SUA DOR NÃO É ACASO: A CAUSA ESPIRITUAL - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]
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[música] buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Estou aqui para agradecer [música] de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão [música] longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor [música] Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Muito bom dia todos que estão aqui presentes no Salão Bezerra de Menezes. também aqueles que nos acompanham pela internet, seja agora ao vivo ou posteriormente gravado, que a paz de Jesus possa estar conosco neste momento. Eh, antes de iniciar, eu queria perguntar se por acaso aqui na no Salmo Bezerra de Menezes tem alguém que esteve na palestra que eu proferi na quarta-feira do mês passado com a norma ali como dirigente ou se Então, pessoal daqui normalmente vem terça-feira e não tá na quarta. Por que que eu fiz essa pergunta, né? Porque na quarta-feira do mês passado a gente fez a palestra aqui, conduziu a reflexão sobre, né, a doença e o áudio não foi pro YouTube. E aí as pessoas no YouTube começaram a reclamar que tava sem áudio. E a Fernanda, que trabalha, né, conosco aqui na na comunhão, ela foi prometer lá no chat que a palestra seria refeita, né, ou gravada ou de novo ao vivo. E aí eu fiquei pensando assim,
tava sem áudio. E a Fernanda, que trabalha, né, conosco aqui na na comunhão, ela foi prometer lá no chat que a palestra seria refeita, né, ou gravada ou de novo ao vivo. E aí eu fiquei pensando assim, poxa, e quem te quem assistiu presencialmente, né? Como é que fica? Só que hoje eu vejo que não tinha ninguém de quarta-feira, né? Aí eu perdi até um pouco a piada que eu ia fazer no início na abertura. Mas tem uma pessoa, né, que tava na quarta-feira, que era eu. Então é uma mensagem, né? Eh, a gente brinca que Deus responde às nossas orações nos detalhes. Então, a gente precisa estar atento as mensagens que vão aparecendo em diversos lugares diferentes. E quando a gente vai assistir às vezes a mesma palestra de uma forma diferente, mas o tema é o mesmo, provavelmente ali tem uma mensagem que vem do alto. Então, a palestra de hoje, né, a gente vai abordar o tema sua dor não é acaso? reflexões sobre a causa espiritual, né? Então, eh, refazendo, né, a a de quarta passada para atender o pessoal público, né, do online. Mas a palestra ela nunca também é a mesma, né, porque as intuições vão se abordando, se adaptando ao público que tá assistindo e a gente vai conduzindo ela da melhor forma possível. Todo início de palestra a gente pega um texto curto, né, pra gente trazer as reflexões. Aí o Alc até fez um uma observação. Nós estamos com um novo livro, né, na editora Comunhão, Recado do Anacleto. E aí ele falou assim, ó, agora começar a usar recado de anacleto para abertura, né? Só que aí eu não trouxe o meu exemplar, eu trouxe o que eu costumo trazer aqui, né, que também é da editora da comunhão, Conselhos úteis, de autoria de Hilda Pereira Magalhães, que foi recebida pela nossa irmã Hilda Alonso, né? Uma coisa curiosa que eu gosto muito desse livro é que a Hilda Pries foram a mãe da Hilda Alonso. Então, esses conselhos úteis são conselhos maternais, né? Então, são aqueles conselhos que a gente pode abrir a qualquer momento do dia, né? Trazendo uma reflexão, algo para renovar as
a Hilda Alonso. Então, esses conselhos úteis são conselhos maternais, né? Então, são aqueles conselhos que a gente pode abrir a qualquer momento do dia, né? Trazendo uma reflexão, algo para renovar as nossas energias. E pra abertura de hoje, que caiu muito bem, os vícios mentais. Os vícios mentais são os mais difíceis de combater. Os condicionamentos materiais dependem apenas de determinação, força de vontade e exercício. Entretanto, aqueles primeiros, os desvios do pensamento são menos controláveis. Teu cérebro é um aparelho receptor de mensagens, de vibrações que circulam no ar, no espaço, tais como as ondas do rádio, da televisão, do telégrafo e de tantas outras formas de comunicação. Há que se considerar ainda as ideiações alheias dos teus companheiros terrenos e também dos espíritos desencarnados que têm livre curso na atmosfera ao teu redor. Recata-te dessas interferências tão difíceis de selecionar para que mantenhas tua mente limpa, equilibrada, somente suscetível de se deixar influenciar pelas sugestões e pelas ideias construtivas e elevadas que procede dos bons amigos, tanto do plano físico como do espiritual. Então, eh, nossa irmã Ida Pereira Magalhães trazendo a reflexão sobre os pensamentos, né, e os vícios mentais. negativos, a começam ali de forma às vezes imperceptível, mas ela usa aqui formas de comunicação como exemplo, né, que a gente vai se sintonizar, se conectar e é algo que a gente precisa ficar alerta, né, a todo momento após essa leitura inicial, que tem um propósito de acalmar nossos pensamentos, nos ajudar a ficar concentrados no momento da palestra, né? Rogamos ao alto que bênçãos caiam sobre nós durante a palestra onde estivermos, agradecendo a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre e amigo, a toda a espiritualidade que também aqui se faz presente, que nos acompanha, que possamos na palestra refletirmos sobre os conceitos, as ideias que serão são apresentadas e possamos sair daqui reflexivos, mas com muita força de vontade de colocar os ensinamentos em práticos.
