O RECADO SECRETO DA DOR - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 03/09/2025 (há 7 meses) 43:06 1,003 visualizações

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Transcrição

para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. doando amor. >> Bom dia a todos, gente. Vou brincar com vocês. Eu pensei hoje de manhã, quando olhei o tempo, eu disse assim: "Seremos nós e os desencarnados, porque ninguém vai ter coragem de sair da cama nesse friozinho." Mas olha quantos corajosos. Parabéns a todos os corajosos. Bom dia a todos. Para começar nossos trabalhos de hoje, eu vou ler um um capítulo aqui do Vigiai e Orai. Vigiai e Orai é um livrinho desses quase que de bolso, mais de bolsa que de bolso, de Carlos Bacheli, médium mineiro, pelo espírito irmão José, traz sempre mensagens muito, eu diria, muito incisivas para todos nós. Vamos lá ouvir essa. O título é: "Porque não fez. O homem perde muito tempo sobre a terra, estaciona por longos anos à margem da estrada que lhe compete percorrer. Distancia-se de suas possibilidades. Vê passar a juventude, assiste ao declínio das forças físicas. Prepara-se a vida inteira quase para o que nunca fará. Quando acorda do seu estado letárdico, os seus dias no corpo escassiam, não tem mais o vigor de outrora e a paisagem em torno já não é a mesma. quer retroceder, correr atrás do sonho que agora observa pelo retrovisor da existência, mas não pode. Lamenta-se inutilmente porque não fez no exato momento em que tomou consciência da necessidade de fazer. Bom, puxãozinho de orelha para todos nós que aqui estamos percorrendo essa jornada. aqueles também que nos assistem pela internet que pensem nisso. A mensagem é para todos nós e com certeza alguém esperava por essa mensagem. Então, agradecidos a Deus, nosso pai, pela oportunidade da vida, pela oportunidade de aqui estarmosindo as bondades do Pai, porque tudo que nos rodeia são bondades do Pai. Tudo nos foi posto à volta para que a gente pudesse ter a oportunidade de crescer e de retornar à casa do Pai melhor do que a que chegamos. E assim agradecidos, a gente vai passar a palavra pro Anderson, que vai trazer a reflexão do

que a gente pudesse ter a oportunidade de crescer e de retornar à casa do Pai melhor do que a que chegamos. E assim agradecidos, a gente vai passar a palavra pro Anderson, que vai trazer a reflexão do dia. Obrigada a todos. Obrigada, Anderson. Muito bom dia a todos. Sejam todos muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Eh, faço as minhas palavras iniciais a da iguais ao da Norma, eh, porque somos todos corajosos, né, para estar aqui agora de manhã bem cedinho, né? Brasília amanheceu mais frio, né? E eu até gosto de minha blusa social dar aquela dobrada, né, para ficar mais arejado. Sou uma pessoa mais calorenta. E aí hoje eu já puxei minha manga, né, para poder proteger o corpo, né? Eu queria saudar também todos que estão aqui eh virtualmente no no chat, a Vanessa, eh Geovana, Fabíola, Emanuele, Emiliana, né? Então, todos aqueles também que vão eh assistir a palestra posteriormente de forma gravada, o tema da palestra, né, coloquei como recado secreto da dúvida. Já tem dois meses, né, esse já é o terceiro mês que eu tô seguindo, né, eh, reflexões em cima desse livro, Sendas Luminosas, de autoria de Joana de Angeles, que foi recebido pelo médio Francisco Cândido Xavier, né? Então foi uma viagem que Divaldo Franco fez, né, ali em torno de Santo André, na cidade, no estado de São Paulo. E a cada dia dessa viagem, Divaldo psografou uma mensagem de Joana, juntou-se as mensagens e deu origem a esse livro. E o que me chamou atenção, né, quando eu vi o livro, esse livro é o antigo, aí eles fizeram uma nova capa, né, a editora Leal. E na parte lateral dos capítulos existe um glossário. Então tem alguns termos, né, que Joana costuma se utilizar em suas mensagens que não é comum a gente ver no nos textos que a gente lê no dia a dia. E eu acho que é um desafio muito grande, inclusive, né, no nosso momento que a gente tem ficado cada vez mais digital e menos analógico. Então, às vezes a gente recorre pouco à leituras, né? Então, eu tenho até conduzido um programa na TV Comunhão as

