ESGOTAMENTO E DESÂNIMO: COMO RENOVAR SUA FORÇA INTERIOR? - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]
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C'est Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Dia a todos. Sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Vou pegar meu livrinho aqui nesta manhã. Nesta manhã de sexta-feira, semana agradável, estamos aqui com o nosso irmão Anderson Portugal para a palestra Esgotamento e Desânimo, como renovar sua força interior. Vamos fazer a nossa leitura de harmonização e dar a palavra para o nosso irmão Conselho úteis e o Alonso pelo espírito de Pereira Magalhães. É um livrinho que ele é confeccionado pela própria editora da comunhão. Minha dona Hilda começa falando o seguinte: "Será que já iniciastes a tua caminhada no sentido de ir ao encontro do teu próximo? Certamente já consegues ajudar teus familiares e teus amigos muitos queridos. És capaz de perdoar os pequenos deslizes desses teus preferidos. Mas ainda tens algumas reservas quanto aos demais, aqueles mais afastados que não te tocam tanto o coração perante Deus. Esses também são teus familiares e lhes devem solidariedade, respeito e compreensão. Não os abandones a pretexto de que não tens grandes ligações com eles. Não é verdade? Talvez tenha eles muito fortes. Talvez tenha elos muitos fortes com antigos companheiros de outras reencarnações, aos quais deves muito, embora a tua memória não registre, para que não deixes passar as oportunidades de reajustes e conciliações. Não te furtes os ensejos. Vai ao encontro de todos que te pareçam necessitados. Corre-os para que não venha em tempo alguns até ver negado o auxílio de que estejas precisando. Dá primeiro para algum dia possas receber. Vamos fechar os nossos olhos, aqueles sentirem mais confortáveis, fazer a
a que não venha em tempo alguns até ver negado o auxílio de que estejas precisando. Dá primeiro para algum dia possas receber. Vamos fechar os nossos olhos, aqueles sentirem mais confortáveis, fazer a nossa prece inicial, agradecendo a Deus, pai de infinita bondade, ao mestre amado Jesus, aos amigos espirituais aqui presente, a Dr. Erra de Menezes, diretor espiritual dessa casa, que com sua equipe harmoniza esse ambiente, dirige e conduz essa casa de prece, de oração. Assim, Mestre Jesus, pedimos que os nossos, nosso irmão Anderson Portugal possa hoje ter as inspirações do alto, trazendo o teu evangelho à luz da doutrina espírita. Através dos esclarecimentos aqui colocados, possamos extrair aquilo que é para nós, para a nossa melhora e para a nossa evolução e aprendizado espiritual. Assim, ó Mestre, te agradecemos a equipe aqui presente nesta manhã, essa equipe espiritual que nos ampara, nos sustenta e nos conduz, sempre respeitando o nosso livre arbítrio. Dando início aos trabalhos de hoje, dando graças a Deus, que possamos manter os nossos celulares desligados para não haver nenhuma interferência. nos prepararmos. E aqueles que nos ouvem através dos nossos canais, sejam muito bem-vindos. Um bom dia ao final da palestra. Se gostar, deixe o seu like, curta a nossa página, compartilhe para que possamos levar a luz da doutrina espírita a todos os cantos. Vamos dar a palavra para o nosso irmão. Muito bom dia todos que estão aqui presentes no salão Bezerra de Menezes. Aqueles que nos acompanham também pela internet. Já saudando aqui quem já tá no no chat, a Giovana, Maria das Graças, Amanda, Luciana, a Magla, obrigado por fazer parte aí do como membro do canal da comunhão. Douglas, amiga Andreia também tá aqui no no chat, todas as eh os pedidos de orações aqui, né, que a espiritualidade conduza, né? Então, todos estamos sendo amparados, né? nós que estamos aqui na palestra e aqueles que a gente também tá refletindo. Hoje separou o tema, né, eh, esgotamento e desânimo. Como renovar a sua força
