Justiça Divina e Consciência | Encontro 02 de 13
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Prosseguindo com o estudo reflexivo das dimensões do espírito imortal, nós estamos trabalhando o módulo dois, justiça e consciência. Justiça divina e consciência. libertando-se da cultura da culpa pela ação responsável. Iniciamos no na semana passada refletindo um texto do livro Eu, espírito imortal do mentor Honório, muito significativo, que aborda a questão da visão teológico dogmática, que produz um sentimento de culpa. em muitos de nós na sociedade ocidental. Hoje nós prosseguiremos com o mesmo tema, vendo alguns casos citados por André Luiz de pessoas que cultuaram essa visão teológico-dogmática e incorrendo em graves comprometimentos para si mesmo da dimensão espiritual. O objetivo deste encontro é refletir sobre a visão teológico-dogmática de Deus e sua relação com o sentimento de culpa tão presente na sociedade ocidental e como ressignificar esse modelo pelo desenvolvimento do sentimento de filiação divina e da virtude de aprendiz da vida. Nós vimos no nossa, nosso encontro passado que o sentimento de filiação divina, o sentimento de aprendiz da vida vai num nível profundo ressignificar a visão teológico-dogmática de Deus, de modo que nós desenvolvamos a cultura da responsabilidade e não da culpa. Nós continuaremos refletindo esse mesmo objetivo. Antes, vamos meditar sobre o sentimento de culpa. Vamos fechar os olhos. Entre em contato com você mesmo em essência. Como você sente Deus em sua intimidade? Há em você um movimento de sentir temor de Deus. Você sente necessidade de agir sempre certo para agradar a Deus? sente culpa quando não faz coisas que acha certo. Como é isso para você? Deixe seus pensamentos e sentimentos fluirem, evitando qualquer mascaramento num processo de autoengano. Seja verdadeiro ou verdadeira com você, analisando-se com autenticidade. Gradualmente vamos voltando ao estado de vigília para a reflexão doutrinária. Refletiremos neste encontro alguns exemplos de pessoas que cultuaram a visão teológica do se preencheram de culpa e remorço.
adualmente vamos voltando ao estado de vigília para a reflexão doutrinária. Refletiremos neste encontro alguns exemplos de pessoas que cultuaram a visão teológica do se preencheram de culpa e remorço. Os dois primeiros casos extraídos do livro Ação e reação de André Luiz, psicografia de Chico Xavier, editora FEB. Agora nós vamos adentrar um um um um trecho do livro Ação e Reação de André Luiz, em que André Luiz está juntamente com Silas analisando algumas pessoas que estavam sendo atendidas no naqueles eh naquela instituição chamada Mansão Paz. Quem participou do estudo reflexivo do do ano passado, nós estudamos vários casos de pessoas atendidas na mansão paz. Nós continuaremos estudando esses casos. Então aqui a para nós nos situarmos, nós estamos numa numa organização, é uma instituição em plena região bralina, eh onde eh foi montado esse uma espécie de um posto de socorro e que tem vários subpostos de socorro. A mansão Paz não é uma colônia espiritual, é uma um posto de socorro vinculado à colônia nosso larta. Então aqui nós estamos diante de eh Silas e André Luiz, juntamente com Hilário, que estão fazendo estudos de algumas pessoas atendidas na mansão Paz. Notei que as criaturas recém desligadas do corpo denso, conturbadas qual se achavam, traziam consigo todos os sinais das moléstias que lhes haviam imposto a desencarnação. Ligeiro exame clínico poderia, sem dúvida, favorecer a leitura da diagnose individual. André Luiz, como médico, ele estava sempre atento às questões atinentes à parte médica pela própria profissão que ele exerceu enquanto estava encarnado. Então ele faz essa observação que os desencarnados nessa instituição eles apresentavam as mesmas doenças que tinham quando estavam no corpo físico, né? as doenças que os levaram à desencarnação permaneciam totalmente eh a visível ao observador, sinal que são espíritos ainda bastante materializados, né? que o espírito muito materializado ainda que cultua o sensualismo, ele quando desencarna, ele continua recebendo os impactos
l ao observador, sinal que são espíritos ainda bastante materializados, né? que o espírito muito materializado ainda que cultua o sensualismo, ele quando desencarna, ele continua recebendo os impactos daquilo que ele vivenciou durante a existência. Dama simpática abeirara-se de uma jovem senhora que vinha amparada pela ternura de uma das enfermeiras da instituição e abraçando-a chorava sem palavras. A moça recém liberta recebia-lhe os carinhos, rogando comovente: "Não me deixe morrer. Não me deixem morrer". Mostrando-se enclausurada na lembrança dos momentos derradeiros no corpo terrestre, de olhos torturados e lacrimosos, avançou para Silas, exclamando: "Padre, padre, deixa cair sobre mim a bênção da extrema unção. Contudo, afasta de minha alma foice-se da morte. Tentei apagar minha falta na fonte da caridade para com os desprotegidos da sorte. Mas a ingratidão praticada com minha mãe fala muito alto em minha consciência infeliz. Nós estamos vendo pelo relato de André Luiz o que nós estudamos no na semana passada. Essa visão teológico-dmática, Silas não é padre, mas ela enxergava Silas como um padre e pedindo absolvição, a extremção, que é chamada a última absolvição antes da morte da pessoa da Igreja Católica. Então ela ela já desencarnada ainda pedindo auxílio para não morrer, né? e presa a sentimentos de culpa devido a essa a concepção teológicodmática e, ao claro, as faltas que ela havia cometido, como ela mesmo diz, tentou apagar a falta na fonte da caridade para com os desprotegidos, que é o a ação que muitas muita gente faz, inclusive dentro do movimento espírita de fazer fazer a atividade beneficente, dando coisas materiais para as pessoas para tentar fugir ao sentimento de culpa que mantém, né, e que na verdade não vai gerar eh nenhuma mudança na pessoa, né? Porque não é dando coisas materiais que nós vamos resolver as nossas questões espirituais. Então, nós estamos vendo aqui essa irmã totalmente envolvida no sentimento de culpa e o quão prejudicial é esse sentimento para
coisas materiais que nós vamos resolver as nossas questões espirituais. Então, nós estamos vendo aqui essa irmã totalmente envolvida no sentimento de culpa e o quão prejudicial é esse sentimento para o espírito encarnado, para a fase da desencarnação e depois, claro, prosseguindo na como um empecílio para que o espírito possa fluir. a as próprias leis da vida dentro de si mesmo. Ah, por que o orgulho me ensegueceu assim tanto a ponto de condená-la à miséria? Por que não possuía eu há 20 anos a compreensão que tenho agora? Pobrezinha meu padre, lembra-se dela? Era uma atriz humilde que me criou com imensa doçura. concentrou em mim a existência da ribalta festiva, desceu ao a rua de Labor Doméstico para conquistar nosso pão. tinha a sociedade contra ela e meu pai, sem ânimo de lutar pela felicidade de todas nós, deixou-a arrastar-se na extrema pobreza, acovardado e infiel aos compromissos que livremente assumira. A enfortunada criatura fez ligeiro interregno, misturando as próprias lágrimas com as da nobre matrona, que a aconcheggava de encontro ao peito. E demente, aprisionada confissão que fizera em extremes, continuou qual se tivesse o sacerdote ao pé de si. Padre, perdoe-me em nome de Jesus. Entretanto, quanto me vi jovem e senhora de vultoso dote que meu pai me conferira, envergonhei-me do anjo maternal que sobre os meus dias estender os braços, as brancas asas e aliando-me ao homem vaidoso que desposei, expulsei-a de nossa casa. Ó, ainda sinto o frio daquela terrível noite de adeus. Atirei-lhe ao rosto frases cruéis para justificar minha vileza de coração. Caluniei-a sem piedade. Pretendendo elevar-me no conceito do homem que desposara, mentira minha mãe. Apontei-a como ladra comum que me roubara ao nascer. Lembro-me do olhar de dor e de e compaixão que me lançou ao despedir-se. Não se queixou nem reagiu. Apenas contemplou-me tristemente com os olhos túrgidos de chorar. Nessa altura, a dama que a sustentava afagou-lhe os cabelos em desalinho e buscou reconfortá-la.
