Anderson Portugal | DESENVOLVIMENTO CONTÍNUO (PALESTRA ESPÍRITA)
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na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei. Bom dia a todos. Sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília, família comunhão aqui presencialmente que nos ouvem através dos nossos canais. Compartilhem nossa página, siga-nos, deixe o seu like após a palestra que é o seu aplauso, para que possamos continuar levando o evangelho a todos os cantos à luz da doutrina espírita. Estamos aqui nessa manhã de sexta-feira mais uma palestra pro nosso irmão Anderson Portugal, desenvolvimento contínuo. Vamos fazer uma breve leitura de harmonização, a nossa prece inicial e passar a palavra pro nosso irmão. Abrimos aqui o livro, o livro Senhor e Mestre Carlos Abacelli, ditado pelo Espírito irmão José. Caiu o item auxílio e receptividade. Irmão José nos diz o seguinte: "Para que efetivamente sejas auxiliado, é indispensável que te faça receptivo. A mente não germina em solo árido. Quem roga aos céus, permanecendo de braços cruzados na terra, não se coloca em posição de receber o que pede. Em teu processo de reabilitação, a parte que te compete é sempre a mais importante e decisiva. de que vale diagnóstico preciso e medicamento corretamente indicado ante o organismo que não reage. raro. O que fica faltando na solução
, a parte que te compete é sempre a mais importante e decisiva. de que vale diagnóstico preciso e medicamento corretamente indicado ante o organismo que não reage. raro. O que fica faltando na solução definitiva das dificuldades que enfrentas é a tua decidida colaboração com o mínimo de boa vontade, com com alguns pães e peixes que lhe foram ofertados, o Senhor alimentou a multidão. que possamos neste momento agora de nossa prece colocar os nossos pães ou o nosso pão que a gente trouxe para que o Senhor multiplique, possamos colocar na frente dele o nosso peixe para que o Senhor multiplique e nos colocarmos receptivos, como diz o nosso irmão José. Fechando os nossos olhos. aqueles que se sentirem mais à vontade, aquele que não, podem permanecer de olho aberto aqui presencialmente e aqueles que estão em algum lugar deste momento nos ouvindo através dos nossos canais de comunicação. E assim pensamos no mestre amado, rabino da Galileia, se aproximando de nós com seu olhar sereno, com seu coração cheio de amor, nos abraçando e dizendo: "Filho amado, fique em paz, receba o amor de Deus em vosso coração, que possamos nesta caminhada juntos buscar o aprendizado para a tua evolução espiritual. Assim, ó Mestre Jesus, te agradecemos por este momento, por esta manhã de quinta-feira, que abrimos nossos olhos, saímos de nosso lar, viemos para essa casa de oração que tem como diretor espiritual Dr. Bezerra de Menezes, que tanto serviu e seguiu o teu evangelho. Obrigado pelo bom ânimo e por esse dia que se inicia, que eu possa ter todas as ferramentas para enfrentar as dificuldades e ser grato pelas benéces que receberei. Que o nosso irmão Anderson Portugal possa estar intuído pelos bons espíritos e trazendo o teu evangelho à luz da doutrina espírita. Pedimos permissão a Dr. Bezerra de Menezes e toda a sua equipe para dar início a mais uma manhã de estudo, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Que todos tenham toda uma boa palestra, que possamos manter os nossos celulares desligados no modo avião ou no
quipe para dar início a mais uma manhã de estudo, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Que todos tenham toda uma boa palestra, que possamos manter os nossos celulares desligados no modo avião ou no modo silencioso, para que não haja nenhuma interrupção durante a fala do nosso irmão e durante a nossa concentração. Graças a Deus e graças a Jesus. Tenham todos uma boa palestra, uma boa manhã. Muito bom dia todos que estão aqui presentes no salão Bezerra de Menezes e também aqueles que nos acompanham, né, pela internet, acompanhando aqui também as mensagens no chat, a Diana, a Líia, Gabriela, a Cristina, tá? saudando todos, trazendo reflexões sobre o tema desenvolvimento contínuo, né? Eh, a proposta é trazer esse tema, essa reflexão que faz parte de uma lei natural de Deus e algo que todo mundo, de uma forma ou de outra acaba anseiando. Quem aqui não tem esse anseio, esse desejo de ser feliz? Quem