O QUE FAZER QUANDO A VIDA TE TIRA O CHÃO? - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 25/11/2025 (há 4 meses) 39:45 734 visualizações

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Transcrição

a música. Muito bom dia. Sejam todos muito bem-vindos, muito bem-vindas à Comão Espírita de Brasília. Que a paz de Jesus possa estar conosco, né? Eh, hoje teríamos agora pela manhã a palestra do nosso irmão Tito Bovini, mas nesse tempo de chuva, né, às vezes acontece alguns imprevistos. Então, como ele não chegou até o momento, eu vou ficar responsável pela condução da palestra de agora de manhã. E para o tema de hoje, né, eu separei um questionamento, algo que provavelmente em alguma situação a gente já tenha se passado de sentir como se o chão saísse debaixo de nós, né, na expressão popular. tiraram o meu chão, fiquei sem apoio, fiquei me sentindo perdido. E o que fazer nessa situação? E aí, para responder essa pergunta, a gente vai refletir sobre um trecho desse livro aqui, P Nosso, de autoria de Emanuel, recebido pelo médium Chico Xavier. Eh, eu gosto sempre de trazer, né, a reflexão que esse livro ele faz parte de uma coleção chamada Fonte Viva. E nos cinco livros que fazem parte da coleção, P nosso é um deles, Emanu pega uma frase do Novo Testamento e traz uma reflexão. Às vezes ele traz a mesma frase e faz três, quatro reflexões diferentes. tamanho riqueza a gente já consegue retirar do evangelho. E é um ótimo livro pra gente fazer de reflexão de vez em quando e também, por que não, utilizar no evangelho no lar. Então, o evangelho lá é aquele momento que a gente convida Jesus para entrar na nossa casa, porque ele disse, quando dois ou mais estiverem presentes em nome dele, ele também estaria presente. Então, quem não faz fica o convite de iniciar e quem já faz fica o convite de fortalecer essa prática. Algo muito importante, né, a gente fortalecer a nossa casa. E aí Joana deângeles, mentora, que fora mentora do Divaldo Franco, falou que a casa que faz o evangelho no lar não só protege o próprio lar, como protege a vizinhança. Então é algo que a gente faz inclusive para quem mora ao nosso redor, sem eles perceberem do que que tá acontecendo. Então sempre quando eu pego esses livros

o próprio lar, como protege a vizinhança. Então é algo que a gente faz inclusive para quem mora ao nosso redor, sem eles perceberem do que que tá acontecendo. Então sempre quando eu pego esses livros da fonte viva, me vem à mente essa questão do da importância do evangelho no lar. E aí lá no capítulo 21, Emanuel vai destacar uma frase que tá lá em Lucas, capítulo 5, versículo 4, que diz o seguinte: "E quando acabou de falar, disse a Simão: "Faz-te ao mar alto e lançai as vossas redes para pescar". Então eu vou fazer a leitura do texto como uma forma de ajudar a gente a estar presente no no momento aqui da palestra. É natural que a gente vem da rua, então tem trânsito, tem preocupação com os boletos, preocupação com a família, algumas preocupações com a saúde e e tá faz parte da vida, né? Mas a gente fica o convite para deixarmos essas preocupações pausadas. a gente vai voltar a encontrar com elas assim que sair da palestra, mas no momento é muito importante que a gente fique concentrado no que será dito na palestra e refletirmos no nosso dia a dia. Então essa leitura inicial tem esse propósito e como a reflexão da palestra será baseado na leitura, né, no no texto, então essa leitura inicial vai fortalecer a reflexão sobre a palestra. Emanuel registra assim no no no texto, né? Este versículo nos leva a meditar nos companheiros de luta que se sentem abandonados na experiência humana, né? Então é a pergunta da palestra, né? Eu estou sem chão, o que fazer? Tô me sentindo abandonado. Inquietante sensação de soledade lhes corta o coração. Choram de saudade, de dor, renovando as amarguras próprias. Acreditam que o destino reservou a taça infinita da amargura. rememoram compungidos os dias da infância, da juventude, das esperanças cristadas nos conflitos do mundo. No íntimo, experimentam a cada instante o vago tropéu das herminiscências que lhe dilatam as impressões de vazio. Entretanto, essas horas amargas pertencem a todas as criaturas mortais. Se alguém as não viveu em determinada

