A CULPA COMO FERRAMENTA DE EVOLUÇÃO - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]
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Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. >> Doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão [música] espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando [música] luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a [música] comunhão espírita de Brasília. >> Senhor >> a Gisaura, todos os outros que vão entrar aqui no no vídeo do YouTube, né? Fica o convite para deixar o o joinha, compartilhar com alguém da família, algum amigo ou amiga, que é uma forma de demonstrar que o conteúdo ele é importante, né? E hoje a gente vai abordar o sentimento da culpa, mas apresentar como tema a culpa como uma ferramenta de evolução. Antes de começarmos a palestra, né, para ajudar a gente a acalmar nossos pensamentos, serenar nossa alma, eu vou ler um capítulo do livro Receitas para a Alma, de autoria de irmã Sidufô, que foi recebido pelo médio Vanderlei Oliveira. Caiu no capítulo Perseverar e Vencer. Ela separa um versículo que tá em Eclesiástic, capítulo 3, versículo 1. Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu. Você assumiu os empreendimentos espirituais com quem descobre uma mina de refazimento e estímulo. começado dos primeiros laboros,
o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu. Você assumiu os empreendimentos espirituais com quem descobre uma mina de refazimento e estímulo. começado dos primeiros laboros, logo percebe significativa e inesperada desmotivação, provocando-lhe caos na segurança que você começava a desenvolver, sem possibilidades de ajuizar sobre como administrar a pressão que lhe consome, dá início, através das mentalizações, à criação de embaraços e barreiras de toda ordem para manter sua cooperação. Persevere. Ainda assim, desabafe seu constrangimento com alguém. Vigie as decisões. Esforce-se para não ausentar dos ambientes de serviço e não pare de realizar. Quanto mais se acentue os impedimentos, mais desdobre-se no amor ao bem. Se parar, não entenderá as profundas lições que lhe são reservadas nas buscas soluções dos problemas que lhe afligem. Para ter valor, o aprendizado reclama os testes e anota. Persevere sem desculpis e deixe com tempo, mestre valioso, as respostas que agora não compreende. Fazendo assim, você vencerá. E vencer é sinal de melhora e libertação. Há tempo para tudo, inclusive para a vitória. Muito bom esse texto da irmã Sidufô, né? trazendo a reflexão que todo movimento que a gente faz para o bem, né, todo movimento que a gente faz em direção ao próximo para nos auxiliar e nos evoluir, começam a vir, né, as barreiras, os desafios e ela convida a gente perseverar. Se a gente tá sentindo vontade de desabafar, procuremos alguém nas casas dos espíritas, né, na comunhão, inclusive temos o atendimento fraterno, né, uma oportunidade de estarmos ali desabafando, pedindo ajuda, né, vigiar as decisões e vamos nos esforçar a ficar firme nessa proposta, né, de fazer o bem, de nos aprimorarmos enquanto indivíduos, né, cada um na sua caminhada e na sua luta. Bem, após essa reflexão inicial, elevemos nosso pensamento ao alto, agradecendo em primeiro lugar ao nosso pai, criador de todas as coisas, agradecer por a oportunidade da presente encarnação