aqui não tem o desejo de melhorar algo em sua vida, tanto do modo material, mas também quanto do modo espiritual. Quem aqui não deseja estar mais tranquilo com as suas emoções, de modo que independente do que aconteça ao nosso redor, eu não fique tão impactado. Então a gente tem ali aquele aquela centelha dentro de nós nesse desejo da melhoria. E o espiritismo vem nos mostrar o conceito de que esse desejo pela melhoria, esse desenvolvimento interno, ele é contínuo. E Kardec, inclusive lá na parte terceira do livro dos espíritos, que vai falar das leis morais, lá no capítulo 8, é a lei do progresso. a lei do progresso, que é para todo mundo. Independente de onde que a gente viva, independente de que características nós possuímos, a lei do progresso atinge a todos nós. Todos nós estamos fadados a evoluir. Uma reflexão que o Espiritismo no traz é que não há retrocesso, ou seja, tudo que conquistamos já é nosso. O que às vezes acontece, mas por uma decisão muito mais nossa, é de estarmos estagnados. E é a primeira reflexão dessa manhã da gente ficar alerto em alerta se em alguma situação da nossa vida a gente
O que às vezes acontece, mas por uma decisão muito mais nossa, é de estarmos estagnados. E é a primeira reflexão dessa manhã da gente ficar alerto em alerta se em alguma situação da nossa vida a gente sente que está parado, a gente sente que não está em desenvolvimento. Um outro ponto que também dentro da do espiritismo, a reflexão e é uma frase que tá escrita lá no no túmulo de Allan Kardec na França, é de nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar. Tal é a lei. Então a gente tá ali num processo de nascer, de termos as experiências. Iremos terminar essa essa vida e voltaremos de novo para sempre estarmos aprendendo algo. Independente do que a gente esteja acontecendo nessa nesse momento em nossa vida, algo precisamos aprender. Embora muito se fala que estamos num processo de transição planetária, mudança do planeta, seremos o mundo de regeneração, ainda temos uma parte presas no mundo de provas e expiações. Então, tudo o que acontece conosco, ou é uma prova ou é uma expiação. Kardec, inclusive, no livro Céu Inferno, ele traz a reflexão de que todo erro que nós cometemos passa por três estágios. Primeiro, eu preciso me arrepender do erro que eu cometi. Inúmeros são os casos de pessoas que cometem o erro e acreditam que estão no caminho certo. Infelizmente, se for entrevistar algumas pessoas que optaram por tirar a vida de outra pessoa, não é raro a pessoa disser que foi isso mesmo, eu fiz e faria de novo e não me arrependo. Então, a pessoa ela não tem consciência de que se equivocou. A gente pode pegar coisas mais brandas no nosso dia a dia. Alguém que falou com a gente de forma mais ríspida e acha que tá tudo bem. Alguém que conduziu o outro pelo caminho errado e aí falou assim: "Ah, mas eu não gosto mesmo daquela pessoa tá certo ela ir pro caminho errado. Eu desejar o mal do outro. Então, essas pessoas estão cometendo o erro. o erro no sentido de eu me afastar da lei de Deus, que é a lei do amor, e eu não acho que estou errado. Então, é necessário que primeiro
ar o mal do outro. Então, essas pessoas estão cometendo o erro. o erro no sentido de eu me afastar da lei de Deus, que é a lei do amor, e eu não acho que estou errado. Então, é necessário que primeiro haja o arrependimento. Eu preciso perceber que eu me equivoquei. E aí não aquele sentimento também fugir do sentimento de culpa, de, pô, eu errei e agora tá tudo perdido. Não, Deus é misericordioso. Ele vai dar novas oportunidades. E aí Kardec no céu inferno fala que depois do arrependimento tem a expiação. eu preciso passar para aquele uma situação para poder me redimir diante daquilo que eu me equivoquei. E aí estamos no mundo de provas, expiações. Então, muita das coisas que acontecem ao nosso redor são expiações de equívocos que cometemos em outras vidas, mas também pode ser nessa vida, né? A gente pode pegar um exemplo de alguém que exagerou numa comida numa noite anterior. E aí, se for comidas mais codimentadas, com mais gordura, não é raro no dia seguinte eu ter uma dor de barriga. Então é a natureza me convidando a espiar o excesso de comida que eu tive na noite anterior. E se eu for, por exemplo, se eu precisar acordar cedo num dia por conta de um trabalho, de