Jesus e Saúde Mental | #139 • Episódios Diários – O Poder

Mansão do Caminho 26/08/2025 (há 7 meses) 33:17 2,351 visualizações 528 curtidas

Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado com participação de Ana Tereza Camasmie » Episódio 139 • Episódios Diários – O Poder #jesus #saúdemental #espiritismo #poder #episódiosdiários #joannadeângelis *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

า เ Muito bem, sejam muito bem-vindos ao nosso Jesus e saúde mental. No dia de hoje, nós teremos a grata presença da amiga Ana Teresa Camasmi. Iremos falar sobre esse livro Episódios Diários, o tema 24. O tema 24 se fala justamente sobre o poder. Mas uma das coisas, um dos recursos mais poderosos que o cristianismo, portanto, o espiritismo, nos oferecem na busca da nossa saúde mental, é justamente o recurso da oração, o recurso da prece. Nesse sentido, gostaria de convidá-lo para com os olhos cerrados, fechados, podermos utilizar, nos utilizarmos desse recurso, pedindo, Senhor da vida, tua força imensa, tua inteligência suprema, através desse fluido cósmico, sustenta a nossa existência. Nós te pedimos, Pai amado, para podermos, através da sintonia do comportamento, do pensamento, do sentimento, estarmos alinhados à tua ordem cósmica, sentindo-nos amparados através desse fluido cósmico que nos rodeia, porque tu nos sonda E nós percebemos, a tua presença nos vitaliza, a tua presença nos dá força, discernimento, perspicácia para podermos escolher aquilo que é essencial e aquilo que é dispensável, aquilo que é primário, primeiro em nossas vidas e aquilo que pode ser secundário. Portanto, abençoa todos nós que aqui estamos assistindo e participando do Jesus em saúde mental deste encontro, para que nossos lares, as nossas casas, os nossos familiares possam ser assistidos nas suas necessidades diárias e nesses episódios diários que diariamente nós possamos estar contigo a partir do pensamento sincero de evoluir. Fica conosco, Senhor da vida, hoje e sempre. E que assim seja. >> Muito bem, Ana. Vamos para nossos episódios diários, né? >> Opa. Sim. Vamos, com toda a nossa alegria, vamos começar nosso trabalho. >> É o 24, o poder. Eu vou ler e em seguida você começa seus comentários, tá bom? >> Tá. Não deplores a função ou tarefa humilde na qual te encontras edificando o futuro. Todas as realizações, por mais grandiosas, não dispensam a participação das aparentes e pequenas contribuições

>> Tá. Não deplores a função ou tarefa humilde na qual te encontras edificando o futuro. Todas as realizações, por mais grandiosas, não dispensam a participação das aparentes e pequenas contribuições que, em última análise, lhe são fundamentais. A melhor engrenagem pode desarticular-se quando alui um modesto parafuso. A maquinária mais sofisticada estrutura-se com mineral transformado, antes outra serventia. Todas as tarefas que promovem a vida são de relevante significado. Não é a função que dignifica o homem, mas este quem a enobrece. Realiza desse modo o teu dever com a consciência de que ele é de suma importância no concerto geral da vida. Ela faz uma pausa e complementa. O fastígio e o poder são compromissos graves para aqueles que os detém. O fastígio facilmente leva à queda sobre as circunstâncias em que se apresentam e as facilidades de que se reveste. O poder quase sempre leva à corrupção em face da transitória posição de que se faz cercar com perigos e gravamos. O verdadeiro poder é o do amor, aquele que vem de Deus, que faz homens fortes em qualquer função e dignos, íntegros em todas as atividades. Faz a tua parte com o poder do amor e segue feliz até a tua vitória final. Uma mensagem concisa, direta e muito necessária, Ana. >> Nossa. Nossa. Sim. Dá o que pensar. Essa página da Jana, ela é muito profunda. E eu tava estudando ela e o que me ocorreu é a gente olhar a lei do progresso no livro dos espíritos, quando Kardec pergunta assim, eh, sobre esse nosso desenvolvimento intelectual e sobre esse nosso desenvolvimento moral, vocês sabem que são duas asas, né, que é o voo espiritual que a gente tá querendo fazer. a gente precisa desenvolver as duas asas, mas no nível evolutivo que a gente tá, a asa do desenvolvimento intelectual é mais fácil pra gente, mais a mão. E tudo bem, não tem nada errado, é só a gente saber que uma coisa não determina a outra. O fato da gente ter um grande desenvolvimento intelectual não garante que a gente tenha um desenvolvimento moral à altura. Me

