Estudando O Livro dos Espíritos - #99

FEEGO 27/04/2026 (há 1 mês) 99 visualizações

Estudando O Livro dos Espíritos - #99 Com Lúcio Maranhão Estudo da semana: O Livro dos Espíritos. Transmissão: YouTube da FEEGO, TV Goiás Espírita, Facebook da FEEGO e Lúcio Maranhão YouTube. 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976

Transcrição

Oração nossa. Senhor, ensina-nos a orar sem esquecer o trabalho, a dar sem olhar a quem, a servir sem perguntar até quando, a sofrer sem magoar seja quem for, a progredir sem perder a simplicidade, a semear o bem sem pensar nos resultados, a desculpar sem condições. a marchar para a frente, sem contar os obstáculos, a ver sem malícia, a escutar sem corromper os assuntos, a falar sem ferir, a compreender o próximo sem exigir entendimento, a respeitar os semelhantes sem reclamar consideração, a dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever. sem cobrar taxas de reconhecimento. Senhor, fortalece em nós a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros para com as nossas próprias dificuldades. Ajuda-nos para que a ninguém façamos aquilo que não desejamos para nós. auxilia-nos sobretudo a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será invariavelmente aquela de cumprir-te os desígnios onde e como queiras, hoje, agora e sempre. Olá a todos, boa noite. Sejam todos muito bem-vindos em mais um estudo aqui do Evangelho para a Alma através da Feg Ego, Federação Espírita do Estado de Goiás, TV Goiás Espírita, o canal também do Evangelho para a Alma. Sejam todos muito bem-vindos. Uma noite de estudo hoje. Boa noite, Dorinha, Vanessa, Jaque, minha amiga e todos que estão nos acompanhando agora nesse instante, tá? Esse é um estudo de O livro dos Espíritos, do Evangelho também, tá? Que serve para consolar nossas almas, inclusive a de quem fala aqui também, serve para o aprendizado. Eh, serve pra gente vigiar, orar, colocar o evangelho na prática do nosso dia a dia, tentar realmente de fato, né? E claro, nos dá força para suportar as dificuldades que podemos encontrar no nosso dia a dia e vamos encontrar elas, tá? E antes mais nada, mais nada, o tema de hoje é um tema que toca a todos nós, certo? Chegou numa das questões de O Livro dos Espíritos agora, que se eu não me engano 947, que é sobre os desgostos da vida e o suicídio, tá?

ais nada, o tema de hoje é um tema que toca a todos nós, certo? Chegou numa das questões de O Livro dos Espíritos agora, que se eu não me engano 947, que é sobre os desgostos da vida e o suicídio, tá? Então, fiz questão de botar até na divulgação nas redes o tema de hoje para que esse estudo sirva para um uma orientação de paz, uma orientação de vida. Eh, todos nós estamos a mercê das turbulências que a vida traz, certo? Mas é importante ver o outro lado também, ampliar essa visão espiritual, dizer que nós somos acompanhados, dizer que nós somos amparados, dizer que tem uma inteligência suprema, um Deus que olha por todos nós e não é fiquetício, é de verdade, tá? a inteligência amorosa que nos envolve e tudo tem uma razão de ser. Então, eu não tô aqui para dar aula de nada. Eu tô aqui no mesmo barco que todo mundo tá, nas tribulações que a vida traz. O que eu venho trazer aqui são sim as questões de O livro dos espíritos que Kardec faz a espiritualidade no século retrasado, abordando todo e diversos temas que você imaginar, inclusive quais são as causas dos desgostos da vida, quais são as causas da depressão, que não é um fator único, o que leva um sujeito a tirar a própria vida, tá? A transpor essa lei divina. Então, quais são as razões disso? Eu estou no aprendizado junto com o livro dos espíritos. E é isso que nós vamos estudar aqui hoje, vendo o que os espíritos nos falam realmente sobre isso do outro lado, tá? Então, me permitam colocar aqui embaixo a o bannerinho, né? Deixa eu ver. Pronto. É justamente isso. E para quem tá acompanhando, o livro dos espíritos é justamente começa na questão 943, certo? 943. Vamos juntos com leveza, mas trazendo o que os espíritos nos falam sobre todas as dificuldades que vem para todo mundo, certo? Um dia a gente tá bem, outro dia a gente tá mal, um dia a gente tá alegre, outro dia a gente tá mais triste. E isso é a vida. É a vida, tá? Eu peguei alguns dados pela revista Lancet pra gente ver e fala muito do do que passamos no dia de hoje,

mal, um dia a gente tá alegre, outro dia a gente tá mais triste. E isso é a vida. É a vida, tá? Eu peguei alguns dados pela revista Lancet pra gente ver e fala muito do do que passamos no dia de hoje, tá? Alguns dados sobre a depressão, certo? Em 5 anos, na época antes do 6 anos, né, antes do Covid, havia 198 milhões de pessoas no mundo com depressão e hoje está em torno de 350 milhões de pessoas, certo? A Organização Mundial de Saúde fala que 1 bilhão de pessoas sofrem de algum tipo de transtorno mental ou de ansiedade ou de fobia, tá? E houve um aumento em 32% dessa ansiedade também após a o período da COVID, certo? Então, para começar, a o a OMS, pegando os dados aqui, ela considera, por exemplo, a depressão como um transtorno biopsíquico a AM, Associação Médica Espírita do Brasil, coloca um quarto fator aí, o espiritual. Então, a OMS coloca fatores bio, psíquico, tem fatores biológicos? Tem. Tem fatores biológicos, sim, para um desgosto da vida, para uma depressão, uma um desequilíbrio que possa ter nos neurotransmissores, que precisa ser medicado realmente. Então, tem a parte biológica, tem a parte psíquica também, tá? os pensamentos que a infernizam a pessoa, né, que é um vazio que engole completamente ela ali. Então, tem a parte biológica, psíquica, social também, o quanto que se agrava, o quanto que afeta não apenas na sociedade, mas o seu meio social também. A sua família sofre, você sofre, todos ao seu redor sofrem, tá? Você não produz, seus talentos não são multiplicados e tudo isso afeta a sociedade de um modo geral. Esses são os três fatores que a OMS guarda. Mas vem a AM e vem a doutrina espírita. Ame Associação Médico Espírita no Brasil, fundado por Marlene Nobre. Nesse grande espírito, ele coloca o quarto fator como fator espiritual também. Então aquela história, depressão, transtornos, do que seja, é tudo obsessão, tem que tudo ir só pra casa espírita. Não, não é importante fazer o tratamento espiritual, mas como eles têm fatores biopsíquico, social, biológico,

