Momentos Evangélicos com Jamile Lima - Lei do Progresso

Mansão do Caminho 27/07/2025 (há 8 meses) 47:03 14,536 visualizações 2,141 curtidas

Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. #espiritualidade #espiritismo #evangelho #deus #jesus #leideprogresso

Transcrição

Irmãos e irmãs, boa noite. >> Aos que encontram-se aqui presencialmente e também aos nossos internautas e aos meus dois irmãos e companheiras aqui também. Meus meus cumprimentos. O livro deste mês que está sendo trabalhado é o livro intitulado Leis Morais da vida da benfeitora Joana de Ângeles e adivindo pela bendita psicografia de Divaldo Pereira Franco. E nesta noite nós iremos conversar um pouco sobre a oitava parte desse livro que fala sobre a lei do progresso. É interessante avaliar o que é que cada um de nós pensa sobre progredir. E isso às vezes nos dá uma sensação de que na condição de humanidade nós não estamos avançando e talvez até retrocedendo. Mas os espíritos já nos ensinaram que não há retrocesso. Nós não conseguimos retrogradar, só avançamos. Só que tem um aspecto que nós precisamos avaliar. Quem reencarna o espírito que está no momento atual, ele vai ter a sensação de que, de fato, a situação nunca foi tão grave quanto esta em que nós nos encontramos. Mas nós espíritos que voltamos ao cenário terrestre já enfrentamos outras dificuldades e talvez até mais dolorosas do que estas que estamos enfrentando atualmente. Quando nós lemos os livros de história, ouvimos os profissionais da área, nós não temos a capacidade, pela apreensão da leitura e do conhecimento, de sentir ou experienciar aquilo que outros espíritos ou que nós vivemos. E isso pode gerar essa sensação de que, nossa, os tempos que estamos vivenciando são muito difíceis, dolorosos. Essa geração já não tem mais jeito, não vai progredir, não tá vendo a qualidade dos espíritos que reencarnam e ficamos nessa cobrança permanente como se neste universo que nós nos encontramos Deus não existisse, que não tivéssemos anjos guardiães ou que não tivéssemos uma lei que nos rege. Vamos lembrar da lei divina acompanhada das suas leis naturais que estão à frente da nossa caminhada evolutiva. É natural na condição em que nós nos encontramos, que o desespero nos abata, o desânimo nos encontre, uma certa sensação de que não adianta caminhar. E

que estão à frente da nossa caminhada evolutiva. É natural na condição em que nós nos encontramos, que o desespero nos abata, o desânimo nos encontre, uma certa sensação de que não adianta caminhar. E isso faz com que a gente crie a denominada psicosfera de medo, de desesperança e sensação mesmo de que as coisas estão perdidas e que talvez Deus tenha tirado um certo cochilo, mas Deus está a todo tempo na sua condição de um ser amoroso. E olha que nós nem podemos denominá-lo na condição de ser Deus, causa primeira de todas as coisas ou causa primária. e a inteligência maior que a tudo rege. E se Jesus veio nos apresentar esse Deus como algo dotado de misericórdia e amorosidade, tudo aquilo que nos acontece, a despeito da nossa irritabilidade, da nossa revolta, da nossa indisposição ao próprio crescimento, ele está sempre a nos colocar nas situações que vão nos educar para a felicidade. Mas aí a gente vai dizer: "E Deus optou pela dor para que eu cresça e progrida?" A dor não foi uma escolha divina, ela é consequência da nossa inobservância dessa lei por invigilância, por inconsequência, por ignorância, ou até porque nós nos comprazemos com as imperfeições que temporariamente carregamos. Porque a gente sempre costuma dizer que uma vez criatura divina, uma vez que nós existimos, não tem mais alternativa a não ser caminhar para a frente, porque não deixaremos mais de existir. Então, se alguém ainda carrega essa ideia que na nossa concepção é uma ilusão de que a vida tem fim e que por isso eu preciso me entregar todos os prazeres existentes, porque amanhã ou daqui a pouco talvez eu não possa mais estar diante deles, vai encontrar aquela afirmativa após o desencarne trazida por Jesus. Eu vos concedo vida e vida em abundância. E aí vem a nossa decepção, porque o tempo não foi utilizado da forma que foi devida ou que nós programamos ou que dissemos que vínhamos fazer determinadas coisas. E aí vem a tal sensação de frustração. O que é que pode nos qualificar na condição de