a cada instante o vago tropéu das herminiscências que lhe dilatam as impressões de vazio. Entretanto, essas horas amargas pertencem a todas as criaturas mortais. Se alguém as não viveu em determinada região do caminho, espere a sua oportunidade, porquanto de modo geral, quase todo espírito se retira da carne quando os frios sinais de inverno se multiplicam em torno. Em surgindo, pois, a tua época de dificuldade, convence-te de que chegaram para tua alma os dias de serviço em Maralto, o tempo de procurar os valores justos sem o incentivo de certas ilusões da experiência material. Se te encontras sozinho, se te sentes ao abandono, lembra-te de que além do túmulo há companheiros que te assistem e esperam carinhosamente. O Pai nunca deixa os filhos desamparados. Assim, se te veis presentemente sem laços domésticos, sem amigos certos nas paisagem transitória do planeta, é que Jesus te enviou a pleno mar da experiência, a fim de provar as tuas conquistas em supremas lições. nessa leitura, né, de Emanuel para Mar Alto, que a gente possa refletir no nosso íntimo, refletir sobre os ensinamentos de Jesus, sobre as reflexões que a doutrina dos espíritos nos apresenta no seu papel de consolador prometido, prometido por Jesus. agradecendo toda a espiritualidade que aqui se faz presente, nos amparando e nos acompanhando e nos ajudando a organizar nossas energias para sairmos melhores do que que chegamos. Que a gente possa ter boas reflexões, uma boa palestra, que assim seja. Eh, eu cheguei a saudar, né, quem tava aqui presencialmente, mas acabei esquecendo de saudar quem tá nos acompanhando pela internet, vendo algumas mensagens aqui. Deixa meu bom dia, meu abraço para todos. Eh, eu vejo que Raquel de Manaus, né, Fátima, Rosana, Inês, a Carla, a Mayana e todos que possam chegar aqui presen virtualmente, né, ao vivo ou posteriormente de forma gravada. Então, como eu tinha falado no início, né, eh, a reflexão é sobre aqueles momentos, né, de a gente se sentir sem chão. E Emanuel faz, é, para poder refletir

ao vivo ou posteriormente de forma gravada. Então, como eu tinha falado no início, né, eh, a reflexão é sobre aqueles momentos, né, de a gente se sentir sem chão. E Emanuel faz, é, para poder refletir sobre esse momento, ele traz uma passagem quando Jesus vá um pouco antes, né, quando Jesus vai ao encontro de Pedro e seu irmão André, convidando para serem pescadores de homens. E me vem à mente, né, nessa situação, eh, a primeira temporada ali da série The Chosen e ela dá uma pitada mais, né, nessa situação que tava que os personagens daqui daquela situação estavam vivendo. Por quê? Eh, lá na série de Chosen mostra que Simão, filho de Jonas, devia altos impostos ao Império Romano. E quem que tava cobrando esse imposto de Simão era Mateus, né, conhecido também como Levi. E ele tava ali enrolando, né? Ele enrolava um, enrolava outro, ficava empurrando, né? como aquela pessoa que pega a dívida com um, aí pega aí vai pegar dívida com outro para pagar o primeiro, aí pega a dívida com o terceiro para pagar o segundo e ele vai se enrolando em dívidas. Só que ele foi se enrolando tanto em dívidas que o prazo foi se encerrando e ele tava desesperado. Então ele se junta com o André, seu irmão, e outros dois companheiros pescadores também, né, que era o Thago, conhecido depois como Thiago Maior e João, né, que é conhecido depois como João, evangelista, aquele que também escreveu o apocalipse, que eram irmãos, filhos de Zebedeu, eles vão paraa pescaria para tentar ajudar, porque era necessário que eles, Simão, especificamente pescasse muitos peixes. para conseguir se livrar. E a situação de Simão, filho de Jonas, era tão delicada, porque ele morava com a esposa, só que a sogra teve que morar com ele. E não foi só a sogra, foi a sogra doente que foi morar com Simão. Então ele tava num ambiente doméstico conflitivo, no ambiente tributário dele com as dívidas, com imposto também conflitivo, foi desesperado passar a madrugada no mar para poder pescar. E o que aconteceu? Ele não pescou nenhum peixe.

