OFICINA 05 | Liderar para comunicar e evangelizar
🔹 Lançando Redes e Sementes | Encontro Estadual de Áreas: Comunicação Social Espírita & Infância e Juventude Oficina 01: Liderar para comunicar e evangelizar Oficina sobre o desenvolvimento da liderança enquanto competência necessária para o bom desenvolvimento das atividades do evangelizador e do comunicador espírita. Facilitadores: Maicon Amarante (RS) e Carolina Renz (RS) 📝 Mais informações: www.feemt.org.br/encontrointegrado
que a gente já nasce com ela, é algo que pode ser desenvolvido. Então é sobre isso que nós vamos conversar um pouquinho hoje, trazer algumas reflexões, fazer algumas provocações fraternas e indicar alguns caminhos de de estudo, de prática, enfim, no nosso trabalho para não só refletirmos, mas para conseguirmos enxergar também a aplicação disso tudo que vamos trazer aqui hoje, né, Carol? Microfone, Carol. Opa, obrigada. Comecei já me atrapalhando um pouco aqui, mas agora tá todo mundo olhando junto junto conosco, né? A cena aqui de Jesus. Sim, bem-vindo. Então, tá. Então, como o Michael nos comentou, nós vamos nessa oficina trabalhar com esse tema, não é, amigos? Acho que todos estamos motivados e desafiados pelo estudo da liderança. E nós gostaríamos, então, de compartilhar que nós temos eh um trabalho eh no Rio Grande do Sul, não é nós especificamente, mas nós no sentido dessa dessa equipe, desse trabalho coletivo que se desenvolve na Terra, né? E e existem muitos temas que a gente gostaria de conversar e de conectar com a nossa vivência como evangelizadores, como comunicadores. Nós temos um tempo curto, então nós vamos eh trabalhar com o princípio mesmo, nós vamos eh embasar o que nós entendemos por liderança. E para isso, nós precisamos então ir bem na base, na origem, que é o nosso modelo, nosso guia de liderança, o nosso guia como comunicadores, né, o nosso o nosso exemplo como evangelizadores, que é então a liderança servidora de Jesus. Então essa é a nossa perspectiva. Então baseados no no Evangelho de Marcos, nessa passagem em que Jesus está trabalhando no lavapés, se alguém quiser ser o primeiro, seja o último de todos, o servo de todos. Então, nesse sentimento, nós, o nosso entendimento da da liderança vai ser essa perspectiva não de mandar, mas de servir. E pra gente então conversar e se identificar ou não com essa perspectiva de liderança, nós vamos apresentar, amigos, o conceito de liderança, né? Esse conceito ele é de James Hunter e os autores da obra Líder Espírita, que é
sar e se identificar ou não com essa perspectiva de liderança, nós vamos apresentar, amigos, o conceito de liderança, né? Esse conceito ele é de James Hunter e os autores da obra Líder Espírita, que é que tem que é a obra que tem fundamentado em basado as nossas pesquisas, as nossas oficinas, os nossos materiais, ã eles vão trocar a palavra habilidade pela palavra competência, mas a gente ainda vai falar bastante sobre isso, sobre competência hoje. Então, o conceito que nós trabalhamos é que liderança é uma competência de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente, visando a atingir objetivos comuns, inspirando confiança por meio da força do caráter e do amor. É um, parece simples, não é, amigos? Mas é um, é um objetivo grande, né? nós que nós estamos apresentado aqui na nossa frente, porque nós estamos saindo de uma perspectiva em que a liderança ela é nata. A gente não tem essa às vezes essa ideia de que uma pessoa nasce líder ou que tem o perfil para liderar e que algumas pessoas não o têm, né? E e a gente em geral gosta de dizer que não tem, né? e ficar tranquilo só trabalhando, só servindo, como se a liderança não fosse um exercício de servir, de liderar, de nos colocarmos, né, junto com Jesus. Então, quando a gente analisa sobre essa perspectiva, para além dos postos de trabalho, a liderança é o exercício de influência. Então, nós gostaríamos de refletir com os amigos nesses eh só nessa, nessa definição, a gente vai refletir em vários desses itens que estão sublinhadinhos ali, né? Mas nós gostaríamos, amigos, de pedir. Então, nós estamos em, deixa eu espiar, quantas pessoas? 39 pessoas já e apitando ali os nossos amigos entrando na sala, né? Então, pra gente trocar, porque são rostos e e companheiros de vários locais, né, do nosso país, nós vamos pedir eh duas coisas. A gente vai pedir a a generosidade de participarem conosco, né? Daqueles que quiserem contribuir. Pode abrir a câmera e o microfone. Quem não puder abrir a câmera, não tem problema, pode levantar
sas. A gente vai pedir a a generosidade de participarem conosco, né? Daqueles que quiserem contribuir. Pode abrir a câmera e o microfone. Quem não puder abrir a câmera, não tem problema, pode levantar a mão que aí eu vou, já descobri que salta aqui para mim quem levanta a mão, então a gente vai se achando, né? E vou pedir um outro favor importante, amigos, que é a objetividade nas nossas falas. Por nosso guia é Jesus, né? O nosso exemplo que com um trechinho a gente pode conversar o dia inteiro, né? das mensagens dele, mas principalmente porque nós temos um tempo limitado de oficina e se nós vamos dedicar 15 minutos a uma a um momento de trocas, ã, e 15 pessoas falarem por 1 minuto, nós temos 15 falas. E se uma pessoa falar por 15 minutos, nós temos uma fala. Não que todos nós não tenhamos muito a dizer, né? Então, eu vou tomar esse cuidado, né, de lembrá-los, de dar uma resumidinha, dependendo da da nossa emoção por esse motivo. OK, amigos? Vamos fazendo esses combinados e com esses combinados feitos, vamos então começar a fazer perguntas. Estamos, vamos fazer a nossa prova de liderança, né, Maichael, pro pessoal já depois do almoço assim já tá alimentado. Mas brincadeiras à parte, sob essa perspectiva, amigos, lembrando que essa é a definição que nós vamos trabalhar. Somos líderes. Quem aqui quando leu, quando a gente leu aqui a influência, não, competência de influenciar pessoas para trabalharem entusiastica, não entusiasticamente, objetivo comum, força do caráter e do amor, quem se identificou, quem quer falar brevemente para nós porque que é líder? Pode, ó, tem uma mãozinha. Não pode levantar a mão. Nils, tu levantou a mãozinha. É isso. Foi, foi. Tá me ouvindo bem? Estou ouvindo. Uhum. Estamos ouvindos. é que eu tô sem a câmera. Eu acho que nesses dias de pandemia, né, onde cada um tá cheio de medos, com muita dificuldade, nós na nossa evangelização ficamos restritos a quatro evangelizadores, sendo que duas de nós éramos coordenadora da evangelização, não é? E a gente não perdeu,
á cheio de medos, com muita dificuldade, nós na nossa evangelização ficamos restritos a quatro evangelizadores, sendo que duas de nós éramos coordenadora da evangelização, não é? E a gente não perdeu, não é, a esperança. Nós estamos agora chegaram para nós mais dois evangelizadores, não é, que complementaram, porque nós estamos com três turmas no momento, chegaram duas duas pessoas bem novinhas, que isso é muito bom, porque nós já somos, né, pessoas com mais de 40 anos, né? Então a gente vê que a gente não pode desistir, né? E ficamos assim preocupados que nós temos um estudo para evangelizadores semanalmente, não é? E abrimos esse estudo para todas as casas de Rio das Ostas, que nós somos de Rio das Ostas. Eu não sei como vai estar aqui, que tá fechada, né? E nós conseguimos através da campanha que nosso nossa casa tem evangelho todos os dias 7 da manhã e 8 da noite online às 20 horas. E nós divulgamos a nossa evangelização, divulgamos sobre os evangelizadores e hoje nós estamos fazendo o estudo de evangelizadores com nove pessoas, né? O que nós inicialmente estávamos com quatro, hoje nós já somos nove, já tem pessoas de outras casas e a nossa evangelização está bombando, não é? Estamos com três turmas, mas todas as três turmas online funcionando, não é? Nós divulgamos no grupo de WhatsApp da casa. Nós divulgamos nesses evangelhos e não perdemos a fé. E hoje continuamos. do ano passado, durante a pandemia, em Rio das Ostas, nós fomos a única casa que conseguiu fazer a evangelização online. Nice, vou vou a tua a tua fala fazendo uma pergunta para ti. Tu eres, tu és líder? Eu acho que sim, porque tem que ter muita garra, você tem que ter muita fé e você não pode desistir porque você tem que entender que você não trabalha para as pessoas e para você, você trabalha para Jesus. é a divulgação dos ensinos de Jesus. Então eles não, a espiritualidade não vai te desamparar nunca. Confiem. Obrigada. Obrigada, Miss Tinha mãozinha levantada, mas eu não sei se baixou, se eu que perdi aqui o povo. Tinha mais um.
