A CORAGEM DE SER FIEL A SI MESMO - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/08/2025 (há 8 meses) 46:05 1,707 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim Encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda beleza. de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Muito bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Recebe sempre a todos com muita alegria, com os braços abertos, com muito carinho para que a gente possa eh vivenciar um pouco do nosso interior, das nossas crenças, das nossas ideias e quem sabe fazer um mundo ainda melhor para nós mesmos. Para começar, eu vou ler um o capítulo 154 desse imenso livro, e é um imenso capítulo que tem o tamanho de uma folha, chama-se Vida Feliz, um livro psicografado por Divaldo Franco, trazendo mensagens do espírito Joana de Angeles, que era a sua mentora e que também é a mentora de nosso grupo de trabalho da manhã das quartas-feiras. Então diz assim: "A verdadeira coragem é demonstrada pela maneira como se enfrenta a batalha da vida no seu dia a dia. Convém não confundir a coragem com a temeridade. A coragem é calma e constante, lúcida e criativa, enquanto a temeridade se apresenta desesperada, agressiva e irritada. A coragem nasce na fé. que sabe o que deseja e se empenha para consegui-lo. Enfrenta os obstáculos sem enfraquecer-se e resiste ao tempo sem perder o valor. Raciocina antes de agir e permanece iluminada pelo ideal enquanto se mantém no campo das lutas. Demonstre então a tua coragem, agindo sempre com acerto e equilíbrio. Então, agradecidos a Joana por essa lembrança de que a coragem com que devemos enfrentar a vida, ela deve passar também, não apenas pelos nossos desejos, mas pelas nossas possibilidades e estar sempre em consonância com nossas com nossa fé. Que agora façamos uma pequena prece de agradecimento a Deus, nosso pai, pelo doma, pela oportunidade que nos dá de vivenciarmos experiências nesse planeta,

mpre em consonância com nossas com nossa fé. Que agora façamos uma pequena prece de agradecimento a Deus, nosso pai, pelo doma, pela oportunidade que nos dá de vivenciarmos experiências nesse planeta, experiências que nos levarão, com certeza, a novos estágios de consciência que nos levarão a outros patamares de amor. E assim agradecidos a Deus pela oportunidade do encontro, pela oportunidade do crescimento, pela oportunidade da vivenciar o amor com os nossos semelhantes, nós dizemos: "Obrigada, meu pai e assim seja". Agora eu passo a palavra pro Anderson. Ele vai falar para nós sobre a coragem. Obrigada. >> Muito bom dia todos que estão aqui no salão Bezerra de Menezes e também aqueles que nos acompanham pela internet, né? Já vejo aqui a Giovana, Gilberto Mota, a Amanda, Nara, Raquel, Cleid, tentam ser todos, né, bem-vindos, né, a essa casa que nos acolhe, né, muitos a gente fala da família comunhão. E sobre o tema de hoje, né, a coragem de ser fiel a si mesmo. A principal, né, referência no mês passado eu comecei a trazer algumas reflexões desse livro aqui chamado Sendas Luminosas. de autoria de Joana de Angeles, foi recebido pelo médio Divaldo Franco. O que me chamou atenção de diferente nessa nova edição, porque é um livro antigo, é que ao lado dos textos foram incluído glossário das palavras um pouco mais difíceis que Jonas utilizou em seus textos para ajudar na nossa interpretação. Então, no mês passado, trouxemos a reflexão na sexta do capítulo um, na quando eu vim aqui quarta-feira no capítulo dois. E esse mês eu resolvi repetir a dose pro capítulo 3 e capítulo 4. E o capítulo 4 ela intitula como intrepidez moral. Intrepidez já é uma palavra diferente, né? Não é comum a gente se utilizar. E aí ela em trepidez vem da o verbo trepidar, né? O trepidar é vacilar, titubiar. Então, ao que é trípedo, ele tá vacilando e ao que é intrípeto, ele tá firme. E aí vai muito ao encontro da mensagem inicial que também é de Jona de Angeles, né, trazendo essa perspectiva que a coragem ela é firme, só que ela é