né? Então, todos estamos sendo amparados, né? nós que estamos aqui na palestra e aqueles que a gente também tá refletindo. Hoje separou o tema, né, eh, esgotamento e desânimo. Como renovar a sua força interior, né? Como a gente pode consegue renovar a nossa força no dia a dia. E aí vem o a pergunta, né? Quem nunca se sentiu cansado na alma? Não, o cansaço do corpo físico, né? né? Que aquele que a gente dorme, coloca, deita na cama, coloca o travesseiro, no outro dia a gente tá renovado. Se conseguir dormir umas 8 horas, mais 9 horas, estamos bem. Não é esse cansaço que a gente vai refletir na manhã de hoje. É o cansaço interno. É aquele que ainda que eu durma bem, eu sinto, eu não sinto vontade de sair da minha cama. Eu não sinto vontade, de repente, de ir trabalhar. Dá um desânimo que eu não vejo mais graça em muita coisa. Algo que me dava muito prazer em fazer, já não tenho tanto prazer assim. Quem é que nunca se sentiu assim, né? Pegando uma analogia da de uma passagem evangélica, né? Que atire a primeira pedra. Estamos no mundo de provas, expiações, no mundo em que é natural que a gente se deglade um uns com os outros. E a gente vai passar por momentos de euforia, mas também de momentos de tristeza. E a principal referência da nossa palestra de hoje, eu retirei desse livro aqui, de autoria de Geovana de Angeles, com o título Sendas Luminosas, que foi recebido pelo médium Divaldo Franco. Essa aqui é uma capa nova, né, de um livro antigo da da Joana. E o que me chamou atenção, né, ao verificar no livro, assim, não vou, as pessoas não vão conseguir ver o que que eu tô enxergando aqui, né? Então, peço que vocês confiem no que eu tô dizendo. Tem o texto da Joana e na parte aqui da na borda do capítulo tem explicações de termos que Joanas se utiliza dentro do texto. É comum pessoas falaram assim: "Ah, já tentei ler Joana e não consegui." Vocabulário muito rebuscado, né? Então as pessoas acabam desistindo. Recordo uma vez que Divaldo compartilhou de que ele questionou a Joana de Angeles
assim: "Ah, já tentei ler Joana e não consegui." Vocabulário muito rebuscado, né? Então as pessoas acabam desistindo. Recordo uma vez que Divaldo compartilhou de que ele questionou a Joana de Angeles por que ela usava desses termos mais rebuscados, né? Não seria melhor simplificar o linguajar para atingir mais pessoas? E a resposta da veneranda foi que não, que ela permaneceria no linguajar dela, que as pessoas precisariam se esforçar para alcançar, né, essa evolução interna. Então, seria uma forma de eh forçar a barra, por assim dizer, pra gente se tornar um pouco melhor, pelo menos na questão do vocabulário. E permaneceu, só que aí, né, a editora Leal lá da mansão do Caminho, né, fez ali um ajuste. Tá bom, vamos manter o o texto da Joana Dianas, não vamos mexer, mas a gente pode colocar um glossário aqui no na ponta direita, né, para poder auxiliar. Então eu achei muito interessante isso, né? Me chamou atenção. E na livraria aqui da comunhão tem alguns exemplares à venda, né? Então eu adquiri o meu e aí falei assim: "Poxa, vamos trazer algumas reflexões, né, com relação ao capítulo. Me chamou a atenção das sendas luminosas, né? Sendas na significado de caminho, né? Então, caminho luminoso. Eu lembro que, né, na minha infância do Rio de Janeiro tinha um supermercado chamado Sendas lá e era um um logo laranja, né? E era algo assim, era uma referência no Rio de Janeiro. Eu lembro que depois eles fizeram um time de futebol com crianças. Era meu sonho, né? Embora eu sempre fosse fui o úhido, né? Quando jogava futebol, a gente sempre tinha aquele sonho de jogar bola, né? Então acabou que Senos virou uma referência, depois foi vendido e aí assim perdeu. Mas me veio a recordação essa parte da infância e a proposta de Joana ela é refletirmos sobre cendas luminosas. Voltando ao a à ideia do do livro, a são mensagens que Divaldo psicografou durante uma viagem que ele fez e cada capítulo é um dia. Então ele tava viajando, fazendo palestras, né, no interior do Brasil e depois fora do
eia do do livro, a são mensagens que Divaldo psicografou durante uma viagem que ele fez e cada capítulo é um dia. Então ele tava viajando, fazendo palestras, né, no interior do Brasil e depois fora do Brasil. E cada dia ele psigrafava uma página, entrou no juntou todas essas mensagens, né, e colocar foi colocada dentro do do livro. Então, hoje a gente vai absorver, né, eh, refletir sobre o capítulo um, que ela denominou resistência contra o mal. Na próxima quarta, que eu também estarei conduzindo aqui palestra na comunhão espírita de Brasília, eu vou trazer o capítulo dois chamado caminhos. Então, a ideia de estar refletindo aqui os capítulos dessa obra de Jona deângeles. E aí fica esse questionamento, né, sobre esse sentimento de esgotamento e desânimo, que é o tema da palestra. E uma analogia que eu gostaria de trazer