LIVE | A CARIDADE MORAL NA PRÁTICA - Andréa Nunes (PALESTRA ESPÍRITA)
Conheça nossa Livraria Virtual: https://livraria.comunhaoespirita.org.br/ TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.
Queridos amigos, boa noite. É com grande alegria que estamos aqui mais um sábado nesse espaço que a nossa querida comunhão espírita nos proporciona. Porque se tem uma coisa que nós aprendemos nessa pandemia é que todos os espaços são sagrados desde que nós os devotemos a Deus e ao bem. Então agora a comunhão chega aos nossos lares, está aqui eu na minha casa, a querida Andreia na casa dela e nós estamos aqui nesse santo espaço que nos é oferecido para falar do bem, para falar de amor, para falar de caridade e para nos unir a Deus neste momento. Então tornar esse espaço sagrado, tornar a nossa casa um espaço sagrado pelo emprego que nós damos a ela. que é o que nós estamos fazendo agora nesse espaço que nos é tão carinhosamente proporcionado pela comunhão. E para começar a tornar esse espaço ainda mais sagrado, eu quero fazer uma prece, convidar vocês todos a elevar o nosso pensamento a Deus, a nosso mestre Jesus, agradecer por estar aqui conosco, por estar conosco sempre, a cada momento, por nos banhar com sua luz. com suas inspirações divinas, por abençoar sempre todos os nossos propósitos voltados para o bem, toda a nossa vontade de melhorar, de servir a Deus, servir ao próximo, servir a nossa própria evolução moral, de abençoar os nossos projetos pro bem, de corrigir o que nós precisamos e sempre ser o nosso caminho, a nossa verdade. e a nossa vida. Que Jesus esteja conosco a cada dia e que, sobretudo, nós estejamos com ele sempre nos nossos pensamentos, nas nossas ações, nas nossas escolhas, nos nossos propósitos. E que ele abençoe esse espaço sagrado que nós temos aqui essa noite. Que assim seja. Hoje nós temos a imensa alegria de receber essa minha grande amiga Andreia. pessoa muito querida, que vai falar de um tema maravilhoso, que é a caridade moral na prática. Para introduzir a palestra dela, eu quero trazer uma um poema da nossa querida Alta de Souza, que é a mentora dos nossos trabalhos sociais aqui da casa e que escreveu palavras lindas durante a vida e
Para introduzir a palestra dela, eu quero trazer uma um poema da nossa querida Alta de Souza, que é a mentora dos nossos trabalhos sociais aqui da casa e que escreveu palavras lindas durante a vida e continuou sempre reproduzindo essas palavras por meio da mediunidade de Chico Xavier. Ela nos faz um convite maravilhoso de que nós devemos sempre aproveitar todas as oportunidades que temos, né? Então, ela tem esse poema que se chama Agora. Agora, enquanto é hoje, eis que folga, o teu santo momento de ajudar. Derrama em torno compassivo olhar. Estende as mãos aos filhos da amargura. Repara aqui e além a desventura. Caminha ao Léo, sem pão, sem luz, sem lar. Acende o próprio amor. Faz brilhar a tua fé tranquila, doce e pura. Agora eis o momento decisivo. Abre o teu coração ao Cristo vivo. Não permitas que o tempo marche em vão. Então, para não permitir que o nosso momento marche em vão, eu vou, sem maiores delongas, passar nossa palavra, a palavra paraa nossa querida Andreia, que nos vai hoje brindar com essa palestra maravilhosa. Andreia, estamos aqui para te ouvir. Que bom, Carlinha. Gratidão imensa por essa oportunidade, pela leitura dessa eh mensagem linda, luminosa de nossa mentora Alta de Souza. Aos irmãos queridos que possam estar nos acompanhando. Sejam todos muito bem-vindos mais uma vez a mais uma oportunidade luminosa que a nossa casa de amor comunhão espírita de Brasília nos oferece por meio desse espaço virtual. E é importantíssimo para nós, queridos, eh, lembrarmos, compreendermos, estudarmos, afinal o que é a caridade, como devemos compreender essa caridade moral e, principalmente, como devemos praticá-la e quais os resultados que nós alcançamos ao vivermos a caridade moral na prática, onde como [risadas] vivê-la, né, experimentá-la? Eh, são algumas perguntas, algumas questões que ao longo da nossa exposição nós vamos eh buscar responder e construir com cada um de vocês eh exatamente os ensinamentos que cada um precisa para enfrentar, para experienciar