o tem nada errado, é só a gente saber que uma coisa não determina a outra. O fato da gente ter um grande desenvolvimento intelectual não garante que a gente tenha um desenvolvimento moral à altura. Me lembrei de uma coisa engraçada que aconteceu muitos anos atrás, quando eu fui defender minha tese de doutorado, meus filhos foram e meu filho mais novo era adolescente. E aí a uma certa distância tava passando meu orientador e eu falei: "Olha, Bruno, aquele lá é que é meu orientador". Aí ele falou assim: "Poxa, mulher, mas ele fuma caiu no meu conceito." Eu falei: "Mas, mas o que que tem a ver uma coisa com a outra?" Mãe? Porque ele é tão inteligente, não sabe quem fumar, mata, né? Então ele tava dizendo ali de uma maneira muito simples que o fato da gente ter conhecimento, o fato da gente ter entendimento teórico das coisas ou a gente ter algum tipo de crescimento nesse sentido, não garante que o nosso comportamento, a nossa maneira de estar com os outros, a nossa maneira de ser tem a mesma altura, né? O desenvolvimento moral decorre, mas ele não tem garantia de tamanho e intensidade do desenvolvimento intelectual. Então, essas questões que eu estou comentando é a 780 e a 781. Porque Kardec ainda faz uma pergunta muito legal. Ele pergunta assim: "Como é que pode um povo tão instruído poder ter comportamentos tão maléficos, né?" E aí os espíritos são claríssimos em dizer: "É assim que é. Haverá um dia em que essas duas asas terão a mesma intensidade, o mesmo tamanho, a mesma abrangência. Então, quando a Joana diz assim, não é a função que dignifica o homem, mas é este que é enobrece, ela tá dizendo isso. Não é o cargo que diz o quanto eu sou grande, né? Não é a função o que eu faço, mas qual é o meu comportamento, o meu modo de ser quando eu ocupo, principalmente cargos de liderança. Ela usou uma palavra difícil aqui, fastígio, né? São cargos de relevo, lugares de de destaque. Como esses lugares são frágeis, né? Não, lugar, desculpa, como a gente é frágil para ocupar esses lugares.

la usou uma palavra difícil aqui, fastígio, né? São cargos de relevo, lugares de de destaque. Como esses lugares são frágeis, né? Não, lugar, desculpa, como a gente é frágil para ocupar esses lugares. Agora, que que você pode continuar comigo? pensando na linguagem que a Joana de Angeles nos propõe na sua série psicológica, eu gosto muito da do diálogo e uso muito isso do ponto de vista psicoterapêutico e também para mim entre o ego e o self. O ego sendo justamente aquilo que está vinculado à aparência, aquilo que está vinculado, portanto, à nossa vida material, ao nosso corpo, inclusive. e o céu como sendo aquela fagulha divina, portanto, o espírito imortal que é vinculação de Deus, uma um desprendimento de Deus. Então, o self é aquilo que nos vincula a Deus. Pensando na lei do progresso, nós podemos pensar o ego mais o desenvolvimento intelectual e o self mais o desenvolvimento espiritual. Nesse sentido, é óbvio que a inteligência, quando bem utilizada, ela abre campo para que o self se desenvolva. Então, a cria-se um ciclo virtuoso em que o ego ajuda o self. Mas obviamente nem sempre isso acontece, porque muitas vezes nós utilizamos a nossa inteligência como uma forma de dominação egóica, portanto uma dominação mais periférica que domina os corpos alheios a partir do poder que eu tenho e não uma dominação célfica, digamos assim, que domina as mentes alheias, porque está também dominado em si mesmo. Pensemos em Jesus, o self autorrealizado, o si que se apresenta para nós, dominando as nossas mentes, não o nosso corpo, dominando com o poder espiritual que tinha a nossa vida, os nossos interesses de uma forma profunda. Então, é uma espécie de dominação, qualquer que seja que a gente esteja falando, mas a dominação que vem pelo ego é uma dominação mais periférica, portanto é uma dominação mais superficial, porque é um poder mais eh temporário. E essa dominação de si a partir do self é uma dominação mais profunda, porque vem numa esfera da espiritualidade, fazendo uma conceitualização

