POR QUE OS DESAFIOS SE REPETEM? - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 22/08/2025 (há 7 meses) 49:26 1,052 visualizações

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Transcrição

ser de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Bom dia a todos. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Nesta manhã, sexta-feira, estamos aqui com o nosso irmão Anderson Portugal para o tema Por desafios se repetem. Vamos ouvir as reflexões do nosso irmão e o que temos para nós hoje aqui. Fazer uma breve leitura desse livro Vida Feliz, psicografado por Edivaldo Franco, ditado pelo espírito sua mentora Joana de Angeles. Ela vai falar do amor. Nunca percas a esperança. Haja o que houver. Permanece confiando se tudo estiver contra o tiver contra o e o insucesso te ameaçar com o desespero ainda aí espera a divina ajuda. Somente nos acontece o que será de melhor para nós. Lei de Deus é de amor, e o amor tudo pode, tudo faz. Quando pensares que o socorro não te chegará em tempo, se continuares esperando, descobrirá alegre que ele te alcançou minutos antes do desastre. Quem se desespera jamais Quem se desespera já perdeu parte da luta que irá travar. Avançando prejudicado, que possamos fechar os nossos olhos, aproveitar o ambiente desse auditório, Dr. Bezerra de Menezes, que leva o seu nome, o diretor espiritual desta casa, a equipe que trabalha neste horário, a equipe espiritual que harmoniza todo esse ambiente, que prepara com esses perfumes de flores, que possamos dizer: "Pai amado, mestre Jesus. Queridos amigos espirituais, nossos guias. Obrigado por mais uma oportunidade aqui estar presente nessa casa de oração. Obrigado por todos aqueles que materialmente preparam esse ambiente. Sim, mestre Jesus, te agradecemos e pedimos a permissão para dar início a mais uma manhã de estudo nesta casa de prece na comunhão espírita de Brasília. Dando

que materialmente preparam esse ambiente. Sim, mestre Jesus, te agradecemos e pedimos a permissão para dar início a mais uma manhã de estudo nesta casa de prece na comunhão espírita de Brasília. Dando graças a Deus e graças a Jesus, vamos passar a palavra para o nosso irmão e ouvir as explanações de hoje. Boa palestra, meu irmão. >> Muito bom dia a todos que estão aqui no Salão Bezerra de Menezes. Aqueles que nos acompanham também pela internet, né? Seja agora ao vivo ou depois de forma gravada. saudando todos que estão aqui no no chat, Jennifer, Leandro, Isabela, Raquel, né? Dá um abraço aí especial pro Leandro, que eu tô vendo que ele tá falando de Miami, né? A gente pensa no fuso horário, já é um pouco difícil, né? A gente acordar cedinho e tá aqui 8 da manhã na comunhão, né? Imagina num fuso horário menor, né? Então, provavelmente lá é um um horário bem menor. Então, deixar aí um abraço especial de quem nos acompanha aí em outros horários, né? nessa e trazer, né, o a gente ouvir algumas reflexões, né, alguma proposta para nos ajudar nessa batalha do do dia a dia, né, na na nossa reforma íntima. E aí eu trouxe o tema, né, porque os desafios se repetem. Essa mensagem inicial, né, de Joana falando que tudo o que nos acontece é porque existe um propósito, né? Estamos todos imersos no amor divino, né? Então, a seja o que for, por mais difícil que possa ser a situação que esteja diante de nós, existe um plano divino com um propósito. Só que tem algumas situações que acabam se repetindo, aquelas situações em que a gente resolve, pensa que resolveu e ela se repete. situações que acontecem ao nosso redor, que é como se fosse um gatilho pra gente perder o equilíbrio. Então, tem determinadas palavras, determinados atos que algumas pessoas fazem ao nosso redor e lançam o gatilho e a gente se desequilibra e a gente perde o eixo, a gente fica um pouco com mais de raiva, às vezes um pouco mais de orgulho. E aí, por que que isso acontece? É, essa é o a proposta da reflexão da palestra de hoje. E aí para

