Anderson Portugal | EM SEUS PASSOS, O QUE FARIA JESUS? (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 09/04/2025 (há 12 meses) 45:22 1,084 visualizações

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Transcrição

para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda beleza. de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Bom dia a todos. Sejam todos muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Sejam os que estão aqui presente ou estarão ainda presentes no nosso salão, sejam aqueles que assistem pela internet a palestra de hoje. Agradecemos muito a espiritualidade amiga que nos acompanha, Dr. Zerra de Menezes, espírito patrono dessa casa que sempre nos brinda com um ambiente acolhedor, com um ambiente protegido, com um ambiente feliz para as nossas atividades dentro da casa. Para começar o nosso trabalho de hoje, eu vou ler um uma lição do Vida Feliz. Vida feliz para quem já acompanha há vários a alguns outros momentos, é sempre o livrinho que eu uso para começar nossas lições. Por quê? Porque as lições são curtinhas e são bastante profundas. E além disso são lições trazidas pela mentora desse nosso grupo de trabalho, que é Joana de Angeles, pela psicografia de Divaldo Franco. Não fiquem com receio de que, ah, ela vai falar sempre a mesma lição, não tem 200 dentro desse livrinho, desse tamanhinho aqui. Então, vamos lá. Essa é a 161 para quem tiver o livrinho e quiser depois ver em casa. Todos estamos fadados à felicidade e à perfeição. O caminho a percorrer é longo, às vezes assinalado pela urse ou entulhado pelos calhaus. Todavia, o roteiro é igual para todos, porque ninguém existe que seja considerado como exceção. Aqueles que encontram menos dificuldades fazem juiz às circunstâncias. em razão do seu comportamento em reencarnações passadas. Os mais atribulados, da mesma forma procedem dos seus atos infelizes. Desse modo, ganha distância evolutiva passo a passo. Alegra-te com o destino

razão do seu comportamento em reencarnações passadas. Os mais atribulados, da mesma forma procedem dos seus atos infelizes. Desse modo, ganha distância evolutiva passo a passo. Alegra-te com o destino feliz que te aguarda e que alcançarás. Bom, então, diante dessa mensagem alvisareira, eu diria, vamos aproveitar o momento para fazer uma prece a Deus, nosso pai, agradecendo o dia, agradecendo a oportunidade da encarnação, agradecendo todas as oportunidades de vida que temos junto aos nossos afetos, junto também à aquelas pessoas que nos desafiam, que nos estimulam a pensar considerar, reavaliar nossas ações, nossas atividades, nosso jeito de ser e dizer: "Pai, muito obrigada pelo teu amor, muito obrigada pela sua presença constante em minha vida, muito obrigada por eu ser teu filho. Assim seja. Bom, agora eu vou passar a palavra pro Anderson, que vai fazer a nossa explanação do dia. Obrigada a todos, até daqui a pouquinho. Muito bom dia todos aqui no Salão Bezerra de Menezes e também os que nos acompanham pela internet, olhando aqui no chat, Jon Dark, a Nádia, Maria, Helena, Elice, a Lídia e Leandro. Jonad até fala de Volta Redonda no Rio de Janeiro. Eu lembro que uma vez eu fui no cart lá no Rio de Janeiro, Cart Internacional. É um bom passeio, uma boa opção de lazer lá em Volta Redonda. Hoje trazemos o tema, a pergunta, né, em seus passos, o que faria Jesus? Essa pergunta, a primeira vez que eu a vi, foi num livro de autoria de um pastor americano, onde narra uma proposta que ele fez para a sua comunidade de reunir um grupo de pessoas e que esse grupo se questionasse nos próximos atos, nas próximas dúvidas que eles tivessem. Se fosse Jesus em meu lugar, o que que Jesus estaria fazendo? E o livro ele narra diversas mudanças que ocorrem naquela comunidade da igreja. As mudanças da igreja afetam o bairro onde eles moravam, afeta depois a cidade também onde eles estavam. E todas as vidas são impactadas das pessoas que tomaram a decisão de que daqui para frente só executariam ações de acordo com o que

