O QUE JESUS ENSINOU SOBRE AUTOESTIMA - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer [música] de coração. A paz dentro [música] de mim que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual o valor >> dessa missão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Estou [música] aqui para agradecer de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a >> Bom dia a todos. Sejam todos muito bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Não só aqueles que aqui já estão na no salão, como aqueles que ainda chegaram. Inclusive o nosso palestrante que encontrou um acidente no seu caminho, está um pouco atrasado, mas já avisou que está bem a caminho. Vamos com calma, ele também de preferência, porque todos nós seremos muito bem atendidos por Deus. E também agradeço a a presença dos espíritos desencarnados trazidos por seus mentores para conosco aprenderem um pouco mais, terem um pouco mais de luzes paraas suas próximas encarnações. Olha aí, não disse? Precisa correr não, Anderson. Vamos lá com calma. [risadas] e aqueles que nos assistem pelas mídias sociais da comunhão e os que assistirão no futuro. Bom, vou começar como sempre com uma leitura. Tudo bom? Passou bem, chegou legal. Que bom. com uma leitura do livro de chamado Vida Feliz de Joana de Ângeles, psicografia de Divaldo Franco, eh que Joana de Angeles é a nossa mentora, mentora dos trabalhos desse grupo. Então, sempre para nós alguém algum alguma indicação de cuidados, indicação de preocupação, indicação de atendimento espiritual. E ela nos diz, essa lição é a 50 desse livrinho Vida Feliz. Eu já li várias vezes aqui, mas ela saiu novamente. Nós ainda precisamos
dos, indicação de preocupação, indicação de atendimento espiritual. E ela nos diz, essa lição é a 50 desse livrinho Vida Feliz. Eu já li várias vezes aqui, mas ela saiu novamente. Nós ainda precisamos ouvir e atender ao que é pedido. Deus dotou-te de força de vontade. Se te parece fraca, é porque não a tens exercitado. Toda e qualquer função orgânica ou moral necessita de exercício a fim de atender com rapidez aos comandos mentais. treinar nos pequenos hábitos viciosos, buscandoos, buscando corrigi-los e lentamente vai passando para desafios mais expressivos. Através de uma vontade disciplinada, conseguirás atingir os objetivos máximos da tua atual existência. Não desistas se de início fracassares. E assim, embalados pelas palavras sempre bem colocadas de Joana de Angeles, elevemos nossos corações a Deus, nosso Pai numa pequena prece de agradecimento. agradecimento pela vida, pela oportunidade de aqui estarmos encarnados nesse momento com todos aqueles que nos rodeiam, que fazem parte dos nossos círculos de relacionamento, porque é com eles que precisamos aprender a a co a coexistir. E assim agradecidos por tudo, por todas as bênçãos, por todas as oportunidades de crescimento e evolução, nós vamos passar a palavra pro Anderson. Tá bom? >> Obrigada. Mãozinho. >> Muito bom dia. Que a paz de Jesus possa estar conosco nessa manhã de quarta-feira. Eh, a norma foi falando ali, né, que caiu de novo, né, a leitura. E aí eu lembro uma fala da Maise Braga aqui na comunhão que na encontro da juventude, né, da a qual ela fazia parte, quando abria o Evangelho Segundo Espiritismo, caía na mesma página por diversas vezes. >> E aí eles falam assim: "Ah, mas esse livro aí tá viciado, né? Porque esses livros normalmente quando tem brochura, você fica abrindo sempre no mesmo local. Quando você vai abrir o acaso, tende a, entre aspas, abrir naquele local também. E aí os espíritos numa comunicação falaram que não, se tava caindo ali é porque a lição ainda não tinha sido aprendida, né? Então quando começar a
so, tende a, entre aspas, abrir naquele local também. E aí os espíritos numa comunicação falaram que não, se tava caindo ali é porque a lição ainda não tinha sido aprendida, né? Então quando começar a cair muita mensagem repetida pra gente, né? é um convite pra gente refletir um pouco mais sobre o que tá sendo dito, né? E aí falar, né, em mensagens recebida do que tá sendo dito. A proposta dessa manhã é falarmos sobre autoestima, em especial o que que Jesus ensinou sobre a autoestima. Será que ele tem lições nessa perspectiva, nesse tema que é tão importante e tão falado, né, no nosso momento atual da sociedade e posso dizer, né, com uma certeza interna que sim. E eu vou abrir a palestra com uma um grande ensinamento de Jesus, o maior mandamento que ele nos deixou. E também ele deixou antes de partir o último mandamento. O primeiro mandamento ao qual ele disse que toda a lei, todos os profetas