O JUGO LEVE HOJE - Andréa Nunes [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 04/06/2025 (há 10 meses) 1:03:26 444 visualizações

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Transcrição

Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi. Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa noite, minhas irmãs e meus irmãos. É um prazer encontrá-los no Auditório Bezerra de Menezes, Menezes, na comunhão espírita de Brasília e o nosso boa noite também aqueles que nos seguem pelo YouTube, pelas redes sociais da casa. Eh, vamos dar início então a mais um momento de estudo, a nossa palestra das 20 horas das terças-feiras, onde recebemos hoje uma palestrante muito conhecida de vocês já, Andreia Nunes, que sempre nos traz um um assunto interessante, um assunto instigante, né? E para tal vamos fazer uma leitura introdutória com o objetivo de serenar os nossos corações, deixar os pensamentos do dia a dia lá fora e já irmos nos reunindo em torno dessa ideia magnífica que é Jesus. Do livro Gotas de Esperança de Lourival Lopes, mensagem 167. Ela diz assim: "Senhor, quando eu estiver errado, corrige-me. Quando eu estiver indeciso, orienta-me. Quando eu estiver inquieto, acalma-me. Quando me sentir desesperado, sustenta-me. Quando eu quiser te falar, escuta-me. Mas, Senhor, o que mais quero mesmo é que quando eu quiser te seguir, aceita-me. Aproveitando então esse pensamento de busca, de pedido, de amparo a Jesus, nosso mestre, nosso guia, nosso modelo. Aproveitemos esse momento e nos imaginemos abraçados a esse querido irmão e sentindo as suas energias reconfortadoras, que animam o nosso coração, que alegram o nosso estado de espírito. Vamos dizer a ele: "Muito obrigado, Jesus. por estar conosco nessa noite. E assim, de volta aqui ao salão, abrindo nossos olhos, vamos ouvir a nossa irmã Andreia com a palestra O julgo leve hoje. Seis bem-vindos. alegria imensa reencontrá-los nas primeiras terças-feiras de cada mês e eh fomos guiados para posicionar o tema de hoje, para falarmos um pouco dessa expressão que num primeiro momento nos

bem-vindos. alegria imensa reencontrá-los nas primeiras terças-feiras de cada mês e eh fomos guiados para posicionar o tema de hoje, para falarmos um pouco dessa expressão que num primeiro momento nos inquieta, porque ela representa carga. Ela representa esforço, dispêndio, né, de algo que é precioso para nós, que é a nossa capacidade realizadora. Julgo, julgo. Estamos sob um julgo. Que julgo é esse? Que obrigações são essas? Que determinações são essas? E Jesus há mais de 2025 anos atrás nos disse que esse julgo é leve, que esse julgo é suave. E aí quando buscamos a compreensão desse ensinamento, vamos reconhecer o valioso ensino, que esse espírito luminoso, nosso guia, nosso mestre, nosso irmão maior, Jesus nos trouxe o julgo. leve. Essa carga, essa determinação, esse julgo nada mais é do que a nossa atenção às leis divinas, primeiras, principais, mas ele é leve. Eh, somamos a expressão fardo, né? suave. Ele representa a leveza e a suavidade, porque esse julgo nos impõe por dever o amor e a caridade. Então, nós conhecemos mais uma das passagens de Mateus, dos registros nos diversos Evangelhos e nesta passagem de Mateus, no nosso Evangelho Segundo o Espiritismo, que reúne os ensinamentos morais de Jesus e as instruções dos espíritos, as dissertações que o professor Allan Kardec nos ofereceu nesta obra. E nesta passagem nós vamos nos encontrar no capítulo 6 que nos apresenta a mensagem do Cristo Consolador. Queridos, nesta passagem nós vamos nos encontrar com uma rogativa instrutiva de alívio e de acolhimento. Vinde a mim todos vós que estais carregados nessa tradução, que eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo que é leve. Queridos, nós estamos carregados, sobrecarregados. é a expressão que mais repetimos, ouvimos e sentimos nas nossas realidades existenciais. Nesse hoje estamos carregados por excesso de informação, por excesso de ansiedade, excesso de comparação, de responsabilidades, obrigações, excesso de dúvidas, de queixas. São muitas as cargas. Mas se nós nos

