Live 28 - Afinal, somos os espírito no tempo? Christiane Drux, Jorge Elarrat e Ivana Raisky

FEEGO 06/08/2025 1:41:51

Live 28 – Afinal, somos o Espírito no tempo? Facilitadores: Christiane Drux, Jorge Elarrat e Ivana Raisky O estudo das obras: Afinal, quem somos – Pedro Granja e O Espírito e o tempo – Herculano Pires será realizado quinzenalmente, terças-feiras às 21h30 Link para os vídeos apresentados na live: https://drive.google.com/drive/folder . PDF da obra: Afinal, quem somos? Capítulos: https://drive.google.com/drive/folder . Gráfico do Elarrat: https://drive.google.com/drive/folder 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/6218879181127680

Transcrição

Oh, boa noite para todos. >> Boa noite, Jorge Larrá. Boa noite, Cris. >> Oi, pessoal. A gente teve umas interferências aqui técnicas, mas estamos no ar, começando mais um programa. Afinal, Somos Um Espírito no Tempo. Prazer te ver. Ela Rodney, hoje >> eh, capitaneando aqui a transmissão. A Ivana teve um problema, quer dizer, tá com uma outra atividade em paralelo que não pode comparecer, né? >> Mas a gente tá vibrando e estamos todos juntos aqui pro trabalho. Prontos para o trabalho. >> Isso mesmo. Todo mundo pronto pro trabalho, né? Infelizmente acho que eu não tenho a permissão para startar aqui a a transmissão. Foi talvez seja por isso que eu não consegui aí dentro do horário. Mas a Ivana vai est aí dando um apoio para nós, né? Eu acho que ela deve de rodar a vinhetinha. >> Você tá onde, Cris? Nesse momento? >> Nesse momento de volta em casa na Serra em Miguel Pereira, estado do Rio de Janeiro. Mas já peguei estrada. Foi uma correria hoje. Tava no Rio o dia inteiro e corri para tá cá, para estar aqui com vocês. >> Certo. E você, Rodney, como é que você está? Você tá onde? >> Tô aqui no município de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. >> Olha, você tá em Pinhais? >> Ó, tô, eu tô até agasalhado, né? Se você tiver em Porto Velho, eu sei que você tá no Quentinho, né? >> Olha aí, >> ó. Aqui nesse momento tá dando 26º nessa hora da noite. >> Que maravilha, hein? Que maravilha. >> É, não é muito maravilhoso, não. É muito quente. É muito quente. Bom, Cris, podemos dar início ao nosso trabalho dessa noite. Nós temos vários companheiros aqui conosco nos nossos comentários, não é? que estão aqui com a gente, os nossos sempre presentes, a Flavix de Vitória, Flava Teodoro, temos a Sônia Partini, a a Lola, Lola Queiroz tá aqui com a gente, a chefa Maria das Graças Lazarini, hoje de manhã eu mandei para ela uma foto que eu tô usando lá no meu trabalho, uma caneca que eu ganhei e do Centro Espírita lá de Três Gilos, aonde a Graça trabalha, onde ela atua, onde ela tem o comando da instituição.

dei para ela uma foto que eu tô usando lá no meu trabalho, uma caneca que eu ganhei e do Centro Espírita lá de Três Gilos, aonde a Graça trabalha, onde ela atua, onde ela tem o comando da instituição. E o nosso boa noite também para a Ângela Serrano Nunes, que estava conosco mais cedo numa outra live que a Adriane Bacarin estava fazendo. Boa noite, Cla. A mulher extraordinária que quer saber se o biscoito vende mais porque é fresquinho ou se ele é fresquinho porque vende mais. Muito bem. Muito bem. Nós vamos eh poder começar. Então, vamos lá, Cris. >> Vamos chamar. >> Vamos. Vamos sim. É só paraa gente eh pontuar, né, pros nossos amigos que estão acompanhando a live e que acompanham o nosso trabalho, né? A gente tá se debruçando sobre três obras, uma de Leond depois da morte, eh o livro Afinal Quem Somos de Pedro Granja e também o Espírito e o Tempo de Herculano Pires. O dia de hoje, nós vamos mergulhar nos primeiros momentos da terceira revelação da doutrina espírita e como tudo começou, né, naquele momento inicial dos fenômenos, das mesas girantes. E para abordarmos esse assunto, nós estamos nos utilizando de Herculano PIS, o espírito e o tempo, onde ele vai tratar, deixa eu posicionar para vocês, ainda na segunda parte da obra, eh onde ele vai tratar no capítulo 5to, no título A falange do Consolador, um pouco desses primórdios, desses momentos iniciais do espiritismo. E vamos também eh trabalhar Pedro Granja no capítulo A doutrina espírita. O Pedro Granja é no capítulo 10, a doutrina espírita. Logicamente que a gente tá costurando, então a gente vai e volta, né, Elará? A gente vai, o Pedro Granja, ele ele faz uma abordagem mais geral, né, sob o título A do Dutrina espírita. E o Herculano vai nos contar hoje momentos iniciais, né, na Paris do século XIX, nos momentos que antecederam a fase codificação espírita propriamente dita, o momento que Kardec trava contato com os fenômenos espíritas, né? E justamente porque nós estamos iniciando, né, agora esse novo capítulo, esse novo

ram a fase codificação espírita propriamente dita, o momento que Kardec trava contato com os fenômenos espíritas, né? E justamente porque nós estamos iniciando, né, agora esse novo capítulo, esse novo momento da terceira grande revelação, a gente vai apresentar para vocês eh um vídeo que já foi eh rodado, digamos assim, em outras lives. Não tenho certeza se aqui nesse espaço de somos um espírito de um tempo, nós já apresentamos. Acho que não. >> Não, >> mas é uma tentativa minha. O Ela eh me deu a oportunidade de elaborar esse material para um evento internacional do qual ele participou lá na Suíça. Lembra disso, lembro? >> E a gente preparou com muito carinho esse material que o amigo levou, né, por indicação para a abertura dos trabalhos lá na Suíça. E a gente vai então agora em primeira mão eh exibir isso para vocês aqui, companheiros desse trabalho e desse programa. Eh, é uma varredura sobre os esforços de Allan Kardec nesse terceiro grande momento das revelações. Então, Rod, eu acho que você consegue rodar pra gente, né, o vídeo. Hipoliton Denizar Rivo. Nascia em Lyon em 3 de outubro de 1804. A biografia de Kardec apresenta três fases de uma trajetória. Kardec, o pedagogo. Educado no internato de Verdã, Suíça, a partir de 1815, tornou-se um dos mais eminentes discípulos de Pestalose, dotado de notável inteligência e sensibilidade e atraído para o ensino pelo seu caráter e pelas suas aptidões especiais. Foi nessa escola que desabrocharam as ideias que mais tarde o colocariam na classe dos homens progressistas e dos livres pensadores. Como legítimo discípulo de Pestalose, perpetuava o seu pensamento. Observar, comparar e julgar. Essa a regra que constantemente segui a testa Kardec. Nesse celeiro do saber, Kardec recebe influência do pensamento religioso do mestre Pestale. A verdadeira religião não é outra coisa senão a moralidade. A vivência dos princípios cristãos é que teriam a força de conduzir de modo frutificativo a infância e a juventude ao fiel cumprimento de seus deveres

ra religião não é outra coisa senão a moralidade. A vivência dos princípios cristãos é que teriam a força de conduzir de modo frutificativo a infância e a juventude ao fiel cumprimento de seus deveres individuais e coletivos. Ao retornar a Paris em 1823 e com 19 anos, tornou-se instrutor e iniciou o trabalho de construção de sua obra pedagógica através da publicação de manuais para aplicação do método de pestalose na França. Aos 24 anos, escreveu um plano de melhoria do ensino público e no decorrer de 30 anos de carreira dedicada à educação, tornou-se um intelectual respeitado, membro de nove sociedades científicas e autor de livros didáticos, projetos, cadernos de exercícios, compilações manuais de métodos para professores e pais e projetos de reformas educacionais. Na segunda metade do século XIX, as mesas giraram na França. Kardec contemplou o invisível. Em 18 de maio de 1855, na casa da senhora Plenm, o professor Rivaio tomava contato com a realidade espiritual a convite do senor Patia. Na casa das irmãs Médiums Bodan, as investigações continuariam, não mais com a curiosidade para a diversão da assistência. O mestre lonês fazia suas primeiras anotações para dar cunho sério e investigativo às reuniões. Ele comparecia cada sessão com uma série de questões preparadas e metodicamente dispostas que eram respondidas com precisão, profundeza e de modo lógico. forma de estruturar a codificação, com o processo de perguntas e indagações aos espíritos. Não podia transcender o seu tempo. Kardec se serve dos saberes filosóficos e científicos da sua época para nortear o trabalho. Assim como a ciência propriamente dita, tem por objeto o estudo das leis do princípio material. O objeto especial do espiritismo é o conhecimento das leis do princípio espiritual. Ora, como este o último princípio é uma das forças da natureza a reagir incessantemente sobre o princípio material e recíprocamente, segue-se que o conhecimento de um não pode estar completo sem o outro. agenda para o lançamento em 1857

