Live 33 – Afinal, somos o Espírito no tempo? Com Christiane Drux, Jorge Elarrat e Ivana Raisky
Live 33 – Afinal, somos o Espírito no tempo? Facilitadores: Christiane Drux, Jorge Elarrat e Ivana Raisky O estudo das obras: Afinal, quem somos – Pedro Granja, O Espírito e o tempo – Herculano Pires e Depois da Morte, de Leon Denis, será realizado quinzenalmente, terças-feiras às 21h30 Link para os vídeos apresentados na live: https://drive.google.com/drive/folder . PDF da obra: Afinal, quem somos? Capítulos: https://drive.google.com/drive/folder . Gráfico do Elarrat: https://drive.google.com/drive/folder
Do not be af the victory [música] is Ah. >> Olha só, gente, que delícia a gente começando a terceira temporada com Vineta Nova. Boa noite, Cris Drucas. Boa noite, Jorge Larrá. >> Boa noite, queridos. Oi, Jorge. A gente tá um tempão distante, né, mas eh próximos de coração, mais distantes aqui desse espaço. Muito bom retornar. Tô feliz. >> Pois é. Ela, tudo bem? conta para nós. >> Boa noite para todos. Boa noite, Cris. Boa noite, Ivana. Boa noite a todos que estão conosco no nosso chat. Uma noite maravilhosa para todos nós e que bom estarmos novamente de volta nos nossos estudos. >> É isso aí. Que beleza, né, gente? Que alegria! E a gente super feliz também porque estamos agora na semana da contagem regressiva para o nosso Conecta Espiritismo Campinas. A gente falou tanto ano passado desse evento, né? Convidamos tanta gente e olha, eu vou dizer para vocês, pessoal, as pessoas atenderam o nosso convite. Nós já estamos com mais de 2.000 inscritos, viu Jorjo Larrá? Mais de 2000 irmãos espíritas se reunião, se reunirão na Expo Dom Pedro. Estamos com mais de 2000 inscritos paraa nossa alegria. Vai ser uma festa linda, gente. >> Uma festa. É. e ao atestado, né, Ivana, de desse apelo que se fez para que estejamos juntos, porque a importância desse espaço de congresso, da presença física, da oportunidade de trocas, né, não só trocas intelectuais, como trocas afetivas, o que a internet não nos propicia dentro da abrangência que é, né, da da da importância que é estarmos presencialmente juntos. A gente quer sempre reforçar isso, né? O Elará fala sempre isso da importância de estarmos juntos. O abraço, né? A proximidade, a vibração, não tem igual, não. A a internet não substitui isso, né? >> Eh, e esse deslocamento, né? Esse fazer parte, esse trabalho em rede, é exitoso o trabalho. Parabéns, Ivana. Parabéns, Conecta Espiritismo. Eu tô muito feliz que eu vou poder dar um abraço presencial no Elah também, em você, em todos que vão estar lá presentes. Muito bom. >> Pois é. E é muito gostoso porque a gente
s, Conecta Espiritismo. Eu tô muito feliz que eu vou poder dar um abraço presencial no Elah também, em você, em todos que vão estar lá presentes. Muito bom. >> Pois é. E é muito gostoso porque a gente encontra, né, larrar as pessoas. Por exemplo, nós estávamos no céu em Uberlândia no mês passado e eu encontrei um monte de gente que tá sempre aqui conosco no chat, né, a Masé tava lá, eh, um monte de gente que tá sempre aqui com a gente. Então, é muito bom, a gente se encontra, se abraça e é bom por quê? A gente tá aqui ver o nominho de cada um, não é? Mas quando você chega e vê a pessoa pessoalmente, consegue abraçar, gente. Que alegria, isso é maravilhoso, né? Ela conta para nós as novidades. Tá tudo certo? Você tá ouvindo bem a gente aí? Seu som tá fechado? >> Estou, estou ouvindo muito bem. Estamos aguardando este final de semana é um momento muito importante, porque isso mesmo que a Crise Ivana estão colocando é muito, muito significativo. As lives são muito boas até para os lugares aonde não tem centro espírita, aonde as pessoas têm sede do conhecimento e não tem onde buscar, mas ela atende um determinado nicho dentro do movimento espírita, que é exatamente os que estão impedidos, que estão acamados, os que não têm condição de ir, os que estão distantes de um centro espírita, todos esses estão impedidos, né? E as lives vão atender essa questão, mas live não abraça. Live não abraça. A live não olha no olho, não tem jeito. Existem aspectos referentes à divulgação do espiritismo que passa pelo aspecto do eu, desse crescimento individual, dessa busca que a live não é capaz de fazer. Ela nos informa, mas a gente não consegue fazer a grande transformação. Então, nesses momentos de encontro que a gente se vê, a gente se fortalece e sente uma energia que a live não é capaz de oferecer, sabe? Os eventos presenciais, eles nos entregam o toque, o abraço, a conversa, o estar juntos. Não tem jeito, infelizmente não tem jeito. Nós não podemos eh negar isso. E a tarefa presencial, não só na casa
Os eventos presenciais, eles nos entregam o toque, o abraço, a conversa, o estar juntos. Não tem jeito, infelizmente não tem jeito. Nós não podemos eh negar isso. E a tarefa presencial, não só na casa espírita, como nos eventos, ela é essencial para a completude da tarefa de divulgação. Não há dúvida. >> É, mas olha, gente, a Teresinha tá dizendo aí, né, a Dolores também, gostaria muito, mas não dá, não dá nesse. Mas gente, ano que vem tem de novo e tem outros eventos pelo Brasil. procura uma oportunidade aí perto de onde você mora ou não deixe de ir à sua casa espírita. É muito importante, né, nós estarmos juntos. A energia do ambiente é outra quando nós estamos naquele local. É maravilhoso. Mas nós teremos durante todo o fim de semana, começando na sexta fim de tarde, transmissões ao vivo do Conecta Campinas, tá? Busque o canal do Conecta Espiritismo, vocês vão acompanhando tudo que tá acontecendo por lá, tá bom? Isso. >> E olha, gente, antes de nós começarmos o nosso estudo, eu quero hoje propor que a gente faça uma prece diferente para nós começarmos. Vai ser uma prece cantada, tá? E essa música foi uma música composta por Maurício Keller, que é o nosso, né, artista espírita aqui de Goiás, que faz parte da área nacional de arte da FEB. O Maurício, ele tem assim uma uma inspiração para compor, que é algo fantástico. E ele compôs uma música para o nosso encontro de Campinas com o tema, né, da dor à harmonia com Deus. Maurício fez uma música belíssima que se chama Só Amar. Então eu quero começar mostrando para vocês, né? Vamos ouvir o Maurício que vai ser a nossa prece cantada de abertura do nosso estudo, tá bom? Vou colocar aqui para nós. Entenda, [música] não há mistérios. Você é luz que quer brilhar. As dores [música] valem vitórias que se obtém [música] da fé que se tem em ser coragem no [música] temporal. E sei como sei que aceitar [música] é bom. Vou acolhendo mais, agradecendo [música] mais amar e ser o [música] pão bom na doação. >> E será luz só na escuridão. [música]
coragem no [música] temporal. E sei como sei que aceitar [música] é bom. Vou acolhendo mais, agradecendo [música] mais amar e ser o [música] pão bom na doação. >> E será luz só na escuridão. [música] Vai abrir o céu no coração. Abraço quem eu sou. A vida mal passou. Eu [música] posso ser melhor, seguindo bem maior. Em cada queda tem lição [música] também que leva. Sinta, sinta no seu [música] peito, sinta essa paz sem que ampara assim só mar, [música] sem julgar, perdoar numa voz. >> E sei como sei que aceitar [música] é bom. Vou acolhendo mais, agradecendo mais. >> a ser o [música] pão bom na doação. Amar e ser a luz só [música] na escuridão. Vai abrir o céu no coração. [música] Abraço quem eu sou. A vida não passou. Eu posso ser melhor, [música] seguindo bem maior. Em cada queda tem lição também que leva. [música] Sinta, sinta no seu peito. Sinta essa paz sem fim que ampara [música] assim. Só sem julgar, [música] perdoar numa voz. [música] Só mais sem julgar, perdoar [música] numa voz. >> Am bom, Ivana, todo talento, né, exposto aí na música, tema, muito bom. Maurício arrasou. >> É, então, bom, ele >> não só compõe como ele canta muito bem. >> A voz dele é é muito melodiosa, né? Muito boa, mas delos. É verdade. Bom, pessoal, hoje então eu vou ficando por aqui, tá? Crisela. Vou deixar vocês dois conduzindo aí. Hoje eu vou cuidar dos preparativos que eu viajo daqui a pouquinho para Campinas pra gente começar a organizar o nosso evento. Rodney está aqui com a gente. Rodne que é da nossa equipe, tá aqui nos bastidores. Daqui a pouco ele vem aqui, tá? E um beijo para todos. Para quem for para Campinas, a gente se vê daqui a pouquinho, tá bom? Senão, até breve. >> Maravilha. Ivana. >> Beijo, gente. >> Então, muito bem, Crimon. É o pai do Noa, né, Jorge? >> É, >> é isso. >> Olha só. >> Isso aí. Eu tava falando, Jorge, que o o Você tá você consegue me ouvir? Não tá me ouvindo? Legal. Tá me ouvindo? Tá. Pouquinho. Então, eu só tava eh esclarecendo que o Rodney, que tá nos