pressão, transtornos, do que seja, é tudo obsessão, tem que tudo ir só pra casa espírita. Não, não é importante fazer o tratamento espiritual, mas como eles têm fatores biopsíquico, social, biológico, não se trata apenas na casa espírita. É importante ir médico, fazer o acompanhamento de um especialista em mente, no caso um psiquiatra ou um psicólogo também, que são especialistas na mente da pessoa. Biológica, na parte médica, psíquica, psicologia, psiquiatria também. Então isso ajuda a fazer o equilíbrio. Não é apenas, ó, esquece tudo e apenas na casa espírita, espírita e vai tratar, ela ajuda, complementa. Agora, é claro que fazendo todos esses fatores juntos, isso ajuda sim, isso ajuda bastante, tá? Então esse é um fator pra gente começar, certo? que a gente vai aprofundar muita coisa aqui, porque eu também tô no barco. Tem dias que a gente tá feliz, tem dias que a gente tá mais triste, certo? E assim vai. E há uma diferença grande de tristeza para depressão. É normal ter tristeza no dia a dia. O sentimento de tristeza está associado a dois fatores, a uma perda, a uma escassez, a uma a mais fatores, a uma notícia, por exemplo. Então, a gente se depara com algumas situações e é normal est triste. Depressão não é tristeza, é mais fundo o negócio, tá? Eu fico triste porque perdi um ente querido. A gente vai falar muito sobre isso. Fiquei triste porque perdi um emprego. Fiquei triste porque perdi uma oportunidade, tá? A depressão não é a tristeza da perda. Tem uma palavra que se liga à depressão e a palavra chama-se desespero. A pessoa entra no desespero, nada mais faz sentido. Então é muito mais profundo isso. Imagine uma sala em que você tá agora. Imagine que se joga uma fumaça nessa sala e todos os cantos dessa sala são tomados por essa fumaça e você não vê mais nada. Pronto. Isso é a depressão. Nada mais você vê. Nada mais você gosta. Aquilo que você gostava de ir ao cinema, eu não gosto mais. Aquilo que o Lúcio gostava de jogar tênis, eu não gosto mais. Não me faz mais sentido ir

depressão. Nada mais você vê. Nada mais você gosta. Aquilo que você gostava de ir ao cinema, eu não gosto mais. Aquilo que o Lúcio gostava de jogar tênis, eu não gosto mais. Não me faz mais sentido ir aquilo que Lúcio gostava de atender e tu não tenho mais interesse. Então isso é o quadro é mais fundo e tem um fator biológico, psicológico e social, como a gente falou no início, segundo a OMS. Então, tristeza tá aqui. Depressão tá 1500 km na frente da tristeza. É mais para frente. É mais paraa frente. Mas a gente vai aprender juntos a sair disso, certo? os momentos difíceis e tudo. Para começar a história, muitas pessoas, por conta dessa dor enorme que tem, eu tive na família pessoas com depressão grande, certo? Que sofreram muito. Eu vi de perto isso. Então, a gente sabe o quanto essa doença machuca. E a gente sabe que quando vem uma dor que machuca grande a gente, eu tive amigos que chegaram na depressão e falaram: "Eu quero fugir dessa dor". E acaba escolhendo o caminho infeliz do do suicídio, de retirar a própria vida. Na verdade, não é querer fugir da vida, é querer fugir do desespero, é querer fugir da dor que ele sente nesse ponto. Só que você vai se jogar pro outro lado sem saber como é do outro lado. Esse é o ponto, tá? Esse é o ponto. E aí vem os espíritos nos falarem como é, vem nos revelar como é. Muitos querem colocar um ponto final na dor, um ponto final no desespero. Só que os espíritos nos mostram que não há ponto, a vírgula. Então, troque esse ponto por uma vírgula, porque o ponto não existe. O final e acabar tudo, o ponto final não tem, não existe. Se você tem 100 problemas e se mata, você vai ter agora 101 problemas. Não vai diminuir as dificuldades que tem, vai somar mais ainda a do que tem. Por isso que é importante a gente tocar trazendo o que a ciência médica fala, tá? Mas trazendo também o que a os espíritos nos revelam, a espiritualidade. Então eu quero botar um ponto final na minha dor, no meu desespero. Você pode querer isso, mas troque esse ponto por uma vírgula,

s trazendo também o que a os espíritos nos revelam, a espiritualidade. Então eu quero botar um ponto final na minha dor, no meu desespero. Você pode querer isso, mas troque esse ponto por uma vírgula, porque o ponto não existe por si só. tá lá na frente, nas questões do livro dos espíritos, há uma grande decepção, pelo menos para os que cruzam a linha da vida por vontade própria. E para começar a história, se tem alguém nos escutando que teve um parente que, infelizmente cometeu isso, todos são amparados. Todos. Todos. Então, não existe penas eternas, não existe realmente perdidos para sempre. Todos, todos, todos são amparados. Existe inclusive no livro Memória de um Suicida, tá? Ah, que fala a história de um escritor português, Camilo, certo? Psicografia de Vô do Amaral Pereira. E lá relata que Maria, mãe de Jesus, é que toma conta e acolhe essas almas infelizes que foram, infelizmente, pelo desespero através desse desse caminho, entendeu? Então, ah, não existe ponto final, existe vírgula para tudo. E aí aqui a gente vai começando agora um começando o livro dos espíritos, que ele fala sobre na 943, que é que tá nos acompanhando. Eu vi que tem perguntas aqui, já a gente chega, certo? Nelas. Vamos adiantando aqui também a sobre as perguntas e respostas, a gente já volta, tá bom, Rosimé? Ah, começando na 943, vejo o que Kardec pergunta. De onde nasce o desgosto da vida que, sem motivos plausíveis se apodera de certos indivíduos? Ele pergunta isso à espiritualidade, tá? De onde nasce o desgosto da vida? Resposta deles, efeito da ociosidade, da falta de fé. e também da saciedade. Ele complementa depois, mas vamos ver sobre isso. Efeito da ociosidade, da falta de fé e também da saciedade. Será que a gente se atropela nisso? Nesses três pontos agora? Veja, não tá dizendo que um dia vai ser bom, outro ruim. Sempre vai ter dias bons e ruins. Sempre vão ter dias com notícias boas e ter dias com notícias ruins. Jesus disse isso no Evangelho. A cada dia tem o seu mal. Mas olha os pássaros no céu não são

