Papo Espírita | #158 - BIOÉTICA E ESPIRITISMO (FERTILIZAÇÃO, TRANSPLANTE E DOAÇÃO DE ÓRGÃOS)

Comunhão Espírita de Brasília 25/03/2021 (há 5 anos) 53:19 534 visualizações

Papo Espírita 158 BIOÉTICA E ESPIRITISMO (FERTILIZAÇÃO, TRANSPLANTE E DOAÇÃO DE ÓRGÃOS) Equipe: Ana Cristina Sampaio, Miriam dos Anjos e Telma Alves Convidada: Débora Moraes O Programa PAPO ESPÍRITA, é uma produção da Comunhão Espírita de Brasília. Em bate papo leve e descontraído, diversos temas da vida cotidiana e da espiritualidade são debatidos à luz da Doutrina Espírita. Uma nova edição do programa Papo Espírita vai ao ar toda quinta, às 19 horas, no canal da Comunhão Espírita, no Youtube! #PapoEspirita #ComunhaoEspirita TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.

Transcrição

Bem-vindo ao Papo Espírita, a espiritualidade na sua vida. Bem-vindos. Esse é o programa Papo Espírito, é uma produção da comunhão espírita de Brasília no YouTube. Estão comigo no nosso estúdio virtual Telma Alves Miriam dos Anjos e a nossa convidada especial, Dra. Débora Morais, que aceitou gentilmente mais um convite para tratar de um tema aqui bem desafiador e inédito. Bem-vinda, Débora. Tudo bem? Tudo bem, Ana, Miriam, Telma. É sempre um prazer estar aqui, né? Então eu que agradeço. É uma honra para mim. Débora, você já esteve aqui em diversas oportunidades. Quem se interessar, né, pode procurar na nossa playlist. Eh, mas você falou de uma forma muito inédita a questão da do papel do coronavírus, né, no início da pandemia. Foi um programa muito acessado. Nós falamos também sobre gravidez, falamos sobre o futuro espiritual da medicina, né? E o nosso bate-papo de hoje é sobre bioética na visão espírita. Bioética é uma área de estudo que envolve a ética, o direito e a biologia, fundamentando os princípios éticos que regem a vida quando essa é colocada em risco pela medicina ou pela ciência. A bioética surgiu na metade do século XX, devido ao grande desenvolvimento da medicina e das ciências, que avançaram cada vez mais para a modificação da vida humana e a promoção do conforto, bem como para a utilização de cobaias vivas, humanas e não humanas. A fim de evitar horrores como os que foram vividos dentro dos campos de concentração nazistas e de técnicas médicas que ferissem os princípios vitais das pessoas, surgiu a bioética como meio de debater o que está oculto na pesquisa científica ou na técnica médica quando elas envolvem a vida. Então, muitos exemplos, né, eh, Débora, Telma e Miriam, que de casos que envolvem a bioética, são polêmicas em torno o aborto, transplante de órgãos transgênicos, uso de animais e experimentos, né, uso de células tronco, clonagem, eutanásia, suicídio assistido, fertilização em vitro, entre outros. Claro que a gente não vai ter tempo aqui, né, de debater todos esses temas,

ais e experimentos, né, uso de células tronco, clonagem, eutanásia, suicídio assistido, fertilização em vitro, entre outros. Claro que a gente não vai ter tempo aqui, né, de debater todos esses temas, mas a gente quer dar uma pincelada e despertar essa curiosidade nas pessoas. Então, para isso, Débora, a gente vai começar te perguntando como que a gente pode utilizar os conceitos do espiritismo nessas questões da bioética de forma a contribuir para o avanço da humanidade? O que Kardec, como Kardec teria lidado com esses avanços da ciência e da medicina? Muito bom. É interessante você trazer, né, na no final do seu questionamento, como Kardec se conduziria, como Kardec se comportaria frente a tudo isso que a gente tá vivendo, né? É importante a gente lembrar que a lei do progresso é uma lei natural. Tudo no universo progride e a ciência também progride, obviamente. Mas os espíritos superiores irão nos dizer no livro dos espíritos que o progresso intelectual antecede o progresso moral. Então, é importante a gente entender que na ciência esse progresso, esse avanço das técnicas, das capacitações, ele vem antes que as questões morais, ele precede, né, a avaliação moral. E Kardec irá nos dizer também que a doutrina espírita é uma doutrina progressista. Então, no livro Gênese, o codificador diz que o espiritismo e a ciência se completam, uma vez que a ciência sem o espiritismo, se acha na impossibilidade de explicar certos fenômenos, avaliando-os apenas pelas leis da matéria. E o espiritismo, por sua vez, sem a ciência, ficaria sem apoio e sem exame. Portanto, no dizer do próprio codificador, o espiritismo e a ciência reciprocamente se completam. Nessa mesma obra, Kardec irá dizer que o espiritismo, marchando lado a lado com o progresso não será jamais excedido. Porque se novas descobertas demonstrarem que ele está errado em algum ponto, ele se modificará nesse ponto. nova verdade se revelar, ele, o espiritismo, a aceitará. Então, vejam, né, a a visão lúcida do codificador, dizendo que o espiritismo

