DIÁLOGO COM O AMIGO SUBLIME AO PÉ DA CRUZ - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi. Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Muito bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Nós temos muita alegria em receber a todos aqueles que dedicam uma parcela de seu dia, uma hora, um pouco mais para pensar um pouco sobre o seu dia a dia, sobre seus passos, sobre aquilo que podem fazer de melhor para melhorar-se e melhorar a própria vida. Para começar, eu vou ler sempre do Vida Feliz de Joana de Angeles pela psicografia de de Valdo Franco. Um trecho. É o capítulo 155 para quem depois quiser tiver o livro, quiser rever. Aprende com as lições da vida, mas principalmente com as tuas próprias experiências, confiando menos nos cantos das sereias que seduzem arrastando para os abismos. Se o hébreo deseja libertar-se do alcoolismo, encontra com mais facilidade quem lhe sirva um novo trago, ao invés de quem lhe dê um pão. Se o fumante quer abandonar o tabagismo, a ironia dos amigos tenta ridicularizá-lo, insistindo com ele para que continue envenenando-se. Se o toxicômono faz esforço para deixar a droga, o traficante ameaça-o e chantageia-o. Se o delinquente de qualquer matiz intenta a reabilitação, enchameiam ao seu lado os que conspiram contra o seu esforço. Tem, pois, cuidado, mantém-te sadiio física e moralmente. Bom, embalados nessa mensagem bastante atual, bastante, diria assim, própria, justa, reales. Vamos fazer nossa prece de iniciar os trabalhos, elevando nossos pensamentos a Deus, nosso pai, agradecendo pelo doma, agradecendo por aqui podermos estar. e podermos compartilhar das ideias que
ales. Vamos fazer nossa prece de iniciar os trabalhos, elevando nossos pensamentos a Deus, nosso pai, agradecendo pelo doma, agradecendo por aqui podermos estar. e podermos compartilhar das ideias que serão expendidas, podermos compartilhar desse momento de tranquilidade e paz para nossa alma e dizemos: "Graças te dou, meu pai, sempre procurarei estar junto a ti." Assim seja. Agora eu vou passar a palavra pro Anderson, que vai fazer a nossa palestra do dia. Obrigada. Obrigada. Muito bom dia todos que estão aqui no Salão Bezerra de Menezes. Também os que nos acompanham pela internet agora ao vivo. Temos já a Giovana, a Bruna, a Cleid, também aqueles que vão nos acompanhar posteriormente de forma gravada, né? Que a paz de Jesus possa estar conosco. Hoje, eh, separamos o tema, né, um diálogo com o amigo sublime ao pé da cruz. Eh, a gente tem o canal da Com Espírita de Brasília, né, onde tem as palestras durante a semana são cinco, mais dois eh programas diários e temos um outro canal aqui na comunhão também chamado TV Comunhão. E lá temos programas, temos um programa diário que é o Episódio Diários e temos outros programas semanais. E eu tô responsável pelo programa que passa nas segundas à noite chamado Páginas Espíritas. E na temporada atual a gente tá estudando esse livro aqui chamado Boa Nova, né, de autoria de Humberto de Campos, que foi recebido pelo médio Francisco Cândido Xavier. Eh, uma particularidade desse livro, o Chico Xavier chegava a dizer que esse livro do Boa Nova mais o Paulo Estevo eram aqueles livros que ele tinha muito carinho pelas mensagens que ali continu. num dos bastidores, né, o Chico Xavier chegou a confessar que em determinado momento, na psiografia do do romance ali do do Paulo Estevão, o Emmanuel precisou alterar a cronologia da psicografia, porque o Chico Xavier tava começando a torcer pelos personagens e aí ao torcer, ao colocar a vontade dele na psiografia, ele não tava conseguindo ser um fiel reprodutor da mensagem que Emanu estava
a, porque o Chico Xavier tava começando a torcer pelos personagens e aí ao torcer, ao colocar a vontade dele na psiografia, ele não tava conseguindo ser um fiel reprodutor da mensagem que Emanu estava passando. Então, eh, tem relatos, né, da biografia de Chico Xavier dizendo que em alguns capítulos foram feitos de trás para frente para poder minimizar essa interferência do médium naquela época diante de tanta amor que tem naquele livro, né? E aí se aprofundando no livro Boa Nova para conduzir o os estudos, a gente viu que Humberto de Campos teve uma particularidade com ele, porque ele foi feito às geografias e teve um livro que fez muito sucesso chamado Brasil, coração do Mundo, pátria do evangelho. E aí quando