Jesus e Saúde Mental | nº 159 – Jesus cuidou da nossa ansiedade
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado » Episódio 159 – Jesus cuidou da nossa ansiedade #JesusESaúdeMental #LeonardoMachado #Espiritismo #SaúdeEmocional #EquilíbrioInterior #Autoconhecimento #PsicologiaEspírita #Evangelho #Espiritualidade #BemEstar #ReflexãoDiária #EspiritismoPLAY *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Muito bem, seja muito bem-vindo, seja muito bem-vinda para mais um programa Jesus e Saúde Mental aqui na TV da Mansão do Caminho. Como é de pras, nós iremos fazer uma oração no sentido de nos conectarmos a essa psicoterapia do evangelho prática que é a oração. Então, peço para que você possa tentar relaxar, se possível, fechar os olhos e pensarmos juntos: Amado Mestre Jesus, caminho, verdade e vida para Deus. nos encontramos vinculados pelo teu amor em o ideal de fazer o bem persistentemente, de seguir no bem insistentemente e de caminhar bem de forma constante. Por isso nos reunimos e com os joelhos diante de ti, gerlexados diante de ti, te pedimos ajuda para todas as pessoas que venham a escutar este programa, a fim de que as energias de paz possam invadir os seus lares. na possibilidade da internet, na possibilidade das vias das redes sociais, temos também a possibilidade de entrar na casa diretamente das pessoas. E por isso, Senhor, nós te pedimos uma bênção para todos os familiares, para toda a ambientação do lar que nos assiste. Ao mesmo tempo que pedimos envolver os nossos familiares, a nossa família, a nossa casa em teu santo e divino nome. Que assim seja, Senhor. Nós temos falado sobre o tema ansiedade e felicidade em uma perspectiva da saúde mental vinculada ao evangelho, porque temos a convicção de que o evangelho de Jesus é uma excelente psicoterapia. obviamente que não substitui a profissão, a psicoterapia tradicional, obviamente que não substitui a psiquiatria, mas os insightes que Jesus nos traz a partir das suas parábolas, a partir da sua vida, a partir das suas palavras, com certeza conseguem aprofundar ângulos que a psicologia e a psiquiatria tradicionais não conseguem. Então, a ideia de pensarmos Jesus como sendo uma fonte paraa nossa saúde emocional e paraa nossa saúde mental também se conjuga a ideia de Jesus como sendo uma um emblema que nos ajuda a diminuir as nossas ansiedades e aumentar a nossa felicidade. Então, sem sombra de dúvida, Jesus cuidou da nossa ansiedade.
também se conjuga a ideia de Jesus como sendo uma um emblema que nos ajuda a diminuir as nossas ansiedades e aumentar a nossa felicidade. Então, sem sombra de dúvida, Jesus cuidou da nossa ansiedade. E é interessante que a principal passagem que nos mostra que Jesus cuidou da nossa ansiedade é justamente no sermão do monte. Então, perceba, o sermão do monte para nós espíritas cristãos, é o ápice da mensagem do evangelho. E justamente no ápice da mensagem do Evangelho, Jesus abre um espaço para falar das nossas ansiedades, não só em uma constatação de que nós somos ansiosas, mas também para sugerir caminhos e posturas mentais no sentido de diminuir a nossa ansiedade. Então, eu queria ler a transcrição que Allan Kardec faz no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 25, em que ele vai falar sobre observai os pássaros do céu. E na verdade essa, o ponto seis desse capítulo é a transcrição justamente do Evangelho de Mateus no capítulo 6, que é onde está essa passagem, do versículo 19 até o versículo 34. Então diz assim Jesus: "Não acumuleis tesouros na terra, onde a ferrugem e os vermes os comem, e onde os ladrões os desenterram e roubam. Acumulai tesouros no céu, onde nem a ferrugem, nem os vermes os comem. Porquanto onde está o vosso tesouro, aí está também o vosso coração. E porque vos digo, não vos inquietis por saber onde achareis o que comer para sustento da vossa vida, nem de onde tirareis vestes para cobrir o vosso corpo. Não é a vida mais do que o alimento e o corpo mais do que as vestes. Observai os pássaros do céu. Não semeiam, não ceifam, nada guardam em celeiros, mas vosso Pai celestial os alimenta. Não sois mais do que eles? E qual dentre vós o que pode, com todos os seus esforços, aumentar de um côvado a sua estatura, ou seja, aumentar 1 cm. Que que ele quer dizer aí? Acho que essa parte é interessante porque ele fala: "Olha, quem é que você, quem de vocês, mesmo que se esforce muito, mesmo que tenha força do pensamento, consegue aumentar 1 cm em relação à própria estatura? Porque