o onde eles moravam, afeta depois a cidade também onde eles estavam. E todas as vidas são impactadas das pessoas que tomaram a decisão de que daqui para frente só executariam ações de acordo com o que Jesus faria, mas também o entorno, né? a gente falou, afetou o bairro, afetou a cidade, mas muito intimamente afetou onde eles vivenciavam, em suas famílias, nos seus trabalhos e nos seus ciclos de amizade. Então, a proposta da reflexão desta manhã é nessa perspectiva de nos questionarmos, se Jesus estivesse no nosso lugar, o que que ele estaria fazendo no dia a dia, mas na perspectiva espírita. Porque lá na questão 625, Kardec pergunta, né, com relação à espiritualidade, qual que seria eh a nossa referência, qual caminho deveríamos selecionar nas nossas dúvidas? E aí a espiritualidade responde que Jesus é considerado o modelo que Deus nos enviou para ser nosso guia e a referência. Então essa pergunta de em seus passos, o que faria Jesus? Vai muito mais do que o slogan, vai muito mais do que a capa de um livro. é uma proposta de reflexão, de comportamento do nosso dia a dia. É um modelo de vida que modifica aquele que realmente internalizar essa pergunta no seu dia a dia, tende a perceber que vai ter um eu passado e um eu novo daqui paraa frente. E aí a gente vai trazer algumas essências dos ensinamentos de Jesus, orientações que Jesus nos deixou, está registrado no evangelho pra gente pensar no nosso dia a dia. A primeira é que Jesus é a referência do amor incondicional e da caridade. O que que seria esse amor incondicional? A gente vê no evangelho, e se a gente for ver essa série nova, que que não é tão nova assim, né? Mas é uma série que tá em execução chamada The Chosen, Os Escolhidos. Diversas cenas são narradas dentro da série. Então a gente consegue ver tanto no Evangelho quanto na série que havia divergência do povo judeu. O povo judeu não gostava do Império Romano porque tava ali na posição de imperador, de dominância, né? e o outro e o grupo judeu sendo julgado, né,

quanto na série que havia divergência do povo judeu. O povo judeu não gostava do Império Romano porque tava ali na posição de imperador, de dominância, né? e o outro e o grupo judeu sendo julgado, né, subjulgado. Havia também uma uma descendência, né, dentro entre o povo judeu e o povo da Samaria. Eles entendiam que o o núcleo judeu era um grupo fechado e o que os demais eram estrangeiros. E aí, pegando o The Chosen, tem uma passagem de que o soldado que trabalhava com Mateus na cobrança dos impostos vai pedir ajuda aos discípulos querendo conversar com Jesus. E aí ele fala: "Mas eu sou estrangeiro, né? O seu mestre não vai me receber bem, porque é o mestre do seu povo. Eu sou estrangeiro, ele não vai me receber bem". E aí tem uma fala atribuída ali a Simão na série. Simão diz que os estrangeiros são os preferidos do mestre, onde não havia essa distinção entre uma classe, entre uma nação ou outra. E aí temos a parábola do bom samaritano. A, quando alguém foi ladrões, né, retiraram os bens da pessoa, o maltrataram e deixaram jogados na rua. Passa um levita, passa um sacerdote e não ajudam aquele homem caído na terra. Mas um samaritano resolveu o ajudar. E essa perspectiva do samaritano é interessante, porque o povo judeu, aquele grupo ali, não gostava do grupo, havia uma divergência de opiniões e de comportamentos do grupo dos samaritanos. Só que quem auxilia na história que Jesus coloca, né, na parábola, é o samaritano. Porque antes, no diálogo que Jesus estava tendo, e Jesus foi questionado de como fazer para alcançar o reino dos céus. Jesus devolve com outra pergunta, falou assim: "O que que diz a lei?" Ah, a lei fala para amar a a Deus, nosso pai acima de todas as coisas e amar ao próximo como a ti mesmo? Aí Jesus fala: "Então vai e faz isso". F assim: "Tá bom, mestre, mas quem é o meu próximo?" E aí Jesus conta a parábola do bom samaritano. Mas depois de contar a parábola do bom samaritano, ele pergunta assim: "Quem você acha que agiu de bom com caridade?" Ótimo, então vai lá e faz o mesmo. Então

