Justiça Divina e Consciência | Encontro 04 de 13
📝 Slides: https://bit.ly/3jyueIu | 💦 Conheça a campanha Gotas do Bem e nos ajude a seguir produzindo conteúdos gratuitos como este: http://gotasdobem.org/ | 🔹 Quer fazer parte da nossa Lista de Transmissão? Manda um Whats: https://wa.me/556581127262 --- 👤 Facilitador: Alírio de Cerqueira Filho Este é o segundo módulo do Estudo Reflexivo das Dimensões do Espírito Imortal, baseado nas obras de André Luiz e Manoel Philomeno de Miranda, desenvolvido pela Federação Espírita do Estado de Mato Grosso. Apresenta reflexões sobre o funcionamento da Justiça Divina por meio da consciência, jamais incorrendo em qualquer mecanismo de punição por meio da culpa. --- 🎧 Este conteúdo também está disponível em formato de podcast no Spotify! Basta procurá-lo pelo nome. --- 🔹 Outros módulos deste programa de estudo disponíveis no YouTube: 01 – As Dimensões do Espírito Imortal e o Plano Existencial: http://bit.ly/2MfQ7Mu 03 – Epífise: A Glândula da Vida Mental: http://bit.ly/2T0LtV5 04 – Doenças mentais e saúde espiritual: https://bit.ly/3hlEu54 05 – Energia Mental e Saúde Espiritual: https://bit.ly/2CRoSY1 06 – Atividades espirituais durante o sono: https://youtu.be/jcg94Bmf1ds Saiba mais: https://bit.ly/3jwNkPg --- Você pode aprofundar seus estudos e colaborar com a manutenção deste projeto iluminativo, adquirindo os livros, DVDs e MP3 do Projeto Espiritizar em: http://www.livrariaespiritizar.com.br 🔹 Material relacionado: - A Influência dos Espíritos em Nossas Vidas (Livro): http://bit.ly/2BI6ygZ - Diretrizes Seguras para Libertar-se da Culpa (DVD): http://bit.ly/2wcU4gv - Doenças e Obsessão (DVD): http://bit.ly/2L7D5Ad - Cura Espiritual da Depressão (Livro): http://bit.ly/2DSYECZ 🔹 Nos acompanhe: - Facebook: http://www.facebook.com/feemt.oficial - Instagram: http://www.instagram.com/feemt.oficial 🔹 Mais informações: http://www.feemt.org.br/ comunicacao@feemt.org.br 🔹 O Projeto Espiritizar é um instrumento doutrinário desenvolvido pela Feemt para o Movimento Espírita. Conheça: http://espiritizar.feemt.org.br/
Nós estamos trabalhando o módulo dois do estudo reflexivo das dimensões de espírito imortal desta no módulo dois, o tema é justiça divina e consciência, libertando-se da cultura da culpa pela ação responsável. Hoje nós teremos o nosso quarto encontro, justiça divina e consciência, é o nosso tema. O objetivo é refletir sobre a justiça divina e a sua relação com a nossa consciência, onde ficam registrados todos os nossos atos na trajetória evolutiva como espíritos imortais. Antes vamos meditar sobre a relação que existe entre a justiça divina e a e a nossa consciência. Feche os olhos. Entre em contato com você mesmo em essência. Pergunte-se que noções você tem do funcionamento da justiça divina? O que você sabe a respeito do funcionamento da consciência? Deixe os seus pensamentos e sentimentos fluirem, evitando qualquer mascaramento no processo de autoengano. Seja verdadeiro, verdadeira com você, analisando-se com autenticidade. Gradualmente vamos voltando ao estado de vigília para reflexão doutrinária. Na noite de hoje, nós estudaremos dois textos do espírito honório, um extraído do livro Eu, Espírito Imortal, e outro do livro Vozes Alerta. O que nós refletiremos neste encontro são os mecanismos pelos quais a justiça se manifesta na consciência de cada espírito, seja encarnado ou desencarnado. O livro E o Espírito Mortal é publicado pela editora Espiritizar da Federação Espírita do Estado do Mato Grosso. Nós estudaremos parte do capítulo 4 de Honório. Os movimentos egóicos no comportamento humano traçaram na personalidade do ser um conjunto de exímios argumentos falsos para a fuga do dever real no comportamento. Nório introduz esse capítulo falando de um movimento muito comum no ser humano, o movimento do autoengano, né? Como ele diz, a o ser ao longo do tempo elaborou argumentos falsos, muito bem estruturados para fuga ao dever, o dever de consciência. São movimentos muitas vezes que nós criamos ao longo do tempo e que de tão arraigados em nós passa desapercebido
u argumentos falsos, muito bem estruturados para fuga ao dever, o dever de consciência. São movimentos muitas vezes que nós criamos ao longo do tempo e que de tão arraigados em nós passa desapercebido por muitas pessoas. O que nós estudaremos é a maneira de nos libertarmos desses movimentos autoenganosos, nos libertar do autoengano. Porque quando nós nos movimentamos no autoengano, o resultado será sempre o sofrimento para o espírito. Somente com a prática do dever de consciência é que nós seremos felizes, estaremos em paz, conforme nós veremos nos dois textos do mentor. Esses argumentos, com a intenção aparente de favorecerem a própria criatura podem ser identificados com sabedoria. Se o indivíduo buscar na estrutura deles a seguinte questão, essa ideia é proveniente da vontade de Deus para a minha evolução enquanto espírito imortal? Vejamos que aqui o mentor propõe algo muito significativo para o espírito. Ele faz, ele nos convida a fazermos essa pergunta consciencial. Então, no trabalho do autoconhecimento que Santo Augostinho na questão 919 o livro dos espíritos no nos coloca um método muito prático quando nós passamos em revista as nossas eh eh o nossos comportamentos, os nossos pensamentos, os nossos sentimentos, que pode ser no final do dia, pode ser no início do dia ou ao longo do dia. dia, não importa. Ele coloca o método dele, que ele fazia isso ao final de cada dia. Mas o momento de se passar em revistas nossos pensamentos e sentimentos não faz tanta diferença. O que faz a diferença é esse trabalho de autoconhecimento. E aqui o mentor propõe uma técnica. Quando nós percebermos qualquer movimento psico psicoemocional em nós, que ele chama aqui das intenções que a os argumentos que o o ego cria e com uma intenção aparente de favorecer a própria criatura. Como que nós vamos saber se aquele movimento é um movimento egóico enganoso ou se ele é um movimento que está vindo da essência divina que somos para a nossa evolução. Essa pergunta consciencial que Honório
ue nós vamos saber se aquele movimento é um movimento egóico enganoso ou se ele é um movimento que está vindo da essência divina que somos para a nossa evolução. Essa pergunta consciencial que Honório coloca aqui é uma chave. para nos libertarmos do autoengano. Por ele propõe que passemos as ideias que nós tenhamos pela pelo crio de analisar se ela provém da vontade de Deus. Qual questão do livro dos espíritos aborda essa questão da vontade de Deus para a criatura? No estudo reflexivo das obras básicas, nós estudamos essa essa questão muitas vezes. Alguém se lembra? Não precisa ser o número, o teor da questão. Alguém se lembra dessa questão? que os benfeitores falam da vontade de Deus para a criatura, para todas as suas criaturas. Ninguém lembra? Vamos voltar a fazer o estudo reflexivo das obras básicas. Então é a questão 115, quando Kardec pergunta se os espíritos são criados bons e maus por Deus. E a é uma das perguntas tronco do livro dos espíritos. Os benfeitores respondem muito claramente que não, que Deus criou todos os espíritos simples e ignorantes. E aí eles falam da vontade de Deus e a cada um deu uma missão. A missão de, vamos recordar, de conhecer a verdade. Cada um de nós temos uma missão de conhecer a verdade para nos aproximarmos de Deus, para aproximá-los de si. Nesse conhecimento, eles adquirem a pura e eterna felicidade. Estão numa síntese essa primeira frase dessa resposta que depois os benfeitores falam de dois tipos. de acolhimento dessa missão. Um que acolhe submisso, os espíritos que acolhem submissos e outros que murmuram. Então o Nório tá falando aqui dos que se submetem e dos que se dos que murmuram. O movimento egóico do autoengano é o movimento dos que murmuram. Mas vamos à missão. A missão de conhecer a verdade. A verdade nessa questão é o símbolo, é o resumo das leis divinas. É conhecer como funcionam as leis divinas para que nós possamos desenvolver as virtudes para cumpri-las. E com esse esforço, nós alcancemos a pura eterna felicidade.