a e a gente perde o eixo, a gente fica um pouco com mais de raiva, às vezes um pouco mais de orgulho. E aí, por que que isso acontece? É, essa é o a proposta da reflexão da palestra de hoje. E aí para me ajudar, né, não vou fazer isso sozinho, eu vou pedir ajuda de Joana de Ângeles, né, que é a mesma autora do livro da inicial que o Wagner leu. E aí nesse livro aqui, né, Cendas Luminosas, psografado pelo Divaldo Pereira Franco. No mês passado eu trouxe, né, dois capítulos desse livro, né? Então, eu faço uma palestra aqui na quarta-feira e uma na sexta-feira. Então, eu fiz o capítulo um numa sexta, o capítulo dois numa quarta e aí esse mês eu resolvi repetir a dobradinha. Então, hoje a gente vai refletir sobre o capítulo três e na quarta-feira, tem duas semanas refletimos sobre o capítulo quatro. E aí eu não sei uma uma forma de inspiração, eu tenho feito algo similar, né, no existe um programa na Páginas Espíritas que passa no na TV Comunhão, é um outro canal, né, da Comunão Espírita de Brasília. Nós temos diversos programas lá, temos programas semanais à noite, temos programas diários que inclusive o Wagner conduz, né, ali com outros amigos aqui da Com Espírita de Brasília. E são formas da gente tá refletindo. Então, lá na página de espíritos, a gente tá refletindo sobre o livro Boa Nova. Então, o livro Boa Nova, eu faço a leitura e trago algumas reflexões. Aqui na palestra não dá para fazer uma leitura por completo, mas eu trouxe alguns trechos para ler e refletir. E aí eu vou começar a fazer eh nos próximos meses a mesma coisa, né? Então agora a gente tá no capítulo três que a Joana de Angeles nomeia como passou aqui o a página desafios ao ideal. E ela começa assim o capítulo a a perseverança. Em qualquer realização superior existe vasta cópia de resistência contra o desânimo e todos os demais agentes de perturbação que conspiram vigorosamente em favor do abandono do empreendimento abraçado. Então, em qualquer proposta, qualquer projeto que a gente assuma, inevitavelmente a gente vai lidar em

entes de perturbação que conspiram vigorosamente em favor do abandono do empreendimento abraçado. Então, em qualquer proposta, qualquer projeto que a gente assuma, inevitavelmente a gente vai lidar em algum momento com desânimo, alguma perturbação que acaba nos convidando a abandonar aquele projeto que a gente abraçou. Mais à frente, ela vai falar o seguinte, que em determinadas situações, diversos fatores que acontecem ao nosso redor intensificam esse convite ao abandono. Ela fala assim, ó, são as incompreensões dos que se comprazem na inutilidade e não permitem que outros realizem aquilo que eles justificam ser impraticável ou impossível de ser executado. Então aqui ela já coloca que são as pessoas que estão ao nosso redor que vejam, elas estão observando o nosso intento e como elas não conseguem fazer algo parecido ou elas julgam ser impossível, elas querem passar essa ideia para nós assim: "Pô, você tem certeza que você vai para esse caminho? Ixe, vai dar errado. Com certeza vai dar errado. Eu já tentei, não consegui. Por que que você vai conseguir?" Depois ela coloca assim, ó. os observatores destrutivos que se caracterizam pela ótica da censura e da interpretação doentia de tudo quanto defrontam e não fazem. Então, em aquelas situações em que a pessoa até gostaria de fazer, mas tem receio e não faz. E ao observar alguém que tem a coragem de fazer, aquilo a incomoda, né? Então, não é raro, principalmente no ambiente de trabalho, a gente percebe algumas pessoas tomando decisões corajosas, ousadas, que a gente talvez não teria condições. E existem duas possibilidades, uma de você se orgulhar pelo outro, né? Falar assim: "Poxa, que legal, eu gostaria de ter a sua coragem, né, pô, desejo sorte para você". Mas também tem um comentário que é o que a Jonathan tá trazendo aqui daquele assim: "Vixe, isso aí não vai dar certo, isso vai dar errado, mas lá no íntimo ela também gostaria de ter a coragem que a outra pessoa está tendo." E aí ela coloca aqui de agressores sistemático, ela fala de língua felina,

não vai dar certo, isso vai dar errado, mas lá no íntimo ela também gostaria de ter a coragem que a outra pessoa está tendo." E aí ela coloca aqui de agressores sistemático, ela fala de língua felina, né? Porque a palavra tem esse poder. Então tem palavras que se pessoas que se utilizam de sarcasmo, ironia, né? Para poder dar a aquela alfinetada, né? E aí, eh, essa, essa perspectiva, né, ela chama aqui do os fiscais do progresso alheio. Então, é, são aquelas pessoas que estão mais preocupadas o que que os outros estão fazendo do que que ela mesma tá fazendo. Então, quando a gente se propõe a algum projeto, alguma batalha, alguma alguma ação que a gente queira fazer, a gente vai ter os fiscais do progresso ali, né? O que a gente às vezes fala da, né, sempre tem aquela, entre aspas, né, a vizinha fofoqueira, né, o vizinho fofoqueiro que tá olhando o que a gente tá fazendo, tá apontando, começa a questionar a gente assim, poxa, mas cada um tem a sua vida, né? E aí ela fala que esse eh fiscais de progresso aleheio são observadores destrutivos, né? São vozes externas que querem limitar os nossos sonhos, limitar o que a gente quer fazer. Esse é o primeiro alerta que ela traz. O outro ponto que ela traz aqui, mas eu não fiz a leitura, que é é a imagem, por exemplo, de uma árvore e o vento. O vento, por mais forte que seja, a intenção da natureza não é derrubar a árvore. A árvore tem a sua função, mas é como se fosse um teste para perceber o quão profunda está a raiz da árvore. Porque se a gente for ver situações em que o vento tá muito forte e a árvore balança, balança e não cai, é porque a raiz dela tá muito forte. Então, esses desafios que acontecem ao nosso redor, esses fiscais do progresso alheio que estão ao nosso redor, a gente precisa começar a observar eles como o vento que a natureza tá nos trazendo para nos testar se a nossa raiz está profunda. Por quê? Se eu estou com os meus valores refletidos, eu eu tenho os valores que eu acho que é o correto, alguns que eu