o mais superficial, porque é um poder mais eh temporário. E essa dominação de si a partir do self é uma dominação mais profunda, porque vem numa esfera da espiritualidade, fazendo uma conceitualização maior sobre o que seria a existência. Então, nesse sentido, para passar para ti, Ana, eu me lembro de Paulo de Tasso, quando ele coloca: "Ambicionai as coisas do céu, ambicionai as coisas do alto." O que que é isso? é o antigo Saulo, que teoricamente tava falando assim coisas espirituais, mas ali era mais o ego, né? O ego hebreu de dominação na Terra, uma ideia espiritualista, porque os hebreus tinham essa visão espiritualista, mas uma visão espiritualista muito dominada pelo materialismo, pela coisa material do aqui, do agora, a dominação na Terra. E ele fala assim: "Ambicionai as coisas do alto". Transforma, né, essa ambição para uma coisa realmente espiritual, uma coisa que é do alto porque nos eleva, do alto porque tem uma ascensão maior. E acho que é interessante pegar a figura de Paulo também nesse nesse nessa espécie de conversa sobre o poder, porque Paulo também não tinha uma vida devassa, né? Não é o ego de Vaso, é o ego já mais equilibrado. Ele tem uma vida mais equilibrada do ponto de vista de preceitos hebreus que colocava. Mas >> diferente de Santo Agostinho, né? >> Hã, >> diferente de Santo Agostinho que veio de uma vida toda tumultuada. >> É diferente. Exatamente. E ele tinha o Mas veja até o nome Saulo. O nome Saulo vem de Saul, né? É homenagem ao rei Saul. Então, no final das contas, é o ego querendo poder de dominação aqui. Não é o ego deva, mas é o ego querendo dominação aqui. E aí ele muda para Paulo. Paulo significa pequeno. Alguém que fale assim: "Ah, porque ele tinha uma estatura pequena". Não se sabe independente disso, é porque era o Paulo pequeno, ou seja, diante de Deus. já não é mais o Saul, o Saulo que quer ser, digamos assim, o dominador, mas o Paulo pequeno que entende que a humildade e aí vem o poder do amor, que Joan está falando aqui, o verdadeiro

ante de Deus. já não é mais o Saul, o Saulo que quer ser, digamos assim, o dominador, mas o Paulo pequeno que entende que a humildade e aí vem o poder do amor, que Joan está falando aqui, o verdadeiro poder é o poder do amor. >> Então é a transformação das nossas ambições, Ana. >> Hum. Olha, eu tava aqui pensando nessa questão 780 no item A, que Kardec pergunta assim: "Como é que esse progresso intelectual pode trazer esse esse desenvolvimento moral?" Então, seria assim, nas palavras que você tá trazendo e que eu gostei, como é que eu posso fazer essa viagem do ego pro self, né? Aí os espíritos vão dizer assim: "Isso vai acontecer a gente aprendendo a diferenciar o bem do mal". Então, quando você fala assim, pensai nas coisas que são de cima, né, ambicionais, coisas que são do céu, eu penso assim. Então, a gente podia pensar em todas essas nossas ambições materiais que a gente tem. A pergunta é: em nome de que você quer isso? Se você olhar pros seus projetos, não há problema nenhum você ter projetos materiais, não há problema nenhum em você ocupar um cargo de poder. A questão é em nome de que você ocupa? Hum. Então, se você ocupa em nome do ego, você vai ficar totalmente sobrecarregado, desesperado com o tempo, porque a gente não sustenta as pressões naturais que decorrem dessas, desses posicionamentos, desses lugares. Mas quando a gente tá em nome de Deus, em nome da vida, em nome do nosso progresso espiritual, quando vem as adversidades, a gente tem aonde se amparar, porque as coisas materiais não nos dão nutrição, sustentação para para esses embates que a gente vai ter, que são embates interiores e exteriores das duas das duas pontas, né? Então, quando você falou do ego do céu, achei legal, porque se as suas decisões, seja no cargo de poder ou não, se as suas decisões estiverem em nome do selfie, outra força você tem, que você tá conectado com Deus, que é esse verdadeiro poder que ela diz. O verdadeiro poder é do amor, esse que vem de Deus. Então, quando a gente começa a

