Jesus e Saúde Mental | nº 164 – Ansiedade, autoestima e ambições
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado » Episódio 164 – Ansiedade, autoestima e ambições #JesusESaúdeMental #LeonardoMachado #Espiritismo #SaúdeEmocional #EquilíbrioInterior #Autoconhecimento #PsicologiaEspírita #Evangelho #Espiritualidade #BemEstar #ReflexãoDiária #EspiritismoPLAY *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
เ Olá, seja muito bem-vindo, seja muito bem-vinda a mais um programa Jesus e Saúde Mental aqui pela TV Mansão do Caminho. Como tem sido o nosso costume, queria convidá-lo a podermos fazer um momento de oração e podermos juntos pensarmos: Pai nosso que estás nos céus, na luz dos sóis infinitos, tu que é o Pai de todos os aflitos neste mundo de casséus. Santificado, Senhor, seja o teu nome sublime, que em todo o universo exprime paz, concórdia, misericórdia, ternura e amor. Que venha ao nosso coração um pouco mais da certeza do teu reino que não vacila, que não erra, quer seja no céu e mesmo na terra, mesmo quando a terra tem dores e sofrimentos. Por isso, Senhor, cumpra-se a tua vontade, faça-se o teu desejo, porque nós sabemos que o teu desejo é o melhor para nós outros. Muitas vezes não conseguimos compreender de imediato os desígnios que chegam às nossas existências. Nesses momentos, Senhor, nós te rogamos, clarifica as nossas percepções e amplia a nossa capacidade de confiança para que possamos estar conectados com o teu amor. Por isso, fortalece-nos o passo, coloca-o na estrada corrigida, sustenta-nos a vida na força do eterno bem. Portanto, que a tua ideal igreja seja para nós a grandeza do sublime altar da caridade. Relembrando essas palavras conectadas do Monsenhor Silvério Horta através da mediunidade de Chico Xavier, nós queremos em oração agradecer por estarmos mais uma vez juntos e podermos te dizer que assim seja. Então, nós temos nos debruçado no livro Ansiedade e Felicidade, que eu escrevi e publicado pela editora Leal com prefácio do tio Edilton, o Edilton Costa. Nós então queremos hoje falar sobre autoestima, ambições e ansiedade. Essas três palavras que dizem muitas coisas e que estão no bojo na base, portanto, de muitas das nossas aflições, de muitas nossas angústias. Queria começar pensando em autoestima. autoestima é como eu avalio qual é a estimativa que você faz sobre alguma coisa, qual é a estimativa de prazo que vão dar para você quando vão fazer uma
gústias. Queria começar pensando em autoestima. autoestima é como eu avalio qual é a estimativa que você faz sobre alguma coisa, qual é a estimativa de prazo que vão dar para você quando vão fazer uma reforma na tua casa, por exemplo. Então, estima tem a ver com uma avaliação. Então, autoestima é uma avaliação pessoal, como nós nos avaliamos. Então, é uma autoimagem, é uma autopercepção. E dentro dessa autoestima, nós podemos ter uma autoestima mais elevada, mas podemos ter uma autoestima mais diminuta. E essa autoestima diminuída muitas vezes se traduz pelo nome geral de sensação de insegurança. Essa sensação de insegurança muitas vezes tem a ver com uma sensação de inferioridade, uma sensação de não dignidade. É muito interessante porque na escola vienense, portanto uma escola fundamental para o pensamento da psiquiatria e da psicologia, nós temos um autor que muito tempo ficou esquecido, que foi Adler. E o Adler, ele cunhou um termo que certamente você já escutou, mas talvez se não for da área, não saberia que foi Adler que fez, contemporâneo que ele foi a Yung, contemporâneo que ele foi a Freud. O Adler cou o termo complexo de inferioridade, dizendo que nós guardamos um complexo de inferioridade e muitas das nossas ações visam superar esse complexo de inferioridade, superação com o desejo de poder, sendo que para Adler nós só conseguimos de fato superar esse complexo de inferioridade quando adquirimos um poder para fazer algo útil. para os outros e não apenas um poder tirânico e déspota. Quando ficamos com um poder e usamos dessa forma mais tirânica com a sociedade e com os outros, nós não vencemos o complexo de inferioridade. É como se esse tipo de poder fosse uma água salgada que eu tomo para matar a minha sede. Eu fico com mais sede ainda. Então, a água que mata a minha sede é o poder utilizado para o bem. é o poder de fazer bem, né? O poder de ser útil. Então, nós vencemos o nosso complexo de inferioridade. É interessante porque Adler, ele teve uma doença chamada hactismo. Então, ele