je estamos carregados por excesso de informação, por excesso de ansiedade, excesso de comparação, de responsabilidades, obrigações, excesso de dúvidas, de queixas. São muitas as cargas. Mas se nós nos permitirmos uma positiva inquietação, que é a busca do entendimento do porquê, nos encontramos assim hoje. Porque quanto mais trabalhamos, quanto mais nos dedicamos a algo, a alguém, a um grupo, a um trabalho e tantas outras frentes na família, na vida, em sociedade. Quanto mais fazemos, mais desafios enfrentamos. Quando miramos um objetivo, outros tantos se apresentam necessários a serem cumpridos e lá nos vemos desafiados. Queridos, em todos os nossos encontros, me recordo que essa frase, em algum momento, ela se expressa. Primeiro, o que vem primeiro. Se nós invertermos a ordem de nos prepararmos primeiro na nossa condição espiritual moral. E depois nas várias tratativas, atividades da vida física, se nós invertemos essa ordem e priorizamos as execuções, as ambições e as realizações que terminam aqui e e que são exclusivamente materiais, aí a carga é maior, mais densa e ela vai se intensificando. É como se nós tivéssemos a vivência de quanto mais fazemos, quanto mais produzimos, menos temos. Precisamos recuperar a ordem em nós mesmos. Queremos ordem externa, tudo limpo, arrumado, organizado, objetivos e metas cumpridas, né? todo mundo com seu controle diário, checklist, enfim, bem resolvido, mas nós não nos preparamos para isso. Nós amanhecemos a cada dia preocupados com as entregas, preocupados com as agendas, com os encargos, sim, encargos diários dos nossos mais diversos papéis de esposo, esposa, mãe, pai, filho, filha, profissionais, eh estudantes, enfim, todos os nossos crachás bem posicionados no nosso mental, mas nos distanciamos da preparação primeira e essencial, que é a do nosso espírito, que é a da nossa essência. nos preocupamos em nos nutrir, nutrir aqueles que convivem conosco com a melhor administração possível do alimento, dos alimentos, da hidratação. Mas nos esquecemos ou

rito, que é a da nossa essência. nos preocupamos em nos nutrir, nutrir aqueles que convivem conosco com a melhor administração possível do alimento, dos alimentos, da hidratação. Mas nos esquecemos ou retardamos a primeira e principal nutrição que é necessariamente espiritual. da alma, do ser, da nossa natureza espiritual que comanda a nossa mente, o nosso coração e assim todos os nossos sistemas orgânicos, inorgânicos e sociais. nos enfraquecemos moralmente quando nos distanciamos do uso sublime e valioso das chamadas ferramentas do equilíbrio. E precisamos fazer um bom uso dos nossos saberes e das próprias inquietações para avaliar o que eu devo fazer agora, o que me é possível fazer para me aliviar, para me consolar, para me estabilizar, pacificar a minha mente e o meu coração. Vamos nos encontrar com a prece. Vamos nos encontrar com a palestra, com o passe, com a fluidoterapia. São ferramentas de equilíbrio, assim como os estudos doutrinários, um momento ou momentos ou compromissos de atividades voluntárias e sempre, claro, luminosa ferramenta, oportunidade, espaço da prática do evangelho no lar, Mas é fundamental que nos utilizemos sim da religação com Deus pela prece e de todas estas chamadas ferramentas do equilíbrio. Mas precisamos não só utilizá-las mecanicamente. Precisamos compreender que muitas vezes no silêncio reflexivo, nós vamos nos encontrar com a nossa potência vibratória eletromagnética. E essa potência pode nos curar, nos fortalecer, nos renovar a cada manhã, a cada momento de mentalização sobre nós mesmos. Precisamos carregar o fardo leve, o julgo leve hoje que Jesus nos ensinou, porque é ele que vai nos nutrir o suficiente para termos forças renovadas, discernimento apurado, inteligência ativa com fraternidade, com capacidade de escuta, de olhar além e de servir. Queridos, então precisamos viver o amor e a caridade, os julgos suaves, leves, que Jesus nos ensinou. E o que é viver o amor e a caridade primeiro, primeiro o que vem primeiro, lembrem-se,