rem em nome do selfie, outra força você tem, que você tá conectado com Deus, que é esse verdadeiro poder que ela diz. O verdadeiro poder é do amor, esse que vem de Deus. Então, quando a gente começa a pensar, será que esse caminho aqui é legal ou não para mim, né? Eu tenho uma amiga que ela tá concorrendo a um cargo político num organização nossa aqui do Rio de Janeiro. E eu perguntei para ela assim: "Minha amiga, você já pensou para que que você quer ocupar esse lugar?" Porque ela tá aflita com as eleições. É um desespero isso, né? Você já pensou para que que você quer? Em nome de que que você vai assumir esse cargo? Você vai estar a serviço de quem? Quando você ocupar esse lugar? Então, se a gente não tiver essas respostas bem respondidas no nosso coração, a gente cai na primeira chuva, na primeira tempestade. Então, ela tá dando conselhos aqui preciosos da gente cuidar das tarefas que a gente abraça. Então, ela diz: "Se é uma tarefa humilde, abraça. Abraça com amor isso. abraça com todo o seu coração e com toda a sua verdade, porque não são as tarefas visíveis e grandiosas as únicas que podem dar para nós reconhecimento, força, lugar e crescimento. Mas a gente é muito seduzido pelos lugares de poder, né? Você lembra um dia que você falou que acho que foi uma cliente sua que disse que você não tinha problema nenhum, né? É, doutor, não tem problema nenhum. Acham que quem quem ocupa um lugar de destaque não tem as mesmas adversidades que os outros, né? Eh, uma coisa interessante assim nesse aspecto, vou reler essa frase, tá? O verdadeiro poder é o do amor, aquele que vem de Deus, ou seja, o que vem de Deus é o self, que faz os homens fortes em qualquer função. Mas não só fortes. Por que fortes? Porque esse tipo de força de dominação, né, esse poder de dominação que domina a alma, domina eh o ser, não por tirania, não por medo, mas por amor, né? Porque há o domínio pela tirania, há o domínio pelo amor, pelo pelo medo. Mas além disso ele coloca dignos, íntegros. Então não é só

, domina eh o ser, não por tirania, não por medo, mas por amor, né? Porque há o domínio pela tirania, há o domínio pelo amor, pelo pelo medo. Mas além disso ele coloca dignos, íntegros. Então não é só forte no sentido de dominação de mente, mas íntegro e digno é uma dominação interna. Então esse amor faz com que eu me domine. Íntegro vem de inteiro, né? De integral. Então ou seja, eu sou eu estou integrado, inteiro. Eu não preciso ser duas pessoas, eu não preciso usar duas éticas. Óbvio, tem que ter cuidado, porque quando a gente fala de ego, do self, obviamente do certo, do errado, do espiritual, do material, a gente tá às vezes pensando de uma forma eh puritana. Às vezes isso nos leva a um puritanismo que seria uma pureza rápida demais >> e radical também. >> E radical. Aí a gente pode pensar assim, a gente pode pensar assim, ó. Se eu tô pensando com o meu self, eu tô pensando com humildade. Se eu tô pensando com humildade, eu não vou eh aceitar os fastígios, ou seja, os lugares de de destaque. Isso não é humildade, porque humildade é saber o que se é, nem mais nem menos. Então, às vezes, é até uma vaidade você não aceitar o espaço de aparição, porque o espaço de aparição nos leva à repercussão. Repcussão de quê? Repercussão do julgamento alheio, da opinião >> espiritual, material, os encarnados, os desencarnados. Então, no final das contas, é o a vaidade. E se a vaidade que às vezes faz com que a gente se esconda, aí não é o self, é o ego, é a vaidade egoica que faz com que a gente se esconda. Então, por isso que ela não fala assim de fugir do cargo de poder, fugir do poder, né? Não, fugir do poder, na verdade, é o ego frágil demais, que nem aguenta essa essa empreitada. Isso. >> Então eu queria resumir também nessa etapa assim, Ana, esse jogo eu faço muito esse jogo didático, né? Didático. O que é que o meu ego me diz diante de tal situação? O que é que meu self me diz diante de tal situação? Óbvio que é uma um jogo didático, porque nem sempre eu vou eu tenho uma profundidade de saber o que é