Jesus. Então eles não, a espiritualidade não vai te desamparar nunca. Confiem. Obrigada. Obrigada, Miss Tinha mãozinha levantada, mas eu não sei se baixou, se eu que perdi aqui o povo. Tinha mais um. Ah, Valé, acho que era minha. Aí, então, eh, Carolina, eu entendi, eu pensei quando vi a definição eh de liderança, né? Eu sou líder, sim. Eu acredito que eh primeiramente quando a gente na tá na missão da maternidade, a gente já é um líder natural, né? Porque você acaba que você influencia. Então eu me vi enquanto eh liderança e enquanto a responsabilidade que traz essa liderança, né? E e para atingir um bem, um uma finalidade comum, né? E na evangelização, como evangelizadora, todos temos essa finalidade de levar, de nos conduzirmos, né, para, desculpa o bebezinho aqui, pra gente aproximar as almas de Deus, né? Então, acredito que é o objetivo maior. Então, eh, eu me vejo enquanto líder, sim, e espero aprender aí a influenciar positivamente e trazer esse entusiasmo, né, que eu acho que é o maior desafio, a gente motivar e e entusiasmar as pessoas para seguirem esse caminho. Obrigada. Obrigada. Obrigada, Nilson, obrigada, Valéria. A Valéria já adiantou uma pergunta porque nós somos muito conectados, né? apresentamos essa definição e ela já nos instiga. Por que que ela adiantou? Porque ela já falou em um pouquinho de dois dois contexto. Ela deve ter mais porque cada um de nós, imagina pessoal, essas essas 39 mentes, 41 mentes conectadas nesse momento aqui devem estar pensando os contextos em que a gente exerce influência. Então as os mães e pais não têm as mães e os pais não têm nem dúvida, né? Se não se não estão atentos, né? Imagina a influência que estão exercendo no seu lar, no seu ambiente de trabalho. E nisso, pessoal, nós temos uma gama de realidades, mesmo dentro do movimento espírita, em que a gente exerce influência. não são só os postos de trabalho, né, que são em que nós nos responsabilizamos pela condução de determinadas tarefas, de determinadas equipes, que caracterizam o nosso
m que a gente exerce influência. não são só os postos de trabalho, né, que são em que nós nos responsabilizamos pela condução de determinadas tarefas, de determinadas equipes, que caracterizam o nosso círculo de influências, né, os grupos de estudo, a ambiência onde nós trocamos na casa espírita. Quem nunca ouviu que ã para se nós queremos que as pessoas participem de determinada atividade, nós temos que participar. ou quando a gente chega na casa espírita e fica de conversinha e aí chama o pessoal nos chama atenção que nós temos que dar exemplo, né? Nós temos essas essas questões intuitivamente conectadas ao nosso coração de que nós estamos exercendo influência o tempo todo quando nós, na maneira como nós atuamos, né? Então é uma reflexão importante. Alguém quer compartilhar conosco alguma coisa que que pensou em relação a essa influência para que as pessoas trabalhem? entusiasticamente estamos exercendo influência para que as pessoas trabalhem. Alguém quer falar brevemente? Eh, eu vou falar um pouquinho. Vocês estão me ouvindo legal, Ana? Aham. Depois o Eduardo. Eh, eu acho que a gente sempre tá influenciando, mesmo que a gente não seja literalmente um líder, né? Não se sintam líder, na verdade, mas eu acho que tudo ao nosso redor influencia e nós também influenciamos bastante. As nossas atitudes influenciam, o que a gente fala influencia. E eu tenho aprendido muito sobre isso, porque eu divulgo bastante o espiritismo na minhas redes sociais. E eu gosto bastante de falar sobre vários assuntos, várias temáticas em relação a isso. E eu sou evangelizadora da infância, então é uma coisa que a gente sempre táando, a gente sempre tá em contato com pessoas que acaba influenciando mesmo, acaba realmente eh que a gente não tem por onde correr. Ou a gente influencia ou a gente é influenciado, né? Então, eu acho que a gente diretamente ou indiretamente sempre estamos eh em contato com isso. Eu acho bem legal. Então, o evangelizador é um é um líder, Ana. Oi. Então, o evangelizador ele pode não ser
tão, eu acho que a gente diretamente ou indiretamente sempre estamos eh em contato com isso. Eu acho bem legal. Então, o evangelizador é um é um líder, Ana. Oi. Então, o evangelizador ele pode não ser líder? Pode, pode sim. Pode ser um líder também. Acredito eu, o evangelizador tem está exercendo influência para qual objetivo comum? O objetivo de ajudar, né, de ensinar, de passar os ensinamentos de Jesus da melhor forma que que tem. E e essencialmente, é justamente é que o Fernando falou, essencialmente é um líder mesmo, né? Então, a gente sempre tá influenciando, mesmo não sendo evangelizador, sendo, mas em qualquer de qualquer maneira a gente sempre influencia algo ou alguém. Exatamente. Ah, o Eduardo colocou aqui no chat, desistiu, amigo. Baixou a mão. Se basta influenciar uma pessoa Exato, né? Nós estamos exercendo influência para trabalhar entusiasticamente. Estamos exercendo liderança com relação a essas pessoas. Então, o Eduardo tava na fila e laídes, vamos fazer os nossos comentários para ouvirmos a todos. Falá, então, Carolina, boa tarde. Boa tarde, pessoal. Vou falar rapidinho, né? É só porque eu tava pensando aqui que acho que uma uma dificuldade que a gente tem de acreditar ou de talvez entender o nosso papel na liderança é que a nossa a nossa influência ela tem uma uma limitação diante da autonomia da pessoa. Então a gente influencia até certo ponto, mas há uma parte que depende dela. Então, muitas vezes a gente questiona a nossa influência porque durante um tempo ela parece entusiasmada, mas existe uma uma redução, um déficit. E a gente pode se questionar se a gente exerceu uma influência de fato ou se foi aí já a parte dela que ela não conseguiu talvez se retroalimentar, porque a gente tem que dar asas também, né? O líder não pode ficar igual a galinha com com os pintins embaixo das asas. Eu acho que às vezes a gente se questiona porque dentro de um grupo durante um determinado tempo a gente vai exercer uma influência X, mas por um outro período talvez essa
os pintins embaixo das asas. Eu acho que às vezes a gente se questiona porque dentro de um grupo durante um determinado tempo a gente vai exercer uma influência X, mas por um outro período talvez essa influência fique menor. E aí vai depender dessa autonomia da pessoa de se manter forte ali no trabalho. Perfeito, Eduardo. Então nós temos, é legal que a gente vai ouvindo sotaques diferentes, né, na nossa conversa. Nós temos o exercício de exercer essa influência, ter um olhar atento para a demanda daquele daquele liderado, mas respeitar a sua individualidade. Então esse é um exercício importante, né? Até onde eu posso movimentar a minha influência para para agir diferente. Porque se dois filhos são diferentes, né, Valéria, imagina dois liderados, uma equipe de 10, de 15, um grupo de estudo, né? o o ou quando a gente fala de comunicação, quando a gente lança nas redes, né, nós estamos falando de centenas de milhares, né? Então nós temos que trabalhar para as demandas, saber fazer diagnóstico, ter olhar sensível do evangelizador e tudo mais e também respeitar até onde a gente não vai, né? A Laaí, antes de te passar a palavra, amiga, eu vou colocar mais uma pergunta que aí eu já te dou para te responder as duas perguntas que a gente eh eh é é muito multifuncional. Duvido que tem alguém aqui que não faça a subir. A gente fala a subicho para can. Não sei se esse ditado existe em outros estados. Então, além de tu nos trazer um pouquinho sobre a reflexão de em que contextos a gente exerce influência, já vamos pensar no nosso entusiasmo nessa influência, porque nós somos humanos e às vezes a gente tá entusiasmado e às vezes não. E às vezes a gente tá entusiasmado para ir ver as pessoas, né, no centro espírita. Quantas vezes a gente quer abraçar o companheiro e aí tá em pandemia, não pode ir lá abraçar o companheiro e tem que táar entusiasmado para evangelizar online, para fazer eh para achar soluções, né? Então, como é que tá esses sentimentos aí? Bom, boa tarde. Eu sou de Cuiabá, Mato
