CANSAÇO DO BEM: EXAUSTO DE AJUDAR OS OUTROS? - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 27/03/2026 (há 1 semana) 46:21 934 visualizações

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Transcrição

Aqui [música] eu entendi qual [música][canto] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver. >> Doando [canto] amor, vibrando luz, buscando a [canto] ti, [música] buscando [música] [canto] a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. [música] >> Senhor, [canto] estou aqui. para agradecer [canto] de [música] coração a paz [canto] dentro de mim que encontrei na [canto] comunhão. Foi nessa [música] casa que [canto] aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, [música] vibrando [canto] luz, buscando a ti. [música] Senhor, [canto] mesmo tão longe de atingir [canto] a perfeição, [música] aqui eu [canto] entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [canto][música] toda a beleza de viver, [música][canto] doando amor, vibrando [música] luz, buscando a ti, buscando [música] >> Bom dia a todos e a todas. Sejam muito bem-vindos, muito bem-vindas à Comunão Espírita de Brasília. Saúdo todos aqueles que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes e também saúdo aqueles que nos acompanham pela internet, seja agora ao vivo ou posteriormente gravado, né? Eu vejo aqui no no chat, né, a Gisaura de Nova Lima, Minas Gerais, a Fátima Pimenta aqui de Brasília, Rosana também aqui de Brasília, Ananda Ferreira, Túlio Aguiar, Rubens, Rubens, Isabela, a Fátima também desejando boas vibrações, a Neid, a Amanda, sintam-se todos abraçados, né, que forem colocando mensagens aqui no chat. Que a paz de Jesus possa estar conosco, né? Como é de pr, a gente faz uma leitura breve no início da palestra para ajudar a gente a acalmar nossos pensamentos, serenar nossos corações. E eu peguei ali hoje esse livro Preces e Orações do irmão José, recebido pelo Carlos Bacheli, capítulo 46, diante do próximo. Senhor, auxilia-nos a ver e aceitar no próximo, seja ele quem for, o irmão que segue ao nosso lado, o companheiro a quem, em qualquer circunstância nos cabe estender a mão como nos estende as tuas. Que jamais venhamos a nos considerar

r no próximo, seja ele quem for, o irmão que segue ao nosso lado, o companheiro a quem, em qualquer circunstância nos cabe estender a mão como nos estende as tuas. Que jamais venhamos a nos considerar superiores a quem quer que seja. Ensina-nos a amar o companheiro de jornada como tu mesmo nos ama, ao ponto de não hesitares em te sacrificares por nós. Porque, Senhor, haveríamos de te considerar nosso irmão, negando aos outros idêntica condição em relação a nós. Somos todos filhos de Deus que nos ama e protege sem privilégio algum. O outro, em verdade, é nosso instrumento de elevação espiritual. a parte que de nós se desgarrou e a qual deveremos nos unir. Ignorar o próximo em suas necessidades e aspirações seria ignorar-nos profundamente em nossas carências. Então aqui nosso irmão José falando do nosso olhar para com os nossos irmãos e irmãs, né? Achei interessante aqui eh nessa narrativa ele falando, né, pensando em Jesus, né, se consideramos Jesus como nosso irmão e ele tá muito mais evoluído do que a gente, porque também não considerar como nosso irmão, nossa irmã aquelas pessoas que estão com dificuldade do nosso dia a dia, né? E e ele fala: "Somos todos filhos de Deus que nos ama e protege sem privilégio algum." Pois bem, após essa breve leitura, elevemos nosso pensamento ao alto, agradecendo a Deus, nosso pai pela oportunidade deste dia que se inicia, que é uma página em branco para todos nós. agradecer a Jesus, nosso mestre, nosso irmão mais velho, nosso amigo, por todo o ensinamento que nos deixaste e por todo amparo que nos deixa desde muito antes deste mundo existir. agradecer também toda a espiritualidade que aqui se faz presente, nos acolhendo e nos amparando. Que possamos renovar as nossas energias no decorrer da palestra. A ti, Mestre Jesus, rogamos o seu amparo e a sua intuição para esse momento que iramos refletir os teus ensinamentos. Que assim seja. Pois bem, hoje o tema da palestra é cansaço do bem. Está exausto de ajudar os outros. E eu achei interessante quando eu me

