Lei de Liberdade • Paulo de Tarso

Mansão do Caminho 12/09/2025 (há 6 meses) 57:20 1,748 visualizações

Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista traz um convidado especial para falar sobre temas do cotidiano sob a luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se encontram para reflexões acerca do Evangelho de Jesus. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #palestraespirita #espiritismo #evangelho #obomcombate #apóstolopaulo *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências. Que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos em mais uma live aqui nos nossos canais da UVCTV e da TV Mansão do Caminho. sempre uma imensa satisfação saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um momento de reflexão em torno da mensagem do mestre à luz da doutrina espírita, para que possamos melhor sintonizar com esse instante e possamos elevar os nossos pensamentos numa prece. Divino amigo, a nossa gratidão, Senhor, por essa terra que nos acolhe com toda a sua generosidade. a nossa gratidão pela tua presença generosa, auxiliando-nos a bem compreender as leis divinas que já estão em nossas consciências, para que assim possamos despertar para as verdades da vida a realidade de espíritos imortais que todos somos para caminhar na direção sempre do bem, do belo e do amor. Auxilia-nos, Senhor, para que tenhamos a capacidade de compreender a mensagem da noite, a fim de aplicá-la no cotidiano de nossas vivências e assim trabalharmos um pouco mais para instaurar o teu reino em nós. Por isso, amigo, nesse instante te pedimos que inspira-nos para que tenhamos a condição de ter a paz no falar, ter a tranquilidade no olhar e que a tua misericórdia esteja a nos orientar. Por isso, fica conosco hoje e sempre, Senhor. Hoje temos a alegria de receber mais uma vez em nossos canais nosso querido amigo, irmão Paulo de Taro, lá da cidade de Salvador, que hoje vai nos trazer o tema lei de liberdade. Amigo, seja bem-vindo. A casa já é sua. Então, rogando voto de muita paz, passamos a palavra para você. Obrigado, Ró. Boa noite a todos, amigos queridos. Que a paz do nosso querido mestre esteja em nossos corações. Que a espiritualidade boa, amiga, que nos ajuda na divulgação da doutrina espírita esteja conosco, nos trazendo paz, nos trazendo luz à alma. É dia que nós podemos pensar a respeito do amanhã iluminado da terra. É dia em que nós podemos fazer reflexões acerca do nosso posicionamento aqui na existência.

trazendo paz, nos trazendo luz à alma. É dia que nós podemos pensar a respeito do amanhã iluminado da terra. É dia em que nós podemos fazer reflexões acerca do nosso posicionamento aqui na existência. é dia presente porque estamos vivos e por isso celebramos a vida, porque é o momento de tomarmos as decisões, de escolhermos as os caminhos, escolhermos as trilhas, os os atalhos, enfim, tomarmos decisões importantes nos destinos que nos aguardam. E para isso é importante que nós falemos sobre a liberdade. E o tema da nossa conversa de hoje é a lei de liberdade, falando sobre essa disciplina que está no capítulo 10 da parte terceira o livro dos espíritos, das questões 825 e seguintes. O que que nós poderíamos trazer de forma preliminar em relação à questão da liberdade? Primeiro, a liberdade é um conceito que precisa ser bem entendido, precisa ser aprofundado sobre qual seria a verdadeira aplicação da liberdade, como se entende. Porque se nós pensarmos, por exemplo, como Jean Paul Sartre, o filósofo existencialista, que dizia que a existência precedia a essência, livre é uma condenação. Ser livre é um estado de condenação. Por isso que ele dizia que os seres humanos estavam condenados a serem livres, estavam condenados a escolher, a determinar-se, a seguir. Não tinha fórmula pronta. Cada um iria fazer o seu da forma mais conveniente que lhe aprover. Então isso de certa maneira cabia dentro de um conceito de que os seres humanos eles se constróem a partir das suas percepções de mundo e eles não têm anterioridade. Eles não precisam considerar o fato de serem seres pré-existentes, por exemplo, uma vez que a essência ela acontece depois que o corpo já existe. A liberdade dar nesse sentido, o direito do sujeito de escolher ser o que ele quiser, inclusive ser um téria, ser um cão, ele ser uma sambambaia, ele ser um animal qualquer, ou simplesmente ele negasse como a sua posição atual, viver uma outra instância dentro dessa sua liberdade de ser, sem aqui nenhum nenhum objetivo de saber se

a sambambaia, ele ser um animal qualquer, ou simplesmente ele negasse como a sua posição atual, viver uma outra instância dentro dessa sua liberdade de ser, sem aqui nenhum nenhum objetivo de saber se isso é bom, se é ruim, não é essa a questão. Não, apenas o ato de dizer que se eu determino para minha vida que o meu caminho será X, esse será o meu, a minha disposição, essa será a minha estrada. Então, para um existencialista como Sartre, esse é o conceito da liberdade plena. Mas se você for, por exemplo, para a a proposta da liberdade de Aristóteles, ela já é um pouco diferente. Aristóteles dizia que a liberdade verdadeira era aquele conceito em que o sujeito, aquele momento em que o sujeito determinava-se por força, por moto íntimo, por força interna, nada o condicionaria. ele dentro dele, das suas pulsões internas nasceriam as forças das suas decisões. Então, ele não era condicionado pelo mundo, mas sim ele era condicionado por um conjunto de fatores que iriam guiar as suas decisões, mas não decisões quaisquer, porque o homem também é livre e sobretudo para obrar, para fazer, para realizar o as suas atitudes em prol do bem, do bem comum, do bem social. daquilo que seria a o desenvolvimento humano. Porque não seria de esperar que um filósofo, por exemplo, como Aristóteles, que pensa a respeito das dinâmicas da vida, estivesse ocupado em propor algo que fosse a destruição da própria sociedade. Ele previa o desenvolvimento das capacidades humanas, aprimorando a as sociedades de um modo geral. E isso vai prevalecer na na escola da filosofia, em muitas outras escalas do pensamento. E aí a gente vai ver, por exemplo, os conceitos da moral em Kant, quando ele diz que a decisão moral, que é a decisão de atitude, portanto, é uma decisão de liberdade, seria algo intrínseco também no ser e seria um ato de consciência. Ou seja, a pessoa faria de uma maneira tal que esse seu agir poderia ser transformado numa lei universal. Esse era o seu sua máxima a máxima filosófica do pensamento moral