ua luta. Bem, após essa reflexão inicial, elevemos nosso pensamento ao alto, agradecendo em primeiro lugar ao nosso pai, criador de todas as coisas, agradecer por a oportunidade da presente encarnação que cada um de nós está tendo. agradecer a Jesus, nosso mestre e amigo, a todos os ensinamentos que ele nos deixou há mais de 2000 anos e reverbera até os dias atuais. agradecer a toda a espiritualidade que nos trouxe todo os conhecimentos da doutrina dos espíritos e que continua nos acompanhando, nos orientando e nos amparando. A eles também agradecemos todo o preparo que faz aqui neste ambiente e que nos acompanhe durante a palestra para que ela só possa ser um momento de reflexão, de aplicação em nossas vidas e uma proposta de melhoria interna. que possamos ter uma boa palestra e que a paz de Jesus possa estar conosco neste momento. Como indiquei no início, o tema da palestra separado é culpa como ferramenta de evolução. E aí eu tenho separado, né, aqui na comunhão para abordar nas palestras dois capítulos a cada mês desse livro Sendas Luminosas, autoria de Jona de Angeles, recebido pelo médium Divaldo Pereira Fran. Esse livro são mensagens curtas, né, que Divaldo psografou em suas viagens e cada capítulo ela, Joana apresenta um caminho para sermos felizes. Sendas é caminhos, né? Então são caminhos luminosos pra gente trilhar a nossa melhoria que precisa ser contínua. E para esse mês de dezembro eu separei o capítulo 11 e o capítulo 12. Hoje falaremos do capítulo 11, onde ela intitula consciência de culpa. E aí ela vai trazer a culpa, assim como ela fez com a dor, assim como ela fez com a doença, como uma mensageira. A culpa vindo para fazer a gente ficar alerta. É muito parecido quando a gente tá dirigindo o nosso carro e porventura no painel aparece uma luz que às vezes é amarela, mas também pode ser vermelha. E aí, qual é a nossa decisão? Será que a gente, ao ver a luz indicativa no painel, a gente quebra o painel porque a gente não enxerga mais a luz e o carro pode continuar andando? Ou
pode ser vermelha. E aí, qual é a nossa decisão? Será que a gente, ao ver a luz indicativa no painel, a gente quebra o painel porque a gente não enxerga mais a luz e o carro pode continuar andando? Ou a gente é convidado a parar o carro e verificar o que está acontecendo? A gente pode inclusive parar o carro, se abraçar ao volante e ficar chorando porque deu problema no carro. Ou então a gente identifica o problema que a luz tá indicando e procuramos o mecânico, o guicho e assim vai. E aí a gente pode trazer essa analogia, a gente dirigindo a nossa vida e às vezes no painel aparece uma luz piscando, um sentimento de culpa que às vezes muito rotineiramente não vem nem de fora, vem de nós mesmos. aquele sentimento lá interno de que a gente fez algo errado, aquele sentimento interno de assim: "Poxa, eu não deveria ter feito isso". E esse sentimento interno vai muito ao encontro de uma questão que tem no livro dos espíritos, onde a espiritualidade vai dizer para Kardec que a lei de Deus está na nossa consciência. Então, toda a lei de Deus, a lei de amor está dentro de nós. E quando a gente se equivoca, essa culpa também está dentro de nós. E Joana, ela começa o capítulo, né, nos primeiros parágrafos, falando que a vida toda forma como se a vida em toda forma como se expressa originalmente é um conjunto que transpira harmonia. Então, a vida está em harmonia. Essa é a lei natural. A lei natural é a de harmonia. Só que o ser humano, porque pensa e dispõe de livre arbítrio, permite-se a rebeldia, o atentado ao estabelecido, a audácia do erro, delinquindo quando contrariado, afrontando a própria e a consciência cósmica. Então o ser humano porque pensa e dispõe de livre arbítrio, é permitido que ele se equivoque, é permitido que ele mude a faxa, é permitido que ele entre em desarmonia com a própria consciência onde está a lei de Deus, mas também com a consciência cósmica. E aí a Joana termina essa introdução do capítulo dizendo que desarmonizado o conjunto e que vive a vida que se