i utilizado da forma que foi devida ou que nós programamos ou que dissemos que vínhamos fazer determinadas coisas. E aí vem a tal sensação de frustração. O que é que pode nos qualificar na condição de conhecedores dessas leis? Que leis ou que princípios o espiritismo nos apresenta? E que Joana ratifica nesse capítulo? existência de Deus, o fato de sermos imortais, a perspectiva de que sempre estaremos caminhando rumo de volta a este pai ou ao seu regaço, na perspectiva do filho pródigo. E que uma vez estando aqui neste planeta, nós não temos castigo ou penalidade. É oportunidade de reeducação e caminhada. Logo, toda e qualquer criatura de natureza e origem divina foi criada para perfeição e felicidade. Mesmo que agora doa, mesmo que agora incomode, mesmo que machuque, essas são as consequências das nossas escolhas. E é nisso que nós vamos então conversar um pouquinho nesta noite sobre o que a benfeitura traz pra gente da lei do progresso. Ela vai iniciar trazendo Kardecta 780. em que a o questionamento é se o progresso moral acompanha sempre o progresso intelectual. e os espíritos vão responder. O progresso moral, ele decorre do intelectual, mas nem sempre o acompanha e muitas vezes não acompanha rapidamente. Isso a gente consegue perceber no nosso dia a dia. Às vezes a gente tem aquela dúvida, eu já conheço, eu tenho apropriação do que o espiritismo me traz e outros conhecimentos, porque a gente tem uma ampla gama do que a gente denomina de sabedoria, mas ainda moralmente eu não consigo acompanhar. Então, a gente fica naquela condição que será que isso mesmo é verdadeiro? Será que sou eu que não consigo? Eu sou uma criatura divina inadequada e nunca sairei dessa condição? Esse questionamento é muito natural, porque nós temos o que Jesus trouxe na oração dominical das tentações e o que Kardec nos sinalizou, que são as imperfeições que carregamos com prazer e temor de nos responsabilizarmos por aquilo que nos aproxima da divindade. Porque o que nos aproxima da divindade é

ões e o que Kardec nos sinalizou, que são as imperfeições que carregamos com prazer e temor de nos responsabilizarmos por aquilo que nos aproxima da divindade. Porque o que nos aproxima da divindade é sacrifício. E ainda estamos condicionados aos prazeres fáceis, a tudo que nos deixa acomodado e o que a benfeitora vai denominar de uma certa preguiça intelecto moral. Como eu já conheço o espaço em que caminho, é melhor que eu fique nele mesmo do que ter que me responsabilizar por coisas. E aí a gente começa a criar, vamos dizer que frases ou xavões como: "Não, eu não tenho condição de desenvolver esse trabalho, ainda não é o meu tempo. Acho que deveria ser alguém mais evoluído para cumprir tal função. Eu prefiro me afastar de certas pessoas porque é difícil evoluir ao lado delas. e vamos deixando passar ao largo as possibilidades de evolução. É sempre interessante salvaguardar que quando a gente tem afirmativa em o livro dos espíritos de que o mandamento, como nós vimos, espíritas, amai-vos, eis o primeiro mandamento, instruí-vos, eis o segundo. Logo, já estamos, embora pareça uma contradição, porque eu só evolu nosso modelo e guia Jesus, que não veio trazer uma uma espécie de discurso pronto para que a gente conseguisse evoluir por força da palavra. Ele exemplificou aquilo que deveríamos viver para alcançar o que Joana denomina de progresso. E um termo mais recente, evolução espiritual. Se há uma recomendação de que eu só evoluir me diz que primeiro eu preciso amar e depois me instruir, eu tenho aí uma proposta de que o meu conhecimento só é válido se primeiro amo e quem ama coloque em prática aquilo que conheceu. Nesse sentido, para que o meu conhecimento tenha validade, ele precisa ser colocado em prática. Por isso que amar vem em primeiro lugar e instruir vem em segundo. Uma outra forma de compreendermos isso, embora olhemos a sociedade e digamos: "O mundo pode estar perdido", nós constatamos e nada fazemos com aquilo que está sendo de fato ratificado. O que é que nós,

ma outra forma de compreendermos isso, embora olhemos a sociedade e digamos: "O mundo pode estar perdido", nós constatamos e nada fazemos com aquilo que está sendo de fato ratificado. O que é que nós, como centros espíritas ou espíritas estamos fazendo diante da juventude em que a gente diz: "No meu tempo não era assim. Nunca vi desse modo". A gente pensa nesses espíritos que podem ainda não estar prontos pro padrão evolutivo que socialmente estabelecemos ou até para os nossos anseios, porque queremos que os filhos e os netos atendam a um padrão que já foi de uma época que não vai voltar. Ainda precisamos olhar a metodologia que as escolas adotam, como estamos educando e antes de tudo isso, como estamos nos autoeducando. Se Jesus é modelo e guia, ele não puniu, não advertiu e não chamou atenção. Ele exemplificou como faz. E assim ele conseguiu fazer com que os seus discípulos mudassem o comportamento e uma multidão o seguisse, porque via nele o seu próprio discurso sendo executado, porque ele era a maior emanação amorosa que nós já conhecemos. Significa que vamos precisar chegar ao status de Jesus para amar o próximo? não significa que aquilo que eu conheço e que me foi dado conhecer já é o suficiente para que eu coloque em aplicação e modifique não o outro, mas o meu mundo interno. Se nós conseguíssemos fazer a tal revolução e deixar vir à tona o reino dos céus que Jesus afirmou que está íncito em todos nós, já teríamos feito como espíritas e espíritas cristãos a revolução social. Não é só constatar que está difícil lidar com a juventude e com os espíritos que vêm, mas já pensamos nas pessoas que lidam com esses espíritos no cotidiano. Acolhemos pais, acolhemos mães. Nós nos restringimos que é importante a cesta básica, o enxoval, mas a gente tem um atendimento fraterno para quem está perto do desânimo já enfraquecido. Porque não nos enganemos, pensar em lei de evolução não é só ter conhecimento teórico, palavrório e impor ao outro um outro comportamento que nem a gente tem.

