Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 54 | 26.04.26
Estudando com Jesus | 29.03.26 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 54: Que buscais? Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
เฮ E bom dia. Bom dia a todos. Boa tarde para mim. Bom dia, Marcos. >> Bom dia. Boa tarde. >> Eh, coisa boa. Estamos juntos para dar continuidade no estudo. A nossa amiga Sheila está em outro estudo, né? >> Emissão >> sempre. Aí importante é tá em constante renovação para nosso melhoramento permanente, não é? Ela ela tá cumprindo o estudo de hoje. Ela tá lá firme e forte, né? Seguindo também, né? Outras frentes que ela tem aberto. Coisa maravilhosa. O importante é não parar. Importante a gente seguir esse caminho, né, ascensional, que a gente não sabe aonde vai terminar, mas a gente sabe que vai terminar muito bem a hora que terminar, né? Isso é importante. Então, a gente agradece aí eh essa oportunidade de a gente tá aqui mais um domingo reunido para trazer essas reflexões a nossa ao nosso entendimento, né, Marcos? é o que nós já podemos entender dessas mensagens maravilhosas, dessa espiritualidade amiga aí da, né, dessa obra fantástica, o espírito da verdade, trazendo reflexões do evangelho, que é o nosso farol, né, amiga? É o nosso farol. É verdade. >> É, olha, então pra gente se sintonizar, né, manter essa boa vibração, manter essa sintonia mais alta, vamos colocar aqui um poeminha de Sâmia bem curtinho, mas que é esse exercício que a gente precisa, né, ter todos os dias para ver a vida com os outros olhos, né, viver a outra face, como nos ensinou o nosso querido mestre. Vamos lá. Agradece, minha alma. Agradece pelo amor que a vida te derrama. Do luar que a mansidão te chama, a alvorada que a abóboda floresce. Viste as flores, os montes, vales, mares. Contemplaste este canto de harmonia. São teus anjos. Velam por ti na vida, te amando por onde tu passares. Agradece, minha alma, a cada dia o banquete que é posto a teus pés. Cada estrela te ama como és. Não reclama, não cobra, só te brilha. E aprende, minha alma, a te sentir também parte de tudo que aqui há. Te abre a vida e começa a amar. E amando, aprende a servir. Que assim seja, né? Que possamos >> exercitar a arte da gratidão todos os
aprende, minha alma, a te sentir também parte de tudo que aqui há. Te abre a vida e começa a amar. E amando, aprende a servir. Que assim seja, né? Que possamos >> exercitar a arte da gratidão todos os dias nessa vida bendita que temos, que o nosso pai nos oferta, né? É >> muito bem. E aí hoje nosso estudo, meu Deus do céu, a pergunta que não quer calar, não é, Marcos? Vou colocar aqui no quando que nós vamos ter essa resposta, meu Deus, que é um texto de Emanuel hoje que buscais. Puxa vida, o que estamos buscando? o que estamos querendo, né? Vamos ler aqui nosso texto então de Emanuel. Esta simples indagação do Senhor que foi tirada, né, de uma fala de Jesus aos dois discípulos que o seguiam, é dirigida presentemente a todos os lidadores do Espiritismo diante da boa nova renascente no mundo. Ao obreiro modesto na assistência fraterna, exprime a voz superior a reclamar-lhe os frutos na colheita do bem. Ao colaborador da propaganda doutrinária, representa a interpelação incessante acerca da tarefa de resguardar a pureza dos postulados que consolam e instruem. Ao orientador das assembleias de nossa fé é a pergunta judiciosa quanto à qualidade do esforço no cumprimento dos deveres que lhe competem. Ao servidor da evangelização infantil, surge a interrogação do divino mestre cobrado de alerta relativamente ao rumo escolhido para a sementeira de luz. Ao portador que da responsabilidade mediúnica inquire Jesus pela aplicação dos talentos que lhe foram confiados. Ao aprendiz incipiente da oficina espírita cristã constitui a adequada sindicância quanto a sinceridade que traz consigo, alertando para os deveres justos. A cada criatura que desperta em mais altos níveis da fé raciocinada, sou a interpelação do Senhor como sendo convite às obras em que se afirme a caridade real. Assim, escuta no íntimo, em cada lance das próprias atividades, austera palavrado condutor divino, convocando-te a coerência entre o ideal e o esforço, entre a promessa e a realização. Analisa o que fazes, observa o que
timo, em cada lance das próprias atividades, austera palavrado condutor divino, convocando-te a coerência entre o ideal e o esforço, entre a promessa e a realização. Analisa o que fazes, observa o que dizes, medita em torno de tuas aspirações mais ocultas. Que resposta forneces à indagação do Senhor? Quem segue o Cristo vive-lhe o apostolado. Serve, coopera e caminha avante, sem temor ou vacilação, lembrando-te que o verbo da verdade incide sobre nós cada dia, perguntando incessantemente: "Que buscais?" >> "Que buscais?" Palavras de Emanuel. Isso. Esse texto é de Emanuel que buscamos, né? E está aí fazendo uma referência. Ele faz uma referência, né, a essa fala de Jesus. Eh, deixa eu pegar aqui que eu não anotei. Ah, que tá em João, né? Primeiro >> Evangelho de João, capítulo 1, versículo 38. Isso. E faz referência ao Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 18, né? Muitos chamados, poucos escolhidos. O item 10. E é >> muito se pedirá aquele que muito recebeu. >> Isso que é uma passagem de Lucas, né? Uma citação também de uma passagem de Lucas, capítulo 12, versículo 47, 48. Meu Deus, quer que eu leia o versículo esse de Lucas pra gente? >> Pode ser, amiga. >> Já fazer o evangelho. >> Pode ser. O servo que souber. Isso. O servidor que conheceu a vontade do seu amo e que, apesar disso, não se preparou e não procedeu de acordo com a vontade dele, será rudente castigado. Mas aquele que, não sabendo a sua vontade, fez coisas dignas de castigo, não eh será menos castigado. Muito se pedirá aquele a quem muito foi dado. Maiores contas serão pedidas aquele a quem muito foi confiado. Aí eu achei ótimo que o Marcos ia est hoje, porque ele é todo da área jurídica, né? >> Aí falei: "Ah, olha só, né? Tá aí a explicação super clara de que ao saber as leis, não é, Marcos? >> É, >> aí realmente a nossa responsabilidade aumenta. >> É, no no Evangelho de João eh aparece a palavra dolo, né? Aí a gente vai tratar disso. >> Isso. A intenção, né, Marcos? A intenção é se você tem intenção ou não, se você