de servir. Queridos, então precisamos viver o amor e a caridade, os julgos suaves, leves, que Jesus nos ensinou. E o que é viver o amor e a caridade primeiro, primeiro o que vem primeiro, lembrem-se, começa vivendo por nós mesmos viver o autoamor e o que isso pode representar para nós? Como viver essa prática? Será que é só a nossa apreciação do ponto de vista físico, mental, das nossas realizações também? Porém, nos dias de hoje, é fundamental que nós aprendamos a reconhecer em nós mesmos as potências realizadoras adormecidas e as sombras, os limites e as imperfeições antes dominantes. E agora, bem abraçadas, contidas, acolhidas, ressignificadas. Isso é autoamor. Quando nós reconhec reconhecemos em nós mesmos nossas limitações, nossos defeitos e batemos no nosso próprio ombro mentalmente ou pode ser também gestualmente e num novo amanhecer. nos determinamos a seguir em frente, avançar, não errar mais, aperfeiçoar a fala, o pensamento, a atitude. Ao vivermos essa conduta consciente, madura, sincera, que naturalmente vai nos levar a agradecer. Gosto de lembrar dessa expressão, né? Deixar a graça descer nas interpretações neurolinguísticas que a gente vai aprendendo pela vida. Vamos nos encontrar com esta habilidade fundamental, com esta força de virtude que é a da gratidão, porque vamos nos reconhecer sim com limites e imperfeições, sim com energia, capacidade, consciência para ir além. Refazer, inovar, repensar, desculpar, tirar a culpa. Desculpar, tornar puro, perdoar. Perdoar. E aí nós vamos nos encontrar necessariamente com julgo leve. E com a vivência do amor e da caridade, arroz com feijão da alma. E é a alma, é o espírito encarnado, somos nós, é o princípio inteligente do universo individualizado como um ser inteligente da criação somos nós. Mas o princípio inteligente individualizado, o espírito é que é o que a estrutura. que compõe o ser, que comanda todos os demais sistemas que nos servem no nosso dia a dia. Então, se nós não nos amarmos, se nós não nos perdoarmos e

ividualizado, o espírito é que é o que a estrutura. que compõe o ser, que comanda todos os demais sistemas que nos servem no nosso dia a dia. Então, se nós não nos amarmos, se nós não nos perdoarmos e perdoarmos os outros, se nós não vivermos o amor e a caridade como a entendia Jesus, o bem para com todos, indulgência para com as imperfeições dos outros e perdão das ofensas, aí O peso dos mais diversos fardos que carregamos diariamente vai se tornando cada vez mais intenso, mas vivendo a oportunidade desse autocuidado de segundos, de minutos, a qualquer hora do dia, da noite, mas especialmente o amanhecer, porque o amanhecer ele nos ensina muito. Aliás, a observação do natural nos ensina muito. É uma luz que surge devagar e nos dá um presente imenso, que é esse céu maravilhoso que nos acolhe. Todos os dias pela manhã é a luz. Mesmo com tempo nublado, mesmo com chuva e frio, lá está a luz. A luz maior que faz com que as luzes elétricas se apaguem, porque elas já não precisam mais iluminar, porque nós temos a luz natural. Vejam o ensinamento que um amanhecer nos oferece, queridos. E normalmente a primeira coisa que a gente faz é olhar a tela do celular, pelo menos para desligar o despertador. Tudo bem? O homem no mundo também está nos ensinos que Jesus nos deixou e nas dissertações que a espiritualidade nos trouxe através do serviço luminoso do professor Kardec. Nessa passagem do homem no mundo, nós vamos nos encontrar com essa orientação. Não pensem que queiramos que vocês vivam em reclusão ou uma vida mística. Não, mais uma vez, não. Essas são expressões que a espiritualidade nos nos trouxe no Evangelho Segundo o Espiritismo, no sede perfeitos. Queremos que vivam dentro da ambiência e do mundo que estão hoje. Viver no mundo não sendo desse mundo, porque ele é temporário. Mas enquanto aqui estivermos, precisamos compreender o valor, o sentido de cada atividade que se impõe para nós. Certamente não é um sentido, uma condição vazia que só vai nos levar ao estress e a

