Evangelho no Lar - #213

FEEGO 27/04/2026 (há 1 mês) 76 visualizações

Evangelho no Lar - #213 Programado para o dia 29 de abril de 2026, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 27, itens 11 e 12, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976

Transcrição

Boa noite, meu nome é Cláus, estou na coordenação da área de atendimento espiritual da Fego. Retornamos com o Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Estamos felizes com a sua presença. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Agradecemos a todos. Sejam todos muito bem-vindos. Bom, gostaria de apresentar agora os nossos as nossas convidadas desta noite, a Rose Kelly, que é trabalhadora do do Centro Espírita Allan Kardec de Jataí e também faz parte da equipe do atendimento espiritual da FECO. Boa noite, Rose. É uma alegria recebê-la nesta noite. >> Boa noite, Cláusia. Boa noite a todos. Alegria é nossa de estarmos aqui. Muito obrigada. e a Jaqueline, que ela é a nossa coordenadora do Quarto Ser, Comissão Regional, e também vice-presidente do Centro Espírita Cristo Redentor de Itaí. Boa noite. Boa noite, Jaqueline. Seja bem-vinda. Gratidão pela oportunidade de estarmos juntas mais uma vez. >> Boa noite, Glácia. Boa noite, Rosquell. Boa noite a todos que estão aí em seus lares, que nos assistem nesta noite e aqueles que irão acessar no outro dia. Para nós é uma alegria muito grande, motivo de muita honra poder estar aqui com vocês. Obrigada, querida. Nós vamos dar boa noite a Renata Cunha, que está sempre aqui conosco de Belo Horizonte. Não podemos deixar de lembrar da nossa CR centro que acontecerá em Pedro Leopoldo. Eh, é emocionante estarmos juntos nessa harmonia, nessa energia toda de Minas Gerais, na terra do Chico. Gratidão a todos pela oportunidade. Bom, nós temos também a Cátia Catalane que está conosco no Rio de Janeiro. Boa noite a todos. Que Jesus abençoe a todos nós e todos os necessitados. Paz e bem. Seja bem-vinda, Cátia. A Maria Lúcia também deixando o seu boa

a Cátia Catalane que está conosco no Rio de Janeiro. Boa noite a todos. Que Jesus abençoe a todos nós e todos os necessitados. Paz e bem. Seja bem-vinda, Cátia. A Maria Lúcia também deixando o seu boa noite. Luz e paz aqui de Goiânia. Seja bem-vinda. O Estevan também. Boa noite, Cláuscia Rosiquele, convidada Jaqueline e que o Evangelho no lar seja abençoado. O Triângulo Mineiro próximo da divida, divisa do estado de Goiás e Tupiara. Seja bem-vindo, Stefan. Eu pío deixando também seu boa noite aqui de Goiânia. Luz e paz. Seja bem-vindo o João Batista que estava um pouco sumido, deixando o seu boa noite do dos mensageiros da luz. Que Jesus nos abençoe, que assim seja. Seja bem-vindo, João. Vamos deixando aqui a cidade, deixando a sua participação aqui conosco nessa noite iluminada de Evangelho no Lar. Hoje, interessante, é um dia especial para todos nós. Bom, para iniciarmos o nosso evangelho do lar, gostaria de fazer a leitura do capítulo 13 do livro Pão Nosso, estações necessárias. Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor. Atos capítulo 3, versículo 19. Os crentes inquietos quase sempre admitem que o trabalho de redenção se processa em algumas procedências convencionais e que, apenas com certa atividade externa já se encontram de posse dos títulos mais elevados junto aos mensageiros divinos. A maioria dos católicos romanos pretende a isenção das dificuldades que as cerimônias exteriores. Muitos protestantes acreditam na plena identificação com o céu, tão só pela enunciação de alguns íos, enquanto enorme percentagem de de espiritistas se crê na intimidade de supremas revelações apenas pelo fato de haver frequentado algumas sessões. Tudo isso constitui preparação valiosa, mas não é tudo. Há um esforço iluminativo para o interior, sem o qual o homem algum penetrará o santuário da verdade divina. A palavra de Pedro, a massa popular contém a síntese do vasto programa de

, mas não é tudo. Há um esforço iluminativo para o interior, sem o qual o homem algum penetrará o santuário da verdade divina. A palavra de Pedro, a massa popular contém a síntese do vasto programa de transformação essencial a que toda a criatura se submeterá para a felicidade da união com Cristo. Há estações indispensáveis para a realização, porquanto ninguém atingirá de vez a eterna claridade da culminância. Antes de tudo, é imprescindível que o culpado se arrependa, reconhecendo a extensão e o volume das próprias faltas, e que se converta, a fim de alcançar a época de refrigério pela presença do Senhor nele próprio. Aí enchegado a habitar-se a para a construção do reino divino em si mesmo. Se realmente já compreendes a missão do Evangelho, identificarás a estação em que te encontras e estarás informado quanto aos serviços que deves levar a efeito para demandar a seguinte. A Rose fará a nossa prece inicial, por gentileza. Nesse instante agradecemos, Senhor, as reflexões que essa mensagem lida, ditada aos nossos corações, possa nos aproximar no âmago da alma, conhecendo-nos a profundidade em que possa estar sendo revelado o nosso caminho, a nossa identidade e o nosso propósito. Queremos aqui pedir que a nossa convidada possa ser embanhada de muita luz, em que a suas reflexões trazendo para nós o que está proposto no Evangelho no lar de hoje, nos desperte, nos oriente, fazendo sentido em cada um de nós a compreensão devida. E assim, mestre Jesus, queremos agradecer mais uma oportunidade deste encontro iluminado em teu nome hoje e sempre. Que assim seja. Que assim seja. Bom, nós estamos no capítulo 27. Pedi e obtereis. Hoje a Jaqueline tá as suas reflexões nos itens 11 e 12. Lembrando que o Evangelho Segundo o Espiritismo da Editora da Feb, tradução de Guiló Ribeiro. Jaqueline, fique à vontade. Boa noite mais uma vez a todos e fiquei muito feliz quando eu recebi o convite e a indicação da da leitura dessa parte do evangelho, né, que nos traz importantes considerações