Jesus conta a parábola do bom samaritano. Mas depois de contar a parábola do bom samaritano, ele pergunta assim: "Quem você acha que agiu de bom com caridade?" Ótimo, então vai lá e faz o mesmo. Então vai muito além das concepções externas que a gente tem. Não importa o credo do nosso próximo, não importa a orientação, né, religiosa, política, o que que ele acha que é certo ou errado. Jesus vem nos indicar nessa parábola do bom samaritano que aquele que age com amor incondicional para o seu próximo está fazendo a vontade de Deus, nosso pai. Então Jesus, ele chega em um outro ponto e até mais além. Ele convida a gente a amar os nossos inimigos, a orar por aqueles que nos perseguem. E se alguém exigir que a gente caminhe uma milha, que a gente caminhe duas milhas com eles. Se alguém resolver arrancar uma pedaço da nossa roupa, que a gente entregue outra. Jesus tá sempre convidando a gente entregar a nossa melhor face, a gente respirar um pouco mais, persistir um pouco mais nesse amor ao próximo. Um outro ponto que Jesus também nos ensina no evangelho é o perdão das ofensas, algo que de fato é difícil no nosso dia a dia. A depender do que o outro fez com a gente, a gente fica remoendo aquela mágoa. E a gente pode trazer uma passagem do Evangelho conhecida como a passagem da mulher adúltera. Dizia a lei naquela época de que aquela a mulher que fosse pega em adultério seria apedrejada. Jesus percebe aquela multidão em torno da mulher. As pessoas se preparando para pegar a pedra, para arremessar, só que resolvem testar Jesus. Jesus estava sempre sendo testado e faziam perguntas capiciosas. É aquela pergunta que alguém com a malícia coloca na perspectiva de se ele falar sim tá errado. E se ele falar não, também tá errado. Então perguntam a Jesus se deveriam apedrejar a mulher. Se ele fala assim, ele estaria indo de acordo com a lei da época, mas indo contra ao seu a sua proposta de ensino do amor incondicional. E se ele fala não, que é o que ele pregava do amor, ele tava indo contra a

assim, ele estaria indo de acordo com a lei da época, mas indo contra ao seu a sua proposta de ensino do amor incondicional. E se ele fala não, que é o que ele pregava do amor, ele tava indo contra a lei da época. Então, colocam a pergunta de forma proposital para ele se contradizer. Só que Jesus, muito sabiamente, ele devolve com outra pergunta, porque no momento em que começam a questionar ele, ele tá escrevendo na areia, na terra e ele faz a célebre frase de que tudo bem, atire a primeira pedra aquele que não tiver pecado. E aí o evangelho nos narra que os mais idosos, os mais experientes, foram os primeiros a jogarem a pedra no chão, seguidos dos mais novos. Há reflexões sobre essa passagem, uma que eu gosto muito, que é atribuída, né, à mentora Joana de Angeles, de que na areia ele escrevia os pecados da humanidade e conforme a pessoa se identificava com a pessoa não estava enxergando o que estava sendo escrito na areia, a pessoa se identificava com aquele pecado, com aquele equívoco, ela jogava a pedra no chão. E aí naquela perspectiva, Jesus levanta o olhar e não tem mais ninguém e pergunta pra mulher: "Onde estão aqueles que te acusavam?" E aí ela falou assim: "Senhor, eles foram embora." E aí Jesus diz: "Então eu também não te condeno. Vá e não peques mais". Então, numa outra perspectiva, Jesus não apaga o erro, o equívoco que a mulher tem cometido, mas ele dá essa oportunidade, essa perspectiva dela seguir em frente numa nova oportunidade de não cometer o erro novamente. E aí esse perdão para os equívocos que o outro possa cometer, Jesus também tá sempre nos convidando a nos fazer. Numa outra palestra que a gente também abordou aqui na comunhão espírita, propomos a perspectiva do perdão como libertação. Porque quando eu perdoo o outro, eu me liberto daquele sentimento negativo. Eu me liberto daquela mágoa. Eu não tô passando a borracha que o outro fez comigo, mas eu tô deixando aquela situação seguir, porque o equívoco do outro é uma relação dele para com a divindade, para com Deus. E

