TEMPOS DIFÍCEIS: COMO NÃO ENDURECER O CORAÇÃO - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 09/01/2026 (há 2 meses) 47:51 1,472 visualizações

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Transcrição

Senhor, mesmo tão [música] longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa Essa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> buscando a ti. Obrigado. [música] Comunhão espírita de Brasília. Bom dia, queridos amigos. A gente tava aqui tão quietinho e nem se tocou, que já tava na hora de começar o nosso trabalho. Sejam muito bem-vindos aqueles que já estão aqui no salão, aqueles que chegarem daqui a pouquinho, aqueles que nos assistirem pela internet, tanto agora quanto mais tarde, porque a palestra sempre fica gravada. Então, para começar nosso dia, eu vou ler uma mensagem de Joana de Angeles desse livrinho Vida Feliz, que é o livrinho que toda semana eu busco uma uma mensagem. São 200 mensagens, então a gente tem bastante material para sempre estar renovando nossos pensamentos. Mudei, é a mensagem 77. No dia de hoje, pelo menos, coloca beleza em teus olhos, a fim de fitares a vida com lentes mais claras. Liberta-te das impressões negativas que te acompanharam ao leito na noite passada e dispõe-te a encarar o mundo e as pessoas com uma dose de boa vontade. Notará que o teu estado íntimo se renovará e tudo adquirirá vida agradável ao teu redor. A boa vontade em relação aos outros retorna como simpatia. e camaradagem deles em relação a ti. Enfrenta o dia novo disposto a vencer e conquistando o espaço bom que te está reservado no mundo. A gente sempre pensa em Joana como eh bem rude, bem dura, mas essa é uma mensagem bastante alvçareira, que se pusermos boa vontade, fitarmos a vida com lentes mais claras, como ela diz, nós também teremos uma vida mais clara e muito mais feliz. Então, agradecidos a Deus, nosso pai, pelo dia, pela oportunidade de aqui estarmos, pela oportunidade, pela decisão de aqui virmos hoje, buscar um pouco de tranquilidade, um pouco de alento ao nosso íntimo, ao nosso coração. Vamos começar nosso dia com uma boa palestra. Com certeza o Anderson nos

dade, pela decisão de aqui virmos hoje, buscar um pouco de tranquilidade, um pouco de alento ao nosso íntimo, ao nosso coração. Vamos começar nosso dia com uma boa palestra. Com certeza o Anderson nos trará bastante temas para refletirmos nesse início de ano, nesses dias tão difíceis da gente prever como é que eles vão terminar. Só sabemos como eles começam de manhã, mas que nos agradam, nos consolam e nos mostram a beleza da criação divina. Assim seja. Anderson. Obrigada. Então agora a palestra com Anderson. Muito bom dia. Eh, a gente antes ali da de começar a palestra tava tentando achar uma mensagem inicial, né, que ficasse mais próxima do tema. E acho que compartilhar aqui pro meu coração, acho que veio de bom grado, porque Joana na mensagem ali que a a norma acabou de ler, ela fala pra gente respirar fundo nesse dia que se inicia, as tormentas que a gente que nos acompanhou quando fomos dormir na noite de ontem, que a gente reajuste, né, essas esses sentimentos negativos. daquelas pessoas que a gente possa ter algum pensamento negativo, que a gente se esforce em reverter essa polaridade, que isso vai nos ajudar nesse dia que tá se iniciando. E o tema de hoje, né, tempos difíceis, como não endurecer o nosso coração. E realmente os tempos estão difíceis, né? Muita guerra acontecendo, muita indiferença na sociedade, muito atrito, né, entre pessoas. Pelo simples fato das vezes da pessoa não concordar com o seu ponto de vista, muitos pedidos de cancelamento, de anulação da vida social. E como fazer para não endurecer o coração? antes de de eh adentrar na minha na palestra, né, eu já saudei todos de forma visual aqui, quem tá no salão Bezerra de Menezes, mas eu queria eh também saudar todos que estão aqui nos acompanhando pela internet. Vejo mensagem da Jesusura falando que vai assistir posteriormente de forma online. Raquel, Elivânia, Giovana, Isabela, a Célia, a Sanitela, Eliana, Gilberto, companheira aqui da comunhão, Juliana e a Fátima. deixar um grande abraço nessa primeira

