COMO ENCONTRAR PAZ NO MEIO DO CAOS - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 11/03/2026 (há 3 semanas) 48:35 1,165 visualizações

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Transcrição

buscando a ti. Obrigado. [música] Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor. dessa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda Belê. >> Bom dia a todos. Sejam todos muito bem-vindos à Comunhão Espírita de Brasília. Todos aqueles que já estão, que estarão, que verão em outro momento, sejam todos acolhidos em nosso trabalho de amor e também de esclarecimento. Para começar, eu vou ler uma uma mensagem do livro Vida Feliz de Edivaldo Franco pela pela eh mediunidade, né? Trazido pela médium Joana de Angeles, que é a padroeira de nosso grupo. Padroeira é um negócio muito católico, né? [risadas] Eu comece eh eu comecei a falar e disse: "Pô, deixa eu parar". Mas não consegui achar a palavra no meio do caminho. O Anderson aqui tá me ajudando, mentora de nosso grupo. É 88 para quem tiver o livrinho e depois quiser olhar. Ninguém resolverá os teus problemas se não te dispuseres a enfrentá-los e solucioná-los. Encontrarás quem te empreste uma soma a fim de resgatares uma dívida. Entretanto, o débito permanece, havendo somente a mudança do credor. O amigo pode tornar-se um serineu junto a ti, mas a cruz é pessoal e cada criatura tem o dever de conduzi-la até o seu calvário libertador. Desta forma, não sobrecarregues os teus afeiçoados com as tuas queixas, reclamações e problemas. Busca equacionar os teus problemas, um de cada vez, até vencê-los todos. embalados nas palavras de Joana, sempre muito clara em suas mensagens e sempre muito arguta no tema que busca trazer. Vamos elevar nosso pensamento a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso irmão, nosso amigo e também a quem fez a mensagem, Joana de Angeles, nossa mentora. e pedir. Pai eterno, muito obrigada por pelo dom

er. Vamos elevar nosso pensamento a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso irmão, nosso amigo e também a quem fez a mensagem, Joana de Angeles, nossa mentora. e pedir. Pai eterno, muito obrigada por pelo dom da vida, Jesus, muito obrigada por todo o evangelho de amor que nos trouxeste há tanto tempo. Joana de Angeles, muito obrigada por sua mensagem de hoje, que nos lembra a responsabilidade de cada um na condução de sua vida e também nos conforta porque sabemos que temos aonde depositar nossas angústias e confiar que seremos também auxiliados com a ideia da solução que virá. Então, agradecidos por tudo e confiantes no futuro, confiantes no apoio, sempre presente. Vamos dar início ao nosso trabalho com a palestra do Anderson, que vai com certeza, como disse a Pat ainda agora, trouxe um filme para nós. Ele sempre traz uma uma eh lembrança de um filme que ajuda a gente a entender o tema que ele vem trazendo. Obrigada, And. Então vai lá. >> Bom dia a todos. Bom dia a todas. Vai colocando uma pressão em cima de mim logo. Imagina o dia que eu não trouxer nada, né? Vou ficar aqui. Aí eu vou ter vou pedir a piiração, né? >> É bem que a paz de Jesus possa estar conosco, né? Nessa manhã aqui de quarta-feira, trazer reflexões, né, do tema escolhido, como encontrar a paz no meio do caos. E a gente pode refletir, quem nunca se viu atribulado na correria, né, do do dia a dia, já começa com alarme tocando e aí quem precisa acordar cedo, já acorda meio sonolento, alguns tem criança para acordar e é mais dificuldade ainda logo na largada do dia. Aí a gente pode pegar um trânsito e aí depender do dia, do e do local. trânsito acaba testando também a nossa paciência. Aí vem mensagem no celular, cobrança de chefe, de prazo, às vezes cobranças irreais, às vezes o ambiente no trabalho fica instável, as pessoas começam a ficar ansiosas ao seu lado e aí você ao mesmo tempo começa a fazer contabilidade de horas para poder voltar em casa e ainda poder dar atenção ou sentir um pouco da companhia da esposa

