O SENTIDO ESPIRITUAL DA LONGEVIDADE - Amanda Caldas [2º SEMINÁRIO SOBRE ENVELHECIMENTO]
👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. foi nessa >> boa noite amigos que a doce paz de Jesus esteja com todos vocês, com todos nós aqui do salão e aqueles que estão nos assistindo pelos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. E sejam todos bem-vindos ao segundo seminário sobre envelhecimento. Então, para começar esse nosso momento, a gente faz uma prece, faz uma prece, é uma prece de agradecimento. agradecer a Deus, esse pai de misericórdia, agradecer a Jesus por ter nos inspirado a trazer um tema tão relevante, porque todos nós vamos envelhecer, estamos envelhecendo, né? E as muitas vezes nós não aceitamos muito esse essa esse correr da vida, mas então ele nos instruiu e insistiu e nos fez que a gente pensasse. Nossa casa é uma casa de muitos idosos, muitas pessoas já mais velhas e porque nunca trouxemos alguma coisa falar desse desse idos ativo, né, que sou eu, não sei se é vocês, né, mas sou eu, entendeu? Então, falo por mim. Então, eu agradeço todos os dias. Eu acredito que vocês também agradece a esse pai amoroso que nos ajuda a vencer cada ano que a gente passa. Nós não ficamos mais velho a cada ano, nós ficamos mais sábios, né? Aprendemos mais. Então tudo isso a gente agradece. Agradece todo o apoio da espiritualidade. Agradecemos as pessoas que vêm aqui falar sobre o assunto, como a nossa amiga, né? Não pode falar. É a doutora Amanda, tem que falar Amanda que já é amiga, né? Já é trabalhadora da comunhão. Mas, aliás, André Luiz, o centro André Luiz emprestou ela para nós. Todo ano empresta. Então, a gente agradece muito a essa espiritualidade e começamos esse nosso momento acreditando que tudo que aqui for dito, com certeza vai encontrar arrego, vai encontrar espaço nos nossos corações para que nós possamos de agora paraa frente ver essa idade que a gente vai tendo cada vez mais e com muito carinho e com muito agradecimento, porque é mais um dia, é mais um ano, é
nos nossos corações para que nós possamos de agora paraa frente ver essa idade que a gente vai tendo cada vez mais e com muito carinho e com muito agradecimento, porque é mais um dia, é mais um ano, é mais do anos e assim nós vamos andando a cada momento, segurando na mão dessa espiritualidade amiga. Então, começamos com essa doce paz. Bom, hoje nós temos a Amanda, né, Amanda Caldas, é uma trabalhadora do centro lá do Guará, né, do André Luiz. Ela faz parte da AM Planalto. Nós estamos tendo uma boa parceria com a AM, né, que são amigas mesmo, amigos, né? E a gente traz a AM do Rio Grande do Sul, a AM de vários lugares. Mas 2016, 2026, nós temos várias pessoas de outros lugares que vai falar para nós, falar da dependência química, falar da ansiedade, da depressão e e falar também da do envelhecimento no final do ano que vem. Então hoje nós estamos com ela aqui, que é um prazer muito grande, não é? e que vai falar para nós o sentido espiritual da longevidade. Então vamos ver o que que ela trouxe para nós, qual é a surpresa. Então a fala tá com ela. Quer levar água? >> Boa noite, meus amigos. É uma honra estar no segundo seminário sobre o envelhecimento. Eu estive aqui o ano passado a convite também da Rut e eu também agradeço Rute por esse novo convite aqui como representante da Associação Médico Espírita Planalto. E no momento em que eu recebi essa esse tema, fiquei tão feliz com o tema, um tema tão poético, né? o sentido espiritual da longevidade. E a partir desse momento eu tentei entrar em conexão, conexão com o tema, com a minha própria história, com a espiritualidade amiga, para que a gente pudesse nessa noite trazer realmente o sentido espiritual da longevidade. Então eu remorei, imaginando que nessa noite ia encontrar uma sala repleta de amigos, que gostaria também de rememorar algumas lembranças. Eu me eu remorei uma cena peculiar. Quando eu tinha 8, 9 anos de idade, morava lá em Maceió, eu sou nordestina, e eu atravessava a rua para casa da minha avó. E era muito
rememorar algumas lembranças. Eu me eu remorei uma cena peculiar. Quando eu tinha 8, 9 anos de idade, morava lá em Maceió, eu sou nordestina, e eu atravessava a rua para casa da minha avó. E era muito interessante porque eu fazia isso todos os fins de semana. Meus pais dormiam até mais tarde e eu gostava de acordar cedo e eu atravessava com um ovo na mão, porque a época não era tão de vacas gordas. E minha avó dizia: "Se vem tomar café aqui, traz o ovo para poder eu fritar". E eu atravessava a rua com o ovo na mão, hábito que eu mantenho até hoje de tomar café da manhã com ovo. E ia pra casa da minha avó materna. Eu tive a sorte de conviver durante a minha infância com minha avó, que nasceu em 1916, em duas tias avós, uma de 1912 e outra de 1918. e foi lá comendo café com torrada e pão e ovo, que eu aprendi muitas coisas, inclusive sobre o envelhecer. Eu olhava para elas e ficava escutando aquelas histórias sobre a família, atualizando as fofocas. E eu pensava, se eu pudesse pular a infância para