o para esse momento que iramos refletir os teus ensinamentos. Que assim seja. Pois bem, hoje o tema da palestra é cansaço do bem. Está exausto de ajudar os outros. E eu achei interessante quando eu me deparei com esse título, porque ele tá aqui nesse livro Sendas Luminosas, autoria de Joana de Angeles, recebido pelo médium Divaldo Pereira Franco. O capítulo 17, a Joana escolheu esse título, cansaço do bem. E é um tanto quanto antagônico, né, a gente pensar no cansaço em fazer o bem. Mas quem nunca se sentiu cansado, né? Cansado fisicamente, cansado, às vezes desanimado de não querer fazer o bem naquele momento, às vezes cansado de a gente tá se esforçando e fazer o bem e a outra pessoa é ingrata, nenhum obrigado a gente recebe de volta. E aí faz sentido ficar cansado? Se a gente for pensar em Jesus, onde ele disse que o jugo dele é suave e o fardo é leve, Joana, inclusive ela vai começar assim o título, o texto, né? O cansaço que decorre da ação do bem não tem legitimidade. Então já ela já começa puxando a nossa orelha, que não faz sentido a gente sentir-se cansado na prática do bem. Ela vai continuar. Só tem, exceto só tem uma condição da gente ficar cansada quando obede essa situação, perdão, de cansaço. Quando a realização do bem, ela obedece a interesses de autoegotismo, particularmente objetivando a projeção da autoimagem ou a busca de interesses pessoais. Então ela fala que quando vem o cansaço na prática do bem, a gente acaba entrando na situação de uma projeção de autoimagem e às vezes buscando interesses pessoais. E aí ela vai explicar. O bem possui uma dinâmica encarregada de renovar as forças e estimular a coragem para a luta. Então, quando eu estou praticando bem de forma genuína, de forma realmente com objetivo de ajudar, esse bem vai renovar as minhas forças e vai me estimular na coragem para a luta. Naturalmente, quando o esforço despendido se faz demasiado, ou seja, eu exagero na prática do bem, surge a estafa de natureza física de fácil recuperação, enquanto o tédio, o

r na coragem para a luta. Naturalmente, quando o esforço despendido se faz demasiado, ou seja, eu exagero na prática do bem, surge a estafa de natureza física de fácil recuperação, enquanto o tédio, o desinteresse e a fadiga procedem de origem perturbadora. Então, o bem que se faz não pode fazer mal aquele que o pratica. Seria um terrível paradoxo, sem qualquer justificativa racional. Então eu senti que a Joana começou o texto com o chamado pé na porta, né? Falar assim: "Olha, fazer o bem e se sentir cansado é um paradoxo." Então a gente precisa refletir qual é o propósito da minha prática do bem. Se eu estou sentindo me esgotado, pesado, alguma coisa, eu estou equivocado no meu caminho. E aí, nessa nesse bem que renova e o bem que esgota, eu lembrei de um filme do mundo da Disney, da Pixa, mais específico num personagem chamado Luía, do filme Encanto. O filme Encanto, ele aborda uma família que tem poderes especiais, apesar de que a personagem principal, que é a Mirabel, ela não tem, em tese, nenhum poder especial. Quem quiser saber o poder especial dela, vai ter que ver o filme inteiro até chegar no fim. Mas o filme ele ele é tão bonito, tão rico de conteúdo, que a família tem o pilar principal nele. E nesses poderes, cada um tem a sua particularidade. A Luía é a irmã mais velha de Mirabel e ela é forte e ela carrega tudo que pedirem para ela. Então, pedem para ela carregar alguma coisa, ela carrega. Pedem para trocar a casa de lugar, ela troca tamanho, força que ela tem. Só que chega uma hora que ela começa a ficar nervosa. E eu achei interessante que ela começa a ter um tique assim de piscar o olho, né? E a irmã pergunta assim: "Você tá nervosa? Você tá tensa?" "Não, que imagina, tô tô tô tranquila." E aí ela começa a piscar. E a música que permeia a personagem, né? Ela fala isso, né? Que ela tá com tic nervoso por conta da pressão que é colocada sobre ela de carregar. E ela tá sentindo que tá perdendo o dom dela. E o dom dela é de ajudar a carregar as coisas. E se ela não puder