tas, algumas questões que ao longo da nossa exposição nós vamos eh buscar responder e construir com cada um de vocês eh exatamente os ensinamentos que cada um precisa para enfrentar, para experienciar esta situação aí de sua vida, de seus desafios. Então, o que nós vamos aqui trazer eh está ancorado no entendimento proporcionado pela nossa doutrina espírita, mas cada um vai interpretar, vai assimilar ao seu modo, a sua maneira e vai construir o seu passo a passo, a sua trajetória para fazer o melhor uso desse aprendizado, que é o viver da caridade moral, queridos. E é claro que nós temos que começar pela referência sublime, fundamental a todos nós dos ensinos de Jesus e do nosso evangelho segundo o espiritismo, exatamente no capítulo 13, que nos traz um ensinamento importantíssimo de que nós devemos fazer o bem sem ostentação na mensagem trazida pelos Evangelhos de Mateus. na trajetória sublime, né, luminosa de Jesus pelo planeta. Ele nos ensinou que nós devemos praticar o bem sem ostentação, que a nossa mão esquerda não saiba o que dá, o que faz à direita, né, nessa expressão dos registros históricos, das mensagens luminosas de Jesus. E aí, como é que a gente traz essa realidade? traz esse ensino pro nosso dia a dia. O espírito, irmã Rosália, neste mesmo capítulo 13, vai nos ensinar, pela sua própria experiência o que vem a ser a caridade moral. E antes de nós conhecermos em breves palavras aqui o ensinamento de irmã Rosa, nós vamos recordar para aqueles que já se encontram conosco nos estudos da nossa doutrina espírita. E para os que estão nos conhecendo hoje, nos visitando em nosso espaço virtual hoje nós vamos registrar aqui a questão 886 do Livro dos Espíritos, que é uma obra básica, fundamental e primeira da doutrina espírita, porque nesta pergunta Kardec busca o esclarecimento com a espiritualidade, solicitando resposta para a seguinte questão. O que devemos entender pela palavra caridade, segundo a expressava, a compreendia Jesus, que é o nosso referencial,
esclarecimento com a espiritualidade, solicitando resposta para a seguinte questão. O que devemos entender pela palavra caridade, segundo a expressava, a compreendia Jesus, que é o nosso referencial, que é a nossa luz, guia e modelo de elevação moral que esteve entre nós no nosso planeta. E a resposta nos ensina o que é a caridade. A caridade é a benevolência para com todos, é o bem para com todos. Indulgência para com as imperfeições dos outros e perdão das ofensas. Belo, bonito, mas no título da palestra tá escrito na prática. Caridade moral na prática. Então, como podemos ser bons para com todos num mundo cheio de desafios, em uma situação de transição planetária que nos fez encontrar uma pandemia num desafio de equilíbrio social, econômico, político e tantos outros desafios que nos cercam a cada dia. como viver a bondade, o bem para com todos. A indulgência, que é bom lembrar, é aquela virtude que nos leva a não exaltar a falha, a deficiência do outro, né? De tratar o outro com cuidado, com a tão comentada e conhecida empatia nos colocando no lugar do outro, né? o perdão que ainda é um desafio para nós, para a nossa humanidade, mas já estamos aprendendo a vivê-lo como um processo, né? Como um processo que vai progredir aos poucos, queridos. Então, como devemos compreender a expressão caridade? O bem, a indulgência e o perdão? E aí, meus queridos, são muitos os desafios de cada dia, né? Temos que trabalhar, estudar, empreender, elaborar, lutar para progredir a cada dia, sermos melhores hoje do que fomos ontem e viver em todo esse ambiente que nos cerca, lidando com as crises, com as notícias que não nos agradam e aquelas que também nos trazem esperança. E é muito importante que saibamos compreender que em cada espaço desses desafios, em cada contato com estas notícias, estas mensagens, é exatamente aí no nosso cotidiano, na segunda, na terça, na quarta, na sexta, no sábado, no domingo, que nós vamos encontrar espaço para praticar, para viver a caridade moral e
cias, estas mensagens, é exatamente aí no nosso cotidiano, na segunda, na terça, na quarta, na sexta, no sábado, no domingo, que nós vamos encontrar espaço para praticar, para viver a caridade moral e vamos chegar na prática, mas já sabemos o que é caridade. E é bom recordar que moral é exatamente a nossa capacidade de discernir entre o bem e o mal. É uma regra de bem proceder. Ensino que também consta lá na nossa parte terceira do livro dos espíritos, que nos traz o estudo das leis morais. E o bem, porque a gente falou de benevolência, né? É importante também para nós compreender o sentido dessa expressão que valoriza um vocábulo tão pequeno e tão fundamental para nós, o bem. São as três letrinhas, né, fundamentais no nosso dia a dia, alimento pra nossa alma. pro nosso espírito encarnado. O bem é tudo aquilo que fazemos e que está de acordo com as leis divinas. O mal é tudo aquilo que é contrário às leis divinas. E se tivermos aqui conosco irmãos que nunca tiveram a oportunidade de estudar, de refletir ou mesmo de conhecer de alguma forma os conteúdos que nos instruem sobre o que vem a ser e como compreender as leis divinas, nós vamos aqui transmitir a mensagem de que se não tivermos ainda a oportunidade, o tempo, a condição de estudar os conteúdos, dos evangelhos que Jesus nos deixou. Se não tivermos ainda tempo de estudar a doutrina espírita ou qualquer outra doutrina que nos religue a Deus, nós podemos compreender o conjunto das leis divinas numa única expressão que também nos foi transmitida por Jesus há muito mais de 2020 anos atrás. Nós podemos compreender as leis divinas para melhor viver o bem por uma expressão. Não faça ao outro aquilo que você não gostaria que te fosse feito. OK, queridos? Muito bem. Mas vamos para essa prática, né? Como é que nós vamos compreender a caridade moral? Epa, vamos lá. [risadas] Queridos, a caridade moral, a irmã Rosáia, esse espírito, no capítulo 13 do Evangelho Segundo o Espiritismo, vai nos trazer a instrução de que a caridade moral, ela é a capacidade