essa fase de senilidade que elas estão, eu faria facilmente. Eu achava a vida da minha mãe uma chatice, aquela vida de adulto corrida, ansiosa, de um lado pro outro, não sei quantos empregos. E os adultos que viviam ao meu redor também eram assim, bem agitados e de um lado para o outro, como é a vida de quase todos nós, né? E com elas eu aprendi o valor de sentar à mesa, contar histórias, tomar uma boa xícara de café, coisa que eu faço até hoje. E num desses dias em que eu estava lá na casa delas, eu escutei uma história que me chamou a atenção. Elas estavam falando de uma tia Enid, é cara da cada nome esquisito que tinha naquela época, né? E essa minha tia mais distante, ela tava com alguma doença. Era uma doença que não se podia falar o nome. E eu que era esperta, frequentadora daquelas conversas, ficava só escutando o que que elas diziam. Eu achei, ah, essa história eu já conheço. Deve ser aquele tal de câncer que não se fala o nome por aqui, mas dessa vez eu errei. Na realidade, minha avó tava
icava só escutando o que que elas diziam. Eu achei, ah, essa história eu já conheço. Deve ser aquele tal de câncer que não se fala o nome por aqui, mas dessa vez eu errei. Na realidade, minha avó tava falando de diabetes. Ela não quis falar do nome, mas dizia assim: "Eu já tô imaginando. A tal tia iria penar, ficaria magra, urinando muito, com muita sede e a urina cheia de formiga de tanto açúcar. Aquela história de ter tanto açúcar me chamou tanta atenção e eu não consegui descobrir o que que era aquilo naquela época. Eu não sei se vocês sabem, mas eu sou médica. E de alguma forma aquela história me acompanhou durante muitos anos. E lá pro quarto ano de medicina, quando eu paguei a disciplina de endocrinologia, eu descobri de fato o que é que a doença significava. Inclusive eu sou endocrinologista. Talvez tenha começado aí a minha vocação. E além de cuidar de diabéticos, hoje eu cuido de muitas doenças crônicas e o meu público é um público cada vez mais longevo. A gente trabalha para isso, pra longevidade, pra qualidade de vida. E essa semana, porque quando eu vou montar uma palestra, eu fico atenta aos sinais da vida, até para que possa me ajudar nos conteúdos das histórias. Eu atendi uma paciente que eu gosto muito, que já está na casa dos 60, que é diabética de longos anos e ela se queixou comigo da quantidade de comprimidos que ela ia ter que tomar. Mas ela começou logo assim: "Doutora, são muitas vitaminas, tanto remédio e com um semblante de tristeza e de muita frustração." Ela dizia: "Isso não é vida". Nessa hora eu me lembrei dessa história da minha avó, da história do diabetes e contei para ela. E em seguida eu contei para ela que a insulina, um dos hormônios que a gente trata o diabetes, só foi descoberta em 1922, depois que os minhas avós já tinham nascido por alguns pesquisadores canadentes. disse para ela também que até 1990 a insulina não existia aqui no Brasil. Ela foi, ela existia importada, mas ela começou a ser produzida nesse ano e que até esse ano de 1990 esse hormônio
canadentes. disse para ela também que até 1990 a insulina não existia aqui no Brasil. Ela foi, ela existia importada, mas ela começou a ser produzida nesse ano e que até esse ano de 1990 esse hormônio insulina ele era extraído de de pâncreas dos animais, porco, boi, por isso causava muitas reações alérgicas. Os hipoglicemiantes orais, que são aqueles comprimidinhos que a gente, muitas pessoas tomam para diabetes, eles só passaram a ser produzidos em 1950. Veja como é novo o avanço. Então eu comecei a entender porque que a minha avó tinha tanto medo dessa doença. Só que eu lembrei para ela também que cada remédio que ela ingere todos os dias são pílulas de bênçãos que contribuem pra qualidade de vida e pra longevidade dela. E aí essa paciente que já é minha paciente de muitos anos, eu tenho pacientes de mais de 20 anos que estão comigo, eu vi os olhos dela se pacificarem, ela sorriu, me deu um abraço e no final disse assim: "É, doutora, você tem razão. Saiu melhor da consulta. Não é sempre que a gente consegue isso. Então, longevidade, que no dicionário quer dizer durabilidade, resistência, perenidade, sobrevivência, a expectativa de vida, que é a média que o indivíduo tem quando ele nasce, a probabilidade dele viver. >> É também conhecida como esperança de vida ao nascer. Essa expectativa de vida, ela aumenta ano após ano e isso acontece devido a vários fatores. Mudança nos hábitos de vida, queda na mortalidade infantil, melhoria na saúde pública, acesso aos serviços médicos, uma alimentação mais saudável, prática regulada e exercícios físicos, um combate ao tabagismo e ao alcoolismo, investimentos em educação e saneamento. E aqui no Brasil a expectativa de vida já em 2023, ela subiu para 76,4 anos. Nas mulheres, a expectativa de vida é de 79 anos. No homem é de 73. E essa média maior nas mulheres, ela acontece em todo o nosso mundo. Mas em 1940 a expectativa de vida era de 45 anos. Então, de 1940 a 2023, a expectativa de vida teve um aumento de 30 anos e nós estamos aqui.