seria um ato de consciência. Ou seja, a pessoa faria de uma maneira tal que esse seu agir poderia ser transformado numa lei universal. Esse era o seu sua máxima a máxima filosófica do pensamento moral cantiano. Então observe que se a gente for buscar na filosofia os conceitos de atitude, que seria diretamente ligado ao conceito de liberdade, nós vamos encontrar diversas possibilidades, mas todas elas ensejando que o indivíduo é livre para agir na medida em que ele não tenha restrições impostas pelo mundo, mas sim pela consciência. Essa talvez seja a sua maior eh apreensão e possibilidade de compreender a liberdade. Então, a liberdade no conceito estrito senso, ela não é o direito de você fazer o que você quiser. Porque observve que quando os espíritos começam a dialogar com Allan Kardec essa parte terceira, nesses temas que ele vai ocupar, ele vai dedicar um tempo especial, porque não é um capítulo simples, é um capítulo extenso, ele vai falar sobre diversas possibilidades de compreensão da liberdade e também diversas eh diversas questões que muitas pessoas perguntam. Isso aí é liberdade? Isso é determinismo? Se é livre arbítrio? Em que em que sentido? um termina e o outro começa. E a preocupação de Allan Kardec é é esgotar, não, mas pelo menos a abraçar parte desses conceitos para que a gente possa depois daí fazer as nossas digressões e ampliar esses entendimentos. Então, começando pelo princípio básico da liberdade, ele faz uma pergunta a em relação eh à liberdade, dizendo: "Em que condições o homem poderia gozar de liberdade? absoluta. Ou seja, existe a possibilidade de um indivíduo, vivendo aqui na Terra ter ou gozar de uma liberdade absoluta, que seria talvez uma fantasia ou sonho de muitos pensadores que eventualmente disseram que o homem podia ser o que quisesse? A resposta é não. Porque a única condição do sujeito viver assim numa experiência de liberdade absoluta seria a possibilidade dele ser um eremita no deserto. Ele não ter ninguém à sua volta, ele não ter que dar satisfação

que a única condição do sujeito viver assim numa experiência de liberdade absoluta seria a possibilidade dele ser um eremita no deserto. Ele não ter ninguém à sua volta, ele não ter que dar satisfação nenhuma a nenhuma regra, nenhum regramento social. ele não teria que, de certa forma, obedecer a nenhum tipo de preceito ou princípio ético, legal, nada disso. Ele poderia fazer o que ele quisesse. Se ele de repente tivesse com vontade de andar sem roupas pelo deserto, ele tirava suas roupas, andaria. Ninguém faria nenhum, ele não afetaria ninguém com o seu agir. Mas na medida em que ele esteja na presença de um outro ser, basta apenas se colocar um outro ser na sua companhia. Essa liberdade, ela já não pode ser mais exercida dessa maneira, porque a partir do momento em que nós estamos em conjunto com outra pessoa, com outro ser, em um espaço social, os limites da nossa liberdade estão nas fronteiras de cada pessoa. Ou seja, no momento em que o meu agir livre supostamente invade as fronteiras do outro e que de certa forma fere a liberdade do outro em também estar livre no seu espaço de ação, nós já temos um conflito. E esse conflito ele é o cceamento da liberdade. Ele se dá pelo cceamento da liberdade. Observe na sociedade, de um modo geral, as leis elas elas criam as restrições justamente para que as pessoas obedeçam esses limites. As leis, elas são muito claras em dizer o que você pode fazer, até quando você pode fazer e o que você não pode fazer eventualmente. Então, e essas essas restrições elas existem para que se alguém transgredir esses limites que foram impostos pelas leis, haja consequências. na sociedade sobre esse indivíduo. Ou seja, a sociedade responde a esse indivíduo com consequências punitivas ou restritivas, que são as formas que a sociedade tem para estabelecer esse mandato dessas leis, a a o vigorar dessas leis, o vigir dessas leis. Então observe que essas são essas são considerações importantes, porque muitas pessoas podem no afã de dizer que você

abelecer esse mandato dessas leis, a a o vigorar dessas leis, o vigir dessas leis. Então observe que essas são essas são considerações importantes, porque muitas pessoas podem no afã de dizer que você não pode me eh você não pode me cercear no sentido de dizer eu tenho o direito de fazer o que eu quiser. Não tem. Simplesmente não tem. Então, para dar um exemplo claro assim paraa gente que vive eh em cidades mais barulhentas, cidades que t muito essa coisa da sonoridade eh comum pública, eh imagine que uma pessoa chegue na porta da sua casa e e no passeio da casa dele, mas tá próximo da sua casa e ligue um som. Ele está na casa dele, ele está dentro do espaço, supostamente do espaço da casa dele, mas esse som tá passando por cima de um muro e tá indo na sua casa, invadindo o seu direito de estar na sua casa em um conforto. Nesse momento que isso acontece, você tem aí uma transgressão. O sujeito é livre para ouvir sua música, com tanto que não incomode o vizinho. Esse esse é um esse é um conceito básico de liberdade. E o que que basicamente a a lei de liberdade vai começar a orientar em relação a isso, é estabelecendo justamente que existem outros níveis de cerceamento dessa liberdade. Existe a liberdade eh restrita pelas leis humanas e existem aquelas outras liberdades que são restritas igualmente por outros graus de leis, como no caso as leis divinas. Então essa liberdade espiritual, ela também tem os seus limites na medida em que as os instrumentos de de restrição, eles estão na própria lei. Então, se a gente observar, por exemplo, a lei de causa e efeito, a lei de causa e efeito, ela é um elemento restritivo da liberdade do ser. Eu posso matar quem eu quiser, mas as consequências desse ato vão advir, vão cair sobre mim, vão surgir na minha vida como desafios. Então isso de certa maneira pode fazer com que o indivíduo, com receio dessas restrições existenciais, ele não cometa os atos. Ele tem a vontade, ele é livre para desejar, mas ele não é livre para fazer. O desejar é algo que está em um