spedir-se. Não se queixou nem reagiu. Apenas contemplou-me tristemente com os olhos túrgidos de chorar. Nessa altura, a dama que a sustentava afagou-lhe os cabelos em desalinho e buscou reconfortá-la. Não se cite, descanse, descanse. Ah, que voz é esta? Bradoua desvairar-se de angústia e tateando as mãos afetuosas que lhe acariciavam a face, as faces, exclamou sem vê-las: "Ó padre, disseia que ela se encontra aqui junto de mim. E voltando para o alto, os olhos apagados e súplices, rogava em pranto: "Ó Deus, não me deixes, não me deixeis encontrá-la sem que pague os meus débitos. Senhor, compadecei-vos de mim, pecadora que vos ofendi, humilhando e ferindo a amorosa mãe que me destes. Então, gente, nós estamos vendo o que aqui? Silas é apenas um trabalhador dessa instituição chamada mansão paz. A a moça, a mulher havia sido socorrida depois da sua desencarnação e ela se encontrava cega na dimensão espiritual. O que está acontecendo com essa senhora? Vamos refletir um pouco que está acontecendo com ela. Hã, o sentimento de culpa está fazendo com que ela confesse o crime cometido contra a mãe, né? Então, ela recebeu o dote do pai. E quando ela recebeu o dote do pai, a mãe que a criava tinha criado com muito sacrifício, o dote, por ocasião da do casamento dela, ela expulsou a mãe de casa, né, e a mãe para só viver como indigente a partir disso. E 20 anos se passaram, né? E quem é essa senhora que está junto com ela? é a própria mãe, né? A própria mãe que veio socorrê-la. Então, nós estamos vendo aí o movimento da culpa, o que a culpa gera para o indivíduo. Claro que a culpa vem de uma de um movimento no qual a pessoa e de alguma forma fere as leis divinas, especialmente que lei? Qual é a lei que ela que essa senhora feriu de uma forma muito intensa? Hum. Liberdade. A lei que ela mais feriu não foi a de liberdade. Usou a lei de liberdade, a lei de amor, justiça e caridade, né? De expulsar a própria mãe de casa. Eh, e deixar essa mãe a a míngua de todo e qualquer recurso, né? É um ato de
não foi a de liberdade. Usou a lei de liberdade, a lei de amor, justiça e caridade, né? De expulsar a própria mãe de casa. Eh, e deixar essa mãe a a míngua de todo e qualquer recurso, né? É um ato de profundo desamor, profunda injustiça e profunda descaridade. Então, quando ela pratica esse ato contrário à lei de amor, justiça e caridade, o que ela fez? dentro dela mesma. O ato foi praticado com a mãe, não foi? Foi praticado com a mãe. Mas o que ela fez dentro dela mesma? Ela feriu a relação dela com a própria lei de amor, justiça e caridade. Ela agrediu todas as vezes que nós agimos contrário a uma lei divina, nós agredimos a nossa relação com essa lei. Quando ela agride a relação dela com a lei de amor, justiça e caridade, o que ela fez no íntimo mais profundo dela mesma? O que ela fez? Criou uma mácula consciencial. Vocês estão quietos hoje? Por quê? Ninguém responde. Adriano tá com o microfone lá atrás. Eu tô perguntando e respondendo tudo. Ela criou uma mácula consciencial, uma mácula na própria consciência. Todas as vezes que nós agredimos a relação, a nossa relação com alguma lei divina, nós criamos uma mácula consciencial. Para que que servem essas máculas? Qual é o grande objetivo disso? Quando nós ferimos a nossa própria consciência, ela está ligada a essa esse registro na consciência está ligado a uma lei. Hum. Além da de causa efeito, um compromisso que o espírito tem com ele mesmo. Quando nós agimos contrário à lei, nós temos um compromisso de reparação. Então, há uma necessidade consciencial de reparação. E essa necessidade consciencial de reparação vai eh se for apenas permanecer dessa maneira, o que acontece com o espírito? O que aconteceria, né? O que aconteceria que ele ficaria com aquela mácula consciencial por ter ferido a a própria lei na consciência e ele buscaria se reabilitar reparando por meio de atos de amor, justiça e caridade. Mas como existe essa visão teológico dogmática muito arraigada, focada na culpa e na punição, conforme nós vimos na na terça-feira passada,
itar reparando por meio de atos de amor, justiça e caridade. Mas como existe essa visão teológico dogmática muito arraigada, focada na culpa e na punição, conforme nós vimos na na terça-feira passada, o que vai acontecer? Em vez de assumir responsabilidade pelos atos, o que as pessoas eh assumem, em vez de responsabilidade, assume uma culpa. exatamente o que está acontecendo com essa senhora. Então ela entrou num conflito de consciência tamanho de culpa que diante de Silas, que não era um padre, não estava confessando, ela já tinha desencarnado, não estava em confissão, ela estava confessando tudo novamente, o que provavelmente ela fez antes de desencarnar para o padre na da cidade. onde ela morava, né, da vila, se a situação que ela viveu. Então, ela fica repetindo. O que leva o espírito a repetir esses processos? Ele ele se fixa num conflito de consciência, criando um circuito mental fechado. Lembra que o Honório fala disso no leu espírito imortal? Quem estava aqui terça-feira passada? Ele cria um circuito fechado de culpa. E nesse circuito fechado de culpa, a pessoa só pensa naquilo. Então, a culpa ela é um grande problema para o espírito, porque ele gera esses circuitos fechados em que a pessoa repete, repete, repete, repete os processos de culpa e a consequente punição, produzindo mecanismos de autopunição que podem gerar as os distúrbios tanto na dimensão espiritual quanto na uma futura existência pra pessoa, ela já renasce conflituada. Por isso, o grande a grande dificuldade que essa visão teológicodmática de Deus faz com que as pessoas cultuem tudo isso na dimensão espiritual e quando renascem permanece cultuando isso. Nós temos refletido mesmo nós espíritas que já não já sabemos que não existe inferno, já sabemos que Deus é misericórdia, já sabemos uma série de questões atinentes a à realidade da vida, mas uma coisa aquilo que você sabe com o cérebro, outra coisa aquilo que você sente no coração. O saber cognitivo é o primeiro passo, mas não basta por si mesmo. É aquilo que