e tá vacilando e ao que é intrípeto, ele tá firme. E aí vai muito ao encontro da mensagem inicial que também é de Jona de Angeles, né, trazendo essa perspectiva que a coragem ela é firme, só que ela é firme num sentido sereno, tranquilo, né, com um propósito. Não é ser firme somente por ser firme. E aí eu gostaria de fazer uma pergunta envolvendo essa questão da coragem de ser a si mesmo. Se em alguma momento em nossa vida a gente precisou apagar a nossa luz, silenciar, concordar com algo que lá no íntimo a gente de fato não estava concordando, apenas para sermos aceitos no grupo onde estávamos, apenas para, como diz o ditado popular, seguir a maré. É lógico que essa pergunta que eu que eu fiz, ela acaba sendo inevitável. Videos relacionamento nos casamentos, vi nossos ambientes de trabalho. A vida não acontece exatamente como gostaríamos. A gente precisa se adaptar. Mas existe um limite. E que limite é esse? o limite em quando eu começo a agir no meu dia a dia de forma diferente do que eu acho que é o correto, traduzindo em algo mais simples, quando no meu dia a dia eu executo, executo coisas que vão que são diferentes dos valores que eu acredito. Então, se eu acredito que algo é necessário para que eu possa viver no meu dia a dia, algo simples, como, por exemplo, avançar o sinal. Para algumas pessoas, avançar o sinal não é permitido em hipótese nenhuma. Para outras nem tanto. Se não tiver ninguém passando, eu posso avançar. Então, se eu acho que aquilo ali não é para ser feito e no momento que eu faço, eu me sinto uma ponta de culpa. Poxa, eu fiz algo que eu não gostaria. Usei o exemplo do sinal, mas isso pode ser para qualquer sentido e o sinal como uma simbologia do nosso dia a dia. Então, a gente precisa ficar atento. E aí volto a a trazer uma questão que nas palestras eu gosto sempre de trazer, que é a questão 919 do livro dos espíritos, onde na resposta Santo Agostinho nos convida para uma reflexão de nós mesmos. a gente se autoconhecer. Então, se eu não consigo me conhecer, se

e de trazer, que é a questão 919 do livro dos espíritos, onde na resposta Santo Agostinho nos convida para uma reflexão de nós mesmos. a gente se autoconhecer. Então, se eu não consigo me conhecer, se eu não sei o que que é importante para mim ou não, fica muito difícil se eu tô sendo perceber se eu tô sendo fiel a mim mesmo ou não. E às vezes aquele sentimento de desânimo, aquele sentimento de não pertencimento ao grupo em alguns casos é que disse eh que eu não estou ali combinando com os meus valores. Então, se no meu dia a dia eu tô fazendo algo que vai que tá alinhado com meus valores, eu fico tranquilo. Mas no momento que eu começo a fazer coisas que eu não concordo, eu começo a me sentir estranho, triste, um peixe fora d'água. E aí essa reflexão que Joana traz nesse capítulo da necessidade de sermos firmes com relação aos nossos valores. Eu queria iniciar, né, o a palestra lendo, né? Eu separei aqui o capítulo, é, ele tem diversos conteúdos, mas eu separei três textos pra gente refletir em cima deles. O primeiro, a Joana fala: "O homem e a mulher de bem que aspiram a um ideal superior, nunca trepido e pô-lo em prática". Então eles não hesitam. Se eu sou um homem de bem ou uma mulher de bem, eu não vou hesitar em colocar em prática, né, o o ideal superior. Reconhece que são muitos os óbices a vencer, então são muitos obstáculos a vencer, mas também sabe que a compensação em forma de bem-estar é superior a todos os labores que desenvolverem. Permanecem inalterados quando tudo se modifica à sua volta. Então, ainda que a nossa volta ao nosso redor começam a ter mudanças de comportamento, de atitudes, eu fico firme no ideal, no propósito que eu acho que é o correto. E essas mudanças podem provocar dificuldades de sabor, né? Sabor aquele desconforto. Consciente de que a sua tarefa é de melhorar as condições reinantes e abrir perspectivas de antes não conhecidas. Muitas vezes são considerados sonhadores e aventureiros. No entanto, conhece aquilo que aspiram e não se preocupam com o conceito que são

