🎙️ Podcast CONECTA ESPIRITISMO – CONECTA.ON com Jorge Elarrat

Conecta Espiritismo TV 23/02/2026 (há 1 mês) 42:53 514 visualizações 58 curtidas

O espaço onde as grandes ideias ganham voz. Um bate-papo leve, inteligente e inspirador com as principais personalidades presentes no Congresso Espírita de Campinas 2026. Conversas que conectam experiências, ampliam visões e aproximam corações. Aqui, o conteúdo vai além do palco — ele pulsa, dialoga e transforma. Realização: Conecta Espiritismo Produção e Gestão: TV IDEAK 🌐 www.conectaespiritismo.com.br

Transcrição

livro do Rafa, eu vou pedir para ele, por favor, comentar sobre essa linda obra, o que ela traz de conteúdo para os nossos internautas. Quando as dores forem lancinantes, os olhos perplexos quiserem chorar, lembra-te das estrelas cintilantes que vieram o teu céu fazer brilhar. Quando triste te sentires sozinho, decepcionado com uma cara feição, tenta refletir por um pouquinho e verás quantos amam o teu coração. Quando então tua vida estremecer por crises e misérias que te façam sofrer, lembre prece o celeste amigo, pois em meio a tanta intemperança, é Jesus, a tua eterna esperança que caminhará para sempre contigo. Esta obra O encontro de Jesus fala da nossa caminhada, criaturas, ao encontro do sol das nossas vidas, que é Jesus de Nazaré. Nós nos propusemos a falar dessa trajetória nossa com abordagens psicológicas, com abordagens evangélicas, sobretudo com abordagens espíritas. Trouxemos fatos históricos, trouxemos considerações da vivência psicológica, trouxemos sobretudo poesia, porque a vida precisa de leveza, de responsabilidade e de amor. E o mais importante, quem adquirir essa obra, Goto, vai estar ajudando uma obra social lá em Niterói. Porque em 1988, o benfeitor Camilo chamou José Raul Teixeira e disse assim para ele: "Meu filho, está na hora de nós colocarmos tudo que nós aprendemos com a doutrina espírita em prática. Como assim? Vamos trabalhar com as crianças. Então, hoje nós temos 192 crianças em condição de vulnerabilidade, são tiradas da rua, são tiradas da cola, são tirada dos sinais e recebem a educação conforme os padrões do mundo, mas também recebem conforme os padrões do evangelho. É o nosso remanso fraterno. E segundo o espírito José Grosso, remanso, um lugar de paz. Então nós escrevemos essa obra primeiro por amor a Jesus e segundo porque toda a renda é revertida as crianças do Remanço Fraterno. >> Que maravilha. Tomara que seja realmente um sucesso. Primeiro porque nós temos acompanhado a sua trajetória como expositor, debatedor, estudioso também

é revertida as crianças do Remanço Fraterno. >> Que maravilha. Tomara que seja realmente um sucesso. Primeiro porque nós temos acompanhado a sua trajetória como expositor, debatedor, estudioso também no mundo profano, no mundo do dia a dia, né? A gente brinca de com esse termo profano, mas é é o mundo do dia a dia, da academia, seus estudos e com tudo que eu conheço de Rafael Siqueira, eu tenho certeza que quem adquirir essa obra vai estar levando para casa um pouquinho do coração de Jesus e também ajudando o nosso Remanso, que é uma obra realmente divina. Agora eu vou passar aqui paraa minha dama do movimento espírita do estado do Rio de Janeiro, nossa querida Carmen Silveira. Boa tarde, Carmen. Por favor, fala um pouquinho da sua atuação no movimento espírita atual, porque se a gente for pegar a sua biografia, vamos passar aqui à tarde, não é, Rafa? >> Boa tarde a todos vocês a esse grande congresso que eu estou participando eh com muita felicidade, com gratidão. Bom, na atualidade eu pertenço ao CAN, que é a parte da mediunidade do nosso Serge, né? já fui do conselho diretor e através do CAN eu também estou participando do CFN da regional sul na área da mediunidade. Além disso, eh, há uns 7 anos atrás, eu conheci o estudo do Evangelho Rede Vivo através da Marta Antôes Moura, que recém voltou para a parte espiritual, e ela me orientou que eu poderia estudar o Evangelho Ride Vivo. Eu encontrei com ela lá em Portugal, em Leiria, e aquela época eu não dei muita consideração sobre a obra. Aí ela me mandou um zap dizendo que ela ia fazer um grande estudo em Mato Grosso do Sul e se eu não queria ficar eh vendo online. E eu fiquei apaixonada pela introdução à metodologia da obra. E aí ela me ajudou a fundar uma um estudo lá em Cabo Frio, que vai fazer agora 6 anos, que foi fundado lá no Centro Espírita Amor e Caridade, onde eu pratico há 20 anos a os estudos. E assim nós conseguimos, no final do ano passado fecharmos os livros do Novo Testamento. E eu durante um ano estudei com a FEB ah

