Momentos Evangélicos com Jamile Lima – Bem maior

Mansão do Caminho 25/01/2026 (há 2 meses) 56:37 8,802 visualizações 1,376 curtidas

Palestra doutrinária realizada no *Cenáculo da Mansão do Caminho,* todos os sábados, com *transmissão ao vivo* pela TV Mansão do Caminho. #MomentosEvangélicos #MansãoDoCaminho #PalestraEspirita #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #EstudoEspirita #ReflexaoCrista #DivaldoFranco #CentroEspirita #Espiritismo #espiritualidade #Evangelho #Deus #Jesus #AllanKardec #VidaGloriosa #JoannadeÂngelis #JamileLima #Bemmaior *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Garotinho. Boa noite, irmãos e irmãs aqui presentes, aos internautas. O microfone já começou a me ajudar a trabalhar o tema bem maior que a paciência. Ele precisa de alguns minutinhos para entrar em ação. Quando eu pensei no que abordaria com vocês, além da ajuda que a veneranda Joana de Ângela já deu a partir da obra Vida Gloriosa e lembrar de quem nós estamos falando quando abordamos a vida gloriosa e que precisou ser gloriosa para nos deixar tantas benéces, mensagens, exemplos, mas acima de tudo a possibilidade de darmos continuidade, não aquilo que o outro que nos antecedeu fez, Mas ao que devemos fazer quando lembramos de uma ideia de bem maior, ao olhar o título do capítulo, eu já me senti cheia de esperança, porque nós não estamos atravessando um momento fácil, interno e externo. Não tô falando de algo circunscrito do Estado, do país, estou falando do nosso planeta. Mas é preciso também lembrar que Kardec sinalizou que todo e qualquer orbe sempre será um retrato fidedigno dos seus habitantes. Logo, se todos nós somos regidos por afinidade e sintonia, nós não estamos aqui por castigo ou porque Deus numa distração errou o nosso endereço. Afinidade faz com que os espíritos se aproximem e a aproximação que estabelece sintonia faz com que nos reunamos em circunstâncias, situações e possibilidades dentro daquilo que cada um de nós necessita e almeja. Por mais que saibamos que somos responsáveis pelos nossos atos, por aquilo que estamos lançando como sonhos e aspirações, não é o outro que legamos as consequências daquilo que fazemos. Não necessariamente vai ser o presidente, vai ser o chefe, o esposo, a esposa, sempre nós atraímos, criamos as condições. Quando pensamos em bem maior, é preciso que antes entendamos o que é o bem. O bem sempre vai ser algo que acalma, nunca irrita, nos possibilita experimentar momentos de felicidade. Eu digo momentos porque o próprio Cristo já nos alertou. A felicidade não é deste mundo. E o que é que a gente pode fazer para alcançá-la?

irrita, nos possibilita experimentar momentos de felicidade. Eu digo momentos porque o próprio Cristo já nos alertou. A felicidade não é deste mundo. E o que é que a gente pode fazer para alcançá-la? A palavra que resume e que responde é simples. Evoluir. Para evoluir significa que nós vamos despender esforços. E esforços no nosso nível evolutivo ainda ganha status de sacrifício. A questão não é o sacrifício, é que visão nós temos de sacrifício? Sempre algo penoso, doloroso, difícil. que me tira das possibilidades de viver prazerosamente ou simplesmente do jeito que eu escolhi. Todos nós que aqui estamos encarnados, tirando os espíritos missionários, a menos que nos sintamos dessa forma, vão precisar rever os atos do passado para poder então avançar. Por isso a assertiva, não julgueis, porque todos nós que aqui estamos temos alguma coisa a reescrever no livro da nossa existência, dessa existência em que estamos. Porque vida, todos nós temos uma única, que é a do ser imortal, do espírito. Existências temos várias. O que é que estamos fazendo dessa para constituir um bem maior? E se o bem é maior, significa que ele não é dotado de restrição, ele não é particularizado. Nós usamos com certa frequência a frase: "Agora eu vou pensar em mim. Tudo o que eu fizer será para o meu bem. Cansei de servir aos outros". Tem algum problema nessa afirmativa ou um comprometimento em servir ou ajudar os outros? Isso vai depender de como estamos enxergando o servi e o tal bem maior. Se eu sirvo com a ideia de que depois eu vou poder cobrar o favor ou que terei recompensa ou que o mundo me aplaudirá, aí servir se torna algo que vai me causar dor, porque eu vou depender sempre da validação daquele a quem beneficiei. Em verdade, o benefício será sempre nós quando servimos ao outro, porque servir o outro é servir a Deus. Por isso, se vivo na ilusão e no autoengano de que sirvo para ser glorificado, o padecimento, a frustração e a sensação de ingratidão é o que vai campear as nossas vidas. E aí não se

é servir a Deus. Por isso, se vivo na ilusão e no autoengano de que sirvo para ser glorificado, o padecimento, a frustração e a sensação de ingratidão é o que vai campear as nossas vidas. E aí não se conquista bem maior, apenas infelicidade e sentimento de que os outros não me delegam. O que nós podemos entender como mais valia. Eu não sou valoroso ou importante para o outro, porque ninguém me diz muito obrigado. Nossa, como você é um ser majestoso, como você é bom. As nossas vitórias internas, o evangelho já nos apresenta isso, são todas silenciosas. Não tem testemunha e não tem aplauso. Se alguém já viu, se alguém aplaudiu, se alguém elogiou, você já teve o seu prêmio. Mas aquele momento em que a gente diz assim: "Consegui, venci, nossa, nem eu imaginava que eu tinha essa possibilidade." Aí sim você alcançou o bem maior, que é da satisfação interna e perene que nada e nem ninguém lhe destitui ou vai de acordo com a ferrugem e com as traças se destruir com o prêmio, com o tempo. Porque isso é o que Jesus denominou de tesouro da alma. Ele é eterno, é permanente, nos acompanha, é o bem maior. Mas se ainda o bem a que estamos acostumados ficar dentro das riquezas que vamos amealhar, das conquistas que iremos conseguir, das pessoas que iremos de qualquer modo manipular ou dominar de acordo com o alcance de cada um. E quando é que a gente vai buscar o bem maior internamente e deixar o outro viver a vida de acordo com as suas escolhas? Hoje, ainda lendo uma outra obra com cujo título do capítulo é Violência e Loucura, Joana vai discorrendo que nós entendemos violência e não que não seja como as grandes catástrofes, as guerras, a violência urbana, o nosso trânsito, que é também muito violento, inclusive mata mais do que algumas doenças, ela foi trazendo e descortinando que essa violência já atingiu o grau máximo, mas ela Ela inicia com um olhar de desprezo, com um comentário pejorativo que a gente entende como maledicência, como alguém que a gente escanteia porque acha que não é merecedor da nossa