ia maior nas mulheres, ela acontece em todo o nosso mundo. Mas em 1940 a expectativa de vida era de 45 anos. Então, de 1940 a 2023, a expectativa de vida teve um aumento de 30 anos e nós estamos aqui. O Brasil hoje ele é o sexto país em população idosa do mundo. Mas o que que adianta a longevidade se não compreendermos o que estamos fazendo aqui? Qual é o verdadeiro sentido? Se não vai continuar acontecendo como eu convivo nos consultórios, pessoas entrando frustradas e dizendo: "Logo agora que eu resolvi ser feliz, logo agora que eu me aposentei, logo agora que eu queria viajar pelo mundo, aparece essa doença, como se a gente tivesse que esperar um tempo para realmente entender o sentido da vida e ser feliz." E aí volta de novo a conversa das minhas avós. Então, será que o sentido é adoecermos mais, carregarmos sacolas de remédios? Será que ficar sentado no trono de um apartamento com a boca escancarada, cheia de dentes e esperando a morte chegar? Será que é isso longevidade? Com o aumento da longevidade, surgiu a possibilidade de uma vida muito mais produtiva e ativa, mas também, por outro lado, uma não aceitação das limitações do próprio corpo e das características que são naturais ao envelhecer. É sobre isso que nós vamos conversar aqui hoje. Nós vivemos em um momento histórico que é avesso a ideia de envelhecer. Temos horror de envelhecer. Então, são desde tratamentos estéticos para esconder rugas e ganhar músculos até o aumento de bens de consumo pra gente continuar nos sentindo satisfeitos. Eu não sou, não faço, eh, não sou de um discurso contra dermatologia e estética. Quem me conhece sabe bem disso. Na verdade, eu tô falando dos excessos, do onde a gente coloca os ovos da nossa galinha, dos ovos de ouro, onde estamos colocando os nossos maiores e verdadeiros valores. É sobre isso. Um dia desses eu atendi um senhor que estava mais ou menos com uns 57 anos e desesperado porque ia chegar aos 60. Estava indignado porque os exames dele não tinham nada. E ele dizia: "Você tem que me dizer que
sses eu atendi um senhor que estava mais ou menos com uns 57 anos e desesperado porque ia chegar aos 60. Estava indignado porque os exames dele não tinham nada. E ele dizia: "Você tem que me dizer que tem alguma coisa errada aí". E eu falava: "Mas não tem nem a minha texto". Eu falava: "Nem ela". E ele dizia: "E eu posso me sentir assim, como velho de 90 anos." E eu pensei, nem todos os velhos de 90 anos se sentem como ele, porque isso tem muito mais a ver com o estado de espírito, com a aonde nós colocamos os nossos valores. E ele indo embora muito indignado comigo, eu disse para ele só um pouquinho, eu não aguentei. Eu falei para ele, talvez o senhor esteja tendo uma visão muito estreita do que é a vida. Tem muito mais coisa para se ver. Porque a velice, segundo o modo de ver comum dos homens, ela é decrepitude, ruína, decadência, amargura, solidão, doença e morte. É o prelúdio, melancólico e aflitivo do último adeus. Mas há aí um grande erro. Essa é uma visão materialista. voltada apenas para o corpo e demonstra uma imaturidade psicológica na forma de encarar a vida, como se nós fôssemos apenas seres fisiológicos, biológicos. E aí essa teoria nos condena a sermos vítimas da idade. Velice é diferente de idoso. É velho quando o indivíduo se considera inútil. Então, independente da idade, em qualquer época da vida, há aqueles que são velhos, porque eles perderam a sua jovialidade. Eu digo para vocês que hoje eu me sinto muito mais jovem do que quando eu tinha 10 anos de idade. Nasci no lá espírita e dentro da doutrina, com uma mediunidade muito ostensiva, muitas reminiscências de vidas passadas. e carregava um peso de todas aquelas imagens que apareciam para mim desde a infância, com o passar do tempo, com o caminho na doutrina, com o trabalho e com o amadurecimento, eu fui me tornando bem mais leve e bem mais jovem. Provavelmente daqui alguns anos irei repetir essa frase aqui. Então, inclusive nós podemos ser infantil sendo velho no corpo. Não aprendeu a amadurecer
fui me tornando bem mais leve e bem mais jovem. Provavelmente daqui alguns anos irei repetir essa frase aqui. Então, inclusive nós podemos ser infantil sendo velho no corpo. Não aprendeu a amadurecer e mantendo aqueles anseios juvenis como se esse fosse os objetivos da vida. Aquele que não amadurece somente envelhece e desgasta-se. ENG diz que o idoso que recusa envelhecer sofre da mesma incapacidade psicológica do jovem que não quer assumir a vida adulta. Cada momento da nossa vida é um convite para uma nova percepção, para uma retomada, para desenvolvimento de valores que na fase anterior eu não pude vivenciar. Tudo tem um tempo. Não é assim que diz na Bíblia que há um tempo para tudo debaixo desse céu nascer e morrer. É sobre isso que é o envelhecer. Aqueles que se recusam a amadurecer e apenas envelhecem, aparecem como aqueles idosos fixados no passado, sem paciência, com raiva da vida, rabugento, lacivos, mesquinhos, azedos, impositivos e ingratos, achando que a vida tá devendo para ele. Só descansam, nada ensinam e recusam a aprender. Se alimentam de saudades, não ouvem música, não leem, não acham graça de nada, nem de si mesmo. Esse é o velho. Olha que eu conheço muita gente que é bem novinho, que se comporta às vezes assim. Mário Quintana, que desencarnou aos 87 anos e como o tema é bem poético, eu trouxe várias poesias, ele fala sobre a fantasia da mocidade e ele diz assim: "Da interminável despedida, ó mocidade, adeus, já vai chegar a hora. Adeus, adeus, ó essa longa despedida. E sem notar que há muito ela se foi embora, ficamos a acenar-lhe toda a vida. Então esse é o velho que se desgosta de tudo, não percebe a riqueza que pode estar naquela fase da sua vida. Não tem como negar as transformações exigidas nessa etapa da vida. É preciso se fortalecer, fortalecer a consciência para o enfrentamento dessas verdades. Viver uma nova fase é um convite a uma nova vida dentro da própria vida. Então, não existem rulturas, aquela imagem ilusória que eu tinha quando eu