essoas começam a ficar ansiosas ao seu lado e aí você ao mesmo tempo começa a fazer contabilidade de horas para poder voltar em casa e ainda poder dar atenção ou sentir um pouco da companhia da esposa ou do esposo, conseguir dar um pouco de atenção pros filhos. Às vezes tem até o cachorro, a cachorra para passear ainda. E aí nessa, nesse turbilhão a gente senta de repente no sofá e fala assim: "Que causa é esse que minha vida tá? Como eu posso encontrar paz nessa confusão?" Ou então a gente pede, né? E aí os familiares acabam recebendo mais essa frase, né? e dá só um minutinho de paz para eu poder respirar. Numa outra perspectiva também, algumas pessoas podem observar esse esforço de conquistarmos a paz e usarmos Jesus como nosso farol, nosso modelo e guia e o espiritismo para também nos fortalecer no nosso dia a dia. Algumas pessoas podem julgar que essa paz é muito chata. É uma paz, sem sal, uma paz que não sei se vale tanto a pena. E a Joana nesse livro Sendas Luminosas, lá no capítulo, te deixado marcado aqui, capítulo 18, ela vem trazer o título A alegria perfeita. E ela começa eh o capítulo falando o seguinte: Pessoas desinformadas estabeleceram que a vida cristã é destituída de alegria, caracterizando-se pela tristeza e depressão na ausência dos encantamentos, da ilusão e das ansiosas buscas do prazer, torna-se monótona. sem atrativos que seduzem e levam aos jogos contínuos do entusiasmo dessa forma, perdendo o brilho. Então, a Joana vai colocar que essa busca pela paz interior, essa conexão que tentamos fazer a todo momento com o alto, com a espiritualidade, para algumas pessoas acaba sendo uma vida monótona. Porque é inevitável quando internalizarmos essa busca da paz interior, a gente começa a colocar na balança tudo o que fazemos. Começamos colocar na balança nossas companhias, colocar na balança os lugares que nós frequentamos, porque aquilo que dava muito prazer numa determinada época de nossa vida começa a não dar tanto prazer assim. Não há nenhum problema, por exemplo,

, colocar na balança os lugares que nós frequentamos, porque aquilo que dava muito prazer numa determinada época de nossa vida começa a não dar tanto prazer assim. Não há nenhum problema, por exemplo, irmos a a um estádio de futebol, assistir o o time que aprendemos a a gostar, muito por influência dos nossos pais e avós, né? Eu particularmente torço pro Botafogo no Rio de Janeiro. Meu pai era botafoguense, meu avô era botafoguense e na sequência minhas filhas também são botafoguenses. Não tem muita opção, não tem muito poder de escolha ainda pequenininho. Depois na vida segue a gente não tem muito mais o que fazer. A minha mais velha ela ela vai meio que arrastando. A mais nova comprou a ideia, né? coloca a roupa, a gente chama pro estádio, ela vai, a outra só vai para não ficar em casa. Ah, já que minha irmã tá indo, eu também quero ir. E aí põe o uniforme e vai. Mas é um ambiente em que o palavrão é algo natural, a raiva pelo time do outro também é natural. Xingar o juiz faz parte do protocolo, por assim dizer. E confesso que por muito tempo eu também agi assim. E aí a gente começa a refletir se realmente faz sentido. E aí quando a gente se torna pai, mãe, ou quando a gente tem alguém sobre a nossa tutela, seja de que forma for, a gente começa a refletir, porque viramos espelhos. Não é raro a gente perceber crianças, adolescentes repetindo atos e ações que nós fazemos. E aí a orientação falou assim: "Olha, vão xingar, mas a gente não vai xingar". O outro time é o outro time e ele também quer ganhar. Nós também queremos ganhar. Só que a gente percebe que fica a esse tipo de pensamento não entra em sintonia com o local que você está. Então eu confesso que hoje eu vou muito menos a jogos de futebol do que antigamente. Continuo gostando, né? Continuo torcendo pro Botafogo, mas não é tanto quanto eu fazia. Até porque a preocupação maior é estar em sintonia, num ambiente em que a raiva e a injúria é algo tida como natural e às vezes leva a situações complicadas, como aconteceu no final de semana em

