Anderson Portugal | O CONTRATO DO PERDÃO (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 23/04/2025 (há 11 meses) 47:42 918 visualizações

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Transcrição

a todos que se encontram aqui presente no Salão Bezerra de Menezes e aqueles também que nos acompanham pela internet, seja agora ao vivo ou posteriormente de forma gravada, deixar registrado nossos votos, né, de paz, de harmonia e procurar aqui renovar nossas energias, né? Tivemos agora um um feriado grande, dá até uma preguiça para acordar nessa terça-feira de manhã, mas é faz parte do nosso desafio do dia a dia, né? A gente levantar a cada dia e agradecer por mais essa oportunidade que Deus se apresenta para todos nós. Eh, hoje trazendo a reflexão, a palestra chamada Contrato do Perdão, né? Então, a gente vai trazer algumas reflexões com relação ao perdão. O que que Jesus nos trouxe com relação ao perdão? O que que a doutrina dos espíritos nos traz de reflexões com relação ao perdão? E aí no finalzinho a gente vai bolar um um contrato entre todos nós que estamos aqui na nesta palestra. Mas antes de entrarmos na palestra, para ajudar a gente a serenar nosso pensamento, a estarmos concentrado aqui nas reflexões que serão ditas, eu vou ler um capítulo do livro Agenda Cristã, de autoria de André Luiz, que foi recebido pelo médium Francisco Cândido Xavier. O capítulo 44, ande acima. Ante o bloco de pedra bruta, não se prenda a ideia do peso. Lembre-se da estátua primorosa que poderá sair dele. Contemplando as dificuldades da sementeira, não se detenha no receio à enchurrada e aos vermes daninhos. Recorde o pão que lhe fartará o celeiro. À frente da tempestade, não se perca em lamentações. Medite nos benefícios que advirão de sua passagem. A face do trabalho ádo não tema o suor que correrá copiosamente. Centralize a expectativa nas boas obras que surgirão. Não se fixe o no calor da forja. Espere as utilidades que ela fornecerá a sua vida. Não imagine tão somente os perigos da enfermidade. Calcule a alegria e o poder de curar. Se você está governado efetivamente pelo ideal superior, esqueça o amigo que desertou, esqueça a mulher que fugiu, esqueça o companheiro grato e o irmão

ermidade. Calcule a alegria e o poder de curar. Se você está governado efetivamente pelo ideal superior, esqueça o amigo que desertou, esqueça a mulher que fugiu, esqueça o companheiro grato e o irmão incompreensivo. Todos eles estão aprendendo e passando como acontece a você mesmo. O que importa é a intensificação da luz, o progresso da verdade e a vitória do bem. Então, André Luiz nos trazendo algumas reflexões, né? Ele coloca algumas metáforas com relação à pedra, a sementeira, a tempestade, que num primeiro momento pode ser desafiador, mas h a de vir depois desse desafio, né, algo positivo. E aí na conclusão, André Luiz, ele até coloca a gente com relação ao próximo, né, quanto no nosso relacionamento, alguém que a gente não do nosso companheiro, não atende a nossa expectativa, né? Então ele colocando aqui que todos nós estamos aprendendo. Então que a gente saiba ver o próximo que ele também tá em aprendizado, assim como nós. Então, diante dessa reflexão, vamos elevar nosso pensamento a Deus, nosso Pai, agradecendo por esta oportunidade da nossa presente encarnação, agradecendo por mais esse dia que se abrilhanta em nossos olhos nesta manhã de terça-feira, pedindo humildemente a intercessão de Jesus, nosso nosso mestre, nosso amigo, a intercessão da espiritualidade para que venha nos visitar neste momento, nossos amigos espirituais, que nos ampare nas reflexões com relação ao perdão, nessas reflexões de um esforço de reforma íntima, que é o convite que existe para cada um de nós. que possamos ter uma boa manhã nesta palestra. Que assim seja, graças a Deus. Então, com relação ao tema da palestra, como tinha falado no começo, a proposta de trazer, de reviver os ensinamentos de Jesus, reflexões da doutrina dos espíritos e apresentar o perdão como uma espécie de contrato, não um contrato legal que você vai lá no cartório reconhecer firma, até que agora tá mais evoluído, né? Eh, há um ano e meio atrás, né, meu pai desencarnou e, né, ano passado a gente finalizou o