ueline, fique à vontade. Boa noite mais uma vez a todos e fiquei muito feliz quando eu recebi o convite e a indicação da da leitura dessa parte do evangelho, né, que nos traz importantes considerações e aprendizado no que tange até o capítulo que vem depois do 27, que é o 28, que é a coletânia. de preces. Então, o 27 como um preâmbulo, vamos dizer assim, não menos, né? Eh, e nem mais importante do que vem depois, em que Kardec faz uma eh uma amostra, né, de diferentes tipos de preces que podem ser proferidas. No 27, ele intitula: "Pedi e obtereis". E eu me detive um pouco no título desse capítulo para iniciar aí a conversa, o diálogo, as reflexões do item 11 e 12 que me foram indicados para estarmos conversando nessa noite. Quando Kardec, né, ele escolhe esse título para esse capítulo, né, com uma através da intuição e da indicação dos espíritos coordenadores de todo o trabalho que ele veio realizar conosco, eh, nos deixa às vezes nos remete, né, lá o texto de Mateus, capítulo 7, versículo 7, também de Lucas, capítulo capítulo 11, quando eh Jesus traz, né, a passagem, pedi e obtereis, batei e abrisar lá como uma parte do sermão, né, da da do monte, né? E aí é muito importante porque muitos irmãos espíritas, né, eh, muitos cristãos de hoje utilizam muito desta desta passagem, às vezes até como forma de reclamação, né? Ah, eu tô cansada de pedir, não sou atendida, né? minha mão já tá dando calo de tanto bater e e eu não não consigo eh o que eu almejo, né? Enfim, aquelas eh reclamações, né? Eh, bem aprasíveis a nós, né? Espíritos, eh, vamos dizer a inferiores, que ainda temos um pouco distantes, né? a compreensão da grandeza daquilo que Jesus, da sua mensagem, do que Jesus veio trazer para nós, né? E nesse capítulo, especialmente Kardec traz como título, né, pedi e obtereis. E ele vai falar muito especificamente, né, sobre o que que concerne, o que que tá por trás desse pedir e desse obter. o que que nós hoje, né, eh, frente aí a todas essas mudanças, as a essas transformações, a esses desafios

specificamente, né, sobre o que que concerne, o que que tá por trás desse pedir e desse obter. o que que nós hoje, né, eh, frente aí a todas essas mudanças, as a essas transformações, a esses desafios inerentes aos seres eh dessa época de 2026, um período pós-pandêmico de uma tecnologia que basta a gente, né, piscar e a gente tá já em outro lugar. né, e também tendo oportunidades como essa que hoje, né, através desse avanço tecnológico de podermos acessar distâncias e e sermos informados, né, numa num tempo assim bem exíguo, né, a informação tá na nossa palma da mão, mas essa informação não traz o consolo aos nossos corações, né? Nós continuamos ainda, né, nessa cegueira espiritual, vamos dizer assim, né? Uma solidão em meio a muita gente, né? Porque o WhatsApp não nos dá ssego, né? As redes sociais não nos deixam eh descansar. E mas mesmo assim a alma, né, o ser por trás de tudo isso ainda se encontra bastante ansioso com o futuro, com o presente, né, aquilo que a gente tá vivendo agora nas na insegurança, naqueles aspectos eh daquilo que a gente às vezes não não tem o domínio ou não consegue resolver. ver, porque são muitos os problemas. E ao chegar ao final do dia, né, ou ao iniciar o dia, sempre há um pedido, sempre há algo, né, que nós estamos ali apresentando, né, para Deus, para essa espiritualidade que nos atende. E numa grande maioria das vezes nos sentimos, entre aspas, né, frustrados, porque às vezes aquilo que a gente tá pedindo nós não conseguimos alcançar, né? E aí esse capítulo especial ele vai falar sobre isso, né? em que condições eu preciso exercitar esse pedir e o que implica o obter. E é muito importante nós percebermos, né, e refletirmos, né, sobre isso, né, e às vezes, né, quando a gente pega bem esse estanque, bem fora, né, de todo o contexto do evangelho, apenas essa passagem de Mateus, no capítulo 7, versículo s que Jesus diz, né? Pedi obtereis, batei e abrir se vos. Muitas pessoas às vezes se acomodam nesse ato do pedir, nesse ato de apresentar um pedido e já esperando, né,