a responsabilidade aumenta. >> É, no no Evangelho de João eh aparece a palavra dolo, né? Aí a gente vai tratar disso. >> Isso. A intenção, né, Marcos? A intenção é se você tem intenção ou não, se você tem algum propósito, algum querer. Exato. Que é o que ele fala aqui mais no final, né? Eh, medita em torno das tuas aspirações mais ocultas, que aí é onde tá a nossa verdadeira intenção, né? Esse dolo, essa e com que nós colocamos, né? Com que sentimento e propósito a gente coloca as nossas atitudes, né, as nossas falas, pensamentos? Pode seguir aí você que é área jurídica >> para explicar pra gente. >> Tá? Então eu vou pelo evangelho de João, capítulo 1, 38. Jesus acaba de ser batizado, né, pelo primo dele >> e ele encontra, saindo do batismo, ele encontra João com dois discípulos. Por quê? Porque João ele se preocupava com Deus. Ele ele ainda não tinha eh preocupação de imaginar que Deus entregaria a nós no corpo de carne um mensageiro fiel que é Jesus para mostrar, para fazer a boa nova por meio da vida dele, pelo exemplo, pelas atitudes. E ele encontra eh esses dois discípulos, ó. A outro dia, João ainda lá estava com dois de seus discípulos, vendo a Jesus que a passando, disse: "Eis o cordeiro de Deus". Ou seja, ele reconhece, né, Jesus. Então, quando os dois discípulos lhe ouviram, ouviram a João, seguiram Jesus. Jesus, olhando para trás, vendo que iam após ele, ou seja, que o seguiam, disse-lhe: "Que buscais?" E eles responderam: "Rabi, onde resides?" Rabi quer dizer mestre. >> Uhum. Jesus respondeu: "Vinde e vede". Eles foram e viram onde residia Jesus e ficaram lá aquele dia. Era então quase a hora 10ma. Quem são esses dois discípulos que acompanhavam Jesus? André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que tinha ouvido o que João dissera e que começou a seguir Jesus. achamos o Messias. Ou seja, eh, João reconhece o cordeiro de Deus e esses dois amigos dele de pensamento eh igual, de pensamento de querer conhecer, viver a vontade de Deus, eles também reconhecem o Messias.
o Messias. Ou seja, eh, João reconhece o cordeiro de Deus e esses dois amigos dele de pensamento eh igual, de pensamento de querer conhecer, viver a vontade de Deus, eles também reconhecem o Messias. E Jesus, depois de olhar para ele, disse: "Tu és Simão, filho de Jona, será chamado Cefas, que aramaico quer dizer Pedro, rocha." Então, existe essa passagem, né? Eh, Jesus tá começando a formar, né, os os 12 discípulos. E essa mensagem de Emmanuel, ela é muito bonita, porque essa psicografia é de Valdo Vieira, né? As psicografias de número par são de Valdo Vieira. E geralmente eh encontramos Emanuel sendo escrito por Chico Xavier, que cuidou das mensagens ímpares. E essa mensagem também é muito interessante porque ela começa com a pergunta que eu dei o contexto, né? O contexto evangélico agora. E ela termina com a pergunta, né? É curioso, né? É muito curioso eh a preocupação de Emanuel, né, de de de trazer esse ensinamento. Isso mostra que esse capítulo de hoje é um capítulo muito importante. Emanuel já tratou em outras obras, inclusive em Estude Viva. Ele também aborda esse aspecto. Nós podemos encontrar também André Luiz tratando desse assunto de hoje. >> Uhum. É, >> eh, reflete muito, né, a postura de Jesus, né, começar com uma pergunta e terminar com uma pergunta, né, porque esse é o papel da espiritualidade superior, né, amiga? é nos convidar a reflexão, é nos convidar a nós mesmos darmos as respostas para aquele momento da nossa da nossa jornada evolutiva, né, de acordo com o nosso entendimento. Por isso que a gente fala, a gente vem aqui, né, trazer para vocês, mas é o nosso entendimento >> no ponto que nós já estamos. Então, é muito é muito bonito ver essa essa esse convite, né, que eh não somos eh não recebemos realmente eh respostas prontas. é sempre o convite, né? tem para nós irmos buscar mais profundamente aonde ainda nos está oculto, mas aonde reside a verdadeira essência do ser espiritual que nós somos, né, da vida espiritual para então obter a resposta,
é? tem para nós irmos buscar mais profundamente aonde ainda nos está oculto, mas aonde reside a verdadeira essência do ser espiritual que nós somos, né, da vida espiritual para então obter a resposta, obter a resposta correta para seguir no caminho. Então, assim, eles, como você falou, né, eles trabalham, né, em várias obras essa questão, porque é fundamental que nós saibamos responder, né, o que estamos buscando e fazer a escolha. E aqui, especificamente ele vem eh chamar, né, a atenção dos trabalhadores da doutrina espírita. Por quê, né? Porque nós, como os discípulos, né, naquele momento, estavam estamos recebendo mais conhecimento. Eles iam adentrar, né, Marcos, um campo que ia ampliar, ia, né, ia virar a cabeça deles. É muito bonito. A gente vê lá no chen, né, eles se questionando. Fal, mas eu não tô entendendo. Mas aí, né, João, evangelista, fala para pro irmão, pro Thiago: "Não, mas é que a gente não vai entender agora, mas a gente precisa confiar, né? Então a gente vai adentrar esse campo, estamos adentrando esse campo de ampliação da consciência que a doutrina espírita nos oferta com, né, descortinando a vida verdadeira. E com isso vem a responsabilidade de viver, como ele fala aí no texto, né, pelo conhecimento, que é transformar o que sabemos em ações, né, em sabedoria e não apenas, né, em palanques, aí como ele fala, né, e e saber o que estamos fazendo com isso que estamos recebendo. Porque estamos afetando, né, a nossa vida, a vida dos nossos familiares, a vida dos companheiros, né, de casa espírita, dos que chegam, como ele fala, para uma assistência fraterna, os que conduzem a evangelização, né, de crianças. Então, nós precisamos saber o que estamos buscando para conduzir muito bem, né, com o fio condutor do evangelho e da lei de amor, todas essas novas escolhas a partir do conhecimento que nos é dado. >> Exatamente. Mas ainda se a gente vem com a mediunidade aí >> é esse texto do Emanuel, ele é muito bonito porque ele abre falando sobre os buscadores, né? Você já deu alguns
ecimento que nos é dado. >> Exatamente. Mas ainda se a gente vem com a mediunidade aí >> é esse texto do Emanuel, ele é muito bonito porque ele abre falando sobre os buscadores, né? Você já deu alguns exemplos. E a segunda parte do texto ele fala o que é o buscador. Por isso que ele termina com a pergunta. E ele termina também com a pergunta, porque o mais importante não é a resposta, o mais importante é o processo. É o processo de reflexão. >> Uhum. >> Porque se eu achar que eu já tenho a resposta, eu corro o risco de me acomodar, que essa resposta ela pode estar totalmente correta, parcialmente correta ou incorreta. Então, eu tenho aqui três estradas para escolher a partir das respostas, né? Por isso que você eh disse muito bem que essas interpretações são nossas. Eh, vocês podem discordar à vontade, fiquem à vontade, contribuam também dizendo o que que vocês pensam a respeito disso. E o esse texto que buscai, ele é considerado até o buscai que buscai dois, porque ele aparece por Chico Xavier, palavras de Emanuel, no livro Caminho, Verdade e Vida, que é o capítulo 22. É o mesmo assunto, o mesmo tema. E você repara que Emanuel ele trata de uma forma muito séria, porque nesse livro Espírito de Verdade nós temos mensagens que são extremamente leves, >> são metafóricas, são >> são quase uma poesia. E essa daqui ela é ela tem muita carga instrutiva, ela até um pouco se eh fica um pouco diferente da da média, porque é toda uma preocupação, uma seriedade que é nos manter em segurança, porque se eu buscar para um caminho errado, eu posso cair num abismo e eu vou encontrar muita dificuldade de sair desse abismo. E uma outra coisa muito interessante que que o evangelho eh me chamou atenção, o evangelho de João. Você usa o evangelho de João em que está presente João. A os três personagens além de Jesus eles reconhecem. Então eu só posso buscar se no primeiro momento, se na introdução, eu tenho um reconhecimento. Eu sei o que eu quero, eu sei o que eu aspiro, eu sei o que eu não quero.