são resumidos nesse mandamento, é amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a si mesmo. Essa segunda parte desse mandamento, que é amar ao próximo como a si mesmo, a gente tende a ficar muito preocupado no amar ao próximo, até porque no âmbito espírita existe um jargão que é que fora da caridade não há salvação. Então a gente tende quando se aprofunda no espiritismo, a procurar a caridade, a procurar o auxílio ao próximo, a ajudar ao próximo. E aí fazemos campanha, existe uma campanha muito linda, né, em diversos centros espíritas chamada as campanhas Alto de Souza. Inclusive tá chegando agora o carnaval. Toda a época de carnaval eles se reúnem as caravanas Alto de Souza do Brasil. Ano passado eu tive a alegria de ir nesse encontro que foi em em Yumas, no interior de Goiás e para mim foi algo muito rico, né? Eu não tenho costume de participar das campeonato de Souza, mas estar ali naquele ambiente foi algo rejuvenecedor. E e isso sim das campanhas é importante, é importante a gente se esforçar o próximo, mas a gente tem que pensar na frase como um todo. É amar ao próximo
ar ali naquele ambiente foi algo rejuvenecedor. E e isso sim das campanhas é importante, é importante a gente se esforçar o próximo, mas a gente tem que pensar na frase como um todo. É amar ao próximo como a si mesmo. Então se eu não amo a mim mesmo, essa equação ela fica incompleta. Porque eu tendo entregar ao outro aquilo que eu trato com relação à minha própria pessoa. Se eu não cuido de mim, se eu não me amo, se eu não me valorizo, dificilmente eu ter, provavelmente eu teria dificuldades de fazer isso ao próximo. Ou se eu fizer, vai ser algo muito superficial, porque os nossos atos, as nossas palavras, elas são ricas de energia. a gente consegue perceber quando a pessoa está entregue à aquele momento ou quando ela está ali só para cumprir o cheque do fora da caridade, não há salvação. E aí nessa perspectiva, né, que a gente tem trazido algumas reflexões, a nossa principal inspiração, eu volto a apresentar esse livro Send Luminosas da nossa irmã Joana de Angeles, que foi recebido pelo médio Divaldo Franco, né? Eh, todos os meses eu tenho trazido algum capítulo. Aí trago um capítulo na quarta-feira quando trago a palestra e outro na sexta-feira quando eu sou responsável pela palestra. O capítulo de hoje é o 15, que fala sobre a autoafirmação. A Joana, ela começa o capítulo falando o seguinte: "Há uma atitude pessimista ante a vida, mediante a qual as pessoas se depreciam e se entregam ao desânimo antes mesmo de submeterem a teste de experiência. os objetivos que devem perseguir e que constitui base de sustentação emocional. Então, ela diz um alerta, né? Ela coloca um alerta que a gente tende a ter às vezes uma atitude pessimista diante da vida. Essas pessoas cultivam os pensamentos destrutivos que se tornam perturbadores, dando gênese a vibrações deletérias que se instalam nas células e produzem enfermidades diagnose difícil, quando não se incupem no inconsciente e passam a emitir ondas que desajustam o sistema emocional. E aí, nesse nesse capítulo, esse parágrafo, eu acho que é o primeiro
em enfermidades diagnose difícil, quando não se incupem no inconsciente e passam a emitir ondas que desajustam o sistema emocional. E aí, nesse nesse capítulo, esse parágrafo, eu acho que é o primeiro ponto de partida que a gente precisa estar atento, porque ela coloca que os pensamentos destrutivos, naquele pensamento que a gente fica desanimado, triste, às vezes com o esgotamento do corpo e da mente. E quando a gente começa a alimentar esses esse estado, isso dá gênese a vibrações deletérias. Gênese é a criação. Então ela tá apontando aqui algo que à vezes de vez em quando a gente ouve, mas talvez não se não se debruça para refletir, que os pensamentos eles são criadores. O que pensamos, o que valorizamos nos nossos pensamentos, eles estão criando. E ela disse que os pensamentos negativos, eles criam vibrações deletérias, ou seja, o que é insalubre. E essa criação, ela acontece nas células, ou seja, o que eu penso, eu estou criando dentro das minhas células. E essa criação, quando é negativa, ela gera enfermidades de diagnose, de diagnóstico muito difícil. Então, nós temos doenças sendo criadas no nosso próprio corpo por intermédio do nosso pensamento. E aí vamos abrir um parênteses aqui. No espiritismo, mais especificamente no livro dos espíritos, Kardec pergunta a espiritualidade sobre os nossos pensamentos e a espiritualidade responde que quem conduz os nossos pensamentos da sua grande maioria de comum são os espíritos desencarnados. Nós somos acompanhados por uma legião de invisíveis. essa legião. Alguns querem o nosso bem, alguns querem nos ajudar a crescer espiritualmente, outros nem tanto. Outros às vezes querem que a gente não avance só porque a gente tá bem conosco mesmo. Já repararam que algumas pessoas às vezes tendem o comportamento de se incomodar com a alegria do outro? Tem uma cena de um filme muito bom, né? Já que gosto sempre de trazer uns filmes, não é bem sobre o tema, mas me veio agora aqui a intuição, que é um filme chamado Jungle Livre, aborda muito a temática da época da