rte é interessante porque ele fala: "Olha, quem é que você, quem de vocês, mesmo que se esforce muito, mesmo que tenha força do pensamento, consegue aumentar 1 cm em relação à própria estatura? Porque também vos inui pelo vestuário? Observai como crescem os lírios do campo, não trabalham nem fiam. Entretanto, eu vos declaro que nem Salomão, em toda sua glória jamais se vestiu como um deles. Ora, se Deus tem um cuidado de vestir dessa maneira a erva dos campos que existe hoje e amanhã será lançada na fornalha, quanto maior cuidado não terá em vos vestir, ó homens de pouca fé. Não vos se inquietis, pois, dizendo: "Que comeremos ou que beberemos ou de que nos vestiremos?" Como fazem os pagãos que andam à procura de todas essas coisas, porque vosso Pai sabe que tendes necessidade delas. Buscai primeiramente o reino de Deus e a sua justiça, que todas essas coisas vos serão dadas de acrésco. Assim, pois, não vos ponhais inquietos pelo dia de amanhã, porquanto o amanhã cuidará de si. A cada dia basta o seu mal. Essa passagem é, sem sombra de dúvida, posso dizer perfeita mesmo. E ela fala justamente da ansiedade, né? E fala dos, digamos assim, das causas mais profundas da ansiedade. No programa anterior eu falei das incertezas, de Jesus sendo essa permanência. E se a gente for aprofundar ainda mais a as incertezas, ele coloca essas duas grandes preocupações do ser humano, né? Aquela questão da subsistência do ponto de vista da alimentação e aquela subsistência do ponto de vista da vestimenta que tem a ver com a nossa casa também. Então é a segurança. Não é que ele diz que isso não é importante. Não é importante nós não fazermos e algo para termos essas coisas. É necessário. No entanto, ele coloca que não precisamos nos preocupar excessivamente porque a cada dia baixa o seu mal. Então vamos pensar logo no início, logo no início dessa parte do sermão do monte. E aí eu queria antes fazer uma reflexão. Se Jesus constata que nós somos ansiosos, é interessante a gente pensar que, por
ão vamos pensar logo no início, logo no início dessa parte do sermão do monte. E aí eu queria antes fazer uma reflexão. Se Jesus constata que nós somos ansiosos, é interessante a gente pensar que, por mais que os números de hoje em relação à saúde mental, à saúde emocional, sejam assim muito preocupantes, por mais que saiam números em relação, por exemplo, ao nosso Brasil como um dos países mais ansiosos do mundo, não quer dizer que a ansiedade é uma coisa, digamos, só eh somente moderna. somente dos dias de hoje. Porque se Jesus desde aquela época ele já constata isso, ele já tá falando também eh que nós temos essa esse problema da ansiedade meio que eh embrenhada dentro de nós, esse problema dentro de nós. Então esse é o primeiro ponto, porque acho que só lembrar disso já dá uma acalmada, porque em geral a ansiedade e o pessimismo andam de mãos dadas. Ou seja, o pessimismo em relação ao nosso presente, o pessimismo em relação ao nosso futuro, já aumenta a nossa ansiedade. E de alguma forma a gente vendo o passado que já tem problemas, né, nessa ordem, a gente começa a ficar, é, realmente não é de agora. A questão é como ir diminuindo dentro de nós isso para aumentarmos a nossa felicidade e acalmarmos a nossa ansiedade, acalmarmos, né? Porque talvez um estágio totalmente sem ansiedade, talvez seja um estágio que a gente não tem nem como conceber, porque certamente será patrimônio dos anjos, aqueles que estão planificados. Porém, a gente pode a gente pode conceber um estágio em que a ansiedade não nos inquieta tanto, ou seja, não traz tanto problema. E a gente poderia usar uma palavra, uma ansiedade patológica ou não a patológica. Então não vamos aquela ansiedade que não precisa do remédio, beleza? Mas a ansiedade que nos inquieta a ponto de tirar o sono, a ponto de fazer eh algum tipo de problema. Então, primeiro, ó, não acumuleis tesouros na terra, onde a ferrugem e os vermes os comem, e onde os ladrões os desenterram e roubam. Acumulai tesouros no céu, onde nem a