bolo, é o resumo das leis divinas. É conhecer como funcionam as leis divinas para que nós possamos desenvolver as virtudes para cumpri-las. E com esse esforço, nós alcancemos a pura eterna felicidade. Essa é a vontade de Deus. A pura, eterna felicidade vai acontecer no futuro do espírito, quando ele se tornar um espírito puro. Mas independente da pura, eterna felicidade do futuro, nós já podemos ter uma felicidade relativa aqui e agora. Então, a vontade de Deus, nós podemos resumidamente dizer que é nós sermos felizes. Agora, se a felicidade é o resultado de uma ação, a ação os benfeitores colocam antes da da felicidade. Qual que é ação? Acabei de dizer. conhecer a verdade, conhecer as leis divinas. E aí os benfeitores dizem: "Para aproximá-los de si." Se Deus é a suprema virtude do universo, é a suprema a inteligência, a suprema virtude. Aproximar de Deus significa evoluir na prática das virtudes, cumprindo as leis. Faz sentido ou não? Exatamente isso que é aproximar-se de Deus. Porque nós não vamos nos aproximar de Deus, como disse Jesus. Não são aqueles que dizem Senhor, Senhor, que entrarão no reino dos céus, mas aqueles que cumpre a vontade do Pai. Porque falar de Deus, bater no peito, que é como as pessoas dizem temente a Deus e tudo mais, é aqueles mecanismos teológicos dogmáticos que nós já refletimos. Aproximar-se de Deus é fruto do nosso aperfeiçoamento, que vai, que é pela prática das virtudes, pelo desenvolvimento dos atributos de Deus em nós. do livro A Presença Amorosa de Deus em nossas vidas. O o primeiro eh volume da depois da Introdução ao estudo reflexivo das obras básicas e trata disso, de como que nós manifestamos os atributos de Deus dentro de nós. É cumprindo as leis, praticando as virtudes do espírito imortal. Então, a vontade de Deus para nós é essa. Tudo que nos afasta da vontade de Deus, o que vai gerar para nós? Dor dor e sofrimento. Exatamente. Muito sofrimento para o espírito. Tudo que faz com que ele se aproxime da vontade de Deus vai gerar felicidade para o
ta da vontade de Deus, o que vai gerar para nós? Dor dor e sofrimento. Exatamente. Muito sofrimento para o espírito. Tudo que faz com que ele se aproxime da vontade de Deus vai gerar felicidade para o espírito. Então, quando nos convida a fazer essa pergunta consciencial, é uma pergunta muito séria para todos nós. Qualquer movimento de autoengano não resiste a essa pergunta, porque os argumentos que o ego eh oferece para nós é sempre um um argumento falacioso, mentiroso em si mesmo, nos afasta das leis e não nos aproxima das leis. Ah, porque eu quero ser feliz, tá? Mas isso que você está querendo é uma prática amorosa, justa e caridosa com você e com o próximo. Basta refletirmos a luz da lei de amor, justiça e caridade. Ah, pô, vamos supor que a pessoa deseje por uma a um relacionamento extraconjugal. Isso daqui, mas vai me fazer feliz, que eu vou sentir mais homem ou mais mulher, mais feminina, dependendo da da do de quem está faz, tendo esse desejo. Aí faz a pergunta, né? Eu vou vou me sentir feliz, eu vou sentir mais vivo, eu sinto que faz, hoje tá na moda, né? Vai fazer bem até pra minha pele, como as pessoas dizem, né? Tudo que é superficial faz bem pra pele, como se a pele fosse uma coisa que fosse termômetro dessas coisas. Faça a pergunta consciencial. Essa ideia é proveniente da vontade de Deus para a minha evolução enquanto espírito imortal? Vejamos que qualquer movimento falacioso do ego que, ah, eu quero ser feliz, eu tenho direito à felicidade, eu tenho isso, eu tenho aquilo, não resiste a essa pergunta. Se a pessoa está sendo sincera com ela mesmo, não vai resistir. Claro que se ela tiver no movimento de franco autoengano, ela faz de conta. Não, não, mas Deus sabe que a gente é imperfeito mesmo. Aí o próprio ego usa de de argumentos para continuar fugindo, né? Deus sabe, ele sim, ele respeita o nosso livre arbítrio. Sim, Deus vai respeitar sim, né? Só que aquela questão, né? A lei de liberdade se segue a lei de responsabilidade que se segue a lei de causa efeito. Você pode ter muito
speita o nosso livre arbítrio. Sim, Deus vai respeitar sim, né? Só que aquela questão, né? A lei de liberdade se segue a lei de responsabilidade que se segue a lei de causa efeito. Você pode ter muito prazer, mas felicidade você não terá. Prazer é uma coisa, felicidade é outra. O ego muitas vezes não gera no gera muitos prazeres egóicos, mas que se seguirão sempre a dor e o sofrimento. E essa não é a vontade de Deus da para a criatura. A dor e o sofrimento não é da vontade de Deus, é do desejo do ser humano de fazer valer as questões egóicas. E aí ele sofre as consequências dos seus desejos egóicos, do desejo do prazer, né? O desejo do prazer muitas vezes vai levar o ser humano realmente a muitas dores, muito sofrimento. Mas Deus nos criou nunca para a dor, para o sofrimento, muito menos para o sofrimento. Ele nos criou para a felicidade. Então, vamos, a partir dessa pergunta consciencial do Honório, vamos prosseguir nas nossas reflexões. Quando a criatura humana apoia as suas reflexões na presença e vontade de Deus, a consciência busca acionar, por meio da lei da verdade uma resposta íncita na consciência, sempre determinando se os parâmetros e atos praticados são procedimentos a favor da lei de justiça ou não. Vejamos a o significado dessa desse parágrafo aqui de uma profunda eh de de uma profunda significação. Então, coloca quando nós fazemos essa pergunta com sinceridade de propósitos, o que lei nós vamos acionar? Porque é uma pergunta consciencial. As perguntas conscienciais são dirigidas diretamente à consciência, à nossa consciência. Na nossa consciência estão as leis, todas as leis divinas. Para que nós conheçamos as leis, é fundamental um o método para eh investigar as leis, como está na questão 619. é o ato de fazer perguntas conscienciais. Então, a pergunta consciencial anterior vai nos levar diretamente a uma lei. Que lei é essa? Está no texto, a lei da verdade, né? Por quê? Se na consciência é a voz de de Deus dentro de nós, como diz o o mentor Emânel,