rto daquela mágoa. Eu não tô passando a borracha que o outro fez comigo, mas eu tô deixando aquela situação seguir, porque o equívoco do outro é uma relação dele para com a divindade, para com Deus. E aí quando eu me liberto daquela daquela mágoa, daquele sentimento de raiva, eu fico mais leve. Então Jesus também nos convida a exercitarmos o perdão. Jesus também é a referência da humildade e simplicidade. Quando pegarmos o nascimento de Jesus, ele nasceu numa manjedoura. nasceu sobre a vigilância dos animais, sem muito luxo, sem muita riqueza. Na perspectiva de que se Jesus é o mestre, é o governador do planeta, ele poderia ter escolhido onde quisesse nascer. ele escolheu na manjedoura. Isso também era um conflito da época que tinha, porque pensava-se que alguns ainda pensam hoje que o Messias virá numa forma de definir o bem e o mal, fazer uma mudança radical. Então ele vai ser o rei dos reis, mas essa esperança que o rei seja material, quando Jesus não veio para isso. Jesus veio nessa perspectiva do reino interno, da calmaria interna. Então, nessa simplicidade das pequenas coisas, Jesus tá sempre, deu sempre esses exemplos. E se formos pegar o finalzinho da experiência da terrena dele como encarnado, nós vemos que durante a Santa Ceia ele se coloca para lavar os pés dos discípulos também num exemplo de humildade de servir, da gente procurar mais servir do que ser servido. E nós vemos o tempo todo Jesus sendo coerente e sendo firme nos seus posicionamentos. A gente falou quase agora, né, e que em diversos momentos Jesus foi colocado na parede, por assim dizer. Tem outra passagem de que perguntam a Jesus sobre os impostos, se era lícito ou não pagar impostos. Jesus, então, mas é sempre a resposta de Jesus, o posicionamento de Jesus. Não há divergência. Eu lembro uma vez que a Maise Braga aqui na comunhã falando da passagem que inclusive na série de Chosen vai ser tratada na próxima temporada. Quando Jesus entra no templo, persegue que o templo tem mais comércio do que adoração

e Braga aqui na comunhã falando da passagem que inclusive na série de Chosen vai ser tratada na próxima temporada. Quando Jesus entra no templo, persegue que o templo tem mais comércio do que adoração a Deus dentro do templo. E aí na série já tem até o trailer Jesus com chicote batendo e as narrativas falam que Jesus saiu quebrando tudo, deu famoso piti. E aí a Mais Braga na reflexão que eu achei bastante interessante de que não faz muito sentido, não é muito coerente Jesus, o governador do planeta, se posicionar dessa forma. E a perspectiva, né, a a tradução dessa passagem seria que, de fato, Jesus foi firme no seu posicionamento, questionando e criticando que as pessoas estavam mais preocupadas com o comércio dentro do templo do que a adoração a Deus. Porque Jesus já havia afirmado por diversas vezes que é necessário a gente alimentar as coisas do céu, alimentarmos os tesouros que vamos carregar desta vida em detrimento dos tesouros materiais. E aí a perspectiva que a Maí trouxe é de que no momento em que Jesus afirmava isso, a voz de Jesus, a energia de Jesus impactou tanto aquelas pessoas que estavam ali que é como se fosse que ele estivesse quebrando tudo. Imagine quando a gente ouviu alguma frase, alguma fala que abalou o nosso nosso interior, seja tanto do forma positiva ou negativa. Às vezes a pessoa nem usou um tom de voz alto, às vezes ela até sussurrou em nossos ouvidos, mas aquilo abalou a gente profundamente. Às vezes bagunçou o nosso dia por completo. A gente acordou bem, tô ali animado. E aquela frase, aquela aquilo que nós ouvimos nos abalou. Então, foi essa a perspectiva que aí trouxe na palestra, que naquele momento em que Jesus entra no templo e na sua firmeza critica aqueles que estavam fazendo no templo mais comércio do que adoração a Deus, aquilo abalou tanto as pessoas que é como se fosse Jesus tivesse quebrando o pau da barraca. Então, e isso vai muito ao encontro dessa perspectiva de que Jesus sempre foi coerente nos seus ensinamentos, sempre foi firme nos seus