dições reinantes e abrir perspectivas de antes não conhecidas. Muitas vezes são considerados sonhadores e aventureiros. No entanto, conhece aquilo que aspiram e não se preocupam com o conceito que são tidos, mas sim com os objetivos que trazem em mente. Então, às vezes, as pessoas firmes num propósito são conhecidas como sonhadores, né? E aí às vezes a gente fala assim: "Poxa, o mundo tá perdido, tá acontecendo muita coisa, cada vez coisas piores". E aí se você levantar para assim: "Não, mas Deus está no comando. Jesus é o nosso pastor, nada nos faltará". Eu falei assim: "Poxa, mas aí você é um sonhador, você acha que vai melhorar?" Com certeza. E aí ela traz essa perspectiva de que às vezes a gente é considerado sonhador, aventureiro, algo que tá assim, tá fora da caixinha, né? E ela convida pra gente ficar ali firme nesse ideal íntimo de que realmente as coisas vão melhorar. enfrentam reverses, né, assim, acontecimentos que não eram previstos, que não os desanimam antes, mas os fortalece, conquistando-lhe mecanismo de valorização do ideal que deva ser conquistado. Então essa primeira introdução, a introdução, a o início do capítulo de Joana, ela coloca o ideal íntimo como uma base, né, uma rocha que temos dentro de nós. E aí cada um vai ter o seu íntimo, né, a sua rocha. Por isso que eu falei no começo, muito importante a questão 919, quando o Santo Agostinho nos convida, ele reforça um pensamento antigo do conhece-te a ti mesmo. Então, precisamos fazer essa essa viagem interior, entender o que que a gente gosta, o que que a gente não gosta, o que que é permitido na nossa consciência fazer, o que que não é mais permitido e estarmos alinhado com esses valores. Só assim a gente começa a ter uma consciência mais tranquila, uma consciência mais leve e aí a vida fica mais leve. Um outro ponto que ela coloca aqui é sobre a opinião dos outros. Então, num parágrafo ali, ela fala assim: "Muitos podem chamar a gente de sonhador, de aventureiro, e a gente tende a ser julgado no momento em que a

que ela coloca aqui é sobre a opinião dos outros. Então, num parágrafo ali, ela fala assim: "Muitos podem chamar a gente de sonhador, de aventureiro, e a gente tende a ser julgado no momento em que a gente decide ser fiel aos nossos valores. A gente vai ser julgado, a gente vai ser talvez minimizado, a gente pode ser até uma espécie de escarne descartado." Só que a questão é que o nosso propósito na nossa encarnação não tem nada a ver com o outro. A luta é contra nós mesmos. No filme do Divaldo Franco tem uma cena que é um diálogo da Joana de Angeles com ele falando que as pessoas e as situações nunca existiram como ele os via. As pessoas e as situações só foram colocadas em tornos dele para que ele se melhorasse enquanto espírito, que se ele mantesse essa ideia no íntimo dele e na certeza da imortalidade da alma, ele vai chegar no final da vida dele com a consciência tranquila. Então, por mais que os outros não concordem com a nossa decisão de sermos fiéis ao que a gente acha que é correto, precisamos ser firmes em nosso propósito. Eu quero trazer uma outra questão do livro dos espíritos, que é a questão 918. Quando Kardec pergunta a espiritualidade sobre o progresso real, onde que se encontra o progresso real do espírito, né? aquele sentimento de que poxa, eu cheguei no final de uma encarnação realmente progredindo. E a resposta dos espíritos fala o seguinte: "O espírito prova a sua elevação quando todos os atos de sua vida corpórea constitui a prática da lei de Deus e quando compreende por antecipação a vida espiritual". Então é quando eu, no meu dia a dia, da minha atual encarnação, eu me esforço ao máximo de estar alinhado a lei divina. E onde que ela tá escrita? Na consciência e também na certeza, né, da vida espiritual que a gente tá tendo essa experiência na Terra, mas essa aqui não é a nossa vida propriamente dita natural, né? Nós somos espíritos, nós temos um corpo. E aí no momento da desencarnação e aí esse corpo fica, nós enquanto espíritos continuamos a ter uma vida