é? Que ela tá com tic nervoso por conta da pressão que é colocada sobre ela de carregar. E ela tá sentindo que tá perdendo o dom dela. E o dom dela é de ajudar a carregar as coisas. E se ela não puder carregar, ajudar as coisas, que bem ela poderia ter para a família? Então ela coloca a âncora dela na necessidade de ajudar. Só que aquilo ali na necessidade de ajudar tá pesando ela. E aí se a gente for fazer o encontro dessa introdução que a Joana de Angeles faz no texto, não é esse caminho. Ajudar não deveria ser um peso paraas nossas costas, como lá no filme tá bem demonstrado na personagem. é algo leve, é algo que se renova. E nessa perspectiva, né, desse bem que renova e o bem que e que a gente pratica e pesa, eu me recordei da Mais Braga em algumas ocasiões falando aqui na comunhão espírita, que quando ela tava, né, na mocidade aqui na comunhão, teve um evento aqui em Brasília com o médium Chico Xavier. E o Chico Xavier vindo para cá, ele ganhou diversas rosas e ele fez questão de entregar uma rosa para cada pessoa que ele encontrasse. Eu fico imaginando que alegria foi receber uma rosa do Chico Xavier, né? E aí a Mais Braga conta que ela tava o tempo todo ali ajudando, né? que fazia parte da mocidade aqui da comunhão. E ela percebeu que o Chico Xavier não comeu nada durante o dia e o dia foi se arrastando, entrando à noite, a madrugada e ela questiona o Chico, né? Falei: "Chico, você tá aí o tempo todo, né, ajudando, falando, aconsolando e eu tô aqui exausta, cansada, né? Tô doido para ir para casa, tomar meu banho. E ele tá lá firme e forte na prática". E a Maí fala que a resposta do Chico Xavier foi de que, ah, minha irmã, é o amor. A gente começa a aprender a se alimentar do amor. Eu confesso que particularmente eu ainda tô tentando internalizar essa história e essa resposta do Chico paraa Maíe. Mas ao ler o texto aqui da Joana, é exatamente isso que ela propõe, que quando a gente tá praticando bem com um amor genuíno, a gente não se cansa, a gente se completa. E a gente pode pensar

raa Maíe. Mas ao ler o texto aqui da Joana, é exatamente isso que ela propõe, que quando a gente tá praticando bem com um amor genuíno, a gente não se cansa, a gente se completa. E a gente pode pensar no nosso dia a dia, aquele momento em que a gente fez o bem e deu uma paz interior nossa que não tem tamanho, uma alegria interna que é inexplicável. Só que a gente tem esses momentos de forma pontuais, né? A gente ajuda, sente essa paz e a coisa segue. Imagina a gente sentir isso de forma constante. Acredito que seja isso que o Chico Xavier falou paraa Maíse, né? e e traduzindo e também é uma das âncoras aqui da Joana de Angeles no texto. E aí voltando o puxão de orelha que ela faz, então se eu pratico bem de forma equivocada, vem o cansaço. E a gente pode refletir no nosso dia a dia em que situações aconteceria isso. aquela situação que de repente eu estou praticando bem, mas para uma forma de uma autoimagem minha aprimorada, uma reflexão do tipo: "Ah, eu estou fazendo a minha parte". Uma outra perspectiva também que a gente pode trazer à luz é quando eu faço bem, mas para mostrar que eu estou fazendo bem. E aí, isso também não é o bem que renova a nossa energia. Porque Jesus, inclusive propôs pra gente que não saiba a vossa mão esquerda o que faz a mão direita. Porque no momento em que eu deixo, ainda que uma brechinha para alguém ver o bem que eu estou fazendo, o bem tá sendo utilizado como uma moeda de troca. E num ambiente que a gente vive de redes sociais, de likes, comentários, compartilhamentos, fazer o bem nesse ambiente não é essa moeda que Jesus tá oferecendo pra gente, não é essa recompensa. Inclusive no evangelho tá dizendo que se a gente recebe a recompensa aqui na terra, ela já tá recebida. Se a gente for conversar com Deus de dizer: "Olha, tanto bem que eu fiz, tanto ajuda que eu dei". A resposta de Deus vai ser: "Sim, você o fez, mas você já recebeu a sua recompensa." Então, Jesus propõe que a gente faça o bem em silêncio, em privações, de forma que Deus vendo que aquilo que