além de Jesus eles reconhecem. Então eu só posso buscar se no primeiro momento, se na introdução, eu tenho um reconhecimento. Eu sei o que eu quero, eu sei o que eu aspiro, eu sei o que eu não quero. Se você tiver já essas primeiras perguntas respondidas, essas sim, você pode dar uma resposta e dar até um certo ar de definitividade, você vai conseguir entrar nesse processo da busca, da busca da vida eterna, da busca da vida em alegria, da busca da vida em abundância. É, é, é, é bem interessante o que você falou, né? A resposta que importa é o processo, porque a resposta no final das contas ela é um reflexo de todo o processo que você faz, né? Então, ela vai acontecer naturalmente diante de todo o processo que você viveu, né? E no processo e no processo a semeadura, >> que é a principal preocupação de Jesus. >> Sim. Exatamente. Porque se eu estou, né, plantando eh maçã, eu não vou colher banana. Então, o que buscais é uma ação, é uma ação constante, permanente, perseverante, né, para que possamos alcançar a nossa eh verdadeira salvação, nossa verdadeira libertação. >> Então, não adianta eu seguir plantando maçã, sendo que o o ó o como é que fala? as diretrizes divinas, né, me convidam a a a cultivar a banana, >> que pode acontecer. >> Então, eu tô buscando, não é? Não que seja só duas opções, né? Não, uma opção, não. >> É para ilustrar. É para ilustrar. >> É para ilustrar. Exatamente, né? Cada um vai trilhando o seu caminho e vai identificando pontos importantes dentro da verdade que é uma só. né? O que o que tem dentro dessa verdade pra gente ir alcançando, pra gente ir se construindo, se educando, se evangelizando para ir ficando cada vez mais pleno dessa verdade, né? Então, mas eu preciso, né, dentro do caminho da busca escolher, né, fazer as escolhas do plantil que contém essa verdade. Se não, né, se a minha, se a minha semeadura não tiver dentro da verdade, eu não vou alcançar, não vou colher, né, nenhum pedaço. Então eu vou tá buscando alguma coisa que não vai est me levando aquele
e não, né, se a minha, se a minha semeadura não tiver dentro da verdade, eu não vou alcançar, não vou colher, né, nenhum pedaço. Então eu vou tá buscando alguma coisa que não vai est me levando aquele caminho, né? É, é bem desafiador, gente. É bem desafiador. Principalmente então que aí que ele tá nos alertando, né? É, trazendo essa essa fala de de Jesus aí em João, que quem conhece, né, e não muda, não faz a transformação da sua semeadura, quem recebe a orientação e não faz, está desperdiçando e ao saber, ao conhecer, tem uma responsabilidade maior, porque recebeu a instrução moral, né? Eh, tem várias citações no livro dos espíritos nos, né, colocando essa questão. Então, a gente vai ser responsabilizado, né, porque tá aí pecando, por seguir querendo ignorar, né, errando esse alvo, considerando, né, essa palavra como errando esse alvo. Esse alvo dentro da verdade. Eu sei, mas eu tô ignorando. Eu continuo seguindo com os meus hábitos. de milênios, né? Como fala lá no pensamento e vida, com a esteira que me arrasta, que me trouxe até aqui. Mas daqui para frente, quando eu recebo esse novo manancial, né, de conhecimento, de entendimento, eu não posso, né? Eu posso, eu posso escolher, mas terá consequências. Terá consequências permanecer nessa esteira. apenas da sobrevivência e não mais da busca pela renovação dos sentimentos, né, pela vivência, por esse novo entendimento que nós já temos, trazer, transformar, né, Marcos, essa sementeira do automatiso, da sobrevivência para ser o automatismo dos sentimentos virtuosos, para que a gente possa viver realmente aí pela lei de amor. Isso. Sabendo o que é o amor, como amar, no começo comet comet eh, cometerá equívocos que são naturais, mas você vai se crescendo, se desenvolvendo e se aprimorando. >> E como você bem falou, né, essa ação ela é calcada no pensamento e na vontade. Por isso que eu comentei sobre o dolo. Isso >> porque você foi até assim muito generosa em falar em desperdício, porque há casos em que ocorre o abandono,
ção ela é calcada no pensamento e na vontade. Por isso que eu comentei sobre o dolo. Isso >> porque você foi até assim muito generosa em falar em desperdício, porque há casos em que ocorre o abandono, que é o mais grave. E esse castigo que que tá na tua tradução, na minha tradução, ele chama de punição. >> Uhum. esse castigo, essa punição, eh, na verdade, na ótica espírita, Deus irá preparar mensageiros, irá preparar grupos de espiritualidade para nos auxiliar. Só que como estamos eh conectados com a carne nesse momento, mergulhados na carne, né, >> como habitualmente se fala, >> nós vamos encontrar muita dificuldade, que eu posso chamar de atrito. >> É, é o resgate, né, Marcos? >> Oi. >> É o resgate. >> Sim. Aí podemos chamar de resgate, aí alguns vão chamar de de eh pena, tá? Mas na verdade a oportunidade de você se mostrar responsável pelas consequências adivinas >> de poder reparar. Se você focar nisso, eh, como é que eu estou reparando? Eu estou sendo cruel demais comigo mesmo, que teve um lançamento, né? Teve um lançamento belíssimo agora no final de semana do César Braga Saí com com mais o nosso irmão, que é aquele juiz de direito de São Paulo, se eu não me engano, que fala sobre o o auto amor, sobre o o amor de si mesmo. >> Uhum. Uhum. Por quê? Porque o fundamental é a gente amar o próximo. E e nessa obra que eles estão lançando, foi ontem teve lançamento, eles estão visitando cidades e fazendo em outros locais. Eles comentam que amar a si mesmo é amar o próximo que está mais próximo de mim. >> Que que que isso também tem relação, >> são coisas eh parecidas, né? Porque o o a a o belo da mensagem de Jesus é que ele falou assim: "Eh, amai assim como eu vos amo". Então, ele dá um parâmetro, ele dá um padrão. Por isso que a gente fala que Jesus é um guia, um modelo, porque ele também lhe dá a medida das coisas. >> Sim, >> pela vivência dele, pelo que ele demonstrou. E ele fez e ele comentou: "O que eu fiz, vocês podem fazer muito mais". >> Uhum. >> Ou seja, ele não foi vaidoso. Que o