vamos lá. [risadas] Queridos, a caridade moral, a irmã Rosáia, esse espírito, no capítulo 13 do Evangelho Segundo o Espiritismo, vai nos trazer a instrução de que a caridade moral, ela é a capacidade de nós nos tolerarmos, nos suportarmos uns aos outros. E eu ainda no primeiro pedido seis bis, ela nos diz que é a uma caridade que nada custa e que é a que nós menos praticamos. E é fundamental para nós que nós passemos a utilizar, a compreender e a praticar, a utilizar a caridade moral como instrumento, como alavanca, como comando de progresso, porque nos encontramos todos os dias com muitos desafios em casa, no lar, na família, desafios de convivência, de relacionamento, incompreensões, exaustões em relação a determinados assuntos, determinados problemas, tensões naturais da convivência humana. nos encontramos com os desafios dos relacionamentos pela nossa vizinhança na vida em sociedade, no nosso ambiente de trabalho profissional, no nosso ambiente de trabalho voluntário e em todos esses laboratórios, como nos ensinou o espírito André Luiz, em todos esses laboratórios, nós temos a oportunidade de experimentar a caridade moral para nos servir de paz, de segurança, de condição para evoluir. E por que que a gente precisa ter essa atenção, esse conhecimento e compreender essa caridade moral na prática? Porque nós naturalmente como seres inteligentes da criação ou filhos do criador, do pai criador de Deus, da inteligência suprema, nós estamos o tempo inteiro buscando algum movimento, algum trabalho, alguma forma de fazer, de produzir, de evoluir. E aí nós queremos buscar as evoluções dignas, justas que este mundo, o planeta Terra que nos acolhe, nos oferece na vida em sociedade, na na dimensão profissional, na dimensão social. Só que a gente esquece daquilo que vem primeiro. A gente desconhece. Muitas vezes, nós passamos por esses momentos, desconhecemos a nossa natureza que é espiritual. E o espírito encarnado, ocupante desse corpo físico, que é um recurso luminoso que devemos cuidar.
hece. Muitas vezes, nós passamos por esses momentos, desconhecemos a nossa natureza que é espiritual. E o espírito encarnado, ocupante desse corpo físico, que é um recurso luminoso que devemos cuidar. Ele precisa se fortalecer, se nutrir, se alimentar da mesma forma que alimentamos o nosso corpo físico, do mesmo modo que é tão importante e essencial para nós, nos hidratarmos todos os dias, nos nutrirmos todos os dias em nossa organização física, nós também precisamos nos nutrir e nos hidratar espiritualmente. É o nosso espírito, o princípio inteligente do universo que está animando esse corpo físico e, portanto, nos transforma em seres inteligentes da criação. A nossa natureza espiritual necessita de força, de imunidade, de equilíbrio. E esta força, essa imunidade e esse equilíbrio, queridos, nós vamos encontrar na prática do bem. Já conhecemos aqui o que é o bem. Tudo aquilo que está de acordo com as leis divinas. O bem é a primeira expressão em benevolência que conceitua a caridade moral para nós e é no amanhecer de cada dia, na convivência a partir do seu próprio espaço de vivência no seu lar que nós vamos viver a caridade moral na prática. Sim, nas pequenas e singelas ações no levantar do nosso espaço de repouso, da nossa cama, a cada manhã, no contato visual ou mesmo na interação relacional, física com a família que nós começamos. a nutrir, a alimentar o nosso espírito. E aí nós podemos promover em nós uma condição de fortaleza, de segurança, de eh imunidade a partir desse primeiro passo em cada manhã. no bom dia, no cotidiano da organização de um café da manhã, ao leite que derrama, ao café que não está agradável, ao alimento físico que pode não estar completo, pode estar faltando neste momento, nas pequenas ações do início da nossa jornada diária, nós já estaremos sendo convidad convidados a praticar a caridade moral, que já sabemos é alimento para a nossa alma, o nosso espírito encarnado. E às vezes, ou talvez todos os dias, ou quase sempre, nós nos distanciamos
