Momentos Evangélicos com Leonardo Machado • O PODER DA ALEGRIA

Mansão do Caminho 31/08/2025 (há 6 meses) 1:02:41 13,965 visualizações 2,133 curtidas

Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. #espiritualidade #espiritismo #evangelho #deus #jesus #alegria

Transcrição

Queridos amigos, queridos amigas, tantos aqueles que estão presentes quanto aqueles que nos assistem pela web TV da Mansão do Caminho, que nós possamos estar em paz nesses instantes, nesses instantes em que nós tentaremos pensar sobre a alegria, quando é tão difícil pensar em alegria, de uma forma um pouco mais profunda e não de uma forma de, digamos assim, assim de um standup. Obviamente, falando de alegria, não vou fazer um standup porque eu não sou comediante. Porém, é óbvio que ao falar do tema, nós iremos lembrar de algumas situações para podermos desse ponto de vista evangélico, ou seja, do ponto de vista doutrinário, ou ainda do ponto de vista espírita, a alegria que o evangelho nos proporciona e, ao mesmo tempo, a alegria que ele nos convida a buscar. Para tanto, é interessante que abramos um dos livros mais belos já escritos, na minha opinião, que é justamente o Evangelho de João, sem nenhum nenhuma desconsideração com os outros evangelhos. Como conversei uma vez com o tio Divaldo, o evangelho de João, diria ele, para mim, eu para ele, é aquele evangelho que fala da mística. mística como sendo algo fundamental de uma experiência religiosa, de uma experiência, portanto, transcendente. Percebamos que o Evangelho de João, ele pouco narra, ele praticamente não narra assim parábolas, ele vai ser um evangelho mais conceitual. E o evangelho de João, ele vai ser escrito não na juventude do apóstolo, que era um dos mais jovens, mas na maturidade, né? Na última maturidade, talvez nem ele próprio sozinho escrevendo, mas com ajuda daqueles seus seguidores. Ou seja, é um evangelho da maturidade, um evangelho que consegue percorrer os 3 anos assim da vivência apostólica de Jesus. E um evangelho que, justamente para falar de coisas tão transcendentes que é a mística de Jesus, ele se propõe começar de uma forma artística, ou seja, ao invés de escrever de uma maneira, digamos, eh comum aos textos bíblicos, digamos, aos textos sagrados, ele acaba escolhendo uma forma mais dos salmos, ou seja, uma forma do

orma artística, ou seja, ao invés de escrever de uma maneira, digamos, eh comum aos textos bíblicos, digamos, aos textos sagrados, ele acaba escolhendo uma forma mais dos salmos, ou seja, uma forma do verso. Ele acaba escrevendo uma poesia, né? No princípio era o verbo e o verbo era Deus. E o verbo se fez carne e habitou entre nós. São versos. Se você vê a Bíblia, se você vê o Novo Testamento e você vê especificamente o Evangelho de João, você vai ver que o início deles são versos, ou seja, é uma poesia. Então, esse evangelho profundo desse discípulo amado, desse discípulo que não encontraria a morte de forma habitual como os outros, ou seja, pelo martírio da cruz, mas encontraria a morte na maturidade da vida. Ele começa o evangelho com poesia. já devo ter falado aqui, mas a própria palavra poesia é encantadora, porque poesia vem de poeses, uma palavra grega, e poi significa criação. Então, veja que coisa poética. Falar sobre a criação de Deus, no princípio era o verbo, justamente de forma poética, de forma poética. Quando nós estudamos medicina e vamos ver lá a hematologia, hemato é sangue, né? logia, estudo. Então, o estudo, né, desse tecido gigantesco chamado o tecido sanguíneo, nós aprendemos que o sangue é formado a partir da medula óssea e é formado através do processo de hematopoese, ou seja, criação, formação do nosso sangue. No final das contas, o que estamos falando nessa maneira simbólica, figurada, artística, é que nós temos um pouco de poesia nas nossas veias, temos um pouco de poesias no nosso corpo, temos um pouco de criação de Deus, do verbo de Deus nas nossas entranhas, ou seja, naquilo que nos identifica e daquilo que a gente fala assim no popular, olha, eu dou o meu sangue, ou seja, eu fiz um juramento de sangue, dizendo, portanto, dessa fidelidade desse apóstolo chamado João por tanto tempo que depois reencarna-se, segundo a nossa tradição espírita, as revelações dos grandes médiuns, como o próprio Tudivaldo, como sendo o Francisco de Assis, que vai

apóstolo chamado João por tanto tempo que depois reencarna-se, segundo a nossa tradição espírita, as revelações dos grandes médiuns, como o próprio Tudivaldo, como sendo o Francisco de Assis, que vai reerguer a igreja, vai sustentar a igreja na própria vivência, porque ele havia aprendido toda essa profundidade. Mas o evangelho de João, do qual nós vamos abrir, estamos abrindo hoje, agora, lendo juntos, visualizando, sem ler, digamos assim, ele vai começar depois da poesia, narrando o início do apostolado de Jesus, falando da postura muito bem bem dita, né, de João Batista como sendo precursor, colocando João Batista na humildade, né, daquele que eu estou anunciando. Eu não sou digno nem de calçar as sandálias, não sou digno nem de calçar os sapatos. Ou seja, eu estou muito a quem do Cristo. Mostra a humildade de saber o que se é, né? Ele não tá dizendo que olha quem sou eu? Ele está sabendo o papel dele. Eu sou o anunciador, eu sou um precursor, né? Eu estou batizando com a água, mas aquele que está vindo, ele vai batizar de uma forma mais profunda. Então, Amélia Rodrigues, nesse livro Quando Voltar à Primavera, ela abre um dos segundos capítulos, se eu não me engano, acho que é o segundo, justamente falando do Evangelho de João, né, trazendo essa passagem que eu queria me debruçar, que é justamente as bodas de Canaã, que está no segundo capítulo. Se o primeiro capítulo do Evangelho de João fala da poesia, logo em seguida ele vai falar do início da pregação de Jesus, né, da vida, digamos assim, pública de Jesus. e vai falar exatamente do encontro de Jesus com João, né? O batismo que Jesus se submete no rio Jordão e o batismo que ele então vai trazer à humanidade com uma outra forma de batizado em uma outra perspectiva. Pois bem, o capítulo um vai nos narrar os primeiros discípulos, os primeiros seguidores diretos de Jesus. E os primeiros seguidores diretos de Jesus vem justamente de seguidores diretos de João Batista. O o primeiro ou talvez o segundo, não importa muito bem a ordem,