Mateus, no capítulo 7, versículo s que Jesus diz, né? Pedi obtereis, batei e abrir se vos. Muitas pessoas às vezes se acomodam nesse ato do pedir, nesse ato de apresentar um pedido e já esperando, né, a concessão daquilo que tá ali, né, cheio o seu coração. E as e nós nos esquecemos muitas vezes ou não compreendemos, né, que esse pedir, entre o pedir e o obter, existe uma série de fatores que faz com que nós que que nós precisamos, né, eh, compreender, porque está nosso a motivação da nossa existência. Aqui está a motivação do por hoje ocupamos essa esse corpo, do por hoje ocupamos esse lugar nessa família, do por hoje ocupamos esse local de trabalho, do por hoje nós ocupamos essa atividade na casa espírita e buscando entender, né, esse essa distância, o que tá entre, né, o pedir e o obter, é que vem tudo isso que Kardec coloca para nós aqui, né? Então aqui ele vai falar, né, no na sequência, né, sobre a eficácia, né, da prece, as qualidades da prece, né, e chegando aqui, aproximando um pouquinho mais, vai falar sobre a ação da prece e a transmissão do pensamento dentro desse título, né, que nos remete lá a passagem de Mateus, que capítulo 7, que é obeti e obterei. E aí, estudando, né, esse esse capítulo para fazer essa esse momento hoje, a gente vai buscando outras passagens dentro do evangelho e também aqui dentro desse capítulo, né, para elucidar, para trazer o esclarecimento e às vezes trazer a luz a algo que às vezes incomoda muitas pessoas, que é o pensamento de achar que não é atendido, que é deixado ou que está sendo castigado, né? Ainda há muito isso. E a gente foi percebendo, principalmente junto aos jovens, né? Hoje no trabalho que eu realizo, né, acompanhando eh como professora, eh a gente vê como ainda os nossos jovens estão distantes eh de tudo que se refere à religiosidade. É aquele extremo, né? Hora é demasiado ligado a a Só um instante que a minha bateria tá acabando. Deixa eu só verificar aqui o meu só um instante glus. Deixa eu só verificar aqui como tá minha

sidade. É aquele extremo, né? Hora é demasiado ligado a a Só um instante que a minha bateria tá acabando. Deixa eu só verificar aqui o meu só um instante glus. Deixa eu só verificar aqui como tá minha que tá ligadinho lá na tomada. Deixa eu só ver se ele tá. Deixa eu ver se vamos lá. Ai bom. Ela deve voltar dentro de alguns instantes, né, Gláusia? >> Sim, Rose, pelo que eu entendi, ela achou que estava carregando, não estava. Bom, o João Batista está comentando, aliás, no outro. Isso, iniciei aqui. O evangelho nos diz que pedir, louvar e agradecer. Creio que nossa prece que não foi atendida no momento, é porque não seria bom para nosso crescimento evolutivo. Faz igual pai, eh, qual pai que o filho lhe pede pão. Eh, e aí Dr. Bezerra de Menez Menezes nos diz que a evolução é o passo, é a passo de lesma. Mas temos que nos esforçar em aprender no cotidiano do mundo em que estamos. E o Pai não dá pedras ao filho que pede o pau. Sim, com certeza. Jó. E nesses dois itens é muito interessante. A gente a Jaqueline já está voltando. >> Sim, >> deu certo. Que bom. Tranquilo, é o cabo que não tava bem conectado e acabou desligando aqui, mas agora tá tudo certinho aqui. Então, como eu estava colocando, né, às vezes, eh, nos sentimos acomodados nessa eh nessa intenção, né, de pedirmos, de expressarmos um pedido e às vezes querermos que as coisas aconteçam da da nossa forma, do nosso jeito, né? Mas é importante nós percebermos que assim como nós que somos seres falhos, né, eh a gente em alguns momentos nós precisamos colocar pros nossos filhos, né, os limites, mostrando para eles que nem sempre aquilo que eles querem pode ser concedido naquele momento, né? Eh, da mesma forma Deus age conosco. Mas o que é mais maravilhoso, porque assim como nós que somos imperfeitos, ao lidarmos, né, na negativa com algo que os nossos filhos desejam, né, querem ansiosamente, nós não nos abandonamos, nós estamos ali juntos, né, assegurando para eles a melhor condição de chegar às vezes a aquilo que eles

gativa com algo que os nossos filhos desejam, né, querem ansiosamente, nós não nos abandonamos, nós estamos ali juntos, né, assegurando para eles a melhor condição de chegar às vezes a aquilo que eles Eles querem às vezes pelo próprio mérito, né, pelo próprio esforço. Muitas vezes nós fazemos isso. E o que nós vamos aprender nesse capítulo é essa forma amorosa com que a espiritualidade, com esse Deus presente em cada um de nós, exerce também conosco. É muito importante nós entendermos, né, que a ação da prece, a a solução para aquilo que que eu preciso, muitas vezes a o material, né, daquilo que às vezes eu apresento como um pedido, ele virá no tempo certo, na condição Certo? Porque o mais importante é a mudança que eu preciso exercer em mim para então amadurecido pelos problemas, amadurecido, né, às vezes por aquela situação difícil, eu possa valorizar aquilo que que tá sendo me que está sendo concedido. O evangelho ele vai nos esclarecer que na nossa ignorância o homem, nós seres humanos, vemos apenas o presente, o momento vivido e que o sofrimento ou aquela situação, aquele desafio, né, que a gente tá vivendo ali naquele, né, na no presente, ele ele é muito importante pra felicidade futura. E assim como, né, eh, às vezes nos submetemos, né, e o evangelho traz esse exemplo, né, da do cirurgião que precisa se submeter às vezes à aquele momento, né, de dor, de uma sutura ou mesmo de uma cirurgia mais drástica. Da mesma forma Deus age conosco, né, com a nossa alma. ainda imperfeita, permitindo que através daquele desafio que ainda precisamos atravessar, né, eh, que venha a cura, que venha a felicidade, que venha a materialização, né, daquilo que a gente precisa para viver. Porque muitas vezes nós pedimos, né, e às vezes até de forma supérflua, né, exercendo ainda o nosso egoísmo, né, a o nosso orgulho e e a gente precisa de de pensar, refletir, né, amadurecer, eh, o que realmente é esse momento que eu estou vivendo, o que realmente é esse pedido que eu estou apresentando