é que a gente vai ouvir muito dentro do espiritismo, por diversas vezes, de que a luta nunca é contra o outro. A reforma não é do outro. A reforma não é do país, nem do mundo. A reforma é uma reforma íntima. É um esforço que precisamos fazer a cada dia de ajustar o nosso interior. A gente pode trazer uma analogia como se fosse um jardim, né? Então, a gente tem o nosso jardim, nossas árvores, plantas, rosezeiras, o que a gente gostar de observar. Então, digamos que a gente tenha um jardim dentro de nós. Só que como no jardim do plano terrestre, no interior também acontece algo chamado ervas daninhas. As ervas daninhas na jardinagem, se você não as retirar do jardim, elas vão consumir nutrientes que deveriam estar nas plantas principais. Então, é comum você ter que ter o esforço quase que diário de estar retirando as ervas dainhas. A gente também tem um outro esforço na jardinagem de fazer as podas. A gente vai podar por cima se não quiser que ela cresça muito, ou vai podar por baixo se você a gente quer que ela cresça demais. Por mais que possa parecer dolorido, né, tá cortando ali alguns galhos da árvore, é algo pro bem dela, para ela crescer com mais energia, com mais vitalidade. E
ocê a gente quer que ela cresça demais. Por mais que possa parecer dolorido, né, tá cortando ali alguns galhos da árvore, é algo pro bem dela, para ela crescer com mais energia, com mais vitalidade. E o mesmo acontece conosco. Nós precisamos estar atento no nosso jardim interior, como a gente tá cuidando da nossa da nossa plantação, né? As ervas daninas, a gente poderia dizer que seria os momentos de raiva, rancor, ódio, todo sentimento negativo que nos afaste de Jesus. E as podas são as necessidades que a gente passa no dia a dia, os desafios que faz com que a gente se fortaleça, faz com que a gente crie as nossas raízes afundem no solo, a gente fique mais forte, a gente consiga passar pelos desafios com mais facilidade. Então, a Joana nesse capítulo me veio a a reflexão, né, ao ler o os trechos, de que ela faz muita alusão de forma indireta a uma orientação de Jesus de vigiai e orai. Mas um vigiai orai de forma ativa. Eu preciso estar vigilante no que tá acontecendo com o meu interior. E aí vai ao encontro do título do capítulo, que é resistência contra o mal. Mas também eu preciso fazer minha conexão com o alto com com oai. Então todos os dias de forma ininterrupta precisamos estar exercitando o conselho de Jesus, né? Orientação de Jesus de vigiar e orar. E aí eu vou ler alguns trechos do capítulo e aí quem se tiver interesse maior, né, adquira o livro. É uma forma de estar ajudando também lá a mansão do caminho, né? E onde você comprar o livro, você vai est ajudando o local que você tiver comprando o livro também. E eu vou ler alguns trechos, não vou conseguir ler tudo. E aí, mas aí fica quem se sentir interessado, né, lê o capítulo como um todo, fica o convite. A Joana começa assim, ó. Há dias nos quais as resistências parecem diminuir, são consequências naturais do cansaço acumulado, efeitos dos pesares reunidos, abalos do sistema emocional, estados de depressão, presença da amargura. Então é a reflexão que eu propus logo no início da palestra, né? Quem aqui nunca se
ço acumulado, efeitos dos pesares reunidos, abalos do sistema emocional, estados de depressão, presença da amargura. Então é a reflexão que eu propus logo no início da palestra, né? Quem aqui nunca se sentiu ali amargurado, triste, né? Ela coloca aqui a bala do sistema emocional, estado de depressão, a gente começa a ficar muito triste, essa tristeza começa a perdurar por muito tempo e presença de amargura, a gente às vezes fica um pouquinho mais amargo, né? Então assim, às vezes vem uma uma alguém vem falar com a gente, a gente dá a resposta meio curta, meio seca, depois de um tempo a gente vai assim: "Pô, por que que eu respondi assim? Por que que eu falei eu não sou assim?" Só que aí uma vez que a gente falou, não tem muito como voltar atrás, né? Mas aí fica a reflexão. Por que que eu tô agindo dessa forma? Ela continua. Nessas oportunidades, o pensamento desvia. Aí desvaria, ele coloca assim, ó. Fazer cair em desvario, causar alucinações, alucinar, endoidecer. Então, nesses momentos de tristeza profunda, nosso pensamento acaba fazendo alucinações. Então, algo, eu começo a ver coisas que às vezes nem existe, né? Então, às