O CÓDIGO DE JESUS PARA VENCER A LUTA INTERNA - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]
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né, a caminho da comunhão, isso é natural. Então, prestar atenção na mensagem inicial e refletir sobre ela ajuda a gente estar presente e aí auxilia todo o trabalho que ele é feito, né, desde que a gente entra aqui na comunhão durante a palestra. E aí a cereja do bolo é o passe, né, que a gente toma depois do a gente recebe, né, depois da palestra. E para fazer essa leitura inicial, eu peguei esse livro aqui chamado Conselhos Úteis, de autoria de Hilda Pereira Magalhães, que foi recebida pela médio Ida Alonso. Esse livro, inclusive, ele foi editado aqui pela comunhão espírita de Brasília mesmo, né? E a Ilda Pereira Magalhães, ela for a mãe da Ilda Alonso. Então são mensagens de uma mãe para uma filha, né? Então eh é um é um bom livro para ter de cabeceira. aquele momento assim que a gente tá precisando de alguma uma luz do alto, a gente pega, abre algo caso tem sempre boas mensagens. Eu abri aqui e caiu no capítulo chamado Conceitos Superiores. Nem todos podem assimilar rapidamente os conceitos superiores a respeito da vida terrena e do seu melhor aproveitamento. Esse conhecimento chega para a grande maioria um pouco tardeamente à custa do sofrimento, da dor e das experiências desagradáveis. Mas é preciso que cada um faça seu aprendizado. O aproveitamento de uns nem sempre é útil para os outros. Desta maneira, não te afadigues com preocupações infrutíferas, que nada aproveitam para ti, nem para aqueles que te cercam. As oportunidades se apresentam para todos e de maneiras diferentes, mas não falham. Dá tempo ao tempo e aguarda com tranquilidade, porque a providência divina, que é tão sábia, no momento oportuno, apresentará as circunstâncias e as condições para que tudo ocorra de maneira favorável ao benefício de todos aqueles que te causam preocupações. Sobretudo, continua confiando e servindo sempre. aqui a a trazendo essa reflexão, né, de que nem todo cada um vai ter o seu momento de refletir sobre os ensinamentos do alto e nessa reflexão assimilar. Então a gente às vezes vai
o e servindo sempre. aqui a a trazendo essa reflexão, né, de que nem todo cada um vai ter o seu momento de refletir sobre os ensinamentos do alto e nessa reflexão assimilar. Então a gente às vezes vai ver o mundo meio atribulado, né? E ela convite para te dar tempo ao tempo, aguardar que a providência divina ajuste as circunstâncias, né? E ela finaliza dizendo pra gente continuar confiando, né? confiando em Deus, nosso pai, e servindo sempre. Após essa reflexão, elevemos nosso pensamento ao alto, agradecendo mais importante, algo que precisamos fazer todos os dias. agradecer ao nosso pai por mais um dia que ele nos dá a oportunidade à nossa frente de escrevermos a nossa história com o nosso livre arbítrio. agradecer toda a espiritualidade que aqui se faz presente, que prepara este ambiente muito antes da gente aqui chegar e nos acompanha neste momento dando remédio para a alma e organizando as nossas energias para o nosso dia a dia. Agradecer também a presença de todos que estão aqui presentes. a gente se conecta no mesmo pensamento trocando energias e reflexões sobre o tema da palestra. Que a gente possa ser acompanhado e abençoado neste momento. Que assim seja. Bem, hoje eu separei, né, coloquei como tema na palestra, né, eh, o código de Jesus para vencer a luta interna, né? Quem é que não tá em luta, né, de alguma forma. E a luta, que é a luta mais importante das nossas vidas, é a luta interna, né? É o que Emanuel chamo, costuma chamar em algumas mensagens do bom combate, né? é a gente chegar no final desta vida sentindo que travou um bom combate, mas não é o combate com o mundo, é o combate consigo mesmo. E a principal âncora, né, que eu vou me utilizar na palestra de hoje é desse livro aqui chamado Palavras de Vida Eterna, também de autoria de Emmanuel, né, eh, que foi recebido pelo médium Francisco Cândido Xavier. Esse livro ele faz parte de uma coleção chamada coleção fonte viva, né? Eh, faz tempo que eu não faço essa reflexão sobre a coleção fonte viva, né? Mas eu sempre quando tenho
Francisco Cândido Xavier. Esse livro ele faz parte de uma coleção chamada coleção fonte viva, né? Eh, faz tempo que eu não faço essa reflexão sobre a coleção fonte viva, né? Mas eu sempre quando tenho oportunidade eu gosto de frisar, porque assim como conselhos ú, né, é uma boa é uma boa coleção pra gente ter na leitura rápida, né? Porque nessa coleção emano pega uma frase do Novo Testamento e faz uma reflexão sobre aquela frase. Às vezes a mesma frase tem reflexões diferentes, né? Mas são momentos paraa gente refletir e são e esse aqui por tá ancorado no Novo Testamento, é uma boa oportunidade para usarmos no evangelho no lar. Então para quem ainda não aplica, fica o convite para aplicar e para quem já faz, fica o convite para fortalecer essa prática. É o momento da semana que a gente separa um dia, um horário. E esse é um compromisso que a gente faz com a espiritualidade. É o mais importante, a gente faz