grau máximo, mas ela Ela inicia com um olhar de desprezo, com um comentário pejorativo que a gente entende como maledicência, como alguém que a gente escanteia porque acha que não é merecedor da nossa atenção. É uma escuta que deixamos de fazer porque estamos sem tempo. É alguém que deixamos de perguntar se precisa de alguma coisa. Essas pequenas violências que passam desapercebidas, com o passar do tempo, elas vão se acumulando e geram a grande violência. E se não estivermos atentos às necessidades do outro, que são necessariamente as nossas, a violência vai se tornar o lugar comum do nosso dia a dia. Ouvimos o tempo inteiro frases como: "Nunca se fez tanto, nunca se matou tanto, nunca isso, nunca aquilo". Mas nós espíritas já relemos, revisitamos o que tá escrito em lá em a Gênesis, no capítulo 18, em sinais dos tempos. O evangelho fortifica essa afirmativa. A medida em que a crise social aumenta e atinge o seu ápice, significa que a humanidade já tem a maturação devida para reverter o seu mundo íntimo e transformar a Terra no planeta de regeneração. Por que é que nós, que já temos o conhecimento e que antes de pacificadores precisamos ser pacificados? Ainda estamos na condição dos que se assombram, dos que se desesperam diante dessas circunstâncias, se sabemos que elas estão dentro daquilo que nos é possível em nível evolutivo e que esse momento chegaria. O evangelho é prójego quando nos diz: "O apador sinaliza o início do momento de felicidade." Aí eu volto para o que Joana fala no iníozinho do capítulo bem maior. Vive-se a dor aquele que tem coragem, confiança em Deus e confiança no futuro. Como é que a gente consegue ter confiança em Deus? sabendo que ele é a soberana justiça e bondade, entendendo que somos espíritos imortais e que estamos aqui de acordo com o que o livro nos espíritos nos apresenta, para evoluirmos até chegar à perfeição. E eu entendo essa cadência, mesmo que eu não viva os maiores valores do campo ético, fraternidade, solidariedade, respeito, a ideia de igualdade não nas

esenta, para evoluirmos até chegar à perfeição. E eu entendo essa cadência, mesmo que eu não viva os maiores valores do campo ético, fraternidade, solidariedade, respeito, a ideia de igualdade não nas especificidades que o físico apresenta, mas na essência que todos nós somos. E aí, mais uma vez, quanto tempo e quanta energia perdida na estratificação que nós vamos fazendo entre os povos, idiomas, culturas, cor da pele, lugar que mora, status econômico, tudo isso vai ser deixado e nada disso vai ser considerado no grande retorno quando precisarmos então apresentar o que fizemos e o que conquistamos. Será que estamos vivendo pensando nisso? Ou escolhemos estar na condição de autôm. Claro que a gente não vai ser inocente ou ingênuo de não entender como o nosso sistema se organiza, extrai dos corpos toda a energia possível a ponto de que a gente esquece que é espírito. Como é que se alcança um bem maior? com as dores que a gente vivencia no preconceito, na fome, na guerra e na exclusão. Joana vai responder que quando pacificarmos o agressivo e o violento que estiver dentro de nós, nesse momento a gente vai conseguir reverter as condições que nós estamos vivendo. Porque se eu perceber que o outro é minha extensão e que estando feliz por consequência eu estarei. Notem o comportamento dos espíritos superiores ou os espíritos bons. Eu não estou falando de espíritos perfeitos, espíritos que inclusive podem estar entre nós. Eles têm uma preocupação genuína com o outro. Porque a felicidade de espírito que já evoluí um pouco mais é ter os outros usufruindo da mesma felicidade que ele tem. É nessa caminhada que nós estamos. Quando eu percebo que estar feliz é porque o outro também está feliz comigo, não vai ter mais guerra, não vai ter mais exclusão, porque eu sei que o bem que eu dou é o bem que volta. Se eu consigo reverter a minha característica de egoísmo, esse essa excessividade vaidosa, esse apego quase que inesgotável que nós temos com o corpo físico, que vamos deixar daí a um