uim. Sempre vai ter dias bons e ruins. Sempre vão ter dias com notícias boas e ter dias com notícias ruins. Jesus disse isso no Evangelho. A cada dia tem o seu mal. Mas olha os pássaros no céu não são alimentados. Veja os líos no campo, não são enfeitados, né? Nem mesmo o rei Salomão se veste igual os líos do campo. Imagine voz. Então, não é que nós não vamos ter ainda mais no mundo de provas e expiações isento de dificuldades. Não é esse ponto, mas é dentro das dificuldades, nos dias felizes e dias tristes. Por que que ocorre o desgosto da vida dentro do dia a dia normal, do batente que tem? Aí, esses três fatores são importantes: ociosidade, falta de fé e saciedade. Que que significa isso? Tá, vamos começar com a ociosidade. Lúcio, eu não sou ocioso. Eu trabalho todo dia, ótimo. Mas existem que pessoas que trabalham todos os dias. e tem desgostos pela vida. Será que é esse trabalho apenas apenas que a gente tá falando do médico, do engenheiro, do limpador, do motorista, da profissão que for? Ou será que há um significado maior de trabalho? Será que eu não posso estender o meu trabalho para além das 8 horas por dia? Aí eu lanço uma pergunta, hein, Dorinha, minha amiga, né, que tá aqui presente também. Qual a definição de trabalho pra gente? O que é trabalho? Kardec fez essa pergunta para os espíritos. E sabe qual foi a resposta dos espíritos? A resposta deles, toda ocupação útil é trabalho. Toda ocupação útil. Então essa primeira resposta, essa primeira palavra, ociosidade nos liga automaticamente a uma lei divina chamada trabalho. Nós somos ligados a várias leis divinas e as leis divinas não mudam porque são de Deus. As leis humanas mudam. As a gente não tá mais nas leis de Esparta. A gente não tá mais em alguns cantos. Algumas leis de Roma continuam, mas outros já mudaram muito. As leis vão mudando, vão mudando, mas as leis de Deus não. E a lei de trabalho é uma. Será que eu tô fazendo o meu tempo sempre uma ocupação útil dele? Porque se eu utilizo o meu tempo para

ram muito. As leis vão mudando, vão mudando, mas as leis de Deus não. E a lei de trabalho é uma. Será que eu tô fazendo o meu tempo sempre uma ocupação útil dele? Porque se eu utilizo o meu tempo para uma ocupação do meu orgulho, se eu utilizo o meu tempo para uma ocupação do meu egoísmo, de tudo para mim apenas, de tudo para eu me mostrar ou se amostrar apenas, eu incendiosamente estou saindo dessa lei de trabalho. E aí se torna um perigo começar a a cair nisso. Então todos nós estamos ligados nas leis divinas. Trabalha uma delas. Então a ocupação até mesmo que uma boa ação, não tô falando apenas do trabalho oficial, tá com problema, tá com dificuldade, faça uma ocupação útil. Experimente fazer um trabalho de caridade. O que mais vai receber? Adivinha quem é? Eu vou dar uma pista. Tá me escutando agora do outro lado da tela? Ouse fazer um trabalho de caridade, que é um trabalho útil. E adivinha quem vai receber mais? Será que é o outro que tá recebendo a caridade ou sou eu? inúmeras vezes jáinha sabe no peixotinha o seu Luís que tinha o o trabalho da de de dar cobertores na época de chuva. Já fui algumas vezes, ele já partiu pro outro plano e eu ia totalmente destrambelhado com as minhas dificuldades do dia a dia, com minhas dores, minhas raivas, minhas decepções, minhas tristezas, por que não? Mas adivinha como é que eu voltava? Ao ver ali debaixo de a ponte alguém recebendo um cobertor, não vou nem descrever as imagens que eu via, não vou nem chegar nesse ponto, mas minha mente sabe o que viu. E aí pergunta, eu fazia uma pergunta para mim agora. O problema que eu tinha, ficou de que tamanho esse problema que eu tinha? Ficou desse, ó. ficou desse. Eu voltava agradecendo a Deus. Agradecendo pelo amor de Deus. Tô agradecendo. Meu Deus do céu. Quem foi mais beneficiado? Claro que aquele que recebeu o cobertor foi beneficiado, mas eu tenho certeza que esse daqui foi muito mais. Então, trabalho é importante. Tá com problema, ocupe-se. E aí me vê uma coisa meio interessante.

que aquele que recebeu o cobertor foi beneficiado, mas eu tenho certeza que esse daqui foi muito mais. Então, trabalho é importante. Tá com problema, ocupe-se. E aí me vê uma coisa meio interessante. A gente olha o trabalho do outro apenas, então tô fazendo o trabalho para prover outro e tudo, mas e o trabalho nosso? E o trabalho dentro da gente? Ou será que o evangelho tá caindo de paraquedas e eu não tô trabalhando nada dentro? Ou você mais funda e forte também, ou o meu quesito, a minha questão de religiosidade se dá apenas a orar, que é importante, mas começar uma prece, por exemplo, Jesus, mestre dos mestres, médico maior de todas as horas, para ele ficar feliz. E depois eu começo o petitório. Será que é esse sentido? E aí não tô falando para religião A, B ou C, não é para qualquer religião espírita, evangélico, católico, budista. A proposta do trabalho, a ociosidade é um dos fatores que leva ao desgosto da vida. Ponto. Aciidade, ociosidade. Os espíritos falam sobre isso. Mas da mesma forma que eu tenho trabalho para o outro, eu tenho trabalho em mim. Em mim também. Ou eu vou querer sempre esperar cair do céu. Será que eu tô sempre esperando cair do céu? Porque eu faço a prece, peço e aí não vai me dar. Ou eu vou pro Peixotinho, paraa casa espírita e aí não vai melhorar. É uma questão de troca ou pra igreja ou pro templo. E eu já tô indo, viu? E o que vale é a presença corporal apenas. Eu sinto dizer, mas a presença corporal sem a espiritual não vale nada. Nada. Agora vou pro templo espírita, vou paraa igreja, vou pro templo evangélico, vou pro templo budista, vou pro templo islã. E lá eu aprendi algo que me renova, que me reconstrói. Trouxe o evangelho, uma situação em que eu tô passando e eu coloquei o evangelho nessa situação. O que que eu devo fazer nessa situação? Alguém me magoou muito. Coloquei a passagem do evangelho. Perdoa não sete vezes, mas 70 vezes, sete vezes. Para você sair da dor, porque se você escolher a mágoa, você vai entristecer e pode entrar num processo de depressão.