esse livro fez muito sucesso, começou a ter bastante venda, a família do Humberto de Campos encarnada resolve processar Chico Xavier, a Federação Espírita Brasileira, que fora a editora, querendo os direitos autorais do livro Brasil, coração do mundo, pátria do Evangelho. Esse assunto foi parar no âmbito judicial e começou-se a discussão, né? Porque o juiz também se viu num dilema, porque se ele dá ganho de causa à família, ele tá ratificando a imortalidade da alma, que de fato os livros psicografados por Xavier não eram do Chico Xavier e sim do Humberto de Campos. E foi todo o embrolho. O o caso não foi eh paraa frente assim de ganho de causa, né? Então os ganhos não, o os direitos autorais cessa com a morte do indivíduo, então a família não poderia pedir os o os direitos autorais daqueles livros, né, que o Chico Xavier tava sendo intermediário. O Humberto de Campos, para não entrar nessa discussão, ele assume o pseudônimo de irmão X. Então a gente vai ver livros Humberto de Campos assinando com Humberto de Campos, que foram os primeiros, e depois ele vai assinar outros como o irmão X. E um deles é esse aqui, Lázaro Rede Vivo. Do Lázaro Rede Vivo também são mensagens, né, de autoria de Humberto de Campos. Na introdução ele fala, né, dos bastidores da vida de Lázaro depois que Jesus o
um deles é esse aqui, Lázaro Rede Vivo. Do Lázaro Rede Vivo também são mensagens, né, de autoria de Humberto de Campos. Na introdução ele fala, né, dos bastidores da vida de Lázaro depois que Jesus o ressuscita, depois que o Jesus o chama, né, do vale dos mortos, como tá registrado no Novo Testamento, e de que como a sociedade o via, né, porque era algo que chamou a atenção, mas mesmo assim as pessoas não aceitavam de coração. E o livro traz diversas mensagens, né, com relação a essa percepção, né, da relação da visão de Humberto de Campos perante Jesus. E logo no primeiro capítulo, a gente tem o título chamado Ante o Amigo Sublime da Cruz. Então, Humberto de Campos se coloca numa situação de observar, observar Jesus na cruz e começa a fazer um diálogo para com ele. E essa é a proposta da nossa palestra de hoje, né, da gente remeter esse diálogo que Humberto de Campos registrou, né, em um formato de um texto praticamente de poesia dele com Jesus. E ele começa assim logo no primeiro, no comecinho do capítulo. Hoje, Senhor, ajoelho-me diante da tua cruz, onde expiraste entre ladrões. Amigo sublime, diga-me, digan-te de abençoar as cruzes que eu mereço. E aí, esse início do capítulo, a gente já pode destacar a posição de ajoelhar-se como uma forma de humildade. E se a gente for estudar no âmbito da doutrina espírita, nós temos Jesus como a nossa referência, nosso modelo e guia. Certa vez eu fui até questionado, né, no trabalho, falei assim: "Mas vocês espíritas, que que vocês entendem por Jesus?" E aí numa inspiração, provavelmente a resposta que eu consegui dar não foi a que o a doutrina dos espíritos nos costuma colocar, né? que ele é o modelo e o guia, mas que ele é o caminho, a verdade e a vida. que ninguém vai ao Pai senão a ele. E como eu utilizei algo que tá no Novo Testamento e o colega que me questionou, né, do credo dele tá muito baseado fielmente no que tá no Novo Testamento, a conversa acabou por ali. De repente, se eu ancorasse no espiritismo, a coisa ia para outro
to e o colega que me questionou, né, do credo dele tá muito baseado fielmente no que tá no Novo Testamento, a conversa acabou por ali. De repente, se eu ancorasse no espiritismo, a coisa ia para outro caminho. Então Jesus, ainda que foi em outras religiõigões e principalmente no espiritismo, ele é a nossa referência, ele é o nosso modelo e guia, né? Numa outra quarta, a gente trouxe aqui também um um tema de palestra chamado em nossos passos o que faria Jesus nessa na no convite à reflexão dos nossos atos do dia a dia. E sempre estamos pensando assim: "Poxa, e se Jesus tivesse no meu lugar, o que que ele faria?" E aí essa pergunta a gente traz também para situação atual. E nessa percepção de que ele é o modelo, de que ele é o guia, de antes do que o planeta Terra existisse, ele já existia. Ele participou da formação do planeta Terra. Humberto de Campos se coloca na posição de humildade, de perceber a grandeza do Cristo, a grandeza do mestre diante, ainda na grandeza dele, ele se coloca, ele deixou se colocar na cruz entre dois