, que possamos na palestra refletirmos sobre os conceitos, as ideias que serão são apresentadas e possamos sair daqui reflexivos, mas com muita força de vontade de colocar os ensinamentos em práticos. Que assim seja. Bem, o tema de hoje, né, abordando sua dor não é acaso, né? A sua doença não é acaso. E aí a gente pode trazer uma reflexão. Quem nunca no dia a dia, na correria de cuidar da família, de cuidar do trabalho, de pagar os boletos, não foi surpreendido por uma doença. Uma doença que fez você parar, que fez você respirar fundo. E aí, quem nunca se questionou por quê? Porque eu Porque agora eu fiquei doente e mais ainda, será que a doença é algo totalmente aleatório? Observemos as doenças que a gente nasce com elas. crianças que nascem com doenças muito fortes, que causam muita dor, muito sofrimento. E aí a justificativa material é que é uma combinação genética. Mas essa combinação genética, será que é algo aleatório? Será que é Deus jogando os dados e ver quem é que tem a doença e quem é que não tem? Para responder todas essas perguntas reflexivas de abertura da palestra, volto, né, a trazer Joana de Angeles, né, para ela nos ajudar a refletir sobre esses essas questionamentos. E é como tenho feito nas palestras baseados nesse livro aqui, Sendas Luminosas, autoria dela, recebida pelo médio Divaldo Franco. Eu tenho a cada dia, né, conduzindo a palestra, trazendo um capítulo no mês passado, né, foi o capítulo 9 e o capítulo 10. Capítulo 10 foi na última sexta, falei da questão do trabalho e na quarta-feira era sobre o capítulo 9 que ela colocou o título doenças. E aí trazendo hoje, né, novamente por conta do áudio que não foi pro YouTube. E aí esse mês, né, nós teremos o capítulo 11, o que vai falar sobre culpa, que tem uma conexão muito forte com a com a palestra de hoje. E na na sexta-feira a gente vai falar sobre a lavoura mediúnica, né, o trabalho mediúnico. se atendo ao capítulo 9. O que eu gosto muito desse livro, né, por acaso alguém não conhece, é que as últimas edições da
ta-feira a gente vai falar sobre a lavoura mediúnica, né, o trabalho mediúnico. se atendo ao capítulo 9. O que eu gosto muito desse livro, né, por acaso alguém não conhece, é que as últimas edições da editora Leal tem trazido um glossário aqui na lateral, né? Então tem muitos termos técnicos que a Joana de Diana deses usa e aí vem a editora, coloca ali alguns glossários para poder ajudar a gente a entender a mensagem de Joana, né? São muitos conceitos, né? Então, com o tempo é um pouco curto, a gente não consegue se aprofundar, mas eu separei três pilares que me chamaram mais atenção para nos ajudar na reflexão. O primeiro, assim, ela começa o texto falando que na interação entre o espírito e a matéria, mente e corpo, qualquer distúrbio do seu casual, qualquer distúrbio do ser casual e logo se abrem campos de instalação de enfermidades, assinalando realizações pretéritas, realizações do passado que se encontram íncitas nos campos vibratórios de si mesmo, né? Ínpa é o que tá impresso, né? Tá ali gravado. O espírito é o fulcro, né? é um ponto de apoio de onde procedem todas as energias que se expandem através do perespírito, correspondendo às necessidades de evolução. Desse modo, a enfermidade é o resultado da dissonância, né, do desequilíbrio, da desarmonia vibratória que se origina no ser profundo, na mente, abrindo á para manifestações dos desequilíbrios físicos, emocionais e psíquicos. Então, nessa abertura do capítulo, João Andre vai dizer que nós, enquanto espíritos, estamos conectado em um corpo semimaterial, que no espiritismo chamamos de perespírito, que também estamos conectados com o corpo material, que a gente chama de corpo, nosso corpo físico. E aí ela disse que o ideal é todo essa combinação de corpos estar em equilíbrio. A energia vital, a energia principal, o nosso eu que é eterno, que é imortal, é o espírito. E quando o perespírito, que é aquele corpo que tá entre a o espírito e a matéria, não está em equilíbrio com o espírito, vem as doenças. Então, a Joana