Coloquei a passagem do evangelho. Perdoa não sete vezes, mas 70 vezes, sete vezes. Para você sair da dor, porque se você escolher a mágoa, você vai entristecer e pode entrar num processo de depressão. Veja como a proposta é diferente. O trabalhar em mim tá aí. Ninguém, ninguém pode fazer pro Lúcio que Lúcio cabe a fazer para mim mesmo. Então essa é a proposta do Cristo e do evangelho. Não é para ficar decorando sala apenas com a Bíblia aberta. É para eu colocar diante da problemática das dificuldades que eu trago, a problemática que eu tenho botar na minha vida. E é tão lindo uma passagem que tem do evangelho quando ele diz o seguinte: "Às vezes as coisas se perdem, mas graças a Deus essa essa passagem não se perdeu nos tempos. Quando ele diz, "Olha para essa montanha, se você ti, isso é Jesus. Se você tiver a fé de o tamanho de um grão de uma mostarda, fala para essa montanha: "Transporta-te daqui para ali e ela se transporta e ela vai". Eu posso estar falando para alguém que esteja com uma montanha em cima da sua vida. Alguém pode estar me escutando agora e dizendo: "Eu tenho uma montanha em cima de mim que não me deixa levantar". Isso é verdade. E aí, voltando no início da live, é importante fazer o acompanhamento médico, psicológico, religioso também. Não é a religião que você quiser, não é religião a B, você a certa. Só tem um Deus. Vá na que lhe traz mais paz. A região que traz mais paz. Mas é importante. Mas quando ele fala, olha, se você tiver a fé do tamanho de um grão de uma mostarda, fala para essa montanha, transporta de daqui para ali e ela se transportará. Ele falou em sumir a montanha. Não, ele falou: "Se você tiver fé de o tamanho de um grão de mostarda, a montanha vai desaparecer?" Não. Ele disse, "Se você tiver fé de o tamanho de um grãozinho de mostarda, você vai ter força para olhar essa montanha espiritual, essa montanha de mágoa, essa montanha de orgulho, essa montanha do que for o seu problema. Deixa eu colocar você no canto da sala agora que eu vou caminhar,

força para olhar essa montanha espiritual, essa montanha de mágoa, essa montanha de orgulho, essa montanha do que for o seu problema. Deixa eu colocar você no canto da sala agora que eu vou caminhar, que você tá me pedindo de caminhar agora. Mas Jesus me ensinou. Esse é o trabalho em nós. Lembra que agora a resposta? Uma das causas dos desgostos da vida é aciosidade. Será que eu tô trabalhando em mim isso, botando essa fé junto? Porque basta uma grãozinha de mostarda e e a montanha que tá aqui, você pega ela e faz: "Dá licença, você existe, você não desapareceu, o problema continua, tá? Mas você vai ficar no canto da sala agora que eu vou caminhar. Esse é o propósito. Eu lembro de Jesus na cruz e ali não existia uma montanha material apenas de peso da cruz em cima dele. Pior do que a cruz, existia uma montanha de humilhação em cima do nosso mestre. uma montanha de humilhação, de discrença, de tudo que você imaginar, de zoação e tudo. Mas ele continuou para fazer o que tinha que ser feito. Só que para alguém que possa ter perdido algum parente e ente querido, agora, a gente vai tocar nisso também, o evangelho, nenhum dos quatro evangelistas tem um final na cruz. Nenhum. Tem um episódio da cruz, mas não acaba na cruz. Não acaba na cruz, né? Então acaba num jardim com Maria de Magdala. Num domingo, quem sabe ensolarado. Tinha certeza que foi ensolarado. No domingo, um dia lindo, porque o fim não é a cruz. Se tá na cruz, qualquer um de nós no mundo agora de provas, expiações, é porque não chegou no fim. Porque o fim é um jardim, o fim é uma calmaria, o fim é um reencontro com o mestre, o fim é a boa nova, dizendo: "Fomos capazes de superar todas essas dificuldades, tá?" Mas então, vamos voltar. Eu não tô na primeira questão ainda, mas a gente vai falar muita coisa e temos todo tempo. A gente divide em duas, três vezes essa parte, né, sobre desgosto da vida e suicídio. Então, uma das causas, a primeira causa de desgosto da vida, segundo os espíritos, é a ociosidade. Ah, mas eu trabalho tanto que eu chego

três vezes essa parte, né, sobre desgosto da vida e suicídio. Então, uma das causas, a primeira causa de desgosto da vida, segundo os espíritos, é a ociosidade. Ah, mas eu trabalho tanto que eu chego até cansado em casa. É, mas tá trabalhando dentro de si também. É um ponto, é um ponto a se pensar bem falta de fé. A gente acabou de falar do grão de mostarda, acabou de falar, mas a fé, meus caros, isso, isso é um quesito tão interessante, tão interessante, porque eu dou o exemplo do estudo, tá? do estudo que eu passo nas experiências do dia a dia. A fé é um quesito que é pessoal e intransferível. Deus nos dá todas as oportunidades de nascimento, de nascer na família tal, programação de reencarnação com relação ao emprego. Vai passar pela prova tal, Deus planeja, né, de acordo com a nossa consciência do nossos atos passados e a futura vida de acordo com esses atos. Mas Deus não dá a fé. A fé é uma construção pessoal íntima, intransferível. Intransferível. Tanto é verdade. Tanto é verdade isso, que Jesus mesmo, em diversas curas, em diversas curas, ele disse: "Tua fé que te curou. Tua fé que te curou". Então, a ociosidade é um ponto, falta de fé é outro. Porque nós vamos precisar sempre nos conectar com o Pai. Nós não somos filhos das trevas, nós somos filhos da luz. Nós somos filhos do nosso pai, que é inteligência suprema, amor supremo. Então, a gente precisa est ligado a ele. Veja os exemplos de grandes espíritos que passaram, com Emanuel, um Chico Xavier, tá? Um Divaldo Pereira Franco, irmã Dulce, Madre Teresa de Calcutá, tantos outros, tantos outros passaram por dificuldades, muitas. É só ler a biografia de cada um. O próprio mestre passou pela dificuldade da cruz, mas nos dá o exemplo da fé. E o maior exemplo que ele dá da fé no maior maior momento antes a cruz. De novo, eu posso estar falando para alguém que está nesse momento agora. Mas serve para mim. Se serviu para mim, serve para você. Eu acredito. Jesus nos dá o exemplo real, não parábola, mas numa passagem em que ele

so estar falando para alguém que está nesse momento agora. Mas serve para mim. Se serviu para mim, serve para você. Eu acredito. Jesus nos dá o exemplo real, não parábola, mas numa passagem em que ele se recolhe. E aquela passagem é dizendo assim, ó, tá num momento de montanha, difícil de caminhar, com desgosto da vida. Olha essa passagem aqui que é a passagem do orto, em que ele se recolhe para orar sozinho. É o momento da fé. sozinho, literalmente, porque ele chama os três bestes discípulos para estar com ele. Os três top discípulos, Pedro, Tiago e João, discípulo amado, mas dormiram no meio da noite. Talvez começaram a prece e caíram no sono. Como a gente cai no sono das madrugadas. negras da vida que a gente passa e se esquece da fé e se esquece da ligação. E acontece com a gente, às vezes estamos sóz, a gente conta com alguns que não tão, aconteceu com Jesus, ele pegou os três top bests, mas teve que orar só. Parece que é um convite a um papo junto com Deus. Essa situação difícil que você tá passando, que eu tenho as minhas, que cada um possa estar passando, é um convite de ligação da fé. E é interessante a forma como ele ora. É uma lição pra gente. É uma lição porque não acaba no petitório, não é o petitório. Ele coloca o Pai em primeiro plano a confiança enorme, porque ele ora e diz assim: "Se for possível, Pai, afasta de mim esse cálice, mas que se cumpra não a minha vontade, mas a tua a tua vontade". Certo? A gente faz isso, tem certas situações em que eu fiz, eu fiz o meu checkup agora, por exemplo, checkup todo clínico e tudo. Meu pai tinha histórico de câncer, graças a Deus foi tudo bem com histórico, mas não exenta de aparecer lá na frente alguma coisa ou com algum parente, com algum filho, com alguma irmão, esposa ou marido, qualquer que for. São situações que vem nos fazer o convite aí. duas de duas uma, para os ateus não significa que são ruins, porque eu conheço muito ateu bom, tá? Mas digamos para os materialistas apenas, os materialistas, pronto, é um