, né, no nosso momento que a gente tem ficado cada vez mais digital e menos analógico. Então, às vezes a gente recorre pouco à leituras, né? Então, eu tenho até conduzido um programa na TV Comunhão as segundas-feiras, né, baseado no livro Boa Nova. E eu falei assim: "Poxa, eu vou fazer a mesma ideia, algo parecido, né, durante as palestras." E aí veio esse livro Sendas Luminosas. Então, eu tenho feito um capítulo, dois capítulos por mês, né? Uma, uma vez quarta-feira eu faço palestra e uma vez sexta-feira também eu faço palestra. E na de hoje a gente tá no capítulo cinco, o que Joana coloca como curas. Mas aí no contexto da palestra, eu quis dar um passo anterior, né, e a gente observar, porque a cura pressupõe que existe uma enfermidade. Uma enfermidade também tá conectada com dor, né? Normalmente quando a gente tá doente a gente sente dor. Às vezes a dor é física, às vezes a dor é emocional, mas a dor ela tá muito presente com a enfermidade. E aí lendo o capítulo, tem mensagens que Joana coloca ali e ela aponta a dor, a enfermidade como uma mensageira e a gente objetivando a cura. E aí como a gente consegue conquistar de fato a cura, né? E esse é o o primeiro olhar. E aí o primeiro passo, né, de forma introdutória, logo no começo do capítulo, a Joana, ela tem um parágrafo que eu achei interessante, que eu destaquei aqui, que ela diz: "Acredita-se equivocadamente que a ausência das enfermidades produz a plenitude, né? Então, plenitude é aquele estado pleno. Então, assim, basta eu estar não estar enfermo, que eu estarei pleno. E a Joana fala que isso aí é uma pensamento equivocado, porque não se dá conta dos diversos fatores indispensáveis para a instalação dela, a instalação da plenitude. Então, existem inumerosos fatores que são colocados, que são necessários na nossa vida para alcançarmos essa plenitude. Então, quando a gente tá enfermo, né, fal poxa, eu gostaria de não estar enfermo porque eu estaria tudo bem. lê do engano. Existem outros fatores que precisam

ssa vida para alcançarmos essa plenitude. Então, quando a gente tá enfermo, né, fal poxa, eu gostaria de não estar enfermo porque eu estaria tudo bem. lê do engano. Existem outros fatores que precisam estar. Então, a ausência da enfermidade não é pressuposto, não é garantia de que vai estar tudo bem na nossa vida. E aí ela coloca na sequência, né, que às vezes o a enfermidade eh aponta um organismo em equilíb em desequilíbrio relativo, né? Porque se a gente às vezes tá tudo bem, tudo tranquilo, é um passo, né? É uma porta que se abre pra gente buscar o prazer desenfreado e o desgaste desnecessário da organização psicofísica. Então eu lembro do Divaldo em algumas palestras falando, né, usando essa relação, porque se a gente tivesse a ausência total de enfermidade, seria um risco na nossa vida da gente perder eh a rédia, né, perder o caminho. Então, às vezes uma pessoa sofre de cirrose, por exemplo, né, uma doença ali que ataca o fígado. E aí a pessoa pode refletir: "Ah, se não fosse essa cirrose, eu ia beber mais". se a pessoa ela tem ali um problema de de diabetes e aí não pode abusar tanto do açúcar. E aí ela fala assim: "Poxa, se eu não fosse essa diabetes, eu comia mais." Então, em alguns pontos, a enfermidade ela vai ser um freio em nossas vidas. às vezes algumas situações em que a gente abusou no passado e é colocado no nosso caminho para dar um uma desacelerada, para ajustar a nossa rota. E aí ela começa a aprofundar no no capítulo para entender qual é a causa da enfermidade. E ela coloca aqui no num num parágrafo no meio. A causa de todos os acontecimentos na esfera da existência humana se encontra no passado do próprio ser, seja o recente, seja o mais remoto, já que ele é o construtor da sua realidade por meio dos pensamentos que elabora, que verbaliza e que transforma em ações. Então, Joana nos coloca de que tudo o que passamos, de um jeito ou de outro foi causado por nós mesmos. E a gente, ela vai se aprofundar mais à frente, mas eu gostaria de fazer uma