primeiros seguidores diretos de Jesus. E os primeiros seguidores diretos de Jesus vem justamente de seguidores diretos de João Batista. O o primeiro ou talvez o segundo, não importa muito bem a ordem, é André. E um outro que era seguidor de João Batista também, Felipe. Então, André e Felipe, seguidores de João, como que seguem? Quando João anuncia que Jesus era assim o Messias, aquele Cristo, ou seja, aquele que ele estava eh digamos preludiando, André e Felipe, então eles aderem à causa de Jesus meio que pela confiança. Confiando em João, o Batista, eles deixam um pouco o mestre João e seguem o mestre Jesus, como que fosse assim, pela confiança emprestada. No Nordeste e no Brasil a gente tem isso, né? Olha, eu pego amizade emprestado. Eu sou amigo do meu amigo, então já é amigo meu. Nós tomamos a confiança emprestada. Foi isso que que André e Felipe fizeram, né? A confiança, o amor emprestado antes de Jesus fazer qualquer tipo de milagre, antes de Jesus fazer qualquer tipo de coisa. E André vai mais ainda, né? André às vezes passa pouco, passa um pouco batido, assim, passa pouco falado no na Bíblia, porque, por exemplo, no Atto dos Apóstolos, nós não escutamos falar muito sobre André, mas talvez a simbologia de André é aquele que escutando confia sem necessidade de um prodígio, só pela confiança do mestre. Olha, eu confio. Se tá dizendo, se João Batista tá dizendo, eu vou confiar. Então ele aposta, confiar é creditar algo. Acreditar algo é colocar crédito. Veja a palavra acreditar. Quando você tem alguma coisa de acreditação, é porque vai passar alguma fiscalização e vai dizer assim: "Olha, eu boto crédito, eu boto fé, eu fiz algum tipo de exame". Então, confiar significa creditar algo, como diz um um benfeitor loureiro, que confiança é confiar, é acreditar, ou seja, acreditar algo na contabilidade divina, na contabilidade universal. Ao invés de apostarmos nos jogos de azar, nós apostamos algo no jogo da certeza chamado evangelho. Foi isso que André fez. Então, uma pessoa que confia e é um

idade divina, na contabilidade universal. Ao invés de apostarmos nos jogos de azar, nós apostamos algo no jogo da certeza chamado evangelho. Foi isso que André fez. Então, uma pessoa que confia e é um empreendedor, digamos assim, nessa perspectiva. Mas além de confiar, ele consegue convencer o irmão. Ele vai lá, não, ele não queria ficar, digamos assim, ser salvo sozinho. Ele vai lá e chama Simão, que era irmão de dele, né, de André, vai lá e convida. E os comentadores da Bíblia colocam que talvez um grande papel de André é ser aquele que convida, ser aquele que é a porta, aquele que é a passagem, aquele que tenta comungar junto. E Felipe faz a mesma coisa. Pois bem, André, Felipe e Pedro, André e Pedro, irmãos, Felipe, talvez um amigo, eles eram da mesma cidade, Betsaida. Então, talvez conhecessem, né, na juventude foram jovens hebreus que queriam algo a mais, queria algum outro tipo de crédito, não contabilidade coloquial, mas na contabilidade universal. E Felipe lembra do amigo chamado Natanael e vai então convidar Natanael. E pelo que nós sabemos da Bíblia, do livro de João, ao que se parece, Natanael e pela revelação da benfeitora Amélia Rodrigues, Natanael era justamente de Canaã ou de Caná. De Canaã, não, de Caná. Nós não sabemos bem qual é a cidade Caná, né? Talvez seja KEF Caná a a a possibilidade maior, mas o fato é que é uma região próxima, tudo na Galileia. A Galileia é uma região muito pobre da Palestina antiga, né? E tudo girava em torno do mar da Galileia, que na verdade o mar da Galileia é um grande lago, né? É um grande lago que se desdobra rio Jordão. Então é um desdobramento. O rio Jordão se continua ali no mar da Galileia. E nós temos várias cidades Betsaida. E por exemplo, onde João Batista ele pregava e batizava era na chamada Betânia para Além Jordão. Era Bet Bará Barrá, né? Betânia além Jordão, perto de Betsaida. Então, por isso que eles, depois de Jesus então recrutar os primeiros dois discípulos, ou seja, aqueles que vieram emprestados de João,

Era Bet Bará Barrá, né? Betânia além Jordão, perto de Betsaida. Então, por isso que eles, depois de Jesus então recrutar os primeiros dois discípulos, ou seja, aqueles que vieram emprestados de João, André e Felipe, ele vai até Betsaida porque André vai chamar o irmão Pedro, né, naquela época apenas Simão. E depois eles vão então ao encontro de Natanael. Pois bem, Caná era perto de Nazaré. Nazaré é a cidade de Jesus, o Nazareno, perto de Caná. Caná é como se ficasse ao norte de Jerusal de Nazaré, perto do mar da Galileia, naquela região muito pobre. E quando Jesus, na verdade, quando Felipe fala assim, Natanael, eu, nós estamos seguindo agora o Cristo, nós conhecemos, ele está aí. Natanael era um bom hebreu, tanto que Jesus fala que era um homem reto, um homem justo. Mas Natanael fica surpreso. O Messias de Nazaré, ele conhecia Nazaré. Nazaré ficava ao sul de Caná, da aldeia dele. E Nazaré era uma coisa muito pequena. E ele próprio não acredita no início, ou seja, ele não coloca confiança. Aí pergunta assim: "Mas Nazaré, o que que pode vir de bom de Nazaré?" Então, a primeira pergunta de desconfiança, porque era um local pobre, é dele próprio que tá num local pobre também. Como é que pode vir de bom daqui? Eu tô vendo aqui, não tem ninguém, né? E aí vem um ditado, né, que vira ditado popular, mas que tá na Bíblia também, que tá no Evangelho, né? Ninguém consegue ser profeta em sua casa, ninguém consegue alguns outros traduções, né? Se você pega o evangelho apócrifo, eh, alguns apócrifos vão dizer assim: "Ninguém consegue ser médico da própria família". Eu acho curioso porque é isso mesmo. Quando eu quero falar alguma coisa de medicina pro meu pai, eu peço pro meu amigo, né? Porque pro meu amigo meu pai acredita, mas em mim ele, eu não sou médico, entendeu? E não é porque eu sou psiquiatra, não, porque o meu amigo também é psiquiatra, né? é porque eu sou filho. Então ele vai se acostumando, tem que atualizar o software, né, na cabeça de que ele não é mais só o menino, já é

ou psiquiatra, não, porque o meu amigo também é psiquiatra, né? é porque eu sou filho. Então ele vai se acostumando, tem que atualizar o software, né, na cabeça de que ele não é mais só o menino, já é algum alguma pessoa com alguma profissão há alguns anos. Então já fez esse combinado, ó. Quando for alguma coisa paraa tua família, eu falo e quando for paraa minha, tu fala, porque já é uma verdade bíblica. A gente brinca assim, né? É uma verdade bíblica. Pois bem, Natanael faz isso. Jesus vai e fala Natanael e aí faz, tem a narração, né? a narrativa de um fenômeno paranormal. Não é um fenômeno mediúnico, é um fenômeno paranormal no sentido de ser uma espécie de dupla vista. Ou seja, Jesus conseguiu ir antes, né, na figueira em que Natanael costumava ficar, lendo os pergaminhos e tentando, né, encontrar o Messias. Então, Natanael era um bom hebreu, estudava e Jesus, então não fica com raiva dessa pergunta, né? Porque ele podia ficar com raiva, mas Jesus era Jesus é Jesus. Então ele não fica com raiva porque a desconfiança fala mais de Natanael do que de Jesus. A incapacidade de confiar, ou seja, a dúvida é mais problema de Natanael do que de Jesus. Então ele não vai ficar com raiva de Natanaëlel. Então ele responde, Natanael, ele vai dar uma prova maior e diz, diz assim, Natanael, as tuas perguntas, as tuas procuras, aquelas procuras que você fazia quando estava embaixo da figueira foram respondidas. Quando Natanael escuta isso, como é que esse homem sabia que eu estava embaixo da figueira? é um fenômeno chamado, digamos assim, de dupla vista, uma capacidade paranormal para além da alma ou anímica de Jesus de ver além, não só além do seu tempo. Aí seria uma uma precognição outra capacidade paranormal de Jesus numa linguagem, digamos assim, autorizada, né? Ou seja, uma linguagem da obra psicológica, filosófica de Jana de Angeles, um fenômeno da paranormalidade de Jesus. e não só da mediunidade. Ele que era o médium de Deus, né? Era o médium de Deus e ao mesmo tempo era um ser que tinha essa