so eu que é eterno, que é imortal, é o espírito. E quando o perespírito, que é aquele corpo que tá entre a o espírito e a matéria, não está em equilíbrio com o espírito, vem as doenças. Então, a Joana vai colocar o primeiro ponto, que a doença que enxergamos no nosso corpo material, a causa não está lá. A causa está no perespírito. E essa causa ela tá em dissonância de harmonia com o espírito, porque lá no nosso espírito nós temos a centelha divina, um pedacinho de Deus que cabe em cada um de nós. E a gente vai ver, inclusive, né, em outras religiões, principalmente as orientais, abordar o que no yoga normalmente se fala em namastê. em que o Deus que habita em mim saúda o Deus que habita em você. No filme do Avatar aborda muito bem isso, né? Eles falam olhando um pro outro, né? Eu vejo você olhando no olho, porque assim, estou vendo além do corpo, estou vendo o seu eu lá no íntimo. Então nós carregamos dentro de nós essa centelha divina. E aí quando tomamos decisões, pensamentos muito bem abordados na leitura inicial que causam vícios mentais, a gente tá em desarmonia com esse nosso eu imortal. E aí onde que eclode? eclode no corpo em formato de doença. Esse é o a primeira âncora, né, que ela vai demonstrar que o corpo físico ele só vai ele vai refletir algo que tá em desarmonia dentro de nós. Um outro ponto que que ela coloca aqui é que o corpo ele fica vulnerável ele como consequência de decisões da nossa vida. Pode ser num passado curto como pode ser num passado mais longo. Num passado curto a gente pode pensar naquele dia que a gente resolveu sair à noite ou pode ser durante o dia. Alimentação é mais comum na gente perceber, porque quando a gente abusa, o nosso sistema digestivo sente. E se a gente abusar nas comidas erradas e conforme a gente vai passando tempo, né, de vida, a gente vai percebendo aquela comida que nos faz bem, aquela que não faz bem tão bem assim, a gente, o sistema digestivo dá um desarranjo e a gente começa a ficar doente. Às vezes fica um pouco doente,
gente vai percebendo aquela comida que nos faz bem, aquela que não faz bem tão bem assim, a gente, o sistema digestivo dá um desarranjo e a gente começa a ficar doente. Às vezes fica um pouco doente, coisa de um dia, mas às vezes fica algo mais grave. a gente precisa ter mais cuidados que a gente coloca no nosso dia a dia. E aí a vida vai passando, inclusive sair de noite já não é tão fácil quanto antigamente, a gente começa a ficar mais selecionável. Então, a doença pode ser coisas práticas do do dia a dia do curto prazo, mas também Joana coloca que podem ser de causas pretéritas, decisões que tomamos no passado que ficam registradas no nosso perespírito. E ela coloca como que é eclode, né? É como se fosse eh quando a gente tá com uma ferida, aí a ferida tem lá aquele o sangue que fica mais grosso e depois aparece um líquido um pouco amarelo, que a gente chama de push, né? Esse pus são os a defesa do corpo que morreu e o corpo tá expulsando do próprio corpo e aquilo não faz bem. Inclusive é um indicador de que tem algo doente, né? Quando a gente vai no otorrino, tá com a garganta doendo, ele vai olhar a nossa garganta e vai ver se tem pu na garganta. Se tiver, um antibiótico, se não tiver é uma irritação, né? Vai tomando outros remédios mais leves. Mas a doença, Jona, coloca que é como se fosse essa algo que tá saindo lá de dentro para fora, algo que fez a desarmonia e o corpo e o perespírito tá pedindo para ser expulso. Um outra um outro conceito, né, que ela chama aqui é com relação ao pensamento, né, ela coloca aqui, ó, cultivar ideias morborosas. pessimistas, carregadas de miasmas, podem afetar a preservação da saúde. E aí a leitura inicial, né, do livro Conselhos Útis vai falar também sobre isso. Conforme a gente vai alimentando, eu usei o exemplo da comida, né, que é algo mais material, mas também tem algo mais que a gente não consegue perceber com forma dos pensamentos. E conforme a gente vai alimentando os pensamentos negativos, aquilo vai desajustando, criando uma