tro Espírita Amor e Caridade, onde eu pratico há 20 anos a os estudos. E assim nós conseguimos, no final do ano passado fecharmos os livros do Novo Testamento. E eu durante um ano estudei com a FEB ah o apocalipse de João. Então eu tenho me dedicado à área da mediunidade, área do evangelho Rede Vivo e sem poder dizer que eu jamais deixarei as obras da Joana de Angeles, né, a nossa querida companheira. Então, eu tenho um programa matinal de 30 minutos de segunda a sexta-feira, eh, no Facebook e no YouTube, em que eu faço os livros da dos momentos da Joana. E há uns 3 anos atrás eu fui a conversar com Divaldo lá na Mansão do Caminho e eu agora estudo também as obras psicológicas transpessoais da Joana. Começamos agora, vamos começar agora no mês de março o sexto livro que é o autodescobrimento, desafios e soluções. Então a gente vai trabalhando uma coisinha aqui, outra coisinha ali e tentando levar para o movimento espírita eh os conhecimentos que nós adquirimos. E no caso da Joana de Angeles, eu fiz um contrato com a com a editora Leal do que eu poderia falar, de como poderia falar e que é uma maneira da gente traduzir Joana de uma maneira mais simples, levando pro dia a dia, mas sendo correta com relação a aos livros transpessoais. Eu acho que tá bom, além de eu de eu trabalhar na casa espírita, né? Eu pedi licença aqui o Guto, porque eu quero cumprimentar a Carmen enaltecendo o seu trabalho. Ela é uma referência para nós no estado do Rio de Janeiro, uma pessoa segura, uma pessoa que sempre nos passou muita simpatia e aproveitar esse momento porque um congresso espírita se faz também daqueles que são os trabalhadores. Então eu queria que o Budo também se apresentasse, dissesse quem ele é, dissesse os seus trabalhos e fizesse mais. Desde sexta-feira nós estamos com a equipe do IDEAC, o Abobrinha, o Maxuell, o João Medina, trabalhando para que essa gravação com excelência chegue até vocês. Gente, tudo aqui é planejado, desde a iluminação, o som, o ambiente. Então, Guto, fale de

AC, o Abobrinha, o Maxuell, o João Medina, trabalhando para que essa gravação com excelência chegue até vocês. Gente, tudo aqui é planejado, desde a iluminação, o som, o ambiente. Então, Guto, fale de você, o que que você faz e fale pra gente do trabalho do IDEAC, porque é muito importante as pessoas saberem que para uma palestra estar pronta, para um som chegar com qualidade, a mais de 20 canais, existe uma preparação. >> Bom, eu sou entrevistador, mas eu fui pego de surpresa aqui com muita alegria, porque falar do Ideac é algo que me traz muita alegria, né? Antes de falar do IDEAC, vou responder a sua pergunta. Nós trabalhamos no movimento federativo, atualmente atuando na região do 10º Conselho Espírita de Unificação, que fica na Baixada Fluminense. Lá nós coordenamos justamente o setor de unificação. Militamos na casa espírita de eh humildade e caridade lá na nossa cidade de Nova Iguaçu. Nós temos vínculos imortais com a cidade de Campos, que é onde fica sediada e embasado o nosso Ideac, que é um instituto que foi criado com o objetivo de difundir, de divulgar a boa nova, o Evangelho e a doutrina espírita. Esse grupo é um grupo formado por essas pessoas que você citou e algumas outras, né? Você falou que aqui nós temos o o Júnior, a abobrinha, o Max e o João atuando nesse espaço de entrevistas com uma aparelhagem de melhores das melhores eh equipes de filmagem e transmissão. Um investimento altíssimo feito, a maioria deles pelos próprios trabalhadores do IDEAC, né, com muito pouca contribuição do movimento espírita dix de passagem. Mas lá no auditório nós temos uma segunda equipe trabalhando. Lá estão o Jorge Pontes e o nosso querido Lucas. Estão fazendo a captação de imagem com outros equipamentos também de ponta, transmitindo não para 20, mas para quase 30 canais simultaneamente. Então o IDEA que tem feito congressos na cidade de Campos, eh na Bahia, eh em quais estados mais vão abrir? Maria, Espírito Santo, >> Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás e agora aqui em Campinas, no estado de São