io. Mas enquanto aqui estivermos, precisamos compreender o valor, o sentido de cada atividade que se impõe para nós. Certamente não é um sentido, uma condição vazia que só vai nos levar ao estress e a perturbação. Tem cara, tem cara de inquietação, tem crachá de problema, mas no fundo são convites que recebemos para tirarmos de dentro de nós o que temos de melhor e não o contrário. Queridos, é por isso que Jesus nos ensinou que o fardo é leve, o julgo é suave, o julgo é leve. Nós temos todas essas expressões, porque é o cumprimento da lei de Deus. E a lei de Deus, da inteligência suprema, da causa primeira de tudo, da inteligência, amor. Esse conjunto de leis nos traz justiça, amor e caridade como lei. Nos traz progresso como lei. trabalho é lei. Então, como estamos vivenciando, compreendendo e nos utilizando destas leis morais? Por isso, bendita inquietação, bendita dor, bendita situação difícil que a gente está vivendo, que nos trouxe até aqui, que nos fez questionar porquê, para que então possamos fazer o melhor uso desses saberes, das ferramentas do equilíbrio que já mencionamos aqui, os estudos é uma dessas ferramentas. E a partir desse dessa decisão, dessa necessidade, nós vamos descobrindo que temos respaldo científico, filosófico, religioso, para pelo menos tentar encontrar alívio, paz, e uma capacidade realizadora renovada a cada dia. Também vão lembrar aqueles irmãos que nos acompanham dessa expressão. Não precisam acreditar no que estamos dizendo. Experimentem, analisem, comparem, ousem serem bons. Analisem, comparem situações em que agimos por impulso, reagimos imediatamente a uma inquietação, a uma dor, a uma ofensa. Reagimos dentro do bateu, levou. E quais foram os efeitos posteriores imediatos? como nós nos sentimos depois, quais foram os resultados que visualizamos imediatamente no pós ocorrido, no dia seguinte e experimentem não fugir dessas memórias, mas guardá-las em um lugar sado. de conhecimento para fazer um bom uso delas. Analisem, comparem, testem.

zamos imediatamente no pós ocorrido, no dia seguinte e experimentem não fugir dessas memórias, mas guardá-las em um lugar sado. de conhecimento para fazer um bom uso delas. Analisem, comparem, testem. reagir, agir de forma diferente, diversa desse momento anterior da inquietação e do conflito. Porque em todos nós encontraremos lacunas, incertezas, dúvidas, fragilidades, sombras. Em todos nós encontraremos capacidades, forças, energias, habilidades, talentos, inteligências para superarmos as mais desafiadoras situações. Então, essa capacidade realizadora que pode se renovar a cada dia começa pelo bom uso do conhecimento e pela consciência da nossa natureza espiritual. antes do levantar, o despertar consciente, mental, a necessidade de realizar positivamente retida na necessidade de pedir ajuda, de nos conectarmos. aos nossos guardiões, aos nossos anjos, protetores, irmãos de caminhada, que querem o nosso bem, enviados da inteligência e amor de Deus, do Pai e da pleia de Jesus. A eles o nosso pedir e também o nosso agradecer. Sabemos já o que pedir. Tudo que nos leva à vivência das virtudes, todas as matérias primas que nos levam a produção qualificada de atos, pensamentos, ações virtuosas, ou seja, aquelas que estão de acordo com as leis divinas que nos remetem à vivência do bem. Então, precisamos pedir matériapra da matéria-pra movimentarmos a nossa potência realizadora, coragem, paciência e resignação. Lembram os queridos irmãos de terça-feira, né, e de tantos outros encontros também das nossas salas de aula. O que devemos pedir? A gente precisa saber o que pedir. Certamente não é a promoção, certamente não é o carro, certamente não é a realização A ou B, que são conquistas materiais de progresso material legítimas e que fazem parte do nosso processo existencial e são belíssimas de se obter e de se ver. Mas o que nós precisamos a cada amanhecer é da matéria prima para a fabricação em tempo real de todas as virtudes que nós necessitamos no nosso dia a dia. Então, o pedir certo, para quem