zer com que o indivíduo, com receio dessas restrições existenciais, ele não cometa os atos. Ele tem a vontade, ele é livre para desejar, mas ele não é livre para fazer. O desejar é algo que está em um outro âmbito também, que é no âmbito da consciência, no âmbito do pensamento. Então, se a gente pensa a respeito da liberdade do ser, da liberdade de consciência, você pode pensar o que você quiser. O pensamento é livre. Ninguém pode proibir alguém te pensar, até porque, conforme os espíritos dizem, é impossível você proibir alguém de pensar. Como é que você vai saber que a pessoa não tá pensando, né? Você não tem como fazer isso. Você talvez possa através de regimes ditatoriais, através de sistemas mais ríspidos, sistemas mais fortes, como acontece no mundo, as pessoas podem impedir que as pessoas se manifestem em termos da verbalidade dos seus pensamentos. Isso pode acontecer. Agora, isso pode acontecer, mas isso já é passível de questionamentos, porque em sociedades livres, desde que você não fira a integridade de ninguém, você pode ser livre para manifestar as suas ideias. Então, observe que essa é uma discussão moderna, atual, com relação à questão do quanto é possível você exercer o seu mandato de eh fazer valer as suas ideias em um campo social. E ao mesmo tempo nós temos que observar que no campo das leis humanas isso é uma discussão. No campo das leis divinas isso não se discute. Por que que não se discute? Porque você também é livre para desejar. Você também é livre para pensar, você também é livre para sentir. Mas as consequências do seu pensar e do seu sentir, elas são evidentes, porque os mecanismos das leis divinas, elas atuam no sentido de trazer o indivíduo para um eixo de desenvolvimento e de progresso que não estão devidamente assim soltos, não é um processo que está isento de qualquer tipo de orientação. Então, no momento em que nós nos aferramos a ideias violentas, por exemplo, nós nos vinculamos a a violência a a sentimentos menos nobres, o que que acontece com o

ento de qualquer tipo de orientação. Então, no momento em que nós nos aferramos a ideias violentas, por exemplo, nós nos vinculamos a a violência a a sentimentos menos nobres, o que que acontece com o nosso campo mental? Ele é impregnado de influências espirituais muito perversas, desculpe, gente, muito perversas. E essas influências espirituais, elas podem causar consequências negativas na minha vida. Eu posso ter problemas com isso. Então, óbvio que a gente vai ter cuidado até mesmo no pensar. Observe que quando a gente tá dizendo a respeito dessa construção, não quer dizer que as leis divinas elas servem para impedir você de ser livre. Não, de jeito nenhum. Você pode fazer o que você quiser. Agora tem que saber que todo nosso agir, ele tem, quer seja no plano humano, quer seja no plano divino, ele tem suas consequências. O o livre agir, ele só pode ser admitido quando o indivíduo está embído de um senso de ignorância que dá a ele a prerrogativa do erro. Isso sim, isso pode ser um atenuante, digamos. Então, o sujeito ele ele está no nível intelectual, o nível espiritual a quem ainda da possibilidade de ser julgado, de ser analisado sobre a ótica de quem já oferiu condições superiores. Então, nesse caso, especificamente, quando se um indivíduo desse faz alguma coisa que não é legal ou pensa alguma coisa que não é legal, é tudo tem consequência. Mas do ponto de vista assim da individualização dessa conduta, há uma atenuante da ignorância. Porém, a ignorância não pode ser a desculpa se o indivíduo tem ao seu acesso à orientação segura do reto proceder. Então, se o indivíduo tem a cultura, se ele tem a disposição, as orientações, digamos assim, espirituais, se ele tem as orientações filosóficas, se ele tem as orientações científicas e ele opta por não acessar essas informações, mesmo essas estando nas suas mãos, ele não pode mais alegar a ignorância, porque a ignorância só é quando o indivíduo é privado do acesso às fontes da informação que poderia orientar o seu retrogito.

mesmo essas estando nas suas mãos, ele não pode mais alegar a ignorância, porque a ignorância só é quando o indivíduo é privado do acesso às fontes da informação que poderia orientar o seu retrogito. Então, não dá para se dizer: "Ah, eu sou ignorante quando eu tenho na minha frente todo esse manancial de informações há 2000 anos, há pelo menos 2.000 anos, que a gente poderia estender a 2500, se a gente colocar aí o povo de Buda no conceito, mas há 2500 anos nós temos orientações sobre o reto viver na Terra e isso de certa forma não nos dá a prerrogativa da ignorância. pode até dizer: "Ah, isso existia, mas eu não tive conhecimento." Mas cada vez que passa e observe que agora que vivemos na sociedade da informação, na sociedade da da da do correio das informações é muito pleno, fica muito difícil alegar a ignorância hoje. Não tem como mais, né? Você pode ter dentro do seu da sua liberdade de agir o direito de dizer: "Não quero ver". Mas isso não te dá a prerrogativa de usar a sua ignorância como desculpa pelo seu agir equivocado. Então, essas questões elas são muito bem abordadas aqui nessa nesse nessa nesse capítulo do da lei de liberdade. é uma lei que está logo depois da lei de igualdade, né, que é uma lei importante, que se a gente apertar uma tecla s, essa lei de igualdade é uma lei de senso, de igualdade espiritual muito grande, né, que a gente consegue perceber que todos somos iguais, independente de quais classes ocupemos, quais níveis nós estejamos, mas em essência nós somos todos iguais. A liberdade é justamente um grito, aonde o indivíduo, através da conquista de si mesmo, ele consegue trabalhar na sua expressão de vida para conquistar, sim, a sua liberdade de ser pleno. Quando ele atinge o máximo possível do seu grau de desenvolvimento, torna-se um espírito puro. Então, todo esforço do indivíduo para depurar-se será sempre bem-vindo, mesmo que ele eventualmente erre nessa nessa empreitada. tentando acertar, porque a intenção sempre vale muito mais do que o resultado prático da ação.

indivíduo para depurar-se será sempre bem-vindo, mesmo que ele eventualmente erre nessa nessa empreitada. tentando acertar, porque a intenção sempre vale muito mais do que o resultado prático da ação. Então, tem uma questão aqui que é a questão de número 828, aonde tem um texto aqui no final que eu particularmente gosto muito, gosto bastante, que é o seguinte. A questão do 828 diz: "Como se pode conciliar as opiniões liberais de certos homens com o despotismo que costumam exercer no seu lar sobre os seus subordinados?" Então, observe que eh essa é a questão básica. E na questão na na no subitem a serão na outra vida levados em contra os princípios que professaram nesse mundo. Ou seja, o indivíduo que vive em aparência, ele vive de uma forma, ele ele faz de de conta que ele é de um jeito, mas na prática ele é de outro, né? Ele é ele é como se diz, um sepulco caiado. Sepulcro caiado. Ele é todo arrumado por fora e todo podre por dentro. A pergunta é: o que acontece com esse indivíduo? Olhe que a resposta do espírito, ela vem justamente dizer de um grau de um exercício, uma experiência de liberdade muito grande, que é simplesmente o sujeito optar por ser o que ele é. ser o que ele é, do jeito que ele é, sem tentar agradar ninguém no sentido estético, nem muito menos agradar ninguém no sentido de tentar imitar com procedimentos que não correspondem aos seus graus já oferidos. Então, ele diz assim: "Em verdade vos digo que o homem simples, porém sincero, está mais adiantado no caminho de Deus do que um que pretenda parecer o que não é". Então essa é uma questão importante para que a gente entenda que o indivíduo que finge ser, ele é um escravo. Ele é um escravo de modelos, ele é um escravo de estereótipos, ele é um escravo de formas. Ele não está livre, ele está escravizado. Escravizado por convenções sociais, por manipulação ideológica. Ele está escravizado, muito escravizado. E a gente tem visto o resultado disso de um modo geral na sociedade. A gente tem assistido isso acontecer com muita eh