consciencial anterior vai nos levar diretamente a uma lei. Que lei é essa? Está no texto, a lei da verdade, né? Por quê? Se na consciência é a voz de de Deus dentro de nós, como diz o o mentor Emânel, e onde estão as leis divinas, quando nós buscamos a verdade em nós, nós vamos diretamente entrar em contato com a lei da verdade. Então, é o que o mentor coloca aqui. Quando a criatura humana apoia suas reflexões na presença e vontade de Deus, a consciência busca acionar por meio da verdade uma resposta íncita na consciência. Então, a resposta não tem como ser falseada se a pessoa estiver com sinceridade de propósitos. Se ela estiver no movimento egóico, aí ela não faz a pergunta consciencial, ela faz simplesmente um mecanismo muitas vezes de camuflador da própria das próprias vozes alertas da consciência. Então ela vai se deparar com a verdade. Ao se deparar com a verdade, o que ela é convidada? Ela convidada, como diz o mentor aqui, a buscar os parâmetros para os seus atos. O parâmetro e atos praticados são procedimentos a favor da lei de justiça. Então, quando nós adentramos nessas questões conscienciais, utilizamos da da lei da verdade e da virtude da verdade como parâmetro para para as nossas práticas, nós estamos em sintonia com a lei de justiça, né? ou a lei no sentido mais completo, lei de justiça, amor e caridade. Aqui, lei de justiça enquanto a faceta justiça da lei maior. Quando nós estamos no movimento egóico, na busca do do prazer, tentando se afastar da dor para buscar o prazer que vai gerar muita dor e o sofrimento para o espírito, nós nos afastamos da lei maior. Nós estamos no movimento de injustiça conosco, de desamoros e de descaridade conosco. E aí nós nos afastamos das leis divinas, nós afastamos da lei da verdade e o resultado será sempre o sofrimento. As exposições desses argumentos podem parecer lógicos ou bem fundamentados ao expositor. Porém, para a consciência, independentemente daquilo que o indivíduo pense ludibriar, existe sempre a verdade da vontade de
s desses argumentos podem parecer lógicos ou bem fundamentados ao expositor. Porém, para a consciência, independentemente daquilo que o indivíduo pense ludibriar, existe sempre a verdade da vontade de Deus sobre aquela escolha. E isso demonstra que a realidade das ideias humanas nunca sobrepõe o absoluto da verdade divina. Então, o mentor continua refletindo junto conosco. Quando a pessoa está no movimento autoenganoso, como ele diz aqui, os argumentos do ego parecem lógicos ou bem fundamentados. para quem está nesse movimento autoenganoso. Mas a consciência não é ludibriada, né? Como ele diz aqui. Porém, a consciência, independente daquilo que o indivíduo pense ludibriar, existe sempre a verdade da vontade de Deus. Por que que a consciência não tem como ser ludibriada, mesmo que nós tentemos de todas as maneiras possíveis? Hum. A verdade, porque na consciência tem a verdade, sim, tem as leis divinas, mas tem um fator mais significativo ainda. Está no texto a resposta, porque é a vontade de Deus. Não é possível. Nós tentamos ludebriar a consciência, mas não é possível, porque é a vontade de Deus para o espírito. É possível nós impedirmos que a onipotência de Deus se realize? Se Deus é onipotente, onipresente, onisciente, é possível nós contrapormos por desejos egóicos a vontade de Deus? Não, não é possível. Então, vejamos que eh mesmo que o espírito tente ludibriar a sua própria consciência, como a na consciência existe a vontade de Deus com base nas próprias leis divinas, ele tenta fazer isso, mas ele não consegue. No nosso próxima, na próxima semana nós vamos estudar algumas alguns eh depoimentos que a André Luiz analisa. Tem um depoimento muito interessante, um depoimento, não, uma fala, um pensamento de um espírito desses que tentou, que tentam o o tempo todo ludibriar a própria consciência. Ele passou com um carro em cima de um desafeto, né? E foi altas horas da madrugada, ninguém viu e ele não foi, não passou pela justiça divina. Na dimensão espiritual, ele ficava repetindo esse
iência. Ele passou com um carro em cima de um desafeto, né? E foi altas horas da madrugada, ninguém viu e ele não foi, não passou pela justiça divina. Na dimensão espiritual, ele ficava repetindo esse gesto oi. Ah, da justiça humana. Eh, obrigado, Jeid. Foi um lápis. Ele não passou pela justiça humana porque ninguém ninguém soube encontrar o Senhor morto, né? Mas na dimensão espiritual ele repetia o gesto o tempo todo e ele se sentia acusado. André Luiz, juntamente com os benfeitores, se aproximaram do lugar onde ele estava e ele se sentia acusado. Na verdade é o quê? Ele tentou ludibriar a sua consciência e ele fazia argumento. Ele utilizava desses argumentos, mas ninguém viu. Ninguém viu. Mas precisava de alguém ver ou ele tinha visto, né? Não precisa do outro ver. É nessa, é a própria pessoa praticou o gesto. Então é o que o tá dizendo aqui. Ah, existe sempre a verdade da vontade de Deus na consciência da criatura. Então, não é possível ludibriar a própria consciência. Então aquela escolha do espírito, né, ele vai ser responsável sempre por aquela escolha, como ele diz aqui, a realidade das ideias humanas nunca sobrepõe o absoluto da verdade divina. Então, Deus fez isso por e para quê? Por que que Deus faz isso conosco? Parte deles, tem a ver com isso, porque ele nos ama. É para nos proteger de nós mesmos. Vejamos que o espírito, mesmo que ele esteja altamente empedernido do mal, ou que ele esteja num processo de leviandade, de superficialidade, que ele faça mal para ele mesmo, a consciência registra tudo para que o espírito possa ser protegido dele mesmo, para que ele não fique na infelicidade o resto da eternidade, para que ele não fique no sofrimento eterno, como de forma teológica se coloca, né? Nos nosso nosso primeiro encontro, nós falamos da visão teológico doática que gera culpa, a visão do inferno eterno. Nada disso existe, por Deus colocou na consciência humana o próprio mecanismo pelo qual o espírito vai se reabilitar, porque cedo ou tarde nós vamos acolher
que gera culpa, a visão do inferno eterno. Nada disso existe, por Deus colocou na consciência humana o próprio mecanismo pelo qual o espírito vai se reabilitar, porque cedo ou tarde nós vamos acolher a vontade de Deus dentro de nós. Por isso nós somos espíritos imortais. O que nós não fizermos hoje, vamos fazer amanhã, depois de amanhã e assim sucessivamente. Como nós somos espíritos imortais, nós temos a eternidade para acolher a vontade de Deus dentro de nós. Claro, quanto mais cedo nós fizermos isso, mais cedo nós seremos felizes. Quanto mais tarde nós adiarmos, nós protelarmos essa escolha, mais sofrimento teremos em nossas vidas, né? Mas cedo ou tarde, o espírito vai acolher a vontade de Deus dentro de si. A consolidação do dever para consigo mesmo começa na compreensão bem clara de que somos espíritos em intensa conexão com as leis divinas, independentemente de estarmos conscientes ou não dessa realidade. Aqui o mentor continua desdobrando esse pensamento. Então, como as leis estão na nossa consciência, independente de nós estarmos conscientes delas ou não, elas estão agindo em nossas consciências, nos protegendo de nós mesmos ou auxiliando o espírito a se tornar cada vez mais um ser conceal. Depende de nós da escolha, como ele diz aqui, a consolidação do dever. Quando nós consolidamos o dever para com a nossa consciência, nós adentramos de uma forma consciente numa intensa conexão com as leis, mas independente disso, há uma conexão com as leis de uma forma subconsciente, né? Porque não é possível impedir que as leis divinas ajam dentro de nós, porque essa é a vontade divina, como nós vimos. Quanto mais nos dispusermos a diminuir as argumentações egóicas que incitam os vícios e buscarmos as argumentações imortais que esclarecem qualquer situação sob o ponto de vista das leis do criador, estaremos nos fortalecendo no dever de evoluir. Bonito isso, né? Então, vejamos qual é a o convite do mentor para todos nós. A disposição para diminuir as argumentações egoicas.