nto que a natureza tá nos trazendo para nos testar se a nossa raiz está profunda. Por quê? Se eu estou com os meus valores refletidos, eu eu tenho os valores que eu acho que é o correto, alguns que eu não abro mão e outros que eu até posso flexibilizar. Se eu acredito que o meu planejamento, o meu projeto, ele vai me ajudar e vai contribuir, não importa o que o outro fale. A gente pode até dar o direito do outro se manifestar, o direito do outro não concordar com o que eu decidi para minha vida. Mas aí para nesse direito, a gente precisa se esforçar para que a minha raiz tá profunda. Independente do vento que aconteça ao redor, eu tô aqui. Tem até um uma música do do do nobre que ele fala, né, a o verso que ele fala assim: "Eu envergo, mas não quebro". É como se fosse também o bambu, né? Babu, ele enverga, enverga, mas é muito difícil de quebrar ele. Então ela, a, a Joana, ela traz a perspectiva de assim de todo esse vozero, todo esse barulho externo é um vento em cima de uma árvore para testar o quão profunda a raiz dela está. Um outro ponto que assim que eu acho que é muito interessante, né? E aí confesso que até um desafio interno pessoal que é o a proposta não é silenciar o ruído externo, é fazer com que a gente consiga ouvir a nossa melodia interna. Como assim? Por mais que esteja o vozio e a confusão ao nosso redor, a gente não tem que se concentrar em silenciar essas vozes. O que a gente tem que se concentrar é ouvir o nosso canto interior. Porque no nosso íntimo a gente tem nossas verdades. A gente para vir à Terra fazemos um planejamento reencarnatório. Então a gente tem os nossos combinados que a gente faz antes de estar aqui bem no nosso interior. Então, ouvindo a essa voz que tá dentro, ouvindo o nosso coração, né, eh, poeticamente falando, a gente vai conseguir, né, ajudar na reflexão, a gente vai conseguir ouvir mais a voz interior e não ouvir tanto as vozes externas, né? Eu falo isso porque isso é um desafio, por exemplo, em treinar a meditação. Porque você, se você consegue

exão, a gente vai conseguir ouvir mais a voz interior e não ouvir tanto as vozes externas, né? Eu falo isso porque isso é um desafio, por exemplo, em treinar a meditação. Porque você, se você consegue executar a meditação, né, na sua essência, você consegue meditar em qualquer lugar. Você consegue meditar num ônibus lotado, no metrô cheio. Você consegue meditar onde esteja tendo som alto, confusões. Isso é um desafio. Uma vez eu vi uma certa situação, eu sofro muito de calor, né? Então, eu tô sempre com calor. Por mais que frio esteja, eu sinto calor. E aí numa desses exercícios de meditação, eu ouvi um professor falando f assim: "Sim, mas se você conseguir se concentrar na dentro de você, o seu corpo tem mecanismos de regular a sua temperatura interna. Então você consegue, independente da da temperatura que está ao seu redor, amenizar esses impactos do mundo externo. Então é um é um desafio. Eu ainda não alcancei, né, essa regulação nem na temperatura, nem com relação a a ouvir, mas é um desafio e é um desafio também que a Joana coloca nesse início do capítulo, né? Eu fui até na no Evangelho Segundo Espiritismo, o último parágrafo é dedicado às preces, né? Então, Kardec, ele faz uma proposta ali de diversas preces, ele faz uma introdução e aí vem a proposta da prece. E quando ele vai falar da prece pros outros, a prece para aqueles que perseguem a gente, que zombam da gente, o Kardec coloca assim, ó: "Não vos aflijais, pois, com as zombarias ou as injúrias e as calunas, calúnias e perseguições, sede humildes e modestos, mas tímidos, mas não tímidos e pusilanos". Então, Kardec coloca o convite de sermos humildes e modestos, assim, de não levar tanto em consideração calúnia, difamação, né, mas também a gente não ficar parado. Então, não é porque eu estou sendo ofendido que eu não posso fazer nada. Se a pessoa tá extrapolando, existem meios legais na justiça dos homens para eu me defender com relação a isso. Mas uma coisa que eu gosto muito de falar lá no que me chama