ões sociais, por manipulação ideológica. Ele está escravizado, muito escravizado. E a gente tem visto o resultado disso de um modo geral na sociedade. A gente tem assistido isso acontecer com muita eh com muita frequência. Então, observe um garoto com 22 anos de idade torna-se um assassino, condenado. Provavelmente aí é uma pena capital. Por quê? Porque ele não é livre. Ele não é livre para atirar numa pessoa. Ele é escravo de um pensamento que não seria seu se ele não tivesse se submetido a ele, funcionando como uma espécie de máquina, uma espécie de autôma, seja ela qual for, nobre, não importa. Mas esse indivíduo, na sua ação plena, ele jamais pode dizer que ele é livre para fazer o que ele quis fazer, porque na verdade o seu agir não é um agir, como diria Aristóteles, procedente das entranhas do espírito. É um agir procedente de um modelo que lhe foi imposto através de uma forma de pensamento que não lhe corresponderia naturalmente à sua, originalmente a sua. Então isso é muito perigoso, porque a mente humana, ela tanto pode ser capaz de engendrar gritos de liberdade na se na sua ação livre, como também ela pode ser escravizada através de mecanismos. Não é por outro motivo que a primeira escola da psicologia, a escola biraviorista, ela praticava exatamente essa máxima de que através dos condicionamentos pavilovianos, né, de você fazer um condicionamento mediante estímulos, estímulo, resposta, estímulo, resposta, você obteria um condicionamento mental de maneira tal que o sujeito reagisse como o cachorro reagia. Ao tocar a campanha, ele começava a salivar, imaginando que iria chegar a comida. Então, esse tipo de condicionamento é um condicionamento que é é é plausível do ponto de vista da dinâmica funcional do cérebro humano, da psique humana, mas isso é um engessamento, isso é um cerceamento completo da liberdade do ser, porque ele não será mais livre para pensar, ele será apenas agora escravo dos pensamentos de terceiros e consequentemente ele não será capaz de

nto, isso é um cerceamento completo da liberdade do ser, porque ele não será mais livre para pensar, ele será apenas agora escravo dos pensamentos de terceiros e consequentemente ele não será capaz de tornar-se artífice da sua própria imortalidade. Esse é o grande ponto, porque nós estamos aqui para evoluir. E a evoluir significa tomar decisões, fazer escolhas. E obviamente que essas escolhas, quando elas são eh fora do meu eixo de propósito original, elas estão me desviando, estão me levando para lugares muito distintos daqueles que eu deveria ir. Tudo é aprendizado. Obviamente que esse sujeito ele vai descobrir a duras penas que talvez essa não tenha sido uma boa escolha. Provavelmente em outras vidas ele não se permita mais ser ludibriado ou manipulado, qualquer que seja o adjetivo que você queira colocar, não é? Em relação a essa questão. E a gente eh pode muito bem eh dizer que ele vai aprender, só que vai aprender perdendo uma oportunidade existencial. E é isso que a gente não quer. Ou seja, o que nós estamos falando em termos da lei de liberdade é a de tal forma que o seu agir nesse mundo seja uma deliberação do espírito que pensa e deseja alcançar essas plenitudes espirituais através das suas atitudes corretas, né? não é um indivíduo que vai viver a vida eh usando aí a estratégia de Zeca Pagodinho de deixar a vida me levar, a vida leva eu. Não, o sujeito tá focado. É como dizia Paulo, desperta você que está dormindo para que possa de repente compreender que há um processo de decisão a ser tomado todos os dias. Quando a gente acorda, a gente toma a decisão. Você é livre para ficar na cama e livre para trabalhar. Qual das duas opções? aquela que obviamente for mais conveniente em relação à vida, aquela que trouxer mais benefícios morais, aquelas que trouxerem eh que aquela que trouxer mais crescimento espiritual, essa sim vai ser boa para você, mas a outra pode ser boa também naquele momento do conforto, mas pode trazer prejuízos enormes. Como é que a gente vai descobrir isso? Aí a

mais crescimento espiritual, essa sim vai ser boa para você, mas a outra pode ser boa também naquele momento do conforto, mas pode trazer prejuízos enormes. Como é que a gente vai descobrir isso? Aí a gente pode fazer por dois caminhos, o caminho do discernimento e o caminho da experiência, porque o caminho da experiência ele é mais doloroso, ele é mais duro, ele é mais difícil, mas ele eh também é um caminho, é um caminho também que a gente pode se dizer, eu tenho o direito de me deixar ser conduzido por outros. Pode. Aí Jesus dizia: "Tome cuidado porque existem cegos guiando cegos. Existem aqueles que estão conduzindo as ovelhas. São os assaltantes dos apriscos. São aqueles que estão vindo de certa forma pegar ovelhas e levar para outros lugares, para esse lugar eh abjeto aí da desorientação, né? Isso tem muitas referências aí da cultura, na música, na filosofia e a gente sabe que isso na prática é assim que acontece. Eu posso ser livre para escolher uma discussão, por exemplo, muito comum dentro do meio espírita. Ah, como é que a gente vai selecionar, separar o joio do trigo dentro da literatura espírita? Não é, não se trata nunca jamais de você criar um índex de livros proibidos e dizer: "Ah, você lê esse, não lê aquele". Não, você lê tudo. Você tem livro para você ler tudo. Agora pense que dentro do seu grau de liberdade, você tem que estar preparado para ter fazer a escolha. Você só vai ser livre realmente quando você tiver a oportunidade de escolher, né? escolher o que que você quer, um caminho melhor, esse e aquilo. O objetivo dos espíritos aqui é dizer: "Olha, existem consequências nas ações. Essas consequências elas são realmente graves em função do nível de severidade do ato praticado, mas você pode fazer porque você tem aquele conceitozinho, né, que é o livre arbítrio, que faz com que o indivíduo possa agir em conformidade com as mecânicas do seu eu. E isso só a ele interessa e só a ele eh conta do ponto de vista de uma contabilidade evolutiva. Então, quando a gente fala, por exemplo,