ransforma em ações. Então, Joana nos coloca de que tudo o que passamos, de um jeito ou de outro foi causado por nós mesmos. E a gente, ela vai se aprofundar mais à frente, mas eu gostaria de fazer uma pausa inicial dizendo o seguinte: a enfermidade quando passa ao nosso ao nosso radar, se apresenta em nossa vida, muitas das vezes acompanhada com dor, ela tem um contexto ali de ajustar a rota. Não é, não é raro das vezes a gente participar do nosso planejamento reencarnatório e nós concordarmos, às vezes até pedirmos aquele tipo de enfermidade para nos ajudar no nosso roteiro. E se a gente ficar só preso na enfermidade como como ela é apresentada, a gente não consegue enxergar o o quadro como um todo. Eu queria trazer um um uma metáfora, né, preparando com a palestra que me veio, que é similar. A gente tá na nossa casa e aparece um ponto de morfo na sala, colocar na sala que é mais inevitável da gente não ver, né? Porque se aparece no corredor, a gente pode passar olhando para cima, finge que não tá vendo e deixa para lá. Mas digamos que na sala a gente senta no sofá e vê aquele ponto de mofo. A gente olha o ponto de mofo, ele começa a crescer, aumentar. E que que a gente pode fazer? A gente compra uma tinta, passa por cima e resolve. Mas será que resolve mesmo? Será que o mofo tá resolvido? Provavelmente, se eu só utilizar a tinta, o mofo volta, porque o mofo pode ser uma questão de umidade, né? O que é raro aqui em Brasília, né? Mas em outras cidades as litoranas tem. Eu lembro quando eu morava no Rio de Janeiro, eu comprava uns potinhos, né, de antimofo. Aí colocava no guarda-roupa, colocava embaixo da pia do da do banheiro, da cozinha e coisa de dias. Ah, o negócio se acumulava cheio de água, aí tinha que ficar sempre trocando. Aqui em Brasília eu nunca comprei, mas pode ser o mofo a umidade, mas não é raro o ponto de mofo ser um vazamento de um cano lá de dentro. Então eu olho externamente a parede com mofo, eu vejo o problema, mas a causa eu não estou enxergando. A causa tá lá dentro,

e, mas não é raro o ponto de mofo ser um vazamento de um cano lá de dentro. Então eu olho externamente a parede com mofo, eu vejo o problema, mas a causa eu não estou enxergando. A causa tá lá dentro, que é o cano. Então eu preciso fazer uma obra, arrumar o cano e sim, por final eu vou pintar. Então, a pintura ela é necessária, mas ela não é suficiente para resolver o problema do mofo. Então, quando a gente encontra a enfermidade, os remédios, a gente buscar, né, resolver o problema da enfermidade, ela é sim necessária. Então, tanto no campo material, a gente vai aos médicos, né, procurar remédio. No campo espiritual, nós temos aqui na casa espírita palestras, depois da palestra tem o passe, temos atendimento fraterno para também ajustar nossos nossos pensamentos, temos tratamentos espirituais, né, que também são oferecidos pela casa. Tudo isso é importante, mas é necessário que a gente consiga identificar qual é o cano quebrado em nossa vida. O que que a enfermidade que é a ponta ali do iceberg tá querendo trazer de mensagem? Qual é o recado da dor? Porque voltemos ao campo material da enfermidade. Se eu tenho dor de cabeça e eu resolvo tomar um remédio para dor de cabeça e ela vai embora. E aí no dia seguinte ela volta e vai embora. Ela volta e vai embora. Será que só tomar o remédio para dor de cabeça vai parar de fazer que que ela volte ou eu preciso investigar o porqu sendo persistente? Então essa é a a base, né, da gente fazer essa investigação do por que a dor tá me visitando e às vezes de forma frequente, porque que ela retorna e retorna, né? Na no mês passado eu trouxe a o outro parágrafo que a Joana fala, né? Por que que os desafios se repetem? O desafio vem, eu resolvo e ele volta. Ele vem, eu acho que resolvi e ele volta. Por que que ele se repete? Aqui ela traz a percepção assim, por que que a dor às vezes ela fica se repetindo? É uma mensagem que a gente precisa decodificar. Outro ponto que ela trouxe no nesse parágrafo que eu acabei de ler é que ela