tico conflitivo, no ambiente tributário dele com as dívidas, com imposto também conflitivo, foi desesperado passar a madrugada no mar para poder pescar. E o que aconteceu? Ele não pescou nenhum peixe. Ele tentou a madrugada inteira e não pescou nenhum peixe. O sol começa a raiar, ele começa a se aproximar da praia, do mar Tiberíades, do mar da Galileia. E ele vê uma multidão. E aí na série é engraçado porque ele acha que são os romanos que já estão ali para poder prendê-lo. E ele começa a se despedir do irmão, né? Olha, cuida bem da minha esposa, cuida bem da minha casa. Só que não. Quem tava na praia era Jesus. Jesus conversava com quem tava ali na praia sobre o mundo novo, sobre a boa nova. E aquela multidão estava a ouvir quando vai aproximar de da praia, seu irmão André reconhece Jesus e aí fala: "Simão, ele é o rabi que João Batista tava falando. É ele. Ele é o Messias. E Simão não deu muita bola. Falou: "Que Messias? Não sei o quê". Só que ao chegar o barco perto da praia, Jesus pede para subir no barco, para continuar falando para pro público. Eles deixam, né? Ele sobe, continua a pregação e aí ele olha para Simão e convida a Simão a voltar para o mar e jogar a rede. Simão questiona, falou assim: "Olha, eu pesquei, fui pescar a noite toda e não pesquei um peixe sequer". Jesus insiste e Simão magnetizado com esse convite de Jesus de ir ao mar alto, vai, passa um tempo em águas profundas, Jesus faz o comando dele jogar a rede. Simão incrédulo, ele não acreditava do que que ia acontecer. Ele joga a rede e nisso que ele joga a rede, muitos peixes, tantos peixes que quase afundaram o barco. Tantos peixes que na série de Chose mostra o barco de Thiago e João ajudando tantos peixes. A alegria era tamanha, porque aquela quantidade de peixes conseguiria Simão pagar sua dívida com o Império Romano com relação aos impostos. E quando ele chega no bar, na areia, perdão, Jesus convida Simão para segui-lo, para ser pescadores de homens. E também convida Tiago e João e todos

vida com o Império Romano com relação aos impostos. E quando ele chega no bar, na areia, perdão, Jesus convida Simão para segui-lo, para ser pescadores de homens. E também convida Tiago e João e todos começam a seguir. Eles são conhecidos, né, no Novo Testamento como os primeiros discípulos, primeiros apóstolos a serem convidados por Jesus. E essa passagem é tão rica que até fazem músicas com relação a isso. Tem uma música infantil, né, que aí fala do Pedro, Thago e João no barquinho. Foram, né, para navegar, jogaram de um lado, mas não tinha peixes. O Jesus mandou jogar pelo outro lado e aí pescaram muitos peixes. tem uma uma música também que é o nome abarca, né? Que mostra esse convite de Jesus a Simão para ele segui-lo, a ser pescadores, pescador de homens, né? E Emanuel, e aí nesse convite que Jesus fez a Simão, ele vai fazer essa transposição pros dias atuais e dizer que Jesus também está nos convidando a ir ao Mar Alto. Não é ir ao mar raso, é ir ao mar profundo. Só que quando esse convite chega, as dificuldades aparecem. Porque em outras passagens Jesus alertou que o caminho seria longo, a porta seria estreita, que no mundo nós teríamos aflições. Só que ele não para aí. Ele diz: "Mas tende bom ânimo, porque eu venci o mundo e todo aquele que crê em mim também vencerá. E aí, Emanuel no início do texto ele começa, ele traz a à luz pessoas, e aí a gente pode se incluir algumas em alguns momentos nessa situação de que estão reclamando do momento em que se encontram. Ele fala que as pessoas se sentem abandonadas. A sensação de solidade, né, de solidão, corta o coração. Aqueles momentos que a gente se sente sozinho, isolado, é a gente chora de saudade, chora de dor e se renova nas amarguras próprias. Porque aí faz um, fazendo um parêntese aqui, o problema não é sentir, não é chorar de saudade nem de dor. Quem nunca deu uma topada na ponta de uma cama não sabe, quer segurar, né? Às vezes a o choro, pelo menos um grito vem, né? Dico assim: "Caramba, que que eu fiz?"