Olha só. >> Isso aí. Eu tava falando, Jorge, que o o Você tá você consegue me ouvir? Não tá me ouvindo? Legal. Tá me ouvindo? Tá. Pouquinho. Então, eu só tava eh esclarecendo que o Rodney, que tá nos auxiliando nos bastidores, ele é o pai do Noa, que vai estar conosco também como eh facilitador, expositor lá do do Congresso em Campinas. Então, vai ser uma alegria tê-los também conosco. Daqui a pouquinho o Rodney aparece aqui pra gente. Mas diga lá, Rai, que eu acabei te cortando. >> Não, não é que eu ia começar a puxar das discussões que a gente tem hoje para trabalhar. No seguinte sentido, nós estamos entrando na terceira temporada desse nosso estudo dessas três obras. Numa primeira temporada, nós trabalhamos muito duas obras, um fundamentalmente que foi a obra chamada O Espírito e O tempo de Herculano que veio trazendo aqueles horizontes da mediunidade, puxando desde a pré-história, puxando horizonte agrícola, horizonte civilizado, até chegarmos no horizonte profético e depois o horizonte espiritual, que é a questão do espiritismo, fazendo um caminho da mediunidade ao longo do tempo, usando como base a obra O Espírito e O Tempo e fazendo algumas incursões na obra eh de Leon chamada eh Depois da Morte. Nesse trecho, a obra de Leondir e a obra de Pedro Grande, elas são muito parecidas, porque as duas estão propondo uma análise das religiões, não da mediunidade. Herculano tá olhando a mediunidade no templo já. Eh, Leonir e Pedro Gran já não estão olhando diretamente a mediunidade. Eles estão olhando como as verdades espirituais estiveram presentes nos vários povos. encarnação espiritual, as verdades espirituais chamadas de a doutrina secreta. E há uma similaridade muito grande entre o texto de Pedro Granja e o texto de Leon Deni, produzido o texto de Leão Deni em 1897 e o de Pedro Grange em 1948. Então Pedro Gran aproveita muito do material que Leon Den oferece, traz algumas contribuições, mas acaba sendo uma base para esse primeiro momento nosso, que é a discussão da doutrina
Grange em 1948. Então Pedro Gran aproveita muito do material que Leon Den oferece, traz algumas contribuições, mas acaba sendo uma base para esse primeiro momento nosso, que é a discussão da doutrina secreta, que a gente terminou na porta do cristianismo eh na primeira temporada. Então, fundamentalmente, nós trabalhamos esse viés da evolução do pensamento religioso com a com ênfase para a doutrina secreta e os horizontes que a mediunidade tinha. Quando nós entramos na segunda temporada, eh, as nossas bases elas ficaram um pouco alteradas. Em que sentido? Nós deslocamos as nossas discussões para cima do Pedro Granja e para cima do Herculano Pires. Por quê? Porque nós começamos a discutir a evolução agora do cristianismo. Aí a base passou a ser Herculano Pires, algumas notas de Pedro Granja, mas o Leon Deni não aprofunda nas discussões de cristianismo e passa direto nela passando para o Espiritismo. Então, a gente poôde observar em algumas lives algumas contribuições que Pedro Granja nos oferece sobre a evolução do pensamento dentro do cristianismo e como que Herculano Pires vai trabalhando a manifestação da mediunidade nesse novo período da história. Chegou num certo momento do ano, o próprio Merculano Pires se desloca do cristianismo, ingressa no espiritismo em si, mas nos fenômenos mediúnicos que deram origem ao espiritismo. falar de mesas gerantes, daquele período da codificação, eh, dos precursores, da chamada invasão organizada, ele vai falar sobre os primórdios do espiritismo, olhando mais uma vez mediunidade. Veja o foco de Herculano no olhar atencioso sobre a evolução da mediunidade no tempo. E quando nós chegamos nesse momento, ah, Leon Deni, ele ele sai para um outra uma outra discussão. A discussão de Leon Deni vai para discussões filosóficas que eu já abordo como é que são. E Pedro Granja o que faz lá? Pedro Granja nesse momento faz um panorama lindo dos aspectos científicos do século X. vai mostrar a Sociedade Dialética de Estudos Parapsíquicos, vai apresentar 117
são. E Pedro Granja o que faz lá? Pedro Granja nesse momento faz um panorama lindo dos aspectos científicos do século X. vai mostrar a Sociedade Dialética de Estudos Parapsíquicos, vai apresentar 117 pesquisadores, 14, que tiveram suas contribuições dentro dos aspectos da edificação das verdades espíritas. A obra de de Pedro Granja não é uma obra filosófica, ele não filosofa. A preocupação dele é mostrar a existência do espírito e os vários cientistas das várias nações nos vários momentos da história, que entregaram seus nomes e, de certa maneira, sofreram um ataque das academias pelo fato de adotarem a visão de que esses fenômenos eles eram reais e legítimos. Isso vai, de certa forma afetar a reputação deles. E ele vai mostrar o panorama desses cientistas. Esses cientistas vieram para provar a imortalidade. Então, a nossa segunda temporada foi esta visita na história do cristianismo, a visita da mediunidade nessa nessa janela de tempo e depois a mediunidade nos primórdios do Espiritismo com depois o desdobramento da obra de Pedro Granja nos mostrando a mediunidade nesses homens, as pesquisas desses homens incríveis. que investigava a mediunidade de vários médicos, Eusab Paladino, Daniel Dunglas Homen, Elizabeth Hope, Florence Cook, são as grandes, os grandes médiuns do século XIX da Europa, né? Então aí você vai eh ter um determinado panorama. Agora, na nossa terceira temporada, a gente volta a buscar o conhecimento de Herculano, porque Pedro Granja não tem mais filosofia para nos oferecer. O que tem Pedro Granja para nos oferecer? Experimentos científicos. Se quem quiser discussão dos experimentos científicos, tá lá Pedro Granja. 15, 16, 17, 18, 19, 20. são só experimentações, materializações, desmaterializações, vista voz direta, são os vários aqui agora é só discussão de fenômeno científico. E nós temos na figura de Herculano uma discussão da filosofia espírita que vai discutir Herculano a partir de agora na terceira, na quarta parte da obra. o entendimento de como funciona a lógica
fico. E nós temos na figura de Herculano uma discussão da filosofia espírita que vai discutir Herculano a partir de agora na terceira, na quarta parte da obra. o entendimento de como funciona a lógica do Espiritismo, como que os princípios espíritas se articulam, como é a conexão entre as verdades espíritas para formar um todo doutrinário. É um foco em como esse princípio se conecta com aquele, como que as os princípios se articulam. Esse é o ponto que Herculano vai se debruçar na terceira, quarta parte da obra. E Leon Deni? Ah, Leon Deni sempre Leon Deni. Leon Deni traz uma visão diferente. Ele não discute eh a conexão entre os princípios. A ideia dele não é essa relação, como é que um princípio abraça o outro e as discussões filosóficas de como é que elas se apresentam. Não, ele vai fazer também um texto filosófico, mas é leitura da vida à luz do Espiritismo. É filosofia também. É, mas é assim. E a minha vida como fica com o espiritismo? E a minha relação com a natureza, como fica? E eu e eu e como é que fica o meu eu e a minha transformação e a minha relação com o outro? E a a prática da vida iluminada pelo pensamento que a doutrina espírita nos confere. Então, a nossa terceira temporada tem qual objetivo? Trazer o pensamento filosófico de Herculano Pires e iluminar este pensamento com as contribuições que Leão Deni possa nos oferecer. E quando a gente encontrar alguma nota, a gente traz uma pecinha do Pedro Granja para ajudar com que a gente consiga entender essa grande articulação, não é isso? Cris Druxy. >> É, a gente vai continuar costurando, né? Porque somos costureiros e alfaiates aqui. Eh, mas eh é é isso aí, né? A gente vai trazer eh, digamos assim, apropriação de ideias, né? usando a filosofia de Herculano, que nos relembra os grandes pensadores também, que marcaram a história da sociologia, a história da filosofia, né? eh, comparando os conceitos que sedimentaram as suas próprias obras, as suas próprias teorias, com aquilo que a doutrina espírita nos entrega no
a história da sociologia, a história da filosofia, né? eh, comparando os conceitos que sedimentaram as suas próprias obras, as suas próprias teorias, com aquilo que a doutrina espírita nos entrega no âmbito filosófico. Então, eh, no capítulo de hoje, que é o capítulo primeiro, né, dessa segunda parte de Hercolano Pires, eh, o triângulo, é o, desculpa, >> capítulo primeiro da terceira parte, >> é do capítulo primeiro da terceira parte. Eh, o triângulo de Emanuel, é, eu já achei muito interessante o título, né, lá, que o triângulo de Emanuel, por quê? que vai nos falar desse tríplice aspecto da doutrina espírita. E ele vai beber na fonte de Emanuel nessa grandiosa obra que eu também quero mostrar para vocês, que é essa aqui, ó, Consolador, né, onde Emanuel eh constrói a obra através da psicografia de Chico Xavier no mesmo sistema dialético de perguntas e respostas, né, como foi feito no livro dos espíritos. Só que essa obra aqui, na verdade, foi uma compilação de perguntas e respostas. E aí foi compilado o livro, juntando todo esse conhecimento nesse intercâmbio mediúnico entre Chico Xavier e o seu benfeitor espiritual, seu mentor, Emanuel. E aí, eh, ele já inaugura a primeira parte do capítulo que a gente vai tratar aqui, ela já mostrando que essa intuição dessa trindade, né, a gente até fala trindade universal, né, a trindade, Deus, espírito e matéria. Essa ideia de trindade, ela sempre permeou o saber humano, não é uma exclusividade da doutrina espírita. E ao longo da noite de hoje, a gente vai perceber como Herculano se utiliza dessa ideia de trindade, inspirando-se em Emanuel, inspirando-se na filosofia espírita para trazer novos elementos de maior abrangência para nós alargarmos o nosso campo de visão e o nosso entendimento do que seria essa trindade, levando em consideração a realidade material e a realidade espiritual. Eu destaquei aqui, Jorge, mas eu quero já passar para você só um parágrafo logo no comecinho do texto, que a gente não trocou figurinhas nesse