de um filme muito bom, né? Já que gosto sempre de trazer uns filmes, não é bem sobre o tema, mas me veio agora aqui a intuição, que é um filme chamado Jungle Livre, aborda muito a temática da época da escravidão nos Estados Unidos. E aí tinha um escravo que tinha conquistado a sua alforria e ele tava andando num cavalo. Então ele chega numa fazenda e aí o dono da fazenda é o Leonardo de Capro, inclusive e ele tá lá na fazenda dele lá o jungle, né, no cavalo, chega no cavalo e um outro cara, né, da cor branca também chega no cavalo. Então chega o cara da cor branca, o cara da cor negra em cima de dois cavalos. E aí na fazenda tinha o Leonardo de Capo como fazendeiro. Ele também tinha um um ex, ele era escravo, quase que um exescravo porque ele tinha regalias na fazenda. E aí ele fala assim: "Por que que aquele negro está em cima do cavalo?" Aí o Leonardo de Cap, que era dono da fazenda, falou assim: "Pô, mas você também quer um cavalo? Eu arrumo um cavalo para você". Aí o ele fala assim: "Não, eu não quero que ele esteja em cima do cavalo". Então, às vezes, nessa situação, há pessoas que se incomodam vermos a gente numa tal situação. E como a morte não é o fim, como a morte não passa a borracha em sentimentos, em comportamentos, aquelas pessoas que se comportam dessa forma encarnadas, vão se comportar dessa forma desencarnadas por enquanto, né? Porque essa atitude negativa, ela tem um limite e a gente está a caminho de Deus. Então, ainda que a gente se desajasuste no numa rota, a gente vai encontrar o caminho de Deus cedo ou tarde. Então, há espíritos que também se incomodam isso e também tem outros espíritos que a gente pisou na bola, a gente pisou um pouco no calo, a gente cometeu um equívoco e eles procuram a justiça da forma como eles entendem que é o correto. Então, a gente, voltando à questão do pensamento, nós temos ali os espíritos influenciando. Então, é comum, é natural termos pensamentos positivos durante o dia, mas também termos pensamentos negativos. E nessa dualidade de
o à questão do pensamento, nós temos ali os espíritos influenciando. Então, é comum, é natural termos pensamentos positivos durante o dia, mas também termos pensamentos negativos. E nessa dualidade de pensamentos positivos e negativos, o que eu aceitar, o que eu alimentar no meu íntimo vai direto para as células. E aí, nessa perspectiva de células, há um experimento de um cientista japonês que eu não vou me ousar a a falar o nome dele para se não falar errado, mas você pesquisar na internet, no YouTube é seria é mais didático verificar porque tem imagens. Tem fotos também no Google, é um estudo japonês sobre a molécula da água, sobre os pensamentos. E aí ele vai tirar fotos microscópicas da molécula da água diante das palavras que foram feitas para a água, né? Então ele pega uma água e fala assim: "Eu te amo, eu quero seu bem. Que linda você está. Palav nomes que remetem figuras de amor como Jesus, Mahatmagand. E aí tirava a foto da molécula da água. também ele fez com sentimentos negativos de eu te odeio, estou com raiva para a água. E as moléculas com os sentimentos negativos estavam distorcidas, estava com tomar e aquele com os pensamentos positivos, a molécula estava lá na posição hexagonal, né, combinando duas moléculas de hidrogênio com uma de oxigênio. Então ele mostrando ali que o pensamento impacta. E aí tem um documentário antigo, né? Eu tenho até na o DVD, né? É até difícil de assistir hoje em dia o DVD. Talvez tenha, eu não cheguei a procurar na internet não, mas me lembrei agora dele. É Quem Somos nós? E aí, nesse documentário, a personagem principal, ela é fotógrafo e tem dificuldade de fala e ela se depara com essa fotos dessa experiência no metrô. E aí a reflexão é o seguinte: se o pensamento faz isso com a molécula da água e maior parte do nosso corpo é feito de água, imagine o pensamento faz com o nosso próprio corpo. E a Joana vem colocar isso, vem ratificar esse entendimento dizendo que sim, vai ser a gênese de doenças que vão ter diagnóstico difícil.