vezes eu começo a olhar assim: "Pô, aquela pessoa ali tá falando mal de mim, aquela pessoa ali não foi com a minha cara, o que que eu fiz para ela para ela estar fazendo isso comigo?" E às vezes não é nada disso. Às vezes a pessoa tá com outra preocupação, não tem nada a ver conosco. Eu gosto muito de pegar exemplos, né, de trânsito, que é algo que acho que é um desafio para todo mundo que se coloca na posição de dirigir. É algo que as pessoas se transformam ao dirigir e a gente acaba tendo que se degladiar com pessoas que a gente provavelmente nunca viu e provavelmente nunca vai ver de novo. E é natural vez o pessoal me fecha, fala assim: "Pô, por que que me fechou? Eu não vou deixar. A, o carro quer passar à minha frente. E começa aquela disputa sem eu saber o que que tá acontecendo do outro lado. Uma vez eu conversando com o meu pai assim que eu tava mais aprendo a
ão vou deixar. A, o carro quer passar à minha frente. E começa aquela disputa sem eu saber o que que tá acontecendo do outro lado. Uma vez eu conversando com o meu pai assim que eu tava mais aprendo a dirigir, ele falou: "Não, deixa ele passar". Não sabe, de repente ele tá com pressa para ir pro hospital, de repente tá com pressa para ir pro trabalho ou de repente é amargurado mesmo assim. Então deixa ele passar, não fica estressado não, que você pode bater com o carro. E isso ficou na minha mente. Então, às vezes a gente, Joana alerta aqui que quando a gente tá nesse estado de tristeza, o nosso pensamento tende a alucinar, ela continua e o entusiasmo se entibia e aí em tibia ficar tíbio, frouxo, enfraquecer. Então, nesses momentos de tristeza, nosso pensamento alucina e a gente fica meio fraco, desanimado, dando surgimento à possibilidade do abandono das tarefas assumidas. a aparente necessidade de maior repouso, a oferecimento de lugar a outros companheiros queixos a novas experiências. Então, a gente tem de abandonar nossos nossas obrigações. A gente não coloca com tanto afim com o nosso trabalho no dia a dia, a gente acaba negligenciando um pouco a família. Então, as coisas ficam meio que a lá a música do Zapagodinho, né? Deixa a vida me levar, a vida vai levando e deixa ver o que vai acontecer. Só que a Joana ela é muito firme nesse ponto e outros espíritos também e nos asseverar de que a gente não pode deixar a vida nos levar. Nós precisamos puxar as rédias da nossa vida e sermos os responsáveis, sermos os protagonistas das nossas decisões. Muito severa, né? Existe uma pergunta do de Kardec para a espiritualidade no livro dos espíritos, perguntando se os espíritos induzem os nossos pensamentos. E a espiritualidade responde que de ordinário, ou seja, de comum, são os espíritos que conduzem os nossos pensamentos. Então, a gente pode dizer que a maioria dos pensamentos que nós temos, a maioria das ideias que nós temos, não são ideias nossas, são ideias colocadas no nosso no
s que conduzem os nossos pensamentos. Então, a gente pode dizer que a maioria dos pensamentos que nós temos, a maioria das ideias que nós temos, não são ideias nossas, são ideias colocadas no nosso no nosso ao nosso redor. Seria algo parecido se a gente for pegar desenhos animados de antigamente, tinha lá o desenho, aí tinha um anjinho e o diabinho do lado. E ficava o anjinho falando uma coisa, o diabinho falando da outra e tal todo o tempo todo. O diabinho e anginho falando, diabinho e anginho falando. E aí o personagem ele tomava a decisão se ele ouve mais o anjinho no desenho ou mais o diabinho. Dada a analogia bem simples, mas na essência é isso que ocorre. Estamos todo o tempo sendo influenciados por espíritos que querem nos prejudicar, por espíritos que não querem a nossa felicidade e também tem espíritos que querem a nossa felicidade, que querem nos ajudar. E aí entra o livre arbítrio. O livre arbítrio entra no ponto de que quem eu vou dar mais atenção. E a Joana nesse capítulo alerta por quê? Quando eu tô nesse sentimento de esgotamento, de desânimo, de depressão profunda, eu abro mais a minha guarda. Eu eu baixo a minha guarda e acabo ficando mais influenciável pelos espíritos que querem fazer o mal para mim. Então ela coloca aqui, né, nesses pensamentos que alucinam, então fica aquela coisa assim, não é realmente é algo que não vai dar certo isso aí eu vou, eu já tentei, não dá certo. Fulano, fulano não gosta de mim. Ah, ela, pô, ela tá querendo meu mal, tá querendo puxar meu tapete. E às vezes não é nada disso. E os espíritos se utilizam dessa fraqueza nossa para nos prejudicar, para deixar cada vez mais desanimados. E a gente precisa ficar alerta porque a depressão profunda, ela é uma doença e é uma doença que é muito difícil a gente conseguir sair sozinho. Fazendo um pequeno parênteses, se por algum motivo alguém que tiver ouvindo se sentir nessa situação, peça ajuda. Não tá, não tente travar essa luta sozinho. tá? Como meu espírita de Brasília, por exemplo, tem a opção do atendimento