com a própria consciência onde está a lei de Deus, mas também com a consciência cósmica. E aí a Joana termina essa introdução do capítulo dizendo que desarmonizado o conjunto e que vive a vida que se expressa, ele é convidado a reparar, devolvendo a estabilidade que foi atingida. Então a gente é convidado a reparar a desarmonia que a gente criou. E esse convite, ela vem por meio da culpa. Não é à toa que numa passagem evangélica Jesus convida a reflexão dizendo que se a gente vai fazer uma oferta a Deus no altar, mas se tiver algum irmão que tem algo contra nós, que a gente precisa primeiro se reconciliar com ele antes de fazer a oferta a Deus. Então Jesus mostra que de fato é necessário a gente fazer esse reajuste. Inclusive Kardec lá no livro Céu Inferno, ele traz a reflexão de que o arrependimento, né, a gente perceber que tá equivocado, é apenas o primeiro passo. É necessário que a gente espie cometeu e também o repare, né? Se a gente não seguir essa linha, o espírito fica estacionado. E esse é o primeiro alerta que a Joana de Angel faz, porque a gente pode, nesse sentimento de culpa ficar estacionado. Como na metáfora que eu comecei a palestra do exemplo do carro, a gente pode tentar quebrar o painel, não admitindo a culpa. A gente pode ficar abraçado com o volante, paralisado, ou a gente se esforça para tentar resolver o que que a culpa tá fazendo a gente refletir. E ela vai trazer alguns exemplos, né, com relação a esse mecanismo de como lidamos com a culpa. Ela traz, por exemplo, o exemplo de de Judas, que era amigo de Jesus. Ele tava vacilante, porém ambicioso. Há diversas reflexões abordando Judas de que ele não tinha a real intenção de colocar Jesus na cruz, nem de condená-lo. A perspectiva de Judas e e de da maioria dos apóstolos era a perspectiva do povo judeu da época, da espera do Messias trazendo uma revolução, libertando o povo de Israel da do Império Romano, colocando o povo de Israel no lugar devido como povo escolhido por Deus. Não é à toa que quando Jesus se
da espera do Messias trazendo uma revolução, libertando o povo de Israel da do Império Romano, colocando o povo de Israel no lugar devido como povo escolhido por Deus. Não é à toa que quando Jesus se apresenta como Messias, mas ele apresenta uma revolução que não é externa e sim interna, o povo judeu não o aceita como Messias. Inclusive, até os dias atuais eles aguardam o Messias. Então Jesus vem para fazer essa mudança, mas na época isso não foi muito bem entendido. E vamos parar para refletir. Ainda hoje há muita dificuldade para entender o que Jesus quis nos ensinar. Quantas pessoas se intitulam cristãos, mas na primeira dificuldade com seu irmão, acabam mais afastando do que se aproximando. Famílias brigam por questões totalmente materiais. Então, voltando ao exemplo de Judas, ele tinha a proposta de causar a revolução. Então, ele pensando que Jesus, ao ser preso, a revolução se iniciaria e ele se apresentaria como filho de Deus. Acontece que Judas percebe que isso não vai acontecer. Ele cai em si. E aí a Joana registra que sem estrutura para enfrentar-se e conviver com aqueles que eram amigo irmãos, é os apóstolos, porque ele foi tido como traidor, ele tentou fugir de si mesmo e mergulhou no poço abissal do suicídio, gerando mais infortúnio para o seu futuro. E aí essa perspectiva de que Judas quis iniciar a revolução, inclusive quando eh Jesus é preso, o Pedro corta a orelha do soldado. Jesus cura a orelha do soldado e e alerta Pedro dizendo que quem ferisse com a espada, com a espada seria ferido. E que não era esse o propósito de Jesus. E aí, pegando Pedro como exemplo nesse sentimento de culpa, Pedro ele é avisado antes do momento da crucificação que ele negaria Jesus por três vezes. E aí quando Pedro passa por essas três momentos de negação, onde ele é questionado, ele também fica num sentimento de culpa e remorço. Tanto que quando Jesus volta depois da crucificação e tem um momento de alguns dias ali junto com os apóstolos, ele fica um pouco cabisbaixo, um pouco meio