um estudo, mas no dia anterior resolvi ir a uma festa. essa hora reduzida do sono também vai me cobrar, né, uma dificuldade de eu estar concentrado. Então eu já tô espiando ali algo que eu tomei decisão no dia anterior. Mas o terceiro ponto que Kardec coloca no seu inferno é a é o arrependimento, a expiação e a reparação dos danos. Então eu preciso reparar os danos que eu cometi. Se for no dia a dia, é algo mais fácil de a gente conseguir visualizar, né? Então assim, eu quebrei um prato aqui, eu caiu o leite aqui no chão, eu vou lá e limpo. Mas no âmbito da encarnação, essa reparação de danos é uma reparação perante Deus, perante as leis de amor, perante a lei divina. Então, não necessariamente eu vou reparar exatamente com a pessoa com quem eu me equivoquei, mas talvez eu seja convidado a reparar diante do ambiente em que eu
as leis de amor, perante a lei divina. Então, não necessariamente eu vou reparar exatamente com a pessoa com quem eu me equivoquei, mas talvez eu seja convidado a reparar diante do ambiente em que eu estou. Um palestrante lá do Rio de Janeiro chamado Raul Teixeira, ele em diversas palestras ele narra que a tendência é que o criminoso volte à cena do crime. Então não é raro termos encarnações nos ambientes em que nos equivocamos no passado, mas já nessa fase de reparação de danos. Então, digamos que nos equívo que eu cometi, eu já me arrependi, eu já tive uma encarnação para eu espiar. Eu já consegui reparar os danos, eu melhorei o ambiente em que eu vivo e aí vem a prova. A prova é similar que a gente vive na escola. A gente tem as aulas, a gente tem a lista de exercício e chega a hora da prova. Será que realmente eu aprendi o que eu tô estudando? sem entrar no mérito de que em determinadas provas, escolas, acaba virando mais decoreba do que propriamente verificar se a gente aprendeu algo. Mas na vida as provas são as situações sendo revividas e nos sendo apresentadas para perceber se a gente aprendeu mesmo ou não. Então não é raro a gente fazer reflexão de que, poxa, eu quero ter mais paciência. E aí que que Deus faz? coloca situações difíceis em nossa vida pra gente treinar nossa paciência. E aí, se eu realmente conquistei, se eu estou num estágio mais evolutivo com relação à paciência, eu vou conseguir transportar esse desafio. Então, esse mundo de provas é nessa sequência, né? Eu já provavelmente em alguns pontos espiei, o que me equivoquei, mas eu vou est sempre sendo colocado em provas no meu dia a dia. E onde que entra o desenvolvimento contínuo? Eu falei da paciência. Vamos imaginar alguém que tem a paciência sublime, né? alguém que não se abale diante de nenhuma dificuldade. Eu gostaria de conquistar isso, mas eu não consigo. Então eu preciso quebrar em pequenas etapas, fazer um passo a passo de me esforçar sabendo que um dia eu vou conquistar isso. Eu não preciso ter um anseio de
ia de conquistar isso, mas eu não consigo. Então eu preciso quebrar em pequenas etapas, fazer um passo a passo de me esforçar sabendo que um dia eu vou conquistar isso. Eu não preciso ter um anseio de ser sublime nessa encarnação, mas eu preciso me movimentar para ela. Em outras palestras, cheguei a trazer a história de do Chico Xavier conversando com a mãe dele. Chico Xavier ainda criança, muito angustiado, né, com a relação que ele tinha com a com a madrinha dele. E aí a mãe indica para ele tomar a água da paz. Ele procura na farmácia Água da Paz e não, o farmacêutico diz que não existe Água da Paz. Ele volta conversar com a mãe dele que já tinha desencarnado. E aí na conversa ele falou assim: "Mãe, você me falou para procurar água da paz e aí? Não, não tem água da paz." F assim: "Não, meu filho, a água da paz é a água que a gente coloca na boca para que a língua que esteja ali com raiva, com vontade de reclamar, com vontade de esbravejar, ela não tem essa oportunidade, porque a água vai est na boca." Então, ainda que seja só esse exercício que a gente faça de colocar água na boca no momento de raiva, eu já estou caminhando para a paciência. Então, a gente precisa ter o nosso objetivo e verificar o que que eu posso fazer daqui para frente. Nesse ponto, né, que a prática começa em pequenos atos e o crescimento é gradual, Jesus chegou a falar que a gente precisa ter a fé do tamanho de um grão de mostarda. A fé é de um tamanho bem pequenininha. E se a gente tiver essa fé tão pequenininha, a gente é capaz de transportar uma montanha daqui para ali. Nas reflexões que fazendo sobre os ensinamentos de Jesus, não é a montanha física que a gente vai tirar de um local e colocar pro outro, mas é a montanha das dificuldades, dos desafios. Se eu tiver a fé pequenininha do grão de mostarda, eu vou conseguir transportar daqui para lá. Não necessariamente eu vou conseguir eliminar essa montanha da minha vida, mas eu consigo ressignificar esse desafio. Quantas pessoas a gente vê