o bem que volta. Se eu consigo reverter a minha característica de egoísmo, esse essa excessividade vaidosa, esse apego quase que inesgotável que nós temos com o corpo físico, que vamos deixar daí a um tempo, precisamos cuidar com respeito, mas ele vai ser deixado. O que é que a gente então pode imaginar nesse sentido do que é a minha existência, que eu não sei quanto tempo mais tem e o que é que eu estou fazendo de valia com ela. É muito rápido esse tempo que temos aqui. Ele passa num átimo de segundo. Todos nós aqui somos capazes de lembrar o que aconteceu na nossa infância. E a gente usa aquela velha frase, parece que foi ontem e foi. Então, o tempo não é viver com pressa de forma ata, desesperada ou precipitada, é aproveitando as possibilidades, porque elas podem não voltar, pelo menos nesse momento existencial. E já notaram como a gente olha para as possibilidades evolutivas? A gente até usa o conhecimento espírita para isso. Eu vou aproveitar logo para me livrar, porque na outra encarnação não quero conta. Vejam como o nosso raciocínio não é o do servir a Deus, é se livrar do próximo. Vamos continuar mantendo os mesmos equívocos e reclamando das condições que estamos vivendo. Quando eu sirvo a Deus, eu paro de julgar, porque eu entendo que cada um tem um momento, um nível evolutivo e uma possibilidade de resposta. Impor ao outro o meu sistema valorativo é violentar. Não é só quem atira e lança a bomba. Isso também é ser violento. Deus, se nós percebermos, basta nos olharmos, não nos impõe ritmicidade evolutiva, respeita e nos aguarda. Claro que se infringirmos as leis prejudicando o coletivo, nós vamos ter alguns movimentos e estratégias divinas, todas amorosas e não punitivas, de fazer com que nós tenhamos esse livre arbítrio temporariamente não recusado, mas ele vai ter algum impeditivo para não avançar de modo a prejudicar os demais. Eu lembro de uma leitura, eh, salvo engano, Trilhas de Libertação de Manuel Filomeno de Miranda. em que tem um médium de cura, Davi, e ele vem

peditivo para não avançar de modo a prejudicar os demais. Eu lembro de uma leitura, eh, salvo engano, Trilhas de Libertação de Manuel Filomeno de Miranda. em que tem um médium de cura, Davi, e ele vem com uma programação reencarnatória, onde ele então curaria e daria alento as pessoas na casa espírita que ele trabalharia. Só que Davi, e aí a gente vê a esfera do não julgamento, ao chegar à Terra não consegue viver diante dos apelos materiais. se tornou alguém importante, de destaque, começou a ser presenteado pela mediunidade, pelas curas que fazia. E a partir disso ele foi se envaidecendo, a luxúria foi tomando conta e ele não conseguiu administrar. Lembram da ideia dos dons que Deus nos concede? Ele tinha, mas não conseguiu administrar porque o emocional não estava educado como era esperado. Davi, então, em uma festividade que esteve, ele não conseguia manter uma vida que nada tem a ver com castidade de não participar das coisas, mas como o seu mundo interno se encontra. Ele então se envolve numa discussão em um bar e como ele estava já se protegendo porque foi alguém que ganhou muito dinheiro, ele saca a arma e no momento em que ele vai tentar se defender em relação ao outro que lhe afronta numa briga com os ânimos exaltados, ele já tinha um desgaste orgânico no campo cardíaco. A espiritualidade então fluídicamente providencia o retorno dele para o mundo espiritual. Nossa, que recurso violento. Nada tinha de violento nisso. Ele já tinha um desgaste orgânico. A adrenalina que fez com que o seu corpo se encontrasse naquele tempo leva um choque e ele desencarna com ajuda dos espíritos para que aquela encarnação não se comprometesse ainda mais com um crime que ele iria cometer. Notem como o desalinho das emoções, com todas as possibilidades que ele tinha de viver o bem maior, fez com que ele deixasse não a encarnação perdida, como às vezes a gente coloca. Encarnações não se perdem, todas terão seu aprendizado. Elas podem não chegar a um grau de completude, como André Luiz Luiz

com que ele deixasse não a encarnação perdida, como às vezes a gente coloca. Encarnações não se perdem, todas terão seu aprendizado. Elas podem não chegar a um grau de completude, como André Luiz Luiz apresentava. Os completistas nas reencarnações cumprem toda a programação reencarnatória, mas alguma coisa se faz. Mas no caso dele, ele não conseguiu deixar, digamos, que essa programação todinha entregue da forma que ele se comprometeu. Pensar nisso significa dizer que cada um dentro da esfera em que se encontre vai usar os seus próprios, vamos dizer que as condições íntimas emocionais e sentimentais de acordo com suas possibilidades evolutivas. Ninguém reencarna para falir. Ninguém reencarna para falhar ou errar. Já imaginaram se Deus permitisse que todos nós que aqui estamos e que estão no mundo a despeito das crenças retomassem as existências com possibilidades de falhar? Haveria misericórdia nesse pai? Será que ele deixaria? Nós no nível evolutivo que estamos como pais, mães, tios, professores, vendo crianças e jovens diante do perigo, a gente alerta, tenta proteger, imaginemos a divindade que é amor supremo e absoluto. Todos nós voltamos com possibilidades de vencer. E Kardec vai dizer, caso não tenha conseguido, é porque lhe faltou vontade firme. E vontade não é impulso. Dá e passa. Vontade depende de consistência, permanência, repetição, até que os condicionamentos sejam substituídos, igual a fluidoterapia, substituição de moléculas maãs por moléculas sãs. O mau hábito precisa ser substituído por um hábito agradável, positivo e que salvaguard comunidade. Se nós lembrarmos das primeiras comunidades cristãs, não havia necessariamente lideranças afetivas, porque todos se sustentavam em amorosidade e cuidado com o outro. Alice se vivia feliz num contexto adverso, porque eles já tinham sentença de morte garantida. Bastava dizer: "Sou seguidor do Cristo". E nós hoje que temos a liberdade de dizer e professar o que somos, o que gostaríamos, aquilo que tendemos a ter

