Jesus e Saúde Mental | #153 • Perguntas e respostas

Mansão do Caminho 16/12/2025 (há 3 meses) 44:07 2,141 visualizações

Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado » Episódio 153 • Perguntas e respostas #JesusESaúdeMental #LeonardoMachado #Espiritismo #SaúdeEmocional #EquilíbrioInterior #Autoconhecimento #PsicologiaEspírita #Evangelho #Espiritualidade #BemEstar #ReflexãoDiária #EspiritismoPLAY *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Ā. >> Muito boa noite. Estamos mais uma vez no programa Jesus e Saúde Mental pela TV Mansão do Caminho. Hoje vamos dedicar o programa a responder perguntas que vocês enviam. A gente sempre coloca ali de vez em quando, né, coloca caixas de perguntas nos histories do meu Instagram porque fica mais fácil de manejar. É o Instagram Prof._leonardo Machado. Então, de vez em quando eu vou colocando, vou guardando e vou respondendo aqui. Às vezes vou respondendo com Ana Teresa, às vezes vou respondendo com o Sérgio Lopes. E aí a gente vai podendo fazer essa composição em torno de temáticas sobre saúde mental, mas com a perspectiva não só da psiquiatria, da psicologia, mas com a perspectiva espiritual, tá? E hoje o programa vai ser sobre essas perguntas que vocês enviaram. Fica também o convite para vocês enviarem outras perguntas, ficar ligado lá no no nos histories que de vez em quando eu fico colocando, tá bom? Mas vamos começar orando porque a oração é um instrumento muito forte, muito eficaz para, digamos assim, melhorar o nosso estado emocional, nosso estado mental e dizermos em conjunto assim no pensamento, fechar o seu olhos. Amado Mestre Jesus, tu nos disseste certa vez que onde houvessem duas ou mais pessoas reunidas em teu nome, tu também estarias aí. Aqui nos encontramos reunidos em teu nome, pensando sobre a saúde mental, mas pensando em como tu pode ser um instrumento de saúde. Por isso, aqui estamos duas ou mais pessoas rogando-te a presença indireta. a partir dos teus benfeitores, rogando-te a presença indireta a partir desses anjos de guarda, desses espíritos guia, desses espíritos que ajudam não só durante a confecção do programa, mas também a pessoa que está escutando. Aproveita esses instantes para que possa ser feita uma ajuda no ambiente, na casa. Há tantas dores escondidas, há tantas dores negligenciadas. Ajuda, Senhor, como tu sempre ajudas, mas que agora nós possamos estar abertos também para sentir essa ajuda. Muito obrigado e que assim seja. Então, pessoal, perguntas e respostas

res negligenciadas. Ajuda, Senhor, como tu sempre ajudas, mas que agora nós possamos estar abertos também para sentir essa ajuda. Muito obrigado e que assim seja. Então, pessoal, perguntas e respostas que nos foram enviadas, tá? E a primeira foi assim: "Professor, querido irmão, até que ponto o medo nos leva a perder a saúde mental?" Perfeito. O medo é uma emoção básica. E quando eu falo emoção básica, eu quero dizer uma emoção que já é inata, que nós já nascemos programados para sentir. Então nós temos chamadas mais ou menos seis emoções básicas, quatro que são negativas: medo, tristeza, raiva e nojo. Uma que é positiva, alegria, e uma que é neutra, que seria a surpresa. Bem, o medo, portanto, é normal, porque o medo, assim como o nojo, a tristeza e a raiva, ela nos protege. Essas emoções negativas tm a função de sobrevivência, porque só dá para viver bem se a gente sobreviver. Então, as emoções negativas, elas têm a ver com sobrevivência, com manutenção da vida, manutenção da espécie. É primeiro importante entender isso. Agora, quando o medo ele fica muito intenso, aí ele começa a trazer mais problemas, porque o medo desencadeia em nós uma série de reações fisiológicas. Como é que a gente se protege? A partir de reações fisiológicas que essas emoções promovem. Então, as emoções eh negativas, essas emoções que geram desprazer, estão vinculadas a uma proteção, elas geram, por exemplo, no final das contas, uma reação de luta ou de fuga ou de paralisia. Então ela gera uma tensão, um alerta, o nosso sistema nervoso simpático, ele é ativado. Então a gente tem uma série de mudanças hormonais e também de neurotransmissores do nosso corpo que nos ajudam a sobreviver. Tá bom? Agora imagina que isso fica de forma sustentada, isso começa a ser prejudicial. Por quê? Porque o corpo começa a se desgastar. E quando eu falo desgastar, eu tô falando desgastar mesmo, porque a a os adoecimentos psiquiátricos, nos quais essas emoções negativas elas estão persistentemente presentes,