, não é chorar de saudade nem de dor. Quem nunca deu uma topada na ponta de uma cama não sabe, quer segurar, né? Às vezes a o choro, pelo menos um grito vem, né? Dico assim: "Caramba, que que eu fiz?" Então, a dor, o grito de dor, ele é natural. O choro da dor, ele é natural. O choro da saudade daquele ente querido, de um amigo ou um parente que já não se encontra mais entre os encarnados. aquele abraço que a gente gostaria de dar mais uma vez e provisoriamente nós não conseguimos sentir na pele. Só que o espiritismo vem dizer que a vida continua, que os laços de amor são para sempre e que o momento da desencarnação é uma separação provisória. Então, a gente chorar de saudade, de dor, tudo bem. O que Emanuel alerta aqui é quando a gente fica renovando esse choro, renovando a amargura e fica ali preso num chamado ciclo vicioso. E aí é que a gente entra em depressão. E às vezes é muito difícil a gente conseguir sair se a depressão, depressão é muito profunda. Então ele faz esse alerta, ele fala que que as essas pessoas acreditam que o destino lhe reservou a taça infinita da amargura. Ou seja, olha como é que fala na expressão popular. Eu taquei pedra na cruz, né? Tá dando tudo errado e essa amargura parece que não tem fim. E às vezes a gente se sente nessa situação. Nós somos humanos ainda, somos imperfeitos. Então vai ter momentos que a gente vai sentir sim amargurado, a sensação de que tá tando tudo errado, que não tem ninguém nos amparando. Só que continua essa reflexão. E aí ele fala que as pessoas ficam presas no passado. Lembro dos seus dias de infância, da juventude, das esperanças que ela tinha no passado. Um exercício muito legal de se fazer que quando a gente faz mexe com nossas emoções. ajuda muito no trabalho chamado de reforma íntima, é forçarmos a lembrança da nossa infância, forçarmos a lembrança do que tínhamos quando éramos pequenos. Porque quando éramos pequenos não tinha limit, a gente imaginava coisas absurdas. Certo? Outro dia, né? não tem muito

a da nossa infância, forçarmos a lembrança do que tínhamos quando éramos pequenos. Porque quando éramos pequenos não tinha limit, a gente imaginava coisas absurdas. Certo? Outro dia, né? não tem muito tempo. Minha filha foi até me questionar sobre o que que eu queria ser quando era pequeno. Eu não lembrava muito bem. Eu tinha alguns flash e aí um dos flashes foi que eu queria ser paleontólogo, né? E aí eu lembro quando fui falar paraa minha mãe e pro meu pai, meu pai não tinha menor ideia do que que era paleontólogo. E aí eu fui falar dos dinossauros e eu gostava ficar cavando na terra e ele não tinha nem ideia do que era isso. Essa ideia se perdeu. E aí eu falei assim: "Caramba, eu já quis ser paleontólogo". E aí começa a vir as lembranças de sonhos que eu tive quando pequeno e que ficaram por lá. Alguns adormeceram, alguns não faziam muito sentido, né? Você pegar a criança, tem aquela eh metáfora comum, né? De imaginar que o a nuvem é feita de algodão doce, né? Então essa imagem é uma poeril, mas podem ter imagens no nosso dia a dia, sonhos que ficaram só adormecidos. Falei assim: "Poxa, esse sonho eu consigo realizar, eu posso voltar ele à tono, eu posso satisfazer essa criança interior dentro de mim. E aí essa viagem para dentro de nós faz parte do que o espiritismo muito enfatiza, da necessidade da reforma íntima, porque nessa viagem interior nós vamos perceber o que é positivo, o que a gente já superou do nosso passado e o que a gente ainda não superou. Mas não vemos com tristeza, como em alerta aqui, vamos ver como uma forma de nos aprimorarmos. Eh, Emmanu fala que a cada instante nesses nessas tristezas, na lembrança do passado, pode acontecer de ter essa impressão do vazio, né? Se sentir incompleto. E aí ele faz alerta que essas horas de se sentir vazio, incompleto, pertence a todas as criaturas humanas. Então, eu até comentei, né? A gente tá falando aqui de imaginar de pessoas que se sentem solidões, que estão sempre reclamando, mas ele fala que esse sentimento de se sentir meio perdido,