azia. Até porque a preocupação maior é estar em sintonia, num ambiente em que a raiva e a injúria é algo tida como natural e às vezes leva a situações complicadas, como aconteceu no final de semana em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde uma pancadaria começou logo no encerramento do jogo, ocasionando 23 expulsões, a gente começa a refletir um pouco mais. Algo que é natural no nosso dia a dia, por exemplo, também é irmos a bares, né? Então, a gente vai em bar comemorar, para se divertir. Só que em determinado momento a gente começa a refletir também quão bom é estar naquele ambiente, porque ele tende a começar com alegria, com confraternização, mas nem todo bar é desse jeito. Às vezes a embriaguez, a agressividade também toma conta. E nessa perspectiva, a Joana, ela vai colocar a separação, né? Ela vai tentar desconstruir essa ideia de que a vida da espiritualidade é um sinônimo de algo sem graça. O que ela propõe é que a gente comece a observar onde está a nossa alegria interna, onde nós conseguimos conquistar a nossa paz interna. E não é uma paz e uma alegria provisória. Falei o último exemplo, né, do bar. E aí a gente remete a questão do uso de bebida alcoólica. Não é raro a gente se utilizar de drogas e o álcool é uma delas para tentar suavizar a nossa estrada. E a questão da droga, do prazer imediato, é que a gente vai sempre precisar um pouco a mais. Então, se hoje eu faço ingestão de uma certa quantidade de bebida alcoólica para me sentir bem, num determinado momento meu corpo se acostuma com esse teor e aquele prazer que eu tive no começo, eu não tenho mais e aí eu preciso aumentar a dose e assim sucessivamente. Isso acontece com álcool, com diversos tipos de eh de drogas ingeridas pelo fumo. Nós temos drogas que são lícitas, inclusive o café, por exemplo, a cafeína, o nosso corpo se acostuma e cada vez mais a gente precisa. Certa vez eu fui fazer um exame de coração e precisei ficar dois dias sem ingerir cafeína. A enxaqueca que eu tive no último dia foi surreal.

o nosso corpo se acostuma e cada vez mais a gente precisa. Certa vez eu fui fazer um exame de coração e precisei ficar dois dias sem ingerir cafeína. A enxaqueca que eu tive no último dia foi surreal. Me deparei com outras pessoas com a mesma chaquica e tiveram pessoas que não conseguiram fazer exame da tamanha enxaquica. A coisa é tão certa que quando você tá finalizando o procedimento, a primeira coisa que te oferecem na clínica é um copo de café. É algo natural e algo que você acaba nem reparando, porque você acorda de manhã, toma um cafezinho, aí você vai pro trabalho, vai para uma reunião, cafezinho, ah, vamos conversar sobre alguma coisa, vai no cafezinho e aí acaba sendo quase que automático. Só que o corpo vai acabar vez exigindo mais. Existe uma outra droga que às vezes nem é considerada droga assim, mas ela tem a mesma origem do álcool, que é o açúcar. O açúcar segue a mesma perspectiva. Quanto mais eu estou exposto a ele, mais eu desejo, mais prazer. E o prazer, o açúcar é um ótimo exemplo por isso, porque ele é um prazer momentâneo. Ninguém aqui tá criticando o brigadeiro, por exemplo. Ele é muito gostoso, mas o prazer que nós temos no brigadeiro acontece naquele momento. E depois a gente vai crier um outro brigadeiro, daqui a pouco a gente vai querer uma barra de chocolate, uma caixa de bombom e assim sucessivamente. Eu lembro quando era criança, o meu maior prazer era comer uma um pacote de lá no Rio de Janeiro é biscoito, né? Em alguns outros lugares são bolachas, mas era um pacote de biscoito. E aí e eu eu me recordo que eu não conseguia comer até o momento que eu conseguia comer e depois o pacote já não era mais suficiente. A Joana ela traz alerta aqui no no no capítulo, nesse texto dizendo que a gente precisa estar atento a essa busca do prazer que é imediata e a gente não consegue sustentar a longo prazo. E aí ela faz esse convite de começarmos a perceber no nosso dia a dia prazeres, né, que vão realmente acalmar a nossa alma. Ela vai falar inclusive aí

