Jesus e Saúde Mental | nº 158 – Jesus, permanência e ansiedade
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado » Episódio 158 – Jesus, permanência e ansiedade #JesusESaúdeMental #LeonardoMachado #Espiritismo #SaúdeEmocional #EquilíbrioInterior #Autoconhecimento #PsicologiaEspírita #Evangelho #Espiritualidade #BemEstar #ReflexãoDiária #EspiritismoPLAY *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, seja muito bem-vindo, seja muito bem-vinda para mais um programa Jesus e Saúde Mental. Hoje, dando continuidade ao aprofundamento em relação ao livro Ansiedade e Felicidade, publicado pela Leal, vamos aprofundar um pouco sobre certezas, incertezas e a função da permanência de Jesus como uma convicção de que nós não estamos sós e de que temos uma esperança no futuro que começa com ações no presente. Para isso, eu convido você para fechar os olhos e entrarmos em sintonia com os benfeitores amigos, pedindo, mestre amado, ilumina todas as pessoas que nos procuram. Quantas vezes nos sentimos impotentes diante de tantas dificuldades? É nesse momento, Senhor, que mais precisamos nos abrir à confiança, pois a confiança não é uma medida necessária apenas quando as coisas estão bem. Porque quando as coisas estão bem, muitas vezes nós precisamos apenas da inteligência para seguir. Mas quando as adversidades surgem, quando as dores aparecem, nós precisamos transcender a inteligência e adentrar em um outro tipo de ciência, que é a ciência da fé. A ciência que nos traz a consciência, uma nova convicção. E essa nova convicção nós chamamos de confiança. Tu és a nossa convicção plena e, portanto, confiamos plenamente em ti. Temos a convicção de que tu estás no comando, porque tu és o guia e o modelo da humanidade. Mesmo diante de tantas dificuldades da terra, diante de guerras e sofrimentos, nós em silêncio contribuímos com a nossa parte, que é o trabalho no bem e a oração no amor. Ilumina, portanto, Senhor, os nossos corações. Assim seja. Muito bem. Ansiedade é uma emoção natural. Você já ouviu falar nisso? Todos nós já sabemos disso. Mas existe algum momento em que a ansiedade ela cruza uma linha e essa linha nós chamamos seria a linha da normalidade e da patologia. E todas as vezes as pessoas nos perguntam: "Quando eu vou entender que saiu de uma ansiedade normal para uma ansiedade patológica?" Ou seja, a ansiedade que falamos no programa anterior, que é uma ansiedade natural dos seres humanos, que,
tam: "Quando eu vou entender que saiu de uma ansiedade normal para uma ansiedade patológica?" Ou seja, a ansiedade que falamos no programa anterior, que é uma ansiedade natural dos seres humanos, que, portanto, até boa, importante, porque nos motiva e uma ansiedade patológica. Do ponto de vista da psiquiatria, que é a principal especialidade médica que estuda a temática, nós temos que ver alguns parâmetros. O primeiro parâmetro é uma desproporcionalidade. O estímulo às vezes é tão insignificante ou não é tão grande assim, mas a ansiedade que nós sentimos é enorme. Então, a desproporcionalidade entre o estímulo e o sentimento de ansiedade é um parâmetro. A ansiedade é patológica quando ela é muito desproporcional. Uma outra característica é o tempo. Às vezes é uma desproporcionalidade, mas é algo mais temporário. Depois a gente consegue se acalmar e tudo bem. Mas as outras vezes não. Essa desproporcionalidade vai ganhando também o tempo, vai ficando mais tempo, ficando mais tempo. Então a persistência desproporcional e muito persistente é uma outra característica. A gente vai também percebendo uma a outra. Às vezes o estímulo sai e a ansiedade continua. Então desproporcional, persistente, mesmo quando o estímulo já foi embora. Porque muitas vezes as pessoas pensam: "Olha, tava muito intenso, né? talvez um pouco desproporcional, tava sendo duradouro, mas de alguma forma estávamos ali cheio de estresses, ou seja, cheio de gatilhos, mas às vezes o gatilho foi embora e aí mesmo aí a ansiedade persiste. Então é uma um outro característica que mistura o desproporcional com a persistência. E uma outra característica que eu queria colocar é também o grau de sintomas. Uma coisa é sentir uma ansiedade que também tá vinculada, desproporcional e persistente. No final das contas, essas palavras sempre acompanham, mas a gente divide aí de forma didática para entender uma ansiedade que tem assim insônia, aumento de apetite, falta de apetite, desconcentração, lapso de memória. Por
