O Significado das Leis Divinas em Nossas Vidas | 02

Feemt Play 30/07/2015 (há 10 anos) 1:23:06 5,461 visualizações 174 curtidas

📝 Slides: https://bit.ly/3fyR0Ot | 💦 Conheça a campanha Gotas do Bem e nos ajude a seguir produzindo conteúdos gratuitos como este: http://gotasdobem.org/ | 🔹 Quer fazer parte da nossa Lista de Transmissão? Manda um Whats: https://wa.me/556581127262 --- 👤 Facilitador: Alírio de Cerqueira Filho Este é o segundo módulo do programa de Estudo sistematizado reflexivo-sistêmico das obras básicas da Doutrina Espírita e do Evangelho de Jesus, desenvolvido pela Federação Espírita do Estado de Mato Grosso. Aborda o significado das Leis Divinas em nossas vidas, oferecendo todos os subsídios para desenvolvermos reflexões de forma prática com estudos de casos, dentro do princípio contido da questão 919 de O Livro dos Espíritos, que aborda um método prático para se buscar o autoconhecimento. --- 🎧 Este conteúdo também está disponível em formato de podcast no Spotify! Basta procurá-lo pelo nome. --- 🔹 Outros módulos deste programa de estudo disponíveis no YouTube: 01 – A Presença Amorosa de Deus em Nossas Vidas: https://youtu.be/h-duAPDrXXM?list=PL1r1wspRthZQ1-pP_Tf6Lcjaxb9ys2aGG 02 – O Significado das Leis Divinas em Nossas Vidas: https://youtu.be/l8jKHRHDQB0?list=PL1r1wspRthZTCumYlFjJpkhmRvR6aRSOi 03 – A Presença Amorosa de Jesus em Nossas Vidas: https://youtu.be/iIRIsUXaAq0?list=PL1r1wspRthZR53-ziIwcoIbXip54m8MwW 04 – A Influência dos Espíritos em Nossas Vidas: https://youtu.be/igXLJLQ4tiA?list=PL1r1wspRthZRK3OmT_H5czAaG9oznR8b- 05 – O Significado da Imortalidade em Nossas Vidas: https://youtu.be/og4JjgQ2UHM?list=PL1r1wspRthZQmBP2fnVavaeI2X2YE7bOn 06 – O Significado da Lei de Reencarnação em Nossas Vidas: https://youtu.be/r_yjXV5wTFU?list=PL1r1wspRthZR35pAEYy0kWzpVZAUYrjuY 07 – O Processo da Desencarnação em Nossas Vidas: https://youtu.be/ekU30qNj2mA?list=PL1r1wspRthZR6WOnvvCvpngE1X3GsnbDp 08 – O Significado das Leis de Liberdade, Responsabilidade e Causa e Efeito em Nossas Vidas: https://youtu.be/Iyh4uS8M7uQ?list=PL1r1wspRthZQNxTaMHLH_oYYVDbDvKEOU 09 – O Significado das Leis de Progresso e Trabalho em Nossas Vidas: https://youtu.be/Iyh4uS8M7uQ?list=PL1r1wspRthZQNxTaMHLH_oYYVDbDvKEOU 10 – O Significado das Leis Divinas nas Relações Sociais: https://youtu.be/Iyh4uS8M7uQ?list=PL1r1wspRthZQNxTaMHLH_oYYVDbDvKEOU Saiba mais: https://bit.ly/3anWisg --- Você pode aprofundar seus estudos e colaborar com a manutenção deste projeto iluminativo, adquirindo os livros, DVDs e MP3 do Projeto Espiritizar em: http://www.livrariaespiritizar.com.br 🔹 Material relacionado: - Introdução ao Estudo Reflexivo da Doutrina Espírita (livro): https://bit.ly/2VRgk9c - A Presença Amorosa de Deus em Nossas Vidas (livro): http://bit.ly/2GCDyq0 - O Significado das Leis Divinas em Nossas Vidas (livro): http://bit.ly/2rPYuW4 - A Presença Amorosa de Jesus em Nossas Vidas (livro): http://bit.ly/2IzYALY - O Centro Espírita na Promoção do Espírito Imortal (livro): http://bit.ly/2IYUJqW 🔹 Nos acompanhe: - Facebook: http://www.facebook.com/feemt.oficial - Instagram: http://www.instagram.com/feemt.oficial 🔹 Mais informações: http://www.feemt.org.br/ comunicacao@feemt.org.br 🔹 O Projeto Espiritizar é um instrumento doutrinário desenvolvido pela Feemt para o Movimento Espírita. Conheça: http://espiritizar.feemt.org.br/

Transcrição

Continuando com o nosso estudo reflexivo sistêmico das obras de Allan Kardec do Evangelho de Jesus, nós estamos no nosso módulo dois, o significado das leis divinas em nossas vidas. Nós vamos no encontro de hoje, nos próximos dois encontros, estudar as leis divinas e o trabalho voluntário. Como que nós podemos aplicar essas leis divinas em nossas tarefas no trabalho voluntário e nós vamos colocar, claro, dentro do contexto do movimento espírita. No nossa nosso encontro passado, nós trabalhamos as relações interpessoais no ambiente de trabalho profissional e hoje trabalharemos, iniciaremos uma reflexão sobre o trabalho voluntário. O objetivo é refletir sobre o significado das leis divinas em nossas vidas, de modo que possamos amá-las, respeitá-las e vivenciá-las. Inicialmente vamos meditar sobre o significado dessas leis em nossas vidas, fechando os olhos, buscando entrar em contato com você mesmo em essência, interiorizando. Busque sentir-se filho, filha de Deus. Como você sente essa realidade? Você a sente de modo a se entregar plenamente a lei a Deus e as leis divinas. Deixe fluir os seus pensamentos e sentimentos, evitando qualquer mascaramento num processo de autoengano. Seja verdadeiro, verdadeira com você, analisando-se com autenticidade. Lentamente vamos abrindo os olhos para iniciarmos as nossas reflexões sobre as leis divinas e o trabalho voluntário. Nós vimos no nosso encontro passado que o tempo todo nós lá lidamos com uma tríade, que é a tríade do eu, espírito imortal, as leis divinas e Deus. Nós somos sempre convidados diante dessas dessa tríade a lidar com duas questões básicas. a entrega e ação. Entrega, nós nos entregamos a quê? As leis. E que mais? A Deus. Então, nós nos entregamos plenamente a Deus e as leis divinas. A ação se dá onde? No eu, espírito imortal. Então, nós só podemos agir em nós mesmos. a Deus e as leis divinas, somente cabe a entrega. É o que nós estamos vendo e nós vamos refletir um pouco mais na no nosso encontro de hoje. O significado desse dessa entrega