o mais material, mas também tem algo mais que a gente não consegue perceber com forma dos pensamentos. E conforme a gente vai alimentando os pensamentos negativos, aquilo vai desajustando, criando uma desarmonia entre nós no o que estamos no dia a dia, o nosso corpo ali, o perespírito e o nosso eu que é imortal. Em essência, a gente tá se afastando da lei de Deus. E aí essa desarmonia, ela vem em formato de doença. Então Joana coloca que a doença que a gente vê no corpo, existe algo muito além do que a gente vê com os olhos da carne. É muito parecido, trazendo o exemplo de uma casa que precisa de reforma, se eu olho uma rachadura na parede, será que tacar a massa e pintar a parede vai resolver a rachadura? Ou seria conveniente eu analisar e verificar se aquela rachadura é algo normal, né? É. do calor e do frio, que aí tem uma um tipo de rachadura ou é um problema na estrutura da casa e eu preciso fazer uma reforma. Em outro capítulo, né, Joana vai falar mais na cura. Eu peguei uma outra metáfora também que é como se fosse um um mofo que dá na parede, né? Eu posso raspar e pintar, mas será que eu resolvo o problema? Talvez sim, talvez não. Vai que é uma infiltração na parede e o bofo tá me dando o indicativo de que tem algo grave acontecendo que eu não estou enxergando. E aí Joana vem trazer, né, essa percepção de que o mofo ou a rachadura da parede, né, é a doença do corpo. E a causa mesmo, ela está lá dentro, lá bem de forma interna. ela vai se aprofundar inclusive, né, eh, trazendo a importância dos pensamentos, né, e tenho costumado trazer, né, eh, li filmes, né, pra gente nos ajudar na reflexão. Eu tava trazendo mais filme, né, do mundo Disney Pixar, porque tenho duas filhas pequenas, eu acabo, maioria dos filmes que eu vejo é da Disney e da Pixar. Eu falei: "Não, vou começar a trazer alguma coisa mais de adulto, né?" Porque embora os filmes da Disney e da Pix não são só mais para crianças, né? Tem muito conceito adulto ali que as crianças não conseguem perceber, mas nem
r a trazer alguma coisa mais de adulto, né?" Porque embora os filmes da Disney e da Pix não são só mais para crianças, né? Tem muito conceito adulto ali que as crianças não conseguem perceber, mas nem sempre as pessoas gostam, né? E aí com relação a esse poder do pensamento, né? de como a gente vai transformando a nossa vida e inclusive como nos abordamos com relação às doenças. Existe um documentário que é um filme misturado, é um pouco antigo, já tem no YouTube chamado Quem Somos Nós? Nesse documentário filme, ele vai falar muito sobre física quântica, né? Vão ter alguns cientistas falando sobre Deus, que quando eu fui ver a primeira vez eu achei meio confuso, né? Aí na época não conhecia o espiritismo. Então depois a gente vai conhecer o espiritismo e vi que a ciência e a religião podem sim andar juntas. Eu tinha o preconceito que eram coisas distintas. E nesse documentário vai falar sobre muita física quântica, mas tem um ponto lá que é a personagem principal quando vira filme, ela tá andando no metrô e vê várias fotos de um estudo japonês, né? Não, não anotei aqui o, mas se você pesquisar o poder do pensamento na água, estudo japonês, vai aparecer fotos, vídeos, muita gente fala sobre isso, que é um científeta japonês que foi fazer uma foto microscópica da água para tirar a foto da molécula da água. E aí ele pegou várias potes de água, água inclusive de água poluída, água comum. E para algumas águas, inclusive paraa água poluída, começou a falar coisas positivas, fazer oração, levou para monges tibetistas eh do do Tibé para poder fazer oração em cima da água e tirava foto antes e tirava depois. E a molécula da água, inclusive da água poluída, se transformava. De outra forma, ele pegou outros potes e naqueles pontes começou a colocar palavras de ódio, de raiva, ancor, personalidades que causam esses sentimentos. E na foto microscópia a molécula da água tava toda distorcida, cores amareladas. Então ele na tese do cientista demonstrando que o poder do pensamento
cor, personalidades que causam esses sentimentos. E na foto microscópia a molécula da água tava toda distorcida, cores amareladas. Então ele na tese do cientista demonstrando que o poder do pensamento influi na água. E a reflexão que o documentário, o filme faz, se o meu pensamento tem esse poder com a água de mudar a estrutura, a forma como a água se apresenta, porque a água continua sendo água, mas lá dentro, lá na molécula, ela tem uma modificação. Se o meu pensamento é capaz disso, e de 70 a 80% do nosso corpo é feito de água, o que os nossos pensamentos não fazem com os nossos corpos. E aí eu acho que esse documentário, esse filme traz muito essa percepção, essa reflexão do poder do pensamento em nosso próprio corpo, tá? Que a gente tá vendo mais da forma materialista, né? Joana vai além. Joana vai dizer inclusive, né? Que com esses pensamentos às vezes a