gica, filosófica de Jana de Angeles, um fenômeno da paranormalidade de Jesus. e não só da mediunidade. Ele que era o médium de Deus, né? Era o médium de Deus e ao mesmo tempo era um ser que tinha essa normalidade para além do habitual, uma paranormalidade. Então, com isso, Natanael acredita e segue. Então, temos os quatro primeiros discípulos, né? André, o irmão Pedro, o amigo deles Felipe e o amigo de Felipe, Natanael, mostrando o seguinte, quando a gente tem algo bom, a gente quer repartir, né? Quando a gente, porque é tão bom, rapaz, como um pouco aqui, né? A gente quer repartir. Repartir para quem? Para os amigos. Repartir para os amigos. É o primeiro ensinamento transcendente, místico, ou seja, simbólico, que João tem ocasião de contar. Não é à toa. Ele não tá contando apenas uma história, ele tá contando uma simbologia de tudo que aconteceu. Porque lembremos, é um evangelho de alguém que escreve, alguém que fala na sua maturidade, alguém que segue a vida toda e na sua maturidade consegue ver as entrelinhas. E segundo Amélia Rodrigues, estamos ali no mês de fevereiro, março, mais ou menos 2 meses do início do apostolado de Jesus, que duraria cerca de 3 anos, e continuaria, terminaria em uma festa, o Pessage, né, a Páscoa, e começaria numa festa. E nas duas festas oficiais, Jesus traz uma outra conotação. A Páscoa se transforma para ser o a comemoração não da passagem do povo hebreu para a terra prometida, mas da passagem de todos aqueles que acreditam, ou seja, todos aqueles que confiam, ou seja, todos aqueles que acreditam algo na contabilidade universal, a passagem de todos esses para uma outra terra, a terra prometida para além dessa existência, a passagem da transcendência É a festa da Páscoa na nossa percepção atual. Uma mudança, a passagem. A mesma coisa as bodas de Caná. Maria, a sua mãe, estava nessa aldeia e havia a festa de núpciassias, né? Um casamento. Então, veja a simbologia. Se o passage, a passagem simboliza essa transcendência, essa passagem para um outro nível,

a, a sua mãe, estava nessa aldeia e havia a festa de núpciassias, né? Um casamento. Então, veja a simbologia. Se o passage, a passagem simboliza essa transcendência, essa passagem para um outro nível, o casamento significa a aliança. O casamento significa quando eu não tô mais flertando. Eu tô tão empolgado, né? Tô tão apaixonado pela situação que eu tenho que casar com essa situação. Eu tenho que ficar com a vida inteira. E é justamente a primeira a primeira festa, né? a primeira passagem pública, digamos assim, de Jesus, tirando o batismo, né? Tirando o batismo, que foi público também. É logo a primeira passagem pública que ele faz o milagre. E então a sua mãe, Amélia Rodrigues, vê, veja que simbologia, quando voltar à primavera, é porque a gente não tem, mas aqueles que têm cantam e tocam a primavera de forma tão bonita que ficou imortalizada no Vivalde. Cantando as quatro estações e a primavera, um dos mais conhecidos, um dos mais belos. Quando voltar a primavera, quando voltar a beleza. Então, quando voltar a beleza dentro de nós, a florir dentro de nós e nós estivermos não só passando, mas nos casando com uma outra mensagem de aliança interna, nós então entenderemos com mais profundidade essa passagem tão controversa que, aliás, só João anotou. Nós não encontramos as bodas de Caná e nenhum outro evangelho, só no evangelho de João. Talvez pela controversa, talvez porque os outros evangelistas não estivessem e aí talvez ficar, será que existiu mesmo? Será que não existiu? Enfim, mas o fato é que Maria estava lá, ele passa nessa festa e Maria pede para que ele possa, né, eh, fazer vinho, fazer vinho. E então Jesus fala algo assim: "Mulher, por que me pedes isso? Que que eu tenho a ver com isso? Mulher, ele fala novamente lá na crucificação, né? Mulher, eis aí o teu filho para João, o evangelista. Mulher não significa uma palavra indiferente. Como diz Amélia Rodrigues, mulher era um tratamento profundamente respeitoso que ele utiliza. Mulher, o que que eu tenho a ver com isso? Porque

angelista. Mulher não significa uma palavra indiferente. Como diz Amélia Rodrigues, mulher era um tratamento profundamente respeitoso que ele utiliza. Mulher, o que que eu tenho a ver com isso? Porque a preocupação de Jesus também era que não se revelasse logo o ministério dele, porque tudo tem o seu tempo. Aliás, o Eclesiastes já diz isso. Tudo tem o seu tempo. Tudo tem o seu propósito. Vai, antes de mais, lembremos que em uma passagem muito parecida, eu queria fazer um parênteses importante sobre isso, uma passagem muito parecida que aconteceu com Jesus e com Paulo de Tarso. Porque Jesus, jovem, no seu apostolado, no início do seu apostolado, ele não tinha ainda revelado que ele era o Messias para de público assim. Então, um jovem que estava endemoniado, ou seja, estava com uma obsessão, o espírito usa o jovem e meio que para constranger Jesus, ele vai então anunciar, né, que aquele que ele Jesus atrapalhava os espíritos, né? Ou seja, que era basicamente o Cristo. Então Jesus com autoridade pede que o Espírito se cale. Por quê? Porque ainda não tinha chegado o momento das coisas acontecerem. Nós encontramos uma passagem parecida com Paulo. Quando Paulo vai a uma cidade chamada Filipos, né? tem a carta aos filipenses. Ele vai para lá e tinha uma médium também, uma médium famosa. Na verdade, a cidade ela acabava, digamos assim, acontecendo ao redor dessa médium, né? E o espírito que se comunicava, especialmente esse espírito através da médium, ele então eh fazia, né, digamos assim, adivinhações, as pessoas iam, então assim, existia um sistema econômico na cidade, entendeu? E aí ela quando chega Paulo, o espírito através dela fala assim: "Salvem os senhores de Deus". Então faz toda uma anunciação muito assim apoteótica, sabe? Muito profética, muita coisa assim. Então Paulo fica no bom português assim nordestino, cabreiro. Aqui tem essa palavra, não tem? Cabreiro. Fica que coisa é essa, né? Não tem isso no livro, na na nas no ato dos apóstolos, mas tem Emanuel, Paulo e