demos agir em nós mesmos. a Deus e as leis divinas, somente cabe a entrega. É o que nós estamos vendo e nós vamos refletir um pouco mais na no nosso encontro de hoje. O significado desse dessa entrega e dessa ação. As consequências do que eu provoco vão para Deus. Não, se nós agíssemos, tivéssemos o poder de agir em Deus, o universo viraria um caos. O que eu, espírito imortal produzo, resulta para mim mesmo. Pela lei de causa efeito, tudo que eu faço retorna para mim, seja de bem, do bom, de bem ou do mal, tá? Em Deus e nas leis divinas, nós não temos ação nenhuma, só nos cabe a entrega. Então, vamos ver como se dá essa ação e essa entrega. Vamos refletir sobre o caso de João e o grupo de colaboradores de um centro espírita hipotético. João é presidente de um centro espírita que tem vários colaboradores no seu quadro de trabalho. Ele é um líder carismático e acredita ser muito desafiador à liderança, pois é preciso ter muito tato para efetivá-la. Pois segundo João, os trabalhadores estão prestando favores ao Centro Espírita e não deve ser exigidos na realização das tarefas, pois todos são voluntários e, por isso, devem fazer as atividades como podem. Em virtude disso, João tem muita dificuldade em conversar com algum dos diretores e colaboradores do centro, quando sabe que algum deles faz alguma coisa que destoa dos postulados espíritas. Pois como todos são voluntários, João acredita que se falar alguma coisa eles vão se melindrar e vão deixar a tarefa que estão afeitos. João diz que chamar a atenção deles para algum ponto falho é falta de caridade e que temos que ser tolerantes e indulgentes com relação às deficiências dos outros. Em razão disso, muitos problemas acontecem no Centro Espírita, tais como abordagens equivocadas na tribuna e no atendimento fraterno, faltas sem aviso prévio, dentre outros. Quando a situação se torna insustentável, João costuma dizer de uma forma indireta na reunião de diretoria que as pessoas não colaboram de uma forma correta nas atividades do centro e

, dentre outros. Quando a situação se torna insustentável, João costuma dizer de uma forma indireta na reunião de diretoria que as pessoas não colaboram de uma forma correta nas atividades do centro e que são muito irresponsáveis quando falta sem avisar. costuma falar tudo isso com mágoa, sentindo-se injustiçado em suas atividades de liderança. Contudo, a situação permanece a mesma, com agravante de que os trabalhadores mais dedicados se sentem injustiçados. Por João não é claro na própria reunião de da diretoria, deixando no ar, devido às suas colocações indiretas, que todos são irresponsáveis, o que não é verdade. Alguns colaboradores tentam dizer para ele tomar uma providência direta, conversando com os faltosos, mas tudo permanece na mesma situação. Bom, nós vamos refletir sobre o caso de João e dos demais trabalhadores desse centro espírita à luz da tríade, espírito imortal, leis divinas e Deus da codificação espírita e do evangelho de Jesus. Em relação a espírito imortal, o que nos cabe? O que nos cabe é desenvolver as virtudes essenciais da vida. A grande ação que nos compete é o desenvolvimento das virtudes. Em relação às leis, o que nos compete? Cumpri-las, amá-las, respeitá-las e vivenciá-las plenamente em nossa vida, em nossas vidas. E a Deus o que que nos compete? O que nos compete é nos aproximar dele. E como que se aproxima de Deus? Desenvolvendo os atributos dele em nossas vidas. Então, em na questão de Deus, nós somos convidados a manifestar os atributos divinos em nós. E como que se manifesta os atributos divinos em nós, desenvolvendo as virtudes e cumprindo as leis? Então, nós criamos um círculo virtuoso. Ao desenvolver as virtudes essenciais, nós cumprimos as leis e manifestamos os atributos divinos que reforça as virtudes e cria esse círculo virtuoso. Esse isso é o que nos compete nas nossas vidas em qualquer setor, inclusive no trabalho voluntário, né? Vejamos a questão 632 e vamos analisar o caso de João e a equipe de colaboradores do Centro

oso. Esse isso é o que nos compete nas nossas vidas em qualquer setor, inclusive no trabalho voluntário, né? Vejamos a questão 632 e vamos analisar o caso de João e a equipe de colaboradores do Centro Espírita com base nessa questão. Estando sujeito ao erro, não pode o homem enganar-se na apreciação do bem e do mal e crer que pratica o bem quando em realidade pratica o mal? Pergunta muito clara. né? Será que nós não podemos nos enganar acreditando que estamos praticando o bem quando em realidade nós estamos praticando o mal? João, será que ele pensa em algum momento que ele está praticando mal? Ele é um presidente, segundo ele, dedicado. Ele está ali atuando. Tem os colaboradores que falta a tarefa, que falam em propriedades, mas ele como um bom presidente, o que que ele está fazendo? Praticando a caridade, praticando a indulgência, praticando a tolerância. Não é o que ele diz, né? que falar claramente com as pessoas é falta de caridade, de indulgência, de tolerância e que não se pode falar quando alguém falta, não se pode falar quando alguém faz alguma impropriedade. Então, com certeza João não faz isso tudo acreditando que ele está produzindo um grande bem. Concordam? Então, exatamente o que Kardec pergunta. Será que não há casos em que nós pensamos que estamos produzindo bem, mas que na verdade nós estamos produzindo mal? Vejamos a resposta dos benfeitores. Jesus disse: "Vede o que queriis que vos fizessem ou não fizessem. Tudo se resume nisso. Não vos enganareis. Então, o preceito maior do cristão é exatamente esse, fazer aos outros aquilo que gostaríamos que os outros nos fizessem, equivalente a amar ao próximo como a si mesmo. Os dois grandes preceitos cristãos. Agora nós vamos avaliar se João está de fato agindo de acordo com esse preceito cristão. Vamos avaliar. Eh, esse caso ele é verídico, né? Nós não não estaremos julgando João, mas analisando para refletir em nós na seja na presidência de uma entidade, de uma federativa, seja de presidência de um centro espírita, seja

ele é verídico, né? Nós não não estaremos julgando João, mas analisando para refletir em nós na seja na presidência de uma entidade, de uma federativa, seja de presidência de um centro espírita, seja como coordenadores, diretores, colaboradores, nós temos sempre o nosso quinhão a oferecer. A forma como nós estamos oferecendo poderá ser um bem ou poderá ser o mal. Não dá para servir ao dois senhores, concordam? Não dá para ser meio bem ou meio mal. Não, essa essa atitude é meio boa. Não existe isso, né? Não dá para servir a dos senhores. Jesus ensina muito claro. Então vamos analisar o caso de João. Antes vamos refletir que lei divina essa questão aborda diretamente? Lei de amor, justiça e caridade. Por que lei de amor, justiça e caridade? Porque quando nós fazemos aos outros aquilo que gostaríamos que fosse feito a nós, nós não estamos sendo justos, amorosos e caridosos, primeiro conosco, porque nós não temos nunca como dar ao outro aquilo que nós não nos damos. Para dar ao outro é preciso se dar. Então, nós estamos sendo amorosos. justos e caridosos conosco e com o próximo. Essa é a essência desse preceito cristão. Agora, uma outra pergunta e muito importante paraa nossa reflexão. As leis divinas competem umas com as outras? Se Deus fizesse a lei de caridade, competir com a lei de liberdade, competir com a lei do progresso e uma competindo uma umas com as outras, o que que viraria o universo? Caos. Um caos. Então, as leis divinas elas se somam. Nenhuma lei deverá eh competir no sentido de que para praticar uma lei eu desrespeito outra. Se eu tiver desrespeitando uma lei sequer, eu não estou praticando nenhuma delas. Concordam? Porque se elas são solidárias, interdependente, nós fazemos um um processo de descumprimento por ressonância. Se eu não cumpro a lei de liberdade, eu estarei também não cumprindo a lei de amor, justiça e caridade. Não estarei cumprindo a lei de solidariedade e assim por diante. Só a lei de causa efeito que não tem jeito de não cumprir. Por quê?