ndo convidad convidados a praticar a caridade moral, que já sabemos é alimento para a nossa alma, o nosso espírito encarnado. E às vezes, ou talvez todos os dias, ou quase sempre, nós nos distanciamos desse saber que está disponível para nós nas mais diversas religiões, nas mais diversas filosofias. aqui na nossa doutrina espírita. E ao nos distanciarmos deste saber que precisamos ser bons de manhã cedo, em casa, sorrisão, cheios de desafios para enfrentar. eh a melhoria das condições materiais, financeiras da família, a o a organização da casa, do lar, o provimento do alimento de cada dia para para os nossos filhos, para as melhores condições da nossa existência em casa, aquela situação em que discutimos, em que tivemos uma posição discordante da nossa esposa, do nosso nosso esposo, dos filhos, as situações do dia a dia, as decepções, as frustrações, sim, elas estarão conosco e nós teremos aí a oportunidade de movimentar em nós, por uma vontade bem direcionada à prática da caridade moral dentro de casa. e vivermos a bondade, vivermos a caridade moral, como a espiritualidade nos ensinou pelo evangelho. Nos tolerando uns aos outros significando uns aos outros, significa que seremos cada vez mais cuidadosos, hábeis. no contato com cada um que se encontra conosco durante todo o dia a começar pelo nosso próprio convívio familiar. E este movimento de sermos caridosos em casa, de vivermos a caridade moral no lar, nos ampara, nos fortalece, nos nutre. Trazendo de volta a nós disposição, criatividade, lucidez, imunidade, forças, para que possamos dar um passo além e abrir as portas da nossa casa e seguir ir para os espaços e para os ambientes outros que fazem parte da nossa existência, os outros laboratórios aí do ambiente profissional, do ambiente acadêmico de estudos, do ambiente no qual exercemos a as nossas atividades voluntárias ou no contato com a nossa própria vizinhança. Como estamos numa situação de pandemia, muitos de nós não faz com tanta frequência mais esse movimento de abrir
ercemos a as nossas atividades voluntárias ou no contato com a nossa própria vizinhança. Como estamos numa situação de pandemia, muitos de nós não faz com tanta frequência mais esse movimento de abrir a porta e sair para uma atividade de cada dia. Estamos entrando numa sala e nos comunicando pelos recursos da internet, da tecnologia. Mas em todos esses espaços, em todos esses ambientes queridos, precisaremos ser bons, benevolentes, não fazer ao outro que não gostaríamos que nos fosse feito. Precisaremos exercitar e aprender a praticar a indulgência, que não é conivência com erros, que não é aceitar tudo que o outro faz. Não devemos julgar nunca. Devemos usar da empatia, mas sim nos posicionar, orientar, educar, guiar, fazendo isso, como nos ensinou Jesus, tendo em particular com aquele que tomba diante de nós ou nos encaminhando pelas vias educ educativas das regras de convivência em sociedade pelo cumprimento das leis. E assim, queridos, nos amparando uns aos outros antes de permitirmos que saia pela nossa voz ou que se instale em nosso pensamento a crítica, a maledicência que é tão presente em nossos ambientes de convivência. Antes disso, façamos o melhor uso de nós mesmos. Façamos o melhor uso de uma capacidade luminosa que todos nós possuímos, que é de raciocinar, de refletir, e passemos a experimentar os resultados de sermos mais compreensivos uns com os outros, de ouvirmos mais, acionarmos o mecanismo da prece. que é um recurso fundamental, uma ferramenta fundamental de equilíbrio para que possamos mentalizar, pensar melhor o que dizer, como nos posicionar, criando em nós o magnetismo de uma história, de um espírito que está em aprendizado, todos nós, contendo os nossos impulsos agressivos e violentos. Todos nós os temos, todos nós encontramos com eles, com estes impulsos no nosso dia a dia. Eles podem nos visitar, porque isso é da nossa natureza, é do nosso despertar como seres conscientes que todos somos e nos aperfeiçoamos a cada dia. Mas ao ter contato com os nossos
o nosso dia a dia. Eles podem nos visitar, porque isso é da nossa natureza, é do nosso despertar como seres conscientes que todos somos e nos aperfeiçoamos a cada dia. Mas ao ter contato com os nossos impulsos, sejamos caridosos moralmente com nós mesmos, compreendendo que esse impulso deve ser reservado. Não é contido, não é omitido, não deve se omitir deixar de reconhecer o que somos. Por vezes violentos, agressivos, impacientes. Opa, somos. Por isso temos agora a condição de domar, de educar, de acolher esta condição que é natural para todos nós. E a partir desse acolhimento mental, nós vamos continuar o nosso dia na convivência com a nossa família, na convivência com os vizinhos, com as pessoas que nós vamos encontrar na farmácia, na padaria, no supermercado, no trânsito. E nós vamos a outros ambientes, a outros espaços ou mesmo aqui virtualmente ou nas redes sociais, de novo sermos convidados a nos fortalecer moralmente, a fazermos um bom uso desta condição sublime que todos nós possuímos, que é a condição de amar e fazer o bem. Sim, por mais perversos que sejamos, por mais que alguns de vocês possam estar, nossa, não, eu não sou capaz de amar fazer o