r lá abraçar o companheiro e tem que táar entusiasmado para evangelizar online, para fazer eh para achar soluções, né? Então, como é que tá esses sentimentos aí? Bom, boa tarde. Eu sou de Cuiabá, Mato Grosso. Sou a Laíes. Então, eu acredito que eu sou líder na medida em que eu me sinto como uma missionária nesse trabalho de evangelizar, né? Eu coloco o meu trabalho de evangelizar como um chamamento, né, que eu eu aceitação de um chamamento de Jesus. E na medida que eu estou à frente de um trabalho com um grupo, eu já trabalhei com pais, avós, crianças, só não trabalhei com adolescentes ainda acima de de 11 anos até até a idade de 11 anos. Já alguns anos que eu trabalho como evangelizadora. Então, eu acredito que a influência que eu exerço, além da minha postura, é das minhas atitudes, da forma como eu trabalho com o meu grupo, porque nós estamos falando de liderança aqui num contexto. Claro que a gente tem nes formas de liderar em diferentes contextos. Nós estamos falando em evangelização, né? Então, se eu estou fazendo um trabalho em que eu levo assuntos interessantes, assuntos que vão despertar a criança para a para os objetivos e as propostas que foram estabelecidas para aquele ano letivo, vamos chamar assim. Então, o meu papel é de influenciadora, embora cada um tem as suas suas experiências, as suas vivências, as suas eh eh a sua forma de ver ou de agir, que isso também tem a ver com a família. Mas o meu papel ali é de fazer isso, é de buscar influenciar para o bem, né? E e o meu entusiasmo é que vai me fazer realmente ter sucesso ou não. Porque se eu for uma quiser influenciar alguém, mesmo com as minhas atitudes para o bem e eu estiver lá triste, desalentada, sem sem entusiasmo, sem amorosidade, eu não vou conseguir ah alcançar os meus objetivos. Então eu acredito que nesse trabalho quem está aí é líder de alguma forma, né? E o entusiasmo é de fundamental importância. Obrigada, Laís. Isso mesmo. Nós temos duas duas pessoas para falar. A Fernanda, acho que primeiro, depois a
balho quem está aí é líder de alguma forma, né? E o entusiasmo é de fundamental importância. Obrigada, Laís. Isso mesmo. Nós temos duas duas pessoas para falar. A Fernanda, acho que primeiro, depois a Tamis. Pode ser, menina. Gurias, como a gente diz. Olá, tudo bem? Eh, bem, eh, tava aqui refletindo sobre essas perguntas que me chegaram ao coração assim de uma forma muito especial, porque, eh, nos faz refletir enquanto nossa postura realmente, né, diante da evangelização nos dias de hoje, principalmente, né, que eu acho que muitos centros hoje estão aí eh apenas online e às vezes é assim, eu me sinto líder, né, né? E sinto que também exerço essa influência por ser mãe e também porque eh falar de Jesus aos corações pequeninos é algo para mim assim de fundamental importância na minha vida, na vida dos meus filhos. e vejo que isso faz toda a diferença, né, no caminhar deles, na nessa influência positiva, né, eh, na evolução de cada um deles. E como evangelizadora também, porque quando falamos de influência, não podemos esquecer que a gente também influencia eh de com o exemplo, né? Porque o exemplo do que estamos aplicando nas nossas vidas, elas vão chegar no coração das crianças, né? Seja ela filho, seja elas nossos evangelizandos, com verdade, com propriedade, com energia, porque a gente está num trabalho íntimo conosco mesmo, né? Então, exercer influência é importante a gente ver essa questão do que estamos aplicando na nossa vida, dos ensinamentos de Jesus, porque o primeiro ouvido que houve é aquele, né, de quem está falando. E quando a gente fala do entusiasmo, eu acho que o entusiasmo ele vem muito eh ao encontro do evangelho de Jesus, onde renova nossas forças, são nossas energias, o que brilha os nossos olhos, porque são ensinamentos profundos, né, que vai mesmo na nossa essência. Eu acho que isso é suficiente para nos entusiasmar. No entanto, nos dias em que vivemos, às vezes a gente encontra-se eh sem muitas eh recursos para lidar com o contexto de cada evangelização. caso, eu já me senti um
é suficiente para nos entusiasmar. No entanto, nos dias em que vivemos, às vezes a gente encontra-se eh sem muitas eh recursos para lidar com o contexto de cada evangelização. caso, eu já me senti um pouco eh assim um pouco menos entusiasmada, porque os nossos trabalhos, digamos assim que assim, sem saber muito como agir, diante do contexto que vivemos, que que os nossos evangelizandos estão, né, que é num num bairro bem simples, humilde e eles não têm internet e a gente não tem feito as evangelizações. Então, eh, é isso, né? Eu acho que falei bastante, mas eu queria deixar aqui que o Evangelho de Jesus, ele por si só é um grande ferramenta para que a gente se sinta entusiasmados aí a continuar nesse trabalho lindo da evangelização. Gratidão. Obrigada, Fernanda. São bons desafios que nós que estão movendo os líderes. Nós líderes todos aqui já a Laí disse que todos aqui somos líderes. Eu concordo com ela, né? E e antes de passar a fala para Tamires, como eu gosto de já agregando umas perguntas aqui, Tamires, para te dar, além de de pedir para te ser breve, ainda vou te dar mais coisas para te responder. Então, ã, nós estamos refletindo, só pra gente retomar, né, pessoal, nessa ã nessa definição, né, a liderança como uma competência. Então, às vezes, a pessoa vai dizer: "Ah, mas eu não tenho um posto de liderança atualmente ou tenho, mas tô me tô pensando na minha tarefa como evangelizadora, como comunicadora, como como determinado contexto do nosso da nossa ação no movimento espírita". Então, se é uma competência, né, de de eh influenciar as pessoas para trabalhar entusiasticamente usando objetivos comuns, né? Então a gente vai perguntar além do tenho entusiasmo, que eu imagino que a querian nos falar, se a gente tá compartilhando o objetivo comum. Compartilho o objetivo comum. Tô conseguindo trazer visão por talvez vou explicar um pouquinho mais. Tu ficou me olhando assim, né? Ã, as como é que a gente faz as pessoas trabalharem entusiasticamente? Mandando, né? O que que a gente faz para que as
