A LEI DE AMOR - Andréa Nunes [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 07/05/2025 (há 11 meses) 1:06:01 603 visualizações

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Transcrição

Boa noite, sejam todos muito bem-vindos ao auditório Bezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília para mais um encontro de estudo, para mais um encontro fraterno. Boa noite também aqueles que nos assistem pelo YouTube, pelas redes da casa. Sejam também todos muito bem-vindos nessa noite de estudo. Como disse, eh é sempre bom a gente buscar uma sintonia para o que vamos ouvir durante a palestra e para que facilite a assistência que os bons espíritos dão a cada um de nós já em tratamento aqui nesse auditório. Então, hoje eu trouxe aqui pra gente do livro Gotas de Esperança do Lorival Lopes, a mensagem 205 e ela diz assim: "Siga em frente, uma adversidade, um empecílio são provas a sua resistência. Em meio às dificuldades, sua força aumenta de intensidade. Sem problemas você não cresceria interiormente. São como as provas da escola, servem para ferir o desenvolvimento do aluno, mas também para adestrá-lo a enfrentar obstáculos. Supere os hóbes em toda ocasião. Confie em Deus acima de tudo. Acredite também nas suas próprias forças. Enfrente. Vá adiante. Use discernimento. Se não der certo de um jeito, tente de outro. Lutando, a semente vitoriosa rompe o chão e se mostra ao sol. Aproveitemos então essas palavras de incentivo nosso irmão Ludival Lopes e e nos imaginemos, como ele diz ao final do texto, como a semente vitoriosa que rompe o solo e segue em direção ao sol. Nós estamos muitas vezes envolvidos em pensamentos que nos prendem de maneira excessiva a vida material. Vamos fazer um esforço para deixarmos esses pensamentos um pouco de lado, romper com essa carapaça e enxergar com os nossos olhos espirituais o plano espiritual, o nosso anjo guardião, os nossos espíritos amigos e sobretudo vibrando sobre esta casa. nosso Senhor Jesus Cristo e assim dizer a ele: "Mestre, muito obrigado por mais um dia dessa encarnação e por mais um momento em que podemos estudar um pouquinho mais sobre o que tu disseste. com a tua permissão, com a permissão de Bezerra de Menezes, o

e, muito obrigado por mais um dia dessa encarnação e por mais um momento em que podemos estudar um pouquinho mais sobre o que tu disseste. com a tua permissão, com a permissão de Bezerra de Menezes, o patrono espiritual desta casa, nós passamos a etapa da palestra. Que assim seja. E hoje, moçada, nós vamos receber nossa irmã Andreia Nunes com a seguinte palestra, a lei de amor. Vamos prestar então bem atenção, Andreia. Obrigado. Boa noite a todos. Mais uma vez, alegria imensa, mais uma terça-feira para falarmos de um tema que é tão sublime, tão essencial para todos nós e que às vezes, e por que não admitirmos quase sempre, escapa da nossa reflexão diária. lei de amor. E essa expressão amor, ela possui muitos significados, muitas interpretações. Ela é por natureza compreendida como a expressão nominal de um sentir complexo, mas isso se dá muito ainda pela nossa natureza insistente. na resistência de nos compreendermos como espíritos temporariamente ocupantes dessa capa física. Queridos, precisamos falar, refletir, estudar a lei de amor pelos ensinos. da nossa doutrina espírita. Nós nos encontramos com o primeiro convite, talvez mais tocante para refletirmos sobre o poder de se sentir amor. Quando nos deparamos com a busca de respostas às realidades que não queremos vivenciar no mundo, quando olhamos para o lado, para trás, no tempo e para o hoje e percebemos situações, anomalias na vida, em sociedade, a presença frequente da violência, dos distúrbios. E nestes momentos pensamos onde está o bem, onde está o amor. Queridos, nos valemos aqui do convite que a doutrina espírita nos oferece para refletirmos sobre este sentimento lei, a lei de amor. E a provocação luminosa que recebemos e que nos impacta muito. Quando chegamos às buscas, às leituras ou mesmo aos estudos da nossa primeira obra básica, o livro dos espíritos, vamos compreender então um pouco mais sobre as leis morais, mas afinal por a humanidade vive em tantos flagelos, reconhecidos como flagelos Destruidores. Foi a pergunta que o