com Jesus. Porque Jesus disse que onde dois ou mais estiverem presentes em nome dele, ele também ali estaria. Então a gente precisa entender, encarar o evangelho no lar. É a gente recebendo uma visita e é a visita ilustre de Jesus. E a espiritualidade fala que nesse momento do evangelho no lar, a gente recebe visita de amigos espirituais, de espíritos que nos querem bem e aproveitam aquele momento para também nos visitar. Então é um momento de festa, né? Aí a gente tem precisa se adaptar, cada família vai ter o seu estilo, né? Então assim, em casa, por exemplo, eu tenho duas crianças, então fica uma leitura mais infantil, aí tem toda uma um tem uma coleção que envolve a Turma da Mônica, por exemplo, e aí vai falar de Jesus usando personagem da Turma da Mônica, né? A gente brinca lá em casa que é o dia da família, né? Então é o momento do evangelho no lar, é o momento que a gente vai ver um filme juntos, é o momento que a gente vai comer algo um pouco diferente que a gente não come no dia a dia, né? Outros chamam de dia do lixo, né? aquele que você põe ali, pode p colocar o pé na
ver um filme juntos, é o momento que a gente vai comer algo um pouco diferente que a gente não come no dia a dia, né? Outros chamam de dia do lixo, né? aquele que você põe ali, pode p colocar o pé na jaca, mas precisa ser o momento da família. Alguém pode pensar assim: "Poxa, mas na minha família, na minha casa, não vai rolar, né, essa ideia. Tudo bem, façamos sozinho." E aí teve uma vez que eh uma das minhas filhas me perguntou, né? Falei assim: "Poxa, mas ela me ouviu falando isso numa palestra". Falou assim: "Pai, mas se fizer sozinho, né, aí Jesus não vem, né?" Porque Jesus falou que tinha que ser dois ou mais, né? Aí sozinho não vai. Mas assim a gente for pensar, a gente na essência nunca tá sozinho. Existe um espírito que nos acompanha desde antes do nascimento e vai ficar conosco até o momento da desencarnação. Alguns chamam ele de mentor, anjo, guardião, anjo da guarda. Não importa a nomenclatura. Existe um espírito que está conectado conosco no pensamento e em qualquer momento que a gente solicitar a ajuda dele, ele vai estar presente. Às vezes a gente pode não conseguir sentir ele, mas ele vai se utilizar de outros mecanismos para que a mensagem chegue até nós. Então a gente chama ali o anjo da guarda, o mentor e aí já não estamos mais sozinho, tá? Nó eu e o mentor fazendo a o evangelho no lar. Mas é muito importante. Por que que eu gostei de fazer esse parente sempre que é oportuno? Porque é uma forma de fortalecermos a nossa casa. Nossa casa a gente faz conexões a todo momento, assim como nossa mente. E o evangelho no lar fortalece. Eu gosto muito de uma reflexão que o Raul Teixeira fez certa vez sobre, né, eh, crendícios populares de como a gente pode proteger a casa. Aí ele comenta do eh colocar a vassoura de cabeça para baixo atrás da porta para que a visita não volte, tomar um banho de arruda, fazer lá jogar o um sprayzinho mágico, tudo isso, né? Se eu realmente acredito, é o é a minha fé em acreditar aquilo que vai fazer a coisa mudar. Mas em essência
a não volte, tomar um banho de arruda, fazer lá jogar o um sprayzinho mágico, tudo isso, né? Se eu realmente acredito, é o é a minha fé em acreditar aquilo que vai fazer a coisa mudar. Mas em essência não é aquilo que tá fazendo a mudança, são os pensamentos. A gente atrai o espírito por afinidade de pensamento, tanto os espíritos que querem fazer o bem quanto que aqueles que querem praticar o mal. Então o evangelho no lar é uma forma da gente fortalecer a nossa casa com pensamentos positivos. E aí os espíritos que querem ali fazer algo positivo vão se sentir atraídos. Alguns espíritos que estão precisando de ajuda também vão estar ali, mas vão ser conduzidos pela espiritualidade. E aqueles que querem fazer bagunça, eh, zoeira dentro da nossa casa, vão ter mais dificuldade. E aí, tendo essa prática, a gente se fortalece. Então, a coleção, né, outros livros também são uma forma de, né, lermos uma frase do Evangelho, refletirmos sobre aquela ali e acabou. Nada sofisticado, nada de eh muito rígido, né? A proposta é estarmos conectados em família e se isso não for possível estarmos conectados com espiritualidade um dia na semana e um horário, né? Então fica ali já o primeiro convite da manhã pra gente implementar o evangelho de lá se a gente não faz ou fortalecer o que nós já fazemos. E eu separei nesse capítulo o capítulo 136 que Emanu chama de na vitória real. E aí a primeira pergunta, né, baseado já na palestra, quem nunca se sentiu nadando contra a maré, esforçando, se esforçando e a sensação é que às vezes não sai do lugar. Ou o ditado popular, né, morrer na praia. Nadei, nadei e morri na praia. Parece que tá tudo conspirando às vezes contra o nosso propósito. Algo semelhante a isso, provavelmente também Jesus passou um pouco antes da preparação dele da crucificação. Porque se a gente observar a história de Jesus, né, a história pública que tá narrada no no Novo Testamento cerca de 3 anos, ele se cercou de um grupo de amigos mais próximos. A história narra como os 12 apóstolos.