nsideração a realidade material e a realidade espiritual. Eu destaquei aqui, Jorge, mas eu quero já passar para você só um parágrafo logo no comecinho do texto, que a gente não trocou figurinhas nesse sentido, mas eu acho que você vai considerar essa frase de Herculano relevante e aí eu te entrego o bastão para você eh explicitar o que você achar importante. Mas eh em determinado momento no texto, na abertura desse texto, ele Herculano fala fala assim: "Por mais que procuremos negar essa dialética, né, a dialética da consciência do que é espiritual e do que é material, ou dar-lhe uma interpretação diversa, nunca poderemos fugir a realidade. dos fatos que nos mostra o homem na história, tomando conhecimento do mundo, ou seja, se situando no mundo, se assenhorando do mundo, se relacionando com ele, eh tomando conhecimento do mundo pela experiência. E aí é interessante porque quando ele fala de experiência no olhar espiritual doutrinário de Herculano, ele vai nos lembrar das vivências passadas, das nossas existências espirituais pretéritas, dada a reencarnação, agindo sobre elecepção ou representação e procurando dominá-lo, ou seja, dominar a sua própria existência, controlar a sua própria existência no mundo de por uma através de uma síntese afetiva, moral ou religiosa. Então, na abertura do texto, nesse parágrafo, eu entendi, que Herculano está eh trazendo uma sincronicidade entre eh o mundo material e o mundo espiritual e o nosso viver nessas duas dinâmicas, levantando a questão da consciência. a consciência que tem a ver com evolução, estado evolutivo, né, dentro de um homem já com competências, um homem já com potencialidades de discernir caminhos, a consciência que se entrega a uma experiência, então seria essa experiência de do agir no mundo, né? E a partir desse agir do mundo, uma tentativa de provocar para si mesmo conforto, felicidade, alegrias, dominando essa realidade do mundo. E nesse processo, processo de domínio é que o homem se articula na questão da síntese afetiva. E aí,
tativa de provocar para si mesmo conforto, felicidade, alegrias, dominando essa realidade do mundo. E nesse processo, processo de domínio é que o homem se articula na questão da síntese afetiva. E aí, Herculano fala que quando o homem atinge essa busca por essa síntese afetiva, ele já começa a navegar nesse sentimento da religiosidade. Então, Herculano nos fala de materialismo, nos fala de ciência, né? ciência materialista nessa questão de se debruçar sobre o mundo para entendê-lo. Nos fala de filosofia por conta das diversas experiências que busca e nos fala do exercício de uma religiosidade nessa síntese afetiva. Eu tentei resumir um pouquinho o que ele fala nesse no tocante a esse tríplice aspecto. >> Eh, é isso aí. Esse capítulo de hoje é cheio de tríades, não é? E o Paulo Itter, que tá aqui conosco, quando eu tava lendo o texto, diz: "Nossa, o Paulo vai amar esse texto". Porque tem vários momentos nesse capítulo que ele vai buscar conexões trinas que existe entre vários pontos que não são necessariamente pontos doutrinários, mas são questões que a gente estuda quando se aproxima da mensagem espírita. Mas antes de de de discutir o texto em si, eh, eu queria comentar um ponto que, eh, está dentro dessa discussão, mas o Herculão não acaba nem aprofundando nesse aspecto. Quero aproveitar para falar é que Kardecutina espírita tem tinha um tríplice aspecto. Inclusive, no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo primeiro, existe um tópico lá no finalzinho, o tríplice aspecto da doutrina espírita. Então, quando se fala o tríplice aspecto da doutrina espírita, tá se falando o tríplice aspecto. Se é o, é porque é singular. Então, é o tríplice aspecto que a doutrina espírita tem. Mas algumas vezes, e eu não estou falando isso com sinal de crítica, eu não tô falando isso sinal de condenação, me entendam bem, não é nesse sentido, mas é para que a gente tenha nitidez do pensamento de Kardec. Kardec nunca disse que o espiritismo tinha três três três aspectos. Ele nunca disse: "Olha, o espiritismo
tendam bem, não é nesse sentido, mas é para que a gente tenha nitidez do pensamento de Kardec. Kardec nunca disse que o espiritismo tinha três três três aspectos. Ele nunca disse: "Olha, o espiritismo tem três não há nenhum texto card. os aspectos plural do espiritismo são, não, ele disse o o singular, o tríplice aspecto da doutrina espírita. Em outras palavras, a doutrina espírita em si, ela tem um tríplice aspecto. Que que quer dizer isso? E ela é una, mas ela tem três aspectos dentro dela. Por exemplo, este objeto que está na minha mão, esse objeto aqui, esse ele é um objeto e não são três objetos, ele é objeto só, mas ele tem três dimensões. Olha, ele tem largura, profundidade e tem altura. Mas essas três dimensões, elas não existem separadamente. São três dimensões de um mesmo objeto. O espiritismo não tem três aspectos. O espiritismo tem um aspecto só e o aspecto dele é trino em si mesmo. Ele é ciência numa dimensão, ele é filosofia na outra e ele é religião na outra. Ou seja, eh nós não podemos eh dizer assim: "Olha, isto aqui é o espiritismo científico". Isso aqui não tem espiritismo sentido ou é espiritismo ou não é, gente? Ou ou não é? Eu não me entendam bem, não é no sentido de crítica, no sentido de condenar, porque a gente tem o direito de enxergar coisas que de repente não são muito nítidas, né? Aí, ah, eu enxerguei assim, claro, as pessoas têm o direito de enxergar, mas quando eu vou paraa CADEC, não, não é isso aqui, não, não é o que tá dito. >> Ô, ela é fantástico, só para te cortar rapid rapidamente para trazer uma contribuição que tá no texto. É tão fantástico isso que você tá falando pra gente, que olha, o homem trino é, o espiritismo trino é, portanto, uma concepção típica do espiritismo, dizulo, é resultante de uma síntese dialética. Então é o, como você tá falando, é síntese, é o tríplice aspecto. Não existe uma coisa separada da outra, porque senão não seria doutrina. Quando se remete ao a palavra, ao verbete doutrina, é bem isso que você tá falando
tá falando, é síntese, é o tríplice aspecto. Não existe uma coisa separada da outra, porque senão não seria doutrina. Quando se remete ao a palavra, ao verbete doutrina, é bem isso que você tá falando também, é outro aspecto da questão. Se é doutrina, gente, é o que o Elahá magnificamente tá falando, é doutrina, é um corpo de doutrina que não pode prescindir. Ó lá, é um corpo de doutrina, no caso ali pretinho, retangular, né, com com várias faces. Não pode prescindir uma coisa da outra. É isso, meu amigo. Segue aí. Foi só para atestar no texto que tem exatamente isso explícito. Sim. E vejam, alguns companheiros nossos, e eu não estou criticando, dizem a seguinte coisa: "Eu não consigo enxergar o espiritismo como religião. Não consigo porque eh não tem ritual, não tem dóg, não tem sacerdote, não tem os ingredientes que as religiões têm". Então, não dá para considerar o espiritismo nesse aspecto, aspecto religioso. Tem sentido? Então, há muitas pessoas, companheiros até eh estudiosos de doutrina espírita que apresentam esse raciocínio. Eh, eu não estou falando isso com o sentido de condená-los pelo que eles pensam. E a justificativa deles é porque o que as religiões apresentam como característica o espiritismo não tem, então não seria uma religião. Mas o próprio Kardec A Gênese, que é onde ele destaca questões de que o Espiritismo eh teria uma uma característica entre o no caráter da revelação espírita de queia uma revelação religiosa. Nesse momento em que ele trata essa questão, ele aborda de maneira muito clara o espiritismo como religião e ressalva. O que tá colocando aqui não é o espiritismo como eh uma religião dogmática, mas como o sentido de religar. E aí, Cris, eu tava lendo outro dia um livro de Cabala, Cabala Judaica, não é espiritismo. Estava lendo o livro de Cabala. E nesse livro, o autor diz o seguinte, olha só o raciocínio dele. No raciocínio dele, o judaísmo não é religião. O judaísmo, ele diz que judaísmo não é religião, rapaz. Aí eu disse, esse cara é maluco.