a das leis do criador, estaremos nos fortalecendo no dever de evoluir. Bonito isso, né? Então, vejamos qual é a o convite do mentor para todos nós. A disposição para diminuir as argumentações egoicas. Como ele coloca no no início do texto, o ego usa de mil subterfúgios para que nós nos autoenganemos. Quando nós eh valorizamos mais o ego do que o essencial em nós, né? Quando nós falamos o ego, não significa que o ego é uma é uma entidade à parte. São escolhas egóicas que nós fazemos. Escolhas imediatistas, escolhas superficiais, escolhas que nos desconectam das leis divinctam. escolhas que se nós refletirmos serão sempre injustas, desamorosas e descaridosas, ou conosco, ou com o nosso próximo, ou com ambos. Então, eh, essas escolhas egoicas, nós somos convidados a diminuir essas argumentações egóicas que sintam os vícios em nós e buscarmos as argumentações imortais que valorizem o espírito imortal que somos, que ah nos aproximem da lei da verdade, que nos aproxim em da lei de justiça, amor e caridade. E com isso nós vamos cada vez mais cumprir a vontade de Deus para todos nós. Enquanto o aprendiz da vida transita da humanidade para angelitude, é fundamental considerar que muitas vezes o caminho se fará cada vez mais íntimo. Ou seja, quanto mais o ser imortal avança, mais a porta estreita da autoconsciência surge para que o indivíduo siga por ela e aprenda os benefícios e as venturas de seguir, conforme a sua própria consciência, assim lhe sugere. Então, vejamos a beleza desse parágrafo aqui, né? Então o ele ele faz uma associação aqui a parábola da porta estreita do Cristo, quando Jesus diz assim: "Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta que conduz à perdição, e como estreito caminho que conduz a porta, são poucos aqueles que por ela não passa, por ela passa". Por que que são Jesus diz que são poucos os que passam pela porta estreita? Porque no a maioria de nós ainda está focado no autoengano, ainda está focado no desejo de obter prazer, mesmo que nós já saibamos que vai gerar dor, que vai
poucos os que passam pela porta estreita? Porque no a maioria de nós ainda está focado no autoengano, ainda está focado no desejo de obter prazer, mesmo que nós já saibamos que vai gerar dor, que vai gerar sofrimento, né? Nós espíritas já sabemos que quando nós enveredamos por caminhos das viciações, nós vamos gerar sofrimento para nós mesmos. Mas uma coisa é você saber disso, outra coisa é você sentir no coração isso. Por isso que a porta é muito estreita. A porta é estreita da autoconsciência. Mas como Honório diz aqui, a partir do momento que nós fazemos esforços para adentrar o nosso mundo íntimo, para nos libertarmos do autoengano, o resultado aparece. O convite é que todos nós façamos isso. Não, não deixemos a porta larga, o caminho largo, falar mais alto em nós, nas nossas vidas, mas sigamos pela porta estreita, pelo caminho estreito da autoconsciência. Então, a virtude da autoconsciência é a virtude que vai, como ele diz aqui, o espírito aprende os benefícios e as venturas de seguir conforme a sua própria consciência assim lhe sugere. Quanto mais nós seguimos pela porta estreita, pelo caminho estreito e pela porta estreita, mais felizes seremos. Quanto mais seguimos pelo caminho largo, pela porta larga, mesmo que seja prazeroso esse processo, mais sofrimento teremos. Então, a escolha será sempre nossa. Agora, lembrar sempre que a vontade de Deus é que nós sigamos pela porta estreita da autoconsciência, seguindo o que a consciência nos sugere. Quanto mais se evolui, mais a consciência do dever para consigo mesmo fica evidente em seu comportamento. A vontade é fortificada e aclarada no cumprimento dos deveres, que assume alta importância perante si mesmo e a vida como um todo. Então, continua Honório falando sobre a consciência do dever. Vejamos que Honório ele tá sempre se reportando ao si mesmo. Tudo está acontecendo na consciência da criatura, dela consigo mesmo. Porque o dever para com o próximo é resultado do quê? Sempre do dever para conosco que vem em
tá sempre se reportando ao si mesmo. Tudo está acontecendo na consciência da criatura, dela consigo mesmo. Porque o dever para com o próximo é resultado do quê? Sempre do dever para conosco que vem em primeiro lugar. Então, quando ele diz aqui, quanto mais se evolui, mais a consciência do dever para consigo mesmo fica evidente em seu comportamento. Então, essa consciência do dever. E aí o que vai acontecer? A nossa vontade é fortificada. A vontade é um atributo do espírito fundamental para que nós nos libertemos dos desejos egóicos. O movimento do autoengano, ele está cheio de ele está repleto de eh desejos egóicos. O desejo do prazer, como nós falamos agora a pouco. Então, o espírito deseja o prazer. Muitas vezes a pessoa diz assim: "Ah, eu tenho uma vontade de fazer isso, de fazer aquilo". Na verdade, não é vontade, é desejo egóico. A vontade é o atributo do espírito para que ele cresça na vertical da vida. E o desejo é o movimento egóico para que ele permaneça na horizontal nas questões puramente e sensoriais, sensuais da vida. Então nós está nós estaremos sempre diante dessa escolha. Ou eu pratico os desejos egóicos e me cultuo os desejos egóicos e arco com as consequências de dar vazão aos desejos egóicos, seguindo pela porta larga que conduz à perdição, como diz Jesus na parábola. Ou nós seguimos, nós vamos alimentar a vontade a partir da consciência do dever, fortalecendo o caminho da autoconsciência, da porta estreita que conduz. E como Jesus diz, aqueles que entram por essa porta encontrarão pastagens, colocando como símbolo, pastagem como símbolo da felicidade por seguir por um caminho consciencial. Então, vejamos que eu quando nós adentramos na consciência do dever, nós vamos fortalecer a vontade que vai ser aclarada no cumprimento dos dos deveres, somente exercitando a vontade que nós nos libertamos do movimento egóico do autoengano, que gera prazer imediata e dor e sofrimento em seguida. A influência dos argumentos egóicos diminui à medida que a coragem seguir em
a vontade que nós nos libertamos do movimento egóico do autoengano, que gera prazer imediata e dor e sofrimento em seguida. A influência dos argumentos egóicos diminui à medida que a coragem seguir em frente permanece, cumprindo a vontade de Deus. Ainda que isso signifique dores no mundo físico, são atitudes que expressam a honra de permanecer com a verdade e passar pelas consequências dessa decisão. Vamos refletir aqui porque o Honório coloca uma questão muito importante. A influência dos argumentos egóicos vão diminuir. Então, à medida que nós vamos tendo coragem de cumprir a vontade de Deus, eh, seguindo por um caminho de dever consciencial, nós adentramos o um caminho que é, como Jesus diz na parábola, um caminho estreito que conduz a a porta estreita. No mundo de superficialidade. Isso é fácil. de seguir, não em que o culto ao prazer hedonista é cada vez mais divulgado como se fosse a coisa mais importante do mundo, né? O orgasmo é visto quase como um Deus, por exemplo, na nossa cultura, né? As pessoas têm que ter orgasmo a qualquer custo, só falando de um dos problemas da sociedade atual, que é o sexualismo. São uma série de situações que representam o caminho largo a porta larga. Muito prazeroso seguir por o caminho estreito que conduz ao porta estreita pode gerar dor. Que tipo de dor é essa? Veja que Honor fala, ainda que isso signifique dores no mundo físico, é dor semelhante aquela dor que surge depois do de praticar os prazeres do mundo e na dimensão espiritual sofrer amargamente aquilo que fez enquanto estava no corpo. Que tipo de dor é essa? Joana de Angeles chama essa dor. Ela faz uma comparação com a dor do parto. Quando ela fala do autodescobrimento, ela fala que o autodescobrimento é semelhante a uma dor do parto. Dói, mas produz vida. Vida em abundância. Então, essa dor que tá falando aqui é a dor de você fazer a escolha consciencial, apesar de ter muita gente à sua volta. fazendo o contrário. A dor de você fazer a escolha pelo correto e as pessoas à sua volta estarem
ue tá falando aqui é a dor de você fazer a escolha consciencial, apesar de ter muita gente à sua volta. fazendo o contrário. A dor de você fazer a escolha pelo correto e as pessoas à sua volta estarem caluniando, dizendo que você é isso, você é aquilo, você é aquilo outro, porque você faz escolhas conscienciais. A dor das pessoas olharem torto para você, verem você como um etê na face da terra, que não bebe, que não fuma, que não faz isso, que não faz aquilo, tá? Isso ainda para nós que estamos em evolução é doloroso, mas é a dor que produz vida. Essa dor que o Honório tá dizendo aqui. Quando o espírito decide por usar da sua vontade para associar da vontade de Deus, cumprir a vontade de Deus, ele vai ser diferente no mundo. No mundo que preconiza o hedonismo, o prazer a qualquer custo, aquele que cumpre com seu dever vai ser taxado de muitas coisas. Isso gera dor moral para muitos de nós, né? Até que nós acostumemos com a a opinião dos outros e não liguemos mais paraa opinião dos outros, né? Mas isso leva tempo para o espírito. Mas o que o que é importante, como diz o o Honore aqui, é a honra de permanecer com a verdade. Quando a pessoa está movida da sinceridade de propósitos, com processo de autoconsciência, ela se sente honrada de permanecer com a verdade e passar pelas consequências dessa decisão de viver de forma autoconsciente. Então, mas é uma é uma dor muito diferente. Se a pessoa refletir, é uma dor que traz alegria existencial. É uma dor que traz a certeza de que a pessoa está no caminho correto. A dor transitória que vai gerar muito prazer, prazer essencial de, como diz Honório, da honra de permanecer com a verdade. Então são consequências das decisões conscienciais que vale a pena fazer esse tipo de escolha, mesmo que seja eh sejam escolhas que nos coloquem como pessoas diferentes do mundo. Nós vamos fazer a diferença, vai fazer muita diferença na nossa vida e na sociedade. Para que o espírito consiga acionar tamanho autodomínio, autoconsciência e autonomia em si mesmo, é fundamental a
. Nós vamos fazer a diferença, vai fazer muita diferença na nossa vida e na sociedade. Para que o espírito consiga acionar tamanho autodomínio, autoconsciência e autonomia em si mesmo, é fundamental a energia sóbria da humildade, porque somente por meio dela a alma se torna se toma de vigor e resiliência diante das turbulências, das experiências desafio. Aqui Honório vai eh dar uma série de virtudes fundamentais a serem exercitadas para que esse autodomínio aconteça. Então, vejamos. Tudo, todo esse processo de viver consciencialmente, diz o mentor, é um um processo que é um autodomínio considerável. Autodomínio é domínio de si mesmo, domínio dos seus desejos, do seu pensamento, dos seus sentimentos, dos seus desejos para se conectar com a vontade divina, a vontade de Deus para todos nós, que é a nossa felicidade. Então, primeira virtude fundamental, que é a virtude simbolizada pela porta estreita da parábola do do Evangelho, autoconsciência, sem autoconsciência, sem consciência profunda de si mesmo, do que se quer paraa própria vida. Por isso que ele começa esse texto com aquela pergunta consciencial que nós vimos agora a pouco sobre a vontade de Deus para que nós alimentemos cada vez mais a nossa autoconsciência. Segundo a autonomia, a grande maioria das criaturas vivem de maneira automática. E o convite da vida, que nós vivamos de maneira autonômica. Qual a diferença entre automatismo e autonomia? Automatismo é viver como todo mundo. Ah, todo mundo faz isso, todo mundo age assim. Que que tem? Todo mundo faz. Que que tem? Todo mundo faz. Na cultura hedonista superficial, há muita gente falando o que que tem, todo mundo faz. e vive nesse automatismo. Como estamos dizendo desde o início, é o automatismo que gera muito prazer imediato, mas muita dor de longo prazo para ser resolvida. Muito sofrimento a ser resolvido ao longo do tempo para a criatura. A autonomia é o movimento ligado à autoconsciência. Na autonomia, a pessoa tem consciência de cada ato que ela realiza.