que eles já tinham sentença de morte garantida. Bastava dizer: "Sou seguidor do Cristo". E nós hoje que temos a liberdade de dizer e professar o que somos, o que gostaríamos, aquilo que tendemos a ter uma maior afinidade, fazemos o quê? Conseguimos um pouco mais? Amamos um pouco mais com a liberdade que nos é concedida? É isso que Joana vai chamar. E eu registrei aqui esse ponto que para reduzir, note, ela não disse acabar com a dor. Na nossa condição evolutiva, para não ter dor, a gente precisa sair dela, ou para um outro planeta, ou esse se melhora para que acompanhe a evolução que a gente vai conseguir. Isso pode parecer forte, mas é real. Considerando que eu estou onde devo e onde me propus estar por aquilo que cultivo no meu mundo interno. Não é também aquela ideia que às vezes a gente usa, tá? Porque mereceu. Mas esse tá porque mereceu tem aquela conotação, viu? Aí, bem que eu disse, ou aquela ideia, o meu coração está limpo, eu estou em paz porque eu sei que Deus vai fazer justiça. A gente já sabe que tá embutido uma vingança mais refinada e não de fato uma liberdade dizendo que o outro vai estar aí, digamos que sujeito à penalidade divina. É nisso que nós estamos colocando, mas sim com a consciência desperta de que a lei de Deus é suficiente para nos alcançar de acordo com aquilo que ofertamos a cada um segundo as suas obras. Não precisa ir a desforra. Deixe ao outro a sua possibilidade de crescimento e cuide da sua. Joana vai dizer no nível em que a humanidade está. Isso é muito difícil, porque ainda estamos muito próximos dos instintos e da era da agressividade. O mundo animal ainda sobrepuja ao espiritual que estamos buscando. Racionalmente, todo mundo que está aqui e os internautas que estão conosco podem recitar o livro dos espíritos da primeira à última questão. questão é, todas as parábolas nós conhecemos, mas onde elas estão no meu dia a dia? Que aplicabilidade eu dou? Por isso que Joana vai nos dizer, se eu tenho fé em Deus, coragem, esperança e fé no futuro,

stão é, todas as parábolas nós conhecemos, mas onde elas estão no meu dia a dia? Que aplicabilidade eu dou? Por isso que Joana vai nos dizer, se eu tenho fé em Deus, coragem, esperança e fé no futuro, eu vou vivendo como Paulo colocou a cada dia o seu trabalho. Eu me nego à agressividade, eu me nego a palavra ríspida. Por mais que a provocação venha, eu, como espírito que desejo evoluir, eu já estarei preparado. Ainda estamos habituados a ser aqueles que dizem: "Quando a situação aparecer, você não vai estar preparado. Você precisa se preparar todos os dias para a situação difícil, porque quando ela surgir, você vai saber como lidar. Você já estará mais tranquilo, você já estará embuído do conhecimento de que o outro não lhe agrija ou lhe ofende. Ele oferta o que tem e pode. Você é que vai resolver consigo como vai devolver ao outro aquilo que ele lhe oferta. Quando nós vamos a uma loja com uma roupa que a gente deseja comprar ou um restaurante com alimento específico, se alguém lhe der um outro, você aceita? A menos que você seja convencido que aquele talvez seja melhor. Mas se não lhe agrada, nós vamos dizer: "Não, eu prefiro esse". Não, eu vim buscar uma blusa de tal cor. Essa não me satisfaz no momento. E por que que toda agressividade que as pessoas nos oferecem a gente precisa responder? E tem que ser de pronto para que o outro não pense que soltou-lo. E quando nós conseguimos nos superar e não responder, às vezes estimulamos o outro, mas como você é bobo. Responda para ele ver que você se respeita. Que respeito é esse? é um respeito bem superficial que na verdade inexiste. Significa que a minha valoração está no nível da agressividade ou na disputa das trocas de repúdio. É essa mesma linha do ponto de vista espiritual que a gente deseja seguir. O evangelho já recomenda. é mais forte aquele que resiste à provocação. Fraco é todo aquele que reage por impulso, porque denota falta de autocontrole. ou adotamos a sistemática da autoeducação e temos estratégias para

omenda. é mais forte aquele que resiste à provocação. Fraco é todo aquele que reage por impulso, porque denota falta de autocontrole. ou adotamos a sistemática da autoeducação e temos estratégias para isso. Oração, contemplação, introspecção, prática no bem, estudo, boas conexões, boa convivência, sabemos de todas elas, usamos nos momentos precisos. Ah, eu sou espírita, mas não sou espírito evoluído. Você tá exigindo demais. Ou então a gente usa o próprio discurso doutrinário, ainda não é do meu nível evolutivo. A ideia de estar aqui é para mudar o nível evolutivo. E só muda se eu me esforço e me sacrifico. É o que Joana apresenta no capítulo bem maior sobre o qual estamos conversando essa noite. O que é sacrifício para espíritos do nosso nível evolutivo? Deixar o prazer e viver o dever. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. O Evangelho vai falar do dever e nos diz não o dever que as profissões impõem, mas o dever moral que inicia quando eu invado a liberdade do outro e quando vejo que o limite da minha liberdade é invadido. Se esse limite eu não quero que ninguém invada, por que eu invado do outro? Não faça o outro que você não quer que lhe seja feito. É regra básica. Nós temos leis, essas leis impõem limites para que os direitos sejam respeitados. E quando não são, nós temos sanções. Só que no campo espiritual, a lei que vige, ela não varia de acordo com as especificidades, com a condição social e tantas outras coisas que nós conhecemos. Ela é única para todos os seres porque é perfeita, vem de Deus, todos responderemos a ela. Joana, nesse capítulo diz: "Evoluir é inevitável". Mesmo que decidamos agora, quero ser um espírito recalcitrante por toda a imortalidade, você não vai conseguir. Sinto frustrar quem fez esse planejamento, mas fico imaginando que estando aqui, assim como os internautas, nós já estamos enfadados de sermos como estamos, porque somos espíritos e estamos ainda um tanto quanto rebeldes diante dos códigos divinos. Ela vai