uma das forças da natureza a reagir incessantemente sobre o princípio material e recíprocamente, segue-se que o conhecimento de um não pode estar completo sem o outro. agenda para o lançamento em 1857 do livro dos espíritos, uma logomarca espiritual, símbolo da nova doutrina, vemos em prolegômenos uma cepa de vinho. O corpo é a cepa, a alma o bago, o espírito, enfim, é o vinho. O plano espiritual, recomendações para o sucesso da missão. Humildade, modéstia, desinteresse, coragem, perseverança, devotamento, abnegação, firmeza inabalável, prudência e tato, para não comprometer a tarefa com atos ou palavras intempestivas. Kardec nos legou como exercitar o bom senso e a fé raciocinada. Uma mensagem enigmática, clara e transparente para aqueles que têm olhos de ver e ouvidos de ouvir. Em 30 de abril de 1856, durante uma das reuniões mediúnicas do amigo Senr. Custão, na rua Ticketan, estava revelada a missão de Kardec pelo espírito verdade. Quanto a ti, Rivaio, a tua missão aí está. És obreiro que reconstrói o que foi demolido. A restauração da boa nova, a sequência das revelações, consolidando ao mundo material a dinâmica da vida espiritual. Kardec foi um revelador, a ponte entre a religião e a ciência pela mediunidade, um diálogo que marcaria o início de uma jornada sem fim para ele e depois para todos nós. Terminava dessa maneira. para ti chamar-me ei a verdade e todos os meses por um qu4arto de hora, estarei à tua disposição. Kardec soube muito bem aproveitar esses 15 minutos e nós para quem ele também se colocou à disposição. espera já se estende por mais de 2000 anos. Na Europa do século XIX, o espírito humano encontrava-se numa briga de colossos. Kardec, Aralto da verdade, é convidado a atuar. O professor Rivaio foi ponte, unia a revelação religiosa até então convertida em algema pelos desmandos da fé. A ciência que respondia as perguntas que a fé dogmática não respondia. Porém, de um lado, a ciência sem ideal, do outro a religião sem provas. Allan Kardec, codinome que adotou, a partir de

dos da fé. A ciência que respondia as perguntas que a fé dogmática não respondia. Porém, de um lado, a ciência sem ideal, do outro a religião sem provas. Allan Kardec, codinome que adotou, a partir de informações recebidas em reunião mediúnica pelo espírito familiar de Zéfero, que teria sido um druida em experiência reencarnatória em tribo Celta, é chamado a pacificar, a unificar, a harmonizar. entregaria a humanidade que essas duas forças, ciência e religião, tendem a uma finalidade única, como rios de conhecimento que convergem para o mesmo mar, cada uma atuando num setor de domínio, mas ambas com o mesmo objetivo. ciência com o método, com a sistematização e a religião agora sobre os auspícios da espiritualidade maior, estabelecia por Kardecidar com a revelação, a terceira legada à humanidade pelo amor do criador. Para a ciência, o telescópio alargava a visão. Para o espiritismo, a mediunidade era a janela que vinha abrir e alargar os horizontes. Estabelece-se a ciência do espírito. A doutrina espírita passa a ser não a religião do futuro, mas o futuro das religiões. Um convite à convergência para a verdade maior, pura, cristalina. O espiritismo como uma força de saber. coletivo Kardec, um pioneiro, inaugurando uma nova era do pensamento religioso. Pela primeira vez na história da humanidade, era usada uma comunidade interesistencial para a produção de conhecimento, doutrina dos espíritos, plural em ação coletiva, não um produto isolado, algo que não passaria de uma opinião pessoal. na culminância da sabedoria, da codificação, o Evangelho segundo o Espiritismo, que é um tratado moral sem dogmas da fé. O espiritismo e o espírito da verdade, volvendo em espírito, reafirma os valores morais da segunda revelação. Jesus, com uma pleiaade de espíritos que trabalharam em ação conjunta para oferta e codificação da doutrina dos espíritos através de vários médiuns que serviam como canais mediáticos, atuavam amorosamente, com bom senso e consenso, unidade em favor da vida. Estava consagrada a aliança da

ficação da doutrina dos espíritos através de vários médiuns que serviam como canais mediáticos, atuavam amorosamente, com bom senso e consenso, unidade em favor da vida. Estava consagrada a aliança da ciência com a religião, a religiosidade no âmbito da filosofia. Três esferas culturais, promovendo a religação dos saberes. Com a doutrina espírita instituiu-se a revivescência do ideal cristão, a superação do materialismo. Kardec apresentava após o século das luzes, no século XVI, ainda no século X, um cosmos muito mais vasto do que a física conseguia apontar. Inverte paradigmas. O mundo dos espíritos, ele é primacial, é matriz, nos dá noção da tríade essencial Deus, espírito e matéria. Nos apresenta um outro céu e inferno, muito além das visões engessadas. O hipotético fim do mundo físico não impactaria em grande relevância ao plano espiritual. Há muitas moradas na casa de meu pai. Kardec foi um revelador e um garimpeiro das verdades. Em 14 anos dedicados à codificação, ele apresentou uma admirável força de trabalho e bom senso para otimizar estas produções que consumiriam qualquer pessoa ordinária. Kardec foi extraordinário, avaçalador em produção cultural. Da Gênesis a Gênese, o Alfa e o Ômega. O vé se rompe. Esse o nosso pano de fundo. É a nova perspectiva e visão de mundo que o Espiritismo nos oferta. O que são as nossas preocupações diante desse infinito? Somos filhos de Deus dentro desse mesmo contexto infinito. Espíritos imortais, plenos de potencialidades. Vivemos no materialismo, porém o convite está posto para mudar esta realidade. No século XIX, uma invasão organizada de espíritos pelas mesas girantes mostravam ao mundo a realidade espiritual. As materializações causavam espanto. Hoje, um novo momento nos convida a desmaterialização, o afastamento dos desejos do imediatismo para focarmos na vida futura, pensarmos na grandiosidade do universo e do papel que nos está reservado a desempenhar nele. Nossa destinação não repousa no túmulo. Somos viajores do tempo, aquiando experiências.

mos na vida futura, pensarmos na grandiosidade do universo e do papel que nos está reservado a desempenhar nele. Nossa destinação não repousa no túmulo. Somos viajores do tempo, aquiando experiências. Nosso destino são as estrelas e para além delas a imortalidade. Kardec nos entrega a doutrina consoladora e libertadora, nos elucida a dúvida que dissipa angústias. Quem somos? De onde viemos e para onde vamos? Obrigada, codificador. dois séculos. E lá dois séculos. Século XVI, século X, a renovação dos saberes. Quero te ouvir também um pouquinho, meu amigo. >> E relembrando desse vídeo quando a gente viu lá. Muito bom. Ficou realmente é é uma síntese muito boa, né? E a primeira parte desse vídeo é exatamente em cima daquilo que a obra de Herculano vai apresentar. Exato. A obra de Herculano e Herculano ele trabalha no livro O espírito e o tempo de uma maneira muito muito tranquila os conteúdos ele não corre. Então ele, bom, eu vou trabalhar este bloco. Então, nesse capítulo chamada A falange do Consolador, que é o último capítulo da segunda parte, ele vai nos oferecer exatamente essa janela de tempo na qual Kardec chega no ambiente sem discutir especificamente a construção da doutrina, mas os bastidores da história eh que trouxeram Kardec para dentro deste contexto, né? E o vídeo lembra bem essa essa parte quando fala que ele quando criança, né, ele vai para Iverdum, que fica na Suíça, fica na Suíça ligada para a França, né? Porque a Suíça ela é formada de três pedaços. Ela tem um pedaço ocidental que fala francês. Ela tem um pedaço oriental que fala alemão porque encosta na na Alemanha para cá e encosta na França para cá. Então, para cá fala francês, para lá fala alemão e para baixo fala italiano. Nossa, é, eh, são três línguas no mesmo país e tudo é Suíça. Tudo é Suíça, mas você percebe uma diferença cultural quando você viaja, que você tá na na Suíça dos Cantões alemães, o estilo de construção, o jeitão da das coisas. Aí quando você vai pros cantões que são fronteira com a

ê percebe uma diferença cultural quando você viaja, que você tá na na Suíça dos Cantões alemães, o estilo de construção, o jeitão da das coisas. Aí quando você vai pros cantões que são fronteira com a Itália, aí ele ele continua sendo suíça, tem aquele jeitão de Suíça, mas você percebe que a arquitetura já tem umas tintas eh italianas, você consegue reconhecer em que cantão que você tá. Então ele quando criança, ele vai para um cantão da Suíça que era do lado virado paraa França, ou seja, ele morava, os pais moravam na França e ele vai estudar em Iverdum. Eu estive em Iverdum, eu estive no castelo de Iverdum, onde Kardec estudou. Esse material aí que você produziu foi transmitido num evento que eu participei em Verdum. E esse material foi apresentado lá e é exatamente onde Kardec teria estudado. Então a gente andando assim pelos corredores, visitando o pátio, não é? Aí a gente disse assim: "Quantas vezes Kardec não saiu aqui para na hora dos intervalos para hora que o o >> discípulo de Pestalose, né?" É quando o Pestalose dizia: "Olha, a hora do intervalo, gente, vamos dar uma descansada lá fora, porque são torres e essas torres têm uma espécie de praça cimentada no meio toda de de paralelepípedos, né? Ela não é uma uma praça de grama, é uma praça pavimentada, como se fosse assim o interno de um castelo. E é grande assim o espaço interno, dá para as crianças ficarem lá. Então ele vai estudar nessa região ali, ele torna-se discípulo de Pestalose e a sua biografia não está na obra do Erculano, mas a sua biografia relata de que eh Pestalos tinha um grande apreço por ele, de tal sorte que quando Pestalos viajava, ele dizia para ele, ó, você passa a lição pra turma, tá? Então ele funcionava também como uma espécie de monitor no grupo. Era aluno, mas operava como monitor muitas vezes. Aí ele se forma, né, termina os estudos e volta para a França agora como profissional, que é o que é o que apresenta logo no começo do vídeo, mostrando ele ali com os seus 23 anos, eh, chegando de volta a