nte observar a história de Jesus, né, a história pública que tá narrada no no Novo Testamento cerca de 3 anos, ele se cercou de um grupo de amigos mais próximos. A história narra como os 12 apóstolos. Outros também o seguiam, mas aquele grupo era o grupo que ele confidenciava, que ele falava mais. A gente nesse contexto do espiritismo e do plamento reencarnatório, algo que já fora combinado antes, e ele percebe que ele seria abandonado. Ele percebe que um dos amigos dele o trairia. Ele percebe que aquele apóstolo, aquele discípulo, aquele amigo que ele escolhera para ser a pedra fundamental da igreja que Jesus estava para construir, o negaria. Imaginemos Jesus construindo um jardim florido, cheio de amor. E quem o cercava, ao invés de cultivar as flores, estava prestes a pisoteá-la, a abandoná-la. A gente pode fazer essa analogia também na nossa vida. Quantas vezes a gente, nesse sentimento que eu propus de nadar e nadar e morrer na praia, a gente cultivando o nosso jardim espera que corações amigos também nos ajude a cultivar o nosso jardim e a gente não vê essa boa vontade do lado que a gente espera. O pior, ouvimos palavras ríspidas, ácidas, de pessoas que a gente não imaginaria que eu viria. E aí fica aquele sentimento de abandono. Interessante na percepção de Jesus. E é o trecho que a Emânel destaca nesse capítulo. Emanuel destaca que lá em João capítulo 16 versículo 33 tá registrado que Jesus disse: "Tende bom ânimo, eu venci o mundo". E aí pode ser algo meio que antagônico, né? Assim como Jesus fala que venceu o mundo se ele foi abandonado pelo mundo. Se ele no domingo de Ramos fora aclamado entrando em Jerusalém sobre um burrico. E logo depois ele era humilhado com escárnio. Colocaram uma cruz nas costas dele, sofreu diversas humilhações. como é que ele já percebendo que parceria isso, ele fala que venceu o mundo. Eu até separei, né, esse 1633, porque é um contexto que ele tá conversando com os apóstolos, dando várias orientações. Ele inclusive ele avisa os apóstolos dizendo que eles vão
ala que venceu o mundo. Eu até separei, né, esse 1633, porque é um contexto que ele tá conversando com os apóstolos, dando várias orientações. Ele inclusive ele avisa os apóstolos dizendo que eles vão ser vão ser espalhados e perseguidos no mundo. Ele fala o seguinte, ó. Eis que vem a hora. Então assim, Jesus tava percebendo que a hora da crucificação se aproximava e chegou o momento que vai sejais espalhados cada um para as próprias coisas e me deixei sozinho. Então ele percebeu que estava ia ficar sozinho e os apóstolos não estavam percebendo essa mensagem. Ele inclusive no momento da Santa Cé ele diz, né, que um deles estava prestes a traí-lo. E os apóstolos também não entenderam. E ele tava ali apontando de que os apóstolos também parecia iriam passar por alguma coisa. Então dos 12, né, só há registro de que apenas João, que era o mais novo, não fora, né, eh, martirizado. Os outros 11 foram martirizados. João morreu de velice, né, em num exílio. Então também eles soferiam persegues e ele tava ali avisando. Então como essa sensação de que eu estou sentindo que eu vou ser humilhado, estou sentindo que todos os meus amigos vão me abandonar e mesmo assim eu tenho a sensação de que eu venci no mundo? Esse é um grande mistério. E aí Emanu na reflexão ele começa assim, ó. É importante enumerar algumas das circunstâncias difíceis que se encontrava Jesus quando asseverou perante os discípulos. Tem de bom ânimo, eu venci o mundo. Ele era alguém que na conceituação do mundo não passava de vencido vulgar, né? Tem até uma frase, né, de eh Natanael, né, também conhecido como Bartolomeu, que ele questiona, né, Felipe falando assim: "Pô, de Nazaré há de vir algo bom, né? Então assim, se o Messias tá em Nazaré ou não, não faz sentido. Ele tá vindo de lá. E vamos lembrar que na época o centro do mundo não era Jerusalém, era Roma. A capital do mundo era Roma. Então assim, poxa, se fosse vir o Messias teria que vir de Roma, né? Não de uma vila chamada Nazaré. Mas aí emano continua. Sabia-se