stir posteriormente de forma online. Raquel, Elivânia, Giovana, Isabela, a Célia, a Sanitela, Eliana, Gilberto, companheira aqui da comunhão, Juliana e a Fátima. deixar um grande abraço nessa primeira quarta-feira do ano, né, que a gente começando agora 2026 e renovar nossos pensamentos, nossas energias. E como eu tenho feito nos últimos meses, as palestras estão sendo baseadas nesse livro, sendo as luminosas, autoria também, como o livro Vida Feliz, que a Norma leu no começo. A autoria desse livro também é da Joana de Ângeles, ambos foram recebidos pelo médium Divaldo Pereira Franco. Nesse livro são mensagens curtas que Divaldo psicografou em suas viagens ao redor do mundo. A de hoje em especial foi psografado na Escócia e aqui no livro ela tá no capítulo 14, onde Joana coloca o título compaixão. E aí já é a resposta pra nossa pergunta da palestra. E é o que vai permitirar toda nossa reflexão é a compaixão. A compaixão é a virtude que vai fazer a gente não endurecer os nossos corações. E aí vamos ver como é que a Joana, né, começa esse o capítulo, né? Ela fala o seguinte: "O corre o tempo que se apresenta insuficiente para atender todos os compromissos, o utilitarismo e o abuso dos irresponsáveis armam o indivíduo com insensibilidade, de forma que em mecanismo de defesa precata-se em relação à compaixão, evitando-se a piedade em favor do seu irmão do caminho." Então ela coloca que a correria do do dia a dia que nunca é suficiente para darmos conta dos nossos deveres. Eh, o utilitarismo, né? Eh, que é a gente pensar mais em si, coisas que são úteis no meu dia a dia e o que não é útil eu descarto. E também o abuso dos irresponsáveis, aquelas pessoas que a gente deposita boa fé e elas não correspondem e às vezes correspondem de forma equivocada e a gente acaba não confiando muito e isso acaba sendo permeando todo o nosso dia a dia. Se a gente for ver, não é raro alguém solicitar uma ajuda financeira, os chamados pedintes, e a gente às vezes nem olha pra pessoa, seja por receio de violência ou seja por

ndo todo o nosso dia a dia. Se a gente for ver, não é raro alguém solicitar uma ajuda financeira, os chamados pedintes, e a gente às vezes nem olha pra pessoa, seja por receio de violência ou seja por indiferença mesmo. Em termos de relacionamento, não é raro eu ter uma desilusão amorosa e eu já me entrar no mecanismo de defesa e achar que nenhum homem ou nenhuma mulher presta, que aquele equívoco que aconteceu naquele relacionamento eu esteja projetando num relacionamento. Quer dizer que não vai acontecer? Pode ser que aconteça, mas não é determinismo, porque somos espíritos diferentes. Vá saber se o próximo relacionamento vai ser aquele escolhido por nós antes de aqui chegarmos. Então a gente nesse nessa desilusão do dia a dia, a gente acaba se defendendo. A gente começa a criar mecanismos de defesa, como a Joana coloca, e isso nos isola perante a sociedade, perante o outro. E aí dificulta esse exercício da compaixão. Eu gosto muito de nas palestras trazer alguns pontos, alguns exercícios para que a palestra não pare, a reflexão da palestra não termine na palestra, porque a palestra acaba, a gente vai tomar o passe, vai tocar a nossa vida e às vezes os conceitos ficam soltos no nosso na nossa mente. Às vezes a gente nem mais lembra da palestra que a gente assistiu na primeira quarta-feira de 2026. E a proposta pessoal é que os conceitos que aqui sejam tratados reverberem, eles fiquem repetindo na nossa cabeça por alguns dias. Se forem semanas, meses, melhor ainda, porque a proposta da Joana de Angeles nesse livro é traçarmos caminho em direção a Jesus. E aí, para fazer essa conexão entre palestra e nosso dia a dia, eu tenho trazido sugestões de filmes que a gente possa usar nosso tempo de lazer para conectar o que ouvimos na palestra e assim sermos ser humanos melhores. Eu tenho, eu tava sempre focado no meu ambiente infanto juvenil, porque eu tenho duas filhas que estão naquela fase da infância e da pré-adolescência e adolescência. Mas aí eu comecei a expandir um pouco