inando que estando aqui, assim como os internautas, nós já estamos enfadados de sermos como estamos, porque somos espíritos e estamos ainda um tanto quanto rebeldes diante dos códigos divinos. Ela vai dizer, e dialogando então com Paulo apóstolo, um livro dos espíritos, já que ainda estamos centrados em castigo. Castigo é uma impressão que o espírito imperfeito, como tá lá na escala espírita, tem, porque ele faz alguma coisa que é infringir a lei de Deus e ele se torna responsável por ferir as leis divinas. Primeiro entendamos que como criaturas divinas, se temos um código a cumprir, quando infringimos, a lei divina vai dizer: "Você precisa voltar a essa linha ou um campo que não é necessariamente retilíneo como a gente imagina. A evolução ela não acontece desse modo, raramente com espíritos que decidem fazer essa ascensão. Não posso lhes contar como é porque eu preferi a outra. [risadas] Não é à toa que estou num planeta com essas características. Estamos em uma evolução que é pendular. Notem que a história, se a gente trouxer exemplos como o que a gente denomina como emancipação feminina, que não vou discorrer em nada sobre teorias sociológicas ecofeministas, não é esse o nosso mote aqui, mas tínhamos um comportamento aceitável na sociedade e com a evolução dos tempos se percebeu que a mulher, como um ser que é, tem todas as habilidades que podem ser trabalhadas. Começamos a balançar esse pêndulo até que chegamos um tempo que não mais sabemos nos relacionar o que é mesmo feminino, o que é mesmo masculino. Estamos aí buscando uma adaptação que ainda não chegou. O pêndulo fez isso até que nós espíritos evoluindo consigamos viver em harmonia sem precisar subjugar o outro, entendendo a todos como essência. Aí o pêndulo vai estabilizar, a gente volta à calmaria. Daqui a um tempo, o atrator, que é Deus vai perceber a nossa evolução como humanidade e esse pêndulo vai voltar a fazer o seu movimento até estabilizar. Quando é que esse pêndulo vai parar de fazer esse movimento? Quando chegarmos à

é Deus vai perceber a nossa evolução como humanidade e esse pêndulo vai voltar a fazer o seu movimento até estabilizar. Quando é que esse pêndulo vai parar de fazer esse movimento? Quando chegarmos à condição de espíritos puros. Até lá, esse vai ser o nosso movimento. Estabiliza? Evoluiu? Se é a ideia de a quem mais foi dado, mais será cobrado. Quanto mais você tem, mais você irá evoluir. Quanto mais evoluído, mais livre nos tornamos, porque somos seres conscientes e responsáveis pelos nossos atos. Nós achamos que essa liberdade espiritual, que é tomar consciência dos próprios atos, é estarmos numa condição de seres escravizados. Escravizados estamos agora pelas nossas próprias paixões, livres quando assumimos por aquilo que Joana chama de autoestima espiritual a condição de cocriadores universais. Quando nós nos olhamos no espelho, a gente quer ver se o cabelo tá bom, se a roupa tá adequada, se estamos bem para viver em sociedade. Mas a gente já olhou no reflexo da alma se estamos mais generosos do que gostaríamos. maises, mais atentos. Acordamos assim: "Hoje eu quero estar belo e a minha beleza vai ser no campo da generosidade. Qualquer pessoa que precise de ajuda, estarei à disposição." Esse não é ainda o nosso ritmo, mas deve ser a tentativa. Esforço e sacrifício se apresentam no nosso dia a dia, porque queremos viver o prazer em demasia, mas o dever é quem liberta. Devo amar, devo respeitar, devo servir a Deus e não ao outro. Nesse momento, quando olharmos que o que a gente denomina como prazer são elementos aprisionantes e que amar o outro é o que me liberta, ah, a gente faz uma revolução. E é esse dia que Jesus aguarda. Por isso que a felicidade dele não é deste mundo ainda, mas pode vir a ser se nos dedicarmos a esse trabalho. E não é apontando para o outro, é fazendo dentro de cada um. como cada um pode e não traçando comparativos. Ah, eu queria ser como Givaldo, queria ser como André Luiz Peixinho, até que queria, queria ser então como irmã Dulce. Cada um só pode

dentro de cada um. como cada um pode e não traçando comparativos. Ah, eu queria ser como Givaldo, queria ser como André Luiz Peixinho, até que queria, queria ser então como irmã Dulce. Cada um só pode ser aquilo que está cultivando internamente. Esses seres, eles ficam na condição de exemplos, faróis iluminativos. Todo mundo aqui, se a gente perguntar quem é nosso modelo e guia, Jesus. Aí, o que é que espírito imperfeito? Ah, mas Jesus não vai dar não. Você tá me exigindo demais. Quem disse que modelo é ser como outro? Modelo é tomar o outro como referência e buscar nas minhas condições fazer o mais próximo possível. Isso muda a psicosfera porque eu vou atraindo espíritos interessados no meu e no progresso da humanidade. E quanto mais a psicosfera muda e mais espíritos evoluídos eu atraio, mais eu faço parte dessa egrégora. Sem se envaidecer e sem soberba de achar que ao dela fazer parte, eu já me tornei espírito puro. Até porque o nosso condicionamento nos estraga em alguns momentos para trás. Já notaram que às vezes a gente amanhece tranquilo, feliz, tá caminhando no bem? Daqui a pouco acontece algo no trânsito e a gente libera uma palavra fluídicamente, não muito espiritualizada. E aí a gente vai dizer: "Puxa vida, tudo que eu fiz não deu certo. Calma, está dando certo. Você está em fase fluídica adaptativa. Não se muda um hábito da noite para o dia. Por isso que reforma íntima requer trabalho e constância. Do mesmo jeito que eu quero musculatura no físico, eu preciso ter musculatura moral para sustentar a minha caminhada. Não conseguiu agora? Tente mais uma vez. Se você vai vendo que vai aparecendo, repita até que isso então seja estabilizado. Já notaram que quando a gente vai oferir a nossa pressão, ela vai precisar, tá subindo, subindo, vai precisar então que você faça uma estabilização, medicamento, alimentação, até que ela então estabilize, mas tem um momento, se você tiver um pico de estresse, você vai e recupera. Precisamos fazer o mesmo. Moralmente falando.