rpo começa a se desgastar. E quando eu falo desgastar, eu tô falando desgastar mesmo, porque a a os adoecimentos psiquiátricos, nos quais essas emoções negativas elas estão persistentemente presentes, eles geram o quê? Um envelhecimento mais rápido. Quer saber como, por exemplo, a gente sabe, como é que você sabe disso, doutor? a gente sabe porque a as ciências e as neurociências também elas vão dando vários dados. Um dado que eu queria compartilhar é o envelhecimento celular. Nossa célula envelhece. A gente tá sempre renovando as nossas células. Faz parte da biologia da vida, mas às vezes esse envelhecimento é mais rápido. E como é que a gente sabe disso? a partir do tamanho do telômero. Então, conforme a célula vai envelhecendo, o telômero, que é uma parte do DNA, vai encurtando. Então, na medida do telômero, a gente vê o envelhecimento celular. Então, a gente sabe que doenças psiquiátricas não tratadas, incluindo transtornos de ansiedade, no qual o medo tá envolvido, a envelhece o corpo mais rapidamente, porque as células ficam mais encurtadas rapidamente. Isso vai gerar uma série de danos. Não só, não é a questão só estética, não é só da dermatologia ou da estética, é também uma questão da biologia em geral, não só da pele, tá? Como um todo, não é só o corpo, assim, a aparência que fica envelhecida, não é isso? é o corpo que fica mais envelhecido, tá? Pois bem, então, quando o medo ele começa a entrar dentro de uma perspectiva de psiquiatria, é quando ele tá muito intenso e muito prolongado. Se eu dar alguns exemplos. Medo patológico, fobia. Fobia é um medo patológico de algo. Então, fobia, o medo patológico de algo. Por quê? Porque é muito desproporcional. Então, vamos supor, a pessoa tem medo de barata, tem nojo, porque às vezes medo e nojo vem tudo junto. Por que vem tudo junto, Léo? Porque são as emoções negativas. Então, vem medo, aí vem raiva, vem tristeza. Então, às vezes é uma caixa de Pandora, aciona uma coisa, aciona tudo. Então, é normal ter um medo e um nojo de

unto, Léo? Porque são as emoções negativas. Então, vem medo, aí vem raiva, vem tristeza. Então, às vezes é uma caixa de Pandora, aciona uma coisa, aciona tudo. Então, é normal ter um medo e um nojo de barata. Mas se a pessoa tem uma fobia de barata, fobia de inseto, ela vai ter uma reação física muito intensa, uma crise de pânico. O sistema nervoso simpático dá uma descarga de adrenalina e ela sente um ataque de cardia muito grande que vai sentir quase como se fosse um infarto. Não é um infarto, mas ela pensa que ela sente como se fosse porque sente um ataque cardiaco. Então olha a desproporcionalidade aí. Uma coisa é ter medo, outra coisa é ter uma fobia eh que é muito intensa. Então, desproporcional, né? O medo quando é desproporcional ao estímulo. Ou pode até ser proporcional, mas é muito duradouro. O estímulo já foi embora. no estímulo que causava medo já foi embora, mas fica o nosso circuito cerebral e o nosso corpo acionado por essa emoção. É outra característica que mostra que o medo saiu do normal e entrou no patológico. Aí o medo vai se misturando. Por exemplo, o medo misturado com surpresa, interpretado como se tudo que for novo é potencialmente fatal é ansiedade. Ansiedade é medo misturado com surpresa. A ansiedade é o medo sem objeto. O medo tem um objeto, o medo de algo. A ansiedade é sem objeto. É um medo inespecífico, difuso, geral. Então, essas características vão mostrando eh que está saindo do normal e entrando no patológico. E, em geral vai entrando no patológico quando é desproporcional ou quando muito persistente, mesmo que o estímulo tenha o estímulo tenha ido embora. E aí a gente vai ver uma intensidade de sintomas no nosso corpo como um todo. E geralmente vai ser desprop vai ser intenso quando gera eh algum quadro psiquiátrico. Agora, qual o problema das pessoas não procurarem ajuda? É porque os transtornos de ansiedade, que são os mais frequentes, são justamente as fobias específicas. Então a pessoa tem fobia de elevador, o que que ela faz? Ela não anda de elevador. A pessoa