er eh algum tipo de problema. Então, primeiro, ó, não acumuleis tesouros na terra, onde a ferrugem e os vermes os comem, e onde os ladrões os desenterram e roubam. Acumulai tesouros no céu, onde nem a ferrugem, nem os vermes os comem. Interessante, ó. Não acumular não significa que ele diz que não pode ter. Essa é importante. Uma coisa é você teria o usufruir com saúde, usufruir saudavelmente. O acumular já dá uma noção de apego excessivo e o acumular já dá uma noção de peso. Ou seja, eu tenho tanto que é apenas uma acumulação, um um um acumulação, né, de coisas que não tem, digamos assim, uma ação proveitosa para a nossa vida. Então é interessante já pensar nisso, não é que ele fala assim: "Não tenho nada", mas ele fala: "Não acumuleis". Porque olha, esse acúmulo e quanto maior, mais as traças, mais as ferrugens. Pegando assim um exemplo da psiquiatria, a gente tem os colecionismos, né? o colecionismo, acumuladores, até tem programas sobre isso, mostrando às vezes o excesso do excesso do excesso, mas às vezes é bom ver o excesso pra gente entender como o excesso traduz também uma enfermidade na nossa mente. Muitos pacientes que estão num quadro psicótico, num quadro descompensado de psicose, eles acabam tendo uma acumulação, mesmo que não sejam acumuladores no diagnóstico da psiquiatria convencionalmente, porque ficam apenas acumulando no adoecimento. Então, a ideia de que o acúmulo de coisas elas, especialmente essas coisas materiais elas deixam, elas simbolizam algum tipo de desordem dentro de nós. E o externo da nossa casa acaba simbolizando o interno da nossa casa mental. Então aqui a gente lembra de Paulo de Tasso quando fala: "Ambicionai as coisas do alto". Então é como se Jesus direcionasse. E por isso que Paulo, um seguidor dileto, ele consegue, né? Sendo o vaso que conseguiu bem acolher o evangelho de Jesus. ele consegue traduzir, digamos, esse eh esses versículos que são fundamentais para uma vida tranquila na Terra. ambicionai as coisas do alto. Então ele
que conseguiu bem acolher o evangelho de Jesus. ele consegue traduzir, digamos, esse eh esses versículos que são fundamentais para uma vida tranquila na Terra. ambicionai as coisas do alto. Então ele fala assim: "Olha, acumulai tesouros no céu, porque esses tesouros no céu nem a ferrugem, nem os vermes conseguem corroer. Ele vai dizer: "Onde está o vosso tesouro, aí também está o vosso coração". uma linguagem simbólica para identificar exatamente essa dimensão espiritual, essa dimensão transcendental da realidade que nos leva a uma vida emocional, o nosso coração mais leve. É aí onde devemos acumular os tesouros. É aí onde devemos acumular esses esses nossos esforços. num segundo momento, ele vai ampliar, mas primeiro a gente tá pensando aqui numa coisa material mesmo. Ele tá falando da coisa material e aí vem a lição do desapego. Grande parte das nossas ansiedades estão vinculadas a apego. Os filósofos antigos na época do helenismo, eles pensaram muito sobre essa temática. E, por exemplo, os os cínicos e diógenes é um dos principais, eles falavam que nós não eh deveríamos nem ter as coisas, nem desejar ter as coisas, só o necessário, conforme uma vida relacionada à natureza, ou seja, uma vida mais natural. E é interessante como Jesus, de alguma forma aqui, ele fala também dessa questão da natureza quando ele pede, observa, observa Roma, a grande metrópole, observa as grandes cidades, os grandes reinos, observa o reinado dos pássaros que estão no céu. Observa não a túnica de Salomão, mas observa os lírios do campo. Porque os lírios do campo eles estão com uma vestimenta que nem a túnica de Salomão, o grande rei Salomão, conseguiu ter. Então ele tá falando de um tipo de teoridade diferente, então uma vida um pouco mais natural, tá? E aí, sobretudo a questão do apego, não ficarmos apegados, porque se ele estivesse condenando literalmente tudo, não pode ter nada. Vamos ver, por exemplo, ele tem no contato com as mais diversas pessoas e ao longo da vida, como muito bem fala o
