Live 24 - Afinal, somos os espírito no tempo? Christiane Drux, Jorge Elarrat e Ivana Raisky
Live 24 – Afinal, somos o Espírito no tempo? Facilitadores: Christiane Drux, Jorge Elarrat e Ivana Raisky O estudo das obras: Afinal, quem somos – Pedro Granja e O Espírito e o tempo – Herculano Pires será realizado quinzenalmente, terças-feiras às 21h30 Link para os vídeos apresentados na live: https://drive.google.com/drive/folder . PDF da obra: Afinal, quem somos? Capítulos: https://drive.google.com/drive/folder . Gráfico do Elarrat: https://drive.google.com/drive/folder 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5053460718813184
เฮ Ah. Ah. Olá, boa noite. Sejam bem-vindos a mais uma noite de estudos. Muito felizes estamos de estarmos aqui com todos vocês. Boa noite, Jorgito, diretamente de Porto Velho. Olá. Olá. Como é que estamos, Ivana? Tá tudo bem por aí? Como é que estão as coisas? Ah, tá tudo maravilhoso. Tudo bem? Um azinho fresquinho hoje aqui em Goiânia. À noite, né? Porque durante o dia faz calor, mas à noite refrescou. Tá uma beleza. E como é que tá Porto Velho? Sempre quente. Sempre quente. Mas essa época do ano, eh, não é desesperadoramente quente, não. Desesperadoramente quente é julho e agosto. É desesperador. Desesperador, desesperador. Agora é só quente, mas não é desesperador. Quente. É, aqui para nós é desesperador. Setembro, outubro. Aí é muito quente. Mas olha aí, gente, quanta gente boa aqui deixando recadinho. Boa noite para todo mundo que tá aqui conosco, deixando um recadinho no chat. Sejam bem-vindos. Pessoal, o seguinte, hoje a nossa querida Cristiane Drucar conosco. Ela está com um compromisso profissional que não teve como, né, adiar. Não sei se vocês sabem, mas a Cris, ela além de jornalista, ela é guia de turismo do Rio de Janeiro. E ela então estava recepcionando um grupo que chegava hoje às 20 horas no aeroporto Galeão. Não tinha como, né, participar aqui conosco, mas com certeza no nosso próximo episódio Cris estará conosco aqui de volta, não é isso, Rafa? É verdade, é verdade. Eu quero dar meu boa noite para todo mundo que está aqui e um boa noite muito especial para Flávia Teodoro de Vix, que tá perguntando do Mural das Flores aqui de Porto Velho. É o seguinte, o mural das flores é na Federação Espírita. Neste momento eu estou na minha casa numa chácara na área rural, um lugar onde antes vocês ouviam os grilos. Cri cri cri. Não tem mais grilo, que eu comprei umas galinhas e não sei o que aconteceu com os grilos que eles estão calados, não sei o que aconteceu. Então tem umas galinhas por aí circulando e os os grilinhos desapareceram. Mas isso é em casa. O
umas galinhas e não sei o que aconteceu com os grilos que eles estão calados, não sei o que aconteceu. Então tem umas galinhas por aí circulando e os os grilinhos desapareceram. Mas isso é em casa. O mural das flores é na federação. Só que a Federação espírita mandou um recado para mim. Ela disse que reformou a sala onde eu fazia lives porque quer que a federação seja muito melhor vista. Então eu estive lá, só que eu não fiz live lá. Talvez a live de amanhã eu faça na na federação. Um fundo lindo, lindo, lindo. Nossa, uma sala toda moderna. Digo: "Meu Deus, uma coisa maravilhosa". Então, amanhã, como a live é mais cedo e eu acho que eu não tenho outra, depois vai dar para eu ir e voltar de ônibus tranquilo. Então, amanhã eu devo fazer as lives por lá. Que legal. Muito bem. Bom, pessoal, eh, deixa eu ver. Alguém aqui pediu o e-mail. O Gilberto pediu o e-mail da Cris. Ô, Gilberto, a gente não tem aqui agora o e-mail da Cris para te passar, mas o que que eu te sugiro? Vai lá no Instagram ou no Facebook, procura lá Cristiane Drux e manda um direct para ela, tá? Manda uma mensagem para ela. Eu acho que vai ser mais rápido para você conseguir falar com ela, tá? Sobre o passeio. Eh, inclusive, né, essa fazenda que nasceu o Santos do Mon, é que nós faremos o passeio na véspera do Congresso Espírita de Juiz de Fora, né? a crise estará nos conduzindo aí nesse passeio. E ela na semana, no nosso episódio passado, né, há 15 dias, eh, nós estávamos já estudando o capítulo dois do, afinal somos o espírito, é, som, é o espírito e o tempo, né, do Herculano Pires. Isso. E hoje nós continuamos nesse capítulo, não é isso? Isso. Hoje a gente continua porque assim, na última live que fizemos, a gente pensou alguns pontos que a gente entendeu que eram mais interessante. E no finalzinho da live passada a Cris disse: "Poxa, a gente podia fazer uma pavimentação do conteúdo deste capítulo, porque ele é muito interessante. É um capítulo que trata da reforma protestante e da contrreforma. Então, é interessante que a gente
a, a gente podia fazer uma pavimentação do conteúdo deste capítulo, porque ele é muito interessante. É um capítulo que trata da reforma protestante e da contrreforma. Então, é interessante que a gente fizesse uma uma retomada desse capítulo para puxar aquilo que possa ter ficado pendente da última reunião. Então, eh, eu não sei fazer vídeo, coitadinho, né? Não sei, mas sabe fazer cada mapa mental fantástico. É, mas aí o que que eu fiz? Eu eu eu fiz uma apresentação em PowerPoint, né, com os conteúdos que talvez ajude a gente a organizar as ideias centrais que o texto possui. E trago também, além do dessas discussões, algumas considerações que Kardecou, que vai dar pano para que Herculano deixou que vai dar pano paraa manga. a gente teve a chance de poder coletar dentro dessa obra, né? Perfeito. Então vamos lá. Estamos aí com a sua apresentação. Muito bem. Eh, eu criei esse modelo que é como se fosse uma espécie de linha do tempo, sabe? Então aqui nós temos nessa linha do tempo, ah, em cima os séculos. Os séculos. Deixa eu tirar isso daqui que tá atrapalhando. Aqui em cima eu tenho os séculos, o século X, século X, o século X até o século XX aqui colocado. E eu dividi os séculos em raias de 10 em 10 anos e marquei aqui dentro desse cenário dois eventos que são muito importantes. Um dos eventos é a reforma protestante que teria acontecido aqui nesse nesse período, não é, do início do século X, mas especificamente no ano de 1519. E um segundo momento que é também de suma importância, eh, a gente não vai detalhá-lo de maneira mais efetiva, mas a relevância dele não deixa que nós o esqueçamos, que é a Revolução Francesa. E eu botei essa janela aqui, que é a janela de 11 anos do regime do terror. Então, o que é que a gente tem aqui? Nós temos dois únicos eventos, um do século X, um do século eh XVI, marcando para nós o processo de grandes transformações que a humanidade viveu nesse período. Dentro dessa leitura, desses séculos que a gente está tendo a chance de ver, eu