m está perto do desânimo já enfraquecido. Porque não nos enganemos, pensar em lei de evolução não é só ter conhecimento teórico, palavrório e impor ao outro um outro comportamento que nem a gente tem. Para progredir coletivamente, eu preciso viver e acolher quem está em dificuldade. Isso é aplicar o que eu conheço, como está dito aqui no livro, as leis morais para a vida do outro e para mim, em primeiro lugar, que está em necessidade. Aí sim a gente muda o nosso contexto e não impor ao outro que estabeleça uma ritmicidade moral que ainda não tem condição. Se eu mudo o meu mundo interno e consolo quem está no dia a dia com esses espíritos que trazem as suas especificidades, a gente consegue fazer com que a sociedade pode não ser inteira, mas uma boa parte que nos chega, que ela possa ser então primeiro amada e só depois a gente conta para ela que o que está acontecendo é a colheita da semeiadura. Pensem que para quem não tem conhecimento de natureza espiritual ou noção de espiritualidade que está com dor, chegar diante de nós e afirmarmos assim: "Você está por conta de uma lei divina de causa e efeito". Isso machuca. Porque o entendimento que eu terei que eu estou sendo punido por Deus por algo que fiz e que eu nem lembro. Por isso, ama primeiro, instrui, depois acolhe. A doutrina é consoladora e não assustadora, como às vezes parecemos, fazemos parecer que ela seja. Acolhe, acalenta, demonstra, cuida a partir do seu próprio exemplo. Depois a gente instrui. Será que um corpo faminto tem condição de receber conhecimento? Será que alguém em desespero, em desequilíbrio emocional, psíquico, pode receber conhecimento? Ama primeiro Jesus quando esteve diante da mulher, que ele não denominou desse modo, nós que a intitulamos como adúltera, não disse a ela: "Tá vendo o que você fez? É por isso que você está colhendo tal coisa". A pergunta foi: "Os homens que aqui estão te condenaram?" E ela responde: "Não, Senhor, nem eu te condeno. Vá e não peques mais." Lembrando que pecado é erro de alvo.

ue você está colhendo tal coisa". A pergunta foi: "Os homens que aqui estão te condenaram?" E ela responde: "Não, Senhor, nem eu te condeno. Vá e não peques mais." Lembrando que pecado é erro de alvo. Todos nós erramos o alvo em algum momento. Não é à toa que estamos nessa caminhada. Só que todos iremos acertar em algum momento, porque nosso caminho, todos nós já sabemos, é plenitude, felicidade e perfeição. Dessa fatalidade, ninguém que está aqui ou em qualquer outra crença vai fugir. Essa fatalidade nos perseguirá até o objetivo final, felicidade. Já imaginaram que é chegar o momento de perfeição, onde nada na matéria nos influencia? nenhuma influência perniciosa, nós não seremos capazes de prejudicar a ninguém. Pensar no mal vai ser que nem a gente imaginar como era viver nas cavernas como os primatas que fomos, estivemos nessa condição. Mas vai ser algo assim que a gente vai dizer: "É mesmo, na Terra já teve mesmo espíritos que mataram os outros, tiraram a vida corpórea, havia corrupção. Que coisa estranha! chegaremos nesse momento em que a perfeição fará com que a gente respire apenas o bem e isso vire uma história do passado que nós não precisaremos nem fazer esforço de esquecer, porque ela estará tão distante que só felicidade será aquilo que nós podemos pleitear. Uma outra pergunta que Joana resgata é a 792. Por que que a civilização não consegue de forma imediata produzir todo o bem que ela é capaz? E a resposta: porque os homens ainda não estão aptos e nem dispostos. Quando a gente vai ver o significado de aptidão, significa uma disposição inata. E se nós trouxermos para o conhecimento espírita, se é inato, significa que eu conquistei em vidas anteriores, porque não é passe de mágica. Mas se é algo adquirido, significa que há uma habilidade que eu possa desenvolver e me tornar apto para Por isso que nós cultivamos a prática do evangelho no lar toda semana. Por isso que atendimento fraterno tem sequência. Por isso que a gente faz grupos de estudos para nos lembrarmos o tempo

apto para Por isso que nós cultivamos a prática do evangelho no lar toda semana. Por isso que atendimento fraterno tem sequência. Por isso que a gente faz grupos de estudos para nos lembrarmos o tempo inteiro que não estamos aqui a passeio. Nós somos espíritos com programações a serem cumpridas. E quem sabe, como André Luiz nos colocou, embora ele traga um percentual de que os espíritos que reencarnam neste planeta, 80% não conseguem cumprir com a sua programação, mas tem aqueles que adquirem o título de completistas, completam com sucesso a sua programação espiritual. Eu creio que essa seja uma boa meta que a gente deseja alcançar nos nossos planejamentos reencarnatórios. Tem um ponto que eu gostaria de trazer para compartilhar com vocês, que Joana fala em diante do progresso, um dos trechos dessa oitava parte, em que ela traz a ciência como o conhecimento que desde o século final XVI e X a gente colocou a ciência como a grande explicação. Óbvio que ela tem o seu valor, mas a gente tem outros meios como filosofia, como arte e religião. E Kardec fez o grande esforço em integrar esses saberes. Só que Joana faz uma ressalva. Enquanto a ciência nos explica o externo e às vezes esse externo nos limita, o evangelho traz a pujança interna que nós carregamos como espíritos. E na condição de espíritos, nós não temos limites. Embora o que a gente encontre nos laboratórios precise ser quantificado e só existe aquilo que é palpável. No mundo interno, tudo aquilo existe para mim e eu crio formas no universo que também dialogam comigo. Então, enquanto a ciência só explica a estreiteza material, o Evangelho traz o gigantismo de que todos nós somos possuidores na afirmativa: "Sois deuses, podeis fazer o que fiz e muito mais". Mais adiante, ela vai dizer que Jesus foi o ser que conseguiu estabelecer padrões mais elevados de comportamento humano e de nos colocar na condição daqueles que, despertos e desejosos, podem chegar a fazer revoluções internas. Jesus sempre conversou conosco