que ele está errado em algum ponto, ele se modificará nesse ponto. nova verdade se revelar, ele, o espiritismo, a aceitará. Então, vejam, né, a a visão lúcida do codificador, dizendo que o espiritismo caminha lado a lado com a ciência, trazendo a ciência essa visão para além do aspecto material. E é assim que surge a bioética. Eu acredito que a bioética veio já sob inspiração dos espíritos superiores que cuidam desse progresso da ciência no orb terrestre. Então, no mais ou menos em na década de 70, né, em meados do século XX, um pesquisador norte-americano, um professor, um pesquisador da área de oncologia, publicou duas obras tratando dessas questões da ética da vida. Van Potter era o nome dele, né? preocupado com o avanço que a ciência seguia e em especial na área da oncologia, na área da biotecnologia, ele achou por bem parar e começar a pensar junto com a comunidade científica esses avanços e o que na verdade tinha nisso tudo de ético e quais os limites. que a ciência poderia chegar sem ferir a liberdade, sem ferir o direito, sem ferir gravemente a vida humana. Então, hoje cá estamos, não é, nesse século em que a ciência verdadeiramente tem feito avanços impensáveis há décadas atrás. E a bioética surge como esse ramo da ciência, a nos auxiliar, a nos nortear, para que não a a avancemos de forma a infringir a lei da vida, uma vez que a ciência para se legitimar, ela deve estar sempre a serviço da vida. Há uma fala muito utilizada na bioética que diz que nem tudo que é cientificamente possível é eticamente aceitável. E isso vem fala muito de encontro ao que a doutrina espírita nos diz, não é? Porque é importante em todas as nossas ações que a gente investigue o aspecto moral, porque muito do que me é lícito, no próprio dizer de Paulo, não me é devido, não é? Então, é importante que a ciência se norte sempre por valores éticos, por valores morais. E esse ramo, a bioética, surge assim, não é? E eu acredito, né, que Kardec, sem dúvida nenhuma, faria a voz a esse novo ramo da ciência,

ciência se norte sempre por valores éticos, por valores morais. E esse ramo, a bioética, surge assim, não é? E eu acredito, né, que Kardec, sem dúvida nenhuma, faria a voz a esse novo ramo da ciência, né, adotando o que tem de bom. Posso? É que eu tive probleminha, saí, já entrei de novo. Eu queria avançar aqui na na pois nos casos, né, pra gente começar a tratar de casos concretos aqui. E eu trouxe um caso recente que foi divulgado na imprensa sobre um embrião congelado há 27 anos que foi utilizado por um casal. Trata-se do embrião congelado mais antigo e tornou-se ano passado na pequena Mole que nasceu nos Estados Unidos. A luz da doutrina. O que pode acontecer com o espírito que nasce a partir da fertilização em vitro de um embrião congelado? Dora Débora. Ana, é muito importante que a gente diga, né, que esses assuntos todos, esses temas todos, então a própria fertilização em vitro, o os embriões excedentes, não é? O que fazer com esses embriões? A clonagem humana, não é, para fins de pesquisa chamada clonagem terapêutica, são todos temas muito novos, então geram polêmica, geram discussões, não é? Dividem a comunidade científica, dividem a sociedade como um todo, né? E é muito importante que a gente comece realmente a trazer esses temas paraas nossas rodas de conversa, para que a população comece a pensar, não é? No caso dos embries. Então assim, a fertilização em vitro, ela trouxe para os casais com dificuldades nas gestações pelas vias tradicionais, a esperança e a a oportunidade, não é, de exercerem a sagrada missão da maternidade e da paternidade. são técnicas que vem se desenvolvendo e hoje já é bem possível e com a margem boa de sucesso de que essas gestações venham, né, a a se concretizem, trazendo aí as crianças e crianças saudáveis com relação à fertilização em vitro propriamente dita, né? Então, em que há a fecundação em laboratório, as células germinativas feminina e masculina, né, doadas pelo casal, então são sob determinadas técnicas, técnicas específicas fecundadas em laboratório.