dei". A resposta de Deus vai ser: "Sim, você o fez, mas você já recebeu a sua recompensa." Então, Jesus propõe que a gente faça o bem em silêncio, em privações, de forma que Deus vendo que aquilo que não vê acontece em silêncio, a recompensa virá nos céus. E um outro porém também que a gente pode trazer nessa prática do bem é a questão da barganha, né? E às vezes a gente vai conversar com Deus e acontece isso, né? Olha, pai, se eu ajudar fulano, você me ajuda com tal coisa? Olha, tô aqui distribuindo as sextas. Olha, hoje é sexta de manhã, né? Sexta de manhã, a comunhão tem a recepção de pessoas em situações de rua. Inclusive, a gente tá solicitando aqui para quem for possível doação de roupas masculinas para poderem serem doadas a essas pessoas em situação de rua. Então eles eles chegam, eles tomam banho, cortam cabelo, fazem a barba, tem uma roda aqui de conversa, se alimentam. Então imagina que eu me ofereça para fazer parte desse trabalho dos mãos estendidas que acontece durante a manhã na sexta-feira. E aí eu vou conversar com Deus e vou falar assim: "Olha, Deus aqui, ó, tô ajudando as pessoas em situações de rua. Me ajuda lá no meu trabalho, me ajuda na minha casa". Não é? Essa é a proposta do bem. Nesse bem que renova as energias. A Joana vai dar um outro puxão de orelha aqui no texto. Ela fala o seguinte, que às vezes a gente procura o bem como uma fuga. Olha o que ela vai falar aqui, ó. Não poucas vezes o indivíduo se vê sitiado por problemas e desconforto moral. Então você tá rodeado de problemas e um desconforto interno, fugindo para a prática do bem ao próximo como alternativa para libertar-se dos próprios sofrimentos, aguardando que num passe de mágica a ocorrência salvacionista miraculosa, o qual naturalmente não ocorre. Então ela tá falando aqui que às vezes nesse objetivo de praticar o bem e no meio espírita a gente tem um jargão que é fora da caridade, não há salvação. Então se eu preciso praticar a caridade para, né, ter a salvação interna, salvação pessoal, eu vou procurar a

ar o bem e no meio espírita a gente tem um jargão que é fora da caridade, não há salvação. Então se eu preciso praticar a caridade para, né, ter a salvação interna, salvação pessoal, eu vou procurar a prática do bem. E a Jona alerta que às vezes essa busca pela prática do bem é uma fuga pros nossos problemas do dia a dia. O que nos faz a refletir que não faz sentido praticarmos o bem, procurarmos a prática do bem e de forma exagerada, de tal forma que isso prejudique os nossos outros campos da vida, nosso campo profissional, nosso campo sentimental e principalmente nossa família. É lógico que a gente vai ter alguns momentos de sacrifício. No momento em que a gente tá na prática do bem, era o momento que a gente poderia estar em família, que poderia estar se dedicando ao trabalho e a gente precisa encaixar, né, os horários, os dias. Mas ela alerta, a Joana de que é muito perigoso, porque às vezes a gente se empolga demais na prática do bem, que acaba sendo uma fuga dos nossos problemas. E aí, nessa fuga dos nossos problemas, eu me lembrei de um outro filme. É uma comédia com Jean Carry chamado Sim, Senhor. Nesse filme ele ele é meio rabugento no começo do filme e ele diz não para tudo, né? Então ele nem pensa direito, a pessoa vem oferecer qualquer coisa para ele, não quero não e não. Ele se depara com um guru, né, um como se fosse um um coach de pensamento positivo. E aí ele o o cara faz uma espécie de hipnose nele e fala o seguinte: "Agora você vai ter que dizer sim, porque quando você não disser sim, algo de ruim vai acontecer". E aí ele continua nessa perspectiva de fazer não. Só que quando ele faz não, ele percebe que algo ruim acontece até o momento que ele não, eu vou ter que falar assim para todo mundo, pô. E aí ele casa online, ele vai soltar de para-quedas, ele viaja sem rumo. Só que nesses momentos de Sim, é até interessante que coisas boas vão acontecendo com ele. Ele conhece pessoas legais, ele se diverte, ele se aproxima dos amigos porque mostra que ele tava se