eu estarei também não cumprindo a lei de amor, justiça e caridade. Não estarei cumprindo a lei de solidariedade e assim por diante. Só a lei de causa efeito que não tem jeito de não cumprir. Por quê? Essa é a única lei que a gente não tem como nem experimentar, porque na verdade nós tentamos descumprir porque não é possível as leis divinas como um todo. Por quê? Porque a lei de causa efeito não depende do nosso livre arbítrio e toda causa vai gerar um efeito. Então, por isso que dessa lei ninguém tem como fugir. Nós podemos fugir da lei do amor, por exemplo. Podemos. Quando uma pessoa mata alguém, ela não está tentando fugir da lei do amor. Quando ela se mata, ela não está fugindo da lei do amor, de justiça, de caridade, porque essa lei essa lei eh nessas três eh fases, ela está. Agora, tem como ela escapar dos efeitos das ações produzidas? Não, né? Não tem. Então, não tem como nós eh tentarmos infringir a lei de causa efeito. Então, vejamos, as leis divinas não competem umas com as outras, né? Chegamos a essa conclusão. Vejamos outra questão. As virtudes essenciais da vida competem entre si? Também não. Por quê? Por exemplo, quando João diz que não fala nada para um colaborador do centro ou um diretor que falta uma atividade sem avisar, que fala uma impropriedade na tribuna e ele não fala nada dizendo que é necessário ser caridoso, indulgente. e tolerante. O que está acontecendo? Há verdadeiramente caridade, indulgência e tolerância quando nós temos um movimento inautêntico, porque esse movimento é inautêntico. Nós estamos pegando a verdade, que é uma luz e colocando onde? embaixo do alqueir, né? Ele está sendo inautêntico, faltando com a verdade. É possível caridade, indulgência e tolerância se conjugar a inautenticidade para gerar uma ação virtuosa. Máscara não é virtude. Então, vejamos as virtudes essenciais da vida. não competem entre si. Se entrou um vício egóico para somar, entre aspas, com uma virtude, significa que essa não é uma virtude, é um processo mascarado em nome da virtude, né?

des essenciais da vida. não competem entre si. Se entrou um vício egóico para somar, entre aspas, com uma virtude, significa que essa não é uma virtude, é um processo mascarado em nome da virtude, né? Desenvolver pseudo caridade é fácil. Pseudotolerância também é fácil. Caridade real, tolerância, indulgência é trabalhoso, tá? Vamos continuar a reflexão. Se a nós podemos dizer se as que as virtudes são independentes, mas harmônicas entre si. Não, nós podemos dizer que as virtudes são interdependentes e harmônicas entre si. Mas é outra, sim, é possível desenvolver uma e não tanto a outra, mas elas são interdependentes no sentido de que elas vão sempre se somar. Se elas fossem independentes, você poderia ser caridoso sem ser indulgente, ser eh a tolerante sem ser autêntico, mas elas se somam e é necessário, mesmo que você tenha uma mais desenvolvida que a outra, é necessário fazer exercício para desenvolver essa outra que interdepende desta anterior para que você aja com de forma virtuosa. né? Por se você, por exemplo, a questão do do João, sem autenticidade é possível realmente exercitar a caridade? Não é possível. Não é possível desenvolitar caridade, nem indulgência, nem a tolerância, nada. Por quê? Porque as virtudes são interdependentes. O que se exercita é uma pseudocaridade. Aí a pessoa acha que já tem essa virtude aqui. Não, eu sou caridoso porque eu faço isso, eu faço aquilo. Mas no fundo, no fundo, não há verdadeira caridade, não há um exercício real, conforme nós estamos refletindo, conforme no eu, espírito mortal, leis divinas e Deus. Estamos refletindo a questão profunda da do do processo, né? Então, continuemos. É possível, por exemplo, praticar a caridade sem a colaboração de outras virtudes, como a franqueza e a autenticidade? Nós acabamos adiantando. Será que é possível? Eu sendo falso e sendo caridoso ao mesmo tempo? é incongruente. É tentar servir a dois senhores. Não é possível. O exercício, a virtude, nós não as detemos ainda. O exercício da virtude nós

possível? Eu sendo falso e sendo caridoso ao mesmo tempo? é incongruente. É tentar servir a dois senhores. Não é possível. O exercício, a virtude, nós não as detemos ainda. O exercício da virtude nós podemos realizar independente de ter a virtude desenvolvida. É o que a vida nos convida o tempo todo. É desafiador exercitar virtude que ainda nós não temos internalizado. É, mas a vida nos convida o tempo todo a isso. Esse é o grande compromisso do espírito imortal nessa meta que ele traz assinada na consciência de evoluir pelo conhecimento da verdade para se aproximar de Deus para conquistar a pura e eterna felicidade. É exatamente isso na prática. Tudo aquilo que nós vimos no primeiro módulo do nosso estudo reflexivo, nós estamos agora trabalhando em termos práticos no dia a dia. Como que é isso? lá na na minha questão do trabalho, isso lá no meu trabalho voluntário no centro espírita. Como que é isso? Nós vamos trabalhar na família, nós vamos trabalhar na individualidade, na pessoa que se culpa. Tudo isso nós vamos trabalhar nesta nesta etapa, nesse módulo do nosso estudo reflexivo, a questão da intenção real. Por quê? No nível das intenções secundárias, muitas vezes nós entramos em movimentos que é o do próprio do personismo. Nós já estudamos isso no primeiro módulo do nosso estudo reflexivo. Vamos ampliar mais o significado disso. E no personismo existem intenções secundárias que não corresponde às virtudes que se pensa que está estar se praticando. A pessoa pensa que está, mas não significa que ela esteja, né? Porque não basta a intenção positiva. Se essa intenção positiva depois é contaminada com intenções secundárias, mesmo que essas intenções estejam no nível subconsciente, que a pessoa nem se dê conta, mas que na prática ela realiza acreditando que está que está fazendo bem, isso tem um peso pra pessoa. Então, a questão que nós acabamos de ver, a questão 632, ela é muito séria e muito pouco refletida no nosso movimento, né? Porque muita coisa má tem sido feita no movimento em nome

um peso pra pessoa. Então, a questão que nós acabamos de ver, a questão 632, ela é muito séria e muito pouco refletida no nosso movimento, né? Porque muita coisa má tem sido feita no movimento em nome da caridade. Muita coisa má mesmo. Nós vamos ver porquê com base em textos das obras básicas, textos do evangelho de Jesus nessas próximas e hoje nos próximos encontros. Assim, autenticidade é virtude, grosseria é um vício egóico muito grave. Nós vamos ver a diferença entre um e o outro e como deve ser o processo virtuoso. Processo virtuoso de franqueza e de autenticidade não tem nada a ver com rudeza. O que você acabou de falar é rudeza, né? Grosseria. Isso é um movimento egóico, né? Próprio processo de maldade, né? o da ou da crueldade, vai depender das polaridades que a pessoa tiver no movimento dela. O objetivo é centrar nas virtudes reais do ser, nas virtudes essenciais, onde nós podemos agir. Eu, espírito imortal. Então eu, espírito imortal ajo desenvolvendo as virtudes que se somam, nunca vão se competir e nunca vão ter o movimento de entrar uma um vício egóico para colaborar com uma virtude. Senão o processo é tentativa de servir a dos senhores. Continuemos com as reflexões. Analisando-se as dificuldades desse centro espírita com relação à tríade, espírito imortal, Deus e leis divinas, quais os principais problemas vivenciados por João e os colaboradores negligentes? Quais são os principais problemas dele? Vamos analisar com base da tríade, primeiramente a questão de de Deus. Em relação aos atributos divinos. João manifesta que limitações? Ah, na questão da bondade, nós temos dois movimentos em João, maldade e pseudobondade. Por que maldade? A omissão já é o mal. Exatamente. Na questão 642 do livro dos espíritos, eh, é colocado que nós somos convidados a fazer o bem no limite das nossas forças, porquanto responderemos por todo o mal que adivo. Bem, quando João se omite, isso é o quê? Um mal. só pro centro espírita coletivamente ou é um mal também para as pessoas que estão faltando com a tarefa?