o de água, imagine o pensamento faz com o nosso próprio corpo. E a Joana vem colocar isso, vem ratificar esse entendimento dizendo que sim, vai ser a gênese de doenças que vão ter diagnóstico difícil. Então ela traz esse perspectiva, esse alerta com relação aos pensamentos. O outro que ela coloca aqui é sobre o que ela chama de atavismo do passado. E é a questão da culpa. Porque a gente erra, a gente não erra só nessa vida, né? Cometer que às vezes tem espíritos que estão cobrando erros de outros, outras vidas do passado. A gente fica no consciente com esse sentimento de culpa que a gente errou, né? Então, dou exemplo, assim, hoje teve um acidente no caminho e a gente chega aqui em cima da da hora e aí vem o pensamento, eu tinha que ter saído mais cedo, né? Então eu deixo minhas filhas na escola e venho para cá direto. Se tá tudo normal, eu chego aqui 15 pras 8, tranquilo, pego minha água, sento ali, respiro. Hoje teve um acidente, travou. Fi assim, eu tinha que ter saído um pouquinho mais cedo que dava tempo, né? Mas faz sentido ficar me martirizando durante o caminho para cá com relação a isso? Não faz. O pensamento vem. Só que quando eu aceito esse pensamento e digamos que eu ficasse num sentimento de culpa de que eu deveria ter feito diferente para conseguir um resultado diferente, eu não acho solução de nada. E a Joana fala que quando a gente fica preso nesse sentimento de culpa de algo que aconteceu no passado, isso também prejudica as nossas células. Isso também vai atacar as nossas células degenerando-as. E dentro de perspectivas eh de pensamento, a gente tem que lembrar que uma das grandes doenças, uns desafios da humanidade em combate à doença é o chamado câncer. O câncer é uma, as células do nosso corpo estão se reproduzindo a todo momento e quando a reprodução ela fica equivocada, gera uma célula defeituosa que se multiplica em nosso corpo. E pegando o Divaldo Franco como referência, no restinho da sua experiência carnal, ele teve câncer na bexiga. Imagine alguém com mais de 90 anos tendo
lula defeituosa que se multiplica em nosso corpo. E pegando o Divaldo Franco como referência, no restinho da sua experiência carnal, ele teve câncer na bexiga. Imagine alguém com mais de 90 anos tendo que lutar com câncer de bexiga. E ele relata que em seus momentos de fazer as injunções, ele olhava pra máquina e começou a fazer o exercício de abençoar a máquina, de agradecer a máquina por ela ser o intermédio da sua cura. E quando ele percebia que outras pessoas resmungavam sobre a máquina. Passado algumas semanas, ele relata que numa noite ele se viu envolto de uma luz esverdeada por baixo do seu abdômen. Em sua reflexão, ele conseguiu captar diversas orações que estavam sendo dirigidas a ele para a sua cura. quando ele vai fazer novos exames para a surpresa da mastologista, perdão, mastologista não, do mastologista do hã >> o oncologista. Obrigado, para surpresa da oncologista, o câncer tinha ido embora. E aí ele relata numa das últimas palestras que ele fez dessa alegria, dessa combinação do poder do pensamento dele junto com as orações combinadas culminando na cura. Quantas curas acontecem por conta do pensamento. Não é por acaso que Jesus em diversas passagens diz a frase: "A tua fé te salvou, a tua fé te curou". Tamanho, poder da fé é o tamanho do pensamento. Quer dizer que basta só isso na equação? Não. Se a gente vai estudar o espiritismo, a gente vê que a equação ela é um pouco mais complexa. Mas se for para o nosso aprimoramento, se for para o nosso bem, a cura vem. Se for necessária a doença, a gente já abordou aqui algumas vezes, a doença como um mecanismo de evolução, um mecanismo de reajuste de rota, ela vai ficar um pouquinho ali para nos ajustar. E aí, pensando nessa perspectiva de receber o pensamento e ajustar ele, e aí nas conf na nas palestras que eu tenho indicado, né, livros, filmes, para poder a gente reforçar o pens as ideias da palestra, eu lembrei de um filme chamado Luca da Disney, da Pixa, onde é um um personagem, ele é ele é marinho, mas eu