tenho, eu tava sempre focado no meu ambiente infanto juvenil, porque eu tenho duas filhas que estão naquela fase da infância e da pré-adolescência e adolescência. Mas aí eu comecei a expandir um pouco mais. Então eu tenho trazido duas sugestões de filmes. Uma desse espectro Disney Pixa, que nem é tanto infanto juvenil assim, porque tem bastante conceito ali de adulto, mas também um filme que foge desse meio de desenho. E o primeiro filme que eu gostaria de propr pra gente assistir depois da palestra, no momento de lazer, é um filme chamado O pior vizinho do mundo. Viu essa semana? >> Você viu essa semana? Olha, que coincidência, né? O personagem principal é o Tom Hanks e ele é o pior vizinho do mundo. Realmente ele é um cara turrão. Só que a gente vai ver que ele, como a Joana de coloca aqui no texto, ele está num mecanismo de defesa. Ele passou por um luto severo com a morte da sua esposa. Ele ficou desiludido com as relações humanas e ele se fecha. Só que aí no filme aparece uma vizinha chamada Mari Sol, que não respeita esse mecanismo de defesa que o Otos se utiliza para si. E ela começa a oferecer comida, oferecer ajuda e pede ajuda e ele ela vai rompendo essas defesas. E aí, como lição de casa, vamos perceber no filme refletindo quais foi o momento que as defesas do Oto começaram a se romper, quais foram os momentos em que a indiferença deu lugar paraa compaixão, pra companhia e pela Mariol também a gente pode perceber como que ela, ainda que ele turrão, né, daquele aquele mecanismo de defesa dele, ela foi superando essas adversidades, ela foi com compaixão, com ação, rompendo, né, essa defesa dele. E esse é um ponto que a Jona coloca aqui, que ela diz que a compaixão ela não é algo passivo, ela é algo ativo, não é aquele momento de pena, de vou me sentir peninha, né, e tá tudo certo. Ou então aquela situação de que eu tô vendo que a pessoa tá sofrendo, eu choro pelo sofrimento dela, mas também eu não faço nada. Joana nos propõe a agir, a entrar em ação. Ela coloca a compaixão como

Ou então aquela situação de que eu tô vendo que a pessoa tá sofrendo, eu choro pelo sofrimento dela, mas também eu não faço nada. Joana nos propõe a agir, a entrar em ação. Ela coloca a compaixão como diminuir a dor do outro. O que que eu posso de fato fazer para diminuir a dor que eu estou vendo no outro? Sentir pena por si só não resolve. E o filme mostra isso muito bem na posição da vizinha Miraçol. Então fica o convite para assistirmos o filme e verificarmos esse mecanismo de defesa que o Otto se encontra, como esse mecanismo de defesa se rompe e a Marissol naquela ação contínua ajudando o seu vidizinho e também sendo ajudada porque diversos momentos o Oto ajuda a Miraçol inclusive a dirigir, né? que ela tinha muita dificuldade para fazer a a dirigir o carro. E aí a Joana, voltando pro texto da Joana, ela fala o seguinte: "Compreendendo o significado da dor e compungente se manifesta, aquele que é solidário sente na alma o real desejo de minorá-la, contribuindo que os fatores que a desencadeiam sejam afastados e a ele ceda a paz de espírito." Então, Joana propõe que a gente ao olhar para o próximo, perceba oportunidades que nós temos de diminuir a dor dele para ceder a dor, ceder espaço paraa parte de espírito. Quer dizer que a gente sempre vai conseguir isso? Nem sempre. Às vezes a gente não dispõe tempo, às vezes a gente não dispõe de recursos materiais se alguém tá solicitando recursos materiais da nossa parte, mas sempre temos algo a oferecer. Se for, voltando ao caso de um pedinte da rua, um olhar no olho no olho a gente pode oferecer um bom dia, um boa tarde, boa noite. A gente pode oferecer uma oração, um desejo que a pessoa tenha um caminho luminoso no seu caminho, um desejo que a pessoa consiga achar uma solução para o seu problema. Porque não duvidemos, tudo é gira em torno de energia e o pensamento que nós emitimos gera energia, as nossas orações geram energia. Então, ainda que materialmente eu não consiga entregar nada, eu não consiga diminuir a dor do próximo, mentalmente