as que é como se fosse Jesus tivesse quebrando o pau da barraca. Então, e isso vai muito ao encontro dessa perspectiva de que Jesus sempre foi coerente nos seus ensinamentos, sempre foi firme nos seus posicionamentos. Em outra passagem, inclusive Jesus fala que seja o vosso falar sim, sim, não, não. E se eu sou morno, se eu fico em cima do muro, ele fala: "Vou, vou vou me taloei da minha boca". Ou seja, a gente não pode ficar em cima do muro. Na leitura inicial até falou assim que o caminho ele é único para todo mundo, o caminho ele é longo, mas a gente precisa seguir firme no caminho. A gente não pode deixar escorregar. Numa outra passagem do livro dos espíritos, Kardec pergunta, se a gente for pensar em caridade, em amor e em ação, Kardec pergunta aos espíritos como que era a caridade entendida por Jesus nos ensinamentos dele. E aí são três pontos que no estudo da doutrina dos espíritos a gente chama da sigla bipar fácil da gente memorizar, que é a benevolência para com todos. Então, a gente precisa ser bom indistintamente, que vai ao encontro do que falamos, do amor incondicional, do amor sem fronteiras. O outro ponto é a indulgência para com os erros alheios. Então, eu entender que o outro tá na sua faixa evolutiva, que o outro tá com na sua faixa, na sua necessidade de evolução e ele vai entregar no seu dia a dia o que é possível para ele entregar. Ele fala, Jesus fala em outra passagem, inclusive no evangelho, que não dá para colher uvas dos abrolhos, não dá para colher uva do espinheiro. Então, naquela árvore, eu não posso ter a expectativa de colher um fruto diferente. Só que eu entendendo que o outro tá na luta dele, na batalha dele interna, não me dá o direito de evidenciar o erro. Essa indulgência para com o outro é não agravar o erro que eu estou observando, é não fazer com que aquele erro tome uma proporção maior do que necessariamente deva ocorrer. É bip, né? O último é o perdão das ofensas. E aí vai o encontro do que falamos também nessa perspectiva de