vem nos fazer o convite aí. duas de duas uma, para os ateus não significa que são ruins, porque eu conheço muito ateu bom, tá? Mas digamos para os materialistas apenas, os materialistas, pronto, é um termo melhor para os materialistas que só acreditam no corpo, na matéria, no ver, eles podem escolher numa situação dessa caminhar sozinho. Eu não quero saber de ninguém. Eu sou alto. Tem pessoas que são autossuficientes. Na primeira questão de O Livro dos Espíritos tem quando Kardec pergunta o que é Deus, a inteligência suprema, mas parece que tem outras inteligências supremas também, né? Tem pessoas assim: "Olha, eu sou autossuficiente. Você escolhe andar só? É mais difícil, principalmente momentos desse." E aí, andando só cai. também numa parte de tristeza e de desgosto da vida também. Falta de fé, falta dessa ligação. E a forma como Cristo ora pra gente completar essa passagem, ele diz: "Olha, se for possível, afasta de mim esse cálice, mas não se cumpra a minha vontade, se cumpra a tua vontade, meu pai". Isso é uma maior demonstração de fé. que tem, tá tudo no evangelho, tudo de como a gente deve passar entremeando esse caminho, né, de dificuldades que que vem aparece ociosidade, falta de fé e saciedade. E aqui não é a saciedade espiritual, porque a felicidade espiritual é insaciável, ela é infinita. Quando ele fala saciedade, saciedade material, tem pessoas que são insaciáveis materialmente, tem pessoas que só têm os olhos para as coisas da matéria. Por isso que a doutrina espírita ela vem nos mostrar não apenas a matéria, não é que tá esquecendo a matéria, a máquina divina, como André Luiz fala, mas tá nos mostrando algo a mais, algo a mais que existe, que é preciso eu entender-me como espírito. Mesmo que não seja espírita, você não vai deixar de ser espírito, porque não existem deuses diferentes. O Deus é único. Não existem realidades diferentes. A realidade é única. O que existe são interpretações diferentes e tá tudo bem com a religião de cada um. Eu gosto sempre de dar o

deuses diferentes. O Deus é único. Não existem realidades diferentes. A realidade é única. O que existe são interpretações diferentes e tá tudo bem com a religião de cada um. Eu gosto sempre de dar o exemplo de um jardim. No jardim tem uma flor amarela, uma flor rosa, uma flor vermelha, tem um coqueiro, tem uma bananeira que seja, mas o sol é o mesmo. É o mesmo para todos. Agora a doutrina assim, por revelação deles e quem é médium sabe. E estouraram-se em 1857. que antes disso até os fenômenos, mas isso eu não vou aprofundar aqui, eles revelaram como é do outro lado. Aqui não é nossa casa. A nossa casa é do outro lado. O nosso lar é um tema muito feliz do filme, do livro, porque a gente tá aqui de passagem apenas. Lá do outro lado é a casa. E aí já para aqueles que perderam seus entes queridos, eles continuam, continuam e torce por cada um de nós e torce pela gente, certo? Só que vamos passar pela prova boa, porque olha, para reencarnar tá difícil, viu? Se a gente tá tendo oportunidade agora para reencarnar, aproveitemos. e tendo oportunidade agora de reencarnar e escutar Jesus, seja em que religião for, melhor ainda. Porque não é para escutar Jesus e e olhar só a figura, é trazer a mensagem dele para nós. Talvez em quatro, cinco, seis vidas passadas a gente escutou Jesus por escutar mesmo. Mas nessa vida agora é para, olha, o evangelho é agora para exercitar da melhor forma. Porque as três causas de desgostos da vida, repetindo, questão 943, três causas dos desgostos da vida. Ociosidade, que é o trabalho, falta de fé e saciedade material. sempre na busca da saciedade. Eu esqueço o lado espiritual. Ora, eu não sou o corpo. Se eu esqueço o que eu sou, se eu coloco todas as fichas no corpo, na carne, eu tô colocando todas as fichas em algo que vai sumir, que é o corpo. Mas o espírito não. O espírito não. Por isso, antes dos desgostos da vida, com a montanha pesada do que tem, a maior decepção de quem cruza pela via do suicídio do outro lado é ver que continua vivo.

Mas o espírito não. O espírito não. Por isso, antes dos desgostos da vida, com a montanha pesada do que tem, a maior decepção de quem cruza pela via do suicídio do outro lado é ver que continua vivo. É ver que continua vivo. Então vamos voltando aqui pros estudos, né, para ver se eu saio da questão número um, mas nós vamos sem pressa, tá? Já já vou voltar a sua pergunta, viu Rose? Não esqueci não. Efeito da Então, quais as causas do desgosto da vida, ociosidade, falta de fé e também da saciedade? Bem, aí ele faz um comentário para aquele que usa de suas faculdades com fim útil e de acordo com as suas aptidões naturais, o trabalho nada tem de árido e a vida se escoa mais rapidamente. Ele lhe suporta as vicissitudes com tanto mais paciência e resignação quanto obra com o fito da felicidade mais sólida e mais durável que a espera. Então, faculdades com fim útil utilizar nossas aptidões. Eu adorei duas palavrinhas aqui, paciência e resignação. Tem coisas que vem para medir a nossa paciência, para medir a nossa fé. E tem outras que vem para medir a nossa resignação, não a revolta. A revolta não vai trazer paz, mas a resignação e a paciência. Sim. Existe um exemplo formidável que vi do Jorge Elará numa de suas palestras, que ele diz o seguinte: "Existe um exemplo muito claro de resignação na nossa cozinha de casa. Imagine aquela esponja, imagina aquela esponja que de lavar prato que você pega, aperta ela, aperta, aperta, aperta. aperta com tudo, ela chora, chora na mão, tira todo o líquido, vai apertando, mas quando você solta, ela volta à capacidade dela. Isso é resignação, isso é resiliência. Podem estar lhe apertando muito agora. Seu coração tá desse tamanho, mas tenha certeza que essa dor primeiro vai passar, que nenhuma dor é para sempre. Nenhuma dor é para sempre. E quando ela passar, aí sim que eu mostro essa capacidade de voltar à forma que eu era antes. Esse é o desafio de não parar a vida, de não colocar um ponto final, de se jogar para um suicídio, uma loucura,