nergia e o pensamento que nós emitimos gera energia, as nossas orações geram energia. Então, ainda que materialmente eu não consiga entregar nada, eu não consiga diminuir a dor do próximo, mentalmente eu posso fazer muito, ainda que outro venha indiferença. E é um exercício difícil, porque às vezes a gente vai cumprimentar como simples bom dia, nem todo mundo responde, mas perseveremos porque vão ter algumas pessoas que vão devolver o bom dia e essa troca de energia ela é muito positiva. Outro ponto que nesses nessa passagem que a Joana coloca, né, é que falando que quando a gente compreende esse mecanismo, a resposta automática do nosso íntimo vai ser de ajudar. vai ser de diminuir a dor. Eu me recordei de uma história pessoal de um médio palestrante do meio espírita chamado José Raul Teixeira. R Teixeira é lá do Rio de Janeiro, da cidade de Niterói. Ele eh passa, né, por um desafio em sua atual encarnação, porque num determinado voo paraos Estados Unidos para fazer para trabalhar, para fazer palestra, ele teve um AVC e ficou paralisado do lado direito. a Mais Braga aqui na comunhão, né? Chegou diversas vezes e chegou a trabalhar com ele viajando pelo Brasil, mais ali pro interior do Maranhão. E em algumas palestras aqui dela, ela comentou, né, de conversas de como tem sido essa situação com Ral Teixeira. Ele tá tendo muita dificuldade de falar, então ele fala muito pouco quando tem a oportunidade, mas continua psografando. E na hora de pografia parece que a coisa tem ido bem. Mas em uma de suas palestras ele narra que um dia longinco, né, mexendo com o jornal, hoje é muito difícil você ver alguém colhendo o jornal, mas naquela época você pegava o jornal, via as matérias, se atualizava e ele ficou revoltado ao ler as notícias com tanta corrupção, com tanta violência que estampava nas capas dos jornais. O dia se passou, no final do dia, como era corriqueiro, ele fazendo as suas orações antes de dormir, seu mentor, Camilo, aparece para ele e o questiona o que que estava afligindo.

s capas dos jornais. O dia se passou, no final do dia, como era corriqueiro, ele fazendo as suas orações antes de dormir, seu mentor, Camilo, aparece para ele e o questiona o que que estava afligindo. E é interessante essa comunicação, né, que esses médiuns ostensivos falam conosco sobre a conversa que eles têm com os mentores deles. E a gente também tem dos nossos, só que a nossa, de forma geral, o diálogo acaba acontecendo muito mais na nossa mente. Mas eles no íntimo sabem o que a gente tá sentindo, sabem o que a gente quer, só que de uma forma pedagógica eles nos exercitam de refletirmos sobre nós mesmos o que nós estamos sentindo. E essa pergunta que Camilo faz pro Raul tem esse sentido pedagógico. E Camilo, perdão, Raul fala para Camilo que ele estava triste com o que tinha lido no jornal e etc. Camilo, entretanto, para exemplificar, fala que o que Raul tava sentido era chamado de ressonância. Ressonância é quando dois corpos entram na mesma faixa vibratória. É esse conceito da física, inclusive que orienta que uma tropa, por exemplo, não pode marchar em cima de uma ponte sob o risco dela desmoronar, porque a frequência que a tropa vai marchando na esquerda e na direita pode entrar na mesma frequência da ponte e ela se romper. E aí, voltando ao caso do Raul, Camilo alerta que o que tava sentido era ressonância, ou seja, toda aquelas notícias de corrupção, de violência, estava entrando em ressonância com seu íntimo. E aí ele fica sem entender, falei assim: "Poxa, mas eu nunca praticaria o que eu acabei de ler dentro lá no jornal." Camilo assevera que se aquilo tava incomandando ele era um sentimento de ressonância. Se o que ele tava vindo dentro dele era um sentimento de vingança, de que aquelas pessoas que estavam cometendo mal também sofressem, era ressonância. Porque se aquilo que eu estava vendo eu já tivesse superado no meu íntimo, o que viria de resposta seria compaixão. Seria um esforço de diminuir a dor do outro, como a Joana coloca aqui no texto, porque aquilo, aquela situação,