dá a medida das coisas. >> Sim, >> pela vivência dele, pelo que ele demonstrou. E ele fez e ele comentou: "O que eu fiz, vocês podem fazer muito mais". >> Uhum. >> Ou seja, ele não foi vaidoso. Que o normal aqui no mundo terreno é: "Ah, eu sou bamb bamb bã". Por exemplo, eu resolvo qualquer problema, pode trazer aí. Aí começa a falar assim: "Ah, eu não gosto de resolver problema fácil porque não me desafia". Olha, olha aí o desperdício, o exemplo de desperdício que você comentou, né, >> sobre aspecto do desperdício na semeadura, né? Eh, eh, essa mensagem de hoje é uma mensagem muito rica, >> muito. É essa medida, né, que Jesus traz, é a medida da lei do amor pra gente ter, né, esse entendimento novo, essa renovação de então deixar de usar todas essas palavras, né, que ainda nos remetem a um pai que não é amoroso, a uma lei que não é eh eh criada para o nosso melhor. Então, é para que nós compreendamos, então ele traz essa essa medida, né, para que a gente compreenda que nós somos responsáveis completamente por tudo que nós fazemos em nossas vidas. E se nós estivermos, né, buscando a sementeira de forma equivocada, desperdiçando, chegarão as novas oportunidades educativas e sempre de acordo com o que nós podemos, né, dar conta e ter os recursos para eh fazer a superação dessa dificuldade. desse, né, dessa dessa marca que nós criamos na nossa vida. Então, a gente realmente precisa eh ter muita fé, muita confiança em todo esse manancial de conhecimento que a gente recebe, né? Ele sempre fala também lá, né, que, né, somos homens de pouca fé e que pouca fé, né, do tamanho de um grão de mostarda já transforma tudo, porque o que importa não é o tamanho, é a qualidade, é a confiança que nós depositamos, né, é o entendimento que é trazido para o sentir, para o sentimento. E aí a gente consegue assumir as responsabilidades de tudo isso que a gente tá recebendo, né, desse convite de nos tornarmos discípulos, depois apóstolos, né, para assumirmos a nossa filiação divina. Nós precisamos assumir, né, eh, confiar
sabilidades de tudo isso que a gente tá recebendo, né, desse convite de nos tornarmos discípulos, depois apóstolos, né, para assumirmos a nossa filiação divina. Nós precisamos assumir, né, eh, confiar nas diretrizes que o pai colocou para nós, para sermos a nossa melhor versão a cada minuto, vamos dizer assim, né? Porque a cada a cada momento chega essa oportunidade, como o Marcos falou, pode ser uma coisa pequenininha, mas se a gente não quer eh ser fiel no pouco e depois a gente quer ser fiel no muito direto, né? Direto. E aí se perde, se perde porque nós estamos na construção, né? Na busca dentro da nossa sementeira, ainda com tudo muito misturado, né? a gente precisa ir limpando o nosso joio, né, com carinho, como o Marx falou, porque essa é a medida, com cuidado, com compaixão, né? A caridade, como a gente sabe que entendia Jesus, não é só pro outro. É isso que que ele falou do livro do César. Eu tava tentando achar aqui o nome, ainda não achei. Mas tem que começar primeiro por mim. para mim, porque aí eu sei fazer para mim e eu faço pro outro também, né? >> E assumo a responsabilidade. >> Você quer eh saber o nome do livro do do lançamento? >> É, fala para mim o nome. >> Tá, é só botar o título aqui do do Ó, já carregou já. Ah, José Carlos de Luca com César Bente. Ah, de Luca. É o José Carlos de Luca, ó. Ó, tá aqui no, ó, tá aqui como capa. Hum. >> Ó, lançamento. >> Ah, tá bom. >> É, aí, deixa eu ler o título. >> Isso. >> Aprendendo a se amar. >> Isso, eu vi. >> Você é o próximo, mais próximo de você. Editora Inter >> interlítera. >> Interlítera. >> Uhum. É porque quando eu abro muita essa imagem tá muito pequena. Aí quando eu abro ela fica desfocada. >> Desfoca. É, >> eu sei. >> Porque, por exemplo, eu vou eu vou dar o contrário disso que foi da palestra do Rafael Siqueira, uma senhora com câncer que ia no médico e o câncer não melhorava e ela entregou a Jesus, entregou a Deus. é um caso verídico. Encontrou uma casa lá de trabalho social e começou a colaborar, colaborar,
uma senhora com câncer que ia no médico e o câncer não melhorava e ela entregou a Jesus, entregou a Deus. é um caso verídico. Encontrou uma casa lá de trabalho social e começou a colaborar, colaborar, começou a se doar, se entregar. Aí foi fazer os exames que ela tinha sempre que fazer de seis em seis meses. Sumiu tudo. Sumiu tudo. Ou seja, a eh por isso que é um processo, é uma é alguns tipos de pergunta, se a gente encontrou a resposta, isso não é um bom sinal, porque você às vezes tá parando quando devia continuar a caminhar. E outra pergunta, né, a de hoje é que buscai onde bate que, né, seria a segunda etapa, não é o tema, não é o assunto de hoje, >> mas eu tô trazendo aqui para poder contextualizar. Onde batez? Também é uma pergunta que nos leva a um processo, como a Patrícia comentou, exige de nós reflexão. Vamos encontrando várias respostas e o conjunto dessas respostas é que será a resposta final, né? Então eu gosto assim de trazer vários exemplos porque pra pessoa poder fixar melhor esse ensinamento. É um ensinamento em que nós, como repito, Emanuel já trouxe, André Luiz já trouxe e tanto que o primeiro parágrafo comenta, é uma passagem em que tem esses dois discípulos de João que foram apresentados a Jesus e eles pediram para o seguir e Jesus autorizou que viessem com ele, com ele. E e Emanuel, ele diz que essa pergunta que aconteceu ali naquele episódio é para todos. Para todos. >> Sim. >> Até pros ateus essa pergunta vai aparecer, porque ela é da natureza humana. Ela é universal. É uma pergunta universal, filosófica. >> É, é para o espírito imortal, né? como tudo que Jesus trouxe é para o espírito imortal, porque cada nova paz, né, que a gente for alcançando, nós vamos nos fazer de novo essa pergunta, não é? Porque aquilo que a gente falou, ai, a gente sabe, né, que a gente vai evoluir, mas a gente sabe como que é o fim, se tem fim, né? A gente só sabe que a gente vai ser muito feliz. Ela irá compor capítulos, vários capítulos. >> Exatamente. Cada momento ela tem um