ndivíduo possa agir em conformidade com as mecânicas do seu eu. E isso só a ele interessa e só a ele eh conta do ponto de vista de uma contabilidade evolutiva. Então, quando a gente fala, por exemplo, nisso, nessa liberdade, a gente já começa a imaginar que conceitos como escravidão, por exemplo, isso isso são conceitos abjetos, não tem como existir isso. Mas algumas pessoas podem dizer assim, mas existem raças que são ou pessoas ou ou grupos étnicos ou culturais que são inferiores a outros? Existem, claro, porque nós estamos vivendo aqui na Terra em níveis evolutivos diferenciados. Nós estamos vivendo aqui na Terra em graus evolutivos diferenciados. Mas olha que coisa interessante, está aqui na questão 831. Quando justamente essa questão é levantada, os as entidades venerandas dizem assim para Kardec, ou seja, essa essa desigualdade natural das apetidões não coloca certas raças humanas sob a dependência de outras mais inteligentes? A resposta é um sim. Mas observe como é que ele diz, olha, em condições normais, quem tem mais condição vai estar numa condição superior do ponto de vista econômico ou do ponto de vista em outras relações sociais, mas diz, mas para que essas se elevem, não para embrutecê-las ainda mais pela escravidão. Ou seja, existe uma possibilidade de existir a diferença social, mas essa diferença social, por exemplo, jamais deve ser motivo para que esse que está numa condição menor seja eh aprisionado nessa condição. Não é essa a ideia. A ideia é que o que tem mais puxe quem tem menos. Olhe, olhe como isso é legal. Você não pode, não somente prender a pessoa, você tem a obrigação de elevá-la, você tem a obrigação de trazer esse menor para um estágio melhor, maior, ou seja, um ajudando o outro no processo do desenvolvimento e não impondo a ele mais miséria. Eh, existem diversos tipos de escravização, diversos tipos. Existe uma escravização eh cultural que você impede a pessoa, de repente de alcançar posições maiores na sociedade. Isso é o que acontece muitas vezes e ela é

os tipos de escravização, diversos tipos. Existe uma escravização eh cultural que você impede a pessoa, de repente de alcançar posições maiores na sociedade. Isso é o que acontece muitas vezes e ela é disfaçada com muitos discursos bacanas, mas na prática, na prática, na prática, quando você desqualifica alguém para o exercício da vida, para o exercício das faculdades que vieram naquele espírito ali, para que ele possa desenvolver uma atividade social válida, eh no momento que isso é tirado dele, isso de certa forma é uma perversidade que tá sendo feita com espírito que tá vindo para paraa encarnação para viver sua experiência. Observe que isso é muito complexo e a gente tem que entender que o a liberdade não é a escravidão, não é somente quando se bota ferros ou quando não se paga salário ou quando se trata mal. É quando se tira a liberdade da pessoa ou a capacidade de uma pessoa de exercer as suas potências, aquelas que já estão nele, porque não é o fato dele ser pobre que vai impedir que ele seja um doutor, que ele seja um grande aquele médico Bencson dos Estados Unidos. que é um hoje, sem dúvida nenhuma, talvez o maior neurocirurgião vivo do planeta Terra. Ele não só era muito pobre, a sua mãe era analfabeta e como ele também tinha problemas de déficit de atenção seríssimos. Ele superou isso numa num grau de de esforço inaudito, mas ele em determinados momentos da sua vida, ele contou com ajuda de certos espíritos que colaboraram para que isso acontecesse. O primeiro deles foi a sua mãe. Então você vê que há um esforço de um e de outro para que nós todos juntos possamos crescer espiritualmente. Quando eu apenas penso em mim e não cuido de você, eu estou lhe escravizando, eu estou lhe impondo uma limitação e de ascensão espiritual, cultural, moral, enfim. Eu estou impondo a você isso através do meu agir egoísta. Por isso que o egoísmo é uma chaga terrível que está por trás das grandes mazelas humanas esse negócio aí. Então, quando a gente fala de escravização, a gente tem que pensar de

és do meu agir egoísta. Por isso que o egoísmo é uma chaga terrível que está por trás das grandes mazelas humanas esse negócio aí. Então, quando a gente fala de escravização, a gente tem que pensar de escravidão. A gente tem que pensar que qual é a escravidão que nós estamos falando? a dos negros, a dos índios, a dos a até dos brancos que foram amarrados a ferros em determinados momentos da história. Não. Hoje existia outras graus de escravização que a gente sabe, alienação mental é uma coisa muito séria que a gente hoje vai ter que enfrentar isso em um determinado momento da da nossa história, a gente vai ter que enfrentar isso, esse nível eh de esse esse grau realmente da pessoa se descolar das narrativas oficiais para poder justamente ter um senso crítico para decidir sobre si mesmo, né? E aí vem justamente essa parte que é a liberdade do pensamento. Esse capítulo estrutura a liberdade do pensamento. E a liberdade do pensamento, como a gente já falou um pouco sobre isso, é algo impossível de ser aplicado na prática. Você não tem como você impedir uma pessoa de agir ou de parar de pensar. Não tem como. Você pode até dizer: "Não fale o que você tá pensando ou não escreva o que você tá pensando, mas você não pode impedir que a pessoa pense." Então, eh, responsável o homem pelo seu pensamento perante Deus é somente Deus, sendo possível conhecê-lo, ele o condena ou o absorve segundo a sua justiça. Então, como eu falei, você pode não falar nada e o seu pensar não ser conhecido. Por isso você, socialmente falando, você não é julgado pelo sua qualidade de pensamento. Mas não esqueçamos que essa lei de liberdade, ela está atrelada à lei do progresso, a lei de causa efeito, as leis outras que são as leis secundárias da evolução, como lei de percussão, por exemplo, que faz com que tudo aquilo que eu pense reverbere em outros planos. Então isso tudo tem consequência. Não é porque tá guardado na minha caixa, que tá no segredo da meu no meu coração, que eu vou estar idên, vou est lisento de