r visão por talvez vou explicar um pouquinho mais. Tu ficou me olhando assim, né? Ã, as como é que a gente faz as pessoas trabalharem entusiasticamente? Mandando, né? O que que a gente faz para que as pessoas peguem junto, né? A gente compartilha o objetivo. Nós estamos plantando as sementes de Jesus, nós estamos lançando as redes do mestre, né? O nosso objetivo ele é lindo. Quando a gente consegue compartilhar aí, como disse a Fernanda que falou agorinha, né? A mensagem de Jesus é entusiasmante, né? E aí então a gente consegue fazer que as pessoas trabalhem, mas às vezes a gente compartilha o objetivo errado, a gente não tá bem ou a gente não compartilha, não fala sobre o que é a tarefa das coisas mais óbvias, né? Então, então, Tamiros, o que que essas questões aí te trazem? Tem entusiasmo? Compartilho o objetivo? Então, eu me considero uma líder. Hoje entendo essa visão de líder que vocês estão trazendo. Antes eu achava que eu era líder quando eu estava responsável por cargos e hoje eu percebo que não é isso, né? Então, eu sou uma líder em todos os setores da minha vida, desde que eu olhe com esse com essa visão de influenciar para um bem comum, seja dentro da minha casa, seja no centro espírita, seja num trabalho que eu exerça. Então, olhar para esse bem comum, né? Então, esses são os contextos de influência que eu percebo que eu exerço e eu tenho muito entusiasmo de trabalhar quando as pessoas concordam com a minha opinião, quando não concordam, puxa, como é difícil exercer essa esse entusiasmo, né? E por mais que a gente tente assim, não, Jesus ensinou, a gente tem que fazer assim, mas como a gente já sabe que a vibração do nosso coração chega para as outras pessoas, vai chegar aquele desconforto. Ah, não concordou comigo, tá? Eu vou fazer, mas ela vai ver que ela tava errada, vai ver, vai ver que não vai dar certo. A nossa energia já chega assim, né? Então eu vejo que esse entusiasmo é um desafio para mim, pelo menos. E esse desafio ele vai, eu vou conseguindo superar ele
vai ver, vai ver que não vai dar certo. A nossa energia já chega assim, né? Então eu vejo que esse entusiasmo é um desafio para mim, pelo menos. E esse desafio ele vai, eu vou conseguindo superar ele quando eu me conheço cada vez mais do que é que gera esse desconforto. Não é que o outro discordou de mim, que é o problema, mas por ele ter discordado o que dentro de mim tem que incomoda e que precisa ser observado, precisa ser alterado, né, para que o objetivo comum se concretize, que eu vejo o objetivo comum de qualquer lugar que nós estejamos é evoluir e através do amor. Então, evoluir na família, evoluir no trabalho, evoluir em qualquer lugar através do amor. E esse objetivo concretizado, ele tem que ser verdadeiro dentro de nós. Nossa, olha só, pessoal, disse para Tamis que eu ia dar duas perguntas para ela. Ela adiantou já a próxima. Vocês viram que maravilha as nossas nosso exercício. Olha que por quê? Olha, olha só o que que é a nossa próxima pergunta. Inspiro confiança. Por quê? lá no nosso na nossa definição falava de compartil, né, de de inspirar as pessoas, de influenciar as pessoas para trabalharem entusiasticamente para este objetivo comum, inspirando confiança através da força do caráter e do amor. Então, quando nós falamos de força do caráter, nós estamos falando desses sentimentos, né, que a Camiles acabou de comentar, que a gente tem, por quê? A gente gosta de de dizer, tem uma frase que eu gosto muito que é líder tem que gostar de gente, porque nós nós somos líderes do quê? Sobre essa perspectiva, sou líder de ciclos de evangelização, sou líder de grupos de estudo, não, a gente é líder de pessoas, a gente lidera. Essas são as pessoas que nós trabalhamos para atender, que nós temos para o trabalho, para tarefa. Então, se a gente tem que gostar de gente, mas não é gostar de gente daquela forma falsa, né? A gente não tem que amar todo mundo, porque nós temos eh um passado aí que não é pouca coisa. Imagina o quanto a gente não reencontra. Se a gente reencontra na
gostar de gente daquela forma falsa, né? A gente não tem que amar todo mundo, porque nós temos eh um passado aí que não é pouca coisa. Imagina o quanto a gente não reencontra. Se a gente reencontra na família, imagina na família do centro espírita, na família do movimento espírita os nossos reencontros. Mas é gostar de gente no sentido de agir bem, é ter uma força na nossa na nossa conduta que mesmo nas minhas fragilidades, porque a gente não vai ser bom em tudo, as pessoas vejam a nossa sinceridade. Então, eh eu tava falando do do de compartilhar o objetivo comum. Por que que eu disse que nem sempre é tão claro, né, pra gente qual é o nosso objetivo comum? Por exemplo, às vezes a gente tem é convidado para participar de uma tarefa no na no movimento espírita. Tem tem uma reunião da nossa união, da nossa região. Cada cada cantinho aqui do Brasil deve ter um nome. Alguns é a região, outros, né? Eh, como é que há? No Mato Grosso tem alguém do Mato Grosso aqui para nos nos orientar com a expressão? Como é que são as divisões da Federação Espírita do Estado do Mato Grosso? Regionais. Regionais. Perfeito. Obrigada. Então, quando nós somos convidados a estar nesses momentos em que a gente vai com a nossa equipe aprender, trocar, desenvolver, seja nas capacitações, nos encontros de unificação, ã, às vezes a gente convida e sequer compartilha o objetivo. A gente diz assim: "Pessoal, esse dia nós vamos passar o dia inteiro lá conectados fazendo essa atividade ou a gente vai pegar o ônibus, vai viajar, vai fazer. Será que a gente tá realmente apresentando pro pessoal o porquê de estarmos conectados? Aí a pessoa vai porque obedece ou vai porque entendeu a razão, porque percebe que isso faz parte da tarefa, que isso me aprimora para para aquilo que eu quero colocar no serviço, no trabalho, que esse compartilhamento, que essas trocas que eu tenho para oferecer também, né, às vezes as casas espíritas mais organizadas conseguem eh apoiar as com o seu compartilhamento de experiências. E aí basta eu dizer que eu
ento, que essas trocas que eu tenho para oferecer também, né, às vezes as casas espíritas mais organizadas conseguem eh apoiar as com o seu compartilhamento de experiências. E aí basta eu dizer que eu que a gente tem que ir e não ir. Ou às vezes eu já entendi, eu digo que tem que ir, mas eu não acredito, eu não sinto. Então é assim, ah, pessoal, a gente tem que ir porque tem que ir lá trocar e e vai ser só esse domingo, dia inteiro, mas se quiser sair mais cedo também não tem problema, né? E não quer dizer que a gente vai ser inflexível, mas a nossa postura, ela vai trazer essa confiança ou não, esse objetivo ou não. Eu tô trazendo algumas reflexões. Ahi, desculpa, tem uma mãozinha, Geraldo, não vi. Perdão. O Geraldo, né, tá com a mãozinha. É. Oi, Carol. eh essa essa questão aí na no compartilhamento do objetivo, né, na na própria inspiração de confiança na evangelização, ela é muito importante eh sempre nós estarmos realmente trazendo isso, porque normalmente a gente é uma equipe que não é uma equipe e eh embora os centros pequenos não sejam tão grandes as equipes, mas é uma equipe, né, com um determinado número de companheiros que somos. E se a gente realmente não sempre não tá lembrando qual é o nosso objetivo, às vezes nós criamos dificuldades entre nós mesmos, né? Eh, a proposta é uma e a gente às vezes quer apresentar uma que é do jeito que a gente tá pensando e tal. Então, se a gente realmente não tiver de vez em quando revendo qual é a proposta da ação evangelizadora, qual é a proposta que nós temos para aquela comunidade que nós estamos trabalhando, que nós discutimos na última vez, que a gente pensou a ação evangelizadora, se a gente realmente não tiver essa preocupação, às vezes isso é o motivo até da gente ter algumas dificuldades dentro do da da equipe, né? Perfeito, Geraldo. Isso, que isso que o Geraldo trouxe, eh, às vezes, pessoal, a gente resolve um conflito porque os conflitos eles não são tão negativos como a gente gosta de pensar. Depende como nós trabalhamos com eles, né? Mas