ísmo, né, a o nosso orgulho e e a gente precisa de de pensar, refletir, né, amadurecer, eh, o que realmente é esse momento que eu estou vivendo, o que realmente é esse pedido que eu estou apresentando a a essa espiritualidade, né? E é muito, muito, né, importante nós compreendermos que nos será concedido os meios de tirarmos, né, a nós mesmos das dificuldades, né? não haverá uma um passe de mágica, né? Algo que vem e às vezes até é tão tão importante, porque às vezes você tá ali, né, e você se posiciona no local, tem o coração voltado para essa mudança e as coisas ocorrem, você olha para trás e fala: "Nossa, mas parece que foi ontem que eu tava nessa situação de dificuldade, né? E hoje já estou aqui superando essas dificuldades, né, mais feliz, né, mais livre, né, para viver o amor, né, de Deus em mim, porque passa muito rápido, né, e porque é muito importante nós entendermos que a os bons espíritos, né, eles não nos deixam, eles não nos desamparam, porém eh eles não facilitam, né? Eles não podem eh eh como eu vou dizer, destituir aquilo que é uma prova, destituir aquilo que eu que é que há a necessidade. E e é muito importante, né, quando a gente passa a compreender, eh, o a importância do esquecimento, que nós, quando nós encarnamos, né, nós reencarnamos, nós esquecemos tudo que nós fizemos outrora, né, em outras vidas, em outras existências. E e a gente vai entendendo, né, vai compreendendo que isso é muito positivo, que é uma dádiva, é uma misericórdia da espiritualidade para conosco, porque nós não estamos preparados para saber as mazelas que nós fazíamos nessa própria existência, né? quando a gente já é tá mais avançado um pouco na idade, como nós, né, e falando por mim, né, quando eu vejo os na minha adolescência, né, quantos erros, quantas escolhas equivocadas eu fiz, me bate um arrependimento e uma dor profunda do meu coração. Imagina se eu me lembrasse das coisas que eu fiz, né, em existências anteriores, em que eu tinha menos conhecimento, menos possibilidade do que

ate um arrependimento e uma dor profunda do meu coração. Imagina se eu me lembrasse das coisas que eu fiz, né, em existências anteriores, em que eu tinha menos conhecimento, menos possibilidade do que a gente tem hoje. Então, a gente precisa crer que essa existência é para aprimoramento e que às vezes determinadas situações que nós passamos e que às vezes nós lamentamos e às vezes nos queixamos e achamos às vezes até que que aquilo, né, tá sendo injusto conosco, é exatamente a quantia necessária que a gente precisa para nos eh nos absorvermos. a, aliás, a absorvermos, né, de absolvição, né, daquilo que a gente fez, nos redimirmos diante desses erros, porque é preciso que a gente tenha isso claro no nossos corações, né? Amparados sempre, mas responsáveis. E a espiritualidade, ela vem eh como que advogar em nossa causa e nos apresentar aquilo que nós pleiteamos, aquilo que nós desejamos, aquilo que nós conseguimos apresentar em oração. E esse capítulo ele vai nos dizer a forma como nós devemos fazer, como é que nós devemos nos posicionar, né, diante desse momento de prece, diante desse pedido, diante dessa apresentação, né? E é muito interessante que nós pensamos, reflitamos e que nós ajamos em cima dessas verdades, né, que dão uma sustentação paraa nossa fé. Refletindo, né, o capítulo 11 e 12, nós somos convidados a compreender algo muito profundo, que nós não estamos sozinhos nessa caminhada, mas que também não estamos isentos da responsabilidade sobre as nossas escolhas E quando Jesus disse, né, pedi e obterei, né, batei e abrir seu abrir seu rosar, eh, ele vem nos ensinar, né, diante de de uma de toda uma contextualização, os princípios fundamentais de sermos cristãos, que é o da caridade, do amar ao próximo, do nosarmos, né, diante da daquilo que nós podemos que nós devemos fazer em relação às vezes a nós mesmos e ao outro também. é muito eh importante quando nós eh nos posicionamos, né, diante daquilo que a gente precisa fazer e mais ainda diante daquilo que a gente precisa mudar em

ção às vezes a nós mesmos e ao outro também. é muito eh importante quando nós eh nos posicionamos, né, diante daquilo que a gente precisa fazer e mais ainda diante daquilo que a gente precisa mudar em nós. Transformação. O receber, o obter, ele precisa estar conectado ao que eu me proponho, ao que eu me disponho a mudar em mim, nos sentimentos que eu já tenho e não sermos como meninos pirrentos, né? Eu quero porque quero e é agora, né? Então é importante a gente pensar, a gente refletir sobre isso, né? O texto do Evangelho, ele vai nos ensinar que por meio da prece, o ser humano se conecta com os bons espíritos, que nos inspiram a fortalecer e nos auxiliam nas decisões mais difíceis da vida. E isso, né, traz para nós o consolo de que somos assistidos constantemente, silenciosamente e amorosamente. Isso que é o assim o o o aspecto mais importante, né, que enquanto às vezes nós estamos, né, no murmúrio dos nossos dias, no murmúrio das situações, né, ali amorosamente, silenciosamente, a espiritualidade já tá ali colhendo, né, aquilo que nós conseguimos expressar, né, para advogar por nós diante da misericórdia de Deus. Mas é muito importante, meus irmãos, que a gente entenda, né, que somos responsabilidade pelo dia de hoje, né, mas por aquilo também que às vezes por uma encúria ou às vezes, né, por uma precipitação, né, eh, realizamos, mas A reencarnação nos oferece a oportunidade de de remissão, de nos redimirmos, de fazermos a diferença, né? Então, é importante nós entendermos que a prece ela não é um pedido mágico de solução imediata, mas é um recurso de transformação interior e que ao orarmos não devemos buscar a mostrar pro outro, né? Isso. Eh, o texto introdutório do capítulo vai nos mostrar através daquelas pessoas que estavam no templo, né, das da maneira como cada uma delas se expressou, né, na em forma de oração. Então, não é pelo muito falar ou pela alteração da sua voz, não, mas é pela sinceridade do seu coração, por aquilo que fala lá no fundo, né, bem no fundo da alma