a consciência para o enfrentamento dessas verdades. Viver uma nova fase é um convite a uma nova vida dentro da própria vida. Então, não existem rulturas, aquela imagem ilusória que eu tinha quando eu olhava as minhas avós dizendo: "Eu quero pular da infância para senilidade e poder tomar café demorado sem hora para sair de casa." Isso não foi possível. Mas é exato porque a vida, assim como o processo evolutivo, não dá saltos. É preciso sustentar e passar pelo processo, mas nós podemos ir amadurecendo e fase a fase conquistando os valores que aquela fase nos oferece. As etapas da vida são como o ciclo do sol. Não poderia ser diferente, porque nenhuma fase da vida é deserdada dos dons da natureza e muito menos das bênçãos de Deus. Então, como o ciclo do sol, o nascer do sol é a infância e vem a criatividade, ganha força e calor na adolescência. Na metade da vida, a luz forte do sol é o adulto com seus desafios e lutas. E por fim, os raios do sol perdendo a força, que é o processo do envelhecimento. Então, envelhecer é compado à tarde da vida, a belas tardes e seus poentes. Ou envelhecer é compado à noite da vida. E a noite é tão bonita com as suas constelações, tem vias lácteas que podemos ver, suas estradas brancas, luminosas, reflexo esplêndido de uma longa vida cheio de virtude, de bondade e de honra. O envelhecimento, ele tem um valor psicológico para o homem. É um momento que a atividade do corpo diminui para que a alma se amplie. É o momento em que um intenso trabalho interior se estabelece. Leão Denise nos diz que de todas as histórias, a mais bela é a história da sua alma. E é nessa hora que você é convidado a escutar. Em todas as outras fases, a correria é muito grande. Nós somos embuídos de papéis. pais, mães, esposos e esposas, trabalhadores da luta comum e vamos revestindo esses papéis para poder avançar na luta da vida. Nós não teríamos como ter um processo de evolução afastado do mundo material. Deus é perfeito e ele nos convida a reencarnar para aprendermos na matéria
sses papéis para poder avançar na luta da vida. Nós não teríamos como ter um processo de evolução afastado do mundo material. Deus é perfeito e ele nos convida a reencarnar para aprendermos na matéria as virtudes que precisamos desenvolver fase a fase. Porém, quando esses papéis já não fazem tanto sentido, temos um pedaço de tempo precioso para olharmos para nós mesmos muito mais profundamente. Dessa forma, o envelhecimento, ele surge como uma proposta. O que que se perde com o envelhecer? Porque ninguém tá aqui para dizer que não se perde alguma coisa. Como não? Eu tenho feito bastante pilates para pilates para conseguir alcançar os meus pés durante muito tempo, mas eu já não sou mais a mesma que coloca os pés na cabeça ou coloco o dedão na boca como as crianças, os bebês fazem dentro do berço. Nós vamos perdendo nossa flexibilidade do corpo, mas vamos aprendendo a criar flexibilidade nos sentimentos, na alma. É para isso que nós estamos aqui. Então, o que que se perde com o envelhecer? A gente perde o controle, tem uma perda do poder, mas não quer dizer perda da autonomia, como muitas pessoas pensam. O que é que se ganha? A gente tem a possibilidade nesse momento do envelhecimento de quebrar a imagem do onipotente e confronta-se com a sua imagem interior. Nós somos convidados a abandonar aquelas atitude heróica da vida, as ilusões da conquista. Descobrimos que os nossos papéis eles são passageiros e que as os referenciais externos mudam. e que aqueles que nós usávamos já não nos servem mais. Olha que eu tô falando, eu sendo uma mãe de uma menina de 11 e de 15 anos, muitas vezes eu já me sinto ultrapassada e eu sei que isso só vai subir, só vai escalar. Então nós podemos nos perguntar nessa fase em que o onipotente e que o nosso poder tá diminuindo, entre aspas, o poder exterior, em que de repente é chegada a aposentadoria, em que de repente as pessoas já não querem muito mais a sua opinião ou que de repente aqueles papéis eles já não são realmente mais os mesmos.
er exterior, em que de repente é chegada a aposentadoria, em que de repente as pessoas já não querem muito mais a sua opinião ou que de repente aqueles papéis eles já não são realmente mais os mesmos. Nós podemos nos perguntar que valores assentam a minha vida? Que laços eu realmente construí, onde está a base da minha segurança? Lá no salmo, na Bíblia, tem um salmo muito bonito que ele fala: "A minha segurança está em Deus. É nele que eu ponho a minha confiança". Mas quantos de nós conseguem fazer isso e nesse momento é convidado, nessa etapa da vida, a refazer essas perguntas e trilhar novos caminhos. Convida. Esse é um momento em que se ganha um convite do indivíduo sair do enfoque exterior e material para olhar para dentro para um lugar espiritual onde você é convidado a ter um fortalecimento da autonomia do si da alma e não do corpo. é um é um período fértil que pode ser uma transformação de beleza. É um convite de auto encontro, encontro com a pessoa que viemos a ser. Não tem mais como fugir. E é interessante que aquele que se mantém jovem no sentido da jovialidade, ainda que vai envelhecendo, tem planos, tem aspirações, trabalhos que quer realizar. E lembrando que trabalho é toda ocupação útil. É a hora muitas vezes do trabalho. Muitas vezes eu atendo muitas pessoas deprimidas no consultório, não só na fase do envelhecimento, na fase do idoso, mas a saúde mental virou o a nossa verdadeira epidemia nesse momento. E não é muito incomum quando eu já criei o a conexão e o vínculo, eu perguntar para aquele paciente: "Você não pensou em realizar um trabalho voluntário? Você não pensou em movimentar as suas mãos? Porque enquanto a gente trabalha em toda a ocupação útil, nós estamos movimentando o complexos do nosso inconsciente e transformando aquilo que precisa ser transformado dentro de nós. Então, o indivíduo que caminhou pelas etapas da vida, aprendendo com as experiências, ele torna-se rico em sabedoria. Ele se transforma numa rocha sólida e bela. Ele olha para as dores, para as doenças,