ava vendo eu já tivesse superado no meu íntimo, o que viria de resposta seria compaixão. Seria um esforço de diminuir a dor do outro, como a Joana coloca aqui no texto, porque aquilo, aquela situação, eu já resolvi dentro de mim. Aquela situação não me incomoda mais. E como eu já passei por aquela situação, eu sei o que o meu irmão ou a minha irmã está passando, está sofrendo. E o meu esforço inicial é de ajudar a diminuir a dor do próximo. E essa história do Raul, ela é tão forte que a gente começa a refletir sobre o nosso dia a dia, o que eu vejo no outro, se está me incomodando ou se tá me deixando tranquilo, se me incomoda é algo como um espelho que eu esteja vendo, algo que a pessoa tá fazendo, tá mexendo muito forte no meu íntimo em algo que por algum motivo eu ainda não resolvi dentro de mim. E esse exercício ele é difícil, mas ele é muito importante porque permeia a chamada reforma íntima. Porque eu vou me autoconhecendo, descobrindo coisas que eu ainda não aceitei dentro de mim e coisas que eu já superei. O que eu superei, eu ajudo o próximo a também superar. E que eu ainda não superei, eu preciso pedir ajuda. E a gente tem ajuda a todo momento. Temos ajuda no campo material, na medicina, no campo da psicologia. As casas espíritas têm um atendimento fraterno. Recorremos à ajuda material, mas também à ajuda espiritual. Eu falei, Camilo com relação ao Raul, é o mentor dele, mas todos nós também temos os nossos mentores, aquele espírito que Deus designa antes da nossa encarnação e até o momento da nossa desencarnação de nos acompanhar. Então, a gente tem sim todo um suporte ao nosso redor para nos auxiliar. E aí, nesse sentido, deixa eu só fechou aqui sem querer. A Joana fica, ela fica, ela bate muito nessa tecla de que a compaixão é algo que precisa ser natural, se ainda não é, precisa ser trabalhada. E ela não é algo passiva, ela é algo ativa que a gente precisa todo tempo estar sendo realizando. A gente pode inclusive trazer eh a codificação à nossa mente numa

ainda não é, precisa ser trabalhada. E ela não é algo passiva, ela é algo ativa que a gente precisa todo tempo estar sendo realizando. A gente pode inclusive trazer eh a codificação à nossa mente numa questão mais específica do livro dos espíritos, onde Kardec questiona a espiritualidade, como é era a caridade, como entendia Jesus. E a resposta da espiritualidade é algo que brincamos no estudo do espiritismo da sigla bip de igreja. Então é o B, o I e o P. O B é benevolência para com todos. O i é a indulgência para com o próximo. E o P é o perdão de todas as ofensas. E a compaixão, ela entra nesse campo da benevolência para com todos. é ser bom no limite das minhas forças para com o próximo. Também pode permear um pouco da indulgência, porque a indulgência colocada nessa questão é aquela situação em que eu tento diminuir o equívoco que eu enxergo do outro. Ainda que eu não consiga diminuir esse equívoco, pelo menos eu não reverbero, eu não passo pra frente o o erro que o outro tá cometendo. Chamada fofoca. Então, se eu vejo um erro, eu não fico falando para todo mundo do erro que eu acabei de ver. Se eu faço isso, eu estou sendo indulgente. E se eu vejo o erro e eu consigo minimizar do tipo, poxa, a pessoa tá errando, mas não é bem ela, ela tá equivocada, eu consigo perceber o equívoco dela e eu tento ajudá-la nesse sentido, aí está a compaixão. E aí, nesse sentido, a Joana vai apresentar a compaixão como algo que multiplica, né? É algo que a gente às vezes lê nas mensagens eh espíritas, a chamada matemática do amor, aquela situação que quanto mais eu dou, mais eu recebo. E algo é bem é estranho no nosso dia a dia, porque se eu tenho esse livro e eu dou esse livro, eu não tenho mais o livro, né? saiu e o amor é diferente. Quanto mais eu dou, mais eu recebo. E aí ela fala que esse exercício de compaixão permeia essa matemática do amor. Ela fala o seguinte, ó. A semelhança do sol deve-se aquecer em plenitude a tudo e a todos. O indivíduo que ama participa automaticamente das ocorrências à sua