uda? É porque os transtornos de ansiedade, que são os mais frequentes, são justamente as fobias específicas. Então a pessoa tem fobia de elevador, o que que ela faz? Ela não anda de elevador. A pessoa tem fobia de altura, o que que ela faz? Ela evita. Então, um tratamento, entre aspas, que a pessoa acaba fazendo para evitar esse medo patológico fóbico acaba sendo se esquivar da situação. Isso não é bom a longo prazo, não tanto, né? Por quê? Porque o tratamento não foi feito. O tratamento mesmo seria dessensibilizar o cérebro. Esse é o termo técnico. E se acostumando com aquele estímulo e e mostrando pro cérebro que isso eh não é tão assim apavorante, assim, não é tão assustador. Léo, eu vou ampliar um pouco a pergunta, já que estamos aqui num ambiente espírita. E esses medos, eles não tem nenhum que espiritual. Muitas vezes tem. Do ponto de vista de influência espiritual, muitos espíritos que obsediam, eles utilizam o excesso de ectoplasma para plasmar figuras horripilantes e provocar a sensação de medo intenso. Hoje, no inconsciente profundo ou inconsciente coletivo reencarnatório, às vezes tem a marca do medo de outras existências, a marca de emoções negativas que ficaram guardadas em outras existências. Não é à toa, porque eu eu falei, as emoções negativas elas estão vinculadas ao quê? A sobrevivência. Então elas guardam a memória muito forte. Então é tão forte que às vezes isso fica guardado na tescitura perespiritual e mesmo o apagamento da das memórias na outra reencarnação. A gente tem um esquecimento da do passado na reencarnação, porque o nosso psiquismo não aguentaria a quantidade de traumas, a quantidade de emoções entraria num colapso. Como muito bem diz Jonas de Angângeles no livro Sendas Luminosas sobre o esquecimento do passado, o psicológico, o psiquismo tem um um limite para aguentar lidar com tantas informações, incluindo a questão emocional. Porque quando eu me lembro do passado, não é só a lembrança do fato, é a lembrança emocional. Então a gente tem

um um limite para aguentar lidar com tantas informações, incluindo a questão emocional. Porque quando eu me lembro do passado, não é só a lembrança do fato, é a lembrança emocional. Então a gente tem um apagamento. Porém, esse apagamento não é 100%. Existe alguma lembrança inconsciente. É um inconsciente reencarnatório que sobrevive. Então esse inconsciente predispõe o corpo mais facilmente que sente medo através de uma personalidade com muita esquiva ao dano. Esse é o termo técnico da biologia, da neurociência, do comportamento. Mas o termo espírita seria essas lembranças inconscientes de outras vidas que realmente fazem com que a pessoa sinta com mais facilidade medo. Então, é entender que o passado passou, entender que você é uma outra pessoa, entender que o perigo maior já se foi, mas muitas vezes quando passa do ponto precisa procurar ajuda, não só na casa espírita, mas também de profissionais habilitados. Por que, pergunta a pessoa, o simples é difícil de fazer? Porque o simples é difícil de fazer. Ah, temos muitas eh questões envolvidas, mas eu queria enaltecer uma. De alguma forma, eh, complexificar demais as coisas é uma defesa. Uma defesa que, de certa forma, tem a ver com a defesa chamada racionalização. Veja, a nossa mente tem angústia, é natural. Ninguém tá dizendo que não tem. Freud tem razão, a psiquiatria tem razão, a psicologia tem razão quando fala que nós temos muitas angústias. Porque, aliás, Jesus já falou isso. Na vida passareis por tribulações. Algumas traduções falam: "Na vida só trapassareis por tribulações". O budismo fala isso também, né? Na vida. A vida é repleta de sofrimentos. O hinduísmo também fala isso quando fala da batalha interna que o príncipe Ajuna tinha que ter com os príncipes cauravas. Ele é um príncipe pândava virtude precisava guerrear com os caurava os defeitos, as eh perturbações para poder atingir o samadi. Então nós temos as nossas angústias dentro de nós. O que é que a nossa mente faz para se defender e fazer com que a gente não fique vendo essas

efeitos, as eh perturbações para poder atingir o samadi. Então nós temos as nossas angústias dentro de nós. O que é que a nossa mente faz para se defender e fazer com que a gente não fique vendo essas angústias o tempo todo? faz o que a psicanálise chamou muito bem de mecanismos de defesa do ego. O nosso ego, a nossa, a gente até pode usar um termo espírito da psicologia de Joana, o ego como sendo a nossa personalidade, né? O ego como vinculado à nossa matéria, ao nosso corpo, ele tem que se defender. Então ele se defende utilizando mecanismos e um dos mecanismos é racionalizar demais. E essa racionalização de mais é uma complexificação exagerada. Então essa complexificação exagerada acaba tirando o tendo um efeito colateral. Porque se num primeiro momento esse mecanismo de defesa ele veio para nos proteger da angústia, no segundo momento ele acaba nos aprisionando nele mesmo. Então imagine só, vou dar um exemplo. A terapia cognitiva comportamental chamaria isso de estratégias compensatórias ou pressupostos subjacentes. São uma série de coisas que a gente vai fazendo para poder ter uma rotina, digamos assim, mais tranquila. Mas a gente às vezes fica preso nessas coisas. Então, imagine que a pessoa tem uma sistematização e aí realmente o grande exemplo é o toque, o transtorno obsessivo compulsivo. Ela tem uma sistematização tão grande para poder eh, digamos, guardar a chave no local, colocar outra coisa no outro local, que se sai disso, ela se desorganiza de um jeito que ela briga com todo mundo. Então, ela fica presa no checklist. Eu vou dar um exemplo e simples, saí do toque, vou pegar um exemplo simples. Quando eu estudei para o vestibular de medicina, então eu fazer um checklist ali, tem os assuntos e acho que todo concurseiro faz isso, faz ali uma meta, faz o checklist, pá, né? Dá o o o cheque e dá uma sensação de paz, tranquilidade. Era engraçado porque eu tinha um método que era o quê? Estudar o mesmo assunto por três formas. Então, era a leitura de um livro,