es a à realidade da vida, mas uma coisa aquilo que você sabe com o cérebro, outra coisa aquilo que você sente no coração. O saber cognitivo é o primeiro passo, mas não basta por si mesmo. É aquilo que também nós vimos na semana passada, porque muitos de nós, mesmo que já sabemos, já ressignificamos o nível do saber, a visão teológico dogmática, no nível do sentir, muitas vezes nós trazemos isso, essa fixação do sentimento de culpa. Então aqui nós estamos tendo na prática como que isso acontece na mente do espírito. E esse processo não é inóculo, não é simplesmente o repetir de dos mesmos processos indefinidamente. são as consequências conflituosas que geram para o espírito, tanto depois que ele desencarna, quanto depois que ele volta à vida no corpo. Nós trazemos muitas vezes esses conflitos de forma subconsciente. Nós não lembramos das causas objetivas deles, mas os efeitos deles ficam na nossa mente, na nossa eh told própria consciência. Por isso que ressignifica a cultura da culpa pela ação responsável, completamente diferente desse processo que nós estamos vendo aqui. Acho que dá desligado. fala que eu repito fora. Na ação responsável, mesmo o espírito tendo consciência da lei de responsabilidade Uhum. e ele se vê ainda nesse circuito fechado que você diz da do pensamento vir e voltar, ir voltar, como o mecanismo efeito para você, mesmo sabendo, começar a sentir isso, ainda que isso você diz que possa demorar uma vida ou mais do que uma vida? Uhum. Então, vamos começar aqui agora a sair desse circuito. Aham. Uma boa pergunta. A a Regeline faz a pergunta do a respeito de desse eh circuito fechado da mente no processo da culpa, mesmo quando o espírito já sabe que é responsável pelos seus atos, mas ainda não sente a essa visão mais profunda da vida, como fazer para sentir, né? Fazendo exercícios. Não há outra maneira. é aquilo que nós estudamos na semana passada. Essa visão teológico-dogmática é secular na maioria de nós se não for milenar. E muitos de nós já trazemos a
né? Fazendo exercícios. Não há outra maneira. é aquilo que nós estudamos na semana passada. Essa visão teológico-dogmática é secular na maioria de nós se não for milenar. E muitos de nós já trazemos a milênios isso. Outros as a durante séculos nós cultuamos isso, nós ensinamos isso aos outros, né? Fizemos lavagem cerebral em muitas mentes, nós espíritas, mas que estamos na nas partes mais diretivas do movimento e fizemos isso muitas e muitas vezes conosco e com os outros. Então está é um processo muito arraigado. Como é muito arraigado para criar novos hábitos, hábitos imortais, hábitos de conexão com as leis divinas. Só é possível a partir da autoconsciência, o exercício da virtude da autoconsciência, a virtude da responsabilidade e aí fazer exercícios diários. Todas as vezes que vier o circuito fechado da culpa ou a o processo da do conflito de consciência, a pessoa trabalhar a tríade, eh, afiliação divina, a a humildade, aliás, são quatro quatro virtudes: sentimento de filiação divina, humildade, mansidão e sentimento de aprendiz, analisar toda a realidade da vida como como um espírito imortal, filho de Deus, aprendiz da vida e que está na vida para evoluir e crescer por amor e para o amor e não por métodos punitivos, castradores de gerar eh sofrimento. Isso tudo é invenção humana. Nós somos convidados a reparar sempre pelo amor. Então, o sentimento, primeiro sentimento de filiação divina. Eu sou filho de Deus e Deus é soberanamente justo e bom, soberanamente misericordioso e que não quer a morte do pecador, como ensina Jesus, mas a morte do pecado. Então, esse sentimento de filiação divina, juntamente com o sentimento de aprendiz da vida, porque nós somos espíritos viajores do tempo que estamos sendo convidados a experiência de aprendizado. Então, todo e qualquer erro, seja desta, de outras existências, deve ser vista como aprendizado. E para isso é fundamental o exercício da humildade e da mancidão. Então, o exercício dessas quatro virtudes constantemente não é de vez em quando,
outras existências, deve ser vista como aprendizado. E para isso é fundamental o exercício da humildade e da mancidão. Então, o exercício dessas quatro virtudes constantemente não é de vez em quando, são é o exercício diário, constante, vai fazer com que nós nos libertemos do eh do sentimento de de culpa, desse conflito de consciência, não apenas no nível do saber, mas principalmente no nível do sentir, que é mais trabalhoso. Continuando com o relato da de André Luiz. Com auxílio de duas enfermeiras, porém, a simpática senhora que a acalentava situou-a em leito portátil e fê-la emudecer a força de inescidível ternura. Percebendo-me a emotividade, Silas, depois de amparar o serviço de acomodação da doente, explicou: "A dama generosa que a recolheu nos braços é a genitora que veio ao encontro da filha. Então, a mãe abandonada vem num processo de perdão acolher a própria filha." "Que nos diz?", exclamou Hilário assombrado. "Sim, acompanha". carinhosamente, sem identificar-se, para que a pobre desencarnada não sofra balos prejudiciais. O traumatismo perespirítico vale por muito tempo de desequilíbrio e aflição. E por que motivo teria doente decidido confessar-se dessa maneira? perguntou meu colega intrigado. É fenômeno comum, elucidou o assistente. As faculdades mentais de nossa irmã sofredora estagnaram-se no remorço em razão do delito máximo de sua existência última. E desde que foi mais intensamente tocada pelas reflexões da morte, entregou-se de modo total a semelhantes reminiscências. Por haver cultivado a fé católica romana, imagina-se ainda diante do sacerdote, acusando-se pela falta que lhe maculou a vida, né? Então aqui Silas toca no ponto que gera todo esse conflito muito comum na sociedade ocidental, o remorço, né? Essa culpa exacerbada pelos erros praticados. Como nós não desenvolvemos a cultura da ação responsável, todas as faltas são vistas dessa maneira, com profundo remorço, principalmente faltas graves como essa dela ter abandonado a própria mãe, né? E e o