e mostarda, eu vou conseguir transportar daqui para lá. Não necessariamente eu vou conseguir eliminar essa montanha da minha vida, mas eu consigo ressignificar esse desafio. Quantas pessoas a gente vê no dia a dia passando por dificuldades de saúde, dificuldades financeira e estão perseverantes na fé em Deus, na fé em Jesus. Quantos são logrados por boas expectativas em seu redor, tem uma boa condição de saúde de financeira e ainda assim estão sempre reclamando, sempre satisfeitos. Então essa questão de lidar com os desafios, lidar com as montanhas, é muito mais algo interior, é muito mais um uma ressignificação interna do que externa. É como eu estou lidando com os desafios. E aí, como eu estou lidando com os desafios? Destacar também aqui nesse desenvolvimento contínuo a importância do autoconhecimento. Lá na questão 919 do livro dos espíritos, Kardec pergunta, né, qual é a melhor forma pra gente poder se melhorar nesta vida? Qual é a melhor forma da gente sair melhor desta vida do que entramos? E aí a espiritualidade responde: "Um sábio da antiguidade já vos disse: conhece-te a ti mesmo". E na questão seguinte, que é 919a, existe uma mensagem de Santo Agostinho falando que ele na última encarnação tinha se comportado para que no final do dia ele refletia sobre o que que aconteceu, como é que foi meu dia, o que que eu fiz, se as coisas que eu fiz foram positivas pro meu desenvolvimento ou foram negativas. Teve algo, eu me equivoquei perante algum irmão e essa reflexão interna, ela é necessária para todos nós, porque a gente vai entendendo o que que eu preciso melhorar, o que que eu estou avançando. E aí, ao perceber o que que eu preciso melhorar, eu posso criar mecanismos. Fir da paciência da água é um caminho. Podemos pegar um um outro exemplo que tira 99,9% da calma das pessoas, que é o trânsito. Quem aqui dirige e quem aqui dirigindo nunca foi fechado, né? Se tiver um caminão e um ônibus, então a probabilidade de ser fechada é maior ainda, né? Porque como eles são mais
soas, que é o trânsito. Quem aqui dirige e quem aqui dirigindo nunca foi fechado, né? Se tiver um caminão e um ônibus, então a probabilidade de ser fechada é maior ainda, né? Porque como eles são mais pesados, né? Não todos generalizando, mas a grande boa parte dos eles estão ali numa situação, eles jogam e aí o carro que é menor, né, tende a se ajustar. Então, quem nunca passou por isso? ou com alguém que esteja muito irritado no trânsito e aquela irritação, a pessoa fecha, quase bate e a gente tem aquele sangue subindo e também fica irado. Nesse exemplo de trânsito, tem uma história também que um outro palestrante que é o Arudo Dultra Dias, eh, de vez em quando narra nas suas palestras que ele dirigindo em Belo Horizonte foi fechado por um carro. E aí nisso que fechou, ele começou a acelerar e foi emparelhar naquele movimento que você emparelha para poder reclamar que você acabou de ser fechado. E ele baixa o vidro. Nisso que ele baixa o vidro, o filho dele adolescente que tava atrás perguntou assim: "Pai, você tá nervoso?" E aí ele tá nervoso e falou assim: "Tô um pouquinho, tô um pouquinho nervoso." E aí o filho vai e questiona de novo: "E você vai xingar o o outro motorista?" É, eu pretendo. E aí o filho faz a pergunta pro pai, pro Aroldo, que o desconcerta, falou assim: "Pai, e se o outro motorista for alguém que assiste as suas palestras?" E aí o Haroldo diz que naquele momento ele entrou em choque. Ele sobe o vidro, respira fundo e segue o caminho. Então ele teve aquele ímpeto de responder, aquele ímpeto de xingar, de reclamar. mas respirou fundo. Então ele já conquistou a calma para dirigir no trânsito tranquilo? Ele na narrativa dele ainda não, mas só desse movimento dele respirar fundo, de levantar o vidro, deixar o outro carro passar e ele seguir outro caminho, já é um movimento, já é um pequeno degrau. E aí nesse movimento de eu me esforçar em pequenos degraus de melhoria, eu começo a me conhecer a mim mesmo e seguir essa orientação que Santo Agostinho eh deixou