ssas palavras sempre acompanham, mas a gente divide aí de forma didática para entender uma ansiedade que tem assim insônia, aumento de apetite, falta de apetite, desconcentração, lapso de memória. Por quê? Porque o nosso cérebro, vou explicar do ponto de vista biológico, né? Sabendo que para nós espíritas não é o cérebro que produz a emoção e não é o cérebro que produz o pensamento. O cérebro é apenas um tradutor do espírito. Eu vou até retirar apenas porque é um tradutor tão complexo que talvez a palavra apenas não caiba, mas é um tradutor do espírito. Então ele traduz aquilo que é produzido em nós, espíritos, pensamentos, emoções. Então, do ponto de vista dessa tradução que se dá no nosso na nossa cerebração, ou seja, nesse conjunto cerebral que nós temos, quando nós sentimos ansiedade de uma forma normal ou de uma forma patológica, nós temos o quê? o nosso córtex préfrontal acionando a amídala cerebral, a amídala cerebral acionando o córtex pré-frontal, ou seja, há uma ativação da nossa cabeça. E essa ativação ativa uma coisa chamada eixo hipotálamo hipófise adrenal. Ou seja, essa esse turbilhão do nosso cérebro causa um turbilhão no nosso corpo. Umas glândulas que ficam em cima dos nossos rins, por isso que suprarrenais ou adrenais, elas liberam, elas ficam ativadas nesse eixo e liberam na nossa corrente sanguínea uma quantidade grande de um hormônio, né, de uma cham de um hormônio chamado corticoide, né, cortisol. Esse cortisol também é liberado junto com noroadrenalina. Então, perceba que quando esse eixo hipotálam, hipófise adrenal nossa corrente sanguínea também fica no turbilhão, porque essa adrenal vai então ativar através da noroadrenalina, através do cortisol. E esse cortisol elevado, essa adrenalina elevada tem um motivo, não é só assim para ficar bagunçado o corpo, não. Esse essa elevação é para que nós façamos algum tipo de ação, uma ação de proteção ou uma ação de fuga, alguma coisa aconteça. Por exemplo, o cortisol, ele é um anti-inflamatório. Tanto que algumas pessoas precisam tomar
para que nós façamos algum tipo de ação, uma ação de proteção ou uma ação de fuga, alguma coisa aconteça. Por exemplo, o cortisol, ele é um anti-inflamatório. Tanto que algumas pessoas precisam tomar corticoide para melhorar das suas inflamações nem doenças reumatológicas ou outras doenças. E como é que esse cortisol também pode ser danoso pelo tempo. Então, uma coisa é esse eixo ser acionado, a gente tem uma descarga de adrenalina, uma descarga de cortisol e o nosso corpo ser modificado. Agora, de forma persistente, isso vai gerando desgaste. físico, inclusive. Então, a ansiedade patológica ela desgasta o nosso corpo. Daí a necessidade de, graças a Deus, nós termos hoje tratamentos do ponto de vista medicamentoso, do ponto de vista da psiquiatria para o nosso corpo ficar menos inflamado, literalmente falando, para que a gente possa então sair dessa ansiedade patológica, entrar em um nível mais normal, mais saudável de ansiedade e aí sim conseguir articular bem os nossos pensamentos. Então, perceba que a quantidade de sintomas vai também gerando uma série de repercussões, porque nessa ativação do da cabeça, esse corpo que fica ativado, ele vai ser ativado. Eu dei só um exemplo de ativação, mas vai ativar o sistema respiratório, enfim, uma série de alterações que, se não forem temporárias levam a um desgaste e, portanto, um aumento de chances de adoecimentos. E aí nós temos uma grande rede de conhecimento sobre a neuropsico imunologia, a psicossomática, porque faz parte aí dessa janela de conhecimento. Bem, essa ansiedade que é patológica, eu queria mostrar esse gráfico para vocês, tá? A ansiedade patológica é como se fosse uma alergia psicológica ao inserto. Esse gráfico tá lá no livro e aqui eu tô desdobrando. É uma alergia psicológica ao inserto. Como assim uma alergia psicológica? Porque ninguém gosta de incerteza, tá? mesmo aqueles que se acostumaram com a incerteza, o corpo acaba que tem um uma dano pelo grau de incerteza constante. Então, o nosso corpo precisa de algum