aça uma estabilização, medicamento, alimentação, até que ela então estabilize, mas tem um momento, se você tiver um pico de estresse, você vai e recupera. Precisamos fazer o mesmo. Moralmente falando. Lá na questão 1009, que eu recomendo que todos nós voltemos a ler, Paulo apóstolo vai dizer então que essa sensação que a gente tem de que somos punidos, castigados, culpados, é típica de espíritos que têm uma responsabilidade por aquilo que fizeram e não desejam assumir. A gente pode identificar como fiz, faço novamente, acho que deve ser assim e não estou disposto a compartilhar os meus bens com o próximo. Eu tô falando de bens espirituais. Essa sensação de castigo e punição, porque eu quero viver a revelia das leis divinas, faz com que a gente experimente a ideia de que estou sendo castigado porque não vivo como gostaria. Claro, tô desrespeitando o outro. E por isso esse Deus não dotado de misericórdia está me colocando numa condição que eu não gostaria. Se aí eu acho essa frase belíssima que também está nessa questão 1009. A dor é o recurso que a divindade utiliza para que nos dobremos sobre a nossa própria invigilância e imperfeição, para que ela, de modo când me ajude a encontrar o portal de salvação. Não é Deus que nos concede a dor. Nós é que vamos buscá-las a partir dos nossos interesses mesquinhos. É a partir dela que ele se vale para que o incômodo que eu sinto, a malquerença, o querer conviver, as dificuldades, o constrangimento, até que eu diga: "Onde foi que esse mal-estar se originou?" E aí a gente muda a fonte. Quando eu mudo a causa, aí sim eu consigo reverter a minha existência. Mas se eu fico apenas nos sintomas, com toda a certeza a doença virá cada vez mais fortificada. Esse é o caminho que a gente vai precisar seguir. Aí que a gente diz: "Puxa vida, do faz evoluir". Não precisaria, mas se escolhemos, ela vai fazer. Um outro ponto que ela vai trazer é pra gente refletir o que é esforço. Esforço é tudo aquilo que eu devo e preciso fazer e que eu ignoro, porque eu quero

precisaria, mas se escolhemos, ela vai fazer. Um outro ponto que ela vai trazer é pra gente refletir o que é esforço. Esforço é tudo aquilo que eu devo e preciso fazer e que eu ignoro, porque eu quero viver a revelia da lei. Toda vez que vocês tiverem um desconforto íntimo, uma situação que vocês não desejariam viver, antes da queixa, pense em qual esforço você pode fazer para que essa situação seja vivida de modo, se não agradável. suportavelmente na convivência e consigo de forma a servir a Deus. Jamil, é possível servir a Deus com o esposo que eu tenho? É com a esposa, com os amigos, com o chefe, com os colegas, com os companheiros da casa espírita e com os outros que estão no mundo. Lembrando que as pessoas também nos aturam. A gente tem um hábito de mas o outro me incomoda. Eu tava até evoluindo, até que o outro apareceu. Calma. Primeiro que a gente evolui no contato e não é o outro que contribui para a queda da minha caminhada evolutiva. Eu que não tenho ainda os recursos para entender que o outro sempre vai ofertar o que pode. Ele não está me agredindo, não é comigo, é o outro que traz essas condições. Já imaginaram se Jesus nas caminhadas dele, todos os momentos em que fariseus, romanos criticassem, ameaçassem de brisão, lhe agredissem na rua, ele então recuasse? Ele tinha ideal, objetivo. O exemplo, já que ele é modelo e guia, é: "Pai, afasta de mim esse cálice". Todos nós pedimos, inclusive o cálice, nós mesmos que fizemos para tomar aquilo que não é agradável. Jesus nem tinha o que então lhe desagradar. já tinha a condição espiritual, o ápice que nós devemos chegar, mas mesmo nesse momento, lembrar que era um espírito puro vivendo na matéria e ele não veio destruir as leis, então, óbvio, não que ele tenha cedido ao que a gente ainda não consegue com as questões corporais, mas é uma questão física sentir dor diante do que foi o sacrifício dele em exemplo para a humanidade e não nos redimindo, o que é muito cômodo ter esse tipo de compreensão. Ali, quando a gente então pensa nessa

questão física sentir dor diante do que foi o sacrifício dele em exemplo para a humanidade e não nos redimindo, o que é muito cômodo ter esse tipo de compreensão. Ali, quando a gente então pensa nessa ideia de sacrifício de Jesus, um sacrifício proporcional a sua evolução, olhemos cada um qual é o nosso sacrifício diário. Talvez o nosso desejo não fosse estar aqui. Talvez o trabalho que a gente tenha não seja o dos sonhos. Qual é o meu sacrifício? Eu não gosto, mas vou fazer o melhor que posso. Não é o casamento que eu desejei, mas eu vou fazer o melhor que posso. Não é pro outro, é para Deus. Isso não é autoengano, isso é entendimento da lei. Afirmativa. Afasta de mim esse cálice. Pro espírito puro é rápido, mas seja feita a tua vontade. E a gente, pai, afasta de mim esse cálice e se der, não faça a sua vontade, não. Todo esforço, sacrifício, sagrado, ofício, fazer da vida algo sagrado para ofertar a Deus não é nada doloroso. Não é doloroso se a materialidade e a superficialidade tiverem um campo especialíssimo na nossa vida. Aí vai doer servir ao outro. Porque eu quero atender aos meus interesses e aos prazeres. Ai o mundo apresenta muitos. Só que nenhum nos confere sustentabilidade emocional. Negamos o mundo, não vivemos nele? Não. Vivemos sim nele com equilíbrio, como espíritos eternos que somos, sabendo que este momento aqui pode ser finalizado a qualquer hora e que retornaremos. A questão é saber com que bagagem. E não é aquela história que a gente também como espírita coloca. Eu queria tanto saber para onde eu vou no mundo espiritual, queria tanto saber como vai ser a minha próxima vida. Fácil. Você já sabe para onde você vai no mundo espiritual. Você já está lá. Dá uma olhadinha no que você sente, pensa no que você deseja para o outro. É nesse campo vibracional. Eu não tô dizendo a ninguém para ter medo de pensar, medo de sentir, é só para reverter as ações, senão ninguém mais pensa e enlouquece. Ah, vou desejar mal pô. Tomara que não. Tomara não. Já mudei