um movimento, já é um pequeno degrau. E aí nesse movimento de eu me esforçar em pequenos degraus de melhoria, eu começo a me conhecer a mim mesmo e seguir essa orientação que Santo Agostinho eh deixou para nós, né, a na codificação do Livro dos Espíritos. Esse exame diário de consciência, ele serve tanto pra gente perceber o que a gente precisa melhorar no nosso dia a dia, mas também serve pra gente identificar no que que a gente foi bom. O que que eu fiz hoje que, poxa, eu tenho orgulho de mim mesmo. Não orgulho de me sentir melhor do que um irmão ou uma irmã, mas o orgulho de ter feito algo bom. O orgulho de ter feito algo que a gente sente assim, poxa, acho que Deus ficou feliz. com isso que eu fiz hoje, eu consegui ganhar uma estrelinha, consegui ganhar um ponto ou na narrativa do livro do nosso lar, eu ganhei um bônus hora. Então, a gente percebendo esses movimentos nossos no dia a dia, os acertos que a gente comete no dia a dia, a gente precisa ficar feliz com eles. Às vezes a gente tem dificuldades, né? Eh, a gente pode fazer inclusive com com crianças, né? na época de de prova, de teste, é uma semana desafio, com muitas emoções envolvidas, poxa, chegando no final de uma etapa assim de prova, de teste, com a gente mesmo, de repente de um de desafio no trabalho, um desafio no estudo que a gente esteja fazendo, dá um um agrado para nós mesmos. Não falo um agrado físico de presente material, mas de experiência. Termos uma experiência conosco mesmo, se for com as crianças, ter uma experiência com as crianças. E não precisa muito. Às vezes só uma ida para tomar um sorvete, um picolé, estando em família, deixando o celular de lado, estando conectado, já é algo que vai produzir muita endorfina, muita alegria, estarmos conectados ali. Então é importante criarmos momentos na nossa jornada de termos esse seria um momento de celebração, de conquistas, né, de de superar desafios. E aí, nessa perspectiva de eu perceber o que que eu tô melhorando, que eu tô ajustando, existe uma outra parábola que é a
sse seria um momento de celebração, de conquistas, né, de de superar desafios. E aí, nessa perspectiva de eu perceber o que que eu tô melhorando, que eu tô ajustando, existe uma outra parábola que é a parábola dos talentos. Então, a gente precisa tá focando em o que que a gente tá percebendo de melhoria, o que que eu tô conseguindo caminhar pro bem e fazer esse talento se multiplicar como orientado na parábola dos talentos. Então, eu identificando o que que eu tô sendo positivo, eu vou intensificar. E aí nisso densificar, isso vai gerar uma alegria interna de tá fazendo o correto e isso vai se retroalimentar. Então tem uma parte que eu preciso me ajustar e tem outra parte que eu preciso intensificar. E com relação essa reflexão, né, esse convite de est percebendo, de conhecendo a si mesmo, a gente tem mecanismos de poder se ajustar nessa reflexão. Temos o poder da prece. A prece é quando nós nos conectamos com o alto e a gente pode louvar a Deus, né? da olhar a natureza, olhar o céu, agradecer pelos que estamos à nossa volta, pela nossa família, pelos amigos, pelo trabalho, agradecer as situações que estamos vivendo nessa percepção de que tudo que tá à nossa volta é pra nossa melhoria, é pro nosso desafio. E na prece a gente consegue também se conectar com aqueles espíritos que estão desencarnados, mas estão nos ajudando, estão torcendo por nós. Existe vários que estão ali nos acompanhando. Kardec, inclusive tenta no livro dos espíritos, ele narra essa percepção do que em algumas doutrinas se fala de anjo da guarda, outros chamam de mentor espiritual. Não importa. Existe um espírito que ele é destacado desde o momento do planejamento reencarnatório e nos acompanha da concepção até a desencarnação. Ele está, a missão dele é nos acompanhar. Mas tem outros espíritos que também nos acompanham, que Aroldo numa palestra chega a falar que eles são como se fossem fiadores. Enfiador aqui, quem vai alugar um imóvel aqui em Brasília é algo muito concorrido, né? Aqui chega a pedir dois