uiu estabelecer padrões mais elevados de comportamento humano e de nos colocar na condição daqueles que, despertos e desejosos, podem chegar a fazer revoluções internas. Jesus sempre conversou conosco falando da mudança interior e não nos preocuparmos com a evolução que o outro pode alcançar. o que é que ele queria fazer com esse tipo de alusão, dimensão ou de recomendação? Se cada um de nós cuidar da própria iluminação, o planeta sai dessa fase de transição, de provas e expiações e, claro, eles chegam planetas de regeneração, onde o bem sobrepuja, porque a nossa preocupação vai ser exclusivamente realizá-lo. Enquanto estivermos envoltos em vaidade, egoísmo, disputa, vai ficar difícil sairmos da condição em que nos encontramos. Por isso ele propôs olhar para dentro uma revolução interna, porque ao reverberar eu mudo o clima social e o progresso aqui trazido por Joana vai ser uma consequência mais do que natural. Depois ela vai dizer que todo progresso para ser legítimo, ele precisa ter um componente moral. O conhecimento ele é validado pela aplicabilidade daquilo que nós já conhecemos. Se eu sei que Deus existe, que sou imortal, terei futuras vidas, o que é que eu estou fazendo nessa? Se alguém disser: "Se nós sairmos daqui desta casa, daqui a 10 minutos, este planeta deixará de existir. Nós ainda somos os que entrarão em desespero, mas a gente cultiva a crença na imortalidade. Por que então que vamos nos desesperar sabendo que continuamos e que esse corpo é o que perece? Se temos um ideal e se temos uma crença, viver em conformidade com ela significa então que eu a incorporei não no campo do intelecto, mas da emoção, do sentimento e da ação. É nesse nível que precisamos chegar para que o sofrimento não seja a mola mestra e a batuta que conduz as nossas existências. Jamile, isso é muito difícil. Se não praticar, fica impossível. Por isso que a gente precisa de conexão, de oração, autoconhecimento. Mediunidade não significa necessariamente que só quem a possui ostensivamente tem contato com o mundo

o praticar, fica impossível. Por isso que a gente precisa de conexão, de oração, autoconhecimento. Mediunidade não significa necessariamente que só quem a possui ostensivamente tem contato com o mundo espiritual. Todos somos médiuns, somos intuídos, somos inspirados. Ah, mas eu não percebo mediunidade. Mas você já pode ter vivenciado um processo obsessivo. Significa que você tem contato, inclusive bem estreito, com determinados espíritos que correspondem ao seu convite. Porque obsessor não é um espírito que me viu passar na rua e disse: "Agora é a sua vez". É alguém. Já imaginou se assim o fosse? O que chamamos de obsessor? E eu imagino que tenha sido uma escolha didática de Allan Kardec. É simplesmente um irmão que nós convidamos a acessar o nosso mundo íntimo pelos nossos pensamentos, vibrações e desejos. Dentro deste corpo que estamos vestindo temporariamente, nós guardamos, Divaldo usava essa expressão verniz social. O que você vê não é a realidade. Isso aqui é uma capa. Eu posso estar que Neymar morto, pleno na superfície, calmo, mas com vulcões interiormente que ninguém percebe. Mas no mundo espiritual não precisa desencarnar não. Daqui a pouquinho, quando estivermos dormindo e nos emanciparmos, todos sabem quem nós somos. os nossos cômpares, que são iguais e os superiores, só os que estão a quem não vão ter acesso. Não existe, não tem possibilidade de nos escondermos no mundo espiritual. Por isso que quando a gente tem pesadelo e que voltamos pro corpo, experimentamos taquicardia, sensação de que vamos cair da cama, porque a gente sabe que ali temporariamente a gente pode fugir não dos inimigos, mas daqueles que atraímos nesta ou em outras vidas. por aquilo que estamos no trino. Daí a necessidade de buscar os tesouros da alma, porque quem os tem não tem ferrugem e traça que corroa e não tem outros com desejos, e aí eu tô falando dos espíritos que sejam contrários ao que eu cultivo, que me alcance, porque eu estou em outro patamar vibratório. E isso não significa