ulo X, um do século eh XVI, marcando para nós o processo de grandes transformações que a humanidade viveu nesse período. Dentro dessa leitura, desses séculos que a gente está tendo a chance de ver, eu estou a Ah, o meu meu vídeo do abrir alas. É verdade. Tá certo. Então, eh, eu trouxe aqui a localização temporal de alguns personagens que às vezes a gente fala deles, mas eles ficam assim como uma ideia, como um conceito e a gente não os localiza no tempo. Então, eu resolvi hoje trazer vários companheiros que são citados nesses nossos estudos para que a gente eh se aproxime do que que eles têm para nos oferecer. Então vamos lá. Nessa dinâmica do estudo sobre a questão da daquilo que a gente poderia chamar de linha do tempo das transformações religiosas do Ocidente, nós temos um primeiro personagem que aparece conosco, a gente já conversou sobre ele algumas outras vezes, que é Yang Rus. Ele é teco, ele ele é da Czecoslováquia, da da República Checa, melhor dizendo, e ele vai iniciar um trabalho de divulgação de algumas ideias, porque ele, sendo religioso, não concordava com a forma como a religião estava sendo conduzida. era um período de muita pressão religiosa. A igreja nesse período era uma uma instituição muito forte, com muitas eh com muitas dificuldades. Então, na hora que a gente percebe a movimentação de John Rose, nós vamos perceber que a movimentação dele era por conta do da pressão que a igreja nesse período fazia. nós fazíamos nesse período inquisição, torturas e muita intolerância religiosa. E ao lado da intolerância religiosa havia uma forma muito fanática de lidar com a fé. Então, as pessoas estavam comprando pedaços do céu. Elas compravam pedaços da cruz do Cristo para andar com um pedacinho pendurado no pescoço. Eh, comprava um pedaço do manto do Cristo. Quando eu quando eu estudei isso na escola, Ivana, o meu professor falou e ele disse assim: "E aí as pessoas começaram a vender pedacinhos da cruz do Cristo." A pessoa comprava pedacinho da cruz dentro de um vidrinho,
eu estudei isso na escola, Ivana, o meu professor falou e ele disse assim: "E aí as pessoas começaram a vender pedacinhos da cruz do Cristo." A pessoa comprava pedacinho da cruz dentro de um vidrinho, pendurava no pescoço e andava com aquele pedacinho da cruz. Aí disse o professor, eles devastaram florestas fazendo a cruz do Cristo. Você sabia que eu não entendi o que ele disse, gente, mas como assim devastaram floresta? Era a cruz do Cristo? Devastaram florestas procurando pela cruz. Eu não tô entendendo por que eles devastaram florestas se era só a cruz. Acho que era procurando eu na minha cabeça, né, de menino. Ah, eu acho que eles estavam procurando a cruz, devastaram florestas procurando. Eu não consegui entender o raciocínio dele, mas era um período de de muito fanatismo. Então, vendia-se o manto do Cristo, o sudário do Cristo, a cruz do Cristo, tudo se oferecia como se fossem relíquias do antigo eh do do cristianismo nascente. havia uma rigidez muito grande. As pessoas vivendo um período de muita hipocrisia, quando aconteceu uma pesta porque tinham orado pouco, porque se tivesse orado bastante a doença não teria acontecido, porque Deus protegeria seu povo que ora. havia muitos conceitos muito estranhos, muitos rituais eh bastante eh sem sentido naquilo que a gente praticava na Idade Média e que atravessou paraa Idade Moderna. E aí o que que a gente vai ver aí nesse século, na virada do século X para o século XV, a movimentação de Jan Rus para querer desconstruir esse modelo religioso tão eh inadequado que a gente tinha. É quando então quando então ele é sacrificado, ele é morto numa fogueira na cidade de Constância, na ali na Alemanha, fronteira com a Suíça, e as suas ideias elas ficam como que fermentando, elas não morrem. Ele foi morto, é verdade, mas as ideias dele, elas ficavam sendo passadas entre as pessoas, todo mundo comentava. E aí, que que vai acontecer? Ah, aproximadamente um século mais tarde, nós temos um segundo personagem na mesma linha que vai
dele, elas ficavam sendo passadas entre as pessoas, todo mundo comentava. E aí, que que vai acontecer? Ah, aproximadamente um século mais tarde, nós temos um segundo personagem na mesma linha que vai apresentar os seus pensamentos também. Esse já é Lutero. Veja como ele tem um tempo, Ivana, que eh demora para que as ideias de Lutero apareçam. Se você for pensar assim, ó, que Jan Russ desencarnou em 1415, se eu não me engano, você vai ver que é quase 100 anos depois que Lutero vai ter coragem para poder estar adulto para colocar suas teses. Então, é é um século que se passa na maturação dessas ideias. Só que, como a gente já comentou em outras oportunidades, Lutero contava com um recurso que eh Rus não contava, que era a imprensa. Então, ele pega o livro, traduz para o alemão e joga para todo mundo. A partir dali, pronto, houve uma, não houve mais como segurar o pensamento dele, porque ele traduziu e pronto, entregou para as pessoas. Até o momento de Lutero, o texto bíblico não era conhecido das pessoas, só os sacerdotes é que tinham acesso a esse material. Então ele vai ser muito importante na história religiosa do Ocidente por ser a pessoa que entregou os evangelhos para que o vulgo pudesse lê-lo, porque só os sacerdotes tinham acesso a este material. No período em que ele ele viveu na Terra encarnado, nós tivemos eh um pensador, falamos sobre ele na semana, na última quinzena, que foi alguém que, embora um pouco mais velho do que Lutero, tinha a possibilidade de influenciar no pensamento daquele período. Por quê? Porque ele nasceu um pouco antes de Lutero. Chamava-se Erasmo, da cidade de Rotterdam. H, eu botei ele com essa outra cor, porque eu deixei com essa cor quase preta os religiosos e os filósofos, os pensadores, os homens de ideias, os pesquisadores. Eu botei todos eles de cor, esse azul mais claro. Aí, então nós temos aqui a entrada neste cenário do nosso querido Erasmo de Rotterdam, que é mais velho. Tá vendo como ele é mais velho do que Lutero? Então, ele já tinha mais experiência e é