mbém fica num sentimento de culpa e remorço. Tanto que quando Jesus volta depois da crucificação e tem um momento de alguns dias ali junto com os apóstolos, ele fica um pouco cabisbaixo, um pouco meio acanhado e Jesus se aproxima dele e pergunta se ele o ama também três vezes. E aí Jesus pede para lhe apacentar as ovelhas do rebanho de Jesus. E aí Joana registra que ainda, né, Pedro que tem o negado, né, porque ele convivia com Jesus, ele foi escolhido a referência para dar sequência aos ensinamentos de Jesus. Assodado pela consciência de culpa, deu-se conta do erro inominável e entregou o restante da sua existência a seu serviço em forma de reparação do terrível engano, demonstrando quanto é débil o sentimento de fidelidade do ser humano. Então, ele tava, ele percebeu o sentimento de culpa, mas não ficou paralisado. Executou o pedido de Jesus de apacentar as suas ovelhas. Então, nós temos Judas paralisado, optando por desistir da vida. E temos Pedro, que também ficou um pouco paralisado, mas decidiu colocar a sua vida em prática em prol do próximo. A Joana traz outros exemplos, né, que aí quem tiver interesse fica o convite, né, para poder ler o capítulo e se aprofundar na reflexão. Ela traz o convite da Maria de Madalena, que nesse sentimento de culpa, onde tinha bastante luxo, mas não se sentia completa, larga tudo e resolve seguir Jesus. Eh, no a gente tá pelo YouTube, né, transmitindo no canal da Comunão Espírita de Brasília, mas a Comunhão Espírita também tem outros canais, né? Tem o TV Comunhão e tem o Comunhão 24 horas, né? Fica passando 24 horas as palestras. E no TV Comunhão a gente tem eh programas que são recorrentes, né? E aí nas segundas-feiras eu trago a leitura e reflexões desse livro aqui, né? chamado Boa Nova. Esse livro de autoria deberto de Campos, ele traz os bastidores de todos aqueles momentos que envolveram Jesus. Mas Humberto de Campos escolhe 30 histórias que estão no mundo espiritual e registra aqui nesse livro. Então, a gente tem trazido reflexões nas
stidores de todos aqueles momentos que envolveram Jesus. Mas Humberto de Campos escolhe 30 histórias que estão no mundo espiritual e registra aqui nesse livro. Então, a gente tem trazido reflexões nas segundas, né? E nessa última segunda a gente começou a trazer as reflexões do capítulo 20 que trata de Maria Madalena ou Maria de Magdala. E aí para esse capítulo, né, eu tô contando com a ajuda do Mário Augusto, né, que é um grande amigo também palestrante desta casa e a gente tá gravando ainda, mas o a primeira parte foi ao ar essa semana. Então o capítulo aqui 20 do Boa Nova apresenta ali Maria de Magdala muito angustiada, muito sentindo culpada, né? Ela registra, Humbert Campo registra que ela se colocava como a filha do pecado e dizia: "Será que Deus vai me amar, vai me aceitar sendo eu uma filha do pecado?" E Jesus convida ela a expandir o seu amor e aí aceitar o próximo como seus filhos. E aí ela dizia assim que ela se sentiu angustiada, também culpada porque ela não poderia mais ser mãe. E Jesus convida ela a ser mãe da humanidade. E aí no capítulo 20 apresenta muito bem Maria de Madalena, Maria de Magdala indo ao encontro daqueles rejeitados da época, os chamados leprosos. Porque na época quem contraí a lepra, o que hoje a gente chama de ranceníase, era excluído do livro da vida. Era colocado num local à parte chamado Vale dos leprosos. E ela vai até o vale dos leprosos, começa a falar de Jesus e planta esperança no coração daqueles que estavam lá. Ela também contrai lepra e aí desencarna e quem vem receber ela é Jesus. Joana deângeles também traz o caso da Joana de Cuza, que inclusive fora uma das experiências de Joana de Angeles no passado. Joana de Angeles fora Joana de Cusa que tá registrado no Evangelho e também fala que ela naquele sentimento ali de culpa não deixou ficar paralisada nele. Foi a ação. A Joana deâ também traz a Maria de Betânia, que é irmã de Lázaro e Marta. Também traz o caso de Zaqueu. Zaqueu, um caso bem específico. Ele era publicano,