é não fazer com que aquele erro tome uma proporção maior do que necessariamente deva ocorrer. É bip, né? O último é o perdão das ofensas. E aí vai o encontro do que falamos também nessa perspectiva de Jesus nos propondo a perdoar o próximo, amar os vossos inimigo, aquele ainda que tá nos perseguindo, nos caluniando, que a gente reúna forças dentro de nós para desejar o bem. A gente pode até dar uma reflexão, falar assim: "Cara, não consigo desejar o bem daquela pessoa que tá pisando no meu calcanhar". E tem gente que faz de propósito, né? você percebe que a pessoa tá ali gostando de tirar a gente do sério. Eu consigo, né, a a perspectiva não é tão maliciosa assim, mas eu consigo ver isso muito bem com as minhas filhas. Eu tenho duas filhas pequenas, em determinadas situações, você percebe que uma tá provocando a outra de propósito. E aí você troca o olhar e aí você fala: "Eu vi, eu percebi". E aí elas ficam com vergonha e se afastam uma da outra. Eu já percebi em algumas situações delas olharem para mim para ver se eu tava prestando atenção para poder dar aquela cutucada na irmã. Faz parte da necessidade delas. Elas estão precis tem preciso ali se alinhar e faz parte também na minha missão como responsável orientar. Mas essa perspectiva que eu gostaria de trazer é que às vezes determinadas pessoas têm o prazer de tirar a gente do sério. Só que Jesus fala assim: "Ainda essa pessoa que tá tentando tirar a gente do sério, precisamos amar elas". A gente na reflexão pode falar assim: "Tá bom, mas eu não consigo". Tudo bem. a gente se esforce pelo menos e não devolver o mal, de não entrar nessa faixa, dessa sintonia do mal pelo mal. Pegando a série de Chosen, tem uma passagem de que Maria de Madalena, ela tá seguindo Jesus e aí entra uma pessoa que tava sob a influência de espíritos negativos, espíritos que comprazem ali fazer o mal. E aí ela se vê junto daquela sombra e ela volta pros ambientes que ela frequentava antes de conhecer Jesus nos bares com bastante álcool, eh bastante

egativos, espíritos que comprazem ali fazer o mal. E aí ela se vê junto daquela sombra e ela volta pros ambientes que ela frequentava antes de conhecer Jesus nos bares com bastante álcool, eh bastante jogatina. E aí Jesus percebe a ausência dela e pede para que Simão e Mateus, que não se davam bem, procurassem Maria. Eles encontram Maria, conversam com ela e pedem para ela voltar para o acampamento. Quando ela se depara diante de Jesus, ela não consegue ter força para olhar Jesus e pede desculpas. Diz que não é mais digna de seguir ele porque ele deu a oportunidade e ela deixou a oportunidade para lá para voltar pra antiga vida. E aí na série, uma fala muito bonita, um diálogo muito bonito entre Jesus e Maria de de Madalena, porque ele fala que tanto ele quanto Deus não quer, não esperam a perfeição dela, só querem o coração. E ele fala assim: "Desejamos apenas o seu coração, desejamos apenas a sua boa vontade". E é esse convite que Jesus nos faz. Então, aquela pessoa que tá ali pegando o nosso pé, fazendo essa dificuldade no nosso dia a dia, que a gente possa ter essa boa vontade dentro de nós de pelo menos não retribuir o mal com o mal. E aí no nosso dia a dia, como é que fica essa pergunta da palestra? Em seus passos, o que faria Jesus? No trabalho é comum a gente ter ambiente de competição, aquele ambiente em que o outro faz o que for preciso para ser promovido, para ter os melhores benefícios. Fofoca, então nem se fala. A gente tem uma expressão num ambiente corporativo chamada rádio corredor. Se for uma indústria, fala que é rádio peão, que é a fofoca. Vai um falando pro outro. Às vezes são situações de melhoria, né? Poxa, tá para ter um aumento, tá para ter uma discussão de distribuição de lucro, até aí é pode ser positivo, mas também tem aquela rádio corredor falando mal do outro, criticando o outro. Você viu fulano? O que que ele fez? Um absurdo. Vamos voltar na pergunta do bip lá do livro dos espíritos. O i é a indulgência para com do próximo. Então, se eu de fato estou