gente fica preso num sentimento de culpa e nesse sentimento de culpa a gente fica se remoendo, né? Nas palavras dela, ela fala o seguinte, ó. Calma aí que eu virei a página errada. Ó, eh, a doença é um mecanismo expurgatório, né, como a gente estava falando, através dos quais são eliminadas as cargas de energia perturbadoras que foram assimiladas. Foram assimiladas pela onda do ódio, pela onda da traição, onda do crime, que permanecem em distonia interna, né, que tava abordando quase agora. O mesmo ocorre no que diz respeito a um indivíduo psíquico com compromissos graves na área moral que se transforma em dolorosos processos de inquietação em decorrência de consciência de culpa fixada no mundo íntimo ou transtornos neuróticos, psicóticos de variável denominação. Então é aquela pessoa que se alimenta na culpa de ter se equivocado e começa a alimentar sentimentos negativos. E a gente, né, estamos aqui na casa espírita, a gente aborda muito que não estamos sozinhos. Existe uma multidão que nos nos acompanha, alguns desejando nosso bem, outros não querendo o nosso bem. E aqueles espíritos que não querem nosso bem, ainda se comprazem em fazer o mal,
tamos sozinhos. Existe uma multidão que nos nos acompanha, alguns desejando nosso bem, outros não querendo o nosso bem. E aqueles espíritos que não querem nosso bem, ainda se comprazem em fazer o mal, eles se aproveitam desse sentimento de culpa, colocando mais pensamento negativo e alimentando isso. E aí isso Joana fala que nos ajuda a ficar em desharmonia com o nosso self, com o nosso eu imortal e gera doenças. Então ela vai est reforçando em diversos pontos aqui no no texto que os pensamentos têm um poder muito forte e se a gente ficar preso em culpa, em equívocos, a gente vai se afundar em doença, vai se afundar em desarmonia que vai gerar a doença. E aí ela fala que eh ela faz um porém aqui, que nem toda a doença é esse mecanismo expurgatório, nem toda doença é um mecanismo de da culpa se colocando, né, eh, em evidência. Ela fala que alguns, né, alguns espíritos fortes vêm à Terra com doenças, mas com um propósito, com propósito de mostrar a nós como superar essas doenças, como superar as dificuldades. Existe uma passagem no evangelho, inclusive, de um cego, de nascença, que Jesus cura. Inclusive, nessa passagem é uma das reflexões que trazemos para Jesus, demonstrando que a vida existe antes do nascimento. Porque os apóstolos perguntam a Jesus: "Quem errou? Se foram eles, se foi ele que errou para poder nascer cego ou foram os pais dele que erraram para ele nascer cego?" Então assim, se os apóstolos perguntam para Jesus que ele poderia ter errado antes de nascer, é porque existe vida antes do nascimento. Mas seguimos. Então os apóstolos perguntam: "Foi ele que errou ou foram os pais que erraram para ele nascer cego?" E aí Jesus responde: "Não foi nem ele, nem os pais. Ele veio aqui para que fosse feita a vontade do meu pai". Ele estava ali para que Jesus pudesse operar o milagre. e a gente tivesse há mais de 2000 anos contando essa história novamente, uma de titrantas, onde Jesus transformou as pessoas com seu amor. Então, no caso dessa passagem evangélica, não era uma expiação, não
nte tivesse há mais de 2000 anos contando essa história novamente, uma de titrantas, onde Jesus transformou as pessoas com seu amor. Então, no caso dessa passagem evangélica, não era uma expiação, não era um desajuste. Ele voluntariamente se colocou na posição de cego para que Jesus pudesse o curar. E a gente pode trazer diversos exemplos aqui do espiritismo que a gente vê que veio a doença, não quer dizer que as pessoas sofreram, mas que são referências, né, de como lidar com a doença. Um caso que eu gosto muito, que é o Jerônimo Mendonça, conhecido como o gigante deitado. Ele que ficara tetraplégico. O Divaldo Franco, contando as histórias dele, diz que eh ele dizia que era torturante uma mosca pousar no no seu rosto, porque ele sentia cada movimento da mosca em seu rosto e não tinha como se movimentar. Ele às vezes eh confessava que ficava um pouco triste porque as pessoas às vezes iam reclamar de uma encravada sem perceber que ele tava imóvel na cama. Então ele tinha suas dores da alma, suas dores do corpo, mas ainda assim ele virá virou um palestrante espírita. Ele virou palestrante espírita no sentido