le se forma, né, termina os estudos e volta para a França agora como profissional, que é o que é o que apresenta logo no começo do vídeo, mostrando ele ali com os seus 23 anos, eh, chegando de volta a Paris para se instalar. Quem era ele? Ele era uma promessa de professor. Ele era uma promessa, né? tinha um conhecimento enorme, mas ele teria que fazer sua vida como professor. Ele não tinha ainda. e ele vai começar os seus trabalhos como professor e eh as iniciativas individuais dele de ser um o dono de um colégio, as iniciativas dele de ter prosperidade econômica, elas não acontecem, Helena Emel, elas não acontecem. Eu acho isso uma coisa interessante para nós, Cris, porque às vezes a gente tem sonhos de realização profissional e diz assim: "Eu acho que Deus não está me vendo. Eu tô tentando ter um sucesso profissional e não estou conseguindo." E é importante a gente observar que eh uma pessoa com a responsabilidade de Kardec para fazer um trabalho da envergadura que ele fez também experimentou processos de sofrimento, processos de dor, não é? Então, na hora que eh ele chega para a vida profissional, ninguém pode pensar assim: "Ah, mas ele era Kardec, então ele foi passando e as portas foram se abrindo e ele eh abriu um um um canal no YouTube rapidamente milhões de seguidores." Aí ele foi fazer tinha milhões de seguidores, ele criou. Não, gente, a vida dele é cheia de de atrapalhos. Ele não tem muito sucesso do ponto de vista eh financeiro. Ele não é uma pessoa que vai ter um êxito assim, nossa, o que ele tocava virava ouro. Não, a vida dele é uma vida muito simples. Inclusive, já até comentei isso aqui em outras lives, eu tive uma vez uma oportunidade de ver uma maquete do apartamento dele. Maquete? Eu não fui no apartamento, eu vi uma maquete e a maquete mostrava um apartamento que é um apartamento de um quarto e tinha sala, quarto, cozinha e banheiro. Fim, acabou. Esse era o patrimônio de moradia do codificador. Quando eu era menino pequeno, eu imaginava Kardecindo

rtamento que é um apartamento de um quarto e tinha sala, quarto, cozinha e banheiro. Fim, acabou. Esse era o patrimônio de moradia do codificador. Quando eu era menino pequeno, eu imaginava Kardecindo os textos. Aí eu pensei, quando ele recebeu aquele monte de pergunta para trabalhar, eu imaginava, ele rasgou tudinho e colocou pelo chão assim, ó, essas são sobre Deus. Isso aqui é sobre imortalidade. Isso aqui é sobre lei de causa efeito. Ah, aquelas ali são sobre a parte moral. Acho que ele não conseguiu fazer isso. Não tinha espaço no apartamento dele, não. Não tinha. Ele não tinha uma sala grande para dizer assim: "Vou dividir aqui". Nem isso ele tinha. A vida dele não foi uma vida modesta. Então, mesmo ele sendo uma pessoa de uma cultura incrível, ele vai ter muitas dificuldades financeiras para que ele se mantivesse. E aí ele se casa, né, com Bud vai se casar com ela. E depois de casados, eles continuam tendo uma vida muito simples. Ele dava muita aula particular, ele era assim muito de eh tipo preceptor. >> Exatamente. as crianças iam, os adolescentes iam pr pra casa dele ele ia ensinar as disciplinas naquela época, né? Agora não existe mais, mas tinha o preceptor, que era um professor de tudo que visitava as as famílias. Então, dava aula de português, matemática, literatura, eh geografia, história, química, física, biologia. Era o preceptor. O cara chegava lá, sentava, vamos estudar. famílias mais ricas tinham esse tipo de recurso, né? Então, ainda vai ter uma vida muito modesta nesse sentido, mas ela é muito exitosa, eh, do ponto, olha só, nós temos aqui uma uma pessoa no chat que eu chama carioca, não é? carioca brasileira é uma mulher >> isso. >> Carioca brasileira. Então, >> exato. >> Ela diz que passou na frente do prédio onde ele morou até o fim da vida. >> Isso. Eh, Elará tem uma curiosidade inclusive e dentro do da estruturação do roteiro, né? a gente, só pra gente pontuar isso, para depois a gente firmar aqui juntos uma linha do tempo, né, que é o que

Isso. Eh, Elará tem uma curiosidade inclusive e dentro do da estruturação do roteiro, né? a gente, só pra gente pontuar isso, para depois a gente firmar aqui juntos uma linha do tempo, né, que é o que Herculano e também de uma forma mais abrangente Pedro Granja vai trabalhar no capítulo de hoje. >> Eh, a gente faz uma varredura dessa biografia de Allan Kardec e do contributo evidente que ele nos prestou como codificadora espírita. Mas o início do vídeo, né, e Herculano trabalha isso também no capítulo, eh ele analisa Kardecogo. Então, Kardec pedagoga é na fase que a gente tá agora eh explicitando aqui para vocês, né? E como pedagogo, primeiro que ele teve essa essa educação primorosa no castelo de Verdã, teve como mestre Pestalose, que era naquela época, em termos educa, uma mente brilhante e revolucionária. Kardec, ele já vem, evidentemente, com todo o potencial ao reencarnar, com todo o potencial de de ser esse espírito missionário que ele acabou sendo e se consolidando como. Mas quando menino, Kardec estudava na escola, né, numa escola católica, inclusive, apesar dos pais serem protestantes, Kardec ele ele ele teve contato com estudo dentro do viés católico. E aquela questão dos dogmas e aquela questão da cisudez, da forma austera, como era conduzido, eram conduzidos, melhor dizendo, os ensinamentos na escola que Kardec foi aluno na Paris do século XIX. Eh, era uma era uma coisa que o incomodava muito. Os dogmas da igreja o incomodavam porque ele sempre foi um livre pensador desde menino. >> Olha só, >> ele tinha esse, vamos dizer assim, essa tendência, esse pensamento, essa visão mais alargada humanista. Ele já desde ele trazia essa ânsia pela busca da verdade e pela possibilidade da liberdade no pensar. Então, a questão do dogma, que era algo muito característico da igreja, >> não é, era uma coisa assim que o incomodava profundamente. Aí o que que acontece? Ele na sua juventude, né, já maduro, não mais menino, não mais criança, ele vai e busca essa formação no castelo de Verdã com Pestalose, que é

im que o incomodava profundamente. Aí o que que acontece? Ele na sua juventude, né, já maduro, não mais menino, não mais criança, ele vai e busca essa formação no castelo de Verdã com Pestalose, que é per si aquele pedagogo que vai dizer: "Você tem um potencial a ser explorado, você deve buscar dentro de você as respostas. Eh, recheado de filosofia humanista. Então isso eh traz uma alegria imensa para Kardec, porque ele se viu, né, dentro de um contexto que o acolhia, né? >> E existe uma coisa interessante, sabe? >> É que o modelo de educação alemã não era o modelo de pestalose. O modelo de educação alemã é o modelo Herbatiano. É o modelo de Herbart. Eu vou só dizer uma palavra pra gente entender o que é o modelo de Herbert. O modelo de Herbert é palmatória. Então, o modelo de Herbat é disciplina. O professor leva o conteúdo e o aluno aprende. É um processo de cima para baixo. Existe o ponto para estudar, você tem que dar conta, existe a prova e aí a pessoa tem que responder a prova de acordo com o ponto. Aqui não tem ninguém da minha idade, que eu acho que todo mundo aqui tem menos de 100 anos, mas se tivesse alguém da minha idade, eu teria alguém para confirmar o que eu estou dizendo. Eu estudei quando criança no Amapá, meu Deus, longe demais. Mas, por exemplo, lá no Amapá a gente estudava a mesma coisa que se estudava no Rio Grande do Sul. Por exemplo, o que é uma ilha? Eu aprendi uma ilha é uma porção de terra cercada de água por todos os lados. Ponto. Acabou. Não existe outra definição. Profissional prova perguntar porque é uma ilha. Você tem que responder isso. Se você não, a ilha é um território que possui um conjunto de cara errou. Porque ilha é uma porção de terra cercada por de água por todos os lados. Pronto, esse é modelo herbatiano. Você tem que estudar desse jeito. É assim que as coisas funcionam. E o modelo de prestalose não era esse. O modelo de prestalose era educação se estabelece pelo amor. Então é uma visão de muito vanguarda naquela época do século XIX,

. É assim que as coisas funcionam. E o modelo de prestalose não era esse. O modelo de prestalose era educação se estabelece pelo amor. Então é uma visão de muito vanguarda naquela época do século XIX, né? Início do século XIX. dizer, não, não é assim com pressão palmatória, disciplina que você vai fazer o o o Helena, você não tem 100, mas a sua mãe deve ter dito para você como é que era. Tem que ser tudo decoradinho. Exatamente. Marc, >> isso é isso. E na verdade pestalose ela sem querer te cortar, só para completar o que você tá falando, né? E fazer uma junção com o viés espírita. Eh, pestalose vai eh vai eh nos apresentar a valorização do indivíduo. Ele não dizia que nós aprendemos, nós recordamos, eh, considerando o espírito imortal. Logicamente que não havia esse entendimento ainda da ainda da vida espiritual e nem da individualidade do espírito, porque isso é algo que a era eh com a a terceira revelação e a era kardequiana vai inaugurar. Mas a valorização do indivíduo era algo assim basilar no entendimento do da pedagogia de pestalose, as nossas potencialidades, isso se coadunava muito também com com a filosofia humanista. Então, Kardec vai beber nessa fonte enquanto jovem, né? o que depois ele vai entender em uma abrangência muito maior quando ele trava contato com os ensinos dos espíritos >> que vão ratificar essas potencialidades eh ensinando a Kardec a questão da reencarnação, a questão da vida imortal do espírito, dos valores que todos nós carreamos ao longo das nossas encarnações. Então, verdadeiramente, ela quando a gente estuda, né, na verdade a gente não tá aprendendo, a gente tá recordando. >> Exato. >> Nós estamos recordando porque o espírito é esse grande acervo de conhecimento e de sabedoria que vamos angareando ao longo das nossas vidas, né? Então, Kardec fica em casa com Pestalose? >> Eh, deve ser muito saboroso você ter uma maneira de pensar e encontrar alguém que te valida na sua forma de entender como a educação deve acontecer, né? É isso. E aí quando ele chega de volta