list, pá, né? Dá o o o cheque e dá uma sensação de paz, tranquilidade. Era engraçado porque eu tinha um método que era o quê? Estudar o mesmo assunto por três formas. Então, era a leitura de um livro, a leitura, eh, fazer um resumo e responder questão. Então, eu estudava o tema teórico, fazia um resumo e respondia a questão. Então, quando eu fazia isso, eu dava o cheque. Deu certo, passei medicina. Quando chegou na faculdade, o volume de assunto era tão grande que se eu fosse fazer isso, eu ficava perdido no próprio cheque. Porque é curioso, às vezes eu já sabia do assunto, mas eu tenho que dar meu checklist. Então, sei lá, eu já tinha já tinha aprendido o assunto só com as questões e com estudo, não precisava do resumo. Aí eu ia lá e fazia o resumo para ter certeza que eu sabia. Ou seja, é uma defesa para evitar a angústia de não saber. Então, complexifiquei demais o negócio. Quando chegou na faculdade de medicina, era tanto assunto que não dava para fazer mais isso. Então, a primeira coisa que eu aprendi foi não dá para fazer esse tipo de sistematização. Se eu conseguisse estudar só uma vez, já tava ótimo, porque tinha as chamadas aulas gravadas, o resumo dos slides, tinha tanta coisa, porque é tanto assunto, se eu conseguisse estudar uma vez por um método, tava bom isso eu e todo aluno de medicina acaba aprendendo isso. Tem que estudar pelo menos uma vez, ou seja, simplifica o negócio. Então, às vezes, a vida vai complexificando demais para proteger da angústia de não saber, para proteger da angústia da sensação de inferioridade. Então, como a gente se acha inferior, a gente acaba complexificando demais as coisas, porque complexificar às vezes nos dá um ar de maior sabedoria, quando no final das contas a sabedoria tá muito mais no simples. Porque se uma coisa não for tão, veja Jesus quantas verdades eternas ele simplificou. Então a sabedoria tá no simples. Então provavelmente as coisas estão no simples. Não é o simplório. O simplório aí já é reduzir, mas o simples é trazer

Jesus quantas verdades eternas ele simplificou. Então a sabedoria tá no simples. Então provavelmente as coisas estão no simples. Não é o simplório. O simplório aí já é reduzir, mas o simples é trazer ao inteligível algo que é ininteligível. trazer na palavra algo que é tão complexo, que só pode ser sentido que não teríamos outra forma. O, na filosofia teríamos o chamado o valor heurístico com H. E heurístico é simplificar sem tornar simplório. E a gente não faz isso porque a gente tem a ideia de defesa de que o o a complexificação vai como ser, digamos assim, eh mostrar que nós somos mais do que nós somos. Então é fruto de uma insegurança, trocando miúdos. Fazer o simples é difícil porque a gente fica inseguro e às vezes tem que mostrar que sabe complexificando demais. Como se libertar da tristeza no sentir das dores de um filho? Ah, veja, libertar da tristeza talvez não seja a meta. Libertar da tristeza. A gente não vai se libertar da tristeza, a gente vai adicionar alegria. É muito mais fácil adicionar emoções positivas do que tirar emoções negativas, porque nós não temos como tirar as emoções negativas por hora. E os anjos? Bem, aí já é outra patamar. Eu não sou um anjo. Você não é um anjo. Você não é um espírito perfeito. Eu não sou um espírito perfeito. Então esse patamar a gente pode reconversar quando chegarmos lá. Mas por enquanto não dá para tirar a tristeza, não dá para tirar raiva, não dá para tirar nojo, não dá para tirar medo. Como eu falei na pergunta inicial, é uma emoção básica, faz parte da sobrevivência. Então, não dá para lutar contra isso. É preciso adicionar outras coisas. E uma coisa fundamental é adicionar alegria. Como a gente adiciona alegria? através de gratidão, através de resignação. A resignação é uma forma de gratidão, porque quando eu me resigno, eu entendo que Deus está fazendo na minha vida o melhor. Quando eu me resigno, eu entendo e digo isso sinceramente como pai. Digo isso como pai, um pai presente, um pai que é pai, não um pai só de biologia, um pai