do mundo não era Jerusalém, era Roma. A capital do mundo era Roma. Então assim, poxa, se fosse vir o Messias teria que vir de Roma, né? Não de uma vila chamada Nazaré. Mas aí emano continua. Sabia-se no momento de entrar em amargura a solidão. Então ele percebeu, né, até o relato no Getseman que ele tem suado sangue, tamanha tensão que o corpo dele já estava prevendo o que ia acontecer. Confessava que forem compreendido pelos homens aos quais seera, propusera servir. Então assim, ele foi incompreendido inclusive por aqueles que os acompanhavam. não ignorava que os adversários lhe haviam assaltado a comunidade em formação através de um amigo invigilante. E aí coloca aqui que os adversários e aí adversários no âmbito espiritual, porque existem grupos de espíritos que não gostam de Jesus, que se intitulam inimigos de Jesus e se esforçam para que a mensagem de Jesus não seja espalhada. E esse grupo, né, envolveu Judas Iscariote e ele deixou ser envolvido. E aí coloca aqui, né, através de um amigo invigilante. Jesus não fala, vigiai e orai. Então a gente precisa estar vigilante o tempo todo. E se a gente baixar a nossa guarda, baixar as nossas defesas, pode ser que espíritos que queiram o nosso mal, ou às vezes não necessariamente nosso mal, mas querem o mal de alguém que esteja ao nosso redor, nos utilizem como instrumentos. Então, a vigilância ela é muito importante. Dirigia-se, né, Jesus aos companheiros, anunciando que eles próprios seriam dispersos. E aí é a leitura que eu fiz anterior, né? Jesus avisa que todo mundo ia ser dispersado, que todos iam sofrer perseguição e ele, né, principalmente. Então, ele tava fazendo ali avisos e os discípulos estavam com dificuldade de assimilar a informação. E aí, nesse ponto, né, eh, com relação ao ao evangelho, tem uma parte que Jesus também fala que o, eh, eu até separei aqui, tá em Mateus 13:57, não há profeta sem honra, a não ser na sua pátria e na sua casa. Então, é a reflexão de que no nosso ambiente normalmente a gente vai ser
ambém fala que o, eh, eu até separei aqui, tá em Mateus 13:57, não há profeta sem honra, a não ser na sua pátria e na sua casa. Então, é a reflexão de que no nosso ambiente normalmente a gente vai ser incompreendido, né? Na última quarta, eu também conduzi uma palestra aqui na comunhão de manhã. O tema foi a coragem de sermos fiéis a nós mesmos. E aí, nesse esforço de sermos fiéis ao que a gente acredita que é o certo, pode ser que a gente se sinta um pouco sozinho. Só que na reflexão da palestra, né, quem tiver interesse, só procurar lá lá no YouTube, eu tentei trazer a percepção de que essa solidão ela é um pouco aparente, porque às vezes ela vai organizar as nossas relacionamentos. Então, alguns relacionamentos vão sair realmente da nossa vida, mas vão dar espaço para outros que estão sintonizados com o nosso modo de pensar. Mas na essência, na espiritualidade, a gente nunca está sozinho. A gente se conecta por pensamento e afinidade. Então, a gente vai tá auxiliando a espiritualidade a nos ajudar, né? Existe até o jargão, né? Me ajuda a te ajudar, né? Então, a gente com bons pensamentos, com boas reflexões, a gente consegue ajudar a espiritualidade a também nos ajudar. E acreditem, a gente tem uma legião de espíritos tentando nos ajudar. E às vezes a gente percebe coisas pequenas, não algo como algumas pessoas tm mediunidade afforada de ver ali o espírito do bem, mas às vezes a gente sente um um algo quente dentro de nós, sentimento de calma e tranquilidade. Às vezes é um amigo, alguém que vem nos falar alguma coisa que nos faz refletir, que nos faz pensar, que a gente vai se sentir melhores. E coisas que a gente não esperava de positivo acontecem. A gente, poxa, que legal, né? nem esperava isso e aconteceu. A mensagem ela chega, né? A gente só precisa ficar atento, né? Estar mais presente ao que acontece ao nosso redor. E aí uma outra parte, né, nesses desafios do mundo, né, porque aí Jesus estava ali sentindo o que que ia acontecer e aí depois, né, e aí na hora
né? Estar mais presente ao que acontece ao nosso redor. E aí uma outra parte, né, nesses desafios do mundo, né, porque aí Jesus estava ali sentindo o que que ia acontecer e aí depois, né, e aí na hora que acontece, né, assim, então tá ali a tempestade se formando, ele percebendo, mas ele ficou ali firme. E aí ele ficou firme parado, não? E é uma perspectiva também que o Espiritismo costuma nos trazer nas mensagens de que ainda que esteja acontecendo muita coisa difícil, né, costuma-se falar em dia de glória e dia de luta, né? Às vezes é semana de glória e semana de luta, né? Às vezes a gente passa por um período de luta e o Espiritismo nos convida pra paciência, mas não