ue eu não posso fazer nada. Se a pessoa tá extrapolando, existem meios legais na justiça dos homens para eu me defender com relação a isso. Mas uma coisa que eu gosto muito de falar lá no que me chama atenção no livro Boa Nova do Humberto de Campos, em diversos pontos ele coloca Jesus como calmo e sereno. Jesus sorri e responde serenamente. Jesus calmo e sereno observa, ouve. Essa postura. Por mais que esteja ali na turbilhão, a gente precisa se exercitar em sermos calmos e serenos e responder, né? Mas responder com humildade, responder com brandura, não é ser parado, é se movimentar. E aí nessa pesquisa foi um trecho que me chamou atenção, né, que por mais que a gente não se esforce em abafar o o som externo, a gente também não é convidado a ficar parado. A gente pode sim se movimentar, mas depois eh mas depois não, depois a Joana traz o seguinte contexto, né? Esses, porém, né? Então assim, esse vozerio externo, essa confusão, são os mais fáceis adversários de qualquer ideal. falou assim: "Vixe, Jon tá falando então que essa confusão que tá em torno de mim, aquelas pessoas que poderiam estar ajudando e estão me prejudicando, aquelas pessoas que eu gostaria de ter uma voz de consolo, de positividade e não tá dando, isso é o mais fácil. Vamos que ver que ela vai falar. Por quê? porque vem de fora. Isso, essa confusão toda, tem o valor que eles atribua, não merecendo maior consideração. Então, o valor que vai ter todo esse vozerio externo que acontece em torno de nós, vai ter o valor que a gente atribuir a eles. Então, se a gente der muita importância, eles vão ser muito importantes pra nossa vida. Se a gente não der tanta importância, colocar eles na situação do direito do outro se manifestar e ponto final. É isso aí. Então, não merece maior consideração. Há, no entanto, outros que são mais graves e mais difíceis de ser superados porque permanecem no último, no mundo íntimo do próprio idealista. E aí é como se fosse, é um, ela coloca aqui como o eco do passado, né? Então, tem coisas

mais graves e mais difíceis de ser superados porque permanecem no último, no mundo íntimo do próprio idealista. E aí é como se fosse, é um, ela coloca aqui como o eco do passado, né? Então, tem coisas íntimas nossas que é um eco do passado e às vezes de um passado de outras vidas que reverbera até os dias atuais. Então eu falei no início, né, dos desafios que se repetem, né, coisas que estão se repetindo e algumas coisas que se repetem são respostas nossas automáticas, de tal forma que a gente não consiga ter um controle absoluto. É aquela resposta bateu, levou. A pessoa falou uma coisa, a resposta nossa é quase que instantânea. Ou a pessoa agiu de uma forma e a gente age daquele momento. Se a gente tiver um pouco de percepção, a gente se arrepende depois. Às vezes a gente se repente na hora, né? As assim, a gente faz, hum, me equivoquei, não deveria ter feito isso. Às vezes demora um pouco tempo, a gente a a poeira baixa, a gente reflete, vai lá pedir desculpa pra pessoa, acontece. A questão é quando isso se repete. Quando isso se repete e toma conta da nossa vida, ali é um ponto de melhoria. É esse ponto de melhoria que Joana fala que é mais difícil do que lidar com o vozio externo, né? E aí, né, eu gosto sempre de trazer um um filme, né, para ajudar a gente nessa reflexão. E aí e veio, né, na na na intuição o filme do Divertidamente, né? Então, é um filme da Disney e da Pixa, né? Os filmes da Disney da Pixa há muito tempo já não são só mais para crianças, né? Eles também são para adultos. Se, se a gente for reparar, são filmes que tratam da reforma íntima, são filmes que você vê que o personagem principal tá numa luta interna e tá se ajustando. E no, nesse filme, divertidamente, existe uma sala de comando onde as emoções estão brigando entre si para assumir o controle da sala de comando. Então, a alegria assume o controle é de um jeito, a tristeza assume o controle é de outro jeito, a raiva, né? E no início do filme é muito legal porque a Harley, que é o personagem principal, ela tá