nós não desenvolvemos a cultura da ação responsável, todas as faltas são vistas dessa maneira, com profundo remorço, principalmente faltas graves como essa dela ter abandonado a própria mãe, né? E e o grande problema é isso que nós falávamos agora a pouco, gera um conflito de consciência que a pessoa repete esse conflito de consciência que toa as a própria mente da pessoa e ela fica eh bloqueada mentalmente, né? Quando o espírito reencarna numa situação como essa, depois mesmo depois de muito tempo, aquele trauma produzido pelo remorço permanece. Exatamente por quê? Porque nós temos essa cultura ainda na sociedade ocidental e não a cultura da ação responsável que deve que devemos eh cultivar. Alírio, nesse caso tem um conteúdo agravante pelo fato dela ter realizado esse crime contra a própria mãe? Se fosse qualquer uma outra pessoa, talvez não tivesse essa profundidade ou essa gravidade. Se fosse outra pessoa que não a mãe, isso é muito relativo de cada espírito, né? Eh, a a questão do conflito de de da culpa vem de infringir a lei divina. Não necessariamente a pessoa. Claro que fazendo isso contra a própria mãe, contra uma um filho, uma filha, uma situação assim, é a por uma questão até social e tudo mais, produz por causa por por essas causas um uma culpa maior, talvez, mas não porque seja diferente perante a lei, porque perante a lei de amor, justiça e caridade, com qualquer pessoa seria uma infração a lei de eh a lei maior, né? Mas socialmente a pessoa pode se imputar uma um remorço muito maior. Por isso, o espetáculo ferira-me fundo. A rudeza do quadro que a verdade me oferecia obrigava-me a dolorida meditação. Não havia então males ocultos na terra. Todos os crimes e todas as falhas da criatura humana se revelariam algum dia em algum lugar? Silas entendeu a amargura de minhas reflexões e veio em meu socorro observando. Sim, meu amigo, você repara com acerto: "A criação de Deus é gloriosa luz. Qualquer sombra de nossa consciência já impressa em nossa vida até que a mácula
s reflexões e veio em meu socorro observando. Sim, meu amigo, você repara com acerto: "A criação de Deus é gloriosa luz. Qualquer sombra de nossa consciência já impressa em nossa vida até que a mácula seja lavada por nós mesmos com o suor do trabalho ou com o pranto da expiação. Belíssima reflexão que Silas faz aqui, né? Então, todas as vezes que nós defraudamos as leis divinas, especialmente a lei maior de amor, justiça e caridade, nós criamos uma mácula consciencial, como nós estamos vendo aqui, né? A mácula na consciência. E como nós vamos nos libertar dessa mácula, lavando, entre aspas, a mácula pelo suor do trabalho ou com o pranto da expiação e comumente com ambos, né, com a expiação e o depois da expiação ou concomitantemente a expiação, o suor do trabalho da reparação dos nossos débitos. até que a consciência permaneça tranquila, em paz depois da reparação. Porque aquilo que está lá no livro Céu e Inferno, toda todo o processo de mudança do ser humano começa no arrependimento, passa pela expiação e termina na reparação. Não basta arrepender-se dos erros, é necessário espiá-los, extrair a pureza, né? Purificar por meio das virtudes, reparando os débitos cometidos, né? Quando em vez de arrependimento a pessoa cultua o remorço, o que que acontece? O remorço gera reparação? Não, o remorço, a culpa, ele apenas bloqueia o processo. O espírito fica estagnado. Vamos ver o texto, o termo que o Silas usa aqui. Aqui, ó. A nossa irmã sofredora, as faculdades mentais de nossa irmã sofredora estagnaram-se no remorço. A culpa o remorço gera uma estagnação para o espírito e não um processo de eh superação, de reparação dos seus dos seus erros. Oi. É, eh, ali, por exemplo, se eu tiver num processo de intensificar a autopunição ou, por exemplo, eh, não atender simplesmente a expiação. Ah, então quer dizer que eu tô preso naquele círculo do do que você explicou. Sim, né? Então isso pode ser um um indicativo paraa minha vida para eu fazer uma reflexão, porque a hora que eu percebo
o. Ah, então quer dizer que eu tô preso naquele círculo do do que você explicou. Sim, né? Então isso pode ser um um indicativo paraa minha vida para eu fazer uma reflexão, porque a hora que eu percebo essa autopunição ou o não atendimento ao convite da expiação. É isso. Todo mecanismo de de autopunição representa uma prisão para o espírito. A parábola da conciliação com o adversário, Jesus mostra muito claro isso quando ele fala: "Concilia-te depressa com teu adversário para que o teu adversário não dê parte ao juiz, o juiz eh lhe remeta ao oficial e ele lhe coloque na prisão. Não saireis dali enquanto não pages o último seitil". Então, na nessa parábola, Jesus mostra o quanto o sentimento de culpa remorço é uma prisão para o espírito. Enquanto o espírito está prisioneiro do próprio remorço, da própria culpa, ele não evolui, ele fica estagnado. Porque somente o arrependimento em que ele reconhece o erro, mas assume a responsabilidade pelo erro. Porque qual é a diferença do remorço pro arrependimento? O arorço é simplesmente uma lamentação. Eu não devia ter feito isso. É o que esse circuito mental fechado em que a pessoa lamenta aquilo que ela fez, mas ela não assume verdadeira responsabilidade por aquilo que ela fez. Porque a responsabilidade está ligada a que lei? Qual lei divina a responsabilidade é ligada? A própria lei de de responsabilidade. Então, a a lei de responsabilidade convida nos convida a assumirmos a responsabilidade por pelo quê? Pelo erro ou pela reparação do erro? A responsabilidade é pela reparação. E o remorço? A pessoa está focada na reparação? Não, no remorço, ela não foca na reparação. Esse é o grande problema da cup do remorço. A pessoa não foca na reparação, ela foca na punição pelo erro praticado. Existe lei de punição. Então, se não existe uma lei divina de punição, a lei é de reparação, o que acontece? Enquanto a pessoa está nesse processo, ela permanece estagnada. Então ela fica nessa prisão e não há evolução, não há evolução do espírito enquanto ele