ndo ela passar, aí sim que eu mostro essa capacidade de voltar à forma que eu era antes. Esse é o desafio de não parar a vida, de não colocar um ponto final, de se jogar para um suicídio, uma loucura, tá? É colocar uma vírgula, não o ponto final. Isso é uma vírgula na sua vida. E o que vem depois dela? Só que alguns quando sai a dor ficam, ficam. Só que tome como exemplo a esponjinha que volta. Esse soprar, né, como uma luva que aumenta ou a esponja que retorna, é a nossa complacência, nossa resiliência de voltar a caminhar. Certo? Então vamos ver aqui a questão dela, aquela pergunta, tá, Rose? Eu vou continuando com as outras, mas tem uma perguntinha dela aqui. Uma questão. Se uma pessoa que sofre de depressão, desiste da vida, negligenciando a própria saúde, chegando a desencarnar, será considerado um suicida ou será entendido como uma vítima dessa doença? Tá. Obrigado, Rose. Importante pergunta. Certo? Sofre depressão, desejo da vida na própria saúde. Bem, essa é uma pessoa que já tá aprofundado nos tormentos da depressão, nos tormentos da mente, naquela escuridão toda que tem, certo? Então, é preciso fazer o tratamento biológico, médico, como a gente falou, a prece. Só que tem um detalhe importante aí. Nem todo suicida. É apenas aquele que se joga do prédio, Deus o livre, ô, que dá um tiro, faz um mal, macula o seu próprio corpo. Existem até suicidas sem estarem na depressão, tá? Como por exemplo, se jogam completamente aos vícios descontrolados que tem da saciedade, lembra? são insaciáveis materialmente, então sempre busca da saciedade. São sim, entram do outro lado como uma forma de suicidas indiretos, tá? Por exemplo, eu sei que o cigarro me faz mal, tá? Tenho essa notícia. A ciência médica fala: "Eu fumo quatro maços de cigarro por dia, sabendo, tendo essa consciência, a tô me matando ou não?" A única diferença, isso os espíritos nos falam, certo? De que alguém que fez uma atitude muito brusca, violenta contra a própria vida, é o tempo, que essa é mais rápida. a outra foi se matando

u não?" A única diferença, isso os espíritos nos falam, certo? De que alguém que fez uma atitude muito brusca, violenta contra a própria vida, é o tempo, que essa é mais rápida. a outra foi se matando devagarinho e chega por não cuidar dessa máquina divina assim que nos foi dada, que nos foi dada, tá? Deu um exemplo. Não que quem seja fumante tá desamparado pelo pai, de jeito nenhum. Eu já falei outras vezes, nosso pai é amor. Nosso pai é a bondade suprema. Eu é que vou cair em si nos meus vícios que eu tenho. Nós é que somos responsáveis. Nós é que somos responsáveis pela nossa própria vida e pelas nossas atitudes que temos. Se conservamos ou não, é uma questão nossa. Temos o livre arbítrio ou não de fazer nossas escolhas de se entregar completamente aos prazeres descontrolados de toda ordem? ou buscar ter um controle e um respeito à própria máquina divina que tem, tá? Então entram, entram sim, não apenas com com ações violentas, mas também se a gente não se cuida e aí tem fumo, bebida, comida, todo tipo, certo? Que vai desgastando o fluído vital que eu tenho. Isso é uma morte suicida indireta também, tá? Tá? Então é muito importante a gente se preservando. Vamos em frente. E depois tem um evangelho, porque eu eu quase uma hora e só tô na primeira na primeira pergunta, né? Ainda veja 944. Deixa eu tomar uma aguinha. 944. E a gente vai pro evangelho. E continua a segunda que vem na 944. Pé Kardec pergunta: "Tem o homem o direito de dispor da sua vida?" Hum. Será que tem o homem o direito de tirar a sua própria vida? Ele quer dizer, Kardec pergunta ao espírito verdade? Aos espíritos. Então, os espíritos nos dizem: "Não, só a Deus assiste esse direito." O suicídio voluntário importa numa transgressão dessa lei. Que lei? Lei da vida. Lei da vida que nos é dada. Até mesmo porque a vida vai continuar. Isso é uma questão de lógica. Quem é médium sabe, vai em reunião mediúnica para ver, tá? Certa vez eu tava eu tava indo no setembro amarelo fazer uma palestra sobre suicídio,

que a vida vai continuar. Isso é uma questão de lógica. Quem é médium sabe, vai em reunião mediúnica para ver, tá? Certa vez eu tava eu tava indo no setembro amarelo fazer uma palestra sobre suicídio, tá? E beleza, fiz meu estudo e tudo e de dirigindo meu carro, fui pensando, escutando uma boa música. De repente um pensamento me veio. Aí eu falei: "Nossa Senhora, que frase é essa que vem? Que frase linda!" E a frase era a seguinte: "Filho, mesmo que mesmo que alguns desejem desistir da vida, a vida nunca vai desistir deles." Veja só, mesmo que alguém queira desistir da vida, a vida nunca vai desistir de você. Então, nunca, nunca, tá? É uma transgressão essa lei. E o livre arbítrio vem falar sobre isso, né? A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Mas é muito importante a gente tocar em dois pontos aqui pra gente ir pro evangelho. Ninguém tá condenado ao fogo eterno. Se tem alguém que foi, infelizmente, um parente para pela via do suicídio, toda a compaixão. E não existem, não existem regras definidas. Existem os atenuantes que os espíritos nos falam também. São e mais são todos acolhidos. Esse é um ponto. Pode demorar mais ou menos, mas são. Depende muito do despertar da mente desse que tá lá. Esse é o primeiro ponto. Existe o hospital Maria de Nazaré, que acolhe o vale dos suicidas, né? que vão resgatando aquelas almas, porque a lei de progresso é outra lei divina. E se a lei divina não muda, não existe ninguém que vai ficar para trás. Às vezes fazemos erros como fazemos nessa vida e alguns irmãos fazem um erro de transpor a vida achando que vai fugir da dor, do desespero. É uma ideia que tem, mas mesmo com essas falhas, Deus é amor e uma hora ou outra será totalmente acolhido e vai voltar. Às vezes é um caminho mais longo que se pega, né? umas, duas, três vidas para poder se restabelecer normalmente de novo para depois voltar ao próprio caminho. Isso é um ponto que eu queria deixar claro, sem ficar dedo apontando, olha, errou tudo, tenhamos piedade, temos