lizado para o bem. é o poder de fazer bem, né? O poder de ser útil. Então, nós vencemos o nosso complexo de inferioridade. É interessante porque Adler, ele teve uma doença chamada hactismo. Então, ele viveu na pele essa sensação de inferioridade causada justamente por um adoecimento que naquela época não tinha muito tratamento, digamos assim. Eh, e ao mesmo tempo ele conseguiu trazer uma noção muito interessante e não é toa que Adler e a escola adleriana foi uma das primeiras escolas a falar sobre propósito. E é interessante que tempos depois, quando Victor Frankel está como estudante, ele de alguma forma é influenciado pela visão de Adler quando ele vai dizer que o propósito de vida e um sentido de vida é algo fundamental para o ser humano. A vontade de ter um sentido é algo fundamental para vencer essa sensação de indignidade, vencer essa sensação de inferioridade, vencer, portanto, essa sensação de que nós somos menos. Então, a ideia é que nós possamos vencer essa insegurança de nos acharmos incapazes ou de nos acharmos inferiores com propósitos. Quando fazemos com propósitos que a gente chama assim autotranscendentes, ou seja, propósitos que não tem a ver só conosco, mas tem a ver com o bem coletivo, nós conseguimos de fato superar essa sensação de inferioridade, porque nós nos sentimos úteis para o ambiente. Aí saímos de uma autoestima frágil, uma autoestima insegura e entramos numa autoestima segura, uma autoestima elevada. Uma autoestima elevada, ela pode ter dois vieses. Então, falei aqui da autoestima insegura, né? A autoestima baixo, baixa, a autoestima frágil. E a autoestima elevada, ela pode ser uma autoestima elevada, mas insegura. Essa autoestima elevada e insegura nós encontramos muito, por exemplo, quando nós nos deixamos dominar por justamente esse poder tirânico, esse poder mais despótico, esse poder que acaba usando o outro a nosso bel prazer. Então, a pessoa se sente com autoestima elevada, mas é uma pessoa frágil. Por quê? Porque ela está sempre tendo que
, esse poder mais despótico, esse poder que acaba usando o outro a nosso bel prazer. Então, a pessoa se sente com autoestima elevada, mas é uma pessoa frágil. Por quê? Porque ela está sempre tendo que diminuir o outro, tirar o tapete do outro para poder se sentir valorizada. Ela vai est sempre tendo que fazer algo para provar para ela mesma que ela tem valor. Então, é uma autoestima elevada, mas é uma autoestima frágil, é uma autoestima insegura. Então, é também dentro da insegurança, só que aparentemente a pessoa parece muito segura, na verdade ela se torna arrogante, ela se torna prepotente. A autoestima elevada que a gente deseja é autoestima elevada e segura. Segurança íntima tem a ver com a percepção de que eu sou o que sou. Nem muito mais, mas também nem muito menos. Eu não fico me superestimando, porque quem fica se superestimando é quem tem a autoestima elevada, mais frágil. Mas também eu não fico me subestimando, porque quem fica se subestimando é quem tem uma autoestima baixa. O objetivo para diminuirmos a ansiedade é conseguirmos adentrar no autoestima elevada e segura. E aí já pegando um pouco da ideia de Adler, pegando um pouco da ideia de Frankel, nós conseguimos de forma mais robusta, de forma mais consistente adentrar nessa autoestima elevada e ao mesmo tempo segura, quando conseguimos também ter propósitos que tem a ver não só com o benefício pessoal, mas também com o benefício coletivo. Essa é uma estratégia fundamental para podermos eh adentrar nessa autoestima elevada e segura. E por que uma pessoa com autoestima elevada e segura, ela é menos ansiosa? Porque ela entende que está fazendo tudo que é possível ao seu alcance. Ela entende que é capaz. Uma pessoa muito insegura, ela se sente incapaz. E ao se sentir incapaz, ela se sente muito frágil diante dos perigos da vida. diante das ameaças da vida e então está sempre ansiosa com o potencial perigo que pode acontecer e ela não vai conseguir, digamos, superar. Ao mesmo tempo, uma pessoa que tem uma autoestima