mos apegados, porque se ele estivesse condenando literalmente tudo, não pode ter nada. Vamos ver, por exemplo, ele tem no contato com as mais diversas pessoas e ao longo da vida, como muito bem fala o espiritismo, quantas pessoas utilizaram bem a sua capacidade material, a sua reserva material, utilizaram bem para poder inclusive patrocinar empreitadas na perspectiva espiritual, na perspectiva dos tesouros dos do próprio coração. Então, não podemos ser assim radicais ou lerais. Precisamos entender a profundidade e acho que a profundidade principal é o apego. Então os cínicos eles eram muito radicais, assim, muito literais, né? Então, era um tipo de vida que era basicamente, acho que a a anedota que se fala de Dióes é muito interessante. Uma vez ele estava quase sem roupa, né, só com uma veste muito simples e carregava algumas coisas no cinto. Não era um cinto, na verdade, era uma corda, né? E aí ele vai um perto de um poço e aí vai tirar a caneca para poder beber a água, porque a água era uma coisa necessária. Mas aí ele vê uma uma jovem, não sei se era uma criança, não lembro bem a anedota, mas uma jovem pegando água com as mãos e bebendo sem o copo. Então conta-se que ele teve uma eureca, teve um insight e percebe mais uma coisa supérfl. Então ele pega o a caneca e joga fora. Então é muito intenso, né? não necessariamente significa isso, nessa intensidade, mas sobretudo nos desapegarmos do apego. E aí a gente consegue entender essa mensagem de Jesus relacionada à mensagem do helenismo no estoicismo, que também falava do desapego. Mas o estoicismo, ele falava de um desapego até, digamos assim, das opiniões. para nós não ficarmos presos nas opiniões elogiosas, nem nas opiniões que, digamos assim, de alguma forma eh diminuem o nosso valor, não ficarmos apegados a ela, porque senão a gente não vai conseguir fazer as coisas. Então ele já vai falar aqui, ó, de uma postura mais profunda. Não é uma postura só do apego da matéria, mas uma postura de um ap de um desapego emocional, mesmo
ente não vai conseguir fazer as coisas. Então ele já vai falar aqui, ó, de uma postura mais profunda. Não é uma postura só do apego da matéria, mas uma postura de um ap de um desapego emocional, mesmo que seja em relação ao julgamento. Mas é interessante porque Jesus quando estava junto dos seus discípulos, em algum momento ele pergunta: "Quem vocês pensam que eu sou?" E aí começam a dizer quem ele era. Até que Pedro fala que ele é o Messias. Então veja que interessante o que eu entendo também, né? Não é que a opinião de todo mundo não deva ser levada em consideração, porque naquele momento era importante que a opinião dos apóstolos sobre ele fosse exata. E aí Pedro fala: "Tu és o Messias, o filho de Deus é enviado à terra." E ele fala: "Tu falas inspirado por Deus". Então, nesse sentido, a opinião dos discípulos era muito importante, porque a opinião dos discípulos era necessário que os discípulos tivessem uma clareza do que eles estavam ali seguindo. Para quê? para que para eles pudessem seguir depois da partida de Jesus em relação à Terra, naquele contato diário. Porque seguir Jesus estando junto de Jesus era mais fácil do que seguir Jesus estando distante fisicamente. Então a opinião de pessoas que valham a pena, de pessoas que importam, a gente precisa fazer, digamos, separar esse joio do trigo. Aí a gente vai separando o jogo do do joio e do trigo também em relação ao que a doutrina espírita nos fala, o necessário e o supérflo. Não tem como eu a priori dizer o que é necessário para você. Não tem como eu a priori dizer o que é necessário, o que é supérflo para você. Cada um precisa fazer esse exame mental para entender a postura comportamental, emocional e mental que tem que ter na vida. Mas a doutrina espírita nos comentando a temática sobre a felicidade lá pelas questões 920, 921, 922 de O Livro dos Espíritos coloca de forma muito clara que a felicidade na terra é possível quando nós temos a consciência tranquila, quando nós temos a posse do necessário e a fé no futuro. Então veja que duas