sso que o Geraldo trouxe, eh, às vezes, pessoal, a gente resolve um conflito porque os conflitos eles não são tão negativos como a gente gosta de pensar. Depende como nós trabalhamos com eles, né? Mas às vezes a gente resolve um conflito só de perguntar, mas qual é o objetivo dessa atividade? Porque às vezes a gente tá se debatendo no como se a gente não sabe nem o porquê. Aí quando a gente para e pensa, não, o nosso objetivo é esse, então combina isso, não precisa nem responder às vezes os questionamentos. Então a gente ter o objetivo é um desafio bem importante em todas as nossas ações. Se a gente se reúne para falar mal de alguém, a gente tem um objetivo comum. Então, quando nós analisamos os nossos contextos de influência, analisar os por se nós temos reuniões longas, qual é o objetivo dessa reunião? Qual é o objetivo dessa atividade, dessa tarefa, dessa ação? Como que a gente pode atendê-lo sem nos desatender, ou melhor, atendendo também as especificidades da equipe e do grupo. Então, já passei do horário, né, Maicon? Vou vou voltar aqui para te analisar, fazer uma lupa na nossa competência, né? Obrigado, Carol. Aproveitar para cumprimentar o nosso amigo Geraldinho, um abraço, meu amigo, e a todos que estão conosco aí, especialmente os que conectaram enquanto nós já estávamos com a oficina em andamento. A Carol já tocou nesse ponto, fez até um destaque, mas a gente acredita que nunca é demais fazer destaques nessa primeira sentença. A liderança é uma é a competência. Liderança é competência. Carol também falou, liderança não é o cargo que nós ocupamos e liderança não é uma condição inata ou nata que nós nascemos com o que apareceu do nada, o que seria muito estranho, porque tudo isso contraria princípios fundamentais da doutrina que nós abraçamos, da lei de progresso, da reencarnação, enfim, da lei de trabalho. Então, a liderança ela é competência. Muito bem. Se por um lado eu entendo ou acredito que liderança é uma condição nata, um perfil que a pessoa tem, sabe-se lá
eencarnação, enfim, da lei de trabalho. Então, a liderança ela é competência. Muito bem. Se por um lado eu entendo ou acredito que liderança é uma condição nata, um perfil que a pessoa tem, sabe-se lá como e que isso não muda, eu tenho uma atitude. No entanto, se eu compreendo liderança como uma competência e competência, algo que pode ser desenvolvido, a minha perspectiva muda. De um lado, eu tenho certas posturas, do outro, eu mudo as minhas posturas. E que posturas são essas que eu mudo no momento em que eu compreendo liderança como uma competência que pode ser desenvolvida pensando na prática do nosso trabalho, no dia a dia, da evangelização, da comunicação social espírita e de todas as tarefas que nós realizamos. O que muda na nossa prática do cotidiano do trabalho quando nós passamos a compreender liderança como uma competência? Acho que a Vânia tá com a mão, mãozinha erguida. Pode falar, amigo. Vânia nos escuta. Teu microfone não tá. Eu acho que é agora que eu consegui abrir, eu acho que fundamental é você entender o que é competência, porque competência, no meu ver, é a competência, é o que você é capaz de fazer. Por exemplo, o médico, ele ele faz o quê durante o aprendizado dele? Ele desenvolve habilidades para ele ser competente na profissão de médico, né? Então, eh, qual essa essa competência? Eu acho que a competência é a capacidade que eu tenho de liderar, mas quais eh habilidades que eu tenho que desenvolver para chegar nessa competência? Eu tomei em dúvida aí. Muito bom, muito bom. Tu trouxeste, nós já vamos abordar, mas a questão que tu trazes, ela é fundamental, ela é importante, mas ela já dá um passo além. tu já estás muito bem conectada com a nossa abordagem. A nossa pergunta, nosso questionamento, ele está um passo atrás ainda. A partir do momento que eu compreendo liderança como uma competência que pode ser desenvolvida, que eu posso aprender a liderar, que eu posso desenvolver essa habilidade, como a Vân está falando, eu vou conduzir a tarefa de uma forma
endo liderança como uma competência que pode ser desenvolvida, que eu posso aprender a liderar, que eu posso desenvolver essa habilidade, como a Vân está falando, eu vou conduzir a tarefa de uma forma diferente do que eu estaria fazendo se eu compreendesse liderança como uma coisa inata ou como um perfil pronto. Vou trazer um exemplo para ver como isso muda a nossa perspectiva. Quando nós compreendemos liderança como uma coisa pronta e acabada, nós nos furtamos das oportunidades de aprendizado que poderiam desenvolver em nós novas competências, novas habilidades, novos conhecimentos, porque eu acho que eu já sei. E o grande desafio daquele que acha que já sabe é que ele para no tempo. Como o Geraldo falou, eu esqueço dos documentos norteadores. Eu não vou buscar as referências porque já faz em 30 anos que eu faço desse jeito. Não preciso de ninguém me dizendo o que eu tenho que fazer. Isso é um problema de alguém que compreende liderança como uma característica imutável. Eu já tenho, então eu preciso mais me preocupar com isso. Um outro problema dessa perspectiva é que eu também paraliso diante das dificuldades com medo de errar, porque se eu errar, e aí como é que fica? Se eu era a referência daquele grupo, se eu era a liderança daquela equipe e eu erro, que mensagem eu estou passando? Isso também se prende à visão de alguma coisa pronta e acabada. que está sendo provada, testada. Liderança não é isso. Essa perspectiva de entender liderança como algo em desenvolvimento, como o ser humano é, muda tudo, muda muito. Vocês conseguem vislumbrar mais alguma situação assim prática do dia a dia que essa visão de liderança, de competência a ser desenvolvida pode mudar a forma como nós trabalhamos? Michael, eh, tem uma tem uma que é, por exemplo, a dificuldade muitas vezes de nós conseguirmos novos novas lideranças, né? Porque quando a gente não faz isso, né? Eh, a gente acha que as pessoas nascem, então vai chegar alguém que nasceu e que vai se apresentar como líder. Então, a gente não se preocupa