a e a gente não consegue sustentar a longo prazo. E aí ela faz esse convite de começarmos a perceber no nosso dia a dia prazeres, né, que vão realmente acalmar a nossa alma. Ela vai falar inclusive aí direcionando ainda aquelas pessoas que criticam esse esforço de conquistar a paz interna por meio da espiritualidade, que essas pessoas passaram a acreditar que o sentido da caminhada terrestre se direciona às sensações que comboruem até a exaustão. Por isso, transfere-se de uma a outra incessante busca de novos acepips. Acepips são aperitivos, né? aquele prato de entrada. Fugindo da realidade pessoal, elaboram mecanismos psicológicos, permitem-se os vícios escravizadores, dos quais se submetem com euforia. Então, a Joana tá fazendo uma análise psicológica dessas pessoas que estão sempre à busca do prazer imediato. E aí ela fala que muito dos casos é uma fuga da realidade pessoal, é a que eu não estou tendo dificuldade de lidar com o meu momento e aí eu me utilizo desse prazer imediato. E ela finaliza o parágrafo falando da questão dos vícios escravizadores, porque acabo me tornando escravo do meu próprio vício. E aí eu me recordo de um filósofo Kant, que ele diz que só é livre quem não faz o que quer. E apertada a síntese, porque se eu encho a boca para falar que eu sou livre e faço o que quero, já me tornei escravo do meu desejo. Experimentemos qualquer situação que nós tenhamos, seja um cafezinho ou um brigadeiro, que venha à vontade e nós superarmos essa vontade. Não é fácil no começo, mas é aí que começa a gente dominar os nossos instintos. Porque se a gente é capaz de superar a vontade de um cafezinho, por exemplo, de um brigadeiro, a é um exercício para superarmos vontades maiores, porque o caos e o conflito está a toda parte. Quem é casado, por exemplo, pode se recordar de quantas vezes o conflito entrou na casa, quantas vezes pensou em abandonar o lar. Quantas vezes senti vontade de esganar o pescoço do cônjugue quando o cônjugue é teimoso, quando o cônjugue tá querendo ir para

ezes o conflito entrou na casa, quantas vezes pensou em abandonar o lar. Quantas vezes senti vontade de esganar o pescoço do cônjugue quando o cônjugue é teimoso, quando o cônjugue tá querendo ir para outro caminho ou quando o cônjugue tá querendo tirar a nossa paz? A vontade ela vem porque é uma vontade de instinto animal. E aí a gente vai freando esses instintos. A Joana alertando para evitarmos essa busca por sensações e esse freio que é necessário em nossas vidas. Se todos nós começarmos a refletir sobre isso, e é algo tão difícil atualmente. E por que que eu digo tão difícil? Quantos casos a gente tem visto na atualidade de feminicídio, onde o homem se julga todo poderoso e expande o seu momento de raiva sem qualquer tipo de freio. situações de desespero, inclusive quando a pessoa julga não ser mais capaz, inclusive de continuar com a sua própria vida e opta pelo suicídio. a espiritualidade. E aí a Joana de aqui desse capítulo tá reforçando a todo momento que nós precisamos estar alertas nessa busca de sensações e freios que precisamos colocar na nossa vida, no nosso dia a dia, para procurarmos o equilíbrio. E aí desse desespero que às vezes a gente se encontra em na busca por sensações, eu me recordo de um filme da Disney, da Pixa chamado Sou. É uma tradução para a palavra alma. Soletrando fica s o U. No filme Sou, Joe Garden é um professor de música, onde a sua paixão, onde nas palavras deles o seu propósito de vida era tocar numa banda de jazz. E a gente vê Joe Garden no filme desesperado para tocar na banda de jazz. E aí no dia que ele consegue uma vaga de teste para tocar na banda de jazz, na famosa banda de jazz da Doroteia Williams, ele desencarna. desencarna. a gente vai reparar no filme por descuido, por não tá prestando atenção no que tá acontecendo na no seu momento, porque ele cai eh pedaço de obra perto dele, ele passa em cima de uma calçada cheia de prego, eh um monte de local também com casca de banana no chão, até o momento que ele cai no boeiro e ele se