rato, não um contrato legal que você vai lá no cartório reconhecer firma, até que agora tá mais evoluído, né? Eh, há um ano e meio atrás, né, meu pai desencarnou e, né, ano passado a gente finalizou o processo do inventário, né, e aí meu pai do Rio de Janeiro, a minha família no Rio de Janeiro e eu aqui em Brasília. A gente conseguiu resolver todo o o embrolho do inventário tando em Brasília, né, com assinaturas digitais, certificados digitais. Então a tecnologia, né, tem o seu lado positivo, né, tem os desafios, né, que ela traz, mas também tem seu lado positivo, né? Então a contrato hoje a gente nem direito vai no cartório, mas a ideia desse contrato do pertão não é esse contrato que a gente vai lá assinar no cartório direitinho de de ver as cláusulas. é um contrato que a gente tem conosco mesmo. Kardec, inclusive, no livro dos espíritos, ele questiona a espiritualidade, onde que está escrita a lei de Deus? E a espiritualidade responde a Kardec que a lei de Deus está na nossa consciência, então tá no nosso interior. Cada um de nós carrega dentro de si a lei de Deus, que é a lei do amor. E todas as outras leis que permeiam, que o livro dos espíritos vá abordar na sua terceira parte do do livro, todas estão raisadas na lei de Deus. Então, no nosso íntimo, todos nós temos a lei do amor. E esse contrato com relação ao perdão, ele tá é um contrato conosco mesmo. Só que a gente não tá sozinho nisso. A gente envolve o outro, o próximo. A gente envolve toda a espiritualidade que tá ao nosso redor e também envolvemos Deus nesse contrato do perdão. Então, com relação ao perdão, o que que Jesus trouxe há mais de 2000 anos? A gente pode começar pelo sermão da montanha. No sermão da montanha, Jesus traz diversas bem-aventuranças. E uma das bem-aventuranças, Jesus fala que bem-aventurados os misericordiosos, pois eles alcançarão a misericórdia. Então, aquele que age com misericórdia no seu dia a dia também alcançará a misericórdia para consigo mesmo. Kardec tem um capítulo específico

s os misericordiosos, pois eles alcançarão a misericórdia. Então, aquele que age com misericórdia no seu dia a dia também alcançará a misericórdia para consigo mesmo. Kardec tem um capítulo específico para essa bemaventurança da misericórdia, que é o capítulo 10. E aí o Evangelho Segundo o Espiritismo, né, que tem aqui um um modelo, cada capítulo ele traz passagens do Evangelho, a comentários de Kardec e depois instruções dos espíritos, mensagens de alguns espíritos com relação à aquele tema. Kardec fez a organização com relação aos assuntos e no capítulo 10 ele vai falar dos bem-aventurados, os misericordiosos. E aí, após colocar algumas passagens evangélicas, Kardec fala que essa a questão da misericórdia, né, a misericórdia é o complemento da brandura, porquanto aquele que não for misericordioso não poderá ser brando e pacífico. Aí ele já faz conexão com uma outra bem-aventurança, com bem-aventurados os brandos e pacíficos. Então, Kardec coloca aqui a misericórdia, aquele que não for misericordioso, ele não consegue ser brando e pacífico, entende? Ele não consegue ter a calma, a paz do espírito. E aí é um primeiro ponto de frisar que aquele que se coloca no seu dia a dia a prática do perdão, ele tende a ser mais brando e pacífico, ele tende ser mais calmo, ele tende de ser aquela pessoa num ambiente em que vai acalmar os ânimos, que vai frear aquele burburinho. Eh, numa outra palestra que eu fiz esse mês falando sobre Jesus, né? Eh, o convite que Jesus faz pra gente colocar em prática o dia a dia, né? Eh, eu coloquei uma, trouxe uma imagem que é uma sequência de fósforos, um do lado do outro. E aí você risca o fósforo primeiro, como os fósforos estão colados, o primeiro pega fogo, o segundo pega fogo e assim sucessivamente. E aí na imagem um fósforo sai da fila. E aí, por ele sair da fila, o fósforo anterior pegou fogo, mas ele não pega porque ele deu o passo para trás. E o que tá depois dele também não pega fogo porque não tem a sequência do fogo. Então a imagem nos