. Então, a alegria assume o controle é de um jeito, a tristeza assume o controle é de outro jeito, a raiva, né? E no início do filme é muito legal porque a Harley, que é o personagem principal, ela tá bebê, é pequena e a gente percebe que em as emoções entram ali bem suavemente, né? Então assim, ela tá tá correndo, aí tem um fio na sala que se ela tropeçar vai cair o abaju, vai se machucar. Aí o medo vai e toma conta da sala de comando. Aí ela passa. Aí vem uma, a, o pai vai dar brócolis pra criança, aí vem a toma conta da sala de controle, não, brócolis não. E aí joga o brócolis pro alto e aí vem a tristeza, né? Quando lá ela tava brincando com o ursinho, arranca a cabeça do ursinho, aí quem toma conta da sala de controle é a tristeza. Só que ela vai crescendo e e esses disputa pela sala de comanda, ela fica às vezes em alguns momentos mais intensas, né? E tanto no divertidamente um quanto no divertidamente dois, o objetivo das emoções é tomar conta da sala de controle. Tanto que no divertidamente dois, as emoções da infância são enclausuladas num pote, né? E aí o medo fala uma frase que eu achei muito engraçada, que ele grita e fala assim: "Somos emoções reprimidas". Olha a profundidade de uma frase num filme infantil que a gente lida e é um desafio para nós como adultos lidar com emoções reprimidas às vezes desde a nossa infância. Então, nesse filme, divertidamente, é essa disputa do das emoções. E se a gente for fazer uma analogia com a leitura do texto da Joana, quando eu não percebo e uma emoção toma conta do da minha sala de controle e eu não consigo estar ajustando, ali existe um ponto de melhoria. Ali a vida tá me convidando a perceber por que isso se repete, porque a minha reação para esse caso é sempre assim. E eu não gostaria de estar fazendo isso. Se algo que eu não gostaria, que tá se repetindo, é um eco do passado que tá vindo à tona para lidar com ele. E a gente negar isso, a gente só vai estar adiando uma lição que é inevitável, uma lição que só depende

u não gostaria, que tá se repetindo, é um eco do passado que tá vindo à tona para lidar com ele. E a gente negar isso, a gente só vai estar adiando uma lição que é inevitável, uma lição que só depende de nós. Então, esse é um outro ponto que eu achei interessante, porque tudo que tá dentro de nós, as nossas emoções, nossas decisões, é fruto de decisões de milênios, são frutos de experiências que nós tivemos, coisas que a gente se resolveu não nos incomoda mais. Vem e a gente fala assim: "Poxa, não, não é o sentimento, não é isso que eu quero". E aí a gente já tá dominando. O que a gente precisa ficar atento é que as emoções que vêm e a gente em algum momento, por mais breve que seja, a gente perde o controle. O outro ponto, né, eh, que aí é é uma questão que é sempre importante a gente ficar em mente, é a questão 919 do livro dos espíritos, que é Santo Agostinho que responde ela para Kardec, né? Kardec questionando a espiritualidade, qual é o meio mais eficaz da gente se aprimorar, da gente domar nossas mais inclinações? E a resposta é que um filósofo da antiguidade já vos disse: "Conhece-te a ti mesmo". E depois, na 90A, Kardec pergunta: "Como fazer isso?" E aí Santo Agostinho dá um faz um texto, né? um tratado praticamente dizendo pra gente fazer o que ele fazia enquanto era encarnado de refletir na vida dele, no dia dele, o que que aconteceu, o que que foi bom, o que que foi ruim, qual é a queixa que alguém poderia ter dele daquele dia. E aí essas perguntas de fazer no final do dia ajudou ele perceber melhorias que ele precisava fazer no seu próprio íntimo. A Joana vai pegar um outro, uma outra situação no, no capítulo. Ela vai pegar o apóstolo Paulo. Apóstolo Paulo, que era Saulo, se converte, né, vira Paulo e começa a propagar o cristianismo. Historiadores falam que nós não teríamos o cristianismo na concepção que nós temos hoje se não fosse Paulo. Porque Paulo vai direcionar a mensagem do Cristo para os chamados gentios, os chamados não judeus. Porque na época