gica? Porque ninguém gosta de incerteza, tá? mesmo aqueles que se acostumaram com a incerteza, o corpo acaba que tem um uma dano pelo grau de incerteza constante. Então, o nosso corpo precisa de algum grau de previsibilidade, ou seja, algum grau de certeza, tá? Porém, quando a ansiedade é mais patológica, passa do nível, do ponto de vista de conteúdos assim psicológicos de matériapra, a gente fala muito sobre a intolerância à incerteza. Então, em geral, nós não gostamos da incerteza, mas quando a ansiedade é patológica, nosso nossa mente entra em um grau de intolerância à incerteza. Por isso que a gente chama, é um grau de alergia psicológica. Por que alergia? Imagine que você entre em um quarto que tem a poeira. Se tiver muita poeira, muita poeira, tem muito que a gente chama assim de alérgenos, né? Tem muito, muitos antígenos ali que vão penetrar o nosso corpo e vão gerar algum grau, um espirro. Mas se a pessoa tiver um tipo de alergia, uma alergia, por exemplo, uma asma, uma alergia, uma reação alérgica brônquica, ou seja, uma hiperreatividade dessa árvore brônquica, não vai só ser um espirro, vai ser uma asma, ela vai desencadear uma crise de asma. Por quê? porque ela é alérgica do ponto de vista do seu sistema imunológico. Então, alergia psicológica nesse sentido, ninguém gosta de de incerteza. O nosso corpo não gosta de incerteza. O nosso corpo pode se acostumar à incerteza, mas se acostuma com algum grau de, digamos assim, de de esforço. Em geral, a gente gosta de uma previsibilidade. Pois bem, há pessoas, porém, que não toleram nenhum tipo de incerteza, não toleram nenhum tipo de imprevisibilidade. Então, essas pessoas tendem a ter uma ansiedade patológica com mais facilidade ou tende a se sentir ansiosas com muito mais facilidade. Então, qual é a proposta que a gente pode fazer para lidar com isso? A gente pode aumentar a tolerância e pode aumentar as certezas. Quando eu aumento a certeza, eu acabo checando demais. Às vezes é uma checagem mental, será que eu fiz isso? Será que
ra lidar com isso? A gente pode aumentar a tolerância e pode aumentar as certezas. Quando eu aumento a certeza, eu acabo checando demais. Às vezes é uma checagem mental, será que eu fiz isso? Será que eu fechei? Será que eu fiz aqui? Vai fazendo checagens mentais. às vezes até checagem comportamentais e às vezes até sai de uma ansiedade patológica e entra em um toque mesmo, que seria um grau um um transtorno obsessivo compulsivo em um grau mais, portanto, elevado de intolerância à incerteza. Então, de alguma forma, é importante nós aumentarmos as certezas para aumentarmos o grau de previsibilidade. E é por isso que eu coloco no gráfico do livro assim: "É um caminho aparentemente fácil, porém aumentar a certeza acaba sendo passageira e insustentável, porque no final das contas a grande incerteza é a morte." Aí os as pessoas me falam: "Mas e a morte? A grande incerteza?" Pois é, até já me perguntaram assim, será que eu tenho alergia à morte? Será que eu tenho fobia à morte? Porque tem pessoas que desencadeiam graus, eu lembro de algumas situações aqui, as pessoas tendo crises de pânico quando estavam, por exemplo, nas suas igrejas e falava-se sobre morte, porque é comum a gente falar na religião, quer seja espírita, quer seja eh evangélica, católica, por exemplo, ainda que eu andasse no vale escuro da morte, um dos salmos famosos. Então, é comum a gente falar sobre a morte. nas religiões, nas visões, qualquer que sejam. Então, ela teve uma crise de pânico, né? Então, ela, será que não fobia a morte? Bem, a gente não chama, a gente não tem classificado assim a fobia morte nesse sentido. Agora, o que acontece, esse exemplo que eu tô dando, é porque para algumas imprevisibilidades não dá pra gente aumentar só a certeza. Não, Léo, mas esa aí, eu sou espírita. Eu sei que depois da morte existe vida. E existe vida em abundância. Eu sei que existe uma vida espiritual. Tudo bem. Esse medo teórico a gente sai, mas ficamos com alguns medos da morte escondidos, tá? Não tenho medo do depois