o fica no bom português assim nordestino, cabreiro. Aqui tem essa palavra, não tem? Cabreiro. Fica que coisa é essa, né? Não tem isso no livro, na na nas no ato dos apóstolos, mas tem Emanuel, Paulo e Estevão. Tem a descrição que Paulo vai procurar informações. Ele duvida de uma forma correta, porque a maneira era muito efusiva, a maneira era muito assim enaltecendo o ego dele e o ego de Barnabé. E Barnabé fica empolgado, né? Não porque fosse assim egóico demais, mas talvez não tivesse a perspicácia de Paulo, porque Paulo já havia sido um dos fariseus. Paulo já havia sido Saulo. Saulo, Saul em homenagem ao rei. O ego, portanto, querendo ser o rei. Agora era Paulo, que significa pequeno, ou seja, era o self que estava se desenvolvendo. Então, Paulo sabia, porque tinha sido Saulo, os enganos do ego, os as armadilhas do ego. E como às vezes os espíritos utilizam isso. Então, nesse sentido, ele fica observando, vai investigar em algum momento, ele faz então uma praticamente uma doutrinação, né, uma desobsessão, uma reunião mediúnica e fala assim com mais ou menos o que Jesus fez nesse momento no templo e fala eh para que o espírito saia, né, que tipo assim que não era bem aquilo, não era isso, quem somos nós? O que é que acontece? A palavra de Paulo era tão profundamente moral, né, que realmente o espírito é evangelizado. A médium não medioniza mais. A médio não dá mais nenhum fenômeno. Todo o sistema econômico da cidade cai por terra e Paulo vai preso. Por quê? Porque Paulo acabou com a questão econômica da cidade baseada na mediunidade paga daquela forma, né? Então, veja que coisa curiosa. Veja que coisa curiosa. Tudo tem o seu tempo, né? As revelações rápidas demais, enaltecendo o ego demais, mas tu és o Cristo. O Cristo sabe que tem o seu tempo. Eu sou o si, diria Joana de Angângel na sua fala psicológica. O si desenvolvido, né? o si mesmo que se desenvolveu. Eu sou o Cristo. E por saber que eu sou o Cristo, eu sei o momento das coisas. É nessa trajetória, portanto, fechando esse parênteses e

icológica. O si desenvolvido, né? o si mesmo que se desenvolveu. Eu sou o Cristo. E por saber que eu sou o Cristo, eu sei o momento das coisas. É nessa trajetória, portanto, fechando esse parênteses e voltando para Caná, que Jesus fala: "Mulher, que que eu tenho a ver com isso? Que é que eu tenho a ver com essa questão?" Mas a mãe, e Amélia Rodrigues de forma muito bonita coloca assim: "A mãe naquele momento acaba sendo oficialmente a intercessora da humanidade em relação a Jesus, né? Então ela intercede pel aquele casamento, intercede em relação ao casamento e a partir daquele momento, digamos oficiosamente, Maria se torna intercessora. Não que Jesus precise de uma intercessora, mas se torna uma intercessora. né? E aí o o imaginário popular nordestino do sertão, né? O ariano Suauna, no Alto da Compadecida, pegou isso muito bem, né? Olhe, fale com a mãe que a mãe tem, né? Aí o o não lembro se foi o Chicó, não lembro ou foi João Gril que tava lá no mundo espiritual no céu, né? Tava no inferno. Aí intercedeu para Maria, mas Maria você é mãe. A partir daquele momento, Maria se torna aquela mãe que abraça, né? E mesmo que não fosse o papel, ela então faz, né, em respeito, em consideração, em homenagem aquela mulher. São seis, né, seis vasos gigantescos, né? E é engraçado que ele pergunta isso e ela como mãe sabe a resposta sem ele responder, porque não há uma resposta de que ele vai fazer. Ele pergunta assim: "Mulher, que é que tem a ver com que eu tenho a ver com isso?" Ela olha, a Mélia Rodrigue diz que ela sorri e ele fica em silêncio. A comunicação, né, de mãe e filho já se estabelece. A mãe já sabia que tinha, digamos assim, amolecido o coração do filho, que é que pedido de mãe é difícil, né? Dizer não pra mãe. E o filho já sabia que era para fazer, né? Então ele faz Amélia Rodrigues de forma muito bonita, de forma muito poética, como uma mãe, narra essa essa passagem e ali está estabelecido oficialmente em uma nupsia, em um casamento, a transformação da água pro vinho, mostrando ali e os apóstolos

ita, de forma muito poética, como uma mãe, narra essa essa passagem e ali está estabelecido oficialmente em uma nupsia, em um casamento, a transformação da água pro vinho, mostrando ali e os apóstolos agora acreditaram, né? Natanaël talvez tivesse na dúvida, porque sei lá, pode ser que ele tenha adivinhado, pode ser que tenha chutado, mas agora como é que transforma a água em vinho? É o primeiro sinal. E os comentadores falam também assim, né? Se João veio batizar com uma água, Jesus veio trazer um outro tipo de líquido, um líquido que traz um outro tipo de visão, né? uma embriaguez do bem, ou seja, fazer com que fiquemos tão deliciados com o evangelho que fiquemos saciados. Eu acho interessante porque a sede é importante matar a sede, mas é interessante a simbologia do vinho, porque simboliza o quê? Prazer. simboliza a saciar não a sede, que é uma coisa básica, mas saciar o prazer. É como se a mensagem de Jesus não viesse só saciar a sede, ela viesse saciar o prazer. Então, é uma mensagem de alegria, é uma mensagem que satisfaz, muito embora de uma forma diferente da qual nós estamos acostumados a saciar a o nosso prazer, a calar o nosso prazer. Então, é interessante que o evangelho de Jesus, o apostolado, começa numa festa, termina em uma outra festa, mas a outra, uma festa, não é de alegria comum, é de uma alegria transcendente, totalmente diferente. É como se primeiro ele tivesse trazendo uma amostra mais simples pra gente poder entender que o evangelho é alegria. E como todo mundo, né, não conseguia entender, a alegria convencional de um casamento, de uma festa, é a primeira vez e a única, segundo Amélia Rodriguez e segundo a gente vê no Evangelho, que Jesus comunga, né, a Jesus passa assim uma festa comum. E eu acho bem interessante a gente pensar nessas coisas, porque às vezes a gente tenta humanizar demais Jesus, aí o filme ou seriado começa a ficar meio assim, humanizando demais, né? Ou então a gente acaba divinizando de uma forma que a gente coloca tão longe Jesus que não é