a traz a percepção assim, por que que a dor às vezes ela fica se repetindo? É uma mensagem que a gente precisa decodificar. Outro ponto que ela trouxe no nesse parágrafo que eu acabei de ler é que ela traz essa percepção de causa e efeito, né? Então, a causa às vezes é muito longe e às vezes é é prévia, mas sempre tem uma causa. Então, ninguém fica enfermo de forma aleatória. Não é um sorteio que Deus faz de dizer assim, ó, esse grupo aqui vai ficar doente desse jeito, aquele grupo vai ficar doente desse jeito, tá tudo certo. Não existe aleatoriedade na justiça e misericórdia divina. Existe um porquê. Às vezes a gente não vai conseguir entender o porqu de imediato, mas ele existe. E a Joana, ela traz essa percepção da gente acalmar o nosso coração, né, de que não há a injustiça. Porque às vezes a gente fica um pouco, pode ficar um pouco revoltado com Deus, mas assim, poxa, por que eu? A gente passou não muito longe, né, o a pandemia do Covid. Quantas pessoas tiveram COVID, outras nem tiveram sintomas direito. Algumas pessoas tiveram o COVID de forma leve, outras mais profundas, muitas vieram a óbito. E aí a gente pode se perguntar assim: "Mas por fulano? Por que ciclano? Por que que aquela pessoa tava tão tranquila?" E foi e a coisa foi meio aleatória com relação à idade. Tínhamos pensávamos assim: "Não, mas as pessoas mais idosas vão sofrer mais." Ledo engano, pessoas mais jovens também sofreram. Pessoas começaram a ter problema no coração, no pulmão, problemas respiratórios. E será que foi tão aleatório assim? Essa a perspectiva da Joana. Existe todo uma um emaranhado de resoluções que a gente não consegue perceber. O outro ponto que que a Joana traz, né? Então ela aponta aí a questão da doença, da enfermidade, da dor, como que existe uma causa prévia e a gente às vezes não consegue perceber de pronto, mas a a gente eh e algo ela traz aqui que é muito complexo, né? Eu gostei de um de num parágrafo aqui que ela fala o seguinte, ó: "O ser humano é muito complexo e suas necessidades são muit

de pronto, mas a a gente eh e algo ela traz aqui que é muito complexo, né? Eu gostei de um de num parágrafo aqui que ela fala o seguinte, ó: "O ser humano é muito complexo e suas necessidades são muit diversas". Muito diversas. Aquilo que para alguém é aventura, para outra não passa de realização de pequena monta. Ou seja, para uma pessoa aquilo tá sendo muito difícil, pro outro tá tranquilo. Então, por que pessoas encaram enfermidades similares de forma diferente? Por que que uma pessoa consegue lidar às vezes com uma doença muito grave, de uma forma mais leve? não quer dizer que ela não esteja sofrendo, mas ela leva a situação de uma forma mais leve e uma outra pessoa ficar amargurada, entra em depressão e se aprofunda. É essa perspectiva, né, que também Joana traz o alerta de como a gente lida com a dor. A proposta da Joana não é a gente condenar a dor, né, assim, desgraçada dessa dessa doença, desgraça dessa dor, por que ela não vai embora. Não é isso. É ver era como se fosse uma mensageira, né? Eu lembro que teve um período no trabalho que eu atuava como uma espécie de intermediário de diversas áreas. Então eu ti levava mensagem de um lugar pro outro e tentava achar um uma solução. Quando era de eh pessoas com nível hierárquico semelhante, a gente tentava construir algo junto, mas como era às vezes de um nível hierárquico superior, a mensagem era como se fosse uma ordem, né? e nem sempre o outro lado entendia. No começo aquilo me incomodava muito, porque às vezes a pessoa recebia a mensagem que eu tava passando, ela se revoltava, gritava e eu absorvia aquilo ali. E aí eu demorei para perceber de que eh a mensagem não era minha, eu tava só levando, eu tava de pomo correio de um lado pro outro, né? E quando eu comecei a internalizar de que eu era apenas um mensageiro, a coisa ficou um pouco mais leve. Então a pessoa reclamava, fala assim: "Olha, eu sou só um mensageiro, eu só trouxe a mensagem. Você quer reclamar? para você reclamar com a pessoa que tomou essa decisão. Não