bem, né? Eu sou uma pessoa muito agressiva, eu não tenho paciência com ninguém. Calma, bem-vindo, irmão, bem-vinda, irmã, porque sim, todos nós somos capazes de amar e fazer o bem. E essa capacidade está em nós em estado quietinho, em estado latente, mas está lá. Ela precisa do nosso movimento consciente. O que a benfeitora espiritual Joana de Angeles nos ensina como sendo uma vontade bem direcionada, a disciplina da vontade também bem transmitida pela psicografia do nosso amado irmão Divaldo Franco. E mais uma vez nós citamos aqui nesse contato virtual com todos vida, desafios e soluções é a obra da coleção psicológica no capítulo oito, a disciplina da vontade. E vamos lá nos lembrar e viver e trazer para nós essa oportunidade de equipar a nossa vontade de acertar, a nossa vontade de progredir, equipar essa vontade com três recursos
a disciplina da vontade. E vamos lá nos lembrar e viver e trazer para nós essa oportunidade de equipar a nossa vontade de acertar, a nossa vontade de progredir, equipar essa vontade com três recursos fundamentais. Muitos irmãos que aqui se encontram já sabem quais são. E é sempre bom nós voltarmos a cada um desses recursos, porque a nossa vontade para ser bem direcionada precisa estar equipada com paciência, perseverança e autoconfiança. Com esses equipamentos, com a vontade bem direcionada de quem quer progredir, de quem quer acertar, sim, nós viveremos na prática a caridade moral. Falamos aqui do café da manhã, do início do dia, do despertar no meio da família. Temos as inquietações das crianças, dos filhos, dos jovens, dos adolescentes, dos já adultos. Demandas para pais e mães, esposos, esposas, desafios da vida material, da convivência em sociedade, de uma situação de vivência restritiva, que é a que nós nos encontramos agora em função de de um estado de calamidade, de uma pandemia, muitos muitos fatores, muitas variáveis para potencializar desequilíbrios, discórdias ou ou para nos proporcionar a cada momento, a cada minuto, mais e mais condições de sermos caridosos. E o que é mesmo a caridade? Caridade material importantíssima. Vamos falar em seguida, mas a caridade moral, a capacidade de nos suportarmos, de nos ampararmos uns aos outros, fundada no ensinamento de Jesus para nós. A caridade é o bem, a benevolência para com todos, a indulgência para com as imperfeições dos outros, porque também somos imperfeitos. e o perdão das ofensas. E aí, bonito, fácil falar, difícil viver. É, pode até ser difícil, mas é possível. É possível, queridos, porque aprendemos que a benevolência é o bem. pode ser sintetizado numa frase, não fazer ao outro aquilo que não gostaríamos que nos fosse feito, que devemos utilizar e exercitar a cada momento. segue pela cautela, pelo respeito ao defeito, à deficiência do outro, medindo o outro, observando o outro, seja ele o esposo, a esposa, o chefe, eh, o
que devemos utilizar e exercitar a cada momento. segue pela cautela, pelo respeito ao defeito, à deficiência do outro, medindo o outro, observando o outro, seja ele o esposo, a esposa, o chefe, eh, o diretor, o colega de trabalho, né, o subordinado, seja quem for o vizinho ou o estranho que passou por nós na rua ou que se encontra conosco no ambiente virtual, quem quer que seja, sermos indulgentes com o outro significa medi-lo por aquilo que ele tem de melhor e não de pior. E aí a pontuação, a nota, a consideração que nós vamos ter por aqueles seres que fazem parte da nossa convivência passa a ser no momento do encontro com a raiva, com a palavra hostil, com o desentendimento. Não, pera aí, tem mais aí, não tem só isso. Tem um ser divino que está à minha frente e eu sou também criado por Deus. Então tem muito de bem e de bom a dar. Então vamos nos medir pelo que fazemos, pelo que acertamos e não pelas nossas deficiências. E aí chegamos ao perdão que é ferramenta e que está nesse ambiente de nossa convivência, convid convidados que somos o tempo inteiro para exercitar o perdão. E ao visitarmos os ensinamentos, as páginas que mais uma vez a nossa benfeitora espiritual Joana de Ângeles, pela psicografia luminosa de Divaldo, nos traz em suas obras. Trata o perdão como terapia, queridos. A terapia do perdão na obra libertação pelo amor e nos orienta, nos estimula, nos dá argumentos, instruções para que possamos iniciar este que é um processo, o processo do perdão. e que os resultados desse processo, as entregas desse processo serão tão valiosas quanto maior for a dor, a ofensa sofrida. E mais uma vez, queridos, nos encontramos com o convite e, por que não dizer, o dever de vivermos a caridade moral. Esse dever existencial vai nos fazer prestar um importantíssimo serviço a nós mesmos. Esse é um entendimento fundamental sobre o que vem a ser esse processo do perdão. Como entender o perdão? Mais uma vez, perdão é um dos mais valiosos serviços que nós prestamos a nós mesmos.