ente vai evoluir, mas a gente sabe como que é o fim, se tem fim, né? A gente só sabe que a gente vai ser muito feliz. Ela irá compor capítulos, vários capítulos. >> Exatamente. Cada momento ela tem um processo e uma resposta, né? E nós temos que começar a compreender essa essa perspectiva maior, né? Esse esse plano maior e entender que a gente não pode parar, né? Não, não, não é um eh essa escolha não é uma escolha, não deveria ser uma escolha, né? Você, vamos dizer assim, tô sendo, tô sendo muito dura com o pessoal, não tô não li o livro ainda, gente, do Deluca e do César. >> É, o César é o amor, né? Eu sou, ó lá, eu sou dura comigo, tá vendo? É, já tô >> o César é um doce. Você ficar com vontade de pegar ele e botar no colo, não é? >> Aquele homem grandão, alto. >> Exato. Exato. Por isso que, olha, é isso que o Marx falou, né? O processo importa muito, muito. Eh, como ele fala, né? Analisa, observa, medita. É, são sempre ações, são sempre, né, movimentos. Nada é parado. Jesus tava sempre fazendo algum movimento. Então, cada, né, movimento desse é para nós fazermos o mergulho, né, o mergulho íntimo, porque nós precisamos descobrir as nossas intenções, o que nós queremos para conseguir então trilhar essa busca de forma coerente com o que nós já recebemos, né, com o que nós já sabemos eh viver. de forma mais genuína todo esse conhecimento, porque senão fica realmente perdido, fica aí eh, né, sem sem utilidade, né? E aí não tem porque a nossa consciência já abriu esse novo capítulo, como o Marcos falou, ela não vai ficar mais no capítulo anterior. E quando nós, né, retornarmos paraa pátria espiritual, tudo vai ser aberto, né? não tem mais essa vestimenta para apenas nos mostrar esse momento e vai tá tudo aberto. Todos vão nos ler, né? Nós não vamos mais poder esconder. E aí nós mesmo, né? Nós mesmos, não precisa ser mais ninguém que esteja ao nosso lado. Vamos nos questionar, mas eu sabia e eu não fiz e eu não vivi e eu não servi, né? e eu não me entreguei a um bem
E aí nós mesmo, né? Nós mesmos, não precisa ser mais ninguém que esteja ao nosso lado. Vamos nos questionar, mas eu sabia e eu não fiz e eu não vivi e eu não servi, né? e eu não me entreguei a um bem maior, a uma transformação da minha intenção. E aí nós vamos pedir para retornar >> que >> e você, por exemplo, no segundo parágrafo aqui, ele comenta sobre o obreiro modesto, aquele que faz as tarefas mais simples até varrer o chão da casa espírita, né? varrer, tirar o pó, lavar a louça, eh jogar o lixo para fora. Ele comenta que mesmo nesse trabalho simples, não deixará de haver a colheita do bem, em que os frutos do da semeadura eles estarão na mão dessas pessoas. Como assim? Ah, uma pessoa sofredora, que tá precisando de um atendimento fraterno, então você vai emprestar o ouvido. o próprio ato dela eh botar para fora aquilo, desabafar, eh saber que está se comunicando em que alguém está também sabendo daquilo que para ela importa, vai gerar um fruto da colheita do bem, né? Tem segundo parágrafo. É bonit é lindíssimo por causa disso, né? E cada parágrafo Emanuel traz algo novo, né? Ele comenta no terceiro parágrafo sobre o colaborador da propaganda doutrinária, que tem que se preocupar em resguardar a pureza dos postulados que consolam eem. Ou seja, tem sempre essa dupla asa, consolação e instrução. >> Isso. >> Algumas pessoas reclamam, faz até vídeo no Instagram. Ah, foi uma palestra muito técnica, mas aí você vai deixar de de falar aquilo pros outros e só você saber disso. Não é um egoísmo você não dividir. E e também é uma forma da pessoa saber se ela tá no caminho certo. Porque se ela tiver humildade e alguém fala, vier e falar com ela, não, eu não acho que seja assim não. Aí a pessoa vai falar aquilo que ela acredita, porque ela vai, ela vai expor o que para ela é a verdade. Aí você vai conseguir. E meu Deus, eu comecei a propagar uma coisa que no fundo é uma ilusão. >> Uhum. Eu eu eu sem querer detoppei. >> Foi uma limitação do entendimento. >> Isso, >> né? Mas que o outro me sinaliza
nseguir. E meu Deus, eu comecei a propagar uma coisa que no fundo é uma ilusão. >> Uhum. Eu eu eu sem querer detoppei. >> Foi uma limitação do entendimento. >> Isso, >> né? Mas que o outro me sinaliza que eu não estava no caminho correto. Então, por isso que que que que é importante, né, essa troca e a e a e o momento da troca é um momento de viver também. essa esse ensinamento, né, essa essa caridade. Por que que eu só posso assistir, né, uma palestra de alguém que me emociona? O que que eu tô querendo com isso? Eu tô querendo só a consolação e não tô querendo a instrução? Então, nós precisamos entender que cada um foi feito, né? Eh, é uma individualidade, foi criado, né? Não tem outro ser igual a mim, ao Marcos, né? Cada um tem a sua forma de se expressar, de se colocar. Importa, né, estarem, como ele falou, resguardando a pureza dos postulados. Mas aí também eu preciso me questionar se eu não gosto de assistir, né, uma palestra de um jeito e só de outro. Por quê? >> É, >> é o que que eu tô buscando, né? Mas esse ponto é muito importante. A troca é na troca que a gente se percebe, né? Percebe como tá o nosso entendimento, como foi a nossa colocação. Por isso que eu até falei, falei: "Gente, desculpa, tô sendo muito dura, porque esse é o meu jeito, né? É o meu jeito, né?" Ah, tudo certinho, tem que fazer. Vamos fazer, mas tudo bem. Mas, né, eh, eu também tô aprendendo, eu também tô no caminho. Então, pra gente pensar essas coisas, né? É porque as palestras consoladoras elas cicatrizam feridas, elas fazem parar o sangramento, elas enxugam as lágrimas e as palestras instrutivas elas fortalecem a consciência, as fibras da alma. Aí você, por exemplo, se estiver alguém chegando, você vai ter ombro para poder eh apoiá-la no seu ombro. Você vai ter forças no ombro para poder apoiá-la. >> Cada uma tem o seu propósito e o ideal é você experimentar as duas, né? Porque se eu ficar em demasia com uma delas, tá? Eu vou me tornar um especialista. Mas eh vou vou dar um exemplo melhor.