e nós não teríamos o cristianismo na concepção que nós temos hoje se não fosse Paulo. Porque Paulo vai direcionar a mensagem do Cristo para os chamados gentios, os chamados não judeus. Porque na época toda o ensinamento de Jesus tava preso, né? Tava dentro da cultura judaica. era um grupo que refletia sobre o ensinamento de Jesus no contexto judaico. Se a gente for ver eh entrevistas, né, de alguns rabinos, eles enxergam, alguns que são mais brandos, Jesus como um fariseu. Porque o fariseu, se a gente for lá na introdução do livro do Evangelho Segundo Espiritismo, a gente vai ver que eram aqueles mestres que pegavam a Torá e refletiam sobre ela. Então eles debatiam sobre a Torá, traziam reflexões sobre a Torá, entendimentos, interpretações, como Jesus fez isso de fato, né? Ele pegou a lei de Moisés e trouxe a perspectiva ali de Jesus. Então eles entendem como se fosse como ele tivesse sido um fariseu, né? E ponto. Então ali ficaria preso Paulo. O que que ele faz? Ele traz a mensagem de Jesus para fora do povo judaico. Então ele expande. Só que ele expande de um jeito que ele acaba sendo reverenciado. Ele fica sendo a referência de diversos povos. Ele funda igrejas em diversos lugares. As igrejas começam a pedir ajuda e ele fica no conflito de como é que ele vai conseguir, né? E aí, se você for ver o o no livro Paulo Estevão, ele tem um encontro com Jesus onde ele expõe essa essa reflexão e dali vem a ideia, a orientação de escrever para esses povos. Então Paulo não precisava mais ir até a igreja para explicar alguma coisa. Ele podia ir até a igreja pela carta. E aí agora a gente tem as cartas de Paulo e em determinadas situações. E aí a Joana vai usar a segunda carta de Coríntios, né, que Paulo faz, né, ao povo de Coríntios, onde ele fala que eh o apóstolo Paulo se empenhara totalmente na propagação do evangelho e na sua vivência. Ele confessou que foi posto na carne um espinho, graças ao qual sofria esbofetear constante, envidando que se obercesse, derrapando em

mpenhara totalmente na propagação do evangelho e na sua vivência. Ele confessou que foi posto na carne um espinho, graças ao qual sofria esbofetear constante, envidando que se obercesse, derrapando em comprometimentos mais graves. Então, obercer é ficar soberbo, né? Então, assim, ele era uma referência, então todo mundo elogiava, todo mundo procurava isso, ele podia ficar com cheio de vaidade, se sentindo melhor do que os demais. E aí ele fala que colocou na carne um spin, que é foi as as injúrias, as defamações para ele contrabalancear esse excesso de elogios que ele também recebia, né? E aí ela fala que assim, o idealista comum, no entanto, traz os espinhos das imperfeições que devem superar em razão da procedência menos digna de onde vem deambulando. Deambulando é caminhar sem destino. Então ela diz que nós, né, nas nossas imperfeições somos convidados, né, a temos as nossas imperfeições e essas imperfeições elas vão meio que apontando um caminho. Sem elas a gente poderia ficar sem rumo. Então, a gente tá saindo do rumo, vem algum espinho ali, dá uma cutucada na gente, a gente volta pro eixo. Como se você tiver, tô quase eh, quem já dirigiu com sono pode ter essa percepção, né? A gente tá com sono, tá lutando contra o sono e resolveu ainda insistir, dirigir porque tá faltando um pouquinho de espaço. E às vezes começa a vir aquela quase fechar o olho. E aí nesse de quase fechar o olho, você leva um susto e desperta. Aquele quase sono some poríodo curto de tempo, mas ele some. É como se fosse isso. Eu tô quase dormindo, eu tô quase saindo do eixo, vem ali o despertar, o espinho e pum, e eu volto pro eixo. Então é essa a perspectiva, né, que a Joana então ela coloca que esse espinho é como se fosse um mestre disfarçado de problema. É algo que vem, que Deus coloca na nossa vida como uma forma de aprendizado. Então, aquele desafio que tende a se repetir no nosso dia a dia, em algumas situações, é um aprendizado que a gente ainda não consolidou. É a misericórdia divina querendo nos

uma forma de aprendizado. Então, aquele desafio que tende a se repetir no nosso dia a dia, em algumas situações, é um aprendizado que a gente ainda não consolidou. É a misericórdia divina querendo nos ensinar algo que a gente ainda não aprendeu. É como se Deus estivesse falando para assim: "Olha, tá aí." falei assim: "Pô, mas já aconteceu isso comigo o ano passado, por que que tá acontecendo isso aqui de novo?" Talvez Deus possa estar falando pra gente que a gente ainda não aprendeu a nossa lição. Porque se a gente for na essência do contexto espírita, né, ali do espiritismo, a gente tá aqui na Terra para melhorarmos a nossa versão. Deus quer a nossa melhor versão. Só que existem lições que a gente precisa passar. Ela não vai ser instantânea, como na escola que a gente precisa fazer os trabalhos, os testes, as provas. Na nossa vida também temos nossos trabalhos, nossos testes, nossas provas. A gente pode falar no nosso íntimo assim, ó: "Eu aprendi a ser paciente, estou tranquilo com esse ponto." E aí vem a a vida e começa a colocar situações pra gente provar que está sendo paciente. Ah, orgulhoso? Não, orgulhoso eu não sou não. Bem, vamos ver. Vamos deixar você conquistar alguma coisa e depois vamos te tirar. E aí, será que a gente de fato não está sendo orgulhoso? Será que de fato vou conseguir ser humilde, aceitar a decisão de Deus de não é esse caminho, embora a gente às vezes gostaria daquele caminho? São reflexões que a gente precisa fazer. Um outro ponto que eu ia trazer aqui, né? Mas aí fica o convite para quem se interessar nessa perspectiva, né? De ver a palestra da da quarta-feira que eu fiz. O tema foi a coragem de ser fiel a si mesmo. Na palestra, eu tratei que às vezes a gente pode ser tratado como um louco no momento em que a gente decide ser fiel a si mesmo, aos nossos ideais e isso entrar em em combate com outro, com o que o mundo acha que é o correto. E fal assim: "Poxa, isso aí a pessoa se perdeu a noção." Só que a gente precisa perceber que a consciência tranquila é o