a, o livro dos espíritos, vamos compreender então um pouco mais sobre as leis morais, mas afinal por a humanidade vive em tantos flagelos, reconhecidos como flagelos Destruidores. Foi a pergunta que o professor Allan Kardec fez para diferentes médiuns, em diferentes locais, em diferentes cidades, muitas vezes repetida para pessoas que nunca se viram, nunca se comunicaram. Professora Allan Kardec fez a pergunta, foram mais de 1900 perguntas e dentre elas a questão 737 da lei de destruição do livro dos espíritos. Por que a humanidade precisa enfrentar tantos flagelos destruidores? E o professor Allan Kardec recebeu as mesmas respostas dos espíritos guiados por Jesus, que nos revelaram sistematizadamente a realidade da vida espiritual. E a resposta à pergunta foi para fazer a humanidade progredir mais depressa? Essa é a primeira linha de uma resposta que tem quase uma página ou mais. Resposta à questão 737 do livro dos espíritos nos diz que a humanidade enfrenta flagelos destruidores porque ela precisa progredir mais depressa. E que progresso é esse, queridos? É o progresso moral, o progresso espiritual. Mas se nós nem reconhecemos que somos espíritos imortais, muitas das vezes insistimos na leitura apenas do tangível, como evoluiremos no nosso sentir, nas nossas intenções, que é É o que vem do princípio inteligente individualizado dos seres inteligentes da criação, que é o que somos. Queridos, é inquietante essa resposta, porque a destruição que é corrigida nessa terminologia pela própria espiritualidade, onde lemos destruição, devemos ler regeneração. lei de regeneração, ela nos orienta que devemos, o quanto antes possível, cada um ao seu tempo, cada um da sua forma, devemos refletir, compreender e, acima de tudo, viver. ver o amor. Porque se assim fizermos, se essa for a nossa opção, nós já estaremos evoluindo, já estaremos progredindo e, portanto, não há que se falar em flagelos. Não há que se falar em sofrimento, porque no estágio em que nos encontramos, a dor ainda é instrumento.

s já estaremos evoluindo, já estaremos progredindo e, portanto, não há que se falar em flagelos. Não há que se falar em sofrimento, porque no estágio em que nos encontramos, a dor ainda é instrumento. Mas na sabedoria maior do pai criador, da inteligência, amor, inteligência suprema, nós somos livres para escolher, livres para pensar, livres para irradiar a nossa intenção, livres para agir. Queridos, então o nosso convite de hoje é para que possamos cuidar dessa expressão, desse verbo primeiro maior, o verbo amar. E aqui estamos na dimensão do amor universal. fraternal, aquele que devemos movimentar em nós no primeiro momento do dia, no nosso despertar, quando somos convidados a amar aquilo que somos, a amar a oportunidade desse instrumento, corpo físico. existência material, compreender o sentido de sermos portadores dessa luminosa oportunidade de amar. E mesmo antes de completarmos o movimento do levantar, quando nos permitimos um agradecimento, porque o verbo agradecer, a própria expressão fonética e de significado nos diz: "Permita que a graça descer agradecer quando vivemos a gratidão nos primeiros momentos, nas primeiras horas do dia, por sermos capazes de ver, ouvir, sentir, nos movimentar, servir, queridos, tudo muda para melhor. Eu costumo usar muito essa expressão. Peço licença e reproduzo aqui pros irmãos que certamente já ouviram. Não precisam acreditar no que nós estamos dizendo. Testem, experimentem, analisem, comparem a atitude de reconhecer o valor que nós, que cada um de nós tem e, portanto, agradecer. Não importa o tamanho do nosso problema, queridos, se nós estamos enfrentando e vivendo esta circunstância, esse problema, essa dor, esse desafio, é porque nós estamos prontos para vencê-lo, porque há mais de 2025 anos, atrás nos foi dito por Jesus, nosso guia e modelo, que é o grande disseminador dessa expressão luminosa amor, que nós não recebemos um fardo maior do que a nossa capacidade de suportar. Então, às vezes parece muito pesado, muito difícil, mas Jesus também nos