ente tenta humanizar demais Jesus, aí o filme ou seriado começa a ficar meio assim, humanizando demais, né? Ou então a gente acaba divinizando de uma forma que a gente coloca tão longe Jesus que não é mais nem amigo, né? É um vigilante cruel. Jesus. E eu acho que a simbologia mais interessante é foi o que eu vi numa palestra que fiz assim no no Rio Grande do Sul há muito tempo. Meus filhos estavam pequenininhos, estavam recém-nascidos e aí me sabiam que eu tinha tido filho e aí prepararam uma um boneco de Jesus. Eu achei lindo porque realmente é uma coisa que traz próxima, sem, digamos assim, dessacralizar de forma negativa, mas colocando no que há de mais de sagrado na vida, que é o humor que nos faz transcender o brincar. Qual que a linguagem da criança? Brincar. E depois eu vi um um presépio, um presépio de criança, né? Que vez daquele presépio que lá em casa tinha. E bom, muito bom, viu, mãe? Você tá me escutando? Era ótimo o presépio. Mas a gente ficava com medo de quebrar porque era um presépio tão bonito, tão assim, entendeu? De porcelana, não sei o quê. Você não brincava com presépio. Então o presépio que eu vi era de uma de brinquedo, entendeu? Feito pra criança brincar. Que que estratégia de marketing interessante, né? Porque você coloca de forma adequada, né? Ou seja, na linguagem da criança pra criança brincar e se acostumar. E ali um sobrinho meu, britânico, inteligente, que só então quando foi fazer um desenho de superherói, todo mundo fazendo super, etc., ele colocou super Jesus. Vê que coisa. a gente vai dando logo, apresentando. Então, talvez essa passagem das bodas de Caná nos mostra uma introdução à alegria. Inicialmente as festas que a gente faz quando vai comemorar 50 anos da casa. Tem um bolo, tem a comida. Eu estive no sertão final de semana passado e aí tem um colega muito dinâmico que também é do IBG lá e aí ele organiza organiza o movimento espírita do local, mas também organiza as festividades do IBGE que ele também era trabalhava, né? Então ele pedia

um colega muito dinâmico que também é do IBG lá e aí ele organiza organiza o movimento espírita do local, mas também organiza as festividades do IBGE que ele também era trabalhava, né? Então ele pedia sempre a mesma pessoa, a mesma senhora. E aí a senhora falava assim: "É pro IBGE ou é pro espírita?" Aí ele falou: "É pro espírita". Sempre isso, sempre isso. Olha, por que pro Porque o espírito eu boto um pouco mais, porque come que só veja, do sertão da Paraíba ao sul gaúcho, né, nós temos uma festividade também normal e faz parte pra gente poder congregar, né, não ficar aquela coisa tensa demais. Jesus nos apresentou isso, né? A ideia da alegria. Porém, porém a gente às vezes se confunde e é fácil a gente se confundir. E me permitam contar algumas coisas a título de análise, muito mais do que qualquer outra coisa, mas pensar como a gente confunde essas bodas de Canã. Então, é fácil de confundir, né? Sempre tem uma brechinha na lei, mas foi um vinhozinho, né? Foi Jesus que fez o vinãozinho, né? Nessa abertura da lei, a gente sempre tem uma brecha na lei, não tem? Sempre tem uma brechinha na lei. E aí eu vi uma brecha na lei interessante, né? Aqui na Bahia, não foi só na Bahia, podia ser em Pernambuco, mas é porque o baiano é curioso, né? Assim, é criativo, o baiano é interessante, não nasce, estreia, né? Então o baiano tem um jeito todo especial, né? Era uma festa de casamento lá no no Pelouri, uma igreja linda assim, né? No final assim, você tem uma vista eh do mar linda. Eu participei, né? Era uma festa de casamento de um amigo pernambucano, médico, que tinha feito residência médica aqui e tava se casando com uma juíza baiana. Então eles estavam se casando, etc. Casaram aqui, depois se mudaram. Pois bem, eu vim pro casamento e aí o padre fez uma um casamento, foi bem interessante e depois a festa, né, a festa pós casamento, que era lá mesmo no Pelouri, não sei onde é o local, mas enfim. O fato é que lá pelas tantas eu vi o padre, né, e o padre tava na alegria, né,

interessante e depois a festa, né, a festa pós casamento, que era lá mesmo no Pelouri, não sei onde é o local, mas enfim. O fato é que lá pelas tantas eu vi o padre, né, e o padre tava na alegria, né, uma alegria danada, assim, uma alegria. Quando eu vi o padre tava assim bebendo o vinho de Canã. e bebê do embriagado, feliz. Aí todo mundo falava e todo mundo obviamente apontava pro padre, né? Padre, rapaz, o padre. E aí eu fiquei assim com uma com uma certa compaixão do padre e falei: "Mas padre, aí cheguei assim, né? Você sabe, né, padre, que Jesus transformou pé água em vinho e nas bodas de Canaã. Eu já dei a brecha da lei para ele como se fosse consolar ele, entendeu? Foi o psiquiatra querendo consolar. Aí ele ficou assim feliz, empolgado. Pois é, meu filho, e a festa durou três dias. Mas eu achei assim, eu não sei se o padre é baiano, mas o padre é brasileiro, né? O padre é brasileiro, né? E eu falei: "Pois é, padre, meu filho, eram três dias e tal e tal". Aí ele perguntou: "E a festa?" A festa é de quem? Quem é um casamento? Aí eu falei: "É de médico?" É. Aí eu falei: "É, como é que o senhor sabe, rapaz? Porque a festa de médico é boa. Ele já tava acostumado, né? Ele falou, falei, é um médico e uma e realmente festa de formatura, de não tem mais um dia, não, são uma semana, né? É tanta, porque é tão difícil, conversava isso com um estudante de medicina, né? Rapaz, você viu que uma bronca é tão grande sair de estudante e virar médico é tanta responsabilidade que o pessoal não pode lembrar da responsabilidade. Então é cerveja, bebida para pagar, né? para não lembrar da transição que tá acontecendo. Veja que coisa interessante. Mas as confusões do conceito, será que Jesus, né, queria nos ensinar que a alegria do evangelho, né, é a questão das boldas de canal, vinho. Ah, mas o vinho não tinha álcool. Eu acho que é uma discussão válida, mas eu acho que é mais simbólico a gente pensar primeiro na confusão de conceitos que a gente faz para podermos entender o que é alegria,

o vinho não tinha álcool. Eu acho que é uma discussão válida, mas eu acho que é mais simbólico a gente pensar primeiro na confusão de conceitos que a gente faz para podermos entender o que é alegria, né? O que é? Jesus era preocupado com os conceitos. Percebamos que ele perguntou para os discípulos: "Quem vocês acham que eu sou?", né? Quem vocês acham que eu sou? Porque era importante que eles soubessem que era o Cristo para poder dar o testemunho. Porque ser seguidor de Jesus nas bodas de Canaã, como diria, né? Três dias dessa forma, era bom demais. Agora, será que eu vou ser seguidor de Jesus depois da crucificação? Será que eu vou ser seguidor de Jesus depois? Será que esse casamento vai durar na hora do sacrifício ou vai ser só na hora das bodas de Caná? Então, era importante que os discípulos tivessem confiança, firmeza, estivessem casados com a mensagem, sabendo quem ele era. Então, é interessante a gente primeiro pensar nisso e eu acho interessante os conceitos que as pessoas fazem. Eu estava eh terminando um evento espírita e era um evento que tinha arte, etc. Tinha um amigo que toca, eu não toco, né? Ele também tocava, tal. Era uma orquestra de violões, eh, espírita. Aí tocando, beleza. Aí eu fui dar a carona para ele, né? Ele tu me leva em casa? Levo. É impressionante, né? Quando você dá um pouquinho de mais de abertura, a pessoa já sente vontade de perguntar as intimidades, né? Então só foi assim 5 minutos de carona. Ele falou: "E aí, rapaz? Conta a verdade. Que verdade? A verdade, qual verdade? Sobre o quê? Rapaz, tu fuma um baseado, né? Mas que coça, né? Aí eu fiquei assim, eu não sabia que eu respondi. Como assim? Maconha, por que tu acha que eu uso maconha? Veja, ele me conheceu numa palestra espírita. Eu não sei qual foi o conceito dele achar que eu usava. Mas por que o senhor acha que eu uso? Não, porque tu é muito calmo. Então, veja a confusão de conceito. Eu falei: "Olha, eu nunca nunca usei, não uso, né? Eh, fico tranquilo. Se você usar, não fique