utro, criticando o outro. Você viu fulano? O que que ele fez? Um absurdo. Vamos voltar na pergunta do bip lá do livro dos espíritos. O i é a indulgência para com do próximo. Então, se eu de fato estou tentando internalizar no meu dia a dia de que no meu meu passo a passo eu vou pensar o que Jesus faria, será que Jesus se utilizaria da rádio corredor para falar mal do próximo? Será que Jesus moveria tudo que for preciso para eu passar o meu colega de trabalho para eu ser promovido e ele não? O convite não é pra gente também deixar o nosso desejo de melhorar no dia a dia. É válido a gente querer uma promoção, um bom trabalho, mas é isso não pode ser a custa do outro. Eu não posso passar por cima do outro, porque não é isso que Jesus faria. E na família, desentendimentos é quase que sinônimo dentro de um lar familiar. É, é inevitável termos de desentendimentos. Ingratidão, então nem se fala. Quantas vezes a gente dentro do nosso lar familiar, a gente se esforça por ajudar e às vezes a resposta que a gente vê do outro lado não é positiva. Será que Jesus desistiria de ajudar um familiar diante da ingratidão? Ou ele persistiria ou ele seguiria em frente? Cuidar de um familiar difícil. Quantas pessoas, infelizmente, são abandonadas em hospitais, em asilos, por ser considerado um familiar difícil, sem entrar no mérito da realidade de cada família, às vezes a família realmente não tem condições financeiras, condições do dia a dia para lidar com com esse familiar que tá numa condição difícil, mas uma vis ainda que a pessoa esteja no hospital, Ainda que a pessoa esteja no cuidado num laridoso, uma visita não faz mal para ninguém. Uma visita a gente consegue fazer. E não é raro quando visitarm visitamos um lar de por para idoso, por exemplo, encontrarmos diversos idosos sem sequer uma visita dos seus familiares. Será que é esse abandono do familiar é o que Jesus faria? E na sociedade com relação à pobreza, a necessidade do meu do próximo que está às vezes precisando de um bom

r uma visita dos seus familiares. Será que é esse abandono do familiar é o que Jesus faria? E na sociedade com relação à pobreza, a necessidade do meu do próximo que está às vezes precisando de um bom dia, de uma gentileza. Quanto preconceito ainda temos em nossa sociedade. A gente falou que Jesus, o amor dele passava fronteiras. Há espaço para o preconceito se decidirmos, fazermos o que Jesus faria? Será que só porque o outro pensa na religião de uma forma diferente? Só porque o outro pensa de forma política diferente de mim, ele não é o meu irmão? Na leitura inicial falou que o caminho é para todo mundo. Ninguém está esquecido. Jesus falou: "Nenhuma ovelha será perdida". Então Jesus está sempre velando por todos nós. Todos somos irmãos, independente do que a gente acredite, das decisões que a gente toma no nosso dia a dia. Então faz sentido eu olhar diferente para o meu próximo só porque ele pensa diferente de mim? E já que eu tô pensando no que Jesus faria para com o próximo, na família, no trabalho, na sociedade e para conosco mesmo, como é que eu tenho lidado comigo mesmo? Eu tô sendo severo demais comigo mesmo? Eu tenho cuidado da minha saúde? Eu tenho cuidado do meu dia a dia? É importante a gente colocar no nosso dia a dia uma rotina em que tem o nosso momento para conexão com Deus. E a palestra aqui é um ponto disso, mas a gente também pode sempre fazer o uso da oração, o uso quando acordamos, quando fomos dormir. Nós devemos estar preocupados com a nossa saúde física, porque o nosso corpo ele é passageiro, mas a forma como eu cuido desse corpo é responsabilidade nossa. Se eu sou delinquente com a questão de exercício físico, se eu sou delinquente com as orientações que eu recebo dos médicos, eu estou prejudicando meu corpo e consequentemente eu também estou prejudicando a minha atual encarnação. Então fica o convite, assim como Paulo registrou na sua carta aos Gálatas, de que já não era mais ele que vivia nele, era o Cristo que vivia nele. Fica esse convite para que no