grande disseminador dessa expressão luminosa amor, que nós não recebemos um fardo maior do que a nossa capacidade de suportar. Então, às vezes parece muito pesado, muito difícil, mas Jesus também nos alertou. Vinde a mim. sempre ouvimos, já ouvimos muito, recorremos, né, a essa expressão. Vinde a mim, vós que estais sobrecarregados, porque eu vos aliviarei. E alivia mesmo, porque foi Jesus também que nos disse que a gente pode pedir ajuda, a gente pode pedir e nós vamos obter. Sempre que fizermos isso, com um sincero desejo de acertar, de melhorar, de progredir, de servir, devemos pedir coragem, paciência, resignação e vamos obter muito mais. Paciência, perseverança, autoconfiança. Queridos, são expressões fortalecedoras e libertadoras de todos nós. Mas do que precisamos nos libertar? Dos nossos vícios. dos nossos vícios mentais, dos nossos esquecimentos, o esquecimento do valor desse minuto no despertar da manhã, do valor de um bom dia, de um boa tarde, de um boa noite, de um olhar sincero, desejando que o irmão prossiga. Vai em paz, meu irmão. Não necessariamente uma doação material, mas um olhar. Nós nos esquecemos do valor e do impacto das pequenas e mais singelas atitudes que nos permitem a vivência. desse sentimento de alto nível chamado amor. E se continuarmos positivamente inquietos, tentando compreender as mensagens que chegam pelos áudios, pela palestra, pela pelos estudos, pelos livros, vamos novamente encontrar a prioridade chamada Auto amor, auto perdão. Mais uma vez nos ensinos que Jesus nos trouxe há mais de 2025 anos atrás e que são rememorados, reeditados, reescritos de forma melhor, por mídias melhores, a todo tempo, tamanha atualidade e tamanha sede que todos nós temos de amar. Se nós nos permitirmos o bom uso dos ensinamentos dos evangelhos, nós vamos reconhecer a nossa capacidade de mudar para melhor o nosso estado mental, o nosso estado afetivo, intelectual, atitudinal. Normalmente os nossos vícios nos levam para aquilo que não temos, aquilo

amos reconhecer a nossa capacidade de mudar para melhor o nosso estado mental, o nosso estado afetivo, intelectual, atitudinal. Normalmente os nossos vícios nos levam para aquilo que não temos, aquilo que não somos e o que está distante a alcançar. Essa é a nossa cara. a gente prioriza e se posiciona diariamente diante daquilo que não se tem e que não se é, o que nos corroi energeticamente e cedemos pouco espaço para agradecer tudo que já fizemos, tudo que somos. Porque somos muito, somos capazes de gestos que eu disse aqui inicialmente que parecem tão simples, tão singelos, que nada custa. O gesto de agradecer, o gesto de olhar nos olhos a atitude de ser bom, de ser útil antes das buscas diárias que todos nós fazemos para cumprir as agendas, as tarefas, para realizar os serviços domésticos, as entregas de trabalho profissional em todos os campos da vida. Então a gente acaba invertendo a ordem do amor e aí fica difícil lá no meio-dia, no sol quente, na parada de ônibus ou no trânsito. Às vezes fica bem mais complicado encontrar o oxigênio do bem, da paz interior nos ambientes mais diversos, onde as pessoas estão sempre, sempre ou olhando para baixo, teclando, né, ou muito ansiosas. as pressas. Esse tem sido um padrão geral, queridos, que nós precisamos despertar e recompor nas nossas mentes, nos nossos corações, no nosso dia a dia. Ah, mas amanhã a gente tem muito para fazer. que venham amanhã, mas que possamos renascer com o sol que nos ilumina sempre, buscando entender um pouco mais, inquietos ainda para saber como funciona. Será que vale a pena mesmo viver essa lei de amor? Aonde ela está escrita? Quem a pratica, quem a aplica? Queridos, todos nós temos a lei maior de amor, gravada, plasmada em nossas consciências. Ah, mas somos esquecidos. É bem verdade, mas não por muito tempo. Porque o amor, o desejo do bem, da paz, o desejo sincero e sentido, a intenção próspera, ela nos faz sentir sede e fome de amar. e fazer o bem. A gente só precisa começar pelo começo, pelo que