s claro. Aí, então nós temos aqui a entrada neste cenário do nosso querido Erasmo de Rotterdam, que é mais velho. Tá vendo como ele é mais velho do que Lutero? Então, ele já tinha mais experiência e é ele que vai, pela sua experiência, abrir espaço para que Lutero consiga eh promover a sua reforma protestante. Mas veja que ele desencarna logo depois da reforma. Ele não tem a possibilidade de assistir o desdobramento da ideia. Embora ele tenha nascido antes de de Lutero, ele também desencarna mais cedo, né? tem uma vida mais longeva, mas não tanto a ponto de que ele acaba desencarnando um pouco antes de Lutero, não vê o desenvolvimento da ideia, mas ele é muito importante na orientação para os os governantes daquela região mais distante da Europa Ocidental para que deixassem o pensamento de Lutero progredir. Lutero vinha da Alemanha, né, muito ali próximo da República Checa e Erasmo era de Rotterdam, né? da Holanda e ele, portanto, dos países baixos tinha uma proximidade também com esse pensamento. Veja que eles não estão na França, eles não estão na Itália, eles não estão eh em outros lugares. Nessa região mais oriental da Europa, havia menos fervor religioso e era mais fácil que as ideias que contestassem o poder religioso pudessem progredir. E é quando vai acontecer esse mecanismo de crescimento dessa ideia. Ao lado de Lutero, nós vamos ter outros personagens em países diferentes que também vão ajudar na reforma, porque Lutero tá na Alemanha, mas a reforma vai se espalhar pela Europa. Onde a reforma vai alcançar? Então ele vai ter um companheiro que é praticamente contemporâneo dele da mesma idade e tudo, que é o chamado Zuiglio. Zuiglio ele é suíço. Então veja, um tá na Alemanha, o outro tá são vizinhos. A Suíça também é do lado de lá. A Suíça também pertence ao espaço onde as ideias de hã liberdade religiosa são mais fáceis de ser aceitas. Então, Zuiglio também vai ser importante. Ele ele era também eh da mesma idade que que Lutero e já começa a se interessar e também não
ideias de hã liberdade religiosa são mais fáceis de ser aceitas. Então, Zuiglio também vai ser importante. Ele ele era também eh da mesma idade que que Lutero e já começa a se interessar e também não vai viver muito tempo. Reparem que logo depois da reforma ele também desencarna numa época muito próxima de Lutero. Eles acabam não vendo, né? Então veja que tudo que está acontecendo até agora, Ivana, está circunscrito à aquilo que a gente poderia chamar de Europa oriental. Yang teco, Lutero alemão, Zuigo, Suíço e Erasmo de Rotterdam, Holanda. Não dá para entrar na Europa, é ocidental. Por quê? Porque ali o pensamento religioso é muito rígido. Há muita obediência aos pensamentos. eh, que são ligados à religião. Porém, Aham. Oi. Deixa eu te interromper só pra gente tirar uma dúvida. Quando você fala aí do Ian Rus, né, da importância dele ali, eh, século o quê, ele foi século XV, né, 1400 e e alguma coisa, né, eh, ele deixou um movimento que foi os russistas, né, que seguiam a ideologia dele. Será que a gente pode considerar que isso foi um fator que facilitou para que as ideias depois de Lutero, deuílio e de Erasmo, também eh se firmassem de uma forma mais fácil? Ou seja, houve alguém antes que abriu o caminho? Sim, ele teve também um grande companheiro, chamava-se Jerônimo de Praga, que também era era teco. Jerônimo de Praga também foi assassinado na mesma praça que ele no ano seguinte. E Jerônimo também foi um homem importante porque ele levantou sua voz e criou um grupo de pessoas que o seguiam. O grande problema é que as pessoas não podiam dizer isso. Então, eram eram pessoas que estudavam, mas as escondidas, não podia ter muita exposição das suas ideias. Ian Rus, por exemplo, quando ele começou a colocar suas ideias, ele foi chamado da República Teca para prestar o depoimento num concílio que teve, que era o Concílio de Constância. Ele foi, ele foi ingênuo, ele foi pro concílio e lá fale sua tese. Aí ele falou a tese dele quando acabou de ser realmente a sua tese é errada e você tá preso. Ele foi
ue era o Concílio de Constância. Ele foi, ele foi ingênuo, ele foi pro concílio e lá fale sua tese. Aí ele falou a tese dele quando acabou de ser realmente a sua tese é errada e você tá preso. Ele foi preso. Ele foi para ser preso. Aí ele ficou 2 anos preso, incomunicável. E depois dos dois anos ele saiu da cadeia para ser queimado vivo. Quer dizer, eles tiraram o cara de cena para que ele, digamos assim, fosse esquecido, porque se queima o cara no começo, ele tava muito em voga. Dá uma geladeira para ele e depois tiramos da geladeira e queimamos. dele foi queimado vivo. É, as a história relata que quando ele ele foi queimado, ele ele tava cantando um hino, um hino enquanto as pessoas queimavam o corpo dele. É uma coisa, é uma história mesmo, né? Examente. É. E assim, é muito esquisito como é que a gente, em nome da religião se acha no direito de matar uma pessoa que pensa, né? Pois é. E lembrando, né, que é uma das reencarnações de Kardec. Allan Kardec, sim, né? E a Russa. Verdade. Muito bem. Aqui, eh, vamos lá, vamos para a frente. Bom, e aqui até agora tá tudo na Europa Oriental, só que agora nós vamos ter um deslocamento da ideia para a Europa Ocidental. Para onde nós iremos? Que lugar a gente vai encontrar? Que tem uma notícia nova. Nós vamos para a França. Calvino na França era mais jovem do que Lutero. Quando a quando ele tem notícias da reforma protestante, ele ainda é um jovem. Ele é bem jovem. Lutero já era um homem razoavelmente maduro, mas Calvino era bem mais jovem e ele se empolga com as ideias de de Lutero. E ele na região da chamada França ele inaugura o chamado protestantismo, o que aqueles que protestavam contra o modelo que a igreja funcionava. H, ele implantou o protestantismo, mas teve muito problema. Quem não conhece a noite de São Bartolomeu de 1572 com os uguenotes que se defrontam com os os católicos na véspera do casamento da rainha Margô com Henrique de Navarra, as pessoas chegaram para o casamento. Havia uma aliança entre Catarina de Médice e Católica com