ue tem feito congressos na cidade de Campos, eh na Bahia, eh em quais estados mais vão abrir? Maria, Espírito Santo, >> Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás e agora aqui em Campinas, no estado de São Paulo, nós já estamos na quinta, na quinta edição do Congresso Espírita do Norte, Noroeste Fluminense. E além dos congressos, existem várias atividades que o DEAC realiza como um encontro que reúne só expositoras meninas, viu Carmen? Você já tá convocadíssima pro próximo, né? Então, nós reunimos lá o encontro das mulheres espíritas, exaltando essas figuras importantes do movimento. E aproveitando, nós sempre procuramos incluir o nosso card de convidados dos congressos a presença feminina. Às vezes as pessoas reclamam, mas tem 15 homens, só cinco mulheres. A verdade, a gente convida, a gente vai convidando as meninas para participar do do congresso e nem todas podem, né? Mas aquelas que aceitam, nos abrilhantam com as suas presenças. e nos deixam muito felizes, porque a contribuição feminina é como vocês acabaram de ver aqui, a palavra segura amorosa de Carmen Silveira e de tantas outras companheiras. Eh, nós estamos agora também preparando, ali me soprou, meu amigo abobrinha, o Congresso espírita de Juiz de Fora. A partir desse ano, o IDEAC está assumindo eh a coordenação junto com um grupo que já coordenava amigos trabalhadores dessa cidade, o nosso querido Rafael Papa, que foi um dos idealizadores do congresso lá, nós estaremos também colaborando na coordenação e o congresso já está organizado e a todo vapor, expositores incríveis, convidados, debatedores, uma equipe maravilhosa atuando. A equipe do DEAC, boa parte dela de campos, vai se deslocar para J de Fora e contaremos também com trabalhadores locais e o apoio de algumas instituições de Juiz de Fora, da Aliança Municipal Espírita e Mineira lá da cidade de Juiz de Fora e várias instituições. A gente aproveita até para deixar o convite aqui para todos, né? Qual é a data? >> 14, 15, >> 14, 15 e 16 de agosto. Não percam. E em 2027 a gente

a lá da cidade de Juiz de Fora e várias instituições. A gente aproveita até para deixar o convite aqui para todos, né? Qual é a data? >> 14, 15, >> 14, 15 e 16 de agosto. Não percam. E em 2027 a gente já tá programando o sexto congresso espírita do norte, noroeste Fluminense, que será na cidade de Aperibé, né? Já fiquem aí com as suas agendas prontas, porque vai ser no final, finalzinho de novembro, né? 26 27 de novembro, eh, também com convidados maravilhosos. Esse é o nosso trabalho, Rafa. a gente também ter a oportunidade de escrever um pouquinho. Escrevemos alguns artigos para jornais, também temos alguns programas que nós fazemos pela pela internet. Eh, a nossa esposa tá me lembrando que a gente também trabalha com a coordenação de palco de alguns eventos, né, fazendo lá a locução e como eu sou entrevistador, vou parar por aqui porque eu quero ouvi-los. Aliás, o sinal que ela estava fazendo não era para eu falar disso, mas era para eu passar a palavra logo para vocês, porque eu sou, na verdade, um grande falador, né? a a verve vai me permitindo aí a a cabeça vai trazendo lembrança e a gente vai falando. Então, já que a Carmen falou em mediunidade e eu sei que o nosso Rafa também tem as suas antenas mediúnicas muito bem conectadas com o alto. Eu queria conversar com vocês nos próximos minutos sobre o trabalho da mediunidade, o médium, a responsabilidade que é ser médium, possuir esse dom divino, como é que isso funciona ou como isso deve funcionar na vida de um espírita, de um adepto da doutrina que se percebe médium e que tem então essa missão a desempenhar. Você quer começar ou a Carmen pode fazer a fala inicial? Pode falar, Carmen. Pois é, eu esqueci de dizer, então, já que você tocou no ponto, eh, a nossa federativa, o nosso CERGE está fazendo neste ano de 2026 um percurso no interior e na cidade do do Rio de Janeiro sobre mediunidade, eh atuando na na alegria de nós termos 165 anos do livro dos médiuns e fazendo uma proposta de um tema que eu tô contribuindo,