l. Eu não tô dizendo a ninguém para ter medo de pensar, medo de sentir, é só para reverter as ações, senão ninguém mais pensa e enlouquece. Ah, vou desejar mal pô. Tomara que não. Tomara não. Já mudei o meu foco, o meu pensamento. E isso é autoexercício, é o tal sacrifício para que eu não caia nessas dificuldades. A minha vida, eu a futura, eu gostaria que fosse assim, assim, assado. Constrói-se vida futura, que do mesmo jeito que essa foi construída na vida passada. A gente tá mesmo existindo com essa atenção ou a gente apenas lê, ouve a palestra e quando sai tudo esquece? E essa pergunta é para mim também, porque não sou espírito puro, estou na busca por e nós oscilamos. E quem oscila precisa de elix constantes o tempo inteiro. Eu vou precisar orar, boas leituras, boas canções, boa convivência, trabalho no bem, porque eu não fico o tempo inteiro mantendo um diapazão. Nós vamos oscilando. É uma notícia que desequilibra. É um ato que eu não gosto. É algo que eu não consegui falar e que tá me fazendo mal. Ou eu tenho algo a que recorrer nesses momentos, ou eu terei dificuldades na conquista desse bem maior que Joana nos traz. Ela pontua, eu já até trouxe no início, a questão da predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual. conquistamos muito. Isso é uma afirmativa dela e todos nós sabemos no campo científico, filosófico, tecnológico, mas ainda as asas que podem nos fazer alçar um voo seguro, que é o do conhecimento e a asa da moral, há um grande desequilíbrio. Intelectualmente todos nós estamos muito bem, mas moralmente ainda temos a dificuldade. Mais uma vez vem a relação, me entrego ao prazer ou ao dever como ser espiritual. Algo que eu desejo compartilhar, porque já estamos caminhando pro término do nosso encontro, que está nesse capítulo, é quando Joana diz o seguinte: "Nós que aqui estamos, a despeito dessas preocupações que a gente tem, é a guerra, a fome. Não que isso não nos tire, digamos que a paz em algum momento, mas onde o nosso pensamento

na diz o seguinte: "Nós que aqui estamos, a despeito dessas preocupações que a gente tem, é a guerra, a fome. Não que isso não nos tire, digamos que a paz em algum momento, mas onde o nosso pensamento está centrado nessas dificuldades?" quando ela diz assim: "Cada um de vós que já teve contato com as lições de natureza espiritual, no nosso caso espiritismo, já pensamos que nós somos os guardiães da paz e que é conosco que os espíritos contam para esses momentos de mudança desse planeta em que nós nos encontramos?" Nossa responsabilidade não é pequena. Não é só tá aqui esperando que as coisas se modifiquem. Nós temos que nos modificar e pensar que os espíritos contam conosco porque nos ofertaram esse conhecimento e que nós estamos deixando a oportunidade passar. Pode fazer com que a gente pense que estamos desdenhando a possibilidade de crescer. O que é que no meu dia a dia me é oportunizado para que eu sirva ao divino, para que eu contribua para que esse planeta então modifique a sua condição? Ninguém está pedindo heróis, ninguém está pedindo salvadores. O pedido foi salve a si mesmo. Se cada um cuidar da sua condição íntima e esse coletivo for lançando uma cadeia vibratória mais elevada, nós mudamos essa estrutura. Não precisa grandes sermões. O silêncio amoroso ajuda muito. Uma companhia fraterna, um abraço, a dedicação, o pensamento, a oração, o seu sacrifício é o seu tempo que você poderia entregar os prazeres e você dedica a Deus. É isso que é sacrificar-se. Só que nesse sacrifício a gente encontra o denominado prazer da alma. Agora, para encontrá-lo é preciso experimentar. A gente nem tenta e já diz que é difícil. Aí eu não consigo ficar sem tercer um uma espécie de comentário pejorativo sobre o outro. Busque a virtude no lugar. Mas essa pessoa não tem virtude. Aí é você, viu, que todo mundo tem alguma coisinha bacana que a gente identifica. Se você não consegue nessa pessoa, faça o exercício de identificar a virtude em outros seres. A ideia não é a pessoa, é me exercitar em perceber que

tem alguma coisinha bacana que a gente identifica. Se você não consegue nessa pessoa, faça o exercício de identificar a virtude em outros seres. A ideia não é a pessoa, é me exercitar em perceber que o outro também é bom, porque é divino tanto quanto você. Evoluir não é sermos seres dotados de grande complexidade. Isso é a consequência. Evolução acontece a passos curtos. No nosso nível evolutivo. Não se evolui apressadamente, nem se muda da noite pro dia. É constância. Aos poucos, até que a casa que tá ali constituída em cima da areia, quando chegar o momento que a oportunidade disser agora você prova que já pode vencer, você consegue, ao pisar, perceber que a tua casa tá sobre a rocha. Você aprendeu, mas só aprende aquele que tenta e que se entrega ao aprendizado com fé por saber que é espírito imortal e que só tem um caminho, evolução, perfeição, felicidade. Mas não se é feliz, se o outro ainda derrama alguma lágrima. Nesse momento, mais uma vez, é a terceira vez que eu vou dizer, faremos a revolução social. O reino dos céus está íncito em cada um de nós. Agora é preciso fazê-lo florir, nascer. E esse esforço é de cada um de nós. Ou a gente faz, ou continuaremos nas condições que nós estamos vivendo. E o bem maior, um tanto quanto distante. E olhe que o bem é algo que quando nos alcança, nós queremos distribuir. Entendem porque o bem se torna perigoso? Para espíritos que ainda entendem que as condições que temos hoje não são interessantes se elas sofrem alguma reversão. Notaram que toda vez que o bem se manifestou, ele foi combatido duramente, porque ele muda a estrutura, a estrutura interna, não só a social. Jesus trouxe a mensagem. vimos o resultado, vimos o que aconteceu com Martin Luther King, vimos o que aconteceu com Nelson Mandela. Todos aqueles que trouxeram o bem, que alimentaram a esperança, falaram de igualdade. Sim, o mundo pode e vai ser bom. As pessoas são boas, é preciso que elas tenham a possibilidade de sê-lo. E não é o outro que me dá essa condição,