s da vida. diante das ameaças da vida e então está sempre ansiosa com o potencial perigo que pode acontecer e ela não vai conseguir, digamos, superar. Ao mesmo tempo, uma pessoa que tem uma autoestima super estimada, portanto frágil, ela também fica ansiosa porque no íntimo ela acha que é uma fraude, no íntimo ela acha que não é capaz. É como se fosse no popular, hoje em dia chamado uma síndrome do impostor. Às vezes a pessoa consegue fazer várias realizações, mas na sua intimidade ela não se sente capaz. É como se fosse sorte até então. Então como ela acha que é sorte até então no íntimo, né, não são coisas conscientes, não são coisas tão claras, ela está sempre tendo que se provar. E ter sempre que se provar acaba gerando ansiedade, acaba gerando medo de ser descoberto, medo de ser, digamos assim, passado para trás, medo de ser ultrapassado, entende? Então, aí são as origens da ansiedade nessa perspectiva. Coloquemos aí um toque espiritual reencarnacionista. Nós vamos entender que essa autoimagem e, portanto, essa sensação muitas vezes de indignidade ou de incapacidade é também uma um reflexo, uma reverberação de coisas que aconteceram conosco em nosso passado, em outras reencarnações, e que reverberam nessa reencarnação a partir do nosso inconsciente profundo, do chamado inconsciente coletivo reencarnatório. Então, a gente já vem com essa sensação. Não é à toa que, digamos, no mito, né, da de Adão e Eva, ou, digamos, na história de Adão e Eva, nós já vamos ver como o ser humano logo, o ser humano logo no início tendo uma sensação do pecado, uma sensação da indignidade. É uma metáfora, me parece bastante interessante se analisarmos o ponto de vista psicológico, analítico, para traduzir essa sensação eh interna de erro, de inadequação, que gera uma sensação de ansiedade. Pois bem, vencer essa sensação sendo útil, com propósitos, usando bem o poder da inteligência, usando bem o poder social, usando bem as portas que a vida abriu e aquelas outras portas que nós conseguimos abrir, não só para o nosso
sendo útil, com propósitos, usando bem o poder da inteligência, usando bem o poder social, usando bem as portas que a vida abriu e aquelas outras portas que nós conseguimos abrir, não só para o nosso interesse, mas para o interesse coletivo, é uma solução extraordinária que vem ao encontro do que o Espiritismo nos fala quando nos conv convida a ser cocriadores de Deus, quando nos convida a sermos pessoas melhores na sociedade, colocando o exemplo do homem de bem como sendo protótipo daquele que vivencia o amor, a justiça, a caridade, o egoísmo. E, ao mesmo tempo também o objetivo do cristianismo, cristianismo em geral e do cristianismo espírita em especial. Se pegarmos, portanto, autoestima e ambição, antes de chegarmos em uma proposta que eu acho fantástica de Paulo de Tarso em suas em sua epístola aos Colossenses, eh, a gente pode pegar um outro autor chamado William James. William James foi médico, foi um dos pais da psicologia, filósofo, foi uma pessoa genial. E dentro dessa genialidade ele escreveu uma fórmula, né? Ele escreveu a fórmula da ansiedade. Tudo isso a gente coloca no livro, tá? E aqui eu tô desdobrando com vocês e eu queria mostrar para vocês aqui a fórmula de que o William James coloca. Isso tá lá no no na página 79 desse livro, Ansiedade e Felicidade. Então eu trago uma fórmula que não é uma fórmula minha, é uma fórmula de William James. Ele coloca assim: autoestima é igual a sucesso dividido por ambições. Então ele envolve um pouco de matemática. Mas o que que ele quer dizer? que a sensação de uma autoimagem, ou seja, como nós nos estimamos, vai ter sobretudo uma vinculação com dois parâmetros, com duas coisas, os sucessos que a gente obtém e as ambições que nós temos. Então, teoricamente, quanto mais sucesso nós temos, melhor a nossa autoestima. Porém, vai depender muito das ambições, porque tem pessoas que são tão ambiciosas que não importa o sucesso que ela tenha, que a ambição vai diminuir o sucesso na sua autoimagem. Então, assim, quanto mais sucesso,
pender muito das ambições, porque tem pessoas que são tão ambiciosas que não importa o sucesso que ela tenha, que a ambição vai diminuir o sucesso na sua autoimagem. Então, assim, quanto mais sucesso, teoricamente, mais eh uma melhor autoestima, né? uma autoestima mais segura e, portanto, menos ansiedade. Porém, quanto mais ambições, porque está nessa parte de um denominador para aqueles que gostam de matemática, quanto maior o denominador, ou seja, quanto maior as ambições, menor a autoestima, porque a pessoa sempre tá achando que precisa de mais, não fez o suficiente, etc, etc. Então, William James sugeria que a gente equacionasse as nossas ambições para