as lideranças, né? Porque quando a gente não faz isso, né? Eh, a gente acha que as pessoas nascem, então vai chegar alguém que nasceu e que vai se apresentar como líder. Então, a gente não se preocupa nem em preparar as novas lideranças, né? Eu acho que esse é também um uma coisa, uma consequência dessa visão aí. Perfeito, meu amigo. Exatamente isso. Isso nos impede de formar novas lideranças. Muito bem, Tamires. Eu vejo também que quando a gente percebe que não faz nada sozinho, a gente vai percebendo a necessidade de formar essas lideranças sempre e eternamente, porque eu não consigo plantar minha comida sozinha, eu não consigo costurar minha roupa sozinha, eu não consigo escrever livros e publicá-los sozinha. a gente vai depender desse esquema de sociedade que funcione bem. E se o tempo todo eu tô criticando o que o que o outro está fazendo que não funciona bem, do mesmo jeito vai ter gente do outro lado criticando o que eu tô fazendo que não tá funcionando bem também. Então, a gente pensar em como olhar pro que já está funcionando bem, fazer funcionar cada vez melhor, porque esse eu vejo como um dos estímulos de entusiasmar as pessoas que estão trabalhando com você. E se a gente precisa do resultado e precisa que funcione o sistema, podemos dizer assim, né, o a nossa sociedade, quando você já coloca o problema como primeiro lugar, esse sistema começa a se fragilizar, não vai ter o resultado que você precisa, as pessoas não estarão entusiasmadas e você mesmo não vai ter aquele resultado que você quer e precisa, seja de qualquer coisa, né, na evangelização, na alimentação, na sociedade, no transporte. Quando a gente se estressa com trânsito e tudo mais, não vai ter o resultado do mesmo jeito, né? Perfeito. É verê que a gente não faz nada sozinho. Eu vejo como esse detalhe. Obrigado, Tamir, trouxeste um outro elemento fundamental. Então, de um lado, nós temos o espírito de aprendiz, a importância de nos colocarmos numa condição humilde de quem está aprendendo com a tarefa. Do outro lado, nós temos
um outro elemento fundamental. Então, de um lado, nós temos o espírito de aprendiz, a importância de nos colocarmos numa condição humilde de quem está aprendendo com a tarefa. Do outro lado, nós temos uma perspectiva de formar novas lideranças, como o Geraldo trouxe, e tu nos traz um outro ponto, que é a formação de equipes. Se eu não não sou insubstituível e aquilo que eu faço pode ser ensinado, pode ser pode ser aprendido por outras pessoas. Então isso é fundamental. A gente trouxe aqui vários elementos muito importantes. Vamos adiante, Carol, por favor, para o nosso conceito de competência, porque a competência, surgiu aqui a dúvida trazida também no chat, tava acompanhando aqui. Afinal, o que é essa competência? A competência, ela pode ter várias definições. Quando nós estamos falando de um cargo público, por exemplo, a pessoa que é competente para uma determinada decisão, quem tem competência sobre uma determinada área. Eh, mas nós estamos falando de competência nessa perspectiva aqui, como um tripé. Competência ela não é só habilidade. Competência ela não é só conhecimento e também não é só atitude. São as três coisas. Eu preciso dessas três coisas ocorrendo simultaneamente para que naquela intersecção entre esses conjuntos aqui a competência se estabeleça. Vejamos como isso é é interessante. O exemplo que nós estamos utilizando aqui na na nossa oficina, os os grupos que passaram anteriormente ficaram chocados com o exemplo. Assim, eu quero ver como é que vai ser a reação de vocês. Imagine que nós tivéssemos que fazer um procedimento cirúrgico. Procuramos um especialista e ele nos diz assim: "Olha, o teu problema exige uma intervenção, vai ter que fazer uma cirurgia". Eu já li tudo sobre o teu problema, li todos os livros, já até assisti uns tutoriais no YouTube. Imagine o médico assistindo tutorial no YouTube. Então, amanhã a gente vai fazer a cirurgia. Tu topa? Alguém toparia? Ele conhece tudo, ele já leu tudo sobre o problema que ele precisa resolver. nós não vamos topar porque nós vamos
orial no YouTube. Então, amanhã a gente vai fazer a cirurgia. Tu topa? Alguém toparia? Ele conhece tudo, ele já leu tudo sobre o problema que ele precisa resolver. nós não vamos topar porque nós vamos precisar também da habilidade, que é esse conhecimento vertido na prática. Então, e essas duas coisas elas precisam estar conjugadas. Vamos ver alguns exemplos assim de conhecimentos que nós precisamos que se tornem habilidades no nosso trabalho. Que conhecimentos nós precisamos para evangelizar ou para trabalhar na área de de comunicação social e espírita? Que que vocês acham? Assim numa palavrinha, quem quiser compartilhar no chat ali, fica à vontade. Será que tem que ter conhecimento da doutrina espírita? Que que vocês acham? Sim", respondeu a Valéria aqui no chat. Essencial, não é? Conhecimento doutrinário. Isso a gente nem discute. Parece óbvio, mas como óbvio não existe, é sempre muito bom. Bem, bom nós lembrarmos, sim, conhecimento doutrinário é fundamental, mas também é importante conhecer a instituição onde nós trabalhamos. Também é importante conhecer as ferramentas de trabalho que nós utilizamos na nossa tarefa para não correr o risco, inclusive, de nós trazermos práticas estranhas aos princípios da doutrina espírita, porque algumas coisas do mundo funcionam muito bem dentro da casa espírita, na sua gestão, no trabalho que nós realizamos nas redes sociais. São tecnologias que nós estamos incorporando no nosso trabalho, mas elas precisam estar conectadas com esses princípios doutrinários. Do contrário, nós corremos o risco de fazer qualquer coisa, menos espiritismo. Os nossos métodos de trabalho precisam ser atualizados, enfim. Então, conhecimento ele não se restringe só ao conhecimento da doutrina, ele vai além. Mas conhecimento é alguma coisa que nós vamos buscar. Nós vamos nos instruir no treinamento, na leitura. Nós vamos atrás dessas informações que nos faltam e vamos aprendendo, recolhendo conhecimentos. A Ana Cláudia tá com a mãozinha levantada, quer falar,
ós vamos nos instruir no treinamento, na leitura. Nós vamos atrás dessas informações que nos faltam e vamos aprendendo, recolhendo conhecimentos. A Ana Cláudia tá com a mãozinha levantada, quer falar, amigo? Teu microfone só. É, é, não é, eh, eu acho que tem até a ver com que você deu continuidade, né? Mas assim, algo que eu gostaria de eh trocar com vocês, né, que eu acho importantíssimo na na liderança, tanto na nos grupos de trabalho, né, dos evangelizadores, você é um um líder, quanto também nas turmas até de crianças e crianças pequenas. É importante. Eh, e eu tenho feito isso com os com os meus alunos, né? A gente não tem uma equipe grande, só eu e minha amiga e e as crianças. E eu tenho usado muito o planejamento com eles, envolver as crianças. Então, veja se as crianças ao serem envolvidas no planejamento, né, do que vamos estudar, eu até usei aquele o livro da FEB, né, que é o último aí que vem com aqueles temazinhos. Eu tirei sherots, dei para todos eles, né? Eu trabalhei assim que eh eh na correria, foi como eu dei conta e falei para eles irem ticando assim, ó, desses assuntos aqui, vocês vão vendo que que vocês gostam mais e vão marcando. E fiz uma tabulação ali com eles ali todos envolvidos e a gente foi isso antes da pandemia. Então, eh, eu demorei muito para conseguir voltar trabalhar aí online, né? e fiz um semear e trouxe isso de volta, planejamento para animá-los, né? E e vejo que isso me traz também o ânimo, né? Porque eu tô ali trocando com eles e a gente planejou uma festa para retornar. Então, eu tô sempre usando eh a participação das crianças no no que a gente vai trabalhar, né? Na que na que a gente vai escolher. Isso é muito importante. Então imagina com os companheiros de equipe, né, mesmo que a gente seja líder. Isso é muito importante, essa troca, ouvir. Obrigada. Tá perfeito. Que tu nos trazes, inclusive, eh, está muito em consonância com o protagonismo infantil e juvenil. E um grandes desafios que nós temos se tratando de protagonismo da infância e