o que eu pense reverbere em outros planos. Então isso tudo tem consequência. Não é porque tá guardado na minha caixa, que tá no segredo da meu no meu coração, que eu vou estar idên, vou est lisento de qualquer tipo de consequência do meu pensar e do meu falar. Então, é preciso que a gente pense que se a gente não está na presença física de outro ente, nós estamos na presença de consciências que nos observam e que estão sendo impactadas e estão nos impactando o tempo inteiro em relação a essa relação, a essa, esse conúbio que existe espiritual. Então, a nossa liberdade de consciência é um eh como diz o nosso irmão aqui espiritual, é um pensamento íntimo que pertence o homem como todos os outros pensamentos. Ou seja, a gente tem a consciência, essa liberdade a gente vai usufruir, mas pensemos que ela precisa também ser elaborada com cuidado. Não é uma coisa assim: "Ah, eu posso pensar o que eu quiser." Cuidado, porque essa liberdade pode trazer qualquer tipo outro de eh consequências mais eh mais severas. Então, quem está responsável pela formatação dos modelos mentais ou até mesmo dos inputs mentais que vão formatar as consciências do atual estágio da humanidade, esses são severamente eh responsabilizados pelo grau de liberdade que permitirem essas consiliências de se de de aflorarem. Então, quanto mais cerceadores da liberdade de pensar forem esses criadores ou propugnadores da capacidade de formar uma consciência crítica, mais eles serão responsabilizados e mais sentirão na sua existência os efeitos provocados por essa legião de pessoas que foram aprisionadas pelo seu egoísmo por sua forma de pensar. Então, olha, gente, isso é de uma responsabilidade imensa, porque ninguém está livre dos seus atos e dos seus pensamentos. Lá no no livro Céu Inferno, não existe um só ato, um só pensamento que não esteja vinculado a severas consequências. Então, eh, isso é só pra gente pensar que não dá para ser um um um irresponsável vivendo aleatoriamente na existência. você ser livre, você pode ser livre, mas

steja vinculado a severas consequências. Então, eh, isso é só pra gente pensar que não dá para ser um um um irresponsável vivendo aleatoriamente na existência. você ser livre, você pode ser livre, mas tenha certeza que a sua liberdade, a maior liberdade que o sujeito pode ter, é de não se permitir limitar-se pelas coisas do mundo, sempre além das coisas do mundo, mas caminhando no sentido da ordem, caminhando no sentido da do ordenamento divino. Esse é o melhor e mais importante método do sujeito, ser livre, atuar livremente e superar a própria ordem vigente, não é? Então, nem tudo o que me é lícito me convém, dizia Paulo. É nesse lugar aonde ele está indo além do permitido. Ou seja, a sua liberdade está em dizer: "Isso me é lícito, mas isso não me convém. Ou seja, eu sou livre para não fazer o que me mandam fazer". né? E tem tem inclusive uma frase muito interessante sobre o livre arbítrio que diz que o livre arbítrio é você fazer o que você não quer. O livre arbítrio verdadeiro, o o a liberdade verdadeira você ter a liberdade de fazer o que você não quer, né? Então isso obviamente que cada pensamento desse nos deixa com a ideia de que a lei de liberdade não veio dizer: "Ah, você é livre". Não veio dizer, você tem a sua liberdade e ação. Você tem toda ação parte de você. Você é o agente da sua vida. Você tem, você é livre para escolher pelo caminho do norte e o caminho do sul. Você tem essa liberdade, mas você tem também que ter a responsabilidade sobre essa liberdade de você saber se você vai para um lado, se você vai pro outro, quais são as consequências, você pondera e você é livre para assumir as consequências dos seus atos. Olha que legal, né? ser livre. Você é livre desde que você tenha essa consciência. A partir daí, o sujeito orienta melhor o seu agir para que ele possa, de certa forma, agir de uma maneira tal que a sua liberdade não afete o seu desenvolvimento, o seu desenvolvimento futuro. E aí a gente chega justamente no ponto que é o livre arbítrio. O livre arbítrio, a ciência,

, agir de uma maneira tal que a sua liberdade não afete o seu desenvolvimento, o seu desenvolvimento futuro. E aí a gente chega justamente no ponto que é o livre arbítrio. O livre arbítrio, a ciência, ela já afirma que o livre arbítrio ele provavelmente ele não ele não é algo eh que está, digamos assim, dentro do âmbito da consciência natural, do pensamento natural, ele não é fruto de uma racionalização. Então, quando a o livre arbítrio surge, ou seja, a decisão surge do sujeito optar por fazer uma coisa ou outra, segundo essas pesquisas, a o a parte cerebral relativa à decisão, ela se ilumina antes que a parte da razão se ilumine, ou seja, antes que o sujeito pense o que que ele vai fazer e de alguma forma ele já sabe o que que ele vai fazer. Então, eh, é como se dissesse que o livre arbítrio não existe. Ele, a, a, a a a conclusão final é essa, o livre arbítrio não existe. Essa é a tese. Por quê? Porque o indivíduo está condicionado, de certa forma, a agir eh em uma em um impulso inconsciente que vai direcionar ele para uma direção e não para outra. Isso a gente observa aqui dentro do cérebro humano é assim. Mas ainda a gente dá razão quando a gente compreende que o primeiro impulso da vontade não tá no cérebro, o primeiro impulso da vontade está no espírito. Então a ciência só está corroborando com isso. Está está dizendo: "Não consigo explicar como é que o sujeito toma uma decisão sem racionalizar. Ele toma uma decisão inconsciente. Como o nome está dizendo inconsciente, você não tem condição de juntar nada. Você não junta os elementos. Você não é artífice dessa matemática. você não faz isso. Então, imagine que você, de repente você seja eh você está ali agindo a partir de um de um nada, a partir de uma ausência de uma mecanicidade racional. Isso não existe. Então eles só estão corroborando que o primeiro impulso da vontade é o espírito. O espírito é o artífice da vontade. Por isso que não existe a carne fraca, existe o espírito fraco, conforme nos dizem os amigos espirituais. Então