aqui não é a nossa vida propriamente dita natural, né? Nós somos espíritos, nós temos um corpo. E aí no momento da desencarnação e aí esse corpo fica, nós enquanto espíritos continuamos a ter uma vida além do túmulo. Então ter essa certeza nos ajuda a superar os desafios do dia a dia. Um outro ponto que eu gostaria de trazer, que aí tá muito alinhado com essa questão da opinião dos outros e é algo que é inevitável. No momento em que eu vou decidir ser fiel a mim mesmo, a gente provavelmente vai ter um momento de solidão. Solidão porque aquelas pessoas que estavam conosco na caminhada não concordarão com o nosso, não é falar desejo, né? na nossa decisão de ser fiel a si mesmo. No momento em que eu acabo selecionando o que eu faço no meu dia a dia, aqueles que me acompanham hoje e não concordam com essa minha decisão, eles tendem a se afastar. E aí, nesse afastamento, a gente precisa encarar isso como uma seleção natural de afinidade, uma seleção natural de relacionamento, porque a gente se afiniza a todo momento uns com os outros. É natural quando a gente vai começar a pensar que existe vida depois da dessa vida, que a gente já teve vidas antes e vidas depois. A gente começa às vezes conhecer dentro das pessoas e fala assim: "Eu sinto que eu te conheço de de outra vida". O contrário também acontece, né? A gente bate o olho em alguém, aí fala assim: "Vixe, eu não fui com a cara do fulano, deve ser coisa de outra vida". Só que às vezes não necessariamente isso acontece. Esse essa afinidade natural inicial, mesmo que a gente não se conheça nessa vida, ou uma antipatia, né? logo de cara, pode ser algo que inclusive a doutrina dos espíritos nos traz, que é a chamada lei de afinidade. Então, a gente tende a ser atraído pelos afins. Então, quando eu encontro alguém que tem a mesma, está na mesma sintonia que a gente, a gente fica afinizado quase que instantaneamente. O contrário também acontece, né? alguém que não tá sintonizado com a gente, a gente sente essa força que repele, né,

á na mesma sintonia que a gente, a gente fica afinizado quase que instantaneamente. O contrário também acontece, né? alguém que não tá sintonizado com a gente, a gente sente essa força que repele, né, que não atrai. E isso vai acontecer com o que a gente convive no dia a dia. No momento em que eu decido vir para cá, alguns amigos, inclusive familiares que querem vir para cá, vão se afastar. Só que a gente precisa ver essa seleção que eu falei como uma oportunidade pra gente receber outros espíritos em convivência que vão estar alinhados com o nosso propósito. Então essa solidão material, ela tem de ser provisória, ela tem de ser uma seleção, um ajuste ali. É como se fosse aquele ônibus cheio que dá aquela freada e aí todo mundo se arruma dentro do ônibus, né? E aí dá um, é, vai arrumar, né? É o freio de arrumação, né? A norma falou, às vezes o às vezes o motorista vai até de propósito, né? Não tá conseguindo colocar mais gente, ele dá aquela freiada, o pessoal se arruma, cabe mais gente. E às vezes isso é necessário. Um outro ponto para também trazer para nós com essa solidão aparente é que a gente não pode esquecer do mundo espiritual. Nós temos uma legião de espíritos que torcem por nós, espíritos que já foram nossos familiares encarnações anteriores e que agora estão no mundo espiritual, mas estão nos ajudando. Espíritos que poderiam estar em outra espera. E aí posso trazer o exemplo aqui do Bezerra de Menezes, mentor dessa casa. Ele não precisaria estar mais vinculado ao planeta Terra. Mesmo assim, ele solicita a Maria essa oportunidade de estar, de continuar nos ajudando, nos orientando, porque muitos corações amigos permanecem na terra. Então, há diversos espíritos que estão nos ajudando. E e que acontece quando eu decido ser fiel a mim mesmo, como a espiritualidade coloca, ser fiel à lei divina, isso acende uma luz, é um sinal para a espiritualidade do caminho que eu estou tomando a decisão. E o que que acontece? Eles conseguem nos auxiliar cada vez mais. Porque eu falei