lose? >> Eh, deve ser muito saboroso você ter uma maneira de pensar e encontrar alguém que te valida na sua forma de entender como a educação deve acontecer, né? É isso. E aí quando ele chega de volta em Paris, né, ele vive essa situação, né, mais modesta, mais espartana, né, que você comentava do apartamento dele. Eh, se dá se dão as bodas, né, entre ele e também a pedagoga, a estudiosa, a mulher além do seu tempo, que foi a Melibudê, uma mulher ligada às artes, ela era professora de artes também, uma mestra também imersa, né, nessa nessa esfera cultural do conhecimento. E é um casamento de soma de valores. E eles vão habitar esse apartamento singelo na Paris, né, na capital francesa, Paris, eh, que naquele momento passava por um grande processo de reestruturação da sua da do seu aspecto enquanto cidade. Isso é tão interessante, porque tem uma curiosidade que eu quero contar para vocês. Eh, quem revela isso é o Marcel Solto Maior no livro que ele lança de sobre Kardec em paralelo com o filme, né, que foi lançado também já há algum tempo, eh, nos cinemas sobre Kardec. Eh, e o Marcel Solto Maior dá embasamento pro roteiro do filme e ele revela isso pra gente nesse livro Kardec, que naquele momento Paris passava por uma reforma urbana e o prefeito da época era o Hauseman, que foi o prefeito que deu aquela aquela aquele visual >> da cara da das avenidas largas de Paris, da cidade luz. né? Porque era um arquiteto muito muito conceituado e ele dá essa nova >> urbanista, ela ele dá essa nova cara para Palis. E curioso que já na fase, e eu não quero pular etapas, ela mas ainda só criando um gancho do Kardec Pedagogo pro Kardec Codificador. Quando ele ele entra nessa fase de Kardec codificador, depois de travar contato com as mesas girantes, Kardec estudando no seu gabinete, já casado com Gabi, né, com a Melibudê, eh, ele come, ele tá estudando e ele tá escutando pancadas, ele tá escutando ruídos que já eram os efeitos físicos dessa falange do consolador que auxiliavam nesse processo

m Gabi, né, com a Melibudê, eh, ele come, ele tá estudando e ele tá escutando pancadas, ele tá escutando ruídos que já eram os efeitos físicos dessa falange do consolador que auxiliavam nesse processo de codificação da doutrina espírita. E ele escutava esses ruídos, mas ele até então não tinha atinado que isso eram manifestações espirituais. Como Paris passava por uma reforma, ele achava que era o barulho das obras, o barulho das marretas. E aí ele perguntava: "Gabi, você está escutando eh as obras? Você tá escutando os pedreiros trabalharem?" E Gabi falava: "Não, não tem pedreiro nenhum trabalhando. A rua tá vazia, não tem ninguém trabalhando em obras lá embaixo. Já eram as manifestações físicas dos espíritos, né, ali se cercando do codificador. >> Eh, e aí tem nessa questão aí dele como pedagogo, ele vai ser muito bem suucedido. Ele é um pedagogo famoso. Ele é um nome, uma pessoa notável. Ele não é rico, mas ele é um intelectual de sua época. Porque assim, as pessoas não eram necessariamente ricas pelo fato de terem uma visibilidade social. E ele era um cara muito visível socialmente, muito identificado como um grande pensador, um porque ele defendia as ideias de pestalose, ele era um educador que apresentava essa ideia de vanguarda, de educação, com a interação entre o professor e o aluno. Esse negócio aí nem todo mundo gostava não, tá? E tu não gostava não. Então ele tinha uma proposta de educação que era uma proposta de educação muito moderna para aquele período em que propunha essa relação entre as criaturas. E ele vai se desenvolver dentro da sociedade francesa como sendo um uma pessoa notável, um educador, como você bem colocou, Cris, humanista dentro de uma sociedade que queria a rigidez como forma de educação. É exatamente pelo fato dele ter essa postura de ser pesquisador, de escritor, de ser crítico, de ter várias obras que eram consideradas notáveis no campo da da pedagogia, que ele vai ser convidado por alguns amigos para apreciar um fenômeno novo que estava acontecendo.

scritor, de ser crítico, de ter várias obras que eram consideradas notáveis no campo da da pedagogia, que ele vai ser convidado por alguns amigos para apreciar um fenômeno novo que estava acontecendo. Então, eh, a os seus biógrafos falam que foi em 1854, a que até a Cris colocou no vídeo, o primeiro contato dele com a ideia, não disse com as mesas, mas com a ideia da existência das mesas. É nesse primeiro contato feito com o Dr. com o senhor Furtier, que ele rechaça, tá? Ele, o cara vem todo empolgado, gente, você não imagina. O senhor precisa ver, professor. A gente faz pergunta, a mesa responde e ele cortou o cara simplem que mesa tem cérebro para pensar e nervos para sentir, não vai dar para acreditar numa coisa desse tipo, né? E ele não se interessou, ele não foi atrás, ele cortou o Fortier baixinho e continuou a vida dele. Tinha 50 anos. Era uma criança, 50 anos de idade. Ele tinha 50 anos quando ele teve esse primeiro, essa não é B1 contato, a primeira informação. Aí somente a Clau Hagel tá lembrando que que no livro Obras Póstmas conta essas batidas que até ele chamava Zéfero, né? Aí depois no ano seguinte, em maio do ano seguinte, ele recebe um segundo convite agora do senhor Baldã, que dava, fazia um convite a ele para que ele fosse ver uma sessão prática. E o cara ainda disse assim: "O senhor precisa ir porque se o senhor fosse algum dia vai ser um dos nossos ou um dos nossos." E ele vai, ele vai na casa da da da Madame Baldã e encontra lá o tal do Furtier, aquele mesmo que um ano antes havia conversado com ele. Ele se reencontra e o Furtier novamente bota a pilha dele e diz: "A gente tem que ir na casa da madame". Eh, como é que é? Meson de >> Plen Meson. Plene Mison. Plon, na casa da de da madame Plen Meson, aonde ele vai assistir a primeira reunião. Aí é lá eles vão na casa do Podan, ali eles se encontram e decidem ir na casa da Plen Meson para que ele assistisse uma reunião. cara, ele fica super impressionado e ele anota dizendo o seguinte, eh, que era inquívoco que os fenômenos

ali eles se encontram e decidem ir na casa da Plen Meson para que ele assistisse uma reunião. cara, ele fica super impressionado e ele anota dizendo o seguinte, eh, que era inquívoco que os fenômenos eram legítimos, que ele observa, dis é possível, a mesa mexe, as coisas se movimentam, sobe do chão. Não, isso isso é uma coisa interessante e isso desperta a curiosidade dele. Então, a partir daí, desse momento, ele começa a se interessar pelo fenômeno, simplesmente pelo fenômeno. Ele vai se interessar, entender o fenômeno, que que é isso? Como é que é isso? E é só depois que ele se interessa pelo fenômeno que ele vai tentar descobrir as causas. Quer dizer, não pode ser a mesa, gente. Não pode ser a mesa. A mesa, a mesa não tem inteligência. Ela não pode pensar, tem que ter uma causa inteligente por trás da mesa. E aí é nessa construção que ele chega na questão do espírito. E aí, sem querer me adiantar, Cris, tem uma coisa muito importante, é que ele é educador, né? E o educador, o que ele vê, ele vê como questão educativa. Quando ele enxerga a essência do espírito, mortalidade da alma, comunicabilidade, ele pensa: "Este conhecimento pode revolucionar a humanidade, se a humanidade se apropriar disso, ela vai se transformar". Que é um raciocínio, e eu não tô falando mal deles, é um racío que os contemporâneos dele não fazem. Se você pegar as obras dos outros que também eh estudavam, eles estão loucos para provar a imortalidade. Pega os textos, Ernesto Bano. Eu quero provar que é verdade que a vida continua. Você pega material do César Lombroso, a mesma coisa. Alexander Axakov, a mesma coisa. O foco deles era a comprovação técnica de que aquele fenômeno do ponto de vista científico era verdadeiro. >> Eu quero provar isso. Eu quero eh fincar a bandeira da ciência e dizer é verdade. >> E é por isso, Lará. E é exata, esse ponto que você toca é excelente, porque é exatamente por isso que a gente defende que Kardec se apresenta ao mundo como um grande restaurador dos saberes,

rdade. >> E é por isso, Lará. E é exata, esse ponto que você toca é excelente, porque é exatamente por isso que a gente defende que Kardec se apresenta ao mundo como um grande restaurador dos saberes, porque se a gente volta pro nosso olhar pro passado, a gente vai ver o quê? Mediunidade não é novidade, sempre houve, né? A gente fez aí uma longa temporada no Aaminho da Luz, né, meu amigo, resgatando todas essas civilizações antigas, o contato com a espiritualidade. Então, mediunidade não é nada novo, né? Não, a priori, eh, o mundo acabou colocando um pouco a questão da comunicabilidade dos espíritos quando foi avaçalado, de lado, né, quando foi avaçalado pela proposta, né, da do raciocínio, do logos, do conhecimento. E aí a gente tem eh um momento de exercício eh empírico da mediunidade nas civilizações antigas, eh a questão da predominância religiosa, a igreja que amordaça qualquer possibilidade de comunicabilidade por uma questão de exercício de poder. Eu tô fazendo uma linha do tempo. Aí tem a igreja que sufoca >> os os rebeldes que se insurgem. contra esse estado de coisas que se voltam para o racionalismo, que se voltam para o Iluminismo. E aí a gente já tá de novo no século XVI e no raiar do século XIX, essa vertente do Iluminismo, dos enciclopedistas, dos humanistas, já enxarcaram novamente todos os círculos do saber. E Kardec é um deles. Kardec é um homem de ciência, um homem característico do princípio do século X. Mas Kardec começa como o espírito grandioso que é, né? E naquela, naquele momento, ele traz já a sua grande contribuição, alargando esse olhar e mostrando, olha, existe um mundo espiritual e por trás desse mundo espiritual que é primacial, que traz e que nos apresenta a vida em matriz primacial, esse mundo espiritual também tem todo um legado moral que é a revivescente. Então ele não só é um restaurador da verdade, como também ele religa todos os saberes. É muito interessante. E nesse primeiro contato, ela já na casa da senhora Playmezon, com as primeiras