existe vida. E existe vida em abundância. Eu sei que existe uma vida espiritual. Tudo bem. Esse medo teórico a gente sai, mas ficamos com alguns medos da morte escondidos, tá? Não tenho medo do depois da morte, mas eu tenho medo de como vai ser o meu passamento, ou seja, o morrer. Então é um tipo de medo da morte também. Não, não tenho medo do morrer. Eu tenho confiança, que vai ser a forma que eh eu preciso. Mas aí vem um outro medo que é um medo eh espírita, digamos assim, disfarçado da morte. É o medo de como é que eu vou estar no outro lado? Será que eu vou para tal colônia? Será que eu vou estar nas esferas boas? enfim, o medo, porque a gente lê alguns livros, Os mensageiros, Voltei, enfim, alguns livros sobre o depois da morte de inclusive companheiros espíritas que não estavam tão lá muito bem. Então a gente fica com medo de como é que a gente vai estar do outro lado. Então assim, não dá para não dá para ter certeza de tudo. Até porque se eu tiver certeza que eu vou ficar bem do outro lado depois que eu desencarnar, eu tô entrando numa préotência, que é tentar antes do tempo entender totalmente como vai ser e não dá. E aí eu tenho que fazer as coisas, né? Porque a gente pode estar indo bem. Quantas pessoas, veja aí o exemplo do que eu falei dos mensageiros, o livro Voltei, tinha lá uma tarefa empreendida, uma tarefa de compromisso com o mundo espiritual antes de reencarnar e deu uma falhada, né, assim, tava indo bem, em algum momento deu uma falhada, caindo em antigos atavismos, se a gente usar uma palavra da psicologia espírita de Joana. Então, se a gente tem essa prepotência de que vai ficar bem, a gente já começa a não ficar bem a partir de hoje, porque vai construindo, digamos assim, o próprio calvário do ponto de vista negativo. Então, a longo prazo, aumentar a tolerância ao incerto é o caminho que é difícil, porém é duradouro e sustentável. Aumentar a tolerância ao incerto seria uma forma psicológica fundamental para nós diminuirmos a nossa alergia psicológica à incerteza, a
rto é o caminho que é difícil, porém é duradouro e sustentável. Aumentar a tolerância ao incerto seria uma forma psicológica fundamental para nós diminuirmos a nossa alergia psicológica à incerteza, a imprevisibilidade e, portanto, diminuir a nossa ansiedade. Aí é onde entra Jesus nessa reflexão de hoje. Aí é onde entra o espiritismo, aí é onde entra o cristianismo nessa reflexão de hoje. Porque percebamos, todos nós guardamos uma série de incertezas no nosso psiquismo. Essas incertezas elas estão muito vinculadas, por exemplo, ao nosso passado espiritual, em que nós nos equivocamos. Então, a gente se reencarna com um projeto ou com uma promessa e aí vem, será que eu vou cair de novo? Será que eu vou conseguir? Será que Olha a incerteza que é a reencarnação. A reencarnação é uma oportunidade de reparação para grande parte de nós e, portanto, uma grande incerteza de, será que eu vou conseguir ou não? Olha aí uma incerteza que tá no nosso psiquismo que tem a ver com o passado que a gente nem imagina. Além disso, a gente às vezes reencarna em períodos de tempo muito difíceis. Particularmente estamos reencarnados agora. Eu particularmente acho um momento muito difícil do nosso planeta Terra. Então eu tenho falado assim, são modernas guerras mundiais em que a gente vê eh situações muito difíceis, situações que geram muita imprevisibilidade, muitas incertezas. Então, certamente também no nosso psiquismo, na nossa reencarnação, a gente guarda alguma intuição dessas mudanças que estão por vir, essas coisas todas que estão acontecendo, as pandemias, enfim, tantas coisas que a gente já passou enquanto coletividade nessa reencarnação e de alguma forma isso estava ali no nosso no nosso psiquismo. Some aí um terceiro grau de incerteza, que são as imprevisibilidades do passado. A gente falou de modernas guerras mundiais, mas quantas guerras, digamos, veja, vamos supor que você tivesse reencarnado, vamos supor, em em Olinda, uma cidade que faz parte da grande Recife, da região metropolitana, mas Olinda nunca