não deixou ficar paralisada nele. Foi a ação. A Joana deâ também traz a Maria de Betânia, que é irmã de Lázaro e Marta. Também traz o caso de Zaqueu. Zaqueu, um caso bem específico. Ele era publicano, não era bem visto entre os judeus, porque ele era judeu, mas cobrava imposto do povo judeu para o império romano. Da mesma forma como Mateus, que vira um dos apóstolos de Jesus, ele sobe na árvore para poder ver Jesus passando e é convidado para seiar na sua casa. envolto à alegria, mas consciente de que deve que cometeu equívocos na sua cobrança de impostos. Ele trata um compromisso com Jesus de doar metade da sua fortuna, do seu patrimônio. E não só isso, a todo aquele em que ele se equivocou na cobrança de impostos, ele devolveria e quatro vezes mais. Então ele devolveria o que foi cobrado equivocadamente e daria ali uma indenização, né, nos termos atuais. Então Zaqueu também, Joana traz essa transformação de Zaqueu na culpa com ação. E a gente fica entre nesse convite da Joana de não nos paralisarmos na culpa. E aí, pegando um filme para poder ilustrar, um filme Infanto Juvenil, a gente pode trazer à nossa mente o filme do Rei Leão. No filme do Rei Leão, Simba, ainda pequeno, vê o seu pai morrer, Mufasa. E ele fica num sentimento de culpa de ter causado a morte do seu pai, embora não tenha sido isso que de fato tem acontecido. Ele foge. Ele foge e encontra Simão e Pumba. Não, Timão e Pumba. E aí eles vivem no lema chamado Rakuna Matata. Rakuna Matata deixa a vida levar, como o Zé Capagodinho registra na sua música. A vida precisa ser leve. tranquila. E aí ele começa a comer insetos e viver aquela vida e crescer naquele ambiente. Só que num ambiente, por mais bonito que seja a música Racuna Matata e a mensagem que traz ali esse momento do filme, espiritualmente Simba estava fugindo, estava num mecanismo de fuga, porque dentro dele ele se sentia culpado pela morte de seu pai. Ele olha no reflexo da água e percebe que aquilo não era a vida que ele gostaria. sente falta da família que ele
num mecanismo de fuga, porque dentro dele ele se sentia culpado pela morte de seu pai. Ele olha no reflexo da água e percebe que aquilo não era a vida que ele gostaria. sente falta da família que ele abandonou, do ambiente do lar que ele abandonar, sem saber o que estava acontecendo. Até que, né, o tem o macaco babuíno, né, que faz a a uma figura como se fosse de um pajé ali da tribo deles, ele encontra eh o Simba. Aí tem uma cena que ele bate na cabeça do do Simba, né? E aí Simba fal assim: "Poxa, doeu". Aí falou assim: "É, mas é esse aí é o passado. Ele dói, mas o que que você vai fazer com ele? Vai ficar reclamando da dor ou vai seguir em frente?" E aí quando o Simba resolve seguir em frente, voltar ao ambiente que era familiar, ele vê o que estava acontecendo e aí começa a ter algumas reviravtas no filme até que ele aceita a fazer as pazes com seu passado. Para trazer um outro filme que não seja tão infanto juvenil, embora eu sempre gosto de de trazer à tona que os filmes infanto juvenis hoje não são apenas para crianças, mas tem gente que não gosta. E aí tá trazer uma outra perspectiva de filme. Existe um filme também muito bom, baseado num livro chamado A Cabana. No livro A Cabana, o personagem principal, pai de três filhos, vai para um acampamento sem a esposa, porque tinha um outro compromisso. E aí a filha mais nova, ela é sequestrada e morta. Ele se afunda num mecanismo de culpa, se sentindo responsável pela morte de sua desaparecimento e morte da sua filha. e também numa depressão profunda. O casamento se desestrutura, ele se afasta dos seus filhos que ainda estavam com ele. E aí tem o filme se desenvolve ele tendo uma visão de uma eh uma visão de Deus, de Jesus e do Espírito Santo. Começam a conversar com ele até que ele entra numa caverna como se fosse uma caverna de julgamento. e se colocam ele na posição de juiz, tendo que escolher entre seus filhos, tendo que fazer o julgamento de tudo que tinha acontecido. Traz uma memória de que ele fora, né, também