nesse livro, o autor diz o seguinte, olha só o raciocínio dele. No raciocínio dele, o judaísmo não é religião. O judaísmo, ele diz que judaísmo não é religião, rapaz. Aí eu disse, esse cara é maluco. Ah, uma coisa cheia de cheia de cheia de rituais, cheia de tudo que a religião tem. Vou dizer que não é religião. Aí eu fui ler o texto dele. Olha o texto dele. Por que que não é religião? Ele diz o seguinte: religião é um instrumento para religar o homem a Deus. Aí ele faz toda aquela de Kardec. O cara é rabino. A religião objetiva é religar e o homem afastado de Deus. Religar ele assim: "O povo judeu nunca teve longe de Deus. Então o judaísmo nunca religou. Por que nós nunca tivemos afastados? Se nós como judeus nunca nos apartamos de Deus, como que o judaísmo vai juntar?" Então ele é alguma coisa, mas religião ele não pode ser, porque o papel da religião é religado. Nós estamos sempre ligado, então não pode ser. É o raciocínio inverso do que muitos espíritas fazem. Ou seja, você pega um treco que é totalmente religioso e diz que não é porque não religa. E o que Kardec quer dizer é o seguinte: nós estamos nos religando a Deus através dos princípios que a doutrina espírita possui. E eu particularmente, sabe, eu eu vejo com muito muita atenção essa questão da da doutrina espírita como religião pelo seguinte fo. Eu conheço várias doutrinas reencarnacionistas, conheço várias. Eu encheria duas mãos minhas de doutrinas que t os mesmos princípios que o espiritismo. Encarnação, imortalidade, mediunidade, mundo espiritual, lei de causa e efeito, evolução. Uma coisa. Claro que diferente, porque o espiritismo tem aquela pegada da universalidade dos ensinos. Essas outras não têm. Elas elas têm um guru que que foi o revelador e tal. Bem, não tô preocupado com isso, mas há uma similaridade muito grande entre esses pensadores e os princípios que o espiritismo esposa. Mas o que é que eu noto é que essas doutrinas, e eu não estou falando mal delas, mas é uma verdade, elas elas só vão até o aspecto
ande entre esses pensadores e os princípios que o espiritismo esposa. Mas o que é que eu noto é que essas doutrinas, e eu não estou falando mal delas, mas é uma verdade, elas elas só vão até o aspecto filosófico. Elas não vão até o aspecto religioso, porque elas não comprometem a pessoa. a pessoa não se sente comprometida na sua vivência a viver aquilo que sabe. Então eu conheço muitas pessoas que possuem conhecimentos espirituais, sentam numa mesa, conversam, explicam um princípio, coisa que você nunca ouviu. O cara fala: "Não, mas fulano de tal tem um estudo sobre isso que ele fez, não sei o quê". Mas depois essa pessoa tá bebendo, ela tá fumando, ela tá tendo uma vida irregular, ela tem relacionamentos extraconjugais, ela tem uma forma de atuar profissionalmente cheio de de vícios da nossa sociedade, como se o conhecimento que ela tem não servisse para nada. Ela tem o conhecimento, ela explana sobre aquilo, ela disserta sobre o tema, mas aquilo não significa nada do ponto de vista da conduta dela. Ela não leva isso para a conduta dela. Ela continua sendo uma pessoa orgulhosa, violenta, estúpida, cheia de confusão, cheia de conflito, que briga com os outros, que não sei o quê, como como são aqueles que não têm esse saber. E eu noto na doutrina espírita, claro que a doutrina espírita também tem espíritas com todo esse tipo de comportamento, não vou dizer que não tenha, mas a doutrina espírita bate sem dó na questão da transformação moral, mas bate sem dó que você tem que mudar, que tem que se transformar, que você tem que ser melhor, que você tem que vencer, você tem que perdoar. Ela não se limita a discutir não, porque o perdão sim, porque quando você perdoa, então na lei de causa efeito, ela não fica nisso. Ela contextualiza em cima da criatura e vou usar uma palavra forte, ela exige uma transformação moral. O espiritismo ele exige não. Você tem que mudar, você tem que transformar, você tem que trazer todo dia algo de melhor que não tinha na véspera e o seu eu e seu autoconhecimento, sua mudança.
o moral. O espiritismo ele exige não. Você tem que mudar, você tem que transformar, você tem que trazer todo dia algo de melhor que não tinha na véspera e o seu eu e seu autoconhecimento, sua mudança. Cara, isso é direto. >> E esse e esse alará é o ponto de sinergia, de resgate do cristianismo primeiro. >> É isso. É isso. >> Religa. É isso. Então, assim, eh, não é historinha quando a gente fala que estamos eh alistados, digamos assim, essa não é a melhor palavra, mas enfim, é nesse compromisso de vivência para valer. Talvez muitos de nós, né, tivemos essa oportunidade lá atrás e não efetivamos essa essa oportunidade. Agora estamos tendo de novo essa oportunidade de vivência do cristianismo primeiro, espiritismo, cristianismo, rede vivo, aqueles que levam a sério, né, o movimento espírita, o ser espírita na sociedade. É isso, meu amigo. É muito bom, muito, muito bom. Olha, uma frase para ficar na cabeceira. Tô lendo aqui o texto. Herculano é genial, né? Uma frase eu vou anotar e vou botar na minha cabeceira hoje à noite. O homem trino é uno. Como o universo trino é uno. E una é a doutrina tríplice que os explica. Olha que frase. >> É porque são várias tríades. >> Claro. É o que o Paulo comentou. Paulo olha as tríades aí, né? Olha as tríades aí. Então, esse primeiro ponto que ele ele resgata, que é essa tríade da doutrina espírita, ela precisa ser discutida porque eu vejo hoje uma uma um uma questão muito pálida dentro do espiritismo, do movimento espírita, o debate sobre essa questão. É como se nós estivéssemos recuando desse entendimento religioso. Nós estamos fazendo um recu que as pessoas vão flexibilizando. Não, ela não é é religiosa, ela é moral. Não é religiosa, ela é moral. Não é, mas ela é moral e ela é religiosa no sentido por Olha só, sei que a gente tem que avançar, mas esse ponto é um ponto importante e a gente tem que aproveitar isso para que os nossos companheiros que estão conosco eh estejam atentos para essa questão. Todas as religiões, todas, eu disse, não
mas esse ponto é um ponto importante e a gente tem que aproveitar isso para que os nossos companheiros que estão conosco eh estejam atentos para essa questão. Todas as religiões, todas, eu disse, não faltou nenhuma. Todas as religiões, elas possuem quatro pilares. Todas elas têm quatro pilares. O primeiro pilar é: há um Deus ou deuses, não importa, há uma divindade que criou tudo. Então, tem uma divindade que criou. Então, todas as religiões partem do princípio de que existe alguém ou algo eh coletivo, individual, sei lá, mas que criou o mundo objetivo em que vivemos. Pá, todas têm isso e discute essa questão dessa criação. Um segundo pilar que todas as religiões têm é que o homem tem uma alma imortal. Eu acho esse pilar interessantíssimo. Ou seja, todas as religiões reconhecem que no homem existe uma fração dele que sobrevive à morte. Eu o que eu acho interessante nisso, Cris, é porque são religiões antigas e novas do Oriente, do ocidente, do norte, do sul, de regiões isoladas ou não. E aonde você for, o cara pode ter o conjunto de rituais que você quiser, mas uma coisa tem, todas tem. Existe na criatura humana um treco lá que quando morre esse treco sai e esse treco tem vida imortal. Como é que pode, gente? Como é que pode uma verdade que é tão bizarra, que não é uma coisa muito evidente para se concluir, mas todas as doutrinas, todas as religiões falam que a alma é imortal. Todas elas, desde a pré-história, quando na nos sítios arqueológicos já colocavam os objetos nas tumbas mortuárias, mostrando que eles acreditavam na imortalidade. Inclusive, quem diz esse é arqueologia, não é o espiritismo, não. Por que na pré-história as pessoas eram sepultadas com seus objetos? Porque se entendia que elas iriam sobreviver à morte. Então, cara, como é que tinha isso? por conta da mediunidade no horizonte tribal fazia com que eles vissem. E, portanto, daí vinha a crença na imortalidade. Então, a mediunidade foi a razão pela qual essa crença surge em todo o planeta e em todas as