ficou um pouco mais leve. Então a pessoa reclamava, fala assim: "Olha, eu sou só um mensageiro, eu só trouxe a mensagem. Você quer reclamar? para você reclamar com a pessoa que tomou essa decisão. Não sou eu. Eu não tenho esse poder de decidir. Eu tava a a minha a minha função era só executar e eu precisava só de estar todo mundo alinhado. Então a coisa foi ficando mais mais leve e foi passando. Então eu passava pras pessoas o seguinte: "Olha, é a mensagem, eu tô trazendo a mensagem, eu sou só o mensageiro." E engraçado que nessa perspectiva da Joana, né? E aí me fez recordar dessa experiência profissional de que a dor, a enfermidade, ela só é a mensageira, ela só tá tá trazendo uma mensagem da nossa própria alma. É uma mensagem que às vezes a gente tem consciência, né, no plano espiritual e aqui a gente tem o velo esquecimento e não recorda 100%. Ou às vezes não. Às vezes é um ajuste que toda a espiritualidade se organiza, mas com o benefício de nos ajudar. Então, por mais difícil que possa estar sendo um momento de enfermidade, um momento de dor, ela tem um propósito. E aí eu gosto sempre de trazer também um um filme, né, para eu acho, particularmente assim, eu gosto muito das coisas mais visuais, né? Então, o filme acho que tem essa tem a mensagem que o filme traz e essa conexão com os desafios da vida, né? Eu acho que ajuda a gente a internalizar a mensagem. E aí um filme que eu gosto muito, né? Eh, gosto de falar diversas palestras, o Divertidamente, né, que é da Pixa e da Disney. Aquilo ali é um poço de informação e tem dois filmes, né, divertidamente um e dois. Então, por mais que seja um filme de desenho, para quem ainda não assistiu, fica o convite de assistir. E naquela perspectiva, né, é uma criança, né, o primeiro filme é uma criança e tem as emoções. Então são cinco emoções, a alegria, a tristeza, o medo, a raiva e a nojinho. Então são os bonequinhos ficam brigando ali no cérebro da criança para tomar a a ação, a dianteira do da do painel de controle

ão são cinco emoções, a alegria, a tristeza, o medo, a raiva e a nojinho. Então são os bonequinhos ficam brigando ali no cérebro da criança para tomar a a ação, a dianteira do da do painel de controle da criança. E a alegria ela ela da crian a a emoção alegria na criança, na raley, ela assume o papel de protagonista. Então ela que toma as decisões ali da do painel de controle. As emoções elas tomam conta em determinados pontos, mas a a emoção predominante é a alegria. E ela no filme, no primeiro filme, ela afasta a tristeza em diversas situações. Ela não deixa a tristeza se apropriar do painel de controle. Então a tristeza se aproxima, ela não, não, não, aqui não. Aí ela não, vai lá estudar os livros, os manuais do aqui do painel de controle. E aí a tristeza vai lá estudar e ela demora o o o clímax do filme, né? A virada de chave do filme é quando a alegria percebe que os momentos mais importantes da Rallyy, que é a personagem principal do filme, elas são os esses momentos importantes, eles são precedidos, acontecem antes os momentos às vezes de tristeza. A tristeza nos mostrando o nosso momento frágil e aqueles que gostam da gente se aproximam da gente para nos ajudar. A tristeza mostrando que a gente tá precisando de ajuda, a tristeza mostrando que alguma coisa não ficou bom. E essa emoção da tristeza, ela desencadeia outras que faz momentos importantes da vida de Raley e também faz momentos importantes em nossas vidas. E a alegria ela não aprende no primeiro filme, porque no segundo filme ela comete outro equívoco, porque a Rallyy começa a crescer, ela vira adolescente e no comecinho do filme algo vai ser reforçado no final, mas é um detalhe tão pequeno que se você for ver o filme de forma supercial, você não percebe que momentos importantes da vida dela, momentos em que ela tirou nota baixa na escola, momentos em que ela foi reprimida pelo pelo técnico de rock que ela fazia é rock, todos esses esses eventos São eventos marcantes e tristes, né, na vida de uma criança. Que que a