es que se defrontam com os os católicos na véspera do casamento da rainha Margô com Henrique de Navarra, as pessoas chegaram para o casamento. Havia uma aliança entre Catarina de Médice e Católica com Henrique de Navarra, que era de Navarra Navarra. é um pedacito da da França hoje que tá na fronteira para lá, na fronteira com a Alemanha. Então tinha muita influência alemã, tava perto da Alemanha, então as ideias alemãs atravessaram e entraram na na região aonde eh vivia Henrique, que era Navarra. E ele então era protestante e era rei de Navarra, que era um outro território. A França não estava unificada. E a rainha Catarina de Mes, querendo unificar a a França, oferece a filha dela para casar com o rei Henrique da cidade do da região de Navarra. Ele vai na véspera do casamento, eles deflagram uma uma fake news de que eles estavam ali para matar a rainha e numa espécie de contragolpe eles matam todos os convidados. É uma coisa maluca porque você chama os convidados para matá-los. E aí na noite de 24 de agosto de 1572 ocorre a grande matança dos ugenotes. E os ugenotes também mataram os cristãos, os os católicos. Foi uma matança geral. E isso vai acontecer, ó, Calvino abre o espaço para o surgimento do protestantismo. E ali mesmo, no primeiro dos séculos em que isso está colocado, eclode as manifestações com os problemas da noite de São Bartolomeu. E esse episódio, ele não é um episódio isolado, né? A história relata que na França houve muitos, muitos, muitos, muitos conflitos, maiores ou menores, de enforcamentos de ambos os lados. Ora, os católicos enforcavam os protestantes, ora os protestantes enforcavam os católicos. Isso foi atravessando, gerando um sentimento de que religião é realmente um trem perturbado, mesmo que vai ser o fermento da Revolução Francesa lá na frente. A Revolução Francesa, ela vai querer o fim da religião como comandante dos pensamentos na Europa ou menos na França, porque estava cansada dos abusos que a religião cometia. E quando os protestantes eh se
volução Francesa, ela vai querer o fim da religião como comandante dos pensamentos na Europa ou menos na França, porque estava cansada dos abusos que a religião cometia. E quando os protestantes eh se apresentaram, eles não fizeram diferente dos católicos. Eles também enforcaram, eles também mataram, eles também combateram. Então aí o cara disse, cara, a gente vive uma religião opressora e a gente encontrou uma solução para não ser opressor, mas o cara que combate a opressão é opressor também. Então, meu Deus. Então eles estavam realmente extremamente incomodados com a forma da maneira como eh a questão protestante havia se apresentado. E aqui eh tem o Maurício Franco diz assim: "Lutero teve um aliado espetacular, Melanstor, eu não conheço. Coloca as ideias de lutário no papel e garante a disseminação das ideias. Ó, eu eu nem não conheço esse cara não, mas tudo bem, deve ter. Certamente ele não agiu sozinho, não é? O fato dele ter conseguido a imprensa e ter multiplicado o texto foi o grande trunfo dele, Maurício, porque aí acabou, né? Você tá com a imprensa, a Deus, segura o livro impresso, não tem como, né? A divulgação pelo livro naquela época era a a mais eficaz e na verdade a a mais poderosa que a gente tinha, né? Hoje a gente tem vários canais, n? Temos aqui o Iguzindo esse material, nós temos eh vários canais outros que produzem, não é só o livro, mas naquele período o livro era o único instrumento de divulgação, né? Então aqui, mas muito obrigado pela sua contribuição. Vou dar uma olhadinha nesse cara depois. Vamos lá, vamos paraa frente. Bom, nós estamos falando de Lutero na Alemanha, Zuiglio na Suíça, Calvino na França, que Calvino vai ser de repente alguém que vai projetar muitas dores ainda no século X com a noite de São Bartolomeu, que acontece nessa janela aqui um pouquinho mais à frente da desencarnação de Calvino. Mas tem mais gente que vai trabalhar a reforma protestante. Agora, não mais no continente, eu tenho um personagem conhecidíssimo chamado Henrique VII, que
ho mais à frente da desencarnação de Calvino. Mas tem mais gente que vai trabalhar a reforma protestante. Agora, não mais no continente, eu tenho um personagem conhecidíssimo chamado Henrique VII, que também faz parte dessa discussão, né? Nesse esse Henrique VII eu coloquei de amarelo porque é o ouro, ele é rei, eu botei os o rei de dourado, né? Mas que que aconteceu com o Henrique VI? Henrique Iva era rei e ele tinha casado com Catarina de Aragão e a Catarina de Aragão não dava filhos a ele e ele não sabia mais o que fazer, que aquela mulher dele não dava filho. E naquela época acreditava-se que quem fazia os filhos serem homem e mulher era a mulher. Hoje a gente sabe que tá no espermatozoide X e Y. A mulher não tem, a mulher não tem eh responsabilidade nenhuma. É nesse sentido, né? quer comentar e Ivana sobre esta questão do Não. Eh, eu queria só te dizer que o livro do Herculano que nós estamos estudando, ele faz uma pequena menção ao Melancton. Eu até coloquei para você aí no chat privado. Ele fala que o Melancton elaborou os 28 artigos da confissão de Augsburg. Ah, que consolidou a revolução luterana. É, a confissão de de Alugsburg é quando ele produz o material para levar pra igreja em que ele confessa o que ele tinha e aí ele é escomungado. Aí sai a dieta de expira que escomunga, né? Ah, então ele foi o cara que produziu ele que é ele que elaborou aí. E aí também eh eh nós temos aqui o comentário, né, do pera aí aqui do Maurício, né, que ele fala que o livro As marcas do Cristo. Hum. Que fala sobre explica bem a atuação do Melcon. Legal. Melon. Legal. Legal. Muito bom. Ah, a gente sempre tá aprendendo novas coisas, né? Isso é sempre, não é? Verdade. Com certeza. Então, esse Henrique aí, ele tava casado com a Catarina de Aragão e aí a mulher não dava filho homem a ele e ele queria se ver livre dela. Então ele queria se divorciar dela. Só que o papa não aceitava divórcio do o catolicismo na época não admitia divórcio. Então o que que o Henrique VII fez para poder se divorciar da Catarina
vre dela. Então ele queria se divorciar dela. Só que o papa não aceitava divórcio do o catolicismo na época não admitia divórcio. Então o que que o Henrique VII fez para poder se divorciar da Catarina de Aragão para casar com Ana Bolena? Ele resolveu fazer o seguinte: "Olha, eu vou romper com o papa, vou criar uma religião que permite o divórcio e vida que segue." Então ele cria uma doutrina chamada anglicanismo, que ela tem sua presença. Eu não posso dizer que é só na Inglaterra porque mas ela é fortemente uma igreja eh inglesa. Ela tem expressão fora, mas é muito pouquinho. expressão da da da do do anglicanismo é lá. E ela é uma uma religião que foi criada pela conveniência do Alexandre, do Henrique VIIV. Ele faz isso para atender os interesses dele, né? Só por isso. E ali ele fica faz uma religião que fica no meio do caminho entre o catolicismo e o protestantismo. Não é uma ruptura total. Ele ainda adota certas práticas que são católicas, mas ele avança em outras que já são protestantes e cria um modelo todo particular para lidar com essa questão. E aí este casamento dela, dele com a Catarina de Aragão é desfeito. E ele casa com a Ana Bolena antes ela não tivesse casado com ele, sabe? antes não tivesse casado, porque ela também não vai gerar filho homem e ela é fruto de uma cilada. O pessoal arma uma fake news para ela. E é interessante que por que Ana Bolena foi morta? Você vai ver, é tanto crime que ela cometeu que você logo vê que não pode ser verdade, porque ela cometeu adultério, traição, eh feitiçaria. Então ela fez um um combo de imperfeições para que se ela fosse inocentada por um lado, ela era punida pelo outro. Eles criam um conjunto de pecados para ela que não dava para ela se livrar e ela então é decaptada. Ela é morta mesmo. Ela é morta. Há uma curiosidade da morte dela. Deixa eu contar essa curiosidade que é bem legal. Os ingleses matavam as pessoas colocando a cabeça no cepo, assim, ó, que ela colocava assim e o carrasco vinha com machado e pá, cortava