ras humanas. Então, eu até comentei, né? A gente tá falando aqui de imaginar de pessoas que se sentem solidões, que estão sempre reclamando, mas ele fala que esse sentimento de se sentir meio perdido, sem chão, pertence a todo mundo. E aí ele fala o seguinte, e ele dá um um alerta, né? falou assim: "Olha, se você ainda não viveu, então assim, tudo que eu disse aqui, nada se encaixou na sua vida, espere a sua oportunidade." E ele fala assim: "Você não se encaixou em nada, calma que vai vir". Porque ele diz que até no momento de nos retirarmos da carne, vai ter a situação de nos sentirmos sem chão. Às vezes é no ambiente familiar, que é provavelmente o momento mais difícil, de repente a gente sentir que tá ali sendo amparado quando na verdade não está. às vezes das pessoas que a gente mais espera, né, eh, tem situações e que o pai e a mãe não refletem aquela figura que nós costumamos ter como criança, de nossos heróis, daquele que vão suportar no nosso desenvolvimento. às vezes passa um tempo, são irmãos de mesmo pai, de mesma mãe ou irmãos que no mesmo ambiente familiar, que se comportam de forma equivocada, de uma forma que a gente não esperava. às vezes o que é comum e ambiente de trabalho, aquelas pessoas que a gente achava que era nosso amigo, a gente descobre que tava fazendo fofoca, a gente descobre que puxou o nosso tapete por uma promoção, ou aquela pessoa que a gente achava que tava querendo nos ajudar, na verdade tinha interesses escusos, interesses sombrios por trás e só nos usou. E aí, Emanuel fala que essas situações vão acontecer com todos nós. Vai ter um momento que a gente vai se sentir sozinho, vai ter um momento que a gente vai se sentir isolado. E aí, que que Emanuel coloca? que nesses momentos de dificuldade convence-te que chegou paraa tua alma os dias de serviço pro Mar alto. Nesse momento em que a gente tá se sentindo que as coisas estão ficando mais difíceis, é o momento em que Jesus tá chamando a gente pro mar alto. E se a gente se empenhar, por exemplo, nessa

Mar alto. Nesse momento em que a gente tá se sentindo que as coisas estão ficando mais difíceis, é o momento em que Jesus tá chamando a gente pro mar alto. E se a gente se empenhar, por exemplo, nessa nessa viagem interior de reforma íntima, aí é mais ainda que a gente vai se sentir isolado no Mar alto, a gente começa a ficar mais seletivo. Não é todo local que a gente vai ou se vai, a gente não vai ter os mesmos comportamentos que tinha no passado. pegando o ambiente do trabalho. É comum no trabalho, a gente sai para almoçar ou vai pro chamado hour, aquele momento que a gente vai tentar descontrair. É comum nesse momento do rap de descontração, o uso de bebida alcoólica, o uso às vezes de cigarro. E aí, se eu já fiz uso desses entorpescente, às vezes de forma abusiva, exagerada, se eu começo a fazer reforma íntima e entendo que esses entorpescentes não me beneficiam, eu começo pelo menos a maneerar. Então, se eu tomava cinco copos de chope, taças de chope, de repente eu vou para uma só. De repente, aquilo já não me traz tanta alegria quanto traz antes, eu opto por não beber mais. E aí, quem já foi para um local em que tá todo mundo bebendo bebida alcoólica e você não? Ou do que é convidado, né? A gente é convidado de vez em quando a ser o motorista da rodada, né? aquele que vai est dirigindo e não bebe e o a turma toda tá bebendo e aí você tá ali sóbria. É estranho. Você é o diferente no grupo e aí você tá isolado. E aí, voltando à reflexão, se eu tô começando a mudar o meu comportamento, eu vou me sentir sozinho em algumas situações. Não é para não deixar ir, mas é para eu me concentrar no que que eu quero de fato para minha vida. Conheço pessoas que são vegetarianas e frequentam churrasco. É estranho? Não, porque para ela é mais importante a companhia dos que estão ali do que propriamente a gestão da carne. Então, normalmente elas se alimentam antes do churrasco e vão para se divertir. Há problema de ir no bar, num rap hour, no almoço com colegas do trabalho? também não, mas se eu opto por