Então, em que há a fecundação em laboratório, as células germinativas feminina e masculina, né, doadas pelo casal, então são sob determinadas técnicas, técnicas específicas fecundadas em laboratório. Uma vez havendo a fecundação, essa célula ovo, né, esse embriãozinho, esse zigoto, é novamente implantado então no no útero materno e daí ele segue seu caminho natural até o nascimento da criança. O grande problema é que são fertilizados, né, fecundados vários ovócitos, dando origem então a vários embriões. Pela legislação brasileira, atualmente é possível se implantar no máximo até quatro desses embriões. Quando há implantação, a vinculação do espírito e, segundo os benfeitores nos informam, tudo segue o mesmo caminho. Então, havendo seja essa fertilização feita, essa fecundação ocorrida em vivo pelas vias normais ou em vitro, né, através das técnicas de fertilização em vitro, a o mecanismo espiritual é o mesmo. O espírito reencarnante se liga. A medida em que ele é então o o embrião implantado no útero materno, vai havendo pouco a pouco o enraizamento do perespírito, molécula, molécula, célula célula, como processo natural, como se essa fecundação tivesse oído em vivo. A questão ética que nos vem é os embriões excedentes, aqueles embriões que surgiram então a partir dessas técnicas de fertilização, de fecundação em vitro, em laboratório, e que não foram implantados no útero materno. O que fazer, não é, com esses embriões? Será? que eles podem ser desprezados. Como seria isso? Quando se faria isso? Eh, não existe um espírito vinculado a esse embrião aí. Existe na antes, na antes que a gente entre nesse tema, existe na legislação brasileira a lei de biossegurança, que é uma lei de 2005, que diz o seguinte, que esses embriões ficarão congelados em temperaturas baixíssimas, abaixo de 196ºC por 3 anos. Depois desses 3 anos, eles poderiam ser então descartados, utilizados em pesquisa, não é? Mas durante 3 anos, então, a legislação brasileira os protege. Mas aí vem o seu questionamento, há ou

3 anos. Depois desses 3 anos, eles poderiam ser então descartados, utilizados em pesquisa, não é? Mas durante 3 anos, então, a legislação brasileira os protege. Mas aí vem o seu questionamento, há ou não espírito ligado a esses embriões? E a resposta que nós temos hoje é: não se sabe. Não podemos afirmar a todo o embrião, né, na surgido através das técnicas de fecundação em vitro tem um espírito ligado a ele. Nós não podemos dizer isso. No entanto, nós também não podemos dizer não. Não há espírito em absoluto ligado a esses embriões. Então, nós entendemos que se as nossas condições científicas atuais nos permitem identificar esses embriões, qual deles terá ou não um espírito vinculado? Na dúvida, nós somos pela vida. Então é importante que se levante a bandeira de defesa em prol desses embriões humanos, não é? Porque se não sabemos haver ali um vínculo espiritual, um espírito ligado, como é que eu vou me desfazer deles? O a a considerá-los como um objeto, né? A coesificação, no dizer de Dra. Marlene Nobre do embrião humano é algo muito sério, porque se tomamos esta deliberação em relação a isso, em breve estaremos tomando também para os embriões em vivo, não é? trazendo essa ideia de que são objetos, de que não há ali vida ainda, de que não há possibilidades. Então é importante que nós dentro do movimento espírita, ases, né, as associações médicoespíritas levantem essa bandeira em prol do embrião humano, desse embrião excedente, até que possamos verdadeiramente identificar se há ou não um embrião ligado, um espírito ligado a esse embrião e acreditamos que teremos sim num futuro futuro, talvez um futuro próximo, meios de identificar se há através da identificação, por exemplo, dos campos morfogenéticos, através da identificação do do perespírito, não é, da do campo eletromagnético gerado pelo espírito e pelo e pelo pelo espírito em relação a esse embrião em breve, em futuro, que não muito longe de nós estar, nós seremos Somos capazes então de saber com certeza qual embrião criado dessa maneira tem ou

pelo e pelo pelo espírito em relação a esse embrião em breve, em futuro, que não muito longe de nós estar, nós seremos Somos capazes então de saber com certeza qual embrião criado dessa maneira tem ou não tem espírito ligado ali. Até lá nós somos a favor da vida e da preservação, não é? E poderíamos perguntar assim: "Mas qual o objetivo?" Não é o embrião que fica ali anos, como a a mole que a Ana trouxe, 20 e tantos anos. Então, vejam, esse é um caso, né, que vem nos dizer que há possibilidade sim de haver um espírito ali vinculado à aquele embrião. E na literatura espírita nós temos dois livros que tratam, vários livros, mas dois tratam especificamente da razão porque um embrião congelado durante tanto tempo poderia ter um espírito ligado a ele. Um desses livros é de um pesquisador, Euripid School, o livro se chama Espiritismo e Genética. E ele irá dizer que uma das possibilidades, né, porque não se pode afirmar verdadeiramente, então a possibilidade é de que haveria ali espíritos que, por terem, né, eh eh grandes compromissos com a ciência, serem grandes devedores da ciência, se colocam prontos para colaborarem com ela, se vinculando a esses embriões, né, para que através desse processo, dando origem a crianças, então tempos depois, trazer essa realidade de que a vida está para muito além do que podemos imaginar. Uma outra possibilidade são os chamados espíritos semimortos ou espíritos paralíticos que a gente vê descritos na obra de André Luiz. São espíritos que encontram-se em sonos profundos, vítimas de pesadelos próprios, criados pelas suas mentes, gravemente enfermas, grandes desequilíbrios. E também espíritos que vêm durante tanto tempo mergulhados no mal e tão arraigados na maldade que lesam gravemente o seu perespírito, sofrendo grandes transformações, por exemplo, reduzindo-se à forma ovoide. Então, a ligação desses espíritos a embriões congelados seria por misericórdia divina a possibilidade de caminhos novos surgindo, uma vez que estariam ali durante esse período de ligação se