er fiel à lei divina, isso acende uma luz, é um sinal para a espiritualidade do caminho que eu estou tomando a decisão. E o que que acontece? Eles conseguem nos auxiliar cada vez mais. Porque eu falei da lei de afinidade, né? Então, a gente se atrai pelos afins. Então, no momento em que eu decido pelo caminho correto, o caminho da moral, o que a gente defende no espiritismo, o caminho da moral cristã, os espíritos conseguem nos auxiliar mais e eles nos aproximam e acabam os espíritos que não concordam com essa decisão ou querem nos atrapalhar tem mais dificuldade de nos acessar. Voltando ao filme do Divaldo Franco, a Joana alerta ele, né, que aí no filme aparece muito um espírito que tá querendo prejudicar ele o tempo todo, desde que ele é pequeno, rindo, querendo afastar ele do do caminho correto. E a Joana fala que aquele espírito só consegue influenciar ele nos momentos em que ele abaixa a vigilância, nos momentos em que ele deixa a irritação, a frustração tomar conta. Não quer dizer que a gente não vai ficar triste, não vai ficar frustrado. Acontece. Nós estamos no mundo ainda de provas e expiações. Nós passaremos por expiações. Nós passaremos por provas, por desafios. Só que a gente não pode deixar que esse estágio permaneça por muito tempo. Nós precisamos dar a volta por cima. Então, no nos momentos, a Joana falando com o Divaldo, que ele se deixava, né? Então assim, ele perdeu emprego, ele teve frustração de diversas situações. Nesses momentos o espírito conseguia influenciar ele negativamente. Nos momentos que ele ficava vigilante e mantinha em oração, seguindo a orientação de Jesus de vigiar e orar, o espírito que queria prejudicar ele não conseguia. E um outro trecho, né, que eu queria trazer aqui também para pra palestra, ele tá mais no meio do capítulo, e fala o seguinte, ó, a sua intrepidez moral, então a sua firmeza moral consegue tornar-se respeitada, gerando simpatia onde se exterioriza, atraindo adeptos para os seus planos, mais pelos atos que imediamente o verbalismo dourado de

idez moral, então a sua firmeza moral consegue tornar-se respeitada, gerando simpatia onde se exterioriza, atraindo adeptos para os seus planos, mais pelos atos que imediamente o verbalismo dourado de vazios fetios. Em uma sociedade que se apresenta como egoísta, salvadas as exceções exigentes, vivendo do utilitarismo imediatista, parece não haver lugar para o homem e a mulher de bem. No entanto, é exatamente nesse campo difícil onde deve medrar os sentimentos de dignificação e solidariedade humana, desde que alterado o contexto vigente, de forma que se modifique as paisagens conhecidas graças ao amanhecer do idealismo puro. Então, a Joana traz essa mensagem de que no momento em que a gente fique firme, né, com a nossa proposta de sermos fiéis a nós mesmos, a gente invariavelmente vai atrair adeptos. Mas essa atração de adeptos ao nosso propósito é muito mais pelo que a gente faz do que a gente fala. E aí, para quem já é pai ou mãe ou tem criança na família perto, a gente tem esse exemplo bem vivais, né? Porque as crianças parecem que tá nos vigiando o tempo todo. E basta que a gente faça algo diferente do que a gente orientou a elas, elas vão lá e puxam a nossa orelha sem dó nem piedade. Então assim, eu tenho duas meninas pequenas em casa o tempo todo, né? a sensação que eu tô sendo vigiado. E isso é bom, né? É uma forma da gente tá conhecendo a si mesmo, sendo vigilante, né? Aí me me aventurei em começar a fazer palestras, né? é um grande desafio também, porque a proposta do palestrante é pegar um tema, refletir ele e compartilhar as suas próprias reflexões. E aí que tá a magia, né? Porque de dois palestrantes diferentes, provavelmente não vão falar a mesma coisa sobre o mesmo capítulo, queçar sobre o mesmo parágrafo. Eles vão ter visões diferentes. Mas o grande desafio que acredito do palestrante é trazer o que ele tá aqui compartilhando pro seu dia a dia para que a palavra não fique vazia. Porque como a Jana tá falando aqui, os atos do dia a dia eles reverberam muito