em rumo. Só que nesses momentos de Sim, é até interessante que coisas boas vão acontecendo com ele. Ele conhece pessoas legais, ele se diverte, ele se aproxima dos amigos porque mostra que ele tava se afastando dos amigos dizendo essa coisa do não. Só que ele acaba perdendo a sua essência. E eu acho que isso vai muito ao encontro desse alerta paraa Joana nessa busca da prática do bem, que ao dizer sim para tudo, a gente bagunça toda a nossa vida. A gente acaba não fazendo tanta reflexão se aquilo ali é proveitoso para aquele momento ou não. Porque a proposta da vida é o equilíbrio. Nem muito lá, nem muito cá. Então assim, vamos pensar na prática do bem, que é o o foco da palestra de hoje. Eu não fazer a prática do bem é um extremo. Eu só procurar fazer o bem a todo momento ao próximo também é outro extremo. Porque quando eu me dedico muito mais ao próximo, o meu trabalho, a minha família, a minha vida pessoal acaba se isolando, se anulando. Então, o equilíbrio do bem é a questão de a gente achar o equilíbrio tanto em dizer sim, mas também alguns momentos é necessário dizer não. E o filme mostra isso muito bem, porque ele só fala não, depois ele só fala sim e ele vai encontrando o equilíbrio no meio. Eu achei interessante fazer um pequeno parênteses que a o filme abordou um tema que depois vira um a eh o indiano que defendeu essa tese ganhou inclusive o prêmio Nobel de Economia com relação ao microcrédito, né? Porque ele ele faz análise do crédito no banco para pessoas e como ele vai fazer análise e acha que a pessoa não vai pagar, ele diz, ele já descartava. E esse indiano demonstrou que esses microcréditos t a menor taxa de inadiplência, ou seja, as pessoas que pegam poucas quantidades de dinheiro emprestado para pequenas necessidades, eh, a taxa de não pagar de volta, ela é menor do que nos empréstimos grandes. E o filme se mostra muito bem. Tanto que inclusive aqui o personagem do filme ele é promovido por conta do excesso de empréstimo que ele deu e retorno que ele

a é menor do que nos empréstimos grandes. E o filme se mostra muito bem. Tanto que inclusive aqui o personagem do filme ele é promovido por conta do excesso de empréstimo que ele deu e retorno que ele acabou dando pro banco. E você vê que as pessoas pedem empréstimo para um bolo, para comprar uma moto e etc. Então você vê que pequenas coisas que também conseguem se modificar e muda a nossa perspectiva de vida. Mas voltando aqui, né, eh a gente precisa ficar alerta, como a Joana fala. O outro ponto é sobre a ingratidão, né? do próximo. Então, às vezes a gente fica meio desanimado em fazer o bem quando a gente procura ajudar ao próximo e aquela pessoa às vezes ignora a gente, não diz nemum obrigado ou pior, paga com ingratidão. Então, a gente ajuda, a pessoa em vez de devolver ajuda, nos prejudica. E aí, como fazer com relação a isso? Se a proposta de Joana e principalmente de Jesus é fazer o bem com o amor, a gente pode trazer à tona outros espíritos que já tão mais evoluídos que nós, que nós chamamos de mentores. Nós, cada um de nós, temos um específico que nos acompanha desde antes de nascer e vai nos acompanhar até o momento da desencarnação. Em algumas religiões chama-se de o anjo da guarda. Esses espíritos não desistem de nós. Eles estão sempre tentando nos ajudar. Ainda que a gente ignore eles, ainda que venha a intuição na nossa mente, eles estão falando com a gente, olha, faça isso, respire fundo, não vá por aí. E a gente, não, eu quero ir por aqui. E a gente se se estrepa, a gente cai, escorrega, se machuca. E eles estão lá nos amparando, nos oferecendo ajuda. A leitura inicial do irmão José também abordou um pouquinho isso, né, desse olhar para o próximo, de se questionar assim: "Poxa, essa relação entre nós como irmãos é de um ajudarmos aos outros. Então, se eu vejo Jesus como um irmão, se esses mentores nos vem como irmãos e irmãs e estão sempre nos ajudando, por que não nós também não fazermos o mesmo? Eu acredito que isso seja um grande desafio, talvez o maior