poder ter uma real percepção de sucesso que nos nos valide a autoimagem e faça assim com que a gente se sinta seguro nessa autoestima elevada e segura. Então, perceba que a proposta de William James não é ser acomodado, porque uma pessoa acomodada, ela é uma pessoa geralmente insegura e fica acomodado pela insegurança, porque não tem ambições. Então, a proposta não é não ter ambições, porque não ter ambições seria colocar zero aqui no denominador. E quando você coloca zero no denominador, a fração matemática também, digamos assim, não vai ser não vai ser boa, né? Então, a ambição eh negativa não vai levar a pessoa a ter sucesso, né? Não vai levar a pessoa a buscar coisas. Então, é importante buscar coisas para buscarmos, vamos trocar a palavra sucesso para vitória. Vitórias espirituais. vitórias na vida, vitórias na nossa existência. Porque a grande proposta espírita é a proposta de que nós saiamos vitoriosos da nossa existência, mas também da na vida imortal como um todo. Por quê? Porque a proposta espírita é de uma evolução espiritual. Então, se a proposta espírita é de uma evolução espiritual, a proposta espírita é também de uma vitória espiritual. O espiritismo, Jesus nos convidam a sermos melhores amanhã do que somos hoje, do que fomos ontem. Então, ele nos convida a uma ambição, uma ambição que nos leva a uma
também de uma vitória espiritual. O espiritismo, Jesus nos convidam a sermos melhores amanhã do que somos hoje, do que fomos ontem. Então, ele nos convida a uma ambição, uma ambição que nos leva a uma mobilização, ao encontro da vitória, mas ele também nos leva a uma mudança de paradigmas. Então, quando a gente muda o paradigma, a gente muda o tipo de ambição que a gente tem. Então, a epístola de Paulo aos Colossenses, capítulo 3, versículo 2, é muito direta. Pensai nas coisas que são de cima e não nas coisas que são da terra. Procurai primeiro as coisas do alto e as demais coisas lhe serão dadas por acréscimo. Isso não quer dizer que a gente no momento da nossa existência, por exemplo, na juventude primeira, nós não busquemos batalhar para uma conquista profissional, uma conquista familiar, uma conquista pessoal. É importante porque nós, como fala muito bem Allan Kardec e os benfeitores em um Evangelho segundo o Espiritismo, nós estamos no mundo. Então, se estamos no mundo e especialmente dentro do espiritismo, nós não temos uma percepção de que devemos ganhar dinheiro com o espiritismo, ou seja, não devemos ganhar o nosso sustento diretamente com as coisas do alto, porque devemos dar gratuitamente aquilo que recebemos pelo acréscimo da misericórdia divina. A gente precisa buscar o nosso sustento de uma forma digna para que a gente então possa ter condições de batalhar no campo de batalha também espiritual de uma forma mais específica. Então, não é zerar as ambições da Terra, mas é viver não para a terra, ou seja, estar no mundo sem ser do mundo. Então, olhar sobretudo para as coisas do alto, trocar a ambição. Perceba que Paulo de Tarso é um exemplo notável disso. Enquanto Saulo de Tarso, ele já tinha uma ambição espiritual, era uma ambição de, digamos assim, o reino de Deus na terra através do judaísmo. E veja o seu nome, Saulo e homenagem a Saul, o rei. Então, era uma ambição espiritual. Ele não queria uma vitória, digamos, convencional romana, sem Deus, sem o Deus do judaísmo. Ele já
s do judaísmo. E veja o seu nome, Saulo e homenagem a Saul, o rei. Então, era uma ambição espiritual. Ele não queria uma vitória, digamos, convencional romana, sem Deus, sem o Deus do judaísmo. Ele já tinha uma uma ambição espiritual, mas era uma vitória religiosa de dominação na terra. Então, era aquela coisa da prosperidade religiosa na terra. Era mais ou menos o que os discípulos também imaginavam. Mais de uma vez eles perguntaram para Jesus: "Onde será construído o reino de Deus? Quando será? Jesus vai dizer, e Lucas anota muito bem, que o reino de Deus, ele não vem com as coisas externas, porque o reino de Deus está entre vós e está dentro de vós. Porém, depois quando Jesus volta a partir da ressurreição e tem contato com os discípulos durante um tempo, os discípulos então vendo a glória do Senhor na ressurreição. Lucas mais uma vez anota no início do Atos Apóstolos, os apóstolos perguntando a mesma coisa. Senhor, onde vai ser agora? Agora que o Senhor ressuscitou, agora vai ser construído o reino de Deus na terra. E