e punição, a lei é de reparação, o que acontece? Enquanto a pessoa está nesse processo, ela permanece estagnada. Então ela fica nessa prisão e não há evolução, não há evolução do espírito enquanto ele está no mecanismo punitivo. Então, por exemplo, se essa senhora ficar cultuando isso durante muito tempo, renascer com essa com essa mácula e permanecer nesse circuito fechado de culpa e punição, ela permanece estagnada até que ca em si, assuma a responsabilidade pelos erros e busque repará-los por meio do esforço. no bem, né? Somente o esforço no bem de si mesma e do próximo que que faz com que nós nos libertemos do libertamos dos nossos das nossas dificuldades íntimas. Esse que nós chamamos que se chama aliás de monoideia. Sim, é uma das causas da monoideia. Gera inclusive até a ovoidização que André Luiz fala nas suas obras. O, a ovoidização é causada por dois mecanismos, segundo André Luiz, ódio e culpa, né? ódio. Quando a pessoa odeia alguém, ela fica naquela monoideia do ódio, do ressentimento. E culpa, que é o ódio a si mesmo. A pessoa fica nessa monoideia, vai repetindo, repetindo, pode chegar no nível de destrambelhamento mental em que ela atrofia o próprio perespírito. Por isso que fala no início do texto fala dos traumas do perespírito. Então, tudo aquilo que acontece com o espírito nessa condição, em sentimento de remorpa, ele cria traumatismos que ficam eh no nível do perespírito, tá? Quando você já tem a a consciência da lei de responsabilidade, já faz ações de reparação no bem, mas ainda sente a necessidade da punição, como se somente com a punição você fosse conseguir se libertar dessa prisão sem grades. Isso representa que ainda a gente não assumiu a responsabilidade ou que tá regado lá no passado? E significa que a pessoa não verdadeir não eh verdadeiramente ela ainda não sente a responsabilidade. Ela já sabe que é necessária a responsabilidade, mas a visão teológico dogmática que ela ainda traz no nível do sentimento faz com que ela se se vincule ao mecanismo punitivo.
ente a responsabilidade. Ela já sabe que é necessária a responsabilidade, mas a visão teológico dogmática que ela ainda traz no nível do sentimento faz com que ela se se vincule ao mecanismo punitivo. Porque não é da lei divina a punição. O que é a o que é da lei divina é a reparação. a reparação pelo esforço no bem, por eh passar aquela experiência muitas vezes na dor que ela produziu para que ela prenda a pela lei de causa efeito o o significado da da das eh questões que ela infringiu ao outro. Mas mesmo quando a pessoa já tem o conhecimento de uma realidade, mas não vive em si essa realidade plenamente, é porque no nível do sentir ainda tá faltando exercícios. Faltam exercícios para ressignificar a visão teológicoudmática da culpa, né? Então, nós estamos trabalhando nesse primeiro e nos primeiros encontros do justiça divina e e consciência, porque a visão teológico-dogmática não é uma coisa fácil de se libertar. É, são mecanismos profundamente arraigados culturalmente na sociedade ocidental e individualmente em muitos de nós, né? Somente nós vamos ter uma visão profunda da vida de a partir do momento que nós nos permitirmos desenvolver essa ação responsável. E aí é aquilo que falamos da da pergunta sua anterior, é por meio de exercícios, múltiplos exercícios para verdadeiramente se libertar da visão teológico-dogmática. Caso contrário, a pessoa fica focada na macro, na na na ansiedade de consciência, né? Vamos estudar um pouquinho essa parábola que nós acabamos de falar, porque ela tem tudo a ver com isso. Nós vamos desdobrar esse encontro de hoje em mais um encontro. Jesus diz: "Concilia-te depressa com teu adversário enquanto estás a caminho com ele, para que o teu adversário não dê parte ao juiz e o juiz eh remeta oficial e o oficial te encerre na prisão. Não saireis dali enquanto no pagardes o último seitil", ensina o Cristo. Então, vejamos dentro dessa questão que a que a Regiline propôs, né? A pessoa que já conhece uma realidade, mas ainda permanece no mecanismo punitivo,
to no pagardes o último seitil", ensina o Cristo. Então, vejamos dentro dessa questão que a que a Regiline propôs, né? A pessoa que já conhece uma realidade, mas ainda permanece no mecanismo punitivo, acreditando que o mecanismo punitivo ela não não se liberta dele. Por quê? Porque ela, na verdade, está se recusando a conciliar. Quando Jesus fala, "Concilia-te depressa com teu adversário". Quais são os nossos maiores adversários? São os internos, são os nossos próprios movimentos egóicos. A culpa seria um grande adversário a ser conciliado. A visão teológico dogmática, outro grande adversário a ser eh conciliado para que nós conciliemos, né? Todos esses mecanismos punitivos da vida são adversários que nós trazemos. Por uma questão cultural trazemos esses adversários internos. Quando nós conciliamos o o que o adversário se torna, ele se torna um amigo, né? Um amigo é aquele que que você trouxe para dentro para junto de você e você eh faz com que aquele adversário transformado em amigo auxilie você. A culpa. Qual que existe algo de positivo na culpa? Nem no nível da intenção, Jéssica, você que abanou a cabeça. Não, intenção existe sim. Em todo sentimento egóico negativo existe uma intenção positiva, nem sempre bem direcionada. Então, existe uma um algo positivo na culpa. Qual é o que existe de intenção positiva na culpa? A culpa, na verdade, é uma um desejo da criatura de agir de uma forma correta, mas não passa disso. Só que o que que em ver, por que que ela é tem uma intenção positiva mal direcionada? Porque a pessoa deseja agir corretamente, mas ela fica se punindo pelas ações incorretas que ela praticou. Então esse é o problema. Ela entra no mecanismo punitivo e não educativo que dê como deveria ser. Mas existe a intenção positiva. Então, se existe uma intenção positiva, nós podemos pegar essa intenção positiva e usá-la adequadamente? Para isso, é necessário o quê? Conciliar. Quando você concilia, você vai pegar a intenção positiva do sentimento e dar uma direção adequada.