r ele sair da fila, o fósforo anterior pegou fogo, mas ele não pega porque ele deu o passo para trás. E o que tá depois dele também não pega fogo porque não tem a sequência do fogo. Então a imagem nos convida que ainda que ao nosso redor o fogo esteja sendo consumido, que a gente seja o fósforo que vai dar um passo para trás para sair daquele daquela turbulência para não fazer com que o fogo continue sendo consumido. Então, Kardec ele coloca essa situação da pessoa que tem atua com misericórdia no seu dia a dia, ela também vai ter nessa característica a brandura e a passividade. Voltamos a Jesus. Jesus quando se utiliza da oração do Pai Nosso, quando ele é questionado como devo devemos conversar com Deus? E a oração do Pai Nosso, ela tem um poder tão forte, porque na época, na cultura judaica, né, eh, a conversa com o pai, ela não podia se dar em qualquer lugar, tinha um templo. Você precisaria ir ao templo. E onde tinha a arca, que seria a fonte, né, a o original do do dos 10 mandamentos, onde seria a presença de Deus, estaria ali apenas o sumo sacerdote poderia entrar naquele local. E não era qualquer dia, era um dia no ano. Então, a figura de Deus estava muito distante. Quando Jesus propõe a oração do Pai Nosso, ele começa Pai Nosso, o Pai de todos nós. E posteriormente ele até fala que você pode no seu ambiente, na sua tranquilidade, vá pro seu aposento em silêncio e converse com Deus. E aí na oração do Pai Nosso, ele começa: "Pai nosso que estás no céu". E lá na reta final da oração, ele fala: "Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aqueles que nos têm ofendido. Perdoai nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores." E aí vem essa ideia da espécie de contrato, porque eu estou rogando perdão a Deus pelas as falhas na medida em que também eu perdoo o meu próximo. Jesus, inclusive vai trazer uma parábola para aprofundar nessa percepção, que é a parábola do criedor injusto. diz que havia um senhor de terras e que tinha um servo que tinha muitas dívidas, dívidas que ele

inclusive vai trazer uma parábola para aprofundar nessa percepção, que é a parábola do criedor injusto. diz que havia um senhor de terras e que tinha um servo que tinha muitas dívidas, dívidas que ele não conseguiria pagar, tamanho, volume. E ele é chamado pelo Senhor para ser direcionado à prisão. Ele pede clemência, que não teria condições de pagar, porque a família dependia do seu trabalho. Então, se ele fosse preso, a família morreria de fome. E aí o Senhor resolve ser misericordioso e perdoar o servo. Ele sai da audiência e encontra um amigo que lhe devia uma quantidade bem menor e ele cobra o amigo. Olha, aquela minha dívida, eu gostaria de receber. E aí o o amigo pede clemência, não pede o perdão da dívida, mas pede que dê um pouco mais de tempo. Naquele momento ele não possui condições para pagar. E que que o servo que acabada de ser perdoado faz? Ele não perdoa. Ele manda prender o amigo dele, manda até que ele consiga pagar até o último sentiu. E aí os outros outros servos, outros funcionários do Senhor sabem do que que ele fez e vão falar com o Senhor. Falei: "Olha, aquele servo que você acabou de perdoar, ele não perdoou um amigo e cobrou mandando ele pra prisão. A esse servo é chamado até o Senhor e diz: "Por que não a deste a misericórdia como eu também o dei? Como não usaste de misericórdia para com o próximo, eu também não usarei contigo". E aí ele manda o servo para a prisão. E essa parábola, ela vai ao encontro dessa passagem de Jesus, nesse diálogo do Pai Nosso, de para perdoar as nossas ofensas, assim como a gente também tem perdoado o nosso próximo. Pensando ainda em Jesus, Pedro, em determinado momento pergunta até que ponto eu devo perdoar o próximo? Eu devo perdoar até sete vezes. Sete vezes ele bater no meu no meu calo, pisar no meu calo, eu perdoo. E aí Jesus fala assim: "Não até sete, mas até 70 x 7". E aí nessa passagem bíblica tem uma história envolvendo o Chico Xavier. onde uma vez eu vi o Raul Teixeira, um palestrante lá do Rio de Janeiro,

E aí Jesus fala assim: "Não até sete, mas até 70 x 7". E aí nessa passagem bíblica tem uma história envolvendo o Chico Xavier. onde uma vez eu vi o Raul Teixeira, um palestrante lá do Rio de Janeiro, falando que tinha uma senhora muito ansiosa para conversar com Chico Xavier e tava ali na expectativa e aí conversa vai, conversa vem, a madrugada vai entrando e ela começa a desabafar contando o seu caso íntimo do casamento. Ela não estava feliz, o marido não era o marido exemplar, não estava presente, ela não se sentia ali conectada e queria pedir o conselho pensando desse kit. E aí Chico Xavier fala dessa passagem da conversa de Pedro e Jesus com relação ao perdão de 70 x 7. Raul Teixeira diz que ela fica refletindo naquela madrugada. E aí olha para Chico e fala assim: "Chico, muito obrigado, você deu a solução que eu esperava. Segunda-feira eu vou pedir o desquit". E aí o Chico diz que ficou um pouco confuso, né? O Raul T conta que o Chico ficou pensativo, provavelmente num diálogo com com Emanuel. Ele falou assim: "Não, minha filha, vamos pensar um pouco mais. Por que que você vai pensar o desquit?" Aí ela responde assim: "Ora, você disse que a gente tem que perdoar 70 x 7. Já são mais de 20 anos de casamento. Perdi a conta de quantos anos eu estou nessa amargura no meu casamento. Quantas mágoas eu tenho carregado no meu coração. Se eu for contar todos os dias em que essa mágoa tomou meu coração, já passa os 490 que Jesus fala. no 70 x 7. E aí o R disse que o o Chico Xavier sorriu e disse: "Não, minha filha, a proposta de Jesus do 70 x 7 não é que a gente perdoe o nosso algoz, o nosso inimigo, o nosso ofensor. É 70 x 7. Cada ofensa do próximo conosco mesmo. Cada momento em que eu me senti ofendido, eu devo oferecer o perdão 70. vezes 7. Ela não gostou dessa resposta porque a proposta ali provavelmente era ratificar o que ela queria, que era o desquit, a separação, se desfazer, né, do casamento. E a proposta de Chico Xavier era perseverar um pouco mais. Num outro momento, ela volta pro