a morte dela. Deixa eu contar essa curiosidade que é bem legal. Os ingleses matavam as pessoas colocando a cabeça no cepo, assim, ó, que ela colocava assim e o carrasco vinha com machado e pá, cortava a cabeça da pessoa. Os franceses não tinham inventado a guilhotina, matavam com espada. A pessoa ajoelhava, ficava assim com o pescoço reto e o cara vinha com a espada e vapte cortava o pescoço da pessoa. Ela pediu ao rei que ela não fosse executada por um carrasco inglês. Ela queria ser executada por um carrasco francês. E ele mandou buscar um carrasco na França para matar a Ana Polena. Acredita? Por quê? Porque se ela fosse ser morta por um inglês, ela baixaria a cabeça para ser morta. E uma rainha nunca baixa a cabeça. Então ela fez ele trazer um um um um um francês para ela morrer com o olhar altivo e o cara veio vlapte. Mas é isso aí. Só que foi exatamente para fazer um divórcio que essa religião, o anglicanismo, eu não tô falando mal dela, mas ela surge de um interesse de um divórcio. E aí ela cria toda uma ritualística eh em cima do interesse do Henrique VII. E assim foi, ela Oi. Eh, não, um fato interessante que eu tava lendo é que ele pega uma parte, né, da de elementos da reforma e outros do catolicismo romano para que ele pudesse criar, né, o anglicanismo. Então ele fica uma mistura, né, da da da reforma dos protestantes com os católicos e é o anglicanismo. Eh, ele fica no meio do caminho, ele nem vai para uma reforma protestante integral e também não fica no catolicismo. Por quê? Porque o interesse dele, na verdade, era se divorciar. Então vamos arrumar aqui um elenco de princípios que me dê condição de me separar, mas não precisa cortar tanta coisa do do catolicismo, não. E aí a gente tem na Inglaterra desde então essa religião que perdura até os dias de hoje ou até hoje. Se você for lá tem muito anglicanismo que é fruto do quê? Do divórcio do Rio Oitavo, do interesse do divórcio dele, que é uma coisa muito pessoal para se criar uma religião, né? Muito bem, muito bem. Vamos para a
lá tem muito anglicanismo que é fruto do quê? Do divórcio do Rio Oitavo, do interesse do divórcio dele, que é uma coisa muito pessoal para se criar uma religião, né? Muito bem, muito bem. Vamos para a frente. A gente tá falando aqui dessas questões da reforma protestante, mas existe também dentro do texto eh comentários sobre alguns outros personagens que aparecem lá em Ana Passã. Um deles a antes disso, deixa eu comentar aqui de um evento que acontece e que é onde se dá a ruptura, né? Nós estávamos falando sobre a reforma protestante e essa bolinha azul que tem aí é o concílio de Trento, que é em 1900 1530, que é quando a igreja se reúne e diz: "Tudo bem, vamos lá, vamos ver se é verdade, você quer mesmo? É isso mesmo. Então, no concílio de Trento é quando a igreja reconhece a existência do protestantismo e cria a contrarreforma, cria os jesuítas, cria todo um conjunto de práticas nesse sentido. E aqui eu quero fazer um parêntese da história do Brasil. Não sei se vocês sabem, mas mesmo o Brasil tendo sido descoberto em 1500, ele teve uma expedição, uma viagem expedicionária em 1501. Ela veio, eles vieram em 1501 e depois de 150 ele ficou nocismo. O Brasil não foi mais visitado. É igual quem compra um terreno e deixa o terreno lá. Não, um dia eu vou lá dar uma olhada nesse terreno. Ninguém veio mais aqui. O Brasil ficou aproximadamente 35 anos sem nada. Os portugueses não vieram mexer. Eles pegaram a titularidade da Terra, mas eles não se predispuseram a fazer desde o princípio um trabalho de ocupação. Aí que entra a importância do Concílio de Trento. Concílio de Trento é de 1930. Aí depois do concílio de Trento, de desencar, nós temos que ir pro Brasil nos antecipar aos protestantes. Vamos levar um pessoal para lá para ensinar cristianismo antes que os protestantes cheguem. É isso que vai motivar a chegada dos jesuítas aqui. Olha como as coisas vão se encaixando. Vejam como as coisas vão se ligando. O que produziu a chegada dos jesuítas, a reforma protestante. Porque o concílio
que vai motivar a chegada dos jesuítas aqui. Olha como as coisas vão se encaixando. Vejam como as coisas vão se ligando. O que produziu a chegada dos jesuítas, a reforma protestante. Porque o concílio de Trento disse: "Cara, vamos fazer alguma coisa, senão eles vão dominar o mundo". E é, e foi o que aconteceu. Os jesuítas vieram para cá e o Brasil e a América do Sul, na verdade, como um todo, tornou-se uma nação muito vinculada ao pensamento católico, as colônias hispânicas também muito próximas do pensamento eh católico. Muito bem. Então, aqui nós temos o Concílio de Trento. Maravilha. Bom, nós temos também alguns personagens que são importantes do ponto de vista científico. Nós temos a figura de Galileu, que vai viver aí logo depois disso. Ele não assiste essa convulsão da Revolução Francesa, ele já tá depois. Então ele vem, ele é o iniciador do pensamento científico. Depois dele nós temos um outro nome importante que é Renê Decart, que é contemporâneo de Galileu. Galileu na Itália, Decart eh na França e a figura de Newton na Inglaterra. Então você tem três grandes gênios que revolucionaram o pensamento e que aproveitam esses períodos de liberdade para fazerem suas pesquisas. Não confrontam com a igreja. Galileu teve que se retratar quando disse que a terra se movia. Decart também tem uma contribuição muito grande na interpretação do que que é a verdade. E Newton foi o grande eh intérprete das leis da mecânica, das leis da ótica. Foi um dos maiores nomes da física do período do século X7, virada para o século XVI. Dizem que depois de Einstein, ele seria na física o nome mais importante de Descart. Eu queria destacar uma coisa. que é muito interessante. Decart se dedicou a apresentar o que ele achava que era a verdade, né? Ah, Lúcia tá falando que assistiu, assistiu o filme A Missão que eu recomendei alguns bons meses. É verdade. Esse filme é espetacular, gente. Eu já assisti, eu assisto de novo e eu adoro. Não é Rambo 2 a missão é a missão com Robert Deniro. Robert Deniro.