é que o meu ego me diz diante de tal situação? O que é que meu self me diz diante de tal situação? Óbvio que é uma um jogo didático, porque nem sempre eu vou eu tenho uma profundidade de saber o que é que meu self vai me dizer, porque nem sempre eu consigo captar o que Deus tá me dizendo, mas é uma forma didática de eu dialogar essas duas partes em mim e tentar ficar mais integrado. Então, por exemplo, se eu faço algo eh inspirado pelo meu self e se não é pelo viés puritano, mas pelo viés de tentar se melhorar com tranquilidade, eu l necessariamente se eu faço bem feito, eu vou aparecer. Se eu faço com meu self, o meu ego também vai aparecer, né? Eu acho interessante a uma mensagem sobre o tio Divald, ó, um jogo de palavras, né? Mas muito interessante. O Divaldo e a desencarnação dele, o Divaldo, a persona, ou seja, o ego que se apresenta, aquilo que nós temos como uma personalidade desta reencarnação fundamental para a doutrina espírita. Mas o di, seria o apelido que ele coloca na intimidade, o di é o self transformado, ou seja, o de, aquela pessoa que é o ser mais interno, eh, não se excluiu do Divaldo, ou seja, a personalidade Divaldo para evoluir. Ele me disse uma vez assim, brincando, é, meu filho, agora é o garoto propaganda, né, porque tem tras fotos e tal. Ou seja, na intimidade dele, na intimidade dele, que no final das contas era uma pessoa tímida, ele é uma, esse espírito tímido, ele aprendeu que precisava a personalidade e ele falou brincando assim: "O garoto propaganda vai tirar foto agora". Ou seja, essa esse ego, esse ser, então é um jogo didático, mas esses ego que viram agora do propaganda sabe que está a serviço do self. Ou seja, >> isso isso te falar, é uma questão de meios e fins. >> Uhum. >> Quando vira finalidade, aí a gente perdeu o trem. Pois é, porque muitas vezes a gente pensa assim, Ana, que o tudo que eu vou fazer e não é inspirado pelo meu self vai ser assim uma coisa de ficar escondido. Não. >> Uhum. >> Quando eu faço inspirador no meu self, o

muitas vezes a gente pensa assim, Ana, que o tudo que eu vou fazer e não é inspirado pelo meu self vai ser assim uma coisa de ficar escondido. Não. >> Uhum. >> Quando eu faço inspirador no meu self, o meu ego cresce também, mas cresce de maneira madura, saudável, porque ele fica a serviço do céu, a serviço, portanto, de Deus. >> Senão fica aquela falsa humildade, né? Não, que isso, não sei o quê. Não é isso que a gente tá conectado com self. Tudo tem a ver com em nome de quê. Então eu posso ser o garoto propaganda porque tem uma coisa para diante a qual o menino propaganda está a serviço, né? Agora, uma coisa quando a finalidade fica sendo eu vou ser o menino propaganda, aí aí não, aí perdemos o a, né? Perdemos o ritmo trem. Então a gente precisa poder tá eh criando, a Jona também fala isso muito bem, que é a gente criar um observador de si. Então é esse lugar aqui em que eu observo o ego, né, contracenando com tantas outras. Quando tá pensando assim, gente, que a gente fala de ego é tudo, né? Não dá pra gente jogar fora o ego. O ego não se dissolve, não se desfaz. A gente precisa dele para est aqui no mundo. A gente precisa de uma persona, né? Então a questão é eu não achar que eu sou ela, né? Uma coisa é usar uma roupa para eu poder conviver, outra coisa achar que eu sou a roupa, né? Usar uma roupa de marca, por exemplo, né? E achar que eu tenho mais valor porque eu tenho essa roupa ou achar que eu sou essa marca, né? Então, uma coisa eu usar uma roupa e essa roupa é útil para eu poder chegar em algum lugar, outra coisa é achar que eu sou ela. Então, essa essa esse discernimento é muito importante. Então, quando a gente fala assim, o ego, ele é estruturado de quê? Das nossas feridas da infância. O ego se estrutura com os valores da época que a gente tá vivendo, né? Essa performance que a gente tá vivendo, as nossas heranças atávicas também estão no nosso ego. Então, olha quanta coisa a gente tem de tarefa para observar a partir do observador interno, né? Ah, deixa eu olhar isso aqui. O quanto eu