provavelmente era ratificar o que ela queria, que era o desquit, a separação, se desfazer, né, do casamento. E a proposta de Chico Xavier era perseverar um pouco mais. Num outro momento, ela volta pro Chico. Chico pergunta: "Ô, tudo bem? Como é que vai?" Chico, lembra de mim do desquite do 70 x 7. Ô minha irmã, como é que vai? E aí ela fala: "Ah, meu marido morreu, quanta falta eu tô sentindo dele. Tinha dificuldade, não era difícil, mas agora minha vida tá diferente. Eu sinto falta de cuidar dele, de tá oferecendo ali um carinho, de tá aquele almoço de final de semana com a família reunida. Quanta falta eu tô sentindo. E aí a história narra que Emanu aparece para Chico e fala para Chico, viu, Chico? Ela conseguiu ressignificar toda aquela mágoa, aquela angústia que vivia no casamento a ponto de sentir saudade do marido que se foi. E aí essa história do Chico nessa percepção de que esse perdão de 70 x 7 não é contando as ofensas, mas é cada situação que a gente vive, nós precisamos exercitar o perdão. E voltando a Jesus, a gente acabou de ter, né, o feriado Paixão de Cristo, a Páscoa, pegando a paixão de Cristo. No momento em que ele é crucificado, ele olha pro céu e diz: "Pai, perdoa-os, pois eles não sabem o que fazem". Então, diante de do que Jesus viveu naquele momento da antes e durante a crucificação, o escárneo, o descrédito, os amigos os abandonaram, muitos que ele havia curado não estavam ali para defendê-lo. A história narra que tinha a mãe Maria, algumas mulheres, Maria de Madalina inclusive, e João, né, que era um pouco mais novo, mas também tava lá. os demais não estavam presentes. E você não há registro, não há registro de que Jesus tenha externalizado qualquer mágoa, ira com relação a este momento. Ele inclusive pede perdão a Deus por tudo aquilo que estava acontecendo naquele momento. Passam-se alguns anos. A proposta do Espiritismo é relembrar todos os ensinamentos de Jesus. é relembrar tudo que Jesus nos ensinou e explicar um pouco mais e dar um aprofundamento na reflexão. E aí, com

sam-se alguns anos. A proposta do Espiritismo é relembrar todos os ensinamentos de Jesus. é relembrar tudo que Jesus nos ensinou e explicar um pouco mais e dar um aprofundamento na reflexão. E aí, com relação ao que o Espiritismo tem a trazer, com relação ao perdão, a gente tem um jargão dentro do espiritismo que fora da caridade não há salvação. E que caridade seria essa? Kardec pergunta aos espíritos como é a caridade, como entendia Jesus? E os espíritos respondem: "Benevolência para com todos, indulgência para com a imperfeição do próximo e perdão das ofensas". Então, o perdão está incluso nesse pacote na chamada caridade. E aí na proposta do Espiritismo, se fora da caridade não a salvação, fora do perdão, eu não consigo ter paz comigo mesmo. Não é uma salvação de que chancelou, acabou. Você tá salvo no céu, não tá salvo, vai pro inferno. Inclusive, nesse final de semana a gente teve aqui em Brasília o congresso da Federação Espírita do Distrito Federal, né? A gente tem a gravação inclusive no YouTube da Fedef e o tema foi o céu inferno. E a proposta do espiritismo nessa reflexão do seu inferno é que não há um local físico onde você vai, é algo interno, é um sentimento. E aí Kardec, inclusive, né, naquela reflexão que a gente colocou no início de que quem não atua com misericórdia no seu dia a dia não consegue ser brando e pacífico. E essa brandura, essa pacifidade interior é o céu. Lembremos algum momento da nossa vida em que tava tudo em paz, que a gente estava se sentindo bem, às vezes até um pouquinho de medo, né? Falou assim: "Pô, tá tudo tão bem que dá medo, porque a gente sabe que uma hora a chave vai virar". É esse momento que a gente precisa se esforçar para multiplicar. E Jesus é o nosso guia e modelo. E a gente seguindo Jesus, a gente se aproxima desse céu. E o inferno? Ah, o inferno é quando eu não tô com a consciência tranquila, quando eu começo a me aprofundar no sentimento de culpa, quando eu começo a dar mais importância pra vida material do dia a