raça que corroa e não tem outros com desejos, e aí eu tô falando dos espíritos que sejam contrários ao que eu cultivo, que me alcance, porque eu estou em outro patamar vibratório. E isso não significa que sejamos soberbos para afirmar: "Sou melhor do que este espírito". Não, você só fez uma escolha em caminhar junto a Jesus, dentro de suas possibilidades, sem se violentar, sem achar que é santo o espírito puro, mas fazer o melhor que a gente pode nessa condição. Se Deus nos concedeu múltiplas vidas, é porque ele sabe que a evolução não é feita em uma só. Então, por que autopunição, autocomiseração, sentimento de pena consigo próprio? Se nós somos criaturas divinas com potencial a ser desenvolvido, Joana propõe para evolução que a nossa imagem, que não é uma criação de ilusão, ela seja positiva, porque ela está pautada na certeza de que eu sou uma criatura que está aqui porque Deus me criou e em mim confia. Mais adiante, ela vai dizer que Jesus tinha uma capacidade de fazer com que a denominada ralé adquirisse nobreza real, que é a nobreza de alma, que era aquela que irritava e intrigava os romanos. O que é que a escória social, pessoas indignas, como eram considerados os judeus, diante de leões famintos e de todo tipo de humilhação e perversidade, ousavam cantar por um nazareno que morreu na cruz de forma mais infamante possível. Mas aquelas pessoas não estavam pensando em poder temporário e nem conquistas outras artificiais e superficiais. Elas viam o reino, não é que elas estavam deslocadas desse lugar que nós fomos convidados ou compelidos a reencarnar, mas porque elas viam que para além tem uma vida que é perene, que é fraterna, que liberta, nos liberta dessa condição aprisionante e escravizante, que é a do interesse, que é da posse, que é da matéria e que é da ilusão. Essa visão da felicidade fazia com que essas pessoas se entregassem ao sacrifício, porque já tinham certeza da recompensa. Embora o caos estivesse ao redor e a sanha daqueles que achavam que estavam numa condição estável de poder,

com que essas pessoas se entregassem ao sacrifício, porque já tinham certeza da recompensa. Embora o caos estivesse ao redor e a sanha daqueles que achavam que estavam numa condição estável de poder, que iriam ter o mesmo destino, que seria a saída do corpo físico, iludidos, já não tinham a dimensão da conquista e das visões celestes, como a gente vê em descrição, como o avecisto, Paulo Estevão e tantas outras obras. E além disso, a nobreza temporal que conseguia se entregar quando conhecia quem era Jesus ou o que representava, adquiria uma real dignidade, que é quando nos tornamos merecedores das graças internas. Aí são aquelas pessoas assim que a gente olha, não é possível, era uma pessoa rica, bem dotada, bonita, o que é que está seguindo esse homem que nada tem a oferecer? E aí a gente percebe uma ignorância absoluta, porque Jesus não tem nada a oferecer. Ele simplesmente tem tudo a nos dar. Basta que nós queiramos segui-lo. E seguir Jesus é sacrificar-se. Lembrar que sacrifício é o sagrado ofício. É colocar a minha existência à disposição do sagrado ou desse Deus. E não precisa ser perfeito. É fazer bem o meu trabalho, é respeitar a minha família, é ser um bom cidadão, é ser fraterno na casa espírita que eu frequento, é respeitar o templo, que é o corpo que Deus me concedeu por empréstimo para minha evolução. Isso é conseguir chegar nessa solução, nessa condição, perdão, de dignidade espiritual. Seguir Jesus é mais simples do que a gente imagina se nós quisermos, porque com ele o jugo é suave e o fardo é leve, porque aí eu consigo saber que não só tem o apoio dele, mas que eu entendi o que é que estou fazendo neste planeta, revendo os meus atos passados, reescrevendo a minha história para ser feliz logo ali numa outra, na outra, na outra vida, até não mais precisar delas. porque eu já adquiri a perfeição. Aí eu vou ajudar os irmãos que estão na retaguarda. Algo que eu li, que achei tão interessante é que espírito bom ou espírito superior, ele é feliz cada vez

ar delas. porque eu já adquiri a perfeição. Aí eu vou ajudar os irmãos que estão na retaguarda. Algo que eu li, que achei tão interessante é que espírito bom ou espírito superior, ele é feliz cada vez que ele consegue tirar um irmão da infelicidade. Logo, todos nós que aqui estamos somos motivos de felicidade dos espíritos bons e superiores. O que significa que nós temos apoio permanente. Não é só banco 24 horas, não. A gente tem apoio espiritual a todo tempo. Lembram de nosso lar quando o André Luiz não via Clarêncio, mas ele estava sempre ali à disposição. A gente usa até a expressão ao Clarêncio apareceu. Ele não apareceu. Ele sempre esteve. André Luiz viu Clarêncio naquele momento porque ele rogou ao pai que o ajudasse. Ele não aguentava mais sofrer. E aí ele então se, entre aspas, se apresenta e diz que esteve ali o tempo inteiro. Por isso que Joana traz pra gente: "Não avançamos ainda porque não estamos aptos e nem dispostos". Então, a aptidão é algo que se adquire e é esse investimento que estamos fazendo aqui com todo um clamor social para que num sábado à noite estejamos em outras paragens, mas nós estamos aqui buscando a nossa evolução, o nosso crescimento. E isso é louvável porque é o próprio Espiritismo quem nos diz em o livro dos espíritos: "Se nesta encarnação sois espíritas, significa que estais melhores que há 100 anos". Então, já temos esse bônus. Temos uma condição de quem percebeu que tem algo mais do que matéria. E nós não somos, temos matéria como instrumento de evolução e de manifestação desse espírito que todos nós somos. não temos, somos espíritos e estamos temporariamente num corpo. Um outro ponto que eu quero compartilhar com vocês é que muitas vezes, ainda mais nós que estamos acostumados ou nos acostumamos forçosamente a excessos de informação, acesso a redes sociais o dia inteiro, eh jornais manhã, tarde e noite com as mesmas notícias, nós vamos encharcando os nossos tecidos. perespirituais de fluidos. Não achemos que ler um livro, estar diante da TV, cultivar