expressou, né, na em forma de oração. Então, não é pelo muito falar ou pela alteração da sua voz, não, mas é pela sinceridade do seu coração, por aquilo que fala lá no fundo, né, bem no fundo da alma e principalmente, né, no movimento que nós fazemos para transformar, né, aquele homem velho no novo, novo ser que surge, né? E nessa busca dessa oração trazer a lucidez, né? buscar o equilíbrio para enfrentar as provas do dia a dia, porque não viemos aqui a passeio, não estamos aqui de forma aleatória. Todos nós, cada um de nós temos eh os objetivos para os quais nós fomos convocados. E pode ter certeza que não foi uma convocação compulsória, né? Nós estávamos lá, nos alistamos, colocamos o nosso nome na lista, aguardamos com ansiedade esse momento de estarmos aqui e e quando aqui estamos, né, às vezes não sei dessa família complexa, difícil, às vezes uma profissão que é, né, desvalorizada, né, tudo bem, né, vamos fazer o que for possível fazer, mas vamos nos posicionar em fazer. Começando por nós mesmos, o que eu posso modificar hoje, né? e entendermos que lá no item 12 dessa passagem do Evangelho, essa reflexão ela vai se aprofundar um pouco mais, porque Kardec vai nos mostrar a a origem, né, dos nossos sofrimentos que tá lá nas nossas escolhas, né, e que nós precisamos trazer essa consciência. mesmo nesse processo da inconsciência, mesmo nesse processo do esquecimento, mas entendermos que se estamos aqui, se estamos nessa condição, ainda há, né, muito o que aprender, ainda há muito o que colocarmos em, vamos dizer, dizer em em ação, né? Porque a espiritualidade e como um bom pai, né? A gente não pode livrar o filho das das consequências, né? Da mesma forma, né? Não, você fez, você vai pagar, mas eu estou aqui para te ajudar. Tô aqui para te auxiliar. E assim, da mesma forma, né, essa espiritualidade amiga fazer já faz conosco. E vamos lá, você vai conseguir força, né? Não é fácil, né? E eles nos dizem muitas vezes, né? Já estivemos aí, né, no lugar, já tivemos o seu lugar, nós já

espiritualidade amiga fazer já faz conosco. E vamos lá, você vai conseguir força, né? Não é fácil, né? E eles nos dizem muitas vezes, né? Já estivemos aí, né, no lugar, já tivemos o seu lugar, nós já passamos por isso, mas a gente sabe da capacidade de cada um de conseguir, né? eh resolver. E como é gostoso, né, quando a gente passa por esses momentos de dificuldades e a gente chega lá na frente e olha e fala assim: "Não, não tem como eu ter passado por isso sozinha, não é impossível, né? Não tem jeito. Não era dentro da capacidade da Jaqueline, não era dentro da capacidade humana, né, de uma mulher passar por essa situação e chegar aqui onde eu cheguei, né? Estar aqui agora nesse momento. E são inúmeros os exemplos, né? em em inúmeras às vezes em que a gente olha para trás, basta a gente parar e olhar. E a gente vai então perceber que a gente conseguiu, seja num momento, né, de intensa dor, da perda de alguém que a gente ama, da despedida, né, materialmente falando, porque o espírito vive, seja na perda de bens materiais, que nós ainda somos pessoas muito apegadas, seja na circunstância de uma doença, né? Porque elas vêm às vezes provocadas pelas mazelas que nós mesmos nessa vida mesmo a gente provocou, né? Como trabalho excessivo, né? Não dando importância a uma alimentação saudável, né? não destinando momentos de de descanso mental, não nos atendendo a uma leitura, né, que pode, que ajuda o nosso cérebro, que ajuda a nossa mente a manter-se ligado na condução dos pensamentos, né? Muito importante, né? Não basta eu apenas pronunciar num determinado momento e me arrepender. Isso é importante. Tem muita gente que às vezes tem vai ao centro e vou colocar o centro como um templo, né, que para nós é a nossa casa, um templo sagrado. vai lá, né? Lá no momento que tá ouvindo a palestra, aquelas palavras vem, nos absorve na alma, a gente chora, né? E chora e banha-se em lágrimas, se arrependendo, né, daquilo que que às vezes porventura pode estar ali o alocacionando aquele espinho na carne,

s palavras vem, nos absorve na alma, a gente chora, né? E chora e banha-se em lágrimas, se arrependendo, né, daquilo que que às vezes porventura pode estar ali o alocacionando aquele espinho na carne, né? Mas saiu da porta para fora, pronto, tá de novo, né? com os mesmos pensamentos, com as mesmas ações. Então, é muito importante pensarmos, né, que a prece ela não pode ser apenas para nos para nos trazer soluções, elas virão, não somos desamparados. Mas é muito importante nós pensarmos nessa transformação interior. É preciso nós refletirmos, será que eu reconheço em mim responsabilidade nas situações em que eu me encontro? Na situação em que eu me encontro? Uma outra coisa que é muito importante, que eu anotei aqui pra gente tá conversando, né? Tenho me permitido ouvir as inspirações do bem. Então, essas três perguntas, né, tenho buscado na prea apenas soluções ou a transformação interior? Eu reconheço a minha responsabilidade nas situações que eu vivo? Tenho me permitido ouvir as inspirações do bem? reflita um pouquinho sobre isso. E se alguém quiser, né, já ir colocando aí no chat, né, as respostas, né, o que que pensa sobre nessas questões, pode ficar à vontade. Daqui a pouco a gente conversa um pouquinho sobre isso. Ao nos colocarmos nessa posição da prece, é muito importante nós pensarmos, né, refletirmos sobre isso. É que nesse momento eu tô querendo só me ver livre daquele problema ou eu realmente reconheço esse problema. como uma possibilidade de recomeçar. E esse barco na vida da gente, ele precisa acontecer, né, do recomeço, né, não só esperar amanhã, amanhã, né? Eu tenho um amigo, ele mora em Brasília e nós trabalhamos juntos no centro lá da cidade de Goiás, que era onde eu antes de vir para Itaperaia onde eu morava. E ele era uma pessoa muito interessante, porque ele demarca, né, o tempo. Então ele fala assim: "Olha, a partir de janeiro, tia Jaque, eu não vou fazer tal coisa ou a partir de novembro eu vou fazer tal coisa". O Diogo, mas nós estamos em abril, em maio, porque você