. E o inferno? Ah, o inferno é quando eu não tô com a consciência tranquila, quando eu começo a me aprofundar no sentimento de culpa, quando eu começo a dar mais importância pra vida material do dia a dia do que pro tesouro do coração, pra vida espiritual. Eu acabo me envolvendo em sentimentos negativos e aquilo não me faz mal. Por mais que por fora eu tentasse ficar bem, lá dentro a gente não fica se sentindo bem. E aí, isso seria uma situação de inferno. O que que a gente vai viver depende de cada um de nós. A gente tá no mundo de provas, expiações ainda. Então é natural que a gente fique oscilando, né? Tá tudo muito bem, tá tudo muito mal, tá difícil. O que a gente precisa se esforçar é não permanecer no mesmo sintonia, porque se a gente ficar muito mal, a gente entra em depressão e aí a gente pode ser muito difícil conseguir sair sozinho e aí vai precisar de ajuda. E tá também numa euforia a todo momento também não é positivo. Também há um distúrbio aqui onde que tá tudo tranquilo, tudo muito bem, tudo ótimo. Não tem como. A gente vai passar por dificuldades, a gente vai passar por desafios e esse é o processo. A gente ter analizar que altos e baixos é o processo da vida, vai ajudar a gente a perceber, né? Voltando a Chico Xavier, inclusive no momento que ele tava muito triste, ele pede a orientação dos espíritos. Aparece um espírito chamado Celina e ele fala que vai pedir orientação a Maria. Ela demora um bocado, mas volta. E aí falou assim: "Eu tenho um recado de Maria para você, Chico". E aí, então bom, qual é o recado, né? Qual vai ser a orientação que ela vai me passar para resolver esse meu problema, essa minha aflição? E aí a frase, isso também passa. Os historiadores narram que o Chico Xavier ficou um pouquinho triste, fal assim: "Poxa, só essa frase". Mas ele refletindo nessa frase foi a frase que ele colocou no pé da cama dele, junto à cama. para ele sempre lembrar que o que ele tava passando naquele momento também passaria, seja a tristeza, seja o momento de euforia, faria parte disso

ase que ele colocou no pé da cama dele, junto à cama. para ele sempre lembrar que o que ele tava passando naquele momento também passaria, seja a tristeza, seja o momento de euforia, faria parte disso passar, porque faz parte do momento que a gente tá na Terra. Um outro ponto com relação ao espiritismo que vai trazer essa reflexão é que quando eu não me esforço pro perdão, uma ponta lá dentro de mim tem o orgulho. Porque a depender da ofensa como a gente recebe, a gente fica com orgulho ferido. Pô, aquela pessoa não podia fazer isso comigo. Tanto ajudei ela, olha o que ela me retribui. Poxa, eu vou dar o braço a torcer, não, eu vou levar desaforo paraa casa. Quem nunca já ouviu essa frase? Então, a gente fica com orgulho ferido quando alguém nos espinha, alguém eh tinha até uma um crime antigamente, né, que era o crime contra a honra. Então, a gente tem ali nosso orgulho ferido. A gente não não vou dar o braço a torcer não, né? Foi ela que errou, ela que tem que pedir perdão primeiro, né? A gente vê isso muito entre as crianças, né? Minhas filhas é vira e mexe falam essa frase para mim. Não, eu não vou pedir desculpa primeiro. Foi ela que fez primeiro. Eu só devolvi. Então a gente tem essa criança dentro de nós se fortalecendo no orgulho de não vou dar o braço a torcer. E Jona de traz diversas reflexões com relação a esse ponto, que quando a gente se luta contra o perdão, na grande maioria das vezes, a gente tem uma pitada de orgulho ali dentro de nós. E a doutrina dos espíritos vem vem apresentar que o orgulho e o egoísmo são as maiores chagas que um ser humano precisa combater dentro de si mesmo. Um outro ponto que o Espiritismo também nos traz é a relação de causa e efeito. Então, se eu opto por não perdoar, se eu opto por alimentar o meu sentimento de raiva, de ódio, na lei de causa e efeito, isso vai ter uma consequência. Primeiro para comigo mesmo, porque nesse sentimento de raiva e de ódio, eu tô me alimentando de coisas negativas. E o espiritismo nos traz que a morte não