é paciência parado na hoje, olha, esses dias tá tando tudo errado, o que que eu vou fazer? Vou ficar na minha casa parado, né? Coloco ali o meu cobertor, esses essas manhãs mais frias, né? E vou ficar em casa paradinho. Não é isso. O convite que a espiritualidade nos faz é a paciência ativa. É eu ter paciência que eu estou passando por um momento difícil, mas ele vai passar. É a paciência em ação. Eu preciso continuar a minha vida. Eu preciso respirar fundo. Talvez vai ser aquele momento da minha vida que eu vou falar um pouco menos, que eu vou evitar as discussões, que eu vou ficar mais vigilante do que eu tô falando. Porque quando a gente não tá bem, basta um tropeço na cama ou na mesa que a gente já começa a xingar, já começa a cuspir fogo, a gente fica menos tolerante. E é aí que a gente precisa ficar vigilante. Tem uma história, né, atribuída a Chico, que Chico tava andando e tropeçou. E aí nisso que ele ia tropeçar, ele ia xingar, né, e reclamar, né, a gente é difícil imaginar o Chico Xavier vi xingando, né, mas ele ia reclamar. Reclamar eu acho que é razoável. E aí a mano aparece e fala assim: "Eh, Chico, agradeça". E aí ele fala assim: "Pô, mas vou agradecer porque eu quase tropecei, né? E tá doendo, né? O aquela deve ser aquela batidinha que dá no dedinho, né? do dedo, fale, pô, tá doendo, agradeça. E
gradeça". E aí ele fala assim: "Pô, mas vou agradecer porque eu quase tropecei, né? E tá doendo, né? O aquela deve ser aquela batidinha que dá no dedinho, né? do dedo, fale, pô, tá doendo, agradeça. E aí, tá bom, obrigado aí pelo tropeço, né, e vamos seguir em frente. E aí na no momento do da reunião à noite, né, que aí tinha reunião pública, tinha reunião mediúnica, Emanuel, né, ali no diálogo com Jesus e fala assim, ó, lembra daquele tropeço do começo do dia? Lembra? Então, existiam alguns espíritos que queriam te desarmonizar e at e com isso atrapalhar a nossa reunião e foram eles que fizeram você tropeçar. naquele tropeço, você ia se desarmonizar e ia ser mais difícil você voltar a se conectar aqui conosco e atrapalhar a reunião. Então, no momento em que você, ao invés de reclamar, se pôs a agradecer pelo tropeço, os espíritos não conseguiram intervir e aí você conseguiu manter uma boa harmonia. Então é um pequeno causo, né, do do Chico Xavier, mas a gente pode levar pro nosso dia a dia, quantos tropeços a gente costuma ter no nosso dia a dia. E a nossa reação natural é reclamar, é xingar, às vezes até blasfemar contra Deus. E a gente precisa mudar essa nossa reação. Não quer dizer que eu vou ficar apaixonado por cada tropeço que eu der, né, na cama ou seja onde for. Mas é a gente mudar essa perspectiva diante dos desafios que a gente tem. É essa paciência ativa que o espiritismo nos chama de ainda que esteja doendo, ainda que eu esteja tropeçando, eu preciso seguir em frente. Como dizia a me veio à mente agora a o peixinho do filme Procurando Nemo, né, a Dori, que é o peixinho azulzinho, né, e aí ela fica sempre cantando, né, continue a nadar, continue a nadar, nada, nadar para achar a solução. Essa é a musiquinha dela e é o que a gente precisa fazer. A gente precisa continuar nadando, a gente precisa continuar seguindo em frente para achar a solução. Ele, Emanu continua na reflexão falando, ó, falava sem rebulso da flagelação que seria a vítima, né? Via-se Malquisto
tinuar nadando, a gente precisa continuar seguindo em frente para achar a solução. Ele, Emanu continua na reflexão falando, ó, falava sem rebulso da flagelação que seria a vítima, né? Via-se Malquisto pela maioria, perseguido e traído e aí vai afundando, né? Não desconhecia que lhe envenenavam as intenções, né? Então tem diversos momentos do evangelho de que as perguntas são capiciosas, né? Que fazem para Jesus. Então, Jesus, a gente, essa mulher foi pega em adultério, a lei manda apedrejá-la. E tu o que dizes? Era uma pergunta capiciosa. Outra, Jesus, é justo pagar tributo a César? E aí se ele fala, não, devo pagar o tributo, eu tô sendo a favor de Roma contra os judeus. Não, não tem que pagar o tributo. Eu sou a favor de judeus, mas eu sou contra Roma. Então aquela resposta que se é sim ou não, eu vou estar em maus lenções. E Jesus tem a famosa frase, né? Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Então ele sabia dessas eh segundas intenções nas perguntas. Eh, certificaram-se de que as pessoas mais altamente colocadas, ou seja, né, os sacerdotes, aqueles que tinham conhecimento, eram as primeiras a examinar o melhor processo de confundi-lo, né? Então, queria confundir ele, perceber o ódio que se tornara objeto, principalmente por parte daqueles que pretendiam assambarcar o nome de Deus a serviço de interesses inferiores. Então, eram aqueles que se utilizavam do nome de Deus na proposta, né, ali daquela época, mas tinham em seu interior interesses inferiores. Reconhecia-se a poucos passos da morte a que se inclinaria, condenando sem culpa, né? condenado sem culpa, né? Jesus não tinha culpa. Mesmo assim, ele fora condenado. Entretanto, ele dizia: "Tende bom ânimo, eu venci o mundo". E aí, Emmanuca aqui, ó, quando te encontres em crise, lembra-te do mestre. Então, quando a gente se encontrar no momento de desafio, lembremos de Jesus. Ele não precisaria ter passado por nada daquilo que ele passou e ele não titubiu. Há registro, né, de que ele fora até tentado, né, a pedir os anjos que
trar no momento de desafio, lembremos de Jesus. Ele não precisaria ter passado por nada daquilo que ele passou e ele não titubiu. Há registro, né, de que ele fora até tentado, né, a pedir os anjos que viessem e arrumassem aquela confusão. Ele manteve sereno. Que que ele fala? Seja feita a vontade do pai. Então ele sabia no seu íntimo de que embora incompreendido naquele momento, aquilo se fazia necessário. Tanto que estamos falando dele aqui hoje na perspectiva de como lidar com as dificuldades. Que código é esse que Jesus nos apresenta, né, de ainda estar diante de incompressão ao nosso redor, estarmos sozinhos na nossa luta, ter a sensação íntima de que venceu o mundo. Se a gente for pegar as bem-aventuranças, né, lá do sermão do monte, uma das bem-aventuranças é de que bem-aventurados que são perseguidos pela justiça, pois deles é o reino dos céus. Então assim, ainda que a gente seja perseguido pelo que a gente acredita que é correto, não é algo negativo, é para vermos algo como positivo, porque estamos fiéis ao que de fato Jesus nos ensinou. E aí vai ao encontro do que a gente falou no começo, né, dessa luta interna, que não é uma luta contra o outro, não é uma luta externa. A luta ela é interna, é algo que eu preciso no meu dia a dia, tá? vigilante. O que que eu preciso aprender? O que que eu preciso ajustar? O que que eu preciso transformar na minha vida para que aquele aprendizado não volte a se repetir? Porque às vezes acontece, né? Tem alguma situação na nossa vida que às vezes fica se repetindo. Será que não é Deus nos apresentando a proposta do seguinte? Você ainda não aprendeu essa lição, então ela vai repetir. Se a gente for pegar a analogia como escola, né? é aquela criança adolescente, né, o aluno que tá repetindo a série porque ele ainda não conseguiu conquistar o conhecimento necessário para avançar. E aí repete e aí volta, volta, mas não com sentido punitivo, mas é com amor, né? Imaginemos em algumas crenças que apontam que se você viver no erro, viver no pecado,
ecimento necessário para avançar. E aí repete e aí volta, volta, mas não com sentido punitivo, mas é com amor, né? Imaginemos em algumas crenças que apontam que se você viver no erro, viver no pecado, você pode ser condenado ao inferno eterno. E aí vem o espiritismo apresentar o seguinte: "Não, esse inferno apresentado é uma análise de consciência que a gente mesmo faz e se sente culpado, mas ela não é eterna, porque Deus é amor, Deus é infinita misericórdia. Então ele vai dar oportunidade pra gente ajustar a rota. Então essa repetição às vezes de lições que a gente recebe da vida, é a misericórdia divina em ação, nos convidando a aprender e vai aprende e aí repete. E aí chega uma hora que a gente se ajusta, né? E tem o famoso ditado popular, né? Ou a gente aprende pelo amor ou pela dor. Ou a gente reflete nas mensagens que a gente ouve a todo momento e coloca em prática. Ou vê o próximo. A gente nem pode aprender com outro, né? Então a gente vê alguém se equivocando e aí não olhar o outro com crítica, fofoca. Assim, vixe, a pessoa fez aquilo ali, mas poderia ir para lá, né? Então eu faço essa leitura. Não, o ideal não é para cá, é para cá. E aí quando eu me vejo naquela situação parecida, eu lembro daquela situação que eu observei e falei assim: "Poxa, é aquela caminho que eu devo seguir." Então eu aprendi observando o