tempo. Então ele fala assim: "Olha, a partir de janeiro, tia Jaque, eu não vou fazer tal coisa ou a partir de novembro eu vou fazer tal coisa". O Diogo, mas nós estamos em abril, em maio, porque você não começa a fazer hoje? Porque você deixa lá? Não, tia, porque eu vou cumprir a minha programação, né? Então assim, mas o bom dele é que quando chega novembro realmente ele ele tá indo, né? Ele tá lá fazendo, né? Eh, isso é interessante, é foco, né? Mas eu sempre dou a bronca, né? Não deixa para amanhã o que você pode fazer hoje, você marca para novembro e de repente, né? Algo que você pode começar agora. Então esse recomeço ele é importante e é o hoje, é o agora, né? nesse momento e a prece vai nos ajudar porque ela vai nos ela vai nos nos apresentar, ela nos permite abrir o nosso coração, ela nos permite dizer: "Olha, eu não sou, não tenho nada, olha aqui, minhas mãos, né, estão nesse momento vazias, mas me capacita, me dê a força necessária para vencer. para chegar lá, né? E o mais importante, né, ao obter, sabemos que virá, né, ao obter que posição eu me me encontro? E muito cuidado, né, pra gente não incorrer naquele erro de retornar, retomar ao egoísmo, a vaidade, né, como às vezes muitas pessoas fazem, né, no dentro do centro tem uma postura, fora do centro tem outra. Isso não é legal. Nós somos rodeados de testemunhas, né, do plano eh invisível. E às vezes algo que a gente poderia tá exercendo, executando para resolver as situações, a gente tá complexando mais ainda as nossas provas. Então que a gente tem esse cuidado também, né? E esses itens eles vão nos ensinar, né, que a verdadeira fé não pode estar na espera de que todas as coisas se resolvam, mas na construção, né, dentro de nós da força necessária para caminhar com consciência, com humildades e com a confiança. entendermos que somos amparados, sim, mas somos acima de tudo educados pela própria vida. Porque assim como nós, né, que somos imperfeitos, entendemos as necessidades dos nossos filhos, e tentamos buscar de forma

que somos amparados, sim, mas somos acima de tudo educados pela própria vida. Porque assim como nós, né, que somos imperfeitos, entendemos as necessidades dos nossos filhos, e tentamos buscar de forma coerente, consciente, né, eh, embora essa realidade ainda não seja, né, de muitos lábios, a gente ainda vê eh ainda ainda de paz, né, oferecendo tudo, dando tudo, achando que aquilo é o suficiente, né, que esse é o caminho e às vezes o o que a criança ou adolescente às vezes precisa é a presença, né? A gente ainda vê muito isso, mas a espiritualidade, Deus, na sua infinita bondade e misericórdia, ele não erra conosco, né? Então isso é é muito muito importante. E não sei como é que tá o tempo aí. Eh, Gláuscia, >> o tempo já extrapolou. >> É, eu ainda tive um probleminha ali, né? Mas antes de finalizar, >> se me for permitido, eu posso só fazer uma leitura, >> claro, >> do livro Rumo Certo, né? >> Sim. >> Eh, de edição da da FEB também, né? Dititado aí do Chico Xavier, editado pelo Espírito Emanuel, do capítulo 28, que diz assim: "Olha, imperfeitos mais úteis". E aí, eh, só para fechar, né, essa essa primeira parte, ele diz assim: "Olha, busque e acharás", prometeu nosso divino mestre. Insistamos no esforço e com apoio no esforço alcançaremos a bênção da realização. Em todos os lugares somos defrontados por irmãos que se afirmam inúteis ou demasiadamente inferiores e que, por isso, se declaram inabilitados a servir. Entretanto, que tarefeiro crescido em experiência terá fugido rude labor da iniciação? Onde está o artista exímio que não haverá de repetir detalhe a detalhe das atividades criadoras a que se afeiçoa e em que se aperfeiçoa a fim de assenorear os recursos da mente e da natureza. Se ainda perguntas pela ação que te compete na seara do bem, toma lugar na caravana do serviço, consagrando alma e tempo ao concurso que lhe possamos prestar e sustentando o devido respeito ao missionário da cúpula no levantamento do mundo melhor, abracemos com alegria os nossos deveres nos alicerces.