nota baixa na escola, momentos em que ela foi reprimida pelo pelo técnico de rock que ela fazia é rock, todos esses esses eventos São eventos marcantes e tristes, né, na vida de uma criança. Que que a alegria fazia? Pegava aquele evento e jogava lá no fundo da da consciência. E aí virou uma montanha de situações que a alegria interpretou como se fosse algo equivocado. Só que aquilo ali fez com que a Riley cometesse outros erros. Tanto que ela comete erros pensando em espírito de equipe do rock, que se ela tivesse absorvido a repressão que o técnico dela tinha dito no tinha feito antes, ela não recorreria no erro. Então, esse filme divertidamente mostra muito assim, às vezes a gente quer se mostrar forte, eh, cheio de vigor, né? Principalmente às vezes, né, no contexto da figura masculina, às vezes é cobrado muito do homem, né, essa postura de firmeza que às vezes a gente esconde dores, né? A gente às vezes esconde a criança reprimida, né? a criança ali que a dor da criança que fica lá dentro. Às vezes a vida nos cobra isso, né? Só que a gente precisa ficar atento a isso, não repetir o que a alegria fez no filme Divertidamente. Então fica o o convite, né, para quem não conhece o filme, verificar e ver como, né, aquilo ali é uma lição com saúde mental, como lidar com as emoções. Então, é algo muito importante e é algo que Joana vem nos trazer assim da gente acolher a dor, né? Acolher a enfermidade, porque ela tá trazendo uma mensagem e a gente precisa identificar qual que é. Ela, inclusive, ela fala o seguinte num outro parágrafo: "As enfermidades t um caráter educativo, somente ocorre quando o indivíduo necessita de um corretivo de reflexão ou oportunidade para ensinar aos demais. como enfrentar as dificuldades com os olhos postos nos ideais relevantes. Então, Joana coloca três situações em que a doença se apresenta para nós. A de um corretivo, a de reflexão e uma oportunidade para ensinar as pessoas que estão ao nosso redor. Esse é mais difícil da gente verificar, né? são espíritos que já

e a doença se apresenta para nós. A de um corretivo, a de reflexão e uma oportunidade para ensinar as pessoas que estão ao nosso redor. Esse é mais difícil da gente verificar, né? são espíritos que já alcançaram um certo grau de evolução e eles eh carregam enfermidades, mas para nos ensinar como carregar as enfermidades. Então, vamos pegar exemplos, né? Eh, Divaldo Franco, que psografou esse livro, é um exemplo de que ele lidou com diversas enfermidades. No final de sua vida, inclusive ele teve um câncer na bexiga e ele se esforçava ao máximo de continuar sendo útil, continuar trabalhando. Chico Xavier, uma referência no meio espírita, não só no meio espírita, né, mas para o Brasil. Chico Xavier, ele tinha um problema de catarata, ele sofia um problema chamado de angina, né, aquela dor no peito e ele não parou de trabalhar um minuto. Temos um outro caso, né, mais emblemático dentro do meio espírita, que é o Jerônimo Mendonça, conhecido como gigante deitado. Ele ficou paralisado e ainda assim fazia palestras. Eu lembro do Divaldo falando uma vez de que o Ger imitava a a voz do do Divaldo. Então, num determinado seminário, Divaldo ia falar e Janço também ia falar. E aí o Jan ficava atrás da cortina, começava a imitar a voz do Divaldo. As pessoas pensavam que era o Divaldo tava falando, mas na verdade era o Jerônimo Mendonça. E ele contava isso pro Divaldo rindo, sorrindo. E ele falava assim pro Divaldo: "Divaldo, as pessoas podem até até te aplaudir, mas sou eu que saio carregado nos braços porque ele não se movimentava". Então você vê a alma, aquele espírito que apesar da dificuldade que ele carregava, ele demonstrava um bom humor, um esforço de continuar sendo útil. Então, e a gente pode até pegar o exemplo maior de todos nós, que é Jesus. Jesus não passar, não precisaria passar pelo martírio que passou, pelo escárnio, pela humilhação. E a gente não tem registro de que Jesus repudiou nada do que recebeu naquele dia, naquele final de semana. Então Jesus, que é a nossa referência,