odemos pegar essa intenção positiva e usá-la adequadamente? Para isso, é necessário o quê? Conciliar. Quando você concilia, você vai pegar a intenção positiva do sentimento e dar uma direção adequada. A culpa é inadequada porque ela está focada no remorço, gera o mecanismo punitivo, né? E a pessoa, em vez de conciliar e transformar o sentimento egóico num amigo evolutivo, ela vai se machucar com os próprios sentimentos egóico. Em vez de conciliar, entra em cena o que? Quem? Na parábola Jesus mostra quem. Existem dois mecanismos que entrem em cena. O juiz o oficial. Quem é o juiz? A consciência. Humum. É o movimento egóico. Jesus fala: "Quem concilia a consciência, concilia-te depressa com teu adversário." A consciência não é o divino em nós. Quem concilia é a própria consciência, não é o juiz. O juiz entra num processo egóico em que a pessoa recusa a conciliação. O juiz é o julgador interno. O julgador interno. Ai de vez em quando dá umas dores aqui, viu gente? Essa não no estranho é uma cara feia. Dá umas fisgado. Aqui vejamos. Nós falamos que a numa pergunta da da Regilane agora a pouco, são quatro virtudes. Sentimento de filiação divina, sentimento de aprendiz, humildade e mansidão. O julgador interno, ele provém de um orgulho exacerbado da criatura que não se permite conciliar. O julgador interno só vai ser superado pelo desenvolvimento do aprendiz interno. A partir do sentimento de aprendiz, nós vamos desenvolver o aprendiz interno para superar o julgador pela conciliação. Mas quando nós não conciliamos, o que que o adversário faz? Dá parte ao juiz. Você sente culpa, tá? O juiz vai colocar você onde? Na prisão. Quem é o oficial que mantém a pessoa da na prisão? É o é o companheiro da culpa que mantém o processo da culpa. Chama-se ansiedade de consciência, que está culpa e remorça. É a mesma coisa. É uma ansiedade de consciência que a pessoa fica cultuando. Veja que a consciência é o divino dentro de nós. Mas nós podemos, inclusive nesse mecanismo, perverter o divino dentro de
. É a mesma coisa. É uma ansiedade de consciência que a pessoa fica cultuando. Veja que a consciência é o divino dentro de nós. Mas nós podemos, inclusive nesse mecanismo, perverter o divino dentro de nós. A pessoa perverte o mecanismo da consciência e fica ali focada nesse processo mental do remorço da culpa. E Jesus fala: "Não saireis dali enquanto não pages o último seitil". Então que seil é esse que Jesus fala? Sair dessa prisão da culpa é exatamente que nós estamos refletindo e vamos refletir durante todo esse módulo do estudo reflexivo. É você exercitar o sentimento de aprendiz, a humildade e a mansidão. Se eu sou filho de Deus, Deus criou todos os espíritos para a felicidade. Tudo existe para que sejamos felizes, por aul prisão da culpa. Vejamos que essa reflexão que nós nos proporcionamos é ao pagar o seitil, é a fiança de você exercitar a humildade para reconhecer que você como como espírita em evolução erra. Mas você também tem o a a oportunidade de aprender com seu erro e repará-lo. Esse é o mecanismo da vida. Esse é o mecanismo equilibrado da vida. Então, quando há conciliação, é esse mecanismo que a pessoa reconhece que como um espírito imortal, filho de Deus, aprendiz da vida, está em evolução. Não é perfeito, mas é passível de aperfeiçoamento. Como nós somos passíveis de aperfeiçoamento, nós vamos aperfeiçoar com os acertos e com os erros. Isso não deve ficar apenas no nível do nosso saber. É fundamental que nós sintamos profundamente isso por meio de exercícios. Então, quando nós sentimos isso por meio de exercício, fazendo exercício, nós estamos pagando seitil, nós estamos, na verdade, conciliando e aí você nem vai pra prisão. Mas se você entrou no na prisão da culpa, do remorço, a única forma de sair é pagando o seitil, se dando esse seitil. de se sentir aprendiz. Quando você se sente aprendiz, você transmuta tanto o julgador interno quanto a ansiedade de consciência. Em vez de ansiedade de consciência, o que que nós somos convidados a fazer? São dois dois trabalhos.
você se sente aprendiz, você transmuta tanto o julgador interno quanto a ansiedade de consciência. Em vez de ansiedade de consciência, o que que nós somos convidados a fazer? São dois dois trabalhos. Um é uma virtude, outra é um processo. Quando a o filho pródigo cai em si, na parábola do filho pródigo, que significa? Qual virtude é essa do cair em si? Não é falei malabarismo, dá uma calambalhota e cair dentro em cima de si mesmo. Hã, o discernimento está envolvido, mas é outra virtude. Autoconsciência, a virtude da autoconsciência. A autoconsciência proporciona o que para nós em vez de remorço, que vai nos libertar da ansiedade de consciência. A autoconsciência nos liberta da ansiedade de consciência. Para quê? Para que nós adentremos na lei de reparação, arrependamos? Eu não devia, no caso dessa moça aqui, como que seria um trabalho de superar o remorço? Reconhecer que ela errou muito gravemente ao expulsar a mãe? reconhecer o erro, assumir que que fez aquilo deliberadamente por um movimento de profundo desamor, mas reconhecer que aquilo proporcionou também para ela uma experiência que ela pode transformar numa grande experiência de aprendizado para nunca mais fazer com ninguém aquilo que ela tinha feito feito. que ela fez com a mãe dela. Veja, arrependimento, expiação, que é o movimento extrair a virtude da autoconsciência para reparar, para realizar o bem. A começar com quem? Com ela mesma. Porque se ela não faz o esforço de realizar o bem, se perdoando pelo pelos atos praticados, como que ela vai reparar com os outros? como que ela vai agir com amor, justiça e caridade com os outros se ela não começar com ela mesma. Então, a reparação começa conosco. Então, a pessoa se liberta de um processo de julgamento, de condenação e de punição, que diz respeito ao juiz na parábola da conciliação. Ela se liberta da ansiedade de consciência que mantém ela cultuando o remorço, cultuando a culpa e o mecanismo punitivo por meio desse processo do de desenvolver o aprendiz interno. Todos