tão, o indivíduo que caminhou pelas etapas da vida, aprendendo com as experiências, ele torna-se rico em sabedoria. Ele se transforma numa rocha sólida e bela. Ele olha para as dores, para as doenças, para as limitações e se pergunta: "O que essa situação está querendo me ensinar? O que que o meu envelhecer, com o meu envelhecer, eu estou sendo forçado a aprender coisas que eu não queria olhar e que de repente eu estou tendo que me deparar. Coisas que eu fugi há muito tempo, mas que de repente volta como um boleto que em algum momento ele vai vencer. O que é que eu devo abrir mão em favor de uma vida mais plena? Então, o ano passado eu recebi um num paciente no consultório e ele tava tão chateado que ele até me tratou mal. Não é também incomum. E ele me disse, eu não, eu não tolero esse diagnóstico que eu recebi, era diabetes. Eh, logo agora que eu tinha tantos planos e eu perguntei para ele como era a vida dele e ele me contou. Ele bebia muito, ele fumava muito, ele passava a maior parte da dos dias viajando num trabalho relacionado a isso, pouco tempo dentro de casa e queria continuar. E de repente ele foi freado por uma doença que nós entendemos hoje que a doença nada mais é do que uma desordem energética do nosso ser. um convite para olhar mais profundo e rever os nossos caminhos. Depois de um tempo, ele não sabia. Ele já tinha várias artérias do coração entupidas e ele enfartou. E quando finalmente ele voltou comigo, já feito o procedimento cardíaco, angioplastia de sucesso, cateterismo, angioplastia, usando todas as medicações, um controle de glicose lindo, eu costumo dizer, pendurem na parede porque dá para fazer um quadro de tão bonito que tá. Ele volta diferente. Eu perguntei para ele o que que mudou e ele fala: "Eu entendi. Eu entendi e hoje eu me sinto melhor. E apesar de todos os diagnósticos, eu pude dizer para ele: "Hoje você é muito mais curado, porque o nosso corpo ele é apenas uma instância da nossa verdadeira saúde. Sabemos que somos formados espíritos por
ar de todos os diagnósticos, eu pude dizer para ele: "Hoje você é muito mais curado, porque o nosso corpo ele é apenas uma instância da nossa verdadeira saúde. Sabemos que somos formados espíritos por espírito e corpo e que um influencia no outro. A medida que eu vou me fazendo questionamentos do por eu estou aqui, a vida encaminha as respostas. Podem experimentar. Questionem-se, perguntem-se, coloquem as dúvidas para o universo e esperem, porque as respostas, as respostas virão. É preciso ter ouvidos para ouvir? e olhos para ver como Jesus nos dizia e nos diz no evangelho. Então, à medida que eu vou nesse processo de envelhecer, à medida que eu enxergo o sentido espiritual, eu procuro me tornar mais maleável, criativo, disponível, mas firme e fiel nos meus valores. E qual é o seu valor? O seu valor começa a estar na sua presença, uma presença que marca pelo valor do seu caráter como uma rocha segura que serve de apoio e referência para aqueles que vêm junto ou logo depois. Olavo Bilac, ele traz uma linda poesia chamada Velhas Árvores, em que ele diz assim: "Olha estas velhas árvores, mais belas do que as árvores moças, mais amigas, tanto mais belas quanto mais antigas, vencedoras da idade e das procelas. O homem, a fera, o inseto, a sombra delas vivem livres de fome, de fadigas, e em seus galhos abrigam-se as cantigas e os amores das aves tagarelas. Não choremos, amigos. Amocidade. Envelheçamos rindo. Envelheçamos como as árvores fortes envelhecem na glória da alegria e da bondade, agasalhando os pássaros nos ramos, dando sombra e consolo aos que padecem. É muito bonito, né? E Leon Denis trazendo esse sentido existencial, esse sentido espiritual paraa longevidade. Leão Denise, ele fala no livro O Enigma da Vida de forma muito especial sobre esse período da velice, o período do idoso. Leão Denise nos diz que esse trabalho interior que eu falei que é preciso desenvolver e semear, qualidades e recursos que muitas vezes eu não conhecia, esse trabalho interior resume-se em uma
o idoso. Leão Denise nos diz que esse trabalho interior que eu falei que é preciso desenvolver e semear, qualidades e recursos que muitas vezes eu não conhecia, esse trabalho interior resume-se em uma única palavra nesse período da vida, é a simplicidade. velice, diz ele, é uma eminentemente simplificadora de tudo. Simplifica, a princípio, o lado material da vida, suprime todas as necessidades irreais, as mil necessidades artificiais que a morcidade e a idade madura nos tenham criado e que fazíamos da nossa existência complicada. da verdadeira escravidão, servidão e tirania. Já é o o que ele diz lá no início, é um começo da espiritualização. É um texto tão bonito que ele chega a falar que o idoso começa a ter insônia, começa a dormir menos. Leão Dení diz que isso começa a acontecer porque ele se torna um vigilante da vida e que a noite torna-se sua amiga e que é lá que as reflexões podem acontecer. Ele diz que é o vigilante enquanto