percurso no interior e na cidade do do Rio de Janeiro sobre mediunidade, eh atuando na na alegria de nós termos 165 anos do livro dos médiuns e fazendo uma proposta de um tema que eu tô contribuindo, mediunidade, desafios, ética e responsabilidade, justamente falando em algumas cidades e vamos até em Campos do Goita Casas >> no mês de março para fazer a nossa fala. Na realidade, meu amigo, eu queria começar dizendo assim: parece que todos os médiuns se esqueceram que antes de reencarnar nós assinamos um contrato que nós seríamos médiuns, mas não foi um contrato simples, jocoso ao acaso. A maioria dos médiuns que t uma mediunidade para trabalhar nas reuniões mediúnicas, nós fomos levados à colônia nosso lar durante alguns anos para podermos estudar um pouco sobre mediunidade. Porque esse Deus de amor e de bondade não poderia nos fornecer um atributo do espírito sem nós entendermos nada sobre ele? E Jesus, o guia e modelo para nós da nossa coletividade do planeta Terra, ele contribui para nos orientar, em especial através da série André Luiz. Nós vamos ver que nós temos no livro Os mensageiros que André Luiz nos coloca que existe um portal onde lá se estudam durante talvez até 30 anos um pouco de mediunidade para que quando você vá atuar você já tenha aqueles conceitos. E mais do que isso, existe também um um estudo que quando você é médium, você não quer trabalhar a mediunidade, você não vai morrer, você não vai sofrer, você pode escolher a sua responsabilidade, a sua de você querer ser médio ou não, aliás, de você querer desenvolver e trabalhar a sua mediunidade. Mas foi você que assinou o contrato. Só que o nosso codificador nos explicou que existe o esquecimento que você tem para você também ser lúcida e lúcido para não deixar que alguma coisa você saiba e você vai seguir a regra o que você sabe. Então eu acho que a gente precisa entender que todos somos médiuns, porque nós somos espíritos. viemos do mundo espiritual e trazemos as propostas do mundo espiritual, independente de estudarmos o

be. Então eu acho que a gente precisa entender que todos somos médiuns, porque nós somos espíritos. viemos do mundo espiritual e trazemos as propostas do mundo espiritual, independente de estudarmos o nome mediunidade. Então, essa essa proposta de todos sermos médiuns é porque nós desdobramos durante a noite, nós sonhamos com pessoas que já partiram, nós temos eh intuições através da nossa glândula pineal. Então isso tudo comprova que todos nós temos um certo quesito da mediunidade. Entretanto, há necessidade que nós sejamos médiuns, mas médiuns responsáveis, ou seja, que as casas espíritas possam nos fornecer estudos também para nós nos lembrarmos dos estudos que nós fizemos anteriormente. Sim, a Federação Espírita Brasileira traz uma proposta de dois ou três anos atrás de que o livro dos médiuns seja estudado por todas as pessoas da casa espírita que quiserem, não para trabalharem diretamente na reunião mediúnica, mas para entender o que seja mediunidade, em especial os jovens que têm uma certa dificuldade entender, que eles possam fazer o estudo do livro dos médiuns para eles poderem saber ver aquelas aquelas dificuldades que eles estão passando, pode ser que seja de algum agravamento de algum espírito de outrora ou espíritos brincalhões que esteja fazendo com ele. Então, é preciso que se estude um pouco a mediunidade trabalhando ou não na reunião mediúnica. >> Muito bem, por favor. >> Conforme assentou o Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 26, a mediunidade é coisa santa. e precisa ser exercida santamente. São palavras de Kardec. A palavra santamente quer dizer com responsabilidade. Ou seja, nós precisamos exercitar a mediunidade com responsabilidade. E de que forma fazemos isso? Nos nos evangelizando. Porque hoje muitos sabem sobre mediunidade. Nós sabemos que todos nós somos médiuns. A dificuldade está em encontrar médiuns evangelizados. é nós nos evangelizarmos cada vez mais para exercitar a mediunidade nos padrões do Cristo. E para tanto, Guto, alguns requisitos são