acompanham, que Aroldo numa palestra chega a falar que eles são como se fossem fiadores. Enfiador aqui, quem vai alugar um imóvel aqui em Brasília é algo muito concorrido, né? Aqui chega a pedir dois fiadores quando você vai alugar um imóvel. E aí quando a pessoa vem de fora da de Brasília fica mais difícil ainda, porque às vezes você não conhece ninguém. Pedir fiador de imóvel também é difícil, né? Porque a pessoa fica um pouquinho desconfortável, porque se o inquilino não pagar o aluguel, o fiador ele é cobrado quase que imediatamente. Então essa percepção de ter um fiador na cobrança do aluguel também tem no mundo espiritual. Nós temos fiadores, tem no planejamento reencarnatório, alguns participam do seu planejamento e aí imagina você se planejando no na sua reencarnação e assim: "Poxa, eu acho que isso aqui vai ser difícil". E aí vai ter um espírito que vai falar assim: "Não, eu confio que você vai conseguir e eu sou o seu fiador. Eu desse ponto eu vou te acompanhar pra gente conseguir eh materializar essa imagem no no filme do nosso lar do que é baseado no livro de mensageiros, nós temos a história de três espíritos que se preparam pra reencarnação e tem um espírito ali que é o Aniceto que ele atua nessa perspectiva de fiador. Ele tá acompanhando o trabalho dos três, que teria um trabalho conjunto e aí cada um acaba optando por um caminho e aí um dos espíritos dos três opta por livre arbítrio, de continuar alimentando atos de maldade. E aí, ao praticar ato de maldade, ele se perde, mas o fiador não desiste dele. E essa é uma mensagem muito bem trabalhada no filme, porque o tempo todo ele tá lá, o tempo passa, passa muito tempo na perspectiva ali do filme e ele tá ali firme e forte. E aí quando o espírito se arrepende e pede ajuda, o Anicet tá lá para poder recuperar o espírito. Então nós temos espíritos que estão nos acompanhando. Nós temos esses fiadores espirituais que estão esperando que a gente faça o movimento da melhoria contínua, do desenvolvimento contínuo.
espírito. Então nós temos espíritos que estão nos acompanhando. Nós temos esses fiadores espirituais que estão esperando que a gente faça o movimento da melhoria contínua, do desenvolvimento contínuo. Na leitura inicial, inclusive, né, o irmão José fala que a gente precisa se colocar à disposição. a gente tem que ficar disponível para essa melhoria, porque aí a ajuda do alto vem, só que a ajuda do alto vai ser perceptível se eu estou atento a essa melhoria. Então é um outro ponto, né, com relação eh esse desenvolvimento contínuo. Outro outra reflexão também com com a parte do desenvolvimento é que a gente precisa ser paciente e perseverante no desenvolvimento. Paciência e perseverante é por quê? Porque nem sempre vai dar certo. Vai ter dias que a gente vai se organizar assim: "Poxa, hoje eu vou conseguir não xingar no trânsito". E aí no determinado momento eu me percebo que eu xinguei. Num determinado dia, eu vou falar assim: "Não, hoje eu vou conseguir manter a minha calma e não vou reclamar". Então decidi que hoje vai ser um esforço meu de não reclamar. E aí quando ele tiver na hora do almoço, a gente já tá reclamando que de repente a comida tá fria ou que não tem a comida que eu gostaria de comer naquele dia. Então, embora eu eu tenha meu esforço no dia a dia, nem sempre eu vou conseguir, mas a gente precisa ser perseverante, precisamos continuar no caminho. E a paciência é esse esforço diário. Eu que eu tento um dia, conseguir, no outro dia não consegui, aí eu consigo, consigo. E aí, de tanto esse esforço de conseguir, de tentar, de se esforçar, as coisas vão se ajustando. Porque se a gente, tem muita coisa que a gente faz no automático e não percebe, né? Em psicologia a gente fala de gatilhos, né? A gente possu temos gatilhos no nosso dia a dia que executam ações sem a gente nem ao menos perceber, porque o cérebro ele é ajustado de uma tal forma para economizar energia. Então, toda vez que eu tomo uma decisão, eu gasto energia. Então o cérebro vai fazer o quê? Ele vai tentar automatizar