Jesus como um irmão, se esses mentores nos vem como irmãos e irmãs e estão sempre nos ajudando, por que não nós também não fazermos o mesmo? Eu acredito que isso seja um grande desafio, talvez o maior na reflexão da palestra de hoje é a prática do bem, sem esperar nada em troca, nem mesmo um obrigado. O pior, fazer o bem para aqueles que não gostam da gente. Fazer o bem para aqueles que a gente sabe que eles não querem o nosso bem. É um desafio, mas é a lição de Jesus. Essa lição de Jesus da gente procurar fazer o bem de forma desinteressada. E aí esse bem não vai ser o bem que a gente vai cansar. Um outro ponto que ela fala aqui no meio no meio do texto que ela ela diz que vai acontecer da gente se sentir cansaço, cansado. E o cansaço ele é algo natural do corpo físico, que é diferente do sentimento de tédio, de desinteresse na prática do bem. Então a gente precisa estar atento aos sinais que o nosso corpo dá. de pedido, de pausa. Então, às vezes a gente quer praticar o bem, quer fazer, quer ajudar, quer acontecer, mas o nosso corpo tá dando sinais. sinal que tá doente, sinal que tá pedindo um pouco de repouso, de sono. E aí a Joana orienta que isso é necessário. Kardec no livro dos espíritos, inclusive vai falar, a espiritualidade vai falar para Kardecuso do corpo faz parte do nosso momento espiritual, que é necessário nós renovarmos as nossas energias. Eu vou, eu trouxe, separei aqui um trecho inclusive, né, que tá em Marcos, capítulo 6, versículo 31. É um momento em que Jesus e os apóstolos estavam recebendo tanta gente, era muita gente. Na série de Jos inclusive tem uma cena que num determinado episódio que mostra, né, que Jesus se afasta, recebe tanta gente que Jesus tá exausto, né, mostra o personagem de Jesus exausto de receber tanta gente. E lá em Marcos tá escrito o seguinte, né? Jesus falando para os apóstolos: "Vim de vós à parte a um lugar deserto e repousai um pouco, porque haviam muitos que iam e viam e não tinham tempo para comer." Olha, eles recebiam tanta gente em sofrimento que