r resolvida. Muito sofrimento a ser resolvido ao longo do tempo para a criatura. A autonomia é o movimento ligado à autoconsciência. Na autonomia, a pessoa tem consciência de cada ato que ela realiza. Ela deixa de ser um ser impossível, automatizado, para ser um ser autoconsciente, que antes de fazer uma escolha, ela reflete no sentido dessa escolha na sua vida. Antes de fazer uma escolha, ela reflete se aquilo vai ser, vai estar de acordo com a vontade de Deus ou não. Vejamos que é o resultado da pergunta consciencial que o mentor faz no início do texto. Autonomia em si mesmo. Então, ela vai se tornando ser cada vez mais autonômico, cada vez mais conectado com as leis divinas, sobretudo a lei maior, a lei de amor, justiça, caridade e a lei da verdade. Vai se autoconhecendo, se percebendo, trabalhando as suas limitações, sem exigência de perfeição, mas sem negligenciar todos os esforços de aperfeiçoamento que ela já pode fazer. Tudo isso é o exercício da virtude, da autonomia, da consciência. Depois ele fala que tudo isso é necessário a energia sóbria da humildade. Por que humildade? Humildade é uma virtude sus gêneres. Por quê? é a virtude que a pessoa tem consciência tanto da sua pequenez quanto da sua grandeza. Por quê? Enquanto espíritos imortais, nós somos espíritos criados para nos tornarmos espíritos puros. Deus nos criou para isso. Essa é vontade divina que é a nós vamos, quando nos tornarmos espíritos puros, alcançar a pura eterna felicidade na que os benfeitores colocam na questão 115. Essa é a nossa destinação de espíritos puros. Então, humildade, reconhecer essa destinação, é muito importante. Reconhecer que nós somos espíritos imortais, filhos de Deus e temos essa destinação. Mas ao mesmo tempo nós somos convidados, pela virtude da humildade reconhecer a nossa pequenez, reconhecer as nossas fragilidades, que nós trazemos as fragilidades nesse momento e que com a força divina, quando nós conectamos a nossa vontade, à vontade divina, nós nos fortalecemos
ossa pequenez, reconhecer as nossas fragilidades, que nós trazemos as fragilidades nesse momento e que com a força divina, quando nós conectamos a nossa vontade, à vontade divina, nós nos fortalecemos para superar as nossas limitações. Conforme o apóstolo Paulo ensina na epístola aos aos aos Tessalonicenses, tudo posso naquele que me fortalece. Então Deus, quando nós conectamos a nossa vontade à vontade divina, nós nos fortalecemos. E a virtude da humildade que vai nos auxiliar a isso, vai nos auxiliar nessa conexão profunda com a com Deus na vertical da vida, em que nós reconhe reconhecemos a afiliação divina, reconhecemos o nosso eh por vir, o nossa destinação e eh nos fortalecemos para superar as nossas limitações gradualmente. Vejamos que a humildade, como diz o mentor, está intimamente ligada à autoconsciência e autonomia, formando um círculo virtuoso que depois ele vai colocar mais duas virtudes, vigor e resiliência. Vigor diante da vida, essa força que nós vamos obtendo à medida que vamos conectando com Deus. resiliência, a virtude que faz com que diante das experiências de desafio, nós não nos sintamos perturbados ou eh ah impedidos de passar pelas experiências de desafio. Nós passamos por elas pelas turbulências, sabendo que tudo nós podemos, como diz o apóstolo Paulo, tudo posso naquele que me fortalece. Exercitando essas virtudes, nós vamos eh sempre eh manifestar tanto o vigor, a virtude do vigor, quanto da resiliência nas várias experiências de desafio. Que experiências são essas? As várias provações ou expiações que nós temos a passar enquanto estamos encarnados. Nós vivemos num planeta de expiações e provas. Não é possível viver nesse planeta sem passar por experiências de desafio. Experiências de desafios que vão ser expiatórias ou provacionais, mas vamos passar por muitas para que eh adquiramos vigor e resiliência. As as outras virtudes, a virtude da autoconsciência, da autonomia, da humildade são fundamentais. para que nós possamos seguir pelo caminho estreito que conduz à porta
adquiramos vigor e resiliência. As as outras virtudes, a virtude da autoconsciência, da autonomia, da humildade são fundamentais. para que nós possamos seguir pelo caminho estreito que conduz à porta estreita. A humildade é constituída por um somatório de sinceridade e autoamor, juntamente com a capacidade de reconhecer os potenciais sublimes em relação às próprias limitações humanas. Então aquiório coloca mais duas virtudes fundamentais para esse círculo virtuoso que estamos trabalhando. Ele fala dos potenciais sublimes, que é a destinação do espírito, e das limitações que nós trazemos enquanto ser humano. Essa caracteriza a humildade, como nós acabamos de falar, é a virtude que o o espírito reconhece os seus potenciais sublimes e também as suas limitações. A sinceridade e o autoamor são duas virtudes imprescindíveis para que nós reconheçamos isso. Sinceridade de propósito. O que eu quero paraa minha vida contra espírito imortal? Eu quero ser feliz. Vejamos que sinceridade de propósitos nos auxilia a fazer as perguntas conscienciais e o autoamor a virtude que nos auxilia a manter a mantermo-nos fiéis à nossa consciência, seguindo na direção do da da pura e eterna felicidade, que é o nosso futuro, a começar pela felicidade relativa aqui agora. Então esse é o exercício que nos cabe. São virtudes fundamentais dentro desse movimento de conexão com a vontade divina, com a lei de justiça, com a lei da verdade dentro de nós. Perguntas até agora, gente. Quando o discípulo da vida se exercita em humildar a si mesmo, a consciência que constantemente o impulsiona para a lei da verdade, auxilia-o a perceber quais são as formulações equivocadas do ego e a razão do ego se apropriar dos argumentos falsos para o induzir nas escolhas indevidas. né? Então, vejamos que a virtude da humildade é uma essa virtude que vai fazer com que nós no divertemos do autoengano, porque nós vamos reconhecer com base na lei da verdade tudo que está realmente acontecendo em nós, que dificulta a nossa evolução e tudo que nos auxilia
fazer com que nós no divertemos do autoengano, porque nós vamos reconhecer com base na lei da verdade tudo que está realmente acontecendo em nós, que dificulta a nossa evolução e tudo que nos auxilia realmente a seguir por um caminho consciencial. diante da vida. A partir dessa clareza inequívoca do self, o ser passa a construir um significativo vigor moral para libertar-se dos vícios, porque a sua argumentação falsa deante já não faz nenhum sentido a partir da lucidez que alcança diante da verdade que descobriu em si mesmo, né? Então, quando nós nos dispomos a a exercitar as virtudes, o que vai acontecer naturalmente? a libertação da argumentação falsa do ego. Se antes nós nos autoenganávamos, agora com a virtude da autoconsciência, aquelas argumentações passam a não fazer sentido, né? nós vem a argumentação falsa do ego e nós tomamos consciência de que esse caminho é o caminho largo que conduz a porta larga da perdição e que a porta estreita é o caminho da verdade, da lei da verdade e da virtude da verdade que nós descobrimos em nós mesmos. Então, a virtude da verdade é como um grande holofote que ilumina o nosso interior para percebermos todas as argumentações falsas que usamos e estabeleçamos com base na virtude da verdade o caminho a prosseguir. O início da vitória moral sobre o ponto obscuro no lado sombra da criatura fortalece o ser imortal de habilidades espirituais para acionar cada vez mais a consciência com ampliada facilidade que se consolidará como principal fonte de consulta do espírito diante tanto das mínimas quanto das máximas situações do cotidiano. Então aqui Honório conclui o texto do Eu espírito mortal falando sobre a vitória moral. Então essa vitória moral é a vitória dos desejos egóicos pela vontade, a vontade do ser humano conectada à vontade divina, em que nós sentimos vontade de seguir a verdade em nossos corações. E aí ele coloca que é o caminho da autonomia. Ele tá descrevendo nesse parágrafo exatamente a virtude da autonomia em que o espírito vai acionar