vivescente. Então ele não só é um restaurador da verdade, como também ele religa todos os saberes. É muito interessante. E nesse primeiro contato, ela já na casa da senhora Playmezon, com as primeiras mensagens, com as primeiras comunicações direcionadas inclusive a ele, dizendo a ele a missão que ele teria, né? Zéfero se apresenta. E quem é Zéfero nessa história toda? Zéfero é um grande companheiro espiritual dele que conviveu com Kardec ambos no nas tribos celtas da antiguidade, tendo convivido com Kardec, né, e sendo nesse momento para ele o seu mentor espiritual. Então, Zéfero, ele ele vem dessa tradição céltica, dessa tradição celta, onde Kardec era um druida. Tanto que Kardec adota esse nome Kardecinome, resgatando essa sua passagem pela pela tribo, né, dos Árias dos Celtas, onde ele teve uma convivência estreita com Zéfero, companheiro lá de trás. >> Pois é. E na primeira temporada, quando falávamos da doutrina secreta, nós fizemos um pouso na Gália, aonde nós conversamos sobre celtas, druídas e toda aquela história ali daquela região que hoje é a França, que era a Galha no passado, onde os conhecimentos das verdades espirituais também estiveram ali. Os druídas também eram sabedores das leis imortais. Eles sabiam, eles eram detentores da doutrina secreta também. E ali, portanto, quando Kardec viveu entre professor Rivaio viveu entre eles na condição de ser o verdadeiro Allan Kardec, né, que era uma encarnação anterior dele, eh ele certamente entrou em contato com todas essas verdades, né? com todas essas verdades. Agora, uma coisa bem curiosa, sabe? Entrando assim até um pouquinho na revelação espírita em si, mas só por uma questão de se observar o a característica dela. Ela, essa revelação, ela é coletiva, ela não é individual. Então, ela é produzida por um conjunto de sábios espirituais que trazem o conhecimento. Os Vedas também não é individual, é trazida por um conjunto. Aí Krishna, Buda, Jesus, Moisés, Pitágoras, Sócrates, é tudo individual. A Cabala é novamente

sábios espirituais que trazem o conhecimento. Os Vedas também não é individual, é trazida por um conjunto. Aí Krishna, Buda, Jesus, Moisés, Pitágoras, Sócrates, é tudo individual. A Cabala é novamente coletiva, né? E e assim, o conhecimento da doutrina espírita é também um conhecimento coletivo. A diferença é que os mestres estavam do lado de lá. Os mestres estavam do lado de lá. Então você tinha que pegar esse material para compor. E e Kardec vai ser muito importante pelo espírito crítico que ele tem, porque se ele não tivesse essa leitura crítica, cara, a doutrina espírita ia ser uma colxa de retalho, ia ser um mingau, uma gororoba, porque ele ia pegar conceitos contraditórios, ia botar tudo dentro e fechar no zíper. Ó, tá aí. vocês peguem, vocês leiam e tirem as contradições. Não tem como você tirar. Então ele vai tirando as contradições com o espírito crítico que ele tem. Aí que tá a grande contribuição que ele vai oferecer, né? E e ela tem uma uma frase linda que eu até grifei aqui para ler com vocês, eh, do Herculano nesse capítulo que ele diz isso que você tá falando aí, comparando, né, com a terceira revelação e o contributo de Kardec as anteriores, né, as duas revelações anteriores, Moisés e Jesus. Herculano diz assim: "Moisés e Jesus haviam trabalhado o barro místico do mundo antigo, modelando-o com dificuldade na possível vasilha, né, do pote de barro, destinada a receber mais tarde o conteúdo do espírito." Então, realmente foi uma evolução do pensamento religioso em etapas. Em etapas. E a gente vê um grande processo de planejamento estratégico superior também composto dentro desse espírito do agir conjunto, da coletividade, né? os grandes, eh, digamos assim, bastiões da humanidade como reveladores, né? Moisés, as civilizações antigas, né? Moisés, como a gente vinha vendo, né? Vinha estudando até agora, eh, Herculano nos fala, Moisés já vai despontar no horizonte profético, mas antes do horizonte profético, a gente teve outros horizontes, né? os horizontes

vinha vendo, né? Vinha estudando até agora, eh, Herculano nos fala, Moisés já vai despontar no horizonte profético, mas antes do horizonte profético, a gente teve outros horizontes, né? os horizontes civilizatórios, o horizonte agrícola, >> primitivo, >> tudo primitivo. Então, a gente vem navegando juntos na construção desse desse mundo que conhecemos hoje, a partir de todos esses legados, de todos esses horizontes. E quando Jesus, o governador planetário, ele convive entre nós, ele instaura a questão da boa nova, o modelo, né, do amor. Mas Kardec vem dar completude a esse modelo crístico, porque vem trazer a explicação da dinâmica espiritual, trazendo completude ao evangelho, porque senão o evangelho poderia ficar parado ou pairando apenas na esfera religiosa. E Kardec é esse que religa todos os saberes e vai compor com a filosofia da antiguidade, né, eh, a o sentimento religioso instaurado pela boa nova, trazendo completude também com o conhecimento e a ciência dos humanistas, dos enciclopedistas, da ciência espírita, explicando essa dinâmica espiritual. que é a matriz de tudo, né? Nós vivemos a consequência desse mundo espiritual que é primacial, que é matriz. Kardec é esse grande consolidador. Eu eu me emociono quando eu falo de Kardec, porque a contribuição dele é imensa. Eu, na minha estreiteza de visão, eu não consigo nem mensurar a contribuição de Kardec. É gigantesca. É, é você pegar o negócio que caótico. Era caótico, pergunta de todo jeito, bola quadrada, redonda, buda, tudo que é jeito. E você pegar aquele monte de coisa e dizer assim: "Não, são esses aqui". Mas antes de falar do método, eu queria comentar uma coisa. Serra falando de frases do Herculano, eu encontrei um trechinho lá que eu achei tão bonito, nunca tinha visto esse raciocínio. Ele diz assim: "A primeira revelação, ela surge de um sexto, que é o sexto de vime, aonde eh Moisés é posto. Então, tem um sexto, tem um sexto eh que é onde Moisés foi colocado e a princesa tirou. A segunda revelação

A primeira revelação, ela surge de um sexto, que é o sexto de vime, aonde eh Moisés é posto. Então, tem um sexto, tem um sexto eh que é onde Moisés foi colocado e a princesa tirou. A segunda revelação também tem um sexto que é o sexto de de onde que Maria forra com palha para colocar Jesus, né? Que é a manjedoura, é um sexto para colocar comida. Mangjedora, gente, é coxo de comida de animal. É o nome manjedora lindo, mas é um coxo de comida de bicho. E aí ela forra com palha e coloca Jesus. E a terceira revelação também nasce com o sexto, porque as primeiras revelações são obtidas com uma cestinha. Lázara Rodrigues. Meu Deus do céu. Então, tinha uma cestinha. Vamos dizer que isto aqui, esse essa peça aqui cheia de bombom de banana que eu passo à noite comendo. Eh, esse essa cestinha era de de vim. Aí eles engatam uma caneta assim nela, de maneira que ela fique com a pontinha pro chão. Quando o médium toca nessa cesta ou às vezes não precisava tocar, só aproximar a mão, a mesa começava a mexer e ela que escrevia. Então, Kardec vê isso acontecendo. Fiquei impressionado de ver a mesa escrevendo o o a a pontinha da da caneta no chão. Não era uma caneta como hoje, caneta esferográfica e tal, era aquela caneta de pico de pena. Então você tinha que estar toda hora molhando o bico da pena para ela continuar escrevendo e ela te respondia as perguntas. Uma coisa de louco. É impressionante. Você vê uma mesa se uma uma uma cestinha se mexendo sozinho, escrevendo resposta. Uma coisa impressionante. Só que tem um detalhe, um detalhe, um detalhe é o método que ele criou, Mazé, o método que ele inventou. E o que Kardec fez seria uma tese de doutorado, porque ele inventa um método de pesquisa, porque ele tinha muitas perguntas vindo de todo lado. Então ele cria um método que é a universalidade dos ensinos dos espíritos. Tem que checar tudo com vários médiuns, em vários grupos para poder tirar uma verdade. E realmente, Mazé, eh é uma escuridão, né? estávamos num processo de total ignorância.

dos ensinos dos espíritos. Tem que checar tudo com vários médiuns, em vários grupos para poder tirar uma verdade. E realmente, Mazé, eh é uma escuridão, né? estávamos num processo de total ignorância. E aí ele vai juntando as pecinhas de um grande quebra-cabeça. Imagina que você tem um quebra-cabeça grande, tá todo desmontado. E tem peças que não fazem parte do quebra-cabeça. Porque se você montar um quebra-cabeça e todas as peças fazem parte, você vai devagar e você monta. Agora imaginando que você vai montar um quebra-cabeça que tem um monte de peça que não é do quebra-cabeça, que você tem que dizer: "Cara, isso aqui não faz parte, é muito louco isso." Então ele vai juntando, não, isso aqui não é, isso aqui é e tal. Aí ele monta. Então a doutrina espírita, como ela foi montada em cima de um cara que tem uma visão ampla, ele vai tirando as contradições que ela poderia ter. Ele não, isso aqui não faz sentido. Quer dizer, se eu botar essa peça, vai desmontar outra lá na frente. Então ele vai, vai, vai. Aí ele monta um todo lógico que é a doutrina, ela toda articulada, né, entre seus princípios. E aí você constrói uma doutrina que é coletiva, que é coletiva, mas ao mesmo tempo que ela é coletiva, ela é organizada por uma unicamente que tinha condição de abraçar aquilo tudo e dizer: "Não, aqui é o caminho para onde vai". E só para terminar, ele usa muito a revista espírita como laboratório. Às vezes a gente tinha uma ideia e ele queria checar se aquela ideia batia com o que os outros pensavam. Então ele joga na revista espírita e espera o resultado. Dali é que ele tirava a universalidade, ele pune uma ideia, que que o pessoal vai dizer disso? Não, eu concordo, eu discordo. Aqui também recebemos, aqui não recebemos, aqui foi assim. Aí, ah, então isso aqui é universal. Me dá isso aqui, bota para cá. A revista foi o grande laboratório da universalidade dos ensinos. Não dá para pegar tudo que sai na revista e colocar como verdade espírita, porque houve muitos ensaio, um balão de