e por algum motivo alguém que tiver ouvindo se sentir nessa situação, peça ajuda. Não tá, não tente travar essa luta sozinho. tá? Como meu espírita de Brasília, por exemplo, tem a opção do atendimento fraterno todos os dias e inclusive de forma virtual. Então, recorremos. Ah, não, não quero ir na comunhão. Tudo bem. Procure um centro espírita mais próximo, onde você esteja para pedir ajuda. Procuremos também ajuda do mundo material, porque se tudo é de Deus, se Deus é a causa primária de todas as coisas, todo o conhecimento que nós temos no campo psicológico e psiquiátrico provém de Deus. Então, Deus colocou à nossa disposição todo o conhecimento da medicina terrestre para nos ajudar. Então a gente também precisa contar com isso. Então fica também o alerta e o convite se sentir nessa situação de de tristeza profunda, a gente precisa pedir ajuda. Mas a Joana, ela começa a alertar nessas nesses nesses pontos de que eu precisamos ficar alerta quando essa tristeza perdura por muito tempo. Ela vai continuar falando assim, ó: "Xatamente nesses momentos de fragilidade idealística e de enfraquecimento moral, surgem as facilidades que se desejam instalar no indivíduo através das brechas do sentimento afligido." Então é nesse momento em que eu baixei a guarda é que os espíritos começam a se conectar comigo tentando nos prejudicar. Tem um no Evangelho Segundo o Espiritismo, deixa eu, eu separei aqui o trecho, é o último capítulo do Evar Seguro Espiritismo são preces. Então são indicações de preces que Kardec faz por diversos temas. Ele separa as preces por temas e antes de entrar na prece ele faz um uma introdução. E aí tem uma prece que é a prece ao obsidiado. Então assim, eu vou est fazendo uma prece por aquele que tá sofrendo por obsessão. Na introdução, antes de fazer a a colocar a prece, Kardecoloca o seguinte: "A obsessão é quase sempre o resultado de uma vingança exercida por um espírito cuja causa às mais das vezes se encontra nas relações que o obsidiado teve com ele e uma existência anterior." Então,
e: "A obsessão é quase sempre o resultado de uma vingança exercida por um espírito cuja causa às mais das vezes se encontra nas relações que o obsidiado teve com ele e uma existência anterior." Então, Kardec coloca que não existe o acaso nessa conexão entre obsediado e obsessor. Aquele espírito que quer praticar o mal e aquele que tá sofrendo o mal. Existe alguma conexão lá no livro dos médiuns, ele vai se aprofundar nesse ponto dizendo que o obsidiado, ele abre a porta para que o obsessor faça a sua interferência. Por isso que volto à passagem evangélica do início de vigiai e orai. Porque se eu estou vigilante nos momentos em que eu tô baixando a guarda e eu volto a subir minha guarda, aquele espírito que quer me praticar o mal contra mim, ele não tem muita abertura. Pegando o Joana de Angeles, né, como referência e o filme do Divaldo, que é um é uma é uma obra de arte que nos ajuda a refletir sobre diversos pontos. Quem ainda não viu, fica o convite para ver, mas no filme ele aparece Divaldo, né? E aparece ali um um personagem que é um espírito que se coloca na condição de obsessor e ele tá o tempo todo o Divaldo, tá todo o tempo todo tentando perturbar. E uma determinada passagem do filme, a Joana de Anes fala para Divald aquele espírito só consegue interferir na vida dele no momento em que ele baixa o nível vibratório dele, no momento em que o Divaldo perdeu o emprego e ele se deixou abater pela tristeza no momento em que ele pensou em fazer o suicídio no elevador Lacerda lá em Salvador. Foi nesses momentos que o espírito obsessor conseguiu se aproximar e influenciá-lo negativamente, o que vai ao encontro do texto do capítulo, de que nesses momentos a gente abaixa a guarda e a gente precisa ficar vigilante enquanto a isso. Pegando o Divaldo como exemplo, tem uma outra passagem em alguma narrativa dele que ele diz assim: "Ele tinha um hábito de ter um caderno, né, recortes de jornais de pessoas que morreram, sofreram acidentes graves, inclusive pelo suicídio. E ele fazia