nho indicado, né, livros, filmes, para poder a gente reforçar o pens as ideias da palestra, eu lembrei de um filme chamado Luca da Disney, da Pixa, onde é um um personagem, ele é ele é marinho, mas eu diria que ele é anfíbio, né, porque ele consegue viver fora da água e ele tá Tá? O Luca, ele vai e faz amizade com o Ângelo que é da terra. Só que o Luca tá cheio de medo, né? Medo disso, medo daquilo, medo daquilo. E aí o Ângelo tem uma uma ferramenta de chamar esse pensamento negativo de Bruno. E é como uma pegada mais italiana, ele fala: "Silêncio, Bruno, cala-te, Bruno". Então, quando vem o pensamento, ele cala, cala, Bruno, não vou te ouvir Bruno, agora e ele muda o pensamento de forma positiva. A Joana, ela propõe isso num ajuste de pensamento. Quando ele vier o negativo, a gente ajusta a rota. A gente criar esse exercício de ajustar. Pegando o exemplo novamente do trânsito, que eu acho que afringe todo mundo que tá dirigindo e acontece alguma coisa e a gente fica apertado para ir para algum lugar, não há o que se fazer. O pensamento vai vir, mas a gente vai repetir para nós mesmos. Eu não posso fazer mais nada. Não tem como abrir, né? Como tem um filme também do que o Jean Carry ele ele ganha os poderes de Deus. Agora não me me recordo o nome do filme. Todo poderoso. É, Norma. Norma tá me ajudando nos filmes aqui, ó. Todo poderoso. E aí tem uma hora que ele tá no trânsito, ele faz assim, né? Ele ele faz esse movimento. Aí os carros todo mundo abre e ele passa. A gente não tem esse poder. Então, às vezes a gente tem que aceitar o que tá sendo colocado na nossa frente, aceitar que às vezes a gente vai chegar atrasado, chegar no local. E aí não tem nada a ver com a palestra, mas fica uma dica de não é bem empoderamento, mas é você ter energia firme no local. Então, às vezes quando a gente chega atrasado no local, ao invés de pedir desculpas pelo atraso, a gente agradece pelas pessoas terem nos esperado, agradece pela paciência diante do atraso. Olha como a apresentação da
uando a gente chega atrasado no local, ao invés de pedir desculpas pelo atraso, a gente agradece pelas pessoas terem nos esperado, agradece pela paciência diante do atraso. Olha como a apresentação da forma como a gente fala muda a perspectiva. A gente aceita que a gente tá atrasado, aceita que as pessoas que estavam ali esperando a gente tiveram que ser um pouquinho pacientes para aceitar o nosso atraso, mas a gente tá firme. é diferente de olha, me desculpa, aconteceu isso, aconteceu aquilo, a gente fica ali se colocando como pobre coitado. E esse exemplo que me vê a cabeça vem muito a calhar, porque na sequência a Joana de Angeles, ela vai fazer, ela vai apresentar a questão da dualidade, né, que a gente tende a fazer do orgulho e da humildade. A gente tende a pensar que o orgulho é o oposto da humildade, quando na verdade a humildade é o caminho do meio. O oposto do orgulho seria a chamada subserviência, aquele pobre coitado. Então, o orgulho é quando eu estou cheio de si. Eu me acho melhor do que os outros. Eu acho que eu não tenho mais nada a aprender sobre tal assunto e do outro lado, eu sou burro, eu não aprendo nada, eu não mereço. Tá tudo errado para mim. Então, num momento eu estou cheio de mim, de si, outro estou estou totalmente vazio. A humildade seria o caminho do meio. Ela coloca o seguinte, ó. Não é correto o excesso de autoestima, né? Você tá cheio de si, transferindo-se pro panteão dos deuses, né? Olha, tô aqui entre os deuses. Igualmente não se justifica o mau hábito da autodepreciação que se leva que leva a verdadeiro inferno de desânimo, de autodestruição emocional. Então, não é correto eu me encher demais, eu ficaria em torno de muita vaidade, mas também não é correto eu me esvaziar demais, porque se eu me esvazio demais, eu começo me autodepreciar. E aí volta no primeiro ponto lá do do início do texto, falando do impacto que o pensamento negativo tem sobre o nosso corpo. E aí me veio também assim na preparação da palestra, a gente imaginar agora