-la. >> Cada uma tem o seu propósito e o ideal é você experimentar as duas, né? Porque se eu ficar em demasia com uma delas, tá? Eu vou me tornar um especialista. Mas eh vou vou dar um exemplo melhor. Eh, se eu ficar muito com palestras instrutivas, eu posso chegar pra pessoa e falar assim: "E quantas lágrimas você enxugou?" Aí ele vai falar: "Há uma, nenhuma, poucas." E se eu ficar muito em palestras consoladoras, aí você vai falar assim: "Tá, e por que que o erro que se repete continua a te abalar?" Porque, por exemplo, numa família, >> o primeiro que partiu foi meu pai, né? O, eu tive um tio que partiu primeiro, depois partiu a tia. Se eu não buscar me instruir, cada volta desses entes queridos pro mundo espiritual vai me abalar gravemente. Vai me abalar mais uma vez. Isso. >> Quando no primeiro eu já poderia ter eh criado defesas, criado formas de voltar ao equilíbrio por meio das palestras instrutivas, a musculatura espiritual, né? Porque a morte não existe, aquela doença acabou, aquela doença só existia no corpo de carne. Agora ele não estará mais com essa doença. Ele deixou aqui todas as mazelas, né? Às vezes a pessoa é uma pessoa amputada, às vezes é uma pessoa que tá com até dificuldade eh na saúde mental. Eh, eh, pode ser que não consiga nem se interagir socialmente, né, que que tem o dia do TDAH, tem o autismo com os seus níveis, com com seu espectro. E a pessoa ela pode ter programado para viver isso aqui, para testá-la. E depois que ela cumpre essa programação, ela retorna e vai buscar outros desafios, outros testes, outras provas. Então, a palavra, a palestra instrutiva, ela enfoca nesse aspecto, né? É, é, eu te eu te cortei aí que você tava falando um cada um, aí eu enveredei por essa, por essa por essa linha de raciocínio aí, mas >> não cortou não, >> porque a gente, né, precisa ter o equilíbrio, né, a doutrina, né, o próprio Jesus, né, nos mostra que importa seguir pelo caminho do meio, né? A virtude está no caminho do meio, do equilíbrio, né? No balanço, porque senão
recisa ter o equilíbrio, né, a doutrina, né, o próprio Jesus, né, nos mostra que importa seguir pelo caminho do meio, né? A virtude está no caminho do meio, do equilíbrio, né? No balanço, porque senão a gente sempre vai pender para um lado ou pro outro em demasia, né? que nos tira eh do propósito dessa busca efetiva, né, de viver como espíritos, né, de ter o conhecimento aí então para poder fazer essa orientação, para ser esse obreiro, né, eh, singelo que seja, mas que tá ali fazendo de todo coração, né, que eu acho que é aí também que tá essa essência do buscar Tá, né? Eh, estamos buscando porquê, né? Para quê? Assim, tivemos o entendimento, mas aí no começo estamos buscando por medo ou porque eu quero a só a minha salvação, >> né? porque eu quero evitar um sofrimento futuro ou porque eu entendi realmente, né, como esse exemplo que você deu da irmã, né, que tava aí tentando buscar a sua o seu melhoramento, né, do câncer e foi servir, contribuir, foi dar o melhor que ela tinha dela, não importando, né, se a doença eh a levasse em qualquer momento desse dessa escolha. Olha, né? Então, eh, o Kardec até fala, né, no livro dos espíritos, os espíritos falam para ele, né, que o bem precisa ser feito por amor do bem, né, e não por esse temor ou por nenhuma esperança, >> né, de recompensa, >> temor, interesse, que a recompensa. >> Isso, isso, isso. Então essa essa pergunta, né, essa toda essa reflexão que nos convoca, nos coloca, é para irmos lá fundo mesmo que ele falou, no íntimo. Estamos o que está, o que você tá buscando, mas o qual a intenção que te move >> exatamente >> nessa busca, principalmente depois de receber o conhecimento, né? >> Ó, aqui, por exemplo, no quarto parágrafo, ele mostra o orientador das assembleias da nossa fé. é a pergunta judiciosa quanto à qualidade do esforço no cumprimento dos deveres que lhe competem. Então aqui, qual tem que ser a intenção dele? A qualidade. >> Por exemplo, o nosso centro espírita começou com atendimento de passe de 2 horas. Aí vimos que tava vindo muita
deveres que lhe competem. Então aqui, qual tem que ser a intenção dele? A qualidade. >> Por exemplo, o nosso centro espírita começou com atendimento de passe de 2 horas. Aí vimos que tava vindo muita gente preocupado com a qualidade, ou seja, de oferecer a todos que estavam chegando, a gente aumentou mais 2 horas. E outra coisa de qualidade, ah, eu já faço isso, então não preciso fazer outro trabalho no centro. Não. >> Uhum. >> Não, porque as necessidades são inúmeras. A seara é imensa, trabalhadores são poucos. é imensa. Perfeito. É, >> o que o que que eu gosto de fazer >> que serve pro centro espírita e que ele ainda não tem >> isso >> aí tem pessoas que sugerem, aí a gente escreve no caderno, tem outras que a gente consegue concretizar, >> tem algumas que são esporádicas, não são periódicas igual a aplicação do passe, mas aí você tá preocupado com a qualidade, ou seja, você estender, ampliar, fazer melhor, >> buscar a mais pessoas. >> É, é, é tirar o melhor de cada um, né, Marcos? É, é, é olhar, né, para essa para esse dever que compete, né, já que você assumiu essa tarefa e buscar o melhor de cada um para dar essa qualidade, né, a todos os deveres que precisam ser cumpridos. >> Eu vou dar um exemplo aqui. A, aí a pessoa olha, e aquela pessoa ali não serve para nada. Aí, só que eu não comento isso com ninguém. Aí a dirigente do centro espírita a coloca para trabalhar no bazar e ela faz um trabalho maravilhoso. Ou seja, cadê aquela inútil que eu tava vendo que eu julguei, né? Que eu estereotipei. Ó o tapa na cara que eu tomo. >> Isso, >> né? Ou seja, essa preocupação também de destacar a qualidade que o outro consegue ver em nós, >> ainda que nós não saibamos, não vejamos tal qual ele nos vê. >> Exatamente. Exatamente. É, meus amigos, a tarefa é desafiadora, não é? A tarefa é desafiadora. Aí quando ele fala da evangelização infantil, então, meu Deus do céu, >> é muito bonito, né? É, é lindo porque então nós com o nosso exemplo vamos estar, né, iluminando esse serzinho, né, que está na fase infantil,