e Deus está fazendo na minha vida o melhor. Quando eu me resigno, eu entendo e digo isso sinceramente como pai. Digo isso como pai, um pai presente, um pai que é pai, não um pai só de biologia, um pai paterno. Então, Deus é que é pai. Eu só sou emprestado. Deus é que é pai. Deus é que tem um programa para meus filhos. Por mais que eles sintam dores e que essa dor doa em mim, faz parte do programa evolutivo deles, faz parte do processo expiatório deles. O que eu posso fazer é dar o suporte, é ser o porto seguro. Uma vez me disseram assim, e foi a Paola até com a sabedoria que ela tem, ela falou assim, eu falei assim, poxa, pá, ela falou assim, Léo, pense assim, muitas vezes nós somos o porto seguro dos filhos. Aí eu falei: "Mas eu não queria ser o porto seguro, eu queria ser o mar". Eu queria ser o mar. É uma prepotência, porque ninguém pode ser o mar de ninguém. O mar é a vida. Deus, portanto, é o mar onde navega o barco dos nossos filhos. Nós podemos ser o porto seguro, ou seja, aquele local simbolizado pela parábola do filho pródigo, a casa que está aberta para o filho que volta quando necessário, quando preciso para poder se reabastecer e para poder se realimentar. Nós temos a possibilidade de ser o porto seguro, mas a gente quer ser o mar, a gente quer ser tudo, a gente quer livrar os nossos filhos de tudo. Aí a gente isso a gente acaba caindo numa prepotência. E se é prepotência acaba sendo ingratidão, porque Deus é quem sabe. Deus é que é pai do teu filho. Deus é que é pai e mãe dos meus filhos. Eu sou apenas emprestado. Apenas tenho os filhos emprestados. Cairos de Braim. Vossos filhos não são vossos filhos, são os filhos e as filhas da vida em si mesmas. Vem através de vós, mas não de vós. E apesar de viverem convosco, não vos pertencem. Podereis, portanto, outorgar-les o vosso amor e a vossa sabedoria, mas não o a vossa forma de pensar. Na verdade, vossos filhos são como flechas e vós sois como o arco. Tereis que ter alegria quando esse arco permanece estável e a flecha é atirada

a vossa sabedoria, mas não o a vossa forma de pensar. Na verdade, vossos filhos são como flechas e vós sois como o arco. Tereis que ter alegria quando esse arco permanece estável e a flecha é atirada por Deus, complemento eu na vida. E não deixar que a flecha fique imóvel. E a nossa alegria complementando o poema de Cebraim vai ser que a flecha atinja o alvo. Mas esse atingir o alvo, nós que somos espíritas, nós sabemos, às vezes não é em uma existência, às vezes vai ser em uma outra. Então, a forma que eu diria para lidar com a tristeza é colocar a alegria. Colocar alegria a partir de gratidão e colocar gratidão a partir de resignação. Resignação é uma forma de gratidão a Deus. Quando nós entendemos submissos a Deus que tudo tem um motivo e só Deus sabe, o que nos resta é ser um arco estável, um porto seguro para nossos filhos. Não nos escondamos no pretexto de que eu sou mãe, eu sou pai e por isso eu vou ficar nesse sofrimento sem fim. Não, não nos escondamos disso, nisso. Porque Maria de Nazaré, você não é Maria, nem eu sou José, nem sou Maria, nem você José. Não temos essa capacidade, mas são exemplos, são arquétipos, são símbolos. Maria aos pés da cruz, resignadamente diante do filho Jesus e diante de Deus, amando Deus e amando o filho, aguentando as dores da cruz. Por isso que Maria é tão potente. Óbvio que é difícil a gente chegar nela, mas é um paradigma a sentir. Ela não sentiu tristeza, sentiu. Ela não ficou com a tristeza, é uma tristeza o que foi feito com Jesus. É uma tristeza. A gente não pode apagar a tristeza. É uma tristeza o que foi feito com Jesus. Então, não dá para apagar a tristeza, mas dá para acionar a gratidão. Muito obrigado, Senhor, por teres vindo e mesmo sabendo das tristezas que irias passar, teres a coragem de vir até nós nos exemplificar. É por aí. Aí vem uma pergunta assim, ó. Como é que você tá lidando com a falta do tio Dival? Do Divaldo? Você tá bem? Primeiro agradeço o cuidado para comigo que acho que foi uma pergunta preocupada, né? Será que eu tô bem? Tô