. Mas por que o senhor acha que eu uso? Não, porque tu é muito calmo. Então, veja a confusão de conceito. Eu falei: "Olha, eu nunca nunca usei, não uso, né? Eh, fico tranquilo. Se você usar, não fique preocupado, eu não vou lhe julgar, etc." Ele aí ele sabia, né? Ele começou a se confessar para mim e tal, etc. Ele falou, aí eu falei: "Mas que engraçado, quer dizer que para você ser calmo, tranquilo, você tem que usar maconha. Então, veja o conceito, né?" Aí um outro amigo, ele estudante de medicina, né? Sabia que eu fazia caridade, sabia que eu me dedicava, né? Sabia que desde cedo fazia. E aí ele chegou para mim em determinado momento e falou assim: "Melu, que coisa, né? Eu achei que tu era homo afetivo." Aí eu, mas por que você achou? Não, porque você faz caridade, você é muito abnegado. E quer dizer que o hétero não é abnegado também? É. Aí ele, eu nunca tinha visto um hétero abnegado assim mais adiante isso, depois passou o tempo, etc. E então uma senhora, uma paciente, né, ela ficou com a raiva de mim assim. E depois de uns dois anos sem vi, ela voltou pro consórcio e falou: "Doutor, eu vim só pedir desculpa pro senhor." Desculpa que foi, não porque eu fiquei com raiva do senhor, mas raiva do senhor eu fiz alguma coisa errada na Não foi na consulta não. Quando eu descobri que o senhor era divorciado, eu falei: "Ele errou". Aí eu como assim? Era: "Não, eu fiquei com raiva do senhor. O senhor não podia ter caído. Eu como assim caí pelo divórcio assim?" Mas veja, no Evangelho Segundo o Espiritismo tem uma possibilidade de divórcio, né? Há uma brecha nessa lei, né? Quando a gente casa, mas pode divorciar, ter lá no evangelho, quando já tá tudo separado, a gente só formaliza uma separação que já existia. Não, doutor, mas eu, vocês entendem o que que ela achou, né? que eu estava totalmente perturbado e eu descobri que de fato os divorciados, né, me perdoem, os divorciados somos perturbados, né, porque até então eu era boa companhia, né? Eu era uma boa companhia, assim,

estava totalmente perturbado e eu descobri que de fato os divorciados, né, me perdoem, os divorciados somos perturbados, né, porque até então eu era boa companhia, né? Eu era uma boa companhia, assim, toda amiga de meus amigos queriam andar, que eles andassem comigo. Lembro de um que falou assim: "Olha, eu quero que fulano ande com você porque ele vai ficar mais no bom caminho". Essa mesma amiga começou a evitar que o marido ficasse comigo, porque eu podia ser o caminho do mal, entendeu? Desviando um anticasamento. Eu me lembro que eu falei assim: "Olha, muito obrigado por deixar seu marido ir na minha casa conversar comigo. Eu quero dizer para você que eu sou pró casamento, viu?" Então, que coisa estranha, né? Eu tava no banco do réu sem saber. Então, ela falou assim: "Pois é, doutor". Então, até que minha filha falou: "Mas mamãe, você já pensou?" Aí começou a falar as coisas lá, ela: "Doutor, então vou pedir desculpa. Uma outra falou assim: "Doutor, você sabe que eu perdoei meu ex, né?" Eu falei: "Mas por quê? Que bom que você conseguiu perdoar. É uma coisa boa, é uma coisa terapêutica. Não, doutor, porque eu perdoei o senhor, né? O senhor, né? Aí eu como assim? Você tá querendo falar o quê, né? Aí ela: "Não, doutor, o senhor sabe, né?" "Não, não sei não. O senhor sabe, né?" "Não, não sei, né?" Curiosamente, o meu tio Divaldo, né, ele ficou assim bem, me tranquilizou, falou: "Olha, meu filho, eu vou apresentar aqui toda essa senhora divorciadas". Ou seja, meu filho, há espaço no reino de Deus pros divorciados de forma bem leve, de forma bem tranquila, de forma bem amena. Por quê? Porque nós confundimos as coisas, mais ele que era um tio, né? de o protetor quando então eu encontrei, né, o amor da minha vida, né, então ele falou: "Vamos mostrar esse amor para todo mundo, né?" E aí eu, ah, depois no aniversário dele, eu falei assim: "Tio, né? Pensei: "Você sempre leu o meu pensamento? Eu vou ler o do senhor tio, o senhor tava preocupado, né? Não falou nada porque ele é uma

E aí eu, ah, depois no aniversário dele, eu falei assim: "Tio, né? Pensei: "Você sempre leu o meu pensamento? Eu vou ler o do senhor tio, o senhor tava preocupado, né? Não falou nada porque ele é uma pessoa discreta, discretíssima. Mas ele tava, eu falei: "Se eu tava preocupado, né? Eu tava com 35 anos, jovem, solteiro de novo, né? Ou melhor, solteiro não, solteiro vai pro céu. Eu tava divorciado, com dinheiro, com carreira, com alguma beleza, com saúde. O senhor tava preocupada, hein? Tiu, quando chegou a Paola, o senhor ficou calmo assim. Aí ele olhou para mim, foi mesmo, meu filho. E aí na sala do almoço do aniversário dele de 2024, né? Então ele falou assim: "Olhe, eu tava, ele contou a história, eu tava tão preocupado, mas graças a Deus, a Paulo é uma bênção, né? Porque ele sabia dos atavismos de todo mundo, porque a gente não tava ali como João comungando do evangelho, né? A gente tava tentando talvez encontrar um caminho, mas como o passado reencarnatório não dá para esconder o meu, então dá para saber os atavismos que cada um tem e dá para saber o meu atavismo, né? Então eu falei para ele e ele falou assim: "Olhe aí pedi para mostrar a foto da Paola". Ele falou assim, né? Achei interessante do tio, uma uma um humor, né? E falou assim: "O doutor é humilde de humildade, mas não é humilde de gosto, né? Eu fiquei assim feliz porque óbvio que eu considerava a opinião dele. Então ele tá dizendo que eu acertei, né? E uma coisa curiosa, como nós fazemos confusão com os conceitos e às vezes fica um peso esses conceitos confusos dentro de nós. Por quê? Porque ora, a gente vai fazer o que todo mundo pede para que a gente faça para comungar da alegria. Como um aluno meu professor, quer dizer que o senhor nunca foi paraa Olinda, Olinda lá em Recife? Aí eu falei: "Não, já fui, mas não para o carnaval, né? Carnaval não foi não. Mas professor, você não gosta de dançar?" Não gosto. Gosto de dançar forró, mas Fre é muito difícil. Fre é um balé. Não, mas do professor, não tô falando de de dança, né,