gem em alguma narrativa dele que ele diz assim: "Ele tinha um hábito de ter um caderno, né, recortes de jornais de pessoas que morreram, sofreram acidentes graves, inclusive pelo suicídio. E ele fazia orações por essas pessoas. Daí fazia as orações, nunca conhecia as pessoas, mas tá tinha um hábito de fazer a oração. Numa determinada noite, ele resolveu não fazer a oração. Ele tava muito triste, ficou com insônia. E aí esse desânimo, esse essa tristeza que não tem muita explicação. E aí ele começou, se colocou na varanda onde ele tava e começou a refletir. Nisso aparece um espírito um pouco deformado no rosto e começa a conversar com Divaldo, perguntando porque que ele tava triste. Edivaldo não deu muita atenção, mas respondeu dizendo que tava um pouco desanimado. Era um momento de luxo tá muito grande. Eh, Divaldo chegou em algum determinado tempo, né, sendo, foi acusado de plagiador do Chico Xavier. Pessoas não entendiam muito bem a mensagem que ele trazia, principalmente mensagem de Joana, né, a gente falou assim um linguajar mais rebuscado, né, contexto e informações que não era comum daquela época. Hoje Joan é referência, né, mas na época não foi tão bem recebida. Nenhum deles foi, né? Se a gente for pegar os livros de André Luiz também não foram muito bem recebidos na época. Os livros da Ivone do Amaral Pereira também não foram bem recebidos na época. Memórias do suicido, inclusive ele foi adiado da sua divulgação, né? Ele foi confeccionado, né? de forma psicográfica, mas ele foi deixado de lado para posteriormente ser divulgado. Eu lembro do livro do André Luiz da Libertação, tem uma edição, depois foi feita uma nova edição para ajustar alguns termos, né? Porque tanta confusão, a vez do livro trazer conhecimento, né? e um debate positivo, ele trouxe mais discórdia e separação. Então os espíritos foram ajustando o linguajar e as mensagens que traziam pra gente. Então o Divaldo naquela época tava muito amargurado, angustiado. E aí o Divaldo, o espírito que foi
ia e separação. Então os espíritos foram ajustando o linguajar e as mensagens que traziam pra gente. Então o Divaldo naquela época tava muito amargurado, angustiado. E aí o Divaldo, o espírito que foi visitar Divaldo, falou assim: "Divaldo, você não me conhece, mas eu gostaria de te pedir para que não ficasse tão triste assim. Eu sou o suicida do trem. Eu, num ato de desespero, deitei sobre os trilhos e dei fim à minha vida. E até hoje eu sinto o trem passar por cima. Até hoje eu sinto aquela locomotiva com o farol, como se fossem dois olhos brilhantes, se aproximar de mim e me impactar. Mas nesse desespero, nessa tristeza que parece que não tem fim, eu tive em alguns momentos uma calma interior. Em alguns momentos, eu parei de sentir a dor do trem e eu não sabia da onde que estava vindo essa luz, da onde que tava vindo essa força. Até que em determinado momento eu fui trazido ao seu quarto e vi você fazendo oração não só para mim, mas para diversos espíritos que também tinham optado por por fim na própria vida. E nesse íntimo eu fiquei muito agradecido. Passava o tempo, eu voltava a sentir as dores, mas eu voltava a sentir o reconforto. Só que hoje eu senti falta desse reconforto e vim visitá-lo e percebi o seu âmbito de tristeza. Então, meu irmão, eu gostaria de te pedir um favor. Não fique muito tempo nessa tristeza. nos ajude a gente que tá nesse esforço de entender o que que acontece depois da vida, a ter a luz, a ter um caminho. Divaldo narra nessa situação de que ele tomou um choque e toda aquela tristeza de angústia, de difamações perdeu o sentido. Ele reuniu forças, fez orações e seguiu em frente. pegar um outro exemplo que é uma referência para no espiritismo é o Chico Xavier. Chico Xavier, por diversas vezes, ele narrou de que em momentos em que ele se estia triste, amargurado, o remédio que se utilizava é ajudar o próximo. Ele procurava alguém que estava numa situação pior do que a dele para ajudar. E no momento em que ele se esforçava em estar ajudando o próximo,