ando que o primeiro impulso da vontade é o espírito. O espírito é o artífice da vontade. Por isso que não existe a carne fraca, existe o espírito fraco, conforme nos dizem os amigos espirituais. Então não é não é a carne fraca, é o espírito que não tem ainda as disposições para tomar as decisões corretas e prefere seguir na malemolência daquelas ondas dos seus modelos de convicionalismo já dados de outras vidas até. Então, se você pegar, por exemplo, o pensamento lá de Rupert Shell Drake, lá dos campos mórficos, ele vai fazer uma explicação lá dos chamados creodos. O criodo é como se fosse um canal de decisão com uma bolinha que corre dentro. Então imagine que você tem um na mente você tem lá um canal aonde a bolinha sempre cai nesse canal e sempre segue a mesma ordem. É o que o psicanalista ou psiquiatra Paulo Galdenseo chamava de caminho da roça. Eram são os nossos condicionamentos que tem condicionamentos racionais, tem condicionamentos espirituais. Então o que eu quero dizer com isso é que o livre arbítrio ele existe, mas ele existe como uma propensão de um trabalho de valoração, de estabelecimento de valores que vão nortear as minhas decisões. Então quanto mais nutrido de boas intenções eu estiver, melhor serão as minhas decisões. O meu livre arbítrio vai ser mais propenso a coisas do bem. Então, se eu de repente tiver eh nutrido de boas intenções, eu jamais vou assaltar ninguém. Eu jamais vou fazer algo que vai prejudicar a outrem, mas se de repente as minhas, os meus valores internos forem vacilantes, a meu livre arbítrio, ele será vacilante também. Eu vou chegar numa hora e vou dizer: "Olha, eu não ia saltar, mas eu tô par fome, então eu vou saltar porque eu tô com fome." Então essa decisão, ela é uma decisão que pegou um lado tíbio, digamos, dos meus valores e deu preferência à minha sobrevivência. Tudo bem? Eh, faz parte de cada um. Mas o que eu quero dizer é que quanto mais a gente alimenta a nossa máquina mental, espiritual de valores nobres, a tendência é que nosso agir livre será

evivência. Tudo bem? Eh, faz parte de cada um. Mas o que eu quero dizer é que quanto mais a gente alimenta a nossa máquina mental, espiritual de valores nobres, a tendência é que nosso agir livre será sempre na direção do bem. Será sempre na direção do bem. E isso não se constitui em um cerceamento da liberdade. Isso apenas está reforçando o meu direito de escolher e dizer: "Eu não quero isso, eu quero aquilo. Eu tenho minha minha convicção de que o melhor livre arbítrio do ser humano é escolher ser um espírito melhor, evoluir na sua gradação natural, que é sair do estado de luz, de sombra pro estado de luz". Então esse é o maior grau de liberdade, é um grau de amorosidade, autoamorosidade, em que o sujeito para si mesmo ele elabora as suas condições de desenvolvimento, de progresso, de forma que ele vai conseguir realmente alcançar os seus objetivos finalísticos através de boas decisões, né? Então, mais uma vez, eh, nós somos livres, mas nós temos que responsabilizar-nos por esses atos e, acima de tudo, nos prepararmos também para tomarmos as boas eh as boas decisões. Agora, claro que se o sujeito tiver um problema no cérebro, se o sujeito tiver uma dificuldade de elaborar esses pensamentos, se ele tiver uma dificuldade de juntar esses elementos e acima de tudo ele ter equilíbrios emocionais, como por exemplo determinados distúrbios cerebrais, a máquina tá prejudicada. essa essa conexão do entre o a fonte da vontade, que é o espírito e o agir determinado que é do corpo, vai ter problema, porque o impulso vem, passa no corpo, aí o corpo não responde e aí o que sai lá do outro lado é um curto circuito. Então, a gente tem que entender que eh essa maquinaria toda que existe entre corpo e espírito, essa engenda, esse esse mecanismo complexo de relação, ela ela ela explica-se pelos pela pelas evidências. Às vezes um sujeito tem um Alzheimer e aí ele começa a agir de forma completamente diferente do que ele agiria em condições normais. às vezes ele eh eh brota um surto esquisoide, ele

pelas evidências. Às vezes um sujeito tem um Alzheimer e aí ele começa a agir de forma completamente diferente do que ele agiria em condições normais. às vezes ele eh eh brota um surto esquisoide, ele tem aí de repente uma ele tem uma uma uma fragmentação psíquica, ele tem, enfim, qualquer coisa que possa acontecer no eu que faça com que ele mude a rota, né? mude a rota dos da sua vida e ele possa alterar significativamente seu destino por conta dessas situações. Existe também, além dessas questões todas dos móveis das nossas ações, uma pergunta que é muito comum que existe. Eh, se Deus sabe tudo, se Deus compreende tudo, sabe que nosso agir será esse e não aquele? Qual que seria o mérito do sujeito? de realmente escolher se Deus já sabe o que ele vai escolher. Ou seja, pensando de uma outra forma, se Deus já conhece que entre roubar e não roubar eu vou roubar, por que que essa lógica existe? O quanto eu realmente sou livre para escolher não roubar naquele instante, já que de alguma maneira o meu fazer final já está determinado? E os espíritos são muito claros em dizer que a a o o momento, esse momento da decisão, embora Deus compreenda toda essa dinâmica, mas o espírito é livre para alterar todas as possibilidades que lhe são apresentadas. Não existe nenhuma chance de você dizer que o indivíduo veio aqui para fazer isso. Ele vem com a disposição de se estiver naquele lugar, com aquelas circunstâncias X apresentadas, a chance dele fazer aquilo é grande por conta da sua história pregressa. Vou dizer de outra forma, porque isso eles explicam claramente. Imagine que o espírito viveu no roubo. Já estamos falando aqui do roubo. Então, quanto mais inserido em um ambiente onde o roubo seja uma prática disseminada, mais facilmente a gente pode imaginar que esse espírito vai também nesse mesmo caminho. O pai era ladrão, a mãe também, o irmão e a vizinhança e tal, ele tava ali naquela ambiência. Então, a chance dele se transformar também em alguém que vá praticar isso é muito grande. Mas o