stão da carne. Então, normalmente elas se alimentam antes do churrasco e vão para se divertir. Há problema de ir no bar, num rap hour, no almoço com colegas do trabalho? também não, mas se eu opto por não beber mais, eu posso estar ali com o objetivo de só confraternizar e ainda assim eu posso estar me sentindo sozinho. E mas é essa reflexão que Emanu coloca que quando eu começo a mudar meu dia a dia, quando eu começo a mudar minhas atitudes, eu vou tender a me sentir meio sozinho. A gente falou de ambiente de trabalho, né? Normalmente tem muita fofoca, muito disse que não me disse. Se eu opto por seguir Jesus e seguir os passos fielmente que Jesus colocou, faz sentido eu alimentar uma fofoca? Faz sentido eu ver o defeito e apontar o defeito do meu irmão? Não faz. Então, se eu estou numa roda que tá todo mundo malhando alguém e eu não malho essa pessoa ou eu tento ser mais cristão ainda, ao invés de dizer ponto negativo, eu tento dizer coisa positiva, eu fico me sentindo mais estranho ainda. Então, Emmanuel coloca aqui que toda situação que a gente vai ser convidado a Jesus de realmente seguir ele e se sentir sozinho, a gente vai estar sendo convidado ao maior alto. E o sentimento de solidão, né? Será que de fato a gente tá sozinho? E aí Emanu fala que não. Ele fala assim, ó, eh, lembra-te que além do túmulo há companheiros que te assistem e esperam carinhosamente. Nós temos uma legião de espíritos torcendo por nós, a começar por um que tem como missão principal nesse momento da vida dele e nos acompanhar do nascimento ao túmulo, da preparação reencarnatória até o desenlace da desencarnação. Alguns chamam de anjo da guarda, mentor espiritual, não importa. Joana deâ quando foi se apresentar para Edivaldo Franco, se apresentou como um espírito amigo. É a gente imaginar que realmente existe um espírito que nos acompanha e ele tem uma conexão conosco de outras vidas. é que a gente não tem a a visão do quadro completo, mas ele tem uma conexão muito íntima conosco e ele tá sempre à nossa

te um espírito que nos acompanha e ele tem uma conexão conosco de outras vidas. é que a gente não tem a a visão do quadro completo, mas ele tem uma conexão muito íntima conosco e ele tá sempre à nossa disposição. Não quer dizer que ele tá 100% ao nosso lado. Ele tem lá os afazeres dele onde que ele está. Mas basta um pensamento para ele e ele é chamado para estar ao nosso lado. Nos momentos de dificuldade, de esforço, ele está ao nosso lado. E aí me venho na mente é um texto, né, que depois foi transformado numa música chamada Pegadas na Areia, que fala na no texto que a pessoa teve um sonho. Ele sonhava que estava numa praia caminhando e na tela passavam cenas da vida. E essa pessoa no sonho se sentiu tão feliz porque viu Jesus ao seu lado caminhando na praia. Só que de repente o tempo se fechou, as cenas da vida começaram a mudar e quando ele olhou, ele só tava enxergando um par de pegadas. E aí ele lembra de Jesus assim pô, cadê Jesus do meu lado? E aí ele fala: "Senhor, por que me abandonaste nas horas de amargura e de aflição? Eu que tanto procurei o teu amor, eu me senti abandonado. E aí Jesus, ao ouvir a súplica desse senhor, falou: "Filho, eu te amo". Então assim, ele nem tentou se justificar. A resposta foi o eu te amo. Eu jamais te abandonaria nas horas da tua prova e do teu sofrimento. Quando na areia viste só um par de pegadas, foi aí que eu te carreguei. Esse texto e é a música, né, chamada Pegadas na areia, né? Eu me vem à mente a versão com o padre Zezinho. É tão forte que traz, vai ao encontro dessa reflexão final aqui de Emanuel, que Deus nunca deixa seus filhos desamparados. Jesus falou que nenhuma ovelha seria perdida. Ainda aquele que esteja hoje afundado no lodo do crime, tendo prazer em praticar o mal, ainda esse irmão ou irmã será uma ovelha resgatada. Ainda essa pessoa tem solução. Ela vai ter uma solução no tempo dela, assim como Simão teve no tempo dele. Ainda que ele foi convidado por Jesus, ele era meio torrão. Ele ficou brigado com Mateus Levi por muito tempo, porque