vendo, as nossas heranças atávicas também estão no nosso ego. Então, olha quanta coisa a gente tem de tarefa para observar a partir do observador interno, né? Ah, deixa eu olhar isso aqui. O quanto eu quero pegar disso para mim nesse momento, mas isso eu vou pegar para chegar em que lugar? Para quê? Qual a minha intenção? Então, se você ocupa algum lugar de fastígio, sei lá, algum lugar de relevo, se você ocupa lá e você vai ter poder esse ou aquele, não importa que tipo de poder é, o que ela tá chamando atenção é, presta atenção, observe-se, as suas decisões estão sendo a partir de quê? Das coisas de cima. Por outro lado, ela vai dizendo, né, Ana, que a melhor engrenagem pode desarticular-se quando a Lui Modesto parafuso. Ao mesmo tempo, essas aparentes posições eh de bastidores mais simples, elas são fundamentais >> para você manter a engrenagem. A mança do caminho, ela tem uma uma coisa não só simbólica, mas bem clara, que eram duas peças fundamentais para a existência da dessa obra, eh, que transcende o material, mas que também tem uma parte material que impacta. Então, tem a mansão do caminho, digamos, o ego, a materialidade impacta. E tem a mansão do caminho, o self, que é a estrutura espiritual que impacta mais ainda e que se irradia para outros outros lugares, assim. Eh, e nem sempre a gente conecta, tem que tá aberto à conexão, né, do ponto de vista espiritual. Mas a manção do caminão também tem por trás ess nessa engrenagem tem a gente falou aqui do Divaldo e tinha o Nilson, essas duas peças fundamentais. E é interessante que o Nilson, eh, o tio Nilson, ele falava assim: "Ena, alguma coisa ia acontecer?" Aí ele falava: "Não, é o de o Valdo que precisa aparecer", entendeu? Então ele eram duas pessoas que sabiam muito bem o seu papel na engrenagem. E o tio Nilson é um dos bastidores impressionantes assim que só se sabe mesmo o poder dele. Falando de poder, o poder do tio Nilson nessa parafuso mais oculto, quando você frequenta e lá ver a Casa Grande, por exemplo, e vê assim: "Olha, esse pilar

es assim que só se sabe mesmo o poder dele. Falando de poder, o poder do tio Nilson nessa parafuso mais oculto, quando você frequenta e lá ver a Casa Grande, por exemplo, e vê assim: "Olha, esse pilar aqui foi o tio Nilson que desenhou de tal maneira. Aquelas mãos aqui que tem no no centro do Senáco, foi o tio Nilson que fez. Então ele tá na ele tá eh imortalizado em toda edificação do lago, que não é o lago que ele projetou e que ele fez e que ele ia, né? Assim como o Divaldo, né? Está também projetado em todas as atividades. Veja o Divaldo sendo aquela a a engrenagem complexa que aparece. E o Nilson, o parafuso modesto que mantém a engrenagem nessa linguagem, né? E você vai vendo os filhos da mansão, eh, a gente não fica fica sem saber qual o pai mais eh importante. A gente entende que são os dois pais. Eh, inclusive na função de educação, nós temos ali várias tias, são várias mães dos filhos, mas também dois pais que se complementavam, né, em termos de atividade. Isso é muito interessante a gente pensar nos bastores que a gente tá falando de poder e o poder que a gente quer o espiritual. E no espiritual a humildade é uma força, né? A humildade saber o seu lugar. Ou seja, não, esse daqui é o é o Divaldo. Não, esse aqui o Divaldo é que precisa, não sou eu não. E o tio Nilson me diziam, me dizem muitas histórias. Eu conheci rapidamente só ele, não conheci muito no encarnado. E uma história interessante é que ele sempre estava nas palestras, sempre estava lá escutando, né? E eu teve tenho pensado também nisso, assim, o próprio tio Divaldo, né, me mandavam às vezes porque eu tô fazendo a palestra, não tô vendo como tão me olhando. E às vezes eles me mandavam fotos assim, poxa, olha como ele olha com amor, com carinho. E eu fico vendo que é justamente assim esse ser integrado ego self, que tem uma função bem grande, mas que humildemente tá escutando uma pessoa mais jovem que ele falando e abrindo-se e depois comentava, incentivava no sentido de aumentar confiança, fortalecendo o meu ego para