ma ovoide. Então, a ligação desses espíritos a embriões congelados seria por misericórdia divina a possibilidade de caminhos novos surgindo, uma vez que estariam ali durante esse período de ligação se preparando para futuras reencarnações, com o auxílio, com o amparo dos médicos enfermeiros espirituais. que cuidam desse aspecto da vida humana, das reencarnações, dos avanços científicos. Então, vejam a bondade de Deus aliada à ciência para o auxílio de criaturas gravemente enfermas. Uma outra possibilidade seria de espíritos também gravemente comprometidos com erro, com mal, que adquiriram, amealharam vítimas inúmeras em processos de equívocos sistemáticos. E então a vinculação desses espíritos a esses embriões, o embrião atuaria como um abrigo indevassável, para não dizer um esconderijo, em que durante esse período eles estariam protegidos dessas vítimas, não é, que a a alimentam o desejo de vingança em relação a eles e poderiam, nesse prazo, repensar analisar os seus, a sua trajetória, não é? E lá diante também através dessas encarnações ressignificar. Isso é que esses dois eh eh Eurípedes nos diz no seu livro e Joana de Angeles no livro Dias Gloriosos também toca nesse ponto em concordância com o que nos diz Euripol nesse seu estudo, não é? E Miriam, você é da área, né, Miram? Miriam deve ter alguns questionamentos aí. Vamos lá. Vamos. Bom, eu era, né, agora já sou aposentada, eu era, sou de forma, sou por formação bióloga e também já fiz pesquisa. E é interessante, né, enquanto Débora falava, eu me, eu refletia que de fato eh no universo, né, Deus permite que esses avanços cheguem para que a gente avance nos nossos valores morais também. Não é? E mesmo havendo esse excedente, que a gente não sabe o que faz com ele, há um propósito divino no qual nada é perdido, né? Nada é por acaso, nada é perdido, mas a minha reflexão tá no antes do excedente. E fiquei pensando que nós, ainda num planeta de provas e expiações rumo à regeneração, o que nos caracteriza ainda é o egoísmo.

or acaso, nada é perdido, mas a minha reflexão tá no antes do excedente. E fiquei pensando que nós, ainda num planeta de provas e expiações rumo à regeneração, o que nos caracteriza ainda é o egoísmo. Nossa ciência, nossa ciência está voltada com foco para satisfazer ainda os nossos desejos egoicos. e pensava nesse casal eh que fisicamente estaria impossibilitado de ter uma família pela via natural dos filhos biológicos mesmo. Então a ciência consegue chegar, né, partindo de um experimento via animal, chegar no humano e replicar a possibilidade de uma fertilização em vitro. Mas a minha pergunta é, se fisiologicamente eu não posso dentro de um olhar egóico de que meus filhos terão que ser do meu sangue, do meu marido? Por que que a gente no na no crescimento, no desenvolvimento da nossa moral, dos nossos valores morais, não seria olhar os filhos que nasceram e foram abandonados no olhar universal também são meus filhos? Talvez o grande exercício, a ciência maravilhosa, mas também nos trouxe um impasse moral. O que fazer desses embriões no olhar espírita? Terá ou não o espírito vinculado? E Débora trouxe magnificamente a explicação: quem são esses possíveis espíritos vinculados? A espiritualidade não perde tempo, o problema é nosso encarnado, né? Então, será que não é rever rever essa esse valor de que a família para ser construída, ela tem que necessariamente ser de formação biológica, né? Então, se a gente tivesse esse olhar, não haveria talvez tantos excedentes como há. E que a fertilização seria um caso à parte, né? Exato. Seria de repente uma ocasião rara. Minizaria rara. minimizando os sofrimentos, né? Né, né? Eh, Miram, porque assim, eh, acolhendo no próprio seio o filho alheio, né, como diz a a poesia espírita, nós poderíamos nos nos privar desses sofrimentos todos, não é? Mas ainda vivemos nesses redutos egoístas de casta, enquanto não nos despirmos. desse desse movimento, né, desse comportamento egoísta, orgulhoso, da da das castas físicas, uma vez que, na verdade, né, o