Jesus responde e Lucas anota em grego, o grego coiné, é o grego, eh, digamos, mais popular erudito, porque o grego é erudito, mas era o o grego falado, digamos, fora da da de Atenas, né? o grego popularizado por Alexandre Grande macedônico. Então esse grego ele escreve assim: "Nós não temos como conhecer os vocês não têm como conhecer, aliás, Jesus fala para os discípulos, os cairóis e os cronóis de Deus". E a tradução me parece adequada, porque coloca assim: "Vocês não têm como conhecer os tempos e os momentos de Deus, né, Caróis e Cairo e Cronois, como sendo duas palavras gregas para tentar especificar duas dimensões do tempo. o tempo do relógio cronológico do Deus Cronos e o tempo e o tempo da subjetividade interna, que são os momentos, né? O tempo oportuno. Então, a gente não tem como precisar. Mas perceba que a ambição dos apóstolos no início, tanto quanto a ambição de Saulo no início, enquanto Saulo, era um projeto, digamos, de dominação religiosa
uno. Então, a gente não tem como precisar. Mas perceba que a ambição dos apóstolos no início, tanto quanto a ambição de Saulo no início, enquanto Saulo, era um projeto, digamos, de dominação religiosa na Terra. Então, era uma ambição espiritual, mas era uma ambição espiritual um tanto quanto, digamos, materialista, né? Uma prosperidade na terra. Aí eles vão entendendo com o tempo que não é bem isso, que o reino de Deus é uma coisa mais profunda, que a vitória que nós podemos ter no mundo é sobretudo a vitória do ser em relação a si mesmo. É, portanto, a vitória interna. é, portanto, o campo de batalha interno. E aí Saulo muda e bota Paulo, tanto porque era tradição, um novo nome quando se convertia pro cristianismo, mas também porque Paulo significa aquele que é pequeno. Ao invés de ser Saulo, o grande, agora Paulo o pequeno. Porque ele vai entendendo que a lógica da ambição espiritual que nos faz diminuir a angústia existencial profundamente é a lógica paradoxal trazida por Jesus. Aquele que quiser ser o primeiro, que seja o último. Aquele que quiser ser o maior, que seja o servidor. Aquele que quiser me seguir, que sirva usando a simbologia da cruz. Então, é uma lógica paradoxal. Os humilhados serão exaltados. Não é uma vitória no corpo, é uma vitória na alma. Não é uma vitória mundana, é uma vitória transcendente. E é essa ambição das coisas do céu traduzem agora uma nova visão que nos leva a um senso de propósito muito maior. E se temos uma visão espírita, entendemos que essa ambição tem uma cronologia ampliada, porque nem tudo conseguimos fazer em uma única existência. Às vezes nos preparamos agora para uma futura existência, mas se nós não nos prepararmos agora, aí é acomodação espiritual. Somos nós usamos usando o desculpo, baseado em espiritismo. E não é espiritismo, é desculpo. Por quê? Porque na ambição espiritual, eu entendo que para poder fazer amanhã na na outra reencarnação, eu preciso começar a fazer hoje. A minha ambição ela transcende, mas a minha ambição não me deixa
or quê? Porque na ambição espiritual, eu entendo que para poder fazer amanhã na na outra reencarnação, eu preciso começar a fazer hoje. A minha ambição ela transcende, mas a minha ambição não me deixa preguiçoso, ele me deixa tranquilo, me deixa sereno, me deixa em paz, porque afinal de contas existe o cronóis e existe o cairoz. Existe o momento oportuno das coisas acontecerem. e eu vou fazendo tudo que é possível ao meu encontro. Com isso, eu diminuo a minha ansiedade, porque eu alargo o meu horizonte espiritual, mudando as minhas ambições, ampliando as minhas ambições e, portanto, também ampliando a minha percepção de sucesso, a minha noção do que é triunfo, do que é vitória, porque agora eu fico mais focado nas vitórias de dentro. É com essa perspectiva que convido você a pensar nas ambições que nós, que você, que eu que nós estamos tendo enquanto espíritas ou simpatizantes do espiritismo. Qual tipo de vitória estamos querendo nesse sentido, Senhor? Ajuda-nos a tranquilizar o nosso coração, tranquilizando, transformando as nossas ambições para ambições verdadeiramente espirituais, entregando-nos a Deus, entregando-nos à providência, entregando-nos de corpo, mas sobretudo de alma. Ou seja, na intimidade, no tempo e não só no bolso, doando-nos para que possamos, enfim, vencer a nós mesmos. Nos abençoa hoje e sempre que assim seja.
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