e isso entrar em em combate com outro, com o que o mundo acha que é o correto. E fal assim: "Poxa, isso aí a pessoa se perdeu a noção." Só que a gente precisa perceber que a consciência tranquila é o nosso rumo. O porto ali da tranquilidade é o nosso rumo e nem sempre ela vai est em congruência com o que o mundo acha que é correto. Então a gente em alguns momentos pode ser tratado como diferente, mas se eu tô tranquilo comigo mesmo, se eu tô ali tranquilo, essa esse vozerio externo não vai nos abalar, tá? E aí na nessa perspectiva e nessa pergunta da palestra, por que que os desafios se repetem? Fica o convite da reflexão de se é algo que eu tô sempre repetindo numa resposta minha interna, é um desafio que eu preciso me ajustar. É algo que a vida tá nos mostrando de que olha, isso aqui você precisa melhorar no seu íntimo. E aí cada um vai ter um um tempo, cada um vai ter uma forma de lidar. Às vezes a gente não consegue lidar com isso sozinho. Precisamos de ajuda. Procuremos ajuda da medicina material, né? né? Nós temos psicólogos, psiquiatras que fazem um ótimo trabalho, né, nessa ajuda de da viagem interior. Nós temos na casa espírita atendimento fraterno, né? Eu tô ali com os pensamentos um pouco confuso, preciso de uma orientação. O atendimento fraterno aqui na comunhão tem todos os dias, inclusive de forma online. Em outros centros espíritos também existe essa oferta. O estudo é muito importante porque ao estudar, ao refletir, o espiritismo nos convida a dar fé raciocinada. Então, a gente é convidado a questionar, a perguntar, né, a sempre pensar melhor, né? Duvidemos daquelas pessoas, seja encarnado ou desencarnado, que tenha respostas prontas para tudo. A gente, na maioria das vezes, no espiritismo, vamos ouvir a palavra depende, pode ser, quem sabe, porque na essência a gente não tem todo o rol de verdade. A gente tem só uma parte do quadro da vida. Então, é muito complicado a gente ter afirmações, fazer predileções, né? Eh, falar do futuro. Então, cuidado.

ssência a gente não tem todo o rol de verdade. A gente tem só uma parte do quadro da vida. Então, é muito complicado a gente ter afirmações, fazer predileções, né? Eh, falar do futuro. Então, cuidado. A gente precisa trocar a resistência por reverência. Então, assim, vem o desafio, ao invés de resistir contra ele, aceitar ele, perceber. E esse é o primeiro convite que eu gostaria de trazer para vocês, né, encerrando a palestra, como um desafio, que a gente observe hoje, sexta, no final de semana, o desafio que tá vindo na nossa vida de forma recorrente. E ao invés de reclamar com Deus daquele desafio, a gente fale com Deus, com Jesus, mestre, por o que que esse desafio tá vindo para me ensinar? O que que eu preciso aprender nessa lição que eu ainda não aprendi? A resposta ela não vai ser imediata, mas a gente precisa ter essa pergunta dentro de nós, porque a gente vai mudar a perspectiva de vítima daquele desafio que tá sempre se repetindo para protagonista de ação, para executar algo que eu ainda preciso aprender. Também um outro nessa perspectiva, né, eu não vou conseguir me aprofundar muito, um outro filme que eu ia falar aqui, que é um filme um pouco mais antigo, é chamado Fentiço do Tempo. O personagem ele fica preso no mesmo dia e a coisa fica se repetindo. Então ele fica na negação, ele se revolta, ele fica ali parado e quando ele vira a chave e começa a mudar a perspectiva dele, as ações dele, aí ele sai desse looping, né, que é quase que infinito, repetindo, vivendo sempre o mesmo dia. Então, seja com esse filme do Fentço do Tempo, seja com o filme Divertidamente, também fica o convite da gente, né, assistir um desses filmes ou os dois, se quiser maratonar, mas nessa perspectiva da palestra de hoje, né, desse convite, porque o desafio ele vai ser uma porta para um outro uma outro desafio. O espinho, né, ele vai ser um mestre que tá ali nos convidando a aprender alguma coisa. E a repetição é a misericórdia divina nos trazendo a lição de uma forma branda. né, por mais difícil que seja,