E aí volta no primeiro ponto lá do do início do texto, falando do impacto que o pensamento negativo tem sobre o nosso corpo. E aí me veio também assim na preparação da palestra, a gente imaginar agora nessa perspectiva de autoafirmação, de autoamor, observarmos nós mesmos, nosso corpo principalmente como se fosse um quarto de hotel. A gente vai ficar no hotel, a gente tá lá sentado no hotel, a gente tem tende a ter dois comportamentos. Às vezes o comportamento de achar que somos donos ali do quarto, então começamos a fazer as coisas ao nosso bel prazer, acharmos que aquilo ali vai durar o máximo possível. Mas também tem um outro comportamento que às vezes a gente chega ali no quarto do hotel e não aproveita tudo que tá ali. Fica ali, não vou deixar ali, pô. Tá tão bonitinho ali como foi arrumado. Não vou mexer, não vou, não vou, porque aí tem o lençol, tem a coxa e tudo, né? Não, não vou tirar não. Arrumaram tudo direitinho, vou deixar ali. A perspectiva não é essa. Pegando o quarto do hotel, a gente está ali para usufruir do quarto do hotel, mas também para não depreciar o que está ali, porque outras pessoas vão se utilizar daquele quarto. O quarto não é nosso. O quarto ele é provisório. Estamos ali de passagem. Da mesma perspectiva, nós estamos aqui na terra de passagem. O corpo que temos, né, que foi destinado para nós neste momento, ele é transitório e precisamos cuidar dele. Precisamos cuidar dele. E aí volta a frisar da questão do pensamento, esse impacto paraa nossa autoestima. Porque se eu alimentar os pensamentos negativos, o corpo vai sentir. Vem a ansiedade, vem a zia, vem as úlceras, o coração dispara, vem dor de cabeça, o corpo sente e a gente precisa encontrar o caminho do meio, não se encher de mais, como a Jana coloca aqui, nem se encher de menos. E aí, como é que a gente consegue chegar esse caminho? Joana sempre termina os parágrafos aqui desse livro olhando para Jesus. Ela coloca assim, né, pensando, colocando Jesus. Jesus autoafirmou-se filho de Deus porque o era, sem pejo nem
gar esse caminho? Joana sempre termina os parágrafos aqui desse livro olhando para Jesus. Ela coloca assim, né, pensando, colocando Jesus. Jesus autoafirmou-se filho de Deus porque o era, sem pejo nem modesta piegas, mas perfeitamente identificado com o psiquismo do criador, né? Então ojo aqui coloca de falta de traquejo social e piegas é aquele sentimentalismo extremo, né? Então sempre aquela coisa do do pobre coitado. Sabe quando a pessoa elogia a gente e a gente fala assim: "Ah, não, imagina não, mas você foi muito bem". Não, não, não fui não. Menos não. Fiz só minha obrigação. Jesus não se comportou dessa forma. Jesus disse: "Eu sou filho de Deus. Eu sou a luz do mundo." Jesus falou: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida". Mas teve hora também que ele se enquadrou como algo que estavam dando mais importância do que ele era, quando chamaram ele de bom mestre. E aí ele fala que bom não. Bom, ele não é bom. Somente o pai que estás no céu. Mestre, sim, mestre, esse título eu aceito. E essa é a perspectiva da humildade, é o caminho do meio. É identificarmos o que de fato nós somos. Não se encher demais, né? Porque colocando ali Jesus como um bom mestre, ah, tá, posso ser bom, né? Porque tô aqui como referência da terra. Jesus participou da criação da Terra há bilhões de anos atrás. Jesus acompanha o planeta desde sua formação e tem sob sua responsabilidade a condução do planeta. Então, a gente também tem que ficar com isso em mente, porque pegando esse parênteses, por mais difícil que o mundo possa aparecer, por mais extremismo que a gente possa ver nos noticiários, na internet, nas redes sociais, o planeta está sendo conduzido por Jesus. E mais do que isso, o universo está sendo dirigido por Deus. E vamos internalizar que não é a primeira vez que o mundo de provas e expiações faz a sua transição para o mundo de regeneração. Há uma lógica, há uma lei por eh além de nós, por mais que a gente não consiga ver no curto prazo. Então Jesus, voltando, né, à fala, nessa perspectiva, ele podia falar assim: "Pô,