conciliação. Ela se liberta da ansiedade de consciência que mantém ela cultuando o remorço, cultuando a culpa e o mecanismo punitivo por meio desse processo do de desenvolver o aprendiz interno. Todos nós somos convidados a desenvolver o aprendiz interno que aprende em todas as circunstâncias, com os erros e com os acertos, com os erros passados, do passado remoto, do passado recente. Porque às vezes nós sentimos culpa em situações que nem nos damos conta do porquê que sentimos essa culpa. vem do passado remoto, que está no nível subconsciente, mas que as emoções estão presentes na nossa vida enquanto não ressignificarmos, né? Então, em vez de cultuar, ficar cultuando, eu não devia ter feito isso para minha mãe, não devia ter feito isso para minha mãe, ela seria convidada a assumir. Eu fiz isso para minha mãe. Assumo a responsabilidade e começo por reparar o erro, não dando coisas para os outros como ela buscou fazer. Porque de na visão teológico dogmática, da esmola pros pobres, você se livra dos seus erros na no movimento espírita da cesta básica, dá isso, dá aquilo, você se liberta dos seus equívocos pura ilusão. Porque se o equívoco é um processo interno do espírito, dar coisas aos outros só vai gerar filantropia. é um é um bem, mas não transforma o espírito imortal numa pessoa melhor. O que transforma o espírito imortal numa pessoa melhor são esforços para desenvolver as virtudes do coração. Então esse é o convite que essa senhora estava tendo, desenvolver as virtudes para que ela adentrasse na lei da reparação, porque não há lei de punição. Ficou claro isso, gente? A reflexão utilizando a parábola do do da conciliação com o adversário. Então, são dois adversários muito sérios. O julgador, a ansiedade e consciência que nos mantém na prisão da culpa, né? Utilizar da intenção positiva, conciliar com adversários. Eh, o juiz tem uma intenção positiva, o juiz interno tem. Qual é fazer? Fazer justiça. Por que que ele não faz justiça? Por que que ele não faz? A prisão
intenção positiva, conciliar com adversários. Eh, o juiz tem uma intenção positiva, o juiz interno tem. Qual é fazer? Fazer justiça. Por que que ele não faz justiça? Por que que ele não faz? A prisão é justiça de verdade? É apenas punição. Até na vida real, né? Lei humana vai cada vez mais se aproximando da divina. A prisão não é justiça real. A justiça real é o quê? Prisão, punição do do infrator ou reparação? A a justiça humana não tá caminhando cada vez mais para as pessoas repararem através de atos e eh diferentes da própria prisão, principalmente para crimes menos graves, né? Por quê? Porque é assim que funciona a justiça divina. Se a justiça divina funciona assim, a humana tende cada vez mais gradualmente se aproximar da divina. Então é aquilo que Jesus ensinou. Deus não quer a morte do pecador, mas a morte do pecado. Todo o trabalho de reparação. Então quando a pessoa pega a intenção positiva, qual que é a intenção positiva da da ansiedade e consciência? Nós já vimos que do juiz é fazer justiça. Da ansiedade e consciência. manter a pessoa alerta. Manter a pessoa alerta. Intenção positiva. Por que que não resulta em algo positivo? Culpa é alerta ou é um processo falso de eh coersão, né? Na verdade, mantém a pessoa coagida. Tem gente que não faz coisa errada por medo da culpa. né? Tem gente que tem até esse discurso. Já vi pessoas no movimento espírita tendo esse discurso. Olha, se eu não sentir culpa, eu faço muita coisa errada. Então eu eu faço questão de manter a culpa. Veja, existe a intenção positiva da ansiedade de consciência, mas a a a esse alerta ele não dê, não é mais alerta, porque ele passa a ser um processo culposo, porque a ansiedade e consciência mantém a pessoa no mecanismo da punição da culpa, que é diferente do alerta consciencial. O alerta consciencial é você ficar observando-se. Todas as vezes que você agir com eh de forma contrária à lei de amor, justiça e caridade, o que o alerta consciencial faz? Se você se conciliar com a ansiedade de consciência e transformar
ervando-se. Todas as vezes que você agir com eh de forma contrária à lei de amor, justiça e caridade, o que o alerta consciencial faz? Se você se conciliar com a ansiedade de consciência e transformar em alerta consciencial, que que o alerta faz? vai se exigir de você perfeição, nunca mais errar. É possível não. O alerta consciencial é para você corrigir a rota à medida que você vai percebendo. Você percebeu um ato de desamor, de injustiça, de descaridade? Qual é o convite que a vida faz? você se punir por isso ou você aprender e buscar corrigir, agir com amor, justiça e caridade. O alerta consciencial faz exatamente isso. Ele alerta que você está infringindo a lei de amor, justidade com você mesmo ou com alguém. E aí, qual é o grande objetivo? Se você habitua conciliar com adversário, você pega o alerta consciencial e corrige quantas vezes forem necessárias. É esse o mecanismo da vida. Esse é um mecanismo que cria a cultura da ação responsável, substituindo totalmente o sentimento de culpa, totalmente o remorço, essa toda essa visão que Jesus coloca na parábola da conciliação com os adversários como sendo algo muito negativo, nocivo ao espírito. Tem pergunta? pega o microfone ali. Ele respondeu. Ele respondeu. Dentro então dessa dentro dessa crença limitadora que nós temos do Deus punitivo, a culpa poderia ser eh como se fosse um sentido de reparação, na verdade é punição, para antecipar esse trabalho deste Deus punitivo. Se a culpa seria uma uma espécie de antecipação a punição divina. Sim. A visão teológico dogmática coloca que Deus pune as suas criaturas pelos erros praticados. Então, antes da de de ser punida por Deus, a pessoa já se autopune para como se fosse assim, eh, para que não tenha nada que Deus puna a pessoa. Por isso que ela é uma visão, essa visão teológica dogmática extremamente nociva, porque Deus não pune, mas a pessoa se pune por causa dessa crença limitadora da visão teológica ou dogmática. lugar de Deus. É uma competição com Deus, né? Mas fruto
ica dogmática extremamente nociva, porque Deus não pune, mas a pessoa se pune por causa dessa crença limitadora da visão teológica ou dogmática. lugar de Deus. É uma competição com Deus, né? Mas fruto de uma má educação, de uma cultura que foi inculcada na sociedade ocidental durante muitos séculos. Eh, em continuação essa pergunta do do Lacer, a pessoa então se anteciparia a uma punição divina para conquistar a própria salvação, a liberdade? Isso, exatamente. E não pode ser também um mecanismo quando você disse da intenção positiva da ansiedade de consciência que a gente disse que era se manter alerta, mas ao mesmo tempo não pode significar também um medo que a pessoa tem de receber a punição humana e daí ela se protege no mecanismo de culpa interna ou falsamente se protege o medo de receber a punição humana as leis humanas e daí ela se resguarda na culpa como se protegendo do mundo, fazendo a própria autopunição e se boicotando em tudo para que não seja desmascarada e punida pela lei humana. É, a lei humana está envolvida, mas ela é secundária nesse processo, porque a maior parte dos processos de culpa não são alcançados pela lei humana, né? Por exemplo, o suicídio. O suicídio, a lei humana não tem nenhuma penalidade pro suicida. Por quê? Porque o o agente do crime já não existe mais socialmente, mas do ponto de vista eh espiritual é o maior crime que o ser humano pode cometer e que eh dependendo da pessoa pode gerar processos de culpa muito intensos, né, para as existências posteriores ao próprio suicídio, né? Então, a maior parte dos mecanismos, os mecanismos mais profundos, mais arraigados, não estão relacionados à lei humana propriamente. Porque no no caso dessa senhora, a lei humana simplesmente o que que podia fazer? Era maior de idade, a mulher, a mãe também maior de idade, ela não matou a mãe, só expulsou de casa. A lei humana, você que é da área, né, acho que não poderia fazer muita coisa. da própria lei humana. Hoje tem estatuto do idoso que poderia até ter alguma