aqui, bota para cá. A revista foi o grande laboratório da universalidade dos ensinos. Não dá para pegar tudo que sai na revista e colocar como verdade espírita, porque houve muitos ensaio, um balão de ensaio de verdades espirituais e que ele de lá tirava e dizia: "Essa aqui confirmou, então passa para cá. Essa não confirmou, passa pro lado de lá". Tá bom? >> É isso aí. E ela tem uma outra, um outro componente muito bacana pra gente entender, né? como ganhou corpo toda essa história, porque tanto Kardec Charles, eh, Richet, por exemplo, e tantos outros contemporâneos, cientistas da época e homens que lidavam com essa questão da da espiritualidade, né, eh, dessa dimensão espiritual, eles eh estavam sendo influenciados por algo que era corrente naquele momento. que era o estudo, né, da das das magnetismo, >> sim, >> dos fluidos, né? Então, se estudava magnetismo. Magnetismo já era um grande, digamos assim, um conhecimento extrafísico, >> área de conhecimento, né, >> de uma área de conhecimento. E Kardec se apropria justamente de alguns conhecimentos desenvolvidos pelos magnetizadores. >> Mesmer, >> Mesmer. Inclusive, né, do inclusive Mesmer >> fala, pode falar, Elah. >> Aquele cara que convida ele a primeira vez, o Fortier, era magnetizador. >> Sim. Eles se conheciam de magnetizador. >> Exatamente. É, a a o magnetismo era algo tão importante nessa nesse lidar com o extrafísico que existia inclusive uma corrente que foi intitulada mesmerismo, né, que era uma era uma corrente eh de estudos, né, debruçada sobre essa questão das análises das curas espirituais. Eh, os magnetizadores eles aplicavam passe, não era mais nada além do que isso, troca de fluido, troca energética. E Kardec começa a beber nessa fonte para poder explicar essa dinâmica espiritual no tocante à mediunidade, no tocante ao exercício da mediunidade. Tanto é que a segunda grande obra que ele elege para fazer parte, né, do que falamos do pentateuco kardequiano, dos cinco livros, né, que vão consolidar ali a

, no tocante ao exercício da mediunidade. Tanto é que a segunda grande obra que ele elege para fazer parte, né, do que falamos do pentateuco kardequiano, dos cinco livros, né, que vão consolidar ali a base doutrinária do espiritismo. O segundo livro é o livro dos médiuns, como um grande uma grande cartilha de como se comportar diante do fenômeno, porque existia à época eh as teses mais absurdas. Kardec comenta isso >> de tudo, né? Os cientistas, os pesquisadores, os exploradores do conhecimento, eles levantavam hipóteses absurdas. Eh, no início, na introdução do livro dos médiuns, quem ainda não leu, leia, é de uma riqueza, uma maravilha o que Kardec conta a respeito dessas teorias, né, desses desses projetos desenvolvidos. A mediunidade, alguns explicavam como uma teoria, eu não sei se o nome que ele usa é esse, mas é algo semelhante, que é a mesa. Para alguns, ela se movimentava, as mesas girantes se movimentavam, movimentavam a partir de uma teoria que justificava a movimentação como sendo a teoria dos músculos estalantes. É teoria do músculo instalante, por porque assim, >> a mesa batia, fazia, respondia com batidas. De onde viam as batias? O o pretenso médium tinha um músculo instalante e o músculo dele que instalava. >> Exatamente. >> Não, legal. Eu eu consegui explicar a batida, mas eu não explico a mesa sair por uma janela e entrar pela outra. Não, não, não explica >> não. E as materializações, né? E e também é merecedor de nota, além da questão do magnetismo, que era uma grande onda à época, as mesas girantes eram as baladas do século XIX. Elas eram reuniões fúteis, elas eram reuniões de entretenimento, de passatempo da corte francesa, né? Não havia nada de sério, né? Não havia intenção séria naquelas reuniões, eram intenções para divertimento. >> E Kardec, em um primeiro momento, se recusa a travar contato com as mesas girantes. Exatamente por isso, porque ele era um homem respeitável, né, um homem sóbrio. Ele não ia se entregar a devaneios de reuniões sociais, onde o

momento, se recusa a travar contato com as mesas girantes. Exatamente por isso, porque ele era um homem respeitável, né, um homem sóbrio. Ele não ia se entregar a devaneios de reuniões sociais, onde o objetivo maior era apenas o divertimento. E é com Kardec que as reuniões espíritas passam a ter um cunho investigativo, um cunho sério. Esse é outro direcionamento diferenciado que o nosso codificador dá. E aí já na fase codificador, né, Elará? >> É. E assim foi muito importante que isso acontecesse no século XIX, porque foi um século em que a ciência podia investigar qualquer coisa, porque se ele fosse tentar trazer isso no século XVII, ainda a humanidade estava imersa numa num manto de mistérios, de coisas eh proibidas e falar com os espíritos seria tido como coisa do demônio. ainda não era uma sociedade pronta para isso, mas a sociedade do século XIX, por conta do materialismo, aí vem a parte boa dele, por que não estudar? Não, isso aí não tem nada a ver, não tem nada de demoníaco, não. Isso é, vamos, se existe, vamos investigar. Então, foi muito bom porque os homens do século XIX eles queriam quebrar todas as as barreiras que existiam para a entrada da ciência. O que que a religião estuda esse negócio aí? Vamos provar que é mentira. Vamos, vamos investigar negócio de demônio. Que demônio? O qu, rapaz? Vamos para cima. Então, era uma um um grupo de pesquisadores destemidos, não tinham o medinho da igreja, não tinha medinho, medinho das coisas. Não, não quero saber disso não. Então, isso foi ótimo porque o século XIX foi o século em que a ciência peitou tudo que não, eu quero saber, vou vou investigar, vou investigar. Então, partiu para cima dos fenômenos de uma maneira, ai, não sei a palavra exata, vou usar um termo errado, de maneira fria, partiu para estudar, investigar o que é isso. E foi estudando que muitos pesquisadores se convenceram da veracidade do fenômeno, mas não quer dizer que pelo fato de terem se convencido que automaticamente entenderam os desdobramentos morais que essas verdades

do que muitos pesquisadores se convenceram da veracidade do fenômeno, mas não quer dizer que pelo fato de terem se convencido que automaticamente entenderam os desdobramentos morais que essas verdades possuíam. É aí que que mora a diferença. >> A diferença. E veja que belo, né? Eh, em contrapartida, e aí a coisa se dá num paralelismo, o mundo espiritual se prepara e promove a invasão organizada. Então, eh, coincidentemente, aí eu tô realmente colocando, entre aspas, o mundo ele ele se vê diante de fenômenos espirituais por conta desse mundo espiritual que se apresenta dizendo a invasão organizada, na verdade dizia isso: "Nós existimos, nós espíritos existimos e queremos nos comunicar com a matéria, né?" Eh, eh, esse era o gancho, né? Era a apresentação e do mundo espiritual para conosco. E encarnados na Terra, espíritos eh vinculados a esse momento eh missionário de entrega desse conhecimento ao mundo. Médiuns potentosos, né? Eh, se a gente eh olha a contribuição dos médiuns da época, os próprios médiuns e as meninas Bodan, por exemplo, que trabalharam com Kardec, né, eh, e tantas outras contribuições mediúnicas de de estruturas físicas, de medianeiros preparados para darem o recado, né, com a solidez de uma mediunidade potente, inclusive uma mediunidade que começa pelas raias da materialização. E só quem é médium de materialização e só quem é médium de efeito físico sabe eh, digamos assim, o desgaste que é >> você se entregar, você se entregar ao exercício mediúnico com essa vocação de produção de fenômenos físicos. Então, foram épocas, né, El Elarrá, de muitos testemunhos, >> de muita preparação, de muitos testemunhos. E aí a gente tem eh logicamente dentro disso que você falava da coletividade e do espírito coletivo, a gente tem uma terceira fase, né? Eh, a gente começa com Kardec Pedagogo, Kardec Codificador e entra no Kardec Missionário, que vai ser justamente esse aralto da verdade, promovendo essa consolidação dos saberes. A igreja, né, a ciência fazia perguntas

com Kardec Pedagogo, Kardec Codificador e entra no Kardec Missionário, que vai ser justamente esse aralto da verdade, promovendo essa consolidação dos saberes. A igreja, né, a ciência fazia perguntas que a igreja não respondia. Então, Kardec foi esse garimpeiro da verdade, promovendo essa ponte entre a religião e a ciência, eh, unificando, pacificando tudo isso. >> Eh, é, é muito, é muito interessante como que esse processo foi se construindo. E e o que eu acho curioso é assim, ele vai se aproximando e ele já vai vendo a seriedade. Inclusive o o o Herculano conta que as reuniões eram frívolas quando ele chegou. Era muita brincadeira nas reuniões. Quando ele chega que ele começa a ver, disse: "Cara, isso aqui é um negócio interessante". Aí ele volta paraas reuniões e muda o teor das perguntas. Ele gosta, ele quer saber se você mexer no teor respostas melhoram, né? Porque as perguntas estavam assim mais ou menos, não tá dito isso no texto, mas eu tô chutando aqui. Eh, as perguntas vêm assim: com quem eu vou casar? Eh, com quantos filhos eu vou ter? >> Consulta, né? Consulta >> é uma consulta. Você aí a coisa muda de figura. Ele chega e começa a perguntar coisas mais sérias. Qual o sentido do sofrimento? Qual é o que que acontece depois da morte? E ele conta que quando na medida que ele foi trocando o nível das perguntas, as respostas começaram a ficar mais interessantes. E aí outras entidades é que vem, quer dizer, é o mesmo médium, mesmo ambiente, tudo igual, mas o interesse de quem se reúne vai mudando e atraindo entidades diferentes. Ele depois relataria isso no livro dos médiuns, dizendo que a qualidade das respostas depende de quem está participando dela e que não existe mediunidade mais santa do que outra, mas sim o perfil de quem pergunta. E aí dentro dessa simbologia da relação mediúnica com o espírito comunicante, ele vai usar uma figuração belíssima também no livro dos espíritos, onde ele fala que a intenção da festa, a intenção da reunião vai formar ou vai determinar,