ro dos Espíritos coloca de forma muito clara que a felicidade na terra é possível quando nós temos a consciência tranquila, quando nós temos a posse do necessário e a fé no futuro. Então veja que duas coisas que são vinculadas mais a uma questão etérea, transcendente. Fé no futuro. Por isso, fé em Jesus como sendo o Cristo, o verbo de Deus que permanece fundamental para podermos ter felicidade e acalmar o nosso coração. Ao mesmo tempo, a consciência é tranquila, porque tem a ver com o nosso ato mental, comportamental, emocional. Mas a doutrina espírita não nega a vida do corpo, então a posse do necessário. Mas aí no momento a gente vai ver em Jesus uma coisa tão literal como nessa anedota dos cínicos, né, da do diógenes. Olha, tem que perder isso, tem que tirar isso, tem que viver só dessa forma. Ele não vai ter algo literal nesse aspecto. Ele vai falar algo mais profundo. É a doutrina espírita também, porque é uma questão mais da postura de desapego. E a isso lembra o budismo quando fala do desapego íntimo para podermos estar leves e podermos então alçar outros voos. É bem verdade que Jesus em algum momento vai nos falar nessa nesse encontro com o jovem, o jovem rico em relação a vai, vende tudo que tens. Acho que todo mundo já sabe dessa passagem. Aquele jovem rico que era judeu, que era um bom judeu e que o encontra e pergunta assim: "Olha, eu queria saber o que eu preciso fazer para chegar no reino dos céus". E aí Jesus responde de primeiro, ó, segue os 10 os mandamentos. Não, Senhor, eu sigo, faço isso. Aí começa a relatar. Então, veja que interessante. Jesus primeiro, de certa forma, eh, fala algo que seria mais simples, uma atitude comportamental. Não é que seja fácil seguir aqueles mandamentos, mas é mais simples do que o que ele vai propor depois. Porque o jovem, mas eu queria saber mais. Bem, se tu queres hoje mesmo, vai, vende tudo que tens e me segue. Ou seja, ele vai aprofundando o vender tudo que tens é essa lição do desapego, sobretudo a lição do desapego,
s eu queria saber mais. Bem, se tu queres hoje mesmo, vai, vende tudo que tens e me segue. Ou seja, ele vai aprofundando o vender tudo que tens é essa lição do desapego, sobretudo a lição do desapego, porque também eu venha pensando nesses dias, a gente às vezes pode fazer escolha, vamos supor deixar uma questão material de lado para se vincular a uma questão espiritual de uma maneira mais profunda. Mas na nossa concepção humana é muito natural que nós, ao deixarmos essa coisa material, algum tipo de expectativa, portanto, algum nível de apego relacionado à expectativa venha em relação a essa questão espiritual de retorno. Veja o que o jovem perguntou. O reino dos céus. Para entrar no reino dos céus é preciso se desapegar das coisas e se desapegar das expectativas também. Mas a expectativa é natural. Quando você faz uma escolha tão profunda, às vezes tão radical, se o jovem tivesse feito, era era possível que ele fizesse uma postura como os discípulos. os discípulos, alguma medida, alguns eles abandonaram também alguns compromissos materiais, né? Alguns, outros não abandonaram muita muito dinheiro, mas abandonaram uma vida antiga para uma vida nova. Mas perceba a pergunta dos discípulos: "Senhor, onde vai ser construído na terra o reino de Deus?" Perceba o desejo de Salomé, mãe de João. Então ele ela fala assim: "Senhor, quando chegar o teu reino, eu queria que meus dois filhos ficassem um ao lado do Senhor", né? Isso na frente dos outros discípulos causou um impacto, né? Uma ciira danada. Mas João, que a gente tem como grande exemplo e é um grande exemplo, ainda era muito jovem, também queria, digamos, essa esse retorno mais imediato. E aí Jesus olha e fala: "Será que eles estão será que vocês estão prontos para, digamos, se servir do cálice que eu vou me servir?" E todos, então, não só João, todos sim, nós estarei, nós estamos. E ele olha, ou seja, vê o desejo e responde: "Não compete a mim, mas sim ao Pai". Essa frase é muito profunda porque não é só o desejo, tem que haver