ainda vivemos nesses redutos egoístas de casta, enquanto não nos despirmos. desse desse movimento, né, desse comportamento egoísta, orgulhoso, da da das castas físicas, uma vez que, na verdade, né, o que importa, os elos verdadeiros que nos unem são os zelos de alma, são os elos de espírito. A medida que formos nos tornando capazes de compreender isso, eu acredito sim que esses questionamentos irão se simplificando, não é? E quem sabe aí a ciência poderá deslanchar, porque os impasses ético-morais já não terão mais sentido. Porque enquanto existe o egoísmo, o impasse ético moral, ele vigora como a nos dizer: "Parem para refletir, parem para pensar". Não é? Na medida em que adotarmos posturas mais fraternas, entendendo que a verdadeira família é a espiritual, estendendo a nossa capacidade de amar, esses dilemas perdem o sentido. E aí o que verdadeiramente tem que vir no âmbito do avanço científico se fará. Se ainda tem impasse, se ainda temos dificuldade em em definir que em que embrião há ou não espírito, se ainda ficamos nesse dilema ou descartar ou não, é porque precisamos sentar e pensar para onde caminhamos com os nossos avanços científicos. E é o que você trouxe, não é? Às vezes sofremos tanto com a solução ao lado, mas para isso precisamos ter olhos de ver. E os olhos de ver a realidade espiritual da vida são os olhos da fraternidade e não do egoísmo, né? Telma, você quer acrescentar alguma coisa nesse pontoquinho? que a gente vê que tudo isso a programação, a programação já é feita no plano espiritual, né? Então aqui a gente vai eh laborando, vai aceitando, vai, como a Amídia colocou bem, né? O egoísmo sobrepõe outras necessidades. Então assim, já é feito tudo no essa toda essa ligação no plano espiritual mesmo, né, Débora? Sim, exato. Inclusive dos filhos de coração, né? Né? Isso. Inclusive os filhos de coração chegam até nós por caminhos às vezes diferentes, mas na grande maioria das vezes já estavam vinculados. Eles só precisavam do componente biológico daquela mãe,

Né? Isso. Inclusive os filhos de coração chegam até nós por caminhos às vezes diferentes, mas na grande maioria das vezes já estavam vinculados. Eles só precisavam do componente biológico daquela mãe, daquele pai, mas a história deles aconteceria conosco, não é? Porque os vínculos e os reajustes deveriam acontecer junto de nós, no nosso lar, sobre o nosso olhar, né? Então é muito interessante você trazer isso. Esses encontros são feitos antes no plano espiritual, no programa reencarnatório. Tem outra coisa, Débora, que muita gente também tem dúvida, né, que é a questão do transplante de órgãos. Ah, perfeito. Eh, por exemplo, existem as, acho que são as testemunhas de Jeová, né, que não querem a transfusão de sangue, por exemplo, que é uma transfusão, na verdade, de órgão, né? O sangue não deixa de ser. Exato. Como é que o espiritismo vê essa questão? Esse é um grande um grande avanço da ciência e permite que pessoas sobrevivam muitos anos, né? Esse é o transplante de amor, né, que nós dizemos. E o espiritismo é eh eh eh é é eh eh eh francamente favorável ao transplante de órgãos, porque exatamente é um completo ato de caridade, de desprendimento, de desapego, quando todo o respeito que a máquina física, que o corpo físico deve, né, eh nós devemos ao corpo corpo deve merecer de cada um de nós ao chegarmos ao final da nossa jornada, mas termos então o desprendimento necessário para compreender que aquele veículo ainda teria a condição de beneficiar não uma, mas várias pessoas, porque a gente sabe que um único corpo, não é, que tenha órgãos saudáveis, ele pode beneficiar cinco, seis, sete pessoas. Nós podemos doar pele, osso, eh, córnea, podemos doar coração, pulmões, pâncreas, né, em algumas situações, intestinos, fígado, rins. Então, vejam, né? Então, por que não fazer no final da nossa trajetória existencial na Terra, esse ato de caridade, esse ato de amor, não é? Então, eu entendo, Ana, que existe muito desconhecimento. As pessoas têm medo, meu Deus do céu, será que vão tirar os os meus órgãos ou