ção mediúnica com o espírito comunicante, ele vai usar uma figuração belíssima também no livro dos espíritos, onde ele fala que a intenção da festa, a intenção da reunião vai formar ou vai determinar, melhor dizendo, a a característica dos convivas daquela festa. Ou seja, se a festa tem objetivo nobre, os convidados também serão nobres, né? né? Eu acho muito bonita essa essa simbologia que ele usa, porque define muito bem, né, a a questão da da mediunidade voltada para o o bem servir. Isso é uma isso é uma novidade que a doutrina espírita inaugura e que o encaminhamento que Kardec dá, a codificação também inaugura, porque ele traz o aspecto nobre da mediunidade. Ele nos ensina que a mediunidade pode estar funcionando a serviço do bem, que a mediunidade per si, ela é uma característica neutra, mas o que vai fazer da mediunidade uma ferramenta positiva é o encaminhamento que damos a ela, né? Exatamente. Então, e nunca nunca na história da humanidade, dentro de um pensamento religioso ou de uma prática mística, digamos assim, eh alguém tinha apresentado ao eh ao médium, né, ao elemento participante do fenômeno, esse tipo de orientação, né, o exercício da mediunidade. E daí, porque a gente fala, né, espiritismo é igual a mediunidade exercida com Jesus, né, que é justamente a a congregação dos saberes. É é bem bacana isso. >> Eh, nós nós temos assim, portanto, um perfil muito interessante para quem vai ter o desafio de codificar a doutrina espírita, né? uma pessoa que tem toda essa expertize, esse conhecimento e essa sobriedade para lidar com algo tão tão >> Elará, vamos falar um pouquinho do espírito verdade. Eu acho que paraetar é importantíssimo. É >> quem é quem é ou o que é o espírito verdade, meu amigo? >> Então, aí é que está. Eh, nós encontramos no livro dos médiuns, no capítulo 31, uma dissertação, dissertação número 9, em que ele fala que o texto foi recebido, assinado por Jesus de Nazaré, é o que tá escrito lá, mas ele diz: "Não ousarei usar esse nome". Aí ele coloca o

ulo 31, uma dissertação, dissertação número 9, em que ele fala que o texto foi recebido, assinado por Jesus de Nazaré, é o que tá escrito lá, mas ele diz: "Não ousarei usar esse nome". Aí ele coloca o nome o espírito de verdade, nos dando a entender que aonde está escrito o espírito de verdade, muito provavelmente eh a assinatura que veio era Jesus de Nazaré. Aí vem a pergunta. Então Jesus, o governador planetário, compareceu na reunião para assinar esse texto? Ou o que é que a gente pode dizer nesse sentido? No evangelho de João, capítulo 14, versículo 17, é dito assim: "E eu vos enviarei um outro consolador, vírgula, o espírito de verdade." Então, o consolador é dito que é o espírito de verdade. No mesmo capítulo, mas no versículo 26 é dito: "O consolador", vírgula, o Espírito Santo. Então, engraçado, lá em cima ele disse que o consolador era o espírito de verdade e aqui embaixo ele diz que o consolador é o Espírito Santo. E tem uma propriedade da matemática chamada transitividade, que diz o seguinte: se A ig, então A ig. Então, se o consolador é o espírito de verdade e o consolador é o Espírito Santo, o Espírito Santo é o Espírito de verdade. Ou por outra, o Espírito de verdade é o Espírito Santo. E quem é o Espírito Santo? O Espírito Santo é a falange do ministério de Jesus. Isso está no capítulo oito do livro Espírito de Verdade, Espírito da Verdade, quando se estuda ali quem é o Espírito Santo. Ele diz que é uma pleia de espíritos que secunda Jesus no trabalho de organização do ORB. Então essa pleade fala em nome dele, são embaixadores do Cristo planetário e os embaixadores falam em nome de seus governantes. Então, quando você pega uma mensagem que está assinada pelo espírito de verdade, é um espírito de escol vinculado ao Cristo, de maneira que há uma identidade de ideais, assim como Jesus tem identidade de ideais com Deus para o nosso grau de evolução. O Espírito Santo, ou seja, seu colégio de ministros, tem uma identidade de pensamentos com o Cristo planetário por

is, assim como Jesus tem identidade de ideais com Deus para o nosso grau de evolução. O Espírito Santo, ou seja, seu colégio de ministros, tem uma identidade de pensamentos com o Cristo planetário por conta da evolução. E são eles que ass são eles que compõem as mensagens e assinam em nome do governador. Em outras horas eles assinam como o espírito de verdade mesmo. E outra hora assinam como sendo Jesus de Nazaré. Mas não é na verdade o governador Helena Emel. Não é o governador em pessoa, mas o seu colégio chancelado com autoridade para falar em seu nome, como fazem, como faz o embaixador da Argentina, Helena, quando emite algum Helena e Argentina, tá? Então, quando um embaixador faz algum tipo de manifestação, então o nosso o espírito de verdade é na verdade um coletivo de espíritos que se manifesta em nome do próprio Cristo. >> Isso. E a respeito desse período da codificação, que também tem relação estreita e direta com o espírito de verdade, que é essa pleiaad de espíritos organizando a codificação espírita, a gente vai ter no livro O Espírito de Verdade, de, aliás, no livro Emanuel, ditado por Emanuel, a gente vai ter uma referência ao espírito de verdade também no livro nos contando que nesse esse processo de eh conexão de Kardecade de espíritos, foi dado a Kardec, uma vez por semana estar junto ao espírito de verdade, recebendo dele uma assessoria direta no processo de compilação das mensagens, no processo de codificação de todas aquelas informações que chegavam para ele por carta. Então existia ali por 1/4 de hora, ou seja, 15 minutos por semana, um momento ali de reunião para a revisão dos escritos de Kardec. E ele era eh intuído por essa falange superior espiritual para estabelecer a a o encaminhamento mais correto, mais preciso para a compilação das obras espíritas, né? >> Ó, um detalhe, quando a Cabala, a Cabala ela era a tradição oral e ela foi colocada no papel por Rabi Shimão Bariai. Quando ele fez o a Cabala, tirou da tradição oral e botou no papel, o

ritas, né? >> Ó, um detalhe, quando a Cabala, a Cabala ela era a tradição oral e ela foi colocada no papel por Rabi Shimão Bariai. Quando ele fez o a Cabala, tirou da tradição oral e botou no papel, o profeta Elias revisava o texto, tá? Visitava ele e revisava o texto dele. >> É um comportamento semelhante, né, Ilarah? muito bem lembrado, maravilhoso, porque para esses eh para esse ferramental, digamos assim, basilar da humanidade para esses grandes livros que vão pontuar pra gente, né, a trajetória do entendimento espiritual, a espiritualidade superior assiste de uma forma muito direta, de uma forma muito contundente, lógico, >> porque é a a a concretude da obra que necessita, digamos assim, assistência superior espiritual naquele momento, uma interferência mais direta na orientação dos seus trabalhadores, dos seus servidores fiéis. E Kardec foi de forma constante e inequívoca um servidor fiel do Cristo no processo de codificação da doutrina espírita. Ele ele não vacilou. Ele enfrentou muitas dificuldades. Ele enfrentou a sanha dos seus inimigos que estavam ali contaminados pelo orgulho, pela vaidade do racionalismo, pela inveja da realização dos seus saberes, fora todo um ataque espiritual de de entidades desinteressadas nessa entrega, nessa comunicação, nessa inauguração dessa nova era do pensamento religioso. Olha, eh, era inimigo para tudo quanto é lado, inimigo materializado, inimigo desencarnado. E Kardec soube vencer todas as adversidades. >> Eh, muito interessante isso. A gente tem aqui, né, a gente tá na no no anteala da codificação, no ponto em que o o efetivo processo de construção da doutrina vai acontecer a partir daí. Eu acho que tem algumas perguntas aqui que a gente precisa trabalhar. Eu vi algumas coisas passando. >> É uma pergunta do Júnior, Manuel Júnior, lá no comecinho da nossa live. >> Eu acho uma pergunta muito boa que ele nos coloca lá. é do porquê da espiritualidade superior não ter eleito um médium potentoso, como foi, por exemplo, Chico Xavier,

lá no comecinho da nossa live. >> Eu acho uma pergunta muito boa que ele nos coloca lá. é do porquê da espiritualidade superior não ter eleito um médium potentoso, como foi, por exemplo, Chico Xavier, >> para esse momento, >> para esse momento da codificação, por que que Kardec não tinha essa mediunidade ostensiva? É, mas esse é o grande lance, porque eh se ele fosse médium, nós corríamos o risco de não ter uma uma revelação universal, nós coletiva, a gente ia ter uma revelação individual. Se eu fosse ia ficar igual o Swindenborg, ele mesmo ia pressentir e ele mesmo ia dizer o que era. E nós correríamos o risco de nos abraçarmos em certos momentos com algumas verdades que não fossem exatamente aquilo que a lei, a lei natural possui. Como ele não tem, ele tem que se socorrer de quem tem. Então ele sai comparando com uma régua cada uma das respostas para conseguir equacionar o grande drama da humanidade. Então tinha que ser um um professor mesmo, né? Tinha que ser. Eu eu eu entendo que isso aí foi uma grande vantagem. >> Você tem um ter um cara que não era médium ostensivo para que ele tivesse que investigar e comprovar as coisas do que ter um um guru, um profeta uma pessoa com esse perfil para construir a doutrina. Eu achei uma outra pergunta aqui. Eh, a Ivana colocou uma aqui pra gente. Gostaria de saber se vocês conhecem as pesquisas sobre as cartas de Kardec feitas pela Federação Espírita de Alagoas, né, Feal, né? E se conhece um livro Revolução Espírita de Paulo Henrique de Figueiredo. Eu não conheço >> nenhum dos dois. >> É, eu não conheço, mas é um meritório trabalho de resgate, né? E e eu ouvi, mas eu nunca li, mas eu ouvi que nessas cartas aqui, nessas cartas, Kardec >> teria citado que ele tinha uma filha. >> Isso, >> né? Mas eu >> isso isso foi, desculpe te cortar, ela isso inclusive já foi corroborado pelo Charles Campf, companheiro, né, da do cenário interno e >> internacional. Olha a IV, a Ivana tá lembrando, >> é que realmente levantou documentações,