mos médiuns. A dificuldade está em encontrar médiuns evangelizados. é nós nos evangelizarmos cada vez mais para exercitar a mediunidade nos padrões do Cristo. E para tanto, Guto, alguns requisitos são indispensáveis. A cultura do estudo. Quando nós observamos hoje, e eu faço um raciocínio includente, nós percebemos que nós estamos estudando muito pouco e não há como exercitar a mediunidade sem um estudo constante. Estudo constante. Ah, eu já li o livro dos médiuns, mas não é só ler, é ler, reler, estudar. A codificação. O Raul sempre me disse que estudava a codificação todos os anos pela idade que ele tem. Quantas vezes ele leu o livro dos médiuns? Quantas vezes ele estudou? Então, o estudo é apenas um dos quesitos. Um outro quesito muito importante é a minha transformação moral. Porque o médium, por si só, ele é um instrumento. Mas como instrumentos, nós precisamos estar afiados para sermos utilizados pelos bons espíritos. Há uma frase de Madre Teresa de Calcotá que ela diz assim: "Eu sou um lápis. Deus escreve por mim". Mas ela era um bom lápis. para Deus escrever por meio dela. Porque a mediunidade, sendo uma faculdade espiritual mais radicada no organismo, a pessoas que são médiuns e cometem os mais variados desatinos, porque ela não está distrita à moral, mas o seu bom exercício depende da moralização do médium. Então, nós precisamos nos esforçar por ser pessoas melhores. Eu me recordo uma vez quando a gente estava na semana espírita do norte noroeste fluminense e nós começamos a cantar a música Bezerra de Menes e a gente cantava, a gente cantava e o Zé Grosso comunicou e o Zé Grosso trouxe uma frase que eu nunca esqueci. Vocês querem receber o Bezerra? Contentem-se com José Grosso. Para receber o Bezerra tem que entrar na sintonia de o Zé, o Bezerra nesse momento tá numa comunidade atendendo as pessoas carentes. Então, para estar na sintonia dos benfeitores espirituais, eu preciso me aproximar do amor, da gentileza, da amorosidade, do processo de misericórdia, de

numa comunidade atendendo as pessoas carentes. Então, para estar na sintonia dos benfeitores espirituais, eu preciso me aproximar do amor, da gentileza, da amorosidade, do processo de misericórdia, de compromisso com o evangelho que eles têm. Um terceiro requisito, nós precisamos aprender a nos observar, fazer a tarefa do autoconhecimento, porque muitos de nós trazemos muitas coisas que são anímicas. E o animismo não é o problema. O animismo é o problema quando ele é deliberado, quando eu estou me valendo do animismo porque eu não vejo traços da mediunidade. Mas o animismo como um processo de desenvolvimento, de maturação da mediunidade, ele é um processo de crescimento. Porque no início nós tendemos a dificuldades. Isso é meu, isso não é meu, mas com o tempo, com a experiência, nós vamos chegando a um lugar comum, um lugar de equilíbrio. Allan Kardec já dizia, eu não olho pro Guto e sei se ele é médium. É a experiência que vai demonstrar. E essa experiência é uma experiência pessoal do Guto de autoobservação. E o autoconhecimento nos permite uma outra um médium precisa, precisamos nós aprender a ser humildes para receber os feedbacks do dirigente da reunião, dos colegas que caminham conosco. Eu vejo pessoas hoje, ah, mas você tá duvidando de mim? Não, nós estamos agindo em prol do trabalho. Nós precisamos saber se estamos no bom caminho. Então, vejam, eu falei de estudo, eu falei de transformação moral, eu falei do nosso aprimoramento enquanto instrumentos na mão de Deus. E nós precisamos pensar enquanto seres espirituais, porque a mediunidade não é aquela que a gente exerce só no dia da reunião. Nós somos médiuns todos os dias. E é interessante, Carmen, porque às vezes um espírito comunicando conosco, ah, mas você tá com essa vozinha tão doce, falando para mim de perdão, mas eu tô te vendo lá na sua casa. Eu tô vendo você lá no seu local de trabalho. Então, nós precisamos saber que somos médiuns 24 horas. Então, a nossa vida já não pode ser a mais a mesma, porque eu tenho compromissos. Uma