quanto responderemos por todo o mal que adivo. Bem, quando João se omite, isso é o quê? Um mal. só pro centro espírita coletivamente ou é um mal também para as pessoas que estão faltando com a tarefa? Que que vocês acham? Também para as pessoas as pessoas. Se eu estiver errando uma pessoa consciente que realmente quer crescer, gostaria que fosse chamada atenção para o erro, para que a pessoa pudesse se melhorar? Uma pessoa autêntica que realmente quer se melhorar. Sim, sim, sim. Então, se eu quero isso para mimho, eu vou fazer isso ao outro, devo fazer? Sim, devo fazer isso a outro. Se eu quero para mim, eu devo fazer isso ao outro, né? chegar o outro chegar e me apontar com caridade, com indulgência, com tolerância, com amor, com afabilidade, com doçura. Aí nós vamos estudar todas as virtudes. Nós vamos estudar refletindo sobre elas e como funciona essas virtudes, como desenvolvê-las em nós. Mas a verdade nos recomenda isso. Concorda? Nos recomenda isso, fazer ao outro aquilo que gostaria que fosse feito a mim. Porque se eu estou errando, eu gostaria que alguém me me alertasse. Se essa pessoa tem mais experiência de vida que eu e não me alerta, essa pessoa está sendo boa comigo, está sendo má comigo. Então é um processo mal individualmente e coletivamente, tá? Como nós vamos fazer isso para sermos verdadeiramente caridosos, virtuosos? Nós vamos ver lá no Evangelho Segundo Espiritismo, nós vamos ver tudo isso. Por enquanto, nós estamos fazendo avaliação do processo de inautenticidade para que se busque autenticidade. Para que eu possa mudar, eu preciso saber. Não é o que Santo Agostinho fala na questão 919 e 919A do livro dos espíritos. Se nós não nos autoconhecermos, conhecer a verdade para que nós nos libertemos pela verdade, como que vai ser possível a mudança, né? E nós estamos em conjunto, não é, para crescer uns com os outros, com as experiências dos outros. Então, o o ambiente do centro espírita é um grande ambiente, excelente ambiente para nós trabalharmos isso. O ambiente do centro

não é, para crescer uns com os outros, com as experiências dos outros. Então, o o ambiente do centro espírita é um grande ambiente, excelente ambiente para nós trabalharmos isso. O ambiente do centro espírita, da federação, de todas as instituições espíritas. Pseudo bondade tá muito claro, né? Todas as vezes que eu for pseudo bondoso, eu estou tentando ocultar a maldade, né? Parecendo bom sem de fato estar sendo bom. É o que acontece com João de forma muito clara. O atributo da unicidade, qual o movimento de João? Bem claro, o personismo. Lembro do personismo? Existe movimento da desumanização, do personismo e da individuação, né? O João, ele não trabalha pela individuação, que é o movimento de autenticidade, de saber da das dos seus potenciais, das suas limitações e trabalhar em função da superação das limitações, desenvolvendo os potenciais. Isso é a individuação. O que ele faz é o personismo. Então ele quer estar bem na foto com todo mundo. Ele quer contemporizar. Aí as coisas começam a sair fora do eixo. Hora que sai fora do eixo, ele vai e fala na reunião diretoria, solta lá de uma forma aleatória o que está acontecendo, mas não não não dá nome aos bois, não coloca de uma forma clara. E aí as coisas vão ficando cada vez mais falseada em si mesmo. Podemos ter instituições assim? Aliás, a maioria, infelizmente, é assim. Infelizmente, a maioria das instituições estão envolvidas pelo movimento do personismo em que se parece, mas não se é. Não se faz esforço para ser de fato, porque é um verdadeiro tabu se colocar as coisas abertamente, né? Claro, sempre com amor, caridade, paciência, tolerância, indulgência, afabilidade, doçura, mas se colocar, prefere se omitir porque é mais fácil, né? É mais fácil cultivar, cultuar o personismo, essa persona, né? Personifica culto à persona. É mais fácil cultuar a persona do que desenvolver a individuação, que é o trabalho que nos compete, crescendo no trabalho. Vejamos que nós estamos refletindo no nível profundo o significado de por que nós estamos

cultuar a persona do que desenvolver a individuação, que é o trabalho que nos compete, crescendo no trabalho. Vejamos que nós estamos refletindo no nível profundo o significado de por que nós estamos dentro de um centro espírita ou dentro de uma federativa para realizar o trabalho do bem. Não é um processo simplista. Ah, vou fazer a caridade pros outros, vou ajudar a humanidade a evoluir. É um processo profundo de transformação interior. E o trabalho que a gente faz fora é consequência dessa transformação interior. Quando ela há, se ela não há, que que nós estamos fazendo? né, adiando possibilidades. Sábado nós vamos falar sobre isso no seminário sobre obsessão, o significado de não realizar as tarefas que nos competem nesse aspecto. O que gera para nós o atributo da imutabilidade? Qual é o grande movimento de João? a chamada pseudo inalterabilidade. Então ele fica ali inalterável, sempre naquele movimento, levando o centro espírita em banho maria. As coisas acontecem, o movimento é o mesmo e vai se levando tudo, todo o processo para mais pra frente, né? é a pseudo inalterabilidade. No atributo da onipotência divina, o que João manifesta? Ele oscila entre impotência, pseudonipotência e prepotência. Ele tem os três movimentos. A impotência surge quando? Quando as coisas não vão eh não dão certo, aí o que que ele se sente? injustiçado. Ele se sente, não se sente incapaz, ele se sente injustiçado, porque ele está lá cumprindo com todas as obrigações e as pessoas não correspondem, elas não colaboram, né? Não é o movimento que ele faz. Então ele se coloca como um injustiçado. Então ele se sente impotente porque ele é um injustiçado, coitado. Ele não pode fazer nada. Aí o que que ele faz? Ele entra no movimento da pseudonipotência colocando que ninguém colabora ali. Ele age de uma forma prepotente, não é uma uma prepotência agressiva no sentido de chegar lá e agredir o outro. Mas quando ele fala que eh ninguém colabora, que as pessoas são irresponsáveis, o que é isso?