is o dia inteiro, eh jornais manhã, tarde e noite com as mesmas notícias, nós vamos encharcando os nossos tecidos. perespirituais de fluidos. Não achemos que ler um livro, estar diante da TV, cultivar determinadas músicas, eh conversas, círculos sociais, que isso está fazendo com que a gente esteja no mundo à toa. Nós somos interexistenciais, nos relacionamos o tempo inteiro como vórtices de força que nós somos com os espíritos. E aí, para saber quem é a nossa nuvem de testemunha, como Paulo de Tasso afirmou, aosc o seu pensamento, quais são os mais permanentes? Que emoção você cultiva? Você reage no dia a dia ou você age? reage por impulso, não pensa. Quando vê já fez, mas quem age refletiu antes. E Joana traz essa orientação. Antes de agir, reflete e depois de agir reflexiona. É um diálogo direto que ela faz com Santo Agostinho na questão 919. Olha, o teu dia na observação tem algo que você pondera que se outra pessoa fizesse você analisaria de modo não muito satisfatório. Caso tenha encontrado algo assim em sua conduta, reveja, faça diferente, substitua aquilo que lhe afasta de Deus por aquilo que lhe aproxima. fazendo esse exercício diário que requer repetição, disciplina, vamos falhar, por isso a persistência, nós vamos substituindo os hábitos que nos afastam da divindade por aqueles que nos aproximam e obviamente as companhias vão mudar. Então, o que ela traz aqui de inspiração de natureza obsessiva, já no trecho diante do destino, ela sinaliza que se estivermos atentos aos nossos pensamentos logo quando ele aparecem, não deixando que se infiltrem no nosso dia a dia, fica muito mais fácil que eles não encontrem guarida em nossas mentes e corações. Porque se uma vez que a afinidade se estabelece e eu deixo ela assumir o status de sintonia, vai ficar difícil fazer com que esses companheiros se afastem. Agora, se a sua afinidade estabelece uma sintonia benéfica, aí pode deixar que não tem problema nenhum. a gente só vai mesmo evoluir mais e mais e trazer boas companhias para o nosso

eiros se afastem. Agora, se a sua afinidade estabelece uma sintonia benéfica, aí pode deixar que não tem problema nenhum. a gente só vai mesmo evoluir mais e mais e trazer boas companhias para o nosso cotidiano. E isso acaba fazendo com que nós nos tornemos pessoas, porque estamos ainda encarnados, mas seres que estão no mundo, em que as circunstâncias terão muitas dificuldades em me desesperar, em me tornar alguém em que as circunstâncias vão ganhar uma uma dimensão que me paralisa e não me deixa atuar e me impossibilita de ajudar o outro. Se nós somos espíritas e trabalhadores, essa condição, no finzinho da nossa conversa, eu vou trazer, Joana diz que é indispensável aquele que se colocou na condição de quem serve. Não significa que a gente não sinta, que não tenha fragilidade e outras coisas, mas a vigilância do trabalhador, aquele de última hora, como espírita reconhecido, precisa ser observada com muito mais acuidade e cuidado. Mais à frente, ela vai falar de livre arbítrio. Outra coisa que causa algum tipo de desconforto, inquietação, falta de entendimento, porque a gente diz, eu escolhi essa condição que eu estou vivendo hoje, escolhi viver com essas pessoas. Esse foi o marido que eu disse que queria na minha programação, que eu sei que os maridos e esposas que estão aqui jamais fizeram essa pergunta. Mas se a gente for analisando o filho, o esposo, a esposa, o amigo, o companheiro da casa espírita, o irmão no mundo de um modo geral, não estão em nossas existências sem uma razão de ser. Isso seria contrário à ideia de um Deus que é soberanamente justo e bom. Se ele é justo, significa que eu passo por situações que vão me ajudar a vencer as dificuldades do passado. Não tem laço de ódio que perdure, porque o que rege a nossa existência é amor. O simples fato da nossa criação já simboliza a amorosidade. A questão é a escolha que nós fazemos. Quando a gente vai se alimentar, a gente tem uma matriz. Quem vai escolher o recheio do alimento somos nós. Quem vai cuidar do recheio da alma