não só João, todos sim, nós estarei, nós estamos. E ele olha, ou seja, vê o desejo e responde: "Não compete a mim, mas sim ao Pai". Essa frase é muito profunda porque não é só o desejo, tem que haver também algo de a maior aprofundamento. Não é só também uma entrega. Essa entrega precisa ser ainda mais profunda. Não é só o doar os bens materiais, é uma coisa mais profunda. Não é só doar uma posição social, mas uma posição interna de desapego. Então isso compete a Deus. Veja que Jesus vai fazer uma diferenciação entre ele e Deus e como ele fez outras vezes, dizer: "Porque de fato só Deus está na nossa intimidade, porque ele está conectado conosco através do fluido cósmico na visão espírita. Jesus, sendo o verbo de Deus, conhece a nossa intimidade, porque nós somos a ovelha desse aprisco, essa ovelha desse rebanho. No entanto, numa profundidade maior, o reino dos céus, o reino de Deus, não é o reino, digamos, de Jesus, é o reino de Deus. O reino de Deus nessa perspectiva é um aprofundamento maior. O reino de Deus está dentro de vós. Citei essa passagem nos programas anteriores. Cito aqui de novo. Não é o reino do Cristo que se fez carne, que estava entre nós. é o reino de Deus, cujo Cristo é o principal representante na terra, mas para qual a doutrina, para o qual a doutrina espírita entende que em outros órbes existem outros espíritos crísticos, como ele para nós existem outros. Então é o reino no final das contas de Deus, uma coisa ainda mais profunda, que é até difícil da gente conceber do ponto de vista mais profundo. Então é esse desapego interno, não gerar expectativas, o que é algo muito difícil. É muito difícil, mas esse é o caminho. Porque hoje quando a gente pensa não gera expectativas, a gente logo pensa que é gerar uma expectativa negativa, porque estamos decepcionados, como falei em programas anteriores. Aí pensa assim, ó, não gerar expectativa, a nossa cabeça já pensa gerar expectativas negativas. Eu penso que vão, digamos, fazer algo ruim comigo, o mundo. Mas
dos, como falei em programas anteriores. Aí pensa assim, ó, não gerar expectativa, a nossa cabeça já pensa gerar expectativas negativas. Eu penso que vão, digamos, fazer algo ruim comigo, o mundo. Mas isso não é não gerar expectativas, é gerar expectativas negativas. o estado de não expectativa que, né, que tem a ver com o estado de não apego que Joana de Angeles fala tanto na sua série psicológica e o budismo fala muito, talvez o que mais fale assim de forma mais literal seja o budismo. Jesus relembra aqui também e fala de forma profunda o não apego quando estamos. Então é difícil, é óbvio, mas óbvio que a gente tá querendo não uma saúde para essa vida só. Nós espíritas queremos uma saúde integral. Então essa saúde integral necessita ser mais profunda, mesmo passando às vezes por adoecimentos físicos, porque afinal de contas a nossa referência é uma vida espiritual. É isso que Jesus tá falando. Ele não tá falando só da ansiedade temporária, mas tendo isso em mente, a gente vai ter mais alívio nessa temporalidade da matéria, mas construindo um alívio mais profundo de desapego. Não vos inquieteis por saber onde achareis o que comer para sustentar a vossa vida, nem onde tirareis vestes para cobrir o vosso corpo. Não há vida mais do que o alimento e o corpo mais do que as vestes. Observai os pássaros do céu. Eles não semeiam, eles não ceifam, eles não guardam em celeiros, mas vosso Pai celestial os alimenta. Vocês não são mais do que do que os pássaros dos céus? Então ele ainda faz uma outra pergunta. Veja, ele faz uma de psicoterapia. Se alguém já fez uma psicoterapia na vida, já sabe que muito o psicoterapeuta usa um muito de perguntas. É, é, é o método dialético que ele tá usando aqui, que Sócrates usou. A dialética está na base do diálogo, portanto está na base da psicoterapia. Então, ele faz essa pergunta e lança outra pergunta. Quem entre vós, mesmo que pense muito, consegue aumentar 1 cm da própria estatura? Então ele tá dizendo uma dimensão, uma limitação, porque a gente