ladrões, como tá registrado no Novo Testamento. Um outro ponto que também a gente consegue destacar logo no começo do capítulo é a prece como uma forma de diálogo e é o a proposta de todo a conversa ali do do do texto de Humberto de Campos, porque ele tá conversando com Jesus, uma conversa íntima. Então não é aquela prece, aquela oração toda formal, né? eh, dizendo a, dizendo B, talvez uma prece já pré-gravada, como às vezes a gente se utiliza do Pai Nosso, ela é realmente é muito importante. Ela tem um pilar eh tradicional e foi o próprio Jesus que ensinou os apóstolos a a rezar pelo Pai Nosso. Mas a proposta aqui é a gente trazer essa reflexão da prece, da conversa com Jesus, como se fosse um diálogo, uma conversa entre amigos. Até porque em outra passagem Jesus também falou com os apóstolos de que ele não chamava, ele chamava os apóstolos de amigos. Porque ao contrário do Senhor das terras perante os seus servos, não compartilha toda a informação que ele
sus também falou com os apóstolos de que ele não chamava, ele chamava os apóstolos de amigos. Porque ao contrário do Senhor das terras perante os seus servos, não compartilha toda a informação que ele tem, assim como o general também não participa de todas as informações que ele tem para os seus soldados, ele não fizera isso. Tudo que ele tinha recebido do pai, ele estava compartilhando com os seus discípulos e por isso ele o chamava de amigo. Então, a gente vai ver diversas reflexões. Eu gosto muito, né, de também de fazer essa referência de Jesus como se fosse um amigo, como se fosse aquele irmão mais velho, que tem mais experiência que nós e que vai nos dar a orientação. Às vezes a gente nem sempre segue, né, como era no dia a dia, né, a gente nem sempre ouve o nosso irmão mais velho ou nosso irmão mais velho, mas a gente precisa ter ele como referência. Um outro ponto, né, que o Humberto de Campo já coloca aqui no começo é pedir as bênçãos de Jesus. paraas cruzes que eu mereço. Então ele faz ali uma antítese vendo Jesus na cruz para uma cruz que ele não merecia. Ele não precisava estar naquele naquela situação, mas ele atendendo, né, a vontade do pai, se colocando numa posição de referência, de como precisamos nos suportar diante das cruzes do caminho, ele suportou, ele não reclamou, ele ficou firme no propósito, na mensagem que ele precisava passar pra humanidade enquanto referência para todos nós. E aí Gilberto de Campo falou assim: "Olha, ele não precisou estar ali e mesmo assim aceitou a cruz. Então, Senhor, me abençoe diante das cruzes que eu mereço." E aí é um, a primeiro a primeira âncora que eu consegui destacar nesse capítulo é essa dualidade de observar Jesus diante da dessa cruz que ele não merecia e diante das cruzes que eu mereço. E aí, como é que fica essa questão? da das cruzes que eu mereço. A gente estamos num mundo de provas e expiações. Muito se fala na transição planetária, mas ela ainda não, né? A gente não pode martelar assim para dizer que ela está finalizada. Ela está
e eu mereço. A gente estamos num mundo de provas e expiações. Muito se fala na transição planetária, mas ela ainda não, né? A gente não pode martelar assim para dizer que ela está finalizada. Ela está acontecendo, mudanças estão acontecendo, convites a mudanças interiores. Cada um de nós também está sendo, estamos sendo convidados. E aí, ainda no mundo de provas e expiações, estamos sujeitos a provas e expiações. Expiações por equívo que cometemos em outras vidas. E aí lá no capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo, bem-aventurados os aflitos, Kardec vai trazer muito bem essa reflexão. Há um itens chamando para as causas anteriores, as aflições e das causas atuais. e que a gente sempre vai naquele aquicioma de que para todo efeito há uma causa. Então, se eu estou passando por esse determinada situação, há uma causa no passado ou um equívoco que eu cometi em outra vida. Às vezes é um equívoco que eu cometi nesta própria vida. E pensando em provas e expiações, pode não ser expiação, mas apenas uma prova, algo que eu internamente eu falei assim: "Olha, eu aprendi, né? Eu aprendi a não sucumbir a tentação, né? Na leitura inicial, né? A a norma falando, né, do no do no texto ali da Jona de Angângeles, dos cantos da sereia. Então a gente nós temos nossos vícios e Joana deâ pega os vícios materiais mais comuns, né? começa ali com