o caminho. O pai era ladrão, a mãe também, o irmão e a vizinhança e tal, ele tava ali naquela ambiência. Então, a chance dele se transformar também em alguém que vá praticar isso é muito grande. Mas o espírito pode, por uma determinação própria dizer: "Não quero." Mesmo que tudo esteja convergindo para esse lado, o espírito pode chegar e dizer: "Não, eu vou sair, eu não vou fazer isso". Então, é essa a verdadeira deliberação que faz com que quaisquer fatalidades que possam estar programadas na nossa vida, elas se reduzam apenas e tão somente à fatalidade do momento da morte e a seu gênero, conforme está aqui na questão 853, a famosa questão 853, que fala que fatal realmente na nossa existência só o momento da morte. Quando chega o momento da morte não tem o que fazer. Então você diz assim: "Ah, existe alguma coisa determinada na existência do espírito, na encarnação do espírito. Tem a morte, né? O momento desse desse morrer, que também, se a gente for olhar, é também expressão de liberdade, porque o espírito escolheu esse gênero de prova quando estava para encarnar. Em alguns casos, sim. Então, quando ele tem o discernimento para fazer essa escolha, ele pode até determinar esse tipo de coisa. ele ser o artífice dele mesmo. Então observe que não tem aí cerceamento, fatalidade, nada. Foi o resultado de uma escolha. Eu quero comer um pão com manteiga. Então a sujeito vai na padaria, compra um pão, compra manteiga, passa no pão e come. Pronto. É assim, você decidiu, foi lá e fez. Então você não tem fatalidade, ah, o sujeito tá comendo pão porque ele tinha que comer o pão. Não, ele decidiu antes. E aí é liberdade. Então, eh, observe que como a criança, você no primeiros passos você tem que dar certa orientação e guiar até os seus seus os seus primeiros passos. No caso específico do espírito, é a mesma coisa, né? Existem espíritos que não t capacidade de discernimento, precisam de uma orientação mais próxima, precisam estar mais assistidos aí para fazer esse tipo de coisa. Então, não

rito, é a mesma coisa, né? Existem espíritos que não t capacidade de discernimento, precisam de uma orientação mais próxima, precisam estar mais assistidos aí para fazer esse tipo de coisa. Então, não existe determinismo. A questão também pra gente finalizando, né, nosso nosso nossa conversa, porque como eu falei, essa lei de liberdade é uma lei bastante grande e ela vai finalizar com um resumo teórico das ações humanas, aonde ela faz eh um resumo teórico do móvel das ações humanas, quando ela faz justamente esse esse apanhado de tudo isso que a gente conversou aqui. Nesse resumo, eu recomendo que vocês voltem lá, deem uma olhada com calma nessa nesse tema, porque eles ele tem muitas variáveis que precisam ser observadas, mas acima de tudo o conhecimento do futuro. Ou seja, se não estamos com o nosso futuro prédeterminado, exceto essas questões, como por exemplo, a hora da morte, mas o que vai acontecer na minha vida? Como é possível alguém prever o futuro? como é possível alguém prever o futuro eh com relação a essa questão, né? Então essa é um esse é um ponto importante que a gente precisa entender, porque em verdade eh a gente não tem a gente não tem como imaginar a possibilidade de fazer uma previsão do que vai acontecer lá na frente, do que pode ocorrer lá na frente, se eh de um de um material chamado teoria da pré-ciência, que eu recomendo que vocês deem uma olhada, aonde é mais ou menos a ideia de que uma um conjunto de fatores vão criando os aspectos que vão convergir para que determinada coisa aconteça. Então, imagine o seguinte, eu eu estou sentado num bar e estou tomando a minha terceira garrafa de whisky e eu vou pegar um carro e vou dirigir. Alguém que possa dizer: "Olha, isso vai resultar em um acidente, ele não está necessariamente errado porque eu estou com as condições prédisponentes ativas naquele instante e a consequência, quando junta esses fatores, a consequência tem uma grande probabilidade de ocorrer. Mas isso não quer dizer que o sujeito realmente vá passar por esse tipo de

ativas naquele instante e a consequência, quando junta esses fatores, a consequência tem uma grande probabilidade de ocorrer. Mas isso não quer dizer que o sujeito realmente vá passar por esse tipo de experiência, porque ele pode resolver na hora que ele pegar a chave do carro, pegar um Uber. Então ele tem a decisão de fazer isso. Ou eventualmente ele pode dar sorte até de chegar num lugar sem que necessariamente nada lhe ocorra. Então, a teoria da preciência, ela não trabalha com a ideia de fatalidades determinadas, mas sim com a ideia da possibilidade de fatores eh propiciadores da consequência estarem presentes naquele instante. E de alguma forma esses espíritos eles conseguem eh avistar, fazer essa junção de probabilidades para chegar então nessa conclusão final em relação ao futuro. Então, só pra gente finalizar, eh, pois Deus, que tudo sabe não ignora se o homem vai sucumbir ou não em determinada prova. está na questão 871. Isso eu acabei de dizer, vocês depois deem uma olhada lá, porque esse esse capítulo da lei de liberdade é muito importante. O que a gente pode resumir é dizer que a nossa liberdade está em decidirmos sermos bons, decidirmos não sermos maus, decidirmos viver na nossa vida como se a nossa vida fosse um hino de louvor às palavras do Cristo. viver como se a nossa vida fosse algo que pudesse serurado nas paredes do tempo, como gestos do bem-agir. Sermos livres para acolher as pessoas que necessitam, sermos livres para não nos deixarmos vencer pela ignorância e, acima de tudo, sermos livres para compreender que somos espíritos em evolução, que viemos aqui para aprender com o mundo, mas acima de tudo viemos aqui para realizar em nós mesmos a grande obra da criação, que é transformar um espírito simples e ignorante em um ser de luz. Então, que a liberdade nos ocupe o coração e que o Cristo nos inspire para que a nosso desejo de agir sincero, voluntarioso e verdadeiro nos conduza na direção dessa estrada iluminada. A todos muita paz. Nossa imensa gratidão pelas excelentes

e que o Cristo nos inspire para que a nosso desejo de agir sincero, voluntarioso e verdadeiro nos conduza na direção dessa estrada iluminada. A todos muita paz. Nossa imensa gratidão pelas excelentes explicações e que tenhamos ouvidos para ouvir, seguir na direção do bem. Que o Senhor da vida te ilumine, te inspire sempre, meu irmão. Paz e luz a ti. >> Gratidão. >> Nossa gratidão também tantos amigos aqui conosco de todos os lugares do Brasil. Muito bom saber que estamos na companhia de tantas almas fraternas. Lembrando que o que é bom, que o que é belo, que o que contribui para o nossa evolução, possamos compartilhar, compartilhe o bem. Então, que essa live, que essa mensagem possa chegar a tanto ouvidos tão necessitados quanto os nossos. E para isso você é fundamental na sua lei de liberdade para fazer esse propósito de evoluir todos juntos. Lembrando também que todas as manhãs às 7 horas aqui estamos. com o nosso momento de reflexão para começarmos o dia na luz da oração aqui na UVC TV e as aos às quartas-feiras às 21 horas com o nosso programa Somos Todos Imortais. Você sempre a nossa nossa melhor companhia. Então fique conosco e a todos uma boa noite e paz e luz. เฮ

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