Então, ele faz essa pergunta e lança outra pergunta. Quem entre vós, mesmo que pense muito, consegue aumentar 1 cm da própria estatura? Então ele tá dizendo uma dimensão, uma limitação, porque a gente pode pensar, não, a força do pensamento é limitado, não. Isso é prepotência, porque o a força do pensamento é limitado pro pensamento divino, pro pensamento do anjo é bem mais eh é bem menos limitado, né? a gente não consegue nem conceber, mas o nosso pensamento tem limitação, porque se a gente achar que não tem limitação, seria uma pré-potência, ou seja, uma potência antes do tempo. Então ele tá dando a lição aí da humildade também, a humildade como sendo algo importante para diminuir a nossa ansiedade, porque diminui as nossas ambições e nos coloca no lugar que nós somos. Outra coisa fundamental que eu queria aqui pincelar é o que ele termina. Buscai primeiramente o reino de Deus. Não vos ponhais inquietos pelo dia de amanhã, porquanto amanhã cuidará de si. A cada dia basta o seu mal. Buscai o reino de Deus. O reino de Deus está dentro de nós. Buscarmos, portanto, uma interioridade. E não dá pra gente se preocupar tanto com o dia de amanhã, porque simplesmente nós não sabemos como é amanhã, porque nós não sabemos o que é a evolução. Nós teorizamos, mas saber que envolve saborear, nós não sabemos. Então, como é que se a gente pode prever uma coisa? Como é que a gente pode, digamos, deduzir uma coisa se não, a gente não tem nem uma palavra para essa coisa, uma sapiência para essa coisa. Então, é óbvio que algumas coisas o nosso pensamento ajuda, a nossa precaução ajuda para diminuir a quantidade de imprevistos, mas imprevistos. E veja aqui a o jogo de linguagem que eu vou tentar usar para chegar nessa profundidade é diferente de coisas não previstas. imprevistos, de certa forma, serão aquelas questões que são previsíveis, mas como a gente não pensou, não teve uma precaução, aconteceu. São os imprevistos. Ou a gente pensou, mas são os imprevistos. Olha, pode acontecer, mas
ma, serão aquelas questões que são previsíveis, mas como a gente não pensou, não teve uma precaução, aconteceu. São os imprevistos. Ou a gente pensou, mas são os imprevistos. Olha, pode acontecer, mas vamos lá. São os imprevistos. Mas de alguma forma tava ali, tava posta em uma realidade. Pelo menos é mesmo. Eu não pensei nisso, mas a gente chega rápido. Agora o previsto é aquilo que realmente a gente não sabe porque a gente nunca foi lá. Então existe os imprevistos, fazer essa didática, tá? Os imprevistos que dá pra gente poder pensar, pensar, mas em coisas que são não previstas. Então, a minha evolução, a sua evolução no sentido de perfeição, é uma coisa não prevista, no sentido que a gente nunca esteve lá. Então, não dá realmente para se preocupar tanto com o dia de amanhã, já que o amanhã que a gente quer é a perfeição. A gente precisa andar, caminhar. E aí a recomendação de Jesus, buscai o reino de Deus. E as outras coisas, como complementa em muitas vezes Joana de Angângeles na sua obra, procurai primeiro as coisas de Deus, entrega-te a Deus, escreve ela e diz ela algumas vezes, porque ela sabe. é um espírito que sabe porque já está em patamares e, portanto, consegue ver, prever e nos ensinar de uma maneira bastante clara. Pedindo, portanto, ajuda a esses benfeitores, nós queremos em oração agradecer pelas reflexões que de alguma forma dão algum tipo de norte para as nossas ansiedades. e nós te pedir, Jesus, fica conosco, que nós possamos estar contigo para sempre até o final dos nossos tempos de humanidade, quando então com maior claridade adentraremos num reino de amor vinculados a ti. Que assim seja. เ
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