s mesmos. Esse é um entendimento fundamental sobre o que vem a ser esse processo do perdão. Como entender o perdão? Mais uma vez, perdão é um dos mais valiosos serviços que nós prestamos a nós mesmos. Porque a raiva, o ódio, a mágoa, o ciúme, o rancor são tóxicos. Não sou da área de saúde, na área de medicina, mas a literatura da psicologia, da endocrinologia e as instruções das obras da coleção psicológica de Joana de Angeles vão nos remeter a uma interpretação simplificada, claro, e muito clara sobre os efeitos nocivos desses vícios morais, raiva, ódio, mágoa, revolta, a queixa, o ciúme, a inveja. Ah, mas isso será que será que são conhecidos nossos? Será que são conhecidas nossas essas mazelas morais, esses vícios morais totalmente conhecidos? Totalmente. Quem aqui nunca Quem aqui nunca sentiu ciúme? Ficou magoado, teve raiva, se revoltou, reclamou? Queridos, natural um encontro com essa que é a nossa realidade fundamental, sublime, primeiro, base para tudo, para todos os projetos, para todos os alcances, para todos os progressos que nós queremos tratar estas mazelas, estes vícios morais por meio por meio do perdão. Estávamos falando do perdão. Vamos ampliar por meio da prática da caridade moral. E por que que isso é fundamental? Por que que esse tema caridade moral na prática não é um tema religioso? E André, como assim não é um tema religioso? Claro, pode ser considerado, mas é importante que a gente saia um pouquinho, né, dessas desses limites que às vezes um tema pode encontrar, porque o irmão que não é religioso não se compreende como tal, que se compreende como um ateu, por exemplo, enfim, ele pode não ouvir a nossa colaboração sobre esse tema, a sua, a de vocês, a a partir de agora que vão praticar, estudar e disseminar esse conhecimento por aí, esses irmãos podem se afastar. Esse tema não é um tema exclusivamente religioso. Felizmente, ele está ancorado aqui nesta doutrina que nasceu como ciência, que é a ciência que estuda a natureza, a origem e a destinação dos espíritos e
e tema não é um tema exclusivamente religioso. Felizmente, ele está ancorado aqui nesta doutrina que nasceu como ciência, que é a ciência que estuda a natureza, a origem e a destinação dos espíritos e suas relações com o mundo físico. nasceu como ciência, se consolidou como doutrina e nos traz esse tríplice, esses três aspectos, ciência, filosofia e religião. Mas quero dizer a vocês, queridos, nesse encontro de hoje que caridade moral não é um assunto para ficar aqui limitado dentro de um ambiente doutrinário, religioso. Caridade moral é absolutamente essencial para tudo que nós vamos construir, fazer em nossas vidas. Serve para a mãe, para o pai, para a dona de casa edificar o seu lar com paz, harmonia, porque ela, ao buscar a tolerância, o se suportar uns aos outros, ao buscar o bem, a indulgência e o perdão, ela entra num nível de elevação energética, moral, que a torna mais capaz, mais potente para lidar com todas as dificuldades que vai encontrar nos seus dias. A estudante, o estudante, o profissional liberal, o servidor público, a autoridade, o político, o cientista, porque em todos esses ambientes nós vamos nos encontrar. com seres imperfeitos e que irão nos aparecer como nós aparecemos uns para com os outros, com as nossas mazelas, com os nossos vícios morais. E aí nós precisamos elevar a nossa potência realizadora. E essa elevação de potencial realizador não pode começar só num pensamento intelectualizado ou racional exclusivamente, que nega a sua própria natureza que é espiritual, que nega a sua condição essencial de controle emocional. Nós precisamos nos reconhecer seres completos, integrais. Espírito, mente, corpo, espírito, perespírito, corpo físico. Pera aí, mas eu tô pensando em realizar daqui a pouco. Ó, eu tenho investimento para fazer, eu tenho projeto para tocar, eu tenho equipe para resolver, eu tenho um conglomerado de empresas para coordenar, né? Não tenho tempo para ficar ouvindo, né? O que que é caridade moral? Por favor, abra esse tempo, porque se
tocar, eu tenho equipe para resolver, eu tenho um conglomerado de empresas para coordenar, né? Não tenho tempo para ficar ouvindo, né? O que que é caridade moral? Por favor, abra esse tempo, porque se não formos, não trabalharmos a nossa base, se não alimentarmos o nosso espírito imortal, a nossa alma, o nosso espírito encarnado, se não dermos café da manhã, almoço e jantar para o espírito, simplesmente a máquina não vai funcionar bem, nem mesmo a cerebral. Porque a mente é reconhecida como um órgão do espírito que nos transmite todas as impressões de todas as conquistas que tivemos, que vivemos em diversas existências e nessa e nos posiciona para nos aperfeiçoarmos a cada dia. Mas se nós não damos conta de conviver, de vivermos a caridade em casa ou nos ambientes que nos cercam, com as nossas famílias, com os colegas que nos são caros e próximos, com objetivos comuns, como realizaremos empreendimentos maiores para que 10.000, 20.000, 50.000 1000 seguidores, meio milhão de seguidores, 1 milhão, 10 milhões, 15 milhões, são tantos milhões, possam nos acompanhar e viver a caridade moral na prática. é nutrir o nosso espírito com um padrão eletromagnético, com uma vibração que nos permite o alcance da melhor performance, do melhor desempenho em nossas vidas, em todos os ambientes que frequentamos. Porque ao darmos o bem, ao expressarmos a tolerância, a compreensão com a falha do outro, que não é conivência com erro, não é conivência com eh desregramento da lei humana, tampouco da lei divina, é sim substituirmos a acidez da crítica, do desdém, da repulsa pela uma por uma prece sincera, silenciosa e breve é também darmos tempo para que aquele ser possa cair em si e reconhecer seus limites e imperfeições e se dispor a um progresso importantíssimo pelo arrependimento e pela reparação. que sempre se dá pelo amor e não pela dor, em que pese a importância de que para um espírito rebelde e resistente no mal, no distanciamento das leis divinas, sistemas se ativam para que ele se eduque.