issão que eu recomendei alguns bons meses. É verdade. Esse filme é espetacular, gente. Eu já assisti, eu assisto de novo e eu adoro. Não é Rambo 2 a missão é a missão com Robert Deniro. Robert Deniro. E o outro personagem lá é o cara que hoje é o Alfred do Batman, que hoje já tá mais velhinho. Naquela época ele ainda era bem jovem, não vou lembrar o nome dele agora, mas também muito bom. Todos os dois são excelentes atores. O filme é espetacular. Todo mundo tem que assistir isso para entender a história do Brasil. Muito bem. Então aqui, ó, que que Decart tem de interessante para nós? Descart estudava a verdade. Descart estudava o entendimento do que era a verdade. Ele procurava a ciência para explicar a verdade. E nesse nessa busca para explicar a verdade, Descart usava como termo dentro dos seus textos para dizer que ele estava procurando a expressão da verdade o termo o espírito da verdade ou o espírito de verdade. Esse termo que a gente vai encontrar dentro da literatura espírita como sendo a essência da verdade, o espírito daquilo que a verdade tem é um conceito do pensamento cartesiano, pensamento de Decarte. trazia essa ideia porque ele estava em busca de interpretar a verdade. Jeremy Iron. Exatamente esse cara mesmo, Jeremy Iron. Espetacular. Muito bem. Maravilha. Maravilha. É ele e o Robert Denilo. Depois vocês procurem com tranquilidade, vocês vão achar. Bom, este é o cenário que a gente tem dos aspectos das mudanças científicas e da presença dessas pessoas durante esse período que a gente tá falando. Isso aqui era só pra gente ter uma ideia geral de como as pessoas do texto se conectam, tá? Pra gente poder ver. Então vamos ver só o que que aconteceu em função disso. O que que Herculano fala? Herculano fala que a partir do momento em que a reforma protestante aconteceu, as pessoas passaram a ter a posse do livro e ao invés do poder estar no sacerdote, o poder passou a estar em quem? No livro. Então, a Bíblia não tem falha. O texto bíblico não pode ser contestado. E nós entramos numa fase que
a posse do livro e ao invés do poder estar no sacerdote, o poder passou a estar em quem? No livro. Então, a Bíblia não tem falha. O texto bíblico não pode ser contestado. E nós entramos numa fase que é uma fase de literalismo, que é muito típica dentro do protestantismo. Eu tinha um amigo, Ivana, que ele a ele era protestante e a e a sogra dele também. E ele uma vez chegou comigo assim: "Tô cansado de tentar explicar paraa minha sogra". E ela não consegue entender. Aí eu disse: "O quê?" Ela acha que o mundo é quadrado. Ela não acha que o mundo é uma bola, que é uma que é redondo. Na cabeça dela, o mundo é um território horizontal. Aí eu disse: "Mas puxa, tem tantas formas de provar. os cientistas que já saíram, os astronautas que viram a lua, o avião, o mastro do navio aparece primeiro no horizonte. Tem tantas demonstrações disso aí, né? Pois é. Só que na Bíblia está dito lá que Deus soprou nos quatro cantos do mundo. Ora, se Deus soprou nos quatro cantos, então ele só pode ter quatro cantos se senão não tinha soprado. Então ela acreditava que o mundo era quadrado, retangular, sei lá, porque Deus tinha soprado nos quatro cantos. Então tem quatro cantos sim e bola não tem, esfera não tem canto. Então não pode ser. E ele já expliquei para ela que são os pontos cardeais. Não consegue entender o literalismo, ele foi, viu isso, Alar? Não, não vi isso não. Então, a nossa irmã Marisa colocou e eu busquei a mansão do Caminho Publicou agora às 21:45. O nosso Divaldo partiu, rapaz. Me deu um formigamento no corpo todinho aqui, sabia? Uma sensação de orfandade. É difícil, né, gente? Varf meu Deus é a gente já esperava, né? Por isso a gente sabia que que era o melhor agora diante da situação que ele estava, né, que ele já não estava bem. Sim. E a gente sabe que para ele, para ele é a libertação, né? Para ele é, mas para nós é o que você falou, né? É um sentimento de afandade. É um sentimento de afandade. Que ele receba todo o nosso carinho. Mas olha, mas você sabe, eh, ele deixou
libertação, né? Para ele é, mas para nós é o que você falou, né? É um sentimento de afandade. É um sentimento de afandade. Que ele receba todo o nosso carinho. Mas olha, mas você sabe, eh, ele deixou um material extremamente rico com sério psicológico. Ele deixou ele deixou a em três grandes frentes, né? na área assistencial, deixa um trabalho magnífico na área da oratória de de viagens de de divulgação da mensagem. Foi um trabalho lindo que ele fez. E o terceiro foi o trabalho, eh, ai meu Deus, o trabalho da literatura, principalmente a a série psicológica, que foi uma mudança no pensamento do movimento espírito, que era um movimento ainda muito voltado para um conteudismo. E ele trouxe de maneira muito efetiva essa necessidade do autoconhecimento e da transformação moral verdadeira das pessoas. Poxa vida. Ai, perdi até o rebolado. Então vamos lá, vamos seguindo. Vamos seguindo. Bom, o que que vem a ser o literalismo? O literalismo é essa intensidade com os conteúdos literais, sem interpretação, muito rigoroso, muito rígido. E esse esse literalismo ele vai dar um um fomento para uma ideia que é a tentativa de ruptura com isso. Então você vai ter dentro do do cenário político daquela época uma mudança a partir da Revolução Francesa com o materialismo. É esse rigor do literalismo que promove a revolução francesa a romper com a religião e criar o materialismo. Com o materialismo, o próprio literalismo ficou abrandado. Houve um abrandamento do literalismo, porque o materialismo começou a ridicularizar a fé, a desconstruir os valores que a fé colocava e a gente acabou entrando numa realidade muito muito amarga por conta disso que é até hoje, né, esse esse materialismo que a gente tem. E ali a partir do século XIX fé e ciência se juntam e a gente vai formar aí o nosso trabalho do espiritismo como um todo. Ai gente, eu tenho umas coisas para apresentar aqui ainda. Aí eu vou vou terminar Ivana. OK. Claro. Vamos seguindo. É, vamos concluir, vamos fechar. Vamos concluir, né? Isso. Ele