e acredito do palestrante é trazer o que ele tá aqui compartilhando pro seu dia a dia para que a palavra não fique vazia. Porque como a Jana tá falando aqui, os atos do dia a dia eles reverberam muito mais do que é verbalizado. E aí eu lembro de uma passagem, né, da vida de Gand, que é um tanto engraçada, que fala que, né, várias pessoas iam procurar G para pedir orientação e uma mãe veio pedir orientação pro seu filho que tava obeso, né, acima do peso e foi conversar com o Gandy dizendo assim: "Gandi, eu tenho problema com meu filho, ele não para de comer doce, né? Tá cima do peso, tá com problema de saúde e, pô, o que que você pode falar para ele?" Gand olha pra criança, olha pra mãe e fala assim: "Volta daqui há uma semana". Aí tá bom. Elas, eles foram embora, a semana se passou, ela volta com o filho dela e diz: "Gand, estamos de volta, viemos semana passada, era isso. E agora?" Aí Gandy olha pra criança e fala: "Pare de comer açúcar". A mãe fica meio se sentindo estranha, né? F assim: "Poxa, mas como assim? Você pediu para eu voltar uma semana depois só para você falar pro meu filho para parar de comer açúcar. Por que que você não falou isso semana passada? E aí a resposta de Gand é porque na semana passada eu também comia muito doce. Eu tava comendo muita coisa com açúcar. Então eu fiquei uma semana sem gerir açúcar para que na minha orientação para ele fosse algo com que de fato eu estava vivendo. Olha a preocupação desse espírito de na orientação para o outro ser a orientação que de fato ele estava vivendo no seu dia a dia. muito consciente, né, que vai ao encontro aqui da da mensagem de Joana de que são os atos, né, as palavras têm uma energia muito diferente quando sai do coração de alguém que realmente tá vivendo aquilo, né, seja de orientação, seja de desafio. Então, eu achei muito interessante isso. Eh, um outro ponto, né, que que ela coloca aqui é de que ela fala da sociedade é egoísta, muito pensando no utilitarismo, né, na coisa individual. E é nesse campo difícil que a gente

nteressante isso. Eh, um outro ponto, né, que que ela coloca aqui é de que ela fala da sociedade é egoísta, muito pensando no utilitarismo, né, na coisa individual. E é nesse campo difícil que a gente precisa ser firme em nossa moral, sermos fiéis a nós mesmos. E aí eu queria trazer uma um compartilhamento que o Aroldo Dutra Dias fez dele próprio, né? Ele como juiz lá de Minas Gerais, ele tinha acabado de passar no concurso e foi alocado numa cidade do interior, né, num uma jurisdição ali bem pequenininha para tratar eh de casos envolvendo crianças e adolescentes. Ele vai até um convento para conversar, né, com com o pessoal que trabalhava no convento e recebia muitas crianças, né, situações de criança com família que não não tinha estrutura para ficar com elas. E aí ela olha para Aroldo e e percebe que ele tava triste por estar ali naquele local bem longe, né, bem interior. Ele fal assim: "E tô percebendo que você tá um pouquinho triste, desanimado". E aí assim ele: "Ah, tô aqui, né? Passei no concurso, tudo bem para ajudar". E aí ela fala uma frase que ele diz que reverbera no coração dele até os dias atuais. E eu comecei a ressignificar minha vida nessa perspectiva. Ela disse para ele o seguinte: "Nós precisamos aprender a florescer onde Deus nos plantou. Porque às vezes a gente pode se sentir incomodado no ambiente que a gente tá, se sentir, como eu falei no começo, um peixe fora d'água, mas às vezes Deus está contando conosco naquele local. Às vezes a gente pode ser a última resistência do bem no ambiente em que nós estamos. Isso traz um um senso de responsabilidade muito grande, que às vezes pode pensar assim: "Poxa, mas eu tô aqui na minha vida, no meu mundinho". Sim, você. Porque nenhum de nós é esquecido no campo do amor de nosso pai. Jesus falou: "Nenhuma ovelha seria perdida". Então, a todo momento a gente tá sempre sendo amparado em cada situação, em cada desafio. E no momento que a gente decide ser fiel a si mesmo, ter essa eh intrepidez moral, essa firmeza moral, a espiritualidade entende