nto, porque ele cai eh pedaço de obra perto dele, ele passa em cima de uma calçada cheia de prego, eh um monte de local também com casca de banana no chão, até o momento que ele cai no boeiro e ele se vê desesperado porque ele tá sendo encaminhado pro chamado no filme Além Vida e ele cai num ambiente fugindo do Além Vida, ele cai um ambiente de preparação de novas almas. E aí ele vira mentor de uma alma chamada 22. E aí no filme, né, vou dar uma pausa aqui, senão vou acabar contando o filme inteiro e aí perde a graça para quem ainda não viu o filme. E a proposta de trazer o filme é que a gente possa assistir os filmes com um olhar que a palestra vem trazer. E aí a gente, a palestra não termina aqui, ela continua na nossa casa. A gente vai perceber em diversos momentos que o Joe Garn está desesperado pela sensação de tocar na banda de jazz e ele atropela tudo até o momento. Que por meio através da alma 22 há o convite de reparar nos prazeres do dia a dia. O prazer de um pedaço de pizza, o prazer da alegria de sentir o vento do metrô que sai do chão, ou apenas o prazer de olhar a natureza e ver um pedaço de uma folha cair do céu. Ele nem dá atenção quando todas essas coisas acontecem, porque ele tá só desesperado na reta final. E aí, sem querer trazer nenhum papo de coach, né? Mas se a gente for ver coach de produtividade, de alta performance, eles sempre vão colocar a proposta de a gente definir a meta e dividir a meta em pequenas metas e a gente se esforçar, aprender a ter prazer no processo e não no resultado final. E aí a vida fica mais leve. Por quê? Se o meu propósito, por exemplo, é passar numa prova e aí pensando em crianças e adolescente, isso é muito importante, a nota não é o mais importante. O mais importante é o esforço diário de aprendizado. A nota vai ser só consequência. Se a gente tem um projeto para entregar, todo o aprendizado do projeto que a gente se propõe a realizar é o nosso aprendizado. E a Joana, e aí o filme do Sol é muito brilhante nessa perspectiva, ela faz

a gente tem um projeto para entregar, todo o aprendizado do projeto que a gente se propõe a realizar é o nosso aprendizado. E a Joana, e aí o filme do Sol é muito brilhante nessa perspectiva, ela faz essa proposta de termos prazer em pequenas vitórias, mas as vitórias do dia a dia, as vitórias que ninguém vai tirar de nós, as vitórias de uma lembrança positiva daquela talvez tarde despretenciosa de um domingo, onde tivemos um momento gostoso em família e fica guardado. na nossa memória. Uma outra ponto que a Joana traz aqui, ela vai falar que a alegria não produz ruído, ela gera satisfação interna, irrigando todo o organismo de vibrações harmônicas que produzem um equilíbrio geral. O cristão, porque encontrou a razão fundamental da sua existência na Terra, é alegre, gentil e generoso. O seu é o júbilo e radiante da felicidade que jamais se interrompe. Então, Joana, ela vai trazer a perspectiva de que a alegria, essa paz íntima, ela não causa ruído. E aí às vezes fica uma coisa meio antagônica, porque a gente vez às vezes pessoa nas redes sociais ou no nosso círculo social gritando: "Estou feliz, tá tudo certo, tá tudo bem, é tudo carcaça. A, a Jonas vai trazer que a alegria verdadeira é algo íntimo e é algo tão íntimo que reverbera em todo o nosso corpo, trazendo um equilíbrio que não tem explicações. Lembremos do filme que a gente se emocionou, daquela música que a gente sentiu aquele arrepio ou até de uma palestra, num determinado ponto da palestra que tocou lá no nosso íntimo, lá no nosso interior, que muito tempo a gente não visitava. Trazemos à luz esse momento, percebemos que nesses momentos o nosso corpo ele se modifica. Conquistamos uma paz que às vezes a gente nem sabia que era possível. Joana vai falar que o cristão, aquele que tá focado em segir o ensinamento de Jesus, ele vai conquistar essa harmonia interna, porque ele vai est sempre procurando ser alegre, ser gentil, ser generoso. E é aquela alegria que tá dentro daquela pessoa que irradia ao seu redor.