rando alma e tempo ao concurso que lhe possamos prestar e sustentando o devido respeito ao missionário da cúpula no levantamento do mundo melhor, abracemos com alegria os nossos deveres nos alicerces. Para isso, no entanto, para que desincubas das próprias obrigações, não requisites uma ação particular. Apresenta-te simplesmente no campo das boas obras e começa fazendo algo em favor de alguém. E vou parar aqui, né? Continuo mais um pedacinho, mas como o nosso tempo já não permite, né? E com essa lição, né, de Emanuel aqui, imperfeitos, mas úteis, eu quero dizer a todos, né, que a dor ela vem, mas quando ela nos encontra no trabalho em favor do próximo, né, dentro dos princípios da caridade, ela nos aguarda finalizar. E nesse nesse tempo que ela demora para chegar, ameniza muito, nos fortalece o bastante para suportar, né, as dores e os desafios dos problemas que vivemos hoje. Então, que nós nos posicionemos nessa nessa circunstância de pedir, tendo a certeza de que obteremos, mas acima de tudo que aprenderemos servindo a Jesus, ao nosso mestre. >> Muito obrigada, Jaquel. Excelentes reflexões. Olha, eu gostaria de destacar que acho que a a pergunta que nós devemos fazer, né, onde busco a força para para passar pelos desafios, as vicissitudes e ter clareza de que o item 12, né, ele vem trazendo essa pontuando pra gente que existem duas formas pelas quais a gente passa pelas dificuldades. a gente não modifica, é aquilo que nós devemos para o nosso aprendizado. A segunda é aquela que a gente poderia evitar. E nesse item 12, olha, a Cátia lembrou aí, colocou para nós, está assim: Se não ultrapassássemos o limite do necessário na satisfação das nossas necessidades, não apanharíamos as enfermidades que resultam dos excessos. Nem experimentaríamos as vicissitudes que as doenças acarregam. Se puséssemos freio à nossa ambição, não teríamos de temer de recear a queda. Se fosses, se fôssemos humildes, não sofreríamos as decepções do orgulho abatido. Se praticássemos a lei, a lei de caridade,

puséssemos freio à nossa ambição, não teríamos de temer de recear a queda. Se fosses, se fôssemos humildes, não sofreríamos as decepções do orgulho abatido. Se praticássemos a lei, a lei de caridade, não seríamos maldizentes, nem invejosos, nemciosos, e evitaríamos as disputas e discensões. Se mal a ninguém fizéssemos, não houveramos de temer a vingança. E ainda coloca, etc., né? Etc. Então, tem muitos males que a gente passa, é resultado da da nossa não aplicação de sabedoria, né, Jaqueline? Porque é a sabedoria pegar o conhecimento e aplicar com bom senso, trazendo sempre observando a lei divina, né? Sempre pensando fazer ao outro aquilo que eu gostaria que fizesse para mim mesma. Então, >> sempre a gente deixando o orgulho, né, e o egoísmo, né, eh, sobrepondo a a razão de nós mesmos, né? Então assim, infelizmente a gente ainda tem muito disso, muito, muito, né? Temos que estar sempre vigilantes, né? >> Sim. Eh, Rose, enquanto a Jaqueline falava, cada palavra tinha um significado. E no momento em que você disse, Jaqueline, que estamos todos embrenhados em muita tecnologia, lembramos aqui que também esse acesso à tecnologia já acontece a partir da adolescência. E muitas crianças entrando na fase de adolescência, muitas vezes prematura, elas já têm esse acesso muitas vezes pouco acompanhado dos pais. Recentemente nós vimos um caso e eu gostaria aqui só para você assim trazer um fio de esperança. Ah, uma linda menina muito bem cuidada, tratada, educada. Isso foi dito eh dentre todos os vizinhos que acompanharam aquela menina crescer e como ela era muito amada, a atenção dos pais para com ela. Aos 13 anos, ela já tinha aprendido algumas línguas que ela gostava muito, estrangeiras. Ela se destacava na escola, era uma menina que era eh sempre estava a no meio dos colegas e sempre se destacando. Mas o que os pais pensavam que sabia era que tudo que ela fazia eles estavam atentos. Só que a tecnologia, embora a mãe cuidasse, olhasse, pegasse no no na mão dela o celular, mal sabia que algumas

o. Mas o que os pais pensavam que sabia era que tudo que ela fazia eles estavam atentos. Só que a tecnologia, embora a mãe cuidasse, olhasse, pegasse no no na mão dela o celular, mal sabia que algumas dessas estavam em acesso, coisas que poderiam sugerir a retirada da vida. E foi isso que aconteceu. A mãe, por mais que olhasse, não percebeu que ali a filha estava buscando e já tinha falado pros colegas: "Olha, se eu não vir amanhã, é porque eu vou fazer isso e isso". E no último dia, ela disse: "Se eu não vir amanhã", ela levou na escola a carta de despedida para que os colegas vissem. E os colegas vendo, não disseram em casa para os pais. E essa criança de 13 anos, uma linda menina, ao ser abraçada no seu último olhar com os pais em casa à noite, já no final de noite, a mãe pede que ela vai escovar os dentes. O pai depois replica o pedido da mãe, vai dá um abraço nela, lhe beija, diz que a ama, é o último que a vê. E ela salta ao entrar no quarto do sétimo andar. Ninguém, absolutamente ninguém entendeu. Passado alguns dias, a mãe então vai basculhar melhor, eh tentar entender o entendível e viu que ela estava na internet pegando celular e buscando como é que se saltava de um prédio. A minha pergunta é para finalizar, crianças estão tirando a vida pelo esse acesso de tanta internet em casa que está trazendo pessoas desconhecidas para o seu quarto. E esses pais hoje enlutados, como é que a gente pode dizer para esse excesso de internet que esses pais tentaram cuidar, mas principalmente essa vida que é essa menina, ela se seifou, ela se acabou? Ou como o espiritismo pode trazer um fio de esperança para aqueles que estão ainda vivos, encarnados e para esses pais que perderam tão ter idade essa criatura aos 13 anos. A vida continua, Jaqueline? >> Sim, a vida continua e traz as responsabilidades das escolhas que a gente faz, né? Tanto para os pais, né? em relação e é lógico e e isso é uma coisa que a gente precisa ter bastante cuidado ao tratar das questões, né, com os familiares de de suicidas,