m, que alimentaram a esperança, falaram de igualdade. Sim, o mundo pode e vai ser bom. As pessoas são boas, é preciso que elas tenham a possibilidade de sê-lo. E não é o outro que me dá essa condição, eu que busco. Vejam que quando pensamos em Jesus e pensamos nesses mártires, há algo no nosso campo que ressoa e que a gente sente algo de bom. Só pode sentir algo de bom quem também tem na sua natureza a bondade. Logo, todos somos aqueles que têm a bondade divina, que ainda precisa florar. Mas aí meus interesses precisam então ser um tanto quanto colocado num patamar de menor importância, porque eu vivo ou vivo como se matéria fosse, ou vivo como espírito que sou. Aí a mudança acaba se estabelecendo. Agora é uma decisão, porque o mundo inteiro vai lhe dizer que perda de tempo. Olha o que você tá fazendo nesse momento. Você está numa casa assistindo uma palestra com a cidade fervilhando de festa. Como você vive a vida e aproveita desse modo? Quanto desgaste, tão jovem? Ou então a sua vida já está chegando ao termo aproveite. E estar aqui não é aproveitar. Nós estamos aqui em um banquete divino, em uma festividade de natureza espiritual. Cada um escolhe a sua festa. Essa é a nossa. Ela é prazerosa, ela é boa. Quem disse que a conquista dos tesouros do céu precisa ser penosa? E é nesse sentido que eu finalizo com que Joana traz pra gente, que é a afirmativa que todos nós viveremos a denominada fatalidade cósmica. E ela diz que a fatalidade cósmica é a consciência universal na exaltação do bem e da paz. E nós exaltamos muito o mal e a violência. Você viu o que aconteceu? Tal presidente tomou tal decisão. Todos nós precisamos estar informados. Eu não discordo disso, mas a gente também pode ser aquele: Você viu a bondade que foi feita em tal lugar? Você viu como agora a gente tem uns lugares em que as árvores estão sendo replantadas? Você viu que naquela casa vão ter agora, a partir do dia 11, novos cursos pra gente crescer espiritualmente falando? Será que a gente não pode

em uns lugares em que as árvores estão sendo replantadas? Você viu que naquela casa vão ter agora, a partir do dia 11, novos cursos pra gente crescer espiritualmente falando? Será que a gente não pode divulgar o bem? Ninguém tá propondo alienação, propondo a fatalidade cósmica, que sejamos os disseminadores da paz e não da violência. Que sejamos o bem para quando falarmos dele, possamos ser a sua própria bandeira. Sim, a gente pode. Sim, nós somos espíritos imortais, filhos de Deus, do Pai amoroso. Que a luz se faça, que nós possamos brilhar. O nosso caminho é de luz e perfeição. Que todos nós atinjamos o bem maior. Agradecemos a Jamília a palestra excelente desta noite e vamos agora então nos preparar para o encerramento desta reunião, convidando os médiuns passcistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Senhor e Mestre Jesus, bondoso amigo das nossas existências, sintonizados, Senhor, todos nós contigo, a afinidade A sintonia nasce da percepção que desenvolvemos ao longo da exposição, trazendo-nos a realidade dos pensamentos positivos, do crescimento espiritual, da aceitação da vossa bondade e do vosso amor. Não fomos criados por Deus para sofrer. O sofrimento é uma opção pessoal nossa, que podemos evitar quando a conduta e o pensamento e a vontade nos leva através dos caminhos do evangelho em vossa direção. Por isso, a bondade do vosso amor, a paz, a verdadeira paz que se implanta no coração provém da pacificação do indivíduo, fazendo-nos sempre conduzir em tua direção, na direção do próximo e a Deus. Por isso vos rogamos neste momento a assistência generosa dos vossos benfeitores, os espíritos, nossos amigos, os espíritos, que eles possam conduzir este procedimento do passe, auxiliando os médiuns, exerc citando a bondade, o amor e a vontade para que todos possam ser beneficiados com as boas energias deste ambiente. conduz o nosso pensamento, Adivaldo Franco, a Nilson de Souza Pereira, a benfeitora Joana de Angeles,

de, o amor e a vontade para que todos possam ser beneficiados com as boas energias deste ambiente. conduz o nosso pensamento, Adivaldo Franco, a Nilson de Souza Pereira, a benfeitora Joana de Angeles, os nomes dos encarnados e dos desencarnados que colocamos na entrada desse cenáculo. Por ele, Senhor, rogamos a vossa misericórdia. também a água, transformando-a num medicamento para os nossos males físicos e espirituais. Conduze-nos de retorno ao lar, levando o coração pacificado aqueles que lá nos aguardam. Que as nossas palavras sejam palavras de amor, de consideração, de benevolência, de retribuição, de implantação do bem, o bem no nosso lar. Abençoa-nos, despede-nos na vossa paz e que esta paz permaneça conosco por hoje e por todo sempre. E que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. Nossa gratidão a todos. Que Deus nos abençoe. Oi,

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