fala da evangelização infantil, então, meu Deus do céu, >> é muito bonito, né? É, é lindo porque então nós com o nosso exemplo vamos estar, né, iluminando esse serzinho, né, que está na fase infantil, a fazer o caminho dele, a buscar o caminho dele, né? Por isso que nossos amigos, né, queridos lá de de Sacramento, né, com todo o amparo de do professor Eurípets e da sua equipe, estão na luta aí para nos mostrar que um evangelizador de espíritos, né, precisa essencialmente fazer o seu caminho para poder se tornar um evangelizador. com propriedade, com propriedade, né, de estar na evangelização infantil, principalmente, né, mas com com qualquer outro ser espiritual com que ele entre em contato, porque foi o que Jesus fez conosco, né? Ele trouxe toda essa essa autoridade moral que ele já tinha. E essas crianças e jovens ampliando para uma evangelização infanto juvenil, né? Ele comentou aqui infantil, mas a gente também pode pensar em fanto juvenil. >> Sim. >> Eles serão os que lá na frente constituirão família e irão receber seres reencarnantes. >> Uhum. seres reencarnantes, ou seja, poderão recebê-los já estando preparados com as palavras do Cristo, com o que é o amor, como é amar, >> né? Aí você recebe aquele filho >> e você ama mais do que tudo, graças a Deus. E essa beleza desse trabalho da evangelização, Jesus já dizia: "Vinde a minhas criancinhas, né? Porque se eu chegasse Jesus puxasse o cabelo dele, ele ia virar para mim e falar assim: "Que é isso? Tá maluco? O que que aconteceu? Agora se é uma criancinha, ele vai abrir aquele sorrisão, vai pegar no colo, vai beijar, >> porque as crianças são assim, né? Exato, exato. Ó, a nossa amiga Lázar falou que tá atrasada, mas tá aqui. >> Oba! >> Ó, ó, >> beminda. >> É, é seu companheiro de estudo tá comigo hoje lá. Coisa boa. Coisa boa. >> É, e já estamos terminando. >> É que que a gente Pois é, gente, esse texto é sensacional, né? Sensacional. Dá assim 2 horas ou mais dá o seminário da semana inteira. Fala, fala aí. Você tá vai falando de
e já estamos terminando. >> É que que a gente Pois é, gente, esse texto é sensacional, né? Sensacional. Dá assim 2 horas ou mais dá o seminário da semana inteira. Fala, fala aí. Você tá vai falando de >> É assim para para um pouco para concluir, né? Deixa eu ver aqui. Ele também comenta sobre depois da evangelização, ele comenta sobre as sessões mediúnicas. Aí ele destaca que nós estamos aqui com talentos, ou seja, presentes de Deus. >> Isso. >> Como é que eu vou utilizar esses talentos, hein? Vou enterrar, vou enterrar ou eu vou introduzi-lo na sociedade, né? Vou desperdiçar, >> vou desperdiçar, jogar ou não cuidar dele e perdê-lo, porque às vezes eu quero muito aquele talento, mas eu negligencio. >> Uhum. >> Eu não cuido dele igual uma flor que eu não não dou água para ela. E agora? Será que ela fica na mesma coisa, né? É aquela trend, será? Não, >> não. >> Ele também comenta aqui sobre o aprendiz, né, incipiente da oficina. Esse incipiente com ser quer dizer iniciante, né? Isso. >> Aquele que está iniciando na oficina espírita cristã, que constitui adequada sindicância contra a sinceridade que traz consigo, alertando para os deveres justos. Ou seja, que ele ele tem que ser portador de sinceridade, honestidade, de estar aí por livre vontade dele. >> Por quê? Porque a ele será eh exigido que deveres sejam cumpridos e de uma forma justa, que cumprir dever você pode cumprir de qualquer jeito. Agora, você cumpriu de uma forma justa, de uma forma misericordiosa, com compaixão. A questão toda é essa, né? É, é mudado. Tenho o que para o quero fazer, né? O tenho que eh por livre esportânea pressão, nem que seja de nós mesmos, né? Voltando lá no medo de consequências, né? Ou pensando >> em eh em futuras recompensas. E eu quero fazer já essa sinceridade, né, do coração lá, obediência, resignação, que compreenderam, né, o seu dever moral e querem estar ali servindo, querem estar ali contribuindo, né, colaborando pro seu melhoramento e o melhoramento de todos, né, com essa esse
ncia, resignação, que compreenderam, né, o seu dever moral e querem estar ali servindo, querem estar ali contribuindo, né, colaborando pro seu melhoramento e o melhoramento de todos, né, com essa esse amor aí que a gente vai aprendendo a sentir e a viver. ver. Hum. >> É. E ele vai concluindo, né? Analisa o que fazes, observa o que dizes. Ele mostra as técnicas, ó. Medita em torno de tuas aspirações mais ocultas, aquelas que só Deus e Jesus conhecem. A espiritualidade superior é que conhece, que consegue dividir com você. E sempre que você tiver diante da indagação, você também tem que ter o passo de ativar uma resposta. Como a gente disse antes, essa resposta não precisa ser imediata, mas ativar, que é o que a Patrícia chamou de ação. Essa ação que é calcada no pensamento e na vontade. esse trinômio, pensamento, vontade e ação na prática do bem para te resguardar, para que você consiga, além de avançar, se elevar, além de crescer e desenvolver, progredir em prol da sua evolução