averna de julgamento. e se colocam ele na posição de juiz, tendo que escolher entre seus filhos, tendo que fazer o julgamento de tudo que tinha acontecido. Traz uma memória de que ele fora, né, também maltratado com com relação ao seu pai e também fez equívocos e aquela culpa da época da infância também vem à tona. E aí uma das mensagens que tem no filme é de que ele não consegue fazer o julgamento. Assim também Deus não o faz, porque o próprio sentimento de culpa, né, é colocado no filme como pecado, né? A gente traz o pecado como a etimologia da palavra de errar o alvo, né? Então aquela sentimento que você saiu do alvo ou como Joana coloca aqui no início do capítulo, entramos em desarmonia com a lei divina. Esse sentimento já é a própria punição. Inclusive, voltando a a referenciar o livro Boa Nova, num dos no capítulo em que o Hberto de Campos traz a reflexão sobre a mulher adúltera que ia ser apedrejada em praça pública e Jesus é convidado para participar do julgamento dela. E aí ele convida a reflexão de todos os presentes, que atire a primeira pedra aquele que não tiver pecado. E aí ele diz para a mulher: "Onde estão os teus acusadores? Não vejo ninguém. Se eles não te acusam, eu também não vou te julgar. Vá e não peque mais". E aí no capítulo Humberto de Campos traz que os apóstolos questionam Jesus sobre aquele comportamento porque ele não tava aplicando a lei de Moisés. E aí Jesus traz a reflexão de que não é necessário o julgamento. Aquele sentimento de culpa, de remorço daquela mulher já fora suficiente para ela modificar a sua vida, para ela sair daquele sentimento de culpa do equívoco que ela tinha cometido. E aí Amélia Rodrigues, inclusive em outros livros, vai trazer esse momento da mulher adúltera, trazendo o que aconteceu antes, que o marido também tinha cometido adultério, mas ele não era julgado na época. mostra também que ela realmente segue a orientação de Jesus ajudando ao próximo e ela reencontra o ex-marido. E aí é é o momento clímax que aí eu não
etido adultério, mas ele não era julgado na época. mostra também que ela realmente segue a orientação de Jesus ajudando ao próximo e ela reencontra o ex-marido. E aí é é o momento clímax que aí eu não vou quebrar o spoiler. Quem tiver interesse de se aprofundar nessa reflexão, ela é muito bonita. Mas Joan, então nesse livro ela traz diversos momentos que a gente não pode, não pode, tem que ficar prestando atenção, estar vigilante com esse sentimento de culpa. A gente às vezes não entra no desespero como entrou Judas, mas às vezes a gente tenta se anestesiar. Ela faz o alerta aqui no livro de que às vezes a pessoa não possui estrutura emocional forte ou razoável e aí derrapa no pessimismo. Foge da realidade mediante o uso de alguma droga, mediante uso de alcoolismo, de drogas alucinógenas, embriagadoras que mais complicam o quadro aflitivo. Às vezes a gente adota mecanismos de fuga na internet, se afundando em redes sociais, às vezes em jogos. Um grande desafio atual da sociedade, a questão das apostas esportivas. Às vezes a gente faz o uso de álcool sem perceber que é uma um mecanismo de fuga. E aí Joana traz esse alerta que a gente vai estar só adiando. Às vezes o sentimento de culpa, ela também traz aqui essa reflexão, ele vem como um sentimento inexplicável. Sabe aquele sentimento que as coisas estão andando, estão fluindo e a gente acha que não merece? Ah, eu não mereço isso. Alguém nos elogia e a gente fala assim: "Não, eu não mereço isso." Alguém fala algo bom do que a gente fizemos, a gente fica ali se subjulgando, se diminuindo. Não é também pra gente se encher de tanto orgulho, mas é procurarmos o caminho do meio. É seguirmos o exemplo de Jesus quando ele é colocado como um bom mestre. E aí ele fala aqui, não. Bom, somente o Pai que estás no céu, mestre, sim, esse título eu aceito. Então, nós vemos nessa passagem evangélica específica Jesus se colocando no lugar dele, que bom era o Pai, mestre, sim, porque ele estava aqui e está aqui até os dias atuais para nos