Obrigada. Tá perfeito. Que tu nos trazes, inclusive, eh, está muito em consonância com o protagonismo infantil e juvenil. E um grandes desafios que nós temos se tratando de protagonismo da infância e da juventude é essa visão de liderança como competência que pode ser desenvolvida, que enquanto eu eu não compreendo dessa forma, eu fico esperando o trabalhador que aparece pronto e o jovem muitas vezes nos parece que tá muito longe pela sua imaturidade, pela sua falta de vivência e a gente não abre espaço, não oportuniza. E aí que ele não vai desenvolver nunca essa habilidade, porque o conhecimento nós aprendemos realmente com os livros, com a leitura, com as trocas, com os estudos, mas a habilidade depende de oportunidade. Aí nós lembramos aquela fórmula mágica da que eu aprendi com os com os companheiros da infância e juventude. Trabalho no bem igual a oportunidade mais orientação. Eu preciso orientar, eu preciso mostrar o caminho, mostrar como se faz, fazendo inclusive junto com, que é a ideia do protagonismo, mas eu preciso também oportunizar, dar espaço, porque senão esse conhecimento ele fica só no campo do conhecimento e jamais se torna habilidade. Então tem que ter espaço para treinar e tornar esse conhecimento uma habilidade. Mas essencialmente liderança não é só conhecimento, não é só habilidade, também não é só atitude. Ela é as três coisas, essa competência de liderar. Mas essencialmente, se nós tivéssemos que destacar um desses três pontos, nós diríamos que liderança é essencialmente a atitude de querer liderar, de querer fazer, porque eu posso ter todo o conhecimento do mundo, ter desenvolvido todas as habilidades necessárias para conduzir bem o meu trabalho. Mas se eu não quero fazer, não tem jeito. A liderança, ela não se prende a cargos, não se prende a posições, se prende à aquilo que nós somos. Por isso, a atitude do querer fazer é aquilo que eu sou. Liderar é aquilo que eu sou. É a forma como eu faço, a forma, os métodos, as ferramentas, elas são
posições, se prende à aquilo que nós somos. Por isso, a atitude do querer fazer é aquilo que eu sou. Liderar é aquilo que eu sou. É a forma como eu faço, a forma, os métodos, as ferramentas, elas são circunstanciais, mas a minha atitude ela permanece, que independente das circunstâncias, eu vou me adaptando a elas. Se eu liderava antes da pandemia, continuei liderando depois. Porque isso é uma questão atitudinal, eu não tô preso a método, não tô preso a a ficar dentro do centro espírita para fazer o trabalho. Se eu não não consigo fazer isso naquele momento, eu busco outros meios. Eu vou buscar novos conhecimentos, novas habilidades e renovar minha atitude. Então, competência, meus amigos, é necessariamente essas três coisas ao mesmo tempo. Mas a competência de liderar, ela é um conjunto de competências, não é uma coisa só, não é, Carol? A competência de liderar, ela envolve várias competências. liderança, a gente pode ver assim, um guarda-chuva, competência, guarda-chuva, que embaixo dela a gente tem várias outras, sem as quais a liderança não vai acontecer. Por exemplo, a importância de saber dar um feedback, a importância de ter transparência, de saber administrar bem o tempo. Sabem aquelas reuniões intermináveis? A Carol falava: "Ah, mas por que que essa reunião é tão demorada? Eu preciso compartilhar o objetivo?" Sim, importantíssimo. Mas em alguns momentos a nossa reunião é demorada por uma razão muito simples. Nós não temos uma pauta estruturada, não controlamos o tempo, não pedimos a palavra quando o companheiro se estende demais de forma eh sem objetividade. Então tudo isso, meus amigos, gerenciar o tempo, promover a unificação, a assertividade, a visão estratégica do planejar, de organizar, a criatividade. Criatividade não é uma coisa que a gente nasce com. Claro que algumas pessoas já desenvolveram essa competência em outras existências e agora trazem isso mais aflorado. Mas e quem não tem? Como é que vai desenvolver se não começar? Então nós vamos buscar o conhecimento, o
ssoas já desenvolveram essa competência em outras existências e agora trazem isso mais aflorado. Mas e quem não tem? Como é que vai desenvolver se não começar? Então nós vamos buscar o conhecimento, o treino da habilidade e na oportunidade que for apresentada a atitude sermos criativos, de procurarmos soluções, coisas novas e diferentes pros problemas antigos que nós temos. Aqui é apenas um r, um conjunto exemplificativo. Vocês vão receber esse material depois no e-mail que vocês utilizaram na inscrição. Mas para ajudar a responder quais ou como desenvolver essas essas competências, nós destacamos aqui algumas obras que vão nos ajudar a olhar para aquelas competências e identificar o seguinte. Bom, será que nestas competências aqui eu não tenho uma ou outra que eu preciso dar uma atenção especial? Será que a minha assertividade ela está sendo do sim? Sim, não, não? Será que a minha organização e planejamento tem sido da noite pro dia ou eu tenho feito as coisas com calma, com organização? Então eu vou começar a olhar para aquelas competências e identificar na literatura que nós temos à disposição, mecanismos, meios de aperfeiçoar essas competências. Mas a primeira que nós citamos aqui é O Líder Espírita, a obra que a Carol já referenciou no início da nossa oficina, porque lá está toda essa abordagem que nós estamos fazendo do conceito, do chá, da competência, da jornada da transformação, da gestão de conflitos, da liderança situacional, porque a liderança, o conhecimento de liderança, ele também não está restrito apenas ao conhecimento espírito. Ele é essencialmente um líder espírita, precisa essencialmente ser espírito, precisa estar conectado com os princípios fundamentais da nossa doutrina. Nós já entendemos isso muito bem, mas existem ferramentas, métodos de trabalho que funcionam bem em outros organismos que nós podemos muito bem aproveitar dentro da nossa instituição, tomando os devidos cuidados para não trazer o modismo, de não trazer alguma coisa que vulnere esses princípios