o martírio que passou, pelo escárnio, pela humilhação. E a gente não tem registro de que Jesus repudiou nada do que recebeu naquele dia, naquele final de semana. Então Jesus, que é a nossa referência, demonstrou no nosso dia a dia algo de como como a gente precisa se espelhar, como lidar com os nossos desafios, com as nossas dores e com as nossas enfermidades. Uma coisa que é interessante, a gente tem perspectivas diferentes sobre fatos que envolvem Jesus, né, eh, na perspectiva de diversas religiões. Então, algo que particularmente me incomodava era que enquanto eu estava no ambiente católico, colocava-se Jesus na cruz como o ponto de partida necessário para que limpasse o pecado, os equívocos de todo mundo. E era algo que não me encaixava muito bem. E uma explicação que a doutrina dos espíritos apresenta, que particularmente confortou mais meu coração daquela situação em que Jesus viveu, é essa que Joana se apresenta e ratifica aqui, de que Jesus se deixou colocar naquela situação para ser como o guia e modelo que ele veio no veio ser e nos apresentar como lidar com as vicissitudes, com os desafios da vida. Inclusive ele fala pros discípulos, né? Se fazem isso comigo, imagine o que farão com vocês. Então, tenhamos Jesus como nossa principal referência, mas outros exemplos mais próximos de nós, né? Esses palestrantes médiuns que viraram referência para como se comportar diante dos desafios. Ela coloca também, né, além desses que é mais relativo, a o a enfermidade como corretivo, que aí seria a correção, e a outra como reflexão, né? Então, às vezes a doença nos coloca numa situação de refletir. Será que eu estou sendo muito orgulhoso? Será que eu estou cuidando de fato da minha saúde do corpo? Será que não tem algo da minha vida que eu preciso modificar? Então, às vezes, nem sempre a dor vai ser um corretivo de rota. Mas ela vem como uma um convite à reflexão do que que a gente tá que que a gente tá fazendo no nosso dia a dia, o que que a Porque lembra da da ideia do

nem sempre a dor vai ser um corretivo de rota. Mas ela vem como uma um convite à reflexão do que que a gente tá que que a gente tá fazendo no nosso dia a dia, o que que a Porque lembra da da ideia do mofo, né? Então tá o mofo. Por que que tá dando mofo ali? Nós precisamos est essa reflexão. Será que é uma infiltração? Será que eu vou precisar fazer uma obra para resolver esse problema do mofo? E aí essa pergunta, essa reflexão é algo interno de cada um de nós. A Joana já no final do capítulo, ela fala o seguinte: a cura verdadeira, portanto, decorre do esforço que o paciente envide, né, que ele se esforce para recuperar-se do débito, adquirindo valores novos que o defendam de futuros sofrimentos, o que nem sempre ocorrerá durante a sua atual virgeitura carnal. Então, nem sempre conquistaremos a saúde na atual encarnação. Aí ele fala, se tiver em conta que a sua enfermidade possui um caráter expiatório, desse modo, o impositivo compulsório para autosuperação. Então são três perspectivas, né? Então é é um corretivo, é um momento de reflexão ou uma forma de você ser um mecanismo do alto para replicar, né, uma uma boa ação. Mas ainda assim, independente de se for um desses três, pode ser que a gente não consiga a cura na atual encarnação. Ainda assim, ela e ela coloca que a gente precisa se esforçar para buscar a cura, para buscar, né, que a gente se liberte desses sofrimentos. E aí a questão da da desse convite de Joana numa outra metáfora é como se fosse a gente teve um quebrou nossa perna, quebrou o braço, a gente vai ortopedista, inessa o braço e a perna, né? E e a gente vai e se recupera, o corpo se recupera, só que o nosso braço que quebrou, por exemplo, ele não volta a ser igual o que era antes. Quando a gente volta ao médico e ele tira o gesso, o que que ele fala? Agora começa o seu trabalho. Agora eu vou te encaminhar para uma fisioterapia. E a gente na fisioterapia vai precisar se esforçar, ir frequentemente na fazer 10 sessões, 20, 30 sessões, né? Normalmente é de 10 em 10 que ajusta ali