nto a gente tá sempre sendo amparado em cada situação, em cada desafio. E no momento que a gente decide ser fiel a si mesmo, ter essa eh intrepidez moral, essa firmeza moral, a espiritualidade entende assim: "Pô, ali tem alguém que a gente possa pode contar". E às vezes as pessoas vão tá nos observando se a gente tá sendo fiel, se não estão sendo hipócritas, né? e falar uma coisa e fazer outra. E aí, nessa firmeza, a gente vira uma referência tanto pros encarnados também, como pros desencarnados. E aí trazer essa perspectiva de firmeza moral não acontece da noite pro dia, ela vai acontecer aos poucos. É como se fosse um músculo, né? A gente tá ali fortalecendo, a gente vai pra academia, começa a malhar, o músculo dói, voltar no dia seguinte, o o músculo dói um pouquinho menos. Depois a gente começa a ver que a gente fica mais forte, a mobilidade começa a melhorar. E é nisso que também acontece com a nossa decisão de ser fiel a nós mesmos. Se a gente vê enquanto jovens, a gente é muito suscetível ao ambiente que a gente tá. A gente pode até ouvir, né, de amigos, né, pô, deixa de ser careta, experimenta isso. Poxa, você também não vai. Tá todo mundo indo, só você não vai. E a gente sente aquela pressão de também tá junto, né? E é natural, porque é esse músculo que ainda não tá sendo tão trabalhado. O alerta é que quando a gente começa a ficar na fase mais madura da vida, a gente começa a ficar mais rígido e às vezes rígido demais com essa firmeza do que a gente acha que é correto, certo e errado. E às vezes nas nossas certezas a gente pode acabar virando uma pessoa meio turrona, meio inflexível. Então é um músculo que precisa ser trabalhado desde que a gente tenha consciência dessa necessidade, mas alertando de que conforme a vida for passando, eu preciso ficar alerta que é necessário eu estar atento ao meu redor, ser flexível para poder de repente entender de que o caminho que eu achava que era correto já não é mais correto. E a gente eu vou me adaptando, não digo flexibilizar tanto

estar atento ao meu redor, ser flexível para poder de repente entender de que o caminho que eu achava que era correto já não é mais correto. E a gente eu vou me adaptando, não digo flexibilizar tanto no que é o correto, né? Porque Jesus já deu o caminho, existe o caminho. Mas eu falo no dia a dia, né? Às vezes são coisas simples, né? Digo assim: "Ah, o café da manhã eu quero que seja desse jeito. Se não for o almoço tal hora, eu não como mais. Ou você faz do jeito que eu quero ou não precisa nem fazer". Essas frases que a gente ouve e às vezes até diz sem querer, a gente precisa ficar alerta, porque essa intred, a coragem de ser firme, como foi dita na leitura inicial pela norma, né, não é algo atropelado de qualquer jeito, é algo firme e tranquilo, né? tem uma fala do de Bezerra de Menezes, né, uma mensagem psicografada eh pelo Chico Xavier. Ele tá falando da unificação, né, a necessidade da unificação do movimento espírita. E ele fala que a unificação ela é urgente, mas não é apressada. Ou seja, é preciso fazermos o mais rápido possível, mas sem atropelar o processo. E a gente pode trazer essa mensagem para esse campo de coragem íntima. Nós precisamos estar alerta de que isso é urgente, mas ela vem aos poucos. Um ponto, né, que eu achei interessante também quando ela fala no início do capítulo, que muitas vezes a gente é considerado um sonhador, um aventureiro. E eu lembrei da música do John Leno, que é Imagine, né? E aí começa imagine all the people e aí continua, né? Não, não sou bom cantor e o meu inglês também é meio arranhado, mas lá num determinado ponto da mensagem, né, eu separei um trecho aqui, ele diz assim em tradução, traduzido, né? Você pode dizer que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único. Eu espero que um dia você se junte a nós e o mundo então será como um só. E aí essa música, né, ela se tornou um hino, né, com imaginar um mundo sem fronteiras, um mundo com um pensamento único, né, sem fronteiras, sem religiões. É um sonho. Só que ele fala assim: "Beleza, você tá