de, ela não matou a mãe, só expulsou de casa. A lei humana, você que é da área, né, acho que não poderia fazer muita coisa. da própria lei humana. Hoje tem estatuto do idoso que poderia até ter alguma punição hoje, mas na época isso aqui é no início do século X, eh, do X ou no no século XIX, provavelmente não havia nada que punisse. Agora, a lei de amor, justiça de caridade não foi defraudada e ficou não ficou marcado como uma mácula na mente da pessoa, né? Então, vejamos que a maior parte dos crimes são desse nível aqui, são a própria pessoa cometendo que a lei humana eh não tem muita coisa a fazer. Claro que tem muita coisa que a lei humana faz, né? E e tem e tem situações, nós vamos ver um caso de um senhor que passou com um carro em cima de uma outra pessoa para matar essa pessoa. Ninguém viu. A lei humana não alcançou a pessoa, mas ele permanecia num processo de uma profunda eh um profundo remorço. Nós vamos ver o caso dele mais paraa frente. O que a Regilane coloca. Então, nós poderíamos dizer o seguinte, é um mecanismo de projeção, porque a pessoa pode tomar como a lei humana a responsável pela culpa dela, como também nós podemos ocupar eh estar culpando a nossa criação por determinados com eh conflitos nossos. O maior problema não é a lei humana, é a visão teológico-dogmática. Os maiores conflitos vêm da visão teológico-dogmática, desse processo de temer Deus, não deer um juiz eh encarnado, né? E esse juiz que Jesus fala é o juiz interno, não é um juiz encarnado, não é um juiz profissional. Por isso que é o mecanismo teológico dogmático mais arregado. Eh, associado então a esse processo todo que você falou da lei da responsabilidade, nós podemos dizer que tá intimamente também relacionada à a lei do dever consciencial, nesse caso de de alcançar reparação. São várias leis ah em que estão relacionadas à lei de responsabilidade, lei do dever, lei de permissão. As leis não se separam, né? Nós estamos colocando pontualmente apenas como processos que são mais ou
várias leis ah em que estão relacionadas à lei de responsabilidade, lei do dever, lei de permissão. As leis não se separam, né? Nós estamos colocando pontualmente apenas como processos que são mais ou menos intensamente ligados, mas as leis são inclusive a própria lei de liberdade, a pessoa só vai assumir responsabilidade se trabalhar liberdade com responsabilidade, com discernimento. Então vamos continuar aqui pra gente concluir esse caso e os demais vão ficar pro nosso próximo encontro semana que vem. Geralmente a estas pragas de inquietação aportam aqueles que em si mesmos cavaram mais fundo sucos infernais e que se cristalizaram em perigosas ilusões. Mas a bondade infinita do Senhor permite que as vítimas edificadas no entendimento e no perdão se transformem felizes em abnegados sineus dos antigos verdugos. Como é fácil verificar o incomensurável amor do nosso Pai celeste cobre não somente os territórios glorificados do paraíso, mas também as províncias atormentadas do inferno que criamos. De que Deus Lias eh Silas está falando aqui? De que Deus? O único que existe, né? é o único que existe, o Deus teológico dogmático do inferno eterno ou mesmo do inferno que não é eterno, mas da punição, do sofrimento, esse não existe. Veja, a beleza, a a bondade infinita de Deus faz com que as vítimas do passado venham socorrer os algozes. A própria mãe abandonada veio para socorrer a filha, né? Que lei que ele está falando aí? Hã? Lei de misericórdia. Que mais? Tem mais uma outra lei que está ligada de misericórdia. Lei de permissão. É com a permissão divina que Deus favorece que a vítima venha socorrer o algóz. Não para humilhar o algós, mas para mostrar que tudo na vida de que todas as leis, tudo existe para a recuperação de todos os envolvidos, né? Então, vejamos, ele coloca aqui o incomensurável amor de nosso pai celeste. Essa visão amorosa de Deus, a visão Deus como sendo, como o criador, o pai nosso que está nos céus, como ensina Jesus. Fundamental que nós ressignifiquemos a
incomensurável amor de nosso pai celeste. Essa visão amorosa de Deus, a visão Deus como sendo, como o criador, o pai nosso que está nos céus, como ensina Jesus. Fundamental que nós ressignifiquemos a visão teológico dogmática por essa visão amorosa de Deus. que quer sempre que nós nos aprofundemos, não punição, mas nas causas dos nossos erros para aprender com eles e buscar repará-los. Esse é o convite que a vida nos faz a todos nós, né? Todas as vezes que nós nos percebermos em sentimento de culpa, lembremos disso, que Deus é amor, é misericórdia, que Deus não quer a morte do pecador, mas a morte do pecado, que Deus quer que nós desenvolvamos o aprendiz interno, superando totalmente o julgador interno que trazemos, as tendências negativas que trazemos. Realizando isso, nós nos libertamos do sentimento de culpa, fazendo essa conciliação com o adversário interno. Alguma pergunta, gente? Vamos fazer a nossa avaliação reflexiva. Para quem tá acompanhando pela internet, o restante do texto vai ficar para dos dois, os dois casos vão ficar paraa semana que vem. Vamos fechar os olhos. Busque respirar lento e profundamente. Avalie o conteúdo estudado do conteúdo que você entendeu que se aplique à sua vida. O conteúdo estudado mudou a forma como você compreende a presença de Deus em sua vida. Em caso positivo, que mudança foi essa? neste encontro. Refletimos sobre a visão teológico-dogmática de Deus e sua íntima relação com sentimento de culpa tão presente na cultura ocidental, bem como o que fazer para mudar essa concepção? Que ações você está disposto ou disposta a realizar para firmar a concepção espírita de Deus, de modo a sentir-se filho de Deus, aprendiz da
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