ausa e efeito, isso vai ter uma consequência. Primeiro para comigo mesmo, porque nesse sentimento de raiva e de ódio, eu tô me alimentando de coisas negativas. E o espiritismo nos traz que a morte não é uma borracha, não é uma mudança de degrau, de uma mudança brusca. O espírito continua sendo o mesmo do que ele era antes. Então, se eu tô com muita raiva e ódio de uma determinada pessoa, é quase que automático eu me conectar a ela depois do desencarne. E aí teve a desencarnação e agora eu quero praticar o mal. E o que a gente tem um pouco de freio enquanto estamos encarnados, né? Porque eu não posso entrar na casa de alguém e fazer o mal, mas como desencarnado eu eu consigo. Como desencarnado eu consigo criar mecanismos para atingir muito mais do que o encarnado consegue. Se a gente for em obras complementares nos romances ditos espíritas, a maioria dos casos que a gente vê nos romances tem o ódio e o perdão que não foi praticado na sua raiz. E tem um ponto que eu gostaria de trazer aqui na nossa reflexão, é de que não é raro aquele que a gente vê como ofensor é alguém que tá cobrando uma dívida do passado. Imagine essa relação de ódio. Imagine que nós fomos os agressores, os ofensores por qualquer motivo, não importa. Mas eu pratiquei o mal. Eu pisei na bola, às vezes até sem querer. E alguém não nos perdoou. Ele cultivou o ódio dele, cultivou a mágoa. E seja ele desencarnado ou encarnado, ele vem cobrar. Olha, você me magoou, você me prejudicou. Agora eu quero que você também fique, se prejudique. Entre os desencarnados, a gente chama isso de obsessão. Entre os encarnados a gente tem outros nomes para parar por aqui para não se aprofundar. Mas em alguns casos, essa ofensa que a gente recebe para com o próximo pode também ser uma cobrança desta pessoa. Quer dizer que ela tá é certa em agir dessa forma? Não, mas é uma perspectiva pra gente ter em nosso interior de que se Deus permite que exista essa conexão, algo tem pra gente aprender. Algo no nosso interior a gente precisa se

a em agir dessa forma? Não, mas é uma perspectiva pra gente ter em nosso interior de que se Deus permite que exista essa conexão, algo tem pra gente aprender. Algo no nosso interior a gente precisa se conectar. Porque se eu estou bem comigo mesmo, independente do que o outro faça, ele tem dificuldade de de me atingir. Eu posso até ter um momento de palestra, oração, eu vou no meu tratamento espiritual, mas alguns não desistem. Eles se utilizam do do do nosso redor, dos nossos familiares, colegas de trabalho, amigos, não importa. Eles vão tentar se conectar com outra pessoa para nos atingir. E a espiritualidade às vezes deixa para perceber o quanto que a gente está vigilante. pegando Divaldo Franco como exemplo, no filme dele tem uma um diversos momentos a gente vê um espírito do lado dele com a roupa de padre bem um tom mais escuro, mas ali no diálogo entre eles, lá pra reta final do filme, a gente vai perceber que aquele espírito que tava ali o tempo todo testando, provocando, sendo zombeteiro do Divaldo, era alguém que Divaldo em outra vida induziu ao suicídio. Então ele tava ali cobrando uma dívida e ainda que tem essa situação, né, do de cobrar a dívida, Divaldo persistiu e rompeu-se um pouco desse sentimento de ódio quando o Divaldo resolve adotar um um bebê que era o espírito reencarnante da mãe do espírito obsessor. Então, a gente não consegue vislumbrar todas as nuanças que a espiritualidade se utiliza pra gente tá sempre renovando o nosso sentimento de amor, porque o amor tem muito mais força qualquer outro sentimento. Pensando agora na nossa palestra, o contrato do perdão, eu coloquei cinco cláusulas pra gente refletir sobre esse contrato. O primeiro é a gente compreender que é o objetivo dessa palestra e irmos ao encontro do perdão, ao exercício do nosso dia a dia. A cláusula segunda eu coloquei como decisão e vontade. Nós precisamos querer executar o perdão. Quer dizer que vai dar certo sempre? Não, mas essa decisão interna eu preciso ter no meu dia a dia, porque se