na sua casa. Eu tô vendo você lá no seu local de trabalho. Então, nós precisamos saber que somos médiuns 24 horas. Então, a nossa vida já não pode ser a mais a mesma, porque eu tenho compromissos. Uma quinta coisa que é muito importante, não há mediunidade que não seja direcionada para o bem. Então essa mediunidade que às vezes é só curiosidade ou uma mediunidade para eu ver coisas, hoje eu não preciso ver mais nada. O espiritismo já demonstrou tudo. Hoje nós precisamos da mediunidade para que nós aprendamos a amar, para que nós aprendamos a servir. Basta que olhemos o trabalho de Chico Xavier. Quantas pessoas se decedentaram com seus livros, com a sua vida de amor, amorosidade. Basta ver a vida de Edivaldo Pereira Franco, a obra da mansão do caminho. Basta ver a vida de Raul Teixeira. Quantas crianças tiradas da rua. Então a mediunidade precisa ter uma finalidade. Onde que eu quero chegar? Na curiosidade. Escrever um livro para ganhar aplausos. Não é esse o propósito. O propósito é nós nos diminuirmos, como fez o profeta João Batista. É preciso que eu diminua para que o Cristo cresça. E o trabalho da mediunidade é exatamente esse. Me faz lembrar, Carmen, quando Jesus estava entrando em Jerusalém. Tragam um burrinho, porque isso estava na profecia de Zacarias. Um burrinho, ele queria cumprir as profecias. O governador do planeta entrou montado num burrinho em Jerusalém. O médio é um burrinho. Então, nós não podemos perder de percep eh de mente que, por mais que a gente esteja dando passividade a um espírito nobre, nós somos o burrinho e nós precisamos aprender cada vez mais e, para tanto, nos transformar, amar e estudar. Eu gostaria de propor um um uma questão que eu considero bastante complexa na atualidade relacionada à mediunidade. Como sempre, desde as irmãs Fox, né, as meninas que colaboraram com Kardec também, nós juvenil com o fenômeno mediúnico aflorado. E o que que percebemos também? Muitas instituições espíritas não oferecem qualquer orientação, qualquer espaço para que esse jovem

ram com Kardec também, nós juvenil com o fenômeno mediúnico aflorado. E o que que percebemos também? Muitas instituições espíritas não oferecem qualquer orientação, qualquer espaço para que esse jovem possa compreender o que está acontecendo com ele e, se for o caso, educar essa mediunidade. Então, Carmen, eh como você analisa essa questão da mediunidade na juventude e o que pode a instituição espírita, as federativas espíritas fazerem no sentido de atenderem essa demanda que é real? É, eu vou eu vou me utilizar do que o Rafael falou para dizer o seguinte: nós sabemos que assinamos um contrato mediúnico, mas nós somos médios 24 horas, então eu não tenho eh horário para exercer o meu psiquismo junto a tudo que me envolve, a ambiência que me envolve. Então é muito comum você nas comerges, vamos falar aqui do nosso do nosso estado, né? Na Comerge, aquele jovem que de vez em quando tem umas ideias lá com aquele grupo de conhecidos, de grupo de desconhecidos, ele fica relaxado e naquela hora ele vai ter sensações mediúnicas. Por isso que toda comerge nós temos um lugar de atendimento, né, para que se alguém tiver alguma sensação, tiver alguma alguma necessidade, pode tomar um passe, possa conversar, porque não sei se vocês sabem, eu também fui dirigente de uma cidade, né, lá lá na na UMEN, né, há muitos anos atrás. Então esse jovem ele precisa estudar a mediunidade. Então, é uma coisa que eu fiquei muito feliz quando a FEB, a nossa federativa mãe, está orientando aos diversos reunir aos diversos seus, que as casas espíritas possam estudar o livro dos médiuns e que permitam que aquele jovem que tem a responsabilidade de 16 anos em diante, que seu pai assine um papel, que ele possa estudar o livro dos médiuns e que ele possa conversar sobre as coisas que acontecem com ele dentro de casa. Mas, infelizmente, não só no nosso estado, nós vamos falar não só do Brasil, vamos falar nos outros países que já tem cultura espírita. O jovem, ele parece que ele só pode estudar enquanto ele é primeira