ndo para os apóstolos: "Vim de vós à parte a um lugar deserto e repousai um pouco, porque haviam muitos que iam e viam e não tinham tempo para comer." Olha, eles recebiam tanta gente em sofrimento que eles não tinham tempo para comer. E um determinado momento Jesus fala pros apóstolos de ir para o lugar deserto e repousar um pouco. Então, a gente precisa também trazer paraas nossas vidas a necessidade do repouso, necessidade de estarmos equilibrados conosco mesmo, necessidade de estarmos bem. Porque se eu não estou bem comigo mesmo, como é que eu vou ajudar ao próximo? Como é que eu vou ajudar o próximo de uma forma que eu não me sinta cansado? Porque se eu estou não muito bem, eu posso até ajudar, mas a ajuda vai ser meia boca, mais ou menos. E nessa ajuda mais ou menos, eu vou me sentir cansado. É muito similar a orientação que tem no avião, que é aquela orientação que tem antes de começar o voo, que em caso de despressização, ou seja, em caso de falta de oxigênio, a gente precisa colocar a máscara de oxigênio primeiro em nós mesmos para depois colocar no outro. Porque digamos que tem uma criança do nosso lado, ela não sabe fazer o procedimento. E se eu me preocupo, como é algo genuíno, né? Principalmente pai, mãe, aquele que tem a preocupação de estriando uma criança ou um adolescente, poxa, eu vou primeiro querer que meu filho ou minha filha esteja bem. E se eu penso na máscara do oxigênio e colocar na criança e eu não conseguir colocar, eu desmaio porque tá faltando oxigênio e ela também. Então, pode parecer um pouco de egoísmo numa primeira leitura, mas a gente precisa perceber que naquele momento do avião não há oxigênio. Então eu preciso ter oxigênio para mim para eu conseguir orientar quem tá do meu lado e também ajudar. E nessa prática do bem, isso também faz parte. A gente precisa nos ajustar, a gente precisa estar bem conosco mesmo. É lógico que vai ter dias que a gente não vai estar legal. Vai ter dias que a gente tava estar um pouco pouco triste. Saibamos pedir ajuda.

recisa nos ajustar, a gente precisa estar bem conosco mesmo. É lógico que vai ter dias que a gente não vai estar legal. Vai ter dias que a gente tava estar um pouco pouco triste. Saibamos pedir ajuda. Fazendo alusão nessa questão de pedir ajuda na comunhão e todos os outros centros espíritos, existem existe a proposta do atendimento paraa terra. Aquele momento que você procura o atendente, é alguém preparado para te ouvir, para te acolher e perceber o que que você necessita, perceber o que que a casa oferece e fazer a combinação e vai te dar orientação. As palestras, por exemplo, é um momento de renovação de nossas energias. A gente fica sentado, seja presencial ou de forma virtual, ouvindo o que tá sendo dito, ouvindo as palavras, pegando alguns pontos e a gente vai internalizando, vai percebendo, vai renovando nossas energias. Tem palestra que a gente ensai que a gente fala assim: "Poxa, estou renovado". Então, aí vamos para a prática do bem. E aí, nesse sentido de acharmos o equilíbrio, porque se a gente procurar o equilíbrio na prática do bem, não vai gerar esse cansaço. Eu separei três pontos pra gente traz levar para casa como reflexão. O primeiro é quando eu for me dedicar à prática do bem, a auxiliar o próximo, que a gente se faça pergunta: Qual é o meu objetivo nessa ação? É uma relação minha para com Deus ou eu estou querendo alimentar o meu próprio ego? Eu estou querendo mostrar que eu estou fazendo bem ou eu estou aqui me ocultando de uma forma que eu vou fazer o bem, não importa quem veja. Se a gente começar a refletir nessa situação antes de agir o bem, a gente começa a fazer o bem de forma de fato genuína. O segundo é a gente trazer a nossa mente o olhar do mentor, o olhar dos nossos mentores, o olhar desses espíritos que já estão mais adiantados que nós, mas estão sempre nos ajudando. Então, quando formos fazer o bem, independente de quem seja, que a gente lembre que tem outros espíritos que não desistem da gente, que a gente erra mil vezes e 1000 vezes eles estão