escolhas que a gente faz, né? Tanto para os pais, né? em relação e é lógico e e isso é uma coisa que a gente precisa ter bastante cuidado ao tratar das questões, né, com os familiares de de suicidas, independentemente da idade que eles tenham, a questão da da culpa, né? Às vezes as pessoas se se culpam muito, né? Ah, eu deveria ter feito, deveria ter agido assim, né? É, é muito importante. A vida, ela ela continua rosque e ao nascer nós trazemos, né, eh já impregnado em nós algumas eh alguns sentimentos que tá inerente em nós, né, a seres que visivelmente a gente observa tem de tudo, né? Provavelmente essa criança, né? E tantos outros que a gente vê que quando a gente senta, né, na na nas escolas, a gente vai observando, tem de tudo, né? Tem iPhone, né? Telefone de última geração, tem computador, tem acesso, são viagens, né? via, vão pro exterior, enfim, tem de tudo, porém eh são ainda eh imatur do no aspecto emocional, então precisam desse cuidado emocional, né? Então ali a evangelização, né, contribui eh a religiosidade, ela pode ser um fator que pode auxiliar, né, não como uma imposição, mas algo que cresce dentro do outro, né, o encontro consigo mesmo, né? Então assim, são aspectos que nós hoje precisamos observar e na continuidade da vida, né, na na situação eh em que esse ser, né, esse indivíduo hoje, esse espírito desencarnado se encontra, não há como nós determinarmos é assim ou é assado, né? vai ser assim ou vai ser de outra forma, porque cada caso ele é visto e é estudado de acordo com o seu momento, aquilo que que o que o ser tá vivendo, né? O que nós sabemos é da misericórdia de Deus e que não ficarão desamparados. Isso a gente tem certeza. Pode demorar o tempo que for, porque agora é um recomeço, né? Uma reestrutura novamente, né? E mas isso deixa um sentimento muito profundo mesmo entre nós, espíritos, o que nós devemos fazer, o que nós podíamos fazer e que nós fiz não fizemos, né? Então, falar mais do evangelho, eu acho que levar Jesus aos corações, sabe? levar essa

undo mesmo entre nós, espíritos, o que nós devemos fazer, o que nós podíamos fazer e que nós fiz não fizemos, né? Então, falar mais do evangelho, eu acho que levar Jesus aos corações, sabe? levar essa essa motivação da própria prece como elemento de encontro, né, entre o a o ser e o criador, entre a criatura e o criador. Eu acho que isso é um aspecto muito importante, né, da forma como ele se expressa, sem finalidade eh de nomenclatura ou de religião assim ou religião assado. Porque o que nós precisamos hoje como como seres, como criaturas, é termos um encontro verdadeiro com o nosso criador, entendermos, né, que estamos aqui cumprindo uma finalidade específica, né, de amor, de fraternidade. É isso que eu que eu penso sobre essa questão. E o que a gente pode oferecer nesse momento é a nossa prece, nossas boas vibrações, né? Rogar a Deus e dê a assistência à criança e aos pais, porque a dor é incomensurável, né? E lembrando que Deus é todo misericórdia, todo proteção, todo cuidado. E nós não podemos negligenciar a oportunidade de apresentar Jesus. as nossas crianças, né, de falar, de sentir, de vivenciar, de exemplificar, sobretudo mais diálogo. Estevan está colocando que que fatalidade. Mas eu já cansei de ver crianças de 0 a 10 anos ficar com celulares de todos. Muitos eh dos pais, né? Os pais dizem que é devido a criança ser muito inteligente e tá deixando boa noite. Isso nós temos que limitar, ter coragem para limitar. Eh, como você disse bem, Jaqueline, eh, na maioria dos casos é a presença não presente, né, que eles precisam. E dessa forma acaba negligenciando o limite ou não, não, né? O sim, sim, não, não, que é importante paraa educação. Somos espíritos imortais. O Espiritismo vem nos eh clarificar isso. Somos todos filhos de Deus, Pai, e os nossos filhos estão sob a nossa responsabilidade, né? OK. Rose, você gostaria de falar mais alguma coisa? Só agradecendo as palavras, a explicação da Jaqueline nos traz aí a certeza, né, da desse consolo que o Espiritismo nos traz, onde algumas

dade, né? OK. Rose, você gostaria de falar mais alguma coisa? Só agradecendo as palavras, a explicação da Jaqueline nos traz aí a certeza, né, da desse consolo que o Espiritismo nos traz, onde algumas religiões colocam como o fim da vida ou como inferno ou purgatório, o Espiritismo vem nos selar da esperança e o propósito da prece que nós estamos hoje para aquele que está do outro lado, bem como para nós que aqui nos encontramos na carne. Obrigada, viu, Jaqueline? Eu só tenho agradecer pela oportunidade, Jaqueline, de estar aqui conosco. A Rosi Kelly também, a todos vocês que estão nos acompanhando nesse momento, um grande abraço. Nossa gratidão. Eh, nós pedimos é que curtem, compartilhem para que essa palavra, né, o evangelho, a luz do os ensinamentos de Jesus, à luz da doutrina espírita. possa alcançar mais corações, acolhendo, consolando, amparando, esclarecendo e orientando também. Agradecemos também a todos que acessarão nosso evangelho no lar e nós convidamos para estarem conosco na nossa próxima quarta-feira. Fiquem com Deus, muita paz aos nossos corações e nós vamos encerrando, colocando a nossa poesia que foi escrita especialmente para a noite de evangelho no mar. Fiquem com Deus. Evangelho no lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor.

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