gora eu vou te encaminhar para uma fisioterapia. E a gente na fisioterapia vai precisar se esforçar, ir frequentemente na fazer 10 sessões, 20, 30 sessões, né? Normalmente é de 10 em 10 que ajusta ali o a autorização do plano de saúde. E nessa de fazer a fisioterapia, eu preciso me esforçar. Nem sempre é prazeroso. Às vezes a gente vai sentir dor, às vezes a gente senti vontade de não fazer, mas é necessário. Se eu quero voltar com o meu braço, a minha perna na moviment locomover normalmente, eu preciso da fisioterapia. E a gente buscando a nossa enfermidade, a gente vai ter o momento da fisioterapia. E a fisioterapia pensando na enfermidade, né, da alma, é a reforma íntima. Então, a gente precisa nessa investigação de entender por que tô, eu tô com a enfermidade, por que tá doendo, eu preciso me esforçar para identificar e a melhorar ao mesmo tempo, porque se a doença for expiação, eu tô ajustando o equívoco do passado, mas eu tô fazendo minha reforma íntima. Então, a probabilidade de eu voltar incorrer do mesmo erro, ela diminui. Digamos que é um reajuste de rota. Então, se a enfermidade é um reajuste de rota e eu estou fazendo minha reforma íntima, tá tudo certo. Eu eu errei a rota, tô fazendo a reforma íntima, tô ajustando a minha rota e ao mesmo tempo a doença também vai embora. E por último, se for uma coisa mais missionária na doença de ser um exemplo para o meu entorno, que a gente lide com a com a enfermidade, com a doença de uma forma mais leve, na medida do possível. Não quer dizer que a gente vai sofrer, não quer dizer que a gente não vai sentir dor, vai ter, mas que a gente possa ter essa mensagem de Joana nos nossos corações nessa certeza de que Jesus tá amparando a cada um de nós. Ele disse que nenhuma ovelha seria perdida. Então, independente do estágio que a gente possa estar ocorrendo, seja doença física ou emocional, a gente tem amparo. E vamos e não vamos esperar que o milagre aconteça de forma externa. Vamos ser o milagre em nossas vidas. Vamos

que a gente possa estar ocorrendo, seja doença física ou emocional, a gente tem amparo. E vamos e não vamos esperar que o milagre aconteça de forma externa. Vamos ser o milagre em nossas vidas. Vamos procurar a medicina material, vamos procurar a medicina espiritual, porque a gente se esforçando, a espiritualidade também nos ajudando, é o que vai fazer a gente conquistar de fato a cura de nossa alma. Muito obrigado. >> Nós é que agradecemos ao Anderson o estudo, a preocupação de trazer de forma tão clara, eh, tão didática e possível de ser executada nos nossos dias a dia as recomendações de Joana de Angângeles. E assim agradecidos a Deus, nosso pai, ao nosso palestrante pelo trabalho, pelo empenho. Vamos fazer uma pequena prece, elevando nossos corações a Deus e agradecendo a espiritualidade amiga que nos acompanha sempre e que aqui está presente, buscando trazer a cada um aquilo de que mais necessita. E assim agradecemos. Vamos encerrar essa primeira etapa do trabalho e o passe será feito e logo adiante no salãozinho, no salão não, nas salinhas de passe lá adiante, a nossa amiga Nádia vai ajudar a compor a fila e atender a todos. Eu só queria terminar dizendo que nesse próximo fim de semana, sexta, sábado e domingo, nós vamos ter a mostra de arte e cultura espírita. Vai ter um bocado de coisa. O pessoal do teatro teve de noite aqui ensaiando para apresentar uma peça. Tem o coral, coral de adultos, coral de crianças. Vai ter também muita, muita venda de pinturas mediúnicas, todas muito bonitas. Se vocês quiserem ter uma amostra, é só reparar nas pinturas que estão nas salas de passe e na sala de de espera do passe. Muita coisa bonita. e contação de história, artesanato, também o artesanato feito pelas pessoas eh assistidas pela comunhão que será vendido. Haverá palestra também. E obviamente como nós somos seres alimentados, vai ter comidinhas, vai ter comida, vai ter almoço no sábado e no domingo e vai ter durante os outros momentos pastel, bolo, outros doces, coisas de

bém. E obviamente como nós somos seres alimentados, vai ter comidinhas, vai ter comida, vai ter almoço no sábado e no domingo e vai ter durante os outros momentos pastel, bolo, outros doces, coisas de refrigerante, coisas que possam nos alegrar o estômago. Então, estão todos convidados sexta, sábado e domingo. Sexta começa a partir das 6 da tarde. sábado mais cedo, 10 da manhã e no domingo a partir do meio-dia já com o almoço. Obrigada a todos e a gente se vê lá. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a

s se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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