a bebida alcoólica, o cigarro, as drogas ilícitas e que quando a pessoa se coloca na situação de se livrar das drogas, eis que o mundo, eis que o canto da Sere vem para convidar a gente a recair no vício daquela droga. E a gente pode até expandir essa percepção, mas focando no na mensagem da Joana de Angeles, se eu me proponho a dizer que eu venci o álcool e no dia a dia, a gente vai ver ali no grupo dos alcoólicos anônimos, a mensagem angular tem um passo a passo, mas uma das mensagens angulares que é reutilizada em diversos situações é só por hoje. Só por hoje eu não vou colocar a gota de álcool na minha boca. Então é uma é uma luta diária de vencer, de
passo, mas uma das mensagens angulares que é reutilizada em diversos situações é só por hoje. Só por hoje eu não vou colocar a gota de álcool na minha boca. Então é uma é uma luta diária de vencer, de domar aquela inclinação, de ir até o álcool. No determinado momento eu falou assim, ó, eu consegui vencer, né? assim, eu tô fraco, então eu não vou frequentar os bares. Aquele local que tiver oferecendo a bebida alcoólica, se eu me identifico como fraco, eu não vou lá, porque eu tô tentando domar essa inclinação. Mas vai ter um momento em que eu vou precisar entrar em prova de estar próximo ao álcool, estar próximo a sentir o cheiro do álcool e não sucumbir. vai chegar um ponto de que eu vou estar próximo ao álcool, eu vou sentir o cheiro do álcool, eu não vou sentir o desejo de provar o álcool. E aí a gente pode usar isso para pro cigarro, podemos usar isso paraas drogas ilícitas, podemos usar isso pro sexo, inclusive aquela situação de que eu me coloco na situação de que algo do passado me provava, me, né, fazia sucumbir e hoje não me faz diferença. E a gente é o tempo todo colocado nessa situação. Então, o tempo todo são as cruzes são colocadas em nosso ambiente ou é uma expiação para reajuste de rota. ou é uma prova. Vamos ver igual na prova, na escola, né? Vamos ver se realmente você aprendeu que esse não é o caminho, que esse é o caminho da porta larga, que depois dela não tem muita coisa positiva. Então, Humberto de Campos também traz essa percepção, né, de que as cruzes do caminho elas atuam como se fosse a justiça divina, né? Não é um castigo que Deus coloca para seus filhos. Olha, você errou, você se equivocou, então eu vou colocar uma cruz aqui para você ser punido. Não é isso. Deus é amor. Então Deus se utiliza das situações como uma forma pedagógica de aprendermos. A gente não vai aprender só passando a mão na nossa cabeça. Inclusive é um desafio nos dias atuais, a educação para as crianças e adolescentes. Inclusive, se a gente começar a passar muita mão na cabeça, se
e não vai aprender só passando a mão na nossa cabeça. Inclusive é um desafio nos dias atuais, a educação para as crianças e adolescentes. Inclusive, se a gente começar a passar muita mão na cabeça, se começamos a tirar as dificuldades do caminho deles, a gente acaba, ao invés de ajudar, prejudicando. ao invés de ajudar, de auxiliar, de realmente est contribuindo no crescimento das crianças, do adolescente, a gente vão estar criando pessoas que vão estar sempre dependendo dos outros, porque sempre teve alguém que tirou as dificuldades do caminho. Então, Deus, ele se utiliza nessa situação de que colocar eh a cruz a como o Allan Kardec registra muito bem na Gênese, a dor como um aguilhão de movimento. é aquilo que vai me movimentar a sair do local. Existe até uma historinha, uma anedota, né? Não sei se é verdade ou não, mas que retrata muito bem essa reflexão de alguém que vai num posto de gasolina abastecer o carro e vê um cachorro deitado no chão chorando. E aí a pessoa que tá abastecendo o carro pergunta, fala assim: "Poxa, o que que tá acontecendo com aquele cachorro que tá chorando, né?" "Ah, ele tá aí há muito tempo, mas você sabe por que ele tá chorando?" Aí o frentista fala assim: "É que ele tá deitado em cima de um prego". E aí ele deita no prego, né, e começa a chorar. Falei: "Vixe, mas por que que o cachorro não levanta, né? Por que que alguém não não faz esforço para tirar de lá?" A gente até tenta tirar ele de lá, mas ele não sai. Eu falei, mas por que que não tá saindo? Aí o frentista responde de que não tá doendo o suficiente para fazer com que ele levantasse de lá. Então, às vezes, a dor ela aparece convidando a gente se movimentar. E nem sempre a gente se movimenta. Às vezes a gente fica naquela posição de pobre coitado, de que tá dando tudo errado. O que que eu fiz? Quem nunca viu a expressão, né? Eu taquei pedra na cruz. Só tu devo ter atacado o pé da cruz para receber isso. Ao invés de perceber de que f assim poxa, o que que Deus, se Deus é amor, se Deus tá permitindo que