pre nos ajudando. Então, quando formos fazer o bem, independente de quem seja, que a gente lembre que tem outros espíritos que não desistem da gente, que a gente erra mil vezes e 1000 vezes eles estão ali tentando nos ajudar. Eles ficam só apoiando, né, dando ali, só esperando a primeira oportunidade de pedirmos ajuda. E eles estão lá. Pegando um pequeno exemplo, né, para ficar mais consolidado, no livro que virou filme do nosso lar, há a menção que André Luiz, o personagem principal, ficou 8 anos na região densa do umbral. E no momento em que ele se recorda de fazer uma oração, ele consegue perceber a companhia dos espíritos superiores tentando ajudar ele. E o filme ele é muito feliz porque depois ele vai passar outras momentos dos espíritos tentando ajudar o André Luiz e ele não querendo ajuda ou nem percebendo a ajuda do alto. Então que a gente possa ao ajudar ao outro perceber que também a gente tá sendo ajudado. Então, ainda que o outro venha com ingratidão, que o outro não entenda que eu estou ajudando, forcemos o nosso espírito de ajudarmos mesmo assim. E por fim, queria propor que a gente tenha nossa mente a prática do repouso sagrado. A gente está num corpo físico e o corpo físico precisa de cuidados. Ainda não atingimos o status do Chico Xavier para ficar horas e horas sem comer e sem alimentar. A gente vai conseguir chegar nisso, mas a gente precisa perceber. Então, de repente alguém consegue ficar 3 4 horas, outro consegue ficar uma hora, não tem problema. Cada um está no seu estágio, no seu momento. Vai ter dias que eu vou estar mais melhor, eu consigo me dedicar mais, outros nem tanto. E é assim para todo mundo. A jornada ela é íntima, né? Ela não é com relação ao outro. Se a gente procurar nos esforçar nesse caminho de fazer o bem, de perceber se eu tô me sentindo cansado de praticar o bem, qual é a sintonia que está equivocada? O que que eu preciso ajustar? E aí, nesse caminho do equilíbrio, de ajudar, de estar com a consciência tranquila, de fazer o melhor bem que a

de praticar o bem, qual é a sintonia que está equivocada? O que que eu preciso ajustar? E aí, nesse caminho do equilíbrio, de ajudar, de estar com a consciência tranquila, de fazer o melhor bem que a gente possa ser feito, a gente vai dando um caminho para ser amanhã, perdão, hoje melhor do que ontem e amanhã melhor do que hoje. Muito obrigado. >> Bom dia a todo domingo. Todos os horários e contatos estão no nosso painel ali nos avisos com todos os horários e contatos. Temos também os grupos de apoio fraterno. Temos o grupo Acolher na quinta e sexta às 19 horas. Grupo Viver quarta-feira às 19 horas. Grupo Dependência Química, segunda e quarta às 19 horas. Eh, todos os avisos estão ali e horários. Quanto aos grupos acolher os grupos de de apoio, eles basta você chegar na hora uma meia horinha antes e entrar na sala. Não precisa de agendamento. São grupos que atendem ali na demanda que vai chegando. Já o atendimento fraterno é se dirigir à recepção da comunhão e lá vai pegar a ficha e aguardar ser atendido. Também não precisa de agendamento. É um atendimento emergencial. Pronto socorro espiritual. Como o Anderson falou, são atendentes preparados com cursos de 2 anos para nos atenderem e nos ouvirem. Vamos fazer a nossa prece final, dar encerramento a essa palestra maravilhosa que o nosso irmão nos trouxe, essas boas reflexões sobre a prática do bem. Lembrando sempre que Emanuemos será o nosso advogado na nossa consciência, no plano espiritual. Pai amado, Deus causa primária, inteligência suprema, Jesus, nosso Rabi da Galileia, Maria de Nazaré, nossa mãe do coração, a Dr. de Menezes que conduz esse trabalho, diretor espiritual desta casa, que com sua equipe deste horário conduz, prepara esse ambiente para adentrarmos, sentir essa harmonia, para tomarmos um passe logo depois e aqueles que nos ouvem possam também atender ao passe virtual. Agradecemos e pedimos permissão para dar início, dar por encerrado mais um trabalho nessa manhã de hoje, nessa sexta-feira, na comunhão espírita de Brasília, dando

sam também atender ao passe virtual. Agradecemos e pedimos permissão para dar início, dar por encerrado mais um trabalho nessa manhã de hoje, nessa sexta-feira, na comunhão espírita de Brasília, dando graças a Deus e graças de Jesus. Quero agradecer a presença de todos aqui que estão nos ouvindo pelos nossos canais. A G agradece a você, Anderson. A Rafa, a Rafa, a Emiliana, a Fátima, nossa querida irmã Fátima, a Larissa e a todos mais que estão aqui. Nosso irmão Antônio já está ali ansioso para chamar pelo passe. Possamos nos preparar. Um grande abraço e um bom final de semana a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me [música] auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males [música] do corpo e da alma. Mas se não

momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males [música] do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se [música] estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a [música] nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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