as para poder se restabelecer normalmente de novo para depois voltar ao próprio caminho. Isso é um ponto que eu queria deixar claro, sem ficar dedo apontando, olha, errou tudo, tenhamos piedade, temos compaixão, a dor do outro que tem, certo? Isso a doutrina nos traz. O segundo ponto é a doutrina espírita. Ela é a consoladora, como dizem os espíritos, mas ela é consoladora porque tira dor não. Uma coisa que fique claro, a doutrina espírita não vai fazer sumir as nossas dores como mágica. A forma de consolador que a doutrina espírita nos traz é para evitar o desespero que tem. A forma que as informações chegam até mim não vai tirar, desaparecer a montanha. Lembra da passagem de Jesus da fé? Mas faz com que eu transponha essa montanha. Quando eu começar a estudar a doutrina agora, for espírita e começar a entender tudo, o mundo vai continuar com problemas lá fora. Eu vou continuar tendo desafios lá fora, mas a forma que a gente encara o desafio é como agora, tá? Então, a doutrina não tira a dor, ela tira o desespero, porque mesmo compreendendo, vai ter momentos que vai tá doendo. Pergunta alguém que perdeu o filho, mesmo estudando o evangelho, mesmo indo a palestras, mesmo levando os passes, pergunta se não vai ter dor. vai ter dor, mas a informação que lhe chega, a informação que os espíritos trazem com tudo isso do outro lado, certo? L tira do desespero, lhe tira. Se nós trabalharmos dentro de nós, trabalharmos dentro de nós nos tira completamente. Não que não vai ter momentos de saudade daquele ente querido e tudo. Não, que vai ter momentos eh de olhar a foto, mas aí vai ter a certeza, não só por saber que a vida continua, mas a certeza de acordo com o evangelho que traz tantas passagens belas pra gente, tá? Tantas passagens belíssimas de que é óbvio que a vida continue, é só um tempo para reencontrar com os entes que passaram, certo? Então, voltando, esse é o primeiro ponto, todos são amparados, mas vou tocar no terceiro ponto aqui também. Certa vez entrou no meu consultório um jovem

a reencontrar com os entes que passaram, certo? Então, voltando, esse é o primeiro ponto, todos são amparados, mas vou tocar no terceiro ponto aqui também. Certa vez entrou no meu consultório um jovem que ele disse: "Olha, eu estou determinado a tirar minha própria vida. Jovem paciente. E eu falei: "Mas como?" Puxa, eu fiquei assustado ali na hora. Eu falei: "Meu Deus do céu, mas de cara, de lata assim, puf, internamente eu falei: "Meu Deus, me ampara em alguma palavra, que que eu posso?" Como ele era meu paciente, que eu já acompanhava há um tempo, certo? Eu falei, tem que ser direto num ponto. Falei: "Olha, eu posso pedir um favor?" Pode, doutor, porque eu tô triste com a vida, eu tô pensando em tirar e tudo. Posso pedir um favor? Eu lhe cuidei, eu lhe tratei e tudo foi. Mas antes de qualquer atitude, não faça pelo amor de Deus. Mas antes de tudo, leia um livro que eu vou lhe pedir. Memórias de um suicida. Leia esse livro. e depois volte aqui pra gente conversar, tá? Ele falou: "Olha, tudo bem, você me tratou e tudo, então vou ler esse livro." Então, ótimo. Aí eu fiz minhas preces e tudo. Dois meses depois ele volta, graças a Deus. Graças a Deus. Branco, branco, branco. Falou: "Mas fala, mas que foi?" Mas doutor, eu li esse livro, mas que bom que você continua vivo, veio dois meses para cá. E qual foi sua impressão em tudo? Ele disse: "Mas isso é que é verdade." Falei: "Você quer pagar para ver? Tem certeza que vai se lançar ao nada sem saber?" Então, eu quis lhe dar isso para você ver as consequências que pode ter. Como eu falei no início, se você tem 100 problemas e se joga na vida do suicídio, você vai continuar com 100 problemas mais um, né, de ter deixado a vida, mas continuando com a mesma. Eu só sei que ele continua e continua vindo. Eu acho que ele viu as consequências que podem acontecer de dores, sofrimentos também. Como é importante a gente entender a parte nossa além do corpo, é, eu digo corpo espiritual que nos acompanha, que é o perespírito, que você sabia, né,

ue podem acontecer de dores, sofrimentos também. Como é importante a gente entender a parte nossa além do corpo, é, eu digo corpo espiritual que nos acompanha, que é o perespírito, que você sabia, né, Vanessa, Jaque, que esse perespírito é o que tá moldando a sua próxima reencarnação e essa vida de agora que a gente tem, né, Márcia, é fruto da vida passada que a gente teve. Então, graças a Deus, fez o efeito para ele. Não vamos se jogar, não vamos colocar pontos finais e sim vírgulas, seja a problemática que for em nossa vida, certo? Seja a problemática que for, a gente sabe que tem um amparo do alto, é uma vírgula. A vírgula nunca é o final, até mesmo porque o ponto final não existe, certo? E para não deixar de seguir a tradição do evangelho, né? Veja, tem alguma passagem de suicídio no evangelho, de desgosto? Tem. A gente já viu logo na mente de cada um, a do Judas, né? Mas eu não vou falar a passagem do Judas. Ele pode até falar outra, certo? Outra oportunidade. Tem uma outra que me veu muito em mente. Eu fiquei muito mexido. Falo para vocês antes dessa live, durante o dia estudando e tudo, meu fortes emoções, porque todos nós estamos no mesmo barco. Eu posso estar triste, posso amanhã tá melhor, então não deixa de mexer com a gente. E a passagem que me veio para mostrar foi uma outra. de alguém que estava desacreditado, totalmente morto, que era Lázaro. Lázaro, Jesus fala, não morreu, ainda vai, vou despertá-lo. Mas igual a Lázaro, muitos perdem o sentido da vida e tá num túmulo completamente. A gente vai dividir em duas etapas porque não dá tempo. Eu vou só falar uma primeira etapa, né, que Jesus estava em Jerusalém e mandam chamá-lo para ir a Betânia e Marta vai até ele porque chega a notícia que Lázaro, muito amado por Jesus, irmão de Marta e de Maria, certo? Maria, aquela mesma que lavou os pés de Jesus, segundo tá no Evangelho aqui, que parece ser Maria de Magdala, segundo a espiritualidade. Então, era muito querido por Jesus e manda chamá-lo. Estava quatro dias já no