viu a expressão, né? Eu taquei pedra na cruz. Só tu devo ter atacado o pé da cruz para receber isso. Ao invés de perceber de que f assim poxa, o que que Deus, se Deus é amor, se Deus tá permitindo que isso aconteça comigo, o que que ele tá querendo me convidar a ajustar minha rota? E tem um capítulo muito que assim para mim é um do, se eu fosse destacar um capítulo, né, todos são muito bonitos aqui no Boa Nova, mas eu tenho um carinho muito especial com o capítulo oito, porque no momento em que eu tive muita tristeza no meu coração, esse capítulo oito fez a virada de chave e ele ele vai muito alinhado com a série que é tá famosa, né, pensando em Jesus, que é a série de Chosen. E é na série de Chosen, a gente acaba se identificando com os personagens, se identificando com os apóstolos na luta deles do dia a dia. Pegamos Maria de Madalena, por exemplo, ela tava meio que, entre aspas, perdida em sua vida, se se satisfazendo com os prazeres mais materiais, mas ela conhece Jesus. E aí numa diálogo dela com Nicodemos, ela fala, né, minha vida era uma antes dele. E o que aconteceu para você mudar assim? Porque Nicodemos na série tentou expulsar os demônios que estavam com Maria de Madalena e não conseguiu. E eles falou assim: "Poxa, mas tem que ter muita força moral para conseguir". E aí o Nicodemos descobre que ela tava curada, tava diferente. E ele vê com os próprios olhos assim: "Poxa, mas e aí foi um milagre? E quem é esse homem que cumpre, faz o milagre e não coloca os méritos, né? Não, não vai até o sinédrio para falar assim: "Olha, eu operei o milagre tal". E ele, Nicodemos começa a procurar quem é esse tal homem. E aí ela fala para Nicodemos, né? Porque minha vida é outra depois dele. Eu era uma mulher e agora sou outra. Mas na série mostra que ela tem uma recaída. Ela recai. Quantos de nós ainda percebendo Jesus como? E ele tranquilo. A resposta dele no diálogo, tentando sintetizar é de que Jesus não quer a mudança integral dela neste momento. Ele só quer o coração
recai. Quantos de nós ainda percebendo Jesus como? E ele tranquilo. A resposta dele no diálogo, tentando sintetizar é de que Jesus não quer a mudança integral dela neste momento. Ele só quer o coração dela. Ele só quer a boa vontade. E essa mensagem pode reverberar os dias atuais de que Jesus só tá esperando de nós a nossa boa vontade, ainda que a gente recaia no dia a dia, acontece. Pô, hoje hoje não fui legal. Hoje eu me equivoquei em tal situação. Vamos tentar reparar o mal que a gente fez, pedir desculpas, ajustar a rota, se vigiar para não recair no erro, porque não adianta nada a gente errar, pedir desculpa e depois volta no mesmo erro. Aí pede desculpa, volta no mesmo erro. Isso não faz sentido. Eu preciso ajustar a minha rota. Então também isso é uma reflexão que Humberto de Campos coloca aqui. Um outro ponto, pensando nesse diálogo das cruzes, né, do a gente pode também trazer no espiritismo, são é o esquecimento do passado, né? Por que que a gente não lembra do do que aconteceu? Por que que eu não lembro se eu tô carregando essa cruz do meu dia a dia? Por que que eu não lembro por que eu tô carregando essa cruz? E lá no livro dos espíritos, né, Kardec pergunta na questão 399, o esquecimento das pautas cometidas não é um obstáculo ao melhoramento do espírito? Por exemplo, é uma pergunta razoável, né? Pô, se eu se eu lembrasse do que aconteceu, eu poderia mear, né? Eu consegui entender melhor, ah, tá, eu tô carregando essa cruz porque eu cometi aquele equívoco. E a resposta dos dos espíritos é é a seguinte: a lembrança seria uma humilhação perpétua. A Deus lhe deu para o seu melhoramento exatamente o que é necessário e pode bastar-lhe a voz da consciência e as tendências instintivas. Então, se Deus é infinito amor, se Deus ele é a inteligência suprema, né, como tá registrado também no livro dos espíritos, a gente precisa se contentar ao que Deus nos ofereceu. Então, se faz parte da engrenagem da justiça divina ou esquecimento do passado, existe um porquê. E a espiritualidade fala que