lução. Ela vai ter uma solução no tempo dela, assim como Simão teve no tempo dele. Ainda que ele foi convidado por Jesus, ele era meio torrão. Ele ficou brigado com Mateus Levi por muito tempo, porque era cobrador de impostos. Ele não entendia. Diversas são as passagens que mostra Simão Tenso com raiva e todos os apóstolos passaram por esses momentos e assim nós também passamos. Então, toda vez que a gente se sentir sem chão, sozinhos, sem amparo, que a gente possa trazer a nossa mente que é Jesus nos chamando ao mar alto, Jesus nos chamando para aquele ambiente que a gente acha que não tem mais peixe nenhum, jogar a rede, porque lá tá cheio de peixe. E a gente possa ter essa percepção de que existe uma espiritualidade ao nosso redor nos acompanhando, torcendo por nós. Cada vitória é muito aplauso que a gente tem do outro lado. E cada derrota, cada escorrega, escorregadão que a gente dá, eles estão ali tentando nos amparar, não para fazer a gente andar, mas nos amparar pra gente levantar e seguir em frente. Essa foi a pequena reflexão, né, baseada aqui no no na no texto de Emanel. Agradecer a todos que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Meninezes, principalmente nessa chuva, né, que acordou a gente nessa manhã de terça-feira. Agradecer também todos que estão aqui virtualmente, né? Eh, veja aqui a massagem da Maiana novamente. Obrigado a Neid, Isabela, a Joelma de Petrópolis. Petrópolis também quando chove bem gostoso, né? Porque é região serrana lá do Rio de Janeiro e tem boas recordações de lá, né? É a cidade imperial, né? Onde a família real passava e o seu veraneio, por assim dizer, e tem a casa de Santos do Mon também muito gostosa lá em Petrópolis, né? Guarda boas lembranças. que a gente possa eh nessa reflexão, nesse sentimento de agradecimento a nosso pai, a Jesus, nosso mestre, nosso guia, que a gente possa sair desse momento da palestra com a ideia de que hoje é uma página em branco que temos diante de nós. O que a gente vai escrever nessa página

pai, a Jesus, nosso mestre, nosso guia, que a gente possa sair desse momento da palestra com a ideia de que hoje é uma página em branco que temos diante de nós. O que a gente vai escrever nessa página depende dos nossos pensamentos, depende das decisões que eu tomar com os pensamentos que eu estou tendo, mas que a gente possa internalizar a mensagem de que não estamos sozinhos, que num momento de dificuldade, de dúvida, que possamos rogar ao alto, rogar ao nosso mentor, nosso anjo da guarda, que ele nos ilumine, que ele nos oriente e que a gente possa estar atento qual é a resposta que virá do alto, se a resposta vai vir como uma forma de intuição, se a resposta vai vir por forma de uma palestra, de uma música, de um texto, não importa, a resposta virá. que possamos nessa renovação de energias sairmos daqui fortalecidos na esperança de que Deus é o nosso pastor e nada há de faltar. Que assim seja. Graças a Deus. Muito obrigado. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual.

horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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