tencial na Terra, esse ato de caridade, esse ato de amor, não é? Então, eu entendo, Ana, que existe muito desconhecimento. As pessoas têm medo, meu Deus do céu, será que vão tirar os os meus órgãos ou do meu ente querido antes da hora? Então, é importante que a gente use um espaço como esse para dizer que não há menor possibilidade de que isso aconteça. Hoje isso é eh eh protocolado. Existe um protocolo junto ao Conselho Federal de Medicina, ao Ministério da Saúde e também as questões jurídicas, não é, que envolvem, que acompanham, são equipes. Na verdade, a morte encefálica, ela não é declarada de forma leviana. Há análises, mais de um profissional faz essa análise, exames que auxiliam. Então, uma vez detectada, diagnosticada a morte encefálica, e esse processo é irreversível. É diferente, por exemplo, do coração que para e que pode ser ressuscitado. Quando há morte encefálica, falência, né, do encéfalo, incluindo tronco cerebral, a vida se torna impossível. É um processo irreversível. Então, é preciso que se tenha essa noção, não é? Depois existem os mitos, mas e o espírito não é que não se desvinculou? Será que ele sente dor? Como é que fica? Enfim, é importante a gente entender que existe amparo, que num processo de doação de órgãos existem as equipes espirituais dos médicos espirituais responsáveis por essa linha. da ciência na Terra. Existem os benfeitores daquele espírito desencarnante, existem os benfeitores do espírito que está ali para receber o receptor daqueles órgãos, não é? Então eles se juntam nesse processo para que o processo se faça da melhor forma possível. Pode ser, não é, que dependendo da da da do apego às vezes a matéria que o espírito doador tenha, pode ser que ele sinta um certo desconforto, mas que no dizer de Emanuel, as equipes espirituais responsáveis se agilizam por fazer cessar. Então, é importante que a gente vá entendendo isso. É importante que a gente vá se despindo dos mitos. Ah, mas a pessoa recebe um coração, ela recebe um rim, um fígado do

se agilizam por fazer cessar. Então, é importante que a gente vá entendendo isso. É importante que a gente vá se despindo dos mitos. Ah, mas a pessoa recebe um coração, ela recebe um rim, um fígado do outro e vai ter passar a ter comportamentos, pensamentos, ideias. Isso é mito. Porque o que na verdade norteia o exercício celular, o exercício do órgão que está ali agora, não é? Com o novo detentor dele, é o seu perespírito, são as suas ideias, é o seu campo mental. Pode ser que no início, sim, no processo de adaptação, uma vez que esse órgão virá impregnado, não é, da matéria mental do doador, da da do comando perespirítico que ele recebeu durante o tempo de vida que aquele doador teve, pode ser que no início haja necessidade de um tempo de adaptação em que esse receptor pode sentir algum desconforto, alguma vamos usar usar o termo aqui é alguma perturbação fluídica, não é? Mas isso é temporário. É importante que a gente entenda que a agora, a partir de então, quem coordenará o mecanismo dessas células, o seu desempenho, a sua atuação, modelo organizador biológico do receptor, juntamente com a sua casa mental. juntamente com o seu comando vibracional, emocional e psíquico. Então, que a gente se conscientize disso e corte esses mitos, corte essas ideias que em nada ajudam, apenas travam, estacionam o avanço da ciência, o processo de caridade, como é o transplante de órgãos. Agora eu queria trazer aqui um ponto importante. É preciso que nos sentemos com os nossos familiares, que a gente deixe claro o nosso desejo de ser um doador. Porque pela legislação brasileira, atualmente, quem define é a família. E a doação de órgãos precisa ser um ato voluntário, consciente, porque realmente se o espírito não se prepara durante a vida, não pensa sobre isso, não desenvolve esse desejo de exercer essa caridade maravilhosa no fim de um estágio terreno, ele pode, né, nesse processo, ser pego de surpresa e se perturbar em algumas situações. Então, vamos usar espaços como esses que

sejo de exercer essa caridade maravilhosa no fim de um estágio terreno, ele pode, né, nesse processo, ser pego de surpresa e se perturbar em algumas situações. Então, vamos usar espaços como esses que vocês nos oferecem, não é? para chamar atenção, se é do desejo, sentem, expressem esse desejo pros familiares, tragam o tema, conversem sobre ele à mesa nas tertúlias familiares. Vamos transformar a doação de órgãos num ato consciente, voluntário, de desprendimento, mostrando nosso entendimento frente às realidades da vida. Se é um corpo que já não me auxiliará mais, mas poderá auxiliar a outros, por que não fazê-lo? E é importante que a gente diga que a gratidão do receptor e dos seus familiares e as preces que são encaminhadas para o espírito doador atuam na nova jornada no plano espiritual como bálsamo, como bênção, como chuva de bênçãos, de de vibrações. de refazimento, de ser de acerenar o coração daquele que doou. Às vezes, aquela trajetória, aquela entrada no plano espiritual que seria dolorosa, vinculada a muito sofrimento por esse ato no final, não é, de caridade plena, de de desprendimento pleno em prol do outro. atuará a seu favor como bênção, como bence a expressar a misericórdia de Deus, que não deixa nenhum ato nosso voltado para o bem, sem a devida resposta, sem o devido apreço, não é? É importante que a gente pense sobre isso. Muito bom. Eh, Miram Telma, vamos lá. comentando não, só complementando que eu achei interessante é a doação de de sangue, né, as pessoas quem puderem na, né, na na homo centro, né, e doar o sangue. Quem tiver saudável, bem, vale a pena. Ósa, não é sangue ósseó. Isso. É interessante demais que que haja, não é, esse incentivo, porque são tecidos que podemos doar, não é, em vivo. Sangue se refaz, então, doando o sangue, doando a medula óssea, esses tecidos se refazem, não é? Nós não teremos nenhuma perda, então, que a gente se mobilize nesse sentido, não é? Tudo isso é caridade, mas é preciso que a gente trabalhe em nós o desprendimento,