al, né? Carnaval não foi não. Mas professor, você não gosta de dançar?" Não gosto. Gosto de dançar forró, mas Fre é muito difícil. Fre é um balé. Não, mas do professor, não tô falando de de dança, né, professor? Tô falando do carnaval em Olinda. Você nunca foi? Eu falei: "Você sabe que não, não gosto muito, é muita gente. Ah, doutor". El falou assim: "Ah, professor, o senhor não sabe o que é viver, viu? Até hoje o senhor não sabe quem não foi pras ladeiras de Olinda, pros quatro cantos de Olinda, disse ele assim, com todo o seu ar profético de certeza. Quem não foi pras quatro ladeiras de Olinda e ficou naquele montoado, não sabe o que é viver. Se a gente for ficar preocupado com o conceito dos outros, a gente nunca vai ser feliz, nunca vai ser alegre. Porque se a gente for ficar preocupado com os conceitos externos, nós não vamos encontrar o que nós somos. Nós não vamos encontrar a nossa essência. Nós não vamos encontrar aquilo que nós queremos, aquilo que nós desejamos, aquilo que nós podemos. Nós devemos seguir o nosso caminho. E se o nosso caminho nos fala para beber dessa água do evangelho e beber desse vinho diferente do evangelho que nos dá um prazer diferente, sigamos. Sem nos preocuparmos com a opinião de terceiros, sem nos preocuparmos tanto assim, apenas tenho dito com aqueles que importam. A opinião do tio Divaldo claramente importa para mim. importava e importa. Então, a fala dele me deu uma tranquilidade, obviamente me deu uma tranquilidade de poder saber que eu não tava assim tão perturbado, porque afinal de contas de uma paraa outra eu era tio Divaldo. Que bênção podermos ter essa releitura com a leveza que ele poôde nos dar. A leveza que ele pode nos dar de um homem que viveu a toda a sua experiência. óbvio, sem compará-lo a nenhum tipo de discípulo, mas mostrando a evolução, a perspicácia que João teve. João inspirador da obra cristã e desta obra. João inspirador e inspirado na parceria com a benfeitura, poder nos dar a perspicácia de dizer: "O evangelho não

o a evolução, a perspicácia que João teve. João inspirador da obra cristã e desta obra. João inspirador e inspirado na parceria com a benfeitura, poder nos dar a perspicácia de dizer: "O evangelho não só é a água da vida, mas é o vinho da existência, o vinho que nos sacia o prazer, nos trazendo um uma outra perspectiva de satisfação nos dias em que a psicologia é positiva, nos dias em que a felicidade sendo reestudada pela ciência, a partir desse ramo, vai nos dizer que alegria, prazer e satisfação são coisas que às vezes vem juntas, mas não são coisas iguais. Como disse um filósofo francês, Frederick Lenoar, a alegria é o prazer elevado à sua máxima potência, mas a satisfação nem sempre é prazerosa. Ou seja, a satisfação nem sempre é alegre. na alegria que nós estamos acostumados no mundo, nas águas e nos vinhos coloquiais do mundo. A alegria nos fala, o evangelho, nos traz um outro paradoxo, não é? Essa mistura promíscua de conceitos que mistura a nossa cabeça e nos confunde. É uma mistura paradoxal de conceitos que vai dizer assim: "Há uma glória no sacrifício. Glória o máximo da alegria. É a alegria que glorificate, ou seja, em latim, nos glorifica, nos torna perto de Deus e, portanto, nos torna mais alegres." Sim, há um paradoxo no final da sua reencarnação. Então, pôde conversar algumas vezes, né, e perguntando: "Tia, o senhor tá preocupado?" Porque eu havia visto 5 anos atrás, quando estive pelas primeiras vezes aqui, final de 2019, ní 2020, né? No final das 2020, na pandemia, não, logo depois da pandemia, logicamente que o tio preocupado com a continuidade não só da casa, mas do espiritismo. Obviamente que ele sabe das dificuldades que é manter algo como esta casa e algo como o espiritismo, especialmente se nós estivermos confusos nos nossos conceitos, como aparentemente estamos muitas vezes no nosso meio espírita, confundindo prosperidade material com prosperidade espiritual. A prosperidade espírita pode até ser material se nós pudermos utilizar bem e como encontro

e estamos muitas vezes no nosso meio espírita, confundindo prosperidade material com prosperidade espiritual. A prosperidade espírita pode até ser material se nós pudermos utilizar bem e como encontro tantas pessoas que utilizam bem a prosperidade que tem no bolso material. E aí, transformando a inteligência tanto quanto o dinheiro em uma coisa frondosa para podermos multiplicar a água em números abundantes. Como vi quando pela primeira vez estávamos preocupados, eu estava preocupado porque estávamos amostras de remédios acabando e eu não queria como gerente dar despesas à instituição. E no dia, no final de semana que acabaram as amostras, eu tinha várias pessoas para ajudar aqui na mansão, pessoas assistidas por nós, chega a doação enorme. Nunca vê uma indústria, e falo isso com muita tranquilidade, nunca vi uma indústria farmacêutica fazer doação gratuitamente assim, sem pedir que tem uma placa dizendo assim: "Nós doamos porque veio aqui, conheceu a instituição e ficou glorificado pela alegria, esse prazer, essa satisfação." E aí quando eu fiquei tão emocionado que eu me lembrei de João, o evangelista, já como Francisco de Assis, quando fala assim: "Francisco, reergue a minha igreja", né? E num local remançoso que nos fala de Francisco, cada medicamento daquele é um tijolo que significa a igreja que Francisco edificou. Porque não dá para falar só de coisas assim teóricas, conceitos, se você não tem uma coisa prática, uma prática, uma praxis. Cada doação daquela simbolizava para mim um tijolo da igreja chamada ajuda em saúde mental. desse vínculo, porque é muito simbólico um médium da estirpe do nosso tio Divaldo, a benfeitora da estirpe da benfeitura de uma obra psicológica dar valor à ciência, não só na fala, mas com o concreto chamado medicamento, que não cura, mas remedia. é o remédio. E é tão bom remediar, é tão bom remediar as dores, diminuir as angústias, porque às vezes ficamos tão ambiciosos assim, eu vou curar, remédio não faz nada e a gente não consegue também fazer nada