. O espinho, né, ele vai ser um mestre que tá ali nos convidando a aprender alguma coisa. E a repetição é a misericórdia divina nos trazendo a lição de uma forma branda. né, por mais difícil que seja, mas é uma forma branda, porque ela vai se repetindo até a gente aprender, que a gente possa sair, né, com dessa palestra, né, com esse com essa reflexão e de que e esse convite de assistir o filme nessa nessa perspectiva eh dos desafios se repetindo, não como uma punição, mas como um convite à gente se melhorar enquanto espíritos, né? Muita paz para todos. Queria agradecer ao Anderson pela sua explanação, agradecer aqueles que estão nos ouvindo através dos canais, né? Temos aqui a Nádia, a Raquel, a Isabela, Bárbara Brito, ó, tá aqui nossa querida Bárbara Brito, Carla Silva, Pedro e demais e a Maria Madalena que possamos, que vocês possam receber as nossas vibrações, todos que estão aqui, a Jennifer, não temos como falar o nome de todos, mas que recebam os nossos vibrações. Não esqueçam de ativar as nossas as notificações, seguir a nossa página, compartilhar, levar para que possamos continuar levando o evangelho à luz da doutrina espírita a todos os cantos. Joana deângeles, dentro do raciocínio do nosso irmão, tem uma frase que ela diz: "Não te preocupe mais e segue amando, que ao final dessa jornada, ao olhares para trás, perceberá que as pessoas, os problemas e o mundo nunca foram como tu os via, só foram colocado diante de ti para que evolua como espírito". num seus, numa de suas falas com Divaldo Franco. Então, só queria trazer esse complemento, como nosso irmão falou de Joana, que ela sempre trabalha isso e que possamos sempre buscar este caminho que da reflexão que o nosso irmão deixou hoje de manhã. A comunhão espírita, ela tem os o atendimento fraterno. E nós temos atendimento fraterno à segunda, a quinta, às sexta, aos sábados e agora aos domingos de de 15:30 às 19:30. Temos todas as informações com os horários em nossos painéis ali, nosso painel de informação. Ainda estamos com

no à segunda, a quinta, às sexta, aos sábados e agora aos domingos de de 15:30 às 19:30. Temos todas as informações com os horários em nossos painéis ali, nosso painel de informação. Ainda estamos com a campanha do agasalho. Temos também a informação ali. Amanhã, sábado, nós teremos um evento aqui na comunhão com a nossa querida palestrante espírita que vem do Rio de Janeiro, Ana Teresa Camasmini. Ela tem três livros, é psicóloga, professora universitária e trabalhadora espírita, que é o que ela gosta de ser anunciada. uma grande trabalhadora espírita de um centro espírito no Rio de Janeiro. E amanhã ela nós teremos duas oportunidades aqui, às 17 horas, né, com uma palestra pública e às 19 horas com um bate-papo intermediado pelo nosso querido Ricardo Honório. Então eu convido a todos que queiram participar. Ela vai falar da família, da importância da família, desse núcleo em que vivemos, a família, que é a nossa sala de aula dentro desse planeta escola, que é o planeta Terra. Vamos para a nossa prece e já ir para o nosso encerramento, porque o nosso irmão Antônio está ansioso para chamar todos para o passe. Deus, pai de infinita bondade, mestre amado Jesus, queridos amigos espirituais e guardiões, obrigado pelas explanações hoje do nosso irmão Anderson Portugal, que possamos sair daqui com esse desafio de o que mais nos incomoda durante o dia. que possamos ter mais o olhar amoroso para o nosso próximo, sabendo que o nosso próximo está fazendo o melhor que ele pode, está dando o melhor que ele sabe e está na caminhada de evolução, assim como eu. Que possamos temperar os nossos pensamentos com a paciência, como disse Jesus, ser os pacificadores em qualquer que seja a situação. possamos ser brandos e pacíficos, como Jesus anunciou no sermão da montanha, que possamos sempre buscar estar nessa serenidade, nessa tranquilidade, assim, mestre Jesus, trabalhando o equilíbrio e a ordem, como disse o nosso querido Allan Kardec no Evangelho, possamos dar por encerrado essa prece de

car estar nessa serenidade, nessa tranquilidade, assim, mestre Jesus, trabalhando o equilíbrio e a ordem, como disse o nosso querido Allan Kardec no Evangelho, possamos dar por encerrado essa prece de hoje, esse estudo de hoje, dando graças a Deus e nos preparando para o passe. Assim seja. Peço a todos que mantenham seus celulares no silencioso para que durante o passe não haja nenhuma interrupção. Pode chamar, Antônio. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e

rio necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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