nta assim, ó. Como é que você tá lidando com a falta do tio Dival? Do Divaldo? Você tá bem? Primeiro agradeço o cuidado para comigo que acho que foi uma pergunta preocupada, né? Será que eu tô bem? Tô muito tranquilo. Assim, não significa que a gente não passe por dores. Todos nós temos as expiações, as dores que são transcendentes, né? Fazem parte das da vida, né? Então, as dores que a gente passa faz parte. Você sabe que a a vai ter o centenário de Odivaldo, né? Eu estava vendo a programação, etc. E fiquei assim: "Poxa, que massa, o seu Edivaldo vai ficar 100 anos, eu ainda tenho aí uns anos com ele encarnado, né? Contato frequente. Vou aprender bastante, vou evoluir agora, não é possível que eu não evolua." Aí estava em casa e às vezes eu tenho desdobramento e não lembro logo na hora que acordo, lembro ao longo do dia. Aí me lembrei de um desdobramento, né, em que eu tive a convicção, né, de que não haveria os 100 anos encarnado, assim, que ele não iria estar encarnado nos 100 anos. Mas enfim, pode ser medo, pode ser tanta coisa, eu não falei para ninguém, a não ser Paola. Paulo acaba sendo testemunha oculado em muitas coisas, porque eu chorei muito assim, comentei, falei: "Eita, pá, eu não vou ter a convivência física com o tio Divaldo, não vou ter essa bênção de ter essa convivência física com ele até os 100 anos, não. Eu acho que ele vai desencarnar antes." Ele não tava com o câncer ainda. Ele não desencarnou do câncer, né? Ele se curou realmente do câncer. Realmente foi a morte morrida, né? O tempo, a gente tendo que aprender a viver sem o pai, né, a crescer. Então assim, eu conversei com a Paola e chorei assim, mas eu fiquei na dúvida, poxa vida, já se já que vai ser isso, eu vou fazer o quê? Vou ficar orando para ele ficar mais tempo. Aí é egoísmo meu, entendeu? Geralmente eu não oro assim paraa pessoa ficar mais tempo assim, porque eu sou realmente eu tento ser espírita no dia a dia, assim como diz espírita na veia, não é ser insensível não, mas espírita

eu? Geralmente eu não oro assim paraa pessoa ficar mais tempo assim, porque eu sou realmente eu tento ser espírita no dia a dia, assim como diz espírita na veia, não é ser insensível não, mas espírita na veia é o seguinte, a gente continua, né? Nós somos seres interexistenciais, a gente se reencontra, óbvio que vai ter a dor, tal, é natural, óbvio, óbvio, ninguém é insensível nisso que eu tô dizendo, mas eu tento viver os paradigmas na vida, entendeu? Então eu não me senti muito à vontade para ficar rezando para que ele ficasse muito mais tempo. Mas também eu vou rezar para não ficar. Aí que como é que eu rezo? Eu fiquei um dilema de como eu rezo, né? E olha que eu vi meu pai morrendo no infarto que eu acabei diagnosticando e levei ele pro hospital. Eu vi ele par tendo a parada cardíaca e senti uma dor física e foi a mesma dor que eu senti. Então uma dor forte assim, né? Então a dor veu ali, sabe? Aí quando na no final de semana seguinte eu tava na mansão e a gente conversou, teve uma palestra que eu fiz ou foi ele, não lembro bem. Eu acho que foi ele a palestra do do tio Nilson. Eu tava na mesa, fiz a prece, mas acho que foi ele, acho que foi esse dia, tava alguns amigos da Europa. Então jantamos e ele falou bastante, conversou como se desse assim falando os muita coisa, sabe? Os últimos recados. Quando viu era 2 horas, ele falou: "Meu Deus, já são 2 horas quase, vamos dormir". Ele tava assim com muita energia. E aí quando eu fui pro meu quarto, né, com a Paola, então eu vi aquela insite, falei assim: "Eita, pai, isso aqui é uma despedida, não vai ter mais um jantar desse dessa forma". Realmente não teve, porque no outro, no mês seguinte, veja, nesse dia ele tava super bem quando fui embora na quarta, acho que foi na quarta, foi ele, ele tava cansado até assim, ele falou: "Meu filho, que coisa, né? Um cansaço. Acordei hoje cansado, já era o câncer, né? A gente não sabia. E aí no outro mês foi o diagnóstico, acabei que pelas coincidências da vida, assim eu acabei estando aqui, não tava,