usula segunda eu coloquei como decisão e vontade. Nós precisamos querer executar o perdão. Quer dizer que vai dar certo sempre? Não, mas essa decisão interna eu preciso ter no meu dia a dia, porque se eu não quiser nada vai acontecer. Jesus, inclusive quando ia praticar um uma cura, ele perguntava: "O que queres que eu te faça?" "Ah, que me cure. Tá bom." E em alguns momentos, o que que Jesus falava? A tua fé te curou. a tua fé te salvou. Então, além do que a a palestra tá esteja acontecendo aqui, além do passe que a gente vai tomar, qualquer tratamento espiritual que a gente possa fazer, a nossa fé é o que nos vai mover. E aí com relação ao perdão, nós precisamos, né, na cláusula primeira compreender e buscar ela. E beleza, agora eu quero, eu quero executar ainda. Eu sei que é difícil, mas eu preciso ter esse esforço. A cláusula terceira eu coloquei libertação do ressentimento. Então, a gente precisa deixar ver o perdão como libertação, né? Então, ano passado eu fiz uma palestra em dezembro aqui na comunhão com essa proposta, né? ver o perdão como libertação. Então assim, o perdão eu não tô apagando a borracha do que aconteceu, eu não tô exemindo o erro que aconteceu, que o outro fez para comigo, mas eu estou me libertando, eu tô ficando livre. E aí Kardecão dos misericórdios, o que que ele fala? Quem não age com misericórdia não pode ser brando e pacífico. Então aquele que se utiliza do perdão, fica mais fácil ele ficar mais leve e mais tranquilo. A cláusula quarta, indulgência e misericórdia, né? Então volta naquela pergunta de Kardec, né? Então é a benevolência para com todos, a indulgência para com perfeição do próximo e o perdão das ofensas. E aí na leitura inicial que a gente falou lá, o texto do André Luiz, né, se utilizando dos desafios e como a gente pode ver o lado positivo que vem depois lá no finalzinho, até deixei aqui separado, ele fala, né, que às vezes você vai ver o irmão, o amigo que desertou, a pessoa que fugiu, o companheiro ingrato, o irmão incompreensível e aí todos estão

s lá no finalzinho, até deixei aqui separado, ele fala, né, que às vezes você vai ver o irmão, o amigo que desertou, a pessoa que fugiu, o companheiro ingrato, o irmão incompreensível e aí todos estão aprendendo e passando como acontece a você mesmo. Então, esse esforço que a gente precisa ter de enxergar o próximo como alguém que tá na luta dele, do jeito dele, na etapa dele, assim como nós também estamos na nossa luta, na nossa etapa, dos nossos jeitos. Então, enxergar aquele que nos ofende, olha, ele tá ali no erro, sim, mas talvez é o que ele possa entregar. compartilhar que algo que eu tenho feito e tem me ajudado em alguns momentos, às vezes eu enxergo, ainda com adulto, seja independente da idade que seja, eu vejo como se fosse uma criança. E aí a paciência que eu me esforço no meu dia a dia para com as minhas filhas porque são crianças, eu falei assim: "Poxa, eu tenho que também ter esse mesmo esforço, quer dizer que dá certo sempre?" Não, nem com minhas filhas às vezes dá certo. Já levei vários puchões da orelha da das minhas filhas quando eu saio do trilho. Eu falei assim, ó, você tá gritando, não pode? Eu falei: "É, realmente não pode, mas a gente tá aí na nossa luta. Então, a gente precisa também enxergar o nosso irmão, como também na luta dele, que às vezes ele não tá num num dia legal e a gente foi ali o para raio, por assim dizer. E a última cláusula que é muito importante também é a questão do autão. Porque tudo isso que a gente falou com relação ao perdão, todo esse contrato de que eu eu peço perdão, mas eu também preciso entregar o perdão, também se aplica a nós mesmos. Se a gente não se esforçar e nos perdoarmos e sermos mais tolerante conosco mesmo, a gente também tá nesse processo de aprendizado. Então, a gente vai errar, vai se equivocar, a gente vai perceber o que que a gente precisa melhorar. E aí, fazendo esse exercício do auto perdão, isso vai nos ajudar a também perdoar o próximo. Porque o mandamento maior, como Jesus disse, amar a Deus sobre todas as