tempo. Porque o amor, o desejo do bem, da paz, o desejo sincero e sentido, a intenção próspera, ela nos faz sentir sede e fome de amar. e fazer o bem. A gente só precisa começar pelo começo, pelo que vem primeiro, pela alma, por nós, pelo ser. nos amando. Isso significa necessariamente bater no próprio ombro, reconhecer todos os nossos limites e imperfeições. Começa aí o pacote completo do autoamor. Não é só da parte bonita, boa, tangível, visível, do momento elogio, do momento certificado, diploma, do momento aplauso. O autoamor é uma expressão de inteligência, onde nós passamos a compreender o serviço prestado pelas nossas fragilidades e passamos a dialogar com elas, com as nossas quedas, com os nossos limites e imperfeições e não fugir ou fazer de conta que não existe. E ao construirmos esse diálogo de minutos, de segundos ou do tempo que cada um entender necessário para si, nós passamos a enxergar o outro como alguém próximo. Nós passamos a enxergar o outro como próximo, a começar em casa necessariamente, mas nós vamos ampliar, expandir essa visão do outro, do próximo, para todos os nossos ambientes de vivência. E é nesse momento que nós vamos descobrir em nós alguém que nós não achávamos que existia na nossa identidade. Um ser que há tempos atrás, dias, meses, anos ou segundos ou não teria a paciência de olhar um pouco mais detidamente na altura dos olhos ao outro. Nós descobriremos em nós uma paciência, uma capacidade de deixar ir, de confiar. E nós vamos aos poucos nos nutrindo desse círculo virtuoso que começou. com o amor a nós mesmos. Porque quando recebemos um movimento afirmativo, positivo, um agradecimento, um gesto de educação, uma voz que nos agradece, nós passamos a recepcionar, a, melhor dizendo, a absorver nutriente. essenciais paraa nossa existência sã. Por isso, queridos, é tão importante, tão valiosa a decisão de estarmos aqui hoje nos permitindo essa escuta, o serviço da assistência espiritual. Nós estamos regando a plantinha, a semente que está em

or isso, queridos, é tão importante, tão valiosa a decisão de estarmos aqui hoje nos permitindo essa escuta, o serviço da assistência espiritual. Nós estamos regando a plantinha, a semente que está em nós, pronta para romper a barreira do solo, crescer e florescer a semente da lei de amor. Mas enquanto deixarmos para lá, para depois, enquanto não nos abrirmos a esta vivência no nosso dia a dia, com o próximo, mais próximo que tá na família, que é esposo, esposo, o filho, a filha, os parentes que estão ali na nossa órbita primeira de existência. ao vizinho, aos colegas, aos líderes e a todos aqueles que passam pelo nosso ambiente de visão, de convivência. Enquanto resistirmos a est a esta vibração pelo bem, nós estaremos desperdiçando a nossa potência realizadora. Queridos, seria assunto para um curso inteiro, mas precisamos compreender cada vez mais a nossa natureza espiritual. Que bom que a ciência humana já está avançando em reconhecer que há em nós algo mais do que o corpo, do que o físico. Porque é deste magnetismo que precisamos para avançar no nosso dia a dia. como que a gente coloca em prática, como é que a gente começa, como é que a gente pode então botar a mão na massa dessa lei de amor e fazer com que ela aconteça mais frequentemente nas nossas vidas, para que a gente não esqueça, para que a gente valorize mais a nós mesmos. Vamos lá. Jesus de novo, dentro do mandamento maior, do ensinamento maior, da lei principal primeira, muito bem retratada pelo espírito Lázaro, nas instruções dos espíritos sobre a mensagem sobre a lei de amor, no capítulo 11. do Evangelho Segundo o Espiritismo. Mas nesta mesma passagem que é de Jesus, amar ao próximo como a si mesmo, ele nos deu um comando. Ele nos deu uma expressão muito potente. dentro da do exemplo do Cristo, né? Simplicidade, potência, magnetismo para o bem. Como movimentar a lei de amor em nós? Como viver dentro da lei de amor com uma expressão, não fazer ao outro aquilo que nós não gostaríamos que nos fosse feito. Ou na