minha atual encarnação. Então fica o convite, assim como Paulo registrou na sua carta aos Gálatas, de que já não era mais ele que vivia nele, era o Cristo que vivia nele. Fica esse convite para que no nosso dia a dia a gente coloque em execução ações como Jesus o faria. Se eu estou na dúvida para alguma coisa que fique essa pergunta na nossa mente: "Eu não sei se eu faço A ou B. Bem, o que que Jesus faria no meu lugar?" Ainda que a resposta que a gente tenha na nossa reflexão pessoal seja, pô, Jesus faria o caminho A. E aí você fala assim, ó, eu não consigo fazer o caminho A. Tudo bem, então pelo menos a gente não faça o caminho B. A gente deu o exemplo, né? Alguém pratica o mal para conosco. O A seria perdoar, desejar o bem, continuar ajudando mesmo assim. Falei assim: "Cara, não consigo continuar ajudando alguém que me pratique o mal. Do outro lado seria eu devolver o mal. Então assim, tá bom, eu não consigo fazer o bem por 100%, mas é que a gente se esforce a não responder o mal diante do mal que a gente receba. E aí teve o preparando para essa palestra, teve uma música que que veio à mente, muito cantada pelo padre Zezinho. Depois teve o padre Marcelo Rossa, também cantou por diversas vezes, que é amar como Jesus amou. é o nome da música, né? E aí ele fala que um dia uma criança me parou e olhou nos meus olhos a sorrir. Canel, perdão, caneta e papel na sua mão, tarefa escolar para cumprir. E perguntou no meio de um sorriso: "O que é preciso para ser feliz?" E a resposta da música é: amar como Jesus amou. Sonhar como Jesus sonhou. Pensar como Jesus pensou. Viver como Jesus viveu, sentir o que Jesus sentia, sorrir como Jesus sorria. E ao chegar ao fim do dia, eu sei que eu dormiria muito mais feliz. E essa felicidade aqui da música, ela vai ao encontro de uma outra pergunta que Kardec faz, a espiritualidade de na reflexão de que a felicidade da do da terra ela é ela não é completa, ela é relativa. Tudo bem, essa felicidade relativa que a gente ainda pode ter na Terra e que tá

ardec faz, a espiritualidade de na reflexão de que a felicidade da do da terra ela é ela não é completa, ela é relativa. Tudo bem, essa felicidade relativa que a gente ainda pode ter na Terra e que tá ao alcance de todos nós, como fazer? São dois pilares. No campo material, a posse do necessário, a gente fugir, fugir do que é supérfo. E no campo moral, a consciência é tranquila e a fé na imortalidade da alma. Então, nessa perspectiva de que a gente se concentre no nosso dia a dia, da posse do necessário, da consciência tranquila no nosso dia a dia, sempre questionando o que que Jesus faria no nosso lugar. E nessa tríade, nessa perspectiva de que somos imortais, de que tudo que a gente tá aprendendo aqui, tudo que a gente tá passando, vai ser utilizado como ingrediente, como massa pro que vai acontecer no futuro, a gente fique mais tranquilo. Não é que a caminhada vai ficar mais fácil, porque Jesus não eliminou a dificuldade, mas ele convidou a gente ter bom ânimo, porque se ele venceu o mundo, ele também disse que a gente também consegue vencer. Muito obrigado. Nós agradecemos ao Anderson a o estudo, a preocupação em trazer essas palavras para todos nós de uma forma sistematizada para que a gente possa ir seguindo passo a passo, passo a passo a ideia, para que a gente possa ir olhando cada pedacinho de nós mesmos por dentro e dizendo: "Puxa vida, aqui eu podia melhorar um pouquinho. Poxa, aqui que legal. já consigo ir. E assim é agradecidos então a Deus, nosso pai pelo momento. Agradecidos ao nosso palestrante pelo trabalho e a preocupação em dividir conosco seus estudos. Agradecidos a espiritualidade amiga que nos ajuda, nos protege, nos intola. Pedimos agora a permissão para encerrar essa primeira parte do trabalho, passando ao passe. Aqueles que de repente é a primeira vez que estão vindo, que não conhecem ainda o trabalho da casa, o passe é dado adiante no outro prédio ali embaixo. Pass! Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília.

z que estão vindo, que não conhecem ainda o trabalho da casa, o passe é dado adiante no outro prédio ali embaixo. Pass! Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que

nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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