iza a amorosidade. A questão é a escolha que nós fazemos. Quando a gente vai se alimentar, a gente tem uma matriz. Quem vai escolher o recheio do alimento somos nós. Quem vai cuidar do recheio da alma ou daquilo que está na tescitura do perespírito, por isso falei de programas de TV, de leitura, é cada um de nós. O que é que você tá assistindo? O que você está lendo? Nas suas conversas você fala de quê ou de quem? Qual é a natureza das suas apreciações? As conversas são de natureza edificante. Quando alguém chega para você com aquela observação, nem te conto, você é o que diz, conte logo é dessa forma. Não tem complexidade, não tem desafio grande que a gente não consiga. É vigilância o tempo inteiro. Isso me beneficia, isso ajuda o outro nesse momento. Isso é útil. Se você tiver sim para as três questões, vá adiante. Mas se uma delas a resposta for não, não prossiga. Não vai valer a pena. E assim a gente vai conseguir ter discernimento. Sim, sim, não, não. Se eu tenho como base o evangelho, eu vou ter respostas certas. Mas se eu durmo e acordo como autôm espiritual, só cumprindo as funções do dia a dia, aquele dever que o evangelho fala que não é o das profissões, mas o dever moral como quem cresce, aí eu estarei atento às circunstâncias. Por isso que a oração é tão importante, porque não temos ainda nível evolutivo de manter padrão vibratório harmônico tempo inteiro. Preciso ler, preciso orar, participar de grupos de estudo, estar em espaços como esse, comungando do mesmo ideal. Aqui, a ten os médiuns clarovidentes ou claridentes, nós não estamos na sala com outros encarnados. Estamos acompanhados. A matemática divina é sempre para mais. A gente sempre diz: "Eu tenho mentor espiritual, eu tenho um anjo guardião". OK? Todos temos. Temos espíritos que estão também nos salvaguardando, interessados no nosso progresso. Tem espíritos familiares que nos antecederam. Tem aqueles que não reencarnaram agora, mas que continuam no mundo espiritual cuidando. E ainda tem aqueles que conquistamos porque

os no nosso progresso. Tem espíritos familiares que nos antecederam. Tem aqueles que não reencarnaram agora, mas que continuam no mundo espiritual cuidando. E ainda tem aqueles que conquistamos porque mostramos disposição em evoluir e que vem pra nossa equipe de progresso e evolução. Se vocês, cada um, trouxerem para vocês essas companhias e multiplicarem pela quantidade que tem aqui, a gente sabe que esse auditório está repleto e eles compõem a nossa nuvem de testemunhas. Por isso que ao escutar o pensamento faz com que a gente saiba, não é simplesmente pensar, será? Não, é ter certeza. Por aquilo que penso, sinto e desejo, eu já sei quem são as minhas companhias e eu noto tranquilidade no semblante de vocês. Estão todos muito bem acompanhados, assim como os nossos internautas, que daqui eu captei a vibração positiva. Mais adiante, Joana traz uma observação que eu quero trazer mais duas pelo nosso tempo, mas que eu entendo como importantes e recomendo, por isso, a leitura desse livro do mês Leis Morais da Vida, em que ela vai dizer que tomemos cuidado com as coisas que entendemos como pequenas, bobas, de só menos importância. Sabe aquela afirmação assim? Todo mundo tá fazendo, ninguém nem percebe. Pode fazer, não tem problema nenhum, não. Eu não queria mentir, mas naquele momento foi necessário. Aí Joana aqui faz observação. A mentira inocente vai resultar na calúnia bem urgida. E a calúnia bem urgida fere, constrange, pode levar pessoas ao suicídio, porque houve um constrangimento e uma mácula na sua imagem e outras coisas que talvez nem consigamos aquilatar. Outra coisa que ela traz que é bem típico e próximo daquela coisa que às vezes até a gente se orgulha o tal jeitinho brasileiro, ela vai dizer que um delíico moral momentâneo aceito com naturalidade, todo mundo faz, não tem problema. Eu acho até didático o que as mães fazem quando dizem: "Mas é qualquer um?" Aí a mãe vai dizer: "O quê?" Mas você não é qualquer um, você é o meu filho. Você tenta fazer a distinção, porque temos uma tendência

té didático o que as mães fazem quando dizem: "Mas é qualquer um?" Aí a mãe vai dizer: "O quê?" Mas você não é qualquer um, você é o meu filho. Você tenta fazer a distinção, porque temos uma tendência em ir em roldão. Já ouviram falar do movimento manada? A gente se sente desconectado quando todos seguem uma onda e a gente vem em um outro movimento. Jesus fez isso. Se ele é o nosso modelo e guia, no momento em que vocês estiverem nas condições dos estranhos, daqueles que parecem que não vivem bem a vida e que não aproveitam, comemorem. vocês estão evoluindo. Ele trouxe essa afirmativa. Bem-aventurados os perseguidos em meu nome. Vamos causar estranheza se seguirmos o mestre, porque o mundo tem outros apelos e que não são nada próximos aos apelos que ele fez. Temos coragem de progredir dessa forma, de deixar as pessoas fazerem uma leitura nossa, que não é o que o status social determina? Vamos desagradar. Mas Joana vai relatar isso aqui pra gente. Quem se dedica à seara do mestre vai ser estranho, vai ser desagradável, estará relegado ao abandono do mundo, mas jamais ao abandono do mestre, porque sabe por está seguindo, tem meta, objetivo e ideal. E quando esse objetivo ideal é partilhado, eu deixo de ser o abandonado, porque eu encontro o esteio naquele que é o meu companheiro. Foi isso que aconteceu com os apóstolos, além da questão da denominada ressurreição, em que Jesus comprova realmente que somos imortais. E claro, ele tinha todo o domínio material pela condição de espírito puro, andou sobre as águas, multiplicou pães e peixes e por aí vai, sem contrariar as leis da natureza, porque chegaremos lá. Ele fez com que todos aqueles que estavam com ele colocassem as suas vidas corpóreas em risco, porque já tinham certeza da espiritualidade, da imortalidade. Aí a gente vai dizer, aí é muito fácil. Eles viram Jesus. Muitas pessoas viram Jesus e não se deixaram tocar. E a gente não precisa ver, é sentir, porque ele fez a promessa. Estarei convosco até o fim do tempo de iniquidade e lhes enviarei o