oisa, né? Um cansaço. Acordei hoje cansado, já era o câncer, né? A gente não sabia. E aí no outro mês foi o diagnóstico, acabei que pelas coincidências da vida, assim eu acabei estando aqui, não tava, eu geralmente programo as vindas o ano inteiro e aí vou comprando as passagens com a Paola. é uma forma de eu doar para manção do caminho, não só o meu tempo, mas também alguma alguma coisa financeira, né, para que eu não tenha custo com o trabalho que faço aqui. E então a gente já programa, então não tava programado assim, aconteceu alguma coisa, eu vou vir, não coincidiu de muito ques que eu estava, alguma coisa acontecia. E então eu meio que fiquei assim, né, quando eu vê o câncer, a será que vai ser agora? Mas ele se curou, né? Aí fez aquela palestra, puxa vida, fantástica. E eu tava aqui na Bahia também, não tava em noss em mansão, porque eu vim com meus filhos e iria antes de vir paraa mansão, fui com eles para Prado do Forte para que eles pudessem ter umas férias, depois viessem pra mansão. Então eles iam conhecer o tio Divaldo, conheceram o Teio Divaldo, mas a palestra em si não tava aqui. E curiosamente pouco tempo depois ele voltou a ter uma recaída, mas não do câncer, recaída física por infecções urinárias, né? Então o que eu quero dizer assim, meu, que a dor não veio ali do processo, só foi muito dolorido ver também, né? Mas ao mesmo tempo vê todo o processo. Mas foi também muito gratificante, como eu falei, a gente não pode apagar a dor, a tristeza, mas a gente pode botar a gratidão. E eu me senti grato a Deus por ver um homem resignado e ao mesmo tempo eu estar podendo contribuir um pouco do que eu recebi dele, especificamente na última existência minha, em que ele me deu tanto, tanto apoio, né, num leito de dor e eu podendo fazer um pouquinho, bem pouco, né, bem pouco, mas um pouco, fiquei assim, poxa Deus, que coisa, que gratidão eu cheguei e ele tava tão assim já doentinho no final e falou assim: "Meu filho, que coisa, né? Você viu uma uma doença atrás da outra". Aí eu peguei a

fiquei assim, poxa Deus, que coisa, que gratidão eu cheguei e ele tava tão assim já doentinho no final e falou assim: "Meu filho, que coisa, né? Você viu uma uma doença atrás da outra". Aí eu peguei a pegamos a mão, ele já tava com com muito pouca energia para conversar. Então, realmente, sendo bem sincero, eu senti gratidão por poder ajudá-lo e a dor por não estar fisicamente, mas eu sou espírita e como espírita eu tenho convicção, eu sei que ele tá bem. Então, que felicidade, né? Que felicidade poder saber que um um indivíduo saiu de uma vida de uma existência, um completista, assim, uma preparação de 200 anos, né, pegando a outra existência que ele teve anterior também como médium, uma existência plena de ajuda, porque ele vem trabalhando há muito tempo, né, pro espiritismo, assim, para causa, para causa espiritual. E mesmo no mundo espiritual, entre a última existência e essa, ele ajudou, né? Ele foi um dos espíritos assim que com a sua oratória, ele como ele fala, ele contou, isso não é não é privado. O Manuel Filomeno de o Viana de Carvalho, Manuel Viena de Carvalho, um dos maiores palestrantes de sua época. E o Divaldo estava lá, né? Um dos espíritos ali que tava amigos, são muito amigos os dois. E agora o Divaldo, encarnado e o e o Vina de Cavalho desencarnado ajudando. Então acho que a história de amizade dos dois, por exemplo, mostram como às vezes a gente tá encarnado, outras vezes a gente tá desencarnado. Então vai mudando, né, o papel, mas a amizade e o amor continuam. Então ele disse assim, dos espíritos que que ele que ele que visitavam, né, sua mãe, um dos que ele sem que nunca deixou nenhum dia de se apresentar pelo acréscimo da misericórdia divina, foi o Vena de Carvalho. Todos os dias a amizade, o amor entre os dois. Então, eh, uma tristeza grata, uma tristeza feliz, porque a vida não é só felicidade e a vida não é só amargura, a vida é uma mistura de de emoções e em nome da gratidão, da saudade, a gente acaba trabalhando no bem. Quanto isso para poder convidar

z, porque a vida não é só felicidade e a vida não é só amargura, a vida é uma mistura de de emoções e em nome da gratidão, da saudade, a gente acaba trabalhando no bem. Quanto isso para poder convidar também todo o espírita, todos nós que estamos com saudade, né? Puxa, acontecia tudo, mas tava lá o Divaldo. A gente sabia do Edivaldo. Então o Divaldo era uma referência, né? O pai, entendeu? Era referência. Mas ele continua. Nós somos imortalistas. saiamos como os filhos dele adotivos continuam trabalhando a rotina, a mansão do caminho continuando a todo vapor com gratidão, com saudade grata. Saudade grata. A saudade grata é uma saudade alegre por ter tido a oportunidade de ver e de fazer parte. Então, sinceramente, eu tô muito bem em relação a isso. Muito grato por ter tido a oportunidade de ver e acho, se eu pudesse dar algum conselho, que nós espíritas devemos sair de um saudosismo triste e entrar num saudosismo alegre, um saudosismo grato que nutre a nossa tarefa para sempre. Boa noite. Eu tenho bipolaridade tipo um. Como eu faço tratamento faz 14 anos. Que recomendações a mais? Enquanto espírita, eu diria, continue fazendo o tratamento. A medicina hoje ainda não tem eh a cura da bipolaridade. A bipolaridade tipo um é um tipo mais grave, mas os medicamentos conseguem dar uma boa qualidade de vida. Eu tenho vários casos que posso me lembrar assim de várias profissões, só para aquela questão do sigilo, não posso ficar dizendo a profissão das pessoas, mas várias profissões de alto relevo, assim, de muita responsabilidade com bipolaridade tipo um ou tipo dois, que é um pouco mais leve, mas também bipolaridade, porque a medicina avançou muito, muito, muito. E o que eu posso dizer para você é que ore a Deus, confie em Deus, porque o avanço da medicina pode fazer coisas inimagináveis assim, né? Então, pode ser que daqui até eu me aposentar, que vai demorar, se Deus quiser, pode ser que já tenha tido uma cura, pode ser que já tenha tido um remédio que consiga mudar, como por