mesma que lavou os pés de Jesus, segundo tá no Evangelho aqui, que parece ser Maria de Magdala, segundo a espiritualidade. Então, era muito querido por Jesus e manda chamá-lo. Estava quatro dias já no túmulo ali dentro, no túmulo. E eu resolvi trazer essa passagem. ficou meu amigo espiritual. Sem dúvida, todos nós temos mentores ela. Porque quantos estão vivos sem viver, né? Quantos estão com a montanha pesada em cima sem caminhar completamente? Quantos estão dentro de uma tumba com uma rocha fechada, dentro de uma escuridão completa? Então, essa foi a passagem que veio e eu aprendi muito. Eu já olhei essa passagem umas 32 vezes ou mais, só que todas as vezes que eu olho qualquer uma delas, sempre aprendo algo novo. De verdade, a espiritualidade sabe. E então ele foi lá. Primeiro chegou Marta Maria, ficou e disse: "Olha, se tu tivesses aqui, Lázaro não teria morrido, tá?" Então, perguntou Jesus, mulher, por que choras? Opa, me perdoem. Aqui tá na parte final. Deixa eu ver aqui. É de Lázaro, me perdoe. Pronto. Bem, me perdeu aqui, mas eu sei aqui no coração. Ela fala: "Olha, se tu tivesses aqui, teria, ele não teria morrido." E Jesus fala uma frase: "Todo aquele que morre, seguindo as minhas, mais ou menos assim, as minhas palavras, viverá. E todo aquele que é vivo nunca morrerá. Eu sou o caminho, a verdade e a vida." Certo? Então ele já mostra, aquele que é morto viverá. É a primeira situação. E aquele que vive, mas segue os ensinamentos, nunca morrerá. É a segunda situação. Então vamos paraa primeira. Aquele que está no fundo do poço, saiba que é possível sair do poço. Realmente certo é possível levantar agora. Tem coisas que as coisas da terra não ajudam, mas o ensinamento do mestre, se eu começo a colocar no trabalho, tirando a ostosidade minha, fazendo a minha ligação junto com a fé, lembra das três causas do desgosto da vida, tirando meu olhar da sacade, da saciedade apenas material paraa saciedade espiritual, o bem-estar, eu consigo nas coisas simples. da vida,

o junto com a fé, lembra das três causas do desgosto da vida, tirando meu olhar da sacade, da saciedade apenas material paraa saciedade espiritual, o bem-estar, eu consigo nas coisas simples. da vida, eu consigo soerguer dessa dificuldade. Isso ficou marcado aqui. Aquele que está morto viverá. Aquele que está morto viverá e aquele que vive nunca morrerá. Tudo depende da forma como eu trabalho em mim a mensagem dele. E aí não é Jesus no crucifixo na parede, não é a foto de Jesus que eu tenho aqui em casa apenas na parede. É diante da situação difícil. Mestre Jesus, qual é a passagem que serve para eu me sorerguer agora? que tá pedindo pra gente poder se levantar. Então esse é para começar, começou o diálogo aí, tá realmente com Marta, Maria, Jesus, mas tem muito caminho que a gente vai nas próximas segundas-feiras nesse tema também pra gente poder ir estudando e aprendendo. Queria muito que esse estudo trouxesse realmente paz, serenidade e mais do que isso, força também para todos nós. para todos nós, de mãos dadas, seguindo nos desafios que a vida traz, sabendo uma coisa que é importante também, nós chegamos e chegamos na idade jovem, adulta e tudo, nunca sozinhos. Sempre teve alguém para poder cuidar de nós, nos acolher, nos alimentar. Se você é adulto ou jovem que tá escutando agora, é porque alguém cuidou de você. Então, quando a gente pensa às vezes pela dificuldade que a vida traz em tirar a própria vida para isso, lembre-se que muitos estão ligados à sua vida também. Muitos estão ligados à nossa própria vida. Não só encarnados, mas principalmente também do outro lado, mentores, mentoras, pode chamar como quiser, anjo da guarda, eles não ficam chateados. São espíritos muito afins, amigos, que torcem para que a gente possa superar as provas, as as expiações e os desafios que a vida traz, tá? Vamos orar. Os Carlos, eu agradeço, perdoe ter passado um pouquinho do tempo, mas é um estudo que exige calma, paciência, a gente vai levando com o coração mesmo, tá? Eu convido vocês para orarem junto

amos orar. Os Carlos, eu agradeço, perdoe ter passado um pouquinho do tempo, mas é um estudo que exige calma, paciência, a gente vai levando com o coração mesmo, tá? Eu convido vocês para orarem junto comigo agora que eu acho importante botar nossa musiquinha. Ela voltou. Hum. Vamos lá, meuscos. Senhor Jesus, divino amigo de todas as horas, mestre de luz. Obrigado, Senhor, pelo teu evangelho de amor, pelos teus ensinamentos que destes há 2000 anos atrás. diante dos desafios, Senhor, que a vida nos traz. Olhai agora, mestre, aquele irmão que nos escuta está desesperado por dentro, que não sabe a quem recorrer mais ou se sente sozinho, que possa olhar para dentro. de que possa sentir no íntimo e se possível até ver a luz do teu evangelho por ele no coração de cada um que nos escuta agora, aquele calor interno, aquele abraço amigo que chega do espí Espírito amado, o espírito que torce, chora, a família espiritual que acompanha, que planeja, que intui, que se revela, que quer ser percebida, Senhor, para nos dar força de continuarmos sempre caminhando. Eu oro, neste Jesus pelos desesperados, pela dor, que saibam que é apenas passageiro esse momento de temor, pois a dor não é o final, é apenas a transição. para o momento mais belo, como o jardim da Aurora foi encontrado Magdala, quando se revela após a morte, se revela aos discípulos a presença divina e a certeza de que a vida continua. Eu imagino alegria discípulos. Como será a alegria nossa de reencontrar os nossos entes? Como será a alegria nossa de poderos erguer, de levantar, de agradecer aos céus pelo evangelho que vem do alto. Que cada um possa sentir. Oro pelos desesperados que acham que não tem saído, que possam olhar para si ver a luz do alto a estender a mão e assim como Pedro resgatou do mundo, sai das profundezas do desespero os abismos da vida. que possamos seguir, mestre Jesus, a tua frase que conduz que tu dissestes muitas vezes tendes bom ano, tendes bom ano com todos nós. Eu venci o mundo. Eu venci o mundo.

desespero os abismos da vida. que possamos seguir, mestre Jesus, a tua frase que conduz que tu dissestes muitas vezes tendes bom ano, tendes bom ano com todos nós. Eu venci o mundo. Eu venci o mundo. frase consoladora. Vinde a vós que estais sobrecarregados e abos que eu vos aliviarei. Essa frase é tão bela e tão forte, Senhor, que a gente possa ter a força de Lázaro e se levantar para sair de nossas turmas e olhar a vida fora como é. Agradecer mais uma vez, mestre por essa oportunidade de servir junto com os amigos que Deus. Obrigado, Senhor Jesus. Obrigado, mestre. Obrigado. Obrigado, meus amigos. Muito bom tá de volta, tá? Vamos seguindo no aprendizado juntos. Força nessa caminhada. possamos dar oportunidade experimentarmos sim nosso o nosso evangelho, né, que é nos dado de Jesus, nosso dia a dia, nossas vidas, vejo no coração de cada um. Fique saudade da frase que eu sempre falo. Lembrem-se que hoje somos melhores do que ontem e amanhã seremos melhores do que hoje, tá? Ótima semana. Fiquem com Deus e até segunda-feira que vem.

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