, infelizmente, não só no nosso estado, nós vamos falar não só do Brasil, vamos falar nos outros países que já tem cultura espírita. O jovem, ele parece que ele só pode estudar enquanto ele é primeira infância, porque da segunda infância em diante, nós vimos aqui no nosso Conecta Espiritismo aqui em Campinas as falas e agora um lindo painel de jovens, né? E o jovem parece que ele a partir de uma certa idade ele só pode estudar na universidade. Ele paraa universidade ele tem que estudar, a mãe obriga. O pai paga a universidade, faz com que ele vá à universidade, leva até de carro, deixa na porta da universidade, mas na hora que ele tem que ir ao estudo da evangelização, existe uma permissividade. Ah, coit, eu já ouvi isso. Meu filho, sábado de manhã, ele está cansado da sexta-feira de noite, que ele estuda o dia, a semana inteira na universidade e na sexta-feira ele vai para Happ hour. Então vocês escutaram isso? Isso é comum. Então, veja, talvez vocês dois não sejam dessa época, né? Ou seja, vocês têm ultrapassado essas esses comezinhos que existe hoje. Então, a mocidade ela ela a mocidade quer dizer os jovens moços, né? Eu quis me referir a isso. Os jovens moços, eles estão prontos para estudarem a mediunidade. Estão prontos para na casa espírita fazerem uma página, uma prece, fazerem o estudo das obras que a mocidade ou a as diversas classes oferecem. Mas, entretanto, precisa de ser um dia conveniente para o pai, conveniente para ele. E nem todas a os pais eles têm uma uma certa eh força moral sobre os seus jovens. Então, a gente a gente vê que existe uma certa dificuldade, mas como nós sabemos que Jesus é o que toma conta, né? eh através dos seus prepostos em todos os estados da nossa federação, nós vamos entender que já está mudando um pouco quando nós vemos em qualquer conclave uma quantidade de jovens que toca o seu violão, 15 anos, 13 anos, um garotinho pequeno, né, pequenininho assim, com violãozinho ainda cantando a música. Eu eu vi recentemente, antes de

alquer conclave uma quantidade de jovens que toca o seu violão, 15 anos, 13 anos, um garotinho pequeno, né, pequenininho assim, com violãozinho ainda cantando a música. Eu eu vi recentemente, antes de chegar aqui, fiquei assim apaixonada. 13 anos significa que se tiver ambiência, tiver um lar, tiver uma casa espírita que seja apropriada para permitir que aquele jovem possa existir espiritualmente, porque ele é um espírito, ele vai exercitar o que ele veio para fazer. Agora, se as pessoas acham que é difícil estudar eh o evangelho, ele vai passar o livro assim, né? Não vai ler, estudar, nem conversar sobre. Então, eu acho que já está tendo uma já está havendo uma grande mudança, eh, eu vou dizer no planeta, porque eu recebi essa semana um conteúdo lá de lá de Portugal e eles vão fazer um grande encontro agora com 200 jovens, né? Então, não é só no Brasil que acontece isso. Hum. Eu acho que eu respondi um pouco a sua pergunta. É, eu tenho, Rafa, vou pedir para ele complementar uns próximos poucos minutos que ainda a gente ainda tem. Eh, se você puder comentar um pouco sobre essa questão, eh, e a gente tem 3 minutos aqui cravados para encerrar o nosso bate-papo. >> A questão da juventude é sempre uma questão que muito me acalanta, porque vejam, não tem nada que impeça o exercício mediúnico do jovem, até mesmo porque a mediunidade ela está radicada no nosso organismo e ela pode ecludir na fase juvenil. Então, perguntaram ao Raul Teixeira e o jovem médium? E ele respondeu: "Se o jovem médium tiver responsabilidade para o exercício da mediunidade, não há nada que impensar." >> Tá no livro Direcis de Segurança de Valdo Raul Teixeira. >> Exatamente. Então, vejam, há inconveniente de um médium com 16, 17 anos? Não, mas esse rapazinho ou essa moça vai ter a responsabilidade para exercer, para estudar, para estar no horário, nas reuniões, para ter uma vida onde determinadas condutas já não são mais as mais adequadas? Porque veja, Guto, com 16 anos a pessoa vai pra faculdade, ela vai conseguir abdicar de