ge de uma forma prepotente, não é uma uma prepotência agressiva no sentido de chegar lá e agredir o outro. Mas quando ele fala que eh ninguém colabora, que as pessoas são irresponsáveis, o que é isso? Prepotência, tá? É uma prepotência sutil, mas é uma prepotência. funciona, não funciona. Ele em momento algum ele foca no poder real, o poder de realizar ações de transformação para auxiliar. De fato, muitas vezes no centro espírita, a pessoa convida outras pessoa para administrar o conflito, porque ele se coloque como incapaz, na verdade, porque não utiliza os conhecimentos espíritas para ser capaz, né? E é mais fácil, claro, chamar outra pessoa para para na verdade tentar resolver, porque não vai resolver, porque as pessoas que estão eh relacionadas ao conflito não estão verdadeiramente trabalhando as causas dele. Então vai se apenas o que se faz, coloca-se panos quentes, não é o que acontece no no geral, no dia a dia. Coloque-se panos quentes e vai se levanto e vai se levando em banho maria os problemas. Daqui a pouco nós vamos entrar num texto do próprio Cristo que fala sobre como resolver isso. De fato, no nível da onisciência divina, o movimento de João é de inconsciência e de pseudociência. inconsciência, por ele coloca em risco toda uma instituição em nome da caridade, agindo de uma forma eh omissa, produzindo o mal. Ele não age de forma maldosa, mas ao omitir-se ele produz um mal. Então isso é fruto de um processo de inconsciência. ao mesmo tempo, pseudociência, porque baseado no princípio do fora da caridade, ele busca a caridade de faz de conta. Caridade não tem nada a ver com a atitude dele. Tudo isso é pseudo caridade. Então, é a pseudociência, o pseudo conhecimento espírita que leva atitudes como de João e dos colaboradores do centro. No nível da justiça, soberana justiça, o que que ele age? É justo o a forma dele agir? Profundamente injusto com ele e com todos os trabalhadores, com os trabalhadores dedicados, com os trabalhadores que não se dedicam e com

erana justiça, o que que ele age? É justo o a forma dele agir? Profundamente injusto com ele e com todos os trabalhadores, com os trabalhadores dedicados, com os trabalhadores que não se dedicam e com ele também. profundamente injusto. Vamos ver agora os os colaboradores negligentes, quais atributos divinos eles manifestam em termos de limitações. No nível da soberana bondade, o que eles agem é com maldade. Por quê? Se eu me comprometo a uma tarefa espírita e não vou sem avisar, que que é isso? um grande mal, para ele e para todo mundo. Porque imagina, ele tem uma turma de estudo sistematizado para monitorar e não aparece e não avisa. É mal só para ele? Mal para todos os envolvidos na questão. Se ele se propôs a realizar uma tarefa, essa tarefa pressupõe-se um bem para todo mundo, para ele e para os outros. Se ele se omite, não, não, não participa, não vai, ele está criando o mal, né? Então, tudo que é ausência de bem, o que é mal. Todas as vezes que nós agirmos de uma maneira morna, o que é mal? Tá? Porque a gente acha que mal é só a gente sair por aí assaltando pessoas, fazendo coisas cruéis com os outros. Muitas vezes a gente tem essa noção de mal, mas tudo que é ausência do bem é mal. Então, se eu faço um trabalho mal feito, porque eu sou um trabalhador voluntário, então eu vou lá quando não tenho mais nada mais eh nada mais interessante para fazer, aí eu vou lá e faço. Ou eu faço meia boca assim, meio porque eu sou voluntário mesmo, não vou ganhar nada com isso. É assim que o trabalho voluntário com Jesus deve ser feito? Imaginemos. É muito mais grave, gente, do que o trabalho profissional. Muito mais grave quando nós agimos de uma forma morna no trabalho do bem, né? Quem for participar do seminário sábado, que é o sobre a obsessão oculta, uma das estratégias da sombra hoje em dia é exatamente manter as pessoas no trabalho de uma forma morna, de uma forma assim, levanto, levanto, levando a tarefa. O mal que nós fazemos para nós e para a coletividade com isso é

ombra hoje em dia é exatamente manter as pessoas no trabalho de uma forma morna, de uma forma assim, levanto, levanto, levando a tarefa. O mal que nós fazemos para nós e para a coletividade com isso é incalculável, né? E muita gente acha que tá fazendo o bem que pode, mas se não escutar a própria consciência vai ver o grande mal que está fazendo. O mal é mal, é ausência de bem. Agora, existe o mal da omissão do bem. Existe o mal da crueldade quando você vai lá e tortura alguém, eh, ah, mata alguém, ah, faz uma atividade ativa do mal, porque existe o mal passivo e o mal ativo. Quando a pessoa age com crueldade, é o mal ativo. Quando ela deixa de fazer o bem, que mal é esse? passivo. Se eu não faço o bem no limite das minhas forças, eu estou produzindo mal. Sim. O mal é sempre mal. Claro que o nível de comprometimento da de alguém que age com crueldade, de alguém que age por omissão, é diferente. Agora, o cruel que é ignorante das leis da vida e o espírita que é tem consciência das leis da vida e conhecimento das leis da vida e age por omissão. Será que em termos de mal produzido não é algo equivalente? O ignorante, ele tem as atenuantes da ignorância. O espírita que tem o conhecimento das leis divinas, ele tem agravante do conhecimento das leis e da e age pela omissão. Então, não dá pra gente eh quantificar isso. O que que é mais mal que o que é mal é mal, né? Na transição planetária, muita gente acredita que só os empedernitos do mal que vão ser exilados. Aqueles que estão aí mornamente fazendo as suas atividadezinhas de cada dia, não vão, né? O Honório no livro Vozes Alerta tem uma mensagem sobre isso que ele fala claramente que aqueles que permanecem neutros no bem vão ser exilados também, né? Isso livro Vozes Alerta do Espírito Honório, recomendamos essa mensagem para todos estudar o atributo da unicidade, como essas pessoas agem. Exatamente. O mesmo personismo, diferente do personismo de João. Elas estão ali, não estão fazendo a caridade, fazendo o bem, né? Tem gente

os estudar o atributo da unicidade, como essas pessoas agem. Exatamente. O mesmo personismo, diferente do personismo de João. Elas estão ali, não estão fazendo a caridade, fazendo o bem, né? Tem gente que acha que só de e de vez em quando ou centro espírita já está kits com a obrigação religiosa. Vem dos atavismos religiosos que nós trazemos do passado e a pessoa acha que isso é um bem e e é só isso basta. Isso é personismo, não é uma busca da individuação que somos convidados. Na imutabilidade aqui aparece um outro, uma característica que João não tem. que é a volubilidade. O volúvio é aquele, ah, se der eu faço, se não der eu não faço e para mim tá tudo bem. Uma pessoa que falta uma tarefa no centro espírita que é voluntário sem avisar, que que é isso? Volubilidade, né? essa volubilidade e ao mesmo tempo a pseudo inalterabilidade, porque a pessoa mantém isso o tempo todo sem refletir o sentido disso na vida dela. Podemos agir assim, ser morno, não atuar de fato, fazer de conta que estamos trabalhando bem? Podemos ou não podemos? Tudo nos é lícito, ensina o apóstolo Paulo, mas nem tudo nos convém. Podemos, mas não nos convém. No nível da do atributo da onipotência, eles agem com impotência, não é? Ah, eu posso fazer essa coisinha aqui e vou fico ali. Quando nós não realizamos o bem no limite das nossas forças, o que é isso? Impotência. Porque nós podemos realizar o bem no limite das nossas forças. Isso é uma questão consciencial. Todos nós somos criados para isso. Aqueles que não fazem é porque estão numa impotência que não é real. A onisciência divina, eles agem com inconsciência. Então, movimento claro de inconsciência em relação à vida, em relação ao sentido do trabalho voluntário. O trabalho voluntário não é porque a gente não tem nada para melhor para fazer e a gente vai lá e faz essa coisinha chamada trabalho voluntário. Ou não é um trabalho para que a gente se livre de umbral, se livre de obsessor. É algo consciencial que nós assumimos antes de reencarnar.