o que que a gente precisa melhorar. E aí, fazendo esse exercício do auto perdão, isso vai nos ajudar a também perdoar o próximo. Porque o mandamento maior, como Jesus disse, amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como se ama a si mesmo. Se eu não me amo, se eu não sou capaz de me perdoar de um equívoco que eu cometi, que às vezes só eu sei, eu não vou ter condições, eu vou ter muita dificuldade de amar, de perdoar o próximo. Então essa cláusula quinta do auto perdão também é muito importante e a gente vai errar, não tem jeito. E voltando a questão do congresso, a gente teve participação de um músico chamado Nando Cordel. Ele é autor de diversas músicas famosas, inclusive uma, né, chamada Paz pela Paz, que é muito cantada no no meio espírita. E ele começou a musicalizar perguntas do livro dos espíritos, né? E aí uma música que ele musicalizou, né? E apresentou no congresso, quem quiser, tiver curiosidade, pesquisar lá vai ter, é o conhece-te a ti mesmo e vai ao encontro desse perdão. Porque a pergunta é: qual é o meio mais eficaz para eu domar minhas mais inclinações de eu me aperfeiçoar no meu dia a dia? E a resposta dos espíritos é: conhece-te a ti mesmo. Então a gente precisa ir nessa viagem interior entender o que que eu errei, o que que eu me invoquei, perdoar e seguir em frente. E aí, nesse esforço do auto pererdão, eu vou conseguir também me dirigir ao próximo, atingir o perdão. E aí, com esse esforço do perdão, a gente colocando em prática o contrato do perdão que a gente tem conosco, com o próximo, a gente consegue a paz interior, a vida fica mais leve, porque tem muita coisa que você acaba deixando para lá, cara, deixa para lá, entendeu? Alguém brigou com a gente na fila, deixa para lá. às vezes nem vai ver mais a pessoa na nossa frente num trânsito, alguém fecha a gente, deixa, segue. Ainda que o sangue suba naquela hora, vamos respirar fundo. E esse esforço no dia a dia deixar as coisas pequenininhas seguirem seu fluxo, vai dar mais tranquilidade no nosso

ha a gente, deixa, segue. Ainda que o sangue suba naquela hora, vamos respirar fundo. E esse esforço no dia a dia deixar as coisas pequenininhas seguirem seu fluxo, vai dar mais tranquilidade no nosso interior. A gente se liberta de vínculos negativos, essa energia que nos deixa para baixo, nos deixa triste. E essa é uma das portas das chamadas obsessões. Então, se eu me esforço, o esforço diário de deixar isso para lá, qualquer um espírito, seja encarnado ou desencarnado, que tenha o objetivo de nos prejudicar, ele perde força, ele perde contato. Então isso também é positivo. Pensando no perdão. A gente atua nesse progresso espiritual e moral, né? a gente fica com os nossos relacionamentos ficam mais harmonios porque a gente vai ser visto como aquela pessoa que tenta acalmar os ânimos. Alguém que esteja passando por uma dificuldade vai nos procurar para poder pedir nossa orientação, para nos acalmar nosso sentimento. Então o perdão, ele tem todos esses objetivos, né, de também nos transformarmos como espíritos melhores. Porque na prática do perdão, na essência nunca é sobre o outro, é sobre nós. Porque a ofensa, né, por assim que possa dizer, na essência é contra a lei divina. A gente se afasta da lei divina quando pratica o mal. Então, o equívoco do irmão ou nosso é diante da lei divina. Então, se eu deixo isso para lá, eu sigo o meu rumo e aí o outro que se resolva, entre aspas com a lei divina. ele vai precisar fazer os ajustos dele. Então, o perdão, ele tem essa perspectiva e a proposta da palestra de hoje é trazer esse essa reflexão de que da mesma forma que eu me esforçar em perdoar o próximo, eu também consigo me ajustar com perdão diante da lei divina. Então, que elevemos novamente a nossa nosso pensamento, nosso coração a Deus, nosso Pai. Agradecendo mais uma vez essa oportunidade de estarmos aqui reunidos, tantos que estão aqui presencialmente, tantos que nos acompanham pela internet, que a gente possa no nosso dia a dia colocar em prática o perdão, que a gente possa

rtunidade de estarmos aqui reunidos, tantos que estão aqui presencialmente, tantos que nos acompanham pela internet, que a gente possa no nosso dia a dia colocar em prática o perdão, que a gente possa enxergar no nosso dia a dia os benefícios do perdão, pra gente ficar mais leve, para ficarmos mais passivos. íficos para ficarmos mais brandos, pra vida ser mais fácil, pra vida ser mais tranquila, porque assim Jesus nos orientou e nos orienta até os dias atuais, que o caminho é do amor. O amor para com Deus, o amor para com o próximo e também o amor para com nós mesmos. que saímos daqui fortalecidos nessa certeza de que não estamos sozinhos e que nos esforçando a cada dia, a cada momento, a gente vai conseguir ser um pouquinho melhor e sairmos dessa encarnação melhor do que chegamos. Que assim seja. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de

todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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