entimos vontade de seguir a verdade em nossos corações. E aí ele coloca que é o caminho da autonomia. Ele tá descrevendo nesse parágrafo exatamente a virtude da autonomia em que o espírito vai acionar a própria consciência como principal fonte de consulta. Ele não vai precisar ficar dizer perguntando para fulano, Beltrano o que que ele deve fazer. Ele próprio pergunta para si mesmo e a consciência é o que vai nortear o seu caminho, né? como ele diz aqui, a principal fonte de consulta do espírito. Mesmo que o colega do lado se esteja dizendo que ele tá assim o assado, ele sabe que não está porque ele está seguindo a própria consciência. Então isso que é a autonomia que nós, a virtude da autonomia que nós vimos no texto anterior. O exercício das virtudes vai propiciando isso para o espírito, essa autonomia cada vez mais diante da vida. perguntas. Vamos ver agora um uma mensagem do livro Voz Alerta. É uma mensagem do do com o mesmo nome, Voz Alerta do livro Homônimo do Espírito Honório, escografia de Afro Stefanines I da editora Espiritizar. Nesse livro que a mentora Jana de Angeles apresenta Honório para a comunidade espírita. A a mensagem nós vamos ver mais rápido porque ela praticamente é um uma ela é uma síntese o que nós estudamos o eu espírito mortal é um aprofundamento dos próprios conteúdos dessa mensagem. Vamos eh estudá-la um pouco mais rápido por causa do nosso tempo. Desonório como parte de uma das leis da criação, o estado de alerta espiritual dentro da criatura é o resultado de uma jornada de experiência estímulo e experiência desafio ao longo de milhares de milênios. formando no íntimo de cada ser um compêndio de informações alerta que contribuiu ativamente para a sua evolução do instinto primitivo ao instinto raciocinado e deste para o raciocínio sentimento, com o qual os espíritos já elegem com mais liberdade os rumos da própria felicidade. Então aqui o Honório começa falando do alerta espiritual. O alerta espiritual dentro da criatura é resultado da jornada de experiências de
já elegem com mais liberdade os rumos da própria felicidade. Então aqui o Honório começa falando do alerta espiritual. O alerta espiritual dentro da criatura é resultado da jornada de experiências de estímulo, experiências de desafio. Qual a diferença entre dois tipos de experiência? As experiências desafio, nós já falamos agora a pouco no outro texto, são a todas as provações e expiações que nós passamos ao longo da vida. São experiências que para o ego são muito desagradáveis, mas que auxili experiências estímulo são todas as experiências que fazem com que nós nos despertemos para a realidade maior da vida. Então, por exemplo, uma oração é uma experiência estímulo. Um estudo reflexivo de um texto como esse é uma experiência estímulo. Uma eh uma meditação é uma experiência estímulo. Uma leitura edificante é uma experiência estímulo. Todas as experiências que auxiliam o espírito imortal a crescer são experiências de estímulo que vão que tocam lá na essência divina e fazem com que o espírito dê, ele queira acionar a vontade para cumprir o dever consciencial. Então, tudo que auxilia o espírito, acionar a vontade para cumprir o dever conciencial são experiências estímulo. Por exemplo, o nosso anjo de guarda quando se aproxima de nós e nos envolve no abraço, nos transmitindo a sua energia e nós sentimos uma vontade enorme de fazer o bem, de realizar ações meritórias, é uma experiência estímulos. Então são várias experiências estímulo. As experiências desafio são todas aquelas que muitas vezes nós não queremos ter, mas que são necessárias para o nosso aprimoramento enquanto espírito imortal. Então, todas essas experiências nos auxiliam ao longo do tempo, como ele diz, a sair do instinto primitivo para vir pro instinto raciocinado e do instinto raciocinado para o raciocínio de sentimento que todos nós estamos sendo convidados a fazer. E isso vai nos proporcionar a felicidade, como nós estudamos no outro texto. O espírito imortal, portanto, desde a época em que se encontrava embotado nas
e todos nós estamos sendo convidados a fazer. E isso vai nos proporcionar a felicidade, como nós estudamos no outro texto. O espírito imortal, portanto, desde a época em que se encontrava embotado nas forças mais primevas da humanidade, jamais lhe deixou jamais deixou de se conectar em essência com a suprema inteligência do universo, sendo as soberanas leis presentes em sua consciência, o seguro capitão na travessia dos estágios primários para a era do pensamento elaborado. tecnológico, na qual os seres da na Terra já conseguem interferir com muita propriedade na matéria e nas obras da matéria, sendo, no entanto, convocados à profunda viagem intratômica no espírito que todos nós todos somos. Então aqui o Nório vem colocando, né, que toda a tecnologia, todo o desenvolvimento da inteligência humana fez com que nós entendêsemos muito das questões materiais, mas ao mesmo tempo o ser humano tá ainda está distanciado do ser espiritual que é. E o grande convite consciencial, como ele diz aqui, convocados a profunda viagem intraômica no espírito que todos nós somos. Então, todos nós somos convidados a nos conectar de uma forma consciente com as leis divinas da consciência, como nós vimos no outro texto. Os profundos códigos da consciência em todos os espíritos, sejam eles encarnados ou desencarnados, guardam íntima comunicação com o criador por meio das vozes alerta que pulsam na consciência. Aqui ele vai colocar um elemento que nós não vimos no outro texto. Como que a consciência, onde estão as leis dentro de nós, se manifesta? Se manifesta por meio das vozes alerta. Como que as vozes alerta surgem na nossa consciência? Hã? Eh, aquela senhora que era escuravocrata, lembra dela? que ela falava que a consciência eh doía, que ela eh a vinha as vozes alertas que ela estava sendo cruel com os escravos, mas aí ela se confessava, comungava e para o dogma da igreja que ela acreditava, ela estava quits com a consciência. Na verdade era as vozes alertas falando para ela que ela estava
el com os escravos, mas aí ela se confessava, comungava e para o dogma da igreja que ela acreditava, ela estava quits com a consciência. Na verdade era as vozes alertas falando para ela que ela estava cometendo equívoco, né? Aquela senhora que foi socorrida na e foi levada para as câmaras de retificação, praticamente 80 anos depois que tinha desencarnado, 80 anos depois eh de ter passado por pelas regiões umbralinas. Então, as vozes alertas sempre elas vão assomar a nossa consciência de forma intuitiva, por meio dos nossos pensamentos. Isso que eu estou fazendo não é legal. Essa ideia que eu estou tendo não é amorosa, não é justa. São eh n vozes alerta que surgem na nossa consciência diariamente, que como diz Emânio é a voz de Deus dentro de nós. O Honório chama isso de vozes alerta. Esse Oi, pode falar. Muitas vezes eu dis boicot na maioria das vezes, né? O boicote é me tem diferenciado daquela do boicote não vou fazer. Faz, faz, mas depois você, quer dizer, tem várias saber às vezes realmente a tua é a pergunta sobre o boicote. O boicote ele é resultado do autoengano. Fazendo todo aquele exercício que nós acabamos de ver no outro texto, a pessoa vai se libertar do autoengano, do autoboicote, de todo o processo que distancia ela das leis divinas. A partir do momento que ela vai exercitando a autoconsciência, o dever, ela, em vez de se boicotar, ela se auxilia a se tornar cada vez mais consciencial, ouvindo as vozes alertas e não as vozes do ego, porque o ego também tem muitas vozes de autoengano, mas as vozes do ego, passando por aquele crio, daquela pergunta, é da vontade de Deus isso realmente para mim? Se passar pelo crio daquela pergunta, você vai se libertar realmente tanto do autoengano quanto do autoboicote. Então, o Nório coloca que a e é fundamental que nós desenvolvamos a capacidade de ouvir as vozes profundas que ressoam em dado momento em na mente de cada um de nós, que são as vozes alertas da consciência. O potencial de se ouvir as expressões das leis divinas da consciência não é