de até brincar com a sua situação. Ele imitava Divaldo Franco nos congressos e seminários. E aí quando ficava atrás da cortina, antes dele ir ao palco, ele pegava o microfone e começava a falar como se fosse o Divaldo Franco e o público achando que era o Divaldo Franco que tinha chegado pro seminário. Ele dizia que arrancava risadas e gargalhadas na plateia e falava pro Divaldo: "Divaldo, você até pode ser aplaudido no final da sua palestra, mas quem sai carregado sou eu". Olha a percepção desse espírito fazendo, tentando fazer que a vida fosse mais leve diante da dificuldade que ele tinha. Pode ter sido algo expiatório do passado, pode, mas também pode não ser. Isso pouco importa. O que importa é como lidamos com a doença, o que que fazemos a observar a doença. E aí uma outra mensagem que a Joana coloca aqui no texto é isso, é que a doença ela é uma mensageira.
o pouco importa. O que importa é como lidamos com a doença, o que que fazemos a observar a doença. E aí uma outra mensagem que a Joana coloca aqui no texto é isso, é que a doença ela é uma mensageira. E aí você vai reclamar com o mensageiro, o mensageiro tá só trazendo a mensagem. Digamos que a gente tá dirigindo no carro, acende a luz lá da injeção eletrônica, que a bateria começa a piscar, você vai quebrar o painel do carro porque tá dando uma mensagem que tem algo errado no carro? Não, você vai levar pro mecânico, vamos analisar, é a bateria que tá com problema. A gente troca a bateria, vê a questão da injeção, se tá entupido, né, alguma vela. Então, a doença ela é a mensageira e a gente precisa observar o que que a doença tá trazendo para mim como reflexão. E aí, trazendo o filme da Disney e da Pix, e aí esse filme eu trago diversas vezes por diversas óticas diferentes, é o Divertidamente. Do Divertidamente um, né, tem o painel de controle, são cinco emoções, porque ela tá na infância, a Raley. E aí a alegria toma conta ali do cockpit, né, do da central de controle. E toda vez que a tristeza vai abordar alguma coisa e vim à tona, a alegria vai eh joga a tristeza pro lado, fica reprimindo a tristeza, até que eles se mudam, dá uma confusão na família e aí tanto alegria quanto a tristeza vão lá pro pro é subconsciente, né? E lá tem inclusive as chamadas memórias bases, né? que são as memórias referências da personagem principal e elas ficam desesperadas querendo voltar pro painel de controle. Aquilo fica meio confuso e a alegria tá sempre brigando com a tristeza e aí dá um pequeno spoiler até que a felicidade, a alegria percebe o papel da tristeza. Numa das memórias base mostra que a Rallyy gosta muito de rocky. Então hocky é uma memória base, é um talento da personagem principal, é algo que deixa ela forte. E aí, naquele momento em que fez a memória base, né, que tava todo mundo vibrando, a alegria percebe que antes daquele momento elas tinham perdido o campeonato da escola e a tristeza tava
a ela forte. E aí, naquele momento em que fez a memória base, né, que tava todo mundo vibrando, a alegria percebe que antes daquele momento elas tinham perdido o campeonato da escola e a tristeza tava tomando conta. Então, foi a tristeza que fez unir os amigos, foi a tristeza que fez a família se unir para que pudesse gerar aquele momento de memória base, de alegria que o Rocky proporciona para personagem principal. Então, a alegria no filme, ela percebe que a tristeza tem a sua função. A função de fazer a gente refletir, a função de nos unirmos, porque a gente tende a se unir nas dificuldades. Aqueles que são nossos entes mais caros, quando passam por dificuldades, a gente tende a se unir. E às vezes a doença vem com esse propósito. A Joana, ela não, ela traz outra analogia, eh, que é a febre, né, que a doença é a febre da alma. Então, quando a gente tá doente, e aí principalmente com criança, às vezes é mais difícil, né? Ela começa a ficar febril e a gente tá ali vendo nosso filho, nossa filha doente, já quer atacar, né, o remédio para acabar com a febre. Até que a gente vai conhecendo, vai conversando com o pediatra e os médicos e mostra que a febre não é ruim. A febre é um mecanismo de defesa do próprio corpo para ajustar o que está errado. Então a febre até ali os 38 não é algo negativo. Quando começa a passar dos 38 já é algo ruim. Aí você tem que aplicar o remédio. Então, estar num estado febril, por mais incômodo que seja, ele é positivo pro nosso corpo. E aí a Joana vem trazer que a doença é a febre da alma. Por mais que a gente não queira ficar doente, por mais que a gente busque soluções paraa nossa doença, às vezes a doença é a febre da nossa alma. é aquilo que vai ajudar a gente a refletir no nosso caminho, refletir nas nossas decisões. É por isso, inclusive que o Espiritismo não indica a eutanásia, porque embora o espírito esteja ali inconsciente, o espírito ele é imortal, ele está acompanhando tudo que tá acontecendo. O corpo pode estar em coma, mas o