outro, mas se a mensagem do alto tá vindo, eu vejo falar: "Cara, hoje isso não é para mim ainda, eu vejo o outro se equivocando e decido também ir pro mesmo caminho, aí não tem jeito, a dor vem para ajustar a nossa rota". Eh, um outro ponto, né, que que Emanu faz aí já no último capítulo, ele fala o seguinte, ó. Assim ocorre porque todos os construtores do aperfeiçoamento moral não estão na Terra para vencer o mundo, mas notadamente para vencer o mundo em si mesmos, de modo a servirem ao mundo sempre mais e melhor. Então, na conclusão, no último parágrafo aqui da mensagem, Emanuel coloca assim que a proposta não é vencer no mundo, e sim vencer o mundo em si mesmos. É essa luta
irem ao mundo sempre mais e melhor. Então, na conclusão, no último parágrafo aqui da mensagem, Emanuel coloca assim que a proposta não é vencer no mundo, e sim vencer o mundo em si mesmos. É essa luta interna, porque por mais que a gente possa ver diversas vitórias no mundo, é algo como se fosse um castelo de areia. Para aqueles que forem mais antigos, né, tem a novela Mulheres de Areia, né? E aí tinha aquelas espetáculos, né, na areia de castelos, de esculturas, algo lindo. Mas aquele castelo de areia, aquela escultura linda de areia, se vier uma maré alta, ou nem talvez a maré mais um vento mais forte, pegar aquele vento ali do do Nordeste, por exemplo, o castelo não fica em pé, muito menos a escultura. Então, às vezes, a vitória no mundo é como se fosse esse castelo de areia que com o tempo vai desmoronar. E vencer o mundo em si mesmo é como se de fato fizéssemos um castelo, mas um castelo de diamante, naquele material bruto que, independente da tempestade que esteja à nossa volta, a gente consiga se superar. E nessa reflexão, eu gostaria de trazer toda essa mensagem, né, de Jesus ali sentindo toda a aflição que lhe ocorreria e permaneceu fiel na proposta, permaneceu firme no seu propósito, aceitando o que Deus estava oferecendo para para ele naquele momento. Que a gente possa sair daqui como algumas eh orientações, né? Eh, algo para colocar em prática esse ensinamento de Jesus. O primeiro que é é ancorado muito no que Santo Agostinho diz numa questão do livro dos espíritos, que ele convida a gente se conhecer a si mesmo. Ele convida a gente no final do dia a gente refletir sobre como foi o nosso dia, o que que a gente fez de bom, o que que a gente poderia fazer de diferente, mas eu gostaria de ancorar uma coisa mais simples, né? Então assim, a partir de hoje, quando formos à nossa cama, a gente pensar em algo que a gente fez de bom, algo que a gente se orgulha, f assim, poxa, hoje eu estou feliz comigo mesmo por esse ponto e não tem eh escala de importância. Pode ser assim, pô, hoje
a gente pensar em algo que a gente fez de bom, algo que a gente se orgulha, f assim, poxa, hoje eu estou feliz comigo mesmo por esse ponto e não tem eh escala de importância. Pode ser assim, pô, hoje eu fui paciente no trânsito, já tá valendo. Hoje, naquela situação, eu poderia responder de forma ríspida e eu não respondi, eu respirei fundo. Ou algo que é mais interno ainda, eu vi algo errado e não apontei o erro. Ou como o Espiritismo também nos convida a todo momento, eu fui indulgente para com o próximo. O que que é indulgente? é ver o erro e tentar ver algo positivo naquela situação. É algo assim, poxa, ele tá errando sim, mas, pô, mas pensa bem, ele não deve estar num dia legal, ele tá com problema na família, ele fez isso, tem alguma coisa ali que a gente não tá enxergando. É relativizar, né? Não é passar a mão na cabeça, porque esse diálogo ele é interno da gente. A indulgência ela acontece interna, porque na outra ponta que que aconteceria? Eu viria o erro e faria uma fofoca. falaria mal, sem ao menos tá percebendo que de fato tá acontecendo ali com o irmão ou com a irmã. Então assim, poxa, eu vi o erro e tentei ver algo positivo, também tá valendo. Então a gente vamos no final do dia de hoje fazer esse exercício conosco mesmo e se a gente conseguir se lembrar, internalizar a mensagem de hoje, fazemos isso algo constante. Porque se a gente se observar, né, existe a metáfora do copo, né, você coloca a água no copo, né, aqui tá a garrafa, né? Então, eu posso ver o copo meio cheio ou meio vazio. Quando eu me esforço para ver o copo meio cheio, eu tô conectando todas as minhas células do corpo, todo o meu espírito como algo positivo. E isso vira uma cascata, uma bola de neve positiva. Então fica essa primeira ferramenta que eu gostaria de proporar algo positivo, a gente se orgulhar, falar assim: "Poxa, eu consegui vencer esse ponto no dia de hoje". E a segunda ferramenta é sobre os momentos de crise. Então, uma hora a gente vai entrar em crise, ela vai bater a nossa porta