potência, magnetismo para o bem. Como movimentar a lei de amor em nós? Como viver dentro da lei de amor com uma expressão, não fazer ao outro aquilo que nós não gostaríamos que nos fosse feito. Ou na afirmativa, fazer ao outro aquilo que nós gostaríamos que nos fosse feito. tão simples, tão plena, tão potente. Quantas vezes utilizamos esta reflexão com direcionador para a nossa tomada de decisão? Quantas vezes são poucas? O que eu estou pensando? O que eu estou fazendo? o que eu estou desejando ou o que eu estou verbalizando, eu gostaria que fosse pensado, decidido e verbalizado a mim? Se a resposta for não, pare, reflita, reelabore esse momento, porque todos nós, absolutamente todos nós, temos o nosso estoque de desafios existenciais. Muitas vezes a gente acha que o mundo tá caindo só na nossa cabeça, mas não é verdade. Todos nós temos momentos de crise que são momentos de regeneração. São momentos que nos impulsionam para progredirmos moralmente, espiritualmente mais depressa. Lembram da pergunta 737 do livro dos espíritos da lei de destruição? É para isso que estes solavancos na vida, que estas exposições e situações que não desejamos são apresentadas a nós para que possamos reverter e solucionar. Agora, usar a vivência da lei de amor não significa só um caminho para amenizar as nossas dores, para inverter a equação de queixa, culpa, punição para esperança, fé, renovação, realização. Não é mais para cada momento de vivência da lei de amor que começa, lembram, no agradecer, deixar a graça descer logo de manhãzinha, que começa aí e se estabelece no uso da expressão que Jesus nos ensinou. não fazer ao outro o que nós não gostaríamos que nos fosse feito. Com essa atitude, se for uma vez, no mês, na semana, no dia, na hora, enfim, qualquer esforço para avançarmos na vivência dessa lei de amor, não vai só nos ajudar. Esse magnetismo se irradia, queridos. E nós não estamos sós, nós estamos sempre amparados, acolhidos, cuidados pela nossa família espiritual, pelos nossos mentores,

lei de amor, não vai só nos ajudar. Esse magnetismo se irradia, queridos. E nós não estamos sós, nós estamos sempre amparados, acolhidos, cuidados pela nossa família espiritual, pelos nossos mentores, guardiões, pelos nossos entes queridos que já retornaram para o plano espiritual antes de nós. E muitos deles recuperados, restabelecidos, são autorizados por viverem tanto o desejo do amor, do bem, são autorizados a retornarem para nos ampararem também. E aí uma gotinha do nosso esforço reverbera. Nós nas nossas limitações, nas nossas necessidades de medir, né, de saber, de tangibilizar tudo, não reconhecemos este efeito. Um pequeno gesto, um grande resultado. Ah, mas tá onde o resultado? Tá escrito aonde, né? Cadê? Resolveu. Calma. Vamos tentar fazer um melhor uso desse saber que todos nós temos guardado em nós da nossa natureza invisível, espiritual, energética, elétrica. que é o que põe tudo para funcionar. Espírito espírito, uma semimatéria, uma de quinta essência e corpo físico. Ó, tudão. É isso. Tudão que nós somos é o soma. Então, precisamos nos valer desse saber. para termos a grandeza de olhar para nós e sabermos que há muito mais do que encontramos no que vemos e no que tocamos. Existe um plano maior, existem dimensões maiores do que a que a gente vive aqui. Então, o que que a gente faz com a realidade que nós encontramos? segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado e domingo também o melhor uso delas, porque se elas nos inquietam, nos fazem ter dúvidas, ter movimentos emocionais, hora de realização, de alegria, hora de dor, de inquietação e tristeza, isso é muito Quanto podemos fazer com um minuto de atenção concentrada? Muito conhecimento podemos absorver. Podemos mudar o dia de alguém com um olhar sereno, desejoso de que tudo se harmonize, se organize cresça positivamente ao desejarmos ao outro, ao entregarmos a nossa melhor intenção e um desejo sincero do bem e do progresso, nós passamos a ser proprietários verdadeiros desta entrega, porque a gente só possui o que a gente dá.