, esses tecidos se refazem, não é? Nós não teremos nenhuma perda, então, que a gente se mobilize nesse sentido, não é? Tudo isso é caridade, mas é preciso que a gente trabalhe em nós o desprendimento, o desapego, o entendimento, não é, de que a presente existência ela é temporária e que se não trabalharmos em nós essa ideia do desapego da matéria, não é, as nossas condições ficarão difíceis aqui já, não é? Porque nos tornaremos escravos desse apego e no plano espiritual também, não é? Deixa eu ver. Miram quer comentar. Eu ia comentar, mas Débora pegou o gancho que era a questão da necessidade de desapego, né? da gente viver a realidade de que esse corpo nosso, ele tem um propósito e um tempo de vigência, né? Então, que a gente aprenda o desapego para exercer essa beleza que eh Débora nos trouxe na doação de órgãos. o quanto isso é importante, né, desfazer desse desse egoísmo que ainda nos traz para que a gente possa de fato eh exercer uma caridade. É um desapego, não daquele, né, que parte, mas o desapego também às vezes da família, não é, para aquele ente querido. É lógico que vamos ter a saudade, vamos vivenciar o luto por causa dessa saudade, mas há uma maravilha de paz, né? Quando identificamos que aquele que partiu, embora nos ten mantido na saudade por algum tempo, ele conseguiu trazer vida também para aqueles que receberam, né, os seus órgãos. Era só isso. Eh, meninas, nós estamos aqui já no tempo, né? É um assunto vastíssimo. Eh, a gente ainda queria tratar, mas a gente vai fazer um segundo programa, tá, Débora? Ok. Uma palpitante, né? O tempo é exato. O tema é palpitante. Exato. E a gente ainda quer falar para deixar assim o gostinho de quero mais para pro nosso público. Nós vamos falar aqui então, Débora, eh, no na no nosso próximo programa, vamos falar sobre a eutanásia, ótimo. E o suicídio assistido, porque existem grandes grandes polêmicas envolvendo esses dois temas, né? Há quem acha, há quem acha que, eh, o suicídio assistido eh existem muitos países que

utanásia, ótimo. E o suicídio assistido, porque existem grandes grandes polêmicas envolvendo esses dois temas, né? Há quem acha, há quem acha que, eh, o suicídio assistido eh existem muitos países que praticam, né, que as pessoas vão para clínicas, decidem que não querem mais viver porque podem ter uma doença incapacitante, normalmente é isso, né? E vão para para clínicas. Eh, e isso acontece com todas as vontades da pessoa, né? Eh, até eh ontem mesmo a gente estava conversando no meu grupo mediúnico sobre um filme que existe eh uma comédia romântica em que acontece o caso de um rapaz que decide pelo suicídio assistido. Ele vai à Suíça numa clínica e ele e ele tira a própria vida, né? E a eutanásia, no caso, muita gente vê os seus familiares passando por graves problemas de saúde, parece que não vem uma solução, né? comas durante muito tempo e se opta pela por essa eutanásia, né? Mas como que a doutrina espírita enxerga isso? Você vai trazer pra gente. E temos um outro tema, Débora, que é o aborto, né? Agora mesmo, há pouco tempo, a Argentina aprovou eh a possibilidade legal do aborto, diferentemente da das nossas aqui da das nossas possibilidades legais. ela ampliou isso e eu creio que toda mulher pode eh praticar o aborto em qualquer situação, bastando a sua decisão. Então isso é bem polêmico. Nós queremos trazer essas esses três temas na nossa próxima conversa. E antes da gente encerrar, eh, Débora, vamos falar só, eu queria que você deixasse aqui essa mensagem. A humanidade ela vai continuar avançando n na ciência e na medicina. Mas que mensagem a gente pode deixar aqueles que nos assistem em termos da ética espiritual no trato com todas essas questões que nos ajudem a melhor compreender e a formar uma opinião sobre esses temas, porque a gente pode ter que se deparar com eles na nossa vida, né? Queria que você deixasse essa mensagem final. Exato, Ana. Então assim, e eh é é muito é muito bom tá aqui nesse espaço e vamos sim já assumimos o compromisso então de próximos próximos programas tratarmos