que sempre se dá pelo amor e não pela dor, em que pese a importância de que para um espírito rebelde e resistente no mal, no distanciamento das leis divinas, sistemas se ativam para que ele se eduque. E um desses sistemas chama-se convivência nos limites da lei, da lei em da vida em sociedade. A minha liberdade termina quando começa do outro. E assim, queridos, nós vamos nos encontrar com uma experiência de sermos caridosos, de sermos bons, de buscarmos o que entendemos ser bom para nós, entendermos, entendemos ser uma forma ideal de sermos tratados. Vamos tratar o outro como gostaríamos que fôssemos tratados. E assim, mesmo que em diversos momentos tenhamos uma incompreensão e uma reação até negativa, duvidosa em relação ao nosso gesto, em relação ao nosso pensar ou mesmo ao nosso silêncio de oração. Mesmo assim, ao darmos este primeiro passo em direção ao bem que começa dentro de casa, nós receberemos forças, energias, capacidades, competências, potências divinas. Não precisam acreditar no que estou dizendo. Testem. Façam o bom uso da racionalidade. Esse é um ensinamento fundamental da nossa doutrina espírita, porque nos ensina que a fé inabalável só é aquela que pode encarar frente à frente a razão, a a racionalidade. Faliem, testem, experimentem essa mudança de conduta e essa convivência positiva com a caridade moral na prática, no dia a dia. E por simples gestos. A toalha caiu, o copo entornou, sujou. pega, limpa, instrui, orienta. Ah, mas dá trabalho, tô correndo, não consigo. Comece a modificar esses processos repetitivos que nos visitam todos os dias, de deixarmos para lá e passarmos a fazer. Ah, mas é difícil, né? Seguir a lei é difícil, não? Porque se nós formos fazer tudo do jeitinho que é para fazer, demora a custa caro. Ó, eu tenho que resolver agora. Cuidado. Busque o equilíbrio na prece, nessa ferramenta luminosa da oração que nos religa a Deus, ao criador, a inteligência suprema. Busque o diálogo consigo mesmo, força, criatividade, habilidade, agilidade para realizar,
íbrio na prece, nessa ferramenta luminosa da oração que nos religa a Deus, ao criador, a inteligência suprema. Busque o diálogo consigo mesmo, força, criatividade, habilidade, agilidade para realizar, para fazer o certo. E assim nós vamos nos encontrar com o bem. Nós vamos nos encontrar com seres caridosos que somos viventes da caridade material, da caridade moral. E fundamental a oportunidade de vivermos a caridade material, porque uma não anula a outra. A caridade material num momento em que nós nos encontramos num planeta cheio de desigualdades num país, cheio de desigualdades do ponto de vista material, social, intelectual, é fundamental que utilizemos este outro recurso potente, que é o da caridade material, recurso potente para para que nós possamos evoluir, progredir primeiro com o que vem primeiro, que é a alma, é o espírito encarnado. Evoluir em nossas atitudes, evoluir em nossas decisões, na capacidade de amar e fazer o bem, desde dentro de casa até em outros locais que estivermos, presencial ou virtualmente. Por quê? Se não nutrirmos o nosso espírito, como encontraremos forças para experimentar os desafios que o mundo nos oferece? Como encontraremos força, lucidez, equilíbrio, discernimento, criatividade, inteligência para levar adiante empreendimentos, projetos, empresas, instituições públicas, municípios, estados, países, processos de trabalho. ser fica incompleto. Nossa capacidade de fazer, de agir e de realizar fica incompleta quando não nutrirmos a nossa alma. E essa nutrição e este alimento, ele vem da vivência, do bem, da benevolência para com todos, da indulgência para com as imperfeições dos outros e do perdão das ofensas, que é o entendimento da caridade, como nos trouxe Jesus. E a caridade moral é a capacidade de nos ampararmos uns aos outros. Em pensamentos, palavras e ações. Nós vivemos a caridade. Queridos, já estamos pela minha leitura aqui do relógio há 4 minutos do final do nosso tempo, ou até menos. Peço a nossa equipe e a Carlinha aí que observem o