humana, espiritual. Exatamente. A resposta não precisa ser nem imediata, nem definitiva, né? Ela precisa ser coerente, consistente, né, com tudo que nós já conhecemos, com o bem que eh Jesus nos convoca a viver, né, como ele fala, quem segue o Cristo vive-lhe o apostulado, esse bem para si e para todos. Em cada nova fase que a gente vai descortinando, vai aprofundando, vai mergulhando mais nesse apostulado, novas respostas chegarão, né? E o que importa é esse movimento e vai chegar no momento certo. Importa não parar. Ó, avante, que é que se que é uma das traduções de bem-aventurados, além, né, de de felizes no sentido da plenitude, da felicidade que não é desse mundo, mas é essa essa motivação permanente do ser espiritual, né, de não parar, de ir avante sem o temor, sem a vacilação, porque sempre tem algo mais para que a gente alcance, né? para que a gente melhore, para que a gente possa então eh não vou falar concluir porque nós não vamos concluir, mas que a gente possa ir subindo, né, eh no sentido figurado aí
que a gente alcance, né? para que a gente melhore, para que a gente possa então eh não vou falar concluir porque nós não vamos concluir, mas que a gente possa ir subindo, né, eh no sentido figurado aí na nossa busca e alcançando cada vez mais, né, essa felicidade que a gente tanto quer. E ó, eu acho que nosso amigo, ó, sempre é LaRA falando, ele é um parceiro nosso amigo tá vivendo esse apostular. Ó, Marquinhos tá aqui hoje dando esse exemplo maravilhoso para nós, sempre nos auxiliando com muita amorosidade. Eu acho que ele já leu o livro. Ai, Marcos, que maravilha, viu? Que maravilha. Eh, >> essas mensagens são assim realmente >> pra gente passar a semana refletindo, né? e levar pro coração mesmo, levar para cada detalhe, como a gente falou, né? Porque cada detalhe do que nos acontece é essa oportunidade de seguir a busca, de, né, refazer o caminho, de ver o que não tá bom, o que não está de acordo com essa busca que a gente quer para nós de estar junto com a verdade do nosso pai. É, amiga, eu acho que eu congelei. Eu tô >> não. >> Ah, tá. Que a minha tela tá congelada. >> Ah, você tá se olhando. Ah, o Max, olha, é muito tecnológico já. Eu tô te olhando aqui e não tô te vendo congelado, mas você tá olhando no YouTube. >> Ah, descongelou. Meu monitor descongelou agora. >> Ah, então tá bom. >> É, então, como palavras finais, eu eu ouvi tudo que você falou, mas a ficou a imagem congelada. O, como eh palavras finais, reparemos, João estava presente com dois discípulos e Emanuel na mensagem de hoje comenta no apostulado: "Qual é a diferença de um pro outro? O discípulo, ele procura estudar, se instruir, alcançar a sabedoria do mestre. O apostulado é quando você emprega os ensinamentos apreendidos, você os executa, você demonstra como é que toda essa instrução, toda essa sabedoria pode se concretizar na vida humana, na vida em sociedade. A diferença é exatamente essa, é praticar o bem ao próximo com amor, tá? >> Então ficam essas palavras finais pro nosso estudo de hoje. Agradecendo aos
oncretizar na vida humana, na vida em sociedade. A diferença é exatamente essa, é praticar o bem ao próximo com amor, tá? >> Então ficam essas palavras finais pro nosso estudo de hoje. Agradecendo aos canais parceiros, lembrando que domingo que vem nós teremos mais uma dupla que dará sequência com o capítulo 55. São 104 capítulos essa obra. Então, nós começamos a segunda metade da obra, essa obra belíssima, né? E hoje com esse capítulo maravilhoso >> que tanto nos ajudou, >> muito, muito, muito. Olha, eu tinha visto uma frase aqui do André Luiz no mundo maior que ele fala: "O conhecimento que não se traduz em serviço, né, que é esse apostulado que você tá falando, é um fardo que alarga a dívida do espírito espírito perante as leis eternas. Então bora lá viver o que a gente já sabe, porque é isso que importa para o nosso melhoramento de todos que estão conosco. >> É perfeita essa colocação do André Luiz. >> Muito boa. Muito boa. Você quer fazer uma precezinha pra gente terminar? >> Vamos fazer então. Vou fazer a prece de encerramento. >> Obrigada. Amorável Pai, nosso criador universal, mestre Jesus, irmão de todas as horas, reunidos aqui, estamos agradecidos por mais uma oportunidade desse domingo de manhã, pensando e refletindo sobre as suas palavras, buscando compreendê-las, buscando entendê-las de modo a assimilá-las e trazê-las para a nossa vida diária. em favor de todos aqueles que estão à nossa volta, familiares, parentes, amigos, vizinhos, pessoas do comércio, pessoas que encontramos nos pontos de ônibus, alijadas sem um lar, que vagam pelas calçadas, que estão esquecidas em leitos de hospitais ou clínicas de tratamento, cuidar de todos nós, daqueles que estão sofrendo o cárcere privado em razão do da rejeição social, pelas práticas que eles fizeram e foram rejeitadas. Cuidar de todos nós. Permita-nos estar aqui reunidos mais uma vez para juntos darmos continuidade a esse a essa seara de ouvir e buscar. sempre conhecer mais as palavras do Cristo. Graças a Deus.
das. Cuidar de todos nós. Permita-nos estar aqui reunidos mais uma vez para juntos darmos continuidade a esse a essa seara de ouvir e buscar. sempre conhecer mais as palavras do Cristo. Graças a Deus. >> Graças a Deus. Que assim seja. Obrigada, Marcos. Eu que agradeço. >> Uma boa semana a todos. Bom domingo aí. Aqui tá quase acabando o domingo, mas a gente segue aqui. Boa semana a todos. Nos vemos semana que vem. >> Fiquem com Deus. F com Deus. Até. เฮ Oh.
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