mediunidade no horizonte tribal fazia com que eles vissem. E, portanto, daí vinha a crença na imortalidade. Então, a mediunidade foi a razão pela qual essa crença surge em todo o planeta e em todas as doutrinas. Todas as religiões falam de que tem uma alma imortal. Terceiro ponto, todas as religiões têm um código de condutas. Todas elas, a divindade dita para os homens um código que eles têm que viver. Ó, vocês têm que ser assim. tem que ser bom, não pode fazer o mal, tem que respeitar a família, tem que ser leal, cuidar do próximo. Toda religião tem isso. E um quarto ponto que toda religião tem, esse criador que criou o homem, que tem uma alma imortal, deu um código para essa alma. Se esta alma cumpriu o código, vai ficar bem no mundo espiritual. Se essa alma não cumprir o código, vai se lascar no mundo espiritual. vai ter um julgamento. Ela vai ser julgada em cima do código. Quem obedeceu, tarã, vai para um lugar maravilhoso. Quem não obedeceu, vai sofrer. Algumas diz que vai reencarnar, outras diz que não. Isso não é o não é o ponto aqui. O ponto é que existe sempre uma lei de causa e efeito, um julgamento para as criaturas após a morte. Ou seja, existe esses quatro pontos em todas as religiões. >> Primeira parte de O livro dos Espíritos. É isso. >> Deus e a criação que conecta com o primeiro pilar. Segunda parte de o livro dos espíritos, a vida no mundo espiritual, que conecta com a imortalidade da alma, a vida espírita. Terceira parte, o código moral, que são as leis morais. E a quarta parte, esperanças e consolações, é a aplicação dessa lei na alma depois da morte. Cara, o que que é isso? Ora, ela ri. Oi. >> Não, não. Eu ia falar só que é um ponto em comum que permeia todos os entendimentos que é intuitivo do homem. Herculano fala isso também lá atrás, quando a gente estudou ele nesses horizontes, no horizonte tribal, isso já tava lá conosco. Essa semente já tava gestada dentro da nossa capacidade de entendimento. Só eu quero te ouvir e continuar só para te trazer um uma
ele nesses horizontes, no horizonte tribal, isso já tava lá conosco. Essa semente já tava gestada dentro da nossa capacidade de entendimento. Só eu quero te ouvir e continuar só para te trazer um uma situação histórica. o que não foi, né, o abalo dos alicerces do poderio romano e da prepotência farisaica, quando Jesus, né, eh, deixa o seu sepulcro vazio e aparece paraa Madalena. abalou tudo. Abalou tudo, porque ali não era só uma questão eh de como assim, o que que acontece? É mesmo ele o rei dos judeus ou é ele mesmo? É ele mesmo uma figura excepcional? Mas ali tava se colocando em cheque, meu amigo, e todos que nos assistem, o poderinho romano igual a materialismo. Ele estava exemplificando a verdadeira dinâmica da vida, que é a dinâmica espiritual. Cadê ele? Como assim ele saiu do sepulcro? Então isso estava colocando em cheque toda a questão materialista, não só a teoria do judaísmo, a teoria dos fariseus que manipulavam aquela aquela essência do judaísmo, como também o poderinho romano. Abalou tudo. rolou tudo mostrando que existe uma realidade espiritual e que essa realidade espiritual se impõe a material. É isso, >> mas o que eu quero concluir é o seguinte. Se a doutrina espírita perpassa pelos pilares das religiões, isso significa que ela ela tem aderência com as perguntas que a religião faz e oferece resposta para aquilo que as religiões perguntam. Então, se eu tenho eh eu tenho é igual aquela charada da feijoada, né? Tem orelha de porco, tem focinho de porco, tem rabo de porco, tem orelha de porco, tem tudo costela de porco, mas não é porco. Aí é feijoada. Na verdade, se a gente trabalha exatamente os pontos que a a as religiões têm, é porque nós estamos ali alinhados com aquilo que e essas religiões apresentam, com um viés diferente, que é a inexistência das práticas litúrgicas que as religiões possuem. e companheiros espíritas existem que eh eles apresentam exatamente esse questionamento. Ah, mas a gente não tem liturgia. É, mas não é só a religião, não é só liturgia. A a a
que as religiões possuem. e companheiros espíritas existem que eh eles apresentam exatamente esse questionamento. Ah, mas a gente não tem liturgia. É, mas não é só a religião, não é só liturgia. A a a religião é um código de crença. Ela é um código de crenças das questões espirituais. ela responde essas perguntas que eu acabei de colocar, mas eu queria destacar aqui um um comentário que foi feito eh já aqui Sebastião Francisco de Lima, ele comenta que os adventistas eles não acreditam na imortalidade da alma. É fato. É porque nós temos que compreensão que depois da morte a alma sai e a alma vai viver a vida espiritual. Os adventistas são uma doutrina criada 1948, se não me engano, por ela em Golden White, livro Grande Conflito. Ela realmente não tem essa leitura quando depois da na visão do adventismo. Não tô não sou autorizado para falar em nome do adventismo, tá? Só colocar aqui, se tiver alguém que conheça melhor, pode colocar. Mas vindo à morte, na visão do adventismo, a criatura entra numa espécie de sono e fica, a alma fica dormindo, esperando a segunda vinda do Cristo para acordarem. Quando chegar a vinda do Cristo, aí haverá a ressurreição. As almas vão ressurgir. E aí elas que vão ressurgir com um corpo glorioso e que elas vão viver eternamente. Quem vai viver eternamente é o corpo glorioso, que é a imortalidade desse corpo que é a alma. Então você vai ter imortalidade, mas no corpo glorioso. Quer dizer, só irão ter a imortalidade aqueles que efetivamente eh viverem na retidão. O que não tiver ressuscita para o pecado, vai viver eternamente, mas num momento posterior. Então a gente acaba enxergando a imortalidade após a segunda vinda do Cristo, seja para o julgamento que joga a pessoa numa condenação eterna ou naquele que vai ter uma vida eterna de felicidade no conceito do adventismo, né? E a gente respeita todos os pontos de vista. Claro. >> É. E nesse sistema Elará que você acabou de explicitar, que é a visão dos nossos irmãos adventistas, a gente pode pegar e apropriar essa
smo, né? E a gente respeita todos os pontos de vista. Claro. >> É. E nesse sistema Elará que você acabou de explicitar, que é a visão dos nossos irmãos adventistas, a gente pode pegar e apropriar essa ideia pro perespírito. O perespírito, o corpo glorioso é o corpo espiritual depurado. Então é o perespírito depurado que vai se cuadunar com a lei divina e vai ter um estado de felicidade na erraticidade. E aquele perespírito que carrega consigo as culpas, os traumas, que ainda se arrasta nessas questões eh que o unem com os dsabores da matéria, vão vivenciar os seus próprios umbrais conscienciais, né? Então, eh é é bem isso que você tá falando, Elará. Eh, os as eu eu tô buscando a melhor palavra, as intuições são muito próximas, mas codificadas por palavras diferentes, mas o sentimento, as impressões são muito próximas das religiões como um todo. Agora, tem uma pergunta aqui, ela que eu achei muito interessante. O Rod pode tentar botar pra gente na tela às 10:17 da Adi. Eu vou colocar para você, Larrá, só para você ter aí a questão da da resposta, né, querido Elará, se puder me esclarece uma dúvida. Os espíritos que se comunicam no livro Céu Inferno, que é um dos livros que compõe o Pentateu, né, cardequiano, tanto dos felizes como dos medianos não fazem menção a Jesus. Isso me deixou incomodado. Tem alguma eh explicação para isso ou >> eu nunca prestei atenção se eles não fazem menção a Jesus. Eu precisaria dar uma olhada para confirmar se de fato isso, talvez ela já tenha tido esse olhar atencioso. Eu nunca me atentei para esse fato. Eh, precisaria voltar para ver, mas vamos admitir que seja isso. Nenhum dos espíritos felizes e nem dos espíritos eh medianos fazem menção a Jesus. Mas eu não me lembro que os espíritos suicidas também tenham feito. Dois casos que estão no céu e no inferno. 68 casos que estão lá. O único que eu sei que faz menção a Jesus é a rainha de UD, porque Kardec provoca ela. >> E pergunta: "O que sais de Jesus?" É ele que provoca. E ela diz: "O filho do
o inferno. 68 casos que estão lá. O único que eu sei que faz menção a Jesus é a rainha de UD, porque Kardec provoca ela. >> E pergunta: "O que sais de Jesus?" É ele que provoca. E ela diz: "O filho do carpinteiro não é digno de ocupar os meus pensamentos. Mas ela é um espírito sofredor, tá? Mas é a única que assim que me lembro que tem uma relação direta. Agora o que que nós temos aí que é importante observar? Esse espíritão na França, né? A França fez uma ruptura com o cristianismo na Revolução Francesa. Durante uma boa parte do tempo, o cristianismo foi banido da França e as conexões com o cristianismo, elas foram usar uma expressão forte, foram apagadas da memória psicológica do povo. cristianismo não passou a constituir objeto de discussão, porque durante a revolução todos os bens da igreja foram confiscados. Nunca mais se deu um um uma um assassinato pela Inquisição após a Revolução Francesa. Tudo foi sustado porque e deixou de existir no território francês. As igrejas passaram a ser de propriedade do Estado, a pregarem uma religião que era totalmente diferente. Quando a figura de Napoleão reaparece e vai ser coroado, ele chama o papa e o sétimo vem para fazer a coroação dele, viaja de Roma, coitadinho, né? Uma não é igual hoje que pega um avião, depois tá na França, tá na Itália. O cara faz uma viagem longa de navio para ir à França para fazer a coroação. E quando chega na hora, Napoleão toma a coroa da mão do do tapis, coroa e coroa a mulher dele, a Josefina. Ele ele usou o papa para mostrar que ele tinha mais poder que o papa. Ele chamou o cara para humilhar o cara. Gente, é o é o fim do mundo. Eu te chamo a maior autoridade religiosa. A maior autoridade vem, tá no meu território. Digo: "Pois é, eu te convidei, né? Mas vai ser figurante. Quem vai me coroar sou eu. Eu pego a coroa e tchã na minha cabeça. Tchã na coroa dela. Na cabeça dela. Então, há uma desconstrução da importância do cristianismo na França. Há uma há uma nítida um um uma nítida desconexão da do pensamento francês com