palavras e ações. Nós vivemos a caridade. Queridos, já estamos pela minha leitura aqui do relógio há 4 minutos do final do nosso tempo, ou até menos. Peço a nossa equipe e a Carlinha aí que observem o tempo. E gostaríamos aqui de deixar o nosso registro de que sim, é possível atingir o objetivo que você pretende, o objetivo de se melhorar, o objetivo de alcançar uma melhor condição produtiva de trabalho. É importante lembrarmos que trabalho, queridos, é toda e qualquer útil. Então, a partir de hoje tá todo mundo empregado e os que já estão empregados estão promovidos. Toda e qualquer ação útil é trabalho. que sim, é possível empreender, é possível fazer diferente do que foi feito até hoje, convivendo com um olhar diferente para as realidades que continuarão nos visitando em torno de nós, das situações violentas, das situações perturbadoras, frustrações, decepções, não fujam delas. Conversem com elas. Compreendam que isso faz parte da vida de todos nós. Não é só você que tá frustrado, chateado, que se decepcionou com algo, que trilhou um objetivo e ainda não atingiu. De alguma forma, todos nós, seres humanos, os seres inteligentes da criação, espíritos temporariamente encarnados, todos nós vamos passar por estas experiências e ao encontrarmos com elas, sejamos caridosos, vivamos a caridade moral no dia a dia, no metrô, no ônibus. no Uber, em todos os lugares, no ambiente de trabalho, na convivência em família, na vida em sociedade. Vai ter dia que estaremos mais aptos, mais capazes de produzirmos melhor na direção do bem. Vai ter dia que não, que vamos falhar, que vamos nos encontrar com a dúvida, com a insegurança, com uma certa fraqueza, um desânimo. Observem esse momento e não desistam de vocês. Não desistam de amar e fazer o bem. Avaliem, observem, identifiquem os resultados desta mudança de atitude. Não é o maior e nem o mais importante objetivo da nossa existência. É o único. Nós estamos aqui para fazer o bem. Tudo de melhor a todos vocês. Muita luz e vamos em frente,
s desta mudança de atitude. Não é o maior e nem o mais importante objetivo da nossa existência. É o único. Nós estamos aqui para fazer o bem. Tudo de melhor a todos vocês. Muita luz e vamos em frente, sem desistir de nós mesmos, valorizando cada conquista. Palavras, pensamentos e ações são conquistas quando bem trabalhados por nós mesmos. que possamos fortalecer em nós a nossa capacidade de querer, de almejar e construirmos para nós uma vontade bem direcionada, como a espiritualidade luminosa nos ensina, equipada com os recursos da paciência, da perseverança e da autoconfiança. Tudo de bom a todos mais uma vez, Carlinha, equipe de produção, gratidão, muita luz, muita paz a todos. Nós que agradecemos, Andreia. Nós temos muito agradecer a você, porque com certeza saímos nessa noite aqui muito mais nutridos, hidratados, enfim, alimentados de todas as formas e sobretudo inspirados a fazer o bem, né? Porque a nossa mentora nos convida a fazer agora. Tem uma música que eu adoro, espírita que diz, né, chama o Essencial, que ela diz que todo bem que se possa fazer, se deve fazer sem hesitação. E eu acho que hoje nós estamos inspirados a isso, a fazer todo o bem que pudermos, sem hesitação onde quer que estejamos. E a confiança de que Deus abençoe os nossos propósitos para o bem, né? que sempre todos os passos que quisermos dar para o bem serão sempre abençoados por Deus e os nossos propósitos são potencializados sempre nesse intuito. Então vamos agradecer, né? Vamos elevar mais uma vez o nosso pensamento, agradecer a Deus por todos esses ensinamentos dessa noite e que nós sejamos sempre, sempre inspirados a fazer o bem em todos os momentos, em todos os espaços, a ser a luz onde quer que nós estejamos, a ser o sal onde quer que nós vamos. Que o nosso medo não nos impeça de dar o próximo passo, que o nosso ressentimento não nos impeça de dar o próximo abraço. E que as lágrimas que já choramos não empeçam o nosso próximo sorriso. E que Deus inspire cada pensamento, cada ato, cada gesto que seja voltado
o ressentimento não nos impeça de dar o próximo abraço. E que as lágrimas que já choramos não empeçam o nosso próximo sorriso. E que Deus inspire cada pensamento, cada ato, cada gesto que seja voltado pro bem, que sempre abra o nosso coração e nos ajude a persistir e a dar aquele passo necessário para sermos melhores e para ajudar os nossos irmãos a serem melhores. Que tenhamos as virtudes que precisamos e que saibamos exercitá-las a cada momento. Que Jesus esteja conosco, sempre nos inspirando, nos mostrando o caminho, segurando o leme e nos ajudando a navegar pelos mares da vida. Que hoje, em todos os dias se estejamos com ele. Que assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus. O momento é agora. A todos alegria imensa estar aqui com vocês. Abraço fraterno virtual. Beijo para todos. Muita luz, tudo passa e vamos em frente na nossa potência divina. Agora é a hora, né? Vamos sair dessa palestra já prontos. Grande abraço a você, Andreia. Obrigada. Abraços a todos. Um ótimo sábado, um ótimo fim de semana e uma ótima semana a todos. Estamos sempre juntos. Grande abraço. Vamos em frente.
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