náveis assim, né? Então, pode ser que daqui até eu me aposentar, que vai demorar, se Deus quiser, pode ser que já tenha tido uma cura, pode ser que já tenha tido um remédio que consiga mudar, como por exemplo, a quetamina tá fazendo uma diferença muito grande no tratamento das pessoas com depressão resistente ao tratamento. Então, muita coisa pode acontecer, aprimorar. Então eu diria, mantenha a esperança, mas mantenha a a o realismo, a realidade de que por enquanto não tem cura, por enquanto tem controle. tem essa esperança realista, sabendo de que se trata de questões do passado. Uma questão como a bipolaridade tipo um se trata de uma questão expiatória, a que você tem a oportunidade de reencarnar e poder estar, digamos assim, debitando a conta com o divino. Isso não é motivo de tristeza no sentido da amargura. É uma tristeza, mas uma tristeza grata, uma tristeza alegre, uma tristeza que nos fala assim: "Eu tô conseguindo". Então, se apegue ao Espiritismo, na resignação que o Espiritismo pode te ensinar para continuar a tua jornada. E muito importante, não pense que você é o seu diagnóstico. O seu diagnóstico lhe ajuda a lhe entender, mas não lhe define. Porque a psiquiatria, mesmo a psiquiatria tradicional nos mostra que cada pessoa tem a sua personalidade, o seu jeito, a sua, o seu encanto, as suas características. Cada pessoa é única. Então, cada pessoa tem a possibilidade de ter uma vida satisfatória, apesar dos pesares. Não se pense incapaz ou diminuída, porque tem algum tipo de doença, algum tipo de afecção na psiquiatria. São expiações quando são doenças mais graves, mas expiações são oportunidades de crescimento. Dito isso, eu queria que a gente pudesse pensar o fechamento, que se vocês forem ver dessas perguntas todas, tem mais uma pergunta que vou deixar para um próximo programa, mas responder praticamente todas, faltou só uma. Mas veja que a resposta que permeou, né? sem eu tá programando assim, há espaço para tristeza, mas há espaço para alegria. Porque gratidão é isso. Muitas vezes,

nder praticamente todas, faltou só uma. Mas veja que a resposta que permeou, né? sem eu tá programando assim, há espaço para tristeza, mas há espaço para alegria. Porque gratidão é isso. Muitas vezes, muitas vezes, não sempre, mas muitas vezes que a gente sente gratidão, não é só alegria, não. Por é gratidão por um momento difícil que uma mão se apresentou e nos levantou. Então, há a lembrança triste do momento, mas há também a lembrança alegre da mão que nos levantou. Então, a vida, já que é um hino de gratidão a Deus, a vida é complexa e não pode ser simplória nas emoções. E resignação é uma forma de termos gratidão a Deus. São com essas duas mensagens que eu queria finalizar orando para que nós possamos ampliar os nossos conceitos com o espiritismo, com Jesus, com a vida que esse anjo de primeira grandeza, governador da terra, nos ensinou. A vida é repleta de atribulações, de tribulações e de angústias, mas tende confiança, eu venci o mundo. Jesus simboliza essa vitória na glória de um sacrifício. Essa vitória que não é a vitória do mundo, portanto, não é uma paz comum, é uma paz profunda que envolve algum grau de tristeza, porque ele sentiu tristeza vendo tantos corações que ama nós, seres humanos vinculados à terra. Ele que cuida de nós sente a tristeza como um pai ao ver o seu filho sem entender uma lição. a tristeza natural do seu coração, como nos narra belamente Amélia Rodrigues, era também preenchida pela conexão direta com Deus, pela gratidão de poder estar aqui entre nós, exemplificando o caminho da verdade para a vida com Deus. Então, ao lado da tristeza, havia a gratidão de conexão com o Criador, de nos ampliar a percepção e nos convidar a verdade que que contém a resignação, que é também uma forma de gratidão. Muito obrigado, Senhor da Vida. Nos despede em paz e que assim seja.

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