vro dos espíritos, a gente precisa se contentar ao que Deus nos ofereceu. Então, se faz parte da engrenagem da justiça divina ou esquecimento do passado, existe um porquê. E a espiritualidade fala que seria uma humilhação perpétua. Será que a gente percebendo que o nosso algó do passado dorme conosco na mesma cama que a gente, a gente dormiria tranquilo? Pegamos um caso hipotético que não é tão hipotético assim. Se formos entrarmos nas entranhas das nossas experiências peritérias, alguém que nos enforcou no passado com as próprias mãos. Será que a gente dormiria tranquilo saber que essa pessoa tá dormindo do nosso lado? Não daria uma confusão mental? Outra, se fui eu que enforquei, será que isso também não atrapalharia a forma como eu tô me aproximando? Será que eu trataria com carinho alguém que tá ali na minha família que eu causei o mal para reparar o passado? ou eu vou tratar com carinho nesse sentimento de amor que é instintivo da natureza. Então, o esquecimento do passado, ele vem para nos ajudar a ajustar a rota. E o, a espiritualidade fala para Kardec, né, que a gente para ajustar a rota, a gente precisa da voz da consciência, porque a lei divina tá na nossa consciência e perceber as tendências instintivas. Porque percebendo quais são as minhas tendências, eu vou perceber aonde que eu me equivoquei no passado. Kardec, inclusive assevera no Evangelho Segundo o Espiritismo, que reconhece o verdadeiro espírita pelo esforço em domar as suas mais inclinações. Então a gente precisa fazer essa viagem de autoconhecimento e aceitar e ir domando essas mais inclinações na mensagem inicial, né? Então assim, se eu já me identifico com alguém que acabo exagerando no álcool e decido me afastar dele, eu perceber isso é o primeiro passo. Se eu não perceber que eu preciso de ajuda nesse ponto, fica difícil eu receber ajuda de quem quer que seja, tanto de encarnado quanto desencarnado. Então eu percebo ajuda. Então é o primeiro passo e aí eu vou domando essa inclinação porque eu sei que aquilo ali
ifícil eu receber ajuda de quem quer que seja, tanto de encarnado quanto desencarnado. Então eu percebo ajuda. Então é o primeiro passo e aí eu vou domando essa inclinação porque eu sei que aquilo ali no final me faz mais mal do que bem. Então a gente também precisa perceber essas mais tendências negativas. E aí Humberto de Campos continua mais à frente no texto falando assim: "Ah, Jesus, compadece-te das minhas fraquezas e vem ainda balsamizar meu coração ferido e desalentado. Ensina-me a despir a última roupagem de mudana esperança. Abre-me a porta de tuas consolações. Enche a solidão de meu espírito com a tua luz. Desvenda-me a tua vontade soberana das grades infelizes do capricho terrestre. Então ele pede a Jesus força para se livrar das desilusões terrenas, das desilusões humanas. Ele fala aqui do vazio, né? Enche-me a solidão do meu espírito com a tua luz. Então é aquela, a a Jona de Angel tem um livro muito bonito chamado Vidas Vazias, nessa proposta de reflexão de que a depender dos nossos passos que a gente decide, por mais que a gente tenha um prazer momentâneo no mundo material, depois da porta larga fica uma vida vazia. E a gente decisões, mais pensando no material do que no espiritual, a gente acaba se sentindo vazio. E não é o vazio de tá solidão, de estar sozinho, né? Essa solidão aqui do Humberto de Campos é de tá sentindo sozinho por dentro. Quantas pessoas com poder financeiro muito alto se sentem vazias, mesmo tendo a sua casa cheia durante festas e festas. Se a gente for se aprofundar nessa questão, não é raro percebermos pessoas que têm materialmente nada a reclamar, mas às vezes entram em depressões profundas, às vezes atentam contra a própria vida. Então esse encher de espírito não com as coisas materiais, mas com as coisas espirituais. E a gente perceber, né, que a vontade superana vai além do capricho da terra. Então, às vezes o que a gente tá querendo pedir no nosso dia a dia, às vezes é um capricho do momentâneo, quando Deus consegue perceber algo muito