argurado, o remédio que se utilizava é ajudar o próximo. Ele procurava alguém que estava numa situação pior do que a dele para ajudar. E no momento em que ele se esforçava em estar ajudando o próximo, ele não lembrava mais da própria dor. E aqui no capítulo, uma das referências que Joana vai fazer, o convite é de que esse movimento ao próximo, de ajudar ao próximo, é uma forma de nos fortalecer. Às vezes, de início, a gente pode até fazer o bem pro outro como um ato até de egoísmo. Não importa. A gente precisa colocar esse ato de fazer o bem no dia a dia como algo contínuo em nossa vida, até que fique natural e aí deixe de ser egoísmo. Precisamos nos esforçar de fazer o bem ao próximo, nem que seja pensando nisso. Olha, eu vou fazer o bem porque é isso que vai me conectar ao alto. E às vezes é isso que a espiritual tá precisando, essa conexão da faixa vibratória. Aí a gente denuncia um pouco a idade, né? Mas os mais antigos com certeza vão lembrar. Talvez quem tá assistindo mais novo não lembre tanto. Antigamente o rádio funcionava com o chamado dial. Então você precisava conectar a estação do rádio. Não era automático, não era digital de você colocar o número e conecta com a rádio. A televisão também era assim. Eu lembro que quando era pequeno eu brincava de ficar entre os canais para ouvir interferência de rádio que se comunicava. Aí eu com meu primo falava que era extraterrestre, era eh coisa de outro mundo. A gente morava em pertos de comunidades no Rio de Janeiro. Então a gente havia conversa entre, né, pessoas que estavam ali, negociando coisas ilegais, por assim dizer. Então a gente conseguiu ouvir a conversa de quem tava ali, porque era conversa de rádio e você sintonizava naquela frequência no diálogo que tava tendo pelo walk. Então, pegando esse exemplo de televisão, de rádio de antigamente, que você precisava sintonizar para achar, é assim que a gente fica no nosso interior. A gente precisa se conectar e conforme eu vou mexendo no DAIO, ou eu vou me conectar com a espiritualidade
amente, que você precisava sintonizar para achar, é assim que a gente fica no nosso interior. A gente precisa se conectar e conforme eu vou mexendo no DAIO, ou eu vou me conectar com a espiritualidade que quer praticar o mal, ou com a espiritualidade que quer praticar o bem. Então, nesse ato de fazer o bem, nesse ato de ajudar ao próximo, eu esqueço da minha dor, eu esqueço do meu sofrimento e me conecto em fazer o bem. E fazer o bem, a espiritualidade que tá ali querendo fazer o bem se conecta conosco. Então, é uma forma da gente se conectar. Até porque Joana disse que no momento em que eu baixo a minha energia vibratória, eu baixo a minha guarda, é aí que os espíritos se utilizam para me prejudicar. Eu gostaria de trazer, né? Eu não consegui ler muita coisa do capítulo, mas pensando no espiritismo, nessa percepção de Vigi Orai, eu separei um, dois, três ações, como se fosse uma caixa de ferramentas pra gente ficar vigilante contra esse desânimo e desequilíbrio. O primeiro tá lá na questão 919 do livro dos espíritos e ela se desdobra em 919 que a resposta vem de Santo Agostinho. Fica o convite pra gente ler a questão 919 e 919. Mas num trecho da resposta de Santa Agostinha, ele diz: "Fazei o que eu fazia quando vivi na terra ao fim do dia. Eu interrogava a minha consciência, passava revista ao que fizera e perguntava a mim mesmo se não faltara algum dever. se ninguém tiver um motivo para mim se queixar. Então, nós precisamos fazer essa exame da consciência de forma diária. Todos os dias precisamos ficar vigilantes de como foi o nosso dia, se eu cumpri com o meu dever no meu trabalho, na minha família, nos lugares em que eu tô convivendo. E se alguém tem algo a se queixar de mim, precisamos colocar a bússola de oração também na nessa caixa de ferramentas. Porque é a conexão com o alto e todos os dias, todos os momentos possíveis, ao acordar, agradecer por um novo dia, no meio do dia para manter a nossa força na nossa luta e também ao final do dia, porque eu lembro da passagem da mãe do Divaldo