de Jesus, ele vai conquistar essa harmonia interna, porque ele vai est sempre procurando ser alegre, ser gentil, ser generoso. E é aquela alegria que tá dentro daquela pessoa que irradia ao seu redor. Sabe aquela pessoa que você assim, poxa, é tão gostoso estar do lado dela, tão gostoso sentir. Há relatos de quem conviveu com o Chico Xavier e aproveito esse momento de citar Chico Xavier, de convidar inclusive pra peça teatral que vai acontecer nesse final de semana lá no Teatro Nacional sobre a vida e obra de Chico Xavier. Temos o banner no final aqui do, né, do do auditório. E para quem tá na internet, temos no site também informações. Os biógrafos falam que apenas chegar perto do Chico Xavier era algo fenomenal. Ele radiava amor. Há relatos, inclusive em reuniões mediúnicas, que espíritos de grande envergadura, de grande conquista moral, quando se aproximam do grupo, a emoção é desenfreada. tamanha emoção que sente só com a aproximação daquele espírito. Joana vai falar que nós todos estamos sendo convidados para ser esse ponto de luz em nossa caminhada, sermos aquelas pessoas no nosso dia a dia, na nossa casa, no nosso ambiente de familiar, de ser um ponto de apoio da espiritualidade, ser um ponto de apoio onde Jesus e os espíritos superiores para falar ali a gente pode contar com aquela pessoa numa mensagem de de amorosidade, numa mensagem de paz, numa mensagem para acalmar os ânimos, para respirar fundo. Quer dizer que a gente vai estar sempre à disposição. Nem sempre, né? Ainda somos espíritos imperfeitos. A gente também vai escorregar, mas que a gente possa seguir a orientação de Jesus de vigiar e orar o máximo possível. Porque Jesus falando de paz, ele disse que deixou a paz conosco. Não a paz como o mundo nos dá, mas aquela paz interna e eterna. Eu queria trazer o um uma outra mensagem que tá num num programa da Federação Espírita do Paraná chamado Momento Espírita. é um programa antigo que continua tendo, né, os textos e as gravações. Então, tem o texto e tem o áudio. Todo dia tem uma

tá num num programa da Federação Espírita do Paraná chamado Momento Espírita. é um programa antigo que continua tendo, né, os textos e as gravações. Então, tem o texto e tem o áudio. Todo dia tem uma mensagem nova. E numa e preparando pra palestra, eu lembrei de uma mensagem que eu li há um tempo atrás, ela é de 2009, inclusive, onde teve um concurso de pinturas e tiveram três finalistas. O primeiro finalista era uma pintura onde tinha um campo esverdeado, né? Ele coloca aqui como uma pastagem bonita com lindas flores e borboletas que bailavam no ar acaraceadas por uma brisa suave. Essa foi a primeira tela. A segunda mostrava pássaros a voar sob nuvens brancas como a neve em meio ao azul anil do céu. E aí eu lembrei daquelas daquelas tardes bonitas que tem aqui em Brasília do céu, né? algo que a gente não vê em todos os lugares. É, brinca-se que o céu de o céu é o mar de Brasília, né? Então é algo tão lindo. Essa foi a segunda pintura. E a terceira mostrava um grande rochido, sendo açoitado pela violência das ondas do mar, em meio a uma tempestade estrondosa e cheia de relâmpago. Para a surpresa e espanto de todos os finalistas, o escolhido foi o terceiro quadro. o pintor do primeiro e do segundo se revoltaram e foram perguntar ao juiz qual era a lógica que ele tinha assumido. Porque realmente, né, quando a gente pensa em paz, alguns vão pensar na praia, alguns vão pensar na cachoeira, num campo verde, no céu azul, bonito. Então essa é a paz que a gente é arremetida. E aí, pô, da onde que vem esse rochedo com o mar batendo, com tempestade, relâmpago e aí todo mundo revoltado. Aí o juiz fala o seguinte pros os outros, né, pintores: "Vocês repararam que no meio da violência das ondas e da tempestade há numa das fendas do rochedo um passarinho com seus filhotes dormindo tranquilamente? Caros amigos, a verdadeira paz é aquela que, mesmo nos momentos mais difíceis, nos permite repousar tranquilos. Olha a mensagem dessa dessa história com relação a ter a paz no momento do