título eu aceito. Então, nós vemos nessa passagem evangélica específica Jesus se colocando no lugar dele, que bom era o Pai, mestre, sim, porque ele estava aqui e está aqui até os dias atuais para nos ensinar. Então, Joana faz o alerta de não entrarmos também nesse vitimismo de nos erramos, nos equivocamos e ficarmos nos martirizando no equívoco, achando que a gente precisa ser punido por pelo erro que cometemos. Se a gente fosse aprofundar na psicologia, chama chamam isso de autosabotagem, né? aquele o síndrome do impostor. Então, Joana também faz esse alerta para não entrarmos nessa via que às vezes não tem volta. Joana, na reta final do seu capítulo, ela vai alertar que qualquer que seja eh o tipo de consciência de culpa que se apresente no ser, cumpre o dever inadiável de continuar a, superando o conflito e permitindo se direito de haver errado, assim como agora desfruta a oportunidade feliz de reparar o equívoco. Então, a gente precisa aceitar que erramos. E posso dizer mais, que ainda vamos errar um pouco mais. A gente tá aprendendo como uma criança que tá aprendendo a andar, ela cai, se machuca e levanta, mas não desiste de caminhar. Nós precisamos também internalizar isso. E aí a Joana alerta que não há na terra pessoa alguma que não se encontre sem haver passado pelo caminho do erro para acertar, sem haver passado pelo caminho sombrio da escuridão para conçar a sombra, sem passar pelo sofrimento para melhor amar. Ela diz que apenas Jesus é a única exceção que a gente tem que transitou pelo planeta Terra sem sentimento de culpa e ofereceu o amor. E ainda assim ele passou pelo momento do martírio na crucificação como uma proposta de termos como referência como devemos passar pelo sofrimento. Como devem, não há registro na história que Jesus tenha blasfemado, que Jesus tenha criticado os seus algozes. Pelo contrário, ele ora ao pai nos seus momentos derradouros e diz para que perdoar, que perdoasse quem estava praticando aquilo ali, porque aquelas pessoas não sabiam o que estavam
o os seus algozes. Pelo contrário, ele ora ao pai nos seus momentos derradouros e diz para que perdoar, que perdoasse quem estava praticando aquilo ali, porque aquelas pessoas não sabiam o que estavam fazendo. É lógico que hoje e nos próximos anos a gente não vai conseguir aplicar exatamente o que Jesus executou, mas precisamos ter ele como referência. Precisamos colocar no nosso dia a dia essa referência da Joana que não podemos parar. Não podemos, ao encontrar o sentimento de culpa, tentar quebrar a culpa, ficar se martirizando, abraçar ali o volante na nossa metáfora e paralisar. Precisamos identificar o que que a culpa tá colocando paraa nossa vida e não errarmos novamente. Usarmos de fato a culpa como uma ferramenta de evolução. E aí a Joana termina o capítulo com a frase dizendo que a consciência de culpa, ela é uma porta aberta para a reparação e não para a descida ao abismo, ao sofrimento. Então a gente precisa ver então a culpa como uma mensageira, como uma proposta de melhoria, como ela disse no início do do capítulo, é um aviso lá dentro de nós, na nossa consciência, que a gente entrou em desarmonia com a lei de Deus. E aí, a gente para sair com algo para colocarmos em prática, gostaria de fazer o convite de hoje, no momento em que for oportuno, pegarmos um pedaço de papel, refletirmos sobre o que estamos sentindo culpados, aquela culpa que tá remoendo o nosso interior. E a gente escreve no papel: "Vamos materializar o nosso sentimento interno de culpa no papel". Vamos ler o que tá no papel e dizer: "Eu não sou essa culpa. Essa culpa não me define. Eu sou um espírito imortal. E essa culpa está aqui para me mostrar o caminho onde eu me equivoquei e onde eu não devo continuar seguindo. E aí vamos seguir em seguida na reflexão o exemplo de Zaqueu, que ao perceber na sua culpa propõe a reparação. E às vezes a gente nem vai conseguir reparar exatamente com a mesma pessoa com que a gente se equivocou. Às vezes a pessoa parou de falar com a gente, às vezes a pessoa desencarnou,