ritismo como um todo. Ai gente, eu tenho umas coisas para apresentar aqui ainda. Aí eu vou vou terminar Ivana. OK. Claro. Vamos seguindo. É, vamos concluir, vamos fechar. Vamos concluir, né? Isso. Ele não gostaria que nós interrompêssemos o trabalho. Vamos paraente, vamos honrá-lo com o trabalho. É isso mesmo. Bom, então, eh, o que que a reforma protestante trouxe para nós de grandes reflexões nesse momento? Eu reuni aqui alguns pontos que eu entendi que eram os mais importantes. Bom, o primeiro ponto é um processo de divisão do cristianismo novamente. O cristianismo já havia se dividido em 1054 com o surgimento da igreja ortodoxa e agora ele se dividia de novo, criando agora uma nova eh um novo segmento, né? os protestantes, os católicos romanos e os católicos ortodoxos, que já tinha alguns séculos que haviam sido criados. Então, ele é uma nova divisão do cristianismo em si. Uma segunda grande mudança que a gente tem reforma protestante é que a Bíblia foi traduzida e colocada ao alcance de todos. Nunca existiu isso antes. Não só ela saiu do latim para a língua que as pessoas falavam, como ela também foi paraa mão de todo mundo, quem quisesse tinha. E antes não só tava em latim, como também ninguém podia pegar. Então são duas mudanças importantíssimas. Ao lado disso, o crescimento do chamado da chamada infalibilidade do texto bíblico. É aqui na reforma protestante que vem toda esta força de que o texto bíblico ele é infalível. Porque antes, como as pessoas não conheciam o texto bíblico, elas não poderiam dizer que o texto é infalível. Mas agora que elas tinham o texto, elas recebiam o texto com uma segunda informação. Tudo que você tá lendo aí é alí de uma expressão da verdade, não pode ser questionado. Um outro ponto importante que a gente também retira da reforma protestante é o concílio de Trento, que é a resposta da igreja às movimentações da reforma protestante, que não deu para eles segurarem mais. é a compreensão de que não tinha mais como segurar, que ao contrário eles teriam que agora eh
que é a resposta da igreja às movimentações da reforma protestante, que não deu para eles segurarem mais. é a compreensão de que não tinha mais como segurar, que ao contrário eles teriam que agora eh combater isso, teriam que ter uma forma de de se organizar para não deixar com que essa ideia tomasse conta de tudo. E é o concílio de Trento que vai dar origem a várias ordens religiosas, inclusive os chamados jesuítas. O Brasil, que nós bem conhecemos, ele sai desse braço católico, ele sai da resposta do Concílio de Trento para impedir o crescimento da igreja protestante. Então, a a a igreja se mobiliza. Portugal era um estado muito vinculado à Igreja Católica, então se mobiliza para que eh se recebesse logo aqui jesuídas para eh eh catequisar as pessoas, os indígenas, todo mundo, para que se a reforma protestante chegasse, não, eu já sou, não serei outra coisa. Então era uma tentativa de expandir a Igreja Católica através de um elenco grande de catequistas que vieram para o Brasil. Assim também dizculando que é o primeiro degrau para a abertura, porque era muito fechado, não dava para você fazer uma mudança só e alterar completamente todas as estruturas que vigiam naquela época. E aí ele até comenta, olha, olhando para como era o cristianismo, para como ele ficou com o protestantismo, é um progresso quebrar aquela hegemonia terrível que a religião apresentava e que, de certa maneira, impedia que as pessoas pudessem eh ter uma leitura mais doce do pensamento de Jesus. Eh, eu eu trouxe aqui pra gente terminar dos pensamentos que estão na obra de Herculano, duas frases que eu achei lapidares e eu trouxe só pra gente pensar e conversar sobre ela. Ó, os próprios adeptos do Espiritismo em geral não percebem a grandeza dessa atitude, ou seja, de interpretar somente parte do evangelho. tá comentando que Kardec pegou só a parte moral. Então, Kardec pegou a parte moral para estar no Evangelho. Os próprios adeptos do Espiritismo, em geral não percebem a grandeza dessa atitude e
ngelho. tá comentando que Kardec pegou só a parte moral. Então, Kardec pegou a parte moral para estar no Evangelho. Os próprios adeptos do Espiritismo, em geral não percebem a grandeza dessa atitude e lamentar não fizesse um estudo minucioso de textos analisando vírgula por vírgula. Ou seja, Kardec não analisou os evangelhos, vírgula vírgula, pegou apenas a parte moral para não se abraçar com o literalismo do desse texto. Mas muitos adeptos do Espiritismo gostariam que ele tivesse feito dessa forma, quando na verdade o mais importante do texto bíblico não é uma leitura da sua infalibilidade, mas a sabedoria que se esconde por trás de seus textos. E uma segunda frase que eu tirei, que achei muito bonita, é: "O espiritismo respeita as escrituras, Bíblia, e nelas se apoia para confirmar a sua própria legitimidade. A própria legitimidade do espiritismo se apoia nas próprias escrituras. Os fenômenos mediúnicos citados nela são resgatados pela mensagem espírita. Então, o espiritismo respeita as escrituras e nela se apoia para confirmar a sua própria legitimidade, mas a elas não se escraviza. OK? O espiritismo não se escraviza a nenhuma nenhum texto religioso como se ele tivesse que se sujeitar a todas essas questões que a gente eh apresenta nos textos bíblicos, né? Então, tudo isso são conhecimentos muito importantes para essas nossas reflexões sobre a reforma protestante. Paulo você está sabendo do Divaldo, Paulo? Dá uma lida no chat. Pois é. É isso aí, né, gente? É o que você falou, né, Larra? Vamos seguir porque agora ele só está no outro plano. Tenho certeza que não vai demorar muito. Nós vamos ter notícia dele ajudando aí, como ele sempre ajudou, né? Como ele sempre ajudou. E olha, eu quero aproveitar para dizer o seguinte, o Divaldo, que foi aí, né, um bandeirante do Espiritismo no sentido da divulgação, a gente pode dizer, né, que é o Paulo de Tars dos tempos atuais, o grande divulgador, né, sempre eh primou pela divulgação do espiritismo. E a gente quer aproveitar, a Cris não poôde
do da divulgação, a gente pode dizer, né, que é o Paulo de Tars dos tempos atuais, o grande divulgador, né, sempre eh primou pela divulgação do espiritismo. E a gente quer aproveitar, a Cris não poôde vir hoje, mas nós queremos apresentar para vocês um vídeo que a Cris fez, que apresenta um pouco desse novo projeto que nós estamos começando agora, que é o conecta espiritismo, né? O que que é isso? O que que é conecta espiritismo que a gente tá falando, tá promovendo aí o congresso espírita de Juiz de Fora? A Cris preparou um vídeo pra gente. Eu gostaria de compartilhar com vocês esse novo projeto nosso, eh, Conecta Espiritismo. เฮ เ Pois é. E o Divaldo, ele foi convidado para o Congresso Espírita de Juiz de Fora. E ele sempre, né, muito gentil, quando ele nos responde, ele diz, né, se a saúde permitir, e ultimamente a saúde não estava permitindo muitas coisas a ele aqui em Goiás, no Congresso da FEGO, por várias vezes, quando nós fazíamos para ele de público o convite para que ele viesse novamente no ano seguinte ao congresso, né, que ele vinha ano após ano, ele participou conosco aqui, ele dizia assim: "Eh, encarnado ou desencarnado, aqui eu estarei". Então, hoje eu estou aqui pensando, né, que hoje nós estamos realizando a primeira transmissão ao vivo do Conecta Espiritismo. Nós estamos enviando esse programa pro canal do YouTube, que é um canal jovem que foi criado agora. Então, nós apresentamos para vocês essa proposta, Conecta Espiritismo. Pedimos para que cada um, se puder, quando terminar essa live, vai lá no YouTube, procura Conecta Espiritismo, curte, segue o canal, porque muita coisa boa vem por aí. E o primeiro evento promovido pelo Conecta Espiritismo, que será o Congresso Espírita de Juiz de Fora, eu agora tenho convicção de que Edivaldo vai disparar porque agora já não tem mais o corpo para limitar, não é? E ele era sempre muito carinhoso com os convites do movimento espírita, de todos os convites do movimento espírita, não é? Então, Elará, se você me permite,