anquilamente? Caros amigos, a verdadeira paz é aquela que, mesmo nos momentos mais difíceis, nos permite repousar tranquilos. Olha a mensagem dessa dessa história com relação a ter a paz no momento do caos. Porque então a verdadeira paz não é algo externo, não é a praia, não é a cachoeira, não é o verde, nem o céu. Isso pode sim nos ajudar inclusive a fazer visualizações terapêuticas, né, pra gente acalmar o nosso íntimo. Mas a verdadeira paz, conquistar a paz, ainda que tenha um caos ao nosso local, ao nosso redor, e a gente tá num um momento assim, vejamos os momentos de guerra, momentos de violência doméstica, violência nas ruas, como conquistar a paz. E a paz que a Joana vem nos apresentar ancorada no evangelho de Jesus é essa paz que, apesar de estar turbulento ao nosso redor, a gente tá tranquilo igual o passarinho dormindo. Ela finaliza aqui, né, o o texto falando o seguinte: desvestida de místicas, a vida cristã é uma proposta filosófica e psicológica saudável. equipa o indivíduo para enfrentar as vicissitudes, os sofrimentos, a velice, as enfermidades e a morte com naturalidade. Delas retirando sempre resultados proveitosos. Ou seja, Jesus não nos prometeu vida fácil. Ele inclusive disse que a gente teria muitas aflições, mas ele propôs da gente ter bom ânimo porque ele venceu o mundo. Eu até fiz, acho que tem uma ou duas semanas, uma palestra na sexta-feira sobre essa passagem, né, essa reflexão do que que Jesus quis dizer, convencer o mundo, né? Quem tiver interesse pode procurar no YouTube. Mas voltando a esse ponto aqui na palestra de hoje, Jesus falou que a gente teria aflições. E o espiritismo, como consolador prometido, ele também vem alertar que faz parte da vida. Só que a gente vai começar a ver a dor, o sofrimento, as doenças, o luto de uma forma diferente. Não quer dizer que a gente não vai sofrer, a gente vai sentir dor, a gente vai sentir saudade, mas a gente vai começar a ressignificar o nosso caminho. O tempo é curto, não vou conseguir abordar com muita profundidade, mas o

te não vai sofrer, a gente vai sentir dor, a gente vai sentir saudade, mas a gente vai começar a ressignificar o nosso caminho. O tempo é curto, não vou conseguir abordar com muita profundidade, mas o segundo filme que eu gostaria de propor, que assistirmos depois da palestra é um filme uma comédia. chamada Click. Nesse filme, Clique, o personagem principal ganha um controle onde o controle aprende os desejos. E aí ele vai ter uma discussão com a esposa, ele aperta no mudo para não ouvir a esposa reclamar. Ele tá cansado, não quer mais discutir com a esposa, avança o tempo. O pai com aquela com aquela conversa chata, sem paciência, avança o tempo. E o tempo vai avançando, vai avançando até que ele se dá conta que ele não tem mais a esposa, ele não tem mais a companhia dos filhos, não tem mais a companhia do pai. A vida prosseguiu e aí dando um pequeno spoiler, ele retoma. E aí no filme ele fica ansioso por ouvir a esposa, ansioso para ouvir a gritaria das crianças em casa e ansioso para ouvir a conversa chata do pai. Ele ressignificou todos os desafios da vida. E aí no clique ele tenta avançar esses desafios. E a proposta da Joana e a proposta, né, do filme de a gente ressignificar essas coisas chatas que a gente precisa fazer no nosso dia a dia, que a gente não tem tanta paciência para executar, mas que é muito importante, sempre tem algo a aprender. E aí o Espiritismo vem nos propor que há tudo um propósito, há tudo um porquê. E aí eu já citei dois filmes, aí fica como lição de casa, né, para poder a gente continuar nessa reflexão da palestra. Eu gostaria de propor depois da palestra, talvez de noite seja mais fácil para fazer, mas quem preferir fazer de manhã também ou no meio do dia, ali na hora do almoço, façamos um jejum do barulho externo. É um exercício difícil para quem não tem hábito. E a gente teve que começar aos poucos. Para quem não tem hábito, 30 segundos, 1 minuto. Mas a proposta é a gente ficar um pouco mais e a gente ir aumentando, talvez 5, 10 minutos, no