em em outros organismos que nós podemos muito bem aproveitar dentro da nossa instituição, tomando os devidos cuidados para não trazer o modismo, de não trazer alguma coisa que vulnere esses princípios fundamentais. Mas vejamos aqui o Zoom. Se nós estivéssemos presos a uma ideia de que para trabalho eh de encontro estadual, de encontro de trabalhadores espíritas, nós precisássemos estar presencialmente, não teria esse momento, porque o Zoom não era da nossa habitualidade. Mas usar o Zoom, o Meet não era nenhum princípio da nossa doutrina. nós vamos utilizá-lo usar o chá, a as ferramentas da liderança situacional dentro da casa do movimento espírita não é um problema, porque isso não vai vulnerar a os nossos princípios fundamentais. Então essa obra ela enfecha uma série de ensinamentos que vão nos ajudar a desenvolver competências de liderança, assim como a obra Voltei, em que nós vamos ter os relatos do irmão Jacó, que dão muito bem essa perspectiva de que liderança não é cargo, de que nós não podemos esperar benefícios em função dos cargos ou da dos postos de trabalho que nós ocupamos. Pelo contrário, por isso a perspectiva da liderança que serve, liderança servidora, CPÉ, o guerreiro da paz, com lições belíssimas do cotidiano, das coisas comuns da vida, dos momentos graves pelos quais passamos e que podemos exercer liderança. Paulo e Estevão, nas lições de Paulo, de Estevão, de Pedro, de Abigaí, de tantos outros que aparecem na obra trazendo lições importantíssimas para o nosso trabalho junto às nossas searas, junto aos nossos centros e ao movimento espírita. O Júlio pergunta aqui, uma pessoa tímida pode se tornar um líder? Todos somos líderes porque todos influenciamos mesmo naquela timidez que muitas vezes nos desafia. Vocês nos vêm falando aqui, Carolina e eu, e penso assim, eles não são tímidos. Nós somos tímidos também. A questão da timidez, ela não pode se prender à nossa vaidade, ao nosso orgulho de ter medo de expor ou de expor a própria imagem e que isso se torne de alguma forma pedra de
Nós somos tímidos também. A questão da timidez, ela não pode se prender à nossa vaidade, ao nosso orgulho de ter medo de expor ou de expor a própria imagem e que isso se torne de alguma forma pedra de tropeço. Não, nós precisamos vencer isso como todas as dificuldades que nós temos como espíritos imperfeitos. Então, a timidez ela só é mais uma. E por que que o mau graceja no mundo? Porque os bons são tímidos. A gente recolhe isso lá no livro dos espíritos. Então, sim, meus amigos, temos muitos obstáculos, mas temos aqui ferramentas. O que nós gostaríamos de trazer nesse momento são ferramentas de trabalho que possamos aplicá-las no nosso centro, no movimento espírita, na evangelização, na área de comunicação social espírita, para desenvolver essa competência de liderar com mais força, com com entusiasmo, compartilhando objetivo comum. É o convite que nós gostaríamos de fazer e claro, não acabou a oficina ainda, né? Mas essa mudança de perspectiva já é uma mudança muito grande e fundamental para tudo quanto nós desejamos fazer no nosso trabalho, não é, Carol? Exato. Até ia comentar sobre a pergunta, sobre o comentário do Júlio, né? Quando nós pensamos que a liderança ela exerce uma influência para o objetivo comum, não paraas suas vontades, a gente se desapega um pouquinho quando o Maon disse a gente não, não tem que ser perfeito? a gente não tem que tá pronto, né? São competências que a gente desenvolve e adquire. A gente vai aliviando a nossa a nossa rigidez de sermos perfeitos e aí vai ficando mais à vontade, né? Temos um trabalho muito legal sobre liderança e vulnerabilidade da Bret Brown, né? é com fora do espiritismo, mas como a gente disse, a gente quis colocar referências espíritas, porque existem muitas pesquisas sobre liderança. A gente tá aprendendo e muito bem a a colocar os nossos valores da melhor forma possível nas equipes de trabalho. E quando a gente olha as nossas obras do movimento espírita, elas estão recheadas desses exemplos. A gente aprimora o olhar e vai
ar os nossos valores da melhor forma possível nas equipes de trabalho. E quando a gente olha as nossas obras do movimento espírita, elas estão recheadas desses exemplos. A gente aprimora o olhar e vai achar mais e mais referências pros nossos problemas. sempre tem um problema nosso que que talvez seja parecido com o de Paulo, com o de Pedro, né? Sal eh, retirando, né, o as especificidades do contexto, porque não tinha Zoom lá naquele tempo, mas também tinha tinham vários desafios que a gente pode identificar. Então, pessoal, eh, a gente já tá se encaminhando paraa nossa finalização, mas a gente gostaria então de convidá-los para finalizarmos assim de uma forma bem bem especial. Nesse momento nós vamos nos colocar então lá naquela praia. Quando a gente fala em praia, em tempos de de isolamento social, essa praia aqui a gente pode aglomerar, ó, pessoal, acho que todos estão visualizando. Então, vamos nos deixar assim leves para para ouvirmos o nosso ainda nessa praia, na presença do mestre Jesus, para que possamos nesse momento ouvir na acústica do nosso coração o nosso nome. Mestre Jesus está nos chamando para compor com ele essa equipe de tarefeiros. Nós vamos sentir a felicidade daqueles que estão ao nosso redor, a alegria da nossa família, as mãos nossos ombros, contentes por esse convite. Vamos caminhar na direção do nosso mestre Jesus, honrados pela possibilidade de servir junto às equipes de trabalho, de lançar as redes, de cuidar de tantos corações. Vamos pescar os homens que o mestre nos confiou, as crianças, os jovens. Vamos sentir a felicidade nesse momento de conhecermos essa mensagem iluminada e de nos colocarmos a serviço do mestre, cuidando do seu rebanho. Então vamos retomando lentamente. Com esse sentimento, nós gostaríamos de agradecer os amigos, agradecermos as trocas que nós realizamos. Nós estamos com a limitação do tempo, mas com a felicidade de de falarmos desses assuntos que são importantes, né, Michael, e que nos mobilizam. Então, em todas as tarefas que temos assumido.
lizamos. Nós estamos com a limitação do tempo, mas com a felicidade de de falarmos desses assuntos que são importantes, né, Michael, e que nos mobilizam. Então, em todas as tarefas que temos assumido. Obrigada, amigos. Mael vai se despedir, depois a gente vai fazer a foto, não vamos esquecer. Gratidão, meus amigos e amigas. É, é sempre muito bom esses momentos de troca, apesar da distância, a gente tem aprendido que a conexão mais importante, se é que já não sabíamos disso antes, é a conexão dos pensamentos, dos sentimentos e essa não respeita distâncias. Então, apesar da distância, nos sentimos muito próximos de cada um, sentimos esse calor amigo e gostaríamos de agradecer pela paciência, pelo carinho, pelas contribuições, porque oficina esse ser vivo que cada um traz as suas perspectivas, as suas contribuições. Estamos muito felizes e gratos por estar com vocês. também dizer para vocês que aqui no chat nós temos o Jcelino colocou os links para a continuidade das oficinas para quem vai paraa outra oficina, pra última oficina do dia, já possa olhar o seu link ali, depois se encaminhar depois da nossa foto, tá bem? Eu diz, não clique agora. Vamos fazer a foto, depois a gente clica. Pode ser isso. Vamos abrir as câmeras, aqueles que puderem. São duas telas, então a gente vai ter que sustentar o sorriso um pouquinho mais. Ainda bem que a gente é muito entusiasmado, né? Então ainda faltam alguns amigos, né? Aqueles que puderem. Então vamos lá. Calma. Foi um print. Agora a nossa paciência extra. Só um minutinho. Pelo menos aqui eu a gente faz o que pode, ó. Vamos lá de novo. Pronto, agora sim. Obrigada, amigos. Obrigada. Obrigada, quer
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