ompaixão permeia essa matemática do amor. Ela fala o seguinte, ó. A semelhança do sol deve-se aquecer em plenitude a tudo e a todos. O indivíduo que ama participa automaticamente das ocorrências à sua volta. Quando a compaixão, luz no coração humano, o frio da indiferença cede lugar, aquecendo o sentimento que se desdobra em auxílio produtivo. Então, quando a gente internaliza esse exercício da compaixão, sai a indiferença do nosso íntimo. É como o sol, aí ela coloca a metáfora do Sol que radia para tudo e para todos. O sol não escolhe para quem que ele vai iluminar. Ele ilumina para todo mundo. Tanto aquele que quer o sol, tanto para aquele que não quer o sol. É como no caso do filme, né, da Mira Sol, tentando ajudar o máximo ali que ela podia, o vizinho Oto. E aí, citando, né, o filme do Pior Vizinho do Mundo, gostaria de sugerir o segundo filme e aí já no campo da Disney, da Pixa, um filme um pouco mais antigo, mas confesso que toda vez que eu vejo eu acabo me emocionando. É um filme que traz alguns alertas de uma época em que a gente não tinha o smartphone do jeito que nós temos hoje. Tampouco as redes sociais eram tão comuns como no na atualidade. Na época me recordo que para você usar o Facebook você precisava de convite. É o filme chamado Wi. Wi só letra W A L traço E. O Ai é um robô que vive na Terra numa cena pós-apocalíptica. Não há mais humanos sobre a terra. E a função dele é juntar lixo, compactar e guardar. A humanidade está numa nave sobrevivendo e aguardando que a vida volte a florescer na terra. Só que na nave tudo que é necessário para a humanidade tá sendo ofertado, mas eles estão isolados um dos outros, presos numa tela. Volto a frisar, numa época que não tinha o smartphone do jeito que a gente vê hoje, numa época que não tinha redes sociais do jeito que a gente vê hoje, mas muito próximo do que, infelizmente, a gente vê nos dias atuais. Infelizmente não é raro pessoas estarem num ambiente de refeição e todos estarem com o celular na mão, perdendo a oportunidade de estar

muito próximo do que, infelizmente, a gente vê nos dias atuais. Infelizmente não é raro pessoas estarem num ambiente de refeição e todos estarem com o celular na mão, perdendo a oportunidade de estar trocando experiências, palavras, energias. Então esse filme traz também essa reflexão das vezes a gente se isolar com que a gente tá próximo. E a Joana aqui no texto que eu acabei de ler fala: "O indivíduo que ama participa automaticamente das ocorrências à sua volta. Se eu estou isolado no meu celular, eu não participo do que está ocorrendo à minha volta. Eu não consigo ver se do meu lado tem alguém que esteja sofrendo, que esteja pedindo ajuda ou às vezes querendo apenas um abraço. De fato, é algo difícil de fazer no dia a dia, porque a gente se comunica o tempo todo pelo celular, mas é algo pra gente ficar em alerta. E o filme do Ai mostra isso muito bem. E percebe-se que no filme o Ai, que é o robô, tem mais humanidade do que os seres humanos que estão dentro lá da nave. E é lindo ele se encantar com outro robô chamado Eva, ele se esforçar para ter um toque de mão de robô para robô, mas que isso também vai acontecer num filme entre os humanos. E aí, como lição de casa, que a gente possa perceber o momento do capitão da nave quando ele desliga o piloto automático dele e ele começa a se esforçar para fazer algo diferente por si. mas também pela humanidade. E é esse convite que a Joana dees faz para conosco, que a gente saia do piloto automático, que a gente possa observar ao nosso redor as pessoas que estejam precisando de auxílio e de ajuda, que a gente possa exercitar a chamada compaixão. E Joana nesses textos aqui, ela deixa ali sempre a cereja do bolo pro final. E como não seria diferente nesse capítulo, ela vai falar de Jesus. Ela fala o seguinte: "Muitas vezes ele chorou ante a turba agressiva e violenta, compadecido dos presunçosos e iludidos triunfadores no corpo protecível. O seu era o apelo para que não residissem no erro como terapia preventiva, a fim de que lhes não

