Flores do Evangelho | Florence Cook

Conecta Espiritismo TV 19/09/2025 (há 6 meses) 1:34:53 67 visualizações 9 curtidas

Florence Cook destaque deste episódio da série Flores do Evangelho sobre a médium de efeitos físicos e materializações.

Transcrição

Ah. Boa noite, tudo bem com vocês, amigos e amigas por todo o país e também as conexões internacionais. Está no ar mais um episódio, né? Que saudade quando a gente ouve essa introdução que toca a nossa alma do flores do evangelho, Florence Cook, né? Vamos trazer essa personagem ímpar, né? na questão dos efeitos físicos e das materializações. Vamos chamar paraa nossa live a nossa querida Cris Drux. Boa noite, Cris. >> Oi, Rod. Boa noite. Boa noite a todos os internautas, amigos que já nos acompanham aqui no chat e todos que provavelmente deverão entrar ao longo aí da live. Sejam todos muito bem-vindos. Eh, a gente fica feliz, como você tava falando, Rod, de poder trazer mais uma edição, né, do Flores do Evangelho, que tem a proposta, amigos, e aí a gente tá relembrando um pouquinho, a proposta editorial desse programa, que é destacar as biografias femininas, né, que tenham trazido alguma contribuição para a instauração da ideologia cristã, né, pelo planeta Terra. Então aqui a gente abre, né, as portas para divulgar essas boas ações dessas mulheres, dessas personagens que inscreveram seus nomes na história, colaborando, né, com a ideologia cristã. E a gente não fica restrito apenas às mulheres espíritas que colaboraram com a história do espiritismo, mas sim todas as mulheres que colaboraram, né, que são seguidoras e colaboradoras do Cristo, eh, auxiliando a humanidade. Então, a gente já tratou aqui da Imperatriz Leopoldina, já tratamos de Joana Dark, eh, e tantas outras mais virão, mulheres não espíritas, mas que trazem igualmente essa contribuição gigantesca para o planeta Terra e para a humanidade. Mas Rod, hoje falaremos de Florence Cook, né, uma jovem médium e que deu seu contributo em relação à comprovação da imortalidade da alma, já que era ela uma grande médium de efeitos físicos e materializações. O tema é um tema instigante porque vai nos falar sobre esse fenômeno da materialização que tanto impactou, né, nos primórtios do espiritismo, a sociedade científica da época do século

materializações. O tema é um tema instigante porque vai nos falar sobre esse fenômeno da materialização que tanto impactou, né, nos primórtios do espiritismo, a sociedade científica da época do século XIX. é um tema ao mesmo tempo, que nos suscita o estudo e o entendimento de como vai se dar esse processo de materialização. E para isso, nós temos aqui conosco um convidado que vai trazer uma colaboração incrível nessa temática que é um pouco eh incomum, né, de ser tratada e traz aí no seu viés muitas questões eh científicas. E para isso a gente contou com um convidado que vai nos esclarecer com certeza. E aí eu deixo contigo, Rod a apresentação do nosso convidado. >> Pois é, Cris, eu sei que você teve final de semana na cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul. E quando você falou desse convidado, eu até coloquei num grupo específico ali que ele era do Rio Grande, né? Mas na verdade ele é de Porto Alegre. Então a nossa correção aqui, então José Daniel é de Porto Alegre, então seja bem-vindo. >> Boa tarde, Rod, boa tarde, Cris. Boa tarde a todos os internautas aí que nos acompanham a pelo programa Flores do Evangelho. Então, hoje estamos aqui com essa participação, essa dupla é bastante incrível aqui, conduzindo mais um programa para tratarmos das temáticas espíritas e especialmente das personalidades espíritas, né, que levaram o movimento espírita adiante e deram diferentes contribuições muito importantes para a consolidação e também para a difusão da doutrina espírita. >> Muito bom. Eh, Rod, deixa eu só perguntar pro Daniel eh, de qual área ele é, né, profissionalmente falando, e se a química e se a química fala alguma coisa ao seu coração, meu amigo. >> Claro. Ah, claro, claro. Faltou aqui a questão de apresentação pessoal, né? Então, como foi anunciado, meu nome é José Daniel, né? Profissionalmente eu sou químico, né? Professor de química. Ah, fiz bacharelado, mestrado e doutorado nesta área, né? E no meio espírita, eu trabalho na sociedade espírita Allan Kardec, que é a sociedade

fissionalmente eu sou químico, né? Professor de química. Ah, fiz bacharelado, mestrado e doutorado nesta área, né? E no meio espírita, eu trabalho na sociedade espírita Allan Kardec, que é a sociedade espírita mais antiga em funcionamento do estado do Rio Grande do Sul, sediada em Porto Alegre, no centro da capital. Ah, onde ela atua em diversas frentes, né, inclusive na presidência da casa atualmente. >> Bastante ocupado, hein? >> Com certeza. >> Que bacana. e jovem na na já na presidência da da casa espírita. Isso é muito bacana. >> Sim, com certeza. Enfrentando vários desafios aí que a gente vai lidando um a um pouco a pouco. >> Joia. Então, nesse primeiro momento, José Daniel e Cris, a gente dá aquela oportunidade antes de começar a live, porque o pessoal começa a mandar lá, ó, começou a live, né? Eh, tá jantando, dá uma pausa aí ou entra aqui rapidinho aqui na live. Então, vamos colocar aqui alguns comentários que já chegaram. Eu vou até diminuir aqui o meu o meu tamanho aqui, né? Quem a gente faz tudo ao vivo aqui, né? A gente faz tudo ao vivo, >> quem sabe faz ao vivo, >> como diziam os colegas da TV. >> Exatamente. Então, deixar aqui o registro do Rusel Thaago, né? Eh, a Maria das Graças Lazarini deixando aqui. Boa noite, turma do bem. A nossa camisa 12, a Clei, né? Deixa dando aqui uma boa noite a todos aqui. Eu não gosto de falar, o nome dela é Eliane Garretti. Boa noite, gente, né? Deixando aqui a o seu registro. A Dolores, boa noite, queridos Rodney e Cris. A Dolores não colocou seu nome, José Daniel, porque a gente não tinha anunciado você ainda, tá? Daqui a pouco ela, ó, ó lá, acabei de falar, ó. Bem-vindo, Daniel. pessoal é dessa forma aqui bem carinhoso. Então assim, pessoal, é o seguinte, eh surgiu alguma dúvida, tem alguma questão que você queira fazer uma pergunta específica sobre efeitos físicos, materialização, ainda mais aqueles que estão estudando, né, a doutrina espírita, os jovens que já estão iniciando nos grupos de estudo, às vezes tem bastante curiosidade,

cífica sobre efeitos físicos, materialização, ainda mais aqueles que estão estudando, né, a doutrina espírita, os jovens que já estão iniciando nos grupos de estudo, às vezes tem bastante curiosidade, faça aqui a sua pergunta, né? Manda pra gente aqui no chat ou depois nos comentários. A gente sempre tá atento aos seus questionamentos, inclusive até, né, a gente fica aberto para indicação de lives específicas com algum tema que chame atenção pra gente eh desmit não saiu >> desmistificar >> isso aí às vezes acontece trava aqui. Então justamente a gente traz as alguns temas pra gente debater e eu acho que é bem salutar esse esse tipo de exercício. Tem coisas novas para surgir aqui na nossa programação que todos nós estamos trabalhando, deixando uma coisa bem bacana, diferenciada nos programas que vem a assinatura do Raízes, audiovisual, espiritismo. E é uma forma encantadora. E sempre lembrando, você que tá a primeira vez, eh, você pode consultar eh neste canal a playlist do Flores do Evangelho, tá? Então, se você quiser ver as outras biografias femininas que foram trazidas aqui durante esses programas que a gente vem fazendo junto com a crise, toda uma equipe de voluntários que, ó, a cada semana se supera nas produções e cada vez mais aumentando o número de participantes com a sua doação da sua voz para o encantamento do projeto, né? Então, cada vídeo tem uma marca específica, diferenciada um do outro, assim como os mensagens de CPE, que também tá lá um uma playlist bem bacana, a moral da história, que daí são aquelas histórias de lendas, mitos e tantas outras coisas, que é para reunir a família e fazer a nossa cabecinha funcionar, né, trazendo a da daquela forma em que a gente tem as memórias afetivas do vô, da avó, da mãe, do pai, contando histórias e a criatividade A imaginação é muito salutar nesse momento. Então tem vários tipos de programas e tá vindo aí um musical bem bacana também, tá? Então surpresa, aguardem. E também os especiais do setembro amarelo com a Marlene Venância,

o salutar nesse momento. Então tem vários tipos de programas e tá vindo aí um musical bem bacana também, tá? Então surpresa, aguardem. E também os especiais do setembro amarelo com a Marlene Venância, que a gente tá fazendo toda semana nas terças-feiras às 20 horas, sempre um programa diferenciado, tá bom? Então dê recado aqui, Cris. Eu acho que vamos deixar aqui já, se você quiser, a gente já pode já iniciar com o vídeo, né? A gente já tem já 10 minutos de live, já vamos passar o livro, o o vídeo, porque com o convidado, minha gente, eu vou ficar mais aqui nos bastidores ajeitando as coisas aqui, porque geralmente a gente dá a oportunidade, José Daniel, do convidado ser, ó, me desculpe a expressão, sabe? Nós vamos te espremer a o suumo aí para ter tirarões, tá? >> Porque enriquece, né? Trazendo um convidado e e eu tô curioso agora para saber a química aí junto com essas questões aí. Tá bom? Depois a gente volta numa outra rodada. À medida que vocês forem colocando seus comentários, alguma pergunta específica também que sinalizem aí, vocês estarão ajudando enriquecer o programa. Então, combinado, vamos passar o vídeo de Florence Cook. Na Paris do século XIX, as mesas giravam. Não muito distante dali, ainda em território europeu, uma jovem inglesa de 16 anos iniciava seu contributo à revelação espírita. No episódio de hoje, trataremos da vida em renúncia da médium de materializações e efeitos físicos, Laurence Cook. Os primeiros pormenores da vida de Florence estão fornecidos por ela própria em carta dirigida a Mr. Harrison em maio de 1872. >> Tenho 16 anos de idade. Desde a minha infância vejo os espíritos e os ouços falar. Tinha eu o costume de sentar-me à sós e conversar com eles. Eles me cercavam e eu os tomava por pessoas vivas. Como ninguém os via nem ouvia, meus pais procuraram inculcar em mim a ideia de que tudo era produto de minha imaginação. Todavia, não conseguiram modificar o meu modo de pensar a respeito do assunto. E foi assim que passei a ser considerada

procuraram inculcar em mim a ideia de que tudo era produto de minha imaginação. Todavia, não conseguiram modificar o meu modo de pensar a respeito do assunto. E foi assim que passei a ser considerada uma menina excêntrica. Na primavera de 1870, fui convidada a visitar uma amiga de colégio. Em nossa conversa, minha amiga me falou: "Florence, você já ouviu falar de espiritismo? Meus pais e eu estamos aprendendo a lidar com esse mistério. Habitualmente nos reunimos em torno de uma mesa e os fenômenos acontecem. A mesa se movimenta. Se você quiser, você pode participar das nossas experiências com sobrenatural. Mescuk pediu permissão à sua mãe. Em seguida, realizaram a primeira sessão, obtendo-se a comunicação de um espírito que se dizia ter sido a sua tia. Mais tarde, quando Florence ficou em pé junto à mesa, esta se ergueu a uma altura de quase 12 m. Na segunda sessão, os espíritos nos deram provas de identidade, mas não chegamos a ficar de todo convencidas. Por fim, recebemos por tiptologia uma comunicação orientando-nos para que deixássemos o aposento em penumbra. Eles me ergueriam e dariam comigo volta à sala. Não consegui conter o riso. Aquilo não era possível. Entretanto, decidiu se apagar a luz. Apesar disso, a claridade que entrava pela janela não deixou a sala inteiramente às escuras. De imediato, senti que alguém me tirava da cadeira e, no instante seguinte, fui erguida até o teto. Fato que todas as pessoas presentes na sala puderam ver. Sob meu espanto, transportaram-me sobre as cabeças dos assistentes, até que fui posta sobre uma mesa assistente no extremo da sala. Minha mãe indagou se podíamos obter esse fenômeno. A mesa respondeu que sim, visto que eu era médium. A partir desses primeiros contatos com o invisível no ano de 1871, Florence Cook e sua mãe passaram a realizar experiências sozinhas em sua própria casa. Florence travou contato com a psicografia. As mensagens chegavam através da escrita especular, ou seja, de trás para frente, só podendo ser lida com o auxílio de um

ncias sozinhas em sua própria casa. Florence travou contato com a psicografia. As mensagens chegavam através da escrita especular, ou seja, de trás para frente, só podendo ser lida com o auxílio de um espelho. Em uma dessas mensagens, os espíritos disseram a minha filha que ela deveria ir a um certo livreiro e lá perguntar sobre Dston Association e propor um encontro que ela deveria ter com o editor de The Spiritualist. Por algum tempo, minha filha protagonizou sessões na Dston Association, sendo algumas de materialização. Entretanto, as manifestações se tornaram demasiadamente fortes e embaraçosas para reuniões públicas. Fatos notáveis ocorreram. Ela era carregada sobre as cabeças dos assistentes e mãos invisíveis arrancavam suas roupas e a recolocavam. As manifestações comprometiam o decouro e, por isso, determinei que as sessões continuariam apenas na intimidade de nosso lar. O contato estreito e habitual com os espíritos na casa da família Cook trouxe transtornos. Muitos efeitos físicos ocorriam no transcurso do cotidiano, precisando a família contabilizar estragos físicos, como mesas e cadeiras quebradas, livros que eram lançados nos ambientes da casa, fortes estrondos durante a noite. Por fim, nos imos obrigadas a nos reunirmos em torno da mesa e a tentar um diálogo com eles. Os espíritos disseram que fôssemos a Navarin Street 74, onde existia uma sociedade espírita. O endereço estava certo. Lá encontramos Mr. Thomas Brighton, que nos convidou a assistir uma sessão onde entrei em trans. E por incorporação, uma entidade disse aos meus pais que se contássemos com o auxílio de Mr. AN e Mr. Williams, obteríamos comunicações de valor. Reimo-nos várias vezes e finalmente obtivemos o fenômenos prometidos. O espírito que dirigiu a sessão disse chamar-se Kate King. >> A estreita ligação que passou a unir o espírito de Kate King, a Florence Cook ajudou a escrever a história dos primórdios do Espiritismo na Europa no período das investigações da ciência espírita. A contribuição dessa parceria

sou a unir o espírito de Kate King, a Florence Cook ajudou a escrever a história dos primórdios do Espiritismo na Europa no período das investigações da ciência espírita. A contribuição dessa parceria notável ajudou a notabilizar o fenômeno e dar notícias ao mundo da existência do plano extrafísico e da possibilidade da comunicabilidade dos espíritos. A partir de determinada época, comecei a entrar em transe durante os trabalhos mediúnicos e a transmitir a comunicação de um espírito que se dizia chamar Kate King, filha de John King, aliás, Henry Owen, Morgan ou Bucaneiro. O pai de Kate teria vivido durante o reinado de Carlos II na ilha de Jamaica. Mas esse binômio na seara da mediunidade não estaria completo se não fosse a contribuição inequívoca de Sir William Crooks, tendo em vista o elevado padrão científico do pesquisador, o espírito rigoroso e justo com que norteou a investigação, os extraordinários resultados obtidos e sua firme declaração de fé a respeito dos fatos observados acabaram por enfechar em laços indissolúveis o amálgama dessas três personalidades destemidas em favor da verdade e da revelação espírita. Minha tarefa ao lado da Médium Florence Cook e também no esclarecimento das investigações de Sir William Crooks deveria prolongar-se durante 3 anos a partir da primeira materialização realizada sob minha influência em 1872. Então, foi dessa forma parcial em que meu rosto com aparência sem vida apareceu entre as cortinas da cabine. Eu orientei aos presentes que me desse uma garrafa de óleo fosforescente, porque não estava conseguindo extrair do corpo da média Florence, ainda com mediunidade não totalmente madura, o fósforo necessário para o fenômeno das materializações luminosas. Florence Cook foi a primeira médium entre os médiums ingleses a obter materializações integrais em plena luz. Com o avanço das experiências, Florence, que antes, nas materializações parciais permanecia consciente, passou a cair em transe, à medida que Kate King ia adquirindo domínio da

integrais em plena luz. Com o avanço das experiências, Florence, que antes, nas materializações parciais permanecia consciente, passou a cair em transe, à medida que Kate King ia adquirindo domínio da situação e conseguindo mostrar-se de forma mais nítida. Quando lhe pediram para se deixar fotografar a luz de flechas, observou-se que a sua semelhança com Florence era muito grande. Isso foi um problema. Levantando-se suspeita entre os detratores, que era uma fraude. O espírito de Kate King utilizou-se de um artifício para a comprovação da veracidade dos fatos. alterou a cor de sua face para tons de chocolate e azevite. Foram muitas as situações que exigiram extrema dedicação e abnegação de Florence Cook no exercício de sua mediunidade. Nas experiências, ela era rotineiramente amarrada de forma muito apertada ao leito. pelos assistentes no interior do gabinete, onde permanecia deitada para a produção do fenômeno de materialização. Depois foi observada toda uma gradação de diferenças entre Kate King e a Médium. Estava reservado a Sir William Cooks fornecer as provas definitivas de que Kate King e Florence Cook eram almas distintas. É preciso consignar que eu mesma, diante da turbulência que as fofocas levantavam, que eu e Kate King éramos a mesma pessoa, procurei pelo renomado cientista Senr. Williams Cruz com o aval de sua esposa. queria me justificar e pedir proteção diante da polêmica e das ferinas acusações de um perseguidor. O Senr. Volkman, coloquei-me sob a proteção da senora Crooks e expus minhas condições ao emérito professor. podereis vigiar-me como vós aprover, submeter-me às experiências que desejardes, de modo que vos contenteis em todos os sentidos. Só imponho uma condição, se verificardes que sou agente de uma mistificação. Denunciai-me publicamente, mas se vos certificardes de que os fenômenos são reais e de que eu mais não sou que o instrumento de forças invisíveis, isso direis ao público, de modo que todo mundo tome conhecimento da verdade. William Crooks aceitou o desafio. O

os fenômenos são reais e de que eu mais não sou que o instrumento de forças invisíveis, isso direis ao público, de modo que todo mundo tome conhecimento da verdade. William Crooks aceitou o desafio. O professor, ao entrar em cena na insólita biografia da jovem Florence Cook, durante as experiências investigativas que se estenderam de 1870 a 1874, já era uma eminência no estreito mundo científico. o pleno apogeu de ser o desenvolvimento mental e notoriedade da comunidade científica. esse consagrado cientista, membro da sociedade real desde 1863, gozando de grande prestígio por suas contribuições no campo da química e da física, foi eleito cavaleiro pela rainha Vitória. Em 1910, foi condecorado com a ordem do mérito. foi o responsável pela descoberta do elemento químico Tlio e também inventor do radiômetro, do Espintariscópio e do tubo de Crooks. Depo contra a alardeada liberdade de opinião dos cientistas, sua obstinada recusa em investigar a existência e a natureza de fatos sustentados por tantas testemunhas competentes e fidedignas. Fatos esses que eles são convidados a examinar livremente quando e onde queiram. De minha parte, valorizo em demasia a busca da verdade e a descoberta de novos elementos na natureza para eximir-me da investigação de algum fato novo, tão só porque pareça estar em contradição com as ideias dominantes. William Crooks era extremamente cuidadoso na realização das experiências. Para prevenir a fraude, ele chegou a utilizar o teste elétrico aconselhado por Cromel Wally. Consistia em colocar a médium em um círculo elétrico conectado com bobina de resistência a um galvanômetro. Os movimentos do galvanômetro eram mostrados em outro recinto para as irmãs de Florence Cook. Se a médium fizesse qualquer movimento, o mais leve que fosse, o aparelho apresentaria violentas oscilações. Entretanto, nada ocorreu. O relatório de uma longa série de experimentações realizadas na residência da família da Jovem Cook e em meu próprio laboratório, foi publicado por mim em 1874.

s oscilações. Entretanto, nada ocorreu. O relatório de uma longa série de experimentações realizadas na residência da família da Jovem Cook e em meu próprio laboratório, foi publicado por mim em 1874. Tenho observado a realidade dos fenômenos espíritas e seria uma covardia moral recusar meu testemunho. Não digo que isso é possível, digo que isso é real. Esse atestado da veracidade da mediunidade de Florence Cook atraiu uma torrente de sarcasmo e protestos contra William Crooks. Os antagonistas não intimidaram o emérito professor, que também não se deteve em agradecer ao contributo da jovem médium para o esclarecimento da verdade. >> Quero ainda manifestar minha gratidão à senorita Cook. As sessões diárias que me t proporcionado ultimamente produziram forte desgaste de suas energias. A despeito disso, quero assim manifestar publicamente minha gratidão por sua solicitude em auxiliar-me nas experiências. Submeteu-se de boa vontade a todo o teste que lhe propus. Fala de modo franco e direto e nunca vi algo em suas atitudes, demonstrando o mais leve desejo de enganar. Encerrava-se um ciclo de quase 4 anos. Em 21 de maio de 1874, ocorreu a despedida de Kate King na sessão de materialização e na presença de Sir William Crooks. Ela deu as últimas instruções sobre a conduta a ser mantida em relação ao trabalho e se tornou invisível. Ouviu-se que no leito da cabine de materialização, a médium Florence Cook acordava e lhe pedia derramando lágrimas. >> Não se vá, Kate, vem um pouco mais. >> Ah, minha cara, eu não posso. A minha missão já está cumprida. Deus te abençoe. dizia que não podia para o futuro falar nem tornar-se visível, que executando durante três anos essas manifestações físicas, tinha passado uma vida bem penosa para espiar as suas faltas, que estava resolvida elevar-se a um grau superior da vida espiritual, que só a longos intervalos poderia correspondere por escrito com a sua médium, mas que poderia sempre vê-la por meio da lucidez magnética. Com a insólita parceria desses três

erior da vida espiritual, que só a longos intervalos poderia correspondere por escrito com a sua médium, mas que poderia sempre vê-la por meio da lucidez magnética. Com a insólita parceria desses três colaboradores do Cristo, vemos a carruagem da história inscrever no tempo uma jornada de testemunhos, um esforço conjunto tecido na união energética da mediunidade, exercida com a finalidade do esclarecimento, aclimatada pela solidez e competência da ciência. apresentando também de forma irrefutável os laços do sentimento e a união dos dois planos da vida. Ah! Ah! Opa, estamos de volta. Que exibição sensacional, hein? Ah, você pode observar ali, José Daniel, que é a inteligência artificial também, as imagens, a construção das vozes, do fundo musical e a narração que, nossa, vai nos puxando numa inspiração tão grande, vai mexendo com nossas emoções que foi muito bacana, mas vou deixar vocês comentarem aí, tá? E eu vou ficar aqui nos bastidores aguardando a hora que vocês pedirem para que eu passe lá os slides aí, tá bom? >> Maravilha. Rod, José Daniel, esse primeiro momento, né, da ciência espírita, precisou vencer muitos obstáculos, né, eh, aquilo que era tido como um fenômeno sobrenatural precisou ser explicado para que se tornasse natural, para que se tornasse algo que fizesse lógica, que fizesse razão. Eh, queria te ouvir, José Daniel, porque na verdade a proposta do programa é realmente a gente homenagear todos esses homens e mulheres que foram tão corajosos nesse primeiro período da necessidade de admissão da imortalidade da alma, né? >> E realmente tiveram que ser muito corajosos, né? Ah, Cris, porque nessa época o Espiritismo não era assim uma coisa muito bem vista. Havia, inclusive uma criança muito forte, uma tentativa sempre de atrelá-lo à fraude ou até a truque de mágica, né? Tanto que houve adversários, ele começa mais de um até que assim perseguiam de forma muito contundente a os médiuns e as médiuns da época, principalmente as médiuns, que as mulheres teram um papel

né? Tanto que houve adversários, ele começa mais de um até que assim perseguiam de forma muito contundente a os médiuns e as médiuns da época, principalmente as médiuns, que as mulheres teram um papel muito importante no desenvolvimento aí da da mediunidade. Mas é o interessante é a resposta dada pelo movimento espírita. O que o movimento espírita da época fez e do movimento espiritualista também, que na Inglaterra a gente tem umas pequenas variações nessa época, produzir fenômenos com maior controle ainda. Então, em vez de se entrar num bateboca com os críticos, procurou-se o seguinte: produzir mais e melhor. Então, se duvidam que ah duvida, por exemplo, vamos pegar o caso mesmo da Florence ali. Muitos duvidavam que era ela mesma que se apresentava como Cate King. Então, entrava lá num gabinete, porque nesses fenômenos de materialização, a contribuição do médium corporalmente é muito grande. Então, assim, muitas vezes qualquer movimento brústico, qualquer outra coisa, pode trazer manefícios ao médium, pode se sentir mal. Então, eu geralmente eu colocar num gabinete, tá? um um cômodo, um armário separado para que tenha ali um isolamento paraa ficarse mais reservado e ocorrer ali o trânsito. Mas dizia, ela entrava dentro de gabinete lá, ela trocava de roupa e depois saía e se mostrava como Kate King. O que é, vamos considerar assim, ó, tirando claro, aquelas coisas das críticas pelas críticas, não deixa de ser uma dúvida razoável. Muitos, inclusive, porque assim também havia os imitadores de fenômeno, eles faziam isso. Que que o Crux começou a propor? Bom, vamos então colocar meios certificar que a médium não saiu do gabinete. Então, por exemplo, o William Crooks vai amarrar a flor cooks. O Crooks vai entrar no gabinete com luz, com uma lamparina da época e procurar observar a médium e o espírito ao mesmo tempo. Porque assim, eu não sei se você sabe, mas eu não conheço nenhum método de ficar em dois lugares ao mesmo tempo, tá? Até gostaria muitas vezes precisa, tá? Mas se ter duas pessoas onde só

mesmo tempo. Porque assim, eu não sei se você sabe, mas eu não conheço nenhum método de ficar em dois lugares ao mesmo tempo, tá? Até gostaria muitas vezes precisa, tá? Mas se ter duas pessoas onde só entrou uma, não tem como. E outros muitos foram criados. Por exemplo, ah, no livro Fatos Espíritas, que é editado pela pela FEB, que traz um resumo das experiências do Crooks, ele tem um prefácio do Dr. Paul Guier, tá, que era um investigador francês. Ah, ele também trabalhou com materializações. Ele tem um livro que é materializações de espíritos, que inclusive descreve as experiências dele, que em certo ponto às vezes assim, tá dá até assim um enche a paciência da gente tanto detalhe que ele vai dando. Mas tem um que eles fizeram o seguinte, eles construíram uma câmera que era uma grade, tá? Era uma jaula, tá? Eles não usam, mas era uma jaula, tá? Que nem muitas vezes bota bicho e colocaram lá médio. Aí eles fecharam com cadeado a essa esse gabinete, colocaram vários selos na porta ali na onde abre, tá? E ainda por diz assim, por um cúmulo de precaução, espalharam farinha ao redor da jaula. Então assim, ó, qualquer que fosse o método empregado paraa pessoa sair de dentro do gabinete, ela ia deixar uma marca. Se por acaso ela conseguir sair sem romper o cadeado, que já é uma coisa consideravelmente difícil, ia romper os selos. Caso ela conseguisse não romper os selos, ela ia deixar pegada na farinha. Tá? E aí os mostravam que ao final terminou lá, se apresentou espírito, falou, etc., fez tudo que tinha que fazer. vão verificar o gabinete e ele está intacto. Então é essa coragem que os espíritas tiveram nesse momento. coragem de continuar com as suas convicções, de aceitar as críticas sem a o travamento, sem aquele batebo, sem as coisas muitas vezes que a gente vê por aí hoje, no mundo hoje, essa coisa tão acirrada e também de produzir outros experimentos a fim de não deixar dúvidas, porque em se tratando do espiritismo, ele é sempre aberto a qualquer outra explicação, tá? tem uma explicação,

coisa tão acirrada e também de produzir outros experimentos a fim de não deixar dúvidas, porque em se tratando do espiritismo, ele é sempre aberto a qualquer outra explicação, tá? tem uma explicação, outra paraão. Então, tudo bem, mas a gente vai assentar e vamos analisar com devido critério. Pode ser que até a explicação seja verdadeira, mas não vale para todos os fenômenos. Pode ser que ele explique alguns, se conservi espiritismo, mas aceitará. Se ele mostrar, ó, não é possível, ele dará também as explicações do porqu não é possível. Então, é essa realmente a coragem, a beleza, né? Ah, e também a proteção dos espíritos superiores, como a gente vê aí na trajetória do vídeo foi muito bem retratado, o quanto que os espíritos ali tinham cuidado com a Florence Cook, né, para que ela fosse aos locais indicados, que ela tratasse com pessoas que realmente fossem contribuir para o desenvolvimento da sua mediunidade e não fossem exploradores. Eh, José Daniel, é importante só paraa gente eh salientar, sublinhar alguns pontos, né, da beleza dessa biografia da Florence Cook, a quem a gente já agradece imensamente pelo contributo, pela disposição dela em trabalhar a serviço do esclarecimento, né, eh, com seu potencial mediúnico, colocando esse potencial mediúnico em favor da verdade. E a Florence, ela foi eh travar contato com a sua mediunidade de efeitos físicos, muito jovem com 16 anos. >> Exatamente. >> E aí com 16 anos ela tem a sobriedade, ela tem a lucidez de buscar naquele momento em Londres um dos mais eminentes professores e cientistas da época. >> Uhum. vai auxiliar nessa trajetória, né? Eu acho muito bonito aquele diálogo que ela trava ao buscar a esposa do William Crooks pedindo ajuda a ela e que fosse apresentada ao emérito professor para que ele testemunhasse o fenômeno >> e dizendo: "Olha, se eu estou sendo vítima de mistificação, o senhor por favor me denuncie. Se eu for realmente uma ferramenta para a espiritualidade, que o senhor me auxilie, né, eh, diante de todas essas

endo: "Olha, se eu estou sendo vítima de mistificação, o senhor por favor me denuncie. Se eu for realmente uma ferramenta para a espiritualidade, que o senhor me auxilie, né, eh, diante de todas essas evidências e esclareça a comunidade científica que me ataca, né, que imagina, ela tinha que ter muita coragem para dar esse testemunho, né, >> muita humildade também, porque realmente disse, ó, faz como tu quiser, ela de usa assim uma carta branca pro Willam Crooks. E aí realmente se usou disso aí que assim assim, olha, foi assim até extremas assim que hoje se fosse você passar para uma começão de ética, talvez o Cruz tivesse até problema para conoscer os experimentos, porque dá do jeito que ele tinha que amarrar a médio passava muitas várias vezes lá, seria considerado até de certa forma um pouco constrangedor a médico se submeter ao rigor que ele impôs inclusive >> amarrada com correntes, né, José? É algo fisicamente também desagradável, né? >> Muitas vezes pesada também pesa média numa balança, depois pesa o espírito materializado, vê a se diferente, tá? Acultação também dos batimentos, da respiração, então ela foi ser investigada de de cima para baixo, de baixo para cima, tá? E aceitou sem se queixar, tá? Nunca disse: "Não, mas isso aí eu não vou fazer não." Conforme ele pedia era realizava. E também se submetia, porque a gente pode dizer: "Ah, mas era tudo tramado, porque assim, ó, tinha lá um um quarto secreto, uma parede giratória lá". Muitas vezes até parece quando a situação lá de que quem assiste o Chapolin, né? Aquelas aques esquemas lábolantes, mas ela faz também experimentos aonde o cru determina. Então, para cá, se ela tivesse também lá tudo um ajeitado lá, se trocasse o lugar, ela tava ralada, né? E não é o que acontece. Os fenômenos continuam, tá? ocorrer. >> E aí, Daniel, um outro ponto que eu gostaria de sublinhar, e aí conto com a sua expertise, né, científica, é a questão o seguinte. Eh, eu tive oportunidade durante muitos anos da minha vida, de participar de reuniões de

tro ponto que eu gostaria de sublinhar, e aí conto com a sua expertise, né, científica, é a questão o seguinte. Eh, eu tive oportunidade durante muitos anos da minha vida, de participar de reuniões de materialização, ou seja, eu já >> fui eh componente de uma equipe, né, de reunião mediúnica, de materialização, eh, com o objetivo da cura. Eh, e aí a gente sabe que o rigor para a conduta de uma reunião de materialização é muito grande. E por quê? Porque nesse momento que o médium entra em transe, e a gente daqui a pouquinho vai explicar como se dá esse mecanismo, >> mas existe efetivamente eh uma necessidade de se manter o ambiente em penumbra, num sem luz, com a ausência de luz, porque a incidência da luz pode provocar uma sensibilidade que pode vir levar a óbito o médium. >> Sim, exatamente, >> né? Eh, você e e a Florence Cook, em um determinado momento, por concessão da Kate King e por pedido de William Crooks, pede para que o fenômeno seja fotografado com flash. E esse flash poderia comprometer a saúde, né, o equipamento físico da própria médium, né, pra gente ver a magnitude também da proteção espiritual para que esses freimentos pudessem ser levados a termo para uma comprovação do espiritismo. Então existe todos esses detalhes, né, que envolvem detalhes de segurança que tornam ainda mais belo essa contribuição de ambos, né? aliás, dos três, porque a Kate King também quando começa a perceber, né, que eh eles estavam sendo alvos de críticas acirradas em relação, inclusive à veracidade do fato, vejam que incrível, a própria, o próprio espírito, a própria Kate King, ela resolve eh alterar a cor da sua face quando materializou >> em Azevite, que aquele aquele preto profundo, né? Aquela profunda que é um >> é uma cor característica de uma pedra negra ou tons de chocolate na na te. Uma tê que originalmente é branca, né? >> É que passe um pouquinho essas questões de segurança. >> Claro. É, é bom que tu citou isso porque assim, ó, cada coisa que a gente vai investigar exige alguns critérios. Eu

ginalmente é branca, né? >> É que passe um pouquinho essas questões de segurança. >> Claro. É, é bom que tu citou isso porque assim, ó, cada coisa que a gente vai investigar exige alguns critérios. Eu não posso chegar e investigar com ideias da minha cabeça, tá? Por exemplo, se eu quer vamos pegar uma coisa da minha área, tá? Que vai compreender. Se eu quero trabalhar com ácido sulfúrico, eu vou dizer: "Mas eu quero beber o ácido sulfúrico." É um experimento que eu só vou fazer uma vez na vida. Ou talvez faça de novo outra reencarnação, tá? Não adianta ela querer beber. Não, eu quero provar. Não, vamos provar sintomas já era, tá? Não vai sobreviver, tá? Então, cada coisa tem que ser estudada. como vai ser estudado, tá? O trabalho do cientista não é chegar lá, catar uma coisa e já sair enfiando no equipamento. Aí tem que pensar o que que ele vai estudar de lá, como é que ele vai chegar lá, como é que ele vai recolher o material, que análise que vai caber, como é que ele vai estudar. Tem toda uma preparação antes, tá? Não, você sai misturando coisa em laboratório assim a doido, assim como a gente muitas vezes vê no filme lá que de ficção científica, né, que muitas vezes são bem ruinzinhos tratos de ciência mesmo. Tem que existir critérios. No caso das sessões de materialização, existem critérios bastante vigorosos. O primeiro de todos que eu diria, é o número de participantes. O pensamento de cada um é outro também. essencial. Quando se fala em sessões de materialização, a primeira coisa que a gente diz: "Ah, a gente fica meio curioso lá, vem um espírito, tocar um espírito, a gente imagina que vai muita gente". Mas isso pode inclusive dificultar, tá? Então, os participantes tem um número reduzido, tem que cuidar muito seu pensamento. E um terceiro item muito importante, tem que ser pessoas sérias. Por pessoa sé ele tá dizendo quem é cisudo, quem é fechado, quem é mala sem alça, não é? Esse tem sentido. É quem tem seriedade e busca por algum motivo justo. Se eu quero ir numa sessão de

as sérias. Por pessoa sé ele tá dizendo quem é cisudo, quem é fechado, quem é mala sem alça, não é? Esse tem sentido. É quem tem seriedade e busca por algum motivo justo. Se eu quero ir numa sessão de materialização para só ver lá, para matar minha curiosidade, para saber como é que é um espírito, eu vou estar atrapalhando aquele momento. É necessário que tenha um objetivo sério, tá? Então vou fazer o estudo para comprovar a imortalidade da alma. Vai se fazer um trabalho de sessão de materialização com objetivo de tratar uma doença, tá? Aí tem vai ter os inúmeras aplicações desse tipo de mediunidade. Então todos têm que ter uma atuação muito séria, porque o ambiente também tem que ser extremamente limpo. Na no Missionários da Luz, o André Luiz vai descrever em detalhe seus bastidores, né? Quer dizer, bastidores para nós, né? Porque para eles ele é o palco principal. E o Hernani Guimarães andar uma vez fez uma observação muito interessante que ele diz que tem um trechinho ali que eu não vou recordar agora de caminha de queda miss luz que fala que inclusive os espíritos aumentar muitas vezes o nível de ozônio presente ali. E ozônio é um conhecido bactericida ou seja necessário que o ambiente esteja limpo materialmente falando e também no nível mental. para que aí o espírito possa extrair a substância do médium, o seu fluido, seu ectoplasma, e aí se apresentar de modo tangível. Então, o que os espíritos ou que os presentes, os encarnados es tiverem pensando, vai afetar o desenvolvimento da reunião, vai interferir na médium ou no médium. Vamos imaginar o seguinte caça. Temos uma sessão ali com uma médium que tem a capacidade de materializar. Aí a primeira pessoa está lá séria, quer estudar o fenômeno. A segunda tá pensando assim: "Bah, será que não vai aparecer o meu pai?" Ficará: "Mas já pensou se aparece o meu pai?" Aí a terceira tá pensando, pá, mas será que não vai aparecer o Dr. Bezerra? já pensou, gosto tanto do Dr. Bezerra de Menezes, quem dera aquele atravessar, aí eu vira uma bagunça e a

parece o meu pai?" Aí a terceira tá pensando, pá, mas será que não vai aparecer o Dr. Bezerra? já pensou, gosto tanto do Dr. Bezerra de Menezes, quem dera aquele atravessar, aí eu vira uma bagunça e a médium, por estar num estado de trânsito muito profundo, esse tipo de pensamento acaba interferindo e muitas vezes gerando até um constrangimento, sem falar também muitas vezes na pressão psicológica, que é um termo muito novo, tá? Na época de Kardec dos pesquisadores não existia, mas a coisa acontecia. Então, muitas vezes os presentes que vão ali ficam esperando alguma coisa do médium e muitas vezes quando não é realizado o seu desejo pessoal, a pessoa fica braba. Tem um uma um fato muito notável que eu acho que até ele é meio assim engraçado e meio que assim para deixar meio meio meio meio brabo assim até é num livro que trata uma médium brasileira de materializações da Ana Prado lá no Pará O trabalho dos mortos é Nogueira de Faria o autor que que ele vai contar uma vez na cidade de Belém foi feita uma sessão de materialização na casa da A na Prado que era a médium e se chamou vamos dizer assim personalidades consideradas importantes na cidade de Belém. que não são heramicos, tá? E aí foi feita a sessão de materialização. espírito lá a que orientava na Prado, que era João, se eu não me engano, não me recordo agora o nome, se materializou, cumprimentou os presentes, fez todos ali para mostrar da prova-se que tinha outra pessoa ali, um espírito desencarnado materializado, cumprimentou, apertou a mão de cada um e no final, depois que tudo se terminou, os presentes resolveram realizar uma ata no dia tal, do mês tal, do ano tal, na cidade de Belém, reunidos na casa da senhora na Prada o número tal, foi aconteceu isso, ata assim, bastante detalhes e depois foi oferecido para que todos assinassem e a maioria foi realmente foi lá assinar, mas teve um que não foi assinar, não ficou com perguntar, não, eu não vou assinar. Eu perguntava, mas por que tu não cumprimentou inclusive ali o espírito?

em e a maioria foi realmente foi lá assinar, mas teve um que não foi assinar, não ficou com perguntar, não, eu não vou assinar. Eu perguntava, mas por que tu não cumprimentou inclusive ali o espírito? Sim, cumprimentei, mas eu apertei a nome a a mão de um homem, não apertei a mão de um espírito. Aí os caras ficaram meio assim, né? E aí começaram meio a fazer puxar o fio da meada, né? E esse indivíduo esperava apertar a mão de uma sombra, do vento, de uma luz lá meio meio etérea. Como ele apertou uma coisa que ele constru sólida, ele achou que era tudo fraude. Ou seja, ele nem tinha entendido que fenômeno tava acontecendo ali. Ele queria que fosse atendidas as expectativas dele. Então, nesse tipo de trabalho, se tem essas pessoas contrárias, isso gera um desgaste imenso para a médium e para os espíritos orientadores, porque realmente com esse tipo de gente nunca vão estar satisfeitos, vão mais atrapalhar do que auxiliar. E se também entre os participantes, agora vamos supor assim, ó, tá? Ninguém tá esperando que venha o pai, que vem a mãe, que venha pens de Menezes, que vem Allan Kardec, que vem não sei o quem. Mas também a firmeza de pensamentos é importante, porque como olha o médium vai doar muito seu corp corporalmente, é necessário uma corrente vibratória bastante firme, a fim de dar suporte ao fenômeno. Porque muitas vezes, como o médio doa de si, pode ser que ele muitas vezes não dê conta. O médium é um ser humano, é uma máquina. Não aperta o botão agora vai vir uma materialização, agora vai vir outra, agora vem essa aqui. Não funciona assim. Muitas vezes pode ser que o médico esteja esgotado, esteja passando por problemas pessoais, não esteja bem sintonizado e carece de recursos para que o fenômeno ocorra. Nesse sentido, a contribuição dos participantes é importante. Então, quem vai a uma reunião de maternização, não vai lá com o espectador, vai lá só para olhar. Ele tem também que colaborar para que o fenômeno aconteça, no mínimo, assim, ó, e já é um mínimo bem bem

tão, quem vai a uma reunião de maternização, não vai lá com o espectador, vai lá só para olhar. Ele tem também que colaborar para que o fenômeno aconteça, no mínimo, assim, ó, e já é um mínimo bem bem mínimo que ele não atrapalhe. Então a gente vê que essa questão da matização ela é bem complexa, são é realmente a exigência é grande porque se trata de coisas muito delicadas que inclusive como a Cris bem colocou aqui, afetam a saúde do médium, muitas vezes podendo até bastante comprometedor. Se nós lembrarmos, por exemplo, do médium de materialização muito famoso, o Peixotinho, se a gente olha a biografia dele, ó, temos as aparência, ele tinha uma aparência bastante abatida, porque aquela doação gerava desgaste orgânico, mas assim, ó, mas o fluido vital dele era consumido, o tempo de ver dele diminuía mesmo, porque ali são processos bastante complexos e que existe exige uma doação tanto perespiritual quanto corporal. Então, em resumo, é, são todos aí. >> É isso, Daniel. Maravilha, maravilha esse sobrevoo que você fez no mecanismo, inclusive, né, da materialização. Lembrando, meus amigos, que aqui a gente tá querendo trazer algumas informações técnicas para vocês entenderem a grandiosidade e a seriedade desse fenômeno eh dentro de um processo de contribuição efetivo para a comprovação da do mundo espiritual, né, e da imortalidade da alma. Eh, não se pode falar de materialização se a gente não entender como ela se dá, né? Em termos assim, existe um um uma uma nome, né, até complicado, mas só se dá por conta dele, que chama-se ectoplasma, né? uma nomenclatura criada também por um contemporâneo de Kardec, Charles Richet, vai criar, >> né, o nome para essa solução vaporosa. Eu vou pedir pro pro Rodney eh colocar pra gente e aí, Daniel, a gente vai comentando. Alguns slides aqui explicativos pra gente tentar eh ir bem assim no detalhe de como ocorre o processo. Então, Rod, vê se você consegue eh expor pra gente aquele slide da materialização do ectoplasma. É, esse aqui é uma Vamos, vamos então

ente tentar eh ir bem assim no detalhe de como ocorre o processo. Então, Rod, vê se você consegue eh expor pra gente aquele slide da materialização do ectoplasma. É, esse aqui é uma Vamos, vamos então naência para não atrapalhar o Rod. Esse aqui, Daniel e >> você pode falar qual que é o o material que >> é pode passar, pode passar. Passam esse aqui, né? >> Aqui a gente tá vendo, meus amigos, uma fotografia, tá, de um processo de ectoplasmia ou materialização, é a mesma coisa. São dois nomes para a mesma situação, só que ectoplasmia é um nome mais aconselhável, porque retrata melhor o processo do que efetivamente ocorre, né? Então, toda materialização é um fenômeno de ectoplasmia. Por quê? Porque para a materialização ocorrer, é necessário essa essa sessão de ectoplasma do médium de materialização. Aí vocês podem perguntar assim: "Mas Cris, aonde está o ectoplasma dentro do corpo do médium?" E aí a gente tem um ilustre cientista, Dr. Jorge Andreia, que também já desencarnou, né? Está olhando por nós lá do plano espiritual. dentro desse processo da ciência espírita, ele nos esclareceu essa pergunta e ele diz, né, e atesta que o ectoplasma, essa substância amorfa vaporosa com tendência à solidificação, ela vai se formar no protoplasma da célula biológica do corpo humano. Então, é uma substância que emerge do interior das nossas células, das nossas, de todos os médiuns, de efeitos físicos, né? E aí tem aqui algumas especificações de ectoplasma, que eu também não quero entrar tanto no detalhe, mas quero perguntar pro José Daniel se ele quer comentar alguma coisa. Claro, quero sim. Acho que dá para ficar mais claro. Então, esse ectoplasma ele tem assim, ó. >> Ele parece muitas vezes quando eu olho nessa fotografia mesmo parece assim uma uma nuvem, né? Ou até algumas tiras de algodão assim, lembra muito, né? E ele tem que ser então produzido pelo corpo do médium. Aí, claro, o Jorge Andreia vai oferecer uma explicação, né? Então, você vem do protoplasma especialmente seria da mitocôndria, tá? Embora, claro,

ele tem que ser então produzido pelo corpo do médium. Aí, claro, o Jorge Andreia vai oferecer uma explicação, né? Então, você vem do protoplasma especialmente seria da mitocôndria, tá? Embora, claro, necessite de mais investigações pra gente dizer cravado que é ali. Por que que ele diz ali? Porque o nosso corpo tem uma substância, essa já é bastante conhecida, que ali é o ATP, tá? Fato de adenosina. O que que esse ATP faz? Ele nos dá energia, tá? >> Então, todas as coisas que a gente ingere, nutrientes, comida, elas viram o nosso corpo, esse ATP que é o que nos dá energia. Vai energiaar pra célula, vai pro sangue, vai pros tecidos, vai por tudo, tá? Então, ah, e esse ATP é absorvido e removido ali pela célula, pelo protoplasma. Então, ela entra ali, faz todo o processo e vai sendo distribuída a energia. Então, para que esse ectoplasma, para que essa substância apareça, ela tem que ser produzida em determinadas condições pelo organismo. Então, por isso que o médium entra num estado de transe, tá? Então geral fica isolado, começa ali o transe, ele poderia ser induzido ali por passos magnéticos e a pessoa vai assim tendo a aparência de que ela tá dormindo, mas daqui a pouco isso vai se aprofundando, ela vai ficando mais pálida, a respiração diminui, tá? Então há o mudanças corporais no médium que são visíveis, tá? Na sequência, aí isso internamente no organismo começa a ser produzido e ele sai pelos poros, boca, nariz e ouvidos principalmente, tá? Quando ele sai por essa pel essas vias, ele sai nesse formato que a gente tá vendo aí na imagem e pouco a pouco ele vai tomando uma forma que isso que ele parece vaporoso porque ele vai sim se derramando, vai se espalhando, mas depois ele vai criando uma aparência de sólido, ou seja, vai tomando um formato que pode ser formato de flor, pode formato de um objeto ou se o médico tem capacidade, a reunião é séria, pode sim dar a aparência ao espírito. e formar pé, mão, braço ou até uma materialização completa em que se mostra um outro

, pode formato de um objeto ou se o médico tem capacidade, a reunião é séria, pode sim dar a aparência ao espírito. e formar pé, mão, braço ou até uma materialização completa em que se mostra um outro corpo, o corpo do espírito que está se manifestando. >> Então, resum bem é bem isso aí. É, aí, Daniel, só para trazer eh exemplificação ilustrada paraa sua explicação, porque você vai continuar explicando pra gente. Eu vou pedir pro Rod eh colocar na tela a materialização, a o primeiro slide, materialização um, isso, mecanismo da materialização. Eh, vou só elencar aqui as duas subdivisões e vou pedir para você explicar o processo, tá, Daniel? Eh, existem duas formas, meus amigos, de materialização, eh, classificadas, né, divididas em dois grupos. A primeira é quando as palavras são pobres, tá? Mas busquem entender. E o Daniel vai elucidar lindamente, isso, tenho certeza. O espírito, ele se utiliza do perespírito do médium para justamente trazer essa forma que Daniel comentava, né? Então, o médium produz o ectoplasma, que é essa substância vaporosa, mas que precisa da participação do espírito que vai ser aquele agente modelador do ectoplasma. E para que o espírito possa eh fazer esse processo de ectoplasmia, de de de modelamento, digamos assim, esse espírito ele incorpora, e aí eu tô colocando a palavra incorpora, entre aspas, o perespírito do médium que fica em transe dentro da cabine. Então ele é o espírito ou o médium de efeitos físicos, ele é o elemento que cede a substância a ser manipulada pelo espírito. Esse é o processo mais comum da materialização. existe um outro processo, um outro tipo tido como materialização sublimada, inclusive existem materializações inclusive luminosas, que aí já exige um processo de combinação mais eh mais robusto, né, mais eh maisado, né, mais refinado, que é a composição do perespírito, da energia do médium, do perespírito do médium com os elementos da natureza, com a energia da natureza, tanto do mundo mineral quanto do mundo vegetal. Por

refinado, que é a composição do perespírito, da energia do médium, do perespírito do médium com os elementos da natureza, com a energia da natureza, tanto do mundo mineral quanto do mundo vegetal. Por isso é que quase todas as reuniões mediúnicas, quando elas são organizadas, elas buscam ser organizadas próximas à natureza, próximas a uma mata, próximas a uma floresta, próxima a esses recursos naturais, porque muitas vezes a espiritualidade também vai subtrair, também vai buscar nessa natureza, ao redor do ambiente físico onde está acontecendo a reunião para poder conjugar esses elementos. Falei muito, mas José, quero que você continue aí, Daniel. >> Ah, falou bem, falou bonito. Muito bem. Então, com relação ao que eu acredite, no primeiro, o que que acontece? A gente tem que imaginar o seguinte: quem é o indivíduo mais próximo do corpo do médium? o próprio médium, que é o dono daquele corpo. Então, o ectoplasma tem uma proximidade maior com o perespírito, com o corpo espiritual dele. Então, muitas vezes, para que a materialização seja produzida, que que acontece? Tem aqui o espírito desencarnado, que eu vou apresentar pela mão, minha mão direita aqui. E aqui tá o médium. vai se aproximar o perespírito com perespírito. Eles vão fazer um tipo de entrelaçamento, tá? Ou uma justa posição, se a gente quiser, tá? como se assim eles fossem mais ou menos se unir naquele momento, claro, conservando sempre as individualidades, porque espírito, é um tem a função individualizadora, né, que dá identidade à cara do espírito, mas aí naquele momento eles vão se unir. Nesse momento é mais fácil para o espírito agregar o ectoplasma ao perespírito médium, dando a aparência que ele deseja, fazendo ali as modificações necessárias. Kardec, lá no livro dos Médiuns, ele vai tratar, não é diretamente sobre a materialização, mas ação que tá bem correlato, que é sobre a é sobre aparições tangíveis, mas especialmente vai tratar quando o espírito tem uma altura maior que a do médium. É uma coisa muito Kardecas coisas assim

, mas ação que tá bem correlato, que é sobre a é sobre aparições tangíveis, mas especialmente vai tratar quando o espírito tem uma altura maior que a do médium. É uma coisa muito Kardecas coisas assim que a gente pensa, mas olha, tá? O que que acontece? Que que ele propôs com explicação? Que nesse momento ele vai envolver todo o médium em um fluido, tá? E aí o médium vai ficar como que confinado dentro daquele fluido. E aí o espírito se mostra na sua altura convencional. Nesse processo de materialização é mais ou menos isso. Então vai juntar ali os dois perespíritos o mais próximos possíveis e o ectoplasma vai ser esse que vai confinar os dois. Mas o espírito desencarnado manifestante que vai moldar para dar a aparência desejada. Claro, sempre certos limites, dependendo da capacidade do médium e das permissões espirituais. Por isso que muitas vezes alguns fenômenos se nota alguma semelhança de aparência entre médium e espírito, mas é por conta dessa sobreposição de perespíritos. Algumas características do médium ficam, porque afinal o corpo é dele. O ectoplasma tá saindo do corpo dele, tá? Essa era a pergunta então processo. >> Isso, Daniel. Eu tô te cortando porque eu fico empolgada. Essa era a pergunta que eu queria te fazer. Voltando, lembram do filme que a gente falava: "Olha, ela sofreu perseguição, ela sofreu e acusações de injuriosas porque era acusada de fraude, porque a Kate King, ela se materializava com a face, com o rosto muito parecido com o da Florence". >> Hum. E os cientistas à época ainda não tinham chegado a essa esse detalhamento do processo para poder justificar isso. Mas o Daniel acabou de explicar pra gente, né? É a proximidade dos dois perespíritos >> e um mol do outro. Um mold do outro em termos de aparência, né? Eh, que nem muita gente botasse assim, ó, pra gente fazer, vamos dizer, vamos fazer uma peça de teatro e a gente bota aquelas máscaras assim, ó, cara, por muito bem feitas que elas sejam, elas têm que se adaptar à nossa constituição,

ssim, ó, pra gente fazer, vamos dizer, vamos fazer uma peça de teatro e a gente bota aquelas máscaras assim, ó, cara, por muito bem feitas que elas sejam, elas têm que se adaptar à nossa constituição, ao nosso crânio, aos nossos músculos. Então, assim, por mais que seja assim uma um aperfeiçoamento, alguma coisa, principalmente quem é técnico, quem sabe, consegue diversar, ó, tal coisa não tá igualzinha. E aí é por conta da do jeito da estrutura corporal da pessoa. >> Isso. Mas olha, Daniel, a gente eh eu não quero deixar de tratar desse assunto sem trazer Kardec também. E logo no início, quando você começou a nos falar sobre o mecanismo, né, e sobre a necessidade da seriedade da reunião mediúnica, onde todos os componentes da reunião, a equipe de trabalho precisa estar voltada pro verdadeiro sentido da reunião, que é o encaminhamento sério, e não lidar com a questão da curiosidade, né, não deixar a curiosidade ganhar campo dentro da proposta da reunião. Eh, Kardec vai nos alertar e vai nos falar sobre a onde existe, né, o elo de ligação entre o pensamento e os fluidos. Isso está em aese. E aí eu vou pedir pro Rod, Rod, exibe pra gente aquele slide, tem um fundo assim meio azul de umas de umas ondas fluídicas assim. vê se você acha ele aí pra gente poder trabalhar ele. Agora é um slide que vai falar justamente desse conteúdo de a gênese, >> da correlação, isso dos fluidos e do pensamento. Eu vou ler muito rapidamente, Daniel, só para ficar mais explícito pro pessoal que nos acompanha. Aí eu peço para você comentar. Sendo os fluidos, diz Kardec, o veículo do pensamento, este atua sobre os mesmos, como o som atua sobre o ar. Eles, os fluidos, nos trazem o pensamento, como o ar nos traz o som. Pode-se, pois dizer, com toda a verdade, que em tais fluidos há ondas e raios de pensamentos, os quais se cruzam sem se confundir. Como no ar, há ondas e raios sonoros. Há mais. O pensamento cria imagens fluídicas e se reflete o involtório perespiritual como num espelho. Daí a importância de uma

quais se cruzam sem se confundir. Como no ar, há ondas e raios sonoros. Há mais. O pensamento cria imagens fluídicas e se reflete o involtório perespiritual como num espelho. Daí a importância de uma equipe séria, não é isso, Daniel? >> Exatamente. Tenho três comentários aqui, inclusive, para fazer, bem, acho que bem didáticos, inclusive. O primeiro, a gente sempre pode comparar o fluido, Kardec tá falando, como uma massa de modelar. Qual é a forma da massa de modelar? que eu quiser. Claro, veio no pacotinho ali no cilindro, mas porque uma máquina fez ali para poder por questões de venda ali, calcular o lucro, etc. Ali vem naquele formato mais fácil, mas eu dou o que eu quiser, o que vier no meu pensamento com os fluidos perspirituais, o mesmo, né? Ah, sobre a criação das, perdão, sobre a questão que não se misturam, como disse ali, ah, o ar que faz a comparação. Nós temos hoje inúmeros exemplos. Por exemplo, o sinal do Wi-Fi aqui da minha residência não tá se confundindo com a onda que sai da minha boca e provoca o som. O Wi-Fi não não impede eu de falar. E são sinais que estão se cruzando, ão, inclusive atravessando todo o meu corpo e de cada um aqui que está conectado pela internet. Se a gente ligar um rádio, se a gente tiver um telefone próo, também tá se trocando ondas e elas não se misturam. Isso hoje é uma coisa assim de ciência básica, tá? Cada onda tem o seu comprimento de onda e uma acaba não interferindo na outra, tá? Seria um problema. Por tem várias estações de rádio que estão passando aqui mesmo, que eu não esteja com rádio ligado, estão atravessando os nossos corpos e a gente não tá sentindo nada. Com os fluidos é a mesma coisa. Por fim, com relação às imagens ruís, tem um interessante relato do Ernesto Bzano no livro Pensamento e Vontade, que é um relato é inclusive muito pitoresco. Ele conta que tinha um médium que era vidente, ele tava em casa, né, sem grandes novidades até que batem a porta dele. E era um senhor lá fazendo pregação religiosa, e ele tava casualmente,

pitoresco. Ele conta que tinha um médium que era vidente, ele tava em casa, né, sem grandes novidades até que batem a porta dele. E era um senhor lá fazendo pregação religiosa, e ele tava casualmente, coincidentemente, fazendo pregação contra o espiritismo. E aí eles começaram ali meio uma discussão na porta de casa, tá? O médium defendendo a doutrina e esse outro senhor dizendo que era tudo do diabo, tá? E ficar não é do diabo, é do diabo. Meio que bateram boca um pouco ali. E cada um ele comenta assim, cada um foi, voltou-se para trás, convenciu de que tinha razão. Só que quando o média entrou dentro de casa, ele viu o diabo. Tinha um diabo mesmo, chifrudo com pata de bode, rabo. Ah, tudo lá, todos os três jeitos clássicos. Ele levou um susto porque pensei mas como tava bastante convencido, né, da não existência desse ser. Só que ele começou a observar que esse diabo não piscava o olho, não abria a boca, não se mexia, não, não fazia nada. E aí ele perguntou depois posteriormente ao seu guir disse: "Não era o pensamento daquele senhor que te visitou." Porque ele tava tão convencido, mas tão convencido de que o espírito era do diabo, que ele começou a pensar no diabo e deixou projetado em casa a figura do diabo, porque afinal para dentro ali estava um engiabado, tá? E aquela imagem ficou ali um certo tempo até que se desfez, porque não tinha mais quem sustentasse aquele pensamento, né? Então assim são os frutos. Então eles são bem moldáveis, tá? refletem de forma muito instantânea, muito rápida, os nossos pensamentos, os nossos sentimentos e as coisas que nós estamos acostumados a pensar, a sentir, né? E aí para os espíritos isso é extremamente visível. Numa sessão de materialização, isso toma uma gravidade ainda maior, porque essas coisas vão se refletir também e interferir no ectoplasma e no processo mediúnico que a gente comentava. >> É isso. Perfeito, Daniel. Perfeito. Bom, a gente já tá avançando aí no horário. Eh, amigos, o tema é suscita muita curiosidade, é empolgante, né? É

ma e no processo mediúnico que a gente comentava. >> É isso. Perfeito, Daniel. Perfeito. Bom, a gente já tá avançando aí no horário. Eh, amigos, o tema é suscita muita curiosidade, é empolgante, né? É complicado porque não faz parte do nosso dia a dia, né? Uhum. >> Mas se vocês tiverem alguma questão ainda dá tempo de colocar aqui no chat. a gente vai ter prazer de tentar elucidar a dúvida de vocês. E enquanto vocês pensam, colocando aqui as suas questões no chat, pra gente poder ir para uma rodada final, eu queria apresentar, Daniel, só a nível de tributo também, eh, dois slides de dois cientistas da época que apresentam com muita sensatez, né, o espírito que os animou em eh dar apoio >> ao a conduta louvável de William Crooks. Então eu queria colocar Rod aqueles dois slides iniciais. Isso. A gente vai ter uma um testemunho aqui de Alfred Ernie, que ele é inclusive autor espírita de um livro que vai tratar sobre o psiquismo experimental. Vamos ver o que que ele falou. Ah, é, >> acho que a Cris perdeu um pouquinho ali a conexão. A Rod tu botar eu posso ler enquanto a Cris aí se restabelece. A gente otimiza o tempo também para não estourar aí, ó. Vamos lá. São tão numerosos os fatos e tão sérios os testemunhos que se adultar a ciência terá que se ocupar deles. A nossa educação, as nossas ideias, os nossos preconceitos, tudo nos afasta desses fenômenos que parecem inverocímicos porque são pouco conhecidos. Ele fala uma verdade da sua época, tá? aquele rebuliço que teve ali, muit pensou, não, isso aí agora já tá, isso aí conta com achim idade média, mas diz, olha, assim, você vai ter que se pronunciar a fim de saber se é verdade ou não, como realmente o fez, como nos trabalhos que a gente tá se referindo aqui. A rotina é tão cômoda de seguir e os preconceitos são tão difíceis de de se desenraizar que geralmente se prefere ficar no que se sabe quando mesmo se hage desempenhar o papel de Deus termo entre os romanos. filósofos, escritores, sábios se têm ocupado desses fenômenos e são dignos de

ar que geralmente se prefere ficar no que se sabe quando mesmo se hage desempenhar o papel de Deus termo entre os romanos. filósofos, escritores, sábios se têm ocupado desses fenômenos e são dignos de admiração daqueles de daqueles que como Crooks, Waly, Oxon, Axov, Ces, Bodisco, Halembá, Donald, McNeb, etc. e vai citando várias, tem tido a coragem de afirmar o que observaram. E aí realmente cita também, a gente tem muitos estudiosos, né, que realmente se dedicaram, muitas vezes não tinha uma ligação direta com a doutrina espírita ou com os movimentos espiritualistas do século XIX, mas topando com aquela questão, eles resolveram investigar porque viram que seu papel era descobrir e identificar a verdade, saber se aquele fenômeno era uma fraude ou era algo real, como disse o William Crooks no final dos seus trabalhos, né? Não digo que é possível, digo que é real. >> Maravilha. É isso. Olha, vocês viram que eu tô brincando aqui de materialização e de desmaterialização. É só para ilustrar o processo, tá gente? Mas Daniel, tem uma pergunta aqui, Rod. Mas Mazé, diz aí pra gente. >> A nossa querida Mazé faz uma pergunta aí que eu queria que o Daniel respondesse. >> Sim, >> eu acho, eu acho que o Rod pergunta >> é o Rod saiu. Bom, eh, a, mas é pergunta, os pensamentos podem ser plasmados a ponto de serem vistos por videntes? É isso mesmo? >> Pode sim. Inclusive aqui na sociedade espiritual na Kardec, a gente tem alguns relatos que havia uma médium que tinha essa capacidade e muitas vezes na casa das pessoas começavam a enxergar quais eram as formas pensamento que habitualmente estavam ali alimentadas pelos seus moradores. Inclusive ela dizia que era meio raro encontrar assim pessoas que tinham flores, que tinham coisas positivas, que muitas vezes encontrava uma mistura de coisas boas com coisas não tão agradáveis, tá? E por ali ela sabia o que o que a pessoa pensava, né? Então assim, eh eh é possível, tá? Embora clarum nos dias de hoje, mas é um fenômeno possível, inclusive registrado na

sas não tão agradáveis, tá? E por ali ela sabia o que o que a pessoa pensava, né? Então assim, eh eh é possível, tá? Embora clarum nos dias de hoje, mas é um fenômeno possível, inclusive registrado na literatura espírita. >> Eh, tem uma outra pergunta aqui que eu teria falado sobre este trabalho na atividade de cura. Como é isso? Faz no perespírito para refletir no corpo físico? Olha, isso rende uma outra live. Ah, >> mas eh os espíritos eles desmaterializam, né, a aquela alguns, né, tem essa capacidade, tem essa técnica de desmaterializar e fazerem enxertos. Fala-se de enxertos de ectoplasmia, né? fica muito complicado a gente poder resumir a resposta, mas é uma técnica que resumindo, a gente retira o tecido eh ali eh, por exemplo, >> enfermo, >> enfermo, >> eh o tecido cancerígeno, por exemplo, se retira, se desmaterializa e se faz um enxerto celular sadio dentro daquele espaço, né, durante o procedimento da >> Exatamente. que isso aí tem um problema de de desmaterialização. Agora, mas complementando a fala dela. Sim. E eu diria assim, ó. Ah, as duas respostas estão corretas. Pode ser que atue somente no perespírito, tá? Dependendo da condição orgânica do doente, bem como faça uma intervenção direta no corpo físico, tá? Ah, ainda recapitulando ainda sobre as questões das materializações, um outro médium que também produziu fenômenos e aí mais relacionados à cura é o nosso famoso Zé Arigô, né, que ali nasceu, viveu ali em Minas Gerais, ali era, esqueci agora a cidade, não era Campinas, não, Campinas de São Paulo, >> Congonhas. >> Congonhas, isso. Muito bem. E ah tinha uma mediunidade muito assim exuberante, né, muito forte inclusive. E tem um livro de uma pessoa que conviveu com ele, eh, eu não vou lembrar o nome dela, não sei se é Leila Oliveira ou Leida de Oliveira, inclusive depois ela fez um curso de direito, tinha vontade de defender ele, né, dos inúmeros processos que ele sofreu. E ela relata como é que funcionava ali a questão do Zéigó, tá? como é que era a mediunidade

epois ela fez um curso de direito, tinha vontade de defender ele, né, dos inúmeros processos que ele sofreu. E ela relata como é que funcionava ali a questão do Zéigó, tá? como é que era a mediunidade dele, como é que o Dr. Fre se manifestava ali pela processo aquele psicofônico ali, praticamente quase uma forma bastante impressionante, como a gente diz, uma incorporação entre aspas, mas ela também relata que muitas vezes ah eles exalava tanto ectoplasma naquele segundo processo que muitas vezes ela topava com o Dr. Fritz meio do nada, ela abriu uma sala e estava lá Dr. Frit completamente materializado, como realmente era descrito, meio alto, careca, qualquer sotaque, ah, dava ali todos os detalhes, tá? E aí também muitas vezes fazia intervenções eh de cura neste sentido também. Também era possível, né? A vida de Zerigor, a gente vai encontrar vários relatos desse desses fenômenos, especialmente nesse livro, é cirurgias espirituais de José Arig. >> Muito bom. Eh, Daniel, a gente tá agora no no limite aí do nosso tempo de produção máximo, né? Eh, mas queria aproveitar a presença do Rod também aqui entre nós. Certamente ele tem uma riqueza de conteúdo muito grande também. Queria deixar essa varredura final com ele, né? Agradecendo a vocês essa participação até aqui, público que nos acompanha. Você faz o nosso encerramento também, Daniel. Mas Rod, queremos te ouvir, meu amigo. >> Foi foi maravilhoso eh esse bate-papo, inclusive dando tempo aqui pro pessoal eh participar também, né? Eu vi que tem uma dúvida aqui de uma pessoa aqui que é a Beatriz Rezende, tá? deixo, deu um boa noite. Na sequência ela colocou aqui que ela é médium e está tentando estudar e desenvolver para ajudar na minha evolução. Meu avô falecido, neto, eh, comecei a vê-lo. Não sei se estou vendo, se a estou apenas com a impressão, né? Tem tem essas questões, né? Mas enfim, né? deixou aqui registrada aqui sua participação e eu vou passar daqui a pouquinho as contribuições que andaram chegando aqui enquanto vocês falavam. E

ssão, né? Tem tem essas questões, né? Mas enfim, né? deixou aqui registrada aqui sua participação e eu vou passar daqui a pouquinho as contribuições que andaram chegando aqui enquanto vocês falavam. E >> só sobre essa dúvida, me permit um comentário breve. >> Pode, pode, pode fazer. >> Em questão de mediunidade, se a gente tem alguma dúvida, a gente sempre espera. Em sendo se eu estou vendo realmente, vai surgir outras evidências de que a pessoa ou não, tá? Então essa é a questão assim, ó, interação da mediunidade, a ansiedade é uma inimiga. Não se pode querer, vamos dizer assim, ó, ter uma visão e uma certeza de forma imediatas. Isso mede um constrói. Então, ah, mas aí como é que eu vou saber realmente se é o meu avô ou o meu neto? Eu não entendi muito bem ali o meu meu meu meu meu vô, meu meu falecido neto faz que eu achei um pouco confusa a redação, mas se dê tempo ou tempo, se for o avô, outras vezes vai se manifestar com mais detalhes, talvez até de forma psicográfica ou psicofona, por outras formas ou talvez depois passando mais tempo, quando a gente vai pensar de novo fã, ah, mas tinha tal coisa que eu não tinha percebido, tem tal detalhe que fecha. Então assim, ó, é dar tempo ao tempo, tá? Nenhum médium nasceu pronto. Todos eles foram ser desenvolvendo, educando a sua mediunidade. Depois a gente vai percebendo como se funciona e como é que a gente tem assim as confirmações, as evidências de que o fenômeno é real ou que não é real. Muitas vezes também pode acontecer que realmente seja uma impressão. Isso também vai se confirmar com o tempo. >> Exatamente. E Daniel tem uma um outro elemento aí, né, dentro desse processo de educação da mediunidade, né, a gente eu eu, por exemplo, tive uma sorte imensa de encontrar pessoas super sérias, eh, com muito conteúdo doutrinário, que me pegaram pela mão e me levaram pelo bom caminho. E um conselho que nesse começo de mediunidade fez muita diferença para mim foi: investigue sempre o que você sente e a sua intenção. Você estava pensando nisso? você estava

e levaram pelo bom caminho. E um conselho que nesse começo de mediunidade fez muita diferença para mim foi: investigue sempre o que você sente e a sua intenção. Você estava pensando nisso? você estava se eh programando para isso. Vasculha o seu sentimento, vasculha a a as suas as os seus comportamentos, porque os fenômenos acontecem independente da sua vontade. Então, se vocêar essa transparência de propósito, você mesmo vai ter a resposta. Uhum. >> E aí acresce com o que você lindamente aconselhou de não ficar dentro do processo da ansiedade e aguardar, porque se for verdadeiro vai voltar, vai se manifestar de novo, >> né? Então, esse esse binômio aí de prescrutar, digamos assim, as suas intenções e aguardar o tempo, talvez seja o melhor caminho. >> Uma coisa que eu vou ressaltar aqui, né, que tudo isso aconteceu numa época que não havia tecnologia. Exatamente. É, >> é justamente a espiritualidade estudou bem certinho o momento para fazer esse essas manifestações, né, como já na própria abertura da Florence, né, uma invasão organizada para acontecer tudo isso. >> E e é lógico, né, já na época já tinha muitos detratores e na atualidade também ainda continua tendo. Então é um trabalho constante. Mas eu eu achei muito bacana o José Daniel pontuar isso, né? aos detratores, mas a gente tem que trabalhar da forma mais honesta possível e não desistir diante das dificuldades. que demonstrou também e ressaltou muito bem aqui durante a apresentação a postura da jovem em se colocar à disposição, né, de todas essas essas questões que estavam rodeando o seu trabalho voluntário, mas que ela ela ela tinha essa certeza que o que ela o que ela estava apresentando era honesto, era real e era legitimado pela espiritualidade. Então, não temos que temer quando começam a fazer movimentações contrárias, porque quando a gente segue o caminho reto, tudo vai se encaminhando. Porque uma colega de escola chegar ali e falar assim: "Ó, você não quer conhecer um pouquinho mais sobre o espiritismo?", né? Às vezes a

quando a gente segue o caminho reto, tudo vai se encaminhando. Porque uma colega de escola chegar ali e falar assim: "Ó, você não quer conhecer um pouquinho mais sobre o espiritismo?", né? Às vezes a gente tá na procura e naquele momento vai aparecer alguém para nos auxiliar. Quantas histórias nós temos nesse sentido, né? Então, achei muito bacana. E a sua contribuição, Daniel, junto com a Cris aqui costurando o bate-papo, ficou muito, muito bacana, né? Eu não sei se a Cris vai querer mostrar ali na sequência. Ainda tem dois slides, né? Eu não sei. Tem mais, tem mais uma, um personagem ali, >> né? Não sei. Fica aqui. >> É, não. A gente a gente guarda para futuras edições de novos momentos de mediunidade, de efeito físico. Mas, eh, Rod, mais uma flor do evangelho apresentada, né? Mais uma Flor, né? E quero deixar com com Daniel Daniel agora a rodada final dele e depois entrego para você de novo, meu amigo. Rod. Perfeito. Então, então cabe o meu agradecimento a Cris, né, pelo convite, ao Rodne aí pela supervisão, pelo apoio técnico, pela coordenação, né, que a gente sabe que tem sempre uma equipe por trás, né, aí nos bastidores opizando para que a gente possa estar aqui, claro, principalmente ou público, né, porque se não tivesse também audiência, né, não teria sentido em continuar a a fazer o programa com as suas perguntas, com as suas participações, com seus interesses e sempre nos enriquece, porque aqui a gente obviamente são todos estudiosos do espiritismo. A gente apenas compartilha aqueles pontos que a gente já percorreu, aqueles que a gente já estudou, aqueles que a gente se dedicou e compartilhamos, né? Podemos estar errado? Podemos, é claro, somos seres humanos. E estando errado, vamos nos corrigir e aprender mais e melhor. Se estamos certos, estamos semeando a verdade e mais pessoas terão acesso a ela. Para fazer os finalmentes, né, cabe aqui recordar exatamente a figura homenajada, a Florence Cook, aqui não pelo aspecto dos fenômenos que ela produzia, que sempre saltam os olhos,

terão acesso a ela. Para fazer os finalmentes, né, cabe aqui recordar exatamente a figura homenajada, a Florence Cook, aqui não pelo aspecto dos fenômenos que ela produzia, que sempre saltam os olhos, mas acredito pelo pela vida dela. A vida de qualquer médium não é fácil. E o dela é um excelente exemplo. Então, o médium encarnado, ele vai sofrer pedradas, vai sofrer críticas, vai ser muitas vezes perseguido, muitas vezes literalmente. Então, a vida da Flor serve para um segundo modelo com um alerta. Olha, a vida do médium é isso, porque o mundo é de provas e expiações. Entretanto, não existe só amargur, existe o apoio, vamos dizer assim, praticamente perfeito do mundo espiritual ao nosso redor. A Cate King tinha uma proximidade carinhosa com a Florence. Tanto que na última sessão, quando ela se despede, não vai poder mais, não é? A a flores cai em lágrimas por quê? Pela proximidade, pelas relações de amor e de carinho criados com aquele espírito orientador e assim também com qualquer um nacenda da mediunidade. Ela é cheia de espinhos bem espinhosas, tá? bem que ferem muito, mas também existe muito consolo. A dedicação tem que ser realmente muito grande. É exercido muito do médium, muitas vezes até mais do que realmente ele pode dar. Então é necessário a coragem e a humildade. O trabalho é árduo, é difícil, mas a recompensa, a alegria em poder servir de forma honesta e digna supera todas as dificuldades. Que lindo fechar essa live. não dá vontade nem de de derrubar ela, não. Ai, mas enfim, eh quero agradecer a todos vocês que ficaram até esse exato momento, né? Mais uma vez aqui a Cris já em cima já travou de novo, né? Eh, a conexão da internet dela lá sempre tá dando esse essa questão, mas enfim, ela conseguiu fazer a entrega junto contigo, Daniel. Eh, gostaria e vou torcer para que tenha um breve retorno, né, seja numa produção eh do Flores do Evangelho ou do futuro, que vai também trazer as biografias eh masculinas ou até mesmo do CEPET Araju, o Guerreiro da Paz, que é produzido

enha um breve retorno, né, seja numa produção eh do Flores do Evangelho ou do futuro, que vai também trazer as biografias eh masculinas ou até mesmo do CEPET Araju, o Guerreiro da Paz, que é produzido também conosco aqui, ou qualquer outra situação em que a gente possa contar com a sua presença e e vai ser assim muito bacana a tê-lo novamente aqui. porque a gente deu essa oportunidade de sempre trazer um convidado porque enriquece muito, né? Então a gente deixa vocês à vontade de falar sem interrupções, porque a gente percebe que durante a fala nós aqui estamos crescendo junto com as pessoas que estão na internet interagindo conosco no chat. E aqui é um grupo muito querido que assim que eles terminam eles vão nos grupos deles lá, ó, estuda essa parte, ó. Foi bem legal essa essa essa posição aqui, ó, essa colocação. Olha esse estudo aqui. Então, o pessoal tá muito grato e nós também temos um grupo de WhatsApp que acompanha lá de Manaus, que eles estudam também, gostam de receber esses conteúdos. E meus amigos, assim que termina a live, depois 48 horas, a gente coloca só o vídeo, né, da presença da Florence Cook, que foi produzido também numa numa playlist separada. Então, vai ter a playlist da live que tem o detalhamento e tem a playlist só do vídeo, onde você pode utilizar na sua casa espírita em qualquer lugar para aprimorar o aprendizado justo com um recurso audiovisual. Então encerro aqui. Então Cris, tudo certo? Já podemos encerrar, né? >> Vamos que vamos. A gente deixa o nosso abraço, o nosso carinho para todos, né? Eh, vou repetir aqui uma uma frase que eu falei esse final de semana aí na sua terra, Daniel. >> Tive um congresso aí no Rio Grande do Sul, na cidade de Rio Grande, >> eh, queridos amigos, e lá podemos falar um pouco sobre a questão da imortalidade da alma. E eu dizia que nesses primeiros momentos do espiritismo e da revelação espírita, eh, a necessidade do do fenômeno se fez, né, eh presente e ali havia sim a materialização como algo que impressionava os olhos e suscitava eh a

imeiros momentos do espiritismo e da revelação espírita, eh, a necessidade do do fenômeno se fez, né, eh presente e ali havia sim a materialização como algo que impressionava os olhos e suscitava eh a curiosidade para o entendimento do fenômeno. Mas a proposta hoje é uma proposta de desmaterialização. Nós já temos todos os insumos, todos os estudos necessários, todas as comprovações necessárias. O plano espiritual já mostrou a que veio, né? Jesus já esteve entre nós, o verdadeiro Cristo consolador. Então hoje, né, a partir do processo de materialização, que nós possamos nos desmaterializar, né, nos afastando do orgulho, nos afastando do egoísmo e nos tornando cada vez mais homens espirituais. Então fica só essa esse recado, né? E essa essa vontade manifesta que todos nós possamos empreender esforços nesse sentido. Uma boa noite para todos vocês e Daniel, profunda gratidão. Foi altamente enriquecedora a sua presença aqui. Muito obrigada. >> Obrigada. Tchau. Tchau, gente.

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