na minha cabeça. Tchã na coroa dela. Na cabeça dela. Então, há uma desconstrução da importância do cristianismo na França. Há uma há uma nítida um um uma nítida desconexão da do pensamento francês com o pensamento religioso. Até hoje a França ainda não se reconectou de fato a aos seus vínculos cristãos. Portugal e Espanha tinham uma vinculação muito forte. A Inquisição foi muito pesada na na Espânia. Portugal era o mais carola dos estados. A Inglaterra se apartou durante o período de Henrique VII, criando o anglicanismo lá e separou. E a França com a Revolução Francesa também cortou os vínculos, tá? Alemhaia para lá, a a reforma protestante arrastou todo mundo. Então o o Cristiano, ele ficou muito minguado dentro da dentro da Europa, Itália e a Península Ibérica simplesmente. Então, eh não há uma conexão estreita entre eh o pensamento do Cristo e a cultura, da sociedade. Tanto que hoje, eu estou falando hoje, He. Hoje o espiritismo na França tem dificuldade de se conectar ao pensamento do Cristo. Existe uma resistência muito grande quando se tenta conectar o cristianismo como o perdão, o espiritismo como o cristianismo rede vivo. Isso não é bem acolhido, porque o cristianismo é visto como uma doutrina intolerante, cheia de vícios, cheia de problemas, que torturou, que matou. Então, há um certo instrumento de desconforto com isso. Tanto que Joana de Angeles para reapresentar Jesus ao mundo, não chama de o Salvador, o Senhor, o Messias, ela chama de o terapeuta divino, porque essa conceituação vai bem na Europa, passa legal, porque retira o hálito de divindade, o hálito de de divino e o hálito de um terapeuta é muito mais satisfatório para que você ofereça essa mensagem. Então, eh, isso, isso pode ser, eu vou vou ter que dar uma olhada para confirmar, mas acredito que você já olhou, eh, a mim não causa estranheza, exatamente pelo fato de que o pensamento cristão ele não é muito visitado pela cultura francesa. É, e a gente nunca pode dissociar a uma obra, né, por mais
cê já olhou, eh, a mim não causa estranheza, exatamente pelo fato de que o pensamento cristão ele não é muito visitado pela cultura francesa. É, e a gente nunca pode dissociar a uma obra, né, por mais que tenha sido uma obra com caráter universalista, você tem ali Kardec, né, é um homem participante do seu próprio tempo, né? Então, a a Europa naquele momento, a França naquele momento vivia exatamente essa posição de rejeição por toda a história construída até ali, né? ela não ela não foi eh não foi facultada a ela exatamente por essas rupturas, né, de poder eh pelos governantes que assumiram pós- Revolução Francesa essa questão de você saber dissociar o que é cristianismo de catolicismo, né? Eu acho que essa essa divisão nunca foi muito bem esclarecida, nunca foi mais muito bem educada na verdadeira acepção da palavra educação, naquela informação que se assenta, né, que transforma o nosso conhecimento. E aí, eu, a gente não está no Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, mas eu preciso voltar a falar isso até aproveitando, né, essa esse binômio meu e deará aqui nesse espaço. A gente não tá mais no programa Brasil, Coração do Mundo, Pátri do Evangelho, mas eu preciso sublinhar bendita terra Brasil, onde a gente, apesar de todas as adversidades, né, apesar de todas as incongruências, a gente mantém vivo o sentimento de religiosidade, né? brasileiro, ele é um indivíduo eh que tem isso no seu coração, movimentando o seu coração, esse anseio de comunhão, né, com algo maior, né, eh, apesar de todas as injunções, a gente também não vai falar de questões políticas aqui, apesar de todas as coisas impróprias e eh inadequadas, né, a gente tá em pleno período de carnaval, tem uma uma turbulência imensa nas redes sociais questionando, né, questão da da religiosidade, como essa questão da religiosidade ecoa no âmbito político. Mas independente de qualquer coisa, eu acho importantíssima essa característica da terra do Cruzeiro, da terra brasileira, de mantermos essa essência em nós, porque
igiosidade ecoa no âmbito político. Mas independente de qualquer coisa, eu acho importantíssima essa característica da terra do Cruzeiro, da terra brasileira, de mantermos essa essência em nós, porque essa essência em nós é sim um grande legado espiritual conferido à pátria brasileira. Olha, existe um ponto muito importante nessa nessa discussão. Quando você fala, as pessoas têm dificuldade de separar cristianismo de catolicismo. É fato, mas os protestantes também brigaram. Nós temos histórias sangrentas dentro do da própria França, a a noite de São Bartolomeu, problema com os uguenes, as perseguições religiosas que se deram. Então, a gente a gente teve muito problema dentro do Não tô falando mal dos nossos irmãos católicos, não entendam, tô olhando para uma questão histórica, tá? Então, dentro da história do do catolicismo, a gente tem muita dificuldade e o e o protestantismo, ele surgiu para tentar fazer uma correção, mas também existem excessos, também existem. A gente adora falar, né, da da Inquisição eh eh católica, mas tinha inquisição protestante. Os protestantes também queimaram, gente fogueira. Ah, queimaram. Depois vocês deem uma olhada aí num personagem da história chamado Miguel Cervê com S, S e R V E T. Miguel CVê, o cara que descobriu a circulação sanguínea, vai do coração pro pulmão, do pulmão pro coração, do coração pro corpo, essa coisa. Eh, ele foi morto na fogueira. Quem matou ele foi a Inquisição Protestante, não foi a católica. Quer dizer, nós tivemos também excessos cometidos. Aí isso acaba tirando a possibilidade para você dizer assim: "Não, o problema estava de um lado, não. O movimento cristão realmente ele tem uma série de de coisas a a se justificar paraa sociedade e tem muitas muitas coisas para esclarecer. Então, o o movimento cristão, ele ele ele abusou muito da sua autoridade ou da sua permanência na sociedade e isso não pode ser esquecido. Então, nós temos dificuldades, sim, temos, né? Agora, quero ressalvar que isso não é o catolicismo de hoje, não é
to da sua autoridade ou da sua permanência na sociedade e isso não pode ser esquecido. Então, nós temos dificuldades, sim, temos, né? Agora, quero ressalvar que isso não é o catolicismo de hoje, não é o protestantismo de hoje. Coisa no passado, isso já aconteceu, tem nada a ver com a igreja de hoje, que tem sacerdotes incríveis, profissionais eh extremamente dedicados, que se dedicam, fazem um trabalho belíssimo e a gente nunca pode conectar isso com os fatos ocorridos durante a Idade Média ou Idade Moderna. >> Elará, a gente tá já se aproximando aí de quase 11 horas, né? Eu >> queria e voou. Quando a conversa é boa, estar ao seu lado voa rápido. Eh, a gente tem umas perguntas aqui, mas eu queria só trazer um aspecto que é a uma oportunidade de apresentar isso para você, que eu nunca falei sobre isso contigo, para todos os amigos que nos acompanham. A gente tá eh reiniciando a temporada de produções Raízes, né? E um dos produtos do projeto Raízes, para quem não conhece, é Flores do Evangelho. E a gente está ela curiosamente trazendo paraa estreia no dia 12 de março de um episódio especial de Flores do Evangelho, onde a gente vai apresentar a figura feminina de Ipátia de Alexandria, a velha cidade de Alexandria no Egito. é conhecida, renomada por sua biblioteca, por seu farol. E nessa cidade de Alexandria existia também, meus amigos, um farol humano chamado Ipátia, que vim veio a ser depois uma proeminente intelectual, filósofa, eh conselheira de governadores e de reis e de reinados, mas assumiu a direção da escola Neoplatônica de Alexandria. E essa mulher se fez mártir porque ela foi perseguida pela religião, pelos cristãos. Vejam que coisa curiosa. >> 315, tá? >> Sim, sim. >> Não é não é aqui. É lá ainda na aula 4005, eu acho que depois de >> É 415. Então, essa mulher, ela foi perseguida pelos cristãos porque ela incomodava, porque ela era uma filósofa, ela era uma mulher intelectual que articulava com a comunidade pensante dos homens. Então, isso era uma raridade naquela época. Ela era