ia que você deixasse essa mensagem final. Exato, Ana. Então assim, e eh é é muito é muito bom tá aqui nesse espaço e vamos sim já assumimos o compromisso então de próximos próximos programas tratarmos desses temas, né? Mas o que eu queria dizer é é mais ou menos o que a gente disse no início, né, na abertura do programa, que a doutrina espírita ela é uma doutrina progressista. É importante que a gente entenda, não é, que a nossa doutrina ela nos abre o o a senso percepção para que possamos, na medida em que vamos vivendo, experimentando, experienciando diferentes circunstâncias, que a gente vá pouco a pouco também aprimorando a o nosso entendimento, o nosso livre arbítrio. a nossa capacidade de escolher mais de acordo, mais em consonância com as leis eternas, com as leis divinas. E para isso é importante que desenvolvamos o nosso senso moral. Temos certeza de que estamos todos imersos na lei de progresso. A evolução é uma lei de Deus. Estamos todos a elas submetidos. a ciência, a a os todos as áreas humanas de exercício atualmente na Terra estão submetidas à lei do progresso. Então, à medida que o ser humano for entendendo isso, for se despindo do seu egoísmo, do ego, do egocentrismo, do orgulho, essas realidades se tornarão mais claras, mais fáceis. o entendimento da vida ampliado, não é? se fará mais facilitado. Então, como Kardec disse, que a gente avance ciência e moral lado a lado, que possamos ir a aos poucos construindo essas duas asas que permitirão a criatura humana alçar voos cada vez maiores. Aa do conhecimento o dia que a ciência humana realmente aceitar a realidade do espírito, realmente aceitar os postulados do nosso Senhor Jesus Cristo, que nos trouxe tudo isso de forma ampliada. Nós teremos adentrado então em novos tempos, numa nova terra em que a ciência se fará para o bem de todos, em que a ciência trabalhará arduamente para que o bem atinja todos a todas as instâncias da sociedade. Até lá, teremos ainda muitos questionamentos, teremos muito sofrimento,

fará para o bem de todos, em que a ciência trabalhará arduamente para que o bem atinja todos a todas as instâncias da sociedade. Até lá, teremos ainda muitos questionamentos, teremos muito sofrimento, veremos situações que num primeiro momento nos parecerão situações sem possibilidade de resolução, mas que saibamos que tudo isso é necessário, tudo isso faz parte de uma programação maior e que tudo isso nos auxilia. na nossa compreensão, no nosso entendimento, no nosso avanço. Então, sigamos e que possamos conversar sobre esses temas. Eu queria encerrar então chamando a todos os ouvintes, as pessoas que estão nos acompanhando agora, que voltem os olhos paraa questão do transplante de órgãos para que não sejam pegos de surpresa numa situação de tanta dor, não é? Que conversem com os familiares, que conversem consigo mesmo, não é? Como eu vejo isso? Será que eu estou preparado? Senão, eu quero me preparar e vá em torno disso para que a gente não perca essa oportunidade, não é, de exercer essa caridade final, né? A caridade num fim de ciclo, num fim de trajetória terrena. Então é isso, meus amigos. Eu quero deixar aqui então a minha gratidão por esse espaço que a Ana, Miram, a Telma nos disponibilizaram, não é? Que é tão importante. Quisera eu poder realmente trazer tudo o que eu percebo que a espiritualidade está aqui me ventilando, mas a gente é instrumento ainda muito falho, não é? Mas que se tiver ficado a semente já terá valido a pena. Um abraço então a todos. Débora. Eh, sempre um grande prazer te receber e muito linda essa tua mensagem e essa tua ênfase na questão do transplante, porque as pessoas não querem pensar nesse derradeiro momento. Nem a gente, né? nem a gente e nem eh os nossos familiares. Se a gente muitas vezes a gente quer trazer essa questão paraa nossa família e a família fala: "Não, não tem isso não, isso não é hora". Como se assim a gente tivesse chamando o nosso momento final. E claro que não, né? Ninguém sabe o momento final. E a gente trata aqui sempre dessa

mília fala: "Não, não tem isso não, isso não é hora". Como se assim a gente tivesse chamando o nosso momento final. E claro que não, né? Ninguém sabe o momento final. E a gente trata aqui sempre dessa questão da imortalidade da alma para que a gente vá refletindo. Nós vamos ter um final de trajetória na Terra, né? Então o que vamos fazer com o nosso corpo físico foi lindamente descrito por você. O que puder ser doado, seja que a gente vai tá eh beneficiando muita gente. Eu acho que a gente também tem ganhos espirituais quando a gente eh se disponibiliza, né? Isso é importante, a gente não sabe, mas com certeza a eh existem existem recados aí de gente que eh fez essa essa doação, né, e teve ganhos, benefícios lá do outro lado. Então é é importante a gente pensar sobre isso. Então, Miram, né, Miriam Telma, obrigada pela presença de vocês. Débora, você já tá intimada pro nosso próprio programa, já anunciamos aqui você falar, [risadas] não é? Então, para quem nos assistiu, nos eh vocês se inscreverem no nosso canal lá da Comunão Espírita no YouTube, ativarem o sinalzinho de alerta e irem lá na nossa playlist. Não deixem de dar o seu like se você gostou do programa e de compartilhar esse conteúdo com quem vocês acham que vai gostar. Muito obrigada a todos e até a próxima.

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