cortar, ela isso inclusive já foi corroborado pelo Charles Campf, companheiro, né, da do cenário interno e >> internacional. Olha a IV, a Ivana tá lembrando, >> é que realmente levantou documentações, troca, desculpe, a minha internet tá falhando, e troca de correspondências de Kardec Amelibud, né? Eh, em relação a essa filha, Juli, é uma filha adotiva do casal Rivo, né? eh uma filha adotiva, não filha biológica, mas que eh a menina tinha sérios problemas de saúde. Kardec procurava os magnetizadores da época para que ela pudesse ser socorrida pela aplicação de fluidos, pela aplicação de passes. Isso tudo tá documentado eh nessas cartas, nessas correspondências trocadas de Kardec Melibud sobre a criança. >> É, eu não eu não eu ouvi comentários, mas eu não li. Mas como o Carlos Campel tá dizendo isso, vamos considerar. Olha, a Ivana tá lembrando que FEA é a Fundação Espíritu André Luiz. Tá. Tá. Eu confusão. É a fundação espiritual. Também faria. É, >> eu também faria. Fal. >> Eu fiz confusão. Mas enfim, a gente é é material de memória que vale a pena consultar, né? Tem uma outra pergunta aqui, porque eu sei que a gente tá oprimido agora pelo tempo, eh, que perguntam aqui sobre os detratores do espiritismo. >> Tem uma na tela. >> Ah, sim, ela faz, faz aí, por gentileza. >> Qual a receptividade na Suíça com o espiritismo? Olha, eh, fora do Brasil a gente tem um movimento realmente bem menor. A Suíça, ela tem um movimento até razoavelmente grande, como com considerando o exterior. Tem núcleos espíritas em várias cidades. Eu, particularmente, visitei vários núcleos espíritos em vários cantões. Eh, fiz palestra em vários deles, mas há um detalhe. A grande massa dos espíritas que participam do movimento espírita suíço são brasileiros. Eu falei sempre em português e não houve tradução simultânea ou consequente, dado o volume de pessoas que eram eh brasileiras ou do que não eram, mas que entendem bem o português. É uma coisa curiosa. O que tem de suíço que fala português é interessante e eles falam

nsequente, dado o volume de pessoas que eram eh brasileiras ou do que não eram, mas que entendem bem o português. É uma coisa curiosa. O que tem de suíço que fala português é interessante e eles falam mesmo. E eu acho curioso assim, uma pessoa que é de um outro país dominar a nossa língua. Eh, diferente da Itália. na Itália, eh, todas as palestras que eu fiz, elas tiveram que ser traduzidas consequentemente. Você fala uma frase, fala uma frase, fala uma frase, fala uma frase. Porque tem muito italiano que que eh conhece a doutrina espírita, que participa do movimento. Na Suíça, muitos núcleos, boa parte deles com uma quantidade grande de brasileiros, são núcleos pequenos, ambientes eh alugados, não temos uma sede própria em nenhum desses lugares, então são todos locais pequenos. O maior está na cidade de Vintertour, que é onde tem o centro mais expressivo da não é a capital, mas é onde está a Gorette Newton, que é uma gigante em termos de divulgação. Os outros são núcleos menores, centros espíritas menores, mas assim é um trabalho muito bonito, como eles fazem, assim, aquela coisa bem pequena, todo mundo se conhece. É, é, é bem interessante. As pessoas falam assim: "Nossa, fulano fez uma palestra paraa Suíça". 20 pessoas, 15 pessoas. Então não é não é uma coisa assim que a gente possa dizer que são grandes núcleos, mas o que me surpreende na Suíça é que tem muitos núcleos no país, pequeninos em várias cidades, tá bom? e a relação do espiritismo com a Europa de uma forma geral, mas também um pouco com essa família suíça, né, que e eu estudei em escola suíça e sou encharcada o tempo todo dessa cultura. Eh, é interessante, ela você já falou isso outras vezes aqui no programa, eh, o espiritismo ele se consolida do no Brasil, mas a noção de espiritualidade ou ela fica retida lá no passado das grandes civilizações, ou na atualidade o europeu ou o suíço quando ele trava contato com essa questão espiritual, ele atribui sempre a um viés místico. Tanto é que e quando a gente tenta falar de

das grandes civilizações, ou na atualidade o europeu ou o suíço quando ele trava contato com essa questão espiritual, ele atribui sempre a um viés místico. Tanto é que e quando a gente tenta falar de doutrina espírita para os suíços ou para os alemães, eles usam uma palavra para classificar esse comportamento mediúnico espiritual. Eles chamam de voodu. É interessante. Eles chamam de voodu. É porque aí já é relação da com a questão africana, né? com a questão mística das tribos africanas que eles consideram exóticas, assuntos exóticos. Então, realmente, eh, eu acho que a gente precisa fazer esse caminho de volta, né? Eh, o espiritismo ele sai da Europa, mas ele precisa retornar à Europa agora com a pujança do do esclarecimento, né, que faz parte do espiritismo. Eh, vamos rezar para que esse caminho aí ocorra e aconteça, que trabalhemos nesse sentido. Eh, tem uma pergunta aqui, Rá, antes da gente encerrar, eu sei que a Ivana já tá eh puxando a orelha da gente por lado do tempo. A Maria da Maria Rita pergunta, né? Gostaria de às 10:53, gostaria de saber dos opositores da codificação de Kardec? E aí eu quero pegar, aproveitar essa pergunta da Maria para dizer e para agradecer e para exaltar a contribuição não só de Kardecos a esses detratores, como também sublinhar com força o vigor de uma mulher chamada Ameli Budê. que Kardec quando desencarna vai ser a companheira de Kardec, a esposa de Kardec, a Melod, que vai dar continuidade ao trabalho de Allan Kardec, vai dar continuidade à publicação da revista espírita, dos livros da sociedade espírita parisiense. Ela que vai ser o esteio para a continuidade do trabalho e acima de tudo é ela que vai salvaguardar a unidade de doutrina. É graças a Ameli Bud e aos companheiros que se somaram a ela, como Gabriel Delani, né, eh, Axakov e tantos outros que vão rodear a Melibudê e vão dar eh o sustentáculo da pureza doutrinária, da continuidade da pureza doutrinária. Se não fosse a Melud, talvez ela, o espiritismo tivesse caído, caído naquela sopa de

que vão rodear a Melibudê e vão dar eh o sustentáculo da pureza doutrinária, da continuidade da pureza doutrinária. Se não fosse a Melud, talvez ela, o espiritismo tivesse caído, caído naquela sopa de missigenação que você falar falava anteriormente. >> É, sem dúvida nenhuma. Eh, ela foi muito importante. Agora, os detratores, eles surgem desde o período da codificação. Kardec tem um texto na revista espírita, eh, dezembro de 1863. Nesse texto de 63, ele já fala do período das lutas, que era um período de grandes embates que se tinha eh para eh discutir com os detratores. E no livro Socialismo e Espiritismo, já é de Leon Denis, ele diz o seguinte: "Fazer palestra espírita hoje é sopa. Você vai para um local e faz uma palestra, sopa. Maravilha. Ruim era fazer palestra quando eu era novo, porque você começava a falar, aí um cara levantava no salão e contestava a sua tese e dizia: "Negativo, isso é mentira, porque o professor fulano de tal fez o experimento, isso aí tá tá desmascarado." Aí você tinha que dizer: "Não, mas o professor considerou pronto". Então nem era uma palestra, era um debate que acontecia, né? quando não eram padres, né? Quando não eram padres como >> Exato. Que que discutiam, né, a questão religiosa. >> É. E e é, se eu fosse mineiro, eu diria que era um trem de doido, sabe? Você fazer uma palestra com um monte de gente no salão para contestar você. Meu pai doido. >> Pois é, meus amigos, por hoje é só, né? Ah, infelizmente já bateu aqui a hora do gongo. A gente vai voltar daqui a 15 dias. Eh, para quem quiser utilizar os vídeos, todos os vídeos que a gente apresenta, a gente publica no canal do YouTube, eh, @ó botar ali na onde insere o endereço do YouTube, @espiritismo e espiritismo trçovideos no pluralhistória. @espiritismço vídeos história. Tão todos lá, inclusive esse de Kardec. que a gente já faz com muito carinho para vocês poderem utilizar mesmo nas aulas nas aulas de estudos doutrinários, evangelização, etc. >> Ah, a Ivana tá colocando no chat o

inclusive esse de Kardec. que a gente já faz com muito carinho para vocês poderem utilizar mesmo nas aulas nas aulas de estudos doutrinários, evangelização, etc. >> Ah, a Ivana tá colocando no chat o endereço, tá? >> Isso aí, ó. Ivana colocou @espiritismo, traço vídeos história. História. É isso. Semana que vem não estaremos juntos, mas na daqui a 15 dias sim, né, Larra? Fica contigo aí o encerramento, meu amigo. E um beijo no coração. Na próxima, na próxima semana a gente vai conversar um pouco mais sobre Kardecador, vai discutir mais sobre a codificação, mergulhar de maneira mais efetiva nesse universo que ele tem, tomando as obras que a gente está trabalhando, que são o espírito e o tempo, h, o livro Depois da Morte de Leon e a obra sobre do Pedro Granja, afinal Quem Somos pra gente construir esse período de edificação da mensagem espírita. E depois nós vamos entrar num período muito louco que são as experimentações científicas do século XIX. Pense num conjunto de experiências de materialização. Pense num universo de histórias de que quem materializou quem no local tal fulano que fez, o que foi que cada cientista produziu no grande trabalho de divulgação da mensagem do século XIX. É, เฮ

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