ropõe a reparação. E às vezes a gente nem vai conseguir reparar exatamente com a mesma pessoa com que a gente se equivocou. Às vezes a pessoa parou de falar com a gente, às vezes a pessoa desencarnou, não tá mais entre nós, mas a culpa tá aqui. Só que a consciência cósmica, a universididade do amor, a conta do amor, não é exatamente com aquela pessoa com que eu me equivoquei. O nosso equívoco é com a lei divina, é a nossa relação para com Deus. Então a gente, se a gente se equivocou, não fomos um bom pai, uma boa mãe e nossos filhos já tão grandes, procuremos uma creche, procuremos crianças para abordarmos o amor de pai e de mãe. Se a gente foi muito áspero enquanto chefe em alguma instituição e já não estou mais com os mesmos subordinados, talvez nem mais com a figura de chefe, que saibamos ser caridos companheiros dos nossos colegas de trabalhos atuais, pra gente colocar nessa balança coisas positivas para nos redimirmos, nos repararmos os equívocos que cometemos no passado. Se a gente conseguir colocar, né, essa estrutura em ordem, em prática, a gente vai est seguindo essa proposta de Jesus, de não ver culpa como paralisação, mas uma culpa como uma ferramenta de evolução. Queria agradecer todos que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes. Também agradecer todos que estão aqui pelo YouTube, né? Saúdo aqui nas mensagens finais o Gilberto, né? Gilberto, inclusive encontrei aqui na segunda-feira na comunhão. Muito legal ver as pessoas que a gente vê aqui na no chat, né? E a gente se abraça, troca algumas palavras aqui na comunhão. Então, meu abraço aí pro Gilberto, para todos também, a Lidiane, a Tânia, Albertina, Carla, Elvânia novamente, a Fátima. Sintam-se todos abraçados. E aí, nesse sentimento de gratidão, voltamos a agradecer toda a espiritualidade que é aqui se faz presente, nos consolando, nos amparando diante de nossas dores, de nossos conflitos. que possamos sair daqui da palestra com essa mensagem internalizada de que o sentimento de culpa
que é aqui se faz presente, nos consolando, nos amparando diante de nossas dores, de nossos conflitos. que possamos sair daqui da palestra com essa mensagem internalizada de que o sentimento de culpa que visita a cada um de nós, independente do que tem acontecido, traz a proposta de uma autorreflexão para não errarmos novamente, pra gente ajustar a rota. Senhor, dai-nos as possibilidades paraa gente se redimir com que a gente se equivocou. Dai-nos oportunidade, dai-nos sabedoria para percebermos esses convites que o Senhor nos faz para nos aproximarmos de Ti, aproximarmos de toda a espiritualidade que nos quer bem. E assim, a cada dia, vamos melhorando um pouquinho mais com colocando em prática a proposta principal da nossa encarnação, que é sairmos do túmulo melhor do que aqui chegamos. Que a gente possa ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, [música] mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais. >> guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao [música] reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos
nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao [música] reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus [música] corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso [música] passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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