armos ao outro, ao entregarmos a nossa melhor intenção e um desejo sincero do bem e do progresso, nós passamos a ser proprietários verdadeiros desta entrega, porque a gente só possui o que a gente dá. também é ensinamento que Jesus nos deixa, que a espiritualidade amiga, protetora e fraterna, que ditou os princípios e leis codificados na biblioteca, bíblia, mas que aqui está há 200 anos disponível para nós na codificação. espírita. Queridos, por mais que as imagens das TVs nos inquietem com as cenas de guerra, de revolução, de revoltas, com as violências, nós temos o poder de transformarmos a nossa realidade. é de cada um esse poder. E ele começa com a compreensão da essência que todos nós trazemos, que é a essência do bem e do amor. Porque o bem paira, o bem está, o bem é. O mal não, ele precisa de muitas manchetes para aparecer. Se nós não tivéssemos o amparo da lei de amor que Jesus materializou, ensinou, provou que pode, que podemos todos, vós sois deuses, podeis fazer o que eu faço e muito mais. Aí dei puxãozinho de orelha necessário. Ó homens de pouca fé, o que estamos fazendo desse saber, queridos? Então, que possamos a cada dia despertar com muita sede de amar. com muita fome de amar e fazer o bem. e que a gente já comece a saciar essa fome e essa sede brandamente, reconhecendo que estarmos aptos a ver, ouvir, sentir, falar, ler, raciocinar, cozinhar, trabalhar, arrumar a casa, isso é muito, porque trabalho é toda e qualquer ação útil. Trabalho é lei divina, universal, natural. Então, que possamos combinar os ensinamentos das leis morais, que possamos valorizar o que já somos, já possuímos. Porque existem muitos que valorizarão imensamente um gesto, uma mentalização positiva nossa, desejando cura para os mais necessitados, que nós quando nos damos conta somos nós que estamos nos curando. Porque necessitamos desse movimento que requer a substituição de um pensar reclamante, de um pensar queixoso para um pensar próspero, lúcido. sadio, que se posiciona como um ser inteligente da criação, como

necessitamos desse movimento que requer a substituição de um pensar reclamante, de um pensar queixoso para um pensar próspero, lúcido. sadio, que se posiciona como um ser inteligente da criação, como um espírito imortal que transita por aquele momento de descontentamento, de inquietação, de negativa, de dificuldade, transita. Nós não ficamos, a não ser que a gente escolha ficar na inquietação, na dor, na reclamação. Perceberam o poder imenso que está em nós, que é o poder de escolher. E se nós nos permitirmos esta revisão de conduta, se a gente ficar positivamente inquieto com o que a doutrina espírita está nos apresentando. E deixa eu ver, deixa eu ir lá testar para ver se vai funcionar essa brechinha de luz. de um compromisso de, vamos lá, um minuto, uma hora, um dia. Hoje eu não me queixo, eu não ofendo e não xingo. Hoje eu acolho, eu me conecto pela oração com tudo que está acima de mim, ao natural, criado por Deus. em silêncio, mentalmente, esse compromisso íntimo. Vamos olhar diferente para toda a criação natural. Vamos recepcionar dela todo o magnetismo sublime que precisamos para recuperar as nossas forças diante das quedas que são parte das lições que viemos aqui experimentar, mas que possamos não nos afastar da reflexão fundamental da lei de amor, de não fazer ao outro aquilo que nós não gostaríamos que nos fosse feito. O verbo fazer, né? Mas é antes disso, é não desejar, não pensar em relação ao outro aquilo que nós não gostaríamos que nos nos atingisse. Também é vivermos essa coragem. consciente de mudar as nossas atitudes diante de muitos e muitos fatos que se repetem e eles continuam se apresentando a nós esses fatos, essas dores, essas frustrações, inquietações, dificuldades. De novo, Jesus nos fala que a fé robusta é sempre bom demais falar novamente nas terças e sempre, todos os dias, né? Que a fé robusta ela nos dá a perseverança, a energia e os recursos. Não tá especificado se é recurso material, moral, intelectual, não, geral. Ela nos dá os recursos que nós