rceber, porque o cérebro ele é ajustado de uma tal forma para economizar energia. Então, toda vez que eu tomo uma decisão, eu gasto energia. Então o cérebro vai fazer o quê? Ele vai tentar automatizar tudo que a gente faz para não gastar tanta energia. Então às vezes a gente pode se ver fazendo algo assim: "Poxa, mas por que que eu comecei a fazer isso?" Mas é uma é um atalho que o cérebro faz e se a gente não tiver atento, a gente acaba se colocando nessas situações aí. Tanto que é um exemplo, uma orientação que as pessoas fazem. Se eu quero praticar atividade física logo de manhã, se eu quero fazer uma caminhada que seja, o ideal é já colocar a roupa perto da cama para que quando eu acordar, eu olho pra roupa, eu já coloco a roupa e vou. E aí tem pequenos gatilhos. Às vez uma pessoa vai lá e escova os dentes, por exemplo, eu vou escovar os dentes, eu sei que depois de escovar o dente eu coloco a roupa e vou. E aí você começa a ajustar uma pequena rotina e de tanto fazer, aquilo acaba sendo automático, porque o cérebro ele vai criar resistência no começo porque tá gastando energia, mas se você ficar firme ali, ele começa a automatizar aquele processo e aí vai ter dia que eu vou conseguir fazer, vai ter dia que eu não vou conseguir fazer, mas eu na perseverância vai ser automático, tão automático, se for o exemplo da caminhada, que no dia que eu não caminhar, o meu corpo vai sentir falta. E tô falando da caminhada, mas pode ser com relação a tudo, né? um caso muito eh uma história, né, que é narrada baseado em Mahatmagand, né, que foi um um pacifista da Índia, né, que liderou ali a independência da Índia perante o Reino Unido, narra uma história de que uma uma senhora com um filho obeso, procura Gand pedindo orientação e aí fala que já tinha se esforçado ao máximo para o filho parar de comer açúcar, para parar de comer doce. Só que ele não parava, ele pegava escondido, ia no vizinho e ela já não sabia mais o que fazer. Gandy olha pra criança, olha pra mãe e fala assim:
ilho parar de comer açúcar, para parar de comer doce. Só que ele não parava, ele pegava escondido, ia no vizinho e ela já não sabia mais o que fazer. Gandy olha pra criança, olha pra mãe e fala assim: "Volte daqui a duas semanas". Passaram duas semanas, volta a mãe, volta a criança e aí a mãe fala assim: "E aí, Gand? Qual é a sua orientação?" Gand olha pra criança e fala: "Pare de comer açúcar, pare de comer doce". E aí a mãe fica sem entender. Poxa, você não podia ter falado pare de comer açúcar comer doce há duas semanas atrás? Você pediu para esperar duas semanas para falar isso. É, Gandy reflete e fala assim: "É que há duas semanas atrás eu também comia açúcar e eu também comia doce. Então eu precisei ficar duas semanas sem açúcar. Eu precisei ficar duas semanas sem o doce para que eu pudesse dar a orientação de também não comer o doce. Porque a energia da orientação de algo que a gente tá vivendo, ela tem uma energia muito mais forte de alguém que só com palavras vazias vai dar uma orientação. Então fica também essa reflexão de estarmos nos esforçando em pequenos passos no dia a dia para essa melhoria. E quando a gente for também ajudar o próximo, como Gand ali ajudando nossa orientação, seja algo que a gente também esteja vivendo ou pelo menos também se esforçando, né? Do tipo assim, olha, eu sei que é difícil, que também tá sendo difícil para mim, mas eu tô no caminho, então vamos juntos no caminho. E essa luta contra os vícios e o açúcar é algo que também é viciante. É algo que a gente precisa a cada dia, esforço em pequenos passos. Então, o desenvolvimento interno pessoal, ele é contínuo. Como a gente falou no começo, a espiritualidade Kardec reforça muito bem que a gente não dá passos para trás. ou a gente estaciona ou a gente segue em frente. Estamos fadados a lei do progresso. E aí a gente não precisa se assustar de que, poxa, vai, eu tô muito longe de conseguir esse estágio, mas eu vou quebrando em pequenos estágios, eu vou ajustando e aí eu vou dando pequenos