os outros todos dormem, o protetor daquele resto que precisa se recuperar. É interessante a visão dele. Ele diz: "Dá-se o mesmo trabalho de simplificação na inteligência". Então, enquanto a gente vai se livrando das coisas materiais que já não fazem tanto sentido, eu vejo as meninas correndo atrás daquela quantidade de sombras e maquiagens. E eu olho e penso: "O básico é cada vez melhor". Acho que eu já tô nessa fase, viu, Rud? Então, ele fala da inteligência e ele diz assim: "Dá-se o mesmo trabalho de simplificação na inteligência. As coisas adquiridas tornam-se mais transparentes. No fundo de cada palavra encontra-se a ideia entrevese Deus." O ancião tem uma faculdade preciosa que é a de esquecer. Eu lembro que lá atrás, na adolescência eu gostava de assistir um filme do Harry Potter. Eu não sei se vocês, mas tinha um ancião, o D Bodor. Eu invejava ele porque ele tinha uma bacia que ele tirava o pensamento e depositava tudo lá. Eu queria tanto ter aquela aquela bacia para silenciar os pensamentos e aquiietar meu coração. E de repente aquela figura do velho
ele tinha uma bacia que ele tirava o pensamento e depositava tudo lá. Eu queria tanto ter aquela aquela bacia para silenciar os pensamentos e aquiietar meu coração. E de repente aquela figura do velho sábio, aquela figura do mago, daquele que já caminhou, que mora nas nossas fantasias, existe dentro de nós. Na realidade é isso. Psicologicamente falando, todos nós carregamos esse velho sábio. É preciso acionar ele em busca de uma vida melhor. E à medida que nós vamos nos aproximando desse velho sábio, ele tem a faculdade preciosa de esquecer. Tudo que lhe foi inútil, supérfolo na vida, apaga-se. Só conserva na memória qual o fundo de um cadinho, o que foi substancial. Realmente com os avanços da medicina, da geriatria, temos tratado cada vez mais essa questão da memória. Mas há quantas coisas são boas de se esquecer, de não se dar tanto valor, até mesmo aquela palavra rude que fica ecoando nos nossos pensamentos. Ah, se eu pudesse esquecer logo aquilo deixaria de fazer sentido. Eu lembro que na ainda criança o idoso tinha essa possibilidade. A gente dizia caducou. Hoje em dia, pelo desenvolvimento da medicina a gente procura insistentemente os diagnósticos. Eu não sou contra, muito pelo contrário. Acho que quanto mais a gente puder lança a mão de uma medicina que traz essa tecnologia, lembrando que Deus está em tudo e que toda a medicina da Terra nada mais é do que o desenvolvimento e a permissão de uma medicina espiritual. Tudo o que chega para recursos nossos de progresso e de longevidade vem para que nós possamos utilizar melhor os nossos dias aqui e com a permissão de Deus. Mas que é interessante de vez em quando esquecer. É. E aí o próprio Leão Denise continua dizendo: "A fronte do velho não tem mais a atitude altiva e provocadora da mocidade, a daidade viril. Ela pende sob o peso do pensamento, lembrando um fruto maduro. O ancião curva a, eu achei essa frase lindíssima, porque ele diz assim: "O ancião curva a testa e inclina-se sobre o coração". procura converter em amor tudo quanto
samento, lembrando um fruto maduro. O ancião curva a, eu achei essa frase lindíssima, porque ele diz assim: "O ancião curva a testa e inclina-se sobre o coração". procura converter em amor tudo quanto lhe resta de faculdades, de vigor e de lembranças. Então, é para isso que nós estamos aqui. Volta-se ao primeiro mandamento que resume toda a doutrina de Jesus. Amaro próximo como a si mesmo e a Deus sobre todas as coisas. Então, é preciso procurar converter essas fases da nossa vida em amor. E ele segue, a velice não é uma decadência, é realmente um progresso. Eu gostei muito porque ele traz a realidade do que nós precisamos entender aqui. Cada fase tem um sentido e nós não estamos aqui à toa. Sabe-se que é um rico momento de aprendizado e a doutrina espírita nos ensina que somos seres espirituais, não somos seres biológicos, somos seres espirituais em uma jornada terrestre, que a evolução é infinita, que ocupamos muitos corpos e muitos mundos. que nascemos, morremos e renascemos. Então, o importante de fato é o estado psíquico do indivíduo. Hoje a ciência nos diz que a neuroplasticidade comprova a cada instante que todos os períodos da vida são ricos de oportunidade para aprender. Não é à toa que hoje nós vemos e pessoas cada vez com mais idades em universidades, em cursos de artesanato, indo para cursos de dança e o trabalho voluntário da casa espírita, né, gente, que é o futuro. Quando se está trabalhando, eu penso, quando eu aposentar eu tenho que começar a trabalhar mais. Então, a neuroplasticidade revio esse conceito ortodoxo da velice, da decadência orgânica e tá totalmente ultrapassado. Nós somos capazes de refazer caminhos neurais, mas mais do que isso, a doutrina espírita vem nos dizer que a mente como fator construtor de saúde. Nesse contexto, a mente ela é ela é um fator importante que gera energias insens incessantemente, tanto num sentido como no outro. Então, a mente ela é capaz de construir e restaurar e é capaz de destruir e adoecer o indivíduo. O pensamento tá na base de toda a nossa