empre, todos os dias, né? Que a fé robusta ela nos dá a perseverança, a energia e os recursos. Não tá especificado se é recurso material, moral, intelectual, não, geral. Ela nos dá os recursos que nós precisamos para vencer os obstáculos, tanto nas pequenas quanto nas grandes situações da vida. Porque as montanhas que a fé firme, lúcida, raciocinada e sentida, as montanhas que a fé transporta são as dificuldades, as resistências, a má vontade que se encontram entre nós, os preconceitos rotineiros, o interesse material, o egoísmo, A cegueira do fanatismo, o orgulho, as paixões orgulhosas são também montanhas que a fé transporta. É assim que nós encontramos o capítulo 19 do Evangelho Segundo o Espiritismo, logo depois da passagem de Mateus, quando questionam Jesus porque eles não conseguiram curar aquele que havia que os havia buscado? E Jesus respondeu: "Porque se tivesseis fé do tamanho de um grão de mostarda, diria a essa montanha: "Ponha-te daqui para lá". E ela se moveria. E Jesus se referia a essas montanhas morais que ocupam os nossos espaços mentais, que sugam as nossas forças, que nos confundem e nos fazem pensar que nós não merecemos, que nós somos culpados, que nós não tivemos chance, oportunidade. Não, não vamos inverter esse entendimento, que possamos compreender que sim, que o nosso posicionamento diante dos desafios é de grandeza, é de reconhecer o que que aquele momento ali nos proporciona. E por pior que seja dor, nós vamos nos encontrar, queridos, com virtudes, porque nós só nos livraremos, só nos desataremos do sofrimento. Vivendo a lei de amor, com a vivência das virtudes, com a paciência, com a boa vontade, com a cooperação, com o desapego, com a humildade. É disso que precisamos nos nutrir. Não devemos nos iludir, mas como nós estamos acolhidos num ambiente que dissemina e estuda uma doutrina de esclarecimento e consolo que nos apresenta que fé inabalável, robusta, é aquela que é capaz de encarar frente à frente a razão. Somos todos convidados sempre a amar e fazer o bem

studa uma doutrina de esclarecimento e consolo que nos apresenta que fé inabalável, robusta, é aquela que é capaz de encarar frente à frente a razão. Somos todos convidados sempre a amar e fazer o bem com bom uso da nossa capacidade de raciocinar. Não uma fé cega, mas uma fé consciente que reconhece tudo que podemos fazer por nós mesmos e por todos aqueles que estão à nossa volta vivendo a lei de amor ao próximo como a nós mesmos. não fazer ao outro, ao outro aquilo que não gostaríamos que nos fosse feito. Não pensar, não mentalizar ao outro, não decidir em relação ao outro aquilo que não gostaríamos que fosse decidido, feito, pensado, dito a nós mesmos. Queridos, gratidão imensa e que possamos ousar no bem, no amor. Agradecemos nossa irmã Andreia pelas reflexões, pelos ensinamentos costurados, encadeados, que nos trouxeram tanto consolo, que nos deram tanta inspiração, que nos apontaram caminhos e nos lembraram de que o outro sente, que no outro dói, igual na gente. mas nos mostrou o tempo todo, nos lembrou o tempo todo de Jesus e da lei de amor. Então, vamos aproveitar esses instantes finais. Antes do passe, queria dar um aviso a vocês aqui de que as quartas feiras, agora no horário do intervalo para o almoço, nós costumamos ter uma palestra na casa de segunda a sexta, temos palestras também às 13 horas, né, no intervalo do almoço. Às vezes você sai do trabalho ou leva um filho na escola e tal, você tem uma palestra para assistir às 13 horas. E nas quartas-feiras vamos ter o serviço de passe também. O passe na palestra das 13 horas da quarta-feira vai estar disponível das 12:30 às 14 horas, né, na sala de passes lá atrás. Então, aproveitando, lembrando aí o que André nos colocou, não dá para fugir da gente mesmo. Não é conveniente continuar querendo sofrer, né? querer continuar nessa mesmice, nessa revolta, nessa chateação e que há opção de vivermos encarando a vida de frente com leveza, com amor no coração, com a vontade de vencer. Vamos então elevar o nosso pensamento a Jesus, nosso

ice, nessa revolta, nessa chateação e que há opção de vivermos encarando a vida de frente com leveza, com amor no coração, com a vontade de vencer. Vamos então elevar o nosso pensamento a Jesus, nosso irmão mais velho, maior e agradecer pelos momentos que tivemos, pelo aprendizado que tivemos, pelas ideias que ficaram em nossa mente, pela paz em nosso coração. mestre, certos de que saímos daqui hoje melhor do que chegamos, esperamos que, como resultado possamos também levar a todos que encontrarmos essa tua paz, essa tua alegria no coração. Que assim seja, pessoal. Uma boa noite. Agora Marta Maria vai chamá-los para o passe. É essa moça aí. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for

nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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