ndo de regeneração. Há uma lógica, há uma lei por eh além de nós, por mais que a gente não consiga ver no curto prazo. Então Jesus, voltando, né, à fala, nessa perspectiva, ele podia falar assim: "Pô, eu sou bom mesmo, né? construir um particip fui cocriador de um planeta, conduz o planeta e ainda assim ele diz que ele não é bom. Bom somente o Pai. Então fica o convite, a Joana faz esse convite e eu reforço aqui da gente aceitar a nossa, inclusive a nossa centelha divina dentro de nós. Assim como Jesus é filho de Deus, nós também somos filhos e filhas de Deus. Somos irmãos de Jesus. Tem até uma musiquinha que cota na evangelização para as crianças que fala assim: "Eu não vou fazer nenhuma confusão. Deus é nosso pai e Jesus é nosso irmão". Porque tem algumas perspectivas, né? Muito respeito a outras religiões que apontam como Deus e Jesus, Espírito Santo, como um algo só. E aí, particularmente, é uma coisa pessoal, nem acho que eles estão errados, não, porque a sintonia de Jesus e Deus era tão fina que a vontade de Deus, a vontade de Jesus é a vontade de Deus. Nada do que Jesus fez foi sem a consonância com Deus e o Espírito Santo, que na nossa perspectiva do Espiritismo, nada mais é que a manifestação dos espíritos que fazem a vontade de Deus. Então, tando Deus, Jesus, o Espírito Santo, né, como a Santíssima Trindade, todos ali conectados. Então, para algumas religiões, isso é uma algo único. Para outras, e aí eu falo pelo Espiritismo, a diferença, mas isso não elimina, né, a perspectiva do que diferentes vertentes observam. Então, quando Jesus ele define ali o nosso caminho, a gente precisa também aceitar esse momento. Então, falei de Jesus, né, como nosso irmão mais velho, que possamos recorrer a ele quando ele tiver um pensamento negativo e vier, que a gente pare 3 segundos e substitua por um pensamento diferente, pegando um outro filme da Disney, né, como perspectiva, o segundo filme do Divertidamente, mostra isso muito bem, a luta, né, ali no personagem principal, a ansiedade
itua por um pensamento diferente, pegando um outro filme da Disney, né, como perspectiva, o segundo filme do Divertidamente, mostra isso muito bem, a luta, né, ali no personagem principal, a ansiedade toma conta da mente da da da Rley. E aí ela começa ali só pensamento negativo. Então a ansiedade só projetava coisa negativa pro futuro e a alegria invade aquele ambiente e começa a modificar algumas coisas futuras. E aí no final do filme é uma cena que me marcou muito é a ansiedade preocupada com a prova de espanhol que a menina ia ter. E a alegria falar assim: "Calma, toma aqui o chazinho, senta lá na sua poltrona. Obrigado por lembrar da prova de espanhol, mas ela é só semana que vem. A gente tem o final de semana para estudar, mais ou menos. É assim que acontece. Então, os pensamentos negativos eles virão e a gente precisa ajustar. Ou também podemos usar a estratégia, a ferramenta que eu falei no livro do Luca de chamarmos o nome, né? Lá é o Bruno. Então, cala-te Bruno, né? Silêncio, não vou te ouvir agora. Então, a gente precisa estar vigilante com esses pensamentos e modificar ele a todo momento ou então só recepcioná-los, né? né? Ó, eu entendi a sua preocupação. Eu entendi sua preocupação com o atraso por conta do trânsito, mas não tenho o que fazer agora. Eu tenho que aceitar e a vida segue. É fácil, não é? Mas por isso que a gente precisa ser vigilante e a gente precisa colocar isso em prática. Uma outra proposta de eh de ferramenta pra gente usar no nosso dia a dia para colocar a palestra em prática. Eu gostei muito do convite que a Joana faz no final do capítulo, que ela fala o seguinte, ó: "Autofirma-te, filho de Deus, que és destinado à plenitude, não te permitindo vanglórias nem diminuição dos valores que possu". Então ela fala pra gente aceitar essa condição de filhos de Deus, condição de como Jesus colocou que nós somos deuses com D minúsculo. Nós podemos ser cocriadores juntos de Deus. Mas como assim? Olha, imaginemos a mãe que gera o filho em seu ventre. Ela não é uma cocriadora,