ias, todos os momentos possíveis, ao acordar, agradecer por um novo dia, no meio do dia para manter a nossa força na nossa luta e também ao final do dia, porque eu lembro da passagem da mãe do Divaldo Franco falando com ele, alertando sempre essa necessidade de fazer oração, dizendo que no momento em que a gente vai dormir, a gente não sabe se vai voltar pro plano encarnado. Então, precisamos fazer essa oração para nos conectarmos bem com o auto, né, estarmos em boa sintonia. E o último item da ferramenta que ele traza para vocês, que foi a parte final da palestra, é a vacina da caridade. Até porque uma das essências do espiritismo é que fora da caridade não há salvação. A caridade precisa ser uma bússola em nossas vidas. E para fechar, né, esse alerta de de Joana, ela fechou. Eu queria, separei uma frase aqui no final que me chamou atenção, que ela diz que Deixa eu só achei. Enquanto houver batalha a travar, existem perigos. Enquanto estamos no mundo de provas expiações, enquanto ainda não atingimos o estágio de espíritos puros, há perigos. Não é para desanimar a gente, mas é pra gente ficar alerta de que cada brecha que nós demos no dia a dia, cada pensamento não positivo, é uma brecha que a gente pode dar por alguém que queira nos prejudicar. Então, gostaria de encerrar com essa frase, com esse objetivo que ainda que a gente esteja em desânimo, faz parte. Estamos no mundo de pró expiações, não permanecemos nisso. E como é que a gente sai desse momento de desânimo, de desequilíbrio? através da consciência tranquila, nessa vigilância dos nossos pensamentos a todo momento, na oração. E aí combinando é o vigiai e orai, e na prática da caridade, que a gente coloque essas ferramentas em ação no nosso dia a dia com o objetivo principal da nossa encarnação, que a gente possa sair daqui melhor do que chegamos. Muito obrigado. Obrigado ao nosso querido irmão Anderson Portugal, sempre muito esclarecedor nas suas colocações, que possamos pegar aquilo para nós. O atendimento fraterno, ele
elhor do que chegamos. Muito obrigado. Obrigado ao nosso querido irmão Anderson Portugal, sempre muito esclarecedor nas suas colocações, que possamos pegar aquilo para nós. O atendimento fraterno, ele tem os horários de segunda a quinta, de 8:30 às 10:30, de 15:30 às 21 horas. Sexta-feira de 8:30 às 10:30, de 13:30 às 21 horas. Sábado de 10 às 11:30 e de 15:30 às 19:30. E agora temos o novo horário aos domingos de 17:30 às 19:30. Temos também o atendimento online, que é o atendimento fraterno online. É atendimento de segunda a sexta. Agendar pelo e-mail dao@comunhãoespíritatudojo.org.br. br. Lá no site tem mais informações e ali no mural da entrada nós temos todas as informações. É um momento de podermos buscar o auxílio, a orientação espiritual na casa, né, que se coloca à disposição. Como nosso irmão falou também de trabalharmos os nossos pensamentos. Nós temos vários programas na TV Comunhão, temos páginas espíritas que o nosso programa nosso amigo conduz. Temos episódios diários comigo, com a com a Flaviana, com o Mário, com a Cláudia. Temos do livro dos espíritos com Alcir e com o Ricardo Honório. E temos da juventude de demais programas. Entrem lá no nossos canais, compartilhem. Siga-nos, dê uma olhada lá. Tem programas de 10 minutos, de 20, palestras todas gravadas, aonde possamos trabalhar esses pensamentos que o irmão falou, buscar a edificação, buscar estar em equilíbrio no meio de tantas notícias destrutivas que aparecem na mídia, buscar essas esses bom bons programas. Obrigado a todos. Vamos fazer a nossa prece final e encerrar os nossos atendimentos para ir para o passe. Aqueles que vão trabalhar tem prioridade. Pai de infinita bondade, mestre amado Jesus, queridos amigos espirituais e guardiões, que possamos nas palavras do nosso irmão Anderson Portugal hoje buscar aquilo que é para mim, manter a sintonia. Eu sei que é difícil, ó Pai, mas com os bons espíritos, que possamos buscar os bons pensamentos, equilibrar a nossa emente, trabalhar os nossos bons pensamentos.
ilo que é para mim, manter a sintonia. Eu sei que é difícil, ó Pai, mas com os bons espíritos, que possamos buscar os bons pensamentos, equilibrar a nossa emente, trabalhar os nossos bons pensamentos. Assim, mestre, te agradecemos por essa oportunidade de estarmos aqui hoje por mais uma manhã de estudo, dando graças a Deus e graças a Jesus. A comunhão espírita deseja um bom final de semana a todos. Temos palestras finais de semana que possam voltar para suas atividades com a paz de Cristo em vossos corações. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e
rio necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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