mundiais, mas quantas guerras, digamos, veja, vamos supor que você tivesse reencarnado, vamos supor, em em Olinda, uma cidade que faz parte da grande Recife, da região metropolitana, mas Olinda nunca teve guerra. Teve a guerra do Mascates entre Olinda e Recife. Vamos supor que você reencarnou na Itália. Quantas guerras não aconteceram na Itália? Vamos supor que você reencarnou na França. Quantas guerras não tiveram na França? França, eh, Inglaterra. Então, onde nós estivermos reencarnados no passado, provavelmente tivemos algum tipo de conflito, algum tipo de guerra. Quando, por exemplo, o grande José Danchieta é chamado para poder intermediar uma paz na chamada Guerra dos Tamoios, que era uma uma tribo indígena dos povos originários, que, portanto, tinha muita aversão aos portugueses. E ali José Danieta, traduzindo aquele ser extraordinário que nós tivemos o privilégio de ter aqui no início da formação do nosso do nosso país, né? A primeira gramática do tupi guarani, José Danchieta. Os indígenas falavam, mas não tinham a escrita. Então ele escreve, ele coloca em símbolos, traduz a Ave Maria, traduz o Pai Nosso para o Tupi e vai lhe ensinando, trazendo eh a a arte. Então, um espírito notável que tinha uma paranormalidade fantástica e uma mediunidade também fantástica. Pois bem, olha aí, onde a gente for pensar, mesmo aqui no Brasil, nós tivemos guerras, tivemos conflitos. Ah, mas não era guerra gigantesca. Veja, naquele momento também nós não tínhamos acesso às informações tão intensamente quanto nós temos hoje. Nós temos ali um mundo, o nosso mundo era ali Olinda Recife, vamos supor um exemplo que eu dei, o nosso mundo era ali as terras brasileiras iniciais, o nosso mundo, ou seja, o nosso mundo era mais limitado. Então, para nós que estávamos ali, era uma guerra do nosso no nosso mundo. Isso traz como consequência uma série de medos de passar por isso de novo, de passar pelas incertezas da guerra, da destruição, da reconstrução. Então, veja quantos quantos graus de incertezas e de
o. Isso traz como consequência uma série de medos de passar por isso de novo, de passar pelas incertezas da guerra, da destruição, da reconstrução. Então, veja quantos quantos graus de incertezas e de medos, portanto, do incerto nós guardamos no nosso psiquismo, especialmente a gente pensa em reencarnação. Então, é muito interessante a gente pensar que nós somos uma transcendência e que estamos em uma imanência. A imanência, o nosso corpo, a transcendência, o nosso ser espiritual. Isso por si só nos dá um grau de previsibilidade de que olha, acontece o que acontecer, eu vou sobreviver. Isso é algo bastante importante. Mas além disso, a gente está numa imanência que é impermanente, ou seja, essa matéria e toda essa realidade, ela não é permanente. A permanência está na transcendência. E aí vem Jesus. É a grande permanência dessa transcendência universal. Jesus simboliza o farol. O que é que é o farol das nossas vidas? O farol do navegante, aquele que aponta o rumo. Então, Jesus é a grande permanência transcendente desse planeta Terra. E por mais que aconteçam impermanências nessa imanência reencarnatória, ele continua conosco até o final dos tempos. Ele desde sempre meu pai trabalha, eu também trabalharei. Por antes de Abraão ser, eu já sou. Então perceba ele dando referências para nós. Antes de Abraão ser, eu já sou. O meu pai trabalha, eu também trabalharei. Eu estarei com vocês até o final dos tempos. Então, essas âncoras do evangelho são muito importantes para nós tentarmos aumentar não as certezas, mas a tolerância às incertezas da vida em da vida que é impermanente, da vida que é reencarnação. Então, veja que paradoxo. Essas âncoras do evangelho nos fazem aumentar a tolerância em relação às incertezas dessa existência. Justamente porque nós temos uma certeza de transcendência em Jesus. Temos uma convicção de uma estabilidade que é para nós, para o mundo, terra, Jesus, porque ele é o guia, é o sol. é o modelo. Então, Jesus, antes de Abraão ser, ele já é. Isso nos dá uma uma convicção que