les viram Jesus. Muitas pessoas viram Jesus e não se deixaram tocar. E a gente não precisa ver, é sentir, porque ele fez a promessa. Estarei convosco até o fim do tempo de iniquidade e lhes enviarei o consolador prometido. Temos nas mãos, nos livros, nas obras, nas mensagens espirituais. Falta mesmo o quê? Para evoluirmos e progredirmos. Por isso que ela fala, retoma o livro dos espíritos, estarmos aptos e dispostos. Temos tudo em mãos, basta que queiramos seguir e aplicar, sabendo o que encontraremos. Não vai ser um caminho de flores, mas com toda a certeza nós não teremos espinhos quando analisarmos que a nossa existência foi dedicada ao Cristo. A compensação é proporcional ao sacrifício a quem me entrego. Lembrando que sacrifício é o sagrado ofício, servir ao sagrado, servir a Deus. lá na frente. Aí eu vou trazer a última observação. Ela vai eh trazer para nós uma mensagem de entusiasmo, que é prosseguir sempre. E aqui eu já vou fechando e concluindo essa fala, trazendo para todos nós uma reflexão, mais especificamente pros trabalhadores espíritas, mas também para toda e qualquer pessoa que deseje ajudar o seu próximo. Ela vai dizendo que o desfalecimento na luta traduz não raro, fraqueza nos propósitos que nós trouxemos pra nossa existência. Porque se eu tenho certeza daquilo que creio, eu não fraquejo. Eu posso entristecer, eu posso experimentar cansaço, mas eu não chego a abandonar e desacreditar porque eu tenho recursos. Notaram que em algum momento nós espíritas nós tínhamos vergonha de receber a fluidoterapia ou passe, porque o outro poderia ver que eu estava desequilibrado? Quem é nesse planeta que não tá? Se eu sinto vergonha do meu irmão, significa que a gente tá precisando cuidar da confiança. Porque se eu tenho um receio, óbvio, que a gente vai ter as manifestações de vaidade, de orgulho, não quero que o outro me veja desse modo, mas ambientes que são acolhedores anulam esse tipo de postura. Ela vai fazer uma afirmação que eu achei maravilhosa. Aos sinais de cansaço, inquietação,

ulho, não quero que o outro me veja desse modo, mas ambientes que são acolhedores anulam esse tipo de postura. Ela vai fazer uma afirmação que eu achei maravilhosa. Aos sinais de cansaço, inquietação, desânimo sorrateiro. Olha a expressão que a benfeitora usa. Se o desânimo é sorrateiro, significa que ele é sutil. Chega sem que a gente perceba. E se ele encontra a morada, vamos ser aqueles trabalhadores desanimados. E os que vão reclamar, os que chegaram por último vão receber o meu salário. Lembram da ideia de que os últimos serão os primeiros? Porque eu cansei da seara, cansei porque deixei que esse desânimo sorrateiro tomasse conta. O que é que ela diz? Percebeu inquietação, desânimo, cansaço, indiferença no labor espiritual que você desenvolve. Preste atenção. Você está sendo acometido por um tipo de ataque de natureza espiritual que só vivencia o trabalhador que se dedica à obra do Cristo. Então, é natural experimentar essas coisas e é um sinal de que escolhemos o caminho correto. Percebeu? Entre em oração, busque a fluidoterapia, água fluidificada, boas leituras e persista. Só é testado aquele que se colocou à disposição do Cristo. Por isso que ele falou das tentações. Livra-nos do mal. Se ele aparece, o trabalhador precisa estar altamente vigilante, porque naquele momento ele vai saber que não é o desencanto quem lhe visita, mas sim aqueles que são contrários à obra do nosso Cristo. Depois ela diz: "Toda dificuldade defrontada no desdobrado dos esforços torna-se um convite à mais eficiente reflexão. Teve dificuldade? Reflita. é um outro sinal de que você está no caminho certo. E o que é que a gente costuma dizer? Bastou eu começar com essa coisa de espiritismo que as dificuldades apareceram. É muito pelo contrário. O que apareceu foi a possibilidade de você vencer a si mesmo. E quem vence a si mesmo coloca-se na condição de quem pode acolher o outro. Aí não vai ter julgamento, a casa espírita vai ser acolhedora e a doutrina consoladora vai sair do campo do

ncer a si mesmo. E quem vence a si mesmo coloca-se na condição de quem pode acolher o outro. Aí não vai ter julgamento, a casa espírita vai ser acolhedora e a doutrina consoladora vai sair do campo do discurso pro campo da prática. Porque eu percebi que o outro é minha extensão. Reconheci em mim a potencialidade. Quando olho para o outro, é a mim que vejo como criatura divina que teve a mesma origem, vai ter a mesma destinação e que pode se ajudar nessa caminhada.

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