ergias insens incessantemente, tanto num sentido como no outro. Então, a mente ela é capaz de construir e restaurar e é capaz de destruir e adoecer o indivíduo. O pensamento tá na base de toda a nossa vida. Conversava um pouco antes com a Rute, antes da palestra e dizia para ela que todas as vezes que venho falar, penso muito nas palavras que vou usar, porque a partir das ideias que surgam nas cabeças de cada um, nós alimentamos essas ideias como doenças que vão sendo levadas. Então, nós temos que ter cuidado como alimentamos os nossos pensamentos. Isso é gerador de saúde ou é gerador de doença? programas de televisão, mensagens que damos valor, brigas em redes sociais, notícias deprimentes que só vão construindo em nós imagens que ficam cercando a nossa cabeça e contaminando e desnutrindo o nosso espírito, vai ser filtrado para o nosso corpo. Então, à medida que a mente ela se fortalece em pensar de forma confiante e com autoestima, os limites impostos pela idade desaparecem. E nós temos muitos exemplos. Se ficarmos inclusive um dia por aqui, por aqui na terra, não, por aqui na comunhão mesmo, nós vamos ver exemplos de idosos que sobem e descem essa rampa sem nem pestanejar. e que nem sabem como é que encontram tanta força para seguir com trabalhos que já carregam há tantos anos. E o próprio exemplo de Divaldo, que quando desencarnou, desencarnou trabalhando com aquela vitalidade. Divaldo, em várias literaturas dizia: "Eu converso com as minhas células, eu pratico meditação, eu faço a oração como a prática na minha vida e visualizações terapêuticas. Se vocês não sabem o que é isso, procurem saber aquilo que preenche a nossa mente com o que há de melhor e transfere para o nosso corpo a energia que se refaz. A mente ela não é fruto do corpo, ela é manifestação do espírito que pensa, que cria, que movimenta as forças que sustentam a vida. Todos nós somos cocriadores com Deus. Estamos mergulhados no fluido cósmico universal que vem de Deus, que tudo nutre e provê. Então, é jovem uma juventude real,
imenta as forças que sustentam a vida. Todos nós somos cocriadores com Deus. Estamos mergulhados no fluido cósmico universal que vem de Deus, que tudo nutre e provê. Então, é jovem uma juventude real, aquele quem aspira as ideias de enobrecimento humano em qualquer período que esteja da existência, não importa. Esse é o que tem a juventude real. E a proposta da doutrina espírita é a renovação moral em todas as etapas da vida. Assim, o envelhecimento ele vem como um tempo de colheta pautado nas escolhas da vida que cada um fez. Ele vem como um tempo de aceitação das escolhas que não foram tão boas, mas que foram possíveis naquele momento. E aí somos convidados a perdoar aquele que caminha conosco e a nos perdoarmos porque não tínhamos condições de fazer diferente. Ele é tempo também de resgate de questões que ainda são possíveis de resolver. Ele é tempo ainda, é o tempo de viver pacificado, sabendo que existirá o tempo de morrer e de renascer para a imortalidade. E aí Carlos Drumon de Andrade, ele trouxe uma poesia que ele pergunta: "O tempo passa?" E ele mesmo responde no título: "Não passa". O tempo passa, não passa. Não passa no abismo do coração. Lá dentro perdura a graça do amor florindo em canção. O tempo nos aproxima cada vez mais, nos reduz a um só verso e uma rima de mãos e olhos na luz. Não há tempo consumido, nem tempo a economizar. O tempo é todo vestido de amor e tempo de amar. O meu tempo e o teu, amados, transcendem em qualquer medida. Além do amor, não há nada. Amar é o sumo da vida. São mitos do calendário, tanto ontem como agora. E o teu aniversário é um nascer toda hora. E nosso amor que brotou do tempo não tem idade. Pois só quem ama escutou. treinei em casa para não chorar, gente. O apelo da eternidade. Então, na realidade, hoje nós somos convidados a enxergar. E é muito interessante para finalizar a palestra, eu deixo para vocês eh uma dica. Leiam quando possívem possível um texto muito bonito que tá no livro do Chico Xavier pelo espírito irmão X, cartas e
E é muito interessante para finalizar a palestra, eu deixo para vocês eh uma dica. Leiam quando possívem possível um texto muito bonito que tá no livro do Chico Xavier pelo espírito irmão X, cartas e crônicas, em que se intitula Treino para morte. É um texto tão interessante em que ele na verdade fala, o título é treino para a morte, mas ele na verdade nos ensina a desapegar do que já não faz mais sentido e realmente saber viver. Até porque a gente fala, voltando à história da minha avó, ela ficou tão preocupada com a minha tia que tava com diabetes, mas minha avó desencarnou muitos anos antes dessa tia, que só desencarnou há poucos anos atrás com mais de 95 anos. Então, nós não sabemos o dia em que nós partiremos e que nós seremos chamados, mas é importante que que estejemos muito claro em nossas cabeças que nós estamos aqui, que é esse é o nosso melhor, é a nossa melhor versão, mas estamos de passagem. Então é isso, gente. Nabi tava falando pra Amanda que eu adorei a avó e a tia, né? Uma história sempre, história de avó, de tia, de ovo. Adorei essa coisa do ovo, né? de e criança e leva o ovo para poder lá fazer o lanche com a avó. É um tempo que fica na memória, não é Amanda? Fica na memória e a gente precisa de muito disso. Esses dias eu tenho netos, eu eu já sou idosa. É, tô idosa, eu não tô velha. Eu tenho neto de 25 anos, né? E mas tem um de 18, mas também tem um de seis, né? E foi perguntado o dia 18 anos, falou assim: "Mamãe, sabe que eu vou, quando a vovó morrer, eu vou lembrar de muitas coisas que ela já fez. Lembra do bolo, lembra da poltrona que nós, ele brigava para sentar sozinho, só podia eu sentar. Então, e eu fiquei também lembrando da minha avó, né, que com 6 anos ela me falava de espiritismo. Naquela época não podia, não tinha centa espírita, se reunia numa casa e ela me contava e eu ficava com, eu imagino com os olhos bem abertos para aquilo. E eu falei: "Vó, sabe de uma coisa? Quando eu crescer, eu quero ser isto". Quer dizer, como se espiritismo fosse uma coisa, né? Ser