los cristãos porque ela incomodava, porque ela era uma filósofa, ela era uma mulher intelectual que articulava com a comunidade pensante dos homens. Então, isso era uma raridade naquela época. Ela era respeitada por isso, diretora dessa dessa escola neoplatônica que trazia revivescência pro ensinamento de Platão, a filosofia grega antiga. Mas ela sabe qual é o X da questão? que a gente descobre ao roteirizar esse programa é que ela ela fez uma grande imersão na teoria das da da dos con teoria das cônicas, né? Das formas cônicas. >> É, ela é o grande nome das cônicas. grande nome, >> grande nome das cônicas, do estudo da geometria, da forma >> de tudo aquilo que a gente encontra dentro de um cone, só que era considerada uma líder nessa questão da geometria misteriosa, da geometria sagrada, né, de todos esses simbolismos que estão por trás dessas formas cônicas. E eu achei interessante esse ponto e a gente vai trazer isso em Flores do Evangelho na estreia no dia 12 de março. Só que a nossa querida Ipátia de Alexandria, ela se debruça sobre uma das formas que é a parábola. E ela faz uma análise, >> ela faz uma análise da do da do da de todas as formas que estão nas crônicas, mas uma delas é quatro formas. Else, >> é o círculo, a elipse, >> hipérbole, >> elipse, parábola, hipérbola. Quatro. Mas nos detendo em relação à parábola e vocês vão entender porque que eu tô me estendendo nesse assunto. É uma forma geométrica, só que nessa geometria sagrada eles extraíam das formas simbolismos filosóficos. E aí a hipátia sábia do antigo Egito, politeísta, a gente tá falando de uma mulher politeísta como flor do evangelho. Vejam aí a dicotomia. Politeísta, a Hipati vai nos falar em simbolismo da questão da evolução espiritual do homem. Se nós observarmos a forma geométrica de uma parábola, não sei se o Rod pode botar na tela, eu trouxe esse desenho para mostrar isso para vocês, como pode haver a sincronia, né, a sinergia entre o entendimento politeísta e o entendimento monoteísta que vai culminar no
Rod pode botar na tela, eu trouxe esse desenho para mostrar isso para vocês, como pode haver a sincronia, né, a sinergia entre o entendimento politeísta e o entendimento monoteísta que vai culminar no cristianismo. A Ipátia vai nos mostrar a questão aqui. A gente tá vendo uma parábola. Essa linha azul é a formação de uma parábola sobre dois eixos. Isso é geometria, gente. E aí a hipátia vai filosofar a respeito dessa linha ascendente a partir de uma diretriz que é horizontal, ou seja, o nosso plano físico. Nós estamos no plano horizontal da vida, mas é colocado no plano vertical da nossa vida, aquele que aspira por uma vida espiritual, um ponto focal, que é o ponto verde. Então, nesse ponto focal da vertical, daquilo que nos ilumina, daquilo que nos projeta pro alto, é colocado um ponto. E se formarmos ponto, elegermos pontos equidistantes, a gente vai formando essa linha azul que é a parábola. Bom, isso é a simbologia geométrica da escola neoplatônica de Pátia de Alexandria. Mas prestem bem atenção em relação à à palavra parábola. Isso lembra alguma coisa a vocês? Parábola. Metodologia de comunicação eleita pelo Cristo para entrega da boa nova. Não é coincidência. Uma mulher líder da Alexandria, no Egito, 415 anos depois de Cristo, reflete sobre ilações simbólicas de evolução a partir do desenho da parábola, e quando aquilo que o Cristo já havia ensinado através da mesma parábola para toda aquela comunidade dos hebreus, do antigo da antiga Palestina. Então, e amigos, eu encontrei essa sinergia entre Pátia de Alexandria se utilizando do simbolismo geométrico da parábola e o nosso mestre Jesus se articulando em eh metodologia de comunicação, se utilizando dessa mesma parábola através de parábola para nos falar de evolução espiritual do homem, né? Eh, pode tirar, Rod. Só queria mostrar para vocês essa sinergia. Então, ela o que o que você antes falava paraa gente que tá tudo tudo se permeia, a doutrina secreta tá aí de forma incontestável. Eh, os neoplatônicos eles eram eram
mostrar para vocês essa sinergia. Então, ela o que o que você antes falava paraa gente que tá tudo tudo se permeia, a doutrina secreta tá aí de forma incontestável. Eh, os neoplatônicos eles eram eram conhecedores da doutrina secreta, porque eles eram neoplatônicos. do pensamento de Platão renovado. Inclusive, havia um grande cristão do século II chegou à seguinte conclusão. Ele já era neoplatônico, né? Então ele sabia que tinha encarnação, que tinha lei de causa efeito. Quando ele conheceu Jesus, ele disse o seguinte: "Jesus não é o salvador. Jesus aponta o caminho da salvação, porque a salvação quem faz sou eu." Então ele aponta a seguinte proposta: "Não vamos oferecer Jesus como salvador, mas Jesus é tudo aquilo que o neoplatonismo esperava, alguém que sintetizasse o que precisava ser feito para a salvação da criatura, que sou eu que me salvo." Ele foi perseguido. Esse cara perseguido porque a doutrina dele foi tita como uma heresia e não deu certo. Aí começou uma confusão e durante algumas vezes houve a tentativa de que a a o pensamento de origem voltasse, mas foi sempre perseguido, sempre destruído. >> É sempre abafado. A verdade é sempre abafada, né? É. Olha, ah, vou ficar com a parte fácil, você vai ficar com a parte difícil. Vou selecionar aqui algumas perguntas e te falo, tá bom? Eh, um comentário aqui da do Anselmo, na verdade não é uma pergunta, mas a gente vai exibir. Às 10:33, Rod, penso que evoluímos em dois mundos e ao chegarmos o mundo espiritual não nos será perguntado qual religião seguíamos no mundo material. É isso, né? >> É isso. É a questão 982 de O livro dos Espíritos. Cadeec indaga se é necessário crer na manifestação dos espíritos para ter ou ter profissão de fé espírita para garantir uma boa sorte na vida futura. E os espíritos respondem que não, que o que garante é a prática do bem, qualquer que seja o meio que a ele conduza. >> Olha, a gente tem outro comentário aqui muito interessante da Maria Regina Cardoso. As 10:12 ela fala quanto a ser aquela questão,
te é a prática do bem, qualquer que seja o meio que a ele conduza. >> Olha, a gente tem outro comentário aqui muito interessante da Maria Regina Cardoso. As 10:12 ela fala quanto a ser aquela questão, né? se é não é a religião, enfim, a doutrina espírita. E a gente já hoje já refletiu sobre isso, sobre a questão una, né, eh, dessa tríade. Quanto a ser ou não ser religião, eu não sei, mas sempre sentir a doutrina espírita acordando a nossa espiritualidade e com isso o amor a Deus chega a nosso íntimo nos moralizando. É um caminho, né? É o caminho reto, inclusive que Leão Denise citava. >> É, não há dúvida de que se nós imaginarmos a doutrina espírita como sendo alguém que se ocupa dos temas que a religião ocupa e que traz esse grande clamor da conduta das criaturas, ela tem todo o perfil que as religiões deveriam ter. O nosso problema é que nós, de certa maneira, corrompemos o o a lógica da do que seja uma religião e queremos que ela, para ser conhecida como tal, que ela tenha rituais e liturgias. Realmente ela não possui, mas ela indiscutivelmente convoca o homem a uma mudança. E além de convocar o homem uma mudança, trata dos pontos fundamentais das religiões. Vou vou repetir o que eu falei antes. Conheço várias doutrinas reencarnacionistas, mas que não convocam a mudança os seus eh profitentes. As pessoas simplesmente conhecem e está entregue ao conhecimento. você faz o que você quiser, sem nenhum tipo de convocação à transformação moral, é só a entrega do saber. Vou vou ler aqui pra gente eh só para confirmar isso, né, que a gente sabe que o espiritismo ele nos convoca a um culto, mas a um culto íntimo, um culto interno. Não há exteriorização no espiritismo, né? A gente quando tratou h ano passado sobre os fenômenos físicos, né, no aspecto mais científico que Pedro Granja estava nos ofertando, a gente chegou a comentar isso nesse espaço aqui do programa, né, que o grande primeiro momento do espiritismo foi o momento da invasão organizada, dos efeitos físicos, das mesas girantes, das materializações,