o progresso. E aí a gente não precisa se assustar de que, poxa, vai, eu tô muito longe de conseguir esse estágio, mas eu vou quebrando em pequenos estágios, eu vou ajustando e aí eu vou dando pequenos eh esses pequenos passos. A gente pode imaginar como uma escada. E aí essa escada tem vários degraus e eu começo a visualizar qual é o próximo degrau. Se eu preciso incluir atividade física, vou fazer pelo menos uma caminhada. Se eu preciso ajustar a minha alimentação, o que que eu posso ajustar hoje? E aí eu conquistei, vou me dar um um benefício, viver aquele momento, ser feliz com a minha vitória. E aí a cada degrau a gente vai conquistando. E se eu tá sempre focando no próximo degrau, quando eu vejo, quando eu olhar para trás, muita coisa eu já consegui superar. E esse desenvolvimento eh contínuo é um compromisso individual. Ninguém pode fazer por nós, é algo que a gente precisa fazer conosco mesmo. Então eu gostaria de propor a todos que estão aqui na palestra, seja presencial ou de forma virtual, que a gente identifique algo que na nossa vida não tá legal, que a gente gostaria de mudar. E aí, diante dessa situação, o que que eu posso fazer hoje, sexta-feira, esse final de semana, para melhorar um pouco essa situação? E aí não precisa falar para ninguém, né? É algo individual. Algumas pessoas gostam, inclusive de fazer um caderninho, de começar a anotar o esforço do dia a dia. É um exercício também legal, porque depois passa o tempo, poxa, olha aqui ano passado o que aconteceu, mês passado. E aí você vai acompanhando a sua evolução, mas que a gente possa fazer esse compromisso hoje de melhorar uma pequena coisinha no nesse hoje, no final de semana. E aí na semana que vem a gente faz esse exercício de novo, mas mantendo também o conselho de Santo Agostinho de no final do dia a gente refletir como foi nosso dia, o que que foi bom e o que que a gente precisa melhorar nessa percepção de que o desenvolvimento ele é contínuo, ele não para. A gente sempre tem algo a aprender e a gente sempre tem algo a nos
so dia, o que que foi bom e o que que a gente precisa melhorar nessa percepção de que o desenvolvimento ele é contínuo, ele não para. A gente sempre tem algo a aprender e a gente sempre tem algo a nos ajudarmos, né? Então, que a gente possa sair daqui fortalecido com essa mensagem, né, de ser melhor, né, a cada dia e a gente, nesse esforço diário, a gente vai conseguir sair dessa atual encarnação melhor do que entramos, né? Muito obrigado. Faz aí, vou pedir pro nosso irmão Anderson fazer a prece final. E antes dele fazer a prece final, eu quero agradecer a Diana, Lídia, a Lígia, a Gabriela, a Cristina, a Gabriela Cristina, a Amanda, Albertina Veigas, Fernanda Siqueira, obrigado Fernanda, a mestra Branca, a Riba, a Lili, Aline, Pedro, Antonela, Cléverson, a todos recebam as nossas vibrações da comunhão espírita de Brasília, que possam ter uma boa sexta-feira, um bom final de semana e deixe o nosso, deixe o seu like, compartilhe a nossa página, siga para que possamos estar em todos os cantos aonde alcançamos, levando o evangelho do Cristo à luz da doutrina espírita. Depois das reflexões do nosso irmão, vamos ouvir a prece e nos prepararmos para o passe. Peço que permaneça com os celulares desligado no modo avião e em silêncio e em prece, pois é na casa de oração que estamos temos que nos preparar para tomar o passe, levando o nosso pensamento a Deus, nosso pai, agradecendo por mais esse dia. por mais essa oportunidade na atual encarnação. Agradecendo também a Jesus, nosso mestre modelo, que a gente possa nos ter forças no nosso dia a dia para ter sempre em mente os ensinamentos de Jesus e praticarmos eles na nossa caminhada. que a gente possa sair daqui fortalecido num compromisso pessoal de nos melhorarmos em algum ponto. E a cada dia, renovando esse compromisso interno, a gente vai caminhando para a melhoria e seguindo a orientação que Jesus nos deixou há mais de 2000 anos para procurarmos a perfeição, para sermos perfeito como perfeito é o nosso pai celestial. que todas essas bênçãos que a gente tá
horia e seguindo a orientação que Jesus nos deixou há mais de 2000 anos para procurarmos a perfeição, para sermos perfeito como perfeito é o nosso pai celestial. que todas essas bênçãos que a gente tá recebendo nesse momento na palestra e no passe, por que não a gente não multiplique ela ao nosso caminho nesse dia e no final de semana que se segue? que a gente possa expandir esse sentimento de amor na nossa casa, no nosso trabalho, com os nossos amigos, todos os ciclos que a gente estiver, que as pessoas possam sentir um pouco dessa centelha. E aí, nesse esforço, a gente vai est conseguindo exercer esse convite de sermos melhor a cada dia e sermos melhores a cada instante. Que a gente possa ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no
o corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja. M.
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