que a vontade superana vai além do capricho da terra. Então, às vezes o que a gente tá querendo pedir no nosso dia a dia, às vezes é um capricho do momentâneo, quando Deus consegue perceber algo muito maior. Ele fala aqui, né, de da força de bálsamo, né, eh, que a gente consiga entender essa vontade. A gente costuma até falar, né, Deus, faça-se a tua vontade assim na terra como no céu. Então essa percepção que a gente precisa ter, que nem sempre o que eu quero é também é o ideal para minha caminhada, é como a gente vai observar uma criança pedindo algo que a gente sabe que não vai dar certo. Imagina uma criança pedindo para acender o fogo do fogão. Uma criança pequena é algo lindo ver o fogo é algo diferente. Só que a gente sabe que se ela colocar a mão ali, ela vai se queimar. E aí ela quer se aproximar do fogo quente, a gente tira ela. Ela quer se aproximar do fogo quente, a gente tira ela. Às vezes é a gente é assim, a gente quer tanto alguma coisa, se aproxima e a gente é retirado. A gente se aproxima e a gente não tá percebendo que a mensagem de Deus é que aquele não é o caminho. Só que a gente tem o livre arbítrio. Então, às vezes a gente de tanto insistir, de tanto existir, chega uma hora que vai. E a gente, quem tem contato com criança pequena, percebe que a gente não consegue ficar 100% vigilante. E vai ter uma hora que a criança vai encostar a mão no fogo. Só que o que que vai acontecer? Ela vai queimar a mão dela e ela vai aprender que aquilo ali não faz bem. A mesma coisa é com o dedo, né? Eu quando hoje a tomada tá um pouco diferente para poder proteger, mas antes era comum, né? A criança tomar choque com a tomada. Tinha até um protetor que você colocava para inibir. E aí você fala: "Vai, vai fazer dodói, vai machucar e a criança tá lá". Porque é diferente. E dá e e tem ali o buraquinho, o dedo é pequeno. Você até pensa assim: "Pô, vou encostar o dedo ali". E a gente no dia a dia acaba fazendo isso, né? Então a gente precisa rogar a Deus essa iluminação de poxa,
tem ali o buraquinho, o dedo é pequeno. Você até pensa assim: "Pô, vou encostar o dedo ali". E a gente no dia a dia acaba fazendo isso, né? Então a gente precisa rogar a Deus essa iluminação de poxa, qual é o caminho? Às vezes Deus tá dizendo não para alguma coisa que a gente quer, mas não é um não soberano. De repente é um não agora. Não é esse o caminho que eu tô guardando para você. É o caminho é para cá. E a gente às vezes depois agradece, né? Pô, que bom que eu vim para cá, né? Por aquilo ali no final não deu certo. O último ponto que eu queria destacar aqui é esse esse rumo à luz interior, né? E aí Humberto Campos registra assim, ó: "De quantas chagas eu ainda necessito o meu frágil coração para expunguir os crancos seculares do egoísmo? e de quantos açotes eu precisarei para exterminar o orgulho impenitente? Fala-me, Senhor, com palavras aos paralíticos e aos cegos do teu caminho. Levanta-te e vai em paz. A tua fé te salvou. Então ele coloca aqui a percepção assim de que quanto mal ainda ainda precisa acontecer comigo para que eu perceba qual é o caminho ideal. tira o orgulho, né? Então, a gente na reflexão da doutrina espírita, a gente vê muito orgulho como pai de diversos malefícios, né? E o egoísmo ali como seu filho predileto, o orgulho quando eu me encho de mim, quando eu acho que eu sou o centro do universo. E o egoísmo é quando eu não vejo mais ninguém, eu só vejo também a mim mesmo. Então ele pede para se livrar do orgulho. A gente pode até incluir o egoísmo nessa percepção. E um outro ponto, né, que eh Humberto de Campos coloca nessa mensagem, é chamada a movimentação, a solicitar de Jesus que venha, que ele fale, levanta-te e vai. Assim como ele falava, com falou, né, com com os paralíticos que ele curou nesse convite de movimentação, no convite que precisa de cada um de nós. Nós precisamos nos movimentar. A gente falou que a gente precisa perceber, né, as nossas mais inclinações. OK, eu percebi e agora o que que eu faço? Como na história lá do cachorro no posto de gasolina, a dor tá