á não tem mais o corpo para limitar, não é? E ele era sempre muito carinhoso com os convites do movimento espírita, de todos os convites do movimento espírita, não é? Então, Elará, se você me permite, eu quero só colocar o vídeo convidando para o congresso de Juiz de Fora antes de nós finalizarmos. เฮ É isso aí, gente. Fica o convite. Quem puder estar conosco vai ser maravilhoso. Então ela é, se nós não tivermos nenhum comentário, acho que a gente pode de repente, sei lá, encerrar, não é, também penso que sim, meus irmãos, vocês deixaram muitos comentários no chat, mas sempre, né, no sentido de às vezes eh fazer algum comentário acerca do que foi falado. Eu não percebi aqui nenhuma pergunta especificamente, né? Se se houve alguma pergunta e nós não tivermos percebido, né, por favor, eh, anotem aí, porque na nossa próxima, né, no nosso próximo episódio, nós poderemos voltar e e falar um pouco mais também se ainda tiver, né, gerado qualquer dúvida a respeito. Podemos combinar assim? E aí, Lará, eh, já houve uma sugestão aqui do Maurício, agora da Denise, né, para nós fazermos uma prece agora todos nós juntos aqui em benefício, Maldivaldo, né? Eu acho que é é o que o Paulo falou, né? Nós ficamos bastante impactados aqui com a desencarnação dele. A gente sabia que ia acontecer a qualquer momento, mas nos deixa bem abalados mesmo, né? E eu pediria a você que fizesse para nós essa prece. Bom, vamos lá então. Senhor das estrelas, Senhor do universo, que cuidas de nós de maneira tão singular, ofertando-nos espíritos diversos para que aprendamos a contemplar a majestade da tua criação e de tua lei. Ensina-nos, Senhor, a te sermos gratos por tudo aquilo que nos ofereceste, a chance do entendimento das leis universais, da compreensão de como a vida se manifesta e como a tua sabedoria se faz presente na construção dos nossos corpos e da perspectiva de evolução de cada um de nós. ao mesmo tempo as múltiplas formas que tu tens nos oferecido, para que possamos contemplar a vida
edoria se faz presente na construção dos nossos corpos e da perspectiva de evolução de cada um de nós. ao mesmo tempo as múltiplas formas que tu tens nos oferecido, para que possamos contemplar a vida daqueles que vem nos oferecer o testemunho do amor, da renúncia, dos esforços de transformação moral, da luta de mudança interior e aqueles outros, Senhor, que tu nos dás para que aprendamos como amar o próximo, como nos dedicarmos a outrem e como realizarmos um trabalho conforme o ensinamento de teu filho Jesus. Mas o teu amor generoso ofereceu-nos Divaldo Pereira Franco, que reuniu essas três faces num indivíduo só, nos ofertando através de suas mãos por psicografia os ensinamentos extraordinários das leis universais, da compreensão das nossas vidas. ao mesmo tempo que nos legou um testemunho de renúncias, de silêncios e de múltiplas oportunidades para nos dizer como nos comportarmos diante das dificuldades da tarefa. e ao mesmo tempo deixou um rastro de serviços de como agir para socorrer aqueles que mais padecem. Por isso, neste momento, Senhor, que este teu semeador das tuas estrelas retorna para o seio dos seus amados para estar na noite de hoje na companhia das almas que lhe tutelaram durante toda a existência, para a majestosa festa que se prepara no mundo espiritual. mal para a recepção a ele quando despertar, quando estiver em condições de receber os múltiplos convidados que estarão presentes, podemos imaginar, Senhor, a movimentação que se faz das múltiplas personalidades das mais diferentes áreas do conhecimento, que Divaldo terá a oportunidade de ver e rever. abraçar companheiros queridos de jornada que partiram antes dele e outros que não teve a chance de conhecê-los durante esta atual existência. Senhor, recebe o teu semeador nos teus braços de luz. acolhe de val do Senhor diante das múltiplas demonstrações que ele nos legou de como viver entre os homens e ensina-nos a reverenciar a sua presença entre nós através da divulgação de sua mensagem, da busca da interpretação nos
nte das múltiplas demonstrações que ele nos legou de como viver entre os homens e ensina-nos a reverenciar a sua presença entre nós através da divulgação de sua mensagem, da busca da interpretação nos nossos dias dos seus melhores exemplos de conduta e a continuarmos na grande tarefa de enxergarmos aqueles que padecem, a fim de que as nossas almas cada vez mais despertem para o propósito superior da vida. Recebe a nossa profunda gratidão, Divaldo, e temos certeza que os teus milhares de amigos estão apostos para te receber, para também te dizer do lado de lá o seu muito obrigado por tudo aquilo que fizeste por nós e por eles também. Leva a nossa gratidão e abençoa os propósitos superiores do movimento espírita. e permanece conosco tanto quanto te seja possível para continuar o grande trabalho de divulgação e consolidação do bem no planeta em que vivemos. Obrigado assim por tudo, Senhor, e recebe teu semeador de estrelas. Que assim seja. É, todos nós, Cristine, a Cristine, né, fala que ela será eternamente grata de Valdo. Eu acho que todos nós, né, temos uma dívida de gratidão imensa com ele, né, é para nós uma referência e continua sendo. Por isso que a gente diz que se sente um pouco órfão, porque eh era uma pessoa que estava sempre atento, né, e sempre ali à disposição para nos orientar, para estar junto. É isso aí. Caramba, situação, gente. Bom, acho que a gente pode encerrar o nosso estudo de hoje, agradecendo a presença de todos, marcando o encontro para a nossa próxima semana, próxima quinzena, quando a gente vai dar continuidade aos nossos estudos. Bom, muito obrigado pela presença de todos. Esperamos revê-los na próxima quinzena na sequência das nossas discussões. É isso aí, gente. Obrigado a todos. Boa noite. Fiquem com Deus.