va e eu ficava com, eu imagino com os olhos bem abertos para aquilo. E eu falei: "Vó, sabe de uma coisa? Quando eu crescer, eu quero ser isto". Quer dizer, como se espiritismo fosse uma coisa, né? Ser isto. E quando eu entrei pro espiritismo, né? Aí eu falei assim: "Olha eu sendo isto, >> olha eu sendo isto", né? Então são coisas que >> não é porque eu estou já idosa, né? Que eu vou lembrar. São coisas que a gente tem que deixar pra vida, né? Alguém vai lembrar de alguma coisa, de outra. Isso faz parte do nosso dia a dia e é muito bom. E quando a gente sair daqui, já partir daquesse momento para um outro momento, como diz o Maurício Cur, segunda-feira, a gente nasce e já vai envelhecendo e depois a gente vai caminhando, caminhando para ficar novo de novo. Quer dizer, porque é renascer. E eu fiquei tão feliz porque eu falei, bom, eu então tô daqui a pouco perto não, né? daqui um tempo eu vou ficar nova de novo. Isso é muito importante, não é eu achar que vai que não, eu agora eu tô velha, eu não posso isso, não posso aquilo, pelo contrário, né? Eu posso tudo que eu quero e tudo que é conveniente, né? Então as ruguinhas me conta história, eu só tenho três, né? Eu tenho poucas Me conta histórias, histórias de uma preocupação, histórias de um dia que fique aborrecida. Então são coisas que eu acho que a gente tem que viver por essas coisas. Isso que é interessante, não é achar que tudo tá ruim. Bom, a gente tá terminando o nosso tempo hoje, porque esse tempo continua. Amanhã nós temos a Regina Souza. A Regina Souza, ela é da diretoria mediúnica da FEDEF, Federação Espírita do Distrito Federal. Ela vai falar para nós, o tema dela é bem longo, a importância do trabalho no bem. Você falou do trabalho na renovação do espírito. Então vocês estão convidados para assistir a Regina do sábado. Nós temos a Débora, que é da AMD DF, tá vendo? A gente tá com as Ames aqui, mas eu não vou adiantar dar Débora não. Amanhã eu adianto para vocês, vocês ficarem curiosos. Então amanhã nós temos
sábado. Nós temos a Débora, que é da AMD DF, tá vendo? A gente tá com as Ames aqui, mas eu não vou adiantar dar Débora não. Amanhã eu adianto para vocês, vocês ficarem curiosos. Então amanhã nós temos a Regina. Então eu conto com vocês, se não tiverem aqui, tá no YouTube, eu fico com celular para vendo as pessoas. Tem gente lá do sul te assistindo, né? Nos assistindo. Então eu te agradeço imensamente, Débora. A Débora não, Amanda, né? Olha, eu não queria falar da Débora, né? É que tudo é doutora Débora, doutora Amanda. Ela falou: "Nada disso, né? Mas é que é uma profissão linda, né? Uma profissão que cuida da gente, né? cuida do nosso estado físico e por que não do nosso estado espiritual, né? Porque são minha, eu tenho as minhas médicas são espíritas, né? Porque aí me dá aquele apoio e o que não é espírita já veio assistir palestra na comunhão. Quer dizer, através de um trabalho social que ele perguntou o que que eu fazia. E eu contei para ele, falou: "Nossa, que coisa boa, posso ir lá assistir uma palestra?" Falei: "Claro". E já ano passado ele esteve aqui no seminário. Eu acho que foi com a sua palestra, porque quando eu saí ele me puxou, olha, eu estou aqui. Eu falei: "Ah, tá certo." Bom, amigos, então nós estamos terminando e vamos chamar a Evani Bueno, ela é a diretora da diretoria de atendimento e orientação aqui da comunhão para fazer a prece final por todos nós. Mas de mão te agradeço imensamente, né? E ano que vem nós temos mais. Olha, já tá o convite pronto, tá vendo? Feito. Boa noite a todos. que agora que eu tava chegando, né, mas tava em outra atividade. Então vamos a serenar os nossos corações, agradecendo a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso irmão maior e toda a espiritualidade que já faz presente, o mentor da nossa casa, Dr. Bezerra de Menezes, e uma legião de benfeitores que nos acompanha nessa jornada terrena. que nós possamos nessa noite ser iluminado pela tua paz, pela tua misericórdia e que a luz esteja nos corações para que os momentos de maior
ião de benfeitores que nos acompanha nessa jornada terrena. que nós possamos nessa noite ser iluminado pela tua paz, pela tua misericórdia e que a luz esteja nos corações para que os momentos de maior dificuldade estejamos ligado ao alto, ligado ao Cristo que é o consolador prometido de Jesus, ligado toda a espiritualidade, os nossos mentores espirituais que nos acompanha, que nós possamos, mestre Jesus, ter uma noite de muita paz, de muita luz, que voltamos aos nossos lares, levando essas energias positivas, as histórias, levando os ensinamentos para que possamos retornar em uma outra oportunidade na nossa casa que será muito bem recebido todos aqui. E que Jesus nos abençoe na noite de hoje e nos ilumine e nos traga paz e luz. Que assim seja. Agora, quem desejar tomar o passe, nossa irmã já está ali para conduzir todos vocês. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos
ça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
Vídeos relacionados
Papo Espírita | #106 - CORONAVÍRUS À LUZ DA DOUTRINA ESPÍRITA - Dra. Débora Moraes
Comunhão Espírita de Brasília · Débora Moraes
Conversando com Mayse | #190 - DOENÇAS ESCOLHIDAS
Comunhão Espírita de Brasília · Mayse Braga, Waleska Maux, Leandro Carraro
Papo Espírita | #130 - A VISÃO ESPÍRITA DO CÂNCER
Comunhão Espírita de Brasília · Fabíola Zanetti
Papo Espírita | #204 - ALZHEIMER
Comunhão Espírita de Brasília · Alberto Almeida
DOENÇAS ESCOLHIDAS - Márcia Sirotheau (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
Regina Borges | PERANTE A ENFERMIDADE (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Regina Borges
O RECADO SECRETO DA DOR - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Anderson Portugal
QUEM ADOECE É O ESPÍRITO - Gilda Coqueiro (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Gilda Coqueiro