mos nos movimentar. A gente falou que a gente precisa perceber, né, as nossas mais inclinações. OK, eu percebi e agora o que que eu faço? Como na história lá do cachorro no posto de gasolina, a dor tá vindo, o que que ela quer me ensinar? Eu preciso me levantar. Eu preciso me não só levantar, eu preciso levantar, decidir, né? Oxe, eu preciso me movimentar e ir. E aí na fala, né? Vai que a tua fé te salvou. Imaginemos uma dor que a gente carrega, uma dor que um vício que a gente tá tentando se livrar e não consegue. E num determinada maneira a gente se vê livre dessa dor, se vê livre desse vício e ouvir de Jesus, vá, que a tua fé te salvou, que essa fé de dias melhores, essa fé de percepção que se eu permanecer ali, for resiliente no caminho que Jesus propôs, a gente vai conseguir se livrar das mais inclinações. a gente vai conseguir livre, a gente vai até perceber as mais inclinações, porque na mensagem Jesus não retira o malefício. Jesus não retira o que a gente, a cruz do nosso caminho. Ele nos dá a força para sustentar a cruz. Ele nos dá a força para perseverar no caminho. E a gente pode sair, né, dessa palestra com essa percepção de que nesse diálogo com Jesus, Jesus que não precisava estar naquela cruz, mas mesmo assim ele aceita a proposta para nos mostrar como devemos lidar com as adversidades. Esse pedido que Jesus nos faz de carregarmos também a nossa cruz. A cruz não vai sair do nosso caminho. Então a gente precisa pedir forças, pedir resiliência e a a resposta sempre vai. Às vezes eu falar assim, ó, eu quero que me tire esse cálice. Tem a passagem no evangelho, inclusive, que Jesus fala isso. O cálice não é retirado. Mas se eu pedir força, se eu pedir orientação, se eu pedir um conselho, a resposta vem. E a gente precisa estar atento à resposta. às vezes vem com uma intuição, às vezes eu não tô com pensamento muito bem, a resposta vai vir de um amigo, vai vir de às vezes uma palestra, uma música que a gente ouve, a resposta ela sempre vem. Precisamos ter
com uma intuição, às vezes eu não tô com pensamento muito bem, a resposta vai vir de um amigo, vai vir de às vezes uma palestra, uma música que a gente ouve, a resposta ela sempre vem. Precisamos ter essa percepção. Então, e uma outra proposta também desse a conversa com Jesus é um diálogo que precisa ser do nosso dia a dia. A oração, ela não precisa ser o momento do templo, da casa espírita, não precisa ser um momento formal. Olha, começou o dia, vou fazer minha oração. Vai terminar o dia, vou fazer a minha oração. Não. A oração, o convite para ser algo do dia a dia, uma conversa com um amigo. E aí, no momento em que eu for paciente com o familiar dentro da minha casa, eu estarei ali em oração. No momento em que eu proferir uma palavra amiga, um amigo, um consolo, ali eu estarei em oração. No momento em que eu estender minhas mãos ao necessitado, também estarei em oração. E se a gente se esforçar no nosso dia a dia de estarmos vivendo em oração, nessa conversa com o Cristo, a vida vai ficar mais tranquila. Eu vou, a gente vai conseguir se livrar um pouco do orgulho, vai se livrando um pouco do egoísmo, vamos começar a pensar no próximo. E aí, nesse movimento que a gente faz, vai ficar mais fácil perceber a resposta do alto para todas as nossas orações. Muito obrigado. Nós que agradecemos. Obrigada, Anderson, professor. Eu estudo, sua dedicação de trazer a nós uma reflexão tão boa quanto essa, algo que a gente pode tentar ir fazendo todos os dias, em qualquer momento da nossa vida, que faria Jesus, onde eu estou, na situação que eu estou. Essa é uma grande pergunta. Bom, vamos agora dar as últimas eh avisos que nos deixaram aqui. Já falei na semana passada, talvez antes também, mas falo mais uma vez que agora as quartas-feiras o passe presencial também será oferecido nas cabines ali atrás das 12:30 às 14 horas. E lembrando também que às 13 horas nós temos uma palestra presencial aqui no auditório. Então, mais um momento de palestra e passe presencial aqui na comunhão. E a
nes ali atrás das 12:30 às 14 horas. E lembrando também que às 13 horas nós temos uma palestra presencial aqui no auditório. Então, mais um momento de palestra e passe presencial aqui na comunhão. E a outro convite é um coral um coral teatralizado. Então, entendo que seja cantado e também apresentado. a existência de Deus, a imortalidade da alma, a reencarnação, a comunicação com os espíritos, a lei de causa e efeito, a honestidade afetiva e a esperança. No próximo sábado, dia 14, às 19 horas, aqui nesse auditório. Então, quem quiser, quem gostar de coral e também de uma apresentação eh que motive a gente a tirar outras outras ilações da apresentação que venha. E agora nós vamos passar ao passe logo ali adiante, agradecendo mais uma vez a Deus, nosso pai a oportunidade do encontro, a oportunidade do aprendizado. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos
ça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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