gente vai lá e faz essa coisinha chamada trabalho voluntário. Ou não é um trabalho para que a gente se livre de umbral, se livre de obsessor. É algo consciencial que nós assumimos antes de reencarnar. Não há ninguém que está sendo convidado a frequentar um centro espírita que não tenha na conta da sua vida um comprometimento com o trabalho com Jesus. Por isso que Jesus diz: "São muitos os convidados, poucos os escolhidos". Por que que são poucos os escolhidos? Quem é que nos escolhe? nós mesmos. Nós mesmos, na nossa consciência. Se nós vivermos num processo de inconsciência em relação a tarefa, a nossa consciência vai nos nos escolher? Convidados todos nós somos, mas ela vai nos escolher. Se vivermos num processo de impotência, ah, eu só não posso, ah, não sou capaz. Ah, eu não dou conta. É muita tarefa para mim. Quem sou eu? Quem sou eu para fazer isso? Não, eu vou lá de vez em quando e faço alguma coisinha, né? Faço o que posso. São falas que caracterizam essa impotência e essa inconsciência. Podemos agir assim, mas não nos convém. em termos da soberana justiça, que movimenta que eles praticam de uma profunda injustiça com eles mesmos, com a coletividade do Santo Espírita, com a vida. É gravíssimo isso. A maioria de nós não para para refletir essas questões, mas é muito grave. Vejamos agora em relação às leis divinas. João, mesmo crendo que está praticando a caridade, ele descumpre as seguintes leis. Vejamos. Ele acredita que ele é caridoso, que ele é um bom presidente, que ele está ali firme na tarefa, os faltos são os outros, mas que ele está fazendo tudo que pode, não é isso que nós vimos no caso? Mas ele descumpre que leis, vejamos, lei de amor, justiça e caridade ele descumpre. O movimento dele é amoroso, é justo, é caridoso? Não. Mesmo acreditando que está praticando a caridade. É a questão lá do livro dos espíritos. Ele crê, está fazendo bem, fazendo mal. Exatamente o que acontece com ele. A lei de liberdade ele afronta. Esse centro tem liberdade ou ele tem libertinagem?

de. É a questão lá do livro dos espíritos. Ele crê, está fazendo bem, fazendo mal. Exatamente o que acontece com ele. A lei de liberdade ele afronta. Esse centro tem liberdade ou ele tem libertinagem? Qual é a diferença de liberdade e libertinagem? liberdade. A liberdade sempre pressupõe responsabilidade. A libertinagem eu faço o que eu quero, que se dane o outro, né? Esse é o movimento que João deixa que aconteça no centro que ele é responsável. Se a pessoa vai, ótimo. Se não vai, não pode falar nada, porque ela é ela é voluntária, ela tá fazendo favor ao centro. Será que nós estamos fazendo favores? Nós que somos trabalhadores, a maioria aqui da nossa federativa, nós estamos fazendo favores à federação, favores à Luía, que está presidente no momento. Nós estamos ou nós estamos sendo convidados a resgatar débitos pelo trabalho do bem para que amenizemos os nossos próprios sofrimentos, se quisermos, né? É exatamente isso que nós estamos sendo convidados, né? Então, a minha liberdade nunca deverá colocar em risco a liberdade do outro. Se eu me coloco, por exemplo, para fazer atendimento fraterno e eu não vou e não tem trabalhadores suficiente para atender as pessoas e pessoas ficam prejudicadas porque eu não vou, o que que eu estou fazendo? Eu estou usando o meu livre arbítrio. Estou. Mas estou usando o livre arbítrio em sintonia com a lei de amor, justiça e caridade? Não. Acabamos de ver que as leis elas competem uma com as outras, elas se somam. Como que eu posso ser totalmente livre, agindo com desamor, justiça, injustiça e descaridade, né? Então, o meu direito termina quando começa o direito do outro. Se eu me coloquei voluntariamente para uma tarefa, eu tenho um dever consciencial. Aí, lembra do dever de Lázaro, que nós trabalhamos no nosso encontro passado, que vamos trabalhar mais ainda, o dever consciencial de realizar a tarefa. Porque não é por acaso, não é uma brincadeira ou algo que eu faço só quando não tem algo mais interessante para fazer, né? Então a lei de liberdade

is ainda, o dever consciencial de realizar a tarefa. Porque não é por acaso, não é uma brincadeira ou algo que eu faço só quando não tem algo mais interessante para fazer, né? Então a lei de liberdade também não é cumprida. A lei de responsabilidade, essa nem se fala, né? Mas são ele fala que os outros são irresponsáveis e ele ele também é muito irresponsável. está agindo de uma forma muito irresponsável, né? Por quê? Ele projeta nos outros muitas deficiências dele. Ele está fazendo tudo que pode, os outros é que são irresponsáveis e coloca o grupo inteiro no mesmo balaio. A lei de progresso, ele descumpre essa lei. O que que acontece com o centro espírita que funciona assim ou com uma federativa estadual que funciona assim? qualquer instituição espírita ou não, ela não progrie. Atrasa o avanço do consolador. Por que que a maioria dos centros espíritas funciona dessa maneira como esse centro? Será que é por acaso, gente? Ou porque existe uma pressão da sombra nessa direção para atrasar o avanço do consolador? O consolador é a doutrina. A doutrina é inatacável. Agora, o movimento espírita é inatacável? Não. E como que se ataca hoje o movimento espírita? Fazendo com que as pessoas deixem de ser espíritas, fazendo que pessoas de outras religiões persigam os espíritas, como acontecia no início do século passado. Não ataca-se deixando o movimento espírita amorno, fazendo de conta que está agindo no bem. E aí o bem que poderia ser produzido não é produzido. O progresso ele é obstaculizado, ele não é impedido porque cedo ou tarde essas pessoas vão desencarnar, vão vir outras pessoas e ele não é impedido, mas ele é obstaculizado. Está lá no livro dos espíritos, na lei do progresso. A lei de solidariedade ele cumpre, ele não está sendo solidário, nem com o próximo, nem com os trabalhadores, nem com as pessoas que usufruem dos benefícios daquele centro espírita, nem com ele. Lei de igualdade. Ele cumpre. Por não a lei de igualdade, quando ele diz que as pessoas são voluntárias e elas estão fazendo

s pessoas que usufruem dos benefícios daquele centro espírita, nem com ele. Lei de igualdade. Ele cumpre. Por não a lei de igualdade, quando ele diz que as pessoas são voluntárias e elas estão fazendo favor ao centro, isso tem a ver com a lei de igualdade ou não? Se nós nos colocarmos como voluntários para fazer uma tarefa, todos nós estamos na igualdade de condições ou não? Nós não estaríamos sendo convidados para a tarefa em igualdade de condições. Por que que uns vão fazer e outros não? Porque afinal são voluntários. Então a lei de igualdade é todos somos iguais. O fato da pessoa estar presidente não é superior, não é superior a ninguém, né? Ele tem um compromisso de igualdade com o outro para o bem coletivo. E ele está descumprindo isso. Lei do trabalho. Ele descumpre essa lei ou não descumpre? Descumpre. Quando ele não realiza o trabalho como deveria, ele está descumprindo. E o que é trabalho? Nós vimos no nosso encontro passado, toda ocupação útil. é trabalho. Então ele descumpre também lei de harmonia, ele descumpre. Como que é o ambiente num centro espírita assim? Harmônico, muito desarmônico, né? Né? Na verdade, quando eh porque como as leis são solidades, nós colocamos aqui uma lista de algumas leis, mas se formos buscar outras leis, nós vamos encontrar, né? vai cumprir hoje só a lei de causa efeito que não tem como fugir. Por o que que acontece com trabalhadores como João e os demais colaboradores negligentes do centro dentro da lei de causa efeito? Sofrerão sofrerão sofrerão as consequências do da ausência do bem que estão fazendo, gerando esse mal coletivo, né? Uhum. Principalmente quando nós não cumprimos a lei de amor, justiça e caridade. Essa lei deve ser sempre o parâmetro para avaliação de todos nós. Se nós não cumprirmos essa, todas as demais nós não estaremos cumprindo. E aí nós vamos passar pelos efeitos de não cumprir essa lei e as demais, porque essa não não podemos fugir, porque é uma lei que Deus criou para nos proteger de nós mesmos. Quando nós não cumprimos a lei de amor,

