação". Como, gente, que vai perder a encarnação? Para você perder a encarnação, você tem que passar a encarnação inteira sem escutar a sua consciência, repetindo padrões negativos, cometendo os mesmos. Tem que ser a encarnação inteira, porque se quando chegar no finalzinho, você perceber e você resolver começar a mudar, já ganhou alguma coisa. não perde. Isso é o inferno que tá na cabeça da gente, a condenação eterna. Então, a doutrina espírita eh eh ela não coloca isso pra gente, ela propõe a uma autonomia que muitos de nós não estamos dispostos. E aí as pessoas ficam com o título: "Ah, mas fulano é espírita e fez isso. Primeiro, eu não sei da consciência dele. Segundo, não me cabe ficar avaliando o outro." As pessoas ficam muito chocadas, mas tem um hospital no mundo espiritual pros espíritas. Qual é o problema? Onde é na codificação que tá escrito que os espíritas são mais evoluídos do que todo mundo que tá no planeta? Gente, conhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral. Ele se deixa atravessar pela doutrina e deixa a doutrina transformá-lo e pelo esforço que emprega em dominar suas más inclinações. Não é por ser uma pessoa melhor do que as outras. É muito interessante que no Evangelho Segundo Espiritismo você tem os bons espíritas é um texto, o homem de bem é outro texto. Reparem, bastava Kardec dizer: "O homem que de bem é o espírita espíritas não são." Por quê? Porque a gente tá num processo e porque o título de espírita não é algo que vai fazer diferença. O que vai fazer diferença e a vivência da doutrina no melhor que a gente puder, a vivência do evangelho, a vivência das leis divinas no melhor que a gente puder. Isso faz diferença e faz muita diferença. Enquanto a gente fica preso
ivência da doutrina no melhor que a gente puder, a vivência do evangelho, a vivência das leis divinas no melhor que a gente puder. Isso faz diferença e faz muita diferença. Enquanto a gente fica preso ao título, a gente tá igual o cara que vai e pergunta: "Ah, mas quem é meu próximo para propor uma discussão e fazer ali uma confusãozinha para ele não ter que fazer o que ele tem que fazer." Vamos pensar sobre isso, sobre a nossa vivência espírita no centro espírita, na diante o julgamento da sociedade e também diante de todos os que sofrem. Como é que a gente transforma isso em ação? >> Exatamente, NJ. E pra gente perceber que não está no campo da complexidade evoluir. A complexidade vem depois, quando a gente vai saindo daquele estágio da ignorância e que a gente vai descobrindo, a consciência se amplia, a gente se eh se aproxima dessa verdade que liberta e aí sim vamos nos tornando seres mais complexos, porque vamos nos aproximando dessa perfeição que todo mundo aqui almeja. Então, nesse sentido, vamos a cada passo dentro do que é possível. Eu gosto muito dessa fala de Naddia, porque traz a a real ideia e o sentido do que é o consolador prometido. Perder a reencarnação, que coisa que já coloca a gente numa condição dos deserdados, dos entristecidos, do que não vale a pena tentar novamente e sempre vai valer pela imortalidade. E eu me despeço de vocês esse trechinho do final do capítulo, quando o mentor eh faz a grande pergunta: "Qual dos dois, a seu ver, aprendeu a reconhecer o próximo, prestando-lhe atenção que devia?" E aí vai o espírita responder: "Foi o materialista que sentia prazer em servir trabalhando por um mundo melhor. Agora veja a recomendação do mentor. Então vai tu que se denomina espírita e age como materialista bondoso." Eu imagino que essa frase já nos concede boas reflexões ao longo da semana e até o nosso próximo encontro. Marcel é contigo. >> Para quem desejar se aprofundar, porque a crônica de Humberto de Campos, de irmão X hoje nos ensejaria uma dilatação
s reflexões ao longo da semana e até o nosso próximo encontro. Marcel é contigo. >> Para quem desejar se aprofundar, porque a crônica de Humberto de Campos, de irmão X hoje nos ensejaria uma dilatação que a gente podia entrar pela madrugada vendo muitos ângulos psicológicos, emocionais, sociológicos, teológicos. Herculano Pires tem um livro muito fininho, mas de uma profundidade muito grande. Agonia. das religiões. Herculano Pires, com a sua fineza, o seu autoconhecimento filosófico, tenta demonstrar e consegue nesse livro como estamos vivendo uma crise dos religiosos. Não é a religião que tem crise. A religião é uma argamaça, é uma construção de princípios e de pensamentos da criatura humana. é a criatura humana que está num momento em que as religiões não conseguem lhe responder aos dramas existenciais. Está mergulhada em agonias e as religiões ficaram no passado, estão ficaram paralisadas, cristalizadas, engessadas. E esse homem e mulher dos tempos atuais, tá na internet, tá na IA, na inteligência artificial, tá em alta velocidade. Temos o homem e a mulher andando de Porsche ou de Lamborghini a 320 km/h. Algumas religiões estão de carroça, aí tá difícil competir. Elas não conseguem trazer resposta para os desafios. Então elas só têm uma solução ou elas se atualizam e por isso o espiritismo não vai ser a religião do futuro, mas será o futuro das religiões. Leon Deni. Seus princípios, princípios espíritas terão que ser absorvido pelas doutrinas que vão aceitar os princípios que hoje o espiritismo defende, porque é da lei. São princípios provados pela ciência, provados alguns e outros que serão provados no seu tempo próprio. Ou elas têm outra saída, desaparecerão. O que é perigoso deixar milhões de pessoas, bilhões de pessoas sem uma orientação religiosa, mesmo que seja castradora. Porque como diz Joana de Angeles, a reintegração na religiosidade é fundamental. Mesmo quando a doutrina não é muito aberta, ela ajuda a conter os ímpetos dos indivíduos mais agressivos,
a castradora. Porque como diz Joana de Angeles, a reintegração na religiosidade é fundamental. Mesmo quando a doutrina não é muito aberta, ela ajuda a conter os ímpetos dos indivíduos mais agressivos, mais violentos pelo medo. Mas não dá para segurar o tempo todo os indivíduos que que são verdadeiras bombas ambulantes pelo medo. É necessário trabalhar para que eles se esclareçam, se luarizem e encontrem o verdadeiro condão da imortalidade. eles se autodescobram. Pois é, o autodescobrimento é a chave deste progresso. Mas tudo isso a gente vai ver segunda-feira que vem uma nova edição neste mesmo bate canal com essas mesmas garotas e este rapaz que vos falam. Uma ótima noite, até segunda-feira que vem.
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