m não tem hábito. E a gente teve que começar aos poucos. Para quem não tem hábito, 30 segundos, 1 minuto. Mas a proposta é a gente ficar um pouco mais e a gente ir aumentando, talvez 5, 10 minutos, no momento em que a gente parece a perceber as nossas emoções. O que que a gente tá sentindo naquele momento? O que que eu estou pensando? O que eu tô pensando, que eu tô sentindo me aproxima de Jesus ou está me afastando dele? Eu preciso ressignificar algo em minha vida. O problema que está me atormentando daqui a 100 anos vai fazer diferença. Como bem colocado na na leitura inicial que a norma fez também de autoria de Jonas de Angeles, problemas teremos todos, desafios teremos todos. Resolvemos um por vez. Qual é o problema, o desafio que me dá, me chama atenção mais agora? Eu executo ele hoje, os outros a gente deixa para amanhã. vão ter problemas, desafios que a gente não vai resolver e a gente precisa estar bem com isso, porque ninguém aqui é um superherói. Temos nossos defeitos, nossas limitações, mas a gente precisa ter esse momento de jejum, de barulho, para começarmos a pensar, a refletir sobre o nosso dia a dia. E aí, aí dormir, na hora de dormir é mais forte isso, que a gente possa fazer uma prece de sintonia. Não vamos pedir para que Deus tire problemas das nossas vidas. Não vamos pedir que Deus tire o caos ao nosso redor. Vamos pedir força, paciência, brandura com quem tá ao nosso redor para que a gente possa passar, ainda que tenha tormentos, ainda que a noite seja traiçoeira, que possamos alimentar dentro de nós uma paz interior, como a paz do passarinho no quadro onde estava o rochedo, o mar, a tempestade, os raios. Ele tava dormindo, aguardando a tempestade passar. Porque acreditem, e essa é a promessa de Jesus e da espiritualidade, que tudo passa. A tempestade e o tormento e as tormentas vão passar. O que precisamos é ficar forte e termos um farol. E o nosso farol é Jesus. Muito obrigado. >> Obrigada, Anderson. sempre traz muitas, mas muitas coisas pra gente pensar além

e as tormentas vão passar. O que precisamos é ficar forte e termos um farol. E o nosso farol é Jesus. Muito obrigado. >> Obrigada, Anderson. sempre traz muitas, mas muitas coisas pra gente pensar além dos filmes para ver. Eu só vi o Sou. Eu acho que o clique eu não cheguei a ver, mas o Sou realmente é muito interessante o desespero que ele fica ao ver que ele perdeu tudo. Não é bem só o perder. Ele não usufruiu do que tinha do caminho. Eh, também são palavras de Jesus, né? A cada dia seus cuidados >> a cada dia, a cada dia basta o seu mal, né? A palavra dele é exatamente essa. A gente pode traduzir por a cada dia tomemos o nosso mal e encaremos. Cuidemos dele com tranquilidade e com amor no coração. Confiança. Confiança nunca pode faltar. Gente, lembrando aqui o o que o Anderson falou do da peça do Chico, vai ser dia 13, 14, 15, ou seja, nesse próximo fim de semana, na sexta-feira às 20 horas, no sábado e no domingo às 16:20. A sala é a sala Martins Pena do Teatro Nacional. Fico até muito alegre de ver, porque o Teatro Nacional tem sido tão pouco usado, a gente só vê reforma nele, mas utilização quase nada, né? Então, agradecidos pelo momento, agradecidos pela palestra, pelas várias ideias que nos que nos trouxe essa palestra para que consideremos nosso dia a dia, nossos desafios e também toda aquela beleza que está em volta, que às vezes a gente esteja perdendo. Vamos pedir a Deus, nosso Pai, a Jesus, a Joana de Ângeles, que nos inspirem, nos amparem, nos auxiliem e, principalmente nos mostrem o caminho. E o caminho é o amor. É o amor por si. É o amor por todos os que estão à nossa volta. Olhos abertos, mas os olhos da alma mais abertos do que os olhos do corpo. Assim seja. Bom, o passe vai começar já já ali na sala de passos. Para quem não conhece, ela fica após a passagem de carros. Os nossos médiuns já estão indo para lá e a gente vai atender a todos. Muito obrigada. Tenham todos um excelente dia, uma excelente semana. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e

s já estão indo para lá e a gente vai atender a todos. Muito obrigada. Tenham todos um excelente dia, uma excelente semana. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e [música] espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. [música] Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos [música] amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses [música] bons fluidos se

também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses [música] bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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