os passar pelos efeitos de não cumprir essa lei e as demais, porque essa não não podemos fugir, porque é uma lei que Deus criou para nos proteger de nós mesmos. Quando nós não cumprimos a lei de amor, justiça e caridade, o que que vai acontecer? Sofrimento. Quando a gente sofre, a gente humilda o orgulho, a mansa, a rebeldia e aí voltamos para poder cumprir a lei de amor, justiça e caridade. Então é uma lei para essa não tem como fugir porque é para nos proteger de nós mesmos, né? pelo sofrimento, aquilo que nós éramos para fazer amorosamente, porque são somos todos convidados a agir no amor, né? Podemos recusar o convite? Podemos podemos recusar o convite abandonando o centro e podemos recusar os o convite trabalhando toda semana no centro. É interessante isso, né? Nós estamos vendo pessoas que estão recusando o convite do mestre trabalhando toda semana no centro, 3 4 5 seis vezes, sete vezes por semana no centro, que é o caso do João, né? um trabalhador daqueles assído, só que a forma como ele tá trabalhando não é uma forma essencial. Em relação às leis divinas, os trabalhadores negligentes descumprem as seguintes leis. Vejamos. Lei de amor, justiça e caridade. É amoroso que eles fazem? É justo? É caridoso? Não, né? Se não cumpre essa daqui, todas as demais, com exceção de de causa efeito, eles também não tentarão não cumprir. A lei de responsabilidade agem com uma profunda irresponsabilidade, usando mal a lei de liberdade, né? ao usar mal a lei de liberdade que eles cumprem, mas de uma forma torta, agindo com irresponsabilidade. Lei de progresso descumpre também porque a eh obstaculiza o progresso do centro espírita. Lei de solidariedade também. Se eu me proponho a fazer uma tarefa e faço mal feito, vou paraa tribuna e falo em detrimento da doutrina e não eh com os postulados, em sintonia com os postulados da doutrina, que que eu estou fazendo? É gravíssimo isso. Se eu vou no atendimento fraterno e falo o que o que eu acho e não aquilo que a doutrina aborda sobre as os problemas

ntonia com os postulados da doutrina, que que eu estou fazendo? É gravíssimo isso. Se eu vou no atendimento fraterno e falo o que o que eu acho e não aquilo que a doutrina aborda sobre as os problemas humanos, eu estou faltando com essa lei de solidariedade que está intimamente ligada à lei de amor, justiça e caridade. É gravíssimo isso. Lei de igualdade. pelos mesmos motivos que João, eles também negligenciam essa lei, lei de trabalho, né? Óbvio, se eles faltam sem avisar, se fazem mal feito a atividade, lei do trabalho não está sendo realizada. Lei de harmonia pelos mesmos motivos. Isso gera uma desharmonia. O descompromisso no trabalho do bem com Jesus é gravíssimo. Gera uma desarmonia interna e externa. Em relação às virtudes essenciais, João, mesmo crendo que está praticando a caridade, a indulgência e a tolerância, de fato, está agindo com descaridade, desamor, negligência, inautenticidade, conivência, desequilíbrio, injustiça, pseudobndade, dentre outros vícios egoicos. Então é isso tudo e mais alguma coisa nós colocamos fazendo resumo porque senão a gente não é tudo isso que está acontecendo na intimidade de João. Só que ele faz isso como personismo é tão forte que ele nem se apercebe disso tudo acontecendo dentro dele. Os que são dedicados e não falam para ele estão errando também. né? Falo, mas também falo de uma forma velada. Então, o que que acontece? Num centro espírita assim impera a inautenticidade, fica aquela coisa morna, aquela coisa desarmônica, mas todo mundo tá acostumado as coisas serem assim e vão levando dessa forma. Em relação à prática das virtudes essenciais, os trabalhadores negligentes estão distanciando-se delas, agindo com descaridade, desamor, negligência, desequilíbrio, injustiça, maldade, preguiça, inverdade, dentre outros vícios egoicos, né? Então, uma série de vícios, em vez de serem trabalhados, eles são colocados de uma forma muito direta. Agora vamos estudar o que Jesus diz sobre essa questão vivenciada por João e os demais colaboradores do Santo

érie de vícios, em vez de serem trabalhados, eles são colocados de uma forma muito direta. Agora vamos estudar o que Jesus diz sobre essa questão vivenciada por João e os demais colaboradores do Santo Espírita. Em João capítulo 8 versículo 32, Jesus diz: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Todas as vezes que nós ocultarmos a verdade, nós estaremos nos afastando da lei de amor, justiça e caridade e da lei de liberdade no nível profundo. Porque só há lei de liberdade, a prática dessa lei quando nós agimos de que forma? Só é livre de verdade quem pratica o quê? O dever consciencial de praticar o lei de amor, justiça e caridade que estão intimamente ligados. Então, quando nós, em nome da caridade ocultarmos a verdade, vai ser caridoso esse movimento? Nunca. né? Então, podemos falar que é caridade, que as coisas são assim, que é alteridade, que é isso, que é aquilo, mas é um processo que foge da verdade. Então, quando Jesus diz: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará", é aquela liberdade profunda de prática do dever consciencial do espírito imortal que sabe o que quer e aí está fazendo todo o trabalho de desenvolvimento dos atributos divinos dentro de si mesmo, o o cumprimento das leis divinas pelo exercício das virtudes essenciais em si. Aí ele é livre. Usando mal a lei de liberdade, nós somos verdadeiramente livres? É, a resposta é não. É verdade. Mas por que não? Porque nós vamos sofrer as consequências dessas ações. Em vez de nos libertar, o que que nós fazemos? Nós nos escravizamos ao sofrimento, né? Nós escravizamos ao sofrimento e vamos necessitar, como a Renata falou, fazer todo o trabalho que deveríamos ter feito desde a primeira vez. Então, nós não somos livres de verdade quando agimos mal com o nosso livre arbítrio, só quando nós estamos em sintonia com dever consciencial, né? Por isso que o dever consciencial, aquilo que nós trabalhamos em cima da mensagem de Lázaro, é fundamental nas nossas vidas. Boa pergunta. O que João de fato