e que o Espiritismo não indica a eutanásia, porque embora o espírito esteja ali inconsciente, o espírito ele é imortal, ele está acompanhando tudo que tá acontecendo. O corpo pode estar em coma, mas o espírito tá próximo. Ele está captando tudo que tá acontecendo à sua volta. Então ele pode até no último minuto, seu estante de vida, refletir sobre a sua vida, refletir sobre seus ensinamentos. Nós temos inclusive diversas referências, né? A internet tá cheia disso. Eles chamam de EM, né? De experiência quase morte, de pessoas relatando o que que elas viram enquanto estavam em coma, relatando o que que elas perceberam ao seu redor e como isso transformou a vida delas. Então, às vezes, a doença pode também trazer isso. E aí, nessa reflexão do que que é a doença e como fazer, né? E a Joana, ela termina o capítulo trazendo Jesus como referência, dizendo que se não tem notícia que Jesus tenha ficado doente. E eu falei: "É verdade, não tem notícia, não tem relato que Jesus ficou gripado, por exemplo, que Jesus não foi pregar porque tava com febre". Ele fala a Joana, né? traz que todo o ministério transcorreu com saúde integral, que permitiu atender as massas enfermas, transitindo uma energia, transmitindo energia balsâmica e curativa. E aí ela traz uma uma passagem que tá em Mateus 15, versículo 19 a 20, dizendo que a gente precisa vigiar o nosso coração, porque o coração é do coração de onde podem proceder os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as fornicações, os furtos, falsos testemunhos e blasfêmias. Todas essas coisas contaminam o homem, né? Jesus em outra passagem vai falar eh que a gente precisa vigiar os nossos pensamentos e corações, porque não é o que entra do nosso corpo que vai vir a salvação, é do que sai. Observamos o que tá saindo do nosso coração. E aí pra reflexão depois da palestra à noite, quando a gente for dormir, que a gente separe alguns minutos, não muito, coisa de 3, 5 minutos, como foi o nosso dia? O que que saiu do nosso coração no dia
aí pra reflexão depois da palestra à noite, quando a gente for dormir, que a gente separe alguns minutos, não muito, coisa de 3, 5 minutos, como foi o nosso dia? O que que saiu do nosso coração no dia de hoje? Foram pensamentos bons, pensamentos negativos? Mas a a proposta dessa reflexão não é para trazer culpa nem julgamento, é de observarmos. Porque o discernimento é o primeiro passo pra gente ajustar a rota. Às vezes a gente tá no caminho errado sem perceber que tá no caminho errado. E o discernimento a gente só consegue conquistar com essa avaliação sem julgamento, refletindo, olha que que aconteceu? Por que que eu reagi dessa forma? E aí no dia seguinte a gente começar a observar de uma forma diferente. Poxa, se eu reclamei muito hoje, amanhã eu vou me esforçar para não reclamar. E aí, acreditem, na hora que vier a vontade de reclamar, se você conseguir superar essa vontade, você vai ficar feliz consigo mesmo. Vai ser uma vitória íntima que às vezes ninguém vai ver, mas é uma vitória sua que ninguém tira. E essa pequena vitória que você pode conquistar num dia, só do ato de não reclamar que você venceu, nesse esforço que precisa ser contínuo, as vontades de reclamar vão diminuindo e a gente vai se melhorando quanto a reclamação. Se a o problema que eu percebi no meu dia foi a ansiedade, eu tô muito preocupado com o futuro. Tentemos acalmar nosso coração. Veio ansiedade e aí no meu pensamento falei assim: "Calma, isso eu não vou conseguir resolver agora". Poxa, olha, consegui dominar o pensamento da ansiedade. E aí voltando do filme Divertidamente, no segundo filme a personagem principal vira adolescente e aí vem ansiedade, vem o nojinho, vem o nojinho, não vem vergonha, vem outras emoções. E a ansiedade toma conta do cockpit, né, lá da da sala de controle. E no final do filme, a ansiedade vem falar: "Semana que vem tem prova de espanhol, semana que vem tem prova de espanhol". E aí alegria fala assim: "Poxa ansiedade, muito obrigado por lembrar da prova de espanhol, mas é só