sa música, né, ela se tornou um hino, né, com imaginar um mundo sem fronteiras, um mundo com um pensamento único, né, sem fronteiras, sem religiões. É um sonho. Só que ele fala assim: "Beleza, você tá me chamando de sonhador, mas eu não sou o único". Outras pessoas também sonham como como comigo e eu espero que um dia você possa se juntar a nós. E aí vai ao encontro do que eu alertei de que nessa decisão de ser fiel a nós mesmos, a gente tende a encontrar em alguns momentos uma espécie de solidão, mas é uma solidão aparente, porque outros também pensam igual a nós e vão se juntar e assim sucessivamente. A Joana, ela termina o o texto dela falando o seguinte, ó. Todos aqueles que por uma outra circunstância ainda não se descobriram capazes de empreender essa luta enobrecedora, ou seja, essa luta de ser fiel a nós mesmos, esforça-se desde já. Desde já. Então, ó, a hora é agora. Iniciando através de pequenos projetos de melhoria íntima. Então, esse esforço como fosse um músculo, né? A cada dia um passo pequeno, uma reforma íntima bem lenta, mas não pode parar. de transformação pessoal para a conquista de virtudes e sem autopunição em razão dos erros cometidos ou expectativa de facilidade em face da beleza que se reveste o ideal novo. Então, sem autopunição no processo. A gente vai errar, faz parte do processo de aprendizado e nem imaginar aquele a gente imagina ali o campo florido, só conquistas e a conquista quando demora muito a que dar uma desanimada, né? A gente não pode deixar isso acontecer não. A gente vai chegar lá, mas é aos poucos. Insistam no objetivo que lhes apresenta, adquirindo inteza moral para chegar até o fim. Então, Joana nos traz a mensagem de que é necessário que a gente esteja alerta para que essa inteligência moral, essa coragem de ser fiel a nós mesmos, ela precisa acontecer desde já em movimentos pequenos, contínuos. Vai ser difícil, não vai ser fácil, mas é necessário. E se a gente de fato sair daqui da palestra com essa com esse ideal de sermos fiéis a nós mesmos,

ecer desde já em movimentos pequenos, contínuos. Vai ser difícil, não vai ser fácil, mas é necessário. E se a gente de fato sair daqui da palestra com essa com esse ideal de sermos fiéis a nós mesmos, a gente invariavelmente vai est sendo fiel a todas as pessoas que estão ao nosso redor, porque elas vão perceber em nosso dia a dia que o que a gente fala está em congruência com o que a gente age e sendo fiéis a nós mesmos, fiéis ao ambiente que nos rodeia, nós também estaremos sendo fiéis a Deus. Muita paz a todos. >> A gente agradece ao Anderson todo esse trabalho de ter trazido tantas reflexões boas para nós mesmos. Precisamos sim ser fiéis a nós, fiéis aos nossos propósitos, aos nossos desejos, no bem e no amor a toda a humanidade. E assim, agradecidos pelo momento, agradecidos pela oportunidade de aqui estarmos e de podermos eh compartilhar essas ideias e sentimentos, nós pedimos em permissão à espiritualidade superior que nos acompanha. para encerrar essa primeira parte dos trabalhos, eh, passando ao passe logo em seguida na sala destinada ao passe depois da pista de carros. Ali nós temos aqui pedidos da casa para dar dois dois avisos. Um da campanha do agasalho. Ainda temos frio e com certeza podemos não ter mais tanto frio durante os dias que os o sol tá bem mais forte, mas as madrugadas têm sido bastante cruéis em termos de frio, especialmente para aqueles ou que moram na rua ou que não tm uma habitação adequada. Então, qualquer tipo de agasalho, casacos, toucas, luvas, meias, calça comprida, cobertor, manta, coisas para bebês também são bem-vindas. E o lugar de arrecadação é aqui do lado, na sala da da campanha Alto de Souza, noxarifado, e tá aberto o dia inteiro. Se não estiver aberto, pode ser deixado na guarita ou então bem em frente à sala. Eles fizeram uma entradinha como se fosse uma varandinha. Pode deixar a sacola ali fechadinha também, que será tratada assim que tiver alguém no local. e também que nós temos um atendimento fraterno, que é uma conversa com pessoas da casa,

se uma varandinha. Pode deixar a sacola ali fechadinha também, que será tratada assim que tiver alguém no local. e também que nós temos um atendimento fraterno, que é uma conversa com pessoas da casa, eh, para que possa ajudar a quem estiver em necessidade todos os dias da semana, horários pela manhã à tarde. Não vou ler todos os horários agora, mas em vários lugares da casa há um aviso como esse, dando os horários e os dias do atendimento fraterno. Então, agradecidos a presença de todos. Vamos passar ao passo. Obrigada. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam

amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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