de como Jesus colocou que nós somos deuses com D minúsculo. Nós podemos ser cocriadores juntos de Deus. Mas como assim? Olha, imaginemos a mãe que gera o filho em seu ventre. Ela não é uma cocriadora, mas ela não fez o filho e a filha sozinha, teve uma participação do outro lado. Então, quando o pai participa da gravidez, participa da educação, está ali presente, não como uma ajuda, mas como um assumindo um papel da missão da paternidade que Deus lhe confiou, ele também é cocriador. quando cultivamos em nosso lar um ambiente de harmonia, de paz, e aí fica o convite pra gente no nosso lar termos a prática da do chamado evangelho no lar. É o momento em que a gente se junta e convida Jesus a estar junto conosco no nosso lar, porque ele disse, quando dois ou mais estiverem presentes em seu nome, ele também estaria presente. E a gente começa a incluir as crianças, adolescentes, quem esteja, inclusive as visitas. temos visita, a gente explica, olha, a gente faz o evangelho lá nessa hora, vamos participar e a gente ajusta ali, né? Então, se alguém não for da nossa religião, a gente ajusta a palavra e não precisa entrar em temas polêmicos. O foco é Jesus. E Jesus não veio paraa divisão, ele veio para a união. Então, a gente começa a aceitar esse perspectiva, né, de que somos filhos de Deus. Ef o convite quando a gente tiver lá no olhando pro espelho, escovando os dentes ou como minhas filhas falem lá do skinquer, né? O cuidado da pele matinal noturno, olharmos pro espelho e falarmos assim: "Eu sou filho, filha de Deus". E aí muito cuidado pra gente não se encher muito, nem se esvaziar, procurarmos o caminho do meio. E aí eu comecei a palestra falando do mandamento maior, né? sobre amar ao próximo como a si mesmo. E aí a uma das últimas falas de Jesus antes da crucificação, não, perdão, antes do arrebatamento, ele fala que o último mandamento eu vos deixo, que amemos uns aos outros como eu vos amei, porque os meus discípulos serão conhecidos por muito se amarem. Fica o convite então nessa perspectiva
mento, ele fala que o último mandamento eu vos deixo, que amemos uns aos outros como eu vos amei, porque os meus discípulos serão conhecidos por muito se amarem. Fica o convite então nessa perspectiva de Jesus sobre a autoestima, sobre essa perspectiva da Joana de Anes aqui na autoafirmação de aceitarmos essa condição de filhos de Deus, de amarmos a nós mesmos. Nesse movimento de amarmos a nós mesmos, a gente consegue amar ao próximo. E seguimos inclusive essa última passagem citada, que nesse movimento de amar ao próximo, estaremos seguindo os ensinamentos de Jesus que nos convidou a amar a nós mesmos. Gratidão a todos que estão aqui presencialmente. Peço desculpas de não ter falado aqui, saudado o pessoal da internet, né, por conta do horário, mas registro aqui o meu muito obrigado. Até a próxima. Obrigada, Anderson. Tá vendo, a gente valeu a pena a gente esperar um pouquinho, não é? Que praticamente não esperamos nada. A gente já tava no início mesmo começando. Muito obrigada, Angerson. É, eu acho extremamente útil a reflexão, porque muitas vezes não lembramos que amar ao próximo como a nós mesmos realmente requer que nos amemos também como gostaríamos de ser amados pelos demais. Agradecidos pela palestra, agradecidos pelos ensinamentos aqui expendidos. Levamos nosso pensamento novamente a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso irmão mais velho, agradecendo o dia, agradecendo a disposição de nos ter tirado da cama e nos trazido até aqui para que pudéssemos fazer uma reflexão que vai, com certeza, encaminhar melhor nossos dias, nossos próximos dias. E quem sabe toda a nossa vida nós vamos fazer a o passe já já na salinha para quem não conhece, na salinha depois da passagem de carros. Já já estaremos atendendo o passe eh presencial. Agradeço a todos. Semana que vem estaremos aqui novamente. Tenham todos uma excelente semana. Muito obrigada. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e
excelente semana. Muito obrigada. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é [música] o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, [música] Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para
m [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. [música] E agradecidos [música] que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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