dio. E é tão bom remediar, é tão bom remediar as dores, diminuir as angústias, porque às vezes ficamos tão ambiciosos assim, eu vou curar, remédio não faz nada e a gente não consegue também fazer nada porque fica tão ambicioso, tão prépotente e não tem humildade de fazer o trabalho braçal. Veja a Bezerra de Menezes. Tenho pensado muito no Dr. Bezerra. Por quê? Porque um espírito de maior grandeza, veja o que que ele veio fazer na existência. Ele não veio publicar tratados, ele veio ser o médico dos pobres. Ele veio atender gente, fazer o que a medicina nos manda fazer, cuidar. Eu não posso ser médico se eu não cuidar. Eu não posso ser médico, diria dizer, disse ele, se eu não cuidar das pessoas. E quando ele desencarna, ah, não, mas ele tava tentando buscar a evolução espiritual dele, ele já era antes de reencarnar. Mas mesmo já sendo depois de desencarnar, o que que ele faz? Receituário mediúnico. Atende pessoas, faz o básico, porque só dá para fazer o grande se a gente faz o básico. Só dá para fazer a grandiosidade se a gente faz o básico. Então é natural, é natural que a preocupação viesse, como ele falava, mas no momento da trajetória, no momento final, ele falava: "Não, meu filho, eu estou tranquilo porque as coisas já estão todas encaminhadas, as pessoas já sabem o que deve fazer". Ele estava tranquilo como Jesus confiando nele, Jesus confiando em nós, se queda tranquilo porque sabe que apesar do caos, apesar da confusão de conceitos que a gente faz nas brechas da lei, que criamos a nosso benefício próprio, ao invés do benefício humano, há uma ordem no cosmos divino, apesar da aparente confusão, que vivenciamos de tantas dores, de tantas angústias no mundo inteiro. Não temos como saber de tudo, não temos como saber os pormenores, não temos como saber os detalhes. Mas se a gente soubesse, não era confiar. Confiar é creditar, colocar um crédito, ou seja, empreender. A proposta espírita é empreendermos, mesmo sem termos total certeza, mas temos convicção. Não temos total certeza, mas temos

o era confiar. Confiar é creditar, colocar um crédito, ou seja, empreender. A proposta espírita é empreendermos, mesmo sem termos total certeza, mas temos convicção. Não temos total certeza, mas temos confiança. E é isso o que esses discípulos vieram nos mostrar. fazer um novo tipo de aliança, comulgando da alegria, mas transformando a alegria em algo de satisfação. satisfação. Pode acabar qualquer vinho que seja da vida, mas nós estamos não só com a água da vida que matou a sede e fez a gente sobreviver, mas estamos com o vinho do evangelho, saciados no nosso prazer e satisfeitos, porque estaremos então em outro patamar de perspectiva, como esses benfeitores do primeiro tempo, sem sabermos as perguntas, sem sabermos as respostas, porque não sabemos às vezes nem perguntar, muito nos responder, falando como Castro Alves, Senhor Deus, onde estáais? Onde estás que não me respondes? depois no mundo espiritual, podendo trazer a resposta para ele mesmo através de Chico Xavier, a resposta que é não resposta, a resposta da confiança que nos diz a mistérios peregrinos nos mistérios dos destinos que nos mandam renascer. Da luz do Criador nós nascemos, múltiplas vidas nós vivemos para a mesma luz volver. E buscamos aqui na humanidade as verdades da verdade, sedentos de paz e de amor. Mas em meio aos mortos vivos, nós somos míos cativos da iniquidade e da dor. É a luta eterna, é a luta bendita, em que o espírito se agita nas tramas da evolução. É a oficina onde a alma presa forja, a luz forja a grandeza da sublime perfeição. É a gota d'água que vai caindo no arbusto que vai subindo pleno de seiva e verd o fragmento do estrume que se transforma em perfume na corola de uma flor. A própria flor que terna expirando cai no solo e vai fecundando o chão duro que produz cair. Ela deixa uma aroma leve nas aragens que passam breves nas madrugadas de luz. É a ri bigorna, o malho. Pelas fainas do trabalho, a enchada fazendo o pão. Ou o escopro dos escultores que transformam as pedras em

uma aroma leve nas aragens que passam breves nas madrugadas de luz. É a ri bigorna, o malho. Pelas fainas do trabalho, a enchada fazendo o pão. Ou o escopro dos escultores que transformam as pedras em flores, em carraras de eleição. É a própria dor que através dos anos, dos algozes, dos tiranos, anjos puríssimos faz, transformando os neros rudes em araltos e virtudes, em mensageiros de paz. Porque tudo evolui, tudo sonha. Da imortal ânsia risonha de mais subir, mais galgar, porque a vida é luz, a vida é esplendor. Já que Deus é o seu autor, o universo e nós somos o seu altar. É por isso que aqui na terra às vezes se acendem radiosos faróis que esplendem dentro das trevas mortais e suas rútilas passagens deixam fugores e imagens em reflexos que são perenais. É o sacrifício do Cristo, portentoso jamais visto no sofrimento da cruz, sintetizando toda piedade e cujo amor a verdade nenhuma pena traduz. É Sócrates bebendo a culuta. É César ainda trazendo a luta. Tirânico conquistador. É Anchieta naquele momento ensinando os indígenas dos primeiros tempos, os indígenas ainda infelizes daquele momento. Mas é sobretudo o exemplo de humildade, de extremos caridade, de João Evangelista, o pobrezinho de Assis, que cantou as glórias do reino em poesia. No verbo de Deus, ele próprio também foi um ato de amor profundo, um ato que verbera, reverbera dentro de nós, porque ele também construindo e reconstruindo a igreja de Jesus pode nos dizer: "Para a frente caminha". O amor é a luz a que se cansa. Tenhamos fé, portanto, queridos amigos, tenhamos esperança. Apesar das dificuldades, das confusões conceituais, tenhamos esperança para o infinito. Nós marchemos hoje, agora e para todo sempre. Que assim seja. Muito obrigado, Dr. Leonardo, pela brilhante palestra desta noite e comooveu a todos os nossos corações e nos trouxe muita lucidez a respeito desse tema importante na nossa vida, o prazer e a alegria. Vamos agora então nos preparar para o encerramento da nossa reunião e convidando os médiuns

os corações e nos trouxe muita lucidez a respeito desse tema importante na nossa vida, o prazer e a alegria. Vamos agora então nos preparar para o encerramento da nossa reunião e convidando os médiuns passcistas desta casa. para que se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Senhor e Mestre Jesus, nosso divino amigo, sempre nos trouxestes a alegria, a felicidade com os vossos feitos, com os vossos ditos, com as vossas curas. com as vossas multiplicações de pães, de peixes, do afastamento dos espíritos mais difíceis, com o renascimento de muitas vidas que eram necessitadas e que realmente fizesses que retornassem ao campo da ação e do trabalho. Nesta noite, Senhor, nós vos nós vos prestamos uma homenagem através dos médiuns passistas aqui presentes, que eles através da vontade, da alegria, possam transmitir as suas boas energias para esse ambiente. originadas no mundo espiritual. Também daí provém um fluido especial que, mesclado ao dos médiuns passistas, transformam esse ambiente numa sala de cura para as nossas problemáticas físicas, mentais, espirituais, emocionais, sejam lá de que ordem for através de vós, Senhor, os benfeitores atendem a todas as nossas necessidades. eles a nossa gratidão, a nossa gratidão e também reconhecimento Adivaldo Pereira Franco, a Nilson de Souza Pereira, a benfeitura Joana de Ângeles e a sua equipe de trabalho que dirigem esta instituição. pensou os nomes que colocamos na entrada desse cenáculo, encarnados e desencarnados. Para ele, Senhor, estendas a vossa misericórdia, a água que te apresentamos, que também possas, através dos benfeitores espirituais, transformar no medicamento para as nossas problemáticas. físicas e espirituais. Abençoa-nos, conduz-nos de retorno ao lar para lá encontrar aqueles que nos são caros, levando a alegria e o bem-estar nos nossos corações. Abençoa-nos, despede-nos na vossa paz e que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. A nossa gratidão a todos.

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