gulhar, falar assim: "Poxa, eu consegui vencer esse ponto no dia de hoje". E a segunda ferramenta é sobre os momentos de crise. Então, uma hora a gente vai entrar em crise, ela vai bater a nossa porta e provavelmente nessa vida não vai ser uma vez só. Serão vários momentos de crise que passaremos. E aí fica o convite pra gente não entrar em desespero, a gente observar o momento de crise e falar assim: "O que que eu preciso aprender deste momento? O que que eu preciso me transformar neste momento? Será que a vida está me convidando a ser menos orgulhoso? A vida tá me convidando a ser mais paciente, a me desapegar das coisas? a me preocupar mais com o que eu conquisto do espírito do que ao invés do que eu conquisto na matéria. Toda crise existe um convite à transformação. Existe algo que nós somos chamados a nos ajustar. Então fica essa pergunta, porque quando eu ver a crise e começar a perceber assim, o que que eu preciso fazer com essa crise que tá me acontecendo, eu saio do papel de vítima. aquela pessoa pobre, coitado, olha, tá tudo errado e vou para ser protagonista na posição de que o que acontece com a minha vida está em minhas mãos. Então, que fica essa esse convite de todo dia a gente pensar em algo positivo que aconteceu e a gente reforçar esse algo positivo e nos momentos de crise a gente não se desesperar e a gente pensar o que que a gente precisa aprender nesse momento. Porque Jesus dera uma cruz para Jesus. Jesus não ficou, não passou ileso. E a gente também recebe as nossas cruzes. E a gente recebendo as cruzes, que a gente carregue elas, se esforce. Cada um vai ter o seu tamanho de cruz, né? Como diz o Estado Popular, a gente não recebe, né? Eh, fardo pesado para ombro fraco. Então, cada um tem a sua medida. Então, que a gente possa ter essa percepção de que a gente tá ali amparado, a gente tá nessa luta, mas a luta não é contra o outro, ela interna. Então essa é a reflexão da mensagem de hoje. Queria agradecer todos que estão aqui presentes no Salão Bezerra de
e tá ali amparado, a gente tá nessa luta, mas a luta não é contra o outro, ela interna. Então essa é a reflexão da mensagem de hoje. Queria agradecer todos que estão aqui presentes no Salão Bezerra de Menezes, também os que nos acompanham pela pela pelo YouTube, né? Eu não, eu não tô aprendendo assim fazer essa, eh, dobradinha, né, de tá olhando pro pessoal do presencial e olhando pro pessoal que tá na internet, mas sintam-se todos, né, eh abraçados, acolhidos, né, que Jesus possa nos amparar, né, a ao sairmos daqui, sentirmos renovado em nossas energias, né, e nessa luta que ela não é contra o outro, ela é interna. E aí, nessa momento de agradecimento, voltemos a agradecer a a nosso Pai, a Jesus, nosso mestre, nosso guia, que a gente possa trazer pro nosso dia a dia essa mensagem de que ele nos deixou, de que apesar das tribulações, apesar dos desafios que ele estava sentindo que ia passar e passou, ele nos dá a mensagem, o convite para termos bom ânimo. para carregarmos as nossas cruzes e vencer o mundo como ele venceu. Não as conquistas que às vezes a gente vê no mundo, que são superficiais em muitas vezes e transitórios, mas aquela conquista, aquela luta, aquela vitória interna que levaremos desta vida para a nossa vida verdadeira, que é no mundo espiritual. que a gente possa, recebendo essas bênçãos do alto, multiplicarmos ela no nosso ambiente de trabalho, com os nossos colegas, amigos, com as pessoas que encontrarmos no caminho e, principalmente levemos essas bênçãos para o nosso ambiente do lar. que todo aquele que nos encontrar, aquela pessoa que nos encontrarmos hoje, possa sentir essa energia positiva que vem do alto. Sai, saiamos então aqui fortalecidos na manhã de hoje, dizendo graças a Deus, graças a Jesus e que assim seja. Eh, o passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o
ica, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome,
tinuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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