e de se ver. Mas o que nós precisamos a cada amanhecer é da matéria prima para a fabricação em tempo real de todas as virtudes que nós necessitamos no nosso dia a dia. Então, o pedir certo, para quem quiser pesquisar um pouquinho mais, entender um pouquinho mais, Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 27, item 7, é o do pedi obtereis. É nesse capítulo também, nesse item que nós encontramos nessa dissertação da espiritualidade pelo professor Allan Kardec, o ensinamento de que Deus nos deixará sofrer, tal como um cirurgião, permite que o paciente sofra as dores de uma intervenção cirúrgica que o trará a cura. Uau! Tá todo mundo operado aí? Todos nós em algum momento passamos pelas cirurgias existenciais que vão nos permitir a consciência de que não vale a pena sustentar o orgulho, a vaidade, o egoísmo. Aliás, o egoísmo, que é a causa das causas dos vícios morais, que é importante reconhecermos que nem sempre as nossas melhores conquistas serão de autoria exclusiva nossa, que é dividindo o que a gente ganha, que é ouvindo o que a a gente cresce, que é nos amando que a gente aprende a amar nas mais singelas circunstâncias do nosso dia a dia. Amar o colega, o vizinho que causa inquietação. Como? De que forma? Na prática, na real, como fazer isso? Se até a voz incomoda pela emanação da prece silenciosa e sincera, pelo respeito, pela educação, pelo serviço no bem, bem intencionado. É assim que a gente começa, em silêncio mesmo, porque no final, como nos ensina Madre Teresa, no final tudo é entre nós e Deus. Então, ao nos conscientizarmos de que ocupa muito espaço em nós e pesa a mágua, a mágoa, a raiva, o ciúme, a inveja, a comparação, nós começamos a fazer um bom trabalho de higienização em nós. Mas para isso, queridos, nós precisamos nos abrir nesta que é a fé que nos convida à razão. uma fé raciocinada que nos convida a analisar, a comparar, a identificar a cada dia as causas que nos levam ao encontro com determinadas dores e inquietações, não fugindo delas, mas sim dialogando

ão. uma fé raciocinada que nos convida a analisar, a comparar, a identificar a cada dia as causas que nos levam ao encontro com determinadas dores e inquietações, não fugindo delas, mas sim dialogando silenciosamente com estas inquietações para então dominá-las, compreendê-las, acolhê-las e termos liderança sobre nós mesmos primeiro, queridos. E assim nós vamos viver o amor e a caridade. Primeiro, o que vem? Primeiro precisamos nos amar, nos respeitar para amar e respeitar o outro. que está dentro do nosso próprio lar, que está na vizinhança, que está no transporte coletivo, que está nas redes sociais, que está em todos os lugares pelos quais nós passamos, nos ambientes de trabalho, na vida, em sociedade, que falam de uma forma que nós não gostaríamos de ouvir. muitas vezes que se posicionam de forma equivocada ao nosso ver, mas ali vamos encontrar um terreno fértil para vivermos a sabedoria e a inteligência maior da humildade. É o terreno fértil com a terra fértil da humildade que vem de húmos. É sempre bom lembrar, né, o significado das expressões que não tem nada a ver com subserviência, com aceitar tudo, com carregar tudo nas costas. Não. Humildade é sabedoria. Humildade é grandeza. É estarmos prontos. no humos, né, na terra fértil da nossa mente aberta e do nosso coração para acolhermos diferentes sementes de pensamentos, atitudes, expressões diferentes das nossas, mas observarmos tudo isso e compreendermos bem a diversidade que está tão presente em nós, diversidade de pensamentos, de atitudes, de condutas, de escolhas, acolhendo todas, porque em todas aprendemos pela observação, pela aceitação daqueles que estão conosco nessa caminhada evolutiva, nessa escola chamada planeta Terra, né, naquele pátio ali da escola chamado Brasil, naquele espaço chamado Brasília, naquela salinha de aula chamada o endereço de cada um, os diversos endereços, né, no laboratório da atividade profissional e nos demais ambientes educativos que frequentamos, queridos. Viver esse olhar para o mundo nos