s uma convicção de uma estabilidade que é para nós, para o mundo, terra, Jesus, porque ele é o guia, é o sol. é o modelo. Então, Jesus, antes de Abraão ser, ele já é. Isso nos dá uma uma convicção que tranquiliza o nosso coração. E o mundo pode estar desabando, mas Jesus é o seu governante. A gente tem que ficar lembrando por às vezes tá desabando tanto que a gente fica: "Meu Deus, cadê Jesus?" Mas faça esse treino. Faça esse treino. Se você tem uma convicção de que Jesus é o governador, de que Jesus é o guia, ao invés de ficarmos perguntando assim: "Cadê Jesus nesse mundo todo?" A gente faz isso também na casa espírita. Mas como é que pode acontecer isso na casa espírita, eh, guiada por tal espírito, por outro espírito? Como é que pode acontecer isso em tal instituição? Veja, já tem aí um grau de certa prepotência nossa, porque quem sabe desse Jesus? Os cronóis e os cairóis de Deus não são vocês. Nós não temos como saber os planos da arquitetura universal. Nós não temos como saber os planos, porque esses planos eles são relacionados as atitudes que cada um de nós tomamos ao redor da nossa existência. Então, a evolução da Terra tem a ver com a nossa evolução. O psiquismo da Terra tem a ver com o nosso psiquismo. Então, esse planejamento da Terra, ele está sendo feito e refeito a partir também das nossas atitudes. Ó, Léo, mas isso que você tá falando parece contradizer que Jesus está no comando, porque o nosso psiquismo não consegue entender tudo. a gente não consegue entender, digamos, uma liberdade irrestrita. a gente pensa assim, liberdade ou do ponto de vista de ser irrestrito ou uma um aprisionamento. Nós não temos ainda um psiquismo profundo para entender algumas questões tão transcendentes. Por isso, a humildade de entender Jesus como sendo a permanência que nos dá uma sensação de tranquilidade e nos faz caminhar. Por isso a imagem que a gente vai colocar aí, Jesus, a cada dia basta o seu mal. Não vos preocupeis com o dia de amanhã. Ele não tá falando só das das ansiedades
o de tranquilidade e nos faz caminhar. Por isso a imagem que a gente vai colocar aí, Jesus, a cada dia basta o seu mal. Não vos preocupeis com o dia de amanhã. Ele não tá falando só das das ansiedades comezinhas do varejo do dia a dia. Ele está falando das ansiedades profundas do atacado, que é a existência na Terra. Não vos preocupeis com o dia de amanhã. A cada dia baixa o seu mal. Cada tempo vai tendo os seus males e também as suas soluções, as suas dissoluções. Portanto, nessa outra imagem de Jesus, eu queria ler uma parte do livro. A realidade guarda um pouco de pessimismo, mas também um pouco de otimismo. A realidade parece ficar no meio do caminho desses dois polos, mas a tranquilidade que ele, Jesus nos passa, vem da esperança que é realista e que se foca na evidência de que dias mais são possíveis e virão a partir da construção paciente, ou seja, pacientemente do presente. Por isso, a cada dia baixa o seu mal, sendo que ele de pé em cima do monte tornasse ia a evidência da esperança que diminui a ansiedade até o fim dos tempos. Para nós, portanto, espíritas, por mais incertezas que nós tenhamos e que a vida passe, que o mundo passe, nós precisamos lembrar sempre disso. É uma lembrança cognitiva. Jesus é a permanência transcendente que está conosco desde os inícios dos tempos e estará conosco até o final dos tempos. Ele não nos abandona porque o bom pastor conhece todas as suas ovelhas. E os caminhos da vida nós não temos como entender totalmente. Estamos abrindo ainda páginas da nossa transcendência pessoal. Imagine da transcendência dos arquivos universais. Com confiança oremos, porque a oração é a conexão que nós fazemos com essa transcendência chamada Jesus. E te pedimos, Senhor, pelo nosso mundo, pela nossa casa, essa casa que nós habitamos. Te pedimos em nome da paz que nós possamos ser um instrumento de paz. Obviamente, Senhor, não temos a potência de acabar guerras, mas temos a possibilidade de não iniciar conflitos íntimos e de conflitos na intimidade do nosso lar, na intimidade
r um instrumento de paz. Obviamente, Senhor, não temos a potência de acabar guerras, mas temos a possibilidade de não iniciar conflitos íntimos e de conflitos na intimidade do nosso lar, na intimidade das nossas instituições espíritas, na intimidade das nossas convivências diárias. É óbvio que nós não temos a capacidade no sentido de termos a potência, a força de acabar as guerras, mas que nós possamos lembrar disso. Temos a possibilidade de não iniciar um conflito, sim algum tipo de concórdia, algum tipo de união com maturidade, com amadurecimento. E por isso, Senhor Jesus, nós te pedimos que nós possamos ser instrumento de paz, instrumento de amor. Nos despede em paz e que assim seja.
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