ouvir as vozes profundas que ressoam em dado momento em na mente de cada um de nós, que são as vozes alertas da consciência. O potencial de se ouvir as expressões das leis divinas da consciência não é propriedade exclusiva de um povo, de uma cultura, de uma raça ou de enorme bagagem intelectual de uma nação, né? Então essa é é as vozes alerta é a própria consciência falando em nó eh em nós. Como nós vimos, Deus criou o mecanismo para nos proteger de nós mesmos. Então, não importa a cultura, não importa o país, não importa as questões eh eh externas. O que importa é o é o ser em contato com ele mesmo, ouvindo as vozes alertas da consciência ou não. Dividos existem que sobrevivendo entre as tribos desconhecidas pela maioria, ao seu modo e com recursos à disposição, seguem os arcânos sublimes da consciência com mais vivacidade do que muitos daqueles que se situando em tribunas do conhecimento teológico no mundo, ainda não realiza o bem no limite das próprias forças. Tá aqui a Honó faz a comparação. Muitas vezes em tribos primitivas nós encontramos pessoas profundamente éticas, moralizadas e às vezes em muitas religiões, como ele diz aqui na que ocupam as tribunas do conhecimento teológico no mundo e tem o o conhecimento teórico, mas a prática não é moralizada, porque isso independe da cultura, independe do da situação externa que a pessoa está vivendo. A capacidade de perceber os profundos avisos que a consciência oferece ao indivíduo está diretamente ligada à disposição do espírito em seguir esses mesmos avisos em regime de comportamento, pensamento e sentimento. Então é aquilo que nós vimos no outro texto. O espírito que decidiu praticar o dever consciencial, ele não ignora as vozes alerta na consciência. E os avisos vêm no tanto no comportamento, no pensamento e no sentimento, né? Ele remota o pensamento que evoca sentimentos e que geram comportamentos. Então, os três níveis de percepção do espírito. E quando nós resolvemos por eh aprofundar no dever consciencial,
ntimento, né? Ele remota o pensamento que evoca sentimentos e que geram comportamentos. Então, os três níveis de percepção do espírito. E quando nós resolvemos por eh aprofundar no dever consciencial, nós não vamos ignorar os avisos da consciência. Oi. Eh, é possível nessa decisão, né, de de se tornar autoconsciente eh em algumas questões elas serem um pouco mais ativas, em outras questões não se o possível, se o espírito pode ser mais autoconsciente em algumas situações e outras não. Sim, depende da vigilância dele, né? em determinadas situações em que somos mais vigilantes e mais e já trabalhamos mais, nós podemos ser mais autoconscientes. Em outras que nós ainda recusamos a trabalhar, né? Elas são mais egóicas em nós. Isso é perfeitamente possível de acontecer. Quanto mais o espírito avançou seguindo as os avisos mais simples da consciência, mais recurso íntimo ele desenvolveu para seguir avisos mais profundos e transformadores. Porque tudo acontece sob a égede das leis do trabalho de causa efeito e lei do progresso. Como nós falamos, Deus criou várias leis que nos protegem de nós mesmos. Uma lei que nos protege de nós mesmos é a causa efeito. Porque quando as consequências surgem na nossa vida, nós sofremos com elas e muitas vezes queremos nos libertar. E aí, com base na lei do trabalho e na lei do progresso, nós me eh e fazemos escolhas mais conscienciais para nos libertar das próprias consequências dolorosas que nós criamos para nós mesmos. O evangelho de Jesus esclarece, ilumina essa questão quando nos ensina sobre a capacidade que todos temos de ser fiéis no pouco para nos qualificarmos a ser fiéis no muito. Isso porque todas as conquistas ampras e aprofundadas nos refolhos da criatura jamais poderiam se concretizar sem parâmetros e ensaios mínimos anteriores. Isso seria uma derrogação da lei do progresso, que sempre segue etapa a etapa. Aquiório coloca um um ponto também importante quando ele fala de sermos eh fiéis no pouco para nos qualificarmos a ser fiéis
o seria uma derrogação da lei do progresso, que sempre segue etapa a etapa. Aquiório coloca um um ponto também importante quando ele fala de sermos eh fiéis no pouco para nos qualificarmos a ser fiéis no mundo. Todo esse movimento de autoconsciência que nós estamos trabalhando nesta noite é um processo a ser trabalhado continuamente pelo espírito por vários exercícios. Ninguém vai se tornar uma pessoa com aquele, como ele diz, com tamanho autodomínio de uma hora para outra. É um, é um exercício que vai durar esta existência inteira. E a próxima e a próxima. Quanto mais exercícios nós fizermos, mas nós vamos alcançando eh patamares novos, mais altos. E é como ele diz aqui, baseado no próprio evangelho, quem é fiel no pouco será fiel no muito. Então, a partir do momento que nós escolhemos fazer pequenos exercícios diários, várias vezes ao dia, quantas vezes forem necessárias, é assim que nós vamos construindo a autonomia da consciência. Não é por autodecreto. A partir de hoje eu sou o ser autoconsciente. Aí você vai reprimir sentimentos e não eh transmutar sentimentos, né? É um movimento que vai ser gradual. Ele para ser verdadeiro deve ser suave e leve, porque é assim a proposta de Deus para todos nós. É assim que funciona a lei do progresso. Não existe lei de progresso abrupto. A lei é de progresso constante, é de evolução gradual. Vive-se hoje a grande era do discernimento, em que os espíritos estão sendo convocados a colocar luz sublime e transformadora sobre o alqueiro da subconsciência e primitividade em que por milênios a humanidade tem comprasido em se manter. Nós estamos vivendo o final da transição planetária, em que a Terra vai se tornar planeta de regeneração. E aí, Honório fala da grande era do discernimento. Estamos numa numa numa eh num momento de uma profunda dicotomia. Ao mesmo tempo que existem pessoas fazendo esforço para entrar nessa era do discernimento, grande parte ainda da população da Terra está focada na superficialidade hedonista, como nós vimos. o culto ao
o mesmo tempo que existem pessoas fazendo esforço para entrar nessa era do discernimento, grande parte ainda da população da Terra está focada na superficialidade hedonista, como nós vimos. o culto ao prazer pelo prazer, independente do que vai acontecer depois. Mas o convite é que nós exercitemos o discernimento, como ele diz aqui, convocados a colocar luz sublime e transformadora sobre o alqueire de subconsciência e primitividade. A partir do momento que nós fazemos esforços nessa direção, quem ganha somos nós. É claro que se nós nos tornarmos pessoas melhores, toda a sociedade melhora junto conosco. Mas quem é o primeiro beneficiado somos nós mesmos. como ele diz aqui, nós estamos sendo convidados, convocados a superar milênios de subconsciência e primitividade que a humanidade tem mantido. E a terra só vai eh só vai permanecer na terra espíritos que se dispõem a adentrar essa era do discernimento. Como o próprio Cristo já previu há 2000 anos, os mansos e os pacíficos herdarão a terra. já não mais os ensinos permeados de significados míticos tão frequentes nas religiões que se utilizaram do mito presente em todos os seres humanos para distanciá-los dos ensinos luzes da verdade, elaborando os mitos do inferno eterno e do céu contemplativo. Então, nós vimos na primeiro encontro a a visão mítica de Deus, do inferno, de céu e que são processos que nos afastam da verdade. Então é o momento do discernimento para que nós, em vez de distanciar dos ensinos luzes da verdade, que nós nos aproximemos da autonomia do espírito que houve a sua própria consciência. Não houve mais um pastor, um padre, um presidente de centro, seja lá quem for, mas ele ouve a própria consciência como o roteiro seguro, como diz Honório no texto que nós acabamos de estudar. Hoje, o indivíduo minimamente esclarecido pode encontrar a mais lógica e profunda informação sobre o porquê da vida e como é em realidade o mundo causal, né? a informações de todas as ordens sobre a realidade espiritual, desde informações no âmbito das