ma função bem grande, mas que humildemente tá escutando uma pessoa mais jovem que ele falando e abrindo-se e depois comentava, incentivava no sentido de aumentar confiança, fortalecendo o meu ego para que o meu self pudesse transbordar, porque um ego muito frágil também não deixa self falar. >> É verdade. Você falou bem aí uma coisa importante. Como a gente precisa de um ego que tem um pouco de estrutura, senão a gente fica igual a parábola dos talentos, enterra tudo, porque começa a ficar com muito medo, né? com medo de das consequências, porque virão calúnias, virão eh críticas, inveja, todo aquele que se destaca, ele vai receber os impactos que causa, tanto os impactos muito bons, como também os impactos que incomodam aqueles que estão inerciais, porque é isso que é interessante. Quem faz, quem realiza, incomoda quem tá parado ou quem tá com medo ou quem tá escondido. Então, a reação imediata de quem tá pr nesse lugar escondido, né, é diferente de um lugar humilde, tá? Não é a mesma coisa, não, pelo contrário, é de grande arrogância. Eh, então ele ataca para compensar e esse lugar inercial. Então, quem se expressa, quem aparece, tem que saber que vai levar pedrada. Não tem jeito. Vocês sabem quantas vezes Paulo de Tá levou pedrada? Nossa Senhora, né? Então a gente precisa poder ter a coragem e a humildade. São irmãos gêmeos, viu? Uma coragem sem humildade vira impulsividade. Então a gente precisa das duas coisas. E a humildade sem a coragem, ela pode nos deixar num lugar muito enfraquecido. Então a gente precisa das duas coisas, né? É. Fica o que o Divaldo gostava de falar, né? Pusilânime, né? Isso. Ih, essa palavra ótima, ótima, ótima. >> Nesse sentido, querida, eu vou encerrar a nossa nossa reflexão com a última frase dela e te pedir para Atos Contínuo fazer a nossa prece de conexão, não de encerramento, mas de conexão, né? Faze a tua parte com o poder do amor e segue, segue feliz até a tua vitória final. Fazer a sua parte é o convite que Juna deângeles nos diz com o

e de conexão, não de encerramento, mas de conexão, né? Faze a tua parte com o poder do amor e segue, segue feliz até a tua vitória final. Fazer a sua parte é o convite que Juna deângeles nos diz com o poder que nós temos, da forma que nós podemos. Então, a gente vai orar com uma maneira da gente agradecer esses instantes que iluminam tanto os nossos caminhos, né, de conexão com a espiritualidade maior. Nós pedimos, Senhor, que nos ajude a discernir qual é a nossa parte, tanto na sua dimensão, na sua intensidade, para que a gente não se esconda atrás dos nossos medos e esqueçamos de fazer o nosso mínimo, quanto também que a gente não ultrapasse os limites de colocar os pés aonde não conseguimos ficar. envolve os nossos corações sedentos de crescimento, mas que a humildade possa acompanhar esses passos para que possamos escolher caminhos seguros. Fique em nossos corações. Abençoa os trabalhos da mansão que a gente tanto ama. Que essa instituição possa continuar sua tarefa grandemente. Que assim seja. Assim seja.

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