hegou a comentar isso nesse espaço aqui do programa, né, que o grande primeiro momento do espiritismo foi o momento da invasão organizada, dos efeitos físicos, das mesas girantes, das materializações, onde o mundo espiritual clamava por atenção. Estamos aqui, queremos nos comunicar, queremos nos fazer presentes, ratificar a oportunidade dessa dinâmica de comunicação entre os dois planos da vida, a dinâmica espiritual e a dinâmica material. Assim foi o começo do espiritismo. Só que depois o homem já ganhou fôlego, já ganhou insumos de conhecimento doutrinário, de estudo, de informação. Para entendermos que nesse momento atual do movimento espírita brasileiro, nós precisamos exercitar a desmaterialização. Começou com materialização, mas nós precisamos exercitar a desmaterialização, que é justamente esse nosso olhar mais voltado para o que é essencial, para o que é espiritual. Então, o espiritismo faz o culto, mas o culto ele é íntimo, próprio, individual de cada um. Não tem exteriorização, não existem oferendas. A nossa melhor oferenda é a conduta reta. Aliás, leiam esse texto em Depois da Morte. O caminho reto é um texto poesia do poeta do Espiritismo, que é que é Leão Denir. Maravilhoso. Dica de leitura. Dica de leitura pro carnaval entre um bloco e o outro. [risadas] Vocês leiam Leon Deni. E a e depois da morte. E ela só eu quero te entregar o comentário final. Mas vou ler aqui uma última, um último estímulo, né, que Leo, eh, Herculano Pires nos entrega quando ele fala assim: "A verdade suprema que baixa do céu confere com a verdade humana que sobe da Terra". Ele também é muito poético, né? Esse é Olha, olha a parábola de Páta, esse o aspecto mais elevado simbiose doutrinária que permite a síntese do conhecimento. E é por isso, e aí vem uma expressão chave pra noite de hoje também. E é por isso que a fé raciocinada do espiritismo substitui a fé dogmática ou cega das religiões dedutivas. Lindo, né, Ramos? É muito bonito, muito bonito. E esse texto, Cris, ele vai trabalhar várias
E é por isso que a fé raciocinada do espiritismo substitui a fé dogmática ou cega das religiões dedutivas. Lindo, né, Ramos? É muito bonito, muito bonito. E esse texto, Cris, ele vai trabalhar várias tríades, como a gente estava falando no começo, vai trabalhar uma tríade que é o espiritismo é ciência, filosofia e religião. Há um só tempo. Vai trabalhar a tríade do ser humano, que o ser humano é corpo, espírito e matéria, corpo, perespírito e e espírito. vai trabalhar também da criação que é Deus, espírito e matéria como três elementos essenciais do universo. Então, essas tríades, elas estão nesse texto que vão compondo os grandes triângulos que mostram as conexões entre essas verdades, fazendo com que a gente perceba que há uma estruturação desse pensamento de uma forma bastante significativa. E outro dia eu tava conversando com o Paulo, né, que os druidas eles eram muito afetos a à tríades. Kardec foi druída. Essa estrutura trina aparece muitas vezes na obra corpo, pera, espírito e espírito, Deus, espírito e matéria. Isso é muito comum na estruturação do pensamento espírita, sem nenhum misticismo, mas é a busca dessas verdades que estão muito presentes no pensamento da doutrina espírita, né? >> Zéfero, mentor espiritual de Kardec, quando ele se iniciava, né, na na codificação espírita, foi druida junto com ele, né? A a ligação afetiva de ambos vinha dessa galha, dessa galha antiga, onde ambos vivenciaram essa experiência dos druidas, né, de serem druidas, né, eh, politeístas. Então, vocês percebam que não é a forma que importa, é a essência. E eu vou precisar ler aqui um comentário do da Martins ou Dom Martins, não sei. Eh, porque a gente percebe no comentário, Rod 10:49. Martins Kelly, a gente percebe a alegria, né? o viver junto desse momento nosso aqui, quando ele comenta ou ela: "Tudo se conecta, meu Deus, é divino, todos os movimentos, tudo se conecta e se permeiam por todas as partes, por toda parte, convocando-nos cada vez mais nessa construção do reino em nós. É Deus,
la: "Tudo se conecta, meu Deus, é divino, todos os movimentos, tudo se conecta e se permeiam por todas as partes, por toda parte, convocando-nos cada vez mais nessa construção do reino em nós. É Deus, papai nosso." É isso mesmo. a gente percebe a sua emoção, a sua alegria. E aí daí porque também o nome conecta, né? A gente puxando de novo o assunto pro congresso que se avizinha agora no fim de semana. Eh, quem tiver oportunidade entra na internet, pode entrar no Conecta Espiritismo, no canal do YouTube, que vai poder acompanhar esse congresso, onde Lará vai estar presente, nos presenteando ainda mais com a sua sabedoria, com o seu conhecimento. Vai ser muito bom, né, Lará? Eh, a gente está lá no final de semana agora, né? Sábado e domingo vai ser um momento muito bom de rever muitos amigos queridos que estarão mais uma vez reunidos nessa tarefa muito interessante de oferecer a mensagem espírita para quem dela precisa. Muito bom. Muito bom. >> Olha, Larra, isso aqui é isso aqui é para você. Fica como pauta para um próximo encontro nosso, psicólogo Mauro César. Ele diz assim: "Rod, oito, eh, foi o último comentário agora do ao vivo. É esse aí. Boa noite. Que programa profundo, diz ele. Seria legal, sendo que o tema do programa provoca assuntos profundos, abordar em algum momento em nosso técnico da pesquisa aí abordar em algum momento a questão do número de habitantes e o de reencarnantes. Ela >> pergunta número cinco do livro Entender Conversando. >> Ó, ó a dica de leitura aí, Mauro. A gente pode tratar sobre isso sim. Ela vai vai elucidar esse ponto também. Essa é a área dele, né? Essa é área de pesquisa, de estatística, né? O IBG que o diga, né? Lá >> fazer o senso dos espíritos. >> É isso. Eu sugerir isso. Vamos fazer senso espiritual agora também. Bom, meus amigos, a gente tá se avizinhando, então são quase 11 horas da noite. Eh, e é Deus. Sim, Martins coloca aqui de novo, de novo. Alegria, graças, gratidão, amigos. Gratidão a vocês que nos acompanham. A gente vai se encontrar
vizinhando, então são quase 11 horas da noite. Eh, e é Deus. Sim, Martins coloca aqui de novo, de novo. Alegria, graças, gratidão, amigos. Gratidão a vocês que nos acompanham. A gente vai se encontrar daqui a 15 dias. Lembrando que esse encontro, né, essa live, esse programa, afinal Somos Um Espírito no Tempo, acontece de 15 em 15 dias, sempre às 9:30 da noite aqui no canal do Connecta Espiritismo e todas as transmissões parceiras. A gente agradece a todo mundo. Vou entregar a palavra ao Ela para fazer a finalização do nosso programa. Agradecendo ao Rodney e também todo o apoio aí do bastidor, né? Muito obrigada, Rod. E se você puder, e fica como sugestão se o se o Elacar, para quem chegou agora, para quem já eh não viu ainda a vinheta nova da temporada de 2026, a gente pode exibi-la ao final para que vocês possam ir se acostumando com ela, entendendo que isso é o chamado para que nós todos estejamos aqui daqui a 15 dias juntos. Aí quando ela terminar agora o o Rod, então por gentileza, Rod, se você puder rodar de novo a nossa vinheta que foi feita com muito carinho para essa temporada 2026. Elará, meu amigo. >> Então, então esse nosso capítulo é um capítulo que abre a terceira parte da obra, que é uma parte muito filosófica do pensamento de Herculano Pires. Ele vai oferecer para nós muitas informações preciosas sobre esses pontos, inclusive que a CR estava comentando conosco, a o pensamento de vários filósofos e como é que esses pensamentos se conectam com a doutrina espírita e a própria articulação entre os princípios, como a gente viu hoje na formação dessas tríades que são a base do pensamento eh espírita em pelo menos nos seus princípios doutrinários. E a gente vai ter a oportunidade de visitar muitas outras informações desse tipo nessas articulações que ele faz para que a gente possa depois iluminar essas discussões com os aspectos práticos que Leon Den traz para nós na obra Depois da Morte. Então nós estamos abrindo aí a terceira temporada com muitas emoções que nos aguardam nos
depois iluminar essas discussões com os aspectos práticos que Leon Den traz para nós na obra Depois da Morte. Então nós estamos abrindo aí a terceira temporada com muitas emoções que nos aguardam nos próximos episódios. Então, quero deixar aqui o meu abraço a todos e para que estiverem em Campinas de semana, até por lá que a gente se encontra para se ver, se abraçar e celebrar esse momento mágico que Deus está nos oportunizando nesta encarnação. >> Maravilha, Larahá. Como é bom fazer esse programa aqui com você, ter alegria de já te reencontrar fisicamente. E é isso, meus amigos. A gente se encontra daqui a 15 dias. Um beijo, um abraço, né? Melhores dias possíveis. Até a próxima quinzena. E rode, roda a vinheta, meu amigo. AF the victory [música] is Ja.