os em sintonia com dever consciencial, né? Por isso que o dever consciencial, aquilo que nós trabalhamos em cima da mensagem de Lázaro, é fundamental nas nossas vidas. Boa pergunta. O que João de fato conhecia? Ele conhecia, na verdade, estereótipos que a doutrina espírita estereótipos daquilo que a doutrina espírita coloca. Por quê? A doutrina espírita coloca que fora da caridade não a salvação. É correto? É. A doutrina espírita fala que nós somos convidados a sermos indulgentes uns com os outros. É verdade? É. Tem a mensagem lá no Evangelho que nós vamos estudá-lo. A doutrina espírita fala que nós devemos ser tolerantes uns com os outros. É verdade. É. Agora, se eu pego as virtudes e uso uma mentira para fazer com que as virtudes sejam desenvolvidas, sejam praticadas, alguma coisa tá errado. E não é codoutrina. Por isso que ele tem um movimento de pseudociência. Quando nós não aprofundamos nos conhecimentos da doutrina, trazemos esses conhecimentos para dentro das nossas vidas, como nós estamos fazendo no estudo reflexivo, e a partir dessa reflexão nas nossas vidas, aí é possível nós realmente atuarmos com caridade, com tolerância, com indulgência, porque nós estaremos somando virtudes e fazendo exercício. dessas virtudes na no nosso dia a dia, tá? É trabalhoso tudo isso, sim, né? Evoluir é trabalhoso, é a lei do trabalho. Criar o personismo do faz de conta, faz de conta que é caridoso, faz de conta que é indulgente, tolerante, é mais fácil. Sim, porque o personismo é o parecer. O parecer é muito mais fácil, não dá trabalho. Por isso que a maioria cultua a persona criando essa persona do pseudo bom do que a verdadeira bondade, né? Aí a verdade vai sendo colocada de lado para que a pessoa vivencie uma mentira, uma hipocrisia, né? Infelizmente o nosso movimento espírita ainda está muito contaminado com práticas assim. Uma das grandes propostas do projeto Espiritizar, com orientação dos benfeitores, principalmente Honório, é que nós façamos o movimento espírita cada vez mais autêntico, cada vez mais

práticas assim. Uma das grandes propostas do projeto Espiritizar, com orientação dos benfeitores, principalmente Honório, é que nós façamos o movimento espírita cada vez mais autêntico, cada vez mais voltado para as questões cristãs, de fato, e não pseudo cristãs. chega de viver um pseudo cristianismo, um cristianismo de faz de conta que nós já por atavismo, trazemos de outras religiões do passado, se não for dessa encarnação, de outras religiões do passado. Nós somos convidados a viver o cristianismo de fato nas nossas vidas e principalmente nas nossas casas espíritas. Se nós não vivenciarmos, aí as coisas se complicam. Em Mateus capítulo 5 versículo 37 diz: "Seja, porém a sua palavra sim, sim e o não, não. O que disto passar vem de procedência maligna. E que Jesus tá falando aqui, gente? Qual é a virtude que está afeta a esse versículo? Autentidade. Autenticidade. Seja o seu dizer: sim, sim. Não, não. O que passa dissimo disso é maligno. Então, por isso que muitas vezes a pessoa acredita que está fazendo bem, produzindo mal. Porque quando é um meio sim ou meio não, é maligno. Quando nós dizemos sim, necessitando dizer não, não, aqui não é possível agir dessa forma. Falar coisas impróprias na tribuna não é próprio para esse centro espírita. Por que não, né? Faltar sem avisar agindo dessa forma não é próprio. Nós vamos fazer tudo isso com afabilidade, com doçura, com caridade, com tolerância, mas jamais dizer sim na hora que é para dizer não e não na hora que é para dizer sim, né? É isso que Jesus nos ensina. Se ele é o modelo e guia, né? E ele é o modelia. É ele que nós devemos nos ater. É a ele que nós devemos nos reportar e nos mirar. Tudo mais é ilusão, tudo mais é falsidade. Se queremos um movimento falso, atuar de maneira falsa, acreditando que estamos faz praticando a verdade, né? Dessa forma dúbia não é possível. Seja o seu, porém a sua palavra sim. Sim. Eu não, não. O que disto passar vem de procedência maligna. É muito simples, trabalhoso de aplicar. Devemos ser proativos, nem

ssa forma dúbia não é possível. Seja o seu, porém a sua palavra sim. Sim. Eu não, não. O que disto passar vem de procedência maligna. É muito simples, trabalhoso de aplicar. Devemos ser proativos, nem reativos, nem passivos. Exatamente, né? Agir sempre no bem. Isso não quer dizer que nós não vamos errar, não é isso que nós estamos falando, que nós não vamos ter as nossas dificuldades, mas é a partir das dificuldades, das limitações, da dos conflitos que nós vamos trabalhando nesse no sentido de resolvê-los é que nós vamos crescer e não omitindo, fazendo de conta que está tudo bem. Ah, mas não pode. Ah, mas isso, mas aquilo. Se nós queremos fazer um mal individual e coletivo, permaneçamos inautênticos. Se nós queremos agir do bem, criar um bem verdadeiro e não esse maligno, como Jesus coloca, ajamos com autenticidade. Repetindo mais uma vez, autenticidade não é rudeza. Nos próximos encontros, nós vamos trabalhar com outros versículos e outros textos do livro dos espíritos, do Evangelho Segundo o Espiritismo, para aprofundar um pouco mais. Hoje nós vamos ficar por aqui nesse nesse conteúdo que trabalhamos. Foi um esse primeiro momento reflexivo sobre essas questões. A partir do nosso próximo encontro, nós vamos trabalhar as questões doutrinárias para nós aprofundarmos nessa nessa realidade de João e dos seus colaboradores. Muito importante para todos nós que estamos no movimento espírita, né, refletir essas questões, né? São textos que nós vamos estudar do do Evangelho de Santo Agostinho, de São Luís, textos do próprio Cristo de uma forma realmente autêntica para que realizemos aquilo que deve ser realizado e não contemporizemos com o mal, tá? Vamos fazer então a nossa avaliação reflexiva. Vamos fechar os olhos. Entre em contato com você mesmo em essência, buscando sentir o conteúdo estudado neste encontro. O que você entendeu do conteúdo que se aplique a sua vida? O conteúdo estudado mudou de alguma forma as suas possibilidades de sentir e vivenciar as leis divinas em seu

nteúdo estudado neste encontro. O que você entendeu do conteúdo que se aplique a sua vida? O conteúdo estudado mudou de alguma forma as suas possibilidades de sentir e vivenciar as leis divinas em seu trabalho voluntário. Caso positivo, que mudança foi essa? Neste encontro iniciamos a refletir sobre os conceitos de caridade. indulgência, tolerância, autenticidade e franqueza. Busque o contato em você mesmo em essência, sentindo em si essas virtudes. Como você as sente? A partir do entendimento mais profundo do sentido das leis divinas no trabalho voluntário e do desenvolvimento das virtudes essenciais como uma praxis dessas leis. Houve uma ampliação da vontade de desenvolver essas virtudes. Como é isso para você? Neste encontro, refletimos sobre a importância de fazermos esforços para buscar a verdade. essencial para desenvolver autenticidade e efetivarmos os atributos de Deus em nossas vidas, submetendo as suas leis. Busque sentir essa possibilidade dentro de si. Como você a sente? Como realizar esses esforços para você? A partir dessa avaliação prática a respeito dos atributos divinos, você compreendeu a necessidade de fazer esforços para desenvolvê-los em sua intimidade, construindo o reino de Deus dentro de si mesmo. Como você sente a sua vida aplicando esse conteúdo? como ele pode melhorar a sua vida em sua busca de autotransformação e nas suas atividades na prática do bem. Sinta-se agora um espírito imortal que traz em si mesmo a determinação divina de evoluir até a perfeição relativa pelo conhecimento pleno e cumprimento das leis divinas, pela prática das virtudes. E pela busca da unidade com Deus. Mergulhe profundamente nessa verdade espiritual. Sinta, veja-se desenvolvendo todas as virtudes essenciais da vida ao longo do tempo, desenvolvendo também o poder real em si mesmo, sentindo a presença amorosa de Deus e o significado de suas leis em sua vida. Agora lentamente Vamos nos preparando para a oração de agradecimento dessa etapa de trabalho.

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