a ansiedade vem falar: "Semana que vem tem prova de espanhol, semana que vem tem prova de espanhol". E aí alegria fala assim: "Poxa ansiedade, muito obrigado por lembrar da prova de espanhol, mas é só semana que vem. senta ali na sua cadeira ali e toma esse chazinho. Olha só que que interessante o convite de acolhermos nossas emoções. A ansiedade ela tem sim um papel importante de nos lembrarmos do futuro, lembrarmos riscos que podem acontecer no futuro, mas ela precisa ficar um pouco lá. Ela só vem para alertar. a gente acolhe e continua seguindo. Então, que a gente possa sair dessa palestra com essa reflexão de verificarmos do que tá saindo e num segundo passo, como eu posso fazer diferente. E a cada conquista que a gente conseguir, a cada passo de vitória interna, a gente vai construindo o mundo melhor para nós mesmos, porque o objetivo principal da nossa encarnação não é nada contra o outro, não é nada contra o Brasil, a Terra, a política. Nada disso é a gente poder sair dessa encarnação melhor do que a gente aqui chegou. Gostaria muito de agradecer todos que estão aqui presencialmente, também os que estão aqui de forma virtual, né? Eh, dívida paga que a Fernanda colocou, né? que eu precisava rever. E e isso eu me incluo nessa, né, nesse desafio que a gente precisa ver a doença com outros olhos, a doença com o mecanismo de expurgar, de tirar do nosso eu um equívoco do passado, um pensamento negativo que nós tivemos, né? A doença convidando a gente refletir sobre a nossa vida e encarar ela como uma mensageira, né? Não como alguém que tá querendo vir nos punir, punir. Afinal, Deus é amor, né? saudar aqui na internet, né, a Judite, a Rosana, a Líia, o Pedro, Fátima, Giovana, Gilberto, todos os outros que estão aqui, né, no chat. Eu gosto muito de dizer que nesse momento é uma conexão em um pensamento, né, que é a palestra que a gente se une e a gente troca energias sem perceber com os olhos da carne. Então, fica a minha gratidão para todos vocês. E é a gratidão principal é para
ão em um pensamento, né, que é a palestra que a gente se une e a gente troca energias sem perceber com os olhos da carne. Então, fica a minha gratidão para todos vocês. E é a gratidão principal é para Deus, nosso pai. para Jesus, nosso mestre e guia, o pastor de todas as ovelhas, de todas as ovelhas que estão seguindo seu caminho, que às vezes se equivocam, que às vezes pegam um caminho equivocrado, mas tu, Senhor, o bom pastor, ampara todas as ovelhas. Tu dissestes que nenhuma ovelha seria perdida, que ainda que tivéssemos tribulações, desafios, convidastes a termos bom ânimo, porque venceu o mundo e nós também venceremos. que possamos, Senhor, se tivermos passando por alguma doença ou algum ente querido nessa situação, que possamos refletir, se for o nosso caso, o que que a doença tá trazendo para nós, o que que eu tô sendo convidado a realizar, que nem sempre eu tô querendo, mas a doença me obriga. E se for um companheiro de jornada, que a gente possa se colocar à disposição para auxiliar essa luta que é dele, mas que podemos com caridade, com bom ânimo, também renovar suas energias. Senhor, caia sobre nós neste instante suas bênçãos, tanto quem tá presencialmente aqui na comunhão quanto quem está virtualmente, ampare todos nós, nossa família, nosso ambiente de trabalho, que a gente possa nessa proposta de melhorarmos um dia de cada vez e no final dessa jornada olharmos para trás e percebermos que tudo valeu a pena e que saímos um pouquinho melhor, que a gente possa ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação [música] física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim,
energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu,
ontinuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos [música] que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso [música] ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos [música] graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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