aula chamada o endereço de cada um, os diversos endereços, né, no laboratório da atividade profissional e nos demais ambientes educativos que frequentamos, queridos. Viver esse olhar para o mundo nos permite renovar energias, forças, sabedoria diariamente em cada amanhecer, com um silêncio sincero, sentido e um pensamento que busca a assistência, porque bem sabemos, difícil é fazer, transformar, realizar, mas é possível. Não nos faltam recursos para isso. Agora, os recursos eles só se ativarão. Os recursos da misericórdia, da assistência pessoal, material e espiritual. Esses recursos nos acessam a depender das nossas escolhas a depender da nossa permissão. E é importante sabermos que existe uma instrução que eu costumo dizer, chamar e, enfim, e já vocês já me ouviram falar aqui, que é também um dispositivo de segurança pra gente saber se estamos então nos tornando cada vez mais aptos para receber esses amparos e auxílios ou não. E a expressão é uma expressão que Jesus nos ensinou. Não fazer ao outro, não desejar ao outro aquilo que nós não gostaríamos que fosse desejado, que fosse feito a nós mesmos. Então, o que eu estou pretendo, o que eu quero fazer, as minhas escolhas, eu gostaria que fosse pensado, pretendido, feito em relação a mim? Se a resposta for não, pare, reflita, ore e peça para obter coragem, paciência, resignação. Lembrem-se das matérias primas para a produção das virtudes, que são os alimentos da alma, os alimentos essenciais. que habilitam a nossa capacidade de decidir, qualificam, fortalecem a nossa capacidade de comandar a nossa equipagem mental, psíquica, física. Primeiro que vem primeiro o alimento espiritual. O esforço para amar vivido, materializado pelas virtudes. Então, reconheçam-se, valorizem-se pelo exercício de paciência que fizeram hoje, ontem, que farão amanhã. Não importa o tempo, a quantidade, o que importa de fato é a intensidade, a intenção, a qualidade daquela vibração. Valorizem-se pelos esforços que fizerem para não agredir, não

tem, que farão amanhã. Não importa o tempo, a quantidade, o que importa de fato é a intensidade, a intenção, a qualidade daquela vibração. Valorizem-se pelos esforços que fizerem para não agredir, não ofender, para acolher, ainda que silenciosamente, a exaltação, o desequilíbrio, o equívoco do outro, não postura de é deixar passar aquele erro ou concordar com o que não é certo se fazer, mas sim de respeitar e saber que nem Jesus julgou, nem Jesus e nem ninguém que ali estava atirou a primeira pedra. Então nós também não devemos. E no entanto fazemos isso hoje em dia em cenários diferentes, né, digitais ou organizacionais, corporativos, familiares, acusamos, julgamos, apontamos, quando na verdade deveríamos olhar para nós. cuidar de nós para transformarmos aquela realidade para melhor, neutralizando as inquietações e não potencializando-as, queridos, viver o amor e a caridade. E o professor Allan Kardec nos ensinou pela questão 886 do livro dos espíritos, fez a pergunta pra espiritualidade que nos ensinou o que devemos entender como caridade, como há entendia Jesus. E já dissemos aqui, é sempre bom lembrar que a caridade, assim como irmã Rosália também nos ensina no Evangelho segundo o Espiritismo, espírito, irmã Rosáia, a caridade é o bem para com todos, não é só para com aqueles que nos querem bem ou que nos aceitam ou que nos aplaudem. é o bem para com todos, inclusive para com aqueles que não nos querem bem ou que não nos compreendam. Indulgência para com as imperfeições dos outros e para com as nossas também é exatamente a ativação em nós do alerta. Não fale mal, não critique, não julgue, não exalte a queda a falha do outro. Ele encontrará as consequências das atitudes, dos atos e das falas. Porque nós devemos intensificar a dor do outro ou exaltar a deficiência alheia. Sejamos indulgentes, a não ser para evitar um mal maior. E aí o o nosso comando, a consciência vai nos dizer: "Vá adiante se a nossa intenção for pura, for de fato o benefício coletivo. E por fim, prestar um dos mais valiosos