trar a mais lógica e profunda informação sobre o porquê da vida e como é em realidade o mundo causal, né? a informações de todas as ordens sobre a realidade espiritual, desde informações no âmbito das religiões até informações de ordem científica. Então, não há por a pessoa permanecer ignorante dessa realidade espiritual. As vozes dos espíritos superiores já foram soadas como trombetas inquebrantáveis, anunciando por vir pleno de imortalidade e amor a Deus. Como nós falamos, eh, esses tempos que estamos vivendo já foi previsto pelo Cristo há 2000 anos no sermão profético, que ele fala dos anjos tocando trombeta. Na verdade, são as vozes dos espíritos superiores da terra que estão trabalhando intensamente para implantação do reino de Deus na Terra, para a o início da regeneração do planeta, né? Como de desonório por vir pleno de imortalidade e amor a Deus. O momento presente é de prestar atenção a outra voz muito profunda e sábia. esclarecedora e consoladora, silenciosa e expressiva, incontestável e transparente na própria consciência. Então, a consciência nós trazemos na consciência a lei da verdade, a lei de amor, justiça e caridade, que é o grande parâmetro, a lei do dever, enfim, todas as leis divinas. A partir do momento que nós ouvimos as vozes alertas da consciência, nós vamos conectar profundamente com essas leis. E conectados profundamente com essas leis, nós vamos seguir o caminho estreito que conduz a porta estreita. É tempo de ouvir a voz de Deus clamando no âmago das próprias crenças e valores, convidando todos os espíritos verdadeiramente interessados na própria felicidade e na felicidade do dos demais irmãos para darem o primeiro e profundo passo dentro de si mesmos, transformando o modo como tem refletido e sentido a vida, abrindo-se para um estado de felicidade relativa, possível e praticada, praticável, porque se baseia no dever adequadamente cumprido, no amor ao trabalho e no na adoração às leis divinas. Belíssimo esse parágrafo, né? É tempo de ouvir a voz de Deus clamando no âmago
cada, praticável, porque se baseia no dever adequadamente cumprido, no amor ao trabalho e no na adoração às leis divinas. Belíssimo esse parágrafo, né? É tempo de ouvir a voz de Deus clamando no âmago das próprias crenças e valores para cumprir a vontade de Deus para todos nós. E aquiório fala da felicidade relativa que todos nós podemos adquirir aqui agora. A felicidade, a pura e eterna felicidade é é no futuro, mas a felicidade relativa é aqui agora, possível, praticável, a partir do dever adequadamente cumprido do amor ao trabalho e na adoração às leis que nós trazemos para vivenciá-las em nossas vidas. O apóstolo dos gentios, seguindo em profundidade os ensinos de Jesus, declarou não ser ele quem vivia, mas o Cristo, que vivendo nele ecoava na a obra de luz por suas mãos. Né? Então, todos nós somos convidados a fazer brotar esse Cristo interno, o Cristo interno em sintonia com Cristo Jesus, trabalhando em nós mesmos o desenvolvimento do potencial crístico em nós por meio do eh do cumprimento das leis, do da prática do dever consciencial conectado com a vontade divina para todos nós. Tamanha devoção do magno apóstolo só foi possível quando, em dado momento de sua vida, entregando-se ao trabalho de se autotransformar, pôde compreender que para ser fiel ao Cristo não estamos convocados a seguir ideias estabelecidas por homens falíveis com suas opiniões respeitáveis, criaturas com suas ideias próprias, estruturas clericais ou funcionais já estabelecidas por mãos frágeis como as nossas, né? Então é a virtude da autonomia que nós trabalhamos, né? Não é seguindo pessoas iguais a nós ou às vezes até menos evoluída que nós. Nós somos convidados a conectar com Cristo interno que somos e com o Cristo de Deus, com Jesus que é o nosso modelo e guia. para que conectados com essa energia do Cristo possamos eh transformar a nós mesmos. Para seguir o Cristo na própria consciência, é necessário diluir todo apego à vida que construímos com base na própria ignorância e ressuscitar uma
rgia do Cristo possamos eh transformar a nós mesmos. Para seguir o Cristo na própria consciência, é necessário diluir todo apego à vida que construímos com base na própria ignorância e ressuscitar uma vida moral completamente nova no comportamento, com a qual, mesmo entre adversidades, perseguições, incompreensões, intolerância e abandono dos seres queridos ou não, estejamos Cólomes com Cristo na própria intimidade, sem exigir de ninguém que esteja onde nós elegemos, porque nas vozes alertas que souam ininterruptas na vida de todos os espíritos, está a presença de Deus nos chamando e respeitando o momento em que vamos atender a esse chamado. Belíssimo, né? Então, vejamos. Ah, aqui ele conclui a mensagem colocando tudo que nós vimos no nosso encontro de hoje. Essa vida hedonista, sem sentido, na na superficial que grande parte da humanidade vive. É possível que nós sejamos mais um nessa vida, levando apegados a essa vida construída, como ele diz, com base na ignorância, na subconsciência, nos movimentos egóicos. Mas o convite é que nós nos abramos para uma vida moral completamente nova no comportamento, que mesmo nós que nós passemos pelas dores, como nós vimos, as dores das adversidades, das perseguições, das incompreensões, da intolerância, do abandono de seres queridos ou não, que nós estejamos incólos, incólumes com Cristo na própria intimidade. sem exigir dos outros, mas fazendo a nossa parte. Esse é o convite para todos nós. Perguntas. Vamos fazer a nossa avaliação reflexiva. Feche os olhos. Entre em contato com você mesmo em essência, buscando sentir o conteúdo estudado neste encontro. do conteúdo, o que você entendeu que se aplique à sua vida. O conteúdo estudado mudou a forma como você compreende a presença de Deus em sua vida. Em caso positivo, que mudança foi essa? Neste encontro, refletimos sobre a justiça divina e a sua relação com a nossa consciência, de modo assumirmos a responsabilidade pela nossa transformação moral. Que ações você está disposto ou disposta
este encontro, refletimos sobre a justiça divina e a sua relação com a nossa consciência, de modo assumirmos a responsabilidade pela nossa transformação moral. Que ações você está disposto ou disposta a realizar para seguir as vozes alertas que vem de sua consciência? Senhor Jesus, mestre amigo, agradecemos, Senhor, por mais esse estudo em que podemos refletir acerca da justiça divina dentro de nós e de como funciona a lei de justiça em nossos corações, nos convidando, nos convocando a autotransformação, a cumprir o nosso dever de conectarmos com a vontade divina para todos nós. S conosco, Senhor, nesse ideal maior. Ampara-nos para que possamos prosseguir consciente do caminho que somos convidados a percorrer. Ser conosco hoje e sempre, Senhor. Gratos por todos.
Mais do canal
Estudo Reflexivo | Módulo 02: Os Mensageiros - #04
1:27:36 · 42 views
A Vivência do Amor Cap. 4 | A Expansão da Conciência | Lacordaire Faiad
1:25:46 · 94 views
Estudo Reflexivo | Módulo 02: Os Mensageiros - #03
1:31:13 · 79 views
Estudo Reflexivo | Módulo 02: Os Mensageiros - #02
1:27:30 · 105 views
20º Encontro do Curso de Administração e Finanças | 06/03/2026
1:11:39 · 63 views
A Vivência do Amor | Atitudes e Comportamentos | Lacordaire Faiad
1:16:39 · 75 views