a turba agressiva e violenta, compadecido dos presunçosos e iludidos triunfadores no corpo protecível. O seu era o apelo para que não residissem no erro como terapia preventiva, a fim de que lhes não acontecesse nada pior. Então Jesus verificando o equívoco do próximo, não há registro dele tenha condenado. Nessa segunda passagem aqui que eu acabei de ler, ele tá fazendo referência ao caso da mulher que é pega em adultério, levada à praça pública para ser apedrejada, como mandava a lei da época. Jesus é colocado em cheque, pegando a expressão do xadrez, porque se ele concorda com o apedrejamento, ele vai de acordo com a lei de Moisés, mas ele ia contra a sua mensagem de amor. E se ele fala para não aprendejar, ele ia a favor da mensagem de amor, mas contra a lei de Moisés. E a resposta de Jesus é sensacional. Ele diz que ok, então quem tiver sem pecado que atire a primeira pedra. E a o registro do evangelho que um a um foram deixando as pedras caírem. Há o registro que os primeiros foram os mais idosos. E ela foi, a praça foi se desfazendo da multidão até que chegue a ficar apenas a mulher e Jesus. E Jesus questiona para ela, onde estão os teus acusadores? Não os vejo mais. Então, se eles não estão aqui mais para te acusar, eu também não te acuso. E aí uma uma reflexão importante, Jesus não isenta o erro que ela cometeu. A orientação de Jesus é: vá e não peques mais aqui, ó, para que não residisse no erro. uma terapia preventiva. E ele fala que lá no na Evangelho e Jonas registra aqui novamente, a fim de que não aconteça nada pior. Então ele orienta aquela mulher para que ela não cometa o equívoco novamente. É isso que Jesus faz conosco. Mas Jesus também, diante da multidão que inclusive tava provocando ele, ele não condena. Ele inclusive, aí voltando à primeira parte que eu li da Jona de Angeles, quando ele está na cruz, quando Jesus está na cruz, ele foi humilhado, ele foi torturado. Colocaram uma coroa de espinhos em sua cabeça. Ele sentiu sede e deram vinagre para ele

li da Jona de Angeles, quando ele está na cruz, quando Jesus está na cruz, ele foi humilhado, ele foi torturado. Colocaram uma coroa de espinhos em sua cabeça. Ele sentiu sede e deram vinagre para ele beber. Ainda assim, com tanta dor que ele tava sofrendo, olhando a multidão agressiva, cheia de ódio, ele olha para o alto e fala: "Pai, perdoa-os, pois eles não sabem o que fazem". É essa referência que Jesus traz, que perdão, que Joana traz no final do capítulo para falar de compaixão. Porque ainda que o outro esteja no equívoco dele, ainda que o outro esteja testando a nossa paciência, nós precisamos exercitar esse olhar do Cristo de que, provavelmente o outro não sabe o que ele tá fazendo. Não quer dizer que eu vou lá abraçar, beijar, levar para casa aquela pessoa que tá testando, tá torrando minha paciência. Mas voltando a um dos exemplos que eu dei, a gente pode emitir bons pensamentos, a gente pode exercitar, como a norma leu na leitura inicial, deixarmos passar os pensamentos negativos que permeiam nossas mentes nesse dia que tá se iniciando. Ou então que a gente faça uma oração pro nosso mentor, nosso anjo da guarda, paraa espiritualidade, que a gente possa, que eles não derem força pra gente substituir esses pensamentos negativos, que a gente possa ter inclusive oportunidades de exercitar essa tal da compaixão. E aí, como o exercício, né, eu pedi, falei dos dois filmes, quem tiver acompanhando pela internet, mas quem tiver presencialmente também pode acessar no YouTube a palestra novamente e deixar lá os comentários e falar o que que você sentiu ao ver o filme O pior vizinho do mundo, o pior o o ai, com relação esse mecanismo de defesa que a gente cria, com relação essa indiferença que às vezes as telas tendem a nos colocar? e a virada de chave que acontece nos ambos em ambos os filmes, como aquilo tocou cada um de nós. Vocês podem deixar no comentário, eu volto lá, a gente pode continuar essa conversa posteriormente. E pro dia a dia, quando a gente vê alguém sofrendo,

bos os filmes, como aquilo tocou cada um de nós. Vocês podem deixar no comentário, eu volto lá, a gente pode continuar essa conversa posteriormente. E pro dia a dia, quando a gente vê alguém sofrendo, vamos parar conscientemente naquela situação, não vamos deixar passar. Então, alguém nos abordou na rua ou a gente viu alguém algo na internet, na televisão, que a gente possa mentalizar positivamente aquela pessoa. Não posso ajudar de forma alguma. Então vamos fazer uma irradiação positiva, que a pessoa possa ter força na sua batalha de traçar caminhos melhores, porque nesse exercício a espiritualidade vai colocar ao nosso redor situações e que de fato a gente pode ajudar, seja com um bom dia, seja com uma audição de ouvir o que a pessoa tem para falar, às vezes apenas um abraço, porque a espiritualidade ela quer nos ajudar. E às vezes a gente tá numa tristeza, numa solidão tão profunda, que a gente não consegue receber essas energias que vêm do alto. Só que eles não desistem. Que que eles fazem? Eles usam outras pessoas, outras situações, outras ferramentas para nos atingir. Então, às vezes é uma palestra que a gente vai ouvir, às vezes é uma música que a gente vai ouvir, às vezes é um filme que a gente vai assistir que vai ser usado como ferramenta para nos alcançar. Às vezes é um amigo ou uma amiga que vai ser usada como ferramenta, como instrumento para nos auxiliar. Então, que a gente possa ser esse instrumento da espiritualidade para ajudar todos ao nosso redor, porque como Joana colocou, se a gente começar a perceber ao nosso redor a oportunidade de amar, é aí que a gente vai est fazendo, exercitando a compaixão e fazendo com que a gente não fique tão duro diante do mundo, diante de tantos tempos difíceis que estamos passando. Mas a gente pode sair dessa palestra com a certeza de que a gente não está sozinho, por mais difícil que seja o mundo. E Jesus alertou disso, que a gente teria aflição nesse mundo. Jesus também convidou pra gente ter bom ânimo, porque ele venceu o mundo e nós também

não está sozinho, por mais difícil que seja o mundo. E Jesus alertou disso, que a gente teria aflição nesse mundo. Jesus também convidou pra gente ter bom ânimo, porque ele venceu o mundo e nós também venceremos. Muito obrigado pela atenção de todos. Que a gente possa ter um ótimo 2026 pela frente. Gratidão. >> Obrigada, Anderson. Realmente os dois filmes, [risadas] realmente esses dois filmes valem a pena. Goli é um desenho animado já de bem 10 anos, né, >> por aí >> e é muito interessante. E também obrigada. [risadas] Obrigada. Eh, porque é uma ideia que há bem pouco tempo eu vi aventada na na imprensa de algo que se pensava. El mas que todos esses que são ligadas ao espaço lançarem uma nave autossuficiente que ficasse no espaço muito tempo e só retornasse à Terra a hora que toda a porcaria tivesse terminado, toda sujeira tivesse sido feita. É essa a ideia de W. E é uma ideia antiga, como um desenho animado, maravilhoso. Adoro o Oli, adoro a Eva também. E o o recentemente, semana passada, se não me engano, eu vi esse outro, o pior vizinho do mundo. Os filmes de Tom Hen muito bons. Ele sempre é um, ele faz um papel muito bom e ele realmente mostra isso, o quanto que ele estava encastelado numa dor de uma quase que de uma solidão que vinha da infância, muito grande. Quando ele conseguiu desabrochar, ele perdeu a sua flor e aí tornou-se aquele impedernido que queria ir embora, mas não conseguia. Exatamente. Mas depois ele encontrou o seu espaço, encontrou a sua janela para se redimir daquela situação toda de sofrimento. Vale a pena, gente? Às vezes a gente encontra eh filmes que podem ser orações para nós, não apenas nos livros de oração, mas a gente encontra em volta de nós. Netflix, pelo menos pro o pior vizinho do mundo, Oli, eu não sei. Eu >> ah, na Disney, então deve ser no Disney Plus, coisas que o vale. Então, gente, obrigada Anderson mais uma vez pela sua palestra. sempre a um viçareira, sempre nos trazendo possibilidades de nos melhorarmos a cada dia e de alcançarmos

Disney Plus, coisas que o vale. Então, gente, obrigada Anderson mais uma vez pela sua palestra. sempre a um viçareira, sempre nos trazendo possibilidades de nos melhorarmos a cada dia e de alcançarmos o que nós sempre buscamos, a nossa melhora pessoal e uma vida mais plena e feliz. Então, agora depois da palestra, nós vamos fazer o passe eh presencial. Quem não conhece é depois da passagem de carros ali no outro prédio. E tenham todos uma excelente semana, excelente primeira semana do ano e aqui estaremos semana que vem outra vez. Obrigada a todos. Semana que vem eu vou falar sobre pass. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o

os de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais [música] possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes [música] entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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