o ser para evitar um mal maior. E aí o o nosso comando, a consciência vai nos dizer: "Vá adiante se a nossa intenção for pura, for de fato o benefício coletivo. E por fim, prestar um dos mais valiosos serviços que nós devemos prestar a nós mesmos. Viver o perdão, tornar puro um momento em que experimentamos o magnetismo conflituoso, a mágua mágua em nós. O rancor, eles são tóxicos. Nós sabemos. Não fomos criados para conviver muito tempo com estas eh sensibilidades que alteram o nosso próprio quimismo cerebral, orgânico, biopsicofísico. E às vezes nos demoramos com mágoa, com raiva, com inveja, com ciúme. E isso dispara muitas toxinas em nós mesmos, organicamente, mentalmente, os chamados miasmas, que neutralizam as nossas as nossas capacidades de raciocinar, de estudar, de realizar, Mas existe um momento em que a gente quer acerenar o nosso coração, eh, desligar, né, o nosso botão para o mundo aí que eu quero descer. Não tem jeito. É nesse momento que Jesus nos convida a ir até ele. Vós que estais sobrecarregados ou carregados, tomais, tomai o meu jogo que é leve, porque ele nos impõe o amor e a caridade. E aí quando nos deparamos com as situações que em algum momento seriam de conflito, nos levariam ao disparo do que h do que há de pior em nós e não do que há de melhor. Ao nos nutrirmos com a mensagem de Jesus, nós nos empoderamos e nos fortalecemos para entregar ao mundo, entregar a nós mesmos e aqueles que convivem conosco, o respirar fundo, o silêncio lúcido ou a palavra neutralizadora. daquele mal-estar ou daquela inquietação, a capacidade de encontrarmos e fortalecermos as nossas energias pela fé que transporta as montanhas, das dificuldades, das resistências, da má vontade que se encontram entre nós, dos preconceitos rotineiros, do interesse material, do egoísmo, da cegueira, do fanatismo, das paixões orgulhosas. São estas montanhas que a fé raciocinada e sentida transportam, porque essa fé nos dá a paciência, a perseverança, a energia e os recursos que nós necessitamos.

, do fanatismo, das paixões orgulhosas. São estas montanhas que a fé raciocinada e sentida transportam, porque essa fé nos dá a paciência, a perseverança, a energia e os recursos que nós necessitamos. para vencer todas as dificuldades, das maiores às menores. Queridos, que possamos então acolher esse julgo leve hoje e vivermos o melhor de nós a cada dia. Amor e caridade. Gratidão. Agradecemos a nossa querida irmã Andreia pelas suas palavras, pelas suas reflexões, por nos ter legado a oportunidade de refletirmos de uma forma diferente em relação à maneira como levamos a vida. Obrigado Andreia por essas palavras tão queridas. E antes de dar essa prece final, eu queria dar dois avisos que agora as quartas-feiras nós estamos tendo passe também aqui no intervalo do almoço, eh, de 12:30 às 14 horas também a passe nas quartas-feiras. O segundo aviso é que estamos em campanha para a recaração de de cobertores, casacos e quiser doá-los, pode deixá-los aqui na na campanha de Souza, aqui do lado de fora, ou mesmo na portaria, né? E aí fica critério de cada um. Vamos então agora agradecer a Jesus a oportunidade que tivemos. Mestre amado, mestre querido no nosso coração. Obrigada pela tua presença, pelo teu amparo, pelo teu apoio. Obrigado por teros sustentado a cada um de nós nessa caminhada, nesses pensamentos e nesse tanto que teremos para fazer nos próximos dias, lembrando as palavras que aqui ouvimos. Permita, Senhor, que possamos guardar um pouquinho dessa paz em nosso coração e distribuí-la com todos aqueles que cruzarem com o nosso caminho. É assim, com a tua permissão, com a permissão de Bezerra de Menezes, o mentor espiritual dessa casa, nós encerramos esse momento de estudo pedindo ao Pai que receba em seu coração cada coração que aqui se encontra ligado ao de Jesus. Que que vocês seja? Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos

que vocês seja? Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos

es bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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