estar no horário, nas reuniões, para ter uma vida onde determinadas condutas já não são mais as mais adequadas? Porque veja, Guto, com 16 anos a pessoa vai pra faculdade, ela vai conseguir abdicar de um tempo durante a semana para ir pra reunião mediúnica. E outra coisa, tudo me é lícito, mas nem tudo me convém. Isso tá na carta de Paulo aos Coríntios, na primeira, no capítulo 6, verso 12. Será conveniente eu ir paraas baladas, sabendo que meu psiquismo agora está aberto e vai se tornar ainda mais flexível a comunicação dos espíritos? Será que isso não pode me perturbar? Então são a escolha do jovem. O jovem tem que decidir pela atitude que ele vai tomar sobre a supervisão de alguém responsável. Então veja, não é dizer sim ou dizer não, é chamar, existe responsabilidade, existe compromisso com horário, existe sabedoria para saber que nem todos os locais hoje me convém, que as minhas atitudes podem não ser as mais ajustadas. Eu conseguindo responder esses quesitos, eu posso exercer minoridade com 16, assim como posso fazer uma palestra, a jovem de 16 anos fazendo palestras lindíssimas. a jovens de 17 anos como médiuns e trazendo efeitos muito positivos pro nosso movimento espírita. Jovem só depende de você. Não se creia sem espaço. Não se creia abandonado por aqueles que são jovens há mais tempo. Creia que nós podemos trabalhar juntos. Eis aqui alguém que já foi jovem, já achou os adultos difíceis de lidar e hoje chegando numa fase de madureza, entende que há espaço para ambos e que nós podemos construir uma ponte. Aproveito para agradecer pela essa oportunidade que nos foi dada, mandar um beijo para todo mundo e nos despedir do Conecta num clima de esperança, de alegria e de paz. que nós tenhamos conseguido espraiar esse ambiente de espiritualidade para vocês. >> Muito obrigado, meu querido amigo Rafael Siqueira, autor do livro Ao encontro de Jesus. pela capa lindíssima e bom gosto. A gente já imagina que o conteúdo também é de igual qualidade. Eh, muito obrigado

to obrigado, meu querido amigo Rafael Siqueira, autor do livro Ao encontro de Jesus. pela capa lindíssima e bom gosto. A gente já imagina que o conteúdo também é de igual qualidade. Eh, muito obrigado pelo seu pelo seu trabalho aqui, pela sua parceria nas entrevistas, pelo seu trabalho em todo conecta, não sei que você atuou em vários setores, roda de conversa, musical, né? Rafael está aqui jogando em várias em várias posições no meio no no campo de futebol, né? É uma alegria ter você conosco no trabalho, Rafa. Muito obrigado, Carmen, querida irmã de longa data, a quem também já acompanhamos muito os seus trabalhos, participamos de tantas palestras, seminários que você deu, a nossa educação da mediunidade, devemos muito a você e muitos de nós, né, do nosso estado do Rio de Janeiro e do Brasil, que Jesus possa abençoar ambos nas suas missões. E a você, internauta que nos acompanhou no Conecta, este é o nosso último encontro. a nossa última entrevista com esse casal maravilhoso. Nós agradecemos muito por todas as suas boas vibrações, pelo seu carinho conosco. Conecta Espiritismo Campinas 2026. A gente se vê no congresso espírita de Juiz de Fora em agosto desse ano e no Congresso do Norte Noroeste Fluminense em 2027 e também aqui em Campinas 2027 na versão do Conecta 2 Campinas. Não desligue não, ainda passaremos um vídeo da Cris Drups. Um beijo para vocês. Aos amigos do Conecta Espiritismo Campinas, um pouco da sabedoria poética de Carlos Drumon de Andrade. Definitivo, [música] como tudo que é simples, as nossas dores [música] não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas. e não se [música] cumpriram. >> Sofrimos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado [música] e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizados, >> por todas [música] as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos todos os filhos que gostaríamos de ter tido [música] juntos e não tivemos. por todos os shows, livros e até mesmo

ca] as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos todos os filhos que gostaríamos de ter tido [música] juntos e não tivemos. por todos os shows, livros e até mesmo silêncio [música] que gostaríamos de ter compartilhado e não compartilhamos. >> Por todos os beijos cancelados pela eternidade. >> Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema. para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Não porque nossa [música] mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela [música] nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. >> Sofremos não porque o nosso time perdeu, [música] mas pela euforia sufocada. Sofremos não [música] porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado por nós, impedindo [música] assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar. [música] >> Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por ter conhecido uma pessoa tão bacana >> e que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. >> Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples, como um verso. >> Se iludindo menos e vivendo mais. A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está [música] no amor que